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Full text of "Arte china constante de alphabeto e grammatica comprehendendo modelos das ..."

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J^arbarU College ILibrar^ 



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ARTE CHINA 



CONSTANTE DE 



ALI^HABETO 



íí R A MM A T 




fcOxMPREHENDENDO MODELOS DAS DIFFERENTES 

COMPOSICOENS 

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s/ 



^1 -r ■ ^ • 

^ / J. A. GONÇALVES 



/ SACERDOTE DÀ COJ^REGACAO DA MISSJO, 



]MPRi:»SA COM LICENÇA RBGIA NO RSAL COLUEOIO 

DE S. JOSÉ, 

MACAO. 



ANNO de 1839. 



Seido obiqíb 
«Wwito, e piitict, ( 
<iK àtfm udar jootoi 



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«»» por dâr idí^ ,^ 
1« laceiíirio le p^ 

••^^ ^ »P»«I noiDei 
Tea-ie dito t 

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Ddo o mtn inteDto dar ao Eftodante da Lingna Cliiaa todot o» piÁc», piu-a entilir uò «^n t9^ 
o, e pratica, tanto oa falia, como na escrita^ foí^me necessário faier trcs differentes toImm^ 
1 andar jnntos, por fazer bom todo combinado, e neceasarío : combioado> para n&o engroNarai 

necessário ; porque ficSo as suas partes dependentes, e o Estodante nam obtura o seu fim sem 
i todas eUas • assim be, que a Arte be necessária tanto por ensinar a ler, tradusir, e compor» 

dar ideas, qne faciliUm o uso, e intelligencia dos OicciODarios : o Dicdonarío Cbiaa-Port«g«es 
ario ao PortU|;Qez*CbÍBa para a pronuncia, c uso das letras neste inâicada?. 

estas três obras m^ lisongeio de apresentar ao Publico quatro ,ideas Origioaes, a saber : primei- 
Kir as letras Chinas ao seus elementos : segunda, Eliminar os Géneros inbteis : terceira. Ordenar p 
iguai numero de rasgos alpbabpticamente : quarta, Dar regras para a rista da letra coobacfr» ' 
1 sèu género, e ordenar por ellas o Diccionarío. Eãiplanemos melbor estas ideas. 

'em-se dito com bastante rasam, que os Ckinas fikeraníi poúto èm artâ , è sdenciás : am<ia què 
sos^ estam geralmente persqadidos, qne nada podem adianur, ao que os seus naSoiM descobri^ 
linda se julgam mui avantajadcs, quando peusam ter chegado tam longe, como clfes; daqnt 
ia arersam (maiore que em outros (aizee) qne tem principalmente o Goremo, a tudo, -o que 
oqa, sem examinar se be boa, on ma. Bem conhecem elles a rantagem, por exemplo, da arte da 
m, e atada se nam resoirem a aprende-la, aprendendo antes aa línguas Europeas, em que eUa 
i; porque ke biima tattoracam. 

)cm poderiâo também tronhecer a falta de metkodo nas escolas da própria lisgua, e remedia-la t 

fazem. 

1 suas letras na sua origem gerogliácos» eomo aiada boje muitas o mostrio r. g. Q c*o» boca, 
I porta, indicam pidavras, bem como os nossos algarismos, e sam, como elles igualmente antandidoi^ 
Inerentemente pronunciados nos dífferentcs dialectos ; mas poucas sam simplices como alies, send6 
} compostas da elementos, como as nossas palavraa o sam de letras, v. g. ffl ven perguntar ; 
n tudo sacar huma pronuncia composta da dos elementos ; mas bom monosyllabo ; e isto faz rec 

maior dificuldade da escrita China, à semelbaasa das liognas» que se nam escreyem, como se 



Ainda iquc aS letras sejam compostas de elementos, como temos visto, os Chinas jy-iff^ri^m ^or 

a ler as palarras, que encontram em qualquer Urro, sem entínar Os seus elementos, que rale o 

, que eanjwr a ler, sem ensiomr primeiro o A B C; «xaqui pois o nosso primelfo tnMlbo, (que 



nam foi peqaeno) descobrir» e ordenar os elementos das letras Chinas, o que fizemos no Alphabeto : li 
▼erdade» qne a idea nam he inteiramente nova; mas nam tinha sido desenvolvida, nem verificada : e 
nam qaero com tado dizer, que o meu Alphabeto esteja perfeito, antes espero, que, como todas as mal 
invençoens, seja aperfeçoado com o tempo. 

Consta este, alem de Rasgos, de Géneros, e Differenças, que sam os elementos das letras com 
postas. A certas letms. componentes chamamos Oeneros : porque indicam em gera1| a que género d 
eoisas pertence a significada pela letra total (coisa particular aos Chinas) ; assim as letras mar, rio, 
lago teram por componente commum a letra agom, o que indica, que todas sam espccies do género 
mgoa. Nesta parte nam. tive grande trabalho . por que os Chinas, apesar de nem este elemento estudarem 
apresentam nos diccionarios hum catalogo de 214 géneros, crendo os antigos, que todo, o que se podi 
dizer, oa pensar se reduzia a 21 4. espécies; mas aqui mesmo encontrei inconvenientes, que era precUi 
aplanar* 



ot Diccionarios ordenados por estes 2i4 Géneros, como os nossos a estam pelo alphabeto 
011 maii propriamente, como as obras dispostas pelas matérias, nam so os nam decoram, mas ate os li. 
iiratos dovidsoi. muitas vezes, se hnma tal letra he género, ou nam ; e como a psocnraram no Dícl ío- 
aaiio? . Alem disto algans gcneros nam, dominaram se nam. duas ou três letras úteis, nem iod içavam 
o seatído da letra : eisaqui por que, resolvi extinguir alguns, faxcndo-os entrar com as letras, que domi^» 
Díivam, em outros géneros» c assim os r^du«i a 129 ; e. ainda que estes mesmos dificilmente se decoraram, 
tendo-os ordenado pelo numero, e ordem alphabetica dos rasgos, se conhecera abrindo a Diccionurlo, se 
o género requerido esta para diante, ou para traz. 

A segunda espécie de elementos chamamos Differenças, por que differençam as letras do mesmo 
género: a maior parte destas sam igualmente compostas de gemeto, e differença, ate que se reduzem a 
simplices, e a rasgos ; qualque letra, ainda gcnero, he susceptível de servir de differençac para saber poíf 
se huma letra o he, ou nam, he preciso examinar, se de facto os escritores usaram dcli^. ou nsm, romJ 
DiflTiprença : para fazer, poi^ o catalago das Differenças, que consta de liOQ letras, tive de correr] 
poc veles o prande Diccionariò China,, e huma experiência longa determinara mel ' , bi- elte he eui 
signra sentido excessivo. | 



Acontecendo, que hum género sirva de differença, na concorrência se ignora, qual he género, e qual 
he a diíferença : foi por tanto necessário fixar regras para conhecer o verdadeiro género pela posiçam 
(i rdenando o meu Diccionariò em conformidade delias) e nam pela significaçam» como querem os Chinas, 
eahindo em contradicçam ; pois buscam huma letra, cujo sentido sabem ; e como o sabem ? 

r-c ^^ Acontecendo também nam apparecer algumas vezes género claro, procurei remover este embaraço.* 
aam tiavcndo ordem nai letras do mesmo genero; e com dlffereosa de igual numero de lasgos^ de modo 

i 



m 

^e abrindo o Dlcclonarío no competente género» e numem doi rasgos da dlfferença, se implorava, a que 
lado estava it letra procurada, ordenei as differenças pelik ordem dos rasgoa, ou alphabeticamente, e te- 
mos regras, que o tempo aperfeiçoara, para procurar liuma letra, ou palavra, como nos Diccionarios Europeos* 

'Nam obsCi\Qte liãoagear-mô de ter aplanado algumas difficuldadesi he preciso confessar, que ainda 
Ua nesta língua difficuldades maiores, qne nas Europeas ; I». na escrita : nam somente porque, como ja dissemos 
a pronuncia das letras compostas nam he composta, como nestas, das partes componentes, mas também as letra 
se escreveoa de diffcrentea maneiras, segundo os differentes autores, e uso, do que nas linguas Europeas 
ha exemplos, mas incomparáveis na qtiaotidade, e variedade ; ao qne accresce haver qnairo formas de le- 
tra, qne chamaremos Rtdondãy Corrida, Quadrada, « Antiga \ das quaes as duas primeiras tem grande n80> 
e to a primeira, e terceira se podem ler sem grande ditficuldade: 2«. nos sons, por haver nesta mais e- 
qnivooos, e multo maia semelhantes, para cuja distinçam se requer muita, mais delicadeza». 

Eis aqoi porque, aindaque procurei todos os meios de exprimir a pronuncia mediante as nossas le- 
tras, e vários signaes, tudo isto he insuficiente, e por isso indispensável a presença de hum mestre : o 
qae nam deve e9pantar ; . pois. tendo hnn\ Português aprendido Jngles, por exemplo, por huma arte a 
mída miúda nas regras da pronuncia, nam será entendido, em quanto nam imitar a viva voz de outros: 
be certo, que tendo estudado pela arte, em pouco tempo de trato com os nacionaes fará grandes progressos. 
Nam obstante os obstáculos acima ditos, ja tive discípulos, qne estudaram pelo meu methodo, quando ainda im- 
perfeito, qne fizeram, em três annos os progressos, que os bons estudantes costumam, em igual tempo 
faser em Latim. 

Estando en^ uso as letras Chinas por todo o império (talvet lia menos quem nam saiba ler, que 
em alguns reinos da Europa) e mais, ou menos nos reinos fendatarios, sam pronunciadas segundo os dif- 
fertates dialectos : estes ainda que tenham, as vezes na mesma província, e em lugares bem próximos, hti^ 
ma espantosa differença, se podem redotir dentro do Império a*, três, ÂíandariMo^ de Fotíen e Cantão» 
Ea sigo o primeiro, como mais geral, e fácil : mais geral ; porque he entendido em toda a parte pelas 
pessoas de edocaçam, principalmente empregadas, • nas províncias do Norte, c Oeste, pelo vulgo : mais 
fiunl ; porque os seus sons sam mais análogos aos nossos, particularmente por nam ter o tom entrantc : 
e se o Eetndaute quizer> saber outro dialecto, lhe servira de de^Tao para passar a elle pela analogia, 
qoa tem com os de mais. Voltemos porem ao Alphabeto reservando para o seu lugar,.© que pertence a, 
Gramnistica. 



IV 



ALhfABETO. 
^iK'crf <SM0toiu 

Sendo as letrts inàls 8ÍiiipHc«» ^ementos das maia compottaa o AlphÉbete, ou Arte de eonliecer M 
letras Chinas ensina primeiro a conbecer as letras «impUces, para di itinctame nte conhecer as oonipostas. 
Pertender ler China sem aprender estes elementos^ he o BMsmo que pertender ler Europeo» sem apren«> 
der o alphabeto. Kam de pois o Estudante credito « sua imi^finasam, ou aos Chinas, se lhe disMrem» 
^«t he woêíb breye principiar logo pdos dialogoa^ ou outro livro, fiuem qaizcr aprender a fallar mais de^ 
pressa» ao o poderá fiaser aam aprendendo a ler Ch ioa ^ e para este preparamos o Appendice com o Chi» ~ 
na escrho com letras Enropeaa. 

Os elementos das letras Chinas smn de Ires espécies : Rasgos, Oeneros, e DiíTereufiaa, Rasgo he 
lium movimento de penna, que ao» ou multíp]ica(?o forma as letras 

tSenero he liuma letra, qne entrando na compôs! çam de outras, lhes da o «entido «m geral» e as 
nlaanifirax faxando-as pertencer t. g. ao género de arvore, herva ête* 

Differença he homa ietra, que differt^nça as do sirsmo género, fazendo^as significar t. g. ptrétã 
horioH^a &c. qne de ordinário lhe da o som ou pronunciai algnmas Tezes os géneros serrem de diffe»- 
renças, mas nam viceversa. 

Os Rasgos sam nove, e se derem ter decorados» como x> «osso ABC» para por cHes buscar ai 
letras de linm tal numero de rasgo». 

Os Géneros, que antes eram 2i4, oa Tedueimes n 19. As f«|pM de conhecer o «enero de hnmn 
ictra pela inspecçam delia, e procura-la no Diccíoiumío China^^ortuguea se acharam oo principio delle* 

As Dilfereuças passam de 1300» advertindo^ que algumas se metteram como letras Jt Trase. 

A pronunchi de liuma letra tie Inzma «yllába, « esta hmna palarva : assnn sr palavras Chinax 
podem todas passar por monoiyllabasb 

Quasi todos os sons, ou syllabas admittem quatro Tariaçoens, a que chamamos Tutu . o primeiro he 
Plano, e se subdivide em PUmò Mto, e Phmo Baixo: o segundo ht Atcendente : o terceiro Detcondenm 
U : O quarto EtUrante, que no IKalecto de Pekim nam esta cm uso» e se lhe substitue hum doe outros» 
que de ordinário he o Phno Alto, 



-J^d 



^ 



V. 

f 

[ N« D08M liifgua tcmof estes tons, que chamAmos accento, ou ar de '"airi., dtí nn*'» S"'^ o «dvir- 

ftr, usamos nas differentcs occasioeos, nam exprimiudo talvez ditrerentcs objectos, como os China , mus 

f liiii diíTerentct aflectoa. Assim a iaterjeiçam Huil a proferimoa no toui Piíuo Alto, couio i.: «.bem o Ai\ 
na dor repentina. Alem dbto quando nos perguntam com cspauto: Pois queres isto a2»8.at? ro^po .(icmn5 
som firmeza: Quero^ no Plano Baixo : no mesmo tom lie oappUuso: Dravof Jguiilmetite quarido in.' di- 
sem: Elle nam quer obedecer» como firmando-me pergunto* Nam, uo tom Asteíidcnte. A^sim também 
quando me dizem? Jsso nam bas tu de conseguir, coui firmeza re.^tpondo: Por qtie nam ; o nttm lie pro- 
ferido em tom Detcemctente. £mâm o que conta o tempo por bum relógio», chegado o momento diz: 
Twpty cm tom Enirante^ R.epara-se que ua inflexum, que damos ao nam nos dois exemplos acima, como 
qat dnpUcamoa o aõ ; pois o mesmo succ^de aos tons Chinas, particularmente uo as evidente, e descendente. 

Paru notar o tom nsam os Chinas de bum 7era cm bum do» quatro caatoa da leira da forma «e* 
piata jS^ ^f* f5 jff ^V de maneira, qtte o primeiro be no canto esquerdo inferior, e nam o cxpri- 
aiiDoa quando be plmno alto para distinccjam do plano baixo \ algumas vezes com tudo usimos de hum 
tviaognlo parm «Titar equivocaçoens : e os ontros se seguem por aua ordem, dando volta pela esquerda, 

\ No principio logo será o Discipolo ensaiado a dar o«- quatro tons do mesmo som como v. g. 

• som iu das letras acima. 

=^ Homa letra tem oa Tezes dois tons, a qne de ordinário correspondem dois sentidos, e o mesmo 

st dcre dizer dos tons : e qnando se encontra no Alpbabeto, ou Diccionario dois sons com bum so sen- 
ide, o tegnndo be o Tolgar, qn« quasi nnnca be auctorízado pelos Diccionarios. 

Cada letra oa be género, oa se compõem dellc, cada differença tem por tanto o seu género, que 

•onrem saber, por isso ao lado das diflRerenças se põem o seu género no AJphaheto, falgnns uam estam 

i tm regra por que e«U no tempo da Impressam nam estava ainda bem determinada) ; porem as differenças 

do mesmo numero de raagot se^ ordenam so pela ordem dos rasgos, o que também fiz nos Índices, e nio 

pela ordscn dos géneros, e rasgos das differeuças ao meamo tempo, como acontecera no Diccionario. 

r^ Sendo os elementos mais niroplices, oa qne tem menos rasgos, se ordenam pelo numero dos rasgos 

da qoe constam, principiando pelo numero menor : e os do mesmo numero de rasgos se ordenam pela 
•VMtoi alphabetica dos mesmos rasgos. 

' Como homa letra toma dirersas figuras, ja pelos diversos auctores, ou discordância do nso com os diccio- 

«uortoe; ja por estar so, ou em composiçam; em breve, ou por extenso, na primeira columna do Alpbabeto adiante 

^da laCra se põem as suas rariacoens: estas algumas vezes sam letras differentes segundo os Chinas, mas 

pela semelhança as identifiquei para simplificar o metbodo, sem induzir a erro a quem sabe, que as variaçoens 

^mm lenrcm geralmente lenam como elementos.. 

r 



\ 



Vt 1 

> Na columua tegmiâa lè *po«n o som, no piincipk>> algfamai rezes le põem também em CIiíb» 
para o Mestre Chiua, qoe o ignorara mnitas vezes; e na terceira colnmna se poetn o sentido eorreipon- \ 
dente a cada letra: para indicar o som, e sentido, de huma letra nos servimos, quanto pode ser, de [letras 
ja estudadas para se recordarem, e algumas vezes nam se indicaram, por que a variaçam da letra he }à 
•conhecida: do rasgo 9 por diante nos servimos para indicar o som algumas vezes de letra de differente 
tom .■ quando se cita huma letra se toma no primeiro som, e sentido* guando ella tem mais de knm t o 
trabalho que ô estudante nisto ha de experimentar ha de ser o meio tle estudar melhor as letras passadas; 
quando o sentido he explicado por huma letra pa>Mda }unta com a presente, o sentido he o dá conhe'^ 

cida, pois be mui usaal juntar duas letras do mesmo seotíde. 

'^ 

Por baixo da letra se poen o sen uso juntando^lhe letra geralmente ja conhecida: algnmsf vezes com 
tudo so as partes componentes da letra junta sam conhecidas, e entam se lhe nota a pronuncia, e 
sentido, (se este be differente de én letra principal,) e se chama ktra de /rãw. 

Como huma letra so se explica huma vez, he preciso aprendei-la b«m : màs ie recorrendo nàm 
lembrar, on se por incoberencia estiver depois (do que ha muitos exemplos na primeira imprestam dê 
huma obra tam complicada) sendo do Alphabeto se procurara nelle pelo nnmero, e ordem dot rasgos, 
« se A€ frase se procura no índice no fim do Alphabeto, que â China corre da direita para a et^ 
querda ; onde se buscara na colnmna da direita, e a letra correspondente na esquerda guiara ao Ingar 
do Alphabeto onde se achara a expUcaçam : no mesmo índice se acham também as variações de qnalqer 
letra com os signaes de nam usada so por si ( » ) on de nam ser clássica ( o ). 

Nam se conhece bem huma letra «m qnanto se nam sabe escrever de cor , por isso d«sde 
•o principio se devem ir escrevendo as que se forem aprendendo : para aprender a escrever pomos a letr* 
prindpal ate ao rasgo 10 na forma da letra de mam, que differe pouco da letra Redonda impreMa» 
■qno he a da segunda, -o terceii» colnmna, quando ha China i no prineipio se «ecrevera cobrindo» 

Para satisfazer a curiosidade do Estudante, alliviãlo do tédio dé estudar letras, é éxerciia-lõ 
nas ja conhecidas, tendo estudado o rasgo 5 passara a estudar as frases no Capitulo 2, e o mesmo •« 
fará estudado o 6 &c. &c. (em menos de 6 mezet devera, como ja se fez, ter estudado o Alphn^e** 
to todo). 

Para exprimir os sons da língua Mandsrina qot sigo, «« servi das letras RsToptas com ó ralor 
rortttgues, e modificasoens seguintes. 



1 



VãtôT das Utrãt .£iir»jMC« nm pfmntiã ào CAuuh 

O ^m, cey Ac. se pronucião como tga ise sem cooi todo ourir dUtintameote o /» coitt« ^iik>]^ 
«CulttKM os caens, excepto se o Ça &c. for aspirado, que entio se deixa ouflr o t, 
O Cké ae proauDcia passando o veaCo como quem assobia, semelhaote a ch^e. 
O G te prouQOcia mais na garganta, oam tàm claro como o nosso. 

O H he sempre aspirado ; ma o Al he próximo a si mais assobiado com a liogaa :nais eacolbida. 

O J ae pronuncia com a lingua mais encolhida. 

O K que so serre juoto com i se pF<^nuncia semelhante ao cAi, mas este èom a lingua 
*MÍa ebegada aos dentes e menos força que o nosso, e aquelle com a Hngua mais encolhida e com 
■mis força que o noaso: em algnmas províncias se pronuncia como os Ingleses em king, rei. 

O M soa sempre como èm iPortogne^. 

O N final soa como em Latimw 

O S se pronuncia como em Liaboa os C, Ch, K, P, f admittem aspiraçam is reses, prbnnM- 
ciaado a letra e aapirando-a ao mesmo tempo assim t'u terra se proaunciari como tku (aspirando o k.) 

O V he mai9 leve que em Portoguez. 

Ai Togacs finaes sam agitdas« quando nam tett aceento. 

O ãm se pronuncia como quem tem os queixos presos, hum pouco semelhante a fm como cAdm brígaf . 

O ã» se pronoBcia mais aberto como ttãn bodum* 

O # soa como circunflexo como si cadáver. 

O / he mala agudo ; alguns o pronunci&o cooao W, ou mi como kié rua^ 

O ô soa como ô«, como sô fazer. 

O õO soa como adma estendendo maia os beiços cooâo çõl esquerda. 

O od se pronuncia enCòlhéiAtf dl tíetçok àe tHàdo què sé féém os dentesv còiiÉo Ç09 inclinado. 

O ÕD aoa como circunflexo como lõn rddtk 

O u soa como o nosso. 

O & se pronuncia encolhendo os beiços è setnelbançii de i como sà quatro» 

O Om se pronuncia estendendo mala os beiços (a) como eflm arco. 

O m depois de I he semelhante ao Francez como im peixe; como tambcm depois de 1 come 
tef» conrenar; excepto antea de m como lum dragão. 

O X he mais assobiado que em Portuguez. 

O accento circunflexo sobre a vogal indica, que a consoante antecedente se pronuncia com a 
lingos mms encolhida (a) • a vogal sobre que está como tendo o accento longo (-) (vê acima J como 
€kâm recto : excepto se for diphtongo, como chim ilheta, que se pronuncia naturalmente* 

A rogai final breve se deve ouvir melhor que entre nos como húíf bom. 

(a) Ettm áitHmc^ãm he iniefwtfvr/. 



YIII. 



jáòrettiaturms i Si^nat: 

G . 2 . generot de 2 rasgos . 
P . 2 . differenSM ds 2 rasgos . 
c (adiante da consoante) aspiraram leve uos beiços . 
' (adianta da consoante) aspirasam grave da garganta . 

• (ao lado esquerdo da lotra) ktra usada so no estilo subliiBS . 
w letra usada so como elemento. 

• letra usada, mas nam clássica , as veaes, so no. modo d* se «scriter 
i ou . Pode-se substituir outra letra> ou sentença . 

/ fUpra a letra ^ne esta por ckna. 

I supre a letra principal > quando nam , repete a letr» antccedenta . 

Iv Plano alto quando a letra tem este> e ontro tom • 

\ / letras trocadas lea-se antes a segunda . 



ou id, repete a palarra oa sentença da linlia da dflMb. 



AjCcentos das Togaes, re Valor das letras &ç, acima. 



1 



Capítulo 
Hasgcm Som 

eku 



I ^P 



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i ALfEABBTO CElffÂ, 

Sbhtioo G. % Som Ssbtido g. S. 

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D,?. 1. díffercnçai de 
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2 Cap. / 

G. 3 

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«tau 



monte 



região ^ 
pequeno 



o VICIOÍO 

grandes^e 
pequenos 



morrer 
defantos 






U 

cum 
cham 

X 

cum 



hia 



forcado 
criada 

de, elle 
tres^ 

escudo 

de vagar 

aO| com 
dez mib 

alto 

cortesia 
coro as 
luSos 

dez co- 
vados 

braço 
escachar 



em baiziJ 

08 infe- 
riores 



obra 



i 



Cap. / 



Ckinã. 



d, 3 



d. 3 



G. 4 



E. 

■ti 



{•«£ 



Ari 



ki 

M 

Võ 
càien 



m 

chõ 
xau 



habilida- 
de 



eloqoen- ^^ 

cia *^ 

hábil ^ 

si meiroo 



êitr 

^. 

cSã 



10 horaf 
da manha 






Jdeu 



gume 



pedir 



folha 



mil 



esgotar 

colher 

tarde, 
noite 

muito 
tempo 

ordinário 
pilãla 



IA 



sardir 

y 

ligeiro 

forcado 

garfo 

uniSo de 
três 



u :a 



tau,mo 



7 



c^ea 



Va 



numeral 

hum 
monte 
nove ho. 
mens 



pe^aeno 



her?a 

subir, 
sobre 

subir ao 
monte 

sobre o 
monte 

em cima 
Bupeiior 

também 



pizar 



o ^] 

li 



chõ 



U 
terra' 



haU 
muen 

CO 



lin 
(fuei 



andar in« 

terrom- 

pido 

quadrado 

liberal 

lugar 

fogo 



coraçio 

ter cui - 
dado 



boro ou 
mao 

cão 



arma 
guerra 

ramo 



pao, ar- 
vore 

pao 
bosque 



pennu— 
gem 



t«p. r 



jUphahel0. 



«•» 



«. * 






I 



ItiMi 



n 



1^ 









Tacca 



palma 
lenço 

virároão 
fiwercoT- 
tesia 

liin, roes, 
carne 

hum roce 






D. 4 
0>1 



A^^ 



JUa 



Atí 



ehau 
€hoa 



phi 



ifc^/ 



falta, 
dhrlda 



cale, 10 
taéf 

5 catei 
porta 

garra 

bater 

bater 
9«1, dia 

hum dia, 

muito 

tempo, 

dia 

asiago 



+^4 

4 

■A 



juei 



chim 



tou 



!oen 



letra 



p^ien 



leu 



d. 4 

bufala , |At 

clima 

marujo 



crinal 

agoa da 
fonte 



-^ 



paiaigero^Li ^ 
elegante O ^ÍT^^ 



« 



alqueire 

oito al- 
queires 



im 



itten 



literato 
idioma 

folha 
icif 



^ 



I^K 




iitieii 



<rA7m 



fien 



m ; forçar, 
í?« emulo 



detobe- 
Itt diente 

* lei 






I4rf 



occopado 
afanado 

«ocerto 

origem 

nIo,nada 

elle 



ajuntar 
aamSf^i 



poço 

agoado 
poço 

céo 

cca,e 

terra 

marido, 

traballia. 

dor 

marido 
mariola 

medico 
obra 



L à' * 



Cap. /' 



China. 



K 



"li 

1/^ 



d* 4 



dizfr 



o 



/«n 



^ 



IA 

kl 

r 



r*' 



r«/ 



j? 



cAT/íf 



calanii 
dade 



ioclÍDado 



o contra- 
rio 

ioclinar 



amigo 

maíf», 

queixar- 

•e 

de outrog 



coocorde 



exiraor- 
dÍD^rio 

graníe, ^ 

eicessÍTo 
mutuo 



aptftar 



em 



cortar 
coro faca 



«^1 






dente 



•erda 
corja 

rei, rei - /^ 
nar 



mien 

A 

ittfl 
Ifl 

in 



5 ou 6 ^ ^f^ 

"" «^° 

▼«ilido "5 fíi 

 

ob»curo ^^ 



liau 



ihê 



cuui 



(^um 



\H^\t 



dar peta- 
inct 

cnhiu-lhe 
a espada 

CO tido 

nic;j(JKÍa 

rerla- 
lueiite 

b^iraco 

fífrir. 



^K 



20 



eu, dar 



m 

ch*oam, fundar 



mu 
mõ 

€h*ou 



i 

ik 



goTemar 









fvm 



mergu- 
lhar 

S horas 
da mao)i3 

esp. de 
eobra 

rabo 



governar 



cançar 
falUr 

caoçoa 



o tempo 

ar do 

fogo 

pronou- 

cia 

abuodao* 

te 



6 Cap. / 

d. 4 



JIphabeto, 



d. 4 



^ 






I* 



I 






tuai 



rim 



itffl 



kiun 



M 



meio dia 
de tarde 



ib 



l^tifi 




noTo, 
bonílo 

morrer 
moço 

adular 
broxaria ^ 
bom 



Ah 



▼So 



um 
tam 



vermelho j^ . 

simplíci- '^^ ) 

1-1 



dade .... O 
uniforme 



n3o<mS 
daodo) 



chegar, 









induzir 



p-ni 



kin 



hi 



olhar pa- y^^ 

ra cima '^fT^^' If"^ 

esperar 1y^^ 

subir, 
chupa 

medida | j/^ 

1^ 



tr 



d. 4 

ajunUr /^Jh^^ 

pevide, Ç^ } 
humaui- iL I 

dade >J^ I 



annlquil^ 
lar 



transito- v^^íif 



família, ^ ,^ - 
mulher o <# 

eu, olhar ^^ 
para cima 

ha muito ^^^ | 

suspiro I 



comparar 

hum 

pouco 



li 

agora 1 ^ 

repartir, .— ^ 

apartar* se S^f 

deiurr.-*^?^!/* 
mos . ^^^ 

inteira- lA^ 

mente ^ 



Ar/é 



('um 



JT^Uffl 



hoje 

O 

interjei- 
ção de ^ 
gosto 



im 



iam 



JTOII 



bom, pe- 
queno 

meu cr ia* 
do 

pai 

de, por, 
seguir 

unir 



par 



hum par 

justo, 
macho 

boi 



cruel, ÍQ. 
felis 

assassino 
annuir 



taboa 



bSo (fii1[- 
dando) 

pouco 

dever a 
outro 



C»p. / 



China. 



d.4 



G.5 






» 



ff 

maÕ 

n 



nei 



sâu 



dar, ao ^ ^^^ 



o pai lho 
deo 

parar 



barrete 
de meni- 

00 

O 
dizer, 
cbainar- 
se O 

diste 

O 



roeio, 
acertar 






oa*- 



entre ^r O 

elles 



AM 



deotro 

oSo 
entres 



recolher 






1^ 



C*^ 



pVm 

kiê 
orfôu 



xé 



leau 



co?a 



eiD pé 

faser 
leiíç^ 

resolver 

todos em 
pe 

desampa- 
rado 

eocostar. 



mostrar 



g-5 



H 



#1 



p*afi 
Vim 



ckoam 

mim 
min 



D. 5 



pedra 



iu 



ho 



99 

pai 

ti 

al?o 



atirar 
pedras q 

telha ^ 



^^ 



lifc 



bQa telha 
jaspe 






branco 



bater em O 1^ 

vío K-^ 

ocõtrario 
de branco 



olho 

Toltar os 
olhos 

campo 



leira do 
dizimo 

campo 
regadio 

quinta 
alfaia 



cAfi 



cuei 

kien 
fornicar 

nim 



hiuen 



guarda - 
vento 

esperar 
alguém 

levar ás 



ladrSo 
caseiro 



adular 



grande, 
aaul 



oceo 



Cap. / 



jílpkãbcto 



d. 5 



d. 5 






•V 



lífe. 
8- 



^ 






fixar 



mm 



pUm 



governar 



<enhor 

feira, 
comprar 

p!ehe 

ir ã feira 

porta pe- 
quena 



nar ^^^ 



^ 



plano » -^^° 



mo 



exage- 
rado 



de certo 



nâo pre- 
cisa 

eterno 



justo 

planície 

divislo 
igual 
o tom 
plano^ e 
ot outro* 

de ordi- 
nário 






A 

ij 



fin.. p..n. J. j^ ». 

ti 



iAo 



M^M be 
certo 



ta 



o ultimo 
dia 

praia 

Ueiem-^ 
barrar 



cs(|uerda 



'— _r-^ 



tirar 
arrancar 

camba- 
liar 

grande, 
offerecer 

direita 



ao teu 
lado 

panno 






?"> 







kieu caixSo 



hoei planta 



dor 



l^im ir, tirar 

borrar 
fora 



,tira.lo 






I 



pedaço 

huma 
jtierra 
huma 
telba 
huma 
pedra 



chim •■««?• 

•abiu 



vai 



^ 



Côo 



fou 



direito 

direito, e 
inclinado 

grande 

f'. ande 
torrente 

ser licil 

nSo he 
licito 

be lofilrU 
vel 

3ueira 
ar-lho 

pode ser, 
ou nio 



Cap. / 



Chiitã. 



d. 5 






xu 



pen 



kié 
termo 



d. 5 



rabo 

raít de 
peoDÍa 



raiz, on- 
íçera 
essência I 
e aci. 
dental 
indígena 

obriça. 
çlo 






kCau 

miau 
maravi- 
lha 

dhò 



doce 
volunta. 



século, 
30 annos 

mundo 

no mun- 
do 

os ho- 
mens 

antigo 
antigui- 
dade re- 
mota 

—media 



-próxima 

sagaz, 
oppor- 
tuno 

artifici- 
oso 

sags^ ou 
estúpido 



IA 



^ 



/ta 
tem 



^ 



ttí 



mtn 



d, 5 



P^ norte 



ursa ma 
ior 



mou 
mau 



nSo 






náo con- 
ceder 

significa 
não 



grande 7v ÀCm 



cháu 



gofernar 



superior 



povo 

4 clatses 
do povo 

todos os 
homens 

chamar 



o ]^ 

• 0W 



kia 



accrcs- 
cenlar 



pé 
pe^a 

huma pe- 
va de 
panno 
ch*ám offerecer, 
j receber 

conceder 
hu .oh! em 



PO 


costas 
aberto 




>ara os 
ados 


xè 


setta 




arco, e 
setta 




fofmar 
tenç&o 


sê 


perder 







n 

maÔ 



perder-se 

hade 
perder 

letra do 
cyclo de 
60 

vida, 
nascer, 
dia dos 
annos 
na sua 
vida 
creou-o 
o ceo? 



IO 



il. 5 

SI 

Al 



cAa 



Cap. / AlphaM9. 

d. 5 
derepen.J^lDjA»^ 



te 



monta- 
nhez 






d, 5 



usar, útil 




han 



híu 



P'i 



coisa d 
ria 

gastar 

inútil 

embru- 
lhar 



compre- 
hender 

feto, 
conceber 



palayrn 
periodo 



pclle 



folie 
tu 



.^)^ 



iK 



H 



"^ o^ 



*/ 



de jaspe 

repre- 
heoder 



eu sou 
mais no- 
To que tu 

O 
torcicol- 
lus O 



fora^ 



1^ 

\^ 
■*! 

»»<l 
ÍPI 



ium 



ch*u 

8Õ 

que 



kiuê 



alíobara * ^^I 

O 



liicrnr. ^ ^* 



dentro 
e fora 



Hl 



fc't>i* 



kUum 



lugar, 

morar I ^K 

lugar 1^ 

boas qua.-/V>jl^P^ 
lidades '^t^í^ 

determí- f 

vigário, j^ 

geraçSo " | j^ 

poroulro <Ç^ ^t 

padrinho ^ 

gerarão ^^^^ 

oiteiro 

o 
c. monte ^^^^'"^ááí 

entregar ^ ^"^ 

cometler /• 
linda nSo O 
o entre- 



Va 



maS 



Jf. 



-íi 



ptffi 



/tm 



cuat 
xàm 



chen 



r 



chegar 

elle 

oi outros 

nSo o 
iguala 

6 horas 
da ma- 
nbio 

o fundo, 
chegar 

cm baixo 

funda- 
gem 

metade 

a maior 
parte 

roaodar, 
fazer que 



cor rege- 
dor 



cultivar 
santo 

cabello 
espesso 



ruma 



barretina 

turbante 
e barre-^ 
tina 



Cap. / 






l*At I altar, ea 

fortaleza 
errado 



peça 



14 



75 






1^ 






nien 
anot 



jí[ 



mSi, 
feroea 



pais 

ama de 
leite 

▼acca 



|n)ãi,eà- 
Jha 



escraTo 



dois cor- 
nos de 
cabello 



moço 



I 

ian 



chU^ 



kia 



cftán 






iDeoino 

quebrada 
do moote 

cavidade 
adevi- 
ohar,apo. 
derar-se 

adevi- 
ohar 

occupar 
térreo o 



China 
d. 5 



li 
f ) 

u 

#1 

P 



d. 5 



^1 



manhl 

de repen 
te 

manhi e ^ ^^.^ 
tarde ^ ^p2 

quanto .^ N 

maig, e _• 
aíemdig.^7^ 
to o 

concha, v. ) 

«aia de XP j 

O 



malha 



ã:en 



haÔ 



Wau 



^ 






fff 



^ 



cyclo de ^ 

COanoos Í7 
O 

tiobas 



estender 

dar parte 

sitçnal 

nppelli- 
io, 
marca 

chamar 
por ou - 
tro 

alcunha 

separado 

outro 

Jifferen- P 
te 

sin;;ular 



bater, 
pergun- 
tar 



■A 



p'i 



hinm 



M 



fam 



11 



irmaS 
maior 

o irfnní 
de vm.rê 



iiomenle 



hoei 



tieu 
chieu 

fan 
violar 



jcisal 

hiitoria- 
dor 



voltar 
-para ja 

reo 



sU I quatro 



quadrado 



jou 
ján 



± 



k*ium 



a proYío- 
cia de , , , 

rasto 



débil 

proceder 

lie te li- 
vre 

deserto 



Ifi 



€ap. F 



Mphobelo 



à. 5 

BI 

«ti 
1;^ 



çoJ 



ch'u 



r 

suor 



u 



lUta 



pôr na 
lista 
•lahir, 
contri- 
buir 

volun- ^ 
tario 
de«peza 
e receita 
sabir de 
casa 

suar 

nascer o 
sul 

desabafar 
sabir 

por, por 
meiu 

por isso 

cortar 
com a 
faca 



a. 6 



^^ 



ch'oan 



^ 



/» 



pedaço 
de g«lo, 
cânfora 

machado 



> grande 



Nola. Jgora te ealudaraò as 
frazet de 5 ratgos, vê cap- 2» 




ÍÇ. 6 



▼estido 




o 1^ 



-41 



c»té- 
der 



p'm 




^ 



:^ 



vestir-se 

pôr o 
vestido 

vestido 
de corte 



cabra, 
carneiro 

cnbra 

cordeiro, 
cabrito 

pastorear 
bodum 



cabra, 
ovelha 

arrox rru 

huroa 
ganta de 
arroz 

orelha 



ouvido e 
vista 

aza 
peanat 









I-* 



g>9 



B 

chu 

chou 
Vo 

kim 

ch^oan 
kiea 



arado 






lavrar 

ferro do 
arado 

barobú 



navio, 
bote 



leme da 
bote 



andar, 
obrar 



acções 
naregar 

gral 

o necea- 
sari o na 
casa 

seda fma 



herTa 

hervas, 
flor arti- 
ficial 



hu 



tigre 



Cap, / 



D. 6 



China. 
d. ff 



A 



1^ 

m 



ch'um 



ckiu 



D. 6. 






=5 



bicho 

vareja 

rede 

coifa 




gan 



*.í 



^1 



socego, í. 
saúde 



conlen- 

tar-se O 

com n 

«orle jjj^ _J-^ 

collu€»tr O ^PJ^ 



a cxicn- 
sSo 



gaardar, 
'obserTar 



cumpri 
o dever 



.0 



r 






1 

E guarne. í ÍTR^ 
l>egar cer i -— 

CV«Í HM"'»*» ° I J 

3-1 



Ao 
fam 



luorar 



W 



'S' 






â! 



soce«çí> 

r. rio d 
Nankíro 



r. rio de q 






fcai 



hoam 



nus 

grande 
io 




o 



m 



baodeira 



também 



—pode 



nem 
podem 



ifí 



í 



i)if?i 



13 



encher 



- o ouvi- 
do fig. 

!):irafu íl- 
ia 

10 hons 
íta nuite 



lago 

átoa^falio 
obrar á toa 



junta- 
mente 



ir a par 



hiau 



palito do 

OUTÍdO 



comam 
car 

entregar 

comercia 

encarre- 
gar 

iimitrofc 



^^A 



1 

3Í-I 



U'tt 



:3^'11L 



▼ei, se- 
gundo 

ordem 

quando 
andaTa 

naTf^n- 
do 

6 retci 



14 

d. 6 



JMWl 



ff 







IA 



o 

o 



Cap. / Mpíiabeio 

d. 6 

as 6 ar- ^ | 



▼ei tido - I ^F 

miliUr - «^ 

tor mento 



l/u 

saber 
coisa 

Jl 




cãm 



\t 



pó 



Al 

1^ 

l# 
lífe 



leis 
oaef 

pôr a tor. 
nieotos 

recto 

ajudar 

cortesia, 
ritos 

cortez 

presente 

forma 



estrã 
geiro 



cal, pó 
cal 



cobstan- 
te 



«fi 



^ 



d. 6 



I 

o 

e 



eoforcar- 
se 



vidae 
morte 






* 



chiam 



pun 
Hm 
íai 



Jãm 



íitr 



ordenar 

pôr 00 ro I ^-^ 



todo» os 
aenboref 

artistaf' 



carpm- 
teiro 



cem 
toda» as 
berTas 
toda» ai O 
doeaça» 

O 
pa?o 

e»tar Jl 
existir 

occiípar 
o tbrono 

anterior 

perseve- 
rar 



(Quanto 
mais 



IJE 
^1 



+ 




li 



cua 



chg 



tau 



f 




ME 



S^ 



luza- 
ria 



W 



conservar 
jactar-se 



cbe^ 
muito 

quanto 



kteu 



ao menos- 

tQrtís 
luxuria 

illicítOy.e 
licito 

treUa 



venera 
das iiM<^i 



pagode 
ezamioar 

indagar 



Cap. r 




1« 



Cap. / 



jf/phãbeto. 



^ 



d. 6 



d. 6 



d, 6 




''^ 



^. 









feito 

concluí- 
do 



obra 
perdei 

cahír 



^a mão 



IH 



O 

o 



^ 



» it 




xôlí 



aQtes 

mestre, O 
?tu.c6 



anlepas- 

tomar a ^ 
preccden- 

- n>- 

intriga yt 

guarni- 
ção ^C 



P^ 



th'u 



íh*oan 



n 



£} 



tô 



peito 



senrana 
de lO dias 



•jg 



*i 



feou 



/«• 



XÚJÍ 



fi primei 

ra 

do mes 

erro 



muitos 
quanto»? 



mil. |-?i 

enervar ^^ I 



'^ 



-& 






nome 

nomee 
alcunha 



« 



íc 



>rimei- Bf 

_ ô^ 

me« ^ ^^ 

'|T. 
lê. 



3E& 

rainha 

impera-< 
triz 

côr 



fornica - 
Toltar 



▼eia de 
a^ua 

tribu 

ramo do 
rio 

ramificar 
escrito 



«obr^^lKi- 
me e no* 
me . 

he nome 
de rio 
he nome 
de terra 

perigo 

calami- 
dade 



kiam 
hiam 



ou 



sagac 

descer 
r«der-#e 



descer 

render-«e 

cada — 
hum 



tcdas as 
qualida- 
des 

em todo 
o lugar 



n 






d. « 



n 



o 



o 

o 



9Ú 

•iu 



clii 



iu 



bieu 



n 



proDot- 
tico, mi- 
IhSo 

pronof-< 
tico 

mâo 
agouro 

boio 
agouro 



ctdo .^ 



fontade 



«ello pu. 
blico 



W 



(z& 



li 
IS: 
1^ 



mOME 

parar, re- 
pudiar 

deicançar 

parar 

nio lho 
d es 

de, desdo 



SI ineimo 

liberdade, 
gover- 
nar-se ^ 

fazer casa 
ir por ti 

recorrer 

privada- 
.nenle 



if 

1^ 



IH 

^\ 

. 14: 

Ml 

^ I 

y>s:: I 

1^ 

M\ 

- I* 



« 



/Otfl 



i^ 



Al/lifl 



coDter-f6 

cSmodi. 
dade 

jactar-se 

cada hum 
por si 

elle, e 



tf. ^ 



moDtinbo 



de pe- 
dras 

iDoleira 



pié 



f 



hiuê 

fam 
largar 



th) 

nooDtinbo %%■ v ^ % 

propen. ;^^ 

para o O ^I^ 

norte 

naquelle ^^ j 

tempo ^ ^ 

direcçSo \J «^ÇT 
he por ti 

1% 



yf« 



^ 



é 



»iau 



mudar 
iucliua< 
çáo 

iutento 



firo 

saogue 

caroal 

sangrar 

veia- 



^ 

^ 



^Â 
^ 



chHuen 



rt 



emprego- 

á vonta- 
de 

tomar 
posse 



muitos 



todos 

ilheta, ci» 
dade da 
S.aordenot 

cidades 

todo o 
império 

rir 

nlo le rU 
as dellú 

compri* 
miro riso* 



inteiro 



von 
acabar 



tudo po- 
Ide ser 

tudo ha< 
perfdto 



1r^ 



IA; 



ho 

fu 
kié 



unir 

concor- 
dar 

unir-se 
apto 



o 
o 
o 



tnu 



lei 



18 

li 



Cap. 1 



.#i;pft«ft«i« 



J" 



roN 
onde 









d. 6 

LO 



d. 6 



cuam 
hoam 



châu 






c*'i^ 



mogír ^^ ^^' 

- a vacca . | . 

i^aiiharo ® J^^\ 

i*«'^ O J4É. 

acoonloarih t^^^ 
-terra ^ o 

iM 

^1 
■^\ 

m 

século fe. ^ --^^ 

_ - )*t 

pico 1* yl| i 



- pcdrat 

coroo 

como? 
bem CO. 



fiao 
lua 

luz do lol 
be dia 
claridade 



ffflí 



nien 
anuo 

xm 

ché 

pi 
uquelle 



cu 



çau 



iuo;ot e 
velhos 

de 50 an 



agudo 



eham 



lio pater- 
no meuor 

tio e so- 
briuho 

lios pa- 
ternos 

este, aqni 

mutua- 
lueuto 

deste mo- 
do 

daqui 
prucede 
l'or esta 
canKa 
que te 
|Kirece 
uLo? 



rií^ 



idade de ^ 1^ jpM 

I* 

m 
\n 



KA 

mnnhSe 
tarde 

demasia" 
do cedo 

ha muito. 
c4icgou 



daramáo 

ahordo- 
ar-se 



$\ 

m 

m 
1^ 



^^ 



\^ 



tn 



k*iu 

vei 
Vãm 



porqnt 



cansa 

por esta 
ciusa 

com 

dilferente 
do met. 
mo iobre- 
nume 
de acor- 
do 



irjuntof 
como 

torto 

perjaizo 
rerirar 



proxiroo 
chiam a . • .» pe- 

e«tar ps. 
ra morrer 

eitar pa- 
ra partir 



recolher 
o feito 

aceettar 
compdr 

fraco 

pouco ta- 
lento 



ta 
xê 
leê 



Cap, / 



China. 



G.7 






f o 



A\ 

m 
n 






ei 



pkanle 
gotto 



■^.. 






palavra, 
ducr 

|hiimaf6 
palavra 

I faltar á 

D^«» dizer 
tudo 

palavras ^^^ 

c obras \V 

O 

porco V. 



1511 




o t£ 



s^ 



< < 

iraòs fa- 
zias 

^)€ 

foi-ie 

fcijio, ti- 
gela 

feijlo 

fa?a 






^1 

5.1 



i.s>cta' 



3 



X 



r^/ií 






bico 



:£ 



Ar/eji 



ír.7 



carro, cc« 

rodeiras 

ir de cege 

1131 r o 
Mrro 

ílrnnra 
« pão 

5 hora* 
Ja tuide 



reptil 






O 

^^1 



^1 

\m 



*:»rno, 
'auto 



iltercar 



D. 7 



«quina O J^J% 



roroo^ 

de .. 



rscornar 
v6r 



deimppa- 
rcccr 

combinar 









m 



1 penai ^^^L 



pei 



ç« 



ih 



M 



cu 



^> 



VIU 



1% 



riqaesa 



pé, baitar 



indigno 

enfatua- 
do 

fucil de 
con tintar 

tatiftfazor 

enervar 
os pés 

irnoaSs 

rbc^a pa- 
ra ugas<* 
to 



i-k^ 



c. djnas- 
tia 



firme, 
carcire 

flrire* 
furte 



20 



Ctp. / 



Jlpkãbeiê. 



d. 7 



A. T 



*-K. 






tA 



jyo 



cVm 



/Cf 



y^^ ''" 



I 



^1 

o 



p* 



:«• 



\^^ 



á 



ttt 






'^<«. 



>t 



n 



d, 7 



ir ao fun* 
do 

afundiu- 
fe 



arêa 

— ^ 

terra sol- 
U 

barro sol- 
to 

pomes 



O 
Q 

ordem 



prefacio 



proteger ^ 




5 



Um 



hãm 



leam 




1? 



IX 

#1 



— (ocro) 



lançar 



c*///éf|excom- 
muogar 



leu 



grinalda 






it 



t'a 



l'olf 



e 



1^ 



^ 



O 



penetrar, 
coosegu 







benigno 






meu ma- 
rido JL 
boD# ^^ 
▼assaflos 
cofuci. 
enci.i 

talento ^^m 
para o ^ 
bem ^ 

bons e 
mãos 

ir mio 







menor ^*v #^ ^ 



irmãos 



iiscipiilo 

prMiios 
|M»r ir- 
inãus 
erro 



•w 



teu 
Uu 



7í 

kim 



^^1 



dii ma- 



hura 

de manhS 



•ibstcr.sé 
preceitos 



^1 

'ííl 



l/tm 
num 



5^ 



ao por do 
sol 



entalar 

festido 
forrado 

< < c 

cometa 
manear 





faier 


n 


dar com^ 


mãos 


73 


pés 
entreter. 


brinco 


se 


iiau 




levar 


namorar 


^ 


orelha 


cabida 



lom 



fama 

vo« aru- 
da * 

dif er pa« 
lavra 



Cap. / 



Cluna, 



^\ 



d. 7 



d. 7 



^1 



í 






'.devorar 

kiam 
soar 



hiatt 



r 



Al 






+ 

O 



-« 



li 



k'ilS 



$tt 



S. 



Vãm 



^ 



panar 



conter 
língua 

o soro 
alroa ^ 

estrondo A^ 
faltar em 
Toz baixa 

honrar os 
pais 



o 



z^ 



honrar, e 
obsequiar 

dar pe 
sames 

filho obe-^. Jii» 
dieote \T /w^ 

andar de 
luto 



1^ 
^1 



*$ 



d. 7 



;jj^ alar 






l-r 



íítI 



renun- -"^^ 
ciar Q 

a causa 
de o re- 
cusar 



mai«, 
mudar 



mais doe 
traovfei i 



quando 
chegou 



ha pouco 



1^ 



- as iitlos 
reprimir 



O 
^0 



arte 



c'o 



Voei 
recuar 






abru- -J 
D beiro 

abrunho 
farnel 

feiticeira 



^- 



ls'ieu 



7T 



chau 



desrõlni 



5L ^ ^ 

feiliço ^ ^f^% 
damasco « 




amêndoa 

poder, 
refrear 



roortifí- 






car-se ^ |^ 
repellir ^ ypl 



O 
O 



;^1 



l-sííl» 



m 



iu 



kiu 



pedir, 
procurar 

pedir 

es força r- 
se a . . . 
buscar 
iupprir 



quebrar 
destruir 

perder no 
capital 

reduzir a 
divida 



passeio 
oarua 



sábio, rei 



rei e mi- 
nistro 

caro ma- 
rido 

casa ^o 
jogo 

cahif' no 
laço 

armar o 
laço 



9t 



Cap. / 



AlpkãbeU 



d. 7 



liSÍ 



panar 
jen 



durar 



tm- 



d. 7 



d. 7 




eme O. 

dar, 

mudar 

emen- 
dar 



im 



mudar ^J^, 

crocn- 

dar-ic ^O 

pacitncía 



cVii 









1^. 



i-Io oci- *Jo 

►upar I Wq 



natf 
ve 
uzo 
poupar 






tirar, 
lÍTtar 
de... 

inevita. 

tempre __/>f- 

badeba. ""^^ 

e?ilar | ^ 



ladeira 



ífL^ 



fíel» che- 
car 

fiel 



t*d 



tem 



tentar 
M 

ã 



livre 
md 






cau 



iU 



cotirir 



tegoro 



•f^urar 
o oego- 
cio 

refutar 
ornato 



paço 



minictro 

exame 
na cotte 



aprender 



^ 




o 



m-^ 




m 

1^ 



exerci- 
tar-ie *U 

sueto 
por maif 
que apre* 
da 



.^1 



. cada ves 

aTÍ«ar 
accusar 



ediUl O 

avisar CÒ ^ 
clareza ^ 

avisar 




querelar 1 >Ia/ 

o j:. 



ser accu- 
sado 

catumni- 



admoes* 
lar O 



siéu 



loan 

pan 
ven 

§0 



bonito, 
coDcertar 

bacharel 
calvo- 



agudo* 
proveito 

má lin — 
gua 
faca 
afiada 

afiado 

a for tu — 
nado 

pertur- 
bar 
bater 
sem re- 
gra 

rebelbr- 
se 
confuodir 

eu 



^"» nóa 
esperar! 

„i- tu, c cu 



usar 



que me 
imporia l 



•crvente 
Icriado 



Cap. / 



China. 



2S 



à.t 



d. 7 



•^ 






* 






ES 



encontrar 
oppor-ie J]j 



ieTar â 
cifga 

coqIíquo 



3$^ 

tropas 

preto^al 
goz 



laTar 



1*1 



li 

corpo ;jQ I 

banhar-se Jl "^^^ 



O 

hum ^ 

grão ^ 

modo, fi- k 
gura 

O 



torpo, 

•tronco, 

mesmo 



eu 



coelho 



çõ^ 



hõ 

vifer 
vei 



'P^ 



BÚ 

nú O 



itu 



Inat^ 
ean 



ih 



laxer 



trabalhar 

acçio, 

obra 

faicr 

revolu- 

çio 



d, 7 
cV^ampaoella \^^ 

m 

ser inde. ^>^ m ^ 
peodeate '^^s. 



kan 

picar 
ladr&o 



que 

o que eu 
recuso. 



ôvo 



loeL 



chocar, 
fiel • 




barbaroi q ^t»^l 
- do nof. ^^ 









ít 



raro, irei» 
ginar 



coita rara- 
degolar 

fazer 
goerra 

matar c9 
punhal 
matar â 
falsa fe 

cooclusfto 
do discur- 
so 

talle 



pesar di- 
nhiro 

combinar 
o peso- 

partícula 
final 

acabou-se 

concedo 
o que pe*^ 
des 



Li 1^ 

eu (»upe- Ar. 

r.or) ^^ 



ch'iun 



^ 



alegre 

andar 
mui di- 
reito 



n 



C«p. f 



Atphabelo, 



If 



choam 



f*i 



d. t 



I 



9-^. 



14 



91 

■ 
ran 



fobuito 



deSOan* 

Q0« 



H 




Al 
1^ 



gordo 

forte cdi. ^t^r^ 



ficio &C, 
entesar J* 




iíliL 



Jkan 



d, 7 




ill-fií 



romper 






o 
o 

o 




pasio 



IA 



andar 

passo pe- // 
rigoso 

recuar i% 



fii2^ 



í.l 



/ti 

beco 



*^ 



çg passo «• 






aí 
tai 



se oca 

grande* 

inunda. "fiL 

çio ou O P^ ., 

secca \ ^^ 

tapar 

4 /is f a- 
zem a mi- 
lha 

distancia 
de hum li 

aldeã 
aldeãs 



^ 






< < ' 

coster 
estólido 



^ 



^ 



1^ 






«a^ 



pedante H Í^ 




ip» rj 



gie 

escre« 

ver 

choam 
modo 



liu 



ch*oan 



<fun 



Toz ali 

villa 

cidadã 
Yillas I 
roanif^ 
tar, pe 
çlo I 

faieri 

liç5o 1 
repreij 
tar J 
requel 
mento 

escuta 

ouvir 
pesqui 

compi 

Hespai 
enfiar 

coolul 
ajnsta 

enfiar 
rolas 

Ai 




Cap. / 



homem, 
baráo 

homem 

homem e 
mulheres 



Ckfmr. 



« C t 



seme- 
lhante 

filho de- 
generado 



G.8 



í^ 



f 



w 

#1 

SR* 

I 

m 

n 



^.^ 



cVim 



m 



DUTere 

ortalho 
iãm 

ien 
fumo 

nch 



n 



atui ce- 
leste 



a ceo 

reha 

azul flor 
de aroei-« 
ra 

chuva' 

choTer 

asoa da 
chuva 
a chuTa 
passou a 
terra 

chuTas 
beoeficios 

cboTafria 
névoa 

porta 



^1 

li- 



m 



ehoei 



ftt 






4^ 



j/en 



1^ 



«*al 



tribunal' 

casa il- 
lastre 



abrir a. 
porta 



S» 



ccirar a* 
porta 

nSo ha 
meio 

ave raboa 



nio ser 

I o bem e o 
imal 
nlo he 
1 assim 

illicito 



ouro, me- 
tal 



onro e 
pedras 

ouro e 
pi ata 

produx 
ouro 

vaso de 
ouro 

ot 5 me-' 
taes 



9$ 



Gap. / 



Alpltahelp 



d. 8 



>^^ 



Js-1 

sa.) 



1^ 



ê 



1^ 

f I 

It 

O ^ 



a 

Çl» 

cuon 



d. 8 

asccndcn-*'^ •'o^ ki? 
(es ^.H-.^ 

continuar ^ 
a succei- 
slo 

tronco Q 

antepas- 
sados Q 

teroplo 
dos maio- 

empre- 
gado 



d. 8 






çat 



c'um 



^'M^ 



ministros 



mas^is- 
trado 

ser em- 
pregado 

Taiio 









m 



'1 



S'& 



á. 







1^ 



rAoii 



fiãm 
xoei 



^ 






J?. 






convir 



pois nSo 
convém? O 



todos os 
tempos 



?C^tt 



temer 



4 



- ^ 



temo nSo 
poss9 
quem te« 
mes i 



chorar 



- "^ 



luto pelos 
pais 

receber 

— honra 

— benefí- 
cios 

molhar o 
dedo 

concnbi' 



41 



n 



tien 



% 



le 



^1 



cuspir O ^f^ 



avista 
dista 

idade, 
maia 



idade 

estala- 
gem 

ir para 
a — 



JS-ffii 



noite 



meia — 



dentro 



O 

O 






de noite 

TÍfriar de 
noite 
andar fo^ 
ra d* ho- 
ras 

dia e noi» 
te 



rondar 
de noite 

alcaidete 

soldados, 

morrer 

floem*- 

prego 



L 



Cap. / 



China, 



à.8 



ò. 8 



^1 



hiam 



\3 

It 



« 



s 



p<tfl 



<•« 



l^iam 



nutrir 



criar 



çozar 



•^ 



deifrotar 

banque- 
te régio 

goiar ^ 

corte, 
grande 

corte 

- de Pe- 

kim 



Al 
1^ 




1^. 



^ 



■ ia- 

Jtfc4 1-^ 



aTisar o 
magistra- 



K < 



fitm 



A*/ 



len 



claro 






d. 8 



o ^y| 

tempo de ^ ^ í^í 
calor "^ 



levantar- 
se a hum 
tempo 

layareda 



grande 
calor 

calor 







frescura JjT 

presentar 
receber 

1* 

nneiro ^ ^^^ ' 

^1 



presentar 

receber a O 
fe 

conpa 
nheiro 



militar 



magistra- 
dos e mi- 
litares 



com gar- 
bo ^ 



^ 



mar 
cfc'i 



íf 



;5l 



Í7 

< < < 



preme- 
deiras 



a console 



os consor» 
tet 

logra 

mulher e 
concubi. 
nas 

repudiar 
a mulher 

horobro 



a par 

levarem 
pao 

cncarrc. 
5^r-8e 

1^^ 

^% 

nSo te 
apresses 



9d 



Cwf. I 



Jfphab€t9. 



d» 8 

lU I 



d. 8 



d, 9 






íél; 



íé^ 








IA 







li} 
± 



í < 

peado 

turto e 
direito 

eiD direi- 
tura 



m 



lai 



^ 



p\en 



onda 



TT 



'•ti 



como ? 






que re- 
modio 

ni 
remédio 



correr 
trabalhos 

\ delicado 

maravi- 
Ihofo 



O 




chieu 
chegar 

lomeo 
te 



pegar 



& 
^ 



ciiuiiit 



corto 



c:xtra?a. 
^aute 

he mara- 
vilha! 



c5rouiii - 
caç&o 

M% 

para o fu- 
turo 

tahir para 
ca 

^& 

logo vire 

firdepro* 
povito 

trazer 
eicooder 



IA 

41 



* 



^ 



agudo 

comprido 
cretcer 

grande 
dura?ei 

o bem ou 
mal 

por mui- 
to tempo 



*-i 



da. 

m 






^iau 



modo 



chie 
mei 

cu 

H 

tu 



Iproloa- 

primoge* 
oito 

felhof e 
moços 

crescer 
produsir 

superior 

exterior 

— einteo 
rior 

exemplo- 

primo 
por tia 

prima --^ 

me- 
nor — — 
filho de 
tia pater- 
na 

- —ma- 
terna 

▼eneno 



seio 
cobra 



correr 
tua 



víbora 

venenosa 
peftifera 

diagrSous 

oi8 — 

adevl- 
nhar 



r 



Cap. / 



China 



f9 



d,8 



d. 8 






«« "wra 




^ 



o 



lê 
m 






cA'íu tomar 






l*«i 







í 



-^ 



í^ rcibar 
fazer ago- 
ada 



#>-& 



1 valido 

Ipor for- 
' tuna che.^ 

T : nio te e<» 
quedas do 
, mim 

nio^^uem 
o excede 






d. 8 



n\^^^(^ 



oriente 



pien 
lado 



lia 



1 



farei 
iia 









lu 



^ 






continen« 
te 

mar e 
terra 



encosta 

A-i 



1^ 



\cKim 
gastai 



provin 
cia de... 

.ibòbara ^^ 







negocio ^ 



^1 



flnr 
casa 



hum — 
difficil 

«ervir ti- 
rei 

negócios 
públicos 



não me 
importa 
botar^se 
de fura 

deitar- se 

dormitó- 
rio 

descaoçar 



Ir 






A ^ ■a 

I 

!< t 

I firme 
jrosolu. 

<«"»,follicito 

j 

I 

talvez ha* 
ja 

diraal- 
^ueni 

talvez 
posiia 



'eam 



'p|i 



pintar, 
ra.«go 

rasgo da 
(enna 

< < 

o peso 

hum tat'1 

hnm car- 
ro 



8 






*Ul 



^ 




I* 



I 



M 




d. 8 

Ateu 



o que cUe 
ÍQcluido 






excluído 

t < < 






^ 



€kOÕ 

chai 



íhQU 

I 

iau 

rer 



r« 



:^-tii. 



dar a iiii<^ 



extrabír 

d^finaD- 
char 

derribar 

abrir 

qutbraa^ 

do 

vassoura 



^1 




 

* 



t 

partir 



^ 



^ 
X 




Ipadolixo 



ft 



Kt 
\^ 

' 1*)».'* 



(f. 8 



5E 

injusto 



l:^& 



rorda de P 
Tiola ' 

arco 6 
corda 
diâmetro 
da lua 




i>^ 



F^ 



morar 

emanei— 
pir-se 



presta 



I*) 



chegar o 
prazo 

encolher* 
se 

sugeitar- 
se 

encolher» 
se ou este 
der-.8e 



? 



3s- 




I 



oppnmir 
abatido 



3» :# 

JOB. 






/«tf 



orfio 



grafar 



n 



conhe- 
cer 
mova 



Iam 
onda 



TÍlybaixo 

bisonho^ 
limitar 
dar prazo 

#^ 

instante 

deteriui— 

nado 

puuco, 
pequeno 

sem limi- 
les 



contiott- 
ar, MKce* 
der 

i 
coDÍenar 

grande 

Montzn 

atabalho- 
ado 



oir M 



SI 



à. 8 



d. 9 



i. 8 






xou 



@ 



»- 



^1 

tííí 



IA 



çai 



cAifli 



•offjrer 

entregar 
ou rece- 
ber 
soffVer in- ^ 

ioffrer c5 
pacieorhi 

receber 

incdino-- 
dado 



IÍ& 



m 



» 



iít 



conceber 



receber 
peitiif 

dcihooef< 
lidade 



H] 









sueco 



emiilaçio 

UM 

andar era 
demandm 



1^ 



< i^í' 



pif 



cAé 



menino 
de ma noa 
jvacca de 
íeilc m_ 

dar de ;*• 
mamar 



mventar, 
limite 



faierdef- ^ 
bonetti - 
dadef 
ornato 



matizes 



ornato 

IcTar a 
palma 



H^ 



I-& 



graças 
brigar 

aporfia 

leTar por 
foFça 






t(ú 



Voei 



1^ 



^ Ail 



goternar 

o Senhor 
vicerei 

infeotar 



soltar 






rc^ra 



f'f^ 



^Koei 



receber 
da natu- 
reza 

observar 
alei 



•È 



injuriar 

desbon— 
rar o lu- 
gar 

pendente 



mai 



resignar 

desencar- 
regar-se 

aCí'bar o O' 
emprego 




^^' 







fino 



ramo-^ 

traTesio 

muito 
bem 

ifta alma 

velhaco 

de ditos 
picaotea^ 

estaçSo 
as 4 — 

miúdo 

sem suc- 
cessào 

punhado 



3« 



Cap./ 



JlphakêU 



d. 8 



d. 8 



d. 8 



Al 
1^ 



i^& 



amiifo bõ 



metter-fe 
emiacias O 
nádega 
ar" 



MS 






a sua par. 
te 



t'ãU 

iau 



dSo geral 

solidio 

todo o 
cea 

forno 



thôè 



^ 



% 



hien 
chim 
e*am 



^ 



dar à Tel- 
ia 



O 



çat 
P«g» 



JU 



í 



I 
%\ 



cova 



afiar 



DS 



defenga- O 
nar 

cahir, >^ 
precipitar 

cahir na q 
cova 

cahir no ® 
cepo 

O 

O 



ruipa, 
reato 

castigo 
natural 



^1 






democar 
I oddímSo ^ 



a +jg 



If^Ao 



"°#. 



filhos c ^ 
filhas fl 



— caroe 



%WÍIL 



travesso 



"4 






e^ 



momento 



< i 



t7í* ld«spresi' 
k"Jo iTcl 



p«" 



11* 

o li 

^1 



levar 

cA*t'ffl 

# 



í 



dilatar 



convidar 



região, a. 
bundante 



luxo 

relaxado 
escuro 
fora de si 

rapcijía 
iUudir 



n 



I encanta— j 
dora 



Cap. / 



Chima 



SS 



*-+^ 



d.8 
kUuen 



á-i 



m\ 



d.* 



Aw 



^ 



Jtl 



álç 



meu 



$ 



lr«b alho 






cAé 



/ti/i 



eorolar 
folheio 

doeu me- 
lo 

fêmea 



\j 



#" » 



^ 



JTOJ 






ceo Du- 
blado 

claro ou w - 

peosa- 
menlo 

recordar- 
•e 

ler 

COQlÍDUa 

tembran" ^ 
ça 




receber a Ji ^-S* ^ 

ordem M 1^ 

hoorozo 



fado 
fida 



1 



«ermir - 
tyr 

i'<p?rar 
ordens 



d.8 



O 



4. 



o |è 

I 



c'Jfi 



(lafi mo- 
rada 
cortar 
por ai 

dares- ^ 
molaf ^ 
hospeda. ' 
riadoipe. q 
rcgirinos 

# * '^ 



mi 
1* 

Hl 
Ali 

1^ 

- m 



% % 



< i 

enirio 
segaidos 



baldio 



querer 



eKau 
cxce 
der 

/d 

des- 
cer 

cham 



scracona» 
pclidur 

let ar m 
palma 

cahir om 
rede 
lançar a 
red« 



cam serra do 
monie 



aasigaar 
termo 

impedi, 
mento 



inconyi- 
eote 

embaraço 



euo fruta, ef- 
feilo 

íruU 
verde, 
com ef- 
feito ha, 
causa e 
effeito 

produiio^ 
fruta 



S4 



Cap- / 



'«8 



d. a 











1^ 



ê 



« 



ClfH 



JlphãbeU. 
d. 8 



d. 8 



3^ia 

claro, cn« O 
tender 

saber bê y4 

cTÍdcn- 
cia 

homem 
entendido 






r 




fácil, mu- 
dar 

íàcil 

olivro ca- 
nónico • • 



J^ 
M 










31^ 



^h^ 

m 



mm 

bom pro< 
nottico 
cobrir, 
eipor^te 

itenurario 







I 



wei 
escuro 



abusar 

eipor-iea 
chuva 

confuso 
I 

nSo sejas o 
, teme rario 






k'iun 



cogume 
Io, rolo 

cogumelo 



?)<« 
é 



roda 

jfií 



— dos 
troncos, q 
folo do 
corda» 



1^ 



initruir 



3uelht 
arei) 

historia 
antiga 
Ii¥i08 ca- 
ixonicot 

mazimat 



fè 



pai 
Tecido 



d^ 



largar 



rolo 



estragado 



coisa ve- 
lha 

o Diea 
amigo 



ajustar 
bem 
corrente 
Tagarosa 



ainda, es- 
timar 

ainda 

alemdíi-* 
to 

primeiro 

dtsea- 

bargador 



L 



Cap. / 



China 






í 



11^ 



Iribu 
oal 



t0 



# 



fl 



t 






9 ratgot 
generof 

cabeça 

folha do 
livro 



depor, 
despedir 

depor» 



couro 
cortido 



.rol raspar 



# 



«INF 



fragaDcia O 

"* O 

retina de 
píoho 

pWete 

fragancia 
e fedor 
qniioar 
cheirot 

o reino 
das flores 

tento 
rumor 






kUn 






leTantsr* 
se vento 

ouvir di- 

de O^ 

vento les- 
te 

o vento 
^»pra 

9% 

to^tume 



^\ 



^ 
^ 



de vento O 



órgão 
faz grão 



^ 



à 



»>c? 



teia 

condocto I ^ 



ir cantan* 
do 

coraer 



bedidae 
comida 



▼iTeres 






ftguaceiro 



"^f^M 






•em. 
pro 



n 



ih 



35 

9 rasgos 
diScrêças 

oa#i, a 
couiiirle 

serralho 

niinbaca- 
«ta 

minha 
oulber 

i t 

perieve^ 
rança 



tingir, a- 
pegar 



molhar o 
dedo 
apegartc 
lhe a do- 
ença 

íroparai«» 
dor 



•«Minta 






Cap./ 






■ m 



M 



responder 
á carU 

nolit ia 
(lelie 

^nstar-se 



Tiajar 




1 



jílphabelo 



a 
n. 



j;IOll- 
ar-»c 



passar à 

imortali 

dade 

candidato ^^'Z 



m 




— na eâ- 
Irada 



restituir 



nau turiia 



cSpaiiãa ^ 






5F 



medir os 
mais poc 
si 




jogar o— 



Ipendre 



«^« 






I 
I 

%\ 



n 

« 



I 



^•Hl 



ctroola 

cõpaixão 
dor, pena 



O 
O 



it 

^1 



í>^ 




mestre' 

r 



rcgliitêta 
tropa 

general 

desterro 
perpetuo 

engenhei- 
ro 



1^ 
^1 



m 
#. 



juntar 



li 



apresen- 
tar- se o 
reo 

prostra - 
çSo 

vei-le 



I 



IS) 



L 



* 



As 
^1 



ChiHM 



Cap. / 



ST 







1 



<íe ¥, m. 

ir diante 

BdianUi — 
te hum 
pouco 
antes fli«. 
to 

faxer pro 
^rc»8o 
priínave* 



1^ 



6 

tio 

It ilt. 



«ípendre I Jfp 

O filho íle ^^ 



^ 




;*p| 

U 
IT 




f 



I 






o 

vej^tan - 

te- ^ 

floreccn - / 
te-* 




▼ir 




arcresceo 
tar 



iupprir 



ter filho 

botar roa- 
í» azeite 

canastra 

— cie Tcs- 

tidut 

— dcli- 
Tros 



I 

• M\ 

m 



$ 



chun 
eslre 
me 

fll 

cami- 
nho 



» marido 
f cunhado 

deseni- * 
bargador 



grosso v.g 

humanida . 
de grande 

nitti fiel 




* 

n 



Ifcprebeo- 
icr, ex- 
probrar 

feições do 
rosto 




m 



xoa 



1^ 




5 
é 



I 



quebradi- 
ço 

jogar 



patinhar 
^acejar 

docel Uu 
cfge 



^ 



iam 
enca- 
rar 



ff - 

nobre, bo. 
nilo 

na presê - 
ça 

sahir-se 
bem 



(erra alte 



inutrar 
despacliai 




promoves 



levara 
regulo 

a fidalgo 

naSsepo- 
de fechar 



S3 



•A^ 




^1 

ojg. 



Cap / 
cBcrilura V^ Vt/^ 

i<a|.e' 



Alphahelo 







I 



doeu meu-, 
to 

íile^re 



Icrmilia- 
raô de 
participío 

aquclle q' 
come 











o chi 

gnifi 

riiincnto 

escolher, 
^^^^ bilhcle 



-i-o^^^P 



13 






feò 
em 
bre- 
ve 



invcr 
ter 



Ê.^ 



nccfSHnri- 
<», querer 



1^ 

1^^ 



l> 



carta 



IJ^ rodeira 









^ 






li 

li 
ff 



# 



« 



amo» pê. » ^"W^ !*• 
icnle. ^^^^^'^ 



mui ne— 
crísario. 
repiilar ^ 
intu essen- 
cial 

se naõ 
quere naõ 
importa 

salgueiro 



k^im 



Si 



po- 
tder 



chocar^ic 

ícwelhan. 
te, pro- 
vável 

ler amidos 



ministro 

conselhei- 
ro 

pensar 
muito 

irande 
iQÍ4cria 







encontrar- 

se 

importar 



15Í 





fulano 


^ 


^% 


# 


sul 




para o— 




Nankim 




Of 4 Ten- 
tos 



Aia 

m 



Cap. / 



China 



30 



f 



l 



i\ 



|i3 



joan 
fraco 



^ 



O 



1^ 

f 



^* ?^ 



porque 

naõ vas ? J^ 





O 
hratfdo O 



tliiro e 
brando 



1 
^5Í 



?alenle 



atre- 
ver 

 



crear 



edificar 



O funda- 
dor 

aprovin - 
cia de.. 



1,^ 

^1 



qnarlo ^i ^| 

1 



Cl, esforçar— 



7Í 



C!>si,qu— O 
urto 



^ 



f^ 



M' 



3fi .1. ■& 
^ .± iii 



iif 



extinguir 

desanimar 

se 

falso, lo- 

raar em 

prestad 



m 



n 



Itvar ãs 
cuslas 



apartar - 
KC da ra. 



$>t frustrar 
cul-| 

pa I 

^ i fiado eitj.. 



por exem 
pio o 

figurado 

êpres pa"»'' por â 
tar terra a- R 



ihea 




# 



chun 



pedir fe-" 
ria 

conceder 
feria 



1^ 



insultar 

vencer ou 
perder 

vender pe- 
las ruas 



brilhante 



sob rance 
lha 






iO 






lA 



í- 




« 




f 







TL 



^ 



^ 



Cap, / 



% 



.«alclilefl 



^Hfi. 



fÈ^ 



medir ex- 
tentão 



Jlpkabeio. 



it 



ftfm 
pala. 



H 




fazer cor 



t 

olhar 



4il 



— «greja^ 

ajoelhar 
a outro 
pavar a 
visita 



^^$ * 




ffl 



▼iiítar 

víf itar o 
pagode 



fazer ha 
geaeraí 

apaoígu. 
ado 

bilhete de 
fisita 

▼isitar 



11^ 



furtar 
torto 



« 



olhar, ver 
olhar 

oãb se po- ^ 
de ver ^^ 

Htít 

espreitar 

olhar de 
esguelha 

tomar o 
polio 



magesta- 
de 



^1 




it 



m. 

1 



« 



i«- 

AIA 1^ 

>5 



etpetar 



fixar 



pôr flure 
eirjarm 

lançam 
Hei p. e 
fig. 

repelir 
pesado 



•obwpos< 
to 

repetido 

1 leve OQ 

faser caio 



mui pesa* 
dfl 



teroivel 



tudo 



todo lhe 
Miçcede 




todos são 
I benigoot 



a? 



^ 

^ 



lutomno 



estrondo] 



p 

o 

o 
o 



Ai 19 

í 



Cap. / 



% 



Odna 



tf 

li» 
•141 



tts 



Usta 



^ 



iun 



$ 



ti 

o ;'íí'l 



A 

Chi 

%. 

obA" 



« 



chato 



'^'4 



bote-^ 

armat da 1"^^ 

poria p ' 



capacete 

contradi- 
clorio 



4 









(ti 

bomein 
violento 

t ( 

muita 
pressa 

instar 
muito 

urgente 



o 



1^ 




trasbor- 
dar 



estender - 
le 






cKo6 



^ 



á1 

tribu. 
bçáo 



4^ 

# 

hirta 
liça 



bandeira 
de com - 
mandar 

cot lho 
axul 



depois 

desceudê- 

cia 

mas c5se- 

quencias 

êdifferête 
tempo 



7 



costas O 

arrepen- 
der- se 

adorar o 1^ 
O 

echalota 



1^ 




- t:*l 



pego, a 
bitmo 



artigo 

pedaço 
de terra 



^o 







t 



fê 






41 

opporlu* 
no 

ligeiro 

rõinodo 

^cnitaes 



de cami- 
nho 

4onveni- 
ente 

mui cõ^ 
modo 

isto hc, 
logo 

isto he 



succeder 
no lugar 



delicado 
odcos eco 



42 



#1 



ai 

«Otl 



Cap./ 



lofficíarao ^ 
iperador ^^ 



yilphabeio 






»'* 



t^f 






91 



xoai 



todo 



/iiei 



J^ 




foote 



^•m 



bica da 
fonte 

cSroSdar 



ií^ 






'ã 



■íl- 



c5madnr ^^.^ 
era chefe >^W 

general -^%j 

em chefe 

general 
agudo 




1)ora, roí. 
ra, mar— 
quez 

nobres 



ii\ 

Til /.kIa- ^ * 



1 /»iile- 
d/í asa— 



lu /»iile 

no 

2« 



« 



•'í^^isr 



protegei, , ^^^^^ 
assegurar ^ tfl»? 






fiador yN. 
O 



PI 



yt 



talvez 



A.%^ 



A 



foraO to. \\X 

do. 1^ 



nada falta 



tudo 
assim 



he O ^ÍC 



^•ij^ 




* 



m 



condescií- 

der ^ ítlf' 

isto saõ ^ ^^A^^ 

côwquê— 

cias 

fazer a 
vontade 

succedeo- ' 

lhe mal 



IJi 



«tii^ 




7i> 



If 



^ 


1 




ím^ 


^»J 


approyar 


BI 


vinho 









^1 



pau 







!| 



voar 



nuvem le- 
ve 



correr 



ajuste, a— 
valia r 



W«*^ 



L Afi 



Cap'/ 



China 



4:í 



I* 






» 



o 






fazer 
ajuste 

concor- 
dar sem 
ajufte 
faltarão 
ajuste 



^ 



m 



ma- 
cho 




corte 



se acaso 



amargo 



trabalhoit 

doce ou' 

amargo 

trabalha- 

dor 

doce ea- 

inargu 

tudo ha 



^1 

13- 




I I 



111 



n2o e\\ - 
tar à for- 
ça 

sociedade 
illegitiraa 



alei» 

jE 

rapas 

fé 



^ 



lei da for- 



fíoreccnte 
heróe 



^ seara ver* 
ide 



mStanhe- 
Zi s barba, 
rosda 
China 

^ & 

tyranno 

tyranni- 
zaropovo 










là 



Al 



r/i'flí 



í^ 



^-ropovo^ ^ I I 

tyranni- -o SM ! 
zar -^^ ▼-) 

Bllíc; 



K 



rgioda-^ g 



Virgem 

virginda- 
de 

guardar - 



\A 



M 



cahir 



lenha 



minha 
casa 



sm-tiii 



mi 

Al 



macho 



o eleiT.i- 
to — 

os dois e- 
lemeotos 



regra, lo- 
go 

rcgfra 

sendo te- 
merário 
arruina-se 

estrelía 



fracção 

cxhalaçlo 

faisca 



o 



o 



AS 

IS 

1% 



# 



Cap, / 



ant«fl, 
hontem 



Alpkabeio. 



^ 



IP 



degrá< 
o 



eipantar 



gradu 
gão 



O 



1^ 






n 



porte 

coitas dii 
postas 

figura, 
geoio 

estado 



f 

m 
^1 



^ 



»t 



TO jÈi 

ioteoção 






* 



ft 



4041 

temera 
magestade 

temer os 
dcosei 
temor su 
persticio- 
so 



estômago 



n \iE^ 



modesto 



procurar 
desordens 



^ U. 



1* 



J^ província. 

)g I indagar ad* 
adyertir 

metrópoli 



# 



9iau 



poupar 
trabalho 

advertir 



tirar ras- 
pando 



L 



ti 



China, 



43 



MMKl 

n 





ai 



ii». 
-El 

«I 

JUl 
.Kl 

3RI 

I 

I 



* 

ff 



«I « 

rabello cô- 
prido 

cabíllo 

I ri peça 

<l»;fuiilo, Q 
iiabo 

osespirilos 
almas 





« Im t^ « Sf^ 



f«i 



I 

ifâ 



tfA'f/i 



«I 



cavallo 



hum 



- ^>! 



41 



cavallo da 
ceçe ^ 

postilhaS 

montarem 
cavallo 

cavHJIo li- 
geiro 






íazer mal 

attentar 
cStra 



í 



tentar ^ ^ ^ 

Tf' n% 



\ÊL 

IA 



Si 



p*am 






parente 

íeslnturn, 
Icasco 

Icostella 



I 

iSI 

111 



fh*ê 



m 



p 

occiíHa 

^^ 

ler iliionça 
perjiidicar 

por inveja 

ilharga 

a8srnt>'>r*«c 
;to lado 

^% 

^^ 

circunstan* 

tfS 

^^, 
1R% 









m ndig.ir 

í;»7er d* s - 
í<i!»lar 



^ 



«I 









eNl< ira, ba- 
li uf te 

aíTcnto 

b3í|iiclcar- 
se 

irão ban- 
quete 
preparar 
b<tii(|uete 

fiteira da 
cama 



exagerar 



^é 



vestido la- 
rado 



46 



+ 



l C3C|0 



^ 



It 




X 



1^ 






aL. 



Cap. / 
|ÍJ jaotmal j-J 

ÊL 



Mpkáhei9. 



¥ 



cahir 



d<'crépilo 



arruinado ' 



•irrebilíles 



nos— ^ 






o 






Itíi e bai- 
xo 

(uUn alta 
ou baixel 

«•«lilosuWi 
me 

idade avâ. 
cada 

'C 
;rcira de J| 
140 passoíi^ 

4 ojeirai 

EA , 

|l>oas entrar 
nbas, fi^. 



.11 




£ 




I 



Ifilf 



IS 



1^ 



.IB 



m 



m 



ço 



|rude,aIcS- 
çar 



■fude 

jinilruirus 
I rudes 



1 




« 



;í* 






c 

i i 



Ml 



pnMar 



eirar 



Jiiiili<> 



e.,.bai.a. ^ ^^ 
emprego ^ 




â4l 



errar 



ifoasi 



m 



^ 




lua noTa 

_- sH 

lua nova e 
cheia 

Iraclar, 
ronjectu- O 
rar 

iraclar - 



% 







ÍB 



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come 
çar 



1ú 



icra o pen- 

niateria 

cheirof 

etpecte 

da mesma- 

mal feitor 

«eraelban - 
le 

como csle - 
iécom Ic 

espinhaço 

««•rro éo 
telhado 

\ dyoatlía 
• • - 

paz 

o monie 
Mt)r 

IY4t 



L 

3 



t» 



411 



China. 



I 

m 
) 



O 




-íe!f 




m 






^ 



**'lí)?4ft 






I* 



1^ 




I? 



pairem 

porteiro 
estafeta 

differenteç 

ordfiíí 

mudar os 
turnos 

(lifpor em 
ordem , 

interior do 
paço * 

hum — 

porta^siii-" 

gela 



iiluir-.8e «^ p3 jg 

** ia 

ipn^ar o! 
vestigioi 



1^ 
I 



ipn^ar os 4^p) | 



issolar 



«#l 



1^ 



de ori^om 

^% 

veraô, grã» 
de 



«I 



is«^ 



pannonu- 
no 

no pino do 
?eraO 

laço, com* 
prido 

I laço JDt 

si lada -^ 

palavras de 
corlezia 

escapar do 
laço 

o 

A 

c 



11 






1^ 



Hl 

I 



entrar, a- 
prestíutir 




M 



O rein<i 
:Chin 

quem não 
I avança rc 






^ 



à 






|Mj;ar 



4& ^ 



47 



icnrncoii - 
peixe 

ordinário 

não coKtu. 
Mia teresla 
doença 

corda, exi- 

'"iperlinê. 
te 



pedira di« 
vida 

presente 

'de Cíiibíii- 
xodor 

irembaixa. 
dor 

iV" 

e<lenJ ir 

•intar ^om 
azeite 

na5 ha pg. 
ra o^asto 
Ihrio 



4S 



"■li 1» 

' II 
li 



* 



1^ 
m 

I 



dar 



1í 



Cap* / 

raslanhei - 
ro 

ca«lanlia 



lu lo, per- 
der 

iioinpa- 
nhar o eu- 
terro 
estar de 
luto 

fainilia de 
iulo 

enterro 

par li ripar 
a iiiorlc 



Jiphabeto 



{'ir 






"^ 



!* 



rt 



H' 






S 






morrer 



Xt 



Cl 
.fifl 

IT>JI 

ir 



Idoudo 

I 

anti s 



perder a 
consciêcia 



14 
$1 



preparar 
completo 



preparar J^ 

pievenir 
— descui- ^ 

JO. " 



I» 



M> 



1^ 

I 



leXfcnlar a 
I ordem 
Iceremonl- 
las da ro&' 
|nbã 
cng-ar 

receber aU^ 
gucm 

relâmpago 

pestanejar 1 iS 

«(« f I 



furtar- lhe 
o curpo 



boi de três 
lornoí 



A 




IH- 



«onsular 



í^ 



ilr 

t 



ÍF la9« 







«/e |ca?aco 



JL 
íE 



9] 



■^ 



como iuc» 
cedeo isto? 



1^ 

*^ Vã* 






hum nada 



desprezar 1 

iinpertinêi 
te 



rozor ao 
bafo 

introduzir 



nelo 

I 

avo c neto! 

iia9 o dizer 
longa 



pisar no 
gral 



Iftt 



IS 
I.S 

l« 

i«f 

SlfT 

*i# 

° IH 

?)^ 

M 
o w 



(Ti/W* 






< « < 



il^ 



# 



# 



^ 
« 



serTir-8t 

aproveitar 
iO fieâco 

^a occasí- 
laS 



1 






« 



irliaroar*»e. 
balança ro J^ 
roaoa ^ 

O 

.appellidar «^ 

I ^ 

.««rreipon* ^ 
I der ao a- 
I migo 
peaar na 
i balança 

ter symc- 
I tria 

, o vestido 

assenta bê 
I 

confessou 
diteudo 4r 



Eu impera* 
dor 




#1 



1% 












fij 



i 



% 



^ 

# 
^ 



» \% 



m 



I 



m»Dcir:N 
unir 

de n/ii ina^ 

nciias 

delcdus 

os llOiloS. 

hl o me-i- 
inc» tjuc o O 
reino 

numeral ^t 



juiz da 
roelrópoli 

leifda ju* /V 
dica tu ra 



allirar se- 
tas 



intentar 

IdClOS 

empurrnr 
pnrn ou- 
tros 







n 




s 






fe 



#^ 



í# 



49 



1:3 ^ 

E-fe 

lectlinâso 
i>r( uno do 
qut faies 

ol.rar por 

como po- 
derá? 

rici) rdar- 
se, Kcguir 

ricordar- 
sc 

seguir ou- 
tro 

chegar lon* 
ir â onge 
ixpellir 



«liii 



esperar 
ordens 



saudar 
concertar 



reformar— 



ti 



Cap. r 



w4tphabeln. 



roné- 
tl.ir 



m 






ift 



T 

I 



reformar 
adoutrin», 
«<ír clérigo 

#4 



< ^ 



pagii rft* 
iueilrc 




III* 



A 

O 



Jiii^?=i^ 



'Mm '#íii 

I 
I 



:^ 



^ 






jk 



IS 



r 




iieixtr» 
hoipiídir 

IrixTr 

I — f nni 

Vílabele - 
cer-«e (^ 

honiziur- /\ ^ 
se 

O 

r. herv.i f Jt» 

cheirosa 1 M 



I 



%ii\lur 



(|ueiii to- 
iii^ dois Q 
I cargos p er 
dc.se •' 

* proveito, 
aproveitar 

ulit. 

lucro ^ 

' .. ^ 

ar temi ti a o 



perdis e C 
lucros 



ti 
1^ 



-— * 

vinho dss- 

ti herva | 

hu muilo 

veio ^ r 

manhS v ^ ^^^ÊS 

•"f« o ^ 

pu'g» 



b 






'^ 






I 

II 



cellcifo, 
pressa 

thesoaro 



I 



pa iclla 

— c gral o 

O 
amoreira ^ 

P 

amora ^ 
patriciof 

verdadeiro 



ti 



— e falso 

— eiupof. 
to 



iifr 






à 
í» 






ir 



4ÍII 



l 



íl 






I 






iS 



t 




fumo 
I l»i<>» ImoniJBr 



porfenlu- 
ra? 

»erá licho? 

porque lei? 






fti 



•lesQTvnça 
ler — 




veado 



mo 
wiai 



1.1!» 









ff 






njâtt 



li '«;;<) 

cfvaila 
quarta lua 
farinha 

ptixe 

hum — 

peicador 
peicar 



nu cone • , 
peiza 

maltràta- 
ine 

confundir 
«lho cora 
Parola 



ta 



:^ ^> 


^tt 


^ 1 


citrellai. 
alojar, te, 
conttflla- 


m» 


çaS 
•itralla 


tt^ j descã- 


»lojar-i«. 



I« 



Ctp- / 






cooierfar ju 
ódio wft 

contlella- O 
çaS 

iileocio 



retiro 




^ 



fundo 



pensar 
muito 

fundo ou 
baixo 



JlpkaMà 



m 



m. 



•enlècioto j^ 
O 



int«rior 
caxa 



ho ai 



tra?e 






p. e fig. 






é^ 



pello arri- 
piado 

claro, capi 
tulo 

oraqaò lu- O 
blime 
•enlido do 
capitulo 

bom mé— 
thodo 



Hl 



a final 
com a rrio 
luçaõ «em^ 
pre «e con- 
segue 

^^ 

mercador 



1^ 



^ 






A9 



it 



S 



cJk^otf 



canano 



linbo 

pano deli* 
obo 

empreito 
de mulhar 

^« 

meio ter- 
mo 



®\ 



I 



consultar 

consultar ^^ 

com igual 
por carta 

Tulgar o- 
xalá 



oxalâ 

mulher e 
Iconcu bma 



m 

Ml 



* 



dudjr á 
roda 



t < 

triunfar 

l^-ffi 

toda a pa* 
rentéla 

^^ 

gtneologia 

?i vente do 
mar 



China* 



ã 



m 

I 



ch^an 



t. 



t- 



I 



IJÍS 

til 



k'iun 
rcba- 



E 



si) 
xoai 



I 






( < 

produclo 
do pai z 



patriinooio 
íl<;í;;arrar- 



nttraclivíH 

levar o ca» 
vallo 

levar ã sir- 

levar de 
rastus 






jmt^ 



^^ 



comandar pj 
a tropa 

còiunndíir 
em chefe 

quem? ma- 
duro 

fitar os o- ^ 

Ihot 

ciivergo- 
nbar-se 



I estar con- 
fuso 



K 



ti' 

1*1 







ti: 



* 



não pódc 
deixar 
deenver- 
gonhar-se 

virar para q 
baixo 



I 




^ 



r, m- fgp^ ^ 



>i 



corta 
terrompcr 

sentenciar 

— , deter - 
minar 

concessão 
firme 

talhar, de- ^ 
terminar 

partir 

pilar 

— arroz 

mao do 
gral , 

o 



•;* 



I 



ISI 






cometa 



reprehe.j- o 
der 



rcsponfi 
bilidadc 



^ 



^ 



SS 



dxigir à 
violência 

castigo 

exigir de- 
mais 



gritar, cha* 
mar 

i< i 



respiração 
para fora c 
para dêtro 

^im 

afflicçaS 

desemba- 
raçado 

faltarão 
ajuste 

écho 



'ugar, pra- 
ça 



È^ 



54 



Ctp. / 



fátphãhttê. 






1^ 



± 




m 



A 



I 



Pm 



#1 

o 1 % 



^ 

Jê 



fffltt 



iâ 



li 







ciconder- 

ocultar o 
nome ^ 

O o| 
soberba 



tf-líl "^ 
^« 

pegar ou 
largar 
firmeza, 
teima 

obstinação 

ouvir só jíC 
hGa parte 



pedra so- 
nora 



^ 



perdoar 







IS 

It 

1^1 



>edir pci — 

liviar da 
(Justiça 



m 
:r 

11 



0/4^ 



í^& 



|«ssc:sar- 
'íes 



(rAatf» 



^ 



roilicia 

emprego 

ter hum 
officio 

arlificioso 

— íii . 







^ 






cintara 









ÍPi 



patente 
dos gran-" 
des O 

ordem a os 




emprega- 
dor 



tosse 



'^m' 
I 



leve, le- 
treiro 

passiporte 

ordena 'g' 

bandeira 
de passa- 
porte 



H 



iUl 



« 



4- 



mirn 
lum 



T 



China 



AS 



13^ "f^ (insígnia no 
' ^^ Je?ar |*>a"ele 

■^ epurrár 




u 



i; 

14^ 



m 



e 



.Ml 
^1 

IS 
1* 
/«• 

*;i 
I 



1 



lán 









receber hú 
por outro 

. . . C) 
substituir 

de irnpro- / 
viso 

< < < 

occupaçaõ 



o\ 



H^ 






^> 



fí 



< < 

saber bem 

robu»to, 
forçar 

forle e fra- 
co 

forte de 30" 
aniios 

de 40 anos 

brio, usur- i 
par direito 

salteador 



m 



que- 
brar 



7 



forçar roa. 
Iher 

à sobre- 
posse 

violência 



\n 






^ 







II 

W 



it\ 



faicr agoa ^ ^C\. 

descobrir ^i^ 

chove Da j. j,jj^ ., 1 



apenas pe- 
netrou 
penetrar, 
entender 



destaca* 
mento 









sacrificar 



«eni viole- 
cia 

naO «ei do- 
'f- pnicede 



pí»r bran- 
dura 



comoqui 

U 

acompa- 
nhar 



M 







1 transpa- 
rente 






[)rai 

i 

1% 

ave parri- 
cida 

cabeça 
P"'.durad.i 
d'' reo 

í 

• azenda 

— da Eu- 
ropa 

conlraban« 



56 



Cap./ 



Alpkahêlo* 



O 

)l 



^ f- fffM-^:^! 



5^ 



W 



A.^ 



\iCif 



ia 



í, 



M 




'^ 



^ 



cabeça.ci- 
pac«te O 

cíiptix (Ia 
chuva 

cobiç ir 



mu 

Ali 



Jl' 




vcimI 






SI 




>^)& 



1t 

E 

L*aan 



consultar, | 

atcusar 

empregado 

do C0II8C-* 

lho impe- 
rial 



Há 

II 
#1 



1 



o «^J 



^m^^Mf% 



o 9^ 



«A B^^ 






— ou rico 

tê 

desejar • 

r 

vontade 

<juerce!i<ar 
e iiuõp uJe 

li icero, o 

irli^o 

tratar lij n q 
alfijaera ' 

recelier hé 
alguém 



I 
i« 



iit 



s 
t 



lai 
1^ 



ffroíso 



ííí 



dispor pa - Q 
ra... o 

pjira o fu- 
tac9 

general 

O 

vencer 

1 i;r.)?4*eiro 

rusticiJa^ 
de 



^1 



í 



'^ 



k 






t 



SI 






ai isco, dês» 
humano 

porco mó- 
tez 

deserto a-: 
rido 

no deteria, 
aldca 

nomero» 
cahir 

fazer ad- 
mirações 

admirar»s« 

sapersti - 
gaS 

mui díffe^ 
rente 

t»nrediír. 

compra-> 

metter 



ficar com— 
promelttdo 

diífuso, 
importuno 

I ^% 



?1ii' 



±j9 

Si 



Ckhã. 



"M 



li' 



M 



líí 



I 



I 



pom 
rachar 

H 
it 



medida 
cheia, fig. 

cahir f ÍÍ(^Í) 

cahenoof ^ i|^ 
montei ^ ^JS^ 
abre- te a 
terra 



líi 



I 



l4i»Z^ 




P'« 



niohooo 
alto 

oinhos^e 
coraa 

flor arlifi* 

ciai 

ornato 

a carta de 
Vracê. 

rospero 
loreceote 



aeóro, ter» 
de 



formosura 
do Tcrde 
^ «algueiro 






t-j^» 



57 



cMãU 



IS 



tudo pro- 
cede do 
seu poder, 
indci não 

1 volta, 
tudo se 
.dettroe 

A4í 



pardal 






9( 



I 
fiSM 



pavio 



IA 




*i 



11 

I'! 







i^ 




xai 

IS 
li 



M 



creitar-ie 
aoiol 



1^^ 



aqaeducto 
caldo 



accrescen* 
tar ou dí— 
roiouir 






58 



o 

p 






9 



Ctp. P 



Mph^êtê. 



araoha 



II 

I 



I 




a 



ti 



* 

Mil 

It 



obrar o b3 

çlortar-te 
de bom 

admoestar 

cavallo 
manto j4 

cxhalaçio 
apparecem 







\¥i 



41 



Kl 



^ 



todo o A. 

mundo ^ 

inuoda tu* 
«lo 

estcnde-ie 
a tudo 

m 

trabalhar 
em lio 



m 



\X 







^' ' luzir 



«I* 



trabalho f '^ 

ou deMao- i Pi 

ço 
Lrabalho 

I^era pro- 
veito «.' 

premiar ■ n^ 



pistilio 



^ 



m 







recato e 
castidade 

fresco e 
puro 



alugar 

tra- 
balhadores 

— caTal- " 

los 



i^ 



?s 



I 



9^ 



ter cuida- ^^ 
dode«... "T* 



4 



« 

i« 



^ 



dispor 



^ 



Domero 

m 

T 



m 



«I 



m 



st 



chronolo- 

gia 

calendário 



arreganhar 

cbamascar. 

estender-se 
o iocandlo 

chamoscp 

redirfira 
hum 

toda a fa- 
mília 

bule 



copeiro 

aljaTft 

m 

criado 

II 



Chimãi 



I9r^ 






di^ 



If 



ia 






^ 



^ 
» 

w 










Mt "kl 



m^ 



I 



parabeoi 

IMA 

facer a 
graça 

boat pala* 
▼fas 

i < ; 



^ 



n 



m 



1% 



«Mb 



«Ci^ 



»l 

amarello o ^^\ 

•I 



homem 
puliJo 
quem lie 
elle? 



ouro 



ui 



% 

^ 
% 



^ 
m 



principea 
roibarbo 

mzõí 

desbaratar 
disiipar le 

poasear ^ 

defmaii'» 
cbar-fe ^ 
discurso "*• 



«/ 



^ 



J 



n 



desligado ò^* ^^ 

IS 






djoastia 

o gOTerno 
do império 

ir ao pago 

firtude 

adquirir 
firludet 



m 



\^ 



nuca 

diridas 



f^ 






1^ 



joân 



peicoço. 

preciosi- 
dades, 
presentes, 
artigo de 
coisas. 
algumas 
coisas pre* 
ciosas, 
gaiola 

horta 
inixta 



furar 

^I4il 
M V 

ter pena 



compade-' 
cer-«e 

intercalar. 



lna-< 



^ ocioso, 
pôr termo 
I 

I guardar os 
j limites 



+=i 



C«p. 1 



ÂtpUhH» 



\w 



* 



m 
I 

I 






«I 



* 



% t 



#1 



st 

ltll ' 



I precftTcr 

lerra in— ^ 
culta ^ 

intromet' 
Icr-sa ^ 

*& • 



1^ 



1^ 
I 



J)i 



TBgar 
meéiar 



A 



ioterroro« 
per 



dentro da 
primavera 

no niek) 



fSDja 

. 1 

— ralla 

— espevfa 

— adubada 



l« 
II 

E 

i 



lê 

m 






açoo^ue 


\% 


] 


lubir, p.e 


j»M« 


(WS 1 


tubiraei- 
cadmmoTcl 


iJUtt'' 


■çs» 


>{)( 


laoçarde 
«i 


£$ 


IIU 




_ 




if 


• i 


Teverde*^ 


humilhar- 




ceute 


•e 


m 




•omooleo^ 
to 


#wia 


m 




enriquecer 


i << 


lií" 


«{ 


fufpirar 


<ii 


m 


$ 


«ri-ãt 






1)} 


deteuTol- 
▼er-fc 

afô* Se- 
nhor 


^?^ 


^1 




VoM Se- 
nhorim 


4í^ 


#1 




afo mater* 


&ii& 


iji 


moga 


i^«<& 




PI 


trama, li- 
vro 


^Mi^a 






trama 


^•tífc 


IS 




picar • ca. 
taUo 




'% 


1t 


guitarra 






*r 


reaponder 


embarcar 


%l 




rcUibair 



+-Í 



©• 



i$ 



m^ 



Íffi5E 






1^ 



Ifiuê 






O 




II 



^ 



xfn 




^ 



iií 



A 



ii 




i»% 



;rai* 



* 
^ 

# 



diálogo 

correspon- 
der 

faxer pa— 
relha 

nãoèa 
meio de.«. 

inonmera- 
feit 

oio falta o 

todoí se ^ 
arroinio 

■emttrmo o 



O/HA 



'> 



É 



iDudar de 



^1 



caiat 



^& 



milho 



:á 



liíi 

g| 

ia 

1": 



7 
^ 



t 



poiíqae 

ainda pue 

O 

por acaso J^ 

natural^ 
mente 

em silen- 
cio 

estupida- 
mente ^ 

levantan- -^ 
du poeira 

da mesma 
sorte 

reputa? a- ^ 
o assim ^ 
ascírcnns» 
tancias ^ 
são certas ^ 



^^ 



hum tan- J\ 
tito 

la pode ser 

pouco a 
pouco 




m^ 



queimar, 
assim 



. A 



1^ 



« 



èâ% 



m 



Mau 



^& 

convém 
lembrar 

elefante, 
semelhan- 
te 

marfim 



tabulas de 
figura A< 



crestar, 
dessecar 



iw. 




3, 



PI 




I 



J ^ 



Ml 






61 



rado 

rbamutra- 
do 



negociar 



^í& 



)è€ 



libar 



pessoa de 
respeito 

ima 
 I u; 

a mão de 
Vmecé 

ope de— 

sombreiro 
I 



o 



+-, 



# 






« 




çam 



II 












Ki 




«; 



fio 

119 



^ 



-Cap. / 



jaounSo 
ainda iiâ» ^^ 

a ver le O 
evitamos «^ 

he maior 
hQa« pou- 
cas dtí ve- 
xei 

pouco aii* 
les 

iiio he 
muito fun- 
do 

seda 

retroz 



•ifphabelo. 



nW 



patririo 



*i 




ti\ 



iii# 

m 



^ 




\«j 



te de cala- " 
fiílar 
aramo de 
cobre 

teda cru 3 

corda át: 
inslruinêlo 

nldea de ^ 
cem fogos 4 



\9 

I 




m 



pátria 



m 



«ti4£ 



ml 



lenro 







m 

t: 

Vier 8 3 



delicada 
pessoa a 









f^ 



vao 
fiUidade 



juramento 
fiUo 

opinião 

<rão ou 1?^. 
lido 3| 



espeque 

vara de 
barco 



ct>il«miia 
presidir 

^^ 

einpuchar 



* 



1 



ift! 
1^ 



3ltl 
II 

sai* 



fácil como- 
voliar a 
mão 

Qicolhe o 
pede urso, 
o melhor 



O mtM alto 

; ; : 

csliMiar 

qualhea 
idaic de 
V.iaerê? 

nobre nu 
plebco 

as cousa 
dcV.roecê 



simples 

nones ou 
pares 

decampa — 
rado 

somente 
faicrrol 



ti 



1* 



ts 



CIlAt. 



0$ 



\ 



A 



comprar 



peitar 

caplarco- 
raçoéí o 

ctAtTiif l ri- 
ba lo0, {yr»" 




m 

'« 



-^1 






f^: 



MM 



* 




ii 

verificar 



«em provas 
líâo SC crê 



bordar 



Jr 



m 



agulha 

# 



«41 

X908e 






# 



habilidade ^ 
de mulher / 



mm 

hervade 
decavailo 




lii 



Íi5 



nâ o 

i##'ti6 o 

entupir 

o 
tropeço V» 

iiioderaa - 
4uente 
refotinar— 
se 



troísa nova 
e velha 

novidade 



\m 






^t 



m 



:'?• 








unicórnio, 
falcio 



1^ 




ii 



i'i 






cómoda S 
suilêtação 

decência 
inteireza 



#•!& 




<< ; 



$4 



braceai 



justiça 



'orte^ii e 
justiça 



trovão ra- 
io 

I trovão 

Jalroa como 

o trovão 

arrebenta 

otrovio 

f.re 

o trovão 

berra de 

tretroil/i9' 

Vsalierio 

h^nm^nia 

âo^ cousor 

te» 

tambor 



locar — ^— 

Ittcnr Hni- 
sica 

sino c Iam 
bor 



Cap. / 




^ 



ij 



Jípkahetê. 



E 




1^1 



í 




rê 



m 



deostie | ^ 



«( 



m 



saulot 
activo 



I 







^ 



O 
apresentar 

tronco^ha-Xf» 
bílidade 't 

^^ 

exercitado 





iii 
jti 
Vi 



m 



recato 

diccioaa— 
rio 



rJt 




]t 



t\^ 



templo de 

F6 

daraiidiê- gi^jj, 

ria o im- ^^ /^f^ 

ptrador 









lotoa 



perro 



c. diagra- 
ma 



adevioba - 
ção 

galinha 



porta inte- 
rior de pa« 
godé 

mover o 
coração 

con?erter 

morer af-^ 
fectoa 

agradecer 

moTeroa 
deotca 
agradeci^ 
ineotoa 



IH& 



pâo prato 



m 



China 



^ 



lacco 



e&n 



« 



I 



I 



^Vn 

•£ 

i^ 



roiólof 



^ 



§14 

▼ol lãO'>«e- 
lhe otroió- 

do cof ição 

pedir 

conjurar . 
alguém yv 

^^ 

&.^ 

desatar 
explicar 



m 







Q 




#1 

li' 

. 3 



obfcuro 



mistério 




J7 



rato 



O 



1^ 



marta 

CODCUIIO 



fazer asse. 
bleaou 
festa o 



P 







< W 

tuflos-con-. 
cordarâo 

44& 



1^ 









Lê 




#1 




tudo 



# 
^ 



cAif 
chô 
chau 



óhau 



M 



# 



66 



tropas do 
vi cerei 

apressitt- 
outro 

esp. de 
macaco 



aprifionar 

ser capti- 
vado 

furtar aut- 
macs 

&^ 

publicar 
obras 

publicar o 
Ntu bem 

enfurecer- 
se 

con»pro-» 
iiicttcr 

estar ocio- 
so ou vago 
não o chtt- 
ga a apal— 
par 

M^ 
ii 

Atua 



nuBo, ro— 
tím 



uu 

+ 

I* 



Cap. f 



lílj^UlM» 



a 







calor 



S 



M 



I 

I 



n 



I 




7Si 



M 



H 






# 
t 



^ 



iiuno 

parentes 

no Fer^o 
niino e no 
ioferno 
peJIet 

l>iiio do 
verão 
frio e ca- 
lor 

tripeçi do 
te aipi o 



miniitro 
que deu o O 
throno 

Ana 13) 

▼aio e — ^ 



jurauieMlo 
com 8iit« 

fazer alli- 

OIIÇI Q 



tHH ^* 









-.1 



num 



madu 
ro 



^ 
^ 






^ 



t{& 



A 




m 



p5 



iS 



IK 



tronco e 

lesceadéa- 

cia 



lavrador 



os lavrado- 
res 



< < i 

superabun- 
dante 

fartura ou 
carestia 

delicado 




1^ 



H» 



IW 



Ift 



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® 



iiâ 



o 





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A 



il^ I 



í». 



^ 



1 



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CKinoi 



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I 

fllUÍ 



o 





♦ 



II 



li 



\% 



i£ 



li 



t 




acoutaria» 
droês 

aiobos 

coTÍi de 
salteadores .3 

faferni- 
ahu 



li 







oruar . 



m 



7t\ 



ik 






.€> ■& 

amaldiço- 
ar 

laffirer ca« 
lamidadea 






cni ordeiD 




«Aí 




II 






Ht 



gordura de 
porco &r. Q 

milho «a— 
burro • 

a doença 
he iucuni— 

Mtíi 

o hecet9a« 
lioã vida 




^i>,lâ 



Kl 






*/^ 







tueeu 

cancei-me 
mto. por ti 



P 




ti 






toldo^ 



Ufi 



fintar e co. 
brar 



o :^a^ I 

ofttT^I 



tropeçar 
lataranhar ^ 

v; 

ísreiladii- 
vida longa 



jseL 



1% 




1+ 



.^ 

sobra- 
do 

cuei, 









theatro 

¥lifc 



armário, 

faltar 

eAtaatt de 

livros, 

chronica 

dadjnastla 

reinante. 

subroinis - 

irar tudo O' 

necessário 

cárcere 



censor 

presidirão 
suplicio 

:9b4 



3»'i:i»« 



"•8 



Cip. / 



Mphahéio 







o 



o 





t 



* 















1t 




II 



trazer no 
leío 

— ao collo 

desabafar 
com outro 

m o 



cego 



luanS''^ 



I 



íii 







galinha 
matizada 

penas da — 



A 





porteiros 



mw 



<i< 







til 

iiS 



comandar 
cm chefe 



m 

n 

chefe ^V^ 

» ir 



planos 
calcular )'} 

fiar-se - 

^% 

fiar-se 



Jit 



desculpar- ^ I 

te com.... g 



oW^ 



▼ento soão 

inferno ^ 

O 

carcereiro 









i 



f&^ 



proTtr 

— o gosto 

- lha o 
gosto 

-adigoida* 
de real 

perspicácia 
prudência 



ílf-tò 

1 fazer as 
I contas 



m 



± 



Pf 



fors. ' W* I 



com jurça 



duvidar 






1^ 



lE 



fuspciUr ^ 



B^ 



J|4& 



cullar 

< < 

publicar 
famoso 

apparecer,! 

mostrar 

oada appa- 
rcce 



3t' 
o 



* 



m 
m 



I 



mm 






m 



pi 



I 



ilÈ 






êoàho 

sonhar r^ 
O 
dormir 

viu em 8o- 
nhushuma 
alma 

foUorar, 
interino 

ma«ristrado 



I 



I 




m. 



II 




residência 
do do roa* 
giitrado 

encôpro 









0*5 



m 



atdoaidi- t^ . 
latproiio- "X 
ciai o 

publicar 
accionar 



ch'án loja 



-p as lojas dIo Pi 

-*'-• leni lrihiil<k 



deotea de 
cima, idade 

boca e den- 
tes 

fkllar 

raD;jer com 
os dentes 




T-llfiijS 



Cantio 
Caaiifsi 



<;uerra 
çan 5 

luoer 



Um tributo 
louvar 



$iií 



; < i 



líít 



0|1 






magestoso 
5em severi- 
dade 

tristesa 



M 



mi 









El 

1^ 



iâ 



??^ 




^1 
ia 



*i 



m 
^ 



60 



fazenda jus* 
la 

ostentar 

vender por 
miúdo 

revistar 

— tropas 



t\u> 



vistoria 

si 






1» 



f^m 



Cap. / 



Alpk^bMê. 






M 






po 



1R5 

ai 
. m 

I 



#ii 









\icW^ 



jeiílemunha 1/V 

bandrja /^S> 

sondar at^ 
guem 









-^ 




^ã 



lÈ" 



lEtr 



^^ 



jit 



florecer, fig 



enthuftiai* 
mo 

leTantar se 
dediaedor. P 
mir de noite 
elevar o 
mngtslrado 
e deprimir 
o militar 







I 







I 



Tí^a^# 



praxer JL 

14 



politica e 
muiica 

prevenir de n ^í| 
pésativo 



j&i 



R 



lum 



pensando 
nisto 

desatSder o 
mérito do 
povo 1 

tinta ' 

piocel e 
tinta 

linba de 
carpinteiro 

preto como 
tinta I 






I. 



1^' 




Am 



iveseani- 
maei 

bestas ferai 



m 






esfro- 



ChiMÊ. 



71 



*i 

' BI 

' ir 
ti 
&\ 



A 



* l»> 



m 
^1 
lí 
\^ 
m 



^ 

% 

® 
^ 

# 



V^anal da 
noticia 
serie da> ge 
raçoêf 

mim fu 



sem dinhei- 
ro na bolsa 



* 



* 



d'outiva 

andorinha, 
'goiúr 

andorinha 



gostar 
casamento 

— W 

ninho de 
paisaro, 
comesUvél, 
vão-se as Jf 
andorinhas 
e Tem ot - 
santos p.e 

o 



m 
m 

I 



%> 




ÍJ 

"ti 

lí|l| 





3^ 



(lulacio 






eh* iam 



^ 



f 

pega 



,l|t'l 



academia ^ -* 

rinperial 

inípeccio- 
nar q 

por miúdo ^fT 

dar vista 

muita lei^ 
(ura 

lora htta 
vista se sa- 
be tudo. 
ver no ín- 
dice 



n 



\ 



TJ 



confiar 



it 



por favor 'íô 
de .... 

I ism 



èíí\ 



rodeira 
pisada 

escolher 

—empre- 
gado 

escolher 



# 



O e 



.1^ 



«A 




# 



O 

o 



^< 



iiií. 



±1 



i*^ 



nmontoar 

fiel da ba^ 
lança 

exacto 
cífcra 

cágddo 
concha de— 



campeche 
3 despertar 

1 



m 



gcfilos, ac- 
ções 

recSmcD' 
dar aJguera 



7« 



vM 



JOl 








^x 



l'd^ 






i 



^|V4> 



1^ 

o 1^ 



I; 



m 



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o . 



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# 



Pt 



^ 



áa 






^ 



U 




Ctp. / 

levantar 
pelaf poQ 
tas 

< ; t 

'^ III 

fogareiro © 



juizdefora^ ©I— ^ 



Aíudante ^ 



r€sto 
tetta-neiito 



JtpkâheU 



^ 



ioitrumeQ. 
to de mufl- 
ea 

luuça 

ÍDttrnmea* 
to de ferro 






& 



m 



< i < 



fâ 

li 

^•' verde 

fl 
til 
''SI 






arraialyla* 
butar 







«filé 



u 



m 



arraial O 

cuidar da ^ 
ida ^ 

arraial,cz- 
ercito ^ 

arr;iial no O o' 
arvoredo 

lacanipar 

levantar o a 
campo 



o 



1^ 





^ 




geada 



— corra- 

Iho 

— c nCTc 



naoccafião 

imioenU 

dignar ae 
de vir | 

cafii 

dignidade 

as cinco fi<- 
dalguiat I 

despachar 
régulos 

arco flcxi - 
vel 

\^^ 

•sândalo 



canado -da 
gaita 



China. 




t* 



1* 

* 

o 



m 



m 



+A|ia) 



9í 



ç^oan 



M\ 



t 



l 

ifi 




IS 



W 






fino papel 

&c. 

estimar ou "^ 
despretar 

Jeveroenle 

<< 



fugir 



it 





& 



A 




— era con- 
fusSo 



misturar 



▼arias cores 



l|í!l 
IM 



rouita varU ^ 
edade 

< < 





Êl 




fSi 






t 



* 



+^ji 



7v 









^ 




< ; 
< c 

attribuir p )^^^ 

firo, centro^ 

pn^ar a di- 
vida 










perleoce- 
ine 

deve-seao ^^ 
seu poder 

batata 



— einha- -^ 
me chicú ^ 




ícaoharaê- 
lo 







li 



um 



prrciofi. 
dada 

(»edra prc» 
ciosa 
preciosas 
|)éfo'a9 

Ihesouro 

^4 



s!li& 



apcgar*se 

±& 

apegar se 
ao ramo 



tc ^ife 






ser nuda» 
difQtil 



i^Í& 



n 






ifrllí* 






% 



o 



Rd 

O 



Ui 



I 

I m/ 

\ 

m 
I 




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.#1 



I? 



iBi\ 



* 



3\ 



4^ 



Cap. / 



Jlphabetâ. 



Iritle e»la- 
do o do le- 

ciilo 



íí^ 




atribular 
incómoda, 



1^ 



llg^ 
umtb 

•o verter 

< < 

casulo 

•mío bicho 
da seda 

rede de a* 
Tes 



'*^ 










entender a 
rede 

lafeiá 

contequê- 
cia do pcc< 
cado 

filho de 
coorubioa 



«ri 

impecilho oI^Vm^^ 



C^ltW 



cabo 






U\'à 



peosaudo 
eu que . . . 

O 
esurparaa* 

ctor idade _. 

D 






auctorida^ jê^ 
de -T 



epichéa. 
leit imfi— 
dáveis e 
mudaveÍA. f9 
saber applí. 
cara lei 

^Tl4b 

deixa-o ir 



tojeitoàja- 
riidicsio. 











i^ 



couci- 
obar 



1^ 



u 






tem juris- 
dição fobre 

pareote re- 
moto 
goTeromr 
em chefe 

espécie de 
arrore 

prcQder 



rodear» 
enlear 

rigoroso 

julgar com 
rigor 



probibiçãc 
ou cárcere 
rigoroso, 
tratar o 00 
^io com 
rigor 



[ ■ 

S9mli0 141 1 f (fHeluUãt ai Mm êeftuey êMeltiiiãi «i tãríâçBei) tft 19. 
^ 



75 



NOtA. 

Ko decimo tailfti de êttudo principiará a tradocção da vida de Cliristo ^/fTãrSl polr pala?ra| 
! 
I e escrito. Ko principia do S*. a uno principiaras os themai em Cbinai 

j 

KotA 2* Agora te pode o Eitodante exercitar em niar do Dicciooario Cliina Portogoec, para o qae 

i 

I aprenderá ai refrai» qoe m ichtto no principio delle, é pHmeÍh> qoé tudo deve labcr bem^ qaaet Bão os 
Géneros, para os nio fcqui¥0car com as DifferenÇas, e para isto coirai^s moitas vezes com as suas variasoês 
■n pafioa segtintéi 

Nesta se corre da direita para a esquerda^ como também no Indicei por constar só de China, para se 
acMtomar á ordem natoral da escritora Chinai o que te não pdde Uut sempre por tanta do Potiugfitz^ 
qoe qvani sempre acompanlia o Cliina. 



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89 
Capilnlo // FRJSES FULGIRES B SUBLIMES. 

Advertência* 

Como esta parte, e seguintes serrirXo também para os Chinas aprender PortogfucT, procurei 
acceatoar a YOgal longa quando não está comprehendida nas Regras seguintes. 

1 A syllaba final em /, m, r, e z, será longa, como AnirnaU ninguém, mulher, paizi se outra 
« for terá accento agudo, ou grave <que aqui tem o mesmo uso) ou circonflezo, como Bômem^ morrerem* 

2 A syllaba final em âo, àos, HeSy à, ães^ será longa como Capitão, cidadãos , acções, fcrrã, 
capiiàes : se outra o for ter& accento> como Amarão, 

3 A syllaba final em ai^ ei, ao^ eo, eu, oii, tu, será longa, como j4mai, joguei^ calhao, morreo, 
sandeu amou, fugiu* Estas vogaes âs vezes não formão diphtongo, como em saúde, rainha* Nas palavras 
chapéo, fiéis, o e he mais aberto^ por isso tem accento. 

4 A syllaba final em vogal, oa s será breve, como Ama, leve, favas ; senio terá accento. 

5 Qnando a syllaba fmal nSo lie longa, o será a penúltima, como Observo, pancadas : se outra o 
for terá accento, como íllustrissimo. 

6 As vogaes em |0, ia, so&o como iio,tía, como Fio^ tia; excepto se outra tiver accento, como 
àpio, providência ; e èa, éa^ como éia, eia, como Idèa, candêa, 

7 Os pretéritos em io mudaremos, em iu mas conservaremos os em eo^ pára que aquelles se nad 
proBUDcíem como jl9, pem estes como meu : assim escrereremos partiu, morrea, 

Advertência S*. 

Qnem quizer somente applicar«se a fallar, poderá sem inconveniente passar em claro as Frases 
sf^lioMi. Estudados os géneros e dlfferenças de 6 rasgos no Capitulo I, se voltará a este « estudar 
as Frases de letras de 6 r asgos> e assim por diante. 



5 B. Captulo. // FBJ9B8 DB LBTMÁ» DB 5 RÀSOOSn 

P^ufgares, 

Trc9 ou qiidtro. quatorze ou quíoze cincoenta — hrf A JL^ DII -Sl y^ "ft "^ "4* A^ 

Sf is ou g<íle .Tiil. «clentíi ou oitenta mil. ^>^ ^ "jO Tj ^ 7^ 

Gi ande de mais. míli pouco, que? que escravo? "iAT "fCo "Jt^b 'fí* (•) ^ f^* "^Z ht '^ 

Ella vai, „to. onde vai, # í i^ I^^ :^ ío 4 ft íái MÍ ^ 

Ou seja grande ou pequeno, bom ou raao. "V^ jÇL JL» *]. ^ iÇ 

He escusado charua-lo. tcivéz nío sejo bom. ^^ ^ E^« ^ 3Í^ A^ tCP 

OllIusirH«imosahiu,elle nío presta I. serve. /V /V |ÍJ ^ J o 115 'T^ T^ /fl 

Baleo.|he três paocadns. quatro pessoas he pouco. f J J /IB J^ 1*0 hS "j A ^ 

DÔ?« homens balêrSo era vinte mulheres. I •^ ^ 7 V TJ í — ■ ^| -^ /V 

Cançou^se dt' subir ao monte, dos montes ha l* iVl ^ Tf ih H A A^ 

pouca írtnie. -U VM >C i o [^J^^C. j>^ j-j 

Pode. se ir âs f ildas do monte, custa a usar da jlj ^ "p 1^ J:i $0 2C^ ^ ^ íf ^ 

Cuidado, que o tempo está raao. hoje diroinuio-ie ^J^ 'O J\ "% ^ Jfiro ^ R -^ J "* M^ 

Cançou-se de balde, bale era vSo. RHh7Í3 JoRT^ 

As pegas da fortaleza sío bastantes. tS P X B7^ u^ ^ l-tí "ZT _J^ 

Huma grande faca, I. espada nío pode cortar ha- ^^ ^C >^ 77 •J' ÍJ^ ^ T "^ F^ ^ 

O só-ro delle está cada dia peior. ílSnv5vA'*"HHi"'^ H^fvJtt 

Os indígenas do paiz não podem passar senn amas jJS ^ /V ^ ^ ^ J^J J^ 

Usa-sc de machado para cortar oi bosques. f^ •T 7^ ^^ W ^fv 

Quem desce montes não sua. divide por igual e A "P W >?í Hf ÍFn ^^^ ^^ 

"'"^"''" fiii4iíi ra S ? 

Elle voltou de boamente. íUi H '^ W 3i I 

No inverno o gelo dos montes nunca te denete. ^^ yC W Jl Ry ^K 5^ ^ |U 

O Senhor seu Irmáo está bom ? £> G^ 3^ ^ 

O senhor mandou a criada atirar pedrasi e a cria- qg A »• \ -^ yg ^5* -^ í •^ 

da escapou -lhe a mio, e baleo no senhor. TC ^ fl^ i 3t A 

Encarregou -o de chamar cinco ou seis homens. q:^ fí* TlS ^ £ ^^ 'T A 

A gente cm todo o mundo pela maior parte he ma. "Jf ^ Jt WyAA""^i^W 



(a) Nas frases éntrão algumas letras novas por isso tem o tom notado : o seu som he o da differença,.q[ue 
neste caso he ^ , senão terão também o som notado.. 



5 r. 



Fràitê. 



91 



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Obra adiniraTel I 

Cahiu o lenffo ao asfatsiDo. não ooi dcverooi 

afanar. 

Sublimei 

\ Refortna-te e reforraaràt of mais. 
DÍTidiu o império em Ires partes. 
Operder as três dynastias o reino foi (>ela deshti - 
inanidade. , 

No coração náo consentia- 

Obabil he escravo do inerte. 
' O luperior ha de appr-ovar aresoluçãoi que fizeste. 
I Pode-se entrar ou não? ' 

Fuigarfê de 6 bjsgos, 
! Cento e norenta e quatro, cem mil. hum milh^. 

Koferoilboê«e três mil. dea milhões, cem mi- 
lhões. 
Aquelle senhor como se chama ? 
Cbama-se Lin. 
Hum tigre o agarrou, e agora está doente. 

\ carpinteiro corta o pao e o pedreiro trabalha a 
pedra, 

Acaboo'se aquella obraf ha muito. 

No primeiro do corrente hucna mulher matou às 
paocadai teu marido, agora que remédio ? 
Cbigou hum navio Portuguex, roas não ha cartas, 

eitou com cuidado. 

Teste- le bum dia, e hum mêz não. 

largou o criminoso privadamente, o que foi muito 
nao. 
Hamnitos mancebos iropoliticos. 

Kle não tem nem bumaflor. 

Fazer a obrigação, e cumprir o dever pouca diffe- 
rença tem. 

Soa sobrinha foi o anno passado para Portugal. 

Kio receberão o leu premente por isso se irou,e ali- 

' roa-ie.ao rio*. 

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6r 



Nlo agrada, não .er^e. Tf^^^O^^^^ 

O céo e a terra coroprebéodem a natnrêza. 3^ tíá^ ^ ^ ^ ^ 

SSo poucos os mariobeirospara o serviço (do DaTio). ^ ^ yl> ^ M "^ Hl 

AA«3eT>^$ 



Todos pódcm u sar das palavras dos livros. 

A vacca criou muitas vareja«- 
Foroos navegando até áquelta ilha, quando seus 
pais ja ha nauito tíoháo chegado. 

Pode-se fiar delle. ^ ««us iQiuiigos sív haslaiilcft 

O povo está descontente da rainha. 

Todo o homem á hora da morte está inquieto. 



SubHmei, 



Tu continua a ficar aqui. 

O Senhor Vam antet estava ao seo lado, eagora ja 
he failecido. 



o valido imagina ter outro ceo c terra, mas o rei 'K E ^ *^ ÍÍ'J fl ^ ^ i^ I ^ >f> 

de nenhuma sorte o deve empregar. "ST ffi 7 

Sabes tu^ que por isto andas doeote hft Dnuito tempo? ^ ^ yZ ^pflr^V^^ 

Encarregoo nove governadores de por em vigor ^ ^ JT j|fr Ul T^ ^p jj* 

Antes de fa«er resolução deve-se procurar o siio. jjr ^ ^^> -y^ ^ J^ ^ «[tt 

TeíKSdJTuSr'' "'^'"" '""""^ "* # B Ife 1^ 7- ¥ íK iH: '11» t 

Estando ja velho encosta-se ao bordáopara andar. jr^&4&7VvC>|^Í^ ÍT 

Uocm conhece os mnis e asi, de cem emprezas Jtíi 4it âíí P W "JT Jt 

Dão lhe falhará huma. ^ ^íP TPC W U W 4> ^'v — 

Chamasse a rainha Mi (deosa do mar), o pulso está >g^ $^ ^ ifit M* 1^ ^ 

Nâo sei como elle está.que monstruosos sêtimentos! á^Ç^JT^Tit^ííilP iti^ISfJlNA 

Se^e^descobrireo. .e«leocéie™..e cuforme (o, .eu. J|l||4ttj^»ij^ri5t 

Teado.n<M «parado Uesaooo* de repente no. juD- ■=£ e>l — > >b* •-• i-> -. 

*™w- ^JWl — ^ — ^ 13 ??;J 



7 R. Cap // Fraieri 



9» 






ru^aretde 7 bjsgos 
^Teu tio materno ja eiU bom da doença í fí^íXá^ííf^ífirS^ 

Nâopodeeaca|>ariniorrerio.meospaÍMneuirn " - «- 

menor nio ezíHe, agora etiou reéiMído a k^m 



Niopodee«.p«, «orrerio-^e o. p... «eu ir^lo ^ 'j^: ^ f;|5''iVtí^T Jí ^ ^ 



.«w^ ■>*v«;xine,agoraeNou reausidoalMin -:*: ' : ^ ^^ *2 -^ '-^ # ^w ^ Ulí 

««-eapêrto ^ 7 AP4" ÍJ Jí — ^^ ^ IÉ lífe, 

rouco-o «b„™e.cor«.e.. ;g fL ^ íl^ A il-^ 

.O.v.rt.di.e„oeh«n.dÍKH.„lo™.Ur» l^jt 5Í 1 |ft t — ^ ^ IS 1 T 

Oo,w.duer,n,«nfcocreio. ^ÍJ^T^^Ip^f»^ 

KIleuio CIU. »»»di. B«J.. ^ ;fÇ f ^, T í^ ]*? 

Karfomefiadetvporqueí ffc :f -Jt J!R ^ >S fl" 45 

Pofqaeinebkem.etoDÍorM.judw 0â^ A+T l8 ^1># 4íf 

-«l..te,,o«eute«goporqoé. So^T* l^-felS # ^ fí*áC 

IpTira do meo trabalho, D«o tenbo ragar deir fÈff ^Jf ^ U^Sí^X^ ^ # 

«oiBligo,deiBiwdi.todo«n-nK>oipe.,eandaBdo ^^ W 5t ^ "^ íÈ fô M 7 Í!? 

í«ior,BemU.,a.,porqn«o.«,inrf.haIadr««., ^» g E Á ^íÊ^ í KÃi^ ± ^ 

IMtalTéstemateni espancada*. BÍ^ 5E fí» "IÍ 1> ^ 

EffllMaapartehabomeDfníadot, #^ ^ Aí^ ^ lE S Ô^ A 

TodeordiB&rioqaeiiiM*. 'fií^^wfl*^ 

Ba atou diariamente eKreTeodo os Janella. ÉÊ0l^Ãj^-fc»ií^ 

Eoleodat de carpinteiro ? eo iod ladrão, porem j%» ^ f^ '4^ [iS ^o^ f^ jí^ 

rfo»«tonÍDgae». |l]jÍ5:í^^A " 



^} r. C»p. ff fràm. 



Aqueile •ituAinte tem litentoi»* tem, ille wU j^ ^ ^ j^ ^ ^ X 

tôdof o» dia» a jrocBrar Mtru na IÍT«ri«. ;^^ ^^t ÍE^f^^^ 

Â]â9ahedaoTéUia(anòtodefeai) ^^A^^il^Jl 

Sobe tu f^. ^ — * ^ A -t i 

BuDoinTCfDodiíiriaiiiciitcViitOTcHidofforrtdoi ^ Àt^ U | ^ ^JC ^ 

Tanto homeof coroo nmlbcret, a cada hum diio to « í^/^ y >- • -^ . -. — . -A. 

nenoihumtpcçadepanoo. ^19^ >f # A X ^ ^^ ItM 

.lío,ar««a.facca.ai,dIomaUdepre.i.. l| j^?*' ^ ft^ T^T +É í^í ft 

Ot Telbof áodio pelai plaDicie«« nio lóbem ladeiraf ^ a ^ 2l£ tib JÍC V H^ ^ 

C boro pòTo leropre tem confciéocta. ^ &> íOL^ jÊT ét il^ 

O teropo mada a cada iottanta :3P ^ 04 I F^ ^ 

Mettirroiomenorezaroinou-teo airao paitadode ^ p ^ ::t ^ ^ til "? ^ n|* 

ElIcnUba-me, por mo nioienbo pciéocia ^fi f^ || 1^ jít SS .^ K ^f^ À 

eo muito roao a»eotàrero.«i <» aguadeirotiia. $E ^JC 6'/ A t ^ K ^% ^ ^ 

quéihaf, por que ufto je pode passar. ^ i^X K 1^ A ií >Í^ ^ 

])eiiiaiiháaioda.quefeaadeburooudoifl//«mait4 ^ cr aê A^ «-^mD^kb "■»* n- 

nSocaaçaageute. ^^^ ÍF"^— ffij^ltt-T^ ^ 

He eTÍdente, que elle n^o tem coDf ciência, porque al -jt »> CX* M^ H — r B Áíí -é^ A > 

tem coraçio para caluomiar. flS ^ Hj> j^ wARJÃIxW^ ^ 

fla foldadof de guarnição à terra, que pddcm re. ^dt:}gâ^M^]^BT^fÉ^â^ 

pellir ot rebeldes- procurou meio de se escapar. Vjb u 3^^ HB Adt^ "fT 

Boi, que tero raanba, não serre para puiar pelocar- jb 3L Ã é/d À^^ 4fr ^^ rf> M 

ro, roelborbe usar de-cabras* 'SI éZ^ lll ^ 

Como K eh.», bui .bmtfílíiii. |g<M>^^'f^:íi4i?^,^'âítÈ 

Be tanta a gente na e«trad«, qoe parecem férolai m. • ^^ K éU A flfe 

Sopprir.lhe a h\U do Tiàtito. ^7T ff^ Z ® Z 



'^ r. Frã80ê. 

P«.4-ertân.l.m.» -^Ô^ífe* 

tio primeiro encontro dão leabre de todo; por que V ^ ^ 

oklladorDÍobeac4U^itado. T^ -B ^ JSJ íf "^ íí D *Éfc 3C ^ 

Por que por fora lhe mordiáooafamkaiMiotiioqyt- tnMlMT^ í* ^Z.--! t^^-^-4.1 

A.T«-lode.c.lSO.*dWií.don.edoe„cor.sãp. Í^ JÊ ft ] ^ 3* ±3| fif T £♦«> 
De bnnacoÍMfe infere a outra. ta ilfáM^jb «w • i» »-» p m* *-» 

Oni^«e£isTirio, e o varão Telbo ) da qni le .u -r- ju, jír -»- +* vi- , .a. 

io«sre, que a inorle hade clk-far. ^ M^ V^Wl ^ ^jSi^jC.90 ^ 

AooQTido, eem Toabiisalbediíte: Eliequeanda ||a'H* lítí "^ tXT ifc. -V —^ J^ « .U .^ 
-conluiado c«iD oi soldddofc mcirinhoi, ■ tua con. FW "^ '<"< ^ jfll pT /C Ry /NlB-Jr 

O bómem uãodeTeafferrar-ieaoseu juízo. A ^ ^ @ "^ R 9 

Por isto contidhaat tuas particulares inclioaf Set, JujL -4r _ , J -V 5./ I M X»! *^ R> J^ ETt 
«para aliviar os trabralbos de todos os bomeiís. J^ A Cà J^ 'fl^ ^ Jjp^ Jj ^>^p>| 

Safficieole para ti náo te serte das coifas eiternat p 3I z3 ^ >h 1^ j^ .,^^ â» "^ íM 

Ao ¥êr a sua elq^nte formosura se me allegra o B ^ ^ ZCt Ju tiL ^ .i\ 

Kem bom assígnado de toda a tilla pode lif rar-nos "'^ ,g J2 ^ ^ >^ ^ ^ líl ^ "^ 
dai fuatroat artes. ^ ^^^^ 

ÍTtaiíarn.rdtiSo"''""^"''"'''* ^ Tf -ffi lê * Ê^ A ^ ^ * itl. 

IfioaeiquedeKulpabMiedar parase bifar, e ^ «1 >^ 'W f?^ « Íí% JÈf TT A^ 
liTrar-M de ter prèio. ^ ^ 

Fitlgareê 4e 8 mahío» /\ [1^ 

IfMaett posso quwito mcBOstuteu excèdo-teem ^W^ Ê.% y^M % ^ Iv H >^ ÉS^ 

poder: !•. porquê teobo mais airigos, 9». por- íí ^ Íl "^ 19 ^ ^ H — Bí ]^ ifil 

^ue leoho roais riqoéaai j tu teos mao géoio, fa- ^ ^J^ÍJÍ^'^ íff ^ ^ y^ 4r ^ 

emente te irat: eu iro--roe porque roíoba mu- ^^^Qi^ífe^^^^^^tB.^ 

llieofiibof,eaTÔ paterno sXocbrístSos«deoun. ^ JI^C í ^ ÍÊM 7 ^ Jff ft 

tciei-ai «o^negedorda^idadetOoSo fftxtcaso. 38^ S| ^ 



Aulronas inMeriw» fiiàrio T«t<idaf em hums' ij&» /fp 1=» ihl' Jrr «1 1^ KL "^ 

Nao le poHc fallar niwo. íE'^ ÍÍE^ Í£ ^ 

Veio gente de PektiH,' e«u recebi Cirta, lá Vertia- ^íhjp^A^Sfe^-Br^Tft^^SBW 

dcíraracDle nfio ia? ia noTÍdade, lô a «itudante ^^ .ti é' Y+ ^^ P -ê^ 44 [^ B^ í P 

do tobrcnome £« anda? a relaxado c devasK^e o /^^^ /4- í;>t E*. -7* >J«* /\ :=í :WU zfe ií5 

Bi.po «comungou^. ► ^ ^ >?C :^ 4» ^- ^ 3= «C^ «i 

Ooe» .«. , o -.ncebo T.- T t of ^ 3^5 U M*W ^ >^ t^ 

Tu dIo inaodat Tariêr a cata, qaando ? ier o pa- •pjí J^ ^ A iâ Wj S£ ffi ^ — • J« 

IrSo hade ralhar-te rofii facilmente. SJÈ >^ B^ ^ 

Qual he melhor o ceo nublado ou chiror lo^ que ^ ^ J^ ^ ^jj :^ ^ í6o Wl % ^ 

o ceo está nublado tenho frio,* âX^ 

todof os rapazes gdsláo de brincar, porem roeu Jt §• /] > í^ ^ if ÍÇ -^ í í È ^ 6^ ^ 

primo (poifia) não costuma brincar: elIeTai tt-7^^Kitttír* I tóf^fô 

em direitura para aaula, e acabada a liçio, -^ -^^' ^ SC Joí lOl iB* I ™ -^ ^r* Zv 

▼olta TmediaUroente para cata. #è ^ T ^ Í ^'i ^ 

Pois o roeo sobrinho (por irmSo) em todas " *"<^- tt ;& ág á& iÇ. fé l ^ij | 7^ 5^ ^ 

ras,ein.lantesmedciobedece,todoodiae.t4. _*^ â ^ 64 ÍÍ ^^ "l ^1 ft ^ 

fallar mal dos mais, sabe para fora, mette-seem jU^BfíAí^ Hí Wí éV t£ T ^ 6 
súcias, nSo cuida em trabalhar, he soberbo, e nio ^M^^^ ^tK ^ Ô ^^ 

faz caso dos outros: Ues tujeitol indóceis TC ^ 54 /V^ ^"^ ^ '^^ 5C íR M 

nudca Tem a sei-geote. ^ j^ J\ 

Quando elle fizer alguma coisa ma^ tai de pressa 'jra'fpfh^^w'^91WvvS 

dix£.lo a seus pais, para que lhe dem huma tosa, CJ Wf Uai ^ Pv nF nC 1 ta 1 1 

que tbe doa três dias a fio, que logo se eraendía. '*^*tl ^lEljnFJfi— •/ÇWy 

Tua* tiai paterna, enuteraipanoadefArior j^^H ] ^ \ ^M^^f 

Ellui»ri«ierioldad<». ÃJHÍHBASÍ^ÍT 



97 

CaP' ^ fraie$, 

Huma faz fcnliaella ácasa do magistrado, a oulra "^^^j^E^ff Í&^^lí^ ^^ 

Está célebre ounca ?i nulheiesserero officlaei "È J^ í& ^ S^ ÍÍ ^ 7C 'ft 5(i W 

Foste a casa do Senhor V ? fui, elle linha ido yWú^r ^y ^ ^ ^^i3i^^í^á?TlS 

I, empregado, onde eu tive medo de ir. ffe Í ^ *t ISF f-fe M ^ # # • 

Ta es roui medrôío, que leme^ tu ? oem o% luei- >M» ^ -^ /j^ ítífl^ 5^^ ^ ^ 

ríDbos te podem prender. -& ^ fi^ ^ ^ 

TalTCZ eslejâo peiladoí, e coro rayao, ou se »> tllii ;]^ »|.^ >^ jj. | ^^ ^ Ã^ IÍf ^ tâ W 

me deitem as garras, o que nio tem difficul Jade f ^ ^ ^ ^ flt jR ^ 1^ — jH «Ôi ?^ 

alguma, e por fim sempre eu veuho a soffrer a 1^ j[ ^%™WÍ M [ J ^ 

injustiça. ^:S:^èT^w 

A ^oe bofaste levantas de «laDhãf |^ ^ ÍÍ TL R S ^ '^^ 

Logo que nasce o toí, parlo para a cidade a visitar tí -L* ttj ^ M ^ J^ í í 

Tu,que Un* commuaica^ão como* ciiadãu», »», i=i ^^ ^ _1» Ai A yfr 

bas de tór muito diofceiro: 'fejfe""3È-êfffi'F^ 

Tu parece, que e,lâ, perdido por nquê«.^ ^}t^M^^é.^M M 

,-o eoofe.«»eu,di«e,ben.. len. r,.Eo. ^^^^ |^|J^ g ^ l| "^ ^^^^ 

nero ea me posio deMulpaf: nSo lenho que diíer. ^ ^ ^ tl Kl ^, Í^ >Íf |jf '' '"" ife 

Para alli e«tà alguém ! ninguém, »ò là e»là hnro ^p— ^J^^^^— '>t"ÈtJSt^ 

bdspede, que Tem yiíiUr a Vocemecê. ^>Í^**^^A^ -St* 

P(^ di«-lhe, que nlo estou em casa. *{)> fS ^ ^ í ^ ^ ^ ' 

Imo de nenhuma sorte pode sor, depoU perco o jg T // '^ HE ^ ^ ^ J" ^ 

mea nome, e oSo hiode fezer caso de mim. f^ ^ ^ ^^^^^^^ ^ ^ na 

a.um«.deidlzer4heque«hip.raf«r,; E jlífe 7 # ^IF^* W f H 



^* A W Cap. // ^«*»- 

Não ba remédio, vou, a culpa he minha, que não g^-|pf ^ íç% Ô & W^ >§ ít ft "^ 

Ei-lo lá tem outra yftz, cu oio tenho laraanha ftXjjE^^ftWíS^TCWw 

paciência. Que peoa ! gaitar eu em fio jjl^o^ f^ è Mê ^ ^i^ ^ "> '"'^ M 

tanto dinheiro, muito me cu«la. iH i4* ^ ^ 

Aqella casa eitá roiíi torta (ameaça ruína) : S^fP^^J^-f^^WÍ^^ 

alli ha rouítoi faws de flórea sem huma lò tòr. ^fí^^l^ ^$f iE^^S S ife ÍÍ Wo 

SubHmeg, ^ 

Elle manda o contrario, do que goiU. «iHT^jRTtCTXT 

Ante» offereci-lhe mil taéf, e nlo o» acceitou, fy:^ ^^^^^"^ ^ 

agora para as necessidade» da mulher, e concubi- H ^ -V ^ 7I H^ ^ 

nasos recebe. -^ 3f /W -^ /7 fl^^W i^rt^ 

Sabendo liem, que nSo ha para onde se dirija, náo B^^^I^f^fcM^S^^^^ 

convém largar o que tem. *,• »*4t >A» ^ -11^ 4^ i!ll >j!? 

Dar no cotovelo dos superiores (crobaragi-los). ^ ^J ^ -j^ ^T-f^ fft ^ 

he o quenSo convém. * H ft é* S* 4^ 



► qu€ 

Antes tive realmente este pensamento. 

Banquetear— se com amigos he hum diacomprído 
sem noite. 

Tendo sido condiscípulos por áéz annos, de re- 
pente nos separamos piara differentçs terras cora 
nuvens, e montes, que nos embaràçio a côrau-, 
nicação. 

Çotre irmXos nào h» primeiro, nem segundo. 

Talvez demorando, muito, o negócio por fim 

custe a conclpir. 
O que eu intento, de nenhuma sorle osabesiu. 

De nenhuma sorte te Cf queças de mim. ^^^ v-r r- »»íy 

D«Je que me encarregon, até que «hí do emprê- A g^ ]í{S."í?'í^^ft^^^ 
go, afortunadamcnle niodcsbonrei a Vmcê, agora 1-1 . T* t* jtUrrí A:L Jtr fflflB ^^ ->i»- 
,0,0 n.e de.e U co,„ V^ce . ca-H-anha. e *>4^t ^«Í ÍT ^.mikí^ 

mostrarei, que em valor nSo cedo ao» mais. ^^ \í J^ a^ V-LlBB-aÍTriUTrrt 

^ada tcnd?) feito, para que cerra a porta, e nío ^ flf ^ 9 ^ íÊJ ^ P" W ^ IM ^ 

Dhrendo.lhe o passado, se elle sabe o futuro, não ^ ^ ^ IW 03^7r^ AlX/U W ^ 
be ter a maravilha da natureza celeste ? 



A:^J5 c«p./f Ftãte», ^ 

Dfieogaaet-o bem, roas nâo largaei» o que roc ^ J^ ^S. ^ R ^ 3E ^ W*^ jH ^ 

batia encarregado, de modo, que causasse suspeita* UI J^ ^ ^ 7 )l^ 

'^"íoítr!"' ■*'^^''"" "" -•'"" " 1^ # -^ W >»â ^ «5 - *4^ 

^.7eSr "'"" "'"'"•'•• e «>írr. o. W f^ ^ g J^ g ^ ^ j^ jg ^^ ^fe f 

Sr^íaTÍXf ''"'" '"""'"''' '"' tt f ^ I T> t ^ S P # iê 

pedio-o, ou dérío-iho ? ^ ;^ ^J|^^ :fl|j ^ ;^ ^ 

No julgar causa» «ó w «iirtenla ■ joilisi, e cora» uC "^ -W C-l. •*• Tl >fer .^ .liL .=e. sa 

á Vontade se faz iojustiça ? 'In f^^\ ͱM& n Vi jí^^ 

Nio repare no pre»ente ser pequeno, ma» pen»e. A» AA Ã |â Afc l JQ A». J^ i -itit ^r 

qathècorlesia feita àprc»a. (parUeuUt) que ^/ pH ^ ffl ^ I 1°> JS^ I JIH Jílío 

liga o •eiilido antecedente ao con»equente. jy^ . K ^ T^^ ^ 
Contando pelo» dedo» (curvando-o»), he ne»te raei, r-i m.» pt JU ,11, n -gr l^ ta .«g. i. - 

o melhor*^he fa.é-lo «edo. ^ ^ ^ M MM ^^M^^^WT&^^O 

Retirado no canto do mar lembra-ie de tudo,. ^ Ba.A&A/fcf*'ill.*».*.S . .V? 

e Dão descansa nem de dia, nem de ooite. J^mwTnWW' PuA^Sfiv ^ ^ 

Eità célebre homem l W "^ j^ /y 



f^idgãreê de 9 B^/scot. 



ÍLi^fóí^lg 



Ten» tblo o. géoio» ? nSo «ei que figura tem o» .-^ ^ íÍ lí 'Í)I| ^ ^ ^ jt H j|I| 

Sãoc«mo boro rooso,. que n'buin io»tante correm B __^ Ã 4t ^ Ó^ t^ ^ 

déz milhôe» de ff», e »efax yento,hc inexpKcaTel a ,^ fl*. PÔ íf TÇ ^^ ^È M, P> 

Telocid«le do »e» tóo. E ^ 6^ 'R*^ ^ ^ 

Parece .er fábula. «ííffiWf ffi 

#%íÈSJ!ic /ir li Bi 

TaJ?e», mas no pagode se pÍQllo desla maneira. J^ ; 

Elles também queimio incensos diante delles ? 09 /jk ^ jU "ff /ili DH Bff^^^>^ 

eostomes dos dífferentcs pai les são dífferentes, nâo ^ ^ j^ j^ ^ ^ ^ — * íl|v 
fea regra certa. íZf ^^ ..* ^ 



Tu efbein ousado, que le atrevei a brincar lirre- ^^Jjff;/CJ]H^|[Í[;^^^Í|^1R 

roenle diante dft mim, Levaota-sea tempestade na KJjB ^ 1*0 ]ft M, ^^ ÍSl ^R 

planície... nSo vi a Vrocê vir: xAo adverti; le ^^ ^ ^ ^^S^ 

Vmceaovircbamatsepormím, euroeajuelhiria, ^ j^ í§5'*^31JBt'3 ^50*"^ J^ 

iiãof.lla*cohtTenle : he huma contradicsão. |j[p^»ÍÍ^B»êtí^JSf 

OuTidizír.quco impcradOr China lyraniia o Píf U^ F^M ê t.^ M^^ 

po,oe™e,trc„,o. ^í * l 7 ÍÃ fó S ^ 

Isso he por inai* nío poder, porque (na província Jfíi^^ ^ ^^^'^ ^ ^ ^ 

de) Yun nan os bárbaros dcscêrSo dos montes a A ^ ]^ "itt 31 "K tlj 

roobar, e os empt egados da terra nem por isso se iT^^^BBtt*^ 

esfôrçSo aembaraçà.Io^. I») ^Pl à ^ lÍ f f fiS ^ 

Nas conquistas também os Turcos se rtbellârXo, * p ^I*5t ^^Êí^^f^íL^^^Í 

d^olarío o general em chefe, e fizérao escravos Ifi^l^í^*^ '^M^H'^^^ 

três gene ra es: í^ tó >(^ 

Logo entrando pela China acomettêrSo as tropas ^ ^fe 2l6 tb ^ h{t "fe* J&T ^ íS& 

do governo, e as vencêrSo; ullràjSo a nossa gente, JJ^^^^PÍSM? ^"fS^ã 

e tão ha excesso, que nâo comêltJio. ÍÍ&fl6ífA3Ê^^S 

Verdadeiramente no nosso reino ha môitos Tur- iS 2k 3* OT É? ^ W §|í ^ fp3 ^ d( 

cos, e estes logo se rendem, e os ajúdio. 'ife IP! í ^'J ^ ^ f& ^ "^ iP? 

O Imperador, ouvindo estas notícias, ficou fora ^ J^ "^ 5^ j^ S iP yC @ *& íl^ 

do seu juízo, mas passado hum instante tornando J ^ ^p *"** JEJ >Ç*^ Tp J lS<^ 64 

em si, irou.se muithsimo, e teve hum grande ^^ ..-» Jw .^ aut jm s^ ZA ifftf 13u 

sentimento. 7 T^ ft C> Sl|íS íí ^ T^ S 

Pegou cm alguns empregados, par^ed^ôlus, e ^^ ^}^ ^^^ '^ ^^T ^ ^ 

parle desterrou-os; e aos rebeldes, que 9e^\x\lo os ^^yfeM^^^H^âíl^âfll 

Turcos tirou os olhos^ ^í^ í Wi fl^ 



TLM Ctp./r Fram. 

nepois peniaodo, que m ChrisUôs tinhSo intelli- ^^fillpjl^il^A f^ j^ 

génckcoin osrabddw, por imo paisou ordem.que jjjj ^ ^j^ )^^ T ^"ÍC jfe^ fi | 

oi po5é5sem n-huma torlara riçorota para p .,^4. jjfjJpjfl^^^ÍIr^flf ^6^ M^ 

rem hum tcmio de apostasia, c »c ellcf não qui- H. 4|h VB >fr'W S ^ "^ "ÍC ^ 7> Ê^ 

fé9«<*m lhes des«rm o termo de tret cl ia», <* íi< 
penistíwem, <is enfnrcáMein, porf|iie não ;pie: 

que a* seitat iie radiquem na China, ^p J i^ *7^ 

Peço ao Senhor Mestre» me empreste h uma folha ^ yfe^^íÍ5""~5M^ 

de papel, para qiieoquere§ ? quero alguma provi. 35 totÉtt ^ ^S^ ^ íff hien mr tó 

•ão para ter¥ir quando for necessário ; pC ™ í* §^ 5r 5X >^ 

qoero feter hum caiihenho para apoutar as coisas; JSS /fe «^ ^fc ^ jfc ^ Jl S 



rf.,en.lh..de«,m«term«de fre. .li,., e ,. flj f ff ]gç JE :|í; ^ P |^ ijjj ff^ Q 



SHÍd.Tdo:.íde"""""*' "^ '""* ""'"*" Mo * * # 6^ IB tó # Fl:fef4- 

ctniof a três folhas» eaSo te permHio estra^^lis. 4k^L^^ ^ ^P^ ^ ^ ^ na 

»«« <m«reifra.Ur.. e.per.o,« do n.eu bem- -^ Jf.^j^^ M j8 ^ 1^ ti M 

Mo teohashuma coisa na hdca,e outra no coração; IT Ã n -& ilN ^ 2& llS DÍD*"^ 

oeor:í«ão e boca de vem ser aniformes. ^ if H Aw *u ^^ -gf Và |-" ^|« q 

Siro Senhoria Deofc jg j bW j 

Ff» cà outra ?er, conheces esta letra t não Tejo, W ^ /J» ^ ^Sl ^ ^ ^ ^ ^ JíC M 

dSo ditiso, nloha lua, ja sei, huroa he a lèlrajuia ^ ^ jjjf f4Í|[ j^ ^% ^> ^ T "^^ -^ 

eaoiitrahealetrafii: ê^^^^ííP"^^^ ^ ifc ^^ 

Sabes a tua lição de c*r ? não a posso dii er de cor : "^ Ó^ W ^ ^ jt ^ ^ ^^ Jt 3fe 

nlo a posso ditcr toda de cor, ni<> pensei, que ik -«^ -if Jl <m «b» aCtf ./k. rt U ^ 

boje havia aula. ^ T^ ^ :íí ^>ft í!l ^ R X ^ 

Sdoo rooi eaoçado,nSo tenho vagar para nada. -^ ^ ^^ '^jSiS^;^^^'^ 

lulebcHitem víeráo-me visitar, hontem fui pagar g\J R " ^ /> 3^ ^ M fl h ^íí 

«Tisitasboje alguns amigos vierão outra ver ^jQ^^^^^Çít^S;^ >f^JÍS ^fe 



ih M cap, // iVtfw. 

Isso está na lua mão, nada rae á'u reipeilo. ÍE^ R f^ I* ^ ífè ^ ifl "T 

Qual história: ouxalàque elles uão fossem pessoas ^|l ™ H? ^ ^PC ÍC ^^ T? U» jIj 

públicas, que se fôwem gente ordinária, logo eu l^W^^^ê^^W^Í^ ]RÍ^ 

nío fuzil caso deUt-s ; qa»nta mais qtic eUcs ?eir "JK ^^ j(2 jfj jj]^ ,flu ^ Irj 

porbomfim. ^s. n? í*! i& ® 

Ue coisa ordinária esqnecer a leira q«iando se peg.a ^ Ç iê T "^ 5^ ^ ^^ í ílí 

na pennai queria escrcTcr huma leira, e nJo me W 55"^ ^ ^ ^ fÊ ^íÊ ái ^ 

lembra conu» se escreye. W it ]A 

A cabeça he wi^, e em baixo hum <ui. dSo he as- ^ A^ ê^ ^WÊ ^'V ^-^ ^ -f^ 

iinií de bom lado hejV» era pe, e do outro he a l^\ >£^ J^^ÍA^^P*^ íSL 

letra mm deste modo f^ : aitim he- — 4^ H ? iS ti^ íf!I^ J8 T 



Sublime, 



* 



Ertroeio dia quando os boas guisados de bello ^ ^ â 4^ â^ ^ >|^ ^ ^ "âfí "l^^ 
gôslo se apresentàrio em huma braça quadrada , a»/-»« 4^ ^4^ ft .^ -^ tH» -irl 

(mesa grande). Ainda quando n$o haja aljuera Ti5r- ^To JsP vB ^ J» A |Pl W -R wV^ 

lado nisso, existem a« formas, quanto aos costumei t*-'-— «^ tee ju «st •> ji^ jkl^ rate 

singelos, he a primeira coisa necessária. S i i^ ff ^ JBL ^ >& W ^ 

Tendo eitabelecido hum mérito incorrup4ivel« -^ -^ V^* -># -nk k^ di^ J^ -í?:- ^C -J- 

deve passir o seu nome a mil geraçõef. JE '^ Tv ^^^ Zl «V/ B Iff 'P 1E | "p 

O (filósofa) Jan, ainda quando com o «rrancfir jJlf?* ^ ^^ 1 1 i. -11 íe l. 

Fazer fé cora.efcriturai decoolrato.náo. ^àh tA '» Êêt •^iU m. -^ Ju -Ju 

. he trato de sábios. W^MWW^TZ.^ 

Náo tendo a menor noticia tua, poderei toflfrer ? ^ j^ -a ^, ^^^ ^^^ 

Se realmente entre os dois náo h i que aparar " *^ 3q TC^ PJ ^^ jPj J 

(d.feUa),u«d.ffi,u.d,deh.ea. explicar... cara $f gÇ^gíl) filJ^jítBtfS 

Os pareceres dos heroes na substância.concórdSo. 'MjL jM fíf §. ^ S ífl lã 

Geralmente pratica a cortesU de despedir-ieá noitei ^^^^Á ^^ ffií J^ ^ J^ ÍIL 

Q Mudar pclt roanhâi e respeitar oi paii. A. ^ ^ <]^ *^ "à^ 



r Em razão do serviço público, dSo ouiaodo preferir Q^l^$>[Cã{[^ ÍÍÍ^^Sí^ 
o bem particular ao público, lego ficarão amigos ^ ÍQ iíZ tíHíf 

Promô?o o adianlamealo, e dío o alrazo. :^^||ljfjjTj -=^^^ilí 

Cocno^he tSo descomposto, que os feirado, o de,. ^^^ Js^ t^^^±^ gç ^ 

"ciei iie^sr " "''"""•'^ "^ "'""*'^*^^ 'li^. 4^ :^ í I'] ^ ^ - -t á: >i 

Eatão a abundância de fmcloj, e a paz do novo cor- M &k È. Sc ^ "SI ^ ^ M "^ ^ ^ 
respoade ao bom gOTêrnodo» Três Rei». ^' 7 T/u^í ,'^. J ,<$''^^^^»Jr 

Porqoe não o deixas, para que 4 vontade se entre- ^ >fÍ 'ÉÉ -Si Q jffi ^1 J|L ^ ^ 
^eàsuasoite. tAr -tft 

Concêda^me hum letreiro, para por elle pawar i^ 5» — .* lê t M :^ -H* /^ fC^ T 
o nieo nome aos vindouros. J^ 4^ Jfí^ Jjí^ >^ -^ -p Se 4 

Todos 08 diiivênaos os hoaiem procurar fama, e í|g '^ôm ^ jt^ A^I^ 3^^ ^& ^Tl 

riquezas^ como se fossem eternos, e incorruplívjis. ÍE ^\ T Jo 
Tendo clvegudo a morte som ter adquirido fa na, ^ "jB^ ]ro ^ ^ ^^ * ^ ^ Aí 

queixoso está no inferno. JS j^ |> 

Oeisenciíl hsqie cada hum esteja coirtenle com a ^'^^^ -^^-Hll ^JÈ% ^ ^"3F 
soa solte, que n)o sentirá haver a desigualdade de -^ 4^ 
IcTea, c pesada«. Jf% J^ 

FtUgarci de \0 rasgos. 



#*pit 



Venho de prop6 fito a pedir, que me eniine». 

Beiíonra, que nSo mereço. D4va-me, que borat lie? Ju 'Ú.-*^ BB jt /* tái t,9- — Ut* " -t-l 
Sào 10 beras, e três quartos. S «C Pf ÍpI Tl ^ flf !%<> T |* ^ ^'| 

V^cêjeio . boa bora, ju.U.neu.e esUoH,. pr. -g; |i| ^ 6§ Ç III ^ fl ^ ^ 

convido a Vmcê para hum jantar diário. ^ ^ ^ ^ ^ nl ^ 

Mo ao u digno, he justo, pois então servirei à mesa. '^^^^'^^^^^\^^ ^^ ^ 
EsaaetUboa. ^M 

O* moço ? Senhor, teos o jantar prompto ? 7^^ ^ ^ ^ ^ 4 ^ 

/ouço faltriiquanUs qualidades de guisados tens? ^Tf^i^ 4^^ JLlÊ^9í 
4< jc todo he magro, náo tenho guiiados de carne ^ □ ^ê;^^ÍÍ^>&^ ^ 



Nio 

lhe 
nãO( 



Ct^ // iVtfíít. 



í5oiiiiporU,p5cain^sadcprcM,F«pafaolloU. '^^^^^'^M^^ ^^ ^^ 

Ihcres, t6 fe ha aí/tfc*tft, echicarat neceswria» «"^J^^T^fi^^*^^^^ 

O jaolar eslà prompto; Iraae o jantar, ^ i^ T *& W ^ 

Tome a cab«feira da locta- NSo ha maior rei peito, ^ J^ ^ ^ ^^ jlP ÍÊ ^ 

Be liiôrja que roc fai. coma mai»: eatoo fartos ífH^ffl^^a^wST 

Bste cha nâo esto feilo, boi» maísfelha de cha; S*^^ JS^SMc^n"]^^^ 

B&on&o, ^^^W 

doe hUtofia he eità ? tea pai tem o cabelo todo fl- ^ ? ^ X S H » H ^-^^ 

branco, cit& mui acabado. ^ 6 T ^^ ^ "^ 

Itto Dão he para estranhar? porque em primeiro ^/^ ^%^^%'^^^^ 

d^em-lhe rauilo tu coitella«,etlà «einpre de cama: ^^^n9^1WmW^ 

demait dirto ha alguai malfeilôre», que lhe que. -^ ^ ^ ^ 9 ^J^ ffi M A 

reni fa»er mal. e « injuriSo. deniai* dirto nio %^m^^V^ *» A tt* 

tem filhof, que o mtóotero na Telhke: íf^XKlpI™^^^ ^>, 

clle eitâ mOi iroperllneote o dia inieiro. ^ "^ 55 $'] 5S 9 S W T ^ raf 

Om di«.n,e, tomo honra, to teu, pai.» ^ H ft S '^ ^^^^M ^ ^ 

Eu foço toda a diligencia? »ou pMlftr, que guardo ^ ^ // S ff ^ S ^'|x H 

gado, atiro aoarco paracafiar coelho», para lhe IH^fj^ff ^ %% ft 

dar de coraêr. c ainda lhe parece pouco, trato-o *» >tít S ^ j^ íí ÍS 
ben,, cooMlo-o, trato dot mui negócio^ eelle ff^^^^^^l^^ ^flf ^ 

nemafOiubramequerTêf. ^^Íh^^^%^Mi 

reahnentenloieiquelhefiis*. ^JÍR^ÍÍÃ 

Tu «laiin fcaea o tjoe <«"»'*"•■•••"■ ''*'"''*""*"'• ®WM»fittTr | KTA. 

Teu irmão maior he de «Ulura alta, e valeotej IJtwW I ^MW ^MZ 



+B 



Cap. // FrMm9. *•* 



r SUaeo sou niiit baixo, com todo ou oio me Iroco 
pofelle Certo. 






Teo acto tem empr^, tom adqoirido grande fanw^ aj, aí,^ ^l^#Í"A:lH "?JÍÇ 

dtièreoça de bain bruto. - - - 

Ito offeode os ouTÍdoi. 

l*«io palarrat ditas pelt própria boca do 
' leaaKttre. 



S( de preMS nSo lomat cuidado, temo, qn« cfcrgada >(P>j^i^^^;^j§'[|| J$ '' "J^ 

a kora, te inbretalte tocando no cotovelo, e Ite b- -ftlf.LisItV >. H icO, Xt. B ^ j m. 

cil ter illodido por elle « oio «e devÊra evitar o teu ^ * m ***" # X ^ j® J^ R)^ Ev 

te.0. Ít|? 

Tmcê oio o reprehende.na cara, mat lerye^se do i ^g* •_• ^^ ^^ «^ ^_- j^ ^1^ 

Dim para o fazer, Tcrdadeiramente fico muito ^ ,^p| ^ Igt ^^ ^ |]^ iB P ^K ^ 

Ou parentes próximos cállio os defeitot, por ího jft jS ift í» ^ ^ô i£ 3^. ^ Sh^ 

CMfem retírar-se do que he odioso, para embara- ^ ^^ J^i^ M^^CZ^ 

m, oSo reflicU o seu defeito sobre si. ||JP ^ ^^ ^^ ^ |P 

Os aldMOs TenMo a estrmaTel perfeiç&o dos Telhog. B Í3^ ij^ 3^ ]^ Í ^ A ^ 96 

OkniieiroeoeootraDdo-secom o eremita, per iri^ntáo j|d^ 4l ili^Md^l^ t« M'f ^ ít 

pek idade mutua, (ot qoe se encontrão pergonlSo ^ 7C M-I^TBS£itpX |HJ ^l/v 

Quando chwça o inferno te derribares as eavas ^ ^ ^ ^ ^ CT W >1^ &^ Jfi 

Ha eiplanagio das palavras sempre metiem (riiçat. ^v^^^^ ^^l^lH' Ê^^H 

bto ke bom dito vago sem fundamento na historia. ]){j g ^^ ^ ^ 7^ 

EoiriTOCoa o nome FomJdm com Mãteam, (eqtdvâ' tít ±'m >jieÉ 'íf A W ^ 

«fíii.) W pS <^ S^ :S .^ W 

ir»oc€anioafiidi2»se como o cio da casado oojo. ^^^flJ^T^tP^^^^lf^ 



106 Ja 

T ^ Pa» Cp. n Fram. 

Neste tempo • . , . o império ette?e em muito risco. ^^ }^ ffip «^ ^ T? Sj *» 

Em qualquer coisa, que te fas cooTera ser constan* Èh ^ ^ j^ ^ ^ Ãlt «.^ 

te «té o fim, nào se dc?e temer ao priocipio, nem ■ '^ ^^ ^ ® ^ **»'* «í^ 

Os peceffUfiro», eabrnnneirosda porta dispútlo o m^ t^ .J^ t^ -f^ j^ 

esplendor da primavera (casa florecente.) ■— * f ^ J^jj ^ ^ ^fT 5^ 

rúlgareê de 1 1 a^soos. "J* ""^ |^ 

Hontem tendo bebido hum copo de fiubo de mais* Vjt tí A ^x ] *"^ jSU ^S 

com hum salto quebrei huma peroa, que me doeo *■« Mt ttr 1 J& J *"* ^R /K |^ Ri 

insoffrif cimentei berrei como buma Tacca, e logo ^^ pT dB f^ ^S jM} Im &. — ^ -^ ^ 

íiqueipatetaeompleto. #^^S9^*T 

Viério logo todos a líombar de mim dizendo : £ste jfr 7^ ]^ ^ Si ^ V« Ptf 

valeolão veibaco não tem vergonha alguma, antes |§ A ^ ?fi 6à yb T» í^ ^ 

à Yontade injuriava os mais, fazia desbonestidades, ^Jg Im ^ m ^ M /> 

e cumettia lodos os crimes{ e agora ÍT^fr í^ W ^ UR W 5p SP^ 

mi^râUL "^"^ * *'''''' *''^'' fico^^fraco, e — í|7^Sfc^ÍS3C»|^^ 

Justo castigo do céo, que nos livrou de muitos males, ^ ^ R^ ^ t^ >U W ff |^ ^ 7v T» 

Eu esperava, que elles se chegassem mais para miro K fl^ S TDi IH XL fli 7^0 ^S 

queria experimenta-los e ensinà.jos, de boa ^ ^ V^ ^^ ^ W W» W i 1 

quebraria a outra perna para me vingar: _ n^ n^ ^S jfi ÂÍL 

riquêaBí,e pobreza, odesabaros monte8,o abrir. ^ -^ ^ S§ |lj J^ J^^ 

nada temo ; mas quero fòzer toda a diligência para ^^^^^JHlH^SHi^ 

deixar ftroa % pois di* o provérbio : J^/J^V^'!^^ A.M. 

Passa a ave, e deixa som ; passa o homem, e deixa ^fp^A^W^P &W,mJ^ 

Enganáste.te, temo, que, o que haide deixar, be j^\j^^iJHW^^wf 

afama de salteador. j^È^'^'»™»"?^^ 



m Cap. /^ Fràtrs. 

, X«o sio pode âcr, hum heroe tempre bc a toluraoa 3^^^!?Ç||~*^^Í^ 

Qoe te parece de n-ea cunhado? ^ J" ^ ^ ffl ^ íÊ ÍÍ S 

Hc buiQ ATarento, oio aroa o próximo, como 




mesmo, iem muito diobeiro,raa« Dão o pode largar ^bm jeit ^ ■ í« ^-j aw jo ^i- 'i-rr^u -^^'^ 

p.™ 6xer e.mol52, he groMeíro, he i„.perti- j| Jn^ ^ ]^ ^1^ ^^íf Él^ 

■cote na converta^ bio fáa o qoc lhe dizem, he njT ttC Jl 

teimoso, tem o quarta cujo, e oio o varre, chofe g^ ^'^^ ^9 ^^^^ J^^ M^ 

Mie na casa, e náo a concerta, -y. Ã^ 

*d?i2vrb„rlrrt."r "•*"•-•'"• -«- ''°"- jãE ^ t ^ 6^^*f -t a;?;^ 

Teu* a]gom officía mecânico > Eu sou general ; ik'^ j^í i^ ^ ^ ^ "f^^ M 

•o. parente,, e amigos me tràlSo í^^tM^^^^^ 

iodoa bem; com tudo tenho o coração opprimido SÍ jfê ^ iO ^ ^ Sfe j^ 

acaMeità toda arruinada, oâo posso conseivaro ^^M tólT ^tl^fe^ 

lax.4a familia, ^ I^^P >^ f H 

daqni a pouco tempo a gente aceada hade retirar-se /f^^^#^]^A|Mffi 

longede mim. e a yíI hade chegar-se para mim: iPRH^ÍS-^^WyA 

penio em arrancar este remate do barrete; 






Uaçar abaixo aqadtw arrna*. ^W ^lí^^-l^f^ 

B. maito bo». eu te acompaaha ÍÍÍ!?,tíSfi#|ÍS7 

Sublime. ^ 

Slltae deKiilpa,epedeUceoqa,e por ^ue ? ta pro. -§* ffi ^ -^ -|g -ftf *f ^ ^ 

weloiente o «bera.. ^ÍI^^^Z 



108 J-»— . 



Cap. // Frãiee, 

Ainda que o taiba, dSo ouso dite-lo, » prere oir dío MPwllS^flK^P*»^^^ ^ 

roe expilla. ^PÇ J^ 

Em tudo, o que tem, que fazer, le aparta muito daa /y ^ ffflr J& 4' ^ ^ ^ ^ ^^ 

regras, c que ac-ntímeatos são etleif 4â ^hJ ^ i\ íjç 

Nada percebo por miúdo, e só o eateodo em grôtso : ^ ^ 5g JEL {|^ XM fB ^ ^ ^ 

conjecturo, que ettà oppriínido da pobreao. J^ ]|h yjq' fl^ @ 1^ j^ 9 ^ 

De dia, e de noite andar Yadio,e perder muito tempo H ^ llR la A ^ ^ i^ "T^ A 

nSo he coita digna de pena ? P] fff ^^ 

Também «ei, que a fêrde primarera oao Tolta, po- 'h* Art i: ^fe .7* W Jí ált á? 

rero a minha barbaridade nio te podercprirair í^r Tt^ ^ ^ A^ RI TT ^ fl 

(por e.ur ja duro.) ^^ Ví:^^ ^^fí^'^ 

Á9 coifas devem comprehender-ie, e deslindar, e ^ ^ j^ IES |fl) ^> il^ 7^ $ ÍB Í1ÍÍ 

como falia em grosso, e logo deiía de f<ilbr } ^ ojL, y« .ju. ^ 

Isto tem a sua razío, porque se dit^Hae tudo, «Airia ^^^^ ^ l^^jj^-g^^^ ^ 

do seu sério, c produziria consequências inter- a* m tt Ac 46? -V tÍA il# 

minareis. m^ Í^R^ mZ.r%VÍ 

Differentes famílias estão ordenadas entre si } isto SL'j^ >^^ M I^ ^ ^ ^ ^ if* 

taUez tem algum grande objecto: ^ S^'yZ> W 

bso he tolice, nlo he roais do qoe para goardar-se ^ 7^ p *(&> 7 j3 E# «^ ^ 

dof salteadores : perguntarei a Vmcé para cortar ^ fp^ ^ ^ :j(j (jf |fi jft U H^ 

eate covil de ladrões, que meio haverá ? ^ 40C th. til 

Os meios, em que tenho assentado, todos dependem J^ft fiC ^ ^ j^ j|^ ^^ J^ ^ 

de TOS irdes com valor avançando. ^ 'B B ^ j|t ay «^ 

Perdoar crimes por peitas recebidas, parece fiilU de ^ A ]^ in j^ mff J^ 7^ âS tf ft 

Intelligència em sentenciar. "fô ^ PH ^ "1^ *& 

lito he, o que quer dizer: sondo a casUgo illegal, ^ ^ ff >fy >f% lE^l) ^ ^ j 

a sentença he forçada» e como fagirâ do remorso l É| w ^S p^ 

As coitas picantes podem abrir a vontade de comer, ^^!/^tírll^ &VÍ A ^ 

para comer mais. T 3^ ^ ^ u^ uli n^ ^ «ft 



. +- m 



Cap. // 

E»l04i triste, c incSmodudo: 

passemos álé.n do riu àquella 

aldea^ a rer o sítio, e a boa vista. 
Vamos là: oh ! esla à^oa be mui fiiud •, 

olo se poile pissara vào, se nuiarri o*, 

a corrente d^ à^oa nos levara para <> nnr* 

Não lemas.- na parle de ciira o riu he Ur^n, 

ca àjoa b&ixíi. dtspiudo.nns alé à cintura 
esta a C(»isa feita. 

Sio aqui a» tnoçis bonitas? 

Todas as das aldeãs slu bonitas, 
todas sio mancas, moderadai, . 

eboBS costureiras. 

Porem fatiaste cora ell is? 

Atada qoe andei por todas estas aldeãs duas, ou trcs 
v:zef, ainda não vi hunia donzela. 
Por Teotura serão todas velhas, todas casadas, 

e de idade? 

Nàobe isto; dias antes de casar, olo se lhes permitte 
▼er hum so bònaem. 

Pois be isso assifo? He yerdade. 
Seodo isso assira, supúnhamos, 

^oe eu depois de casar, 

Tia, qoe a mulher era feia, e que o génio oâo 

condiíia, ^ue havia de fazer? 
IâK> nio pode acontecer, sempre ha hum yelbo, 

qoe ser?e de cafameoteirO) ello miudamente 
eipliea, 



Frases vutgaret de 12 rmsgos. 










I -— |B| Cap. a Wram. 

que cara, e feiçõe» lein, e tombem algiraias vezes ^ ^ j^ ^ )^ ^ ^ \!Í ^ W* 

permitte occultameote deitar-lhehuma tista. ^ Pi «^ ^ « ^ ^ W «^ *" 

Ja entendo: vamos procurar hum «É 5Í |9 T "^ fl ífe ^~* ^ ÍS^ A 

casamenteiro. 3i ^ 

A qnclle, que la vem de vestido lallar, ÍJP ffi^WW^^S^S? 

c barba branca, poderá servir. A jS ^ wi Vi^^V^nÍ 

Não te lembres de coisas mas, nSo penses em coisas ])|jjÇ ^ ^ ^ ili^ ^ 5? w -^ ^ 

impuras, falia em outra coisa. ^ W >Íí 0^ M ]?'i Éí 

Antes «Btova fresco, por que esUva nublado, agora ^ ^ ^C ^^ ^ 1^ ^ ^ ^ 

que a» nuvens ge dissipârio está calor, vamos S^ igi n^ T Itlf ^ $" ^ ^^ 

comprar hum sombreiro, para tirar o sol. S «.^ j:p ^ ^ B SM 

Es mQi delicado. Eu conslipei-me ha dias, Ã> ^ttí^^^Í^ ^ ^ ^ ^ ^^ ^ 

tive hontem febre, c hoje só bebi huraa pouca fl^ H ^ ^ "^ B ^ ^ 

de canja delgada ; agora em apanhando sol logo i^ ^^^^^^'^^OS^kI^ 

recaio na doença ? sem ler quem cuide de mim. /X í ILl TH 'n / V ÍW /P ^0 

Tenho pena de ti. PJ W Kk 

Quem vera lá? Parabéns, boas fesla». fj* ^ ^ ^ J ^ W^S ^ 

Por que? Ahi vem teu avô materno, vai recebe-lo. j^ TT ^^ ^ °^ Tn^W*^ J sSw fE 

Não falias verdade: oh se elle viesse ! íí> gfC M |p ^íE ^mXTf 

todo o homem de virtude, he «eu amigo: ^ WlT H9 /V ^ M ^ ^ f[f 

alé o Imperador o estima; S^^M^WÃfcX P7 ^ :Ul ttl^ ittt 

08 mais nobres gentis homens da côrle o vené.Soj 18 M mm^M^^^ & # Sll WC TO 

isto tudo he, por que no tempo da revolução JêH^wÍJePÍJ^ W?^r/C 

geral do império fei grandes serviços. $Ià H V ^ ^ ^ A ]^ ^ 

Eu pertendo alugar huma c^sa, e qocro tombem ^JS^^^M^*^»^^^ 



"T — . (5 Cap. // Fra$ti. 

toda* a» alAiat, e oroatoc etcadai de. mão, ^^^^ ^^W'W 
càix...bulK xadre. de marfim, «lia., abano, ^ ''«í^ffi f^^S^M^T 

Agora quero alugar algun» mariolas para 3©"*^ ÍÍ^TT J^^Wi il 



mudar de casas» 



isiA^^ã^^p^^^mt 



SubKmeê. "ÍT 



Se tem alguma coisa, que pode servir, convém po- í Jft *«" <S "^ ^ 1'] ||í # í^ ^ !?| 
lona cabeceira da banca para servir de hum peque- W ® í;á; ^ ^ Bí] 

Este, que empertigado se gloria, e elleva, como se H $: J% T%^, % ^ ^ ÍÍ^^ ¥ 

nio bouTesse mais ninguém, ah ! as suas ^ A ^ ^^ K1 *^ ^ A íl 

acções hSo de desdourar a polidez! ^ •fij ^f ^ ^ ''^ -^ "iP ^ >Ç *&* 

Sejio velhos, ou moços, nobres, ou plebeos tem o áte^^^^i&jf^^fj^l^ 

mesmo nascimento, e o mesmo fim; igualmente ^^^^ U^ j^ « ^1^ hl Iff já fijj ^ 

para lodos he essencial rcformar^e. j^JS! '^^^^-tí* 

Ao principio pedia-lbe hum bocado de milho, e logo Vy^iW^^^^ITO^M^^ 

operava participar do scd vinho, e caldo: isto nSo W^Wl5f%lH^^fi/C5& 

tirt;x'orot:í^^^^^^^^^ •^^^^ W t#-Él5 1 * t^ ^^ "^ 

^ podem ioffrear. Íl Í ^ *l S # S ^ ^^ 

Por estacaosa .o o virtuoso pode soJeiUr os outros Jl^aftt^tfllMl 

pela liberalidade, e a este segue-ie o valente (para BB T S ^^ â -fetl ^í* 

aqoellesaqnemavirtudeniosojeita.) íft Q ft Mè/^T Ift ^H 

Todo o dia a preparar banquetes para convidar âS< H PX ?« S^C W ^^ *i^ ' A 

a vilmente, náo be so dissipar para sustentar lft4^ál-^^^^1>^tó 

o luxo, mas he a coisa roais inútil. H W ^ flK 7t -^L* /3Sr ^W 'PS 

a virtude do aborrecido, ho no mundo coisa rara. ^ ^ ^ >/^ 1^ j|Pf ^ 



112 



+=H 



Cap, // 



Trãte$, 



Congreça 01 valeniões do império para hum dia 
fazer bum^ revolução, 

>e então a gcnle da terra soffrerá todi a sua 

veaeno«a carr.iceri;|. 

Se me pcrmiltes subif k tua porta, a dar«t« oh 
paraben.?, nio rcpar») na di8làncin da terri» c 
repetidos mares. 

■Se por lua beBigqidade quizeres vir, que cirande 

glória, e.fortuna! 
S* ndo tu pobre, nem por í€so rhe^ues n nío 

faier ca«o da vergjnhi, e decência. 
Procurará al;;uem a grandeza, sem rca nr cm 

que o seu compor tament-j seja mui vil, e 

indecente? 

?c n3o consegue aquillo, soffrerá à callada a in- 
justiça, sem a poiler ezpôr. 

Poderá deixar de se alegrar vencendo, ou de 















irar^se para os mais. perdendo? 
NSo cuides da razSo ou sem rasão dos mais, que 
naturalmente terás pns sem novidade. 

Por que ra^ão as pala^rras do inda^dor da anti 
guidade, e verdade são onro, e pedraria ? ^ ^ ,w^^,., • — 

Tudo procede do muito pensar, e parar com a vista J^ Úl ^ Wl ííf BSPlíStS* 49è 
(indagar), e em grande silencio combinar; ^ FHififti&«iW7u1^BS wv 

que por isso consegue a agulha de roarearda jfr /\ A W ÍS ^ ^ j^ ^B 

Nada ha» que nao esteja errado. Não faltio ^ros. 

f^ulgares de 13 íusgos. 
Esta columna de pedra está torta 
por causa daquelle cano. 



Deve-se entupir senio vindo huma giande 

chuva hadecahir* 
Se as casas próximas fossem, novas ainda, tinha 

hum patse ; 

porem icjado v elhai, se cahir a columna 






*j* ,Zl m Cap. n rrain. 

af casas lambera nâo ficio 3m pé, J^ "? íÈé ^í -^ ft 

ma» vem juntas abaixo. ~^^À^^M^^ 

Mas oiu cnlci.di>, doade procéiU lu Í í JS 7 IH í^ ÍÍ "f -t ÓJ' 

os si-nac» dai culumnu., ^P S ^ ^ í^ IP |i ^ Ôíf 

não os vrjo bem. ^'T^ M ^ 

Agora me lembra; hum dia osoffica^s iniliUrií, ^^ Sj^ J 'H "^ ^ /Sjí ^ ÍTaJ fj' 

Uodo.se embebedado, sahindo ao exercício de ^ ^?^^*'«*T ÍS flj '^ t^""'^"*^ 

jogar a espada, perlendêíio coitir a column •, ^>[7 ^^ IBJlí ffiíf ^ffi "T* 

€ calão me «mo veio o inimigo, e alacando-oí, jBjJ tó; -jSç ^ jKfr ffl ^ dt — i* "tít ^ 

f%.|os lod<i? prisioneiros. +C flfi ' ^3 WP W T^^ 3? / 

Estes so^çeitos n&o só erào estúpidos, mas também' ^^ ^/V ^ J^ I JOt Im ^ ^ V^^ ^ 

náo linií» Tefgonbi. fl^ fllt Z ^ 

Eu à noite náo podendo dormir, entro a pensar era 5\ ^^ J- fl^ ^ W w9 S 

mil d^'*ptirat«»«, ^[j ^ 

Pois que pensas tu f ^ ^ fT ^ ^ 

As vezes penso enlrar na assemblea dos géoios, "**fl»F >^ "^^Ei ^ 51^» 

e espor doutrinas mystcriósas. kP -m.t?*l 



Outras vezes imagino, que vem huma ave pousar "'^'JfgpASfl ^ 

na minha cfthvÇa, e de repinte hum raio mata a J^ ISPSK A â iS.^* 

avcrsem que eu fique ferr.io. ^ '/^ ^ ^ ]^ 

Outras ve2es parece-me, que vera o povo roiudo JfT iiSJ "^ «^5 'fll* /n ^fl* 

lodo a acciaroar-me imperador, e eUon no cume ^ ^ ff: l^1^> A* ^^ |í| TS Jl 

sacrificando ao Rei supremo, e descendo faço ^^Ju^ r ^ ^ ^1* 

alliaosaf com os reinos estrangeiros e faro a paz. ^j> jj^ Btt TO T Tr 



ir4 o.— 



+ S1BI Cnp.It 



NSo despreset ettes peosamenlof ; 
por que todot tem a tua iaterpreUfiao, (a) 
Ja antet ti?e muitos semelhantes» 

roas nunca vi algum efTeito. 
De certo, por que oão penetraste 

o seu seutido figurado. 
O primeiro pensamento quer dísêr, que tu 

terás huina grande fortuna : 
O segundo (quer dizer) que ainda que a tua 

fazenda ba de padecer darono, o teu corpo 

nâO terá detrimentos 
O terceiro, que algum dia leràs feito imperador, 

e eu serei o teu ministro creador do império. 

Obrigado pela tua interpretarão, peço-te com 

todas as veras, que sejas bum diligente, 
"e fiel ministro. 

Que vento te soprou para aqui, 

que grande negócio tens ? 

Tenho de comprar algumas coisiuh^. 

Nós temos aqni abundàacia de tudo, 

e feito. 
Quero comprar algumas pellei de marta, 

dois jogos de diccionárlos, seis peçns de nuno, 
e hura thermómetro* 



Franê. 






é#0Sí}jSWS 












^•^ ^'■-j^:í:i::cr*'"^''"''''"'í«í SB^PJll^ltA» j|*t«Sí' 



+ — B Cap.// rr.m. ''' 

Quero ovo. de gaIJinha, laranja,, e cidra. S || ^ . ÍÍ >^"- í > tt í It 

A fruta ainJa oáo eslà madura. M ^ ^ Í9' -Ê^ ^ T 

Vou apalpar aquelle* abrunhos a ,èr. Nâo pode «êr, ^^BÊ^ ^0 ^ H^ 

não te perraítte tocar-lhci. Paciéici.. Tf^VíM^^W 



Sublime». ^/ 

He rae preciso servir-me das suai gravei expres- -*. >-f- /«. a*^ ,cn, _t. -.. > >^ -^ ^ 

«e. par. adUnUr o oegôcio. # ^I 1 1 f í fj>í í^ t ^f $• 

'Se«i eu avaro de exprenõe» para nS» animar, SL^ ^ I^— tft^^â* MM M TÍ" ^ 
brei, que a coisa nSo «àia ? M "^ ^^ ^]>C^ 

iuaa. acçõe. ,S« moderada,, e aju,tad„ à r.zão. :«: »1 # ífe ^ SK W f ig ftA j^ J; 

oqoe puder pensar de vagai, real>iiente g..slirá -ík ^ \r TV^. "P^ 11» ^ *±. m g ^ 

o .10 mitleriÔso » entido, e di.tiDcMmenlc « í^' j^ ^ ^ ^ 3)^ Sí J|- S ÍS 

peneirará todo. T*##S'iÍ' 

Queimar incenso», tocar pian» rom bnmsotn Jkk ■:^ *â' ^P£ lís :^ itPi ^^.lL-»'»tt 

claro, e finaes pausado*, não he «não sacar b.,„s 5t W tV ^ ^ íB Wf '"" SSP^ 'f» M 

woi, roa* nio chega à maravilha da hiirn.onia i» ÍÉ -U- Ô. atf -?» ife££ ** -H*J*Xl 

do p»oo, e cravo (matnmdnio.) H # ^ t Hll >fi ^^ ^ WZW 

,.» W .... ,.i, . .«.Mo , p„. i„, ,„..ft- s B f t A ?|l!l Ji i^ Ij K 1 

rirlo o governo ao príncipe. Jáí ai S&TÍ 

Por que le expõe» a iiitpeiUi, que causSo croba. ff? Jtpt ]tò j(P I^^ ^tÊ^T^ 

raso» intermioèvei»? --• W^ 09 'Wv *\ Tl 

O mar na penna, e formar logo hi> ma oração he -tt -*. »l»^ «O iiii •» ii4. J^ jr* .>_ 

or,e.o de «íiencia funda, m,l o talento, que M ^ M^ ^1*^1 MB t^M^Mlc 

alravcMa o ceo, e comprehende a l.-rra, iào pa»sa 2 ji ju T X J V. ^ ^^ '^'^^ 

da regra diária, e cSmom (he o essencial.) "^vCTÍ|5q*tíffi5^;^^ 

A g«nd«z. da natureza nem o «.nt„ a compre- M 9 Z^ -ÚLÚIÊ. A t^ ^ B ^ 

hciule... óob«.rva o «,u continuo movimento. ^B^MjMÍL \ "f—^X^á. 

•ero parar bum dia. nem cessar em cem annos. W ^ ^ ^ fjj" ]flj £ 

r^irrrirrrzt^^^^^^^^ I .f ii^^ s is « s t^ n 

par. lanaenur muito. JSÍS^JR 

l« si^i? .êrv-i": ~'"^*''' '*" ''^""' "''- * & t W W ^ t * f ^i^ 



público; e s . ha íilijiiMii r9 nisHã» rriuloin por 

trincnfí<i8 a pioruiSoi c os que aiuISo |ieluii> 

tribuiiaes (em isto por odí lo. 
Dihaixo da l..rliini i|ik- kc iíÍo podo cxturcjuir ? 3g '^*<'« ^è^i^^^^^^i^ 

«crá só íi Ciuifi>!tão ilc furtar frinlc ? 






O íurso da II an.ea h • ciu mil annog o meimo, ^C^ÊíS^íflI^^P^ÍÍ^ ^ 

man br.,l , a priu avcr.i, e app .me lifilbanke, ftftS^ J'J 5t M ^ "** Ét 

Os mogquilo. d. enna fà.em h.nn Iro^ão, e n5o ^SlÇ^^J^IríllêlL 5B^iB' 

heuli ajuílar <. pouco? assim hiimaconferéficia m -+iL ^ (J^ -V IÍI# AL-^t>it^ -1- -V-tó- 

liude desenvolver o. bellos dis. urMig de Ioda a an. JE RlC ^^' ^^M Pj ^T P ZM 



tiguidade; pcire »i nâo havendo meio de nos vermos, s^t 4'^^ 

nio tenho renêlio siuio com nsp ito fazer huiua *^ 

raiteira caria p .ra o pai licipar a Vmc^. ij± cha^m hfíf^ 

Este |.uvo c.ló|;ido ainda, que seja aisligado com ífl jlfc >2^ S fi8Í ? 3^ >^ ]?^ JI 
pena de morte, fica sempre iusen.ivel, e gover- M ^ ^ ^ ^^ ^ ^^ ft 
narei esta lerr.i ? ^ J^ 

Disputar terreno com guerra, juncar os campos J^XJU III ene ÁíL h TAm^A i tít.M' 

de cadáveres he coisa^que sempre houve. 7^1b4^ '^ ^^^'^ ^ ^m^R pTW^ 

O pobre, e estudioso, que quasi uuoca se farta em »-^ - . - •» <*»» 

cada coniidi; ainda faltando o necessário, e 
comendo abobara, e herva eitas lho sabem bera 






pela parci.nónia. ^ ^Wl jj^^'^" ^ "^ 



*j»I^JKlK*«íí^ÈftT^Bft 



o nSo ter siicc-ea^ão a mulher cio a tainben 
procede dé eli<i ordinariamente ser gatimha, que 

gaverna as horas (cm lugar do galLi, governar.) ^| ^ jfi ^ ifa^ •>& 

Fulgures de 14 íusgps. -J* M iS| 

£u vou contar hjai cuato, para tu ouvires. ^ ^t mmA /v 4jtr i£/j^ Mr* 

Foi huma vez h ima viuva Cbristã, que linha tudo ^ -- ^ A ^ ^ ^^ i^ ^ a db^ jt^ 

o que precisava, de surte, que ainda qu? nSo era ^ ^m gg» m Mt -^ ÃM ^ -^ii j^ 

ric. linha co,„qae,.a..ar. {g t í"! ÍÊ jfi# ^^1^ 

Tinha ella^huin^âaico filho, ^ ES ) Ófr >& «—^ A Jtt I2* 



passado» poucos aooos o rap:i« niorreo realmente ^ ^ ffi 4Ê ^ ^ S| ^ ^ "jT 

enasrgundaiioile vio a n.âi om «,nlios o fiJho ^ ^ fl ^ Jl^^^^^^^ Wtf ^J[^ 

«ietceode para o inferiu»; no dia seguinte estando 9 '^H^ "K ífe ^ÉIt ift 5f ^^ ^ 

muito desconsolada, resolveo se a casar ^Jtf jft /fí ^ ÍÈfc JÈ 'D fô^tô 

outra ves : |>riineiro, para parir ouIfo 6Ibo, (|ue *— ^ W JEIL tír ■-«» /^ ifi. 

fo«e para o Cco, e satisfater pelo seu pecrado; IZ ^ ^ jkjjt íí^ éà 06 ^ 

segundo, para continuar a successão, nâo que. Zl ?^ >t -^ ^^ HL ^ ià f^ 

rendo cortar a liob&geni : Jt "gg ^ jSf 

aingaem conjectorava a sua intenção, excepto A JM 4fl Jja^ $t] "^ A^ $ 191 

bnm agudo, e narigudo Turco, que observando gg J| ^ Jg H ^^ ^ ffy'^ ^ Wí^ 

• a^icefausto dasuaeasa, nio obstante ser f « l^ jR *«:fc ^ g^tf * 

jaido-^suspeitouo queera, e procurou ..neio. -^^ ^ ^ /^^ ;\^ ^ ^ ^^ :f 

de se caaar cora ella: passados poucos meces, % -^ itf| ^gL «V Tf ^ íXk ^^ tk 

a pouca disUncia da sua casa fbrroou-se hum jA^m ai. M gM ^u -ar j^ H^ -|^ ^^^ A 

CO? i1 de ladrões^ e sendo este Tnrco hom ma- â|F tí^ Q "j^ Sf >^ El ^ 

gísirado adregado, o Vicerei o delegou para g ^^ ^P Ig SlSffí H T ífe 

condasir alcaides a procura-los, e prende-los : ta ^ II ^ ^ /i|| iit 

o,.e«Wd«pelo.l.d,õ«. *Sfit^*itt>ffiâÊ 

nem por isso ee esconderio, roas pelo contrario pÇ fl l®^ w9^ Tfl iSÍ tJ *^ ^ 

tmirio hom theatro, igário mfliUa bandeiras, ^K^^^vL 

epotéffI<Kie a representar comédias, para se mos. yíL Wfl S 19 Jm 1^ ™ 

triren animosos: ^J^^"? 

diegadoo Torço, de caminho oavio a comédia, ^/^jj^^ílJ^XlJf^lJ/fj^ 

oqnefeitojfem temer aioa forUléi», Sfí^T 7Ífi ft ff! íí H |íí 



logo os meltco oa cadea, e vollou para iÊSÍ4CÍ6flífTS% 

«ata: chegando Ja, e encontraodo a mulher com Ipl â^ ^ ^ "T Mf ^ 

hum roeniDO ao collo, logo comecea a taspeitar ™ Má jE» nv ato -^^ |3È » 

mal. dizendo co» «g*: Hi» 8 M Í IR 1 ffe W ft í^ S 

Caro esposo dSo me etti anhet iito i ^ A ^ ^ S ^ 

este menino oasceo antet de Urapo, que ^leaa jS^ ^l V^^ /T A"^ ^ 

nio escaparí ^ T jfe W 'It ílí ^ 7 

DÍo vês ooroo fae pequenino ; «u antes qoizera ^ ^'p ^ ^ ^ #Xf "^ %C 

não ter filhos, do que ve^los morrer diante '^ Q^ ^ '4 ^ jí IVi líê fE 

de--.™, ^W^W^^'^ 

O Turco «Atava cada ves mais confuso i 77)1 i r-< ^ '^i- <?s^ •• 1 m* 

roas nada disse, « reiírocfse da gente para hum *^ j^ "» ^ Jib -4- lU^ ^ i4* ^ Ai» 
lagar solitário, a rccoUier^se, e pensar 00 modo .» M ^ 31 ^ ^ ^ ^4^ S tt 

de indagar este caso } quando justamente chegou ^V ^ ^ ^^ "^ ^ Tl A / V 

ao jardim, outindo no segundo andar dizer, que ^ ^ J^ fifu Sv "P ^ ^ #-ÍlU "X 

ao visioho naKéra hum filho, valeo^ desU j|| j^ ^S 4^M "â" ^^P 

4>ccasião para ver a grandesa daquelle meniAo« ^ ^[ ^p ^ TC 

chegando la vío, que o menino realmente tinha ^Ij J jjfp ^ ^ 7^ "T^ ^ íSÇ T# 

doi. do .eu, deo credito 4 «.ulher. e «gu«Io íS W 1^ ^ ^ # ^^^Í ^ ^ 

' «co.tan,e.edeobemcomell.. tó^SÍ^ll^S^ 

EtU hHória ertâ bem armada, tanto por melter ÇiSSIIS^tltotíf 

roOita» letrai, como por »er booiU. TtWr"'^ i ^ >^7C7T^ 



4* H S C»p. U Frate,. 

Sublimes. ST 

O mercador passa trabalhos nas jornadas por 'S Qi) :é' R/^ «V^ Jrf "^ ÍÉ S Bll =8^ ttt 

moolet c rios, c o la? rador não tofire a saudade H -S'J fl ^m'^ /C ^ M9}\ TU PP 

da ausência da pátria. ^ ^ Ijj^ 

Oeade que me 6« mercador, os meus cumaradas j^ ^ ^ W PJ -yjt i^ â{ ^ 

•So ca barqueiros, e o toccorro da família o %^ ^^^ ^^ '^^^ 

deixei ao Deos dará. -fj J^ W ífifr 'KX 

Tenho muito remorso sobre o governo da casa, jt '^ W t^ ^ ^ W >^ W '^* 

e coroo terei descanço ? ^ i^ ^ ^ ^ ^ >9® 

Quanto mais que sendo rude por natureca, e não )fl RR jj^ ^Ç >J^ ^ ^ Jfi líí 

iotroroettido, por isso tenTio poucas amizades» tó> -jfc. ^ ^ -^ >|g^ j^. Jjájt M^ 

o que he huma grande faIU; ainda que o meu ^* *!? # 4P S >/& W^ -^ 

Inteifto be ser grave, terá bastante para uàu po- ÃP >^ ^1* fi >Í5 -^ >fi ^^ ^ ^ 

der dar bum passo para o futuro. JO^ J^ ^Ij «Jg^ 



Al calamidades presentes procedem das ladroeiras A^ F) j/^^^ ^^ S9 "^ ^^ tfn '6 ^^^ "^ 

na pobresa, oSo ha a menor dúvida: ao principio ^ ^ k-^ Jnirt.t tu Í. m X^\fM ^^Z4^ 

pe«.,a .ére™ fur.o. de t.to. e cãe. SílÍ|^MWi& JR^fí/ -« Uli 

quefecilmeale sesoflRreâvâo, e quem pensarU, que ^ ^ ilí *'J #Jt Jg ^ ÍPf T^f ^ >^ 

l>__SZ<« Á^ A. 4w<>ln0 «v^navnaa A*kAa«nnr l«n«lAi»aa aft»4i_ ^^t Ê È^ ^ *- JHv W^^^ lifrM J*^l ^^^F ^^bl 



baviSo de degolar generaes, apanhar bãdeiras aire- -faC àjh M jk 4ÍP ^^ ^M 7 S| 
vendo se a tudo? isto nem em sonhos se pensaria* Aa I F flX -^S* « ^*^ Aii( ^ ^ 

Mas este sílio sendo a chave de toda a província, ^ \P^ t-jj^ jSf ^ ^ W W >^ >C 
se o perdemos, o exército iodo cabirá, deve-se filj ^M^]^fB/CÍ^^ ?C 
Irtfis segurar esta entrada, e logo limpar o lugar ^ j^ «Wii P ^ f|t |^ J$ *^" ffl ^ ^ 

do covil, e o meu plano nio falhará, J^ flll * IS '-^ ff * ^Sf ^T R 

Os criminosos, que se prenderem , tomem -se- Mie§ ^kS^Hr«r£ ^^^ yw^^ ^ "^ wí ^''^ ^5 ^ 

os nomes, e ponháo^ em prisão, para »«rem ^. . ll9^^T^^£IÍ::^^)# 

seoteociadot depois do outoono. J^Sé^K7f> V 4mTT^^^^ 

Demais, façase huma dovS lei pela qual, se hurtia J? ,fi ÍL|ÉpííP"^^lu^ln 
ferollia for criminosa, o castigo comprehendcfà ^^^ AsitlTariA A JJI f H TT 
trea , e o povo se couterà motuamente. M,^ n^nl R 1^ ^ ™ ™ ^ 



190 



dissipação da fazenda, riiais me tnlrislêço ?eri 
fivando-§e o provérbio : 
O ihcatro de praz<'r para outros be o lugar da 
minha pena ; ni<> tenho ro < ré Jio senão tapar o 
nariz, e lamentar; pôr as mios na cíbêça, o 
dormir. 

Hoje DOS regosijamos do encontro, e a manhi 



r ÍU C»p. // rra^^ 

detabanio « coraçã... e eu tonando i.to por (^ f|" f^ glj ^ jj Jg ^ "^^ |t Í í|l 

■ "" «HiEífStlfiAfii»"-" 

outra ▼ex nos teparareinos, ao mesmo tempo, que JUk.) ::Ç Ã "^ ri| "J^ /jM ^U^l M tK 
DOS amamos, ignoramos se ainda nos tornaremts ^ -^ \a^^ mi^ ! ^i# i> /A i^ 
a f er : pela saudade sei de certo, W Mà í ^VÍ | Z.^ví^ ^ 

que nos tornaremos a encontrar, 5IP ^ ^ 1^ ^TnÍ' :A? 1^ R J^í^t 

porem nlo sei qual será esse beUo dia. X|| ^ 

Poisque a minha vigaria (mulher) Ja nfto admi. ^ >âv fit^^ tb IS Bll i#4S ^ 

Distraa comida (morreo% pessoalmente deTO 't^ ^^ WW^ T l^ Ji'i 1^^* Wl 

•ervir ameus pais, te alguma coisa boa estiver ti '^ tíèAi' /H ÉÈ íMi^Út lUíTtlSs^ 

muito tempo guardada, para quando for precisa, H -^ *^ ^ ^%9m rr^W^ '^^W^ 

Otgaitof diários do imperador «So o ludr do« ÍSifÈ^-^tí1t,M^'T*&S^Í!lÍl^'Ê? 
pOTot I e poder>*e-ha eitorquir de «•!«, e a qual. £L7;t ^ M^ jS -À im "^ lÃí ia j^ JOt 
quer novidade exigir inait, fazendo que o povo £ ri M^' ^ H^^W^ -S sS^ ^ 

perca, o que eiperava goaar i *F <^ ^ tV 1^ Iwí 

S«odo nói collegai, que TÍremo» juoto« de dise Èí ^ "^ J^ "j^ JSii ^ PI Ijf fi^fe 

de noite, deveremOT ter reterra, e andarmos am* JJ^ A M. tST 4^ Ofe, -aí .A .^m ^ "^ 

l>o<coin«u.peitai? 1^ •(01 & Hl ^ <IhC HQ # W JE 'C^ 

"wílLIÍdelíifn **'***°** «>"»»<»«». M lue dlo ^^ Sc nh ffi 4^ B í! S j| S|^ 
o melhor he fallarmM claro. £> X! JS ^ JQl ■ ^ jj^ j|^ jí .^ 

A Tida longa, ou a cnrU, privada, ou publica w de. 36 Ift^ 9cÍBMWflMI^JÍII 
Tem esperar depoif da própria perfeisio, 121 T S :V' , jlr^ J^ »^J* 

por isso o muito virtuoso, ainda, qu» não viva ÍKxl@CW7Cãlff|V7S^ 

o"mt'ecT.r " '^ - ^•"^'" ''^-"' *<;£ R A Jl $fi atiK <*'•• 



"I*^,:^fBí''- ... - '" 



Cap. // Frã9e9 vulgares ái? 1 5 # 1 9 rasgos, 

?mce donde he ? Bo wa orUindo de Xà«,i ■. # gS # ]# ít /S -ÍÍ M xi« BB A 

porem ha mai. de dez. annoí, que ** W R «So « /T. ^ I5f *'' P /V 

«do po, fora a negociar. f "J iS W + ^ ^ ÍÊ ^ ^ , F B I 

Bm qoe negocei, ? ff ft >ft È ^ 

Negoceio conforme a terra, onde Tau. ^Íf ^"^1? M^íf Jt ^ UM 

Peço por farÔr me conle .niudamente, qual he S ^ v^J # SI lp ^ íí | 6^ 
o coméreio de cada lerra, par» saUer , o que cada ^ & íffl ^ Óíí ^ ,^ ^ ^ i^ 

homaprodaz. à'^t:^^Í^^M>íí^ 

Cantão exporta gntena, pao araareik) (buxo) e preto: tíé "^ jfj J» xáiii ;;^ír -^ Ô -1^ 

Coamti produí trigo, arrox, milho miúdo, e toda J^ (j^tti ^>|c^ ''*' "^ ^lÉ f^% ^ 
«qualidade de I0UÇ4; de Jun-nao sahe pral a, e ^ '9^ ifl ^ ^ ^ ^ 

Dod4c ▼era o m/i/io ^ pd*#jro? ^^fáll^íS^l^ífíÇ 
He coiaa roaríliraa. que Tcm uos navioi Jfe )^ íM M ílí ^ ^ Ôí^ 

S o ópio? Parece, que querei sacar de mim^ se ^^ /T /UQ W ^ ^ /{^ Jr Ãfr )pJ 

eu fciço irilc contrabando, não he assim ? í* IK M JÍE "^ ^ ^ ^> >¥^ ;è 

Kem tal me vii ha à cabeça: que eiporta Nankim? *" ^ -tfL í^ ^ Jg /^ ^ ,§^ jl [^ HJ 

Tinia, peonas a« 11 e h. r^s raôs, excellcnte ganga, iX ^0 pJ ^> ^^ i^^^íf R^^3^ '"*^'* 

Ha^ .,„i para .ender P lia . Ainda melhor, m.^'^^^^ ^0^ M ^j^^^ 

Io leoho huma loja, em que h TonUde escolherás, ^ ^ "^ ® c^W^A^ lí^ US 1M 

o que precisas. \^ Js ut^W^ 

AproTcUando*me da lua Tibcralidade, desejo dar JfCt $3 1^ 5^ "* fn^J ^ iU4% ^ "*^S^ 

homa TÍ8ta a esos admiráveis coiftai. Jg, ^ Pj iflj^ íT HíÍ T?/ fi 

Para te failar com sinceridade, ^ ^ pi Wf í'!^ "^ ^ * M P? 

todas a* fazendas boas, que tinha ja se venderáo, ^ JÍÇ ^ íííf xf ^J^ ^ M W £ 7 

© qoe resta sio rebotalhos, que estão para alli |?'J T Ô§ ^ Ji^ '^''"' K P^ ^1^ ^^ 

aiBoilotdo«. ^ WL H? 



^JL/>ipq| Cap. // frases. 

Se isso he asiiro, acabou-se, não le cancc» >0 iS W 8^ ^ i '^^ ^^^W ^^ 

TufoâteaSuchoan? íol latres veia. fí> j£ íH Rl^ jíl 4^0^ ®H^^'*"* 

Dlzeir^que nesta província há ra0ilot4ragõos fe- Pj^ S^ ÍÊ3S — ^ ^ ^ ^ W JS 

roz.^ fer... e bârb.ro.. # H, if W^ If A 

Bárbaros, não ha ; iito he hum dito forjado, que ^ X Í&] !^ ^fê ^ J^ A 1^ 6íf 

e tem cara de melancolia. jfa Ju ^R hv SL P§ 

Com tudo na Corte ha hum homem mfiito meo ^ ^jíPitílíè^M I^W"** 

conhecido, chamado Leu, desta provinria, que 4^ pí ^ 6v « -$^1 i^ ^ *~ í^ 

hc mui delicado, elle he da Academia imperial. ffy K^m >C% ^ê I ^ ^ fêo 

Isso acontece &s teses: ha Bacharéis, licenciados, ^ W^^yi 7% ^ /^^ )c 3I> ^1 j^<^ 
Doutores, Juizes de fora, e Vice^reis, oriun- ^^^>|^*^^— 4^ 1^ ^^ 

dos desta proYincia; mas esses roudáo.se para í j ij íl fl ^^ ^ ^ij -^^ ^ Ç'«í f| 

outras provincias) para poderem obter estes postost í& ^ fj^ ^ jtfe 

oa Súa terra nunca çhegio a estas honras. 'fiE ^ IS ^ ^J^ ^ fS 3| 

Certamente: ma« aos das outras províncias acon- i^ Ml wjA jj^ AL Jt jlf A Aí(-I£ "v* Pit 
tece o mesmo. He verdade. R ?rif 37U ^ W/XVii M W^O 4> WR 

Sublimei! aJ^ 

áuémje deveadmirar o bomen. .tn^plc. ou o ^ 3|| ^ A |í Í^ f ÍÍ ^ Sfett'ÍP 
Não se pode responder absolutamente^ roas se deve ^ 3k ^ff ij^ âj& J^ yU it w£k "tí* JJ» 

coitar em hum a ruslícidade, e no outro o luio. >(^ [^ ^^^ "S* 
Despedindo-me agora, da-me cuidado o ser tarde, yt jJ^ ji- ml .ju ^ a#» > a^ ->^ j^ ,^ 
e o caminho longe, he-roe preciso êiiidar de noite, '^'Jfl ^ JJ^ ^ J^ ;§: "^JaÊ ^ 7^ J^ | 

econ.pa,.ofir„,e. g * 1 1 iS>g ft ^ ^ íf 4. 

Os anr.os, meies, e bomens, que houveráo desde O â^d^^BSLM^ A O "Oír^tt ií 
principio do mundo até agora, se podem coutar Ff âoS M W PB^âl ^ H '^ Jyí ^ H^ 

successi vãmente, e como senão eiaroina isto J§ fl^f A "^ ^ | "Pf Éí[ 'íí 7S >ÍÇ ^ 

r»dT£.rr '■" ' '""• ""• "'^ •■''""" 'í>^ ffl jí ^ jg t Jl á: 18: •& 



"f JDL^\ jii Cap. // Frai($. 

e por i«o o. ia.tru!do. a publicSo como bello jJ{t5Ç^^jÍ}ílí&S ll|S[Íi5 

dUc„r«„ ., gro„eiro„ „ão .abendo o «u ^i^^^AX^^t 4t ffiT^® 

f«ad,n,eolo. nio outóo di.ctfrrer , e ,. o recl.. e ^,§fíâÍRÍffÍJLJÊf ^ÍÍ 

bem ÍQtencionado,e semelhante «O simpleR hc que jl* j^ w» ^n » . 

pode apresealar tudo em buma bacia (eipôr bem.) ^^'pj J^ ^fl W j^ qÍ "S 

Sinto não ter outro lugar onde nwíirfocnmpdar, ifl Ac D»r cM» -tó. t? -3* »a "AC rtkW^^ 

entre tanto o que faço, he estar Irisle, e inquieto. IH ^ »« j^ ÍC >?£ Hf> àEl « flf ^Í&E 

Para que tanta tristei^a ? quanto a iito nio he digno ^ ^ p^ | ^ ^^ ^ ^ jft (^ flf J£ 

de cuidado , mas lembro-roe, que, daiidome k W ^iS. ]^ ^ J^ ^^ ^^^ ^ 

desordem, serei escarnecido dos senhores rijdos, '^ IS íail 4fc ítl T Hf ^ -V ^ -^ TT 

qae Julgio, oSo dever.se fazer o illicito. ^ 3^ W!) ^ /mL >T^ RJ /V ,6 ^ "T^- 

QuiDdo «o império ha guerra civil, o que vence J^CT^^nL^^yÉ^M^J^^ 
fica rei, e o vencido rebelde; e porque nân lar- 

Que doutrina he esU? isto he ser parricida do pai, /^ ^^ *j& S IPÍ 3 "t? it -/J ^5 '^ X 



e rei, derrilKir a sociedade, e consagrar o crime. ^ ^T ^ ^ ^ iW Jb. li-^ ^ 'Qi 



líiobatal: levantar a bandeira da justiça para 
^rificar acorrupçlo geral, que. dífierenç» tem 

doofficiodo magistrado, que pune o crime? (a)He 
verdade s mas talvez a munição falte, a troptf n&o, 

estando exercitada, va encontrar hum valente 

inimigo, o quo he fixar bum i bandeira .^^ %. ^^ ^1 >^ ^j- 

para vender cabeças: de que serve bum «6 ^^^#MW-^"^IÍ<'^^ 

Dois amigos dependentes sio como os beiços, e ^i^LÍ^^'^ H- M ^^^^wA 

dentes que cahindo aquelles, gelâo e.le*: exaqui A,gg ^ ^^^f|J f ^ SP ,1];^ Ppf fc. ^ iB 

o que ae Terefica !em nos : quem diria, que com iCpn í!i irlSrl -^ V W ^^ "^ "^ ^ *** ''^ 

cara de gente, e coraçâode fera atraiçoada mente _^ ^^ ^j. ^^ ^^ ^- j|* ^ « Hj- ^ 

me havias de calumniarf he que tende-te amado gjjE J^ 7;r W ^ nn 1^ ^^ ^^ §í fif^ iVf 

maito, temo oão seja a desgraça maior: poi- fira I*** -At T H 5*^ -^ IW />\a» /v— -» •=? 

r"p3r;íeTifjLtrdiiw^^^^^^ Si S^^ííji^*"'"^^*^^ m 



I (i) ^e«ltf , e mais seiaenças sd se intenta ensinar a língua^ e ás vezes dar a conhecer os sentimentos 
[ 4i Oimas, sem os approvar. 



'** +Í;?V|ÉÍ| Cap. ti FrMMBi, 

Os ditos agudos ainda que lejto o estro de hum "g ^fi ^k jÉ^ BgP «.^ K 

niomcnlo, com tudo se nãò ha rrgra nas palavras, Âr/t tíi ^ 1É^ ^ -^ 4Íá 31 A. 

muito temo, sejiu aborrecidos dos mais, ^ ^ JK- fi fO "Ka «IP ^^ ^^ 

assim he, que os Tersados nos negocio/ se charoSo 'tít 4^ ^P ^^ ^eL 75 ^T ^ 

heroes mas se oãu se accSnàodfto ao tempo, sio ^^L tít ^^ ^L J9^ ^^ m j£ 

peiores que a andorinha, que conhece o outomno, «^ j^ ^ jHt d:J> ^ Mg qfig^ 

e quando t.í esfriando o tempo l.rg* o leu ninho. ^^^^P^^^ 

e se ausenta, e o ganso que trás o venlo da pri- J^ R 1^ ^^ ^ ^^ ^ ^ 

macera, e c hrgado a tempo da muda da peima, ^ J^^^^'^^ 

Tolta a o seu antigo pouso, tendo por fim pC ^ 1^ B 7 ^ ^ ^ ^ 

nâo cabir de frio em povoado. ffl ÍIÍ' >S íilft ífii 

Se os Santos realmente podem ajudar o eeo, e terra ^ ^ ÍÍ A S t^ M ^ 3í 5! 'ffi W 

na creaçâo, porque nâo cortio as coifas r«m pri- >fctl?íiMHíÍÍI^JÍM^Í5Í í5^ 
das, e supprem as curtas; para que coodgJo todas, Vi 4^ W 1^ 1?7 W >< 1^ /Ji*4 f^TT 

e nSLo ne^o desiguaes? fê iffi Ifi ^ í.^ M ^ t^ 

Ah ! leniTel f .rdade da desigual lade da naturew, pé ISÉ q? tí! 7 ^^^ flff EH ^ S^ © 

ainda que o* Santos, e Gtiaios se encarr. çuem g^ } y\ i^ '^^ ^ ^^ ^ yn M 

disto, parece nã«» poderão faier tudo igual. ^i J3 j3 4j^ ^^ ^ fll^ ^"^^Ç I 

Assolarão- me o roeu no gado todo, sem occorrer j^ jgjj ^ ±X ►!• TRj H^ }Íè ^ ^E""**^ 

bum remédio, %à posso retirar^me, e naturalmente d|| /ÉT j]^ «^ ^-^ ^ ^ ^ j^> dl dffijl 

desabifaH i mas buma vista, ou bum pensamento ^ P^ ^ jfi S 1^^ 7 ^ ^ iâi 

não pode deixar de excitar sentimento. tW c'flí ^j^ >gj 

Nesti noiíe coniiulo (ao*) separemos as ir^angas, roai We jfç ^^ jgL W ffig ^ ^.47^ *"" ff 

roujlocom nos \ ermos à m?inhâ. 4|^ P| jx^ pp J^ /U» TO -5»^ 

f c agora dás prmcípio prroriinlando o nome (.íespo- A ^ jj^ ^t fpj ^ R'] •— KA 

fando-rae) denirode tn se tantos meies procu. B f^^^^'^^'^ ^ J^^ ^^ 

ra me na prarado pt-ite i^.tco (meretriz ) ^^ 14* AC> ífe -^ 

eque me f-»às (u? (i à» h .ja d mora) fH ^ >^ 1>^ ist 

Com o vento d » priraavrira ha muitas doenças, mas ^^ tx! 4t. fS PA Èd ^ ^ kk '^ 

ceforço-mea gostar do r.rroz, e tenho cuidado no ^ Mi^ )^ TKwl^^lí*»* 

fâllar para me conser?ir, b\o estejas corademifi- ^ m^ Jl9l I»! ^ ^\' ífó /é^ 

9do ifnidado o n mim. g ^^ ^ ÍATKi l^Wmo 



""* ' ^ W C»p. // Frue» vnlgares de 20 Ejscoa. ''^° 

Amigo, que precioMd«de í«tm na mão í ^ >^ ^ |$ jfe # ^ ^ B 
T.fe.4 ,erde. He n.„l fino. ^^ # S» 1^ ^ M 

Q»ero-oa«„.p.r. forro. ÉÉHf^^í 

Ondcocon.pr...eP Na pra,. en. han.a ^^g ^ ^:^*«^± 

Oovidner, que lambem liba batata chioa.e B^ S - (í SR i& ih ;é" 

i«b«mec«câ. È^^fil 

Sim , e Umbem ladroe., e nobre. ,ue là ^ o f J || ^^ ^ ^ @ 'ÍÍ ^ A 

.ão tratar do. .eu. negocio.. ^ ^J ^|J M^UíH^fH^^^ 

Também eu de«-ja»a ir lá; porem a bolsa í^ tí]/ JS # P ^ ^ í '] Ê ^ 



«là wxia. e ainda oeu pai me probibe delâir. ^;É^3câS^^il:fl^|tá; 
J.IO vem a «cr huma calamidade: eu uão leuho ^ 4^ ^ J^ ^ f;E Ito Í^ 1"^ ^ 

era cau quem me moa.- hum TÍ,iuho he que í^ A ^ >fÉ Íl 51 >E "~ '1'' M ^ fi ^/ 

be hum morul inimigo , ^ Jê ^^ ']> lí ^ — 4^ >J> ^ ^ 

CO bum dia rticontrei-o lá oo ootio VÍ, W "^ H jS .«. llS ^ ^^ líJ 

e TÍndo.lhe bum acceiM» de doudice, c querendo- ní ^ 0t9^ ^ fí vt\^^ 

me dar, eu me ap^uei a hum ramo, e trepei pnra ^ '^ ^ ~t jíSp JL 

tendo anoitecido, gíado, e oevado, tile tentou «5 ^C M T h í>í 7 # ílí 

trefv para cima, fDai eu deilhc hum couce, SÍ í^ J)^ -L 3^ ^ ^ ító '^ S^ 

^ dic mar«aoja«lo «e injuriou, c a »eu pe.ar ^g ^B^icà^í^:^? 

Pôc-no na jasliça, Ot empregado,, que tem a ff ffe Éo í^ |S ÍÍÍÍ ^ éí^ 6íf j^ 

ancloridade nai raia», não goveroâu cora sevei i ^ ^»i ^ j||^ .^ IJiâ líS 

dade, os soldado» livreu.ente são auduacsjquc iSS »S li =lfc >fer »&& ^ 

iaTcrsâo da verdade, êu jusliça ! -^fl >&> -<£ ^T J*^i Sfl Jjyi 



1S6 — 

* — '^^WPf Cap./r fratet. 

Em que jurifdicçio eitâ esta terra? ^ 4^ % ~>^ S IS ^|1 "^ K 

Na da comarca da Cidade de Xuntien. >^ JIÍf ^ jl^ ^ ^ 

Ba aqai casulos ? intes havh quem críasie ^ \^ ^ ^ 3ra ^3 ^ ^ W A 

bicbo da aeda, depois hum exército se acampou ^ ^^ 5i « ^ ^ $> ^ ^ 5E ""^ 

por aqui, qoe destruiu as salas do bicho, èl| ^ ^ '^ iG M» '5 W vTF S J 

e levou 01 casulos : foi huma grande calamidade j^]^Ó^Í^M^)|IP^^Ié T A^%^ 

Suhtimeã. áT 

r.,.e ...e.i.o .I-S.1 . m.n;nn lo^o v5., o. obje-t.., ^ ^ ;íí g ^ f^ ^ K^T^^S" fl 



mnr ivilhô^o* d.» impcri*», admtron 0% homens' 

>om n< tii.m nenlpnça», f mostron-^** firirip n*»* 
€irf:»«iõt'i», n f^iip ac ntencfo por ijue ha nnnilo 



>om n, t,M. .PntPnça., f moMronMP firme n^s |^ |g|g ^^ ]^ g J ^^CJJ^^^ 



a mu hnrn-r:^, (rahrçn) fthrangia a arfe de' elevar- ^& M iU W lâ^^"^ ff ^^^^^^ 



f(*, devíi fiois a 9i)a Tasta uriencia ter pura 

c p^rfcnta. por Uno oMcTe d.' huma ve^ a líture. Jft S| — IS ^ J|^ t| ^f^ ^íf í^ 

de d«iflor: (íi) na rpvi^ãn imp^rnl da hsla foi TH Vã ^* «^ •»• Ra //l*'r^ ^^9 <« 

Heitoacndémic(.,e!ogo miniílro doreino,aqupra ^ ^ ^ M^5tlR0MT97C^]*1» 

o^ difffrenlri desembargadorei», e m .-islradoí snu 1^ >« '^^ W^l^^/<5^*^l«^1*^-^> ^"^ 

excépçiio corf.jávâo : S if I 45^ ^ 'S ^ PB ?Í *^ 

disramos que a glória dai I U%% he timanhv q"e pT iSbH 3* A ^^R ^ 7, JBj* j^ WSr wBfflL 

Mas ainda i,iie ctcollúlb p-lo iipporiíl aff.-rtA. a fi^f M IS # ^ *1^ ft RÍ ÍA ^ 1— 

«iainflexib,lidad.%ed(8'uimanidadp,inronsii}r. ítT.» I«^ lnl1J- Hl ^ :7¥ Ff í IP* J 

ração,presol..çâo independente feMuen.difr. j^f M ífiifíííl ^ M^ ^ ^ Í^T 

r Mic^ nobres o tivessem ab^olulanieute por fJlo I^CfcW^I^J^^fl^^ ^^ ^5**^ ^^ ' 

drt idea^ o império %f transtornasse, o p*.fo p^r- ^M ^ Jíí^ Wl W ^ ]3i^ 4St 

dendo as etp^rança* amoiaíias'»e deniuíiadai qviei- 5tR í^ *^ -^^ -^^^ '^ '^^ *^ *^ '*^ 

xas, e concebesse hum ódio intolerável. j^^ |W ÍR jR Wv^ 

Entrando tia ina;;i^lralura mudou <»s scoli^enlos ^ ^ í fi « ^ A p Iw ™^M^" 

da vida privad.., a colnçi, e venalidade embar.çou tó || ^^ ^U^^M tfrWS 

os cmprest uílcf, que de balde ti verão liberalidadej 7^ H« ^ i^ -^-^iÍ^ -tA iH^ « 

porque foffrerSo injustiça i o^ mesmos vindouros ^ ta ||^;$^ ^ W íO^ W W* **'* Í^Wl® 

(.) W^f # tola do, doutore, cm hmm* l«>oWa om»ia com pinUV * rfr^fS^ <>«• 



Z'V 



í:7 



Cnp ff 



rrasft. 



fodai RC jtil|rari^o preci(>sHsiipi«, p quem diri-i, 
quês nii^cricorJia não oininiiihava a fiiiríorntade, 
f hónens fijd.H n i for,» i s,- ^p , (rT^rio d 1' n. e 
fu»irài»} p^ir e«la ciuhi 4|iii>ni gi.vcnvi, sf não hc 
rigor oio rom^iço, rono u ^** ul i, p ira formar-se 
na \irtude. não poie conltr ot «ubaltonioi para 
smp^rar o povo.. 

P62 hum jardim de flore», pira q»!»» pe«soii de 
ainboi o< sexor passeà^íem ro n g«»*lo : logo s- 

pndérlo espreitar miiluamí^nle, d-poií todo o 
oia anda era huraa roda vivi. ge.n limite» ge cor . 

responde com os TiAinhot de parrd •< meias : este 
amor de STes, e animaes he castigo por ti pro. 

furado, ainda bei) w cedo ae arre|>ender, não 

▼enha a soffrer prejuízos intérmina vèli. . . . 

Não mo egfranharà. Penio, não mo estranhará. 

Vmc5 me ama mais que bum irmão uterino. 
Eo amo a Vmc^ conro irmão e mais aliida 
Mo te esqueças de mim. 






^Tjé, Agora ie panará ã OrammaHea, aprenienio primeiro a u$tr do Dicchnario China, para^ nefie 
Pf^cwrar a$ kiras desconhccidatf cuja tJtpkcu^iOg c proimncia psurticiêlar nêo ponho. 



^n^MU^T/cj. 



fftoLoao. 

Sendo indespcnsftvel, que o (estudante ftt>reDda os dois estilo^^ de f aliar, e escretef^ e tetíâõ 
fffalmpDte as regras as mesmas ; na Grammataj posu a regrai ponho cada exemplo not doía eatilosj 
com o que abreviei> c com humi Tísla se nota facUmeitte a differebçi^ dellea^ e qtiaodo se na6 vi- 
rem dois estilos correspondendo a buma palavra» ou seotenta Fociugoeza^ ha porque a letfa, oa fraac 
bií c6mum a ambos» étcepto nos £xerciciot de Syotaxe, que tnó iateiramente em estilo sublime. 

Aioda que ntfsta libgaa oaS bèjaõ declinações, ba com tudo partículas^ ou posição dfts palih- 
VrA9, porque se exprimem os differentes casos> e tejipos o que dero praticamente ensinara 

Do fobrcdito pc infere, qfleasyntaxe China «e reduz é média, e figurada: bc preciso pois ho« 
ma grande nttenraõ à ordeiu das partes da ora^nÒ, e as figuiws usuf'u8 (algumas \ezcs a figura so 
se mostra no estilo soblime) e nuõ toniar a liberdade de iruitar a ordem, figuras, ou tropos Europeoç* 
se se na6 quizer expor a fatiar, ou escrever obcora, uu ricIiculHuseiilo. 

As regras da ordem das partes da ora^aÔ talvez, sò ao parecer, tem exceptues ^ porque o que 
nofe totaiaihOB r. $, poi pieposiça^y o China o toma por substantivo : assim em lugar de dizer t Entre 
elUfi diit i^o wtio HelUê ficandio M legra úo genitivo^ e nao do aitusativc} mas coroo para dos 
a dificuldade he a meaoia^ para a rèsolrer, fui obrigado a apontar, como excepções, o que para nos 
o parece» 

Servi-me tíos taàos ^lohll&atlvo benitivo &c. cotno o teeio tnaís claro para exprimir aft 
té^rta, derendo-se Subentender : O que em Latim he Nominutivo 6lc. êic. i e delles, e das partículas 
tratei 80 na syntase, para a Uim tem;>a ver o inado dtí os lormart usar, e o lugar, que occiípaõ na 
oraçaõ. 

AindHqtie procnrei incluir todos os torrteíos mais avessos a nosaa língua na Grammatíca, foi 
ntTi-ssario para o exercicio do estilo vulgar multiplicar on diálogos, pela falta de livros neste estilo ; f 
tmn H jiiieJIigcnria do sublime, dur noticia da Historia^ r differcntes Cí>m|K)tiÇÕe8 Cliionn 




I PalarrtB SiwtphVrs 
Lítio, Ma«. Pennar. ?o,Me.i' -^ 7JZT 4n ri ~:r 

'CommMçaõ (que na s>an. / . 
ra tsiòiimeto osadjetivos, * . ■ 

Quarto. Chefe. Pedra. jR ^ ^ ^^ M^^vM^Í ^ M^jR 

• competiMê (àf vezes mjò duas si M '*'J ^'^ W ^ * ^ 
nonjmMjmrm enilar •s equivo- 
cas) 

ic^».. Soberb. Co«inh.. La. rf^ § ^ Sí to J» 1^ . « >^ f * 
ttidor. ç»paU!Íro. O» medico», dlt nS S r- fe' ttr -* iZ, t « ^^ , > 
A StiU Tâu. Qu,rt.nho. ^ Iffi A ÍS X^ ^ ^X^ Jg j^O-J^ >! ^^^ Í^ 

M.«o. PC»., Tr«,r. g ^ ^AÔ t tc Sif o f *^^* 

Muiçr.,„™e„t.. S I W 6 "Si 

Conur «.hum i„.Un.. ^ — ÉaJÍHIWÍI^S 

tet :.t;mr;„ro. « I ^ * o M »* *íi ^ a t »*. 



*' •'■c"\ Realmente. Natural- 

'1* ?. 

- repeiidms 



'nejgatívas. 



•.»a»er.«i. * * « ^ ^ J|^ « t 

(») .< «tt',4itf 4l9 aâfectUío he liycho, chê: para as mais naõ ha regra. 



!«• rí â tff>. tú 



Irracionavel, ou iilícito. ^ ^ Ô^ ^ ^ fM ^ 

3. P/iir4i/. 

O mestreeDiiaa a lição. nl3r ^^ 

o. Scnhare. «lio bo„.. íí^ 4 ^1 # ^ ^ f ft 4 ff |S |i 

O llliratriuinio erti oecopido, ^" í| ^ $ í, 5^ ^ íjE |Íg 

O.IIIu.tri„i™o. le,o cnprê.o^ íijííll^-jg-^i^ £> jgíjf ^^ ^ ^^ 

Eu „.« «tou bo™. tJc^l-Tiff-^^^^líí 

No. .«mo. amigo.. ^ j^ í;! ' $? ^ g g ;^ ^ 

Tu naô e.,4, d«e„.«. {^ ^^ ^ ^ ^ 'fe^l f^ ^ l^ ^ 

Vo.«i,d.me.«.. .It„r,. # jfj _ ^^^ íS ^ * ^ff l WiS SP — 

Eli» 0.S «tâporiM*. flfe 7. ^ ^ tt :f: flg 

E.Ie. u.« ,o...«. 'feff!T>fÍ^:^t^ÍfÍa 

A,uelle n.,io and, de pre..a. 5^1 - f ^fí ^ Ó^J ^ '^ # — ;^ S :t ^ 

A,uel... aa,io. dera» à o.ta. ^^ ^ ^ ^ ^ Wi 7 ^P Í^ ^ E M ^ 
O. j„.,o, ,o,.,» de pa.. {^^ tijÁ^^^ ^'^^J^^gm 

4. Generífê 

O homera naS da em muíher. || \ ^ ^T^ A ^ ^ % ]^ ;é' 

J . oo« le..h„ .io, „.™ ,ia P-^- f -^^ fÓ ^ ^ ^ '^^ :]| 7 A ^ ^ ^ /^ 1^ ^ 

terna. Meu avô.earô paterna .^ift , fj^ jj| ^J;:^ ^|ff|?g ^A^- M^ ^ 

•a» .norto.. T« ten. .nuito. ^ ^^^^ H^ t tj ^ ^Í^^^MÍC 

.ohrinho,, e „.b.i„h.. á^Mi^miC^^^ 






ár ^ GãáMMáTiCi 



13« 



I.to he lK>de, cu cabra? jg — ^ ¥ sl ^ 6^ 'i' # 6í ^ ^f^^^^ 

Bntrc os aoimaes ha roachoMe ftl^l^íjl 4tPÍ[4tíl:^ S^ft^t 

Quero «abe le huma ave he ma. ||É ^ ^ /^ 1Í$ Í|Í o 

cho^ ou fêmea? (quetlaS difficiU) 
h. m4iijectivo» 

Bom homem. Rei ju»t.). SAo ÍvÍUJÍ^I^- ^ÍSÍ 

•. Ctmparalivo. 

«,U ,acc. «.âgorda. g — ^ + H5 llt - H ^ Aí í^ ^ ^ 

A,aeHa «14 „..., gorda. f 5 — >M HC -^ # |pt H ^fi «Ê, 

T« « n„i. alto que elle. "0: iL # jf} - V"^ # fà í^ 

Elle n.5 èe t.» alto, como lu. "tó T> ÍP íí; iS ^ ^ ?» í P í^t if 

"• fi!i v:€ -A ííí if ' #l5:?;i(|líí 

Qual b. melhor? í í> '^ *F ÍJtí ^ ÍHÍ ^ jg j| f 

S«S inait o. iràof ijue oib.n,. ^ ^ 6^ ^ ^ |'j^ /!> a 7>Íf^^íífM "^ 

Quanto inai», melhor í ^55^^^^";^^^^? 

y elbor he morrer, que peccar. ^pj5E<«íffi9P^ Í^^Í^KíIi^ 

9eb3de,irUrde.m.lh„rheque ^ ^. ^«H^g ^^ I?; ^ ' :ffi ^ í |Íj i:^ 

«.ô.euha. Melhor beu.« ir. ^p Zf. flj |^ j^;^.^ |:j; J H $? A :jÇ JJP ^jT ^ 
7. S-perlaliv« 

Be coiM mui T.rgoohoM. ^ L|? S ^ JK ÍJ í 1^^;^ Ã ^ M í5 ^ 

He mui baixo Í^WtÒ ò> ^^^ 

O. mai. alto. tem cinco cóvado,. ^jf^ fylj-^ :^ fl £,^^^ •^:^ H 
O» nwiacaro» rú.tií cinco tae». ^'^'^^Tl^M "f^ £^^'iâ^^ 

Be mui lirgo. ^ R^ ^ ^ m Ji W 

B* .....i forçado. ^ ^^ 65 f '1 *À" ^ ^ |!S ^If^ 



id. id. id. 

Tem muita diíTrrençe, id. 
NnS lem muita 8eine'hin •- 
S Sumer^ft 



Ur li !• >■'» i n»' .'■* *' i' 



" l. / tS 



í '• ílt » 



■;i'5 ' míh ]"• J-7 i,.'" . 'os. 






.'...,0. ,., <-. .1. ,nr. d.M. ^«1 ^ iâi A ' I^ÍÍ ^V^,"^ 

, 3. família tem, huirat por ^^_t"p^AP ^ %^^^ 
•ulri*. oito bocas. «1 D í^ áj 

T.T ce,o». dedoUem d<(ii |R5^ — ^fl|^7*A #MB|H ÍI|Í 

dias* 

Ide dniii a dois. 






%:Addi(^ré9 numeraes. ( à ) 

gllecria cem cabe^ai degado. |||{-*'g'P|ÉpA^^$'»^S 

Em hum caminho hi duas tra- 
vei. 

Tret C8rr.Ȓ podem acjrretar 
seii peixes. 




(h) Para saber a atUtiq^H numeral éle qualgner coha e&muUe-êC o U90,edkc{on ã rio; gor que maS 
ka regrat geraes, pode usar-se porem sempre do ff^ 



5v )£ GkAMSATtCÀ l32 

'o Oréinaei. _ 

O primeiro e«ede o segmido. ^^"^^i^iSISlIl^rAÍE^^^éllji-é 

## 

A. erça parle e„à doente. ^ ^ ^^S ^ W ^ t H ^ ;t** «^ W ^ 

0,K.i. déci...„...a»,er,e,n + ^ :& :^ ^ Z^; f - -j-^;}! ;?, :^ pj [ ^ ^ 

E.» primeiro l..,,reH, le pori„: ^ ^ f"* ^ t ^ 7 # t ^ l Zl * t 1 
em .egundo logar te nutriu íí f ^ 1; — íft ^ ^ ^ H rgj^ ^ ^ jg 

Ha Tinh.. da pri.neira. segund . ^ :^ _£'|* 01^1^^ ^"T ^ ^ 

c terceira qualidade. ^:||^ -t 4* T S ^ ^^ í® 

II Pronome ' 

E<i heque tenho a culpa de .r.e ^ «^ -fí JS f^t^f^ Ajf ^ 
arruiaare.. A^fl ||^ f. ^ ^ ^'^^ 

A tua me* n.« chega â delle.. %Ui^^ ^Sl^^:?^2ltflâ^ 

EII-de.ihen«o. IS g £ ^jCJ^ -: ^ £ ;Í^ # 

pj« mal a si mesmo. Ê § ^ 2 ^ ^1 "^ ^^ S 

Veio por si. Malou-H.. S^T^ê^oiS^â^J 

Sobcrbccheiodesi-Hemeupro. ÊSlÉ-^oSít^Êci 6$ ^ ê |5 ^ lí 
prio.D ifse-o coflo a própria boca. 'nt^ ^ P Í{^ l@ ^ @ |l{ "j^ £« P 

i 

Que, ( relativo. ) j jk i ^ t 

Na» fui eu, ,ue matei a quel. ^-fA^^^iilÍléíf^iícA^ Síf-ffi 

í qtX^oaõ be • homen., que M 4^^ Jl É^ 0^7 A ^ W M^W^ A -fit 
eu matei. 

Euan,oo.,„c™eam.õ. ífe t 1 1 íí A '^ ^ t $^# l g f^ t 



O dinheiro, que tenho, nSto cheg. ^ JÇ %* |5t fê ^ ^ ffi ^ ^ J^ ^ ^ ^ ^ 

para.ot g«.to.. ^ &, M M. J!*iAtfa.il- 

S.5 .nuilo., o. que o aborrecem. jjjUlft^A^^RitA^Mft^^ít^^E. 
Naõ creio., «.«idade., que J^ ^fí^ífafí fó|lf P9 '^ft -?I # Ã Hl ^ SS ^ 
r;-U...,q.e.ede..|ffif^^lí^^^*^T^^»iír#«i 

— a* 

o homem. ,ar. ,ue «Ih*.. bMí); f ||í| j?U 4^ A jil ^ ||{l<| U^^^^ tt t: 

meu lio materno. ^ E|í S* # ^ ^ "p j^ a, 11 J^ i^ 

Ninguém h., que o iguale : J^^feA^íiUA^A.^ZHt'^^^ 

ninguém o iguala. '^ M ' » í^ 

Naõ entendo, o que elWdií. "^^ ^^ULMH' ^ ^^ ^^ ^ ^ 

Havia l.h«m me.tre. que »«5 3j|i ^ ^ - 4^ * A # ^ X .fll Ai^ Ift íl S 
tinha muito cuidado em «n.in.r ^ f^-]^^^ '^ j^ ^ ^ ^ ^W $^ f^ 

» liçiio !M.S diKÍpulO.. ^ ^ ^ 1^ 

R.,lití.e â quelW, de quem a J|ff^A6§3ífí'^A^36'(pÍA^>:S 
f»i.a hr. -^ A ^ 

Veiih. quem quizer. ||^ g || 5^ ^^ P 3PÈ í «(fc 

(iue... hc .,...e,.e Senhor. |P - >f& J| f f Z. ^^ # >Rf A ftf 

r hir ;:rr:;r ii * t .st m ot a tit-^ 

'qLu parece isto, j^^^/^ M^Á%^'ikU^flM^^ 



Que duen a tens? 

Qiif duença he a que tens? 



GAJMMJTiCAr 



1845 



«! « « « f á5« ^ ar ,t « S iSr ^jTii 

Que grande» te... Q.e altur» ^^ :^aAÍP#o* ^ ^ t 'ÍÍ ÍV" J 

Qual de.U. r„-„ h« ..e.h..„ -(|fc|^ fe SM íífP — ^ ^1 ^^ Pf» ^ ^ SM 
aual h- melh. r. o IklM-r.â.., .-u ^ ^ S"^ S 1^ ^ HV P^ íf 

>moc ^^ Vw 



o fiiHador ? 

Ambos §..5 esperto*. 

Aiiibos lem hahiHdade, 



Neuhwiudys doUihorj. 



Kcohuin deUp*^ fui. 

Id. 

Ham dos duU suspira. . 

^ÁigueiD me rogou 
pragns. 

Alguém lh<» disse. 

Ha aJgunt, qu« uso sirva? 
HaalguiH auous, ouha annus, 
que naS chove até â.4'^ Lua. 



ifi:4«Att#^t^AíS^*p 



M55 = ^ 



"Cãf, líl Pbonomb 



Haa....n^que Ih. qoere™ fazer f ^^> Al W ffi 7» t^W t A |^ H 
mal e naO podem, ou ha quero j^ ^ . . 

lhe qu^r fazer mal, e oaò pode. /w ÍFJ A^ ^H 

Ba algu.-na. pewoa, alli. ^ ^ ^ A ^E M ^^ ^^ ^ ^^ 

^'í?ÍõTq«alq.,er d... S.,.hore., ff — í^ "^ fft pí 1S A S fi? pf fp/ IS "^ ^L 

qne venha. '^. JT)^ 

Naôie perniille a qualquer mur- '^Êt '^ ^ yv^ T^ PÍ^ 'T^ ST Í? ^P 

muradôr fnll .r. {^ Tf, ■'jf ^ "^ ^ % ^ fii ^ 

Matando tu qualquer homem ^ gf >^ ^J^ |§( -fj* ^K^ÍI^Í^ 

ha. de pagar coto a T.da. ^ :^ S^ S^ -^ A 'Í2J fi "IK ^ 

^«'"muilo. di»f, que „ oaò lenho j^ft^S^ÃH^B^ÍÉ^C^J^ 

ZTiJ: """"" "'"• -"" # it R í T> * ^ a t II A :í^ M itb 

Guardan^dc. muito tempo. ^^ Jj. f^ g Zf ^ fj ij t ^ 1 ^ B ^ Bj K ^ 
"^r^e ou.r, livro. í& « »H^ «^ * f ^ ^ ^í "^ t ^ "P S 

Coi« de ouUera eu naS tenho A^^fy^^^^ *^ ^ ^^J^ ^ 
furtado nem huma palha. A-ffeAí^tttP'"^!?? ^^l^^ ^ 

Hun. ««tavaõ Katado>, outros ^j^^^jl^^iWi^^^A^^ 

Algunt bomen. ha de bom f eoio, \ ^ j^ fj^ ^ fi^ 'VL'^ ^ '& Wi ^ 



aiidavaõ. 
ÍJ. 






*ft 



c*í< 



GiLiMMáTtCá 



136 



t T„doheo™e,™o. » Ji - #^ W » - l «^ # ^ 

Da.e,«.c6r. — ^ Ó^É fi ^ ^ Ê W *P "" 

Elle heda mesma «Itora. que tu. jUt ^ f^ — :^ í|Í A ^ ^ *^ "^ mm.^[ 

No. temo, o me.n,o Mibrenome. j|jn||^ÍÍò^^j^j^^^^^I3^ 
12 FsBBo, Presente, 

Ep .«u Cnina. 1^ J& ^ H A ^^ >Í: ÍÍ A -fi, 

Tu^^^o. o„ e.U. n,.I.EIIe #;^Í9r A/^ ^ ^ {lí. O ^ >ff Jj £. ^ ff: X 

No. somo» bon.. ^ ff 1 ^ Jl íf A ^ W* Sf à ^ Íf" 

Quando elle mu, eu esU*. em 1? ''Í ffi ^ T ffe 'S í^ ^^ ft ^ '^ tt "^ 

Quando elle ,inb,. ia e». 'fÉ ÍC ^ ||Í ^ íft ^ 5^ ^ ^ :^ ^* ^ 

Quando ful.naô tinha aquelí. ÍIÍÉ^IfIIÍ^^JIII^IJÍ^ S^ ^ M 



casa« 

Quaodolu ?ieftte> eu eUa?a para 

me afogar. 



inteoçad. 

£• fcrdoei lhe. 
Foflera<-no a ferro»^ 
Ja chegou. 

yí»u*io > 







Vi, 

u_ Kaõ o matou. 

Reprehendeo.te ? Naõ^ 
Foi-te aatehontem. 
Acbiou-o. 

Oeo-fihe buroa dentada. 
Pfuêqttam. 






gtiio tinha partido. 



137 - .— . 



Quando o Senhor leu chegou, i^ Wí W^^T ^^^llí^^ 
eu la tinha estado ou ja eu I» |«f.| >-t x/ •»? -«^ ■-# -lu v-i* 
«uva. Afijí^^féí^ GÍíSt 

Elle foi Ter o lOgar. onde ••>««« >(|kàjííÉftj"^J)|5|Íl3lÔ§*l>5^ 

•e deleitar.. . fl ^® ^ I^ ÍÍ Kí ^ ^ 

A„.e, de o dixere.. o «„h. eu # iíí 6§SI liffe # T ^ »* t 5^ * ^ E 

Eauè aborrecia, o que linha p[ fSÍo ^'Qf'^^f^0^^||t^ 

Alé o imperador h. de morrer. j|ê±^fcg5BAfiPllS ^i^ JB 
Hadep.rr,rnolimdome.. ^^ >S 8^ ^ '^SS^ ^ T'© 

A'm.Dhã lho dará.. ^iJíWik^^^lUTi'^^^ 

Irei. qoand»ellc..er. ^^^Ult* /^S ^ *ft$ l|I "& JW 

Ha. de melhorar. ^S|/^T^áí^*íl&#à 

Elleh.de, ir. ^^H^tl^í 'i^I' * ^ l ^ J| Ífil> * ^ 

Dar.U.hei,«a„,oq«i.ere. ^ »* /> Í6l&<J?# Í^^^K^^I^^ fi 

fíaiaí." '" '"■"••"" '"5'"»'"*gí8Mlft###iá^^lft-#Slc# 
Portando-te auim, quem te lerá íjt^^^.lfeJB^-^ll^-^^^IJjJ 



Só previnindo-o, .e oaS wffrerâ ^ ^ MV^^ JSÍ'^ X. ^ 'H] 
o«,udam„o. Aá^iy#75W^!^ÍL §iâ 

Se tu es assim, como serei eu ? ^ A& % ^& 1S ^ W^i^^^yí 

c?erÍreT.t"o'r""" """ "^ 4^ l^ ft ff ^ # A ^ t jt S: ÍÉ 5[Çfi( 
Hade premiar.»,. # A„ '-^ W t ft^iCt*^ ííl KS^ 



^v TP Gb4mmjtica 

Eu lenho deticroerhuBiacaf ta. f^^^^^jp^gòS^f^S 
Imtperativo. 

Apanha abrunho,. ^ ÍS ^ ^ ^ ^^ft ^ ft ^ ^fi» 

Queira tirar o barreie [para ctar pf fíjí JB í| "? ^ M ^ S 

i»o«Ude.] Deixr..ir. É^ í í ^ 5^ ^. g ^ "^ ÍIÍ 

V. Exellencia re.rib„a-ihfe. XA^^Í^W tji A^t,"^^ 

O m.i. rico .ei, vice-rei. M — >Mí ± ^ g #ll W A ^ lí ^ 

CtmjuneUv». 

Na« coDteada» com ellc . ^WM'l&^^A^-^/^^|^ 

Te.ha paz. M f^T ¥ ^ -^Í^^ ^ 

TaWe, „a» caide di..o, ^^tttíÍTÍf-^^tlíá!^^ 

T.W« «e de.pré,c. ^tó^feUí^^f^^^t ^ft, 

Tea.o ,ue We na» ,eoh.. S tó ^ ^ * ^ 3S Í * ¥. jH: 

se bo«,.„e ^édico^ue o cura.- Í^ ^^ "^ ^L^ jt ^ 1^ ^■^'^>,:^ H^ 7^ 

«^aaS^>orTeri•. fi^ A 53 ^ ^> ^ ÍP 3^ "t 

Se elle „., .erre.., teria.» ^-^^^^^^ ^^t,%:^^ -^ ^]^7^ 

Seel,e.q„eixa«e.eub.,i.de ^ ífi ft^ S^ t p3 § A f ^1^ W IP W 

c«tig*.lo. *fi|!* 

0«,iriaeua.a., » JÍ » Çf fô t ^Í^IÉ^ S « W J5f P^I^SP 
— Perfeito e futuro. 

TcDdo eiUdo morando em sua % 8 íS ^ •* 4^ >^ í "ííl ^P 8 S" 'ft ií^^ 

casa huiD mes, ha de conhecé-lo. ^Í&^^^^^W tí^^^^^J^**^^ 

se .e li.ooge.r . p.rta.te longe g ^ ^ J^ ^ jjf ^ ^ ^' ^ IJP ^ || ^ :^ 



139 ""^ 

ZL W Cãp, tli Vbbwo 

Qu.nd.. te .n.eaçar ,em-mo ^ V^ ^^^ ^. HH^ % ^l^jg^ffCM 

*"'**'' 2fc aí ál RÍ "& 

Sefore. contra eUe, .«ei con- ^jj |S 1 ffi Ife íH J^í" S # ^ |R gf íR ^ * 

tr. ti, ;JJ; %^% 

Se .e hooTeMe prctrado, n.» ^ f| ^ ^PS JJ |í>PfT 7 #^1Íál:í: '^JJ 

lhe bateria, "ãf^^t^^ 

Tendo janUdo de«pareceo. ^^J^U^Mi^ S^lP ^ ^ ÍfÍl 
In/lnUo, 

Deixa.iiie vér. ^ ^^^^^"^^^-^ 

ElIenaS pode ir. ÍÈí^MÍ^^^ ^^ 

Eu go.to de en,in.r. ^^jg^Aà^^^A 

Ea en.mo a amar. ík^A^^ ^^ A S^ 

O injuriar he peccado. gA^|i^]iAf*^fc 

K,.. ^Muc... n .6 ha arrôx P-^^^fÉURíJií-íltH^Atll^S 

Eu rô. . »rr6r para comer. * ^ IR %^iÍC ÍpC W "^ »,««*■ 

Para g.-errear he pre.i.e eapada. g 4T Ã ^ 1 ^ ^^1^ í* ^* ^ ^ ^ 

Eo »<M.tK. í haiiia-lo. I8i^'*4íl!í^^^^ ^21 

Eu chamo o .,"0 tenh... ^k^i&iljt^^^'^^^ 

Na6 lenho vagar de co.i.por % 9 ^^ÍP9 ^^^^^^ 

rLo...hr.gaçiodea«.r„. |èí) * * ^ t A ^ B ^ ^ • ^ lí ^ 

raaii coroo a QOi meêmoí» J\ Jpii ^ 

AíPBá:** ^ ^ 



Ideoi. 



^» JK Gramhàticâ 

NemcíUDdocropé, nemdciudo, ^^J^^^^fll ^ iS fI ÍE^ 
Dcm atsentadopodesoregar. j^^ ^g El» BT Pp W ^F 

Hum e.lud.nle. cmpriodo • ^ ^^ {^ "^ J!^^ ^^tk ^^ % M^' 



Ol 



*riç.j;ão^de e.ludar f.í. que o ^ ò — f^^ ^ Jg <D ift • B'l ^^ ÉI ^ t^ 
FaUd!' ,1 «.„.,. «lá ludo # ^ fi 1: «I # T A ^ X3^ tP ^ ÍT S f P 

Diiendo Ulo d«:i-lhe bom livro TT ^ Btj ál] ^ 'í^ VI ^ 

Sendo iini erador Kia-kim a rc ^ j^ ^ í^ 1^ X ^^/vA^HpT 

ligião Chri^tã foi mui perscguid?!. Zi, ^ J^ W ^'V ^ ^ ^ ^ 

O mômaiar o criminoso. Mo he '^ If Ó^ :?: M ^ i^ ^ ffe 6^ Í^ íí^ 

e.r.,ãodeoan.ar. ^^ ^ X^^ M ^^ ^Z ^ ^ÍÍÊ.[^A ^ ^ 
Poderá deixar de gostar ven- 
cendo. 



^mm^^$À^^^'4mMwim^ 



«cegante. ^^^X^Í^B^^ 

O. q«e pa.a« o .«ar tod», ,e 5@ ?| ^ A fP Í^^ ^ ^^^ ^T Í^ 

crobârcâo, ^ i^ 



Páiêtro Parlicipià. 
Aborrecido. 

Ia<ulUi4lo* 
Cx)i« fiTlada. 
C»pl*«v:»do. 



Enviado por quem ? ^ ^ ^ 



^AlBft^IAt^lÍ^:Í^A# 
«í ^ é4 * ^^^ *^ # L^ '^ ^^ 



'*' .- n 



AnTe. er» diai iamenle e.pteitadíX. ^^ /^^Wo IH^AA^fll^flS 



Cap, III raBBC. 

Coitado daquclle hcnem caiu..:. ^í ^M^^ \ 9^Í^ ^^ H t^K MM 64 

>,i .do de ho.niri Jio, e honte.n ^^ '^ A vS ^ JÍÍí A lí K jí p 41 ^ 

condtMnnaJo a penfi de laliaõ. H^ [||r iffj 3? ^35' 

Vr*'sent \ 

HefurMo. êAÍI^A^AÉ^iai' 

Ellehei„,..IU..o. %^ J^ ÍÍI^M A^^.A Ít. 

auando era balido, na5 dixia ^j]^ A fí Ó5^ ^ i^ ^ f^ ^ A ^JT fl" í A 

pnlaYra. ^t^ 

Antes era diai iamente espreitado. ^ ^ 

Foi trwido homem. fi fl^ ^^^^^^^^H^HÍf}^ 

Foi morto por elle. W^^Ml t^M^^^ 

Aquella cata em bum iaiUoto fj^ "^ W Jw ^ ^^'^ ^ A^ "f 

foi queimado pelo fogo. Ajífe^^lÍIS &^J^j^ 

O accu.ado [ reo ] foi crtigado. M-pW^Tfflí^ííftífBSSJSJ: 

Gerúndio^ 

aue deve «:r amado. ^ ^ Wl à^ gt ^ 

Que ^deve .er louvado. ,u loa- ^^^^^ f^ J^^fl^^ 

Acciamou-se bum rei, eoome- ^ X pl £ ^ J 3C í^ W ^JS £. TC Pv 

ara«;te magistrado*, e militarei, pjl ^ Pv i^ W P 4ÍB 

Avi.ara«-no. W A "^IF 7 Ã^ É A í^ Í ÍÍ 

Pen«va-,e. que iria. Affl^-^JÈi^AÍ&ÉiÊ^tlíi* 

í3 f^BRBO» DlFFlCSIÍy BCfílMfHOS, 

Elle he bom bomem. *(&& "^ 'í*^ A^ í^ Síf A 



^ EU.OU alto. Blleoaõtem fria. |^ ^ , ^ ;g ^ ^ :|C í^^ ^ S* ^ 

Eu .ou Juir de for., e to «.Id.do. ft* # ^P «gi^ Ê^^^á^SS^S^^JE 

Elle he pecado,. #§4ÍTÍ|6í^*;^jg# 

O faxér e,m«U. be obr.r bem. ^^^^W^^^ ^ à^^y ^^ :^ ^ J^ 

Pensar Ibucamen te. "^ iS RU ÍS 

Trazer, e le,ar. éjfeê=^AÍÍIiíí*# 

Traze .qoella boceta. ^ ^^Jv :]^4^o ^ ^^'Á^ ^ 

leTaaUr. Levanta a p...,o.. 4^ÍS^A#íêo^^-^^t#g|f^ 

Eaier bom monte de ptdra*. "^^ ^ ."" ÍPI "? ^ Í?f 3^^ A j^ >p ^ JÊ í^ 

Prçgoo hum prego. ^T "*'^^•í•A^-«^ 

Quebrou buma perna. ÍJ íK í' — ^ M A $ líS^ — ^ 

Con«^o«..o. S7-E#0 #^#^^PjÍfr 

N-6 se ibe p.,de mexer. jl * -w^ítt *. 7*-h\h%.- 4* -ST -ífi 

Ouer ir. e ua5 pode. S ^^ ^^"'^^ ^l^^^^ 

O bomciii oaõ pode deixar de y\^ ^ ^ «^ W 

CoDKguia.o. Naa o copKgue. íSj^W^C >Í-?»^^'Í^Pri# 

Ter M-ver * 1.^ t O 1^ 1^ ;ít # I 

Ai»dan.«.i.,«ebe.rfeJi.. fi^J^^J^M^^W^ ^A 









Reprehendo a tua leviandade. 






Sentir. Sem o advrrlir, 

fe te purece. 

Na5 se acaba de Tender. ^ . , ^ ^^^ 

Nas o pode conter lodo. Ç ^T^ 7 ^^ ^^^^^ ^Zl f? P 

Medir o comprimento. Jg «^ ^£ ^ JZÍ* / \ 1/ « — />► í* 



Tem Ire» côvadoi de comprido, ^ .rt- -p -èr ^— -4- I 'Ô . "lí^ ^ 

M^dir a altura. fil^ rolPi ptl^"^?^ÍW 

Medir rampo,. ptC ^ tS íto ^^ l^' S^ ^ -^ 

Veio urde, nní o Mcanço». ^ ^ j^g^ %%^1^ 

Náí pode ceder muito. ^ Ht pH fl V ^ 6 "í * nii '^ Is ^ 

multo "í* «ndJSr ^.rí '*"'^#^^-^^^í^^^'^°^^^^ 

remédio. P] /p 

Anle,dàv„i;-,e. e agora n.S po- MÃ^ilíê^ilP^ttt^ISft"*^^ 

dfem e.l.r junto.. ^ ^ ^ ^ ^ 4^ 75 í P JÍ .1 4^ 

O aoclor foi l.u„. c, r,„ Li de í| 9 1 f M $ B^ t ^f ílÍP ^ ;6 ^ ft # 

lavrador, feito g.neral. ^ t^^%^^ %%^ $t'Z.'^% 

Elie e.l4 «tisfeilo. #. Al^ 1 S >S. - ^ 'il^ M ^ JE. 

B..â co„,.„te com hum ,«rto — ^^ >1 ^ 8^1 ^ 6^ 1 ^ ^ — ^J» ^è W 



$CiÈ 



GRAMMáTiCA 



A,oeUe f.lUClhe àoU. e e.le M ^ PM '^'Í*M ^ % ^ ^ ^ 1^^^ ^ ÍÍ. 
tem qaatro de roais. 



Par.ce, que ft.» deve .er a..in,. ^^7^% ^ ^ig^t i^i ^^% ^ 
Pergontarâ .Ig„e.„. I^ jlÉ ^ A K9 ^ S fpl ^ S ^ A |M 

O cbri.Ul he l,ao.p.rente ao.oi;>K,|jf7;?^||éífáè^;jít^é^Íg 
eon«^T-ada.n.lur«,,q„eli„h.. £,^^ ^ ±1§ "Z^V^M^M fli^ 

Tu acaba* uto mait de prwsa. d''^f^^tbí^'f^— '^^^i^ 
,ueeufaçoa.eUde. ^ ^ |È= jS =3^ ^ jg ^ij^^ if 

Ateâ4-. Iua„a«cha«, X'. T ^ f ij B ^ ^ IfC ^ ^ (/Lj ^ 

Chegada. 4Maa„aa chove. . ÍÍ M J^ '/^ ^ ^ T ^^ ^ M ÍH ^^ T W 
Eu Un.bem lenho, que pe,g«„l.r. |^ ^ W Pf Fp! j5^ S^ «^ ^ ^^ ^:t: lí ^ 
Qua-do eJle chegar aqui. ha.dc ^ ^ ^-ij íf ^ .^^ ^ fí t ^ # ^ M l!t i^ ' 
•o«.ar.a.e. ^~ Ji4 PJll t ^ 

Heo,uecom.i5ofalla. ÍlP ^ |^J f^ |í =?J 0íf t jt #^ ^^ ^ = 

Foi.ote.do .e„,po. U^Í'i^B^^^M^^êli^ 

?,rhfv:Ça.:r^"""' ^"" ¥s A'^.i^ffit.#r,ií^ 

Viogou-.ede!le. ^^ É Ír í^„ ^ P^ ^^ fí ■ 

Viogoo . n-orte do irn.aõ n.aior. $g ^ ffe ^ :^ H^ f;^ ^f g ti ^ íl ífc 

Elle louva..e co™o bo.. ^ ft M ÍÉ j^ /^ ^T A A S PU ^ S# A 

De todo hei de dar coo... ^ ^1 ft^ ^' f ^ ^ ppf Ife ^ f ^ Íl t Ig .1 

A calma Uz lembrar o banhe ^5'C^Ífe^^Í!Ít^ 

AiodanaS «Umo. no verão. ^ 4^11^:1 g ^^ fi^flí f^^S^^S 
Onde cará elle, :A: *Í í ^U |S ^g , ^^ iU :l| ÍrT >â^ SP 

Traze o e.raler pura aqui- ^E^^^:'^— it^A^^:^jíJ; 



115 — • Jt 

JH ^ Cap, IH ' Cminitmt*. 

Se helícilo ao inferior f.tlar . jH^ "í^^^ 7 fiHÔf A"^ Pf ^^ Jt tií 
«rdade.oSr. MclreTaierrado. aÇ-jftèfSf flf^S íf|?8T* A.^ "^K W i? 
Que eu laiba, foi «ó por ambição. {$ ^ |^ ^ ^j ^ % ^ ifê A '^^ 

Principiou por pouco, e acahou j^S|/j^^^^'/C'M!^^ Ó^^lB 
por «.uito, co^o .con,ece.e«- Zi /J> |fj ^ ;^ {^ -^ 1> ^ii 

Par. decUrar . rebeldia alhêa à S ÍÍI A ^fe -^ ^í HÍ» B*^^ » » E. 
voluntário declarou a tua. l^^% Í^ K^^% j^W ^ 

Oeo-lhe a eaeolha de reDunc.r. ^JI^^^^^Í^^^'^^'^^^^'^ 
«.»orrer. .^^ ^^ F^ t #— EP J^^ ÍÍ^IP BS & 

Sehaco.,alen.ivel,hee.U. "^ JÔ ^ M ^íl í^ ^ PTS "^ tS iHi ^ 

&r •'"''''^"" ""•"*" ^íiwfJÃ-i^a^ii^^tsf-âiis â' 

OteroprcgadotcxecutarSo coinjg^^^jJ^|^^ff^J|^À^ ^^P 
rigor e»te altarâ.í ^ tC. PSt^ 

E.IOU pensando, que. « .trato Ê ?f • ^ 1^ ^ # # W ^^^íÍ^ '^'fll 
bera. moe»lraDharãoo«roai«.e,»e Mj|g "/&>tÍtí^'^|^^^Wí^*?!M 



mC ^ .X ^'' 



3v fiK CAPiTfJLê ir STNTJXE. *** 

y^ JfoMMNáTiFO anie$ do Ferbo. ^. ^ 

B«.o»p.realeddle. f^ ^ lífe flí « jfi^# « * á: « 

Ellen.*e.l4en.«„. «l :íC ^ '^ ^^ ^ ^ |^ |f 

D«..ro.. fo. d, cidade h, « ^' ^ P^ ífll f ^ A ^ ^ ft «» g^ W 

GsviTiro ãntea do regentex o 
regido de verbo teputa-te ac* 

Ob,rret.d« V. S-. e..â „,ui. ^ ^ ^^ ^ =}- ^^M^^^ 9 Z ^ ^ ít 
Veio nrU do irmio maior do ^ 7 :^ ^ W ^ 6^ S ^3|fe^ ^ ^ ^ A íí 

mestre. # M ^S^ 

Homa chiwra de (btber) chá. i^Ã-^^k— ^it-íítt -«i»<^i^ 
Hutna chicara (cheia) de cba. I ^ JOÍ ^ ^ jdu O ^S£ ^ 

Ha dWcrm qualidades de ira. í&^-^^Íl^l^^^*^l§[^*t:ér 

eao«a.deg„nd. habilidade. ^ :^;jfc ^ 6$ A ^:fc W t t ±1^^ 



».U^,-..id,de depa„«.dur. g ^^ ^^ ;$ |f ^ $ ^ , jft || ^ft pf J^ ^ 
Excepção. 

Hum nte de TÍoho eutU bum ^/^ ]@ iS 4§ •~'Í35iÍ"Í^A"^/r S^j^ — 

Ud (de prata.) P^ 

Be ,oem hei He de a.« Ipl í^f âf i^f A ;^ O ^ ^ W ^ft ^ !S 

do ãceaoútwo e, 9e com parti* 



© J^ Cap. IF SrKTJXM. 

Eac.rrego-lei.to. D...e.lhe. íí # Í4: S 4^ A jj? ]1:L ^í # ^ ^ 

NaíteimporU. ::^ ^^ ^^^ j^ Jf. ^ =^ ,^ ^=f 

T..d,. lhe contou por miado. tilS^^^^ftl^^^^ftíií 

Tr.lo.te de.te negócio. @lt#IÍÍ— #^^^^:^^J«:* 

Tirei.tc a «pada. que le tioba g^^ T^íÊ^Ó^JgT/C-J^^i'^ 

Doe.u.obraço. |^ 0^ E í| ^ A ^ ^ fll lí 

^ J 1^ ^^ ^ g ^ |g^ ^ ^ J^ ^ ^ 

Tirou-Tie huma cadeira grande ^ '] ^ âí"~*ÍG't)"^éíI:^í%"?Í 

I,t« he-te iu,po.,i,el. Í4^ ^í» tè # 3 ^ A 4? ^ Pj # íttí 
AccusATivo depoiê do verbo, 

Elle gaitou dinhwro. ft!lSTÃ*T^^ tL^-ÍS^ 

Ellepegou oo dinheiro, egwtou^,. 'Í;fèÀTRT^1ÈÍJt'ÍÍljI#6Í 

Eotrou para o bosipie. • lÉ Í '^ ^ ^ >^ í>ft 

Vollon para cMa. ÍH ^ ^ ^ |^ ^ 

Elle in,„I.a-te, e de,pr..a.„.e. %^% i^. %^ * Íi ^ * A 1 STÍS M 8 

Elle »a«,eenfa,li.derique^a,. -jfl X> É íS SÍ ^ ^ í^ A t # Sf É íJ5 ^ 

Sodeixaob„.„grilo. f t o H ^ T íf Í^J ^ ^ *Í f ^tUtlft 

E.tuda âcandéa. i^ [ fíSít t l^^t 1^ 1 1 ^ Hí l ^ S B3 t 

Ninguém cáida melhor da* coitas Bg^ ^^íllí^-i^íí^Aíf 
queodcno. ^^i}#l\^^^^ 

[a] O tau naã tem a coilumada atUiqaõ lia porque vem acompanhada de huma letra, que Jelermins 
huma expecte de tau: atHm também ditemot fíSt ^p caw, mat ditemos ^» J^ lecreta. 



O dinheiro gulou^ elK ■ál'í"ÍÍBlÍ7^#Í8^SRÍ 

;2,Ur " '""'"'""" " ^'c /J» ÍP q^ f^« tt :;^ >>^^ ^ :?; ^ 4& 

Ka» pode lembr«r..e de l«d«. -^HS^t^lfi^lA^^W^ÍTâfê 

Be.o«p.r.tr.x. ftt^Aai*, -jS^ft^^H 

.•d-O^eede, ^^ g ^ 2! 

A bondada delle naftwpode lil/^AÔí^^^^K^ffi^ 
«por em ham momento. A líf: A ^ # ^ "* i|í J9f ^ IS^ 

TocáTtro antes do verho^ 

(y Metlrc 011 Senhor? Queí 4n ^ ^ i\ ^ à ^^ /^ ^ W 

O» FiH» ? Aqui dou. 4/ íí ^ ii M VÍ ^. "i^ 7^ *• 

Sciilior/eii,quedÍMeViiicc.? ^ ^ íf |S ff 4d À Jf K^^^ fí ^ 
iHoitTMiroo Senhor, reiponda lhe. ^|^^ÍÍfÊò^^íl|^^*$ 

Elle ,.i com tigo. # |p1 # í" MJÍ^ -^ 4t f^i 

K. na. medoacom.il.. fS I^ t 4^ )H- ^ ^ ^ ^ ê tt ^í^ ^ 

Pi«.u-o com .««.. ^77 ^*lj 7 ^ ^íf lí^ >^ # Í'J ^ A 

Che,.doo.perto,ere..pTOo- SI» Ó^ % # WK # ÍÍÈ ÍP ÍS 51 » 

BrteoaS lom differença daqueile. ^'^-^ÍI>'^i^W^^'I^i^^lmWi 
Temopocti. #S. ###íá^:g^:gtt 

T.ien.»eol„g.r. Ãl 1 1 í^ ^ ^ 1 S M'J PT 

.ae-a,.oe«.exped1,io. ít^ ^ #1. ^ ^ « ífc 1^ « M l ^ ^' « 

Vemdeeasa. ÍSÉ ^ 11 ^ ^ Í| Ij^ + ^ 

Otcortame* Cbioai nB differeo. lt»È-=^®^jÍ|('fê^>fv^A'1'ÍP>2l 

U.do.B.rop«». jí^l^t^^;^^^ 



^ Ç Caf.IV SrsTVXB 

Quero ver o luffir, onde naKÍ. ^^ fjf & f\!iÍ^'^ ^^^^^^t Ê,"^^ 

Quero olhar pr.ra a pe..oa, 'i''" :$^ ^j ^^ /\^ ^"^^ gf ^ 2i A 

Z-lheemn,-... # M t íl SíSÍ^ /^ í^ ft tS lÈÃÍ^S S 

D.fendeo.me do, soldado.. -fe97|gf4Ç6B#Élf^T 
ExCTiçõet. 

Na5 «lá cm cw. ^ ft ^ ^ ^ >ft 4 ^ ff* 

Aquelle. e.lão n, corte, c f.le. ^ ^^l^^^—^-fc^S^íft^ 

na m«-tr6poli. ^ jfjj^ 'Ôt ^ ^ 

Orioe.lâcheiodeago.. {^ }Í 7 * ^ M 2* ^Í ^l ?Pf ^ ft Í ^S- 

U1..a n.„Uo delle. ^^^^9:^^^^^^ 

Bola.meh«™achicaradech.. ^||ff,J— ^^^J^ $,M ^^ ^^ ^ ^ 
como causa ^ c fioff como nomí- 

Ô muito e.ludo, «u e.tud.r « p^ ^ ^, ^% T 6 S H Í Aí "t 

matou. 

TA:éne.de.,u.n..cho pod. - 4^ /J> í, Í iit ^ S S A ^ - ^ ^^Ij 

malar o homem. ^ PJ ^g /\^ 

ií. O Adjectivo ante$ do suMan* 

' livo, n,iõ tdndoy ou comprchcn^ m _ài- -^ ia« 

Oi mao. na5 podem ter paz. ^ f .^ Ã A ftt :*• 

Oí lantos fa5 poucof, *|Ê ' >^ ^^ A SB /V ^ 'TJ 

Todoí ot docolcs come 
Tudo he por lua cousa 



Uí •amos »«iw pwuvv»« ^ - .^^ — — ' - ^ . ^ ^^ 

Todof o. doente, comem pouco. ^^'^j^A^Êi^^^AtAW ^^ 

Ha muita gente, que na» Cilâ ;# A ^ ^ JR ffi A ft ^ ^ ffi ^ Íf 
porelle. 



^^Deo-Ihe .ouito dinheiro. ^^O ^ i^ ^ =f ^ ^ ^ Z ^ ^ ^ 

Na« dormio todaa ooile. ^^ ^^B^íi ^^ ^ ^ "^ ^ ^ 

Todo o reioo e»tá revcltu. ■— • ^R ^ ^ j§^ $R^ 

Tem afflisões toda a »ida. "^^ ^^ "S^ L^ ^^ ^ 

Todo o mundo çilá em paz. "IH* ^ Tj ^fe 3x 

Dcoi creou todu ai coisai. ^ ^ |^ ® /U| 

Todo. o. dia. .e ira. U ^ ^ ^M ^ ^ ^M 

D.«e-on3pre«„.detod... ^ íl A J8 M S € ^ t «R B 1 1^ 

Todo. o. peccado. .e reduzem ^^ 6§ H «f g| íí^ — ^ g |ít ^^ H ^ 

i«»berb., -*^:^ 

Tod..a li .h ,5 o. olho. nelle. AlSÍÍ)|lffi^^##^A 

Todo. o. empregado, recéb.™ ^^^^.^>^^^ U^;^ F^! ííí W ^ ^ It 

Tod..a.,e«..quev„«ac..a ^^^^i it MW.^ ^1^ ^^ 

delle. me d& preieote.. ^^'^^^ ^ íl&^MM^ 

Hepro.a.e., íllíl J| ^ 8} /i Í[^ « ^ 

Tem oito déciraoi de probaW- I ^ fl A ^ ^ Jlt.H^ ^ r Q^ A <1 

lidade. ^ ^ 
Mbío, ^ 

_ morto. # 3E ;r;íí ^Í8 II '* ffi ?6 J. ii 4^ 

-b5BAííB45E^m 

3 ^ PBMPOiícJo antes do nome, 

Secmachado na» .e cort. o pao. «=^í T>%*^*^^ ^^^ 



S.n.«.i™„..p6den.o,™.U ^«1 J || ^J A Jf fÇ ijC * A j^^ A A | 
lr.Uri.lo. t^^ífe^ 

Eu po.«, m,r o, oll«. «..o. gj |t Jltg g ^1^ W «í ÍP K^^ÍLil 
•em te me obieurecer • ViiU. ^ g ]^ gj :^ ^ 

O e.tud„ d.,e .er «,«.d« . ^5 f g ^ g :^ f í^f # S » í^ M © 

ordem. £j 



segado elte d.., t« ».».«.. ^B^ttlí Ó§^aS#^^lr^*iaFf 

Bile e.t& irado contr«:ii. -ffe ,^ 7 15^ ^ 5^ Ã ^ -^ ^» 

Defronte do tribunal h. ber^c. j^lf ^ f^ :;^ i(^ ^ ^^ ^ % % ]^ 

A' .0. chegad. «or.^o da. fe. g,j f l) Ó^j fl| # |í % 7 ^ (^ Pj — í 5: ^ 

•/f prepoêiqôeê de qtdetaqaõt e m^ 
tamtfftia $e tomào como subsían* 
tivoi, e e$tad dcpoh do nome. 

Dalém do ri« hé poucos tigrei. ^ . "H Sfl "^ 50 ÍÊ iÉ il'* ^ T í^ ^' jft S ^' 

Daquera do rio hamuito.^l- ^Pfi| — glI^ÍI^A^^y^^^g- 

teadoret. ^ K ^ 

o teu livro «14 .obre a ««,«. f^í jÔ'/ # ^ ^ "^ -t A^ # ^E ^ ± 

O. -e« 9.p.*o. e.tia defcaixo ^fl^^^ ^ ^^ í^^' Z R ^ ^T^ 

De.carreg. Uto .obre mio,. ft É ^ ^ ^ ^ A ± A líl i^L * 

Batre «Um faa bum bonto. í'ílfcfJ^BÍ'fr'~4*ÍP|pí 



^^ **» PrBP0ílC,JO. ^DtBBBIO. ■ 1 

- O chaa„do KU^ i. diante de |f} >fv j^ ^ é^^E |(; |||| jf 5JJJ >{v ^^^Jl: ^^ 
nin,. e o TV ..r.z. ft ífe ^ 5^ ^ ^ 5^ ^ flí ^ ^ IV^ 4V t S. 

Eac.n>-.Dboa.o »lé dentro da :^ ^ O ^B Çl 7 fifc lí jff fi Sl 

A» port.. A- j.nell.. 4 PI P ^ ^ =f PI f^ O ÍE ,^ ^ ^ 

4 JDVMUBto anies dovtrbiK 

GruTCineole o rcprehendeo, ffi I HV Sft T itfi ^ M B H^K ^T 

llle«ide«g.r. # g I Í ^ ^ S S ^W "P 

eileteixpre foge. 00 f.lla & aula. ffi('^l^^^tKS^^ 

Bile Tem diariameote. 1& ^ l ^ A ^ H ^ . ' 

Elle foi de pre«a. ^\%,^1 i^W^^ -íi •*&! 

Eu o faço co™ .condi,a»,de «ít -Sr ^:5t í^ â:^ÈíB ^^ ^^ f^ 



me oaò^acrutaresao mestre. 
£Ues muluarolVfixerio socie(I^ 
RUes amaS se raotuameote. 






Coida to ero tocrgar-te. -^"V . 

Na5 lera leinéJio aenão wgui-lo. 5^ ^§ l ^ W M A 'ffl # W (flC ^ # 

Uto he .6 para te ca.tig r, e naO jg. ^ ^ íS ^ S ííí M 'f* ^ ^iíc 

par.«e,i„g.r. A íffc 7» #1 g^ ^^1 # íS fl, «È 

Séoboma-iraobra. Í7 A ^ Ã j| 1Í ff ^ ^í VV ;5^ íf g:É jg 

f«o»u«r " •*"""""' """'*'« .!5^ 51 ^ T m A R ii if ^S •■# 

De repente chegou. íg ^ f '1 f A^JE gç if ^ 

Eoi . «u pe.ar. ^ ^ l^I ^ T A ft ^ ÍP ff^T ^ Í^ 

Ha» de cuidar do, eufermu. ^ "# Sl^ íl^ f* W. !Ít §[ # H ^ A 
aUegrea.ente. ô 4? S ^iS # íl ^ t ^l^jT} PT 4 



I, 
C„n.o p6de .ucceder hto I íg i; tl ^ It f Ã!) V ft '^ fil ft fi WÍ 

Coioo huiim vacca montêza. Í{P|^^it«— 'f^'^^]JÍfPjB^"Í^ 

A'n,a„elradeb..rro. iífP j^ |Í fpj ^1 ^íf ^ ^ S tÍ^ ífi* 

Falia aireclaiiieiUf, na« uiei de iÍ[\éí||âJ^©^^-^ 

E« ,uo„to .e n.« dou h„™, ^ ;^, ^^ ^ff :j?^ ^ f J. ^|| fl^ ^^ |^ ^ 

Recooc,li...e .nu. com die, ^ ^ I^ § fp ^ 7 f| ^ |f g 
Mepo.,.re...o.. A * ^7 :* P ^ ^ íj «?? fe flf ^ 

K.» m lâ anu., de te A 7» -^ # ^ íi ;?=; S" iSfji H Í 

J«.Un.e«teo.entenclo«. j^^-f ^ gí 7 #. ^^ ^ iS lílí ô (^ ;?:•& 

Por e.la c.u« por pouco n.ô ^^^^fÍj(^^^^f^^^^ 

c.hinac.p.rren,. Í^U^ ^^^Ú 

N.» tinha .cbado de fa.hr. li ^^ |JÍ^ g T >^ ^ è^^ $ f P 5^ J® 

quaudo chorou. [ ^ * í|| flg ')! á^ f 

Re.tUue.lhe U„,o. qu.nto lhe ft f f ^& ^^ ^«^^ #2 jÍ6 ^^^ A^ J^T 

Elle pri.„eiron.e.moo. e logo f|í ^ g ífe^ ASÈfôl^A^ lífe i^ ^ 
«..torreceo. Sftffii;?^ A K W fe 1^ 



E..e ««.pregado *r. a,.i. ..le- ^^ "§ ^ jjlí^ l^titU) M. MÍ^ 

ro«,. ,ue inlelligenle, ^l^t^^íi ^^ ^ ^ 

Nas .«i., pel. poria. ,.or onde fí' ^ ffe Ó^ f 5 7> ^ ^ jÇli :JÍ ffj 3^ 

eolraau. - ^ ^ A J^ H ^ £ jlfc « "^ ^g. 

De oeDhoiDi •orte toques oet tei . ^ ^^^M^^ /^ t^^ ^^ Ú^^k K 

5Í Cllu iTardad™! ""'"■' '^^Tffi^jfl^^^Jífci^S 

Blleo.0*. pragueja. n^J^% g A ^^^ ^ 5^ A 

Nunca ioai« hei de anigoar-me. ^ÍÉ--^^^ W^^'^'^^^ 

Logo que »iu, aaS q«„. ' — ^ |í I^C^ JB f I^ IS É/J >f» # M 

rerdadeirameote b« meo. M ^ ji ^^ ó Ê ê 16 J^ íf 

Sempre tu e.culp«l* íí ^ # ^ # /^ 8È íR ÍÍT W H 

Ki-loU,em. ^ M ^ 1 ^^ Z ^ ^ ^ -& 

teohf,que«uD.S.ei. gl :i il ^ f^ ^ ^ iS 

Erta palaTia baqoe tem *ua ^ — *^ í '1 W ^=. >^ W M J^j 

Na, ..«gue do reiterdoi. ^^- J^^^^ ;^ "^ ^ ^^ ^ ^^ f- 9 BE 

Síi.rd'e p^í:./'"" -* - "- ãj^z^n^^Vkts ?^ ^ itt t> ^ ^ ^ l!r 

QDem dis melhor, elle, ou en? pf^M t^^ ^ i^ ^^ L^iHWtM jÍ 



29-^ Cap. ir SrMTJJCB 

Daqui se iofere. que h» certo oíí;lífc"rlJEAÍtWyÍ: ^JÉ ^i^A^Í?.^'^" 
que « d.. queaMim con.o hu.„ :^ ^^ ^^'^ ^ ^. ^ ^ ^:^ J^^!^ ^ 
frrande exército com diiriplioa » * ' '^ i jlI -J^ -tó -ris* -^ >Çr ^ V^í 

he facíl fencer, aiiim tero ella o^ QIh1^ÍÍ|A.^<1^> ^"^7V .>.,^}{M 

he«r,e»cido. ^ 1^ ^ ^ ^ kíi M t^ ê ^ '^ ^> ^ ^^' ^ 

Como.neco„hece.í ^ f^^ Ig S ^ A M ^ ^ ^ _^ ^ 

Como .e pode fa.^r, o qae dize. i^^H ^ ^ ^> -^^ ^ ^Jí ^"^0 ^ÍT W 

Como miliUr, he valeote, como p^ IP^ p ^fií$$ Pffl S Ws. )mÍ TT* ^ 

pai de famil... he miud- A ft t ^ fj f |^ãÉ r^ £) J J f^ 

Por huiiía parte teme, por outm 5C ;ê ÍÔ ^ t ^ S A^ M^ fS!» ,W^ W 

•; r;«d'; he ta» .«perior tWÍÍÍT^fáíPl^í*3SA-Í^ 

fo."rro"er ** •"' - """'■ ^ * * ^ -fê rt ?i M a & 

PcMoalmenle o ti. e oo»e. Ill M ft^ [ ^ ^ 

auanto mai. .iffcil h.,o que o. A ^f|^ 6^ ^/f ^ Óil "^Jj ^^IÊÍZ ^ ^^Éff^ 

cau». M.i. por .mhiç«o. que Ô^ # fec ^ 4^ >f> ^P J^ iU *í:^ O ^ ^S S 
por patriotismo. * H t ^ t ^l^ ^ * t 'U^ %fUf^^ 

Varre...,..m. fííl ^ I V? I lí^ ^ ÍS^Í? ^ ÍC^ í 

* iè ftl) 5^ 1# ^ J^ fx K 81 i^t I 

ffe l'^ ^ f^ AM)^ A ^ X ff * j^ Ife ft 

D,p..i,decomerbehaop,.,ear. lg it t íí 1^ ^ f ^ A |í ft ^ ff "^ ^ 

A^„te.Jedorii.ir„a.e,t.j..per. ^g ;^^ 7» ^ 'U» f JL 6 * «Ú S^^J- pf 
EU, aotM de morrer f«< o .eu «HC ^ O 'fÈ^ ^ HH ig 7 jft # 



r/. 'à - ''" 



CoAJuycc^au. 

sroir^r^c:^»,,». ;,„„.;,o,.çá» - ^ fií^»''liÍ ÍPÍ M ê '^ ^" 
rfí« nossas: mas muitas vezes se 
occuUã, 

Lu. e Jía an.bo. m8 ,„ui u. ÍÊ^M "^ A ^ Í^ ^ M 

'*''*"•■ a6 j^ 1^5 A ^ '^ -ffit lÉ 

To. edleWeparaC....ão. ^^1, |q íà$i MM ^ "^^ ^ Ê MM 

Edificou hum. ali,, e ,„„.pU,o« ^jg^, HlS^^g^ — É^^ò^ 

fc... iu^mo.ju.,0.. ^ ^ Ífii4^-;t i. '*:§l/ S ^ yr ^ S :?i i^ 

Ulo foi feito por .„im. e lu o ^ — -p|: ^ ^ "^^f-ÍIjÉ W ^í^ ^J II 
.«allMbuir, outro. rjl |y A, ^ llt ^P Í| ^ f Ifr jí ^ 7^ © 

Amar obeni, e aborrecer o mal, ^■j||A'> ^Wl^^jcAnVwfS 
be eoi«a natural ao homem. àÍÍf^'ff^^^7}A^ fft WIA í£ A 

Xu tralo-o bem, e elle oaí me f^ ^ Jf -fll O ÍÉ ^Bf # fll » "/& ÍÉl] ^ ffi H 

Perp..U-lhe,ed.«.mo. ^ f&^ * "È fP S^H ÍJ^^S ft ffiSS RT ítt 

OTè4PkaÍDd» em lonlloi, lefn- ^-J^WÂi^^^V^ TS^n* ^ ^ W^ 
pre be hum allegrão. ^ JJ, f& ^ ^ á» 

Ajnd.^,u.«|„„dig,,temo.„.. ^ ^ f^ p^ j^ i^J^^ ^ ^ ^ S Z ^^ 'Ê 

Se pode. fugir. foge. )j^ « ig O ^ ^g fí »l K^% t 9Ô ÍP S ^& 

Se eompr... compr.,.e .aí ac- tí MW ^ g # B A ^ J ^ g >f. ;^' 

J.ii.edÍK«eu, iiemtaUD.e.l« {g ^ |^ $ # <&, iS ^ í§ "f- 1^ ^^ 
Ne» TM,^cmF*m M.pplícx* I^l^ P 4^ A W^ ♦ 'C> l f^áí # 



I5T 



Nemh«b„„,,ne.nmâo. íf?-è 1? Í^ ^ dl ^ ^ ^ *? ^ :^ ^ ^ ^ 

Eunen,me,íco.„a.aõ.„en. ^^^ ^ ^ ^ ^ # P ^ ;f; ^ A "^ ^ 

Até .«. S.nlo. ha c«i«« impo.. ^^% }\^ % ^"^ -^^ ^ fi^t^'^i^^ A 

N.8 .6 ten, emprego grande, ""•» :ÍÇ ^ 1^* ,pj^ J^ ^ g ^ ^ ^ ^f ^ :ft 

Umbem ca.a rica. ,!$ ffl) -H. Ã f ^^T 

N.8.óea.e„hoe.Udo....mi.:^^gjJ-^ f f 5| g />* ifc t ^.^ 

«ha irmã ™enor tem. oadc se j^ J ífe ;^/ A 3?; .|fÉ jg j^? ^ $ j| Z J8f IP ^ 

«ccõ,nod4r, j^ji^ t^^^^ltM^ 

Tendo enteadido,q.,e elle uma gj^í|'jfeífif=|jJ|lKíÔTfí& 

de dolo, fugi delle. áj^M^HiM^Z. 

E.tud. Uoto, qoe dorminJo j^f^,(í^^^ft^^^ 

repete liçoeo. decor. ^ ^^fl 'O fl f IP ^ # * ^^ íft P 

Dormindo repete liçõe. de cor , jjjj, ^ J{ ^. ^ # ^ J, íg 4C íf jU 'll^ 

Uot.he..u.applicc.çio. A ^ J^ ;)!; 'í^' #^ Alt ## <^ÍP 

BUetorraeD*«heU«gr.«de,,«e g >f ^ fi^f j| ^ ^ tlÍ::f; H^ ^^S^ 

mil liagua.DaS o podem explic-r. ^j^ ^"^ ^^H^jjt^i^ ^Bitt M"^ 

He U« velho, que na« pode jfc^^t ^ fi!> ^ ^ ^^ít S^ Í^S 

Am..o tanto, que o na& pode ^ ^ 4^ f| ^ ^ l!l|Í ^ ^^ 

largar. t^Z^^'^1Í^ 

Aind.i qiif ns8 <\,u ira. na9 pode ^^ ^ ^ ^ Pj I£ ^ T# -^ £ 

dei..., .lo.r. A|Í^l#^^>7^ft^ 

Aiada que ub« tem literatura, ^ >J' ^ ^ U :^ 'ffj ^ 

tem eHuénei». A Sfl ftE" >^ ^ "18 "^ P .^ "^^ , 

Aimia que il.fi df-. s.ilslafão icm- YAI& #1 Íp'^ :ê "ÍSi ^ ^ '^ ^ 



He lei de todo o irundo, qweofeBi/rft^jL 3P"1Í — ÍB^A^ F4I5 
hospede tenbao primeiro lugar. « ^M TBi o 7v P I» ^ / V pi» -*- ^3^ 

Eo hei de ir, ou concedas, cu na«. wJÍI^'|ttífe"~^W^^'W'^-^^ 

Para que le emende, U 'ftíi Çit ^^ lí l "^ '^ ^ K 

Ou ha de bater, oo injuriar. ^ ^ +T Sft ft S ^# tT iH l Í'I S 

Oucedccurde^enha. T>í^ ¥ Hf W ^ ^ ^ F4 â #i « ^ 

Oa to, ouelle. J^ 1 ft IC i ÍÈ 6 # ^ gP *f 

Se«.5e.to,heeI.e. ^S^ 1# 8 t 'ffe^ * * I") ^ 

Pôde. oan.»» É ^ |l ^ W §1 Pf "f" 

Pode..e entrar, oo n.í. t|ltí^ft^PÍ^AÍ^Í'"RrA^1^5 

Obra de modo, qu. elle n.S su*. >)> A^ # ^^ ^ # >ÍC # ^- ^ ^ jg 

6 «tf ^BAC^áo imcidenie precede, 
Ja que tu d.S rei», nôi Ta- (121^^3^11 fl fl B ^ ^ ^ ÊÍ^ 

T« com elle. k ellequi.er. ^ J|Ç íftHf&Sz^ffi^S^StSê 

E. sempre o ano, .ioda que eUe 8Í ^5 # 16 ^ íf íS K S, S 'ftl 
metralemal. ^ÃHilSS # S ^ ít^ Pj 

Quando ha abundáocia de tudo, l^^^êJg^^WÍEÍ^i&fR^^ 

dJft M tdíf •? áh Útimmm 8A 

O poTO podi iiaS xó cantar a ^^ Tg^ ^Yflf; >3l nÇ 4^ ^9^ 

abundáocia, ma. dccançar Ao i^Tj ^%^ 'Z'^ "S Hí^ É. f^ ÍJ W 

trabalho. íâ^H.ftj|ai6, 



liJO 



[?3 "§. Cap. ir SrsTJxm 



1 ISTBRJBlC^Atí. 

Ai!Loh!Hm! Maratilha! S 5f ^ T c S O "pÍ íí'* ^ ^Í'' ^ O 

Qoe peoaíTerrivel Pf fê 7 ^ ^I ít 4 ^ - T J^ # * PÍ tó 
ttue ««iravngaocm !Bui. Ah! -jS-éô^^^á^O M^M^^^ S-^®*^ 

Oh«dlevie8«=! ife ^ ÍIÍ^ T ^ ^ ^ 5jÍ ^ tt 

aueloucur.1 É ^^ Sí^É ^ íft '^ ÍÍ» ^ 4 A 

ttue pen»! ttue mal. ad«l íí ti -^ .^ ^ O íí S A -=> ^ ^ Í^ A. 
— — interregttíva 

Pode.er,E„seg«odo» ^í # * o ^ Í^° f :=► ^ ^° ^ ::! ^ 

?e",lín?r '" '' "•' '""""'• i'i fl' :íi iè íl T> lE. # Ss 9B ^ * ^ # iiíj 

Porque perguuu. .6 Í..OÍ Jj ff 4^ ^ | fi$ J{lj ^ ^ 6^Ã li ^ ;ê |È 

Por rentor. pode» «i Sl ^ Í; 41 A gj fi ^ ^* H|J 

Laoçou-odeai? Í7Ã^^^íê2l^ 



PorTentura levon-o ? 



Cf anifoaef berraò. 4^^ f' ^ ^V« ^ ^ ^ 



As^ave. lamentlo, O. pânaros ^j^^^^^L^H^ 



Al aTet cfailraòi 011 catiUo. 

At aves 

canUo. 



Ogalo mia. O gaHo canU. ^"\m o 

O leio brame- O cavallo riocha. fflf^ ^ ^ ^ S§ ™ 

A vacca berra. O dragio aiio^ A ^ JfL l a»^ O ^ BE ^ 

bia. O ligre ruge. A moKazune. aJJ^tHHo ^SfiWt 3ÍÍ 

OníotqaltosiiDe.Arollageme. !J^^ à^^\J^^ ^«l^'l™ 



; 



-• '- ^"'^''•'^ a ^ ^ 14^ o « ^*> * t # le 

I. (inferior, ^i» « ^ 8Ê * U^& t í^ ^ ( í^ T 

En (triroioofo, «« peccador.) ^ A 

So (amiga) Bu(tnolher.) . JJ ^ ^tu^[ ^ 

TU. v™,e. «jAarlWo 4Sl«±LJET 

rmce ( amigo.) ^ ^ ^ A 1^ 

Tmcc. (mancebo.) — (felho.) ^ ^ O ^ át 

o Saohor T. (roaoccboO ^ >Í^ 5^ ^ S^ ^ 

ir. E.-. V.AIlew. .-Í^CAoI^ 

V. Hagetbiie. O lllm». Cum. ^J Jí O ^ ^ jS 

Vice-,ei. $Í#:jfeAí^Í|S 

Sca pai, 911 írinSo maior, A^ ]Bt L ^ 

Sm nâL S«u filho ou filha, ^ ^ ^ ^/ 



Sua CDolher mi coocubiiuu jl ...,* i lâa s^ :iFt ' r^ * 

^ reioo «» ddatJe. ^ ÍE l TO ^ ^ Pl |^ ^íj 

Seu fobrenoiíie, 9u doença. Ã X4- 1 iÊ tÉf -1 1 F2 

Sua mas <m |>é. ;H«'"^*0 «^ . Ir At 

Meo pai Ottirm&o. Minha m&i. -^ X l -fiu o ^ ^ 

gu filha .« filba. Minb. n.u- ,J, j| ^ -^ ^ f\\,%\,í^^ 

O roeu reino oii cidade. A tuioba ift/^ iS 1 j3* fê -^ 

O mco tobrenonie he Cum. íp^ XX ^ 



A^tf. Par» * conhecimento têmpleia éaU artigo, he preciso recorrer ao meo DlCCiováUio 
mm palavra TrãíavMHta^ 



^^* KB 1Ç Cap. ir STNTJXm 

10 PARTICVL4S SUBLIMES, J^ -^ Alf^umm ião àt vexei parta pnncipaes da oração i 
ás explHivas te corresponde na nona tín^a to c^m hum requebro da voz» 

O Che he ifrmina<^ào de genilivo, T/^ ^ «SI' ^ *& 

Pronoílíca a paz do iropcrio. J^^ÇT^^SÍ^Í^^^^I^I^T'! 

Ha rauilo, que >a5 fará» asrai- ^^^^i^^^^lS^^'^ 

Lmrqtêria.que^ pubr.ca.se. ^Í^^^ ^^^ Ã^ ^ ^ ^T^ 1^ ^^ ^^ 

Hum punhado de terra. M >E •*** fS Í ^ "** 1W ^ 21 ^ 

O oa» eocoulrar o fidalgo de Lm ^%MáWf^^^^ 

M..na5 pude fater, o que «pe- ^;j^ Jlg $ ^^ j| j® Alft^^ flE JP Ml F P 

Duma vex he deinau, e ainda »e *"" j!\ ^ y»V ^ / jiS ^fc fl* ^ «A 

poderá reptlir? ^ "^ I jÉ'S S W fÍ ^ ^ 

Nem eu |K.s*<. tratar de mira. g fiS^fl* 3® ^7» ^(f 5'S '-^ >^ -S- ^ ÍP I ^ ÍÇ 

Eu ..bia. que tu vioha.. f^^^gf^^JC^^-^l^il^ 

auaodoa(.l.egri,)..n»8p..de ^^ ^ |5 J :ÍÇ # :;j^ S# j^ HIÍ íí ^ t 

rr;etra;:i7^'"^'" .^g i^ e lí í^ ^ ^ i í^ i ^ ^^i 

TambJm he pronome. EUe. ^ * J$f ít'>è ^ í!i 

Só oCeohegrande, eio/fl«o ^^^gj^ fijf í^ ^ ffi fô íÈ #» 

,.>ra. por regra. ' ft ^ ^ :^ tÈ W l'l I 

F-z, que elle «u,a irto. ^ ^ Bf SM 4*" ^ iÍ| ^ ^ l' ^ 

ExperimeDlao, qur tal. P<*~' PÍIIB.í&^ICa^i'*' ^ m AA UB 

Por vcutura naS »e ha de «fere- ^^ ^"^í f^^ "^ ^"^"^^ %1ÍT Mw^ 

Porc.u«deoan,ar. Sfl| ]Í<J II Élí ^ ^ | ;^ fô -ffi» 

<3Wii.-fl« morreo por elle. ^ {^.'Mit ^^"^ ^^\ 



PvSb Km P^«TICVL4Í SvBLÍMES. 

^-Também he verio, (Jfgar, ^\ áu fll 

Foi avisar os irrs sugeilo», que ^ 5^1 H '^ A "p f|^^ ffe ffl ^ -^ ^T i^ 

retpooderio, que nad convinha. ^ 1 ^ '^S^^S % JjS PJ 

Para que ba»-de ir ter com Cum- jí^ ^^^^^ ^^^^% 

Ama huroa co^sa, ti>as con» -ffe ^ -* ^"^ fí ;íi ^J ^ ^ 

íc i« rrepomifio Em. ,. — 1-^ i TKV ^^ ^^^ 

O rei e.UTa «,bre o tanque. J^^^^iíCÍlfc^A^ill^y^i 

(ío corção com .ofifirerei ? A> S ^» Á 5± íf Í ^ I »íí '^ E 

ieile tempo Uun-Xn, era ajo- jj -^ !^ ^ ^ # f^ I<j |Í J? 

. dante general. ^1 ■^'^ ^ '^^ W-^ 

Hai..re..n„o,ae.t.parte. fi 5^ a; TH ^ A t S|j E^ llf ^ 

Qaem obra com a mira em lu- ft^ ft|t f^, A ^.W È^V ^ 

cro», be aborrecido de muitos. L J^ \ ^J nfl -fT» X Wp^ 

HorreoáetpidB. .. ^ JJ ^H ~T "^^"^l^^ 

lotiritado peMo» homen.. ^X^^SÍÍ^^Í^-^IA 

Castigou o reo. |3 ^^ij^ A A E À Uii 

EfD quanto a câci, e cavallos, ^ JlJ íJh/ ^ à dí yC | i^ 

OeMle o imperador ate i plebe. ^J^ÉA-t^íTIcAêl^í^H-^íi^A 

t ivtV:s"*''' •*"* """'' g ^ ^ ág fr ^' t ^ ^ ^ I jh>^ * íí it 

Eaante. roh.ivamenle ao, ma- j^ j|:^^ A Iffí fí Í^T 1 1Pí ti'i%^M ^^ 



P9 ]^ Cup. ir ^ SrsTáXm 

Fara luini hc como a nuYeni,4|tie 1 ^ M JÔ ^ 

De manbd, c de l.rdc cuida nUto. ^^^ Jt^^ f" ^ |9 | >^ ^ | ^ 

Nos trabalho» cuida nislo. í^^j^fJÈÉ^il^^^fflíÍ^lê 

C.dn hum ie conserta no aeu #^Í^^Í?L|^*% 

rancho. ^ ci LrJen ■ "^ ^ ^^ v- .Oc. 

T.M.bé .. he r.ciona*.l ^^WÍ^Í\)t.\^^^l^% 

Muii fundo, que ornar. ^^^wl^^*^\ l^W 

Hc raai. a geit^ qae O Itab.lho, A^-t^^''^>^^^ll'^^ 

j9; 1. 7 ^ i4 S ^ .â _^ ^ ^ ^ 

Porti /«...n,udeide.,.Uma g f^ ^ ^ ^ KlÍ 'f A | -^ -^^ R :S 
fu he expletívu inidal. vC. ^^^« 

O«.ccorrer abunlaoteinente o* ^ ^ ^'^ h'Pt hl ^T 'P "^ 
bomen. .erà homaoid.d. í /^Jll^"|#:^W^'^Pi^^* 

Sa» be .0 hun.aoid.de. be «n- ^j; -(11 ^É- 't^ ^ S ^^^* 
lidadc. Z!» -fj Ç ^ "f^ ilí -til ^ T^» 

í«i. e Ã^i.» nas fora» perfèilw j^^ÍÔi^£Í^^'^J-®'» 

Ora humanidade he kf anUr o. |g-^>(l:{f. fJCjj^^BWj^WCxAjBr 



Or.i «n i.i i: <• cl amir, ficará SI- ^ , ,., _ 

IrR.ijf. ' 



íJÍtflé<iAlt«é"t-K 



íP 



^ SS Í7V PdtítlC9Uê SúMtíMBâ. 

Tãmbem ke expletíva Jlmaf, p7 $;« p ÍÍE ifj 

Téimanhos taS ot damno* da *jõr ^ ^ ^E^ 1^ ^ Í? ^ ^/C 

Abl linha demorrer. pH#J|;^^5ETAt ;^'d^^f 

Atéelle«ícoufundi,4dl.la.... ffi ^ — j| 1^ S|^ fi^lí |í T ^^S íÔ^ 

r(m*«B ke *rtie», e pronome, ^ iS" ^ tt ^ -Ôí» 
A «lamidade V.rá «,bre ... ^^M '^' %^^ Í» t. ^Â ^SÍíM I Íí> 

Y«c-. (deKonhecdo ) também ^ ^ f^J ^í ^ ?JC ^ :í^ ^^ ^ ^ ) ^ 4 ^ 1*' 

conbe«..go..elaaí !:?; ^ ^ :1^ P ^lÉ^ 

■JJ. ^«i e«. for.5 .,„cn„ t.í^'^%\-Z.'=^ ^_ 

5o • forsa d«>te homem pode |^ f j^ ^ A 6^ ^ ft ^"^ í '1 ^ "^ ^"l^ ^ 

Oi* ke eewjunliva. TtTÍ |^:ífl^ ^-fil 

Othomeof naS podem (ouva-Ió , . j.!. #«. jij. *» . ta jir- jtm II» i!5<t 

le,oo-n,eobo.e.ef.ipar,o^^^,^^j.^^}g|íj^|g^ 

8o.p«odeocÍDto.efaí-.e Í "T* ^^ # Bi jS Â^ S I JJl 

magestoso. «^ ' w inl r4 e» — afe 1 4** A -^ 

HeTil^arbitrarioabumtempo. .^^mrf*l>trR£^^l^"^ 

Aprender, e exerc„.r fre. ^ 7 "^^ ^ Ó^ ft^ 6 -^ I flf f ^t 

FaIo-bia.u.em«ber, , ^S^ÍgZ^ ^íltÍP ^ ^^^^^^ ^ 



\ 
184 



'*• l!y # caf. ir iíS a<*r.x. 



S6e,lebe,queoMbe. S 4" A lí ^ 3^ ÍS t ^ S A I ^ ^^ ^ 

ífôírí™ :;«. "•" "'"* ^ 75 M ft íít ^ A ^ ^ I a W # A 

E que fare.no. .gora í ^^^^ ^ jff í^ ) 4* i^ ^ Í" 

Querido di.cipulo, daqui por /J^ ^ g 4*fí ^^ flÍPaf Í6 7 

diante nberei eviUlo. ^l*^ \^^ ^ fL^'^^ "f" 

E elle reipondeo, que tim. iÈiMW>JÍT à\ SS^ 

IMO i6, e aoabou-ie. iV-PTt^^^lLjIfcl Qi 

Quando «e toma maii roupa (no ^ J jh j^ ^ft^ ^ f^ >^ ^ 

ínTerno) mostra naS ter preguiça. . ò /^ «j^ ^ I ^ ^r XS 

Ha occaiião par» ut empregos, «e ^^fT^C^/^^^ífft^wSicT 

os naS con«rguire*, enl&o iriU. ^ ^ >C M ^ p^ I ^ ft * ^ ^ 

7>n)»rm te expletíva final. ^C ^ |^ f^^ Í3 

Acabou-se: agora o. que .eguen, fi f f| ^ j^ 4^ ff |f JJ ft f ^ 

oi eropregoi eitio em perigo. ^ j^ | ^ f ^ ^ ÍÍ* 5^ /& ^ ( 

F>^pera-me deotro da porta, ^flR^^^^S 

Jfis he expletiva final: indffn - ^i^ * á» P. ^ ijh 

émphase, àMj 

Omeltorbefazer.coUaeeda.. ^^ ^ g^jÇ fP^ ::5 ÍIl •¥•# í 1 

Muito .edeve ao«,up..d„.. ^ 4^^||í^f ^ T .SS^; J5I^ | 

a^:la5:rS"' ""^ •""• ^ Í0 ^ 1 M, ^ ^^^T^ÍH 1^*1 fl H 

Tr.s .««.o intentou.... |f ^tt ^SS^Í^HgH 

Nemsepode no«ear.... ^ ;^^ ^ ^ - ^^ A^í^ t|íg. 

Atieutado observa tudo, *^"° <^^' ^ Tt HB A ífB I^ — A 

1^0 Iv^ eipírilo, ^ ^ fl^ ^P ^ I 



^ *^ flQf PáMTiccLát SvBLiuaâ, 

P«»..ebom io.Unte..lána.. ^ — # Jft ^ J[ fli JC Hl W 3fc 

ce a loa no monto oriental. ^ g|| I H IH -^^ iH j^ J* . 

E.colhe.i«..n.«n.«opnro.. ^ T* ji&j ^JC || g ^A #-1 ffi ^ W 

Dclonge repara be™.. eperc ^^^:i^ ^^^^^^f^^^^ 

be, ,oe era J. »elbo. 6ÍÍM|]|5^^íf BlS-fe 

IcalK.».-.... ee alleitna.... ft 7 Z. ^ 1^0 ^ i:^: ^fe J^ *- >f^/F 

Ijimbem he expktivã inicial mierf 9 ^g jA 4lg J^^ 

Por TWtura preciíaraos de adu- ^ J|# M ^ X$ ^^ ^ I /^ ^ 

E.topo,er4.erher.ar AJ§|#S^5t^f- 

Coii»o«b«.,<,aeofutorohade ^ J^ j^^^^HH^M ^^ ^ ^ 

«r peior, qae o pr«Mnto? t[^^M^^Í^^^ 

Ot heespletivMinterrtgalivaJhurí. "^H? ^f^p9& 



a irto ? 

Coroo o pode fascr ? ^ 

Ê^T ■^' "•"''" " AS'4!;Í# 496' ASAI 



Falundo ftam r«, quen. pod.- ^ ^ ^ ^^ Í^ \ mMft ^ Bi? |PÍ .U> 

i& chegar ft .ubliotidada do .^^l^-ftâtaÉ/fe^^^lÍI 

Senhor nie.tre? ^W^ i^M 3. 2^^2t^^ %. & Mb tlt JÍl I 

.eoUmenU,.) ^Xm ^//TC4n-;t PÍ..# ^ ^ ^f* HS á^È 



l^iei^o ea ludo?oa8. 



'mm^m 4^* 't ^ =^i« áwfi 



"^ 5& Cur.tr m Srnw» 

Se!l e..a a naturíz. da .go. , Jt if 51 ê ^K ^* tÉ^C^ 1 S* ^ ft ' 
VerdocldrainelB que «nlimeD- ^ ^^ ^ ;^ ^ ^ ^ Íli^% à ^^^ 'Cíl 

Também he expMivã média de ãd- ^^ ftfl 44 ft 

a«»mrecton.,lH>oS.al«r ^ ^ ^^ j| 0§ f >? ^ ^ t 1 * ã 

E.tehe hum «bio. 'S É 0^ ^^ * A^^ ^ "^ ^^ ^ ' ^ ^'^ 

Que bonilo! he como »•«»» ^f ^ ^^ "f ^ ig^ lIÇ 3^ Í| tL 

£j=„Xo;e^io.;r' "■" - ^ ^ t jsíi » íí ^« ^cw * S^ ^ 

Sendo .«.m n.» faU» • pro- ^ !^ g |Í # ^ |jí W ^ # ft «* T> ♦IÍÍ 
Tuiníem f/^nljlc* Principiar. '^ j^ ^ 

„,„charão^Uop.. cooUa '^^ ^ ^^ M \ ^ ÍA^ ^^ U 

Eu (imperador ) principiei 'f^ $i % 1^"^ 1^ & t^MÍ í^ ^ 

d« pequeno lugar tv 

OHo^he artigo. >^ ^ |í fli 

A justiça lignifio conTcnicncia. ^^^Isfíê^^lílt-Ét 

h^\n''t"em;ô?""''"""^°''* T ^ Ô?( JÍ f^ jêS^AÊM Nf "Z^^ 

o «abio tem tret mei« de per- ^ ^ ^ ^ -4^ ^ S ifè ^ HB ^ "■ '^ 

^,:as:. "^""■'"^" " 5t * >aí íi ;^ ^ ^ 

cinco oa tets que tem barrete ^"íf ^< RíSl^^^ "T^ A 
(caiadcw.) A^ \ 3^ >n A 



o ,«e .en.r.. o-« ia.„lu.. e ;t | O ^ ^ A fi^ ^ S^ H A # ifi Ôíf ^» 

8. h««»er. quem .., en,prríue' ^é^ífeÓ^^^^^I^I 
«eeu«.c,o.oceomeabor. ?' fíj ^f €t ^^ í* Í S t 

.«4o .a hum tmeao de 60 f^.^ ->^ ^^ÇT^ :f^ -ti Í' M « J? - 
.tO.U.o«de.O.«V«a.«r4 +:?;«- P J^ ô $ ^ ;$• ;ÍÇ ^ J-^ 
hum reino p..,aen«, jR ^ + ffi ^ ^5 i!L | 

K*«h,a„i.d.,„euto. ^ H fj g >^ ft fl 7 ^^ # jth 1 1 ífÕ G 

Co«^Ura«n.e«o.en.p.rteerte |l ^ IÍ ÍÍ 1=^ M 6^0 l^^C |í ;Í^ 7 
corasio«U«loogc. AfSS^TJI;^^'! 

>iiaitoi|N»i«Deato..ér«« ^^^^ítè^/ 



» 



I'Q ^ Cp. ir ^ Stkt^x» 

A F.n«-. «.Ubelegu tr«. lei.. Itl^ ^Jí ^- A 5? E H ft # W 

n moem he exptctiva média, T^f ^ M Uj 

To len. alguém por aqui í f}; ^E llfe ^ A ^ JK ffi -§ 4!» 

(cpax.) ^3fir^5Ag|:^ 

Rum epiUpbio honorífico m QÉ^Í — ^ij^^^l^A^MIfÔífr 

ia hg expUtivã final inUrrogatipa. Hll ^^>{]^ 

Par. que ainda com penn. 1 %^ M W^^ ^^ ^ M é ^ \[^ 

O ezamioadoí; da ek^ueocií. jf|. jg >C ^ 5f^ ti' ^ ^ 

n.,.raur4dclla, A íl * ^ ^4^.:?^ I 

Apren lendo. p,M,ri p.|o deir ffl ^1 ^ # ÍB M W ^ iÔ A A* *! 5K 

guito de na< . le avantajar V» _t7ji5 ^ -s» > I. II li XBL ■ ■ 

Pen.o, que Tmçe. íen. pre,i- g í^ it 'jí> í£ ^ ifc Ji 3^ S5 S 

Ka9«ra.t».que hontem 4 no.le, JJfj ^^ ^.^ Á|í Jl fl^ C^ iS Í 6^ ^ J| # ák 

r»?;" • ""'•"'^ """""^ ""' ^ "S-* ^ S 5í^ ?â ííD ® ^ ^M •&. i 

He i.(i> Tindo dí Ceo. dada, 5^ jSil 1^ ^ ÍÍ T* ^ SI /JC fi§ 

TamUmheexfMlvãde^áupiá». p^ jâlrlfii 

He.«»n.»hel S^J^^AI^l 



ritle-lo, ob ,iu9 ) 



|70 



f 9vK iBl ]^áMriegi4$ StãtiMÊi. 

Or. o ,„*.H. ™, d«. «i,.h. ^5íf ^ IL ^^ ^ Ji IS Í8 

Por ,ue «« he ..«elh^te.. g jj ^ f^ ^ i^ # ^j; S #. 

.•^..«Udefor,„.».de,. ^ Jg f» "PT ^ ífl. A ffi ^ ^T; Jg g íl' A àg | 

TãmèemkeesgleUvéícri^inãntê. ^' ^^"ffií 

E^iDda deT* retiahir de dem™. f^^ 4t Ã^ff? fi M^ ^ I ^ft §2 ^ 

M. „« p.U,«.„. - bo«. ^H ^^ li P)g j^ J I? A IL t li. g H . 

etictoM^fuiiáo tea ÉOíM. „ . >J> A W íB ífe — £ ^ # ffi 

OJidirw «.pau, e re.peU.r o. Ã ^ -- Vát Kl tó 6<í is 2: 

Nas • teiidv,he furtai» $*/%^ M^^ ill j? 



"' ^% Ctp.tr T» tma» 

TtmHm»tttpUU9êM€UI. ^ fH mI 

Eu be.u Ki, Hue b« bon. don- -JÉ ^ ^ jlf ^Í ÍÉ Í fcí 
étor.r-« «0,0. ... ^ 4 ^41 ^' # ^ ti- # -U 

ra pátria fa« cada ves maU raral ^^uL^WlpS^wS 

Ifa* apreodeile o 0»n>«i«iiíal » # /^ 1Í íl*. S l£ ^ 
IlB»h«Uailieniparago»tar» -tíl ^ jE PI Ife BV ^ 

roae^ obter H«n..ib-.o CO» «ÍÍ-4^|í?^«J«ffi»ít 
C«nd..,(,u-..Ud.pr.«., . S ^,Ef^M * ® '^ ^ 
Fór,«.».oa.,... #%ftifl?*^ 

C..o,.r.a.err.«.,.,. ^ ^^f^A^-^A' f Í^íL ^Z 

Poderfc deiíar deâllegrawTeo. — ^ ^ffj^ 7 Wl^ »ll*ffiTéÊ^SIB 

rmdo. • eotrirteceri. tendo ^t%-Bf$ Hll $ ffi I'J S I 
vencido? " 

«^ « .^i-*. . .■,«.!.. A " e, 5! f * * *f íê iP * Ê « 4 

ManAlnhiiatallwamii... £k^jlÍ#^im 



/■ 



A^^lheparUc^a conj^nctiva. "jK ^ Jt ^ T 4Í 19 ■& 

O home™ he a inlelligencia ^^ A^^lj gf^ Z^^ M^ ^^ ZW. 
Wo a.S he outra coím. he ÍÊ 4^ 7 ^È jjjl JÍ|ÍJ J| >g ^ 

P..XÍO. ^iifciíêtiíÈfifití, 

B=|Pçrime.U,epode.el..goo gÇ ffi i^f; |fe §1 ;|t jt A ![ ]^ | £. 
Ajneu pesw o dei i gente d« ^^ l^^T ^P A 

l««i«,ae,oia.it.roi„Suem. «ij A ^ífe ^ II S ^\ f^ S ^íf SÈ 1 XÍ Si ? 

o^queeu qaero. he ín.iUr Co„- ^ jfe A # ífe^ '^ | 1ÍÍ ® lí ^ ?L í" 4. 

Ba boa. génio., e ha ra.o,. K%^ ^fi^^^SÔ^MSii&ítí jf »í 

«Vaolo ao, affecto., todo, ^tííf^^Aííi^^^^^^líS 

■ lerTem para obrar bem. ^ ^ ^'1 "^ M >^ W ^ 

Aíoda Hue .irvamo. com toda. S^. K ^^ ^ A Í£ ^ ^ T ^ SfÍ ^ ^ 

a. força, ao, do Norte, «»n,pre 'f^I»^^|6éí^Áíj5-&SlF i&ffl fl É 

?:fhr.rd'e^ShT.*;:.S "• a^#*i^^í ^ti a^^tm 

mooaahe útil ao. home»,, ao %1to S ^ ^ ^P^ ^ A K ftl ÍP §, 
contrario lhe, be daronow ^ IQj 'l^ jK I tH *T '^ 

PaMado* aquelle, limites lie que tí ^ T íS. ^ W ^ * 
licali.re. òM^\'^% ^ 

Pa.«lo. 50 anuo,, ,ubiuaoar. 4'12í3£+ ^Jfc 5EJ 

Ha bordas de campof. e de leiraij flB^"í®^^'*ftl™ 
fluo* sa5 -ianíof , outros etpiritof, /^ 3Ê ^V tJ ^fc^W I 3& 1 



'" If, Cap. ir ^ $r„TJXB 



Io he expletiva de duvida. 



^i,^«««. 



Nas hehun. .abiof re.pondeo. j^ v^^ ^ -^^r áC ^ j^ fjí § '•'íL ^. ^^ 

Sim.eUlTe. O.6.... à^ ^ A ^J^tj" FÍ ^># í 

Elleconiprou.o,our..ubou-oJ ^^ ^ T "5^: lí) "T 

Talvez oa«.... :^ ÍE ^ JÍ ^ # | 

Este lie ofundanenlo d^ praliia ^ >^ gjjj j^ ^J >^ ^^ ;j;J| ^ RH 

da humanidade.... A :ij! fe •T^ ]^ ^ j 

Se ha de «r ga.tador, melhor ^]^ ^ t| # "^ ffí ^ S 

he, que .eja parco. ^l^^^l^^ 

Tamiem tignifictt dar^ ^ JÊ^ 
Quem da, na» pergunto. M«o|^^0}:^|}gj|Êg55|J:)f 

outroquer. a| A« ^^ W S Sf ^^1 

ío tieníJUã eom. ^ R *© 

Queria fallar-lhe. ^|^'j&'^pí^.'^(áÍP 

Porque no. d..pul4oe.to 0^}^ ^MP H ^S ^fiS ^ít. 

terra do D08S0 reino de ChSm. ^ j[^ ) f|^ |fP B 4^ ÍKÍ -^ HUi 

Hemuidado. jtf ÍÍ l Ã^ A ^ A Í^S I ^ 

Seeuna»«H.d.e.peciede.le. ft I?; ÃS É A 1^ S W ^ fí^ 13 H 56 

íujeiloi, de que c»pecic «ouí cfr9rMA^ÍCln0Wt' 

He co.« n.inha.e tua. M'. fí'\^^ "t ^U^ 

«osU de sociedade de maobã, ^fP^^^i^i^A-'^^ 
edetarto. à^^^Zí^ 



PjHTiCVI.dS SvtílJUB» 



/ ke expletivafintl. ~V' fí G íí "ttl 

Acbou-iii . O «-u perjuno be 50*7^^*10 T&BV^CítoÍ^^AT 

ja iIcn.ai.iado. ^ ÍV ^ L. ^ I %ií- J*é \ 

A ...iaha doutrinada r,ff..Ud». ^ 6^ ^Í íi >?> ^^ ÍT T ^^^ ^ «» ' 

Ne.n « U.npo b.»la. í^ M ^ ^ Í; / <i B^^ 'f^ -S: 1 

A|.|.licai.d«.ie hum a» ctt.do, A ^ S ^lli> .-^^ ^ Ç^ ^ fl" '^ ||^ 

le.i ordeoad». ''- í^ "lli > Hc ^ ^ lf> | 

He .6 fallar c!a.o. f^ ^ fó |^ È íí ^ T í^ 1^ É ]ffi E* I 

Aatiga^cule hum meu amigo 5t^ || Jfe Ô>^ — ^ J ^ B ^ H Íl 1^ 7 

a«iin o pralicou. ô P ^ ^ ^^ S í^ Í ^ ST I 

Ainda que o qutira seguir, oaS j^K ^ 'i, BQ ^ "n!! 'ffil ísí W iK V^ 

tenho meio.. ^ li |fc i4 :^ ív ft 4 I - 

Ttf m^^in *^ explettva lerminanlc, Pv ^ í$ 'i?^ 

Hade,.r. ^*A--^^i'É^ 5v * i^ 1 

O» .migo. do. homem .i.udo., jE ^^ fl^ A ^E >6 '- ^í ^ ^ 'J^ 5^ & ^ jE 

umbem «,ráo ,Uudo,. « 6§ ^ í^ A •&, K íDt ^ ^' ^ I 

Quem .e reprime, terft pouca. '^ ^ fi^y ^> :# 5± ^ í^ ^ ^-^f ^;2 ^ ftf I 

jà"; perguntei. • ^ fpl ^r 7 t ^S E PpI ^ I ^ _ . 

Se«...perde. ^X^^^^ ^^'^1^ M ^^\ 

Sabeodo, que be illicilo, contem- J^^^dè^-frBlfeiÈ^J^StP^Ã 
te logo, e para que e.perar até "fl* ^ W íll 5* L r ^ 96 

raa>«"> ** expietiva, ^ '^ ^ W^ íUi 

O ódio. e damno feito ao. mai., ^ |gÇ A tfíT^^'^^^ÍÍ^A^\'^ 



'" f Ca,. IF ^ SrsT^x. 

II ■ Muiitu iiaS loiího rom Chou. ff ^^ ^^^ ^ \^ JL^ ^ 

C^i hc explicativa. 



reípcilar, e u que se chama terra, JS AA TÇ^A' jT jffe jt * 

que veiuuAer cxteiiio, uaõ potísu rT'^ J ^|» ^X^»^tir 5' ^C- _ 

ír"4tu"r " "'*•"""''• *"• i ff ^ • ili ^ t ;p íliyi ';57« ;|Ç fil 

Com i.lo quer expl.car « ««olido Ift^-^^^lf^íM Í^Í^Í^^SlW 

Quer dizer, cjuc ous séculos au- ^ ^ Jl Ó' ^ /\ -f\ ^ ^ fíj^ ^íf 5^ ^ 
tiiços bavi.i, 4ue.u ujõ sepultava ^ I f^ # '^ Ã T^ ^Ê ^t f* 4B ;^ 



09 jMItí. 

Tditibem he ej-pletiva de incerteza. ^^ >1^ /C Z P^ ^^ 
^e ,"e.„«façn..e.uò.aber..^;g' A>?^^IÍftÍ!#rt,ÍÊ|y i?^ gíí, 

Ch/s quanto maU. H^ ^ A •© 

Qu»udo hu.n exercito vai a hu- ^^ S IJ at Í2íí ÍT ft ÍCÍfi 'í%'^% ^^ 
™a.eu.0U guerra, o. rei. rc^o- ^^^^Ig^^jg 1^1^^^^ 

tos sabem, e se pieparáo, quão- ^f ^ \^ /iL -^^ -4^ J iS t ^J " \ JL^ -Hh •*- 

lo mais se for a mil li» de dis- ^5^ i^ )& W iS 3B 1w Jw 1 iT Í^ M ^ ^ 
tancia, quem o ignorará ? T^ ^n ^^ 

>Jl|;^t tâ :?; Í#;/C Hf ^)t#it|f ^ ;ff jg 

r<?í f.« morrido.de ceiMunoaí. ?£ T^H^l^IílíSW^ÍSÃ 



Quanto mais, se eu naõ tiver 
Quaulo mais tendo o virtuoso 



V*. Md*, quem pensa, que 
mais humanidade, e prudência^ 
V'. Mdo. ou ChouCum^ 



te™ í â SI -^^^lâ^-^s-ãíi^ 



íâi^í^^^^a-f:!!» 



^C'Á Sê 



Fá%Tí99íáê SvBLiMmÊ, 



17« 



7«m^#jit hê fMpíeiiwa dg áut^ã» ^ ^ ^ 4át ih 

par. ca.a e.t. Do.tc? ;j^ -^ |^^ ^ 

r«flià«i]i ngni/iêã: Sêim Têgra. ^rf. ^ ^ ^ 

hum iocointanlr. e ío.ii» de- %/ » tf\ ^ ^ A^^uZ \al J^ . '^ ^ 

t«rn>.nari .. ,„ai.?. ^-^^i^K^^íÇi^Jtl&WA 

O co,er»o rcUx.do dc.U, .é- ^p 4* ffig ^ ^ í"* #|| Ô^íÍ 

X#«/ *»-ff«í/iV« indelcrmimMdg, tíÍL ^^ ft Jt « j, 

qumm^ mtti#. mW /|> ^ fQl /^ J22i 



AindA que ha ordem de Elrcí, ■ ,^n ,JU txi -^ JL/. Av .^. «.^ ^* «t. t^ 

.e..n«n««U,arád. aodoa. ^| ^f.^^ W l^ ^9^ É ^ llíí 

A.od. que qneir.. q«. .,. M^^^^^ É^M 

fcija rei, na* • pod« -_ - ^ _ . ._ . 



Ale Oftiotol 



ig»«r«* .l^uma, jtSA&^^^^itfí^ 

MMA*Wgí5?:ílI;-E 



o. nv .-...., t.lr.nf..ro. do ^ flj ^ f*^ Ô^ 14 >^ "fe 7 "^ ^ 

.e.ppr. recbo i.to. « depoU / | ^ ^ JR& F? llk ^ í^ ^ "5 
bti de yo\i\T 



Eu, aiuda que nio aprendi, com I ^ -ft /X ^ ^ í J 1K í^ ^ -Si T 

mdo oiiTi f-llar ni»K). e ofrí. ò\^ :^ ^ ^ "^ "^ ^M "^ ^ ^ 

I hê êxpleHva. Para. j//^ ff ^ ifl 

L''go procura a srienrí 
irirtude, para o atlrabir 



Lgo procura . .cienn,. . St f^ >C t t^ ^ ^^ ^ ^'1 ff ^^^ ^ ^ 

P.r..dWer«r. ^ m^ ^M ^ 



5t *J^^;S:^^ ^ »fti»A 

uaipo-inc na perna ^mm num ITI T/^ t • n»' ^ ^^ ^^ 

boraio. 0J(\ ^Uj^^if^mWÂ 

Com que utiliiâfá. o roeu „ . ri qff m 

Reípuudco, que pela curda roida ^^ , ^ ^ \^ l^^W^ 

„ ... . „.*...,.«.. 'ICl I J J^^^^f, * ff Bf #f I 

e se TOi conheceiic, que leria ? >«> \V?^ ^ i^ tji 

com muiU r«io. ^TC^tó^P:^'^» ^ 

a„e« o .e. por inufl. .o « ^^^ fl ^^H '^^y^V^ «t « 4> «* 
deixa, hc coroo o lavrador, qut ^^ fS ffi JR TW II* 



,Tambem he êxpUtíva de imiru 
mento, 

Batpo.lhe na perna c«tn hum 



^io monda a ttara. 



5Ç K i^ PjMTieOLJi SwMUMm 

algoro boiDem eilraordmmrio. ^ ^ I T^ ^ íS j?^ P5 

a««- Mb. ..U. ire. c...«.. ^ 5| 3g = à 6^ à ^P S # IF tó "^ T" 
I «We . .«cio ^ r. formar-. , ^ ^ ^ ^ ^\ ^ ^ \^ ^ 

r,-J. SU ^ re^eii.. ^SLÍÍ^ M 'ik ^ 

Qge remédio} por huma parte j|; ^^ j^. ^ jg fÔ # 6í í^ SX X Jc W ^ 
ismcf |i«l:i tun tropa, e pelm '>* , -fc- -?. 7 TT W "^ "152 Hffi S 'Jl i^k^ 

Eiie cão ««.d. d« .i. «• »«• ;g g jj í^ li; ííi ^ ê 2.^ ÍJ ^ 

«le não <ni1. áe n.in.. n«e jj^ J^ ^ fl^ ^^ -fj ^ 1 1 ^ ^ ^ S» ^ 

O «IH* *e «ha». pr«.iden«« i*» ^^^^ f<'^%% ÍS" ^^ 
j.«^c.o. poder. „.„Ur.„U,^|^.^^jj^^j^.g^^^Jl 

Poder. de-.„rde.«r,d.er.,„. ^ :|; J^UJ ^. tíi^^ '^ ^i^^^^ 
doe« ..p.r«o..e« pre<l«r ir >)^, ,^ ^ M ^ ^Hfé R 21 ^M '^í ^ B» 
eo..«.rp«í ;;|; 'ii JP A HIP 



Ike li^i de fiser! 
Cmuu^Fw Púierè éexiãr ét 



11 STNTJXE FlGURdDM Kgurõt, € Tropoê uêUoê, ainda quê poueíH tem nowtê 9m Chimã. 

Tco com os seui olh^i , • out •- ^ |[^ ^ jBi iw 7 S» ¥& 

o com of leui ouf idof, ^^HSl^JC^-^m 2l 
Poljfsínáct§n. 

H..Tc,hebe.Ufr.. ^ ^ 1S ^ ^Wi^^^Ê ^^ K 

Agora, c depoi.. &^1k^tfÍÍ^M^ 

Unáphêrã, 

Foge <ío mundo, do lugar, dat «-u tit ,«4 ij. ^ai ^jt ^am .^ 

roaneirai,edw palavras (quiiida ^jEHJÍííSEiS B 
Dai faS coaTenteotei.) 

S«.doutrin.».iflor««ido.h= HjlfífÇEdtíílfr^íSW^Íf^ 

ord«m cele.t., .e rai dec.h«da, ^ j^^ ^ í^ ^^ ^ ff ^ ^\^ ^ 

Mc ordem cele... « « » jg <& $*# ifc 

T. por q«e n.« .prende, poe. \^. ^ {] ^ ^ |l fí , |# SUfr A 4> 

.-..? a poe.<» hc c.p,z d« moT.r. A /Jv -f jpj ^ -|^ ^ |j ^ ^ l^" gt ^ 

O h«n,em p..de f ngrandccrr «. A SI ÍC 'ít ff^ >^ 6^ IM -^ 16 1- A ff Sfe ftí 
doiitrin», (.iprenHf-n.lu-at) e naS. ■. MU ■a t 9it ^U StÊt ^ t H 

a doutrina o lio.u* n. ^ A RB 9*» ^ 7p sUft Q/^ A. 
Spanadipliiii- ^^ ^^ _ ^^ 

a.m..t.. à donlrini, o que ílle ig.Aj^t^ft^^^St^f^ySkHi^IffÔytl 

/rinuc.a I,. inferior ao Ulento. fj/^ ^ jf^ jjfi '^ ^ g, ]^ :^ jfi f 

ynsnimiã. 

He «uic^pliT^-l de vergi.«h«,di Í^I i|| ^ ^i ^ M 
confusão, e remorso. 

JÍntãnÊclàiii. 

Sc o irmio menor naS curopfc •— ^^Xíl^^'»í'^Í^ tT^P^Í^^T 

Q,ie« dcfcr, prj -se tra armai. 4^j§J>f%f^|^J M^ ^ 



^íè 



PlGOBJOA 



IS» 



Naqaelle tempo Iam ÉT^era ^/J ^ fl| S ^ SÉ ^S: 4" ^ J^ — IH 

eratMi qaeinteinfdltalhe cootla, J^P -^ 'f*' A ^ íS '^ÍC -8' W A ^^ f^ j|6 

• .ioda he reprehendido «terá. ^ %^^J ^Ji^f^'^ ^^ X^ ^ 
mente, que felecidade! '^^^^^^ ^W^Í!iÍ,tÍ "^ t^ &.^ ^^ % Ã. 
quem lhe diga a. falUs qootidi- ^^Ã ^Í^Jt1'í#ílff#rti^lB^Ã^ 

fcncídLÍÍ" '""* «""'••«''« Sifc ^ A íí ^'B íí #]I5 # iBl 

Ab águia águia, çorao e«l& rela. JRM-MíjH^fTíE^iS^T 
Mda a doutrina.... ^Mi"^ Mi'^ M ^ ^^ 

Qaen. que, ordenar o. eu reioo. A# t*.íSf B * f j& Ôjf |?g f t f^ 

ordena primeiro a «ua caia, e ^ ^ ^ ffi, H^ ^' 

quem quer ordenar a. oa ca. ^^ ^^^ ^^ ^ ^^'^^^^ 

pri iiciro SC reforma a si mesmo. ^C f^ ^T 5^^ 

a„«mlêver«M,iM iotelligenda M^tfy A^% ? # -^ -fi, ^^C 1^ ^ ^ 

da palavra não prejudique a sen- S^S^M^-^^ljil^Ç^^iit 

tCACa oeni na da seoteuça o ttio* â4ç IK sR, 

tulo principal. 5^ 

rerdade naS le exlingoe, n 8 S M '^ íl» » -7 >& Jll M A* 5 A ^í R B fc , 
ilioguindo dura. durando # ^ j^ íMl ^ ^ M fS J| ^ > ^ ,£ 

Pçtyptóton. 
BaUlha reino com reiuo, e po. S Í I^ 0^ @M: 1^ S" íí ^ fl 



A 

•e ext 



'^' f9ít Caf.ir SrsTJX, 

ttu»Ddo o. soperiofc. yeoerSo os ^Jl^Jl^i&fri^AH^St^SÍ^ 

ior« re.peilâo o. «=u. maiore.. J ^j^M;^^ 1^ Si M ^ % ±^« -.M 

O po?o pnncipu a respeitar os * ^^xjtT^ ** • ^ 

irmãos maiores. ]^ ^Í^ ^ 

Períphrasis, 

Q.,a«do ja o sol declinava. ^flSÚslWÃ^B BlX:^^!^ 

Segundoaleiinn.erial oinjpera- ^±6^11^^ 2i^E9>^"^'^^^ 

dor tem mil tit quadrado, de ter- SE 'T' ^ i^^ >zr Bt VA l7_1. EB I2. A :& 

ra; o duque, e marquei tem cada ^j!|íg.>^— 9S>W -UT^ ^ "^^^ 

humcea,/í.,ocoode«!leot..eo J -|- ^ ^ ^ :^ J^ -Slj JÍà':55r ^M* í^ft 

,i.conde. e barão cada hum cin- i^-^-^ ^ ^^^^ J^J\r ^^^^ ^^\ ^ 

auaodoH..™c*..a.30.„„o.-. A ij H+S K ^tj ^9 J t ^^ 

iiaie fica fir.ne. quando cft«<.^a g^|ll£+]ífe49l|l^PIJ^Z:l"rw5 

tfciffa^a 'lo, íonhte a 1" dem ■^^y^'Y')^'K^'êkÍ>^ ^^^^ 

celeste. 

o. doi. duque. ff«». e r« fo.io ^g^|95^:2^?f;Í:/C3fi^lt"*^ÍÈÇ 

:í^ íE ffl-f ii ^ A ti Blf #5ljm7 

J^ -i :3í *ç í^a Bfl iSr — Bil IM !^ 



#n^t#f^m-B')i^# 



licm rectidão, 

íen, e Cãm ouvirão a doutrina^ 

f 
sendo hum esperto, e o outru 

rude. 

Sylepse. A palavra sobentendida 
está no ullimOf ou primeiro membro, 
conforme ella he inicial, ou JinaL 

Se naa lau.enta e.le hooe.n. a ^^ ^ ^ ^^^S ^ AÍS^PS 
qucu Umenlarà ? A#^A3^>SPlÍ S^ ^^ 



NaS será fácil, que o rico 



se ?í«a5di-^AS* 



*a 



FlGCBátSJ 



, , _ _ , _. _ iB7 •WW T^^V PR ^r^ ^^^ 

0.de«U a lei de perdo.r, « -» ;§: ^ I 4 M :^ f3 f W S 

ca.lig.r o ladrão ' ^ 1 ^ ^^ :?♦ Íp ÍÍ íl S 

Be «teaso, graode, alto, tiaro. ')$'È)$Í&i'Íi|í'lÈ.B'!'& 

Mé ua grandeza do Co, elerra ^ ^ ^ ÍIÈ^ :^ A 5S ^ tÍ ê W ^ ^T 

os bomeos tem, que aborrecer, à^^l^ Àt!l^A|§'^M ÍK 

Alé hiima pequena coisa perten. — * ^ /J> ^ ]to jjt^ ^^ ^ Jg -fQ 

« â «eação. ^-*%á:>h^Sè^ 

MetéphoTa, -f^ W 

Eu tomarei a Cku^çu por dedo fÈl|ÍE#^#S36A#ilÍJtí#? 

pollegar (principal.) ^ ^ ^ ^^ 

' Jr;f'"'««-.eenlr.nha,de ^ ^ :gf >Q> Jf|[, Jj^ ,\^, :j^ 



O.S..,o (CuDfucio.) o, ire. ^ A >.?L ÍTo H^* H » 1^ ^ * ^ 

K^ho^en. era hum ra„.a«, 3Í^AíÊr«St^l?i^^>*4^SI 
(rico,eag„raoho™e.deC«, ^ If ^ @I W il f A ^ * A HÍI |^ ÍP ffl 

(pobre.) • *^a4><lJl^A^íl 

Dí^pois iie Ires hospedagens^ dias) ^'ÍÍ T iSÍ ^ ^ pj £^S 1r HO lu 8 
sahiu deC^i#. 



Metonimia, 
n^ ho.peJ.r a .asa de iST/.. af3lfa^ígAá::tS.|6ígl 



i»gg 



Cof^ f^ SrvTJXB 



Com que »e ha detiraratrilezaí ift ^^ fjf. ^ % p^ JJ f({ ^j^ 
.0 co.„ „ Tu.Ca. ( ioventor «"> A f^ ^J. ^ J ^ |f ;|^ ^t J^ 

Na3 se pode passar sem Chu-Tõ ^^ft^^^^^ >C ^ 

(cador.) ^*^5f|«,||:j|^jj6 

Toda a cidade .ahiu a recebe-lo. -'íí^é^Aliiàffiíi^A^iÍHlÈ 

Todo o reino «lá oo.no louco. — @||^ÁÀT f^ M ff) ^^fi^ ^ 

Pe ,aJ. a par.e concorrerão » ;^ fií A íf|I * t ^ PH ^ ^ li 

O mar he .algado. e o rio doce. f$ ^ fgtfpj TJ^ "^ L 1$ ^ifí ^ 
Sj/nédoehe. 

Hum dia p.r. cem Ir.s annoi. |k^ ^'MH^A— H^ T- ^A 

; Todof o» oa •;rã<>5, e f. ulo». ^ è& "ET M 

T„do.a.H.. NaMuenãoocn- jfe^lt ,'.#;p ^ , :?: Ã :?? M Ô^lf :ÍÇ^ 

''- - '"''^''" •*" ""• " •»"'='" ft fi 8'J A J|±^ li 5± li t H ii píl 

vil»,,orei, o. louvei f IS^ Z ^ A "^U ^ Í$ ^ 

Não me h„ce. ,. ra longe. Tfí ^ ^M^ ^ ^^ fí^M^ 

Pa,.sio.,« „, dia., e meze., eo* Ò^Í4/J6>fIR)íí^ 

Ainda nue .eja cocheiro, eu J^^M ^"f^M ^ Í^^^^Í^ 

Com toda, as.força,. e cuidado. |J 4i> jg ^ J jfi ^ /t> ^ 

Parénthesis, 

Naquelle lempo (ainda que n,.5 ^ >^ ^ |^ 4| i^f^jj lES^ítf — ÍÍ^ 
empregado) defia outíIo, como ^^ ^ .... ^. . . /^ '^^ * *w ^>i »-m i^ xi 



os mais. 



M^^j^M^m^^&.^^Mmz 



Nota. ^gôra %e aprenderá huma lição, de Diálogos, que $€ acharão adiante, e ouira de ExercictOi i9 
axlftgo seguínle^ ^ 



ítife 



ExBRCICléÈ 



lb4 



12 exercícios de SYNTAXE sublime. Diversa Senlença com diversa posição das mes mas 
palavras. 

Calculo, que dlfficilioente se mora muito tempo com Jl -jÊr» Jff AO ^^ -#^ ts y^ 

o que ronserva ódio. '^ TÍ '^ líflí pj >p- TV /ifiT 

Ba multo calculo, que he difficil morar com o que J^ t^ -^ jftn i it ^U- EÊ. 

conserva ódio. /XV^ ^ ^ -7V pJ )*F ^ 

Tendo buma casa de travessura, conheço, que h» ^^^ Pí "S* S ^íérAfl ^ 5JR /í tfe 
n^uilo alli ha máo fado. ^ H ^ ^ 3l£ :^M pf fPl ^ ^ 

Lozo quehuma família faz huma travessura, logo se PQ ..«* ^Êt Q M yH l ^ít ^Çl vtf -^ 

sabe, que o fado lhe he contiârio, ' ^ *P /7t ^ V TíM W W >ZÍ íR 

"■'o crrííireTr»';?;.:; rorig^.r'''" -* S^ ^ i^ ^ M SM ^ SSIJ 

A naa ser coisa duvidosa, e trabalhosa, naõ Ih i digo* pp ^;£ 5(pl ^S ^4% Li ^ 

Coisas custosas, lhas digo todas. ^9ÊM'^ ^ Vi IjS 

Deves aproveitar a aberta para vir, uaò esperes pela ^ ^^ W{ 'ÍÍ iíl jí^ ^ Mí 

'"TeiaTii::"' ' """"" ''"" "'"' '""• "'''" ^ é P^ ^ ^ # é 4 



A rste tempo, quando se naò esperava, que chegas^íp, ^P JSL ^ /^ mu j-tj w 
a mulher de repente veio, ^^ 



A hora inesperada, então de repente chegou huma ^p ^ ]^ B)|l ^ J^ wfe ^g *"* jÔf 

Por se queixar da raridade das visitas. Çy ^W Ma >w ^ 

Poi que era accusado da indiíFerença mútua. ^ ^ jj;^ j^ J^ ;^E 

Se Vmc', for de pressa, ainda o pude encontrar, se ^ft» -^ ^J« ^hà ^fl jLn ^ %]^ jU* -«^ .^ 

tardar, na3 chegará a tempo. ^ -^ iUi» fr |fJ -f^^ *« iíL 3^1 flít ^ ^ 

Se ' VraC. for de pressa, ainda conseguirá a sua ^Eh .^ M^ fJÁ tí 4'Hi'ÍS. 4n- ^^ T>^ "^ 

amizade, e na5 chegará tarde. -^ TC 1J^ |Pj A^^rITT ÍS iH ^ ;?C 

D* fronte sentimos sem fallar, acabou-se, assentados -W #1 dfe Pig 3?^ Hlr A{& J± 

fatiemos da pena dd separação. W *J SE ^> L* nB ÍE ÍHL RpÈ Jf 

-—. Jevantemo.nos, e f.llemos da penn, c ^ P^ t| #^ |Í ^ '1 gf Jlj . £ 

Desde então logo ficou perpétuo. Et tm ^ L| jR yn 

E!ogo.e.nprefc...lo. ^ijj^ g J^l fi lífc 

O encanto das mulheres faa a cidade iufeliz. 8^ j?^ "^ ^^ lífft >^ íj^ 

A infelicidade da cidade são as mulheres eucanta- jir ^ j-fi J^ JLl «^^ 



L85 



19 ^ Cap. ir Bxãmcieiêê. 

^^ratcTX"' ""'"' '"' "*" " '"' "" 5t 3j:^ * # * Sí fl WS ^ 

Como podia eu laber, que nem aiada coATÍoha usir ^4^^!^^^^ f^^ 4fi iS( fi ^& 

de arle, para o consolar ? ^ M* rt iiife •■ -^ •^ j^ \á^ m^ 

Se acBfo conseguir fazeres^me teu çiiâdo, lerei que ^ ^ ^W^J^ ^* ^ ^ ^ ^ ^ 

Se conseguir croprogar-me como criado, ■ ■ jW f^ |W K^^MQ " ^ w ^L ^ 

19atf posso saber rauito do leu principio, e fim. ^ ^% ^ ^ ^^P ^E j^ ^^ 

Terdadeiramente nad posso saber muito da sua ^j 7 w StSI ^^i^ 

Quando roe lembro daquelle tempo, parece, que foi m Hg |fj) j^ ^ ^ ^{1 ^ 

A cad^ instante roe lembi o daquelle tçmpo, como ^ Ifí VtlM ^ Í(^ ^ ^ 

Logo fez diísipar toda a rudesa. jS ^ BíP '^ ^ iR 

Tudo fez dissipar logo a rudeza. aS* ^^ 



i^proveitando esta occasiâoi em tudo ficamos dcs- j»ju JtjL jAs ^ éM ijg 4^ .1^- 

Nas conteodai coíd elle ainda que venças, nem ppr J|k 7\ JB flp Jm j9^ ^K. ^"^ ^^ < ffe 

nem os militares Tencem. ^ >W W Jw WE í^ W* -^ ^ ^ 

"'íugílw'''"" »"-««'P°P<'« f-l«e«ef.".io»o ^t|tllL4*;;^íÍB^-*ír»-ttt 

Em fira uaS posso mostrar em p4rte o afifecto de W ^C BB ir âb -^ aK ^ fW 
iruiãu, e irmã meuor. t ,,àt it. T T* tj- j7 m^ ^^ 

Na5 posso conseguir mostrarem parteoaffbcto de ^> |g ^ JK yC^ TH 3C BD ^i 
iciuáo, c irirã. % V -i^ ^6 CS Ut 4fr B -tt» .1 

Na5 estou deliberado, pelo contrário reputo-o por )Vj> ^ £ j^ ^ ^ jSk ^^ S^ n^ 

e o sonho me parece realidade. ^^ iS '^S' ^£ 9r 'v /SC eIH JBff y^l 



Travar ioiíuizades, ainda menos convém. TS^ J\ >w /^ TC Jmt ^f^ ^T 

Mais convém nad ser homei»de inhnitadef.. jfíè ^t >2 xV yJÇ >^ /t ^ 

Ainda qnerooramosJHntoa, nunca nos falíamos* SP i^J tS" Jj* A) HS -^ ^ 

' neniseropre úoi falhmoi. Íf W ^ jt ^ «^ ffit^ ^ 



\ 
^^ •'► Ba SrNTJMM.SwBLlMM 

'^^;z:STzz' "• '^^ "' "•^'-"- ii >t ?r T> «i*^ :€ * tó ^ ?* 

MMch^.d««âmd«pr.^,e™,re,di«n.»TolU. -/á^^^H 9 ^ i^? Í ^ 
*»^»^P«'«*i. qae o qoe tinha aprendido Md» j|^ ijg ^ ^ ^S^jUtH' 

***Sríd*T7 '*'"**'"'**'''''' '""'*'•"'''''''''•• ^^^^1^^ 'f»^*áÇA 

Aa.u,..duTÍd., • medo. quem n.&«ibe, atr.bue.o. ^ ft f tft^ ^ ^ &, M & ^ 
a gAoio. traretao, e faidoio. ^fo â^ 

Qo« Um moiU du.id.. e medo, jaJga, que hc § ^ ^ t^ ÍÍ" i^^ S jí )| >l^ ^ 

geoio> aein saber, que hé travessara. ffe ^ 

Férçm o riso, para perturbar ai palaTras. M ^ Jii í L ^ F^ 

Aé suas paUf ras são confusas, para forfar o tÍso, JÍ1 -f ÍL iíl ?é ^ 

Fa« faier saberá remou posteridade, qucentrco» ^ -f* |& :ft :^ ^J35 A ^í* í5> # 
Ylajaniet Umbera ba bomeus honestos^ ^^db^ r^ 

Também entre o« Tiajantes ha, quem faça saber aos jfc A' ;^ .Sff dl A jSs> ^ -/* íi 

ramotofl vindouros, que ha homens honestos. t^ ^ ^^ 

Eosioo os moços a esfofçar^se, e aoknar-se na 4^» jj» •a íU -rr (A 4f^ JU AL iffs? 
oeearfão. if ^«. ^ ^ W ^ /^ ^ |Í 

'^^•Sfr ' •"•'«'"•-'* *> •>-« "»»•• f""» "' ^ ^ j^ S ;^ ^ íg j2:>j; ^ 



ld!j) 9 ^P« ^^ ExBMCICIOt 

Quilijuer o pode evitar» coroo Vmce. ^b >fe Ak ^ tíií j^ ^^ 

Acordou, e lamentou. ^-m .p~ mA vjy 

lamentou, e acordou. ?.! ^t ]ÍD B 

Aquclla crueldade ja ie eitioguio. JBl tfe P ítíj .^ 

Aquellaextiocçãoja he grande. -tí* S^ r| J^ ^ 

Querendo propagar a sua arte, o lepulo impossível. .^L V^p -tí^ >íir iv) jg^ *^ ;-r 

Pertender propagar a sua arte, I e impossivel. "tí* 4F* ^-^ //È "7* "õf LM ^S 

Vejo*roe obrigado a ?ir cora hum mancebo. AaiJhT /fcb . A\ Ari xh 

Porque naÒ vens com hum mancebo ? 4^^ Árr j^ jU /)^ -rí^ 

Bsta maldade naò teve pir oa antiguidade, nem nc . !|^ ^ ^ ^ 

presente, e muito menos se lhe po<le dar uone. Jf[^ |£ "g* ^^4Bf* ffi -gij* ^ j5T /^ tí' 4J 

Naõ havendo agora, nem antes esta maldade, mait ^ T^ |^ ^ff^ iBj ffi ,^ ^ pT -Af 
pode naí diíer-se o seu nonie. 'jjT J^ 

"""nriro. S í " "■" " " ^"•'' ^"'^ ''"•«'"^' Ai jÚ :?í # jt ^ ;% íè M ^ 

Desde enlâo naõ havia noite, que naõ viesse. íj^ yLWÊ.^ ^f% 3E 

Idem, ott desde então sem anoitecer naõ vinha. íj^ j|^ ^^ ^ J^ ^^ 

Talvez os gastos sej5o em parte inúteis e as forç.is gC^|K >^ jVg 5^"^ 2S^ Êfe  



naò o pnssio fazer. 

Seguiu SC, por causa da pobreza, deiaiupai a-l(» lojjo. ^^ JM ;^ i^ |^ tó ^J jA 

Por cuja causa seguiu-se a pobreza, e lo<;o se- w* +/ 'tCN ^*4-n ^fe i& ^lí 

parar.se. ^ ^^^A^^^I^W] 

Tenho recebido os teus favores, e naõ os posso pagar, â ^ M ^ ^ >£ JM ^ ^^ 

Vmce. recebeo favores, que naõ merecem rerorr- v^ pfl; ^ ^ -na^ l\t •gjjl tjj -fe 

Pergunlou.lhe, quem era o marido, e respondeo, que nQ x^ í* ^tt PT -fe :í^ 

Daõotinha. \P\ ^n ^^ PP- M -»«> ^^' 

Quem perguntou por m&iido? respondeo, que ^5 ^K Rfl J^S* Ê| ^È ^ 



ninguém. 



I íK M Da Si»tT4xa SoMUàia, 

' ^^iTilT?"'"'"'*'*^" oa.io, perguntando par. ^ ^ ^ fy ]^ ^ >fp^ ^ 

^ JiraUM aceoarSo ao bole, perguotando para onde ia ? [^ |SÍ Jp ^ ^ ™ ^ ff 

£•!& próxima a partida, e está muito por preparar. ^£ ^f ^ Fl^ ^ /yf ^C |^ 

c pouco teobo promplo. ^S^PÍJ^f^lS^íc^ 

Bama peiMNi oaS pode attend«;r a duat coisn: irre- — ^ ^ ^fl lU ^ J^ fpl ^Pp ^0 fft 
•oloto me pooho a olhar, e mai« oada. ^ nj] ^^ 

HoiBa pcMoa uaO pôde attrnder a duai, acabou. fe |^ J^ X^ ^ *** ^^ Q ^|] ^^ ^^ 

ponho-mea olhar ireaoluto. ^9 ^SE Am 

DeiDais. astiro metroo oinda existe a herva cheirosa -^ ^ ^ .^ «t ê^/^ gg' lx^ j^ mm 

com at porui, c jaiiellas íechadaa (mulheres eju ^ ;^ ^ ^ifíf^, J} ^^ m 

'^•itkTerâô feíb^d-í '"• *"""*"' " '• ""''"• H 4 • #jÈíc è P^ íl â H ' 

l*eiih« o incómmodo àe 4iier huma palavra a j^ Jgj — • ^ J^ ||j J^I 

exhorU-lo. ^^ .^ ^ 1^^ 4|f ^ 

Cora huma palavra incororoódo a Vmce. para « ""^ ^ /^ #{j4 W ^C 

Dú^IrcJudopela qualidade, e seotimeotos das pes- tt A tt ^l^^ ^ TO «■ W W W ^ÍT 

soa«, aÍBdaag4ira ha r«eurso. Q |SQ 

B i:oofonii« ósseo ti mentos, e qualidades dos sogei- ^^lÉA^U^^I^^ÍnWJ^ 

los f ainda agora ha este recurio, "^ Pq 

6e eaUw nfisU terra, niMca lerei accomodaqão, ^ÍÉlIfcMSI^^T^ 

Bataado assim netta 4erra,a acconaudaçâo oa« se '^ ^ ^ Hj ^ ^ j§$ T 

A dor fcpcimida oa gargaotea final he hum dolo- ^ If ^^Mà^M- * S^ ÍS 

roto tom do oaríx, (leo tiroeato reprimido.) ^ />> 

O aeolímenlo, edor saS por fim hum som do nariz, ^ ^ M>^^ ^ ^ ^ ^ 4* 

e garganta. }21 ^ 

TeodoH» dilo, como no. il^orso orada f gj Q ^| W Sç líj * Bc 

BaTcndo japalaTra, se no decorio mudar, <!"« «e «j^ p Atf* ;|^ A fift 3ft ^ 



|Sf J|L Cap. IF ExBRCiciot 

HayeDdo huma grande mÚMca, os teui olhos como ^ 9J|>^ \r 4B nP^ ^8^ m 1^ ^1 ^ 

que choviscaváo, e a sua cabeça (cabellos) era ^^^ j|f 
huma tela soUa (desgrenhados.) T^ScrlaÀ 

Havendo huma grande musica, os seus olhos erio J\ IT H ^ 1H ^ r» flft liO ^^S 3^ 

de cho visco; e a cabeça de vela solta. S l!si 

Se me demoro bum pouco, por fim nad pensarei em ^S -^-r ^<% jA^U^ ^jjf fgt ^ 

^m^^esTuecíJó. ^''" '' *"''''* ' ''"" ^'''' P^^ ffif ^' ^ É Í^ ^ ^ 

Nenhum dos Senhores láida em brindar, queirio PH ^ Sp ?y " Pfl Iw ^ R ^ÍK& 

dizer-roe, quem faz hoje o convite? pp ^ 

Os Senhores na5 briudio, desejo saber, quem será J^ ^ Wj^^f^^ ^ ^^4^3 

rogado a dar o convite ? p^ p|| 

Poderá deixar de dicer-se, que naS teubo dinheiro! ^^"fr^n PS^^fl]' 

Na5 poderá dizer^se, que na& ha dinheiro roeu ? "^ J^ p|| ^9£ ^ ^| ^J) 

Os amigos me perseguem por vinho, e comida, mas m ^ ^ ^g S >ê^ ^ ic^ lã^ ^ 1^ 

a boUa está vazia, e realmente sem riqueza. /VI ^^ yR ^IB. H^ .R i9Í« -^ ^ fflV* ^^ 

Ferseguem-me por vinho, e comida ; mas os amigos £& iS yS J^ BB ^^ ^^ ^^ ^ ^e i^ 

realmente tem a bolsa vazia sem dinheiro. «!*«' /r^ ^ '"^ "^* R ^^ ^^S ^Í, 

Ainda sem elie saber por onde vir, veio* ^^ ^ Jy\ ^ % ^^ Cj^ 

Veio> ainda sem eu saber donde. ^jH\ fft^ ^^ ^1^ i?T 1^ 

^tn%^re doV? '^ "^"^^" '^ ^•^"•^"•' "*' í^ ^:/^ a a t ^ ^ § 

«dor nas he amarga? ffi )K ^ííl ^ S ^ "^ 

Com tudo isso, ainda que naS fallou, ia annuiu ^MBIIrS!:^'^ P 4^ 4£r *ft 

com a cibeça. «fíp-^B^LlWRÍe 

Ainda que diz, que na5, 5^ p ^ ^^ tj R W ,^L 

Mas se conseguirmos saber, quem he o seu amado, i& í^ **^ 06 ^fP 3S ^^ >w ^ % ífe 

nós ambos o serviremos era c5muiv^ y^ J\ ^ 3v ^ 7 

8e puder conseguir somente saber o único amado Bd ^^ |H ^1 1^^ çl J^ ^^ /\ ^Ç 

deile, eu servirei a ambos em cSrauro. J\ /^Sf^ ^ ij^^ 



m& 1^ DS SrNTáXB ScBLiMM 

HabilíUndo.roe a acdinpanhar consftaoteroenie mi- ^A^M 4^ 4;^ "â ^ ffl ftf JB 
nba iiiài, cooteoto-me cotr isto. '^ I »# ^^ li iZà rr # /#n -^yi Afc» 

N«ni eipero, que elle cumpra a palavra. íO^^^^jÉMW^fê^fe» 

Aioda espero, que naS cumpra a palavra. íS^M^^BUÍ^WÍÊ» 

Eslà com o* oihos fitoi nelle, auaca o viu? ^ MÍffC^^ & Sí M Mt MS^ 

— -j-«tre a. coUa.. que ,ea. vi«o '^'^ ^^ ^^ U ^^ ^ ^ PÁ M. ^^ flP 

Coro tempo ro^o falle claro, para tirar-me da dúyida & -è -áfe* ^fe^ lil A4* â!^ vÊ^ 
incoinn..du, ¥ p| íg ^ isi ^f^ i*! |fc 

"T."dít.ír^ ''"^ '^^^ ^'•^^' ^ ^"^^'" ^>'"- ^^^^M&fiW^ 

Vcn.íp > qutí alli mora, Da9 sei quem leja. por isso ^A Mii^^^PÍlíS^ét^^ 
a ca:ia iiistaote mando quem o Tigic, jfii Jt 9t'^ 

O nioraii r, que se ?ê, quem nado conhect ? por J^j ^^ ^ ^^ tft IrT ^ ^ -^ 

isso agofâ lad mando ? igia-lo. pgjf ^^ |^ /V ^ >0 

''rr;lf':;râuct d?g"r»7de'íSL"ijr^^^ '*"*" A »ii 2 ^# ^ íp ^ ^ ^ 'K 

Quando os aldeões lhe pedem, a neuhum nega, fi ^ ^2 5^ W ^ W W 

"* ihc'drni^r '"•""• '"'"' •* "*«**•' •* """""" :*'£Si?f'ff7í? 

Palta-lhc o vigor, e parece indicar cançpço. Í|W Jt -^ ® ^«^ ^ ÍR K© Z ^ 

c o cangaço parece insoflfrivtl. WÍ ^ ?* Sí "^ S iM W M 21 

Aiodaque sei, que gozo de buma vã rfpulaçio, Sf^Í^^^M ^% J^j^W 

levada a coiía o fundo, que geilo tem islo ? ^ rK 
verdadeirameníe como tomará isto geilo? TiPS^JÊÍP^r^ ^^M^W' W* 

Nad pude ^ozar deste prazert ^fJÉ^^^^ 

Ainda nas pode gozar disto. |j$ ]H^ ^ W fl itL 



lia de luspiilar.jque eu o eogano em pirte« l)^ JÍv M ly 9^. S W ^ 

Hri de suspeitar, que eilâ para me eoganar. iC^ $ M ^ S ^ ^ !^ 

Pergunta, por oude foi o pai. R3 3C |í ^ ^ i^ 

Foi-ie o pai, « como perguntará por e lle< ^ ^ .^ 4jj^ ffl j^ 

Diiá, qoe depoifdiUo florece.à ? *.%fiiftltb^ÍK^1^ 

DirA, que o flurecer depoif , he certo ? ^ 1^ JHí ft /^ ^ ^^ ^ 

SemeTou,iia9 poderei conter o pranto, jj^ ^ ^|J 1^ ^ "FJ it 

Se me f oo, o choro poderá na« parar. ^ ^ P^ B|j "pj" ^;f^ 

Melhor he moilrar-lhe boa cara, para que lhe parc^ ^^n^f^J^f^lS^^^^ 

/ça, que me he amável. y^ ^ 

Se as apparéocias oa5 foreffi fingidas, la me parece, jl^ jI^ ^^ }^^^}^^ ^f^ 

poderá ser estimado. jj^ ^^ 

O affeclo do amigo antigo sempre se Te pelo ^J^ ^ (S # 1^ tt ít íft H 

choroso aentímento. I^ (jj ^ 

O affeclo antigo aaS se pode mostriir, seni« pelp ^ 2 RX fw -T^ W í|| fff ^S 

choroso Kentimenlo. fC íS ^ 

'''t:sir^:ir'''''' "^ '""''^' ^"^ ^ ie s + * ^ ^ a » S 

/'"gií;^;;^^^^^^ ''" i + i^ís^aiEsa 

No mar salgado se perde a f isU, não ssi quando ^^^| ^^fl^Q^S^ 

Tagaroio subirei á praia. ^ ^ ^^ 

Neste mar salgado, iraroenso como sabes, que ^"^ \^ | ^ )Sl^^Í ^ ^ ^ ^ fl âl 

pQucos jdiasfoberemos â praia- y^ ilf 



j ^^ *^ Ds SisTdx m SvÊLiMa. 

CrraDderoeote coodux a çradualmente entrar na ^ Tf fte ai A ate « VJ. i*» 

bclla •iluaçâo, ou estado. ^^S^yj/VjWA^ffiiã 

''?2lra^^^^ ' p^"^^ ^^""''^ * ^"^^^^ p*^^ ^ ^ S' ^ ^ JR 5) A X 

SeiDpie suipire, e chora, ^ W ^ ^ >& ÍJ^ ^^ HÈí 

%.pira,c scoiprccbora, ^Ã :É Í^ ^ S3^{fe 

Ao ?c-Io, te iacliaou procurando abraça-lo, "-* J^ ^{| iff AS ^ JA 

io ve-loae inclinou, eabraçando-o ciigii isto dclle. ^^ fi BV 1^ ^^ tÊ ^ 

"^ir r'" "•"""' '""" ""•"*""• '''""' ^iS ^ S6 # :^ sr tt -^r 

M« M puaer „,» «perar, .e ,o.t,r prhneiro. ,„e -(BlfeqiCíJ^ir:^^^^ 

S. a coiM na( he liciu. oem eu me alreto a imuji- ÍP^^I^ff/frC^^^Ç^^ 

oar o. Hl, e percar. f^ ^ ^ 

Em ,uan«o a peosir tolame.te. e pcccar, ...S he íff^ ^ $ M iÍl ®[ H !& ^ Pf^^ 

licHi», nem ei* me atrevo a iiiu, íyv ^S ^PC 

Depoi» poderei na»$offrer confutão. ^ ^ ^ 1^ ^ 4^ "í >ll» 

'"i,rdiTrf..e"'" ""• " ''""^•' -* '- f§ "^ ^ S# i^ ft >& 

E.le^ U.0 hu.na pena e«e«Wa. e eu- tenho pena #« S ft |6 * S ^T ^ Éj| 

Pena cicei*ÍTa, eu oaS a approvo. '^ M ^ "^^É^ ^ ^ J^^ ^ 

Ou«,ji<,nobre.,ouplebeo,,n.í,Ulaco.„clI«. |£ ;f S^^fí Í!^ 

iião ba nobre, nem plebeo, cora quem aaS falle. ■§" Ã ^ |f| ^ ^ ^ 

Por que ma ..hi$ cada hum cora a prenda, que tem ? ^^íÉ'^^^ 

KdSnbimus cada hum coma prenda, que tem, que rrt^ j» >«, t'i' t=t J^ 

-^-— na. .eoba „eio de .aber o que hei de ^ % <D || ^ /^ ^ gf 5| ^ _ 



ff J «•!»« rfmtn^ú fm éfvfnê |»o«lçff#« 
ilcti^ i^„*v, Mf rtulicia, que elle jlt ^ ^ J^ ^ UO 1E W 

tCâCMliido à jíandií pano pelo ^ ^ -^ ^ i^ ^ ^ 59 
wnmo, a eiperiif pela i^anhi. 'f^|'f^^^íí=^^5'C99 
A.„d, t.N, .. „„d„.o doente. " ^§ ^, ^^^ ^ |g Ifí ^ ÍS -fâ» 

Também o auiiitari, e d>0 po- ^. 5^| -^ ^fí J^ K'l K 



Sempre oi. Ij/ falia- 11. c(.rii •»<». fí »i ^ 1^ Lk "P- 

r;;:::" '""" '"""• i^l^ « íi hi m» p 'D ^ ^ *« ?•] 



& .Igum dia me «quece hum. ^ WU^ W ^ H" É^ fpi Z M f^ 

coU. por fazer, pergunto .„go. ^ ^ ^ -- fl ;5^ ^. £^ J; ^ j^ ^^ |g g|| 

• actio, que ba muito ma fixerio \^ ff, m, 

(o» criadof lerviçaei.) >'* ^ •• ' W 

Vendo huma eztta^fcncia «rm ^j^^f^ítS l^jM 

iratba?""'"'"'""'''" T^tl^í^í Fiê •& 

>f«ô lendo mai. dinheiro para Jí'] ^ ^ ^ PJ i^' ^ í^ ÍS *& IpT ÍP 

rzr:, ^'"""' ""^ ""^^ "'* ^^ * ^^'i ^ >i i^ i í# íp w -í^ •& 

Experimentando o pre.ei.te. e ÍB ^ lÈ. "^ "^t ^ 7^^ '1^ 



;;;rera::rd:C':r ii ^ íê « i^*^ « i* >í jig ^i? m 

Estando cada hum de nó. em «« ^ ^f — :;^/ ^ ^ f^T ^ ^ ^ -^ -^ 
,do. na» Ki. quando con.e,ui, ^ ^^^ ^^ ^^^ ^^^ ^ ^ 



f^eu.oB ajantarnio-DoiL 



v™c.. Terd.de.r.n,.nla mh- ^^:3^ ^^f^ Z ÍS^^ 

CC-me muito pouco. C| -^JL a&X -rr.- -V -T3* »!-« ^% 

tal,« haj. outro .cio de o Jt ^ íf ^,Ç ^,|í «í ^ ^ 1^1 íf ^ ^ 

À .«. Tid. e«i inlerro^pida. ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^. ^ 
•..C he tempo de TÍTer. ^M^ ^ '^ ^ Ê ^ ^^ 

rrdr:::;r ::;: s * i^ ^ á it »,^ j^ «i ^ i^« 

t..».d. «i. c.n,o .e cb»n,aT.. í$ ^ Jlí lè # ^ if ^ ^ ^ -t 8 ^ /PJ 

N.. tinha acabado de fal.ar gf ^ £ ifjj í| Jj^ 1 ^'i 1 /L 

qoaodooriDho,*arr6*eitaTSo _fc i< a 3? jA n Sffi ^ S 7il 

d.5po.to. na me». ^ Pp C nH IM /L ÍB fô JP Jl) 

No contracto feDafiba clarex», ^ 1^ J^' W ÊP Kl^ I^» ^P 

t„doe«,oeee logo. Àé^^^HP^'^ 

J. ■»« pode occultar-te, tendo- Tf^tk^MM^Èi 

M deacoberto a coi» • fundo. yj^^^^^^R^yg^ 

K.< «> e.tranb». que. gente, «», # ig ^ A ^ 8F ^ íSí Í^ ^ 

mo ▼il, o D«S conte por homem. ^ /V ^ W tK ^ wP ím ^ :^ 

Perg«n.ei.Ihe. co.o me .com- f^ ^ M^^tU^ "H ^ Mlk ^ 

«r f-to'"'" " •"""'^ •"" Bg f^ a DÊ jHilti » ^ 'í^tí ji ifc 

fb^-^Jr /^aií: "ii«rr^ ^ nt ^ít t # íf i # # # ^ii^ Tíèf 



i\iJ 



f oraç 

ím?'(o5;:.r""''' """ "' gir il^h fil5f #íí M # # ^ i^ # €> g^ 

Koll» ee IcTantou do aaiento, 75 ^ ^ ^^ M ^ ^ 

•*"««■•«"•?"-• áÊ 75 ® ^á #à tf 



[UJ í||í ap, IF ' ExERCICiOõ 






Realmente oaõ hc temor delk, 
mas veo^o a lua li^^ura, le lhe 
abrauUa o coração, 

Reviraodo.me na cama fazia ^^ W ^ J^ ..M* ^^ âuJE^ 

coacluia,que íiàê hafia meio ^ ,4^-feQ Al» /t. p^ ^bF^^F 

Que peaa aaS lhe oeerUr ! t^ ^^ 7" JB >^ cb 

A»wulaodo-rae direito na íilea- >^È• ^ yT* d^ í5 ^ ^ Hlí 

cio»a Hoile, mS estarei «'huraa ^_^ ^^ ^^^ ^^ 

,olidão: (melaucoliaf) X^ W W ^ WM M 

Ha tanto tempo, nua «So loc. A ^^tt ti^U ^ ^^ ^A ^ 

sue tocando hu.na n.o.li«h., .nc ^ Xr *à ^^ ^ pa^ Ô» ^ i* "«"^ 

e,.iue(e a .naWr parle delia. -^"^ -{li lfi « yV ^C 7* T KP ^ A» i\í*» 

A .í.,.ar.ir,io he «ta noilr, le n f !l -pE "/ W ^ ÍW -^ «9 

«Su.n pr;uo de ou. fcrmoi- ^^^ MMà^ É^M 

IJe cerl.-, que fe uaS dete eeler í© -^ W M XV í& ^ 

por muito t. np.,. ^ S ^ PT ií ííi» ^ 

Pçui,., -,ue ...8 lullci i c>,rle.i4 ^ PB ^^ jS "f :^i4 

TuUe^ ní6 Wib., o .,ue dq.oij jS^jIfí G,ft:^|C^/t!l 

.liao acoutecerâ. ^ Jft ^ ^ 5ÍSE* ^ "Éí* 

fiii.fiue haria buma moça eia ^ /^ ^'^ 'ST í S ^ ^ "f* A '^ j^" j^ 

ca.,, de haa. .,. a 19 ao..o, de ^ ^ :^ >>^ ^ íp * fi pf -|* /V ^ 

Porem elle be .„ui de.Taaecid.,. 'fi^AlSâfeS*HÍ^Í$1^ÉffiM'^'& 

:;;íX- "^ "•'"'* "'^ '^^ tt A íâ.g S jg íí ;p gf Í9 M 4^ ^ ftfe^-ffi 



Hnm. cm tão bonito, que o» ^ $ ^ jjj^^ IÍ i^ 4c 4Íf 
•«.«. «nnc »Wo tal. ^^ ^ ^Í 4^ PI Jlf iftt 

we..„.o..hcp««do,.tu.f,. ;^aí^. jjsj^j^eaH^fj 

cedej.H»c jâ .«â.enh«r. éí& & ^ ^ £, $ ^ 

«.r«t4.to.de^ca,.d„.„fc«,i^j|j»^^ \ ^ *P ^^ flf E jfe 
,».ndo.c.W<U. tt^ÍÔiíA^^B^At 

.em coo..guir bum emprego, ^ ^t^ jj^ M ^^ T^^9 H 
£Mo todot ot wgóciot arruina- •g- ^ j^ 'dJ* «P BC. ^ Al 
dot, e ot criadot oio acodem a " ^ '^ Vm-% V jT 3% ^t 

r.TJírJ r "ÍT"" •filia* «.A**^ 

»a, e ir-fc a geote» ficando a ca* 



aavasia. 



Teudo faltadu àcortetia, teoho ^ jjjt| ^ ^ jÉ ^' Í6 'S 

grande «=ati««o.o. ^^ iR ^ á 4fi 'Èl >^ Ã 

mógo con. •.con.p..*ei,«. "" ^ ^ lifT A ÍÍ S » « 

.«U.«e.o.c.™.r. PlAâl#!i«at 

Amda qae de idade arangaiia» » tt^ pt ^^fiT ^ S Y^ -flf 

«» «6de b, .iod. ,igoro«. ^^^^^^^^^ 

:i"r::;:dr:z:" t.^^jssuní^j^^ 

e-n.. «ord.de,ir.são '^i---g^^JltB^:flJj||^;g;^ 

íeeadireiur. peaofige™. I^JÍ — ^|^4%#jtS 

K.b.o.ul.oe..<,ude„„i™,d<K g S^SK^Í^O È BBfi&Iiie 



Cãp. IF. 11. 'SXMM9lCIê$ 



Ttndo «inda hum pcqucoo nc jfi JÉT /J> ^ ^^^ ^ 

inujlo teropo. S ^J^ W ''P* ^ V^ pC £ 

Morrendo o marido no cárcere, .^ «^r ^â^ U« ^: )M^ PT ití 21^ flEL 

. n.u.ber pmguej.,. em lugar ^5EPtlfÍMm^^ 

d« chor.r. ^1^ r}í 5g ^ JSfi:^ ]^ B 

Amlob-f,.c.ÍBUn,ioheh«n, jg | ^^jS^iaSâ' 

.«•'•"^"' '"'**"" «^lii*!^]^»»» 

Ton..od«.gentepelac.r.,po. J^f^lJ^ ^ # 75 JS ^ T^^ 

Tendo esUdo toda a noite a fa- MJ^^^^^^PíI^ÍI 

zer cálculof, naò teí de- recurso ^^ ^^ ^^ .^- ^- -|Mp jg^ ^ 

algum. ifiÇ^l®^5»í-;^^B|: 

De repente oSo 80u1»e, onde ei- Ig^ jWf ^j ^ ^1 J^ ^ 



U?B. 



T«do conseguido .ccímod.- g ^gf? ^>ÍtP# M SsJS 
íâo, fique), como te me detaU*. . ,^ ^u «;,' â*ti Tl =S, fS&. ^ 

•em hum peso dai cortM, P fC if* ^> }(M ^ S í^ í^ 

Pode-ae enlregar a »idi, mu J^'pJ $jj^, íS 'í> ^* ^ 

Dio forsar e TonUde. '^S<^â'^'Sr%^'^ 

Nío ..i donde .eio. ^ T> ?ÍÈ J^^T Ê tc « jJ^T ^ * * ^ IS 

O »eu plano b« traniplanUr fio- 4* dttr 4* 4? W 'l^ fit 

re», e enxertar arvori.. o» ^^ 1Í^ +* ^ -i^* ^^ ' 

A «ua arte he a de enxertar. J^ 5f^ ^ ^ ^ )ot Pi' 

8e .e po« hum monte, e mon- g Uj ^ =f ^ j3 ^^ lí Ê ^ 

uive'» nlo" p'o?M côm^âo gran' ]U^%^^Mfé^H^f^ 

de carga. fig. ^ -fr ,!\ tfa — 4È PIÍ Ali 

Feniin.que elle no coração na- p^^ ^ 'U^ 'V tW{ Jyt Tvr 

da.abe, W»yÇ/r*|i#-'^^ + 



Da frstáMm SwMtiuM 



«parjell. ( coa«,«c o ,ae ^ í^ M^ i^ iífc ÍP |g 5: * ál^t ^ 

derótof de agora »ão recius, ou ^ ^ 7J 1=* -f?^ W S 5^ |^ ,^ pjg 
«qaecer do.tea. beneficio.- Ê^^J^^^^fi^ÍS^è^ 



IV» 






Se.gor.n..pod..er.™ .f- * || ^8 lár** » ^ fSl^lU S ^ll>^ 



fecto de compaixio, que cora» 



Conforme o leu co.lume «ntiRO, ^^^Â ^ "^ ^^ ^^'^ M 
clbarparaelfe. ífe V^ ¥ W 'ffi ^ g^T^ íí jR 

s:",5:?í.ív;7" ■"•^'"^* â t- :? t e íí « i^'?i ^ i^ ^ íÈ - â 

La me parece, que o» oegocio* ie 1^ $ ^ JC 0% «''^ 
«ocompondo. ^ ft S ^í^ ^Èt ^ 

Tir. « de,e™ prepara,. * l/i iB ^t ÍS ^ Si S'# É f 

Ma. Tendo o .e« «pírito. e c6r J^ ^ jp|> g || g -^, |j[ ^ ^ ^| fp^ 

":.»j.%r "'•'' '"^'- >». ^ # e 1 1 > ^ f^ « TpI ^« 

Ja he dia claro, a lombra ▼em ^ P. "^ *^ B "B^ í^ ^ 

a traTez da janella. (Ascasáf qc IÉl n -4- íí? +^ P S^ 
Cbioaa olhio para o sul.) /V 5^ U 7V 1^ 1^ R JSV 

Todo o corpo fús como quando ^^ Mí Vf KP M T* 

choTe. í¥:#ífTtPl 



m pg^ 



CiijK FF, //. ExMBcjciêã 



EtUndo em oulro paiz reroolo, S>f^^— *^^8 

oaõ tem bum su pareotCique 
cuide delle. 

Na ob.curid.dee.U cm peo.. J^^ ^i$ i{jy ^^ ^^ ^ ^ 
logo flolilàrio ge aisenta, a reco- 
2er a triítcaa. 



Como promoTerá elle a fama da ^ fl^ J|^ í^ ^ ^ jjí >t ^ ^ T 



Acautéla-te de deixar os diai 
uteii da vida â diicríçio do ca- 

vallo brauco, que veloz 
(aproveita o tempo veloz 



Quem verda^eipamaotc fcz esU ^^ ^ W ^. ^W jH^ :^ P^fí 



coisi realmente irracio.iavel ? 

Todos oscuidadotda c^, qad 
cuida em ezamioa-los» 



O deseufreameata passado n \^ 



ha deJjMwr de feier, que de. ^|jjf ^^:^fi^Ít9.7Í^^ 
Considero, que teoho demasia- BSí^x^^Í^*^™'^^ 



unde cahir uiorto. ^ ^ ^^ ,„ ..^ ^ 

Nio he joigar. que eu lou ca- fj^ ^ ^^ $ # pT W ^^ W fiBfl T 

fãcapa* de wWr*a'^br*í''? " "^ 1^^ f^, m M W" i%M M ^^'^^^' 

Alé agora io .abe, o que Ih bua ^^ K ^ ^ Hl ^ 1^ S it 

í!.l:i„r '" ''""''* •"" '"• i*. ^ * * l ê «È * ^ ^ 

Quem lhe não tem ódio do cj. ^ Pff ^U^ TÍ' ^ Tu ^ ^* ^ 

M at a can e«l& pobre, n&o cbe- fÍ^^$\'M Í^^ A >?> S^ Iq 

g..KceiUp.rtade.pe2a. 1^'^ ^ ^M%VÍ AI^MÍ 



X» 



Dm SinfTJXm Swmumm. 



$0# 



4,. . Uh«olo deixed. f.c.r J» J, j£ ^ ÍT íf 2! ^ iT fí^ 
T«l»e» Mm « ptnMT, « poMa fi^-J^jgíj' ^Jj^ ^^ 

J*. IKMWM Toigmt o.» M Jt ^ ^^ ^ ^ {IS ^ iÍ W 

Hcmsndo nsf é go para o ooitet ^^ Tv ^<J )^ M> âiz^ ^ ^ flU 
rorc» «ndo o ,e.to«ootr4rk>. ||^gfifc2*gaí;f;íj 

ODdM d« mil bf>ça. perto do "^^ ^ íSífi ^ ti W ÍS ^# ^ 
u»,ioi. r,p«.f « de.f..r.a. • ^ ^ j| ^^ i£ @ jS df # iU ^ 

«.hirio todo. . «omp.r.r .rf. ^W^KM^^||3§|Í 
tan. • nas tinha» • menor dif- ^ ^0.10 {^ ^ ^ Í^ M ^ fí^ 

P.rece, que de prem Urgntk » ^ ^ ^ (4 M 1^ ^ 
j^a.6(:.m ••H»- (««-* •^--« ^1^ f fl) jgÇ IK H > 

Be ■ roetnm coi», e pwa ^ue ^ TO"^WWX^ia 
»«4»perg»iit«? — 'ft^lf#3t'lí^'lfi» 

T«d««l4pron»pto,*»perc«n- 3tS^fll^^W>Síâ^Í 
i«,*»«le«io. ^3fc^ ê^ HM^Sffi 



Ifto he fado, custa-roe a dize-lo ^ ^" ^^ ||S^ ^fP: ^^ ^^ ^^ 

Em bu.n instante coma poda J^ ^ 'ÍHT f^ ^ ^ ^ A4!: IS ^1 <& 
d;vertir.,e com oó««mbo«> . '^ ^ ^^ ^ lÍ «Ê -^ ê' \^ K ^ife 



Nas houve lugar, oode le oao, ws ma 'HY 35Ç.Jei H *»» 

procuraae, e por fim le achoa ,*,^_-.JA pi- J- ^ Ap 

ob.euridade wm Tettígio. ISJ^^^^Sr^H^S^ 

con.o,le. ou concubinai ^EZlM^É^Í"^^^^^^ 

no"! FeVol; ^c"2dar L"dV :?; 1 ^Í í^ ^ ^P IfS ^l ^ ^í ^ SI M 

Grande be o f<-n noipe! eitou ^ | • ^. ^ ^ ^ > ^ S "^ W -í" ^ 

.emprede.ejandovera.u.bella ^^^í^gj 4jí#i.— íl 

Dep"; de empenhar cxòto v..L Sf^* g ÍÍ # ^ Ã ^^ ^ t ^ 

.idodepelle..na»mer^, JÉ :*^ * * «í?! Ã H W 5^ ^ 

outro plano de jamar. • L-W A^ --• Afc ,» O B Bt ^á^ J* 

Nío h» coiM. ,,.e meraova. e 7^ # 4& ^ W» 'U H 5 — 5JC rÍ 'R 

.6 a verdade nít eftu.a go,to. ^TÍ^^^^^-P^^^fe^ttJf 

Alem d. toa obrigação oa»ten. S ^^ Ê^ ^'í^ ^ "^ ^ W 
oulra. perlençõa.. e como de É^^â#75Pft*'l^ 
balde le afana. a.»iro ? , '7 atm-irtèaiíit L^b 

He mui diricil de explicar bem ^?|toWT'V>-^^ 

por papel. Jfe^^ Jl5Íl##íl 

Justamente no momento de des. jE^ Wí ^ TC'Í® ^ ^ 

pachar of rauitos negócios. %L W? ^ jE W M ^ '-H 

Huma tal vida, melhor hQoaS ^^^l^h^^^^ 



^ 21: 202 

-■^V IR Dm Syntãsm Swmumm 

Do norte ao $u\ naS ba embaía - ê|J^L>^]^^^ffi}|!& 

De repente sou estrangeiro a mil ^ 1|^ -T» ffl >^ & 

/^dapâlri.. Ã*^^Z-fS 

Tudo hebartaote, para ferrir de i^ JP ^ tU» D) tlE g" fl 

meio, para me maoter anno.. e .. «S.**^»^ 

Em grôsío exponho hum c-nte- J^ ^ ^jj ]^ j^ "ZT — * 

5Ímo do meu rude inier ior. ftff ^^ HÉ |è "ISr jj> m^s 

Se deixo a V.^c-., „a« .««ho «•» 'ê' ^ ií. # ^ Jt^ ti pÉ # 

,ue. PO.» confiar. ^^^M\^^^&% 

Por toda a parle ie ou»e dizec St^^Íi^fíM^ 

Moe Vmce. «panhàra a lua & ** ^^ ^>*^i''' «* 

borda do rio .• («e embebedara.) 5g ^^ Sk -15 v^pT y« 4jS Q 

duas pedraf preciosai. íC0X^ja^|B^Í{^^ •j^ 

Sorria-se hum pnuço, mas na» jffiSf | *"* J^ TpE^ ^ B^ 

,e.pondeo. -" éc S I tt í ^ ^ 

Certo ja le queimou, e ordo Íjl £ ^^ ]JÇ fô íllS 

Quanto tempo eatareraof ainda ^ ^ "j^ «^^^ fS ^ |S 



WW Cmp.tr. JL MsBã€tei%ê 

O que apparece fora de tei»|K> >^ ^ ]fi) ^ '£> J^ ^ ^ 

A agoia pouMoo ramo veUio d« ^ ^^ ^ Sg; j^ J9Í/ ^X 
Terde .r»ofe do ..eiU.. S< J8, # ^ ^ fê í$ 

O papagaio pka - grão.»«»a«. ^ g ÇÇc ^ Íl ^tl í^ 
tM do ,.r«..ho feij-a.. ft jg "^ # ^- S ^ 

«..«orei. .bordeio •«;P«^ || >f;^ |g J^ ^ ;^ ,|| ^ ^ |^ f ^ 
para afortunadanDenU foltar V \L .% \.^ \^ \^ %k\ ia j^ a j- -^ 
eomelle. í! S ^^S I^ ^ W 8 ^ ^ ^ ^ 

Mudada, idade. e«6«,. «'»«-díp|ê^J|ÍI®âllíátPÍ 
en.. edeKonhecem. #^ ^ ^ ^ ^ 1 E S HS 

Caço. « de.«.o.aHí . peom ;)^ g. *! JS JK í^ 5'J ^ 
.en.hua,io.tan«edede.c.a,o. ^ ig 8 )È ^ 5'J È ^ 
Nto ha calamidade, neni doen- . — - » ». -f >>• ^^ «^ t. j.r 
ça, em que naStenba prompto H ^ •* A. Xu '^^ j2- JOC 
effeito (eale r«nedio.) '^^%^%%1L^ 

5.adoimpeMi«eo.e.«.„er'eio, IJ^k^HM^ttSlSB 
liol^éocia. para Up« a obri- jJ^Í^HÍ^ÇB^ÉS^ÍTOC» 
Daqui procedto »eaera.lo. c ^jf-ãfe^PSÍÃo ÃJS:aÈltíPft 
J>eMpparec«ai»nibr>.e fe.li. f^ |^ 9» 1^ ^ HÍ 59 |w 
,iu., ua« le pode dar eom elle. j^ ^Jf ^S iÊ M ^ "^ R9 
Ao »er a* floret, e arf ore* •««:• ^ ^ ^ ^fC ^^ M ^ ^ ^» 

r^riir '""*" "* """" '•^ j, ?> íÊ ^ * w y '^ is B 

QuB]i4oMp«ê alua, eatolrê. J| lH M ^ >^ >)^ J^ "^ 

&^ •"'-'"'-"*'• "«'"•'• u é É :ír * Sé ^ 



h 7/7. «i nMM« AxlMftf iom éHfêrentêi Mra$. 
O MU génio era admirado, cei- K|V>fT^^AJ5^iTÍlS 
limado. A Bf t fíJl KTp íf -ffil 

Cltamoii o criado, que tahisiea EÊ3l HJIÍ + ^EQt^M-ÍÍÍI 
faxer cortezia, o qual era hum jl. --^ . _* .«n .iMi ^-^ .i^ 

rapa, de IS a. 4. anos. ^f ^ ft ^ ^ ^ "t H K fij ^ ÍÍÍ 

fi quem prctenlaira o tioho, e ]/5^7jg"p^^J^^M 

-eoniida, tudo wac eriadat. M ^M^ ^^ MW^^ 

Prfo-eraode offcCo Ja.g.o ^ ^ |f jg^;^ ff, 2|i f ^ fljí ^ 4: ^ ^^0 ^ 

rB« coiaa facil, quando i«to me j^^ ^z^ ^ tí^ l^ ^ ""VÈ 4». >^*^ *• í^ -y 

carrega, como ic leraut huma ^St^O *^1hÍ^'Í*^ ^T W' JUÍ ^ ^ 

nonUnba. ág» ^ J^ ^^ g ^^ 

feieCrr':™x4;r« ^ § -^ i >ii> iii* ii â ip i«: ^ 

o |»rar, ou andar, be o ceo, que J^ ± ^^ ^ "íl ^ íí W 

odeurnioa. |c it IC íf ^ -^ íí ^ 

As bocat tio cada yex maif, e a ^ f ^ ^ ^ j^ ^ H ll^ 

faseodacada it% he m«nof. T^P Q^jffiã^H^^ 

Mo só de repente enriqueceo, ;p|^;^gfJLf?MA 

Bat ainda cooicffoiu huma betla. jpj jh ^ ^ H ií^ ^ A 

T^riIITlIl^ee^irpr íâ ft ft t :fe' K ífè w ÍK IA líti^ 

d«rá. desancado coin«r,ebeb«« ^ í^ UÍ % Ê M í* W^ffi 'Í^'^ 
f kouTerlr.n,lorno,que«. ha |^ >^ ^^^ ^ ^f ^ g| «ig, 

.«.«dirnoapeno» ^ * /^ 1 f * 5t#. ^ <Í A •& 

Como « me na» pona lirar da -T^ ^ .% ai> J*t. rtr éM- <a 

«beça o peo.araento da mulher, ^^^^ Jf; ^ i^ ^tin ^ '^ m T 



M5 IS ^ C^fr. tr. KxBMCietm 

Cocdoi. dedo. b-te.. poru. ÍJiWfè##ft^l^» 



• dedcolro.porgonUrlo,quciii JhJ[ :il ^ P|J f^ |^ fp 

Gomesuiiido ter cnado.oi do p^o gotUrio muito. >f§: '^^ I^ ^ "& S* 
Conieguindo fermoi afiibof crUdoí» terei çrandc ^ /^ ^ M S -^ 

Be noile ctlando coroo temorow, etlafâ roodcilo ^ j^Jj^^ |g ^.^ 

De ttoile etUndo temoroio, te etlivcr roodofto, ^ f^ S /^^/t. ^ 

Attotliri«e.«d..d.«b.p,r.doc^ .«. IfO « i^ ^ÍI^^^^^ ^ 
jando,. o pÔTO ?ai seotiado ot niioóios gattoi^ W m ^vi> J ^u JPC í^ 

▲ iito accreice, que andando o iropcrador Mê wU "SS j|| j^ ^ í >C ^ OTL 5^ T^ 
alando pelo iroperto, te vaS senti odo oiruinófOfl . ^ " ^ -^ «fce riA ^ífe 

Balando aptet incerto, conieguindo íepoia a cede. jL ^ fé ^ gp íí 
sa, be provrUo. ^ '^ mi^ nJ 4r B ^« A H"** 

Todo adia chofe no tanque doa pecegueiroa, naiV. ^ ^^ 7^Wí^%^ Ã íRl /> PR. 
fc T?ero oa peacadorea aeccar aa redea^ nem ^g ^ P^ ^ 
perguntar por barco da carreira. ÍW9 ©" iPJ " VK A IT^ 

Tiodo o dia na«ae?ê chofer mi tanque doa pcce-. ^ Q 1$fe M* Ml ^ Xà^t^ftR ^ "Si 
gueiroa, oa peacadorea enxugio aa.redea, e per.« ^ ;^ PQ ^ 
gonU-ae por bote da.carreira. W -pr |PJ. ^ _«« •* 

loaoo rapaa,aou fil, por iaao poaao faxer aa ceu ^ j) ^ ^^ ^ ^ hI W ™ 

Xu aoa rapaz, aou til, por iaao poaao faxcr muiU ^ /J? iÍL ^ íx 5» WB^ wP Í** 

eoiaa, inaa coiaaa via. ^^^ ^ ^^ a^ g.j ^ m 

JR 41 fim aeodo bom caYallieiro. ae foi para o deaerto. 2Çt jft S" -E> «U >C " 

lor fim fendo o exemplar doa bo«a caralbciroa, ae ^A ^ + JJ|J -^ ^ 

£oi eara o deaerto. ^-T** ^ ^'^-^ 



-^V IR Da SrtfTáMm S9BLt M9 

■^irr^ríi;'*"' "" "'* '•»^«"' '•"•' ' ff # »% :^ # * fli * íib^ 

MiolepoMo «•nwder «.,r, toIu a *MÍr .teu ^jíío|Í=#ÍSC^#WM* 

Cham (a) primeiro (filho) naS he mea filho, toda g^ 'dh^l^-lff^B** H 

acMadouaogooro.eofestraohotnaSlhapodeDi 5ft"^^Tp W "X *2í% ^ nl ^ -V 

tirar. ^l^ JM jui a ip» ^B jwe 2^ 

a«wpriiBciro, por nome F<?í, he meu filho, toda a ^^ j. «ar -^ dl X« nJ. ':ft> t- 

can lhe dou»o §pmro he esUanbo, oaS Uu pode 5R "** tF^ ^'T^tl^^ MS^^í 

Leraiita^e o Tento, e cho^e, oeeo hoípcda-me^ +ai=í^*»c«r-T--^-ae a -^«ií 

(oa9 me poiso ir) e agente naO me hospeda. J^ Mi^iW Pw> X^ ffi /\^m 

Quem leranU o rento he o ceo, quem chore he jta to qc .i« s =è JÁfl A "7 iâ9 

o ceo, hoapedas-me ou nad ? sim. J^ JKL yv^ fP tn 0f>\ m / V /1>^ HO 

Tendo paciência, a tirtude serft. grande. ^ ^^ ^ 7y >^ 

Tendo a virtude da paciência, será grande. ^ ^ tò%7Í ?^ 

Encontrando hontem o lenheiro» que se ri», naft ru, M ±tít -K hit jii tL >Crl >• >5a 

pada andar. flK « M 7^ 5t^ W > J ^ ^> 1# 

Sncontrando antea hum lenheiro» rin^se de miro. nL %S +>* jt 4:^ ^11 "tt -Ci "3?* '^n 

enatf pude andar (de manga.) flpàS TÍK ;^%^ ^ Jé TI >t^ 1^ 

Aecometteodo a superstição, esta peste ^.. \. 

se extingue. ^ l T& ^ Si ^M ^ i\í P 

Baudar a superstiçifUie grande damno. y ^^ ' ^^ ^* -^' ^ **^ ■■^ 

Oppor-se& doutrina antiga. P» «^. ^ «j^« 

Toltar ao aotigp costume. J^ ^ • ^^ ^^ 

laser, que o pai mostre sempre h<M cara» bediiieil. ^ ^^ 

Mostrar sempre boa cara aos pais he difficlL C ^W- 

Jnl^Ta, que o que avisara, eiagerara.. 
Por erro do que arisou. 

Ta perjudicat muito os mais^ 

Tn es mui pcijudicado pelos mais. ]^ i|k W 1" 

O presidente quebra mnios, 

Qpebra ranMsao presidente. 

Vas estallar as juntas ae presidentiv 

(AMrmêmÊ», 



^tt^-Ê. 



} '^ãl^Mr^ 






Tcuho pouca foituna, e ainda estou sem lucceiíão. ^M A^ 1 ;Tf 4n ^il iii 

Paiif ia pelot niODte*, e fallei, db8 faaeodo cato do ^^ ^ :fl^ ilj Jh^ -jV ^ ;^ j^ âb 

povo do império, (monge.) 3^ ^k "^ >jf^ PpHfc 

Bnião he que «oube do« trabnlhos nfttcídot no ^^ • ^^ vt » i 

rolotelo, e §ovaco^ (na família) e que ot irmâof T? Art ^ >ít HT fflv Ç ÍB 'â' VV 

tinhSo area na boca («a5 se faHayâo.) ^ ™ ^ ^ ^1 \!^ ^^.. ^ 

lias a irda o meu tinteiro eslà como a ro^tira 

iecca (pobre estudante^) 
Deideentioo veoto zunindoiO cisne cantindo, e 

as mesmas plantas tive por mao agouro.^ 

"•rulTavraVeX^^^^^ 'iS f P If ^ flS^Sjft^^A 

Eu ainda que sou a candea, quê cslà para se apa> ft fâ& 3^ ÍS í^ ^ -fíí 1^ & A ^ 

gar, ainda occuHamente re).piro entre os morlaes. M 3^ >pÇ ^ffl. 1T 7& IPJ P i& /\ íaJ 

Pacificamente estamos na eira do vento, e luar, ^ 7& VK ^^ H 4:éL iJl #ií ^ ift M^ 

tudo florere maÍ4 que nunca, (reino florecente.) I J(2 isU J^ tm " BP =F IP ni 

Morto, e com conhecimento do que cá se passa. ••• ~^ ^ -^ >ri -fch tíá AT eSfft 

em que d sliicia etlâ eilfe ? Cna« eslâ separado, ífll ^ /^ ^\ ^ ^ qpj ]^ 

Queima cheiros, e com a henra &*/, adevioha a ^ :^ [* (TJ^ ^ j^ ffl| ^ 
chuva, masaquella naò fax milagres, -K 3^ -V 4S =íff ^ A^ líC ^B * 

So Confúcio fosse fidalgo, faria o que disst o outro: y^ -^ ^ 1^ T\> ^< '^ n\ p^ JL 

Lcvinta-o, c levanla-se. dirige-o, e anda, move-o, ^ J|Ç' j£^ ^ ^ Sfr íf 1^ ^ ^ 

e condwccodc. afaga-o e vem. lí ÍP í^ /O S" 35 

Calados hum de fronte do outro, hc coisi mui ^ | jjtg 5f^ ^ ;y; "Pf Í,J' 

Vraísdesfez a barraca (fechou a eseola) onde en- rilAÍSfí^ê^B^J^Í^^^^ 
siparà os discípulos no anuo, que vem? /E ^ 7«ÍC TK t^^ ^ ^;M>í^ lAC rj //• 

Abanou as mangas, e sahiu resoluto, <><> <»«« » M i^ ^ |tj ^ M "^ <i ^^^ ^ 
companhia na5 costou. .„ . •> •■■. • .^ ^t «^ «m 

píHeaodo. cujo aipeclo era formoto, 'W ^ -< JffiJ W» -• T /*W í\ ;tR .«' 

Se «. «ouber roaii temo, na» lhe tremSo a. coxa.. ^^^Í^BSjJ^fllXÍç 

e abale a cama. ^^ ^,_^ ^ ^^ 

Sabendo, que boma n-olher «e ho.péda dua. noite. $SL-h^ K^^^M^^I^ 

■' em cata^lbêa, o reputo «júria (da mulher.) 'T ^ 7. . X » J^J^Í ^ S 

A «oroida e cama, «o bagatella. j ma. uSo ha»endo ^ '^ ^ ^ Jlfc ^- fi p- tB ^ 

bomem alcani em cbm, na5 ha decente adii.ittir ^ S ^ 3^ # S ^ 
è6.peile>. 



^í» Dm SiKTAxmSctLimm, ^^ 

Vraf.volUod» pani.ua eaia, diante de raiminju. -> _i- *3. »k ^t -** ua ^ 
na.ua mulher e mii, (mo.lra-me affcclo.) -T ^.M "VlM ^ M S ^ ^ 

Tem peotamentoi de excelléocia, e beroiímo. ^ ^ 4^ fS i^ ^ v' ^9 

Euwuo peixe da rodeira «cca, que a chuTa be- n* J^»i '~^f^^ 

nífica,qoe Mguiu a carro, de repeole ie»u.cilou. l3a^'H*lff"@^V®Mí2í^ 

Seado a coniulta mui difficil, todos m callarSo, *em êdÉ ^ cAi 9<P i;li IBfc -Ac hC >iA "* 

inda responder. m m PT ^^ W WÍW OT i^- 

Ba rooito eifriei de leguir a. boora., e forteraeate JÁ 'és ífe i» /l. Bíf JCÍ4 ■* J-i. ^ 
••piro àsfoDte«,eb6>que.. • V :y^ ^^ 'D IX ]tiP ^^ ,y^v ^VJV ^^ 

*í=;«b"o " •"" ""'"•"" ""'"""' """• 5/f * tf S # çi t H: -t 

Mm os embaraços, c longura do caminho ha muito I^iíl IfHB Ê>MlíÍ^P^ 
ÍDlerroiopeo as oolicias. iP- ^^12. |it -O- ^ y V ítíít H JPj 

:íói dois somo* o vapor das nuvens, e néfoat, que tZ f^ /K ^ PM /C. ^TE ^ lÒ ^ 
nas regulamos a araisade pelas visitas, '^^ Mj^^^^^* 

Sc DOS podermos encontrar, cspivilaremos a vela "^^^ íS-4 ^FB^SJHS^ y^ J(S 

da hospedaria, e canUremos a chuva do Parnaso "^ ^ ^ ^ 1*R 3^ ^ PS .Mi^ <. /^ 
(como fazem os condiscipuloK.) |f|j gj ^i U-l >?1 í^ 

Como me atreverei a avançar.me, a esperar a gloria ^^ BÍT ,^fe "fcff f »1 4g' ]J[>t ^dp Jfi "^ - 

deiicenciado^ou doutor? em summa, ariqueia,e íi» tíg. >ft* íâ-b -*• -m- ^ 'v/-» «3>' ^^ 
luxo são fantasia de lonho^ e sombra de bolha. 3 ^ ^fc ^p J|^ ^^ aJ YS Jp-y 

Nai» adetiobandi» a hora de voltar, mando antes ^. -tíjt ^^ K A. ^ ^li tíSf ^cS 
bum criado, a socegar a família. ffW ívJ -1^1 511 /£ 15Í -^ ^< 

O caminho para a gloriadas dignidades, he o que ^ M ÃP^ ?S 3^ ifl "tí ^È 

vai ao luxo da corte,.. ^ h ^^^ >n^ 

Espaço, era que naS cabe o joelho (pequeno.) ^ Pj.^ JÊ ^ ;^^ 

Nio ha muito, que estamos no calor, eja espera - M'ML' ri± Al ^tó Pzx -^-fr f^r 

mos a viração da primavera. ^ ^..^ yV ^ fl'^ ^f^ iffit 

Km huma pequena ilha os cavalheiros sa^ hum 'Mr'A-^ I v>ítl <õR \^tlí -f*-!^ -^ 

bosque, (muitos.) M V^ 'i' M ^ íjíf ^ JZ. 

Díemais, asteotando-nos sempre ao vento da pri- -B. ^ '^ ^ ^ Mà ll^ j^ ^ ^f^ 

mavera, na5 presisamos de nos procurarmos em ^» m^ 

sonhos. ?Ç WJ 

Obomem náo he ferro, uem pedra, nU he io.eo. J\^0 ^':^ ^,^^ ^^ 

Oneiciona« tem re^ra, estando sempre â mudar, >K A ififf $ff I5 ííj^ "IpT 'i^ 
quecoastanciahadeter? "^ /\ ííft^il/A» |^ i^-il flJ 

Sele deixo ficar seirpre has de ser a fomente de ^WM ^ ÍS Hn ^ ÉIJ^ ^ : 
deigraças, deves ir- te j a embora. i-^ i>^ #i /# r-# i -^-^ 



' liQ ^ Cap TF. T. •ExMteicet 

M,. , »Jeo,lo .le temor, ordenar oi peniaroento», ,^ jij£ ^ "^^^ S W 
: . I rfíce a dor do braço, com que na6 pofio, hier ép m "^ 

.. horrão (da carta.) -^ VÍ m ^ 

Sem o adTcrtir n'hura in*Unle Tarrco a triílB Tf -IF 3|^ ^ ^ 4^ 

Alivia.rae da calamidade »em morrer por mim» V^^ /O ^ Wl ^ í^ ^ ^ 

De rcpeete fenli hum affeclo lisongciro, que logo j^ ]à^ ^ 4# *— 4á^ ]Í[ ^1 >G> -^ 
penetrou alé á morada do corarão. iV&a^^lFI >UKr.»Aaí Ri 

Seodo groweiraê as rainhaa compoii^õc^ cm lodot inèí úài ^Mf^ 4M, M à\\ BSJSl ^ Ã 

ot examei, bem prevejo, na« apparecerâo meu jín ™ *Y "^ ÍB Í7»H /TP ^ TÍl* >» 
nome na lorre doi gansos, [doutor,] ju* ^è* >•• l t. -«^ jl- 

Sinto na5 ter a àrle de Su^Cum para encurtar as Máfegg^J^t»:^ ^ 

distancias, (para nos chegarmos mais.) ^ íf A ^B ^ ^jT âl^ 4* -H* éS JK 

AtrcYer.me-heiadiaer,que postoafemar omcslrcí S flX Prí ^ "í* Ww 1^::^ ™ ^ 

ao contrai io foi tuna strá, se o mcfctre me afamar. |^ pTO iU Ur íW * Sff J -^w ^ 

Considerando a sua penetração, e sensibilidade, ma- ^^^ ^ W ^ iff ÍIL |ÇR ^C ^^ 

is se aug itenta a saudade, e o desejo de eiplicar ^^ ^ y |xx 

os meus sentimentos. K O '^ /w 

Káo tem realmente outra intenção, seoa5 abor- & 4ff Ah *& ÍH 5^ 'H* á& BC 

recer os seu. iguaes. íL ^* Jl J ^ ~ «I -À» A 

Dii, que na5 quer ser escrava, nem dewja str con- "^ ^J^^AXíCS/^^f^^OTA 

#orte } mas se houver, quero a trate como niái, o JA At -^ tí- Vir i>£ ^\\ Vt ^ 

Lhe fere o coração, e leni grande pena. ^^ ^ ^ iTíl ÍC A^ 

O acarinha como mai, e quando tem o menor iu- ^^ ^ ^ "j^ > 'n ^ 1^ Ri Trfl RS 
cóojiT.odo, o agasalha m^ií, que o* propitos filhos. |^ ^ J^ /^ 

Ja nafi digo, que na« deve. faltar ao contracto con- ^ Èò ^ M y^ W^ 1^ ^ M.% 

jugal, ma. qncm entregará sua delicada filha ao - W ^RP ^ yC^ m I .4 R -^ t^ 

musgo daagoa [vagabundo.] ^U M líC ft ^ ^ A 

Asienla-le à vela, e naS durmas, que cu vou ver, if^ J^ ^ ^^ j}(^ ^^^^ '^ ^^ 

Forçar-me a ir. Umbera he maó, ^^ ^ ^1 PP ^ ^ ^ 



^?V Vi Db SrsTásaSsiBUMl^ 

Julgo, que esta ooíle o acompanhará para casa j^n jâ_ /jt ^ ^ «H* ^ 

Poti»ofez-lhe pergunta, niiodai, eell« ao prin- g| ^ |^pp^ I? >Í^ # P ^f líB 
cipk) oaB qaaria re^onder, mas ettaodi» para jg_ g_ j, m ^^t, u. 
chamar otaldedet, logo cora verdade Ibu ditie. W S» 5p i>t ^ & 

^nXoteT''**'"***'''''''''*"'**""'"''''™ J, 3t A ^ ?l JiP t íÉ 

Seo ▼ouaexigirdelle.calcúlo.mefalUràoYalor. /TT ^ ^ 'O R íK 'l ^ BE P5 

"SmíTé.)"" ^'^ '• ""'*• ^'"" "'""^'^ IS j^ i^ :^ 1 í;í Wià 

Fecha-se a copiar todo o dia inaiis de cincoenla ^ ]^ àh^iíí^ R 5 *^ ^ í^^ 
Vmc". lodos ezpliquero^se bem, nad o eocdbrSo. ^J^ 5 '^ ^Ç ^ ^ ^ R 



''.Urno.\5í:: "^ "'"""""^ ■" '"'■'""' * ís li :^ « # «i» lio í6 ;2: 

Todof oi espectadores' dio de presente diuheiro ^ |^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ 

S Tcndo ua asiemblea todos os instrumentos de Jj ^6* ^ 'T ^TC ^ * ffl J^ -^ ^ 

TDOsica, por que naS mostra cada hum a prenda, Vtk Ó/f J^ 
que tem? ^*^ fy\ JK 

Ja que condescendes com a preguiça do filho, e ^% % ^^"^ ^ X ^t ^ í^ 
reprebendes a sua composição, eu naS costumo cti ^ns^ J^ yjh é^ f^ 
ser roeitre desta qualidade: deipensa-me. **^ ' ^ \r\ ^n vr 

Senos estranhamos no encontro, UiVez os curiosos f^ 1hj31B ^u 1Ê ^ iíí^ >J ^ ^^ 
inquietos leTantarão alguma balela. gg ^^ « n|i 

Por isso na« quero seguir- te, por que naS íôffro fJx }^ ^ ^ ffi í^ W <U ^ iS' 

separar.me deste Senhor. 7^ J\ ^ 

Perseguia- o, e por traz lhe batia atrn rez das >â ^ ^ íii 'j^ tSí^^ V/k 

Queria per|ruDUr-lhe outra vez, ejana« sei, onde W, iifr =^ ^ p A tfif Tfr 

Istou com cuidado em huma filha donzelja. J^ ^ ^ ^ ^ [5Ç :^ 



«'» {jg 



Ctfp, IF. ^^ EsBãeiciúi 

SeiMohe Terdade, e naS he graça, rogo -te. que Lr\ H -M * db -rií 4* Art *!í ttí 

^8 de preisa ler com tile. «M^;CP^:S-|rÍPwW 

Ao ouvir isto Içmeiio, e a buroa yoz annuirio, M "=^ j* jM9 H9 ^ •jjft ^ 

Mas deaculpou-se cora «er Telho, e ua5 poder ir aj ^^ lU :^* -o* Ifi ^ uK 

longe, TBWhÀm^mi&m 

Por isso junlamo^nos. para na5 eflarraoiero »ole- ]^ tó Ã*^ pDJ Ô ^ fe 

Em estando comovido, pasfo gradualmenlc a lera- ^^^ Aj ^ ;^ft j^ ^ 4;^ 

^lEiísElrlír''" ""' ""'"""""'^ * t ;?: ts ít ^ :í^ ti ^ ^ ^ 

Nâo me atrevo a iraporlar*mc com mais nada. M "^ Aa i& 'j^ ^ "T*" 

Mostrando-ae & çenle, [a moga] será ensovalhada i^í >^ A — n >4A Ji.4t %-cn J— i %-i* :p- 

com palavras indecentes. J>1 E ^ :^. A ^ ^ J^ píU /Çg 

Sendo tudo procurado por mim, como me hei de ||i^ i^i:. jç, rr- jl* v. j«_ .^ 

queixar de li? iH^ ^ P flX ^^ ^ 'J^ TC 

O offcclo conjugal segundo o meu devçr será ^^ ^c^-V J«í ofe «^ Z3^ _jr ^ *!> ^ 

singular para eom Vmce. ^ Sí >C. 1P ^ Ê| TT T" M ^ ]§ 

Tendo se avistado chorpu, sera poder levantar os A£ |g ^ i|é ^^ pT ^ 

AesperadeVmce.hum dia me pirece hum anno, g ^ ^" ^P Jp ÍSSÍ^iL ^ ^13 

c la e<tão as nódoas das lágrimas no tiaveneiro >. j^ " ^^ 

para signa', ^^ |jj 

Eslava ardendo de raiv3, sem o poiler accSmodar. ^ ,í/ fh itíà "7* "tíT -fel l|- 

Hum Senhor <?edtMi Iro s.ihiu a rec<'ber-me, ceu, ^^v A a iLi >^ J^tíL -^- »i- iv» *i: 

fcila a corle.ia, lhe di«e, o que queria. ^^Wl P IAÍ Ol 5Í1Í iW fíU "ê" i>l W 

Alguma» vezos nos communicanms com os olhos, ^j. . .^V-ld; |»r Q Vg: -iVa ^í? 2bt BH 

e facf-/aceMO%) n a3 lendo opporlunidade de fallar. fk 1 JE 1 W J!:>^ R IHJ fíA. ^ JJft (HJ 

Por i«o lhe disse o meu sobrenome, c logo ezpuz, IX! it Ajt ff Éf] â ÊJf JB 

Maldita linjjua lagarella das màs mulheres, mos- ^Jf i[>H ^SS» tê /Í^ ^TT^^fã^áfr-^ A 

trio.se aiTecUiosas, para enredar os homens* "J lí^ /-*^ ^^ P^ M / V -£\ lBl1yW'!i!S /v 

Empurra os mais para a cova, e quererá fugir ÍB /^ yT H^ ^ m M ^^^iW^ 

p!:ra akm do ceo .'(ficar livre.) i»^ » ^^ ^ 

O» crados, que cria em casa, na» saô menos do cen- ^ p[ ^^ ^JPJ Jjl T* p g^ /^ ^ffj ^ 

teuas.e milhares, e para que furlar? ^ ,^ ^y^^ 

B^tesogeilo cootiauaa ter hum génio altivo, i^i^ 4 wX ]$ 1@ B 



Dm SihTáXB Soai! MB* 



Sc me coDcedet mait meia noite, doi» dias terá» ^ jj^ ^ í|^ M'J Jíi /^ ^ 9 PT |^ 

três para mim. *ZT Q 

AndaperallirauiUgeote, deiroir hum instante a \Lj^ a ^ Mf tí^ <^ . ^^ :í:k. Bli 

espalhar as melancolias amontoadas. ÍTT A & ^ S ^ ^T' iM ^^ 

^^'^'rstír"'" '""^^ ''•'^'^ ^'""''^^^ ± ^ IP ^ ir B íí^j M T lít 

Veodo-o de lado a esconder-se da gente, tirei in- M ^ ÍE ^ M" Á^ ]f\Í ^ ^ /^ 
Por isso me prendo aqui, náo me podendo esquecer JgÇ }^ ^ WÍ jl^ ]hí ^ í^ p£ Éíf^ 

das luas lN)at maneiras, e tracto. ^g /^ 

£sUvio p^ra perguntar peU navegação. ^ )ÍX fp) ^ yj j^ ^ 

Porem lerianogosU de namorar: ora em havcn- ^ '^'{^ ^ /^ C% Ê J^ ]^^ ^ 

do namores, nâo se repara em grandes gastos. ^ ^\ j^ 

Se nos gastos nio ha medida, a casa de mil taés Q A ^ jíf "í* ^ í^ ^ ^ lâ^ 

coroo poderá durar ? ^4 < |fc 

intet dixias que eras solteiro, como te contra- ^ •=>=* JU^ ^u X-,. ^; ^ó^ «^ /^ 

dizes? irI pf ^m^m m i^Z^ 

Se acontece nio ^ir bum dia todo, solitário me as- 'wf^ H^ 3^ J^ fí ^^ 3^ |^ £^ £(^ 
sento, sentindo grande pena. Wp m9 ^ 

lUUj. «-.Ur„«.o.ea. ««ego. e t. n.„U« ...eg,e. ^.^ j^ ;?C É Jf jlS ^. ?jl iE I 

Nio t«m cessado meio anno, e nem o senhor o sabe. T^ T^ -ãà -?«» ' H iw ÍR ^ y*^ 'l^ 
Ob seja nobre, ou plebeo, com ninguém falia. ^£ ~^ J^ ^^ ^ ntt ^ 

RUe nio he lef iano em prometter, nem infiel ápa* ^^^^W ^ i^'&^ ^ }fl * 
lavra, espera algum tempo por elle. T^Vw- 



{13 



I^ S Cip, t^. P. Èxmltercic» 



Vendo huiim mulher se profliou, e o&o fe leTan- Q ^^/A/t j:-}^ yK $C 

Esperas pela sede para limpar o poço. £[ ¥W 9^ ^ IPW ^ «^1^ 

Oi seut beneficios roe Icm mui obrigado. ^ ]? ^ ^fj^ ^^ J[g5 fflf £| 

Logo tcDs huma TÍlalicia acSmodação, c para que ^IJ Íx^ ^ ^^ 3fcS ^Ç W Sv 3v 5v 

tem tanta difficuldade era dar este passo? ^il^í* Í^ t^C ^ JÍt ^ 

Sc os roaoes soubessem diito, o devtriSo sentir ^ 1^ "n ^ ê JIt í^ 4 ^t ^ >W 
muito na região da soledade. 



Andando be conno o leve fio ao Tento, estah- ^tu B|| ]^^^ VIL ^ ^ 9^1 ^ ]^ 
do parada, he Como a solitária tepidendro na geada» •^^^WÍ^iW.T 1X«JF^WIJ 



(bonita.) 

Em que anno Voltarei á minha aldeã ? i^ 3^ ^^ ^^ ^ ^ J J 

He comparar pedras preciosas cora calliça, ou a H^J "^T ^à ^ j ^ j^ jTO^ft '^ j^ ^ ^ 



competência entre a dnurada carruagem, e ocar 

ro da lenha. 

N5o tou digno de receber a carruagem a cinco "JC Sft ^k IJf E ^ bh áfe 

(pessoa da quarta ordem.) ^ >i^ m" dl^ *• 

Ainda que nio posso usar do caro papel de Lo-íam^ Kf^ ^f^ ^ sE "^^ fSí :lftt\ ^ .^V^ ^ 

(mao estilo) taUeí talvez poderei exporá mi- ;^.Ml I\ 

Dha Allegria. ^ JA ^U« 

Agora que ja e«tou na terra do rinho, ainda me ^ tít |5g >fc ^ ^ff è "^ W ]3\ 

honras com o teu convite, realmente n&o posso ^^J^T^^ Xpl* JSÍ d « >I 

arregaçar-me, e ir. fJE fl& tt lív 

f« me fizeres a graça de algumas malgas de belta jjpj f^ J^ ^ ^ ^ j^^ $§ tó |ã[| 

agoa, estancarás em parte aminbaaede (igual â . «^ « »»^ 

Modade) de««»i^«. ^^ "^1^ 

Doii aonoi tem dec.rrido, em que oi aitros tem ^ — . jt+. i,- r^ -^ -»«! .it:. a*- 



•^ ^ Dm SrsTJXB Svbumb "* 

He bera triíte aodar vagabundo ba annoi, e ainda M ^ ^ j( ^ ^ ^ ^ 



•cr detprctado pelo moodo .... 



He pena rep bum. borU «tragada, ciciii gente.... ^ J^l ® ffíj A "6 

Rette iolerfallo o mondo soffreo raoilo»... Ift^^^llt ^^S 



,/ 






«'». 



C^PiTVío r. DULOGOS. 



r^i^ 



K Dialogo. Ptéir, e agradecer. iP J ff *^ i 

Teubo humt coisa, que te pedir. $è^ '^TT^ l§^^ 

Que he ? oio lenha» racdo de Wlar. # S #• TB^ ^ ^^ W Wi 

Pcço-le, me dê* liumi faca ^T?^)^^ iCT/T* 

Fazc-roe iilo, WP T"W il 7^ J. yt ^ ^ 

Supplico a V«c-. e.te faTor. fg^^S^^fiJt 

De mui boa vontade Agradôçí^. He meu deier. )^ ig H|o ^ Wo 3m ^ 

Nunca me esquecerei doa beocficíoa, que me tem ^ T 'f^ W hV /S» ^Uí ^> "í^ 

TlTmuicWil. #|K^ÍÍ 

£u causo-lhe iocomraodo^ ^ )^ w 1^ Jifl 

Wáo ha tal; que desejas ? R 'tT^ fjí M ^ Tl -^ 

Que aqui estejas â tua ToUdf, o9q precita rouit» S ^ ^ S ^S M ^^ ^ ^ ^ ^ 

Muito te estimo. Nio merego Unta houra. He $C ||| Ha ^W V^O ^ Wl W O S W 

Conte comi-o. fífi fl ^ fí ^ Í^ 

Hoorar-me-has muito com os teus preceitos, itój 'pjj ^ Jjj^ jÇ JÇ ^[r J 

Estou prompto a fjzer, o que quiseres. Í^WÍT ^^ ^W^Jr " *^ 

Nlo meiêço esta honra, Vmc*. me confunde. ^f^ Iw^ y|> ^ |9 

Recõmende-me ao Senhor Chsm, tenho muitas ^1^ tí^ W^ ^fír r^ ^jjÊ ^^Q jq^i tA 
Mudade. .a». ^ il II Í& 

Sim, Senhor, elle tainbem «e rocoqBmniiU muito. ^% 'fjÇ^ ^ fl^ f9> ST: 



£Ue he muito leo amigo. 



Tmce. me confunde. traUndo-m« ..«„u t «^^ ÍÍ ?l S i^ í # íft 

Q-er. ,„e eu «J. iac.iH ^ $í ^HS:^ Mi :íl 

Al cewmonÍM ao p.» a Igrej.. ^Slf^CÉ^tt^ 

li» be o melhor. Eu desejcya dizer hnnm «oitat ^ jj^ f^^ ^M^"^ ^M ^ 

nni temo nio a leve* a roaL Jâ ^SL BS Mt 

Bi.e.o,ueqnizer«. Temo me iatrígoem comligo. g ^^^ |6 íí ffiffl 1^ ^ 

«o .eaba. .edo. 1 5^ ® g^ :?: ft 

Oo fedo, «a tarde Tif & bum dia, em que <e recom- ^^S^tt^^É""^ 



Nio perderei occuião date retribuir. ^l>"ftfSifiHíLÔ^t8# 

Eu «empre te tratei de ham irodo particular. ^^^fJ!5~^^ÍK^ 
Nio deverei ea «imerar.Bie em tratar ^maV. j^^^J|J^:j^;^y\^;^g| 

Nio íirei eu todo «poMavíll para tratar bete lia~ ^^ ^^Wt ^j^^'^ "ft 

mapenoaDobre? /V/wJw 

To ei muito benévolo, teoi a h^íKdade W^gra^ ^ |^ ^ ^\ f^ ^ *!* A 6^ >ÍÍ L 

dar5teM.meeDcanUdo,Mropoder lifrar-me do ^^"f^^^ ^itíf í\l> >?> }§ 



II. DiALOoa. Afirmar. Iw >& -^^ PÃ ^ 

He assim ? He: realracnlc ba aítiro, 5C ^ ^0 Ã^ B# ^ ^ 

Bu fallo coiD iinceridade. ^ W ^ M PP 

Terdadeirameote he aMÍroi quem o duTÍda ? ^ ^ ê 5iâ í^» «5 ^BC St 

Nlo ba dúVida algama. !^ ^ S ff ^ H^ 

Eo julgo, qoc sim. Eu digo, que nlo. }X ÍIS m!Í\ V^Wà^^ ^ 

Apostemei. Quanto aposUt? fj ^ H^^ fíK gp -t * -í' 

^poito hum tael. 5^ fflí "^ I^ ÍR "^ 

Eu fallo verdade. ^mW^ÍU 

Que cu nio e^ja homem, le minto. ^ W Dl '^^ S W 

Que eu morra, fc minto ^J ^^ Dt ^Ç >fb 
O ceo me cattigue, le o que digo, he faliOv 
St cu n&o fallo verdade, m terra me trague, 
Bu juro. Creia-me. 

Digo-o de certo^. ^ p|( ~^ £09 PP 

Ha huma qualidade de homem, que oio p^ptio» ^ •— ^ /\ '^ I 

•enio em enganar, ^ ^ 7^^ ^ WÍ 
Hnma petfoa, que mentia homa Te«, ainda que — ^ A Si 7 "^ ^ fí ft 3fe 

depois falle verdade, nle ha quem a creia. lil^3(fffp^#A^ 

O mentir he deaireao ao homem. /ti/Vl9ll«^^T|R 

Tu &lla8 por amphlbologia. fO> Iw £i ^ H V fp 

idem. #ÍÍ#f^fS 

Bo iUlo condiciontlmente,^ $^ fC fP 1^ r9 pp 






taê 



JKNmMáB. 



tis 



Tu deves fallar cora timpiicidade- 



^ iBcnte oaO teos^iU inteoçio. 
M tô respondas por respooder» 
Quem o cré ? 
IstohepoisiTel. 
I»to be Terdade, ou Terdadeiro. 



Tu so com a boca dizes> qae queres^ mas reai- 4^ >j^ j[B Rff 3B ]^ £ 

F« isto fosse filso, não o afficmaria somo verdade. ^jS » .^^ A^ i^ ^y ^K ^^ ^^ m^ 

lato he boina falsidade. Eu esUTa briocaodo. f^^^ 3&18Í pTo íí S Ift 

Su diziam por brineo. Coosiotoi coroo quiw. ^ !^ ^ |^ ^ ^0^ T^ M iH 

Ea f ou da roesaia opíaião? condescendo comtigo. ^ «^ 4g jn íg^ ^^ ^ j^ '^ ^ 

'S^o qnero. Ba opponbo-me a isso«( . 
Pode ser^ ou sfja assim. 



III» DiALOffo. CênêúUêr 

Que faronos^ 
C^e baparafaxer? 
Que faremos agora ? - 
Que conselho me d&s ? - 
OotDO se fiirá isto ? 

Qae remédio} 
Hio ba remédio* 

Btfpera la, euiaço aisiaou.. . 






Si» 



IslouS lem embaraço aígnm. ^"^^^^^JftlSlB!^^ 

Que te parece iiloí 'fí>íB5l — #^ 1f >S^ ^ 

fio em lae. circnotiâncíai faria awm. ^ *!) M ^ fÍ ^ ê *Ê W fp 

Tudo^e o ine.mo. Qoe dice* tu a i.to* gJ^-~''t'fllb^*Ê4^'fill* 

17. Dmiooo. Aniàr. ^5^1^ ^ 

„oade«n.í ^ÍÍÈIUIÍ* 

Paraoode,..» ^M^^IM^Í 

Vou para Pekiin. Venho do paço. ^ -A^ ^ ^3 *Í«C W Iffi ^ 

Enlre.N.6Taperairu ?H>feíto ^^IrííÉ^íi^ 

Espera ahi. Chega-ie para mm. I^Í^PlÉoJÊ^^lí^SfáS 
Chega-lcpara la. VaUe.^ii vamoi. Vaile 4aqui. |||^ ^^ ^ ^o 5 H 

Recua hom pouco, vem ca. ^ ^lÉ. ^ "~ Iw ^^ 3|C » H 

Espera hum poeo. Espera por mini. ^p "^ "Ç jfj^ ^ ^fSQ p^ 

Elles forXo ao mesmo iempo. íffl if 5 """^ ^^ 5 J 

Vamos lodos juntos. 1^5 IM *"^ ^ >^^ * w^ 

NÍOTás Ião de pressa. ^^^^VV* 

Tu Tas muito de pressa. Deixa isto. ^j^é^>í^'^ HT^^^ 

K2o me toques: assenta- te aquL ^ 5r Wff ^% ^ ^^3a 3c. 

Estou bem aqui. fÊÍS^^I 

A porta eitá cerrada. Abre a porta* P^ »S J ^p^ fl 

Passa por aqui. Nio posso passar. fiSE 5H ^ ^Ê» > ^31 ^^ £ 

Que perdeste? >9^ ^ T TT ^ 

Nada perdi, porque? Si W "^ "ft ^\^í^ J^ 

Por que alguma coiíaBcbei. KjÊI^Í^T^^-fl^SPS 



y 



^ Ijt ^ 



'A ff, V/- 



fS» 



•l 1 



V, Dialogo, tòlar. 

Falia alto. FaIU buixo. 

Falias tão de preisi, que não le entende, o que dizes. 

Com quem falhu? Fallo coro é!le. 
Sabes fdlUr China ? * ' 

Que disca ? Que dissente i — 
Kada digo. Nada disse. " * 

Clilla-le, IJeiD, eu tegrêJo, 

Eu me cath). Eilc saS m qnér ealter. 

EJltf está «Ciopre a fallar* Ou vi -o dizer. 

Kuoc3 oou?idl2er. Dizem ' 

'. -r 

QuedíZetn? Todos o dizem» 

K. be que mo disse. «... 

Quando o ouTÍtiè dizer ? 

Owi^i-o boje. Não o creio. 

KSo lho digafc ; ' 

KSo lhe áèã parte diito. 

IXepoia lho direi. Nio ihd direi*. 

K^o reveles este seg^ôJo. . 

Tu dÍMCste isto» ou Da9 ? Não. 

Faça favor de me dizer, qu<3 he isto ? 

r>f^-m^, pfide^sé' saber isto, ou na5 2 
Ijío |;u Je*fe dizer. Isto nad se pcd^ dizer. 



li »v.' 



U I 



" ^A^fFt^ .. , , 






Kko me eocubrat itto. 
Porqne m8 retpocáes f 

VI. DiALO#(N EaiuUrp€ omw^, 

Ouve#, o que co digo f Kai U ouço- 
Falia inaii cl^ro. 

Tem para aqui, para<nHrir« 

O que' nada ou^e» nfto pode ter iSaW Mifda. 

Ettofl mui díttaote, nlo ouço, o q«e elle dis. 

Cbmo he pouif c^ qoe nlo o ouça»! 






EÍle nai pode fahar nuif aUo^ tu de prttpoallo ^ ^.>f% tlE ^ ^ Ife f^ ^íí^ 



naS onvef. 

íEn teefcuto« Ca ou^^te. 

Nlo bu!lafl : id. #« natf çritet, 
■Qae bulha be aqaell» } id. 

Tilo lie oaT% n que fediam 

Q'jebrat*tne a cabeça rotn *^i>karia 

Aturdei^me. 

To Dunca ctt&g quiete^ 

TIL DrALcoo» Xntenêtr. 

Cotendo-lo bem ? 
^tendHte^io qoe eneditte t 



9f:?cJ.AIftíí 
l^^-b Si? 



*ot«.d. pe*iU««U ^ |& fe SS ^ íi =^ 

N2o : entendo^o eonplebmrmte. -y 1^ >^jí Mt i|| >^ 

Kad. entendo. ^í :?HÍ# 

P^.be.t^oq„eeodí«eí $S M '^M^ W l^ ^ Í5 ^ 

Utoq«equerdi«rí ^ ^ í^' íl ii g .©LtÊtiff lít 

Etf «oulie-o primeiro, qoe to. ^'flí íjl ^ ^ ^ WL 

f oppoDhamoi, que eu o fiafl tabía. que tinha ino ? tíl ^" ^ ^ ^ \M^ W TT ^ iw W 

Isto naS he roaif, que huioa conjectura r iia« qoé ^ i ^ HT^ ^^l ^ ^ ^ 

eo««SW decerto. . ÔÉ ;T; g ^ S Jic ^ í^ - -S 



C<Kibéce-lo f 
m!tt« tio coohecidof. 
Parece-nie, que o coohfigok 
Qoaolaa Teses o vifte ? 






Mio n* lefnbro^Habtad ^esff, >?^ =P 4S ^ 

Ni* «• l-bc. ta. , „„T,ro.i« «rf,. 6«n. ft fE ;?Ç » ^^ |^ |l # ^ f 



us 



£^fS^c.„r 



IX, DuíOêê 

IX. Dialogo. Idade, vida. 1^^-/11 ^ W 

QuaalosaDoo- tem Vidc%? Que idad# tem o Seuhor ? >(^ ^ ^ '.^^ /Ò Ê. m. M 



Quaatot anaof lera Uu irmão maior í 
auaatoi annoi tem l«u irmão menor? 

Elle tem ^iote. 

Aioda não tem IS aonoi. 

Ta c» mViii velho que eu. 

Tu laUei teu» inai» de ttO annoi. 

Porem cu pawo bem, quelic o prinrpal. 

Ef canadôl Sim Senhor. 
Quanlai mulheres leni tido í 

Quantas concubinai teni ! 
Amboi oft teu» pai» «itão Vif oi ? -, 

Men pni, que Do* haji, morréo ha ^ sin^^^ ^ 
Minha m li tornou-ne ^ CJiar ba S mcaai. ; ' 
Quanto» filhoj tenf? p. • • 

Quantos meninos tem Vmcc ^ 
Tenho 4 rapazes. 

Quant^ít filhas tens? 

Teoho 3 raparigas. Quanto» irmãos tens ta ? 
Bxiitcnteisó en, todos os mais ja morrcrXo. 
Todos u6i fomos mortaes» 






PdHWAM. 



ÇÇ4 






Agora por íwo me lembra Imnia coifa« 

^^ te lembra? 

A morte he iaeritàf el. 

X> OiAitoco. Pãuear. 

Faz boio tempo, famot pauear i 

▼amoa tomar ar. 
Ea pasaeio aqoi. 
NSo quorca ? ir comii^ ? 
Aonde haTemot de ir 
Vamos à cidade. Ocamioho he roâo. 
Hedifficil iralli. 
Queres tr de sege? 
Vamos a pé, qae he boro para a sa&de. 
Toma para a ^uêrda, Bo estoa fraco» qío 

leoho Ibrças para caminhar. 
Kioposso andar. 

Oneres ir por terra, ou por mar? 

Vai diante* NSo deve ser. Vmce Ta diante. 

Nlo ha melhor respeito, qae obedecer. 

Qoeraf embarcar ? Onde está o bai co: 
onde estão os barqaeiroi, ou marinheiros ? 



€85 



A«iS# + 



r*F r. 



O' aroi^o putas-me k outra baodaf De boa 

vonUde, 

£»te barco dIo tem maitro ? 

He barco de doii mastrof , qoereodo largar feia 

le? aotio-ie oi mattroi» e ettâ feito. 
Tamot a remoi , oafi precisa Uato trabalho, quanto 

niaii qoeo teato he coutiàrio* 
Oode querei deieiubarcar í 
No cães grande. 

Js estanioi perto da praia. Lança ferro. 
Ah! quebelloiUío! 
ameno, e lif re« 

Olha para ai árvores como estio fioridai. 
Csta, ja lhe cahiu a folha. 

O trigo ja etlâ maduro, 

Aquella |4anicíe est& cheia de arros. 

BitoU' todo enlameado* Descanceroos. 



ir. DtJiêCo 



Vmco eslá cançido ? Estou aiuitu fatigado. 

Diilemo-nos sobre esta relva « 

A relva está, mulhada^ por ^sio ii4o nos deitemos 

aqui, que fará mal â saúde. 

Entremos oaquelle bosque. 

Debaixo destas arvores faz huma belta sombra. 

Sif aqui hnina bella víra^.. 






>si 



« %M^ 



f9$mám. TMMFên 



820 



O fCDto \tíie não he tio queote» como o oetU. 

Eike anoo ba moita frota* 

Ai ar fores estão carregadas àe fruta. 

Site anno bafemos de ter buma boa colheita. 

£tle aoDo ba de ser abundante, áuim def e ser 

porquê o aono passado foi aaao de fome« 
Aqui ba boas mafãs, 

peias, ahruabos» e cerejas. 
Aatci quero oozes, ou castaobaa. 
Tomara eu daquelles pêcegos, laraojas» 

braojaa de casca fina, • gr6ssa» 

Melbores aão estai ameixas. 

Aqui ba uf aa a fender. 

Quanto custa o arrateU 

A quarenta reis o arratek 

Compra mais de 10 catca. 

He tarde, está o sol a por -se. Ainda he cédow 

Logo he noite. 

Vamos de pressa, se estás caoçado» doscançarás do- 
Pois de cêa. 

Xí, Dialogo. 7Vmpo«. 

Qoe tal está o tempo ? dw tempo faz í 

O tempo está bom : fas frio eu está frio: 
está nublado. 

O tempo nublado he mao. O ceo ettá limpo. 






^- 



m^^w 



-;f 






«7 



aE^Fp1^ + "^ Cêf, r, w. D/ix#€# 



Faz soL 

Eitâ huraa boa noite. 

Hahumidadei: ha oúfent*. 

Ha algamu narenf , nSo se vêem at ettrelUf* 

Letantou^te o teolo : be huma tenopetUde. 

O tempo eitá ?aríàTel. Cboye rouiio» 

Choye? NiottaraifaineTi* 

A nefe derretesse. 

TroTeja : os trovões são niaito fortes. 

Relampeja X bom raio matou boro hóneni. 

O feoto sopra t o tento he grande. 
Passou a tempestade t ja se fé o arco íris. 

He sígnal de boro teropo« 

Ha néfoa» 

Ero nascendo o sol logo se dissipa. 

Orvalha? NSo.-gea. 

XII. Dialogo, fítm^ 

Que h(tras são ? idero. 

Té, que horas sio« 

Nio sal>ef, que horas são f 

Kio be tarde: vamof para caia. 

Aini^a ha tempo ; ainda agora be roeio dia. 

He qi>asi huma hora. 






Jêi^ 



ffêMJ. 



í«s 



Agora deo três qaarto*. 31 ÍH "T — * ^'1 

He bnma hora, e Uei qoarto». ÍJ" "J — iTt ^^ ^ij 



Justamente ião doas borat. H|| I JE Èffl "TT 

Ainda oaS dto Ires borat, e meia. *g ÍC 4T ^í "T — ^.J 

N5« oa>i dar bora. f^ í^ ^ 5^ f. ^1 ' 

Ja passa de mU horas. ^ T ^ É T 



Agvra deo sete, e boro quarto. MJ jT •? t> ~r - . ^,| 

T«lte« são dei horaf. >^I ^ ^ "f^ "Jt 



Logo dará meia noite. , . )|| | ^ ^ ^J _j* — -j;^ |g 

Tê pelo teu relógio. '^ ^ Úh 



Como o sabes? 

OaTi o relógio dar horas. 
Peoso, qae não be tão tarde. 



Aad. adianUdo, nSo reg6la. ^ ^ ^ ^ M ^^T^ 9Í[ m 

Omen relógio anda atrazado algunf minutos) está ^^^ m^ jè^ ttZ ma ^ /y-r- 



t0* 



Da-lhe rorda, que a oSo tem. 
Vê pelo relógio de Sol. 
Onde eata a tua ampolheti? fjs^lP^^^W^ 

De»pp.receo, n.„do«de sitio, Tjf: ^^W 7 ^-^ 



XIII- Dialogo. .^í 4 EtU(^ do $fino, ^ f& ^^ -X« 1^ 

Qoal àBB eitaçoês, te agrada mai^ í ' jS^^ ^ M^ ^Ê "& 

Aprimayemheamelhor, ' S^^l^dSS*?W 
O tempo ^tk téiDperado: ^^^MiMfí^ 



'" 2l ^ (S ^ + ^ c,. r, xui. Du^.o. 

agor. nSo f« frio, aecn calor, ÍP^^ÍÔí^^ifí»^^ 

lilo be ioTcrno, ai aryoiet ainda natf rebentio. ^fi 5^ ^ ^^ xC^ AM Wr SC '^ 

«^ 

Bite Tcrão faz muito calor: ealou (uado: morro jg S ^«fe tfy 05» ^& W "T Vf 
de calma. ^ ^ J^ 

Nunca Ute Unia calma. ^^MíSí^^^^ 

NuDca .enli taulo calor. 9 S 1 # í| fê É 

E«te anuo ha de haver muita herTa molar« ^ ^ ^ ^ -b> â^^ >|r A;^ -Mr ^ 4 

depoii de segada ainda ha de tornar a rebentar. xt* JA — • ^ ?$ BB ^ ^ ^ 

Agora dere »ir homa ehutra. ííP 4^ ^ S* T fí? 

E..â chegada a colheiU: ^^^^i^é^ 
japri„cipi.a.eifa. fi T ^ t f í 

Ja eitá acabada a ceifa, Ja colhêrlo todo o trigo. ^| i^ -^ dt ±tf^ ^ -^ Uf lYL */ 

EiUroos 00 oatomno. O outomoo eità, pastado. Sí'"? í J^ -?r - ^^t ^ $ft d^ *? 

Eu oaS góatp do iuferao 9 01 dias Ja tão poquenot. ^^ ^W^AC^ ^^^^T 

Nuoca Ti hum ioT^rno Ijio frio. JS S W 8 ^ 4 Ã ^ ^ 
Oi diat ¥âo crefceodof ettamot quati oa primafera. tí ZSÍ JB I Ê "T àél ^ ^ ?ÍÃ^^ 

XIV. Dialogo. Ir partia Aulm^ IS ^ "^ ES p tf 

Aonde .atcom tanta premf ^^ || ft^ l?|l ÍÍÍÍ 

Tou para collégio. Eu também para 11 toa. ^ J^^ ^^ ^ i&l ^ ^ ^ ^ 

Se q,aeret Vir comigo, vem dé prena. que tio horat. ^Sl^^jjJcj^^^J^TgfH 

iMfcra biim ioiUnt^, Nio te eotretenhai. ^ — * M fflo TTM^^ 



±.m n^» 



In fáBÀ 4 A0L4, Há dVLA. 



ss<» 



Qaem he «quelle, que alli ? ai adiaote \ 

He tiam aofto coQdi#cípolo« 
Vmmot todoí juolot. 
TaWez que o dSo aicanceinot. 

Porque vem tão tarde ? 

Estive de TÍgia toda a noite» na&pude levaotor-me 
. hoje cedo. 

A que horas te le? aotaile ? 

JLevaoteí-roe às fete borat, e meia. 
Porque te leiraatatte tão tarde ? 

Porque naS houfe, quem me acordasie. 

B« muito preguiçoso;, aotehóatem porque oad 
niette ? 

Ncise dia ti?e muito, que^ fazer, oaS^tife ragar 

de vir, 
Ho trato def negócioa do muodo ha perigot^ 

e oio poucof • 

Todo bto he por mais oio podér> 

Se ootro te chamasse eslà feito, mas> oatf vir 6. 
ordem do teo mestre, he coisa extraordinária: 
qoaoto mais qne, tu nio cuidaste do que te era 
prOTeitoso.* isto tem glandes coosequéaciís. 

8e eo Ticwe, meu. jrmio me bateria, que baTia 
d« fiiwr? ^ 






^tlHííIlfelt^t^t 



*'* 5R ^ PpI ^ "I" 3l Cop, r. Xr. DjJt0C0 

Aioda que le bata, ..So feltc-, «o teu deTer: EíSIÍÈ+T^^tSTwW 

e»là màu: e-.le« Irei dia* oSo vie.le 4 aula. f1> aã íIÍ ^ f^ W jfí ^» ^ íí' 

nío torne» a fazer oulra: ff ^ ^ jg jjf^ 

por tua preguiça he. <|ue tu nSo c.luda<. 1f^^^^ "^ "^ 6^MtS 

hai de deierabarasar.le para vir. ^C ^ "^ ^^ 

Se era alguma coUa lenho offendiJo aRVinC. peço ^ /^ ^ ^ ^ ^^ ^ ^ ^"^ 

que rae perdoe. ^ S ^ t SS ^ 

Sempre eitãi a dUer, que oíTendei ao. outro.. j^-fjt^^gft^íSíPA^^^ 

ma. nSo ba.la confiTeiM-lo, íí 35 'fj? H | ^ M ^ ^^ 

o melhor he em^ndar-le. f)» M Bit ^ ^ ^ 

Que te mandei eu a ultima »êi, que aqui »ii«le f ^— ^'fíí^íg^^^^^ 

Nada me mandoo, somente me ra^indoo furtar o ^fl^^Ti^Nfl*^ 

tempo à, oc.«p.,»e.,p.r. ,ir à aul. " T^ ^fi ^ ÍS 't ÍÍ t ^ ift 

Vai para o teu lugar anenur^le, ^ 'pj^ ^^ íjii >^ ^ 



poê o chapéo (barrete), e lê. ^ ^í^ W H í"> ^ "fj? iÍJ # 

decora a tua liçJo. Obedeço. 

Ja acabaste de ler? Ainda nÍo« 



Pois então lerarâs «eis palrnotoadas, ^^ iW 1^ ^ 4T f/í >^ '^ "I^ *T 

Eu tenho tudo»™ e.«i, ma. e.queceo.me deo ^ |^ g gjj ^ ,-g '^ ^ ijí 



Tu tens (lenni, tinta, é tinteiro ^ 
Nada disso tenho. 



Priocipía, etpera, que reío bam hoipede, e tou jg ®%'j^ jl:> '^ ^^^^^ ft 

rec«be,lo. entreUalo e»ereFe. depoi. ainda hai de ^ ^> ^ ff -S. JS f^^ ^ 3^^ jg 

confinaar a leitura. j^ ^^ 

Conlináa a ler: quando o»o conhece* buma letra, IB ^ 1^"* f^ -^ ^ í^ "" '^ ? 

B«o TBf para Imíxo: deiía-nie Ter. Jj^ IP"1>>^ ^ ^ S 

KoteodeteiUpaHigenií ^ IH S S ^í* ^ ;í' líl 

BsU paaOgeiD truncada dSo le pod« enteoder. Í"^'íí/^JÍJlTÍ/ftí^^ 



L} o»eguo4o capitula J^éSt "^ ^-^ 

Q«snta.foIb«le.teP Tre.. ^^ -J ^fi^H W 

Lê de vag4r: teu» ma proDÚacia, nio le» clarow f^^ 1 "^ ^ ^ P W ^ ^ 

Uoe e.tà, aoIbarípeMa ooime fazei. ^^^^^ 1^#ÍB 'fií 

K«t<i letra deqoe i^enerohe? ^^^^"ff^^^ 

Be do geoero terra. j^^ A -f; ^ ^ 

Qual he a 4ii^faa^a? Hahum /l. ÍÍ* ^ "^ ^0 Á ^ S ^ 

Qual be a prononekr He ma/. W^fF 41o "& c^ 



Que ligaifica ? Significa êepultar, iè^^ ^3 W ' 

Huaca Ti •emelhaote leira. ÉS^S^â^Ôíí— rf^^ 

Sada aprendet; sabei a li^ão de cór » ^ "f^ ^ -{& 7 1^^ ^f ^ |^ 



Nío a tei de cor: nlo a poiflo decorar Ioda. ^^^ÇJl^â^^^^T^i 

Tu anUi traziai huma liç&o grande, mai agora he ^í^'|jf^Ç^f§^fJlJÈ6 

bem líniitada. $P 4^ 1^ W 1^^ 

A'roaDbâ tupprirei esta falta. ^ P^ P -fl^ 1w "*^^ 

Isfo nSo vale: cada dia se ha de cumprir a obri- ^^^ pP ^>ÇB^ir4^W 

gasão de cada dia: tu o5o cuidai cm esludir, ^^T ^^ 4^ ^% >5> P5 PJR ^lí ^ÍL> % 



Este livro he difficil de entender. JÊ- ""^ ^ «^ ^ u jxfc At 

Este livro contem muitas scieDCtas; W ^^Sl^^P XT^I^hJ 

he obscuro por que tu estudas §era seriedade^ ^ ^\ *B |S IZíJ /i»V KP i^ H 

Eu tenho pouco tempo; porque teobo de ir com ^Jj "j^ TÍ ST -* HV -L A Pi & W 
meu irmáo a comprar o preciso, e outras coi»a% ^[ g /^ "PT | ^ R W^ ™ /J } 

que he necessário faaer. 2l^J^lé4^'IÍSwW 

Tu deiculp»s-U com as occupaS4>êi da casa, que nio ^ ^ ^ 'S 1v -^ ^i ^ ^fe |SÍ ^^^ 

icns hum momento de teuj mas se tu furtares o ^ ^^ lS ufl ^ StW ^ ^ 
tempo, logo teráâ vagar; porque uio estudas k g^tt-^j^fl^^J^J^^^ 

Eu à noite estou dorminhoco, estou às cabeçadas, nfi J- ^ Ô. -^ ^ © J ÍT flT»®^ 

lenho somnu, -^ "^ ^^ ^_-. -^ r >K ij^ ^^ -H 

Náo esperes pela meia noite i^ara estudar; enlão >T> -^^ 5!) JIl» ™ vT 1^ ^^5* -^ 

defficil he, naõ cabir cora «orano. *^ ^ > flP *lf M ^W yí ni ^ 

Vmc*. passa liçoc* grandes, jiaõ at posso estudar pp^||f^ /t b Jl tf? W ^* 

todas â noite. ^iRlffi Z*r-f^^A/ 

Isto ainda naô he nadaj toma cuidado, que aléu. da Í^ ^ ÍÍ ^^ í^^ ^^ ^^' ^ " *^^ 
Jisão de éada dia, ainda has de fazei dois Ibemas ^ ^ Vy '^ ^ Jl ^ VT \yJ^ 
cadamezy ^ -^ 



íexaminar.te lre> Teze* no aonoj aliai, M"^ ^MM"^ ^"^ ^W- 

U\ de cligar-le «veramente, e «, ,e n.« emen- || | ^íl 13 #, ÍÍ= ^ ^4 S 

darei, bei de de«pedir.tc : q ue estás a meditar í ^ í^^ |J^ í}v> St S» ft ^ 

oh aiada agòr. estavas tão alegre, por que te deo g «J^ /^ ^ ^^ S^ ^ í P 4» ^, ^. 

agora para chorar ? vai-te embora, 9^1^^~f %M ^ ^ ^"^^ ^ 

loroa a pdr este livro DO seu lugar. ^ff^í^^ÍEÍÊ» ffyl^"^ 

Porque me empurras? (para hum companheiro.) >^ fj* ^í» fíÉ V ít 

Quero te empurrou í não te ire.. %Ík f it*^^&M 

Hei de accusar.|e ao mestre. ÍÊ ¥ p" # ff j^ífllS fiS flí 

Se qu( re», accow-roe, qne eu nenhum medo lenho. J^ ^ "aW^ j& ^ "^ ^. "iJh^ jl^ 

Seohor Mestre, elle he inquieto, c ospiu-me, ^ ^ H^^ ^ &^^^^^ 

puzou-me pela trança, deo me huma bofetada, ^ Jl> ^f^ ^^ "^T T ^ 

« arranho«.menacarai quero estudar, e elle ~~''^5^ G»^lf flÔ^M 

pertorba-mecoro. bulha. Mit9i^ Sfê fft í|^ 

Isto lie hum falso testemunho, podes oega_lo í f^^pS^^gft/jÇ^ 

Senhor Mestre, elle c Jumnia^e: eo na« fiz tal ki Ê.^MWB^^'^ HH R'^ 

co.«., e elle di«. que eu a fiz: elle quebra huma MÈ^Mf^^ U» 'ífe tS ^ 

coiía, e depois torna atulpa aos outros: eu juro. 'ffTi&SS^^S^là 

Nao lhe de crédito, S. nhor. elle tem por co,.„«e ^ ^Tf^^ ^ j^^ Hí ^ ^ )ê^ 

dainoT^car a honra, e negócios alheiof cora os seus J^ Jí ^ jl, ^ :^ »La :^ -Lijl lál^ 

e arruinar o. hUeresses dos outro,.- AM^^9 È^M^^ 

alem 4i§so elle dia, que Vmce. tem estcn, e aquellc* -^ -M* 4-^ -tí* 4.^ -»• J. 

defeitos, ^ ^ íl ^ m^ «? 

Elle aioda he peior i elle injuriou sua inSi Hfe M -^ fef ^ M. ^ ^ "T ^ ^ 



^^^ Í^^Ppl-^ + i C«ji, F. XK DIJL0G0 

roga pragas ao pai na prefença, e auf éncía, dizeQdo: |^ ^ ^ Tj^ ^[ ^ jf^ ^ 1/ ^^ PC 

Nio morrera cedo, escuiâf amof íropcrlcncociai: ^W^/P'T*síET^%'í5 

diz, que elle cadáca, que he inalará? cl, imperU- ^^iSl^W^^uL^íaflL 

nente: faa pirraçai a leai pau. -^* ' i— j i:pj i^ ^ u y-p -^ '-7- 

Tu et Ião atrevido ? oa preicnça do pai oa8 se de? e T^^ ^ '^ fí^-^ Á\^ ^^ 

dizer buraa palavra de mais, nem deve bafor ^m^^^Tj^fp^^WW 

huroa paUvra mais alta; ^ « "^ t7 ílí $ ^ ^ ^ M 'W 

01 filbos recebem benelicios mui grandes do« pais: zfo^ ^ í ^Wm 3R sk Ík 

a mii andapejadadés roezcii >^ *^ ^ -W ÍBíT 73R flo ^ ^ 

da.lbe o peHo Irea annoa, enxuga^w^clogoie tornio ^ ^ ZIl^^ ^ JgA j^l 

a molbar: cança-se em criar ot filhos» para ficarem ^ ÍÍ j^ ^ ^ ^ ^^JÍIjA 

gente, na esperança de qne elles lhe farão a Ton- M'í&H^MÊE*'i 

tade: diz. o adágio* Cria filhos para a telbice, ego. >g^i£^^ itt »bM.^Éakíttm 

ardapâoparaprefentrafome^ It»' Pp g?t ^ ift W « W «í WW 

os filbos desobedientes a scos pau são peiores, n^;^^"S»9ÍLT^ÍW ^" 

que as feras; que consciência he a toa ? não honrar «^Ô^Ã^ftjl^l^^S^^^S 

os pais he peccado» quanto mais iniuria-losí ^1^fls^ífiJS*^^^Tl^ 

dévc-ic fttzer a voaUde aos pais na» se lhes J^ ^^ M M'^ W ^^ ^^^ ^ r^ 

deve f ./er resistência alguma^ não se lliès de^e ^ "^ ™R Jni S tW ^^ TO ^ Ifi 

causar desgôstoc quando tiveres alguma coiía boa, m j^ ^ ^^3S^ ^ R9 m K¥ 

deves ofTerecer-lba. J^ ^ ^^ 

Naquetla ocasião não fv\ mais» que bum iropelo 4fej T^ ^ j^ "^ ^ T|t fí ^ I& 

da natureza, mas logo reconheci o meu erro: nas f|| ]^ ^ P ^ |^ ^^ ^ m 

outras occasioês bem sei» que isto he raao: elle he» ^|ç ^ ^^ ^ /^ ^ ?^vJE 



i^^SSoíf"-""'' *• «"""^ *=•" "^ """' ^&f I l3f&65)í*?*B 



Nâ Au lá.. 



ódio 



clléigrilario ham com Oi>ulro:.elle» comer rio # fl Í9 ^^ ^#I^4^C^S 

ham ao outro, e nlo odeié^m%' pai.; ÍÔf tt ft ffi^ ^fC ^^^ ^ ^ |^, 
Aindao.de ftra^.. d,.em art,ir, qurfntó mai. oi ^ A /í») JH. g^ ÍpT^ÍÍ ^ B ft<I 

irrolcera cuja. ircia» corre oroeímo wngiie > ^jEÍ£|&^ ^>tfiÍÍ@;Ífl^ 

o irmio maior ama, e o meaor re.pe1la, Ke muito à í |& ^, |^ ^ ^ ;f; f |I g,^ 

mao nâo ler paz com o. irmio., e aborrecê-lo.: >ti ÍÍ ff f g ^ ^ 1]^ ^jjÇ ^ 

nio fpermillo chegar à miaha pn'.ens., aole. ^e g, ^^-JÇ ^ ^ ^ ^P ^ y 

te rccbnciliare. com ell.. X^^i^^^kí ^M M 

Eu ja lhe pedi perdão,, S B ^ 3^ ft fê 3^ ^ À^ 

agora cUmoi bem como danlet;.- ^ ^ fi^ 5^ l Í í B í?^ fiS ^^ 

elie nio rae abojxeca, nem eu a e)le, WB 1^ *V^^ l2l ^ W "» 

Oh la, quem e.lá para aUi a fazer de.6rdeo. r ^^^^ ^ -^ áf' Wí^ 

He o, Senhoril^, ^ íí í^T? 

'«**«ít rap../ r da-lne •■ ina .. ^ . ÍL Âtí, ^ " T ^J^ ^;^ -?* ÍJ llfe 

dcaçoule*. *^^W^ 

Senhor Mestre, pefo, que me pordôe por etta f tr. w ^ -^ 5^ í^ '"^ y'^ -» % "JÇ 

Eilàfeilo, oSo te envergonharei por citi vei; po. W T « "^ íV W í* W -^ ÍH JS^ 

rem acaoléfa-le melhor para o futuro. ^ ^ /J^ ^L> fflé 

Sim fenhor, dIo hei <íe-loroar a faze-fo-. 5© "X ^ "Ít "^ Hí 

Vai copiarj Tejamos le copiatle bem; . ^ ^ J^^ ^ ^ ÔÔ íí? ^ íf 

está mal copiado: toraa a copiarj ^ ^}fWj^ ^ ÍÍÉ >^ í^ 

lfTàiiU.te, poêlt direito, ^ ^> íE ÍS ^ ^t # jt — j^' 

Uni ocorpo íoclioado, lavaoU a cabeça, ^.^^9^ T > ífr tÍP 3Sl|S ^ 



tJ7 



ffiftlSI^+í» C€p,r. xn. DiM^ 



ftshamacprteziatiil. fp S^ -ÍTIBW 

olbft para mliD} Tai cantar, canta linma «antiga t ^ Mf^^í ^ rj^^ @ m *T* 



cantaf imiito bem, Tai-te embora. 



^^mm^n^^ 



XVI. DuLoao. &M(ar B3 ^ "T ^ fPl W 






Coroe está VfDC* ? como.Taidefortuoaf 

'Bem para tcprir a Vmc'.: bem muito obrigado^ 
bem : tem lído longa a auiéocia. RV M^O *^^ ^V 5S A ^ 

Obmo cilit, eitai bom? ' H^M^^^ 5t^ íf 



Muito bem: obrigado pelo leo cuidado; JR jfft ^ í^ íÉH ^ ^^ 
e Vmce. como eslà de saáde ? fjí |íl # Jtl 4ííi ^ 

Agora nl51enTiodoeoçriilgiWft:,tltt como eitái? j^l ^ ^^ "ff J^ ^^^ ^íí 

Soffrifelmf nte. Muito me alegro da tua laóde. PJ J^q (yí ^ iXl "^ ^ 

Yroce. roe confunde. He roeu defér. ^ Ik ^0 feS S 

Tinba muitattaudades tiiaf. He honra, que na« ^U; |g ^9 >ffi? Wi ^ ^ 

•Vmce, ja jantou? Sim. 1^ /H J SÍÍ *A:) O J 

Como etlà o Senhor seu pai ? Meu pui ctlA bom. («) -^ !^ jjjo ^ ,?C 5fr 

E como e>tá teu lio materno? ^{jt pí| ^ l I^ .A Tí^ 

.Eitâ muito mdhor, do que eiUf*. -jH "ílll >4^ ib ^S "^ >? h7 ^ 

Teu aiô paterno ettá bom? '^ ^ ^ I ^"f 

•Elle cíUva bom a ultima vez, que o vi ; elle eslà ^^^JL^^^tSi^ 

00 campo : elle ha de querer vèr a Vmce. ^fl^ -^ í^ ?K TCS "^ ^ ^ -S* ^ 
^a) Fé rralafaefil0f, pag. 160. 



IÍiito.qaeetteJ«dociiU. 1l&^ M^^ ÍS5^lB 

8eoliortteiup«iftdo%€iirdetde oootrodia? Bem. ^^^^«— Q ^ $^j ^T 

To Uinbeiii noaca teiif eitadó dofBte } ^^ ^^ ^ ^ "^ ^ 

Wo tenbo doençat ipundct, pori|tr6 dai pequenas j^^>/t^^J^|^;^J^"T 
^iogtiemic livra. \ I^ÍE ^ 

*' -" - -»>- ^«i^-- §$ É ^ :t íi «*f 

Todo* o. Douoi «nigo* de dentro, e de fora ^«fj^fl^^^^g^^g^^ 

corte patfSo benrt ^JJ tó ^ 

Todo. «lio boQt, excepto meo a.ô (materno ) j^-f ^Í^^I^^UA^^^ 

«Que doeoça tem ellertem se achado melhor com ^ ^ 41^ Í^^ ^)^^ M. ^ 

oê banhos} Kio Senhor : doe.lhe rouilo a cabeça. ^^ '7? -^ 1& M ᧠5^ 6^ 

»««••»• -'• ' Í'J #0 ÍC t <E )tí 1 lt % 

,ba quanto tempo eslà doente ? ^ ^ "J ^ ^ ^ X ;^ 

liioh» milito. Jf^l^KÍ^ 

Ooe peoa, na5 podé-lo TÍíilar hojel. pf Í'^T íi= f^ 4** ^'C ^ itl ^- M 'flfe 

AisenU»te huro instante. pfi ^ *"• zÉ 

Mo passo absolutamente. ^. j ^ \ ^ ntj ^ 

.Ealáa com muita pressa : oncle tecrs citado depois ^ »[É j^íjf ^l] ^^ Jtl~* ^ ^ "T ^ 

da ultima tcz, qae aus fim .si íp ^A^ 3|J ^ ^ "^ 

Tenho estado na cort<?. ^^ 3^ •qP 4j9 

«4 le queres ir embora! Í^^^'^^^^ 

Eu preciso ir para casa, $« It ^ M |^ ^ ' 

Tio de pressa ? ainda he cedj, ns^énta-le : Í^ tH Í^ ^% flS -? pf ^ 



*** 3E ?^ Ip1 ^ "r '^ Car, F. xrn. dui»*»^ 

ao meno* bat de cachimbar, e tomar cha. ^^ A^ j£ fit MA ^> -^ ^ 4^ 

De prop6«ilo vim «er-te, e detp^dlr^roe de U. -' . ^^ͧ^ jàt JM Hií ãjt .Blf <^ 

Obrigado. O Senhor TV. ja M Tcio deiptdir » ^ |g^ Ã ft ^ Gi jffi jÍ(Ç ffi^^il 

NSo, elle dedígna-» ditio. peU miaha pequeotx. ^^fÈtWi^4^% Wfr ^^'^ 

Sa-me a« tiiaa ordeof. RecSmeoda-me • teu irmãos !fetr â(j> PQ jt^ 6A 2t I ^Z 2li =1^ Xíft 

dire-lbe. ,ue .«lo muito moito a ootícil d. ^^ Ô«SSX 
•aadoensa. ^ ^ %l6 m W i^ 

Mio faltarei, fam moito bem. Fou-teaçompanhar. Jg "J » íí» jíl ffio É #a H ^ I I 

Mio, oa9 Ta« mait adiante, deiía-te ficar. 4ÍtÍ(' ^M SI 7*^~? BB C3 W B 

Di*peoM>me, ft manbâ. not vcremut, que hei de ir ^ AS-^TgQ w XS. «. > 7} ^ fl" -^ 

à deipeiida. 3í l3í M M ^ 

"ST iSfr f^^ 
Nio ■!« confupdaa. '^ J^ ^9]~ 

XVII. Dialogo. iMrM^r. ^ -^ ~j^ 'li fÉ 4S^ 

Be qutui noite \ ião borat de dormir. =9rJtóPMíll"T»*íW»BirA 

Tu dorme, cedo, Nlo he cedo leTaDt.-t,í. e Taile "^^ S^í? « ' S 5. "7.^^ 

# ® W -f O :?: -í .i!i * JS ti 

Cmarad,. vem comigo. íft tf' # 1^ $Í * 

Porque quere.. *"' «"— 'f ^ ^ "e. p.rqu^^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^^ j^ ^ 
teoi niedg dai bruxa.^ »»^ IA <fa y/ 

K,t.m..reU..to_ar..: «fe í^ ô^ JfÇ Af ÍÇ jR fê 
d I- me o gorro t ^a ^» . « . 

JíiéíSí-TSftil 

ajuda.me a deKalgar á. bola. ; , ^ ^ ^ - g, ^ 

%»raBiao.m.«,Te.Udo.. . ^^^^^^ 



l^ofcaIçocf«obream«n: ffi í$ 7^ ííí^ ^ ^ f Jt 

▼«n loi^o batcar • candieiro : "^ i^JÈ ^ ^ ^ ^ 

4eixaficaracaDdêa« |g "1^ J^ 

esgoto de ler o. cama. ^^SfcS^^^ 

apagaacaodé*. J...pag«ei. ÍS So It 5^ T ^ffe 

A' maobâ feraota-teliiHn pouco e^do, t aferd»-.inf, ^ ^ -^^^ ífe*^^^^ 1^' 

qiM ea tenho d« madrugar : ha*le de e«<|u«cer ? j|§ ^ j^ ^- ^ J^ ^ f^ Cí^ 

Náo leoba iredo,que mee«qu(çi. ""^ >S pE* t3^ 

«5: í«™ ::'^z'r?;;rmr ■'"-•' -'""»- t> í? isi ft? s ^^ W -^ ft * íi' 

U leraite a roíipalod», ja nafi lenho rubcrlôr. ^ ^ ^ ^ ffe T ^ H j^ W ^ 

ir pulgas fn^fdcro-mc, nad poiío eitar quiri*». ^J^ ^^ llÈ^^^^-i^í^^W 

Oame • oorinóL Nâo ba: |>t>iquc taltaa 1^ $ ^ ^O ^K^ "•>& 'fl* ^ WW 

abaixo? |> ^^ 

4X»iero latitfaserbunia nereMÍdade, quero CMM-inaf} JJfiL ^fe> lÉfc IBS JSS B "BE. J44 jfe 

querer «tiafiKer bulma DeceMÍdade^ipaiur, -5t /& S^ ^ TBl /gV> -^ IH ^ 

Coiuserta a cáodêi, aliça-a. iR fé* fê% #& Í^ 

Api^góti^te. Fere fogo, accende o candieiro. l^^To flT ^% |^ ^^ 

Nio ba ÍM»i não acho pederneira, aem fuail. ^% ^^^. 'X'^ A^^ /fC JL 

Aaaboui^e. ^ ^ 7 

Oveoi bata i porta í quem be ? If fj Pi dc P^ 

De pss : ainda naò te lefanlat tt 9 ainda d^rioeii ^^W /^ ^ A& ^ Í^ ^ ^ ^ 

Nio, e« IO eitou danuitanJo ^ W ÍÊ -?^ i^ 4^" ^ 



Acorda, IcTaata-te. Ji h i in lilo acordei. 



M^I&^Mo^WS» 



Quem te acordou ? Foi hum critdo^ 
Sâo horas de levaoUn he dk; 
hedia claro, ei hum vagaroio, hum atad» 

Abre aporta. Está. fechada. 

A chave está oa porta. Tem a aldrava corrida: 

custa-te muito a levaotar-tc. 
A que horas te le?antas tu ? '. 

De ordinário às sete, e meia.. 



glP1o«±7 
ft5ti«3fetó7T># 

Bú honlem dormi mal| toda noite 1168 fiecheiolho. ^ ^0^5^-^^^ ^ ^ ^^^ 

A que horas t« leraotatte tu ? 

Ao nascer do sol. 

Eu levaiito-me aotes de nascer o toL 



O melhor somou he o da raaobã« 
Senio sahe*i para fura tiro»te a roupa.. 
Eu me Icfaiito. 

Cuidado niid caias: olha, que te bas de^coiistipir, 
Ja me conflip-i, e i»a5 faço se oi<» tossir.. 
As<fòa-te. 

XIX. D«AL')oo. restirte, 
Paze-iac trawr homa camisa Urada* 



íè«7Ji3i7Ídi^« 



EâU e»a bem laTada: também querei o lea r»upEo í * "^ fT 5í^ H^ W *® ul "^ k5 
Sin>.« tombem m .^iflha» .uê«. ftui^i.» §* «fâí # ^ Ó^ Mío ^ ~ Jt 

HdbòrcifcrãoHfl (143 linb<(^i porque ião iiiail ff^scai, j^ 4|j WJ JÍT pl J^ Oí% Vv 



2^2^ 



Melhores sãu as de ga^iga (a) 

d^-ii e af ligaf ; ata^iuai» 

Stta eità lôta. Qa-lhe bum ponto, 
maoda o capateiro concertar os meus gapalos. 

Calça as bota^«. 

Kio me posso sb9Í|íar ; pentca-rae. 
OpeolceslàiÇojp. tirapa— 1>. 
^uem qfifbrntiã 4* ou 5 dentes do meu pente ? 
^Aiero lavar- meceaiuda.naS' me troxario àgoai 

da-me huua.bacia de cnhret da-me sabão» 

Acabouoe. Pede ao mordomo :. 

tra<e«me a nínha ré «ti».. 
Queres-a compcida. ou a curta ?' 

▲ comprida. Abí está. 

Isto DÍo eitÀ bom Ç^e he? 

Está cuja, busca oatra: 
achaste-la? 

NIo a acbo. fii|á acaliaitp, na5 pròciirea maisi. 






(a) ^t méat Chinas nàê são dt malha. 



**' í.ít Pfl # + :^ C'*^^' '"• »""«•• 

«a Tirto « Té»li« curta, • «abou-ie. ^ ^ ffl W "T ^ 'Ê J 






o l«Tudeiro ja troos* •minU roupaf 
Ja,ei»dafalUt 

O que ctliiM cabides 

trase o meu vestido de corke. 
Quair 
O detwntem. 

Poia porque naS Tetl«« o novo f 

Porque» Porque hoje Uo oaanaoa do imperador, >g ^ ^^ Q jl^ 4^ B >^â -tW 

he preciío i» •«» paí«^ ^ " -** ^" 

lito me tambraTa, fiaeaU fcam em mo lembrar,- '^'^'^ ^^%%^^ 



cftoli ^uati proiiipto« «sora faltio^me tret 
coíiai lomsnte, qu* ho o barr«l« de ÍQy«roov 

g râcbímbo, e • bofia : 
•tc6de-iD6 o veslído. 
Oode eiU o penacho ) oio appareos: 

porque te nSo abotoas ? 
He moda agora \ quem bala à porta ^ 
He o alf<AÍatr« Fa-lo subir : mas 

dIo o deixei entrar. 



4±#M 



VltíTá BB MâVmâ* S44 



XX. rwLO«o. Vi»iU dêmunhi M ^ H + ^ JL^W^ 

TeoS.nlK,re.lé .„,««., # fl 02/ € íS# 1^ ^ ^ 

'ÍL.%?u°-""' "•''•• ""* -'* ■•'"■' "^* fc"&tlFf&íí8ÉI^*^ 

«•Utom. BftáfemcMa? Sim. ^ ^O j^ ^^^^Q Í 

Votlio-te incênaodar. Nio ha.Ul. ^ iS ^ ^"^ ^ 'l ^ '^ 

Qae he isto, aiad« dormetf Àt* ^ ^S. ^S tt 9 ^ 

Procorcí-lc honlero, e «»o U encontrf í, ^^ flK^^-^JS^T^^fíí 

Nio peDsei.quc me h^vi^i de procurar. JH >T> ^ pgí 3>'^ >>! 

doe fi»«te honlem depois d« cêa? # fl^ % Hl ií ft 'f^ fí' í5^ 

Fofcmo-nof ft jo^^r, primeiro em minh» catn,,« ^ TH % tt © Q ^ «tS ^ ^ '^ 

depoif em cj« do viiioho dfi pnredei roeuf* p^ ^ j^ W w ^ ?x ^ í|| ^^ ^ 

A que jô^o jogailíM? ^ J fj.' .Á 

4o};amot «• carUi. cu joguei qutUo, ou einco jó. jjg j]]^ fí^^ ÍSE /pf^íX Ml ^ ~ P^ 
,0.: Umbem jogamo. a.earU. de omo: depoi. J^^^^jj^íj^ Ã 

iogàmcof dadof,ora»uáoChioa, 6 ultimamente FI^^^^-»T#^ J^ Z SV ^J^ ^ ^ M/^ 

Mio .dmir*. qu« te líT.nte. iSo tardesm.. lo hat S f|* ;í^ Pf S^ 5f 'fí^ fe í|<f fl^ 
d« rorlar eito amizade : KO»lnmaiido.te ao. j''go. jlj /g fOt ^ ^ ^ IS. '^^ V^ \ 



ta» mulher, • filboi logo hSo de padecer pobreza 



" ^ í, ^ PpJ ^ iH r "^ Cãp, r. XXL DuMê. 

Foi baiD imigo, qoe me eoniidou, porqa« em rtr^ "W ^ * pf J P* ^ W^rFJ 

gonba pira cllc, o&o ine ficava bem nio ir. J^ pj j^ J^ ^ ^ ^ ^^ 

HaTia esU cauta, eitá feito : prepàra-te de prewa ^Jg.-^J^FP^^T 1a^ 

para tabir. Para que ? {í) ^^ TT Tl ^ 

Quero ps^tcar coro ligo. ^ ^ |pj lí> í: M "^ ^ 

Hoje e«tcu occupado, vai tu 16, íç 4^ ^ # f^ ~* I A ^^ S 

Eitaeitàboa-.iftohelnaluràfel: ^IWVKlfl^lSê^T^-í^.^ 

•em que, nem para que, por fai, t por oéfat lauça íls^^^íÔSÔ^t^íJBfc^ 

Bilà bom, almocemoi primei»o. • depoU iNmoi. BE J -iíC in ^U ^ Í?B TC ^ 5ÇB •* 

A.iim.e.tàboin-. ft ^ ^ Ío àEÍiwT 

XXL D...OC0. ^/«.çor. M ^ r + - ^ i C> 

Queres slmoçar? Poi. jâ *ão horMí ^ # 'í^ Í^ *ll>0 MT ^^^ 

Nlo tei, eu w wi, que a barriga m» dfc hoia», ifé^^IlSífelP' 1 ^^«^ 

parece-me. que ba trea diai. que na« teohu ÍHH^Íi^^'^^^^ 

comido. ^m® 

Poii eu nio Icoho apetite: que querei alawíçar? ^WÍ^tiBT^^r^^^ Tl -^ 

Pão, teite, manteiga, e queijo 5 alem^diílo quero ^ XH Jv/ "J^ ^' ™ ^' bT ÍB ^ " 

bolinholos, c bolai de mil andares. ^/T'% I / w ^'í ^^ 

Nlo be próprio coroar Uii coifa, ao almoço. ^Í^>Cí'2^t^â^SP5/?>fj 

Se aSobe próprio, que bavemot de ai rooçar? ^^ * B% © t* 11 *^ ^ ^^ ^ 

^.- a - r b .doce. ^iP^ ^^mmmm^^iki 

Letria de arroz, e de fárroba, e doce. "^^" />_ i«* a*.. --^ 

toa c4 hama faca, cu te aparo a fruta, -"^^ ^^ ^ ^^^^ ^ 



'è.m^c^ «êl^ 






Nio cooAÍoto: ht buma impertioéiicía aparar a JéL ^^ ^il j^ p^ p^ 

-Por IMO eu rarat ▼czea a aparo: coma batUote: ^ jj:(^ ^ ^^ /{? ^|J -í^^ ^ '^ — ^ í^ 

porque ainda falta muito para o janUr» gQ ^ ílj ^ J^ Í^ 5^ '^ f^^A^ f^ 

Eilon satisfeito. Come maii. '^^'^'To W^ — '^ 

Agora DÍo poito comer niaii nada- Hfi ^^^ T íf^!^© 

XXII. Dialogo. Jantat. Rí^ ^ Zl -[-^ Zl '^ ?- M 

Contido a Viocc para bum jaoUr ordinário. p^ y^ ^ '^ ^ m fíS 

Étt me Julgo indigno. /y% Aa © 

"írptetiaíu?:"" '"" ■" *"'"'"'"' ""• *> w :fe t f s- í '^ líít íè 1^ 

o jantar e.làpromplo.id. # IH 7 l ^^ 7» ^ ^ t? T» 

Puí a meta «tpera, la; ja tièrio todo» o» hóspede.? ^ W "J^* It "^ ^ ^ A. fil» ^ 
J., .6 o Sor. E. he ,ae taít.a 7 ^O Hí * T Wt ^ "(^ ^ M 

..ad. .ío T.ÍO. SlíS^^il 

V< K e*tà Da lala. La está. ^ -ÍÊ ^ M ^ í*0 'í ^U ^ 

Toca ao JaoUr: po2 o jantar na dmm. iO^ Í^ '^ m> ^ ^Ja ^ 

N6s utaoiM (« de facha», nlo prechamcM de gar- ^ '7' ^ If! 1^ i R? M Í^ "^ 

fo». nem de colhere». ''^ |R> /B >fí # X f- ^ ^ 

No. t.Hnno» n>«lhor. que o» Baropeo»t H^ W Al ^ ÍS^^ fí^^M 

nlo MceatiUmo»de teoUM ioatrumenlo». ^ ^ ^'^Wui 

VoKe. Nffe^ be» da» facha», ^íí^ lí^ ^ Ã 1^ 'K ^ 
la MdA poMfo apanfcar com ella». W^ ffi ^ ÍS fl* ^ ^ M 

Tr,.se lre»,o« quMro copo». K-lo. ahí ^»^ S P3 'i^ ^ ^ ^0 ^ '^' 

DaMio» Yioho. Qaa graade pichei! M íS ^O Xf TC SS 



Quaoto leva ettt píchtl ? jt -^ j| ^ # íl ^ Í''' >® 

Oilo, A noTC cate». ^ (^ ^ '^L JT 

Bota meio copo de ? inbo ! bota mãit : M^ ^ t^^ f§ "ft-l* ím — 

ette vinho eitâ muito qutnle. ^ ^ ^% ^^ íSo ^ ^ <SÍ J 

Uto cft& mao. Que he ioo ? 3E lH ^ '^ ^0 Tl ^ 

Eitá fíio. Da râ outro copo de rinho quente : ^ "^ |£ ^jjj "^ jKfl ífe vB 

••te Tiobo esta azedo : aquellc ett& turvo, ^ ^ ^ ^ ^ i(f{i >^ ^ "j^ 

Sete he mui farte. ^ *^ ^ ^ ^ ^ 

Aquelle he fraco í queira beber hum copo. ^ "^'^^^TJmW S» "^ 
Kia poiso beber tanto. ^»0 ^^H^TS^^^ 

Ette f iuho nlo f«» mal, n&o teoba medo. 5^4^Í@rnifl"f'>f^ ffl 

Ja nlo poifo beber maii » temo fieai beliedo. jlp4'^'^^7^lfÓ^^7 

«fto bebo agua ardeaUt oio bebo maU: baiU ^^^ ;;y; '^ ^ ^ ^ É^ "7 
de beber : eu bebendo muito, também fallo ^jr ij^ |^ "T v '& ^JÍl ^ T 

Hoje qSu he di.i de carne t n6i ccmemoi depeiíe. /^ ^f^ ^í^ >jf /^ ^ ^j^ ^Sj| ^ 1^ ^ 

Traie aeii |i|rcla* de arros» e cinco de conducto t ^q x£ ^^ ^^ ^K. £ ^PC ^ JS. w 
nio preciía l0«/í({ t traae lambam almándegai ^ Kí ^ ^g- ^ /L 4 

de peiítf agora advirto eu » eate Senhor nio ^ $$ S W 3i^ ""^ V^7\.^^ 
coma peise ^ traie C4rne freica cozida,. ^ T^ ^ ^f&l.W^Vt frr RV P9 

»ada,fr.U| ma. nSo .c quet É fi^ft 6^ M 64^ 9Í P^ JlS^ 

fMn< a salgada defumo nlo Mr?e,,D«m lédifa' ^ H&R^> 
jkexcep^i o do prciunto^ E^ íj i^.M S' M ^ ^ 



tK MíM 



JÂMETáM. TOMámCHá. 849- 



Eili IMO proiDplo? Sim Scohor. ^ % T ^O ^ # 7 

Agor.faiU caldo. ÍP 4^^ )^ ^ 

e.tahcquce,U.boa,,ucirapro.ar. Jí^ :Í: 4^? tf ^ .^?5 W -"^ 1' 

Nio poMocom«rina5 poMQ maitiffar ;. ^ "^ ^ T í ^ ^ ^J^. 

to soo muito lôico DO coracr. ^ ^ Ò'] ^ M ^ 

Náol.aUl;n6.todo.somo.dcca«.: S^ líí Í Í ÍS. fl i| fi gr^ 

o arroz bc o luttento de cadd dia ; tira arroz -, ê^A>^>ÉAH/flí^J 

boU hyma tigela de arroz ; o arroz «>tà lorndo} ^^ ^Sí m ^ "^ >^ ^^ ^ G "f 

cstàséccoí tem ara^i:. ^^t M T% $t 7 '^^ ÍÍÍ'' 

coma mais huma tigela de arroz. fí^ ^^^ Çᣠ^^ 

Mo pftiso cpmer mait^ Comei pouco. \£ ^> >f^ J '^ jg yj>i 

Eucoraomuiloi ludt estou farto. ^35 S i/V ÍV jS lU ^S 7 

Dimiouc tiuio pouco }^ bota, caldo para eosopar o ^^ !y & Wl f^ ^Ê^^ Í5 -^ Í? ^í^ 

8f foitj dSo tcoho bom eonducto para levar o arroz» "p ^\ 

A^\ eMão hert ai .algadas, taUez que sejio boat. ^ ^ ^ jj ^^ ^\^ í? 6^ 

E^ leoko comido. LeTanta a mesa : 4k ^T ^ "^ th» 4A ^ Jlg. 

da os sobejos do cooducto, e arroz aos criados. ^^^^l^^^ ^ A P> 

XXIII. Dui^GO. Tomar r^^ P9 ^ "^ -1- ^If ^^ 

f ^-ho .We. faze chà, Íí í^l T l P /^^ i^ iS 

.a^hocinco. ou .i.cMca«,epir«.. f * S i^í^ 4^ ^^^ ^-^S"^ 
b«.c..b,ndej., olb„aaen.«,„ero*h. relho., ., ^í=Ê||yJ>,5 :^SÊ'^ 



3K 3Í W ^n "T 1^9 Cap, r. XXIF. DuLoa». 

Nío o ha de*te anno. PoU bola chs relhò, que "Jf^ /S ^^ ^E fr^f 

lambe™ pode .erTir. ^ É ^ Ã^ -ifí* ÍÈ #o ^ ffi T 

O cha eitá pronipto. Da-o èa; bota cba. •íè jífr ^ ^ "^ 

Scnhorei qucirlo toraar cha; H ^ ^ IF! ffi ^Ô ÍÊ í^ ^ M fi 

o cha ainda oaS eslà ftilOi nem Um ainda gôilo: !^ 5J^ HÊí í^ ^ 

ettà delgado; tero fumo; lornaa boti.|o no bule; ^^^ 'T ^^ M^ "feí ""^ ^ ilS 

eapera. quesefaça. ^ }S W ^ il^^-ft JK T 1^ 

bolaíte muito cha. eslà muito carrfgíido, ^ ]g|^ ^ T 5^ ^ 

Eilà bem fato, toma maiihuraachàTana. -^X Wy -<J J -^ ^ "~* ^§SB 

Náo poMO tomar mau- * ^^ •*^^ 4 O 

Recolhe a. chatanar, e bule. ít S ^ ^ ^ ^ È 

XXIV, Dialogo, FaUar China. í^^ ^ ^^ f^ l&^t^Hff 

Tu aprendei China ? f^ ^ 4* © ff 4^ 

Aprendo sim, mai oaS aproveito. ^ ^^ ^t jEL ^S ml j(|p 

Fazet bem em aprender China, íj> ^ «í* B f f ^- S ^ fiP -4^ d^ 

porque be agora moda; todof fallSo esta lioguaj J^ f^ IR /V hÍÍ ÍS ""^ H H7 ^ 

todo o mundo quer failar Chinai W xC P fl^ /V Ifl^ ^ ÍC íll |í 

todo o homem de bem falia Mandarim. wS Iffl /V ^' gji p pp 

Mas a língua Chiqa hedimcil. Waa S^hor: í í >^ 'V ^^W ^o '^ W 

huma pessoa de habilidade com applicação em tÍ ^^ ^' H V I / v /H 'Lj)— • ^ 

dQÍs, 00 IrMMDOf pode aprende-la; tio ffccil he. v^í^ y. >-&^ i^ t «^ n J: t >LL 

Xiua. W« W .•in., in 7l í^ If O # S íl 



^*T m PP FjUb ÇMiNÁi 

o qoe be maii difncil bani pouco he conhecer êjÊJ^B^j^^^^.— íS 

Ouvi diter, que hansa peHoa' oa5 pode conhecer ^ M* A |£ ^ A7[%^^^ 

todo. a letra. Chica.. Na Terdade .„»„ he. IS # Pf" Ó ^O 1 S? :€ iHI 

Enllomelhor«.âo a. Enropé.,.ea, Tártara,, que ^ ^ ^ JíP ^ '/^ $ >f jlf) ^ = 
e. ue.. o„ quatro dia. ,o«„ .e conhece™ tod... Pg^éí/X^^^^fS^? 

Wa,oE«r«pe„.ouoTà,Uron»,p*Je„bertodM =g,J |^ _ ^ "^ ^ /^ .^^^ ,^,)y^ |P 
a.p,lov,a.da.„ali„gua. :?» íl ^7 ^ H ^JS; g - ^ ÍJI^ 

Nlo ha duvida. Hora hu,u. le.r. Cl.iua h. hum. g^^^r'^— ^+IÍ^Í: 
iralaTra, por Imo huma petioa naS a» |.6de coohr^ — »/fr^|^gJ^— *A,^5^áÊ' 
cert..da.. ^^^7 

Sendo ÍMo avim, a literatura Europé.. mS tera |f ^i^ ^(] ]í|[^ g^ Ji^ (^ ^ M ^^ 
nuiU diflTereosa da Chtn». 1^ 'ff 4^ -/C ^ •Slj 

CerUmenl.: o ler o. livro. Buropco, he. que he p{ J(^ ^^^ ^"^ ij^ ^ ^ K ^ 
iTíaía fucilhum pouco ; mai o «íotendé-loi lema «l lO ^. ►i^ mr. ixt. >^ ^ •^ JT 

™e.n.a difficuldad.. — S :i! I'J iS ^ 'M ^# t 1 g 

Então wropre o. livro. Europeo. .io melhor.» ;;^ — ^ J?Ío í^ -/f |§ "^ )^ § 

Issotalfcz. D1ja-iB« qual dat daaB lingiiai he ^ /^'l^xfí ^^ ff Ppl í* B 
mait diffícil, a Ch:oa, ou a Tártíra òccid«nul ? ^'f^W^^pí^^llM.^^ 

Náo roe alréfO a dw:idir: porem lulpcila, >f>Ãíl|ê"^^ í'Ji£?^'fô'M 

^ue a Mandarioa be roais difficil. 1^ ^^ ^ J^^ 

t« aotendf t os lirroi Chioai ? 1^ ^ 't' ^ Ç íll ^ ^ 

CutU-rot roaii a ler, do que a fallar, 7% >\L> € tu ^ pp ;^ ^^ 

a«e liTfOf lêi. W^^if ^^ 

Leio <> Zfpro áát treg Uira$l o Apelho pteciPto dtU ^ "ZH ^ áS Bff AS^ 



'*^ 5E ^ fp) ífi^ n *"f* zr. c«^ r. rx/r. duu(.c. 

a Grande tcienda, » Mei», ai Màjcimat, « Reipeil» /V ^> H^^^ PW ^» ^ ^ 

filial, f 4 ftrro. * CnfMo) Mom-l^u, Exame ^=^^1^^ ^^ ^ % 5$,^ ^, 

datfra$et, e Seeretário', ja ettu4ei lodot et tei , « hl > ».^ -à^ a i ^ i. Mn A^ PH -^r* -fcH «rir 

.i.d. .«iro., qu« .«or. «.. n.« lembrJo. i^ i ^ W M H<l J^P ^T ^©4^^^ 

De que Diccionario o«. í ^^ff ^I^Mp "ÊM^^ 

De ordinário uio do Dicdonario^ « aljçomai ? ei ti t^ > òl> /x. it} i^ Mè 

da /íffifrfl Jat /cirtft, (o dicciooario ^raade.) -flii -^ flj |l^ /fj ^ ^ 

Quantas obras tèro a tua lÍTraria por tudo. ^£ 'j^ ^^ J^ ^ ^ ^^- 1^ ^ ^g 

Tem 10 ou SO. B quantii tomof. >^ ZH JIÍ I pPo W "^ >'R 5S 

Mais de 107 torooi, te me na5 eogaoo. yÉ* -v-^ ^ ^ Hi >4K^ mI 

Ba muito, que aprendes China ? ^ lí ^ Ó^J ^^ '^ ^^f S^feí-Í^ 

Nio ha mais de 8 meses. Ha pouro tempo ; $S A ^ ^ O ^ í^ ^ ^ ' 

Dio te dii o teu mestre, que he necessário fallar # ^^ ^ í# >SÇ ^t f5^ ^ S S" 

sempre China? ^^^ Sp^^ 

Muitas fezes mo tem mandadoi porem cu pof ^ ^ -^ ^ ^ ^ aE ^ $4 jK ^ 

▼ergonha na5 obedeço. S ÍH |/ M >fí ^ ^ 

Náo tenhas medo, ainda que erres, oa« importa ; Ífjl\^ ^ j^^^ ^ j^ ^ 4f ^ 

todos sabem, que ha pouco aprendes. ^"^^Á^^^f^M^j^^^ ^ 
Porem isto importa ao meu meitre. talfeí.per-. ^ 6^^ ^ ^O í '] ^ i^ ^^ ^ 1?! 

jud.ca a sua fama. íè^lplfftí^ff&é^^é 

Também na8 tonhas medo diíso; porque n.i« ha ^^ >^ «W >f tó S '^ ^ ít ""^ 

mettre, que etiiioe tão de preisa, e lâ^ bem '^ JQ >3t 5r 1^ jlSl jig. 1^ ^{a ÍMi 

comoellc, ÍIIÍfÍt^l^ 

Com quem queres que eu fallc i "fij? '^ ^ IkI |Í fS |í 

Comquemfallarcomtiffo: !# 1^ # |SÍ9^ 1^ 'fâ Ml # M S 

se queres Í4llar bem, he preciio exercício, j^J ^ p) 



^ H Fp P y\ í'„,r^ ^ «A, fa,;»^. 

Dhe.ben..hd de .eguir o leu coM.lha. |g ^^^ # 3J^ P:§ # ípí^ t B 



Vtf' 



Se o 6zc;ret asiim, eili íaé» feiki. 

XXV. PiALOCo. Hum Europeo visita hum 
China* 

V^S\ ttlâ bom? Boni,f* Vroc** eoroo eità? 






Bem para R«rTÍr a ^. Sa : perdoe, nSo sahir a reef - 
ber a V, Sa. He obséquio, ^e me faz. 

doeira tobír. NSlo pono, queira Vroc*; lubir. 

Prottrado Tenero a V. Sa. (dentro de caia.) 
Não m«reço tanta bonra. He meu dever. 



.^^f ^àio x^^to mt 

PeçoaVc.«c% qucwb.par.o.eMlogar. ; fl^j^Jl^ílío >j^ tí^ ^ ^0^ 

Náod^Tcrter, V;. Sa. dciws tomar o primeko lugar: r >ir, ^ -Tb xlb CW «èÈ l- iel^ 

liso be íni ma desordem: «uba para o seu. togar. '♦ -C JCq S '^ t*t< kÇv p3 Jl 3t 

Obedeçoj ohedtçoa V. Sa.j ba muito suipiraTa 
pela prr«rBça de V. Síi. (se nunca se vitàv.) 
B eu auhelava á sua visla. 
V. ^a. quando tbirgou? Antcbóotetii. 

TcTe huma felU viâgetn ? Boj, obrigado^ 
V^ Sa. quando partiu de Cantão? 
Parti o anno pastado na li" Lua. . 
Porqae chegou tão tarde? 
QftDoreúfne oo camiobo*. 
Y. Sa. ^eÍQ^ por Tim ckoul 
Nio TÍm por asta estradv* 
Pois por onde Ttio? 

Da cidade de Cantão Tim a Canchou^ dalli rira 
Jíwcham para aqui% 






ElU jornada he mait looga. 
Fof to que longii ht maia cóninioda. 
Porque he maia c^roroodal 
VíqiIo por Timchòu^ aodSo.ae aate diaa por terra, 
e Tíedo por Ifãn chtm he só hum dia. 
V. Sa. em que raez deo á Tcla de Nau cham^ 

Aoi S do mei panado. 

TrabaJhow joraada, Nio Sjohor-i 

V. Sa, que idade Xrm ? 

Tenl.o 3t fin:ioi deidade^ 

V. Sa. ha quaototantiot parliudo seu reíooP 

Ei «jiiatro anne?. fim queaano partiu? 

Parti oo^aono 16 de Kirfkim (1811.) 
V. Sa. Yeio por mar, ou por rerra? 
Viro. por mar até o teu raíoo. 
Ea quantof anoou chegou à China' 
Ea doía aunos, que chegu?i. 

Quantos Senhores TÍerlo coro V. 5a, 
Viertto cioco. 

Todoa M cinco chegario â China? 
Todos* à excepção de hum, que morreo oa TÍàgem: 
comoseehama Vmce»? 

Chamo* me Chãm, seu criado. 

Aoantoa aimoa tem de idade ? T^oho 96. 



XXFt DtáLÚG9* 



^-^nnu 






Ht bana grâDde idade, Eitoi Telho, dIo pretto 
para oada. ^ 

!)• qàa reia« be Vmce, he China, «u Tártaro? 

San China, 

De q«e prof iocia ba Vnice.^ 

Spu da prof ÍQCia da Peidull i loa da Smchoãu. 

Da qoa cidade hê Vmce. I Sou de Xim/i^ 

Ha da metrópoli 2 Náo. 

Vmce. he da TiJla, ou he aldeio? 
Soaaldaão« 

Como •% chtma a sua aidéa í Cbama^^a BS^*ou^ 
Quanto dUlada viliai 

Cincoeota ii$\ meio dia de camiobo. 

Quantas petaoat ha na lua ^déii? 

Eulre grandef, e paqoenofi hóment. « mulierei 
iia humai 100 ptsaoai. 

Tarabcfo baricoí? 

Qnal ha a aldeã, em que ha ricoti 

Kao lhe quero tirar o Umpo : vou-roe iodo. 

Ainda he cedo. Eu Too-me recolhendo i a Deos. 

Ertou muito occupado estes dias, para Jhe 

Náo se incómoda; a Deot, A Dcot. 

XXVI. Dialogo. Comprar lÍ9ro9, 

Tens livros para vender. 
Tenho ; inoumeráveis* 
Qne lirros ? 

Toda a qualidade daiifros tenho; dimi, qu« 
wo quer. * ' 1 - 



B9M CBINá. COMPRém LiFBoB 



t»4 



Ao ?C3Í^ \ 

1^^'M^^È^Ao:^^ 

^m Po wsnm^_^ 



^^* i .^ fp) ^ ^ ^t* >> C»f. r. XX FL DiJLOGO. 

Qutre o Foeéa antiga : oi Quatr9 Uvrot (de Con- ^ i± "^^Çi pO '^ 5 í^ 

fuCÍo)e asCi.iítf Escrituras, "y ^j^ A^ Xr V J^V "7* *^ Ah 

Ei-lu4 aqui. Eila ira prcísâo naõ he boa; oào be ^ J O jg. ^ W ^ XT 'T^ iH ^ 

cla'a;eba»tii«le errada. v® ^fr A/j la^ /j> 

K.la i.rpre.íâo ho parlicular, baraU j leal.o im- ^ _. :g|{ j^ g ||^ g'^ , SI 6^ ^ iS 

prctf^âu lé^iJ, ma* maU cara hu.ii pouco. *S "t^ hÍ^ ^IJ ]|? "S — * pS 

Ucixa-me ver. EUa íraprewãowlà ioffrivelj ^A ^ .^^ v^ . M^ ^ 1^^ ^ ^ 

nia« a eucadirnaçâo ni5 cUá tiiuita boa; ^H ^ j^ ^|J jg ^ j^ ^^ ^ 

d.iia-me ver outro exemplar. 'íf^^-S*í^?%~'W** 



Cite ho óptimo. 



^^^â-^»W T 



Nio eilá mái> i rafti na» 1«id nolif. $fáé'^íâl!X^^^W^i'^'í' 

Ora isto he iuaturàvel ; ji he de rnai», Ja be mcoof f |^ ^ 5^ I ^'' '^ ^ T^^**^ ^ *^ 

iim. eu nio tenho boas lUrof para lhe vender : pC ^ aS%'% J ^ ^ C^ ^ AT W 

Ta a outra loja, que eu.vou guardar os meus li vroi . í^ "f^^ S ^ ^') J^ ífi Í 1^ 1 í^ 

Ora tem paciéucia : torna-rae a dar aqiiellt obra, HJCJÍí ^ RV ffc Wo íS> W '^ ^ 

Hum lari, 6 «axci. S condrins, 5 caxai, c 4 haos. ^ ^ [^ >^ ^^ ^ ^ «^ JB M ^ 

Efle prôço he caro: esta obra na5 custa roaif jg^ -^ iR ^ >^ ^ 3Ê ~* W* íE A. 

de 8 roaies nas outras lojas. ^ fl^ ^'J^ ^^ ^ W ^^M 

Nlo m% importa, por quanto os outros vendem» ^jj ^ ^ /\ ^\ H "^ ^ ^» • 

eu fc vender por menos, perco. M ttfí 1/ ^^ 4 ^1^ 

Aíora reparo «ti, «ta «pa do liyro h* fraca, ^^MMWM^T^Mi 

clamai aparada. JtÍL ,J7.^, =* •** mt ri 

Ponertâf«to,dê-mthuiBtael,e4condnDi. IJ Jí -Z m ^ r-^ 



r Eu nâo gotU» de regatear; eo teobo paUvM de rei i ^ ^ ^ ^ ^^ jg ^ ggj — ^ -pj ^ 

DÍopo«odMinaUdebu.o».el. |fcf| ^ Jp í)^ ^ 1^ IB í ^ 

«•pode .*,pefto^,r rauilo. J^ ^^ ^^ ^ ^ # 7 ^S^ ^* 

Ueuitaacrcr. Vej« omeB IUre:ee-eHi, IHI 1^0 >« ^ PP<^ 1P% ^ %^ ^ 

eu MU bómera de pouca» palarrai. «,aer, ou ni» ? ^ |^^ aí ^ J^ 5l 'í> ^ j^ ÍÍL f^l 

M Diu quer, acsbiMi-ie. j_^ 

O' faça fcTor. Que qu«r«« í ^ pf ^q ff ^ 

Por «r p^.. F«í.. .hium; .ioda, qpe Sc» de @ ^ffefl í|iíf R j^ ftí fl 

pér«.uíoi«port.. mfâm^MíiÈIM^iir^ 

IM»,iemi4ir tfe A 6^ )^ ^ 

Que dU rn.«. ? Nada. "U^^O ^WlÍ^^ 

Teofio^iii humi obra nofa, talvt« V*. cc go»tc ^ Jg ^ -^ ^"^ 7pv 3^ W Rí ^ ^ 

ddla. (iM^ hvrp h.l . ^ ^ ^ # ^ W 

De «edeciíMK Ouo lUalo Um ?- §^ WO Tl ^ ^ 

tio me lembro, podr-se ter. Quema campôir? ^p PU.^-jf RB ^ vf O Íf ÍK HV 

oi bu.o bacharel da Na..k.m. )! ^ Ôs/ — '^ 5| :t S 1Í "í^ Á^í 

Ba oáo iNsrleudo ter «édioo, na8 preciso. ^ ^ ^ fr ^^ ^ ^ ^ 11& 

Teos aoT«lta«, caotígas, e troTM. ^Jj -^ ^ ^ f|^ ^ ^^ ^^ 

y< bi teM duas paUcat, da-me a bdco. ^O^M^^Sí $^T ffí ^ 
O câmbio da pataca fio Tmametcottdrintjpoc r^^^^^^H^ fff ^ ^ 



fST 



3n$^Pp1^2 + -ÍÍ r«ji, r, xxm. 



DULÔOê. 



XXVII, Dialogo, alugar Cã8ã$^ 

Amigo, fero comigo qofro ilugar hama com. 
De boa TooUde teacompauharei. Espera la» 

que aqui etlà huroa cata com eKritos. 
Bate à porta. Quem he? Geotéda paz. Que querem? 
Qucremof alugar eitai catas : oode está o douo ? 

Esperem, que ja Tem. 
Como «Sião Scoborts? A*ssuas ordens. 

Vmcf. quer alugar esta 4*aia ? 

8im> Senhoresj entrem, e vcjão, se lhes agrada: 

antes de tudo vejio» coroo he alta, nora, ecora 
a face para o lul: 

futrero, e vejáo esta salli, acolá bc a <alia iaterior^ 

tem três divisões, e be de sobrado. 
Quantos quartos tem? 
Por todos tem onxe, Cbo?e na casa ? 
Nem hunaa gota : em cima tem terrado^ 

para acolá ten hum saguão, hort», jardim, e 

secreta. Tem p6ço? 
Tem, «com muMo boa agoa.he como hujna funte. 
Ha 01 trásUs necessários. Sim, 

ha algumas dezenasde cadtixas, mais de dez mézas, 

ha cinco, ou ftèis catres, huns eaveruizudoí^ outro 

de bambú^ e4>utros4lerota^ que tem esteiras. 






..r..c«.i,o...„a..,|.b.diver«.,„..id.de. de ^Mlé^^t^^M^ M ^M 

Todo h., .r™rio.dedi.bei,o,delW,... «UnU. ^ g ^ g •^*^^^^|i 

de litrot, e cabide», aqgi nada hlt», aU espelhos ^^i^-ffájÀ^ '?' ^ ^ 

ha, paraie fer a elle*. quando quiser. ^^ Pp ^S B^ ^ ^^ -^ 

Agora queira dizer-nu(,qu«ato quer por mezí "5^^*^^ ffl ■ — «^ fl ;ffi ^>|\^.^ 

E« nSo alugo por me,, eu alugo por anão. ^Í ^j^ Afk ^ M ^ Mí tè ^ ^S, 

Hf O iMimo: quaotfi quer por aono? ..^ A jtóÈ .^^ ^^ TO ^ |K 

C.a..aé. Hemuiloearo. l"* Wj^'ffiío:*Cifi* 

P«i.eu Ih. .egoro. que h. muito e™ c«...., ^Ir^áÉé^-èlÇfPtSS 

p.à, fi,ue por iH«. B.t& dih.. SÊ ;i S SI É .5Í: 

A Deof ; á roanbi bei de mudar de casai. f^ T 99 Eí ^ 4^ Wí 

Qoaudo quixer. H S fí" :^ # ^ 

XXVIIl. Dialogo, l^formar^it de hum êugeUo. ffi i^ Zl "F* /V -tT M "^ '^ Vfe 

Quemhc aqnclle? Hcliiiro tH^eít* dt Xan ium. ^"^í^d^p^í >S-^iJ4^y^ 

E eu peniaTa^que era de JVankim. Oode raora elk? ^Al>ê:W^Ai^^5?l3'MlÍ 

M.ri na rua Xufam. ^^ ^ ^ ^ ^ ^ ^^ 

Jalemcaiai? iíl^ 'Í B ^ ^ 

Nâo;eitá de hóspede em trn«i d<» Senhor Choa. >J^ ^'^^ ^^/t^fg*^^^: 

Pm cata de quem ea tà hruipedado I ^fe |0 ^ ^^ Jg- ^^ 

Emcaia do Senhor aan. It í| A ^ ^ t^ 



f •*• ÍL # Ff9 ^ — + A ,^r. XXFllL Duu^. 

A irini roahnovajíisecaiou. rÊ h7>W "ÍT W * t^ ^ 

Jí>. Com quem catou ? tfl "T O ^^ "7 ^ 

Com hum iloqtôr, cbim^do Um, j^ "? — ^ ^^ .@^ A éí* fHJ 

Hebo»iU.' áL^é^iíff^ 

He muila booiU: ntio h« boniti, ut« feiai -j|^ ^ fl^ |g|^ ^ ^ ^ «l^^ IjÇ ÍiÍ^^É' 

tem nuiilfts li-naii de W^ÍCAS< tó-t.l^lí^Ô9^"f 

O mariJo he inslruido? ffe 6^ 5t ^ ^ '^ ^ 4^^ 

e::o vcrdidtiramcolo be hwip tAbio. ^ ^ j^ -^ ^ |S[ J|| * 

i ambtm b« tioquenU 7 *tíi ^3 ^ -TT ^ 

Elle fdlia raoílo Htm . taba fallar a Kogu» dt 1&ÍKW^?fiÃ^ÍÍi^^^ 
l-fkm, Fií/W#ii, Ilucuam, d« Iodai af proYÍociat i ^m^^^^W^ Wl\ ^ 
até o TàrUro, c o Partugue», falla^i turreole- íf W ffi >^ fí # ífP f^ Hl Ô4 1^ 
menlc : fd.laodo Por toiaei pwia por Porm«uc«i MÍSl'^ Wff Á. ^t i^l^ ^ 
cm huraa palavra, alie partce ut do ceiao, oada JÍ^^|8/n^:^^R«i</F— ^ 

Como pode falUr tanta» liiisuai » ÍÊ.^HI'^WÍS^^^H?^ 

Ha maif de doii aaoof , quo tomoi amigos r? — • -T ^ /^ H J l h •!# 

Em N.«kim. VOU.IM i.»if««lo. Ho»de»6rr^ * W Mo ^^^J .H M» -s^ ^ 



Porque tem buma memória exiraordto&ria, e lem 
TÍajtN|o muilo. 
Haquaotof aoBua o coabfcet) 



5Pr fí] NoriDáDB9> 

XXIX. PiALomo. Nêvidadiê. 1^ ^-IIl"^ ^ ^ Wí 

Ha alguma noTÍdade ? ;^ ^ ^ ^ Ig 

Nada ha d. .ovo .nada -i : aada ouvi : ÍSÍ^ S kf f^ ^^ ^ ^ M. ft^ â^ 

Vio ífiiada de «ot o na «elrópoli i Nada. ^ M í^i M ^ ff" ^ ^O ft W 

PoU na» dizem, que la para Xanti ba huma á5WAgê|ll'®3P"-*5è^|í 

raTolatão ? Hu jí» ^ T íí^ 

^Sot4l&; era Canlâo Umbera ha piralai, que :^ S^ \ j^^jj ||^ ÍE J^ S «Êt ^ 

laaeiD írand.» eicuriOM. ^í M ^ 64 |lj ^T 

Ma. como e.tà ího ea. Xami. f 'J SÇ ÍK llj © /'l ^ ^ 

Po«r5o cerco à Cidade de To/ .«é» : "^fí Mí^'^^ }^ J^ )& 1 - 

.,. p.„.do, Uc. d-.,, ch^xaado .. irop. I.p. - ^gf^^JJ^^g^^j^* 

riaif eUcí lir«arSoo cerco: em Canlii/ o Victrei ^ ^^ ^^ Jrrif^ >t rtt .fecf "^ 

mandou hum martchala fubjn^ça-lof : ^*^^ "3 W Tl ^9? I 4)6 ^f I J^R 

mas elleí á» avésiat tomarão ciuco fragata», ^ 1??^^ ^? ^ '1^^ ^-^ ^ |Í^^ 

0uvldi2er,sue em XcnH hum general & testa de pjr S =^ ife Uj ® /Êf ""* '^ tÍÍ ® 

bum exército Ibei dera huma halalba, oi ven- Ití ^ |gI "fife ffl fi* ÍÍ ""^ ^ "ft 

eira, e inteiramente di.b.ratàra. #^7#fl^flti(7 ltff1 

A..in. di2e...: n,« h« Iju.» buaU, ,em fua- W ^ ^ ?í l # A S íl t^ Í'J íí 

Dizcir ,,iliie li. para Suchoan. entrarão Iropat eí- ^->\ ^ IZQ jl| 5íJ — ' ^^ LÇ ^ ?í* 

traojeir •, fazendo hoUilidade*. ^th ^^Ê^^^^WÍ^')} 

Bu li .. gazeta., ^. , fal|io ni..o. fc ^ ^ fR Jl T^ Í^ 'fr ^ 

Boadótida, novidaies mái na« vão à.gazêta. ?fê *?" ^ ^ Ô{í ^ ^ >K Jl ^ 

Mas DM gazétai vim alguma coiía iotarauante ? l^jíIÈÍSjhW^fh^S^èílà 



»t 



3L^ra«:::+A c^r. 



N&o: fóméote di9^qu« — prratiarlo algaoi offitMÍf 
MiliUref, e te deipachirXo muitof magistradoii 
• PrÍDcepc #ttoa-se» e houverio em Pckim 
{randet fcttai: leoteoctario-ie alguni Chriífioi ; 

o ulcerei de Cantão deo parte ao Imperador, 

%ue os Macaíftat Tcodiio opiO| e baixoa hQin 

decreto probíbíndo-lbei vcode*lo, devendo pren*- 

derae, e tenteoeiar^se, em caso de contrafen<;ão áa 
ordens Imperiais, do mesmo modo, que os pró- 
prios Tassailos (foi facto)} • lÉida mait cootinlia 
interessante. 

Peloe modos aquellas noticiu todas sio ver-B^ 

dedeiras. Porqoe? '^ 

porque o comércio ettà dado em drojça .* 
quando ha revoluçeês no reino, Ugo os negíri- 
aoiei padecem: todot desejio a paz, emaisqoe 

todos» os negoctaotes. 

Certo, que a paz he útil ao comércio j filiemos 
agora cm noticias caseiras; coroo está aqucUe 

chamado Chin ? 

Éit^ bom. He verdade, o que se diz driU 
K&o murmures, naS critiques. 
Nada, eu só pergunto por coisaf póMIcas. 

Pois que te dis. 

Qoe brincando cora outro, lirarlo Mias dts6rdellf« 

iStoero era o outro? 



1711* PIAI 

^lPl-4^ A.]a5í*7 — ff 
»o5»'tAftll 



" Era hum eorooeh ândari» à ptacada ? 

Sim, e dizem, que éilà para morrer dii ferida»! 



!^f 



Teohi^ mâi fíitla-roe miMa. Poê-Ihc oiobreeicrito, ^^\ IH íí^t 3S< "T* 1/ ^ O "^ •Ju pR W 

LcT« ctU carto ao cofreioj e ufto Ic ciqaè^av de tC 3fe * xT W "^ S^ jf 'J ÍS Í& isi 

Vierio caria» agora i *jf l£ W « ^ 2^ Í^O ^ 

Sii». Tenho cartof? Peoio que fim. W^^^O ^^^ 



ki feridas sio inortaif. 
Be peooa. Coitado..* • 

XXX. Dialogo, Esetevff earhii» 

Hio he boje dia de cont io ? 

Porque? Quero escrever para Su chóu* 

A quem? A meu irmão. 

Ba quanto tempo eslâ elle lá? 

Na P. Lua dette amio, he que para la foit 

' Com e(ít;ito podes escrever-t ha hoje. 
Ja acabei a carta^ quere sella-la, e deiippartrceo 

o sígiiéle. 
Poie«te a data ? Put, mas aáo me a«tig:neí) 

cm que mes ettamos nós ? BsUmos oo 5*. 
A quantos? A bum; talffzadet) ^ 

nSor engaaei.me, hoje sÍo ooze t dol)ra«a i 
leoa capa, e cbaocella? 



'"5:*Bg§:::+A c.^ 



r. 



Porque mii oio trouxciU ? 
AiodateBiodão. 

XXXI. DiiLOao^ Trocar^ 

Querei trocir o teu 'relógio ? Por que! 

Pela minha espada. 

De boaroeHtoi roat quaolo tne toroai t 

Quautá querei ? Dois taéi. 

Quanto vale o teu relógio? Seii taci. 

N&o^alctanlo; hjra rei ó/io relho eaQ rale 
aeraelhaute preço. 

BeTtlho; mai governa bera. 

Eo nada le torno i a roíhha eipada vale tanto coaio 

o leu relógio. EstíLi brincando; 
cstàs xombaodo ; que etpada he esta ? 
He buma boa cspida, aguda^ forte, e buoita : o cabo 

he dourado. 

Bem vejoi qunnlo cmtoo ? Trei taes. 

Nào ha maif que dizer j vê le querei trocar buma. 
coiM por outra, (élba por élha.) Ora dizes rae 
boai coiíai : itaS loutão fácil de enganar, cono 
cóidai: busca outro modo de rae enganar. 

J|itâ feito. 



i 



( 

71 I 



^m 



CáCáM, 



f6A 



XXXII, Dialogo. Oiç«r> e Petear. 

Que faxei tu quando estáa fora da cidad« ? 

Â't ve2tf ?ou à caçai e ou Iras k pesca. 

Que farás caças ^ Veados> e lebres. 

Teus bons caês. Tenho huiua matilha 

de bons caês de caça^ teuhu 4 g^lgo*^ 

e O caês de busca. N&o cagas ates ? 

A*a Te^es. NSo usas de espiogdrdai 

Sim» S^tí tens roêjo de despará-la ? 

Káoy que então ?olto a cara pura.a banda. 

▲ que atiras ? A.todas as ave^, e auicnais, r.g. 

pcrdi^i, rô!^^, Ciidoruisei», porcos mjulexes, 

e lobos. 
.Acérlas-lhei na. carreira, e uo ar ? 

Oe toda a t^rte. 

r.^mbeio pe,cas» Também. A' rede > Raras vexei. 
Porque? Ptirqueo rio fica muitu longr. 
ISotio talvez raras fezes nades, 
IfCa he muito perigoso; eu ^óito roais de vêr, do 
que de nadar; hum dia eatÍTe para me afogar, até 
•l^ors ainda na5 estou em mim :. 
par^iii oót temos hum viveiro de peixes, onde 
tempre too pescar â cana. Quando nio ca^as^ 
o^m^pescaf » que fizet ? 









3l ^ fp] ^ :r. T" ^ ^«j». r. xixtii. dui»lo. 



Eolão jogemoi a bóia : ou o xadrez, 
Rità muito Ler:?i dtvertis vot moilo bem. 

XXXIll. Dialogo Fazer jornada, 

Oode eilâ o lacaio ? Aqui eitou. 
Prepara o caTallo, quero sahir.* 
limpado beroj elle ettà ferrado ? 
FalUo-lheduas ferraduras. Levado aoferradoí; 

]e?a-o a beber ao rio j oio o fagat correr. 
Jabebeo. Da-^lbe cevada, da-lbe 
palha, depois poê-lhe o freio, 

e a tella ; tra*lo pela rédea. 
Oftseuf cotnpaoh loiros ainda nn6 chegario. 
Asaira he boro, para parlir, logo que ellel chegèretiir 

chaiDa o arrieiro. 

Vira a ma hora j Vrac*. vai para lon^e? 
Sim, Tou para P<kim. Quando parte ? 
Ja. Vai de cege, ou de ravallo ? 
Acavallo; eu teoho bum boro cavallu, qu^e ero 

hum dia anda 140 lit (IO Ic^oas .*) qtiatito 

Tai daqui a Pekiro ? 
Hail do 300 /tt,tref diat de jornada, 
O cnmiDho he perigoso ? Nio 
^tis nácdiíCDi) que nos oiOQiefl ha ladroes ? 






tl5(( 



Nem dedia, nem de noite ha, que Umer; 00 ^^^ÍPÍx^tV^^^ 
id: a cada paisO se encontra gente no caminho, qUe f^ Bv S 'PC W '^^ 1h> W Ju 1^ 
tai, c Tem. ^S ^ J\^ ^ 

Qne caminho detemos tomair ) ^ ISÍ ^ W* "^ ^ pP 

Chegando ao primeiro lugar, toroéin à direiU; ^ "X VM ""^ 'í^ í^ "f" ^ ^ 1^ 

Bncontrio-se bóíqucs? ^ ^ Jt '^ TO ^ 4^^ 

«mi maa nio tcmio perder O caminho. ^% |lj /ft -^ TH VC fp 

Encontra..e algum rioí . fíííflíM:^:^^^)^^ 

ipeoas aabirem do bosque, logo hão de pasíar *^ Hl IH ^ tW ^>f 5?t ^ © W 

bum rio. Vamoi, montemo-no.^ ^^O ^ ^^ 1^1 M M SL 

Vmc-, quando ha de volUr f # |ft * B# Hl ^ 

Teoho na corte Imm pequeno megocío^ traído dic, ^i, ii, ^ ^ ^^ ^i ^ ^^ 

A D«ot, boa joroad», ^^ n*> k y0 ;^ 

ft» JS^ X T^ Mb 

XXXIV. o..«o..y,«.. ffl#H + I29ÍÊ# 

«t....tidop.r.o«.de««obct.. Jg - # * IR ^ T ^ H8^ 

Ood.e.tàomeut«.cioíAin*.6DÍofifc. f| ^^ ;|é ^ ^ If P Á S S f^ 



dSo peoici, que hivia de ler tanta obra. J^ ^ ^(J Jg ^| JT^ 

Para que me promelte.tc. ? S ^fr ÍÍ ^ PÍ T 5fe 
Os luaii lambera querem oi leus vcflidoi. ^ij /^ -{ft^ ^ -jl^ ^ g{j ;^ j^ 

Eeu oi meu^i cu pago também como ellc§. ^Ç -j2í ^^ ^\j hV ^Ç 'ÍÍL >E SP ÍpJ 

£tt& feito, daqui a duit dial lho darei. m — p^ t ^ ^>^ ^r^ juta J,KlL^ 

Tal?e* que seja como hoje , pois olha. que le o ^f^^ ||Í ^ >§; -^ Q •— ^ J|^ ^ /J% il]\ 
não fazes a Icmpo, coco nendo-o a outro. f^ 'l^ ^ 9t 1^ ff ^ ^^íj ^ A^M^f^ 

XXXV. DI4L0GJ. C,a/,a/ir/r*. ^ ͧÍ^ H "t* 5 ^ E 

Jg veio o çapateiro? Ainda uío. ^ E ^ "X ^^ ^^ Í^ *H ^ 

Vai de pressa^á sua loja, que traga os meus çapatos. 'j^t^i^lS^i^fl^^^á^^^^ 
Ja ahi eslà, cnconlrei-o no caminho. g 3^0 ^ T í ^ Jl ^^ T^ 

Ifso sâoos rocasçapatos? 5JlJ^Sfe:8:ífe69ÍS^ 

Sim Senhor : queira provaJos. ;jg|^ ^^ ^ ^ PÇ "^ ^ 

São estreitos, sã» bum pouco apertados. ^jÇ jpf ^ g| — «*^ fi^ 

Passado bum dia, ou doi< logo dão de si. ^ J]^ — * ^ ^Ç jj^ ^^ gf 

l3ão de fdser-me bolhas : f^aem-me doer os callos : j2| fQ S |^ IÍ] ^l^ 3^ tíS â^ JHÉ ^g* 
ostacoêi sãobaix^ost a sola he fraca : f«ze-me 9^ i^ ® >*C 3§| >86 "? ^í> ^^O 

Alada iq«i tenlw outrosfeitos. Jͧ t^ ^ ^ *-^ ít íS J^jj ^ 

Est^ são mais folgados; eslà o pe mais à. vontade. $P ^ ^ ^ R&l ^^ M """^^ 

Qaanto qoeres por este par? ^3 — *• ^P ^^ /^ 

Bura8pal?ca;oineia. Sao muito caros^ %.T^^^ ^ !R 



Este be oieu prcçoccrlo. 5Í^JÉ**^>Í^^'^H 

Fa«e-ine «ulro par í loma a medida: toma lá ^ J^ "^ ^^ JE^ '^VP H y í^ 
o diob«iro. 

XXXVL Dialogo, /)a#iil<f. W ^ ^ I -^"^ MA 

Eilou doente; tai chamar o médico. Ja vou, ^ ^ ^i ^ /K VX. ^o ^ í^ 

Que officio tem aquelle i J^S^y^Wf^^^^ 

Ble tem huraa pequena botica, e também cura. ^ ^ Rll ^J^ SI M "f* ÍSj fx S 

^díaVuTmr^"^ '" "" ''"*'••* ' '"^"''" ^ST^TÉ%?^S7 A^ 

Nio} porque cila s6 quando çoahece bera a ilocn- ^ ^^ E3 >!^ i& ^> '^ *T ^ ^ 

ça, be que receita. ^^ A T Kl 

Elle tem remédios abortivo», e yenem»? Iffl Hfii ^ tT ^ hV I^^ ^ ^ ^ 

Não; elle he hum bom homem. aaS tem eílci dei- SW^Í^d^^SfAí^^l^SS 

tructivoida iridahumaoa» f^ W A 1^* TO 1^ * ^ 

E»lâ bom. Como eílà. Senhor i Bom. J^^ ^ ^ JJJ^O jff 

Peço, qoe va a míoba casa visitar hum doente t p^ /fe ^ í !) $^ ^ 1® ^ ^ ^ A 
porque Vrace, tem grande fama. He honra, que me R^ ^ ^ ^ "|^ ^ ^ jffi^ 
querfdzer, " ^^ ^^ ^ ^* 

Qaelein VmcV ? (a) Nio estou bom. j^^ ÍI '^O ^4^ J^ 

Bem omoitra logo na cara. ^^^V^Jl^W^T^^ 

Sinto hum grande desgosto, estou doente ha muito /U^ ^ ^R >f\ ^ ™% W i& ^ H J 
tempo. Quando principiou isto ? ^ } O ^& l^ 7& "V 

Bontem â noite. Tem vontade de comer? 9^0n%Xo /S^^^SB 

fiada absolutamente. -"^ líj 3ft *Ba ^ ^ 

Vejamos o pulso : vejanvoa a língua. ^3Ê S M^ ^f í 

(a) Os medicoi Chinãt rarat vez€t fazem atai pergmtaê- 



o Ilimo. Aueuor Chou também le «cbava la: "^^^^ ^^ ^ ^W W %% 

elle unibcin adverliii, que e.le fogo procdU ^^^^^ ^ ^jK^ ^^ ^VU Ê 

da* choupana»: por iuo no outro dia logo ^W'^ ^íj ÍW* ii^ ™ /^ »* 

coMoltei com elle. «.bro de.troir iotrir ament* j^^j&jSfij^tÇ^SPSí&S 

a. da banda da roa- alniU bem naS ^-^ ^T%BÍIÍ^^3^iS^ 

tlobamo. começado a derribar, aconteceo M M ^ B^ M ^^ ^^X^ 

aqoella hi.torU, entre tanto de.x.rlo-«. ma. W ^ ^ ^^.^ 2. 

depoi» por força «hão de tirar. ÍÉ ^ M ^ 1^ S «V ^ 

Y. Sa. h» de advertir, qne oique morâo ua»chou- 7Ç ^Mp<^ ^7;PÍSÍã-=-1^^ 

Pertence ao» SenlK»rei Mai;i4rado« China, traUr ^^^If^^fj^Jl^H^^^^i^f 

Mil 01 Magislradoi Europeo» nlo noi advirlirío; P5 H^ P ™ C5C 'R t=i rW* "tHí Tl 

como podiamoí tratar diwo ? ^> *A T íÇ 1*1 BE 'Tf TrT 

Eu ja lioha rontultado com o Ulmo. Aiscisor Chêu, Q "S^ ^ ^^ ^ S^ ^^i ^ Wt J 

A aucloridade do Senhor Chòu he pequenn, nníí ^ í^ Ife 1^ ^ ^P ^ RÊ W 5E W 

pode tratar ne^ocioi desta importância, quando JL* ÀA ^í W |l^ ^ "J^ ijtff *^ ig* 

o negocio he de conicquench, ello deve dar parte ^^^ , _ i»» ^ ^A ífi ^ Í4l/"* 

ao fuperiur, lendo periuÍ!>!>ãu por huiu despacho, he PT^ ^ *^ l^ 'P^ ní^ bX 1 J 

que pode obrar, hio he certo. Jg | ^ ^ÇÍC 

Fois SC V. Sa. o aabia, porque obrou "JZ^ ^ wt - ^ ^ J^ Ít ^ 

daquelle modo ? ^ gfi ^ ^ íí ^ 56 

No dia, «na que fiii como AiteHor derribar at casai ^^ '^ l^^! ^ S Vr w T* MV V]) 

lelte n5o deo detculpa alguma) ^ |H — ^ |^ ^^ ^^ |p| /Ç([ 



} anaf, todos são pobres i se prinoeiro não ha 
. ^ * de osfa2cr ir habitar para outra partr, 
,2 de repente se pertedde deílruir as suas 
cnsai, taUez sempre haveiá desordem maior 

Pertei 
disto 



fxs 



MbíTRB Da aBRát BBáít. 



por..,o peo.e..quejalu.hapoler ba.Uote: f^ ^ Ife Íi|i E. M p^ ;|^ # T 

quem podb ídeviuh «r, que eHe oio tiuha aiada ' ,^ w x-- -éa* -Hli ..y jrt -^ 

O AiKMor tratou mal e«te ««««cio ; vuilo ^A^'è^^^t/^^ ^^ E] ^ 

a dar parte ao vire rei, e accusa-l» .• V. S... ^ ÍO. '^ =í^ iÀt hxt A. J^ ií í^ 

espere, que eu receba deipachu do Exmo. Vice rei, Mw •© ^ ítB 5(P -^ X ^ ÍÍT 

que então he f.cil concluir cf ^^^lISM^Aè^m . 

aiiurapto : de ocohinna forte obre coro tanta pre- ^Í^W^^)i '^ PT ^(i Ip] 



cipita^ocomo ofez. ^TÍ ÍÍÈ M ^Êt 

SiiDSeDbor, A Deo*, (criaUos) PruraptD: (de fora) Jg. "T ^ "T {fl fá 

Prompio. Queira tomar mait cha. Nada. ^^ ^ ^^q ]^ ^ "^ 

Ja que V. S u vai para a melrôpoli preiente oi meai ^ ^ |fS^IfiI'^è^ÍIF^>^/V 

cuiDprimeotuB ao Exmo. Vice lei, -èfr j|^ íj^ ^ *fa 

Sim Senhor, a Duo». A Deos JA "rf t fS b^ 

XXX Vm. Pmloco. Mestre de obrai reais. W ^ H + A § X fê 

Que^officio tens ? ^ fl^>ff ^ ^ ^ 

Eu estou cmpregido nat obra» reai*: eu he que v5 * -^ vM jl ^ S ^ ^ BÍ j%^ 
diltribúo oi «olàf ioi aos pioêj». " ^ ^ A ^h Jl'^ ^ Ju ^ Jt^ 

Tent muitis occasioê* do defraudar. rF^^+T^^^Ô^S^H 

AigamatTezei: ac.da.hum siso hum, ou dois ^ RV^-^ "1^ X ^fr Ifii "^ JIHL 

coodrios. Co.no soffVem elfe, irto ? ^O ffe IH .t ^ .^ S ^ 1Í 

pouco .uperficial.e nSo forte, nada digo, iocubw ^&y^^ © $6 >j^ MM' W 



u «uat faltai. 



^^M 



B K eUei dSo «livérem por iiso ; í 'ífc Íl ^ "fô %. 



<T3 



Ni 



S ^ |?g ^ m T* /V Cúf. r. XXXVUL DuLOGe. 



o podem ; porque ainda qae ellei claramente >^ R^ B j^ SÉ ^ 
trHbâlheiD bera, eu na pretensa do inspector X^^^ífC^ífPífe^íJK^íK 

di,o, qne a obra na. fica segura. íí fS ^IR # W ^ .# t 

Tu faltas â lua obrigação: tu cuidas das obra< em ^ "j^ ^ '^ 'j^ Çf" j^ ^ M ^^ 
lugar do Imperador, deves ter cuidado nos outros, £§ X ^ ^ ^ >C> jfe % ÃlJ A^ 
que na» estraguem: o Imperador pagíi^le hum ^^ff^^ffi-^JbffljS^^ 
ordenado, he para que tu ciide s em cumprir f^* A 09 >^ ÍT^ ^ iffil ^J^'l^ ^ S 

o teu officio: que mais artes de defraudar lens tu? ^^ i£ ^fj ^ tT ^ M ^^'Í' 

Quando Tem officiais a tomar obra. espero, que ^ J^yV ^ f» "^ S tF luL 1l3 fíP 
ellet me dêem presentes, e enião trato do seu f% ^ fj jj "§" ^gí jjlrfí^ 

negócio, e se naC tem primeiro alguma alleução ^ft|| ^Pí^^^^ííl/fe^^^ 

comigo. na5 côido delles. fl^4ílE®^^#f! 

Nas obras reais ycei Ur presentes, usar privada- -^Xíâí^ "F ^ ^ Wl ^^ ÍL ^ 

mente doa roaleriais que sobej&o, tudo he /j] ^^ y ]/ ^ f$ pf^ 1^ |^ fír J^^^ 

injustiça: se o Imperador soubesse diflSirilmente ^ 3Jg] pf^ 3^ « JQ ^ J^ ^^ ^ 

te perdoaria: deves restituir. fê l^a >V^ f% Wl flfí ^ 

Gomo hei de restituir ? íS ^ ^ M ^ *^ :!Ç 

Fe a coisa he do rei, has de po-la entre as coísai rea- J3. ft* ffl "^ ^/R jft^ ií £p ^ 'dm fJQ 

ist se he de particulares, restitue aos parltciUares: ^^ ^M ^£ /X ^ mf iM 3^ A Sc\^ 

£u, ainda que reduza 'toda a minha casa a dinheiro, ^Xi S^ >£ % jH J ^(C ^S *tQ^ ^| -H^ 
dIo p«uo restituir tudo, só posso resarcir-lhes >nC ta oE ^P fBá íu -^^ ^ ^^ )^ 

huns poucos de taés. Quanto íR^JB;^ Jo >!) SP 'T^ 

lens recebido injusUmenIe? "^^T^^^f^^^íE^Ô 



LárFjt>on^ 



X 1^ - 



Deitada a conta, bio de ler maii de mil taée, que M-f^^^ '^ ^ ^ &c^^ 

n6» três mettret reparlimo» entre n6< : f.ra dil.-, A8 ^ ^ vU^ ^ pff "^áS^ '^ T 

em meu nome ha sJg inj centenares de tn^s, que ^ jIÍ5 ilU ^I* ^ í^ 7* ^ W ^ 

eu deiejo «tisfazeri porem qoero «egurar a W H^ ^ ^ fl^ j^ § J5 ?lj '!^ 

a n.u.ha vida, e da fan.ilia. Ú "^ ^$t (fy ^ ^ B ^^ 

O perjuizo, e daiiino do* pu êj lodo proctdedctii y|> ~r Z2. A "^ ^^ f^ tí^ "^ ^ÉíÇ Éfft 

tu tem obiig.ção de satisfazer tudo. Jl^* \f^ /^ ^ ^i^ i\ "^^^^ 

Tu nada sibei do mundo, náo lein experiência, -plr £1 /4j >2 -^^ jr| >5i -H4* fjfi 

deves saber, que ag<-ra todos os empregados são V^ ^ ,^ i^ ^ IH ^ ^ t^^P^ 

avareotos, venais, que ga^Ulo pnvad imetile as ■£»[] jt^ ti. /tó: 1^^ -^ '^Bllí 6^1 

reodas públicaP, e oppriraem os povos : i»^ juizes ^^Ô^^J^^^-é^^^^ 

são ambiciosos e venais: que oi rendeiros. W ^ W M Ô^^ f^ ^U 1 J B^ÍÍ^^S 

e juizes da. alfandegas t fít ^ H. «^ >^ í^ II S ^^ 
exigem de mais. .^ Í ?P[ ^I* "^ ^ Ô^ 

Nio sei disso, o que sei, he que, os que usâo d» ^ 4jl íS M f1 ?^ ^fl \E 13 ^ 

aucloridade paraextorquir a tt>rlo. c a direilo, |^ ^^ ]è^ ^ ft ÍE ^ J^ IÇ BX %^ 

e lodos Mi astúcia*, e enganos, tudo são ladroeiras. |^ j^ J^ 'fgij ^ 

XXXIX- DiàLOoo. Lavrador. ^ ^ H "^^ ^ M ^ 

Queofficiotensí ^ # ff í^ ^ ^ 

Eu tou lavrador, lodos os dias estou tabalhando jf^ /^ j« -JU ^ ffife 4£ ^ A "Jt* M? 

DO campo: algumas VMci trabalhamos todos em ^ ^ |^ 'yp Y|r jjq ^ çlj J^ ^{l> 

comum: m^s quande faz muito ventcs e chove, .-^ ^> q ■<q(t pn ^ "^ J^^ 

estamos ociósos,e jogamos a diuheiro. HR Hy R "T^ R^ W ^' Sil 

Eu também sou trabalhador, eu trabalhando »Ç •Jg^ ^» ^ -^ n^/v ív í^ 7 



275 



^ j|È FpI ^ ^ Hh ^ ^«F» ^' XXX/X. D/JXPflt. 



huiu dia iiilêiro, lt)go ttpho vàgadot de ctbtÇi!» — ^ ^C PV fl' -ff^ ^ iW ™ llS 

a YÍata se lue perturba, e dÍo me posso ter em pe. JgL Zí ^g ^^ >^t 

Nói nas nossas póta» temos pouci agoa, ao tempo f|^ ^1*5 ^ ff ÍMM '^K í^^^^fl^^ 

àn seca, he difficil regar: eu liuma vc« tornei a ffí ||| ^ ^^(.^ ^ ^ "^ -^ 4fi ^'J 

agoa do campo ?isinho para o roeu x A iB ÍÍI 6^ ^K ífefif ÍE ^ H |S 

no outro dia o vi«inho, Tendo que nlu ha%i% 3R i-^,^v A 3 2(& jaÊT ^ EB ^ 

agoa, chamou 6, ou 7 homens para tirar àgoa "^ ^ ^ >fv /v :ÍT*;j( ^ T SS ^ 

com roldalna, o que fizedto dois dias, e gastou jjA -^ ^ •— • t^ yjL J|^ -|^ -í;^ feij 

o salário, e comida de 10. a 20 trabalhadores, jp[ J — • | | /% JU ^> 'hn 

Nilo tWeste conariénci?. Àíf^ ^ ^ ÊL ^& 

El também quebrei huma mSo de buma vacca: ^L Jrf H4|^ f — <« >éfr ^ Ó^ «.^ >KIC >)| 

porem linha ratio ; porque conforme o custume ^M^'^^tí[ 13 ^ ^ M^ 

das flldea», no tempo, em que as learas «silo fôr- tí^ f^ JS,'^ ^ '^ ^ ÍÍÍ ^f^^ 

át», todat as, famUias devera de boamente guar- ^ | ^ ^ ^ j^ /^ í^^ "^ 

dar os seus gados: se os nSo guardarem, e forem ao jf J wj 9* P >pl ^E jX H ^ W 5 

campo alheio, se os mat&rem, náo tem, que dizer. jjfe ifc /l ^ ^j^ ^ jT Jj^ ^E gj 

Tens huma alma iXo ma ? /fe JQ^ fe W w ^^ ^'E 

Nâo, naquelle tempo ja decõiui^m acordo na mi- i^ ^^^ |Í5 ^ ^ ^ 6^ ^ >ft JL"?- 

nha aldeã fc tinha pôito • edital prohibitivo. ^ l^ W T ^ ÍÊ. P 6^ ^ ^ 

Pois no meu beco ha hum homem, com q^iem me ÍE^^/^. *-^>^A^I^ i&7 

nao dou: todos o injuríáo, ^1* fW A S yôfr 

Pelos modos Umbem tu o injuriaste. Âff 4& /](I Jjrf & %M* òh 

Eq hum dia bebi doi» copos de viubo, sahi para a ;Êr ..«^ Q rtjb ^1» "^ .^ ^A|t )SjÊ itl ^ 

rua, e logo o encontrei &pofU de huma cata a pe« íâr t- jtí JM B ^ :fc ^^ ttí ffij jj 

dir huma dí?idfl; pediSo<lh€ alguns dia» de espera^ ?£ ^ H^ A^ ^ ^ ^ ^ ^^ 



fi^ ' "« 



LáVBADOIÍ, 



mai elle nSo consentia; pelo contrario queria tí} "It -&- tí jffi "g^ IJu i ^ Al. 

leirarpar força hunaa vacca alheia. Balcile-lhe ? .*|: ^ ÍT T ^ ÍÔ Sè* 

Eo queria ac5..odâ.lo. e elle logo .e voltou para ^% ^/%^ ^ >^ f^ :^'ll 

mim, dizendo ? Que coisa e% t«. que vens aqui fí^jÍ;^^'^"ffi3fe^ÍÍ^ BÍ 

galrando, e pcidorrandd tanto ? Terrível linojua : ^ í* 66 ^ JJI^D T^ll P "^ 64 

Eu logoroe enfureci, e lhe diísí; Donde vfio este ^^ ijj) líS JBÍÍ >^ ífi 7 ^^ SU 4S 

bonra raontnnhez i eu f^Jlo-le cora J)«mi hvn, e tu ^T éh ^ ^ 8í SÈ ^ "éSl ^ "^ 



Teo9-me injuriar? Então elle, botou-mea mão, 
querendo -roe bi^ter, e eu fi^rtandp-lhe o corpo, 
dei com elle de c >ogalh^i..C^paz. 
V^odo todof, que e;i dava o pripcipiOi vicrio, fiu- 
giaao,que apari^váo a buJha; mas U4 rcdidddc 



erai»ara me njinlíf.- então demos-lhe hu'aa í|l >tt 4fc. 4pi ^^ JLtT -T^ ^^^ >^ 

gr^deíóva: ÚzeiDos ot seus TCstidos em . ^1^ ífi flfc 6^ ^ ^ ^1/ ^ "T /N ^ 



fr9ii(;HÍtvus. Terrível. 



'^^Wo7^# 



E^uiera la, que aiiid4,nÍo acabei a historia : ^ 1^ fí 5^ 5^ W Í^ ^ ^ '^ A 
o •ujeilo naõ deu as n»aõ^: logo me foi accu^^r ao ^JJ ^^ -^ j^^ ^ -ÍC ?1$ "^ E9^^5 
juiz,da terra que ip« des-íe huniíi *ó^a, e me Vj^ iU t^ ^ EÍ djl] -^ ft á>ÍT í& 

bqtatfe forç do lugar, parp ir morar pura outra — •► "^J^ ;^* ^ |fj JÈ "^ ^ij M|] ^ 
parte: com eflftift? o juiz comco-lho o dinheiro. , ^t ^^ |J| >K tó "T ^ Aft ^ÊSf 

Deo-te algumas de?eiias de pranchadas*.. . X-r ■J' /Jrj ^ .J^ ^ i/S -?■ ly ,ft „ 

K«.,e.i«dameq.,eri,expell.ir,por.™tod,.a ^^f ijig^ ^ Jg .^ jâÉ ^ ^V . 
geate do log^r «e lefaotqu, e fcx buma petição, 3gl jj^ ^ '^ ^ 7 ^ ^ ^ íll 
pajra acoutar este jujzíw) corregedor daxidade; I^ -^ ^ "m W^T G9 "^ i 



''' 2 ^ FpK^ S +íi Cep. r. xxxrx. duloo^. 

<. ,iue ouvindo e!le, promellco de me njo Unçnr fo- f|^ HJ^^Í ||= 7 3^ ijg ^^^^ •& ffi íjl 

rji.e lambem conderonouaquclIeTelbaco em 30 Ué« '^i,*^;^]!^^^ f— ^ '^ 

piracoacôilodotcii^rlo- Dcp ' -o** acun>xeo? ^"^fl^/ío ^^ "^ ^> %^ 
Ej Tolt:r !o, oi5 n.c i.a>5uva a i,a .lo. loirara ^^ fg] ^jj i\^, ;g í;g ^ ^f^ jg |^ jjj 

r^ .0* (!c me mingar ; e:ii fim cu co ncUi hu.u ^ ^ ? ^ ff i&i $è ^ T H í^ 

crime horrendo. MatáUe-lo? # ^ 6Í :::^ ^O ^5 T # ^^ 
Para isso nSo Unho eu alma: huroa noitfr ua« j|§ "T cPj ^ ^ ,^è ^ ""^ ^ ^ ^ 

podia dormir ; quanto mait pensava, mais rae ^ ^ ^ >|§ Ot 5R0 ^í íffil ^ 

enfurecia : fui-me à tua eira, e putlhe fog^oj quei- ^ jH íiífT ^^iCi^^fijÊpJ^ 

mei.lhe Ioda a iwara ceifida, e loJo o grão debu. ÍJ^^^TTÍÍíIft^êc^S 

Ihado; lambem ardeo a corte das vaccas, e morre- -^ ^ TBp '^ ^ i^ -4- iffr Êíj ]^ í 

Tão Ires vaccas queimaJas; tarabe n arder&o 4, . -^ .^ — j- gg »^ jj^ «^ . 

©o 5 quarlosda suacasa, e ficarão arruioadoí 7, mHí /56 J "^ -ZZ» I^J 'yf CjR J *^ 

ou 8. Isso fci de mais. A F^ ^ lAl ^ í ij ^ 

Eu depoii eolrando em mim, heque coahcci, que ^ ^ ^Ifil^^iÍ^^^^ 

o diabo rae tentara, e comellera hum grande J^ J ^S i^ M V m^ ^ J >^ w 

crlíie, mas livrei o meu lugar ds hum grande mal. /^ Úq -jJ* rt JO, K^ "7 *^ ^^ "íj 

Comoohvraae.' ^^ <Ê ^ ÍÍ 

Dtsde que lhe deitti o fogo^ u5o se mostra lio ÊílÊjl^T^íi' ^i^^^fílí^ 

abduz valeutâo, nem insultaote. '^ M t^M M^ ^ W MM ^ 

Porem Cble crime he hum dos dez írre.uessiveis: S|J JÈ Y^íí 5M ^ ^ iÍ(E.^ ^ ^Mi 

ellenfto suspeitou, que tu be, que lhe botaras jMt —3? ^i- --.^ w-rs -i- e:» yx* i * /i. i^ 

«rogo' ÍÍ5l%^t:^|lá[:Í-#tóésfi'í 

Kío, porque eu fui o priuieiro a acudir no f-.ço, ^^0J^'f:iÇ0-"4^^ í^j^t 

«ubminiitrei-lbe bons expedieotei; e toda atua ^ ^Af tí^ "tó- ^ ^^ ^ Ah ^ .^3 

í-aia «s mudou para a roioba: mandei «Iguo» criadoí $n ^|f â? í|ffl ^^ ^ ^g ^^ '^ "T 



«78 



gjardar a caia para impeJir oi ladroei : e enlão ^ "TJ ^t J^ CV |^ ^ /V ^é S^ 

elle rae dUse : Se lu oáo vicíscs apagar o fogo. "f&^^^t^^jj^l^^^^yC^ 

Ioda a minha casa ficava reduzida a cinzaft verde- ^^ ^ ^jl !^ ^^ v^ -M^ ^ ;;^ ^^ 

delramente tens nobreza de espírito > eu respondi- ^ vg /j^ A Jli gJJ í-^ aJ TfÇ jj^ 
lhe.* Âquillo antes oSo foi roais. que hum repente es ^^ju •_• .— -* >» >L:r />u .x^ %.>« 

4ie irc, como azo ra estavas nçste aparto, era Justo ,v>. ^ «. ,. ^ 



soccorrer-te. T^C iTlT ^^ 

Tu e« mui astuto; más injustos he preciso,resarcir- ^ ^ -|M ^íâ íll iS \^ ^ ^ Í& R^ 

lhe o damno, que soffreo. Ip "fife í^ 6^ ^ fil 

Deves pensar, que se sem motivo eu ibedou muito ^/fi ^ ^^ ^ ^§g ^pÇ âfí [12 py ^ 

•dinheiro, elle de certo ha de suspeitar mal de n»iin, p^ ^^ -^ í|j^ i]^\ jq^ ^ ^ ^ iQ> 

4]uanto mais, que a minha casa, e terras uSo che- í^ Jg^ ^Jç j^ Sr J"^ jg j|^ ÍÍ*^Í 

gíoa valer 300 Ués: apenas cheglo para c«.n.cr- Wj^ M^^^^fM'^^PÊ 

vàr a decência de minha filha, com tudo eu posso ^ij jg ífe ]^| 4/ ^£ f^' ^ j^ ^ ^ 

r;;«^ ^™'""'^"*^'^ fazenda. Como lu ^^^^J^^ ^^^if^^Ú^ 

Apareuto-me.coiu elle; dou a filha em casimeoto W^ I^J .'^ ^ ^ l ' ^^ ^ ^^ CH 

.o filbu delle. eac«.ea, doU . filh,. '^ íft 16 ^ ^ fò ift f-ffi^t 

Isso he muito bom; mas quem s=ibe se dlc que- jE^è^^flJ iS^lS^^i^^^ 

rerà? talvez elle nio queira. Ui de querer^ J^ *^ ^ h1 7DÍ 5?' ) ""* /F- ^ 

Outra yez huMi «ugeito tomouiue dinheiro em- 3Í£ "^ "^^ y> l /\ TB J JB iJV 

prestado a juroi de 3 por ceutoao mez; depoii aÍR ^T S ^ flR ^ ^ TV ® " 3k 

fiâo me pagou o capital, nem «^ juro^ mas veio jSà 2|\ ^IJ ^ ^ t» 395 í\ ^ Wí 

ter comigo dizendo? Eu nào powo pigirtanlo ^^?^Pl SSÍ^^ €R^3^ 

dinheiro i eu dou-te tum pedaço de terri^ ^?C^HV"^^fl&:^^M^ 



Í7f 



2»ra^H+À 



Cãp.r. XX XIX, DiáLOGo. 



e está acabado : eure»poDdi: Se nic queres dar pjr ^j& 7 JHg gÃ>Bf tJ^ "S" ^ L Jm 

a terra, eu de nenhum roodo quero o teu perjuizo*. ^^ ^S^ jr^ ^ ^^ j^ {^^ flft* Ag 

elte logo chamou hum loufado para ooi compor s ^Í^^È 3a P? VL r^ ''é^ it^ A ^ "T 

â±7*:Íj^lg:6ífA«ifc 



roas o louvado fendo, que o seu campo nlo tioha 
dei geiraf, voltou- se para mim dizrndo: 
Este campo em coiiiriencia naS ?ale roais de 25 
tbéf : como elk te deve entre capitai, e juros, roaíi 
de 30 taés, o meu parecer be, que elle passe huma 
escritura de vanda de 80 taéi, e que te entregue d 
f«mpo eacabou*se: euditte: Quero, quedie o 
faça de moto próprio} eu de nenhuma torte quero 
extorquir-lhe a sua terra: o louvado disse; 
Poíi que ymc*. quer: isso be grande liberalidade 
yua : então fica o Senhor obrigado a Vmc*. pelo 
beotficio de lhe perdoar 12 taés: diflkiliiK nte t« 
encontrSo homens de taula probidade, poucos 
tem huma alma tão boa, como Vmcc: eu ouvindo 
isto ainda lhe cedi mais dois tas. 
Eu nSo mino assim as fazenda*, e casat alheira í eu ^^ 5® ^ |p >j* » ^f Jí ||^ tíb 

sô quando lavro a minha Iprra, alguoias re7e8 a- fl»jl ^ S. RÉ ^ ^ flSl Bíf f^pí 

ponho he a bofda do caminho. . /& tfj A^ ^^ 31 • 

p., nlo ...urpei Iprra ^\bc\», ^^^ffiííAJSJft 



panho roaif meio rego, ou bum regO{ mas o que a. 



LArmAD9m^ Nmcêouiu 



«80 



nwf nat cm*, que meó pai deii0u, quando le JlS^^^ST^ll&J^*^ 

fizarlo ai partilhai, eo apanhei nlf doif qoartot. ^||{0d^^^t^f^T^ 

Eu hc que lenho hoin campo UWi 2 injutlaraenlei ^1^ ^J ^ "^ í^ Í-JJJ ^ f^ ^v ^ ^' 
porque os diíeiloi pagío-fe em nome de ouln. : ^ >§ Jl ^ 3^^ ^ jf J A Ó^ 
nínhaavótaraberodiz, queanlijiamrme quando í^ "^ ^ j^ ^ J Jfc ^ >^ CT 
%ifia meu avô, hum fulano ton>àra dinheiro em- ^ P^ ír^ 1 jfr Ó^ fé ^ ^ VL 

prestado, bypolhecando eiU terra, e paf&ra huma fpf flg ^ J Jq "Hp i^ -^ iP ^'f^ 
«fcrilura para íegurança:aquellc homem morreo, ^ fí^ TÍ P "^ J^ ^í ^ 'ffc Óíf 1^ 

e»eui filhos pouco sabem a respeito d( sle campo ! ^^ ffl T^ ^^ Att i^ íg — . j^ "^ J^ 
eJlei Urobein até agora nio tem fallado uímo . f ij ífll 4" "fifc iPl ííl í^ >êf -íl^^ 

actualmente tenho em aieu poder a escritura de H^^^f^íl^^^^l^^^ 

empréstimo de baixo da bypoiteca do campo : /£ ^j^ ^E jffi 5)1 láC! ^tí^ J^jl >^ ÚA 

os frutos, que tenho reccMdo apenas e.juivalem ^ v v, —- • -, »»** .*^ ^^ P^L .1%, 

aos juros do%itaL ^ij ífe :iC 5Í3Ç fáê T í^ff í^ 

Certo, que be injustiçai porque exUte o seu donn, ^^-^^^IS ^J^ÍI^J^ 
<|iie he o filho daqvelle hono^mj detes ajustarte 3E Ã ^ IfA Jp ^jl ^ /V Ô^ >ft "^ 

Hoje em dia em lodos os officios, c profissões, em M JÊ% ^ 4Í ^^ ^ >^ jjàk -j/ç yj> y^£ 
todas as negociações ha mà fé, ^ ^ ^ |£ ^^ 

Kfto ha duTida, que sÍo raros os. que na5 ntfto de M ^ 3^ flfr tít ^ ^ |5 ^* it "f^ 
d6loj os nPí;ociantcs,àoxcepçâo de huni poucos, AíttóAP^Tf^ ^ ^ "^í^ 
todot são injustos. ^ij Ã^fl{J&:^^IIM 

Tu Urob»ni es dasle numero, Bu« tantoj ^ ^ ^ j^^ ^ ^ 



'^* £ ^ Bi] # 151+ Cap, r. XL. Dui..^.. 

cu, à< escoodída» do meu lòcio. gaitei algais M ^||^Í5Í%^^p1^fflTíwl^« 

reii, ealgumai tezet Umbem gasto prWidanienle 4&i ^-^ I "^ ^ 1^ "^ ffl "^lÉ "^^ 

M coisai da loja « porcro eu tudo aiseoto n« lirro, ^^ S SÍ ?'] jÈ ífe ÍP Jt 7 H 

botando a conta a tudo, tomrDa cem ibíI taé«. 49 xK jfct ^ ^â* -4* S TE 4^ Hr 

Temo nSo quebrrí, n5o t«í fequéUreni a ca», e o ^ ffl ^ ^/C ^ ffil ^ -^ f jí? I^K H^ 

governo teme crnta dai !ojaf,e catai. pR "^ "ÍU 1^ 3 7 pffl [ÊI ^ ^ -^ 

Imo hc toHice. riie cattigo be para oi dcTcdoret 6 '^ |/ /\ ^ O T*^ ^2* íd J p 07 

(azenda reali a tua f««eod« Ke conlra^iti, e UU^i 5^ >E 3® ^ f^Y kF Pv M ifcT 1f5( 

eunlomiituro faieoda falia, nt^radiifaçu a Ô^ í^ ^ A H^ f^ í^ •& 1^ Ift 

..f..nd,. :^ Í^ÍS. tífc A ^ ^ ife j^i <M 

Eu tenho btirca U.Ja de chnpeoi, e oulradegrâot , í^^ "^^ ^ wlk Jp m B7 rW 

a f hnpo, e ganta t^) a bilança p^^iiennt.a romai^i ^ íf- ^ ^ If I^ ^h ífí A ^ ^ 

inaior,eiitonornaentrads6i{«hidatudoh« — -. ^ Ass jiv J.ai -» v»* ^L» 

.0 no, S'- boto .«.« a,U.„ro .«inh» po..h« :t||^|fci||E|^®^ííf6^lS 

f) iriílhof i»or cima, ponho-ihe hum no:n cbapeo. ''^ '"^ * ^^ ^^* 

Eu na t ntrad*! do grão uso de htima ganiu maior liQ 'X'© ^5 H ^*S ^^ ^ a^P *~* H 'J i 

dfQimo I na %Mà-\ n^eço por hntin de 9 i?é< mi»í»s ^ ^ JA /^ ffij Jj ^Y ^llc 6^ "^ 

e infio: oa Inja drpoi« dií njiiitar hn» a I)«m faz^n- ^^ ^ ,--• =^ *^ .Xg, ô V ÍS i^ íi^ 

.«, .e o pr.ç« i,, ..rd.naHo. lo^o . .r„co p..r„... ^ -T^ Si. ^Tuf «Wt S^ tó 

ira hum pouco inferior : na occa«ião de fazer at B^ ^ fíj W ^ 'X S! KJ ^ 3|| 51 

borl-ia, mctto para a iniDg^ hum, ou doii mH^'i fldj| £|| ^^ V^ íSp^Hfc jfflí |^ ^^ "^ 

de bortaí. ^^ 4|g^ :2 



Tu nunca dà.huma med.d. ju,U; u5o deftifazer fjk â| -^S ;& if -^ S ;K of f^ 

coisa., que tanto perJudicSo aoi outro-, e te ' . J;Í^. ^ . ^ > i^lj^ ^^ * 1 >&. 
.proveito a ti. jt ^M A fi} £ R^ ^ ffi 

Til tnmlKm nSo detei arruinar tanto a ^zeoda ^«^ .«^ ._• ^ul. xjl. ±ia tdíf a ^» Mt. .»» 

(a) Quatro gantêt fazem hum alqueire. 



«O oio «oii aMÍm : pti sonieitt<; ordinário fiçii do 3jJ yy% JS* I3 íâ^ ^g ^BS. | HO^ Íq 
Ubaco Europeoi o ireu tnbaco ht- da (erceira m- |^ ^ 11^ |Í1 ^ ^ f^ M H^fíí 
le, faço-o fino, dou-lbe côr, e p;*Mo-<» por primcin ^|J J J^ ^ ^ Jtt íg^ ffi — * SR j^ 

•orte. MaiíftoheinjiHliçudeví-trc.aia T. f\\ IÍt 5& '^ ^ ^ llS pA 1^ ^S 

Bem íci, PU a^ora hf-i d<? pMiipir, e ninda qui5 haj»! J^ ^ Jg| ^jç \í[J ^ ^ {}^ Bj* I^S /Ti 
de pedir efoiola hei de re^-lel^iir. ^ y^ pj ^^ B^ ^ ^^ ^ ^^ 

EU rimociedade com outro; elle dêo-o cnpita', e f 11 ^ |pj A ÍT ^ Í1^ ^ ^ ^ '^ ^^^ 
«egociafa com clle, cu liuba o Irabilho, p e1lp da- J^ jtj y^v^^^ |lÍ ^ ^ij ^ ^H 
Ta o dinheiros foi a huroa terra comprar frttend«, o ^§ 3& ""^ I ^iSá /? ^ J^ TO í^ 
na joniadi ga«tei alpina taé^ de iohIp, e tnmbp.n J^ -J- ^ /tJ ■ SS Wl »R "T* USi 

«omprri algmnai coiían para mim. Todo Cite çMto 17 // « i 711 'li. *s«-* .»>r.T» 
....... c.p„.l. .....8 fi...,e ,..e.,.o à r-.., 7^ ^ ^' ^ ^ m^^Z -^ ^Ê» 

*"'"'"••""' -»««f..e-dn..,àr...,.^..^. 1^ ^,J ^ ^1 ^|g ^ g llg-J^ 

T„ g,,.a,ic e.tf dinheiro com mereírize., e Jogo. ^>Í%^^ T ^Ã* &í^ M. 

H« f*rd,de. E.., e,.à bo, : c ™.i. pe„,í„, ^p. e. :^ ^q ^» A. # íí^ JS -^^ iE S ' 
bum tionx-mrccto.etunio leu* cuncirncía. 6h h /j^ ftl ^ "^ è 'C> 

Qanido for a repsrtiçlo d.-^ liicfo,.f„ hei de tere. ^È |t ^ fí^ l^í -^ fí ^ ^ It ^ 

b.r de ....„„. ,I..,„. ués E.. . ao e«,„é,t., jj- ^"^o ^ % O" M ^M ^ 

■emelhanlei injuiliçai, it»mente lenho aljçuiaa ^ll^ RV "^ Im ^ ÍÍ K 1^ -t Ep 

fWU declarêzi no hc^kí» , cmin.ôoho.,re coxu W ^ IH W 1^ ^^K ^ "í ÍT^ 

Qf ciirrclore., c pesadorcs: elle. assim pé.lo H^^M fí ^^ ^ ^ ^ ^^ Ê '^ 

kam pouco melhor .• estes pesidorcs lera arte S^ ^ — >rac ypD ^ i nB |Fl #P ^ 

parB tudo: o proveito, e p-rjuizp eAk ^* )£>ÍRílU Z í^ W "^ Itfi JT i 



4$3 



5B;$Í9íSíB+ c-,r. ZL. 



"lia lua inio : por i«io díu bt reroédio» le nlo dit* 
1 6 lofl ftiiUi I o Mgradeceflhet dío he para aacar 
pruf titoi em tudo a Justiça lie o meu ai? o» e nio 
haver peijuitfo de parte a parte« 
"u bumi vez comprando pérola» passario doai de 
t\'.ã.\n I outia vez veiidtndo-aie o\êlbas cuotàrio 
: jina de nienuti ou ontr j dia vierâu pedi-la, e eu 
voiidiido-me para bum puucos, quealli cslaváo» 
dítie I He bum télbaco, com as auas mentirat ia 
jne leva buma ovelha < ba algum* que lempr* 
coiDprSo fiado, edepoU custa a cobrar, tu eutão 

accretcéiit<)*lhef a couta i fendo 9 a»^nto 5, »endo 
5 aiteotu 8. 

Foucoa fazem «coiflat seinelbautei : tu das dinh^' 

a Juros ? Dou*o a ft por cento aomez. 
Recólbe o teu dinbeiro, e has de receber os Juros 

a razão de.S porcento, nem mais bum seilil. 
Eu emprestando dlnbeiro^ chegando o prazo, logo 

o vou cobrar^ porem os Juros sio cxioforme a lei 
(China,) S por cento ao mezt somente hnma vetf 
forio bum pouco maiores t porque ba duis aanus 
eataodoham augelto era hum aperto, bum meu 
amigo veio da parte delle tomar dinheiro empres- 
tado, e díNet Em attenfiio a teu amigo empresta 
<«mt«ésaK« 






^^7-Jll^-ÍWAt 

I&%a;hiiíi 



firll» 



NKcrociAft 



ttt 



eo tcimJo, qne aquelle «mígo refetidât reif » dUía, 
^ue Baõ parecU bem faze-lo pa«sar por ham desdouro. 

ea te deixasse eorer^Mhadot ei^ u cmpi^Mo ^rém 

taes, ^necraS para empregar em facendas* «u n^m 
ijaeroy ^eelle fique perjiidjoaâo, nem eu iDOommodt^ 
do; porem eu quebro hum pouco por miro^ e iia:5 

quero, qne me rea^rça 80 teca, ao <piero,^«e elle me 
ÍQdemoíse 50 taes, e acabou- »e ; que te ptrece i 

O amigo disse: muito agradado èanio favor: por hum* 

parte o teu amigo naõ fica envergonfMdO) e por outra 

Hrraste o meu amigo do aperto, e mosttaate o teu af- 
fect# para com hom.amigt: seja asiim» e logo chamou 
o homiem, que tomav» o di«heiKo emprestado, e na 
sua presença nos ezpHcftmosy pastou hima escfiCara 
de empréstimo a juros de cíaco por cento áo ínei, e 

detsaibôlaei cem tafefi. Talrfz iot injastiçii 

J4h^ porqne se «mpregaett ctte dinheiro em fiicendas, 
se o negocio fosse bom, bem ^dia luerar cento por 

cento para mais, e naÕ para menos : ainda eu quepa 

WDBir dinàeiro a jnros de dois por cento, ptra 

tmj yi c g ar em tumuim nisto iMt6 iioare iijwtisa 

algi 



msi±=:»mMimiA 



* m»m-f 



! W «F « T^ €t^r. XI. DULOOO 

Hottfe; porque niMiTielle anão o ntfoclo m5 de« o et- ^%^ g^^ ^^ ^ ^ ^'^ ^^i^ 
pitei, e aliidA M perdeo, dtfes reOitiilr M Joroi, qae Ag ^ j^ gjh >^ ^ «^ ihf áh ^|l ;^ 

Nao po8io rcstitalr^ de kaoM res ir pagar vinte» ou ^^ jA ^ J^ ^ •— * *^ ^^ ^^ HS «L 
triatetaesla he difllpll. jÇ^ ^^ |f S )?# "^ 

Hu de tira-lo ikooa5iia«,tem«i. que te falte o insieo- fl> g P ÍS ÍIP % iW ^ ^ ^K >í^ JÔ 'R 
to. diário: tendo, este cuidado de restituir» \e que se ^ J^ 09 Sin4^^^^f& 
chaoMquerer pagar. Tomara eu resti^ir. §S j^ ^k jjg^ 7$,\ $§ f]^ 7 ?ff |g 

Nos gaatot diários bas de poupar, noa preaentes has de ^^ ^ tS ^ 'fê^ ^ É^^jfe A 
diminuir, nad bas degaater á rpi^ade, e entaS sem o TH ^ J* -Jl ^^ W ^^ ^ ^ 5Í 
sentir, terá. dinbeiro pai» pagar. ^^ M ^ mW^ &?^ St ^ê 

HavU hum soldado, que algumas Ttzes tomava em** ^ ""^ *^ ^^^ | y^ |^ ^ ^ Bf 

presUdo,e naS pagara: este reio-me pedir mte mil ^^jÍÍl>^ÍtL^ M ^IS 

réis: endisse^he, que naS Ibe emprestava dinbtíro; ^^ I 1^ «Ç íj ^ 'ftà ^ ^ ^ 

porque naS «e sabia governar: eUe disse: Em cada fjf ftf}>0 M^ ^ "^ ^ $H 

esta$as, quando se da arroz, te darei bum sacco delle, ^^^M^ ^ J^ ^^ ^ j^ ^H 

e ae desconfias, cu te passo hum papel : eu^ respondi: yp "^ H Ír ^ f^ ^ ^ ,^ ^^ 
Mem disso quero, que o teu eomnussario seja^ te» ^^^^ Í^"^ ^ M,^ ^^^ 

fiador, e enti^ emprester-torhei:. elle> conveio, e ÍÈSi B "í^^^^ff^ 'f^ ft A 

bto he injusto: dez gaitas de gra» so ftodem dar ^ 't^ :!& >f> í^ íS 6^^%"^ 7? ^ 

três gantas dejuronoanno, naosc p«de levar mais: ^^^"^^R fljt ^^ -^ I ^ fS 

tu aproT«itas*te doa apertos dos outros, para Ibes ^ BE ^ l^í ^^ A *^ RV ^ 

t«ro.««.«»ldo.,eTroz: . -t É * A ^ Ô^il^K* 



^% tu lera» haas juros taõ injustos : isto he cootrt . t boa fj? flj^ ig ^ ^^^ ^ i^ 3^ tÍ) J^ 

Ainda beM.que eu nao tenho recebido senaõ dois saqcos jfí^ Jff^ ^L na^ iflL ijtf' *«^ ro! ri ^6 ^ÚL 

de «rrox; mu o negocio, qae tu fazefl> he hum- mo- S|| jgg JKt^ jfJh — à MS^ 9 tt |B Xrl B 

nopóUa : lato ainda he pelois Jte /tt» 9 jgf >^ "^ ^ tót 

Na6 ha tal;- mas quando vejo, que alguém tem alguma ^jA "j^ tíll J^ ^f^ frft B, ^. H| ffil A 

coisa boa, ▼aÕ-seone os olhos nella, cobiço-a, e penso, jh XÍf ffi t m 9H %ltw jpEé @ 'Lk^ í*8 

h* como me ha^ de rir á maS: também penso, como me ^ffL ZZL ^^ ^^ ^^L '|^ [^ ^|] 3^ i(M 

^ het de enriquecer» eomo hei de apanhar huma boha de j^ jt^ "(^ ^ ^ BÍ ^ ^ ^^ ^ ""^ 

^ dinheiro: como poderei cavar huma thesonro de ouro, e ^l íj^ ^2^ ^ /A j^ ân mi M *— * 

de«»brir hum. cor.de traU. j^ ^^ ^j ^_ ^ || ^ 

Ta fazes torres de vento; bem se ve, que es hum ava* #JU ^tn tn 41 i.ur -^£ -l^n ..l^ >z^ c:f Jt 

reato : estás louco por riquezas, estas aferrado ao !& ^T d^ A JU^ jÍA jI\.^[^ it BJ" 

dinheiro: dtvcs gostar da pobreza, ter paeicncia na lUg X^ ggr -^ #^ Jp .fc>^ Jj á|^ -#> 

li^ BiaérU, e imitar os, exemplos dos Santos. W l« Jl 51 i^ ^ W R H ^ P 'U> 

Oises bem.. 
JF XLi. Dialogo. Brigm, 






O homem deve ser maoso, em toda a parte ceder aos Jl ^ ^ « ^^ ]^ I ^^ |^ ^ S^ 
P •atros, em todas as coisas he melhor soffrer algum A.^^^'tÍfJlfiS^^'^ 
\ pefiuizo, do que ter contendas, isto he o que se. cha- -Pflí ^7 ^^ ^J jPj J\ "^ gtt ^ 'í 



m* nmnr os mais, como a bo« mesmos ; certo, que- ^^ 2c J\> 5fr S 9 ^^ **^ 1* /^ 
kirni homem irado he como huma fera: ^|ç ^^ «^^ SP |^ ^g|j -"^ 



287 

JCLL Dialogo. 



ruína das familíos/ a dis»ipaç»S dos bens tatnbcm 
procede da ira : huma ira de bum momento atrahe 

calamidades de muitos annos : por isso Le, qnc eu 

sempre tenho paci^fícia; so huma Te2 levando bu 

ma coisa ua ma5, reio bam vadio» botou-lhe a maõ 



•o cuida em seguir «tua natural crueldade, mi$ repara HiSPM^^ SÉ^^W^t^^ 

DO quebc raza6, naC adverte noa perigos, na> attendc ^ ^ Jg ^ J^ ^t\ 3ff^ J^ j^ Bfe 

a sua vida, nem da familia -. ainda isto na6 lic^o jiiaisj» ^Kj^ ^ âj? M {&* TT ÂQ ^ />%, 

« tirou-ma : eu logo assentei de me botar a perder, c jo- P ÇC JDL ^y [m flfe 3j^ -^ J^T fc 

gamos a pancada, porque quero antes morrer, que «B ^^ "^ fflj^ 'í' Jlá^ 5E *lfí ^ 

ficar cnFergonUado. Feris-te-lo ? W4 4;T /jft "if i^ // 

NaS; porque os cicnnsUntes vieraÊi Apartar nos : irei- ^M ^A^ H-t >|Ç> ifc li iJ^ an — # -*h a- 

me, todo o corpo me tremia, rangi aõ-me oa dentes de /Av |g JÔ 4íTêS P''^-Çf» +71 tó 4^M. 

raiva, e disae com a boca: Nem morto Ibe perdo- ffe . !|' íi |g 5E -fe J^jÇ ^ >/[fr Ij^ 

ir conservei-llMí raiva ate que, pasmos dois, ou P*" 'IR HV 'tl^% í^ ^ 3Ç ^ §, "f 

tris dias, me passou a ira : pnssados três, ou quatro "Çí^ ^\ ÍSS *? íMí ^^ Á^ H Jáf 9 

tnczea, enc«ntr-ando-o, composemos as antigas diflV;. Tl&*fGíál:HSí6\f^-èfã' ^ 

rcnças. BB ' ^ 

Eu umbe» h«n,a v« tive Imma l.nJU porc com ^ .^1 ^ — iljf |^ ^^^ ig ^ ^ tí 

N.1Õ cousenraste o pensamento de vingança ? éjí ^ ^^ pO J/L fly j^ Sf TC 'C> 

I.og» qtic me veio este pensamento, o lancei forsjscm •** ÍJJÊS í& '^ iS* ^ JCIj "^ 5B iT 

medeier o temp* de b4ma cacbmibadft de úbacco, ^ -jfe- -ag >^ ..^ ^f^iUR éh ~r jf^ 



Kl««CIAA l ^^ 






e reconheci a 



minh.Wt.. H-mdi. hm Uintinoc- T #gg 7 ^qW "^ 1^-^ 4> 

't«nK>.ritoado«n«,.b.l«op«.om.up.teo. ..« S^ |K l í^ Í5# íUt K 

fui apâz delle com bum pao; mas elle «brio a porU ^fê^^^^""!^^-^ 

AjMu.b..te.lo ? N.8 «> o apanhei, ma. baa-lbe j|f Jl "teáí^^fi^JliBIj-^y 

laguna, pancada., dei-lhe doí. ponUpé., e pa«ado. Hà^^ ^^ f jtM M ^^ 

dou. o» t«.di..morr«,. H H ':?C 'fit SB "T ^ 

EaUíadraSaiudaU» alguém «caa... ^&M^ã^^^^ A^ 

E.U6 tn agora dor» «..tentar aqu.ll. mnlher. ^^ 8Í£l "&* "^ '^ Wí^l^W 

l.M> naS pode ter: se ue me offereço a .u.tenta-la, ha ^P ^ yV'- i^ *! ^jT» H& "^ ^ ^ ^ 

grandes coni#<lueociat; porque quem mata, se se ^^ ^- ^ dílSfil "? "MÍ -llt. /'è'^ 

descobre, deve pagar com a vida: ha esta lei. ^ /È^ -^ 56* ^ ^ *^ í^3S 

Sa6 «Tidentes as consequências das brigas, por cansa dei- "Í^^^T^^^^^BÍ^B^ 

laa^ todoo anno ha demandas^ ha prisSes, ha gastos, ' ^^ SR'»^' ^ TH /Pi ^ ^ TJ 

e ás vezev a mesma vida fica comprometdda por isso •-- »- ^ ..» ^ ^w^^^^L ^ .. ^H 

es nao hd de tomar a fazc-lo. 



Ea iia6 me atrevo a Uter em nbgnem, «s Tetesestando ^ ^ <|^ j||^ 47^^^^^ ^^1^ 
com raira,8a pego n*hum rapaz para me Tingar, cornai ^^ dB«^ à^ !]^2« ÍU JSí ^. JUi^T 
iiiaô»batoiiorapaK,comabocainjaríoiiidectntcmeiit« ^ 3H«^ ^ Í4 T^ TOiRâ^T^ Bx# 



o r»p«z^ inteotando injariar a outro. 



Iito mottn^ qot et hum iracando^e cobarde: paU- JÊ^^^M^Í^^i^fÉl^^í^"? 

rçaa hum pouca indecentes na5 derem sahir da S» | ^f ^ H^f ^ ^ 1^ 1^ hÍ^Í^ 

tUA boca: ievet ter huma boca limpa. ' . Ê 'íf P {^ W F* ^ ^ )^ 

BsUa palarraa aaS ao da boca para fora. ^ jg ji^ |^ 5R ^R |j^ p gff, (^^ 

Iito mesmo bé mao. ji^ JH -^ * n)i .^ ^ff 

XLl. DiAUOoo. P« <ie famiUat, RíJ ^ P9 I ^ « ^ 

Sempre o hoàiem eaoontra contradrcçõe», Unmas ^v |mf 4m ^2i >^> /IMI ^L^ ^S* fg 1 

vezes lhe falta buma coisa, outras outra; hum dia nag tò ^ ^ '■^ JgÈ «-i* BÍfe 30 4âÊ — ^ 

tem, que comer, e falu-lhe o restido; outro faUa-llie O \^ >Éf ffy 9if ilS ^É" fjh ^Ê «^ 

isto, e na5 tem aquillo : algumas veabs toda a fa- P l|> ^g y^ "iZt ^ ^K A^ j^ B 

mlUa esU doente, tem chagas, ou bexiga?; se o bo- ^ «^^ ^ ^p Jí ^ |^ ^^ Sf jH 

mem se põe a considerar por miúdo tantas con- 7g Si^ il xffl I ^ ^ /J,> HB^ Mg Ah 

tradicQ3es he capaz de morrer de triateza : eu sempre JS fS* ^£ Bn ^ ^jT *a' ^t\ jZJl ^ 

No mundo por força se ha de soffrer: se ha pacien*- ilWO T** J** -J-* <^U ^ji J ^f 5C " 

cia, ba mérito, e se exercita Õ as virtudes. kF W^ R&W ^1 ^ IW^ '^ tT 
Eu tenho muito mao génio : algani© rases de rai- ^ jl^ ^Ç ^ ^ ^ jQp ^ ^ ^ ^ 

▼a praguejo a outros, e digo : Morra4he alguém, ^ ^ ^ S J^ ^ ^^ ^ S I 

mÔrraS-llic os filhos, pigue-lhe fogo, seja infeliz; ^jj^ -^ i^WíW.^1^ ^^ 

de-lhe a peste : praguejo tM filhos : NaÔ morraÔ, |^ ^ J^ J^ ]^ ^^ ^ >^ i^Í 

BejaÔ devorados pelos tigres •* praguejo a mim : A # •- tfrt n» .^ -1 -3* f^ e» -^^ .íí* 

xporte me l^alogp. . " W JÍM M C ^ JÍ» ^5£T 
V bto be hnm oJb do eoragaõ. Bem se ve, qao tem J^ ^ -{£ A^ ^£ 'j)?f f^ ^ jfj ^f^ 

«azes m»i ftadte, é fbrt« W "T f.# 6^^ í IK iS 



Huma vei «Uva a beber viuUo com niiaba mulher , ^ *'*5\^ W ^ * ^ TSnrillL 

quando Bunlia m5i veio, e minba mulher disse ; Apenas 5|JÇ Jp. "^ J\ gSI IjC ^^ 3ll "^ 70 

queremos beber hama pinga de viaho, ella vem lo- '^^^^'Tl&^^^W^^^ 

go ; • logo «scon-loo todo, ponds a !>obr« ve- J fB fifi ^ A 1^ !^^ "^ J^ 

,ba a bum caato : eu deWoi-a fallar. o n«5 abri a $ ^^ ,'& t blj -& í^ ^ f^ ^' X 

.oca. «em. embaracei: porem r..-.ei bem ...do-. ^.U^^^f^^^-^^^ 

tendo meu pai ficado doeate,^andou-me ir chamar ^^|^||>^^J|JJg^;^ 

oméaico,eurespoadi.qucsim;ma,«a5r«iutc quea .^ ^ f |] ^ g^^ — J |^1 fg 

doeoça ficou iostaataneamente perigosaj eu a toda a ^ "J» j|J; <\^ ^ S T #» W T 

pre«a sobr.salUdo chamei o medico, qae l-..e preparou ^ ^ :f)K 7 ^^^j^ ^Wv 'l^ 

bnm remédio, dei-lhe duas dozes, e logo mel'., r i»; por P^ ^ ]^ ig[)) |||g fj^ 7 g í^ 

Hue .u poupei par. comprar o preciso, c conforme a di- ^' )^ :|5jí ^ ^ ^ § 6^J i^ Jw H 

^ mandada lhe dei de comer: por hum triz naS mor- ^ J^ ^ 1^"^^ (jf?^ |Jj ^^ ^^ 

reo por mioha culi'a,. sem se poder curar. 

Tens nlhos? 

Teaho três, o maior está cm hami loja a aprender a ne- 

gociantií^ellcja esta grande, e presumido; o patrão he ^^^^ ^ ._._.. - 

,„e „educa:qaaadoeilefoipara.lo3».prohibi..heo ^^^%ÍM 1» 'fS. *€ T 

venerar ogeuio d.ri,neza.. ^l^^^^ # iMfell W 

Eoseg-indo? O segundo na5 sabe senaÕ brincar; falta j^l.'» W — * J 1 /F, Ç^ -— H / i^ >ÍAi 

, .«:oU. e3U .ai criado. Porque o na. educas . || if ^ PJÍ ^^. if J^f 

ElSc bc iadocU.uaS posso com elle: cu tao^bem %1^^'^-i ^4> ^W "m^^ ^ 

,oa hum rode, naS sei ler, /pTflà ^ S ,€ S ^ pÍ *f^ 






^ ^ 23 r "^ Cmp. r.^ XU. DuLooe. 

como o hei de enÂDV? i&J^wL^wi^ 

Se âffora o na5 podes doiiiar>4epom<f» gnmde ainda ^P -^^ Jf^l ^ ^ ^ j^ Tf lêít'J 

faa de 9er mais difficU: la uaS cuidM em o ensinar, ^ ^){| ^-^ ^ Jl ^U^ ^^ ^S 

o ser elle bom, ou mao está em grande parte n« ^ J^ Jf^ I^ ^ ^^ íí» ^ ^ 

toa maS: tn na6 o fazes estndar de manhi, eá 'f^ ^ ]^ ^ "ffe *^ GL% '^ ^^ 

£a cumpro a ebrígaçaõ de o ensinar;, porem naS ^JJg St >fw Ts ^$ B^'* lf^ ^ JK ^D '^ 

sei se sahira capa.. ^M^^Â A ^ ^ A 

NaS has de ter paixaS por hum, e maltraUr aon- ^^^^íWjFÍB Í^^' — ^ 

tros: oaS lhes has de faltar com o comer, nem com í^ ^ij ^í RSl ^ S' M ^ ffi lll "^ 

o Testido : tu tens criados? ^ ^ it^^ í^^tl^ \^ 

Tenho hum casal, o macho cuida de deotro, e de >^ "~ ^ ^^ J\ Jp fíf^ Ti^ft SB ^ 

fora da casa, acarreU igua, e lenha, corta palha, ij^ //C ]|^:?|n: ^4 ^ ^ jl? fp ^^ 

da de comer aos cavallos, faz todo o seryifo ex- í?)^ SR HV )^ PT !x H^ ÍW Jfe * 

terior, a fé inca varre a coainba, traa as crianças ao ^^<xS *íS^ ^^ tT ^* ^^ " *■ y^ 

coUo, fnz todo o serviço interior : pensas que es" "Bjjj ^B El 4tt 1p BK S^ 

Pois que elles trabalbi.5 tanto, cerUmente ha5 de Tlfi llj E^ Vt^ Jg 4^ ^ fj* {ij >7 "^ 

▼estir-se bem, e comer melho • ^^ ^ >^ J£ "^ 

Pelo contrario paíecem frios, e fomes, reit«m-se ^0 ;^ ||^ ^ jH M^ ^H ^ ^ 

grossiirMinen e, e a «ua comida be oiainaria. ^ffl ^ H^ í^ ^ ^2 ^K Ã ^K 



Trata los bem miseravelmente. 



t#fla:È^ 



Quando morrem compro-lhe bum caixa6,on bom, ^ j| j ^^ J ítl ^ ^ — * O ÍP íí 

ou mao para os se-pultrr. J^ ^p J |^ jj^J 

Tu es paV de família, deves tratar bem os 'criadosj ^C^ ^y?^flpJ^Sj^^^ 

parece, qnc uaS cuidas muito nos teus inferiores: ^ l<r ^fsjF ^ft P l X x ^^y\ M '^ 



^S i^ Pai Dt Família. 

ha síginiB, qnt qnAndo naS batei», prtgwjafi, Da6 ^ /V 'T* ;^ tT -Sifi ^ *^ ^ S 

Mja^ ta dcttci. naS has de dar-lhct murrot, bofe" ^^^^^í^^ ^ E ^^ 

tadas, ponMis naS Ihwbala. 4 bruU com cajado, ^^^ ^ ^ IS ^ 1^ ^ ^ ^^H 

yao, t pedaço» de telha, na6 te escape a maS, e ífX. uii jn *e-» íí? ^C J "T^ T J íSt J 

«afirati eom palmatória, au aaorrario, bate -Ihei com ^ t^ "T ^ ^^ J Si %v IaJ Jl 

força aobre a carne molle : coando aUei eatircrem ^| Rví^Tf^inilttirlIW^ 

doeDtes, baa de consola-loe. ^ J]^ M Tm! jf J 

He fácil de dizer, e difficil d. fazer, eo ta »aõ fará. pj^ ^íj |^ ^ jjr ^^ J?^ íí^ M W ^ 

coiaas irracionaTeis. |^ } 41 6^ '-^ ^ ^ 

Algumas: fui pedir hnraa divida, ecobriudo-meo fujci- ^ W ^, ífe ^ -^ RR W I A S 

tode injurias, ea dis33-llij: A c ilpa he mialm, de F* 0/fc. PP ^^J i ^ í^ ífe SS 

arruinarea oa mena ncgocíoa: e depois com os meus ?JÇ pj >f> >^ j/Jt S^ o 7^ ^J' W^P^ 

amigoB gracejando lhe disse quatro injurias bem gros- ^ 1H 'Í^ <Í^ Í^ t9 ^ â>J ^ ^ 

Sa te derem, pede a divida: se te furtai alguma coisa, y\ ^i, pX J k/^ H'j 3^ ^ |ljj ^P%f|lj 

exige-a; isto he proreitoioj maa que proreilo ha em J ^pp p7 ^ PI M^J fffis^ K/^^^^í 

Alam dlitomhiha mulher, tre» partos a fio, pariu ra- ^ ^ v5 HV % -A *^* jÊ «íl^ ^^ ^ 

pangasi ao quarto parto, parindo outra rapanga, _ ^ _ ^^ ^ a: j .^a^ --* 

m6 p»(to. j» foffrer, • diut i Pwa que uS Uatw ^7í^l^íll^^í=lf|ft>4: 

raparigas ? dito isto lahi para a ma, oa5 pensando, j^^ ^jl^ p^ juj^ j^ lli ^ L -k "7^ 

^, . mulher h.TU de .uffoeM a menii». ÍS ^ S ^ A ^ ^ Ã íí^^ T 



S ? n5 ^ t^ "r — Céfp.V^ XLII. Dialogo 

CoDsidcia que coMcqaenciat cstu: bomapcMOft, J^ fS^ •^^ ^ 5^ ^*^ ^^ ^J yÇ P| 

qut tem corasaS parr matar os filhoi, ^ ""^ 'vP /v ^ ^lJ^ 3^ ^ £ ffj 

naS fec lioniem^be pelor, que ^ aaimaett >t i5C ^^T^ ■h^ J^ y^ Y%* .^^ ^E ^x 

» fvras: repara noi porcoe, c noa caesj. ainda . *^ ^f^ "Ç/í *ul «^V ^í/i -^ f» ÍW p 

que parem muitos filhoa naõ ferem nenhum: J >1^X "T* fl!^ ím ^ jíL lli ^> "^ 

aíDda mesmo os tigres, os lobos, e outras "^ ' ^^ ^ ^ ^ ^T 3S ^ 

ti #'. ^ 6^ S gi # ff 1 Pi A 

nenhum come os próprios filbos. ^ j A^ 4~ i- -g. 

Eu queria reprehender a mulher; maa, porque ella ^ ^^ j§ A^] ^ ^^ f^ f^ 

«stnva de parto, temi, não ficasse inquieta, • adoeces- O 3p ^^ JQ -^ ^l\ íg ^^ Ê >ÍFlÍ' 

ae: mn» tu reprehendes muito bem os mais; parece, ^ ^ xlJ J^ W» Xj* ^í ÍÍI A. ^Y^dS 

que na5 tens estes vícios. ^^ y^ I^ ^ /^ ^ ;^ 

Eaics liHT tci.ho eu; mas tenho outros; quaido ^^ — ^ '^ fjj^ ^^ ^ ^ S'J á^ ]^ 

vcM pobres à porta, nao somente lhe naã dou j£. J -^ Pj ^X^ HV ^^ "j 

cMuala, mas ainda OS aiemoiizo: pedem-me empres. 5|j P^ |^ TÇ fiÊ. Jfv 4rr -ÍS -tít ^jM 

laj ) h nua cbuja de arr. z, c naõ lha dou ; veio l»iim j^ 'jS. "ÍH tHÍ Trl ^V "65 ^^ ^S *— * 

iiua.i,ni m'Juo pobre, e com hmua giaude familiu j.o- ^ jj^ 7% ^f 7[ft^'& "^ '^V y^S^ÍÍ 

dir-n.c in- cnt >-, ou quatroceulos reis, para í.^'*i- ^ts^J^ D ^ .^ -^^í ^fe íi ife 

liDUi pequeuG negocio; porem a respeito dé.esuMla, iíij 3L 6 ^^^% |K ^N /P ^f^ W 

cu naS pos.0 dar u.m l.um r.al. S/^^W-tílSt-^^^^ 

Os roe8m(»s trabalhadores devem fazer esmolai tii ^ âAw Dlr .S. *& ^ Ô?f A^ j|f |í ^ 



En uobo cento .oit«iu:g4i«, de terra .£cc, • ^^^^* S A çj* Í|Í{ d|L jjig^ 
«iwoenu de regadio, Tinte gein» de l>ort.,etM»o ffi. <jl* ^Jl /í< 1^ ^ + ÈJl ©^ 
Wa loja .e .o.<»ao.. 11 ^ ~ «f "Í |í^ M 

S9ifando irto podes pastórbemrqnando rem pedir em- Ig^-j^^MpTJWJl afef" -^ 

prestado he preciío d»r alguma coisinha: se tens ^ ^ % ii^ ^ ^ S^ ■'^ ÍÍR 7^ 

rnaUo da muito, se teos jouco, da pouco : ^ ^"t l M* Í^ ^^ ffy^ l'i^ 

n»0 frnatres as soas esperansas, ao menos Í^ ^ '^ ^ l^iÈt ^ÍbM^*P 

despede a gente com boas palavras : aquelle liomcm ifj ^ ^jfr ^ /fej íff gí 3R <{ív Jl 

padecia fome, estava em aperto de pobreza, ^ ^ ^ ^ — ^ Afg ^ j ^ 
e tu Da=i te compadeceste dcl e, he claro, qne WV •'IB 3? 'Í5» •-T» ''i í^l ^ PT ^ 

tens liumas entranhas cruei» : lendo tu SDiéiBuo he M* Wv 'L» ^ |r ^ "^ ^ ^ ^ 

para socornrr os wai», e n.5 p«r, nutrir at.a ^Í^^^Ã^AíÊ^J^^-ft 

.rareza: isto he huma veKi.de eridente :eui.a5 Ô^Í^^S*— ^JPíSg^Q 

He evidente; mas tu também o naS praticas. f^ ^ É ^Ú 1^ í^^ ^ H 4L lí* 

lato mais mo«r. mnda, q„. o teu coraçaSbe duro, ^ >f ^ ^, | S # W >l^ JP M 

eo«o o ferro, naS tena nenhuma comp.ix.5 do pro. — ^ ^ í^— SS W t| A W 4i 

,i«o= t^ estimas nu.is a. riqueza., do que o ten eo. ífc R ^ # * |í ^ ):|: ^ J|> 

rasaS, e sangue, doe-,e m«s a perda de tnm real, ifil ÍJ t gj ^ ^ — >Jw ^^ 

do qae o corte de hum pedaço da tua carne : ^ pl '^ § Jl '^ àÈ ^W ^ 

de que te serrem a. riqueta. juntas ? de qoe te lá? Sf ^T> ^ Jj-^^ ^ ,fj^ M 

wrre m ortíficar-te, e amofiaar.t« tod» • yii»t Mt W l£^ W,^"^ ^ '5* ^ 



Xb wwél» mal dt hom tngeito. ^ M ^ 'T' A 

Ha de sor sem fundamento. WM ^^^^Wí 

NàSj ht porque eUe costuma ir ao nono bico a PC >H % I^I /^ ÍÍS ilí 1% íll ?% 
passear m casa de boma mulher, e todos marmara6, l rllfl 11 Jí I >// I til ^ 

Vt eU«i tem ma eorrMpond.nd». M «iptrel-o, d«i- ^ ., , >jr ^t.^ /r At. -I- j- i-r 

Que te cmporta a M as suas coísmí "Í^! 'Í^ ÍÍ^' ^ /\ ^ Ó^ ^ ^ 

XLIII- DiALOOo. Hum Velhaca RíJ í^ "Í" H yt ^^ 

Suem he esU que, aqui Tcm? ^ tS ^ Éí ^ ^ A :ÍÉ IÍ 

tEite quaado^ era mogo, era hum grauAí relhaco 1 J^ /J^ X ;^jft ^ A/^ ^fc /A j[g jp. /^ 

deo com alguns malvados, quo o iaduzirega quebrau • jfí^^ J;Ô ^ ÍB' ^ ijí ^^y Vfâ |S ^l 

ta» as leis, c comfeíter crimes ds morte: três, ou qua- í? ? | fffr )f f^ -f vi ^ "T ^^ *^ ^ 

tro reles estere na cad^j, mais de] dez rezes andou flfi ife ZT |jQ l^ ^ E^ rfr J^ j^ 

com canga, » depois ainda cometteo o crime de rebeldia. ^^ ^Ê "7^1^ 

NaÕ ha maior crime, qae o reb5llia>. contra o pro- ^ ^ X AT JL >K5K mV ^-^"fÇ ^ 

Porem por benefioio smyular 4o lm^ad)r alada ^M "^ Ó U ijj ^L ójjt H íS ^Í? 

;sUte : mnte-se cm amigos ettragal.s, faz o qie •{& JUl |§ í^ i^ ^ ff fL j§ 

* lhe iWâ cabeça: eUê tem empre-o mas ailu^a ou- 'fifc ^ ^ .^ /è fijl A ^3^ ^9^ 

^0 por ai, e naÇ tem octupiis,i.5 eé.ia: T^^fí^^iiiE^é^^^ 



-^í» riuM Vklhaco. 2W 

ch« D« lojS*Uai, e beb«r vinho natâr.rnai e pu- A^^Íi ^SÍíSfifJiáfe 

blicT o. naróre. .ll.*to., M # 1® ^ ^ ^| X ftíí M ♦ 

O bomem naô de»* andar buscando o trantitorlo J\^ ^ Mí^W^ÔIí'^!^ ^'^ 

socefo, oa deiritei, gôa)«, e a vonUde do corpo; cada ^ J^ 1^ J^ Ó^ S IPE ^èÍPi'^ 

bum de noa tem a sua obrigasaÕ, devemos fazer y\ ^ ^S" Jk H'' 2K ■ÍJ' B^ * S|& Mft 

com diligencia o próprio oScio, e emprego. 3T| ^L /^ â O AA -L^ >t— ,JU it^ 

Klle U.I.. hegulo. ^ co.ida, e .ebida, he hu« ^ |^^-^ M ^ ^ t M HL Jg 

delicado, que tudo lh« fede: enche-se de vioho, faK ± ,|§^^ :ê íl ^ ife /MT è^ ^ 

U parroiceH, e faz tollices : a sua vida he ler S tt 3^ fí ^ )B fi ^ 1^^*^ 

lumUas, e os Urros /^in-pim-m.., Si^siam, Cu-oír-su, J^ :g; ^ y]>l Ijí ^ ^ Í*# © J^ 

íoUietoi de cantigas, c de galanterias deibonestas, ^t IÇ* "=3 yK ^ -Jr* W. JCK ±tí óA 

v«r pela èàmera óptica, e outras coisas, que peu ^ g* ^ y¥ -& Ift ^;è' Jír| á^ 

T«rteii« o coraçiS hmuauo. ^g y^ i\^ B BCT JB. llâ[ 

Ccrtau-eate o ouTÍr representações, e arremedos de /^ ^ .|^ pg) f^ Pp ^ ^ "^ ^ Ôví 

rozea de anímaes, s;)â coisas de marotos: quemguar- Ç|« y^í Í>^1t'Í^C NíÍ ^F lÍl Vv ^ ^ 

da os sentidos bc, que pode lirrar-se da R Li H 7 -M* « ^Ç H^* Jg ^^ j^ 

maldade : se cerras bem a taa porta, hÍ ^ ^ i^ ^ ^ ffjf^ ^ ^ 

uaõ entra6 o. ladroa K/IÉ^-^JÈÉ^* 

El!e deita-se na rua, dorme dos bkos: goja^e do ^^ f^^^^^MJ^^-^^ 

Iodo: fi«a fora 4o juizo, e dos seotídot. JjÇ ^ ^^ ^ ^ J^A 

No mundo na6 ba coisa mais nl,maia perigosa, ma- 'ífrJlY^Sfr^^K^BfeS ^ 

íiá .1 i»i ss ®f -ái â* 

i.n.-to.«i«o.5c.ei„«„.^.^^^^^ M SJ |6 )g JJ ífc iDP PB 



^ ,«»b.nh. Uu» enrejo., = q««.d» e» .«,.«• '(ÈS iS 5Í ^ ^^ A A ^ 7^ 

,^ h. fogo, ene <«.= Foi be« f.U«. .« ct . ^t^ ^íí) "J j/^ 'ffe ill» £Mfí S Ift 

t ^ oec-WI • -i-Utro v«i« ^ * '^«* -'^'* ft í?j}ff ^ "^ ^ ^ f ^^ "" 

tan.1... e«p«««: dleur. la»^*.e occ«ÍU«.aU ^A"- ^^^^í^í^^^ 

tocp«5 qu. .r. hum v.dio. . «m,r. «ura bé- /^ A ffl ^T^ # iCl ^ ^ *^ 

Wo. p.r «U »»» o mUústro .ti ^z dcpo-.o ^^^M^iÍÍIj)t»tS 

ao emprego. q»« tiah». g^ffeiS^Ã^M'^ 

,en« to. .c -..to b. coherenu co« . doutria. de a- fjígU^v^g/^^Jjg^^ 

^opro,i->a CO». . -í*»e.«o.: o. .octore. jf ffl ^ ^ ^ S ± t^ £ jg/T 
«..a...<.qa.n.M-ere.P.r.U,n.5o.r.«««,. ^^ :g)^ ^ ^^ ^ ^^ ^j ^, |t ^^ 

.^.. «rdadei^-eat. «►de. o.-ho«e». .. rHlAfl®tíi9ií9S ÍP^^ 

*v«n anur. como 1™»-»: «outro tem algu- -* ^ A ^ ^- ^ i^L ^ ^Ê ^ 
aa oíMMk «dhor, do qoe «n, naS devo ter pena, fe». <«► a>* áft A -^ ?JÍ ***•*» 
,aaado Um .l»m Ufottomo, dere-e conwUr. . P » >ff 50 A ^^ ?fl ,1. p| ^ 



••ndoer-st deiie». -3% HL^ [u:! ^ P'^ |u^ 

lUi adínoeiU-lo acUe :. eu na6- precUo d« coMclho», ^^-^^^^||5í^^ ;^^ 

cu wS lou hum pouco, soberbo: goilo, que me lou- -^ ^ Wtjê^ í^ ^ ^^^ Í^M 

▼cm, • adulem,: procuro fama, e louror : se algroem Ip ^ pi} ^ ®P 1B| ^|S ^V gft 

falla^ noa meus . defeitos, logo me altero: enceii- ^ Mv Wt>55 ^^^^ ^ wÊ -^^ ^ 

tranda algum grosseiro^ rude, rústico, ou pobre, tra- ^^ ^à / V ^ W f& ^ PS ||9- P? 

to-o com desprega) : (juero^ que todos se me sofeitcin, 1^ í 7 H? 'U) ^ ^ÍI W T® ^' ^K 

aeji.Da5 quero cadiy aos mais : no trato com os. /\ W /°8 ^ % T05 B O -^^"^ |l 

Mis.tanj«m tenho Juim. ar da soberba^ ^'J /^ 5C t^ fí A iSl W 



ylQ yj^ HoM Vblhaco. 

tMho-me por c«ralheiro, por homem de habilidade, ffe JS fl 2l Íl M 3 T Htí l ^Uk 

e prírtimo, eialto-m» para abater o» route» sempre ^ ^ TClp JM^ ffl ^ wl M C* 

,,ero moitrar o meu mérito, e habilidade., o ja- ^ ^ ^,S ^ 4^ M ^ CÍ W *¥ 

N5o : .n. olha p.™ c maU. d. U.arga. .â o. ma- ^^^ ^^òft M 1^ S A H^ ^ S /^ 

U como estranho.: elle pensa T>e só «He he ca- {^ íg, ^ 6^ (^ :^ |f 7 líSí ^'J A 

p„ par. tudo : ,u.r remate (b.bito). . diz. q«e í|P jfi 3^ í^ ^ XS li |S X # fé 

o. pai. não tem animo para gaitar alguns ues. %;5|^í^||^^ — /^^ 

par. obter hum officio honorário •, qu. nao cmdao '^^ is^m^S 

da houri da sua caaa, >I^MM Ca^W^W 

l^ B.5 ~l»irv todo. «pira&í. boara. .do mun- ^ ^ ^f í5^ S |í A J fR fflii* 

do. ' ^ôíj^H 

Hum me» «odoii. con» m» cara, a«eatava-.e em^ — >fv ^ j||| Jl <^ i^ ^ 0^ 

MM, e nr 6 U trabalhar, o qne o. pú» «sntiaÔ mui- ^^ :g| ^ ^ f li W *^ íg -1 ^ ^ 

to , di.iaS-íhe, ve era ueceMario dar exemplo de /ff JÍ ^t S ^ ^ ÍS ÍÍ ^Cí f A #. 

humUdade, preferir a obrigasaS a tudo, e elle naS fa- ^ j^ JE gf ^ P'^ ÍK ^ ?E ^ XT 

aia caso • ..ng.-« de na» faae«m ca*. deH.. 1^^ Í£ BÍ M. 'fe ^> ÍÍ> t 'l^AM 

.,. d.r.'..r «ode.t...gra,.. . enta, far. ,u. o ^^È^ ^^^-^^Mm^Ú 



m\% tem huma ptitt, e kum caderno, qat naS con- jfi^ — ^/|^ Tífí M 1> í "T* ^ -U 

tem mais, que pmturas iadcceatcs, saô alheiof . 5^ í^ Ó^ ^ >E ^ S 7Íi%^ 

Deve qaeima-loa. porqic saÔ hum rcncao. A ^ R^ ^^ ^ Z^flli M ^W>^ 

Elle naS^ pode fazer, o qua quiíer : elle, oil bade- •**" ^ ^ ^^q íUÍ >iV RE j1< 3E W 

reatítui-1o», ou paga-lot. ^jffi.^?^ ^ ^ Ip^ ip r2í S M 

R«ars«-. CO. algum dinheiro, e o s-eei.o «5 ^\A,K^:^^^^^^{^,^^ 



^ 3l ^ f^ 1^ El "h J9 cap.r. jr/:/r/DuLoao 

XLIV. DiALOQO. JUligiU. K ^ + E9 S 

Dl. que Re1ígU6 f • tO ? íí^ Ã ^JP — " ^ f J 

Naõ lenho assenUdo ainda: ha qii«m diga, que a tcMgiaS ^ |S ^ -^ *^ li ^gt j-^ — ^ i-j M 

Chrisiã be o meamo, que a de Fo, a doa Leiradoa, àtí. J^l JUL hl A^ rfct iT 

a da Sociedade do eco, e terra, a da firanca WLmWí^iM^wt^^W^^ 

flAr de irate, a da Raza3 do Cco; que todas Da5 àM" •— fIÉ J^ ^^JB á;^ .S. *U K ÉSl 4í^ 

faw:m mais, que ensinar o bem. ^TiR^T^I^/glíy^^yV ^3?f 

Sendo assim naõ ha heresias. ^ 



Certo que ha, Da5 podem ser todas verdadeira»; mm^ ^>& ^^ pf^ ífll ■& JjSl Ô^ ^ ^ 

nias eu na 5 tenho tempo para examíoa-las bem, WS >K 4§ j^ -^ Hff é ^ R A 

Hontem houve festa no templo: offereceraS-*. «i- J^ i^^l f^ ^ 1^ ^|^^ !§ || ^Ç 

<:rificios, reprcsntaraÕ-sc comédias, quein»raÔ-sc tó ^rC -^fi- áii^ HCT-^^tr p^u. *^f^ 

incensos, e papeU; havia rclUs cheirosas, espíritos í^ ^^ '^ ^1 í J W ^t ^ S" -^ 

<U porta, papel moeda, dinheiro pendurado, cara'^ >^tí. jg q; ^ W|, ^ -gLi ^ »*Sírtlr^ 

Joa de papel, e harras de prata (pintadas)j porem ÍTM^W* ^U "M^ fll) ^ JV ^^ ApW iít 

iQ ídolo naõ Cazia prodígios, por isso eu na6 hei « !^ PJT' Li Jtr 3L jfC ^S 3ft -^ 

.le t.>r«.ir a visitar aqnellc templo, R Ãli /^» .i:^ -«l f»}- >f> ^íjl ^) fi 

F.m qiie se convertem os bonzos? Jsa 3;\i ttí] "Sfe >í|* ^f; 

1>.' e*^Taze?rorSaccrd0*is de Tau} J\^ pjj ^ SÉc^ "ÍT L "T íf f^ 4^ 

i;;r rel:;^^.^=r'- jllH t ti a. ^ i^ ^ f^ #g 

CúidttÕ em cuiiosididci -. Oj dias pasMido» viera õjio ^ j^ Sf uHÍT 4 fe ^T jê* jtH ffft >Éf 

nuíu gar dois adcvinhos ; apenas chegárag houve, ^"^^^ j^ A j# ^fe ^ A 

S..e:u , s chamasse, u gente, f.ur^Ii estava dava. 7^ ^ W A ^-4 "ife "ff Í ^ 'l^ ^ 

ib.^s inrriro credito, -c aiziaõ: E elles dizem bem, ^ J^ ifH J^ BS 

íi.o tim por tim tím tudo dlssérai^, tudo adevinhi- ^ j^f] ^] "^ ^^^ ^ "^ ^ | JS 

O «antar do c5rvo, e da pega, o -calor das orelhas, ^^E^* ^ ^È '^'XSífeflBifc 

«f»UKr dos olbos, Jizem, q«e ssg maca agouro». ^ ^ ^ ^ Ú^ ^ ^ 



- 300 



Eu naG creio uto, porem quatdo nie dizem alf uma pala- rffc Jlf >|g ^ ^fv ^ A ^ 3f ^ ^|| 



▼ra de infortúnio, logo me desgasto. Ak t£^ ^ j^. 

No dU do «nno bom q«eim«r ramo. de pinho, c a^i í^ Ô"^ Bf ffi M ^^^ ffl tA ift F1 

«ipfestc, espetar na porta algucg pii de gergelim, J* 4g- ^ *fc Lj^^l: jO ^ ali 

Jia terceira Lua trazer liuma coroa de salgneiro, jR Xrt\. itàk J^ dm tí^ AU aJ^A 

(peloi defuntos), aos cinco da quinta Lua trazer ar- í^* ^ | W pC ^ >C >fil m H ' Hm 

iimisia, tudo 8a6 ceremonias vãs. ^ JM* > A — tí A •"2. 9^ Ah *^ /^ 

NáÕ ha duTida ; que quer dizer : St da alma, Sc R ^^ 7<T 3E fl^ 4 M R^í lÉ >^ 

iA> espirito, que esU escrito na Ubolcta do «spiri- jA Vjj^ /í* tóf figí "^U 

to dominante? J^^ H** Jl ^/A /^J g^b 

^uer dizer, que os homens saõ loucos. JJp p^ y^ flíj xnB ^g" 

P«r isso eu ,oa f.zer delia huo» memori. "»• «^^ J/j" ^ ^ ^fg ^ g^ jj^ jg ^ 

O venerar a taboleta dos ards he hum rito essenci- ^ -mB iii* Ú^h V^^ ■% — * 'tí: Wr* 

•I ; todo» ot mal. se podem omiltir 5 ma. este he Ml jj'! íí ^ f^ 1^ ÉS í§ ÍÍ ^ -*• 

maidimcií. tí^^hí^m 

i2ue he koam da cidade, e deoses penates ? jfA-' M ^ tíjí f& + Ml 

M.,.ha mai de«,e pequei, «mpre cardou o iejum || ^ || g >J, g J^ ^ f ^— 

-e C^,„ (Deo«), todo o dia «3 r.,, .„^ a. g f j ?! ^ "^ P^g Jf T^ Mi^fi^ 

%' .tt-';;^':^^-! íe^â^ad^:- '^' «"»- p7*I BI t #* i&SI í/r mie 

Procura modo, de. desee^^uar: --a pe«o. # ^ j* :f |||f flí^|? j|[j,^fl ^ |J 

•mira dcUa, Mm dnrid., a ha de converter. Af^^^Wl^Íí 

Eli. he Uimo«., „aS « dobra, eu tenho huma tU ^È^^Tf^Pft A^^ "^ '^Mfà 

materna. ,ue a pode fazer tomar em si,- porque u HéBãffcfiíí&Ellft flíjfife 

.ua. irman. se das muito bem. ma. se a ch«„o '^ «# * fiSPUft 3^^:^ 

es: ^'tat^Vi".."* "* ^•^ »-« -"•«• í&- ^ 5 ff glfe H W-1^}!^7^ 



Sttl 



E# ra^ig-fcE 



XLV. Dialogo^ 



íftoheham gisto dt ma» quatro, ou claoo bocas cm ^ ^ Kií 3L H /V H^J 5C ^ V<ê 

cam, « «tt na* powo lazer esta gasto. jCÍC ^ Jb *■" iS « W 

Na5teii]iaa medo de gastar alguns viatens, por j^7Ç\ ft ^íí^ Ó^^^^^SwK 
»mor de tua mâi. tó| ^^S ** A> IJp, T. *^ V ^ Li 

EatuS na» ha remédio, senaS empenhar trastes, ^K^O ;^ 1* -^ m^jJb^ -í" 

eÍíS^sÍ ^/'^hwi ^calendário hum dU afortunado» ^ "^^AtM W W^ÍT H ^ 

ohBervarobomlugar, eadeviaharpor letras, que ^ ^^j^ j^ j^T^ jf ^ ^ ^ 

Tudo Isto sa6 modos de apanhar dinheiro. 









Dialogo XLV. Compradox^ 

goem he este ) He hum ladrai. 

Que dizes? He assim. 

Elle foi comprador, do juiz: o juiz dava dinhei- ^^fc^p^P^l^f^f; T MW^^ J^^, 

to de contado, para comprar o necessário, e elle "J ÍS 4l ^ S ^ W flfc ffi ^7 

gasUva-o : senria-sc da auctoridad» do magistrado >AÍ- ^ lÍE à^t ^ -/t HH Ê^ A SS 6^ 

para íoiçar a fiârem-lhe Ta prata, que dava o juiz, IK P /ÍT ttl W /J ÍB W • > ^^ "-' 

era fina, de dez quilates, e elle a trocava por outra P^^HV^vEíBM f" ^W 

de nove quilates, e dois, ou três décimos, e ainda 

tomava fiado em nome do ministro : 

Sol com o escrivaS concertar a margem do rio : 

e fartando o escrivaS noa salatios, e materiaes 
algoBS centenares de taés, coube-Ihe mais do -cento,, 
cincoenta taes : ontra vez foi cobrar os tributos. 



c em cada oasa exigia húm por cento de juros: 

íA por humímpoflta pwa o coucerta doa moros^ 
t ft cada casa 



3§U4^R«*A3:#ft1fS 



ff^^^ Comprador» 

pez alf^oDS taea de mais; quaodo a ymz comprara ^ i/J^ "? sk l|^ ^ m nSC M ^S 

mUho, arroz, feijões, ou qualquer outra coisa, para ^^ ^ ^ ^ij ^ H ^ ^ J^ 

os cdleiro» reaes, porque o píeço estava no cdiU^ ^ |j^ J^ -g» ^ JQ jj^ ^ ^^55 ^ 

na5 ic atrevia a diminui-lo j porem a medida, epe- ^|píB^R^|p>^íP'"^B¥^ 

•o eras «aiorea hum decimo. '^ ^O ^ í I^ 4^ íÊ ^ t|^ IS ^ 

Como liade elie agora reatiiuic* . T ^ rf/* -*. IA Rrt — ^ 

Certo, que Ue difficil ir restituir de porta em porta. ^ ^^ M, it /»ff 3R l9i li ^ f^ 

Da-lhe hum meio de o fazer i quando o juiz acabar -jy? J^ ^ — * ^ )^ 4^ ^ lif 1^ 

o lugar, de- lhe o viatico ; em quanto ao HVwF^^xi^ípluy ^"jwK^ 

dinheiro do poro pode usar deUe para concertar ^ ^ /\, ^ ^^ ^^ mfsL \^ 

pontes, caminhos, e o mais, que cede 1^ íf 5^^ ^ %^\ 1Í "f" ^ A W^ 

em utUidade pública ; hayeado viuvas, órfa&, ^ rV ^' IH W W ^ M ^ Pí 

o. pobre, tem Todw, ou enterros, c B J* S»í ' V ^V ^ i3- "J^ H^ ^ ''l » 

aaô podem coiu os g«»tos, aj»de-08 ; diíe-lhe, "^ -|i^, ^ ^TEí^PI^^W^^M^HK 

que elle fará tudo isto ; eUe ha de 'Hfeí ffe "^ ^4" ~* fí ^ f^ 'ÍÊl ^ 

fazer como tu disseres. q^ ^ y^ 0^ pp fl? 
Elle foi com b amo fazer atgama» compras, etres, lSim^*"^%^V'^Zí^^-—* 

„„ quatro ..es comeoa.ua. ^í^^n^^^^M^m 

Que he volta? expKca-oc isto. ®-í^*{>* AtÊ^A-í- iSfM 
ror ««mp«o o «mo quer comprar o ralor de oiten- WV^ PX^/V^R/VT^lPíl^ 



U tae. : ,«aada o amo «sU ai,u.t.ado, elle rolU- ^ || ^ J« tó íí^ II fi 

diz han» palarra, Icraota aljuo» dedas, ou ace- gSl"^ "7 PP* 1tS5 ITbSRíSbP I 



par» o patrão empisca-lhe o olho> 



/ 



SOS 



3l3Í HS^Ki"^ t7^>. MTT. 1>IAL0«# 



«I. com . c.b.ír., u^ loj. lofo «iteadeni, kgo g ^f «^f jg g{ jf ;}| J| ^fl 

no preço ftMm coott com bom tanto pm tUe : ^ Sff íô ^ 1§ "K ^ "Fm@^ 5'] 

Indo comprai para outro algnmaa oolxaa, BÍioa.lbe y^M^ffiÍT^^^ESW 

TtT^: rís'xtú.1.""'""""'^ "■'"'''■ â ^^^ j^ A Ê ® í #^ 

huma pequena barra de onaii 4e bum Uel âe J ""^ ^ ^J"^ J^ ^ W^^* I^ 3^S 

peto : outro estava cortando praU, cabiu-íbe W ^ ^ ^ ffi flE ^ji "p — * % 

hum pedaço, elk calou ^c, e recolheo^ , depois m^ ^ipT^J^^TAli^ffe 

pedira6-lbo, e elle dUse : Coisa albtU ^nem ^ wí Wl Á ^ffj MM ^ ^^ 

hum tirgneiTO tirei. ^ í^ ^ ^ 

D^ALO^o XLVL J^ariHro é. Tri^nui. ff^^ffil 1 :^r ^"^^^È^^È 

Eu «ou p«rt«iro do tribuanl de Ticend, e sotovic- ^ ^g^^ ttí^PI^^ ÍP ^ ^ ^ '& 

rei : dtscubrindo os alcaides bum berege, o trou- ^ {±{ ^^ "^^ ^ ífê lÍP ^A 

xer.6,e eu lhe disse: Passa bum termo de «pos- ^^ iJLp^ if^ ^^ ^ ^ ^^^ 

tBs'm, e logo ficas lirrc, naS irrites o Juiz, «enaõ ^^^ M ^él^ ^ ^M W M^ 

poe-te a tormentos; e depois da tortura ainda te ^ ^ TR? T& ^ ífu P^J ^ i tP 

b V de desterrar temporariamente : e sena5 obedeces, jí^^yfe^Mp ^ í3^-7 5^ W 

dando a multa, em que te coudemnov, ba de en- ^ ^ J^P^l j^ ^M^ Í^^^ 

forr«r-tc : com offeito passou q termo, e largnraS- ^ J^ '^ ^ ^ ^^ ÍI^^ J^ 

t»; por.^m, passados alguns dias, veio ter com* ÍQ J ^ âr ^^'Pt^^ÇW** 

fo, qnercudo, que eu Ibe tirasse aquelle termo, e ÇÍ| >Tj ^C ^Q ^^ J/P ""** ^ /^ 

11.0 entregasse. W ^A ^ ÍC ^ lÍL 

C«nu IlM «acaste pw «to » ?««•. ' S ít fÈ tt ^ Í'^0 W lÍS 



B 



304. 






Porteiro do Tribunai 

reio ham, • diíse-me N. quer c«rrcr huma deman. ^^ ""^ ^ y^ 3^ SW K yV ^ff ^^ nç 

dA para solUcitar bama casa sem herdeiros : se tu 'B^ ^ ^Ê 4$» — ^ >^ ^ à Ófl S 1*^ 

podes faKer, qne elle ganhe esU demanda, elle pro« ^^ ífC^ "è^ ^ }A ^^'St ^t ""^^^ 

mettc dar em gratificação mil Uts: eu disse, que ^ ^ lÊipy^"^ ^^"Í Ôíf^^ 

•im, e logo arisei o vicerei, dizendo : N. metteo hum ^^Ç JJ ^ 7 ^ ^) ^ ^^^"^ 

requArimento, por amor de humas terras ; a inquiri9\6 

destas terras dev« ser na vil la de tal, cujo j liz 

dcre saber o fundamento disto : remetta-se logo esi^ 

reqnerimeato ao juiz da tal villa para examinar, e 

sentenciar este negocio, e remetter a Vossa Excellen- 
da a sentença ! parece, que assim se obra com pru- 
dência: Sua Excellencia apenas ouviu isto, logo 
cooTtlo: o réo era sobrinho paterno do que na5 

tinha herdeiros ; elle devia herdar esta casa: o auctor 
era hum parente muito remoto: ninguém se atre- 
tU a disputar com elle : elle apoderou-se daque). 
las terras, • o outro perdeo a demanda ; mas naõ 
se snbmettco: elle tinha dois grandes magistrados '^ HS 1^^ M^^^t^Ó^^^— * 






parentes; hum era seu tio materno, actualmente 
censor de Xánsí, e o outro era tio paterno da mu. 
Iher^ actualfpcnte primeiro censor : 
elle pertendia pedir a estes dois grandes ministros, 
que accusassem o .vicerei, e o juiz da villa; 
•uvindo eu isto,, a toda a pressa • chamei, 



e fingindo, qne nada sabia, perguntei cm anmma TÍj^^^^^ ^i ^% y^V 3^ IUiBÍI 

íD circunalanciaa deste negocio, e enta5 diite- *^ píj ^ J^ M^ J *"^ ^ PÍtIB* 

Ibc, qne naS carecia irá corte, que m Iwia, ^^^^%>i '^íísZ^ 1^-^^ 

que o pareate lhe rcatituisw; a tal caaa, qne naS tTC ^^ 1^^ BJ Ix X ^S 1^ Bvffi^ 

r..ec-.s.v. ..u. ^ -'- - •= TT :^ -^ +P> /A. 6^ t4: ^ 'a — 



, do que hum papel copiado do li- ^ ^ ^ ^Q 'j;^ g^J ]^ p^* ,!§ 

rro da geonolcgía, a88*gnado pelo chefe da parcn- 55 Jt £§ ^ 'Í/K ^ il IQ J TT 

tela; que eii faria ver a Inju^iSa, que lhe fora fei- fl^ ^^ f f^ ^ f^^* ^'j ^ ^í W^ M 

ta : aquelles dois Senhcrcs eraS cai>aze8 de mostrar aa }iL ^ ^fj" !^ IP Í ^ 7^/^^ Ç p£ 

faltas até dos gentis homens ^ para o que uaõ tinhaS 71^ |f J f}? ÇR JJífc^'"^ ^^Jyf^ ^«fU 

«inis, que fazer hum oíBcio : por isso cmlaracei es- Jg -*— "^yv ^^ 'fí í ^^ Jg ^ -ff 

te homem, « avisei disto o vicerei, o qual disse; ^ Í^ ™ f^ ™ J ^ W mpX% í 

Terrivel caso e*tel se se aaS embaraçasse este h6mem ^^ ^ £ '^ ^ XE llB. T« lí <É. *^^^ 

4e ir á rorte O censor N. era capaZ de perder a- fí^íi^^éS^^^^ 

té a U.1U, ; cte n:ag;strado he taô deinent^, .w. ,... ^Í 7 ÍÍ ÍÍ Ó^ W M ^ '^^ & 

*■ »,e hl.i compromettcndo, e arruinando : hum tal 5^ "T TU "ÍX ^X ^ ^^S JT AE 1^ 

. , .ira S u'»^^ comi o^e.s^ 1.am oíTicio, para o aceu- ^ f^ >^. ^ jl!l ^ \íH ^ H S •> 

.. : p. .0 *tndu r«. a'?un5 caj itulos, que com- 'f^ ^ fl # 6^ f^^ ^ S ^ S J 

, „n.etl aõ . sua vl!a : LO dl. seguinte iucr.mbiu O ^ ^ ^íl ^ i^^ í^ S Í^ ^ W íl 

jr:.. e..i v.lla de tal de reformar a sentença, c julffw ff Ç- fÇ Jg 4^ TÍ iP, ^P 5E 

este iPgocío: este juiz sabendo, que o antecedente ^ ^ J^ Ja ""^ IT" ^ PJ -^ ▼ 

seg .p.ío a justiça ; sentenciou aqurllc parente remoto , {ètM.^^^S^^A^lÊi^^ 
eomo vc\h:i o, intligno da sra rconoloíia, e 4 iSSÁ "l Wi W ^ ^^^ ^ 'W 



PoKTBia* tK> TRnmfiL. 

«Burptdor da fazenda alheia, e o desterrou perpetua" ^ ^ J^ ffy ^ ]^^^^"M3feS 

mente a três mU lia : enU6 o outro deo-me os agradad- ^ ^ A jll i|^ ^ ^ ^ll* ^ Í^ 

mentos: tillij aalutra de alegria de ver acabada a deman- t^ >f> ^^ i^ ^] ^^2 J ^^ y^ A^ 

da: mandou dar-nie de presente trczcutos ta-^s, os qnae» SÇ ^g — ^^ Q^ tjS jCr[í HH íjT "v^ ^^ 

i6^»K:Cí'^hAc^l.tÈ5a 

tu arruinaste hum magistrado, e fizeste nal a duas M* 4:3 *T^ ^^ Á^ ^^ f^ j^ h^ ^im K 

pessoas : segundo as leis do reino este he bum crime XA Ol 4**a J^L ^^ 1^ ^^ tí «Í7Í ^ 

da primeira ordem; W^ mW}^K^^W^ 

tu deres compr*r o lugar de sotojuiz tíc fo- ^ |^ ^ ^ ^ jSp 5^ -^ ^ ?3f 6'/ 

ra honorário para o juiz deposto. ^^ ffif — ^ ^"^ ^S ^ 

Eu quero renunciar o officio, cu na5 hei de tonar • dÚ^ ^fí â^ ((SL \ ^ {r^ ^ ^, 'T^ Jhf 

defender demandas, nem serrir de empenho» nem Jtít'^'éÍX'^^iÁ 1 -H Jl È^ ^ *ô £*^ 

^ebric a fi. da meada *^ tlP^^/^lp A fV^A ff íS ti ^ 



aa5 ticeitfindo eu, eilc peosaiulo, q t - . , 1 \ pouco, 

outra vez iwandon I .-.i . . \> .^ •'.• - r» -lo par- 
do, liura-i pinica v.-j «r: i.u. v i^. , ..u » ^uirete 

de marta, e h.« li par J- o- * •? :.; í .i,.-. ; c". - • . ' : Eu 

miseravc'. p.5jh-:s, ^.] ^-.r-ÍUc, po<jo u Vt ■: :. S-.i u- 

Tia, que nc^eií*^ ti;:e ;.; 'i;-/ ^\^!.^ ■ {".ry.fii^, q r cf- 
■fereçoj para mostrar huma partt- uo ine-i aifsíctv' ^ 
>ainda accreticeotou se V. S. de. eras nada recebe, 

fico incou:iolavel: como elle instava tanto, nu5 podia di- 
«er, que na*^: quasi íjue ia acontecendo huma grande his- 

-toria : mas por felicidade ev4tei esta grande calamidade. 
Tu sérres-tc da aoctoridade do magistrado para obri- 
gar o juiz de fora, a dar huma sentença injusta^ 

tornas a culpa ao mesmo juiz, e botas-te 

de fora : tens huma grande astúcia para faeer mal { 



^^ P3^E3'^>Í> eof.V. XLFÍ. Dialogo. 

ca BontDte ctta aano corri hama demanda pro- i^ 1 ^^ ^h^ ^P% B Q yl 4 

pria; poreaoi noa raqaerimentoi, t memoríaes oada ^ ^^^ ^^1 )âS fê 6^ hK^ÍHtL^. 

kouTe dt calumnia, acm faliidade, tudo* era feU ^^ y^' 2^^^ A 6^ pí "ffiilR 

to conforme a lei, . rerdade, .6 .. palavra. ^Íj§,%%^ ^^ ^^f^ ^% 

cra5 hum pouco maia pesadas : eu só dizia, que AA =yj W A(j ]^ ^R " ^ "^fi» "^ "^f 

alie era lium ? clhaco, hum banana, hum cruel, hum &^^jf^\A fÔ^ 'ffii J^ /í^ íS 5^ 
desalmado : diiia, que era cruel como 03 tiyre», ^ft r*r SL ^ áte| ^fl* ^ t|j » J[|l 

ISbo.. rtrw. . «Ivagens. JSÍHÉW'— ^É^^ÍPA 

Tu chnmaa estes nom«s a outros sem razaõ* í^ i^ úh BR ^ 

NaS: palarra por palavra, tudo he verdade. >jf^ ^^lÔ 6^ "^ ^ •^'ft1f|^>ê^^ 

final foi o snecesso daqnelU demanda ? ^^^ ^ "^ ^ í^ ^Á ^Sq^I ^ 

£lla chamou hum arbitro para noa compor, e ac- ^ ^h JX ^ A^ ||4 jk ^S 3|{I 3g 

cosador como calunmiador, e dco-lhe %ante pran- jj^ ^L Jff 'Tf >jlíf "^ -1* ^N ife& •?• 

chllda8^ eu ainda defendi outro : lium sngeito usar- ^ Jfh. ^ A ^ ^É^ B)| ^ |JÍ|>€ *~* 

900 atarreno dt hum meu sobrinho (por irmg) ; porem >NA^/^^^^6^^£^ 
tendo ellejuitisa, fkitava-lhe dinheiro :na6 tinha quem mu ^ty ^|» ifc^ Kft A|f -d^ M ^^ >|lh 

Ih. fi,e«e o. re^uerimeul.,. por i»<, .» lho. fl.= Jg ^ ^ jgf^ jj^ fj^ J^ ífcSt^ 
ojoii despachou a seu favor, e lhe restituiu a tcr^ ^^ ^ >L JU^ ijh Ip jâJÊ AJh ^ 
j» nsorpada: qéiando ouflroa íazem escriturasífaUas, ,. ^ -Wf áflt ti^ Tttf ^ £&*T ^ 
^„tóteBÍo..e«ldoec4íbUro. ; A^ SS fH ^ íí í^ í^ # t A 



oommodei-me, fez«se hum papel de compo8Íea5 : 
lasgáraS-ae os auctoa: o juiz sentenciou o meu ac- 



Capitulo ri. PROVÉRBIOS. («) n^^S^ ^3L 

Ainda que o moem, nft5 «e desfaz, (solido.) ^ ty? 'yf ^^ Wjj noT /A />A 

ripa os onvidos, e furta a caoi- .VioSa, (UlosaS.) -^ nlJ "^ ^M "fS ^ J J^ *i'íJ 

Cutr&das de Icaõ, e bahidaá de sendeiro. jfe Jg jljj* a ^^^X EêÍJ -l^ ££ 

Toca cravo n burros, (a quem uaÕ entctide da matéria-) ^^ SH -Ct /t jÈJ '^5 ÍSS ^^ 

Olhando para as ameixas, estanca-se a sede, (espera ÍB 4^ il J^B, lÊÉ -& Z^ 1^ 
eiu Tão.) A maldade he summa. 3E. ^ IL f^ 'Jfó M ) FN m 

Hama pequena imp*iciencia causa grande» perturba- )K ^> ^ B|J S/ -^ ^ 

^':^r^"a;eri.':Tos°uf'" '"""""'" ••* ''"* p"- i^ # S' * S' * fff A ± A 

Quem cm essa naõ bate, naô he batido fora. i^É ^ ^ t]* A tH ^h ^S >^ fX 

Muito pode, quem he constante. 1^ I^M^M^RÍÉ 1^ J^^ A' * 

Ainda qne occnpado assenta primeiro no 'ivro, e .^ » » ^ • yg ^ >a -fÊ, m ^ 
pouparas cuidados. ^* J í- 5TI Jl RR yTu f3^ 'T^ jQL IT 

Troe aibos por bugallK,.. SHÃÍftl^íê^ES^JlT 

'^,^Tõrh:Lnl?ct"o;^.rsr"'''^ "™' '" 15 Aít ííí-^^P áHT * A é^; 51 

Por mais esperta, qne scjn a nora, nao faz canja IÇ í E ÍW ff^ "^ W ^^ ^ ^ ^^ ^ 
Quetn li ConfúcÍD,^e Mm-^u deve saber a cortezia g^pS^L St ^^^ >%Í^MC ^ ^ 
de ChoH-cum, (ao inciril.) yw ]|6 

Ao que de presente te da huroa pinga de agoa, retri- ^JL SSfe /)( ^ %> jg JH ^>C- W 

buirás com buma perenoe fonte. iítí' -#-* * . -o- >^ »v%t. >t i vi^ % . 

Abertos estaõ os tribanaes, mas quem tem justiça, íSf PT IH ffi 13 ^ H^^^^y^^K 

e na6 dinheiro, escusado lhe he entrar, IPi • 4 f^ rf^ fm Ti '-X i*^ >:^//^ A^>TV 

Boa be a paciência, boa he a liberalidade: porem f(i^ n .il^W ^ ^^^ÍW^ Wi ^ ^S 

melhor he a paciência, ^ue a liberalidade. ;^ |pj • 

Qoem naõ levante tempeMades no mundo, naõ terá ^ fp JHy |^ >7^ {ET Jtl ^ ^^ >7^^V 

affliçoes no peito. fti ^Ej ^^ 

Presentôa-me a minha ctista* ^p -£ y^ ^C 1^ )^ -J^ 



(fl) Pefa /ííhira <f«rtf capitulo S9 formará huma idea da moral io9 Vkinm,^c 4a êkU Hj^l^gia ^h» 



30» ji 

^^ J|L 7^ P9 Ca/- ^Z* PSOTBUIOS. 

NaS corresponder tos beneficios naS be de labio. ^S^ ^^ </f> ^^fSi vY^ /^ jP 

araade hjjtem he aquelle» cajai riquezas saõ claras Or |^ jÇL pQ ^-4^ ^^ 'f'^- 

V^^e de relha airosa, d» homem cabisbaixo^ de mu ^ ^ ^^%^ ^ ^iW j^ 

b:^ ai ií, e alho yennelbo. ^ li? a^ 

3^ 7. -; q.",iue da oitara Loa, a lua eitívsr encuberU, /\ H -i-» J^ ^i^ "T ^ ^ ÍÍ ^ 

no avii k^^ui.»ic a neve cahirá nos luminárias, ^. ^^ j^ \^ ^^ 

(frio aos .;uiuztí òu primeira Lua.) ^^ §1 í^ ^j^ 

Por muito dluhei j, q\-e huai tenua, naõ poderá -f^ Mf. ^A &t -rT et JM Q^ 

com_>iMr sol na quii.ta Uia. ^ ^dg ^^ ^ IL /l iíx "^^ 

Na5 úzciídj sol cm toda a Liia sexta, come â farta. >\ ^ /?»£ íffi Pg f^l T^ ^X 

Sj a trave dw» cima n..5 esta direita, a de baix3 » ,;^ --jr — i^ — *— ç^ ^ç 

Catara tocti, (aos superiores.) I . >4v ^"^ Ir^ p ^v >t^ 

Accrcscentar flures fobre o brocado, (desnecessário.) ^»A L ^X^ -M- gg» cb ⣠tn^- 

CíiU.u a sopa no mei. 'jEflJ JL f ^ lt -3- 'y ^ >^ 

Hd crime, deve ser puuido. O pobre aborrece-o, e ^ -r: tò» ttiI ^^ ^fe í^ -y ,#fe 

o rico uttô o ama, (ninguém gosta.) ^- IfU E§ W\ W$ W S ^^ A 

Vc-se eairo dois fogos. jtg J^ pE 5ÍIE 

O çapateíro gaba a sua sola. % JQ ^ JK j^ ^^ |^ pS 

O que vende tóu/u^ arrendou a borda do rio, (In- ^ ^ ^ ^^ jffi. jT l^J '^^ ^^Í!Il ^ 

certa pelas cheias:) a agoa o da, e a agoa o.' leva. 3^ ^X ^S ?? 

As palavras sa?» a chave do forttça5. pp J^ ^ ij^ P^ f^ jçu 

Quando se lhe qneima6 as sobrancelhas, he que tjU J^ |g ^^ Q hn^ ffQ -^{j^ 

adverte, o qnc tem adiante, (impróvido.) ^V /% /P "^ -"^ ^^ W H^J 

A boca he doce, mas o coraçaÔ he amargo. Q íti* 4\ ^ ^ ÍSl Í^ 77 

Tem o riso na cara, e a faca n» algibeira. r- pn i*i c» ^v i::» fç* /^# 

Ve-se a cara, e nal o corafiao. ^[1 A ^ ^ ^ ^ ^C^ 

NaS digas, que a cobra na6 tem comos, nem cu sei -te ^ Ajjf ^f ^ ]* #6 til dt ^ 

se os terá, qaando for dragão, (na5 da esperanças.) "P^t ^& ^ i*»^ ri /»\ H" lUl ^> ^>i^ 

Não se ijunta a agoa com o foga yj^ y\ >^ ^ ^p 

Amigos amigos, negócios â parte. ^ ^ ^^ ^ ^ ^ 

O. Iadra6 cóidt, qae todos <k «rí?., ^ y^ ^ p 2i ^. 



^^ 



^ 'fô*' PP cup, rr. Proveehiõs. ^* ' 

Todo» comem, maa poucos se fartaS. fj ^ ^ ^ W iíl 'fã 

Tratar negócios na5 he taõ facU, como beber hum "W ^ ^íjj í^í ÍS ^ 
NaÕ ve o homem muitas vezes a lua no zenith. J^ tí?^ ffi '9, fl ^í Sff 

Parece» q«c o obrigaÕ a comer, como Ma-ehau obri- /^ i>C />>r aí 4-» a -A "âfi 4-t* 
gava Ç«»-í'«a (« trabalhar.) 'K IR jííi B aS jE W tí^ 



Se o anão novo naõ traz festa, melhor era, que 
nãi viesse. 

A bondade do vestido não consiste nas prégat- 
O viajar he ver hum mappa uni*'ersal. 
Cançou no meio do caminho, (inconstância..) 

Trabalho sem proveito. 

Jía5 sabe as relações, que a coisa tem. 



Ao bom entendedor meia palavra basta. OH il pjÇ jtí ^ffl '^^ 

A-^sopra-lhe o pelo, e veras os defeitos, (appareáte.) ^^ -i; .i ,x- ^TL *^ . ^ , 

Por mu'tos, que sejaÕ os barcos, naÕ entopem o Ç^^ ^ ^ ^ ^ -T* í? li 

A piUne'ra vez he favor, e a segunda obrigaçaí. — ^ Jg ^Ç; >^ 7 |f í^ 5^ ÍÇ; >£ ^fl 

Na" correspondem as obras à fama ^1 >g J|^ Jm 0^ |B 

Promeue muito. . d. pouco. 1P |í 3^ ^ 7 f |S f ' ^^ T 
O de barrete branco faldeaÕ) frosta de hívar cestos j» xd .^ f^^ JW^ jl— |Ju Agf |h 

de carvão á cabeça, (gosta de lisonjas.) ^ -J* ^ Tg* ][£] 01 ^f ift 

Tanto se me da assim, como assado. ^ ^ ^ê 3L ^ ^ £ ifil >^ I^Í " f^ 

Embaraçoa com as orelhas na porta da cidade, (ai- ?tt tík Wâ ^tí^ ^ 74 

Principia o potro a andar, e logo lhe parece a rua >K HS JfiL ^^ 4i tÍM IJÃ ^Í 

estreita, (ja a formiga tem catarro.) ^J iW ^U T íí 7^ \r^ ^ 

Quem vai ao barato, compra vaccas velhas. ™ Bv ]a T^J ^^ 

. . lõ he majestoso, deita a nerder os fi- 
lhos, e netos. 

i galinhi 
ainha^ 



O velho, que naõ he magestoso, deita a perder os fi- yg» M^ -na^ «Mf ^ I 4^ ^ ]^ 
A galinha do meu visinho he mais gorda, que a \M ili i^J ^Ê IjTÍ i|t "ÊT 



i 



Uoem de dia naõ offiendc a conscleniá*, ajuda quôa 0^^^^Aj> ^^ *1r R 

alta noite Ibe bata5 á porta nad ae a»a»(a. . jl\ ^9^ jK 

Comparando hum coraÇaS com ootro, Da5 M icka- íft J^^ J^ i|^ ^ J^ _* ^ 

Esse era outro tempo. iH^ — RÉ ^íSt — ^ B$ 

Cada rei tem os seus miniitros. «^^ B n ^|C .Jp ■■«* bB ^ 

He bolar lenha no fôgp. ^ Jí >^ ÍÈ "Ifi: ^ íí^C ^ 

As circunstaociaB mudaS- ^V *-U #53^ 1»*^ f-* iOS^ >^ >^l> 

Depois de huma grande aSca, Bcmprc vem grande Jf^ J^ jj^ i#4 jjV^ 5^ -J^ "Sã 

Ife bom de dizer, e mao de faier, ^AB^ ^ W iK m" íS 

abando o mestre he rigoroBO. . dou.rla. "« ««* |f f g ^ Í|t ft $ ^ W ^ iS 

Com ímm bom oroigo serás virtuoso. ^ rrt**£.«^Ll^,-», J.r1.L»A«x-»^.M. 

Se pi rcs o niubo, qut orarás os ovoi, (consequência OT » A| ^ W í P >C iÊ^? ^ 3c 

O recusir he falta de respeito. ATt -^ ■» ^!1 ^'^ J.*^ ^it. tó "^ fr^ 

Ninguém conhece melhor o filho, qua o pai. y;\í ^* ^ j(|l ^^ j[^ PP* ]q ;^ J^ 



Alc o bein pode ser vituperado. 

^) costume he outra natureza. 
Nadi se pode fazer dclle» 

.Mov«-9e a ccge, e toca6 as campainhas, (consequtAcla). 

Oiem me ama, ama o men ca5. 

<}ihm di he tio. 

<»s anjiiibis o entendao. 

Proaie.te muito, e da pouco. 

títiiva ÍHTa levanta hum incêndio. 

lias de fartar- te, c levar para o caminhot 



Fat bem ao liaço, e mal ao fígado. ÍP í|fiu 1^ 31 

Se force aHoma, vive á Romana* |5@ 7P1*!Jt& MV 1^ >U 

A sua esperteza o perdeo. . . . ' . |S ^ j^i^Ít 55 ^ 

Unm ciperto «ncoirtra o«tro. "^ /s^ ^ ^ 3^ ^úJ\ 



^^►i ThPP Cmp. VI. FSOITBEBIM. 



Checando a Z«m, cyier ir a Xm, (ambiçag.) 

O qae Um ham quarto, quer mais huma estufti. ;|»|^ "7 J^ .3^ ^/ ;M ^^ 

Porque o homem lie insaciável, de? orou a terpeote a i\v m^ q AiÍé :a^ 4«t 

hum ministro. / V 'U> ^ /£. ^a ^ it|' 

Scrre^he o pouco, e nas o muito. r-^ J^ ^BÇ jg[ /K ^ 4|^- 

guem twa dinheiro, manda o diabo moer. J^ ^ ^ ^;^ 1^ 4^ J^ 

Hum cago achou huma agulha. B^líí^^^^^ 

Chora» o gato pelo rato he fingimento. ^ 5^ ^ *? iS ^* ^ 

Poc o ramo n>huma parte, e o vinho n*outra. í^ ^ |^ ^ ]^ ^ ^ 

Quando a noiva vai a subir par» a cadeirinha (pa- ttg L ^fi Jjt "PT 75 Rtí 

la se casar,) b« qne lhe furaS as orelhas, (torde.) HP ..X;. TW 11f -R* >1t 'Vv 



O bomem ha de ser trigueiro, o boi negro, « a ca* 
ViJlo cor de ferro. 

O heróe na6 nega, o que feí. >^ 5P fp J Sf >^ W 

Qjuem teoa gente no pa^o, de pcessa he despachado. JgQ «fQ^ ^ / ^ 3Cj j^ fã 

O mal de pressa se aprende, e não o bem. ^^S^^^SÍ ^ >fr|fpl 

O bojo do primeiro ministro, hadeser.hum mar. ^ ^^ /jj^ ^^Ê ^ ^ -j^^ 

Chegaerte para os bons,, e parecerás bum deUes. ^!E^.^^j£^^ 

Quem naS^olha ao loni«,tem' a caUmidade próxima. ^^^J^ J^ íj2^/^ jj M, 

Antes que te cases, ve, o que fazi^. ^^^^ SÍ^^^Í^ 
O qne naõ, querespara ti, na5, o faças aos mais. g ffí'é^ ^^^ífSk Í9t .A^ 

Na5 mettaa a.fouce em seara alheia. ^ ^ X^ ^ ^K ^içt 

Cada. ham ha de cuidar, no que lhe impofta. ^ S ^ H^ i<^ ^ ^ 11^ 

Por hnma palavra se ganha» oa se perde hurn^ reino . ^"^ ^ ^Ç ^[> *"* ^- j^ jj! 

P#r poooo naS fique a obra imperfeita. ^^ ^| jlj^l ^ ^ ^^ -^ ^f 

NaS se peaca5 tratas a barbas enxuta»»- ^^ 7\ ffU 7\ {^ f^ j^ ^T 

O nesquinhot nSo fafà coisas grandes.. ^ >P :^)j ^|j ^^nJK ^J JEÊ 



315 -J^^ /**aE 

y\ jp. Jjr PP Cap, FJ, FRovERBros. 

EscoDdc a cabes», e naõ tuida do rabo. 5^ >0 M ^ '^ |S ^ ^ 

O que tem faces labidas, mata lem faca. ^I ^ il5 ^ A. ^ ^ 7? 

'^TaSrbo.^^" ""^^ ^ ''"^ •. ^^ "^ ''' "" á FI tii i^ ^ f 11 íH 

Q lantlo pega n'huin, foge-lhe O outro. 5^ P R^ S ^ ^ ^* 

Palavta, que aahe da boca, hc pedra, que sabe da ^^ -^ UJ |j ||njj ^ >t^ iâ 

Aoa pequenos cederei eu, mas naõ aos grandes, {wl- jtó ±^ ^^ RR "JX +j^ |(ft ^ 

A naõ ser a honra, e o proveito, ninguém se Icvan- ^^ ^ >tt í|] ^i^ -^ S JW 

Quem faz bem, para si o faz. W J^ 'ff ^ ^ C!> >^/ ^ 

O dinheiro do satellite vai 'se, como o barco na cor- BttJ Ji» n^ ^fejS "T^ ^j^ flh Ay 

Quando os obreiros sa5 muitos, a casa fica torta. /|V I2E '^ J nn íE J ív 
Tesca três dias, e quatro enxuga a rede, (na6 assíduo) ^ y^ ij?] ^^ ^ f^ tíjq 

O.ulo n:i5ba experiência, na6 ha prudência. ^ ^Í "^ ^* >f^ .K ^^ 'V»>> 

líiao.i monledela de ladraS chega aos tutanos, (ac- JJM V^ — * Q ^l >S> — T ^^ 
<• usando ouiro em juixo.) '**^ -^ r- -^ ^ n --^ ^* 

A. pavcdes tem olvidos. :^ ^ fS |í^^ ^* ^íT A H 

Q .em naõ deve, naõ teme. ^U^ iE -^ T» È^ ^ jf^ 

Qu-m tem o coração saÕ, digero, ate a conserva fria. Í\^ íS )X Vpf ^ TW 'ííl TM ^ 

U .>trro puro naS teme o fogo, nem o bom vinho ser J^^^ J»A j/t ^ í? jffi ^ lÉ A 'p 

IVIo pcqm^no tirarás o praadc ; quando velho 8?rá ^jtó_ ^k ^í yÊr -^- "^ ^ í. if 
o que ora de três annos. K*- J U F=l >^ v f^-^ Tíi 

' A cu.laro* a.rrama o azerte, quando apanha o ger- ^%^^^^ f\^1^^^'^'^s, 
-elim, (para o faxer.) ^^^ . ^.^ 

O ser b.,/o ha de ser na corte, e magi.trad* nas 7^ JPf^ ^ ^P fjtj {ÍJ >^r RlJ W 

, <^ nariz de trcs veatas fede por mais huma boca, Z^ ^ rT J^K ^ ^ W t^ Mi 

„";r'Z . * . . ««. '• -»■ A m^i* nf^i 

A «.bisa leva os homens, aoode oi gansos naS cheg.S. JS Ã^ -1> PJ ^ A ^ Çu tó^ 

O q-« c««1a do monle q..eím«-lhe a lenU eo que (^ |J[J||ÍÍJ^^ÇMW£^ 

ir^ui ío rio bcbe-lhe a «gca. 



/^if. -fê^ Cap.Vh Provérbio. '^* 

O que cede dura, e o paciente tem paz. <S ÍWj W 1% ^E RB ® ^* B ^ 

Quan^ cahe o caTallo, logro arrebentm a aella, e m»tò ^^^"ÍSÍ ^M ÚQ A Ua 

qnando cahe o muro, todos o «mpurrao, .(o desgra- JS3 Ifj ^^ SfM Wt ^M y^l tTC J\ TK 

çado he persegaido.) J^^ Jt*^ jlu m .iaa m %rvt _£r# ^ 

Qaem diz bem de alguém, naS falia em segredo,© 'WStt ^R ^ A & A W W eí 

qnem folia em segredo, diz mal de alguém. >^# HR *!» f=J X% ff /\ fj^ ^l pp 

Dere liarer muita gente no trabalho, e pouca ao 7^ ^ TO ff* ffi* A J^"* V? B^ , 



^^lm7o^LT'o^L^a5^^^^^^^^^^^^ cavallo,ecom jg®^ ,B| ^f. A ^ A 't^ 

^tuL^iuíi^:^" '^'^^'" '^^'^"^' '^^"^ ^^ í"^'^^ ^«» ^ ^ t A ís í* fí S a M 

Se qneres, que o naõ saibaõ, naS o faças. S^A^^l^^ £^^5 

Apeia- le, quando chegare* á ponte, e se tena estrada. >Aç J.*. •s -r* ti? -^ fíi. -i=è* -^^ ^ \ 

naS te embarques. ^W^^J^TM^H I^^^7T| 

Muita colla naõ pega, e muitas palavras enfastiaõ. Hp ^ } >f% /]fp pp ^ X ^nF PB 

Se tens dinheiro, com elle sustenta os homens, senaÕ, «^ fí^ I -^ h éoç Jtíi ^S -^Ê: A 
com o bom modo. Tl »^^ • ^ X V TÍTT 35^ TPVi ^ X V 

Peior be o excesso no fallar,. que no comer. Sp^ ^^ J^ ^H ^ ^^ SE íí IS ?í 

Batendo em outro naÕ lhe batas na cara, e injurian- JrT II UA JL^ DA S A & "^X PrTZ 
do-o naõ puxes pelos peccados velhos. T/ /V j/ V T Í W& ^ ^^ ^t pT aE 

O homem irritado salta muros, c o caO sobe aos il ^A "^ l?4|. 4|fe ^ÍT Ã *^ |- Ô 

o siso naõ esta noa annos, e quem delle carece, ^rO "^ >T5 ^» Ç ^P lw ^S jfe ^ 
debalde passa huma longa vida. ^n* ^^ «^ 

O homem morre pelo amigo, e a mulher te asseia Hl» Jf^ TÍH d ^W ^L íf 3«& li® & 
Mora o pobre na praça, c ningneai o procura, mo- ^Ç ^ ^ 7p TOi •% M^ |9 Ç J^ ]l\ 



pelo amante. 

PinUndo o dragaS, e o tigre, pinta-se. a pclle, e naõ o 
osso: conhecesse a cara, e naÕ o coraçaÕ dos homens. 



ra o rico no deserto, e alli o procuraõ OS partntea 
remotos. 

As boas palavras saõ quentes no inverAo^e as màs 
Q& veraS «a5 friâí. 7? /3 ^p 






>\Ç. IV^Plt Cay. rr. Pn VEEBIOi. Í 

IH Deof nozes a qaem. ntô temdeatcs, «dá Deus ^ yV ?iR xR 7^ fiKí ^ « ^ ^ 

dentei & quem n^ tem noxes. ^ 1^ ^^ ^ Sl^ 

Elle so cbora à vista da tumba, « so desespera a 
vista do lio Amarello. 

Limando, de hmna irare sc/h? huma agulha : tudo ffij^ TC ^ ^ ^ >^ ^ -Hl^j ^ ^ 

Pari o bom cavallo basta huma sella éimples, e a -— ^ m, „^ ju -«. 

boa malher naõ se casa com doia maridos. ^ W — • 7^ ^ 

O homem bnhil na6 vive de heranças, e. boa ma. Kí ^ ^ ^^ ^M Í(f'^ ^ ^ 

o homem, c os sen^ Ulentos sa3 nteh. -J^ ^ Wt |É -^ ^ i^ 

IteW o C-V..IO à borda Uo r i c, le Urd. ^ ^ ^Êt^ .È fj fê ^ ft fiffi 

calid^etar o barco no meio do rio. h. .,a Lom. ' ll^ ^ >31 ^IÍ JS M íS 

O ho»eo> «™ suo, h, co«o o ft„o «„ .,„. , H ift # "fe. «t JÍ * í|í :* A# 

a mulher sem siso porá tudo em confusaS. db i& -hít rfií áA$ 

iUi> ffiL -XM Jt^ ^ 

Tem ca», e não pode ir para elli, tem reino, e •^É£#-t/ÍL.JU..Ai.l3tJh«ii«* 

nao o pode gozar, (grande difficuldadc) * ^^W-^^MM^ 

?««. PO, ter cSo. . preso PO. ago o ter. ^ ^' 3E ÉÉ í ^S ^ 2 M * 

1' Zr r '„iSe? """""^ -" ""•'' - • •«•« A T "^^ t # * :?; pT 4 * 

A f.rtnra c«s.« b,5g.,. e ..fome Udrclru. Ifi )^ ^ ^ H ÍlL^ ^ ^ ij^ 



l] 



^\^ tWfip Cap. rr. PKOtERlnoa.^ 

Se o outro niõ íalla, naÕ o conhecemos, e se o páo II m^ Jiri. -9* ju* . t^ -^ h^ *^ ^.^^ 

lenaBfura, naô se penetra. /V^ Wti "^^ W^"^^ ^ ^ ^ 

O discreto naô^escaroece de alguém, e quem escame- jm ^m -«• 19 A 1.3^ H -w* X«« »*iil 

ce, he indiscreto. ^V &^ Vt A 1^ J\ ^ ^M 

)m todas as aldeias ha galloe, qive cantem, e cnSs> que 
ladrem.*^; e em toda a parte as auieixciras tem a 



ímtod«...WeÍMh.g.lU»,q..ec«ntem. «c.ê.,qa. ^Pj^^^^^ \ M^j]^]§^^ 



mesma flor. «"-^ jág Tj^ 

Em todo o mundo snõ os corvos negros, e em to- . ,, «^ irr * - m* _a» w * t^^ ^_. 

d. . parte h. «visados, e estapidoa. Jcl^^M^^M^MlÊ #8 jS 

O homem naÔ he feliz mil dias, nem a flor encar- ^ *. ^.^ _^ • ^ jj* if_ , .^^ _^ ^_- 

Ouem quer gozar dadogira das riqHezas, devp ira- ^vt it. ii. j^a tjai ^-j-. j .- «u« «^^ t* 

gar as amarguras do trabalho. WTft WwKSMrW -LT^ 

Qfiando ha fortuna, dilata-se o espirito, corno a lua jt >^ J^ ^ j^ -^ ^g rt ^J ^ af J^ 

DO meio do ouiomno, que replant^L'ce mais. ^^ 39u 5C| ^r* W JrT $^' aJ 3^5 *■ ^/V 

O Terde monte, e a cristaliia hgon l ; sempre a mes- >v ^, M -^ lll Íá6 ^ >6^ I At 

■ina, quando a mais formosa fc cobre de cans. ^-r |lf/t ítj. M A —>> -j^ 

Os cinco latos (da CIiítíh) ?fiõ irmacs dos quatro ^^^^ , ^4 ^^ O *A H li* ^ / mfy 

mares : e pur distantes, qui s -«Ô, 8c ^odcm encon- 5. í M iM M ^ Ai ^ /\ ^ jRÍ ^ 

trar os bouicu». "*"^ •^^ ^ ''** V^V^ 

Ocioso na£ tttá 40 tribunal, e só quando tiveres dinhei- ^^ xH 5^0 f^ S ^K "S- J— \ ^^ J*nl 

ro. irás à tavera.. W ^ ^ÍT Íj ^ ÍÈ ^ 

Quando n)e pedem, fico como a neve no inverno, e A Jj '^à ^SS" *If ^Ç» ^^ 3p^ ^^ ^Ç 

quando eu peço, fica6 como a geada na sexta Lua* h ^j^ H ^g 

Vamkin-Jõ ordena o exercito, tuida em comer, ena$ ^Eíí^^^l^iS^^^jlS^f^ 

em traDaitiar* •^^^ 

í»of mais dinheiro, que tenh» o rei, naS comprará o jS ^J^M^WÈ^ ^'^ ^^WÊ. Sf 

o destino (de reinar muito tempoj) nem por mil ^C^ IJi R '^* tpP* *^ H* I ***** Tsr* jri, 

moedas se compra a mocidade. - «-^ j.^ jt^ t ^ ^^^ , - ,^1^^ 

O ser rei, fidalgo, ou ministro, he hum sonho da me- ^ 2p ^0 du ^^ ^ >f J? JIl jl^^ ^ 

ia noite : e hum reinado de mil aanos he hum jo* ^m ^ j|. ^ ^^ ^ LU* 

^ de xadrez. ^ ]^ ^ Ol /Pj ^ 

Naíqncr, qtte o caTallo XM)tta bem, c fuer que dle ^% ^Ç J^ íf* '^ f^3l# ™ S âW.^ 

tenha boa andadura. -fj ^ j{j* 

Poupa, e serás rico, akrga a ma5, « wrat pobre, ^ ff^^Wí Í^^^^ H >S 

(prodigalidade») 

A casa se arruina com ot divertioietttoa» e Âoreoe 
.«0m a industria^ 



y\ Jft tlt pp Cãp. VL Provbruo. 

Quem multo falU malto erra, e o multo comer faz •^ J^ te jN|l y^ ^ /Mi J^ 

Qu&ado ham quer Tender, nem tret lhe compraS; •«• ^B 7 ^J^ —* ^& "^^ y^ ■« 
quando hum quer comprar» nem trei lhe vendem. ^* "^ ». -^ ^**' ^"^ • '^ 

O bom homem dora pouco, e o mao mil annoa. j{^ yV ^T^ |^ "^ ^W ^í /Jj *T* ^^ 
Quem tem razaS bóU oa ontroiem terra : nem trci ^ Í^U: f^ ^ \ Z^ /V TP ^ 3íí "^ 
homens podem arrastav a palavra razaS. ^[^ jSí ^ ^jfl^ 2^ 

Sc q.aupcrior qA5 he recto, o infierior na&o respeita, fp 7\, fl ií ^^ it f]^ ^V* HV ^'^ hK 

Quero ettar mil diai cm casa, c na5hnm instante fora- ^+* S^ ^^ fl ^* |lj /*|^ *""* ffif Kfll 

Governa a casa, c saberás, quanto custa a lenha, e ar- ^ ^ ^Ç y^ ^j^ ^ ^^ ^^ J^ ^^ 
roz : cria filhos, c saberás quanto, deves a teus pais. ^^ ^(^ "ff J^ 

Naõ chocalha o vinho na garrafa cheia, mas choca- Afr XgS ^ "JT ^L 4í icS Jgí» jlÊ 
lha np meia, (o hábi» naS se inculca.) ffi7l7%1r^>»^'T^^>^T^1W 

N&5 tem Bciencia, nem gravidade, para se fazer ""^ "^ TÇ J^ ^ ÍÈÍ >?> W ^ 

Quem faz arcos,^ encurva, e quem faz settas, endU ^"^ 6^^^3£^6^^jít 
reita': cada hum cuida, no que faí. Aít /çt S jS ^pj* ^1 

Hfr melhor pouco, e bom, que muito, e mao. ^ *2á ^ ^1- "^ l^ "^^ 2 ™ T^^ 



Quem tem fome.ate d* farelos gosta ;. e para quem ^^ i^ *Í ^P 3f |6 ífe^S ^ 1^ i 
esta farto, nem o mel fae doce. »t ^ ,*. ^ , .a* ij^ r«4 -^ 

Em casa de ferreiro espeto de pao. M JP HV ^ í^ '^ 

o que o OttiOdo. ii«5 onve^ o coras«8 naS «ente. «o ^!^|||'Í^^j^ 9fit-^ Má % 

qae o olhou»» ré aboca na5 deseja. ^f\ ^ 

O. pobre. naS tem, grande* vista. : m«. o cvalto Jl^-jg^J^^^^ 

magro tem pelo compndo. ^ a ^J^^J^-M. -3Ef 1^ MÂ f^ 

MU «.todante. laS «U nobres, acem jogadores «SSf'-^=|^^'^Jf^^|S^, 

cwpobres.. W ^ ft 



^ 



A^ -9* ^ fp C«ji;. VI. Provérbios. 

A razaS ftojelta o s&bio, e a lei o néscio. jg j|g ^ ^ ÍÍ^ ^ 4^ ^^ 

Os gaosoa, que passaõ, deixaõ som, e ot homens A ?pL Hg >g 1^ ^ ffi j^ 

Pela riqueza morre o homem, e pela comida a are. /v Jffi ^^ ^^ ^W J^ ^Pc 1"^ 

Fora da pátria le ayilta o homem, e » fazenda en- 
carece.. 

Pelji boca entra a doençâ, e por e\!i; «ahe a desgraça. Í^ ^ P Jk%^ KE " W 

O caÕ moriie o pobre, e o Ijomen venera o rieo. dfpl ^5 Í&Ç ftíl y^ Sj ^^ W^ 

O liomem excellénte falia do presente, e p»-. :tdo, e • a ^jk A^ -4^ tL>u -Ar >& l-tl pS 

as coisas excellentes tem ham preço extraordiui rio. J\ ^ pjK^ ^^ !f^ J^ 1P[ W J^R 
A lar.ça clara facilmente »e evita, mas naÕ a oacol' 



ta sdt^. 



Conhece-se o baixo pelo alto, c o branco pelo. preto^ ^ J^ ^ J^ |j^ ^ ^ ^ Jf?^ P| 

Poesia, a do tcmpa de T*am, letra, a de Kitt, < ora- «^ j^^ 2-2* ^^ ^^^ jl* .jV. 

SÕes,a8 de £/a«. ^ pf W '^ í^^ ^ -^ 

Sc queres saber as seccaa, e chiivas áo Ceo,. exa- ^ ^ ^ ^ ^ ^ y^ 5^ ^ jlg^ ^ 

mina primeiro a face, e interior da terra- J^ J^ ^ 

Sa5 os pao» carunchosos os emprcgadoe, sa5 os^bru- JjC ^ 'ffe B '^W^'^ 1^ 

tos, os que comem os ordenados, J-> \L nm -tti 4^ -tí: OJlk 

A gente velha se encui va, e a arvore se mirra. /V ^^ >í^ /rSr IW ^ «^ í H 

A coisa na$ me toca, naô me batem nas pernas.. ^^ Jf^ pi 'U> f$ ^ 'l'! ^6 

O interessado se perturba, c o de fora conhece melhor. |^ i\j> ^ ^ ^ í|, ^ V^ 

I>cpoia do grande premio, o exeralo será valente.. ^ ^ ^ "Jí 1^ "^ J^ Ç 

Do dragaS nasce dragaS, e da águia, águia, nasço ^^ ^ pg Mi ^ Ml^^'^ ^ ^ 
o rato, e logo sabe fazer buracM. (filho de peixe 



gabe nadar.) 



Qwem se naõ levanU, quando amanhece, padcrá dor- Oft M ^ ág» Ô^ j^ ^ 

mir muito ? ^^ "* ' ^^ ■* "* ^^ kL» rrt 

Em agudeza ninguém excede o rd, e em espertea»- f^^^^^ '^ fw M"^ ^í ^í^ 

<Í>ra Wa diz boaa palavras, ao mesmo tempo que ^ ífi |g tó |f ^ Jj^ 'P ÍÍ^ íí ^ 

Unça peiaa aos pcs. ^^ ^ i%U 7^ L Hk± âM ^b .^^ ttS 

Tara sabcre» o caminh» pM onde va., ha» de perRU.- 5^"g5^^^IÍ0*B>S/V 

tar o» que de !a vem. "*^' 



Sm. 'urjtl "'*"•*"*'' " «K-rrené^oc- ^^^^Wí^^ S^ íffi 
Da caldeira do aoU nSo te tira panno Tiraoco. ^j£ ^i» «^^ ^ ^^ P) j^ 40 ^> 

jjuandobam aren tora a rida, nem dez mH lhe resistem- ^*^ y^ tM^TJ J\ pF HJC 

O heroe, e o valentão podem «ncoUier-fie. e .stender-se, ^ IZ. JFJ^ «X* tj* H^ ^jli IS 
(sahir a campo.) ^^ ?9 i 7^ 7V P^- TC Bi:» >'« 

A rectidão demasiada he meio de attrahir desgraças. EBh j^ "^ ^^ Wí |^ ^ j ^ 

Ve o homem o proveito, e na5 o damDo,« o peixe ^V ^ ílj ^Ç; ^^ ^^^ ^ j9 ^ '^^ ÍtI* 

a isca, e miS o anzol. yf^ M^ é^ 

Se na5 pedires, todas fcra6 liberacs : senaÔ beberes ^ ^ 5(1 ^ A fs 5? ^ 

deixa o vinbo ser barato. jm {§ ^ 

A agoa disUnte naõ ap3?a o fogo proxhno, c no pa- jg ^ ^^ áç^ S£ i^ S ÍS ^ W ^ 

rente di tante be prcferivel o risinho proxuno. ^ 0*flSÉRll7K8?MM>^ 

Por claros que sejaô o sol, e a lua, na5 HÍn:reiaò o <> ^ uj, ^* Ij og -«^ 

f»io emborcado, nem a efcpada afiada ik^.la o in- |> // K'J ^ lA ^ W ílff ^- >^ 

oooente, nem as infelicidades extraUori!iUHnHS4» .uap A ^^ ^ ^ ||g ^ y^ M^ 

jx'la porta do circunspecto. '*'.*' V^ Pj 

O pobie iiropo anda alegre, e o rico ç.ijtrrivi ir ite. ^ ^^ ^ mW ^ ^ 

C liem fica em <:asa, e o mal publích-M- » mú lis. "^ ^ -^ tu f J flp ^ ^^ ■ ffi 

O bom remédio amarga, mas faZ bem è «%Hi^.a : a pj^ ^ ^ P ^Ij "J* ^ ^\!J pi J^ fl» 

verdade soa mal, mas "he ntil aos co^inmfs. J|j -J- -fj* 

O bomem naÇ vive cem annos, e padeee Urbalbos AíÊ-^^f^W^ffi^SS 

Quem em casa naS recebe boeped«^ snbindo fora, V^ ^^ WáHí>^'^ffiJÇ^W 

achará poucos, que o hospedem. , ^ ^^ /> 
Os meus amigos devem ser mcWreè, que cu, se aaS ^ fl^ ^M f^ Cl HíkWL ^ JlP S W 

oovíKi eu, melhor he naS off ter: conbeciíTofi ha cm "^^ )j^ Z3Z •T^ ^|iÍA>^^^fe A^ 
toda a poríe, roas amigos poucos \y94c haver. Plw /HR ^V '1 y>r •* filSTPQ^V 



/^ 

Meâior be a experiência» que a infòraiaÇad; ia»i» J^ giC^^>[II JI^^ ]£ ^^|>Í]] 
rale ver, que oufir. H ^p* 

o rico penwino anuo, que tem, c o pobre no presente. ^ AlS^ ^ "^ A JB 5^ tí 

Poderei em tudo andnr à rd. >tiide doe homens > nafí; ^ ^t, J|. ^jt f S-^jJ *^ fâ 4fe 4% 

baata-me logo evitar remorfos. .•* riC jmJ. ^h / V ¥^. Jil ^ fflT /^ TAí *-^* 

Hum homem com fortuna puxa por toda a fomilia. " * A ^ CS í^ W ÍÍÍ M 

Quem na mocidade na6 estuda cedo com diligencia, ^ ^'^^^ ^ '^^^\}^Íf ^"^ 
qoando encanecido sentirá estudar tarde. gg g ^ 

Estuda bum dez annos, e ninguém falia nelle, mas -f-^^^Tt^^^I^— |g^^ 
logo que be doutor famoso, he conhecido *" **^ Oj -fÇ ,^ 
a parte. *^^ ' 

Quem se honra, se ennobrece, e quem se levandija j^i^j^^Q^j^H \ 

Íen3 Tr"em°' -^^^^^^^^ ^^ ^^""^^ ^^ 1 ^ ^I ^ Í ^ ^ 1 ÉI A 

^r^rau!t'n.r^'^^'"^'"^'^'^^^^^ ^iit^íífiSè** 

Depois da grande secca veio a chuva opportuna, eem ÁSi^H-nlÍ-j^^^^^0 

Urm estrimha encontrei hum amigo vdho. • v -p A:^ h » " li-í/^Hr -hí» r/w ^ ■ 

A industria he buipa preciosidade impagável, e» l|^B^*M^^ÍÍ^^^ ^ 

circunspecção bum penhor " da ptopria segnranqa. j^^ 

(> moderado na pobreza anda alegre, o o amMciosO á^JH^^^7Jjv^>jÇ^J^ ^ 

na Biesma grandeza anda triste. ^^ tA -ir tS 

Ahidao qoe está 4 vista trirez seja falso, edw<u,gran- íffil^^ÍÍ^M^^S^SÍè 
de créáito, ao que se diz na aosencia. 21 ^ !^ ^ '^ i3 

Anda de Tagar o eavallo, estando magro, e na5 w j^ ^ :^ {§ ^ Q j|^ A>?í ^ 
desenfreia o ho«en^, sendo pobre- "^ ^ ^ ^ 

Melhor be a rectidão na pobrewi,. que o tfcio na ^ pj }£ [^^ ]^ >¥> W ^ÍB^^ 



y\ ^ 10* ^^ Cap* F/. PiOTfiRBKNI. 

Ao bom entendedor mein paUm bi»ta, e o lM>ni túnh m y\.>SÇ j^ ^ ^ y^ ISC '^ /Ti 

bor Da5 precisa pancadas fortes. ^R j^ 

Hum s6 fio na5 fat a linlit, nem bnma só artone «^ ;^ ^ f^^ J^ 1^ W 7N T^ HE 

o bosque. ^ 1^ 

No grande rio bumas ondas empurrão at outras, e -^ ^^l 'W Ík ^^ Hv ^'^ V* -H ^M ^V 

no mundo os noros empurra? os relbus, (para a * /^ "^^ i 
sepultura.) iP^ ^ /V 

He regato, o que ja cresce, ja diinlnue, e bc uesclo, >^ ^ J^ J^ íl| ^^ ^J< J§ ^ ^ ^ 

o que a cada bora esta mudando. /J\ A i^^ 

O imperador, quebrantando a lei, be iaõ crminoso, tT ^tp, ^rt \4i' Jgg fi f=| Hg 

A abundância hc auMual (em algum Ioga ri) c a cala- ^m Al. A -r I -^^^ <{\ ^^ A^ 44{t —Jr' 
midnde chega a qualquer parte. ^ 3fff "^T* \ ^ *A /TA n^ ^i» >7 

Aprende, ou sejw moço, Ou velho, o que Imporá be &f 44ff. »• /J^ ^E S" ^S 3lT 
formar-se : (ticar hábil.) ^ ríti Aíà ^ -**» « ^^ -^*^ 

A riqueza licita, boa que c pode tomar, o dinheiro J^ jM "Í^ÍÍ^^PI Bjt^lã Í^O ^ 
iUícJio i»a^ o busques à furça. »* ^■* "^^^ *■' "^^ ^^ * ^^ •^^ 

Sv o6 iniiaôs se naõ unem, os estranhos zorni aô. ^t H^ ^^ JL ^ '^ ^P ^ V^ Í^ 

Na Hbundacia terás muitos amigos, e na cal mrdade '^ ^ ^ I^ ^ ^B ^ JÈ^ Hí^ >^B^ 
nenlium. "^^ ^^ "fiE 

*:ri:r;:" rs'=° "' • - - íi » +"k » ? * » « ã >> 

No mclo.il naõ^ pegues nOs sóccos, fiem debaixo Ao J^n Im ffl ^ Sí Jre 35 |^ ^ fg 
«bruabeir© componhas o barrete, (evita suspeitas.) i>^^ ». _» 

Otempobehuma sctta, e os dias« eos ni-zs huma ytí<^ '^ w 1 M B»Í M i^ 3ír %? 

Kaõ esperes por futuros, nem penses no pa9«.»do. '^ "^ * ' J^ ^^ *^ *^ ^ "^ ^^ 

Quem naõ sobe aos montes, fgnora a altura do ceo, ^\ ^gr m ^\ XM yC iw |pj ^f^ ^P ^P 

quem naô desce aos valles, a grossum d.t terra, e -n* A» JUL -^ rs* «^ âB ^ «v* «V 

qurm wi^ cuire as tradifocs dos reis jm^s^a,^, a A^ ^^Sà ^ )^ ^^ W ^ JL ^ 

grande/a da sciencia. ^gP^^P^^^^^^ 



^^'^ ^fS^ 'c<ip.rj. í«arBÍiiOi. ^" 

P«3«m-8e rela» por amor Cu lox, e <stada-€e pota- ^^l%P0|ftâ^T{d^BQl))H9 

mor d. verdade: aqueW. aUomeia^o Quarto eacu;^ e ^^ , PH.W-Í<^»C ^W ^ K^. 

«au o coraçaS bnmano. «^ S ™ iW Rr A^ Hj^ 

A coúj. alada qne pcqaí»na, naííc faz,fcm a Irft^erim, S^ ^ J^ ^3^ y/A "7^ J^ 2L Rí^ K TP^ 

« o mei^iao, ainda que atilada, áaô sabe, aeoi ter ênsi- j^.« ^^^ ^ * •^'^ *^ 

nado. W^ ^M 

Quem aura o filho da-lhe pao, e qaem o aborrece, da" rja ftt >f ^r/ J^ i /rv «tf >e^ «^ ^ 

uie ph6. ^ .^ wiib^mwm^^M^êi 

Com o pao saíie o filho obediente, e oom o mhno, :f^ Zfy |IJ WJ "^ í^^ ^^ 44^.í^ JBL 

rebelde. - ^^^ ^^ ^^ ^^ ^"^ '^ I 1 >^ >T3 

O passado he claro, co«io o eapclbo, mi o futuro ^ ^^ 9^5P^4C^^^' 

«scuroy como o verniz. . . ^'^ '^^ 



o que lie de manliS, naõ sei, se será de tarde, e o <{ne "h« . _ 

de larde, na6 sd, se será c?e manhã ; ha no Ceo ^ ^ ^ {|f ;|> pj" jÊÍ> X ^ ^ 5^1 
tempestades impreritas, c noa homcni revezes da ^pptfcr=»#^>^rt>*_i^-r*\'^ 

O eapelho claro aaS contrahe poeira, nem a pruden- ^ ÇÍj MU M ^ ^ ^^ M M'J t1* 

cia i\laslrada brota vícios. - ' ^^ ^> ^£ 

Jlsta o peixe no fundo da agua, € <> falcaÔ a perd<r Jji J^ ^^ ^ th J$k\ 1^ W ÍÍ 'ÍÊ PT 
d« viâtn, pode-se ibcgar a e&te com a çetta no alio, "•* ^^«- '>nsi ^ i^i 4 ^^ f^ ^ 

e áquellc cotn o «u^ol cm baiku, a naõ se pode ^V tf^ ^ A ^Cí^ 3t pJ í^ 
«ooUar o coraçaj humano. ^ I ^ i I 

Pode-e calcular o C«>, e »edir . •erxH «a. n.8 5^ "^T Ã ÍÍ ^í M It ^ A AÍ^ 
precaver o coraçaÕ humanov ▼ i/* 

I^lla-ae coro outro cara a cara, tnas o c6r»ça< está ^J JHJ ^ ^p ^U^ flw I 1*1 

Segne-se o bem, como quem "iobc, e o mal, «orno ífE "^ >?P ^E" fwE ^§ Jjl Jj|| 
• t|aem desce. . _^ ^^_ « ' 

Hnma convcnnta com lum labio eivedo o estudo dt ^ ^S *"* ^^, pp fí^ p^ |* ^^ ^^ 

líaô lírocures â força as riquezas, que res, nem e- W BÍ ^K ^ ^ í^^.^^^ 
▼ites com violcocia os traballíos, que eocontras. ^ÊÂf Jfe» Jèíi ify /tT ^T^ 
Saem da he lio. ^' ''^ ^A'ÍrLVi SE 

Quando o miperior nss b^.reeèoi o inferior nWfi) rei- ^E Jl ([^ ^^ jE Ç j> JJ^ <jk1> 
O SJilíio roTla « ami ?«de, Fem dizer in» pa^vnu ^ ^ Jpg 5Ç ^^ {l] ^ f^ 



A re»oln9«8, p*rt s«r nobre, d«»e ter eeforsada ao -fc .^3^ •«. x> -— ». . ^ ..^ 

prindíio, • »Í8«oee o» S«. ^«» K W T ÍSí JM jt Jff ^ Íl 

O gelo de três ooTadoa naS pode ▼ir do frio de J^ y^ -— * C] ^il^ ^ ^^ .jl« >a^ 
humdiâ.. ^M^KW^^U Z.^ 

Qaeointô oure oeTdhoe, ter» «dTereiteUe. "T^ ^ 6 A^^ # ifâl W 'IÍ >S $ 

Se doi* tigres hngtS, hum ha de flewr ferido. ^* d^ J||0 At itV/ ^£j> ^_^ tg 

Sa deres hun:i nomno ii*oatnK guardaste dehQm tít jT A — ^ ^g M R^ jtíj —^ fflH 

0a.(n doutor» com p^av na peona, pacifica a impeiio ^ jT ^^ ^ft ^ ^C 1^ jIhÍ ^j^ ^^ ^ 

e hum geoenjy oom levantar a eapad**» faa i^ P^a. ^? *^ 211 

guando três vaò j;aAlos, sempre terei q^ot opreodefA ^ II tgt ^ ^ij/. r^ ^L éjí JM -^ dfc 
se imitar, o qut tem da bom, e corrigir, o que — * '^ •'^' li >^ lí •W F'i' 1¥ ^>. W 

A obra vagarosa sahira ezceUeiite,.e «um petetTcm ■» .«• «i» ,^i* t3> -«* «j JC iUl .U 
flo^^ «carrega de eeg^lo .«.eio. dev» du ««- gg ^ yy^ ^ ^ ^^ ^ 

Examina a& suasc palavra»> e repara-lhe na cara. 7^ pi ||]| A^^ £^ 

ft,eb^^Ur«oavg««.;«pe.Uaiad.«*ra. gl^/^^^]^^;^ 

Se a conversft na& vem. n propoéito, owsia paJaTra 'kf^ "^T tô t^ ái fife ^ 

Çorta-se a leolia mjl dhia, » quelma-se n^am. ' ^^ Q ÍJa^^*"^ H ^'^ 

a homçm, poê, e Deos disiíog^ ' PP^^A^JK^^^ 

SJiiem nsô M>toa, be de. of4em fU{»críor.. " '^'^m^xW^ f^ 

0^ babilidosoj^tem; matta thOialbOv f^ ^[ ^ Xb 

,gjg. o.«^ «.« « _^..^ ■« -^^ ia T- « # * A ii js 



Oa homens sem ébefe ntds fazem^ como a aTe, que 
sem 4SSS oaõ roa. 

Quem tem vinho, pode hospedar, mas naô- quem ò 
naõ tem« 



Quando faUares^ folia ao entendido, e quando ren- gft ^^ 1S Mf JS ^ A. flif ^ W W 

deres, vende ao conhecido. t* «fíâp A 

Com dinheiro se corre o mundo, e sem elle na6 se J^ ^ '^ SH ^ "It fS 1^ *^ -^ 

da hom passo* Sffi ^pp 

Vende-ae em hum dia trc» picos de fazenda falsa, ^ rt ^t rfr^ "T^ -^ XQ /P^ •'T r3p tít 

e em trcs dias naõ se vcude hum pico de boa M « TC J — * > — ' ifc^ — ^ -^V ^ 

FurU hum alqueire de arroz, e dia, que o outro fut- ^ S 1^ "Í "^ "^ ^ ^ Pfí ^'J -^ 

toa oito derimos. ^ "T /1 ^ 

Tudo o maia he tU, só o estudar he nobre. "M tíS^ ^ "P I^D ^ ^^ pM ^È í^ 

Em tudo esta ja a minha sorte determinada, e os .._« »a^ ^^ rt ^V» ^1& Al« i-<^ i^ LU. 

mortaes em raS se afanaõ. (a) 75^ ^ ^ U ^ V^ oL 2 H TL 

Nada depende doa cálculos humanos, olhando para toda 7? ^ >fv ft ^ pf ^%"^ ^ ^ ^ 

a ?ida, tndo he disposto pelo fado. (a) J^ ^ ^ 

Todo depende do fado, e nada do homem, (a) yjTM W Ã ^ ~* Wft ^ È A 

Quem diz o meu mal, he meu mestre, equemo meu ^^M;^ ^^ ^^ ^ ^ 

bem, be hum ladiraS* Jj^ ^^ í£l fffí 

Com o moderar as paixSes se augmenta o vigor, e . ^^ ^^^ 1^ - j5^ rJU 111 >^ JL -á5 tJI^ 

com o muito pensar, se perdem os espiritos. i^ H^ ^j^ Tfflf ^ J^ ^ itSL Mi :!^ 

Bebendo pouco, naõ se desordena a natureza, e pou- i^ ^ju -«y* ^i j^« r,4f. j^ A± /^ iJ_L 

paado a ira, se poupa6 as riquezas. ^J^^^^ ^\ 1^ ^ PP> W «T 

't^a-^eslíX'^ '""'^''"' • ' ^^^^^"^"'- 1^ .^â a ?él i^> í^ ifê 

' I ■ I III» — 
(a) Ve a a«fa p»^. 123^ 



^\ JfL li^ pp Csp. VL PaovEBBiof. 

Naõ entres em demanduB, os risiohos derem ri ver ^ "gj e[ toJ T^ OTJ ^a ^B ^ p^ 

Sc queres saber, o que eUj tem no coraç^S, ou/e o ífí^ _ JtA jI\ J^ ^ff ^5 Wj' P íP ^ 

No obrar deVc-ic seguir a razaô celeste, e no fullar ^p ^^ ^^ ^ ^1^ ^| Pj ^ J^ 

condescender com o coração humano. TV jlv\ # 

Quem na5 costuaia fazer Cobas ver^Ébí)ias,'na$ dt- -ZB. £b yjC /j>^ fflfe J9 ^p^C "I^ ^ 

vera ter inimigos no mundo. ^jff JfTÍ jjfr / 

Supponhamos, que possas fazer mal a outro, uías *h /p ^? A jfàár A "gt tí il ^ jg^ ^ 

■•e o outro to fizer» que ha de ser? ^D ^Q /çX 

A herva tenra teme a geada, c esta o hoI; e o m lo -^h Mi )tó ^ ^ tô S ^ Ê 'Si 

«ncoiktra outro, que o ensine. .«^ fi c£c 

j;{nanto «ais hum he mao, e velhaco, mais pobre he : |pj^ "H^ ifi ^j^ ÍÍ ^ j|S íff íftj? IjS -|b 

« eco nunca soffrc o jnao, e o velhaco. ^^ ^^TT ^^ 

Çc a ríquera vier por velbararia, o estúpido to- íttrfl ^^ .g* J^ ^V; 4fll í?^ 4ft "fíj» p^ ^ jí 

wu8lentar-sc-ha de renlo. rrp -ii- ^ 

Çe queres irmedio pnra coriar a be'>e'iirf, .*bie os •*. -^ ^^ ^ m «-— g,^ ^s -^jl * 

<.lho5, ^ oll. 1 ,.H.H c, I ebe.lo. >P ^ li/l )S 'íK ^ AR W Sr A 

5}iiao lo leu8 tempo, pensa, que o na5 teiMS, naõ le ,^ úS^ -^ rt W ^^ Q ^ At ^^ «jt 

4tcoate<:;a naõ teres h'íma 1» ira, quandj a dcsi jaá. Vfí -Tfc rtj* 

Hoje, que te«o. vi„.«>, eua,cb«domo.nc«. ,,.e a pr«. ^v f^ ;|| J^ ^ || ^ 0j ^ ^ ^' 

ae â mank^ a manhã a 8offr«remos, (gIota5>) qq p| H^ 

AIlus5e8, « equrrccos (a) 

Por a mania «o *.!, quando esti nul)lad , (íj.í 'ado.) ^^ HS >1^ 'feS^ Ê 

(a.) lii.Kta afoutar a primeira fwfe /W rr/ <.c enK^ndir a sr^vjidm 



82f 



quem cu sou.) 
Batem »r palmas no Templo Lum-fu^ (ficou com a 
boca aberta. 



O J|L 7^ P^ C^. VL PB0TEUI09 

O bamte de lawi b« flwarello, 0)a1da(Jo.) Pfl] íA tò ftS St ífe "i^ 

o corcovado suModo ao monte, tem a dianteira ciirta> Mm »J^ »^ • .K "fr a^*^ r /\:ie A-r^ 

oa f.lU dinheiro. ^ ^ T* X W BÍ ^11/ ^ XB 

No alto toca Tiola, on vem-lhe a fleuma à boi*, M£ OC ^ i^ 4^R j^'^ ^ ^|â, l* ^fe '^ 

(mortal.) t ^ li íft 7 

Sobe â arrorc com a boceta, nos ramos tem o pre- Í^S áfe ^^t^^ h Iti ^(& iát jbí •ifFi' | è 

sente, eu tem razaõ, no que diz. -J^ Tfr iffl 

Ptíe /«m/w no rabo do cavallo, naõ ae sustenta, ou Fl • ^ _IH íS? S RÍf J JL •STJLd tÍí^ 

naõ se pode ÍJilIar nisso. . i 7 /t ÍL ^ Jàí /fe< % IaE i^>/c£ ^ 



Capitulo VIL 

HISTORU, E FABULA, 
A fÊt fiequentewunte Me mUãde no ditcur», 

I. I. NOMES im VAROlS ILLUSTRBS> E SEU OHARACTER PRINCIPAL^ 



Rbis. 



Wu-M riscoQ ot 8 ditgrammaM. fa) | » ^ U^Wè PQÍ ^V Pr I — ^ 

Jffii-Kiiw. inrentou o arado* J • 8 JpÇ >R Jp ^ |^ ^ ^ 

»oam-íl inventoa ot barcos, e carros. 2696. A. C. (b) J g* P ^ 'Í^ Éfl ^ £ ^ ^ 



/ok, da dyoasda 7*ãm, iarentou o Jogo daa pedras. 
2356. 

X-n de íu caDtou o veoto Sal 2254. 
lu de Ota reparou o dilavio. 2204 
Ki de ffia regalou os nobres de Kimn-eai» 
Xmt'C*am foi pastor no reioo Jãm. 

Tom de Xam poz a Ki debaizo de guarda. 1765 

Ttti'lda, morou em T*um, 

Pan-eâm mudou a corte para Ia, 

Vu de Chou castigou o tyraaoo Chou. 1121 

O rei Chãm cortando huma folha de Vum fes regob 
sen irma^. 

; O rei Hiuen restabeleceo o throno. 
O rei P^Im mudou.<e para o Oriente* 






*¥^'« 



Ítl + H 



(a) A Hittorim China regeita^ como /aòuloão, tujo, o que te escreve, anUrior u ettee reit. 

(b) Oi annoi antet de ChrUto mottràô o. principio da Dyoutia, gue serve de época : ot China» neto tem 
eerteta desta data, e muito menos de outras antecedentes : ve T^ d^'^ 



32t 

Re». 

O Impertdor Xê de ChHn tdifleou a muralha de dez ^g 'hU â ^0 jfi|r R[ .M, jB^ 



mil lis. 255 A. C. 

Hiam-iu de CA» qnebroa as caldeiras, e submersa 
oa botes, (para cortar a esperança de Toltar. 205 



Uiam-iu de CA» qnebroa as caldeiras, e submersa ^tt t5 2B| 'XJf ^^ i/ff -A 



Z/tu-pam de Han pedia participar hum copo do caldo j^ tíA "Xtt ^^ JÇL StT 



(feito da carne de seo pai.) 201 

Fàm-mam botou Teneno no vinho de pimenta. 9 A. D» ^R^ *f tól íffi -^ ^S 

Cuam-vu leTantoa tropas em Pai-Moti^ (para recobrar ^ , >U .rli JU ^U 4*tJ -^ 

Ç>aií.p'r<de fVí, pela poesia queria perder o Irma5. 221 ^ gn í6 lS|f ^ |^ =^ ^ M 
Lsu-pei de ^u no pomar dos pecegos fea a conjura* ^ ttj ^J 



çaõ. -g 

^«M-;&%iieit de U montando, mostrou ser bcroe. * iBt «dbf t^f» fr.t« txf -^ IJ l.za 

^«-MA-im de Ckin dirertía-se com carros de cabras. 265 gg ^\ S èj< JX r^ J^ tM 

W •^J iR7 5^ T^ -^ 1T ^ 

*..«.-i^ cultuou íaa..tu^. ^ S # ?: Í»| it # 



tM. 



«icvf<m-rUM' de CAi do Sal cn Intign» na letra -^ ^^b* ââ: ^^ t^ -y* -i-. -llt ;tJ|. 

«.rrida, e .nUg.. 479 ffl ^ M ^E >W -t» ^$ll 

iW«. de C*« do S»l dúpotic^ueace oppHo.^^^^^^ ^f S :^ ^BS^IS "í^ 

CA-^^-cnH de rd do Norte mudou as regras anti-as. +U ^ Í6 fô íí ^1 fê S tt$ 

C*.^.» ^.-i.-. de FaOcúAent^ u.5 Uah. poder .Iguo. j^ g| ^Ç ]||^ 5|f ^Jg # ^ ::^ ^J^ 

S-o;^ÍL^fdo.f ^°"* '~'''' ~"" '•" '''- ít ^ i^ ^ ^ j^ 5^ :ff 

Ju-vtn-m de CA«. do Norte era riolento, e foi morto. íb ^ ^ ^ ^' IIF ?5 ^ 5^ 

ZomOleii de 5iid enfurecido batia coip a cabeça na fSÊ 4 H B9 Ltt J- -?-^ ifc. 

^•~- 581 iw if ^?JK/^rJn^. 

U'im€n da r»«w atratçoava os rassallos. tf 18 ^^ -dk >lltl db/l ^t* RZÍ ifit. 

A 5 DynatUoB. m ^ w3 pX pf [íg St 

CA«-ir« de Leam s«runda naS tinha património, í|i^ •^Mv^áfe^íí 1 

(ao parecer) nem taleatos, ( sendo particular ) 907 "^ ^ '^ ^^ **^ ' * 1 



32Ô 

Cnp. Vil, VaRiSbs UirsTREi, 

'x*;"::. t. """ •'^""•'"' ""'"- •""• "Trá ft 1 #) g ^ íí íi 15 Ê f ^ 

ío-trí (lo Chvu gcgtindft, pcH»eTa6-lbe, por vestido, 4& ffl gw »K- g?J Xff ;igi RS } 

hum pedaço de Widrira, (ftt^endo-o rei.) i^ftl *^ ''*^' *H '^ ^ /í* K^ I». J 

rAaií-aiaw-ifl(I*«.Vf«fiseqneímo4comartini;t;N Brapar' 5? ^ ^ ÍMa 'i?^ "^ W dSf 

ticitai- da dor do irmaS, (que a soífr.a jk ; n ^ eaio.) ^60 ^ H^ P^ /n^ ^^7 ^^ y^ Tm 

Hu^pi-iieát Juen (TártarrO «asolou o ^■or:e da Cnina. 1280 "^ ^ )65* ^'J j^t ^ 4* '^ 

CA«-A«in-v» de AWte se Icvaaíon, e íoft^uerra. i368 p ^ ... *_i, .^ _^ , .^ »^ 

JITi/n-cArde rA'im (actual DyuastU Tártara) sahiodo à '^^ '^ ^ ^^^ 1^ ^^ Ai^"^^ 

caíja, de8uppare<i'eo n'buaia montaria. ' 1644 y» iilx »A LLI Y&^ IJJ t*-» 

Fidalgos do Tempo da Dynastia C&ou. (a) QPI 

5r'flí f/o do reino í/ fugiu, fingindo ir buscar remédio j- iS ^fe. /Ô -Pa SE rfrl Ítu 

(para seu pai.) ^ 'g>í >5K^ IH q/) ^ JIM ^C-. 

Tu-chai (do mesmo reino) concedco a paz ao reino S |- -Wç ^Jfe =4i Tg 1^ 

CÀMxn do reino Ju cortoií o cabello por asseio. ^^ ^ty Kfr 5^ pi^ JS^ 

€Wai de lu concedeo passagem' as tropas de Chiit. J S ^ p^ "S" 'ft7 ^H 

-Po-Am de Lu foi castigado trcs rezes, que yU. . .. > pai.) *^ ^ ^ ^^ ^ — ^ 

^í.cMin uniu-se com-oxeino CAí,a pitib ar c r- ino >^ ^ tô -r^ /<-U átíj 

C'flm.jri de rei foÍ juiz do cKme de Ch<m. ]^ }^<i ^ ^ M ^ 7^ 

ru cum arrepen deo-se da culpa de beber (í ,: . ^ /\ >^ SM iJ^ *M 

so« contra á bebidice.) ■ - IK J^ %K íf^ iW Í& ^• 

•ÁhH-cum^c Càin por teria aib«i« íbi aas^^iar Cõ ^ ^ ^ ^X ÍÈ ^ "^ 

ran-cnm em Ohien-tn fez hum tr/»tado de p«7« ';y /\ írig -1^ 

Jam-Lum de Sum nac actn)u»ettia es cíeijlrevcnidí-*. 



-Feí-p« de CA\n criou muitos cvíloa, (com qtít %t 
rcbtllou, . ^ 

Mth^cttm três ve7ct rippriniiu revoluções etn Chm. 

<^hoam-cum do xcmoChãm acertou com humn act ,t 
no hombro <Tt> i:jipenipor. 






ifi) Bm 4iver*o, ,<-ya> lH>uve na China '.um rei, ou .mperador ie huma parle, ficando o resto dividido em fr 
fl«f«M rrtno», ou p, int ffado^, cujo, enb :re, eraSJic^lgo; ou rtgulo* nais, om menot *«jeUo$ ao ím/eraAr 



'ot"ir//.írH..-'ã:'';i«.^""- ^'^ "'"'"^ S ^ i ^ ^ T* ^ !l 

fa« de ÍJfiíj rrvvemfiva carroças naiUtares. ¥^ F^ í^ ^ 

*:tre>frs.) '•'■■" '"' ° ''^'' '" ~°'*'""'" ^'" M â" # ;fô^ j^ 

rm.A©ii*de ^eiíoí visitar a TiíiMi-cají-fiitt a sua casa. á® ^ 'fe aâ J^ "P tIc '^^ 
tí»€i'Vttm de /.wm torna* a a culpa ao anuo de fome. ^í Ja -£" ÉS 3? ^ btf 
Çttc^uflt de len deo o seo reino a outro. Sjb ^^ ^^^ y/V ^ 

CAflM-tfo»! queixou-se do reino CM, Hfí du fR <K§ J^-^y 

Emprfgados db Howi-ti, eT^am* fflf ^W I? 



^«M 



Jvm-chnm inTentou o rcporlorio. ^ ^^ Jj^ 

Í*m-A»« JDTentoii a gaita. f^ 1^ J^ ^ S 

//i-Ao (ministro de T^om ) rom rts ,v\*o entregou a rfr â^ ^♦■t 4i >, 1.^3% n ^ir 

distribuição tic.^ tempos para stiu rr, uc. /^ ^ ^P ^X T^ /V ^ 

"o-í Ordenou os r.ícs. > - -+- »i -,i^ ^^ t ■> 

-ffo« c'oti tleo nsff-ras T!a nrslca. ]h {/^^ ;^ Jji^ /P ^P 



Hou-cht scmeíu es diíTerentfs gruÕr?, ( tv. .j*.' |-^ ^„ j^. ,^^ ^ 

C/if pr(mu»gou as cinco leis swcius, ( i *aiivas Ta l^ ?W H ^» r^ ^ JPfr ?? 1^ 

ao pai, rvi, narido, velho, e aroiuu.) -^*- í^ IW •-# ^tAO ^rz :^\ JJL^ 



Cau 

w 



ao pai, rvi, n:afido, velho, e amiga.) 

t.iau ordenou os castigos. M i\%] M.JtL -tó ^ ^ >J^ 

« presidiu ás ^ueiínhdaa* ^' 7^ ' --^ ^'<P^ IH lO^ ^^ y\, 

n foi «randado nr^tar no moBte'''^, (por naCsa- M ^ ^ 33 íll 
ber encaminhar lis correntes. ^ ''^' **^ 

fíoan.«m foi presd no >mohtc CAUf» Pf^-^ ^ "^ :^ Pj 

FARTlCCl.AáBS. " 

Ckau./u levara as vaccas ^elo rio'íacià»a, abeber. M X ¥+ Jl 3J ífíj^ 

r¥.io« queimou os celliiyos.' " ^ ^H >< J^ 

\t!^f ae C'.«-««i C....V., b..e.do =. Wig., Ji ff i^ jÍ U fe 
Ben^cho zombou dtf /a (bom aliradDr) na jb»çt. "^ |^ ^ J^ ME ^ tó 



Po*mi rerolbeo osrettOf4e doift rtinos» coa que 
-distraiu Han^cho 



01 



taâan eon bwoot (for tem.) 



^ . ^ íê^lM^f^ 

FMm* M Otnão, qoaado tra!>»UuT» eon m dat ?• W ^ ^ * PlXy^ ^ 19 



/-IM laTrart no dtterto d« /«m«l« (qiuiilo ^ol das 
pachado.) 

Lao-jCom rtdlgiiiy iui6 eooipos obrtt. 



galés. 
Kiãu^co foi e^tvado na pescaria, e taliam 

Chai-ch^m obteve bom reino de cem it». 



ítê.kium foi general • » u'bom rtinado, (pouco tempo.) 
Chou-cmm andou pele reino do Sul [instruindo.] 

C^Jtu tinba a dor de na5 ter ordenado* 
CWen-jp# rebellQu o principado /*, (onde estará 
preto.) 

PAnTlCOLARBS. 

Coi^kew eompos 30 capitolos sobre o Fatiar 

DMpuloi de CohJ\ícIo, 
len-iuem tlnba o talento de roiniatro. 
^amrçu compox a Oranâe Sciencia, 

Jirt-po^tUeu era o etemplar da rirtnde. 

Ckum-etim poàU aer fidalgo. 

<^ãi-Íu era o ezempkf da eloqueaoia. 

Çti-ctfi» tinba mnitat carrnagens a qnatro, e caral- 
leiroa. 

JãH'kieu podia^ aerrir para fartar o poro. 

Çurht ara mni valeroao. 

Cii4rtf goremara tocando» • cantando, [^m pav-X 

Çurkia era o mídor lalrado.. 
Çu-châm «ra «^nl magt3tto«>. 






I 



PARTlCULáRBI. EmPRXOADOI |» FidaLCO» 

Ditciptdot ée Cêttfueio. 
Ç^-kúa tra apto para falUr a boipedes. 

Fan-eÂe pedia^ para aprender a larrador. 
^<*'VÕ p«recia.ie c»m CoftfkcU. 
^•mti gostara de carneiro asaa^. 

/«!;/« p«diu,qu« com Uuma i-^j te compratge hnm 
eaua5 (para enterrar o filho.) 

Nanjum repetia aempre a qtiadra Po.^H, (aobreo 
silencio.) ^ 

Cu.chieH respeiuva os bons, e recebia os aniigoi. 
(§ 11. 22) 
CumHe.cham servia para marido. (8d) 

Cu^eoM naS escolhia aUlhos, nem covas, (para fugir.) 

Ch*i'tia» c'tfi regeitou ser empregado. 

Çu'kin perguntou hunu coisa, e aprendeo três. 

Sm-ma-nien perguntou a difiniçaõ de tãbi». 

Po-iM aprendia poesia, t cortesia. 

luen^u calçando os soccos, ria se- lhe o calcankar, 
(pobre.) 

Çu^su composf o Meio: (livro.) 

Empregados db Fidalgos. 

KUcka do reino U observou a musica de Chou : (dyn.) 

Xen-tiu mettido em hum sacco, passou a alfândega 
Chétu. [43] 

Ckum ministro (do fidalgo) de lue offereceo a as- 
túcia de fazer a paz (com u») 

Fan-H procurou a formosa S^'** pRra U : (astúcia.) 

JVosii-At-;« de Im sentia oaÕ poder fazer as cortezias^ 
do paiz* 

Ki-vtn-çu pensava três vezesj antea de obrar. 

Mom-i-^u imitava, e servia a Confúcio. 

^ãm-veu-chum criava huma tartaruga (para sortile^ 
gioa : (mao homem. ) 



332' 



Íh H ^ pf ^ Mi 



5' 

o 



3dt 

Çam-vU'CkMtm «xigU de Mn amo (tmpregot p^ra ^ i^ '^'^^1 

in-c'^fM «offlRO dot lalteadoret. <? ? ^ ^^ ^ '^ -^ 

LeicAJa-Âtfd 4«potto titei ▼fzts^naS eroigitm. | p i^í^! p Jg ^ |ij yjfj ^ 

Januho deo a Confuoiò hum Vorco cozido. J® Jj'^ ^ ^ ^ Jto 
""Z^^ '"""'""^ ^** ''''"'" '' "'"""^ t23] ^ ^ ft -^ ê 5Ç T 

Pau-su-ia ncommendou /•• (Cfion-chum) W^^^ 1Ê ^à ^ 

Nim-cki ctnUra aO compasso de corno. ^ J^ tP^T" ^ UU nK 

Kim^kum reUrou-st para CJtf com hum initruroen. ^ "^ 4^ ^ p| ^ ^ 

€ketí-vei^'Çu largou o» seus carallos, e emigrou. j}^ ^ 'J^ 3ll *k^ 01) >S 

/eiWím-cAwm tínha hal^ilidadc para tratar com genta. ^ 2^ >/j|j ^ ffi A ^ 

^"^^n^-/"^' *"• "• •''^"'°* "'"(S) ã^ t ^ «i 4Í: f 

í-om-iV» coipro» • jortisa (par. o .n,o. • quem >J| J^ ]jf ^ 

íun f-ln diininntodo Oi fogoí. fio íxeraito, (p.r. ^ ^ ^ i^t ÍS M 

parecer pequeno) de«tro9ou r«- ^_^ 
<'„m-A««» ia viMter de m.nUS, e de tarde . ^Vom- çu--) ' Í |p W' ^^ S 

A-«nw«-«-«»«r»io^ da,Ralavr..g^che. para tombar ^^ "^ % iU ^ÍAíL^ 

J<:u ihMu possuia as rirtodes de hutu snbio. 
OtmCti-kim tiuha o talento de goveruur a casa. 
AiM-tu-éu, o !t\iãe nas lhe chegara. 
Chum-su tu cuidava dos hosped^» ; 

rHU't'ol'c»\diii\íi âp pagode dos maitne? (do amo) /IW* "t /P 7J? 
rffm^nn-Aí'! 'Cuidava da tropa. 






5fori-,« de CAi> coms jo^a na maõ lerava o caval!o para 
Vliantc. 

i^fi tm inslTuia, cx}ijicatiâo as rela(,?es socincs. 



3^ 






BMPitoânM 0E Fidalgo». 



CAãu^moãi ort como o sdl do InTcrno, (bciúgno) J^ ^ j|]| ^ ^P^ B 
C%cii-/tiit en como o sol do rmò, [teTcro.] j^ ^ J»0 W g 

Kiê-eie-fêei cortou. 9 coxa ptra o «iso comer. [35] 1 1* A j^ +# ^ Hí^ "^ ?^ 
Su-jen-pH p^diu audiência *«^(«i-íriiw. ^ A -tó -^k 9 ^V rt 

Liu-xam Queimou o palácio do fidalgo. 






Ki'joci foi morto ao pe do rio 

JTí-Ai recomraendando os eiteroos (naô parentes j o«6 -*^ >-r^ à*f k» , ,i j_ ^. 

omittia 08 inimigos. W ^ ^fj' :^ ^ |^ pp 

Xu-kiam congratulava oa pobrei. 



Fu-kia av^ de Confúcio, por ordem (do fidalgo em 
testamento) fez fidaigjo a lu-L 

Hoan-Vori fez para si hum caixaS-de pedra. 
ISen seu de Chin chorou pelo exercito. 



J'an-fiiuen-çu dcspretava a9 rique^í». xp ^ ^y. " 

Çtt-/ii de 5ÍMn propo7, se batessem o^ inimigos^ que * íij ^p» y> t^^ ^„ -^ 

naõ tinhaS ainda passiado o rio. >|V "y* Jm =g wT T^ 

£r#«-M*«i subia ao oiteiro artificial, a ver Sf Tia o Çtt^a» qppr ~p* íTe í® H JI21 Ií5 

feu-iu t>ateo à porta da al/andeg», pedindo au^^iencia. jd^ y^ ^i» Bg i^ Q 

PoM-hi foi chamado ministro das cinco \.^.l * (da- "3* JB «áS: 37 íto -ii-r "ff 

das para o remir.) FÍ 3C ^Ç Tf. ^^ yÇ ^7^ 

Mam-mim perdeo o exercito em iJía». ^& ^ ^ Úfk ^ ^^ 

; Xam-tam mandou mudar l)nma estaca, para mostrar, -ff 4ki ^^1^ _• .^ m«, 

que era fiel 4 palavra (dando o premio promeitido.) |^ ]p^ ít ^ >!> j3 

Po-kH com huma astacia fez tirar o commando a 1^ <4ld «S BB In ^^ úar ^ 

t4en^po> (aquém temiaj .^J&J^V^fíímm 

Fam-chien levantou tropas, e destruiu os Seis Reinos ^Tl lÈff ifíÊ >ff >dF J|^ n} 

Chãm-i por hum ataque successívo (aos Seis Reino»,) 'ÍSL MÊÍ \fí^4Utt<^ St^ ifnlt 
veio a ser minhtro de distíncgaS. tK ^ jKl )£ ^^ 4I^BP 

Fan chiu fez, que o fidalgo ChUn conseguisse o império, ^5[ B^ J^ ^^ t|^ P9^ j|^ 

£«^ic se oppoz á ordem de expelUr os estrangeiros. 3p S^ gBI j H^ ^^ 

Mam-Vien inventou o pincek tt jL» ij^ ^ifc 



335 

Cap. VIU VAlÕlt iLLVfTRBfl. 

lÀu-pá-vei occultamtDtc utinguin a dctceiídencU 
dt C%>iM. 



ChMueau dizia, que hunt rcadot eraS caralloi, (au- ^ § 4jb -^ 4i^ Ife vi* ti? 

dacia dUaU do rei,) [48] 5 ^ ÍE IpJ TH JSR /fiT S& 
Ç*«t-eAiiM de aam propoz, que a maiu herradiffi- \ SB ^ /Ã t;i& >H "Éí ^il 19 
dlmenU ic ordenara, (sentido figurado.) g- ^^ ^ IT PW /S S- /ípi U"! 

Çti-/98i conduzto carrosai mililaret, a pacificar a * Z2t* i4* J^ j^ //-l? -áf 

Ctt-^'í encarregoD a Cu chãn dos negoclof. ^ Jffc ^ jíj# -^ ^ 

70-1*01-4^11 seguia a máxima í'c misturar a brandura ^J^ ^^ W/ <U i±» y^ _*^ X^ 

com a severidade. "T^ ^^ ^JlX í/t ^ ÍA >C pS 

rW^«, fazia o borraô da, ordena : ^^ Jg .^.^ ^ ^ |j 

^e-xu examinava o discurso : ' jp* -í^ —4* =:^ "^ 

Çi|.í« corregia^as : e T* ^ 1^ ^ ^ 

ÇM-cAan ornara o estilo^ ^2» ^ ^9 ^ -V 
JTtt-tim.fftfM de CAtt foi elevado no mar, (pescador.) ágfe yj^ 5^ ÉJ^ ^ -^ j^ 

Jam-ieuki de lium tira de s^tta passava sete saiat áÊ rfl "tí" -to- 1^ J.i 

de Malha. ^ W * "^ H T^ 1 *W 

Çm-vm foi trea vezes entregado sem satisfação. 2» :A* ZIÍ Zi. 4bt ^ 

fi*-#í oppoz-se ao despacho de sete centos lis «^ -,-. *»*»«" 

(para C«n>ci..) ^ ^ ^ # Éfc J^ *í 

Ctim-^ti-rcA, a titulo de receber huma mulher, abriu -* .^ 'v»' ^^ 

a cummunicasaõ com o reino Çkàm, Qk SPl ST ^A MR >^ <■ , 

r-ArÍM pediu, que virassem as caixas dos arcos aiu >^ Hjl/ jm/Sj^L "^ 

tea de entrar: (para mostrar,, que naõ havia guerra.) yí '^' ^SÍS ffff A. 

JTíitt? íiw entrou nps arraUtade CH a jurar alUança. J^ ^ ÍPÉS ^ ífet 

ro-cW foi pedir .paz . SoeL S JS^^ g ^ JK 

íTou^o-pi pediu, que comas tropas fracas' se ani-. Kl ^A UL ^* -^ Af ».i -^ 

massem os mimigo.. W l9 ^L pf ^ %^ g| 

ram-iuniu descrcreo as preciosidades de Chu. í ?? IS S- Ml tt 

CuQn-séH-fu compoz boas maxiams doutrinacs^ 5>Q 64* -O 3é ^/^ JU,I g^^ 

/-túi/i» era hábil em repetir as n\aximas doutrinai. ^ iHB ^Ê jM"=Ill tt 

Ç«-íai» ezhortou o regulo Ho€Í a invadir C%Vn. *3f. gg ttl Ijft ^^ -« -^ 

JPiuiufn ntirou-gc ao mlwr abraçado çom huma Cl rjc" j.jH -, X/r »;-. 

«•d.., tsoi M /!^ ÍS íi K 1/^ 



Empreoados ȣ Fidalgos. 



SimJu cxplanon a «enteAQa: I^Hirot poiem acom' 
p^nkar a cantiga alta. ^ 

La^^tan era homem j que labia cortezia. 
Cum'.ehe''kÍ ansentou-ae com os parentes. [40] 

Hanfei imitava, e sfiTia Siun-k^im, 

P'am'CUTn explanou a sentença : Ouve o» murmurado- 
ert, e crerat, que ha ttgret, [sem os harer: historia.] 

fim-iuen-kiun foi a Chu conluir a paz. 

Maõ-9ui recomíBVQdava o próprio taleato. [58] 

Lien-j^o commandava o exercito dirinamente. [56] 

Li-mu conqaistuu Chan-lan* 

Su'Ch'in concluindo ã paz, recebeo a patente de ml- 
BÍitro [dos seis reinos.] [59] 

Lin siamju voltou ^ara Chau cem todas as pedras 
preciosas- [57] 

Siun kHm iliusirou com noias as seis Escrituras. 

Sin lim-kiun livrou Han-tan, 

T'am-ehi'u puxou pelo espadim, e Icvantou-se. 
V'k^i escréveo seis livros da Arte militar. 

fei-Uau compoz vinte e quatro capítulos da Arte 
militar 

P^am-hiuen foi jlludido por Sun-pm. [41] 



i-p^. 



Çu-che acceiíou a renúncia, e liíguiu-se huma re- 
' volnçaõ. 

Kim-go traspassou o regulo de Ck'in, 
Hi reodeo diaíi de seteou cidades de CH, 

Ckoam-cu fez obras para instrncsaC dos homens. [I58l 

Mom-Cu foi instruído pelo quebrar do tear, [e deixar 
de tecer] 

Diêcipulot de Jtíom-çu. 
h-ehãní^^u ero fiel, e bom. 

Chum-íu lu perguntou o sentido de ievy t iuen. 



f 









^^\i 









Cmp, VIU VAmÕM iLLtrtTIBt. 

Gnn-MM-eVoM loufoa o mtrito dt OMMi-lra. 



Fãm-ckarn arresooa, que o faier tàtAgo a Siam, tra 
. dfthummaidade. 

CVea^tãi reputara por coiía iaai|fQLftcaQte o uaS^ 
Ter o fidalgo. 

fíien'k*ieU'mom perguntou, porque Xii fea a /«« mi- 
me tro* 

Fan-fãm preaentou hum plano, para por a detcen- 
dencia de Chu no throno. 

Ffiãm^choãm brandia o espadim. 

Hiam-pa revelou os planos da guerra. 

Ki'pu raspou a cabeça, [para na'í ser conhecido^ 

Titn-cum deo escapula a Leu-pam. 

Chum,U homizia u -se em casa [do fidalgo] de ffâci-in 

SÍãU'ho inventou as leis. 

Han-Hn occultamente passou as tropas pelo monte 
Ch:en'Çam, [66] 

CíCen-pUm lembrou estratagemas seis reset.. 

Faiuc^oai livrou Kia (mulher) em Hum-men. 

ÇawÇan observava aem falu a lei. 

LUcuam atirou a huma pedra, (que tomou por tigre.)- 

Su^ma-kiem, a Chronica de.... 

A Chronica de Jlan Occidental por panem. 

JRa-i estabelcceo os meios da paz. 

Regras de sabedoria por Tum^mn-xu, 

Tiám-fmm-xoÓ cortou hMm perfaço de carne, [da 
ucharla,] c a mandou â sua mulher. 

Cham-clCam pintava [co?n « pincel de escrever] as 
sobrancelhas á mulher. [B6J 

íam-hium tinha bella fraae. 

íen^Culim poz os pei na barriga do imperador, 

[dormindo.] [75] 



5» 
I 



g 



i 



mmmm9 



^ 



SÍIS»JE$«| 



* 



EiiriiioADet. 

Mã-Hien fei hnm monte de arroi. 

Ç*ãi'lmn inrcntou o papel. 

Èía~ium po» hnnui escola. 

^ãl^um, cahímSlho os çapatoi coni a preiM de re- 
ceber hum hoepedd. 

Túm ch*o, fizeraõ candca ào seu embígo. 

/^'tt-pM atirou com buma setta a hum a langa [em pe.] 

Ç*ãU'Ç'au oortou a barba, e despiu o casácaS [para ti 

naô ser conhecido. f> ^ 

Cmuche em sete passos fex huma quadra [sob pena 
de morte. [98] 

Siun-ieu deo hum estratagema, para destruir íuen. 

Sitmiu persuadia Ç'aii a livrar Kia. 

Ckãm-iu petsuadia C'au a exceder a sua auctoridade. 

C54ciã discorrea, que a ftJ.MiJali, c justiga era3 
a eMencia [da sociedade.] 

Leu-ie, o seu discurso sobre opprimir o cabido. 

^ JfaH'Ch*um persuadiu Hoam a unir-se a C*au, 

Cum-ium punha muito cnidado na decência, e libe- 
ralidade. 

lu-kin nos repentes podia ordenar o exercito. 
• 'Item-vei resistiu com hum homem na raaõ (por esc udo.) 
Chãm-Uãu era outro Chau-hu da anúguidade. 
Hiit'9hu era hom tigre estapidj. 

Eiãkau-chun^ arrancou a setta, e c.-imeo a menina 
do olho, [ferida, em atiençi3 a «r gerada poi 
seua pais.] 

Tam^gai embrulhado em huma alcatifa passou pa« 
ra Xu. 

Cku-eO'Uam ^XteM vezes irritou Ch^u-iu, [com oa 
u seus estratagemas.] (95) 

^ SiU'Jtu voltou à sua patiia. 



33 íS 






m 






33f 



Cmp, rii 



VarSes Illuitski. 



€húhiu legou em buma reln Até peU nunhS 
[à porta] para evitar suspeitas. [96] 

çkamfei fex gnnàt estrépito ii« ponte dt pao. 

ChatL-iun era todo foi, [ralcrotu] 

Ma-ch^au aperUTa oom Ç'«ii [p»ra trabalhar.] 

O plano de ffoam'€httm era tomar o mont^ THen-tam. 

P^am-Vum offereceo o plMO das argolas, para en- 
cadear os botes. 

Fa-châm acbou o meio de c?itar a inconstância. 

len-ien rendeo-it à discrição a Cham-fei. 

VH-icn cortou a estrada de ?'iity boUndo fogo [aOs 
bosques ] 

È^am-vei no?e rezes pacificou o império [China ] 
Sun'ki€tt, as suas palavras Tenciaô.ctm mil soldados. 
Sun^^o era hum pequeno tyranno. 

ChU'CO'kin era ràmples, « fiel, 

(houiu queimou a praia, que depois st càamou 
Che-fii Li'»icde TCtmelha.] 

Lu-tu era úel »os maiores. 
Cannim Assustou os Telhos. 

Iham cai deo o plano de o maltratarem, [para 

í.iigir ua6 ser espia, mas expulso] 
Liu-mvm passou o Kiam vestido de luto, (para naõ 

ker conhecido.) 

Lu «im respeitava os maiores» t compadecia -se dot 
menores. 

Empregados de Chin. 

Su-ma-i recebeo a coifa (mandada por escjrneo da 
cobardia') 

Juen-chie olhava com o azul do olho para os de 
que gostava, e com o alvo para os iimis [102} 

< /s discipuliis de f^am-pau naó cstudavaõ o Respciiê 
filial da po*íSÍa antiga, 

p^am-jum furava o caroço dos abrunhos, que ven- 
dia ((tara nui nascerem.) 

Vam-8iam abria o gelo a bukcar peixe i»ara [a mii.] 



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«10 

PABTiCytARE» 

í^^ ^'i»^^. '^"'*" '' '"'''" *""" ' *'°' #) f^ 3£ ^ f? M 

Tv-^ tinha grande paixa5 pelas obrat de Ç^* j(ill ^ ^|p ^Q^ '^ ^j^ 

fu&n.tieu M pontfi lio bordMÕ Icrava dinbelro (para H^ /^ ^2^ Sff i^ 

Fanití, mdxvYiitAlw o «arro de fruía as molherea» 
(boniti lOfJ.) 

Ch^en-jcou, a sMa Hiãloria dos trtt Reinos. .-*- *-.« . — «-^ -^ 

lrU'po-lum foi escarmícido pelo diabo, (por pobre.J |^ JfC ^] 'f)^ ^1 ^ Ã JtÍ* ^ 

Sie-lim-iun tinba duas preciosidades : (boa eloqnen *jl j^ %1^ .* «B 

cia, e letra.) Bll S. 1k£ «^^ #í 

Fam-po-nien morava no meio dn bella agoa de In- y^g -^Q j^ ^ ^ ^ ^ ^ 

/amV a sua Historia de Han Oriental. VS 1^ ^ ^H W 
r«m Àim-ço devia «er toinbGr, e musico. í^ ^ ^ ^^ij ^ ;j|: ^,| |gí ^ 

ramíãm estudava com cuidado, c cmulaçaã. ^ |^ {# g^ ^ 

t-uf«-riiei, o seu tambor eraÔ as tas. 'íL ^iil^j^^ 

Vhãm-íWE moravt no bot^s foia da agoa. Ç^ S|§ ^ ^^ ^ ^"C 

Historia de ÂVim por XtnCÓ m ^ i!^ /í6 >|t W 

lam^x^an íei. archotes cora rabo de gtiUnha (para in- w t^ JtJk àJt S iW 

cendiur «m disiancia) *=1 - jflL fp ^^ Atl yfi 

Ch^cn-hiuen ,und«rado pelos pe« /afia versos. ^ ^ I^ filt 1^] Í^ "f^ ^ 

ru-/w' l»e O Senhor Pimccl, (assim ch:unado por ter Ar j^ JL Pffl ^ ^- ,^ 

íam-ta-ien cora huma corda com{uida atou o cabello, JB f^ n^ JS ^£ ^fl( i 

(e foi batalhar : habilidade.) 1W ^^ nfs 7^ ÍRC 3K^ " 

/^^om-iò cortou A tripa sabida, e foi decidir a ba- ^^ ^J ^ ^ jS^ Bê ^SS^ 



Chronica de P^ei por Feixolu 

íukin cxpoz a» regras de governar. Ju ^ '^ pp f^ ípW 
n^ftf.Cflm para evitar postos grande*, rttírou-se. ^ IE J^ {v TM RU ^ 

/«ifi-w commandtva a^ropa com discipnna, c ordeiil. ^ ^^ g^ ]§[ 35J HtS 



Cãf. FII VARSn iLLPtTKVt. 

lu^wm4io^kt Jantim (ot trauA) «m liMib«iq«eU. ^ >t 'ft X JtlS^ W í 

ZÍ<«A^iiiSqiieifotêrktrido (fNrttaratotsaniiM.) Jfjf $ 4^ >fi f^ jÇ "^ ffll 

Gim-iMm^ Oulia ms fignn, mtt eni bo» cM- ^ ^ |^ t^ ^ Ul ^ 

Sijen-euH á% bus tiro coB«v« cloco saias d* malha. |^ f^ p- — ^ ^ ^ 5. ™ 

Cham-kieu-Um iiiTcntoa o sacco da venera manual. "^ ^ "g^ pgf ^ ^ 

Jfi/tt, a sua liberalidade «fa mui ealcnsa. :fr£ ^ ^ ÍW W J3É 

LúVai'po tinha o coraçaÔ d» brocado, e a boca -fc* -t- líl ^ J^v íST ft 

bordada, (eloquente.) ^ ^ R 5B 'Uí ÍIH '^ 

UMn-fn tinha na boca mel, e ei^pwUm na barri- $ ^ TO P S 

ga (fingido.) ''^ 
Han-iu, as suas preces de sacr4Acar ao crocodilo. 



Zí.po^í, a sua Chronica de C« do Norte. ^^^^h^W , 

Uu-m-Ueth A «ua Gbronica d« Lfiiiii, e Oten. j^ «^ J^ ^ W ® W 

Lim-hu40'Mn, a sua Cbronica de Ooi*. '^ 1^ ^ ^^ W 

JAienxou, a soa Chrooici. das dynastiaa do Nott« ^k Jj ^ ^ ^U A 

rflw-fCTi-íífcflm andara descalço por ^pinhos- ^ IS^ ^ ^ fj* W Jl 
&-fli|.íiiJtf«i, a sua ChTonica da oAÍ do Sul. M "T* W W ^ W 

JU'.Çim-Jkfay tinba braços de macaco, atirava bem. j^ ^^ ^ ^ ^w ^ S^ -gj^ 

Chãm^ impagnpii a opinião de perdoar a [certos] ^ ^g j^ j^ ^^ 

ien-cfca dava as. bordoadas, segundo os annos de >|| fêA Wfc g| ^Ê ^^ 

ratnp^o-hien deo bum plano de pacificar aa «lai- H* Í ^j* ^^íè^ 

Fan^chumien levando os cavallos a btber, bouva ^J áfr>ftll 5* ^M M IS 

dinheiro (na agoa, dcsapegcK) ^% TU «T r^ ^^ X- >k rf. 
C<m-iflm escreveo a Cbronica de Tam, c das cinco ^^ílfJpWj^TvS 

CAtt-í» cscrevco a'chf()àica de Chou em P<?^i* I^ ^ M i^'^ ^ 

iPam-kiaH-Ju pensava, e discorria profundamente, «n '^ ^ "ÍH }^ J^ â| 



342 
Heroinas 



Os ornatos rhstoríoos ds ÊSm-sam trtÕ vsrios. 
Lewxc-tíu, a sus HSstoris de Sum. | 






LeamHn Chronistii de luetr. 

Hbroinas. 
Tan^H foi encanUda pela raposa, (tramfofmoaHn 

em raposa. 10) « JU ^Ô M SÊÍrXÍL -fC 

T*tí-kimm foi o exemplar das mulheres. M ^ 1? ^. mX^ r 

7*MÍ'jen (mSi de Fen-vam) ensiosTa o fllho poven- "fc* "frftl UT B^ ^ 

tre (com a sua rcguUridadc.) ^"^ >^P* ^^ ^P ^0C 

r'!!/-*!* tinha a virtude do recolhimento, s rectidão 7Í »l W j§^ * m^^ 

A Raioha KHam tirou o aiaoetc do cabello, a espe- âê ^ B^ ^ >^ J^ 

Pau-tu com Imm sorriso dirribara. cidades. (16) ^CK lul'''"^ 4^ ^3 ^^ 

;SM-Jk««f teceo no panno liam verso em lalierintho. y^ ^|l JÉT !S£ Jjffl ^(T 

T*!!!*»» metteo huma petisa5> e livro» o pai. ^ ^^ ^ ^ ^^ ^^ 

-MtfW.rtWJ», o seu álftncu de cabello e» hum es- ^^MBUI^IÍS 

pinho, e a saia, de paono. (93) JDL Aà TT» W< TP Tjt 

Ç'«f.tNns>ibí sabia tocar cravo. ^ ^ 5(15 ^ W ^ 

/;í-**sicis cheirava> como o opldcadro. ^í^ ^ IS Í^M Bw 

Pan-€hãu eompleton a Historia de Ham ^ ^ ^ ^ ÍH X^ 

Bia-houUim jurou cortando o nariz. ^ -^ .^ ^ j^L j^ ^ , 

Cfttffli-lí-*<^«, o seu cabello reflectU como hum es- j^ ^hg ga; g^ M^ ^ pT^ 

U-kUm-iim^ a toa boa presença farUva a gente.) {S A.^fjIj^&A ^ ^ 

TViit .«í diante do marido, (que se ausentava) mntroo ^ ^^ |Y^ ^ » ^ :|Ji|K 

os cabellos, (na6 casaria com. ontro.) J^ 3Í M13ÉT ^V ffl St 

A Princesa J^ím-ia». ainda, que mulher,, renceo ^ |^ ^ ^ Í6 í ^ It 

hum grande general. ||P ^p^ 

'^.rs.' 'cXA tr-rS rx.'r •' * « * ^ * t « ^ 



343 

§. 11. EXTRACTOS BA HISTORIA, E FABULA, 
Jtque frequentemente se altude na» Compoti^ôeê C'kÍMã$. 

HnTouiA. (a) 

1. í/t ^St ^ l'"™<^'^^ luJiKVnilcr clu» cfkbtça do gente, « eoipo ^t serpente; eflft lortítuia i 
matrhuonio, e as jerarquias do reino- elle v*.a batn cavallo de caWça de dragai o^ham rio, com i 
pintura doa oito dki^Tainmas no louibo, e clubi principiou a ^rte de adeviuhar. 

2é IPt ^L ^ Gfnio lavratlci, sendo sua "roãi donzela, c indo por bum camiobo, ajostoa o sA 
pc a buma pégáda, que encontrou, c sentindo coumioea5 no corpo, conccbeo^ ^arínJo pois a sen tem- 
po, enjeitou o filbo, como monstro, e o poz nhum monte; mas as feras lhe davaíí de tníimar, e o co- 
briaõ; o que obse^vadT^4>cla mli, o tomjn outra vez, o quando adulto, ensinou os homem a culti^sr 
as terras, semeando as cinco qualidades de grar» : ellc provando as diflFcrntes berra?, tonbeceo quaci e- 
raõ Ji3 medidnaes: he honrado com o titulo de imperador « o imperador lhe offerere s^crificto, cotno i 
Ceres, com o nome de T|j£ ^S Xoóchi,, c o »cepiro do império lie de«ignttdo pelo mesmo liou-c 

P O Rei Ytiu da casa de Tam invetitou os vestidos, o cycla de 60, a medida doí an* 



nos, ItiHs, e IttA intercalar: nu conbcciíiKiví** d,stris foi dirigido pela beiva lutar 'o* 35 min kisi 
íi nnul no primtiro dia da lua lançuva Imina foMia, no s.jçundo ou:iji, ò^r , no Uu 16 largara bami 
íolha, no 17 outra &c., se a lua era pcfi-.ua de Áif dia^. Orara ^-oiii hiiíua foiha volba, e quamlo 
^Mi\> fwlhas velhas chcgavaõ ao uumuto de híifBa lua, indirava butnn inu:c.i4Ar, qie se Seguia. luren* 
toi) aWiu disto o jogo dos cantinhos de 3j0 pedras, cada liuut dos d.t .>, pivra ex(*rcitar ^ tardo engenho 
éfi seu âllio. 

Jt. "J* rir O Ímpio da c. lumoa : perseguindo Art/i o« quhtro ímpios da terra^ c«e desceadea» 

te de rei» chegando, na sua-f<iga «m muntc ^ ^ lÍ| *<> Noroeste embarrou em buma colamn* 
do ceo, e aquelle ciuito diílle cahiu < o n cila, assim como o canto da teira do Stjoste, à rist* à) 
que, coa»'ernada a antig-a rainha J^ 'bjS\ ^Ç p"r^ficou ciuco ^Kídras, dnfe cinco cbre», eèonceftei 



(a; Ainda queliitma parte h^ faltula, {Càmo ú Eilnáaàte poàerâ eòsenfar], na9 he tida p$t 
ial wo^ laros Chihàs. D^sffe o A<>. 3 por di atile Uli'ta a DynasitB, em dijú tempv stt it e d ei J 



- 344 

EZTAACTOt DA HllTQBlA. 

O Ceo; e temendo» que pela fUu da colamiia> o crocodilo, aobre que eetà a t«nm, a moraMe, Ibe 
{(Â coitar oa quatro pee. 

iS $ fl^ O dos fllhoi lidmigot : naS podenflo loffirer as sou desareaças» mandou hum 
pani o Oriente, e ontro para o Oooldeiite, e ae eoiiTerteraõ naa ánm eatrelInSt qne agora vemof 
sempre oppòttai, qne eaõ Veotts, e Rigel. 

g S -j^ ^ O Intendente do dilufio : tinha três burtcoa no onrido : TÍajou sessenU e cinco 
mU fit, em qoe vio mil marayilhas; sendo ministro de Yau qoand) acconteceo o diluvio, este o envi- 
ou a dar as providencias para a saWaçaõ dos povos, e evacuação das agoas, ctiegando pois aos mon- 
tes, achando os homens juntos com os animaes feroses, e venenosos, que todos foginõ das a^oas, 
mandava a gente correr para hum |ado, e punha foiço ao monte, para queimar os animaea nocivos; 
inas osamphibios, cobras, e dragões facilmente fugiaô para a agoa, e naS querendo clle peijudicar a 
gente marítima, on das ilhas» poa huma porta marítima, para que estes «nimaes naô passassem para 
o mar, naô sendo porem alta, o peixe Li a salvou : querendo pois matar estes venenosos fechados, poa huma 
pedra, trazida do monte l]j jjmi em Hweuam, ao alto, sobre huma Urtaruga á borda da agos, peri- 
to da porta marítima, com huma inscripçaô em caracteres, que agora se naO conhecem, em qne oa 
venenosas aoiniaes se foraS sumir. Tendo andado por toda a China, e observado, qué nove estrellsa corres* 
pr.ndiari ás nove partes delia, a dividiu em nove regimes, ou Ckoui e reparando nas diffterentes produc* 
qòes notáveis de cada huma, as mravou no circuito de nove tripeças,-qoe representando aa nove re- 
giões, representavas tambcm o sceptro; por isso eraS possuídas pelo reinante. Subindo ao thronO) 
compoz huma obra intitulada : Feriadeira doutrina do$ môniegy e mares, onde bxp&e, onde ha mi^ 

naa de ouro, prata, jaspe, &c., e que peixes produzem os differentes nos. Diz, que do Ceo a terra vaS 

« 
quinze mil 2ts. Foi o auctor da astronomia, qoe Vei»Cu herdon. 

Rede de Tam : deixar escapula : Sndo esta rei passeando» viu huma rede armi* 



7. m% 

da aos pássaros, tal que elles deveria5 cahir por todos os quatro lados» o que julgando alie demasiada 
crueldade, ordenou ao dono, que a armasse so de hum lado, o que sabendo oa poros, o acolamara^ 
imperador pela sua benignidade. 

8* 'm ^4 reiçu:0 Astrónomo : irmaS de Pi cm, fendo aa tyrannias da Ckou, assoatado de* 

terminou fugir, elevando corosigo os livros astrononUcos, em que era mfii versado, foi para o Ocdden« 
te, a cojoa habitantes communicon as suas luzes : donde Tem, que et Enropeot vieraÕ a Ur th^ouroa da 
eckada, que a China perdeo» 



345 

Câf. VIL EXTIACTOB. 

9. w%è "l ^ ^*^ ^ Vlrtnte tem coraç«(S, irmaõ miior do t jraano Ck9u» por coacabiaa : W ta 
•ADtOi e por tâl «ra tido por lea iriiia5> mu sendo odiado pela canhada Tan-I^ pelaa soaa adnoti- 
uçoêi, esta disse a Ck»u^ qne en fácil saber, se era realmente santot pois se o fosiÇy teria sete ban- 
cos no coras aS: a curiosidade tentou a Chou^ e lhe inaadon tirar o coração, em qile acbon osíe* 
to buracos; eoano porem o santo se tinha prerenldo contra a morte, nuS morreo, e fnl«se a oatrt tsrrif 
oade encontrando hum, que vendia cebolas, lhe perguntou, que liortalisa era aquells, e respondendo aqnel* 
1e, que era hortali<;a sem coraça^^ advertiu, que eile mesmo o naõ tiuha, e desmamdo morreo. 

10 ^íS S ^**'' ^ A Jormosa brincalhona: huma das quatro formosaí, mulher do tyranttodflB 
&J*, gostava de accender o firo! !<) n^íite, para ver o sobresalto dessoldados, vindo depois o inimigo, 
e accendendo-se o farol, naÕ íUMnlnaÕ os sdladi», oTyranno foi degolado, c ella quein^a se conref* 
teoem viola, de que se tinha t^a^^f(.'.nldo: outros dizem, se transformara em raposa* 

)9 OC 3E ^ ^^^ * ^^'" • ^^^^ encarcerado trcs annos pelo imperador Ch9U, desenvoiveo 
no cárcere os oito diagrammas em sessenta e quatro sortes, e a arte de advinhar : logo sonhsnA), 
qu« ria hnm urso, sorteando soube, que era hum excellente ministra, que o havia de ajudar nosicos 
trabalhos, e que no dia seguinte seria livre : com effeito sahindo !ivre, e chegando a hum rio es> 
contrcu o Pescador da agulha, (n. 14) e com elle ordenou o seu reino taÕ bem, que as doas ter^ 
partes da China rieraB para a sua jurisdiçaS* Tendo dois estrangeiros huma questaS sobre hnm cam- 
po, e naõ sabendo o seu rei decidi-la, se encaminhara^ para o Sábio ; mas entrando no sen reino, e 
vendo a gente à porfia a ceder mutuamente o caminho, e as margens dos campos, que lavravaS, ▼d' 
taraS, e depois de mutuamente ceder o campo, o cultivara5 em commum. Elle he» que enstnoa a 
diitinguir as famílias pelos sobrenomes. Tendo morrido, quatrocentos annos depois appareceo a Confú- 
cio, quando tocando cravo, lamenUva as revolucjões da China, para o consolar. 

yé| S ^ O Tocador guisadoj gostando Tan- Id (n. 10) de o ouvir tocar, namoron-sc dsUe, e 
como elle naS correspondeo ao seu desejo, o matou, guisou, e deo ao pai, que depoUfoiorei Ven- 
vam, para comer : tendoH) elle ignorantemente comido, lhe declarou, que comera seu filho, e vostttsndo 
logo, o vómito se converteo em terra : por isso o vomitor se chamou depois terra, 

0^ B O Ministro accessivel: foi tio paterno do rei Tw, três veiea aconleceo, viwn 



Sábios a procnra-lo, e elle lançou o bocado da boca, para Ibes fallar promptemente : três veze. apanhou 



com a -»5 « cabeltos. q«e ettw» penteanío. par. 4» n.5 faxer eapeiar. EUe foi • auctordaíWi.» 
corte»»» da »oc5edade humaua. particularmente do relatWo ao matrimomo, • parcnt«co} e DaS sabendo I 



— - 341 

DA HiSfTORIA. 

«mbalxador do buI o caminho para voltar à ttm terra, iarentou a Agulha de marear, que lhe deo. 

14 gê.p^^!V Eiãm^iãi^^cum : O Pescador da agulha : julgando falta de rectidão, pescar eom 
aniol, peicava coia agulha, e tendo pescado huma pedra fina, entendeo, que seria empregado : com 
effeito, le?antando«se logo o heroe Fu, o ijodou a desthronisar o tyranno Ckou, vindo assim a 
•ar homem pnbllco depois de oitenta e doit annos <*« idnde, sendo naõ tanto ministro do imperador f\í, 
como pai : teve, em vida, o poder de elevar almas â digoidade de geoios, que adqueriaS direito 
à adoraçaS em templos ; e na morte hc antídoto contra os espiritos maligoos, escrevendo o seu nome 

divino jH ^<^ ^& o que principalmente se faz nas casas, onde desemboca huma rua. 

15 ^& J^ A Imperatriz penitente : hum dia tirando o pente do cabello, se pdz de joelhos, e 
mandon dizer ao imperador, que estava naquella situaça6 pedindo castigo, e mandando este dizer, 
qae naS tinha crime, ella replicou, que sim, que ella era a causa de elle se levantar tarde, e naõ dar au* 
dienda és partes, que por isso ficava6 lesadas; e assim o imperador se emendou. 

fi «^^ 7#b) Pawsu A Pilha da tartaruga : tendo hum imperador matado dois dragues, em 
que se converteo hum santo, mettco-os em huma gaveta, e indo huma criada abrir a gaveta, viu du- 
as tartarugas, e sentindo commoça5, concebeo, e a seu tempo deu à Inz Pau.$u, que, ainda que triguei- 
ra foi hmna das quatro formosas : sendo esta depois concubina de huic imperador da casa de Chou, 
nunca se lia ; mas accendendo*se o fogo de rebate, pela entrada dos de Noroeste na China, elhi lhe a- 
'Chou graça, e se riu ; expellido poiso inimigo, assentou o imperador dar gosto & concubina, e mau» 
doe accender a rebate, o ^ue repetido, e tomado em costume, foi causa das tropas n£Õ acudirem em 
Imm verdadeiro rebate por causa dos mesmos bárbaros, e o iaiiperador perdeo o throoo, que passou a 
outro ramo da mesma dynastia. 

17 3lt tT ia ^S PO'if e Xu-chi Príncipes eremitas : estando o rei seu pai doente, intentou 
deixar o reino ao mais novo, mas elle quiz antes ceder esta honra ao morgado; e morrendo o pai em 
quanto elle foi longe buscar hum remédio, paranaÕ ser aclamado rei, fugiu; s visU do que se aclamou o 
terceiro príncipe, que resteva. Levantando-se depois o heroe F», os dois príncipes lhesahira$ao encontro, 
reprehendendoH» de se levantar contra a aucthoridade legitima do imperador Chou, e querendo a guarda 
mata-los, Fu a embaraçou, e os mandou embora bem escoltados .elles porem na6 querendo participar da 
protecçaS, do que julgavas tyranno,se retiraras ao monte "^ S |I| , ^^^ se sustenUvaB de hervas. 

18 ♦^O ?L rr M Confúcio foi empregado cm quanto o rei, e o povo de Lu eraS bons : neste 
UApo perdia-se huma coisa no caninho, e nlugaem a levantava: querendo porem o rei de CW perder o rei 



347 

Cji«. VU ErrtACTot 

t3e Z.M, lhe cutIou buma daiiçtrína, com a qual ficou taõ encantado, qne ires dias nfiH deo andeoda ; 
Confúcio entaS renundoa aoten^pregos, e le encaminhou para o reino Cku, mas ^m |M| 9E arraia 
doa dois reino8> foi cercado» e sete dias estete sem comer» até que de Ch» o Tiera5 livrar : chegando áili, naÕ 
foi empregado» porqne o mini«tro representou ao rei, que a sua politica era mui vagarosa nos sem 
etfeitosy pois pcrtendia submetter os povos pela brandura, e liberalidade. Depois roltando a Ztf, abriu 
bnma aula de Tarias classes de discípulos, sendo a principal a da moral, e virtude: e sabendo, qae ot 
cbronologos imperiaes era5 aduladores, para sapprir as suas faldas, escreveo o »eu livro Prínkavera, e Oato- 
mno, isto be» Annaesdo seu tempo, e o livro Respeito filial; logo appareceo o Ki lin, veado unicor* 
nio de escamia, a quem quebrara5 huma perna ao apanlia-lo, e qne trazia na boca hum livro de }s»- 
pc, onde estava predito» qne Confúcio seria hum rei simples» ou sem reino terreno; elle conheoeo cos 
tudo, que a tua doutrina na5 vogaria na presente dpocba, e se dedicou a e^urgar as Cinco Eacríptn- 
ras antigas. Depois foi Tlajar com Çif c»<m (rico)» e mais discipulos» e chegando ao oiuiro jrjM-/0Hi 
(em Xan (um)^ declarou» que alli seria sepultado» e noUndo Çti-ncM, que alli baveda perigo» pas- 
sados quinhentos annos» disse» que plantassem dois pinheiros incorruptiveis {euH), para o prevenir, 
sabendo bem» que elle havia de dar outra providencia : morrendo depois Confúcio, o sepultarsó no 
tal oiteiro, e ábi estivera5 os discípulos três annos, e Cu eum seis, em cujo tempo cobriu o caixají 
com pedra iman^ e isto he que preveniu o imperador ChHn de destruir a sepulturn; porque mandando elle 
cava-la, ficaraS as encbadas presas ao primeiro golpe pela nttrafíi-aõ, e ate os soldados cabiraS por terra 
pela attracça6 sobre as suss saias de malha, e a sepultura ficou intacta. Os pinheiros sobreditos reverde- 
cem, Ou seccaõ, conforme o estado do império» e na mudança rle dynttstia, lança cada bum hum novo ramo. 

19 Mu ^1 ^P Min'ÇU'k\'en ; O Filho liberal : tendo sen pai casado segunda vez» a ma- 
drisra <leo a dois fiUios seus veetido de al^oda5 quente, e a si o deo de algodaS frir, o que ob- 
servado pc^o pai, a lançou fora de casa com os dois filhos, o filho porem diHsc : Ate agora era so ham 
padecendo frio, e aiçora ser^ií três, p^«jo que os toroe a chamar para casa : islo dizia, principalmente por 
amor do pai privado de mulher, e filhos, por sua causa. Sendo depois chamado aos empregos, recusoa o 
governo âe 5Ç ^Ê ^^ ^ protestando, que pat^saria a reino estrangeiro, se fosse muito apertado. 

/JV V» Ê CumJe c'am : O Passarinhciro : entendendo a lingua das aves, huma lhe diste, 
qne no monte próximo hum tigre tinha huma ovelha nas garras, que fosse, e lha tirasse, que so queria paia 
« as tripas, e lhe <*ídia a carne : tendo chegado ao monte, o tl«re fugiu, e Cum. dadas as tripas á ave, se 
retirou com O mio da orelha : o qne sabido pelo dono, o acc .sou por ladraS, e ainda que ^ defendeu, 



-^ 348 

DA Historia- 

com o ftTbo da are» foi encarcerado, onde, ainda que entendeo as ares, que lhe trouxeraS, ninguém o 
acreditoo» senaõ Confúcio» que por isso lhe deo huma filha em casamento, por cujo testemunho ficou 
a sua fama recobrada. 

AT SL jSlà ^ Ezcellente general: recusando o rd de Zn encarrega-lo da guerra contra o reino 
de Cfdi por sua mulher ser daquelle reino, roltou a casa, matou-a, efoi encarregado da gaerra, que, segun- 
do o seu costume, conduta fe1tim«nt^» 

»1eL ^^í*T^ ^S ^ ''"** ^^ ^*^™ **• Tt^n^ tocador; tocando $5 cravo, tinha a rlllaem pnx, coisa 
que o successor com muito trabalho conseguia; indo para o tribunal, e voltando cora o ceo estrcUado (de 
noite,) pelo que lhe diase bum dia: Como tu podias, tocando governar a villa, quando cu tenho tanto 
trabalho? respondeo: Tinha quem por mim trabalhasse, e tu trabalhas por ti, sem querer empvegar gente. 
i^í ^g >ftlS ^ wã .jl^ ^ Os Bons sócios: negociavao ambos, ainda que o primeiro gastava 
mais, por ser pobre : havendo revoloçaS no reino, o primeiro fugiu com o infante, e o segundo com o 
principe; sendo estes procurados por morte de seu pai, voltarão ao reino, e encontrando-se, contenderão 
sobre a coroa: atirando o infante huma setta, que deo na pedra do cinto do principe, e encolhendo-sc .este, 
cntendeoter cabido morto; dormiu por tanto descançado aquella noite; mas sabendo pela manh), que seu 
irmaS estava rei, se retirou a hum reino visinho com Cmn Ckum, seu guarda: sabido porem isto pelo novo 
rei, mandou ao visinho, matasse o infante, e lhe entregasse o guarda, como para logo o executar, mas re- 
almente para empregar os seus talentos no seu serviço: voltado este, foi feito ao mesmo tempo ministro, 
c general, e a elle se deve naí invadirem a China os bárbaros de Noroeste, de cabeUo cortado, e aba do 
veatido para a esquerda : (o China abotoa da esquerda para a direita^ 

Mi 51* ^ Coiinheiro de bom gosto : dizendo-lhe o rei, que tinha provado ndo, e só lhe 
faltava a carne humana, voltou a casa, matou hum filho, e o apresentou ao rei guisado, o que foi 
mui bem aceito: andando depois a porfia com o formoao ^^ ^^'^ » «"«« do '«•» «»í« 
o^matoa com huma setta . 

jSl 2tt /nl O Bom amigo : foi hum ministro mui fiel nas suaa amisades;. tendo hum criado, 
que o levava em hum carrinho de ma«, e tendo a mulher deste observado, que o criado ia mais bem ves- 
tido, que o senhor, como quem o queria abater, lhe declarou, que o naõ teria mais por seu consorte; pelo 
que assentou de nao levar mais o senhor, o qual sabida a causa, o promoveo a hum emprego, para 
na5 dar occasia5 de desgosto a sua mulher, cujos sentimentos approvou. 

$? ^t PorÇw • >«i ' pwwndo Confúcio, e vendo huma mulher a chorar sobre huma 



349 

Qw. FlI EXTRACTO» 

«Í)tiltDrt,Mie mandou diter, que bem tabia, que chorava por mui tas causas: ao que «Ua mpouâeo, qoe en 
▼«rdade; ^lOis hum tigre lhe tinha morto huita lrma5, outro o marido, e outro kum filho : « pergnn- 
tando-lhe, porque na5 la para casa (tornar-se a casar,) reapondeo, que era forçtr a ki, e Coííocit 
■Pfrovoo. A|rOM MFdisílos empragadoi, que faiem t^oteodas. 



27 -Sb >9v^1c. ^^' '*" *'* Também Vmcc. à esmola? (desprcso) : vindo bum faminto ^qua- 
lidade ao caldeiras publico n*hum. anno de fome, lhe disse o ditpenseiro: Também &c., o faminto res' 
pondeo: Naõ venho comer, o que hc teu, e ainda tu estás aqni, para me servir: ao que replicou o dis- 

penseiro» He bem verdade; conheço o meu erro: isto naõ obstante, o faminto se ausentou sem querer 
comer. 



28 iftt. aa <B ^ Grande de Chi : sustentava três mil ociosos de çapatos vermelhos, q°^ 
dividia em três ordens de talentos, que de nada lhe servirão, excepto hum Mendigo /^ jl^ 
a quem a primeira vez, que viu, perguntou, que habilidade tinha, e elle respondeo, que nenhnrost 
disserao depois ao Grande, que elle, vibrando a espada, cantava : NaS tenho peixe, com que coma o 
arroz, vou outra vez para minha casa; pelo que lhe mandou dar peixe; logo, que cantava ; Que- 
ro sahir, e naS tenho cege; e lhe deo cege; logo, que cantava; Fome oaC tenho eu, mas teni-na os oieui 
cm casa, c lhe deo, que mandar para casa. Sabendo o Grande depois, que hum rei visicho, seu amigo, esl^t* 
va em aperto, obteve da rainha a bandeira de genei u), e muVi*o as tropas em seu soccorro : na vol. 
tá, si lido degradado, e proscripto pelo rei, se retirou com o Mendigo a Lumas terras suas, no rei- 
no de 5i, onde foi bem recebido; ainda que estes povos tinhaõ declarado anlei ao Mendigo, man- 
dado por dle a cobrar os tributos, que çlles naO podiaÕ pagar ao próprio rei, e a hum estranho; 
e>i) c ija occasiaõ o Mendigo, tendo queimado as escrituras, voltando disse ao Grande : Vendo, 
que tudo tens era abundância, naõ trouxe os tributos, mas cora elles te comprei a jusúça, qneWes 
i)uo te faltava. Estando pois em 5/, di^ia o Mendigo : O homem deve imitar o coellM>, qoa Da.^a 
cova tem três sahidas para as differentes occasiões : entretanto maquinou huma guerra de bom rei 
contra o rei de (hl e quando ate agora este att<»ntaTii contra il/om-cAom-líim, agora ái mandou chamar 
era seu soccorro, o restituiu a todas as hcnr^s, e fic«n respeitado por todos os reinos visínbos, 
O Particular feliz, de Cki : sendo visto por hum rei, foi cbamado, e elle o chamoa 



29 
também, cnla6 disse o rei: Naõ veu-s i-orque na5 sabes, que te quero empregar, e dnr-te huma carma* 

gem; respondeo : Sendo particular, o meu comer be vulgar, mas o meu coração esta pacifico, e andando, 

ainda que de vagar, chego, onde a canuitgem clejra: então replicou o tei : Hei de mandar |render-te; 



S50 

DA HI8TOBIA. 



reipondeo : Também eu te posso faaer o mesmo, dando, dinheiro a qnem o faça, que hc, o qoe tu 
fazes : è yista de tal resolução o rei o deixou. 



I O K^ IT "j O Independente; recusou os empregos, que lhe offerecerao ; e sen- 

do seu inna5 maior empregado, o persudia i>m tmI», que na^ aceltAM» pretentos, pnra se nnõ ver obri- 
gado a retribui-los ; e dando-Ihe bum dia pato real a comer, quando soube, qne fora hum presente a seu 
irmaÕ, o vomitou, se separou com soa mulher, principiou a cultivar huma terra, e em quanto esta 
naõ produziu, na6 comia, sena^ o que a mulher lhe dava, e nada, qne viesse da mSi, ou irmaõ : 
na5 tendo comido por três dias, e tendo ja a vista, e ouvido enfraquecidos, divisou hom grande abru- 
nho n'hum abrunheiro, se foi arrastando para elle, e tendo comido três bocados, os seus sentidos to« 
niara6 vigor, para continuar o seu trabalho. 

31 ^ff^ /v ^ Mendigo de Chi, em Xan-iUm : diariamente voltava é noite bchedo, e 
ana mulher, e concubina na5 entendiaS, que fosse convidado para banquetes, quando elle naS dava 
nenhum ; hum dia pois foi a concubina seguindo- o, e achou, qne ia fora de cidade, e pedia eS'- 
mola aoM sacrifícantes, e assim se embebedava % o que referido á mulher, determinara ambas re^ 
pndia-Io, romo íizeraõ. Os mendigos se chamaõ em consequência : Gente de Chi. 

32 ^n ^tlC ^ Esperta iioiva : tendo dois pcrtendentes visinhos hum ao Oriente, e outro ao 
Occident<', lhe mandou o pai, que arregaçasse a manga do lado do escolhido ; mas ella arrgaçou ambas, 
e perguntada, se queria ambos, respondeo : Sim, hum para jantar com elle, poirque be rico, e o outro 
para morar com elle, porque he bonito. 

' Tl 5tC yV ^ Homem da pedra, do reino 5tmi» em Xan íun% : achando huma pedra, que 
pensou ser preciosa, chamou hum carpinteiro, para fazer hum armário^ para a guardar; constando de»* 
pois, que o homem tinha huma pedra preciosa, vieraS muitos a ve-la, e bum de Pe^ehe^H desenganava 
o liomem, que era huma pedra ordinária ; porem desconfiando delle, mais le persuadia, ser verdade^ 
o que pensaTa, e mais a guardava. (Ignorância.) 

^ã-j ^ ^5^ O Orgulhoso rebatido! indo viajar a hum reino do Occidente, t vendo em 
bviii caminho huma barra de ouro, disse para hum velho psstor, qut dll andava, qtie a apanhaaw» 
mas o pastor lhe replicou : Taõ alto te reputas, que te na5 abuxas por ouro, t a mim taS vil 
que o faça ? e se foi sem a apanhar. 

35 ^ ^ iíl ^ Ministro mal pago do reino CMn: por occasia> de huma revolnsi^ Ai% 
gindo com o prbeipe, chegaraíJ a mendigar, e dando-lhes hum homem hum pedaço dt barro> O prindpt» tfih kí^ 



351 

Cãf. VIL EXTlACTOf . 

ter^lli^ mM foi embaraçado ptlo mlniatro» q«e entandeo» qae bto ara preaâ^ do império dado ao^pria- 
dpe; Talo eom todo a creacer tanto a fome> que o mlaUtro corton a carne dai tuaa n&dagaa> para sufi- 
ter o príncipe; vindo eate a obter o reino, eaquecldo do teu bemfeitor» na6 o ampregon, o que ad- 
Tertlndo depoii, o mandou boicar a hnm montOi onda se tioba retirado; e como teijnoa em oaõ aahir 
do monte, Ibe mandou por fogo, e Ki0'Çu*tu€i morreo queimado de baixo de bum aalgueiro, na Tèaperada 
eommemoraçaS dos defuntot} por liso ea aeua dt^otot Ta 1 atua tepultiim com taoMncoa, qu0 na prin- 
cipio era5 feitos de salgnefro: e se diz DJtaiwo dot seus p^s, em lagar de VtHce., pela mesma alloiaS. 

36 is ^tt "T*^^ ^ Favorito do pdcego.- sendo bonito rapax» abuaara delle o impen- 
dor ; dando* lhe elle metade de bum pecego, que comia, gostou muitisiimo, como signal deamor; 
porem ficando depois maior, e mais feio, oaõ gostaodo ja delle, Ibe fez a mesma fineza, mas Ê» 

l>em mal pago ; pois o tomou coma injuria, e o mandou matar. 

37 ^W ^ Siun-piem, O Oeoeral dos otoSa do reino Vei : sendo recommendado ao sobs- 
rano pelo ministro para general em chefe, o rei n&0 convinha nisso, porque qnando era rapaz, 
tinha furtado doía ovos; mas replicando o ministro, que ningutm era perfeito, e que por reparar em 
hum pequeno defeito, se perderia5 grandes obras, annuiu, e Siun foi bum grande generaU 

38 /^, Ui ^w ^ft O General discipalo : tendo acommettido o inimigo hum dia, o persegoia 
na retirada, e a pouca distancia reconbeceo, que a general inimigo era o mestre do aeu raeatie, eUis 
diss.^: Duro he usar da arte, que ensinaste para tua mina, porem be p.eciso cumprir aa ordena do sope- 
rior; e lhe atirou bnnu setta sem ponta, que o naS matou, e parou a guerra. 

39 HPo ^f ^ /m f^-c**^'^""' O Empregado «"a agudeaa t irado o rei contra soa 
m^i, porque favorecia o infante contra si, por te-lo parido mais facilmente, que a ai, a desterroo, protes- 
tando, qae a na5 veria mau, aenaõ na Fonte Amarella (estrada do inferno,) mas depois ae ane- 
pendeo sem remédio ; pois tinha dado palavra de rei : sabido pois isto por /m, Empregado na pro- 
víncia, veio á orte com preKentes para o reii janundo com ejle, foi pondo de parle variai 

cqiw, o que aeodo notado, reupondeo, que aquillo era para aoa mSi, a qual tendo comido o ses 
^i^»' aMn 4M^,tíiiba çon^do o do rei: Feli?s es tu, replicou elle. Eu be que ja na5 tenho nSii 
à quem faoa ,0 mesm^; ap que replicou o Empregado: Puis j a morreo a rainha mSi ? respondeu: 
Naõ, mas he o mesmo, e lhe contou o acontecido i enta5 lhe disse o da agudeia : Bom remédio, 
mande Cfivi*, a^ aebar agpa, e teremos a Fonte Amarella, (também a pSça se cbama assim,) logo mande 
mcsay^, mãi, e poata de lronte> a vess na Fonte Amarella, se cumprirá a sua palavra, e a chamari 



352 
DA Historia* 

outra v«z pam a sua companhia : t assim se fez. 

40 ^SLryS J^ pf ^ Ministro politico: estando o seu rei em allíança com outro con- 
tra linm podorosoj este mandoa grandes presentes, pedindo passagem pelo seu reino^ para ir atacar o 
alliado: oppoz-se o Politico ministro^ dizendo, que os dois reinos eraS ta6 connexos> como os bei- 
ços» e os dentes; que atacado aquelle reino, se voltaria contra o 8eu> que ficaria lem anteparo / na5 ou- 
via o rei o ministro, e ambos os reinoâ iora5 tomndos. 



41 3(^imf^Í^/P[ Os dois Condiscipulos inimigoa: Pawkiuen, e Sun- fim sendo di- 
scípulos do Invencível Adevinho, eraS mui amigos, e deraõ mutua promessa, de que o primeiro em- 
pregado puxaria pelo otitro. Tendo o primeiro conseguido em Lu a patente de geAeral, obrou 
grandes feitos por conselhos do segundo, que era mus hábil; mas temendo, que reconhecido o 
seu talento, lhe fosse preferido, lhe fez cortar os dedos dos pes, e elle fingindo-se doudo, pôde 
eseapar-se para o reino vislnho, onde sendo perseguido por sen antagonista, se pòa â testa de 
hum exercito, e veio contra elle : dada huma batalha, se fingia vencido, e se retirou : chegada a 
noite, mandou diminuir o numero dos fogões do costume, e nas seguintes o mesmo em proporsa5, 
para o Inimigo se persuadir, que o exercito diariamente se diminuta, e avançar; chegados ao lugar de 
huma cilada, escreveo em bum pao na estrada: Aqui morreo Pam^kiuen, cajo letreiro visto o cons- 
ternou ,a cilada se desenvolveo, e foi morto. 

j.^ MB Ja Atar herva, favorecer: estando doente hum pai disse ao filho» que casasse huma 
concubina depois da sua morte, e próximo à morte lhe disse, qne a concubina lhe faria companhia na 
sepultara (onde vivia por algum tempo, subministrando-lhe a comida por hum buraco até morrer: 
morto o pai, na5 sabia o filho que íia2er; mas dando mais credito a primeira disposisaS, a casou: in- 
do logo para a guerra, e sendo perseguido, appareceo hnm velho atando a herva de hum lado do cami- 
nho à do outro por traz do fugitivo, para embaraçar oa perseguidores, e quando sal^o, lhe disse o ve- 
lho: Saberás, que eu sou o pai da concubina, que casaste; e se foi. 

4S -^O^ 8. U-iuen, O General fugido, filho de hum ministro : entretido o rei no ser- 
ralho, na8 cuidando do seu dever, foi reprehendido pelo ministro, a que lhe custon a vida, e que- 
rendo o rei matar também o General, este fugiu; e vindo a ter muita fome, encontrou huma moça, 
^ne levava o jantar a sua mSi ao campo, e tendo comido parcamente, rogon-o a menina, qne co- 
messe mais, pois naS so indicava fome, mas inquietaçaS, pelo que suppondo-a sabedora das suas 
coisas, a matou, e partiu : chegado a hum rio, e tendo sido pnssado por hum pescador, lhe disse o Ge- 



853 ^ 

Cap. flL Extractos 

neral : Se vier alguém apoz de mim> Da6 lhe digas, que en passei. Sim, respondes o pescador, e para 
mídor segnransa^ me afogo; e atirou comsigo a agoa» e o General contiBaon o sea camiobo. Teado 
U-iutn jantado hum exercito estrangeiro, Toltoa a combater o ímpio rm, o qual estando ja morto, o 
fes desenterrar, e- lhe deo 300 azorragadas; estando o reino na maior oonstemaçaS, prometteo-ae o lagar 
de ministro, a quem repeUisse o inimigo; o que sabido pelo filho do pescadcr, veio com o remo do 
bote, em que passara o General, e mostrando-lho, lhe diise : Por amor de meu pai, por ti afogado, qne te 
livrov com este remo dos teus inimigos, ceesade fazer a guerra; com cigas palavras movido o Geoerá 
re retirou ao reino donde tinha vindo: onde sentenciado por haver obrado por motivos particulares con- 
tra o interesse publico, foi executado, e o filho do pescador conseguiu o premio prometido. 

OhZ J^ o homem da seara, de Sum : indignado da sua seara naõ crescer, se foi a ella, e 
puxou pelas astes bate ficarem mais altas, e volundo a casa disse à família: VeViho mnilo cangado, 
mas fiz o que ninguein he capaz de fazer; fiz crescer a seara, puxando-lhe pelas hastes ; ouviu Jo isto 
o filho, logo percebeo, que a seara estaria secca no dia seguinte, como succedoo. 

Hittm-4o, O Arguente de Confúcio, de Caotaò : sabendo, que Confodo nas 



45 7^V3%0^ 

^nas excursSes vinha também á sua província, quiz provar o ^eu Ulento; formou por tanto bum miffo 

em hum pMso estreito, por ondeelle devia passar: cliegudo elle no seu carro, lhe mandou derribar o moro, 
para o seu carro passar; mas Hiam-tò respondeo : E8lragfi6.se carros para fazer muros, e na5 moros 
para passar carros; logo convidando-o Confúcio para ser seu discípulo, respondeo, que tinha pais, e irmaSs, qw 
amparar, e logo accresce^tou: Como tu as santo, has de saber quantas eslrellas hanoceo; respondeo: Per- 
gunta coisas da terra, e naô do eco: pergunton : Quantns casas ha no mundo? respondeo : PeigunU coisas, 
que sejaõ Óbvias; perguntou : Quantos cabellos tens nos pastanas? ao que natf respondeo, e voltou* 

^^â "tí* 51 ^ Miiúno ministro : mui eloquente, e por isso foi aos doze annos fdto mi- 
nistro pelo imperador tAs *, miw a sua fortuna sen^o mui temporS, também foi curta; porqne aos 15 sn- 
nos morreo 

J^#È Pien chio O Barriga transparente, tendo se ja descubert» quacs era> as hcrw 
medicinaes, naS se sabia a sua applicaçaõ ; elle pois como tinha a barriga como de vidro, foi comeido 
as differentes drogas, e observando para que parte elles ia5, conheceo as suas . ▼irtudw. 

^ jiÉ O Poderoso cruel : era general da casa de Ch^in, aspirando ao remo, e indo « caÇ* 
^^ perador para tentar os espíritos, diste ao imperador, que a terá, que eslava à.vista, erahna «• 



com o im; 



354 
DA HirroiM. t 

Yallo, qoãnâo «rt Imm reado, • o imperador de medo «suenUo; maa doa cinmiiatantes, bana concodaraõ, 
« oatroa diasentiraõ» e a eatea mandou, iapoia matar, como desaffectoa ao aea partído. 

49 9Bi^ O Sonhador do reado : a&nhoiiy qne encontrando en; certo caminho hom veado 
morto, o cobria com folbaa de banana, para o tirar, quando ningnem Tiue; acordando, t svppondo ter 
tido facto? foi ao tal lu^r, onde achou realmente o veado morto, edispoz-ae a leva-lo, qnando acudiu hum 
homem disputando o direito ao veado, como quem o tinha achado primeiro, e cuberto ( travada poia 
A contenda, reccorreraS ao magiatrado, o qual por falta de tc&temuobaa, esUva para partir o veado enti« 
ellea, quando sobreveio hum terceiro, que reclamou o veado, como proprieadade sua à vista do que 
Daõ teve remédio, aenaS devidír o veado em três partes : o que fcM pronostico da mina, e destruição 
<do império de ChiM 

50 jEo fS í^ ^ Ministro martyr; reprehendia continuamente o seu rei, porque se na5 
emendava das suas desordens, pelo que enfadado o rei, o desterroa empregado para Hu^cuam, o que V'^^ 
com tudo naô o embaraçou de faxer o seu antigo dever ; maa Vendo, que nada aproveitava, pelos maoa 
concelhos das concubinas, que Ibe diziaS, que o ministro fazia aquillo por deapreso, e que 

tendo 08 empregados concubinas, com que se divertiao, porque naô havia de te-ias o rei f por fim 
lhe escreveo hum officio, que visto ae naõ emendava, estava resolvido a acabar aeua dias, antca 
de ver a rnina do seu reino; o qne com effeito executou, lançando-se no -igjB Mi lo aem 
<iue ninguém o soubesse ; sentindo ^se porem a ana falta, se indagou o dia, em que se tinhl affo^ 
gado, e DO dia annivcraario, sahiraS os barqueiros nos aeus botes, a buacar a sua alma, pelo rio abaK 
xo, para a salvar; e esta ceremonia se faz ainda hoje. em qualquer rio, com bo'tea, ou caaoaa. 
chamados Dragofs, aoa cinco da quinta Lua. •^ 

5, Í?fq OAuctorío Sello : .abiado «. monu ^^ tío hum. «ra. «.br. h«m. 
pedr.. *e»t<»"lendo. que eM.contính.pedr.precios... levo» .ote.pe,.dor,o,«lto««^os, porhomi.. 
«.Ito, Ih. mando» corUr o. dedo. do. pe., voltando Pien-ko «, monte. . mtitnindo . p.d« .o «» lo«r> 
..goi.tornon.ponm«,b«eII..e.llelorno..le^.h«.Unpe„^or,oqu.l Ih. «n«rfon eorUr «. dedo. 
Au «.6» ; Toltondo elle, . «ontec.ndo-lhe o «,e«no. «.lUm «, paço com . pedra'} impaciente o impe* 
d«r,q»ehroua pedra, e Mhou denu» hnma p«cioai, a qnal q«eb«da tomb«n, « achmS dentro leln» 
grarada.. qn. imitaô de modelo, pai« d. hmn. metade m fato- o aeUo impotal. emUem» d» 
topwio, «n Ingar d. tripla, qn. o era ante. ; e d. ontra metad. o mIIo do Astrólogo mor, i(at 
•iiHk se ron^rvaj «m o imperial, na5 «pieitndo o ceo eosfia-h) • ttíxnpUnB, lU «o finda tf* 



155 

Cãp» VIL EXTÉACtOft. 

mtir, com o imperador Chiauy na entrada do Tártaro lueth t agora se osa de lello de omro. 

52 SR ^Q^ ^r O Filho velho : eendo de 70 annot de idade, como estiresaem aeua pais >>> 
TOS, naõ criara btrba> vejtia.sc de rermelho, e eomo oseninòi brincaTa diante de geut ftiiy para os diver- 
tir j e aendo notado de bobo, rcspondeo^ que por aeus pais tudo isto devia fazerí c hc contado entre 
ot 24 filhos obedientes, qae tem havido. 

53 ^E J* ftl} ^ Eutendedor de mtislca: indo cortar lenha ao monte, e onrlndo hum bir- 
queiro ^H ^p tocar cravo, desceo a ouvi-lo; chegado lhe disse: Tu tocas, e o teu coracaô passn 
pelos montes: e tocando clle outra modinha, lhe disse: Tu toc«s, c o teu coraçaS passca pelos ma- 
res (Indica desembaraço :) vendo o barqueiro o &eu talento, lhe deo dinheiro, para ir estudar ; mas ta- 
do depois visita-lo, c sabendo, que era morto, voltou a quebrar o seu cravo, por naS haver no mun- 
do alguém mais, que entendesse os sfus toqies. 

g . jMt Mp O Homem do codho *, reado-^e hnm coelho perseguido, e indo fugindo, cego deo 
huma cabeçada em buma arvore> e 6cando atordoado foi facilmente- apanhado por Han-Cu, qae estará 
perto ; e sabehdo-lhe bem , se p«i dias, e dias a esperar, que viesse o segundo ; mas em vaÕ. 

.. 3W yt O Estúpido Esgrimidor, homem de Chu (cm Hueuam) jogando a espada ea 
huin bote, efcta lhe cahiu na agoa, e reparando no lugar do bole, por onde cahin, escreveo : Pof 
aqui cahiu a espada : ancorando depois no porto, mandou os seus criados procurar a espada no 
lugar indicado pelo letreiro : teimoso estúpido. 

56 )mo JlR' ^M ^ ^^^^^^ penitente; tendo inveja do ministro, que sem o sen mérito, ti- 
nha mais honra, pertendeo varias vezes tirar^lk» a vida; queiíando-sc os amigos do ministro da sua insen- 
sibilidade a este respeito, respondeo: Respeita5-nos os visinhos por causa delle, e minha, se eu o per- 
desse, perdido ficaria também 6 rehio: constando ao general esta sentença, ficou ta5 tocado, que a- 
tando as maÕs atraz das costas sobre espinhos, veio confessar a sua culpa ao ministro, t fiseraS as 

pazes. 

Zin-tiam ju O Famoso general, do reino Chau : foi enviado ao reino Ck^i^ 



a levar huma venera de pedra preciosa, cm troco de quinze províncias, que aquelle tei havia de 
ceder ; chegado ao rei, e entregada a veneta, este mostrou querer faltar ao ajuste j mas admirava a 
a formofurA da pedra, % isto i^spondeo o General : Admiras a formosura, porque lhe naõ vca o def- 
feito ; c pegando na pedra, eomapam àha mostrar o deffetto, se chegou a huma colnmna, e US enfureci- 
do, que lhe saltou a barretina para o ar, disse : Se naõ entregas as^ províncias, faço apedra em p^ 



309 

DA HlSTOIM. 

CM ; DÔf 01$ temos 9ò pedras preAomit, taaibeni tenos homens preciosos» CDJa ira expelle barrcU- 
aas, o ipie os teus naS fasem : a estas palarras o rei lhe disse, que (<me para a hospedai In, qae 
lhe maadarfa entregar at prorincias; mas elle disconfiando disso, remetteo lofo « Teoera para o 
rcinOy o qne taUdo pelo rèl, o Mton \r lirrr. 

58 ^ ^ K ^ Ajudante detpreeado; querendo « general de ChUm ir com dezenore ca»a- 
Ikeiros a persuadir ao rei de CAm^ guerra contra ChUn^tm Xan-si &c., fatiando bum, veio o seu Aju- 
dante Mao iHei offerecer-se, para completar o numero; mas o general Ibe disM: Ha três annos, qnc es- 
tás comigo, e ainda naõ sei o tei^ nonr.et es como a sorela no sacco, que nunca ftcarà em pe, (nun^ 
ca aerás algaeoi:) alisto respondeo elle: Leva-me comtigo, que na5 hei de botar o negocio a perder» 
Chegados pois» e proposto o assumpto ao rei, este recusou: entaS disse o Ajudante empunhando a es- 
pada : Pensas, que por ter cedido huma braça de terreno a CX*in^ estás seguro? naC tardará a exigir- 
te, que lhe cedas duas^ e três, e o reino, com n qual someate a sua cobiça scrâ farta: be posMvel» 
que te naÕ enrergonlies da vilela, por que tens passado, e passarás f tu, e na6 no8,he que devias per« 
suadir a guerra: movido o rei com este discurso, annuiu, a liga se fez, e CAm foi batido: entaS se 
voltou elle para 'os mais dizendo.* Agora rejo, que sois gente ordinária, sem recursoa extraordinários. 

59 mjc ^ ^ S>i.Clí*in. 0£stud<!nte, que se picava, intrigante; offereceo-se ao rei de ChUn^ 
de cuja fniuilia s-nbiu o famoso imperador Ch^in^se, para o^ajudar a conquistar os reinos yisinhosi 
mas o rei niõ o acceiteo, dizendo , que na6 era preciso; porqae todos o respeitava^ como superior; 
voltando para casa, e vetilo-se despresado pela mulher, mii, e cunhada, por causa da sua pobreza» 
priacipiou a dar-se ao estudo, e quando cabeceava cora somno, se pnnia, picando as nádegas com a 
sovela de coser os livros ; tendo estudado três annos, foi para o reino CMm, donde passando « fama 
àoB seus talentos a mais cinco reinos, obteve a honra de ministro em todos elles, e os rennin contra 
o reino CAVn, que foi conquistado: passando nas suas jornadas hnraa vez pela soa cass, naS entrou) 
niM as mulheres mencionadas o vieraõ a cumprimentar» e elle lhes cBsse : Como me respeitais 
agora» despresando-me antes» Porque estás grande» e rico, replicara5 ella^ « cUe suspirando ^awi 1 
Quanto he difficS viver no orando sem poder, dignidade, riqueza, « nobreza ! e st foU IVado 
morrido, todos os Seis reinos pertenderaS a posse do sen cadaTsr; pelo que naõ honre remefBo» sento 
^ividi*lo em seis partes. 

60 ^o^^^ ^ ^^^^^ ^^^^ Couchien, rei de /« em Che-kiamt Undo iea pai li- 
do lerada priaiooeiro» « feito serrsaU da mesa {o %vtt U vileza,) «Ik st MUl% tcíirt • hll«» 



Cãp. flí. EXTtACTOf 

comia' fel de «nimact» e nu anditocÍM tinlui ordenado aos pertendentet, qoe antes de aalúrtoif lhe 
diiicntm : Lembraste de tea pai prbiondfo : tendo pou preparado bnm exercito por dez annoa, o re^gatoa. 
^IrÊ ABoniU tcbegoo a aer rainha, em quanto ai cotlaçai (eiaÉ ficara5 na obarofid»- 
de, maatranquillai} querendo dia dar hiwMiTafiedadeéaoa formoaora, acortomou-ie a eorugar atctta, co- 
mo qoem tinha hnma ddr, e maia boniU panda» attrahiodo a compaixão : ai loaa oolUçaa porem qoecad» 
imita4a» mais feiaa tcvfiiò : conhecendo o ministro esperto 7!g y^ ZJ^ qoe por elU perderia o té 
o reino, e pertendendo-a, jrenuDciou ao seu cargo, e se metteo com bom successo a mercador ; e logo qo€ 
a prevista rebeliiaõ arrebentou, foi buscar a Si-xe, e com ella viveo, passeando, embarcado, pelos Cinco 
Lagos. Outros dizem, que morreo queimada na'reboIliaõ. 



62 dWbia^^^ofu *^ Anónimo barqueiro: ancorauda sempre de baixo da janella de 
huma moça, se namorou delia; mas passados dias, morreo ella, e abriodo-a, :icbara5-ibe hum oorsQaõ 
de ferro, com ajanella, botes, e os dois pintados: sendo pois este fenoineiio mostrado ao bsrqodro, e 
chorando sobre elle, se desfez em cinza. Succedeo isto dnrante os Reinos ^ clligerantes, dyo« Ckom, 

^ *fip TW. 2& ^4* Quebrar o cilindro de jaspe, cortar a companhia : estando dob reis, 
fazendo hnm tratado de alliança, o general de bum fez Imm cere o com tropa, do que desconfiando 
o outro disse: Neste assumpto devemos tratar com li^nrá, c >eia ceremonla ; por isso vou entretas- 
to fazer huma necessidade: e trocando os vestiiio^, pôde p\^shr pelas vigias, e logo mandou ham 
oiVmdro de jaspe ao general, como em agradecimcnu de o ter deixado escapar; tomando o qual; foi á 
presença do rei indignado, e quebrando alli o jasoe, se' iN^irou na5 querendo servir mais ao rei, por cnja 
culpa o outro se escapara. 

^ "élS ím iW : A Formosa suicida; huma das quatro formosas, que tem havido, foi núnki 
do reino íjA emHu^am, Vendo cila, que seu marido ^ ^ por seu amor naÕ sihiaa campo, 
antes era cercado pelo inimigo com perigo seu, ae degoUou : tinha o rei grande força, e talento^ e 
para examinar a íbrça dos seus oflSciaes, fez hom gallo de ferro, que pesava 800 libras, e tinha 8001 
ofcrneS), qno o levantava&a Mo pois para a guerra, levou no arçaB da selU a cabeça da mulher, qoe 
|anto amajraí mas detendo em huma retirada passar o rio, .^ ^ > o ««^«^^o ^"^^ »» •«<>* * *«"' 
ra de cabeça humana, que tomou por hum iilia»igo, recusou avançar, e Hiam-iu se viu obrigado a degol- 
lar-se também, para naõ cahir vivo nas ma8s do inimigo. Tcndo-se erigido • saa memoria hom p- 
gode» 05 barqueiros se julga» obrigados a visita-lo, para evitar a perda dol aau» barcos. 

' )fl |r .]ftfr*^ H«n^» Estudante avUudo: era pobre, ma» de talcnloa, via-ie obrysdo a 



V^ 



35t 

DA HurroRu. 

receber por algsn tempo o «osteoto de hooui teceddra 3 -fí^^ • qoeiwido «Mentira • taiUr for- 
Cima, dU llie deo licençt, com • coodiçaS de lhe p^nr poroitre m pemat; e pModo dle por esto 
btUezâ, foi ter com • rei Hhm^ ( «o. 64 ) p« ter por dk empregado; mas iia5 podendo lerui* 
Ur o gallo de ferro, foi ezcluido: pasando pois a ter empregado por ^ (com gnmde ffCgoxQodD 
primeiro mi^atro em o conbactr,) reaceo^ a Biam. 

66 7^ ]^ ^ Aftrdiofo patrfareU< tando mancebo te eficontrou >om bom rèlbo, por no* 
me -Sr >fj ^^ » que estando acotado^ deizaodo cahir ham çapato ires vezes, e rogando a Cham ttam, 
que lho apanliasse de cada vez, tendo*o elle feito, o julgou fiel, e digno de lhe commuLicar os li- 
vros astrológicos; depois disto, serviu de ministro a Uan, para obter o império : em ci^o tempo estando 
hum Grande persuadindo o imperador, com quem estava ' comendo, que restitnissa o reino Lu ao seu 
esplendor, fazia mençaS de escrever com as suas fschas, para que elle entendesse sem se ouvir : per- 
suadido o imperador, chamou o seu ministro Cham^leamy e lhe pediu o sello; mas entendendo elle logo o 
âm, pediu as fachss do imperador, e fazendo a mesma mença5 de escrever, o persuadiu a na5 restabe. 
lecer o reino Zm, assim venceo o Grande com as suas armas Js? ^S > ™" temendo depois o imperador 
08 seus talentos, e qoerendo-o matar, fugiu para os montes, onde vivia de certo remédio vermelho, Bf 
jSst/y ^™ ^"^ ^ escusa o uso dos graSs : ensinou entaõ a seus filhos a aatrologia, que depois se pro- 
pagou : hum dos seus descendentes tem, como astrólogo^ as honras de viçarei, e he consultado nas 
occasi5es criticas; o seu soUr he no monte 5g np ||| em Çaaai-«t; auppõe-se, que todos os génios 
estad sojeitos ao existente Astrólogo mor; elle he o protector da seita de Tau. 



67 JUU ÍBL ^ Glande firme : C*uai't*um sendo hum doa grandea de hum regulo, estando o im* 
perador para morrer o aconselhou a fortiftcar-se contra o novo imperador; pois sabia, que o seu poder ha- 
via de ser enviado *. naõ ouviu o regulo o conselho, e morto o imperador, foi ehamado a render vassalla- 
gem por instigaQ5ea da imperatriz mSi; sendo pois conduzido ao repartimento delis, ahi foi occultamente en- 
forcado; ao morrer porem disse: Por que naS ouvi o conselho do meu Cuai-fuM^ cahi nas maÕs cru- 
éis de huma mulher; foi em consequência chamado o Grande firme, e perguntado, por que tinha acon- 
selhado seu amo a rebelliaS : Para elle na5 chegar, respondeo, ao que chegou, e eu na6 Hr hofe aqui 
preao : observando o novo imperador, que isto erà hum rasgo de fidelidade para com seu amo, o em- 
pregou, esperando dclle o mesmo. 

O Descontente do conquistador ffani vendo' elle, e outros, que o imperador os 



68 
itaõ promovia ta5 de pressa, como des^avad, ^nizeraS levantar-se; o que sabido por eUe, perguntou 



3» 

Cmp, nu EXTRACTM. 

•O minUtro, ipc wria bon fiíEer, m qoe retpoiídao «te: Promôra logp o peior dèUct; c emaocileen 
^í««-c^, o promoTeo, • « i«btIKa& ptttm. 

nas inpftdeate toa mnlhar de Udta pobrexa* o óeUov, e fe eMoa eom outro; «ottet^nlo, tabeudo • 
«oberano das rirtudet de C/iU,mai-^ken, o eleroa a aitts dignidadei, e rindo sua mnilier meodiga em 
o novo marido pcdÍF-lhc kuma etmoU, dle os metteo na laa cege de etUdo, para voltarem; tat- 
tentou a mulher no resto da rida; mas Da5 a recebeo, como «Ua pedia. 

70 1p\! ^ff ^ Camalf aÕt o imperador Fm da casa de Wam, foi o primeiro -adorador áe F« na Cbi* 
-na, e naô havendo quem quízesse ser bonso dos pagodvs» que Ibe tinba erigido, deo liberdade a rarios cri- 
tniuosos de morte, para o serem. Mandou fazer bum miiante de IM braças de altOM» -t aobre elk 
jpôz hnma estatua de bronze, com buma bacia na ina5, para receber o onralbo, que à meia noitf 
a ursa maior infèudia, pam eile beber : subia ao miraute a esperar o nascer do sol^ e loa, sorrer oi 
«eus infloKOSy e prolongar a «ida; mas pertendeodo por fim virer só com estes meioe, e tendo tsUda 
«ete dias sem comer no mirante, nelle morreo i quando a djnastia seguinte usurpou o tbrono, mu- 
éou derribar o mirante» e a estatua 4:horou. 

ilS ^Sfè O Magistrado limpo, em Xan sl^ ^querendo bum reo -corrompe-lo, reio de noile 
«ITerecer-lhe huma aomma; roas elle a recusou, dizendo, que se se soubesse, ficara a sua frtma penft- 
4la, e respondendo o reo, que sendo de noite^ -ninguém o saberia, TepKcou : :Sabeo-o o Ceo, a tens. 
tUf e eu, logo sabem-no quatro» 

7'Z ^l ^ Jí^B aD ^Musico compassivos por compaiiao da nrolbere^ trazia o resUdo 
manchado de lagrimas : tocando hum dia a modinha : O macho procura a fêmea, foi ouvido, e enten- 
dido por ê^oC ^ **"® "^*^* *'*"^*' * Tcrifioari õ o casamento; mas taS pobres er»6, que 
«mpenharaS os vestidos pai-a comer, e beber^ impedidos, no mutuo gozo, de trabalhar; Sm mm-tíMm^M 
conseguiu em fim bum emprego, e estando a malher coberta ja de cans, iatentMi tomar buas 
concubina^ o^ue sendo-Ihe communicado disse? Qnando me casei, pertendi acbar hnm bomem da mi- 
nha mcíinagaS, «<iue nem tomando-ee os nossos c^ellos brancos, nos separássemos. 

ã* ^G ^ Genera! perdido » tendo perseguido o inimigo ate mui longe, parm o Noroeste, 
«e acboti com d exercito perdido, sem saber par» onde ir, * rista do que O exercito «e diapenoa, e 
o Gfn?n\ se Vm obrigado a ser pastor: entretanto matou o imperador hum ganso, que mo pe tiatís 
luuii* cAfU prtsi^ na «qual expunha o General, em que reino ae acbafât «em «"J»» voltar; pelo qee 



S60 
DA HnrroiiiiS 

nandoQ o impender dizer mo rei daquella terra, qae permittisse ao sea rassallo Koltar k China; ou- 
vindo o rei ta! propoâça6, admirado diste : Como hc, que o rei da China sabe maia, do que cu sei, do 
roeu reino? nem eu labia, que tinha hum China; e respondendo o embúzador, como ae tínha sabido, 
diise : Sim, ra-se de pressa, para que na3 escrera tudo, o que se passa no meu reino. 

74 Hf ^r f^ O Amigo sublimado: sendo Cuam vu de Ham ainda particular, era intimo a- 
tnigo de len, c elerado elle a imperador, o fet vir p«ira o pnço, e earoo dormissem htiroa noite jnntof, 
veio Jen a ficar por somno com os pes sobre o peito áo imperador; por isso viu hum Grande, e a 
estrella viajRUte aversa a elle, c de manhã lhe significou, que parecia estar em perigo, segundo o fenó- 
meno observado; entad o imperador disse, qual era a causa disto : elle elevou Jen aos maiores postos, 
e o reino por elle floreceo : o que reconhecendo o imperador lhe disse : Deve-se a felicidade dj reino 
aoa talentos de /wi; e elle respondeo; E o desenvolvimento do seu préstimo se deve o Cuam-vi*, 

25 W? Ha ^ ^*^^ marido : ficando huma princeza viuva, sabendo seu pai, que ella queria 

tomar- se a casar, lhe perguntou, qual dos homens públicos escolhia para seu marido, e respondendo ella, 

^oe queria o desembargador Sum^ lhe tígnifieou o $eu desejo, mas elle recusou, dizendo : Tendo mi- 

nha mulher soffrido comigo a pobreza, em que estive, naõ he justo, que na minha elevaça5 a degrade 

ao estado de concubina, assim como na6 he decente, que huma princeza fique inferior a etla. 



76 in 'HU ^ ^^^^o respeitoso : batendo>lhe frequentemente a mSi com o bordaõ, a que se 
encostava, recebia a pancada com huma cara de riso;, huma vez porem batendo -llie ella, principiou a 
chorar, e sendo reprehendido como desobediente, respondeo : Na 6 choro pela pancada aer pesada, mas 
por ella ser mais leve do costumado, o que mostra, que falta9 as forças a minha mii. 



77 oS ^^ Pau^hhien O Marido feliz : sendo estudante pobre, o mestre rico lhe offéreceo huma 
filha, que acceitou com bastante receio, que se na6 sojeitanse à sua pobreza, o que sabido por ella, 
sem esperar cadeirinha, foi com elle i pê para casa, onde despidos os os vestidos ricos, e usando de 
espinhos por alfinete de cabello, principiou a fazer os officios mais humildes, para servir aos Sogros. 

78 SÍ wSSa ^ Comissário desenganado : tendo sido premiado pelo transporte dos viveres em tempo 
de guerra, andava mui diligente no transporte dclles para a corte em tempo de paz, esperando igual 
premio; sendo isto percebido por hum seu amigo, lhe contou esta historia : Geralmente na Corea os 
porcos saõ pretos, mas por huma excepção nasceo huma vez hum branco, e sabido pelo rei,, 
assentou ser huma raridade, capaz de apresentar ao imperador da China; mandou por Canto embaixa- 
dores para offerecer este> e outros presentes: chegados porem os embaixadores a Pekun> vira5 tantos 



261 

Vpa. VII EzTRAcrof 

porcos brancos, qae nssentaraõ ridicalo apparecer com o seu, e o esconderaS : poe a carapuça, se te serm 



9 ^9 1m ^ Rotibado fiel : scDdo apanhado pelos salteadores, o sentenciarão a morte, mas elle 
pediu licença^ para ir primeiro dar de comer á mli, que morava alli perto : sendo largado» e chegado a 
casK, contou ao irmaõ maior o acontecido, e este sahiu a encontrar os salteadores, e Ihee disse, qoe 
seu irtnaõ era necessário para servir á mãi; logo chegou o outro, e dibse que tendo a sorte cahtdo sobre 
elle, devia morrer, e naô o irmaS : movidos os salteadores de tanta bondade os largarão ambos. 

2^ ml O Corrector das escrituras : sendo presidente da academia imperial, e encarreirado 
de corrigir as copias das escrituras, veio à noite hum relho, e querendo ver o sen trabalho, como naS ha- 
via ainda luz accesa, soprou o sen bordaS, e se accendeo; do que admirado o académico, lhe pergnnto«, 
quem era, e elle lhe disse, se chamara ^ ^ (fo» o <iO« dividiu o ceo da terra,) e auscntando-se, o 
académico com toda a facilidade fez a obra, de que estará encarregado. 

81 S. *S ^ Magistrado das pérolas : sendo o seu antecejsor juii de fora, perto do rio >J§^ ^ 
mni ambicioso de pérolas, as madres fugirão todas para Tunkim; mas cliegado Mom-chttm, roltara^, 
como a offercer-se-Ihe. 

92 i!M W ^ Homem do escarmento : tendo hu m ladraÕ entrado em sua casa, e tendo.% 
pendunulo em humn iiave, para naõ ser visto, foi com tudo observado por Chen^xe, que cbaníHu:: r» 
filho, Ibe disse : AHi tetin hum escarmento para ti, tem cuidado, naô faças o mesmo; e chamamlu o la- 
drão para baixo, Ibe deo duns peças de seda, por ter servido de iiçaõ a seu filho. 

TfjM ^fc O Corregedor da cadeira suspensa: havendo na cidade só hum «abio, so recebia 
« saa visita, c cataô abaixava a cadeira do alto, onde geralmente estava pendurada, para elle se a^iKar. 
^ Cknm-kUen O Navegador: tcpdo ido por toda a parte, donde trouxe a China plao- 



84 ,^ . „_ 
IM isóticas, e entre ellas o espinafre do Occideute, descobriu a final o mar celeste, donde se re 

o cruzeiro do sul, e na5 voltou mais; mas cabindo do rio do ceo hum remo de proa, e ignor^nA»^ 
c^ue remo era, desceo hum génio a declarar, que era o remo do Navegador, e o resto do seu naviose 
ir:a desfazendo, e cabindo igualmente: em allusaS a isto, se escreve agora a entrada das càmarmsrO mar 
esta cheio de felizes estrellas. 

' ^^ O Bem Casado: estando a mulher ao seu lado pcnteando-se em qnanto elle e&to- 



dava, repaiaado que naS tinha as sobrancelhas perfeitas, com a penna, que tinha na mao, lhas compox 
«upprindo com tinta os defeitos. 

^ 4S Suu chim O Tornado moço : sendo ja idoso, entrou a comer gergelim, e ^e 



DA Historia. 



át52 



tornou moço; admirada a gente» lhe pergonton porqae» e respondendo elle, que naõ sabia, ezaminon-se» 
o que comia, e se achou, que comia gergelim, qne foi a causa daqaella transformação^ 

87 ^S ^^ ^p ^wt ^ Condiscípulos dessemelhantes: eraS dois estudantes companheiros de 
cama, e mesa: trabalhando hum dia na horta, Ouon-nlm cnvou buma barra de ouro, de que n 5 fez ca- 
so, porem Hoa-in logo a apanhou, e foi reprehendido de ambição : passando depois pela sua porta hum 
Grande com grande apparato, quando estaraS cstudaado, Hoa-im por curiosidade foi ver, pelo que o seu 
companheiro foi cortar a esteira, em que dormíaõ, em duas, naõ querendo ser intimo amigo, de quem 
tinha taô differentcs costumes. 

_ glgB^ o Cirugia5 da cabeça: foi hum famoso cirurgião: cortava as feridas venenosas; abria 
ventres, para curar tripas &c; sendo chamado por hum ministro, que tinha dores de cabeça, respondeo» 
que o curaria, mas que era nessessario abrir-lhe a cabeça, para lhe lavar os miolos; horrorísando esta pro- 
posição o ministro, o mandou encarcerar; uias sendo bem tratado pelo carcereiro, e sabendo estar con« 
demuado à morte, lhe entregou os livros, e segrelos da artes executado o cirurgião, renunciou o car- 
cereiro ao officio, perteadendo ir para casa estudar os livros, que ja para la tiaha mandado; ao chegar con 
tudo a casa, ficou sorpreso, vendo a mulher estar qtieimando asua herança, de que Salvou poucas folhas» 
qne continhao os meihodosde capar os differentes animaes: e perguntando a causa desta queima, respondeo 
a mulher: Tara que na5 fosses sticccder ao cirurgião no patibulo, assim como lhe querias succederna arte* 

O Homem teso : querendo hum ministro valido emprega-lo, respondeo: Se me qui- 



89 

zeres promover, he para serviço do rei, e nao teu; ua5 gostando da resposta, o mandou tocar o tambor 
da audiência, pois era serviço do rei, e elle foi promptamente, mas estava tocando todo nu; o que observado 
pelo ministro, o reprehendeo, como grosseiro; mas elle respondeo: Tenho o corpo puro, e perfeito, qual 
minba mii o pariu, por isso naõ pode cajsar asco, nem eu me envergonho; mas tu, naõ sei, como te 
atreves a apparecer com hum coraçaS taõ corrompido; a estas palavras sendo persuadido, que o ma- 
tasse, Da6 o fez pela opinião de recto, em que era tido, mas o mandou a bum general, onde chegando, e 
naS se levantando aquelle a recebe-lo, chorou, e sendo perguntado, porque cborara, respondeo : Enganei* 
me, e vim dar com hum cadáver; perguntou : Forqne? respondeo; Porque cadáver, be o qne se naS levantas 
a estas palavras irado o gâneral, o mandou matar. 

4A jB^ ^s Bien^hoan, Trazer na boca braceletes, retribuir : indo hum homem por hum 
campo, encontrou buma ave matando outra, e acudindo elle, levou a padecente para casa, e em cem 
dias a curou; em reconhecimento do qne, ia a ave voar, e voltAva, ate que hum dia troiULt la 



C^. Vlh EXTtACTOi. 

boca quatro braceletes, deixon-o», e se amentoo. 

Vjã^ K Concubina múalca : entrando oe Bubaroc T^n-U do Occidente, a combater a 
adna/Ln2>Ss etperansaa, fiíeraô a paz, com a condlçaÔ, de ae Ihei dar buma princesa em 
casamento, e para iUndlr eaU condição, mandou o imperador • ^ g j| , ^~ **~* ^ ^ 
trato de todas tf concubinas, para entregar a mais feda, a qnal por isso lhe derU pagar; durando 
o retratista a pintar a bonila CA«*.A««, o fez neglig«itemenie, na5 esperando nada d^la; apreaantaikf 
pois 08 retratos, foi Chau-kiun repuUda pela u^aii feia. c entregue aoi Bárbaros : clU poU foi, locando 
a sua viola, cm que era destra; chegada as raias, desccraS os gansos braros a admirar a soa for- 
mesura, e ella sabendo, que roUavaS para a corte, Ibcs entregou huma carta^ Depois de alguns as- 
nos passados com o rei Baxbaroj^ este morreo, e segundo as leis, paasavaO as coucubioa» para o 
filho; horrorisada eHa desta barbaridade, morreo de púxad, c as hervas, que crescerão na sua sepul- 
tura, eraS verdes, quaodo as do testo do monte eraõ vermelhas. As novellas variaõ, alem do maia, 
dizendo, que o pintor fora niostrar o fiei retrato delia ao estrangeiro, e este viera conqoisU-Ia. 

<HÍ 3& yfc ^ ^^ ^P® elevado ; era huma moça feia, e ta5 pobre, que no cabello osavi 
de bum espinho em lugar de alfinete, mas taô forçosa, que podia com o gral, e pilava o arroz; pcr^ 
tendia ella hum marido bonito, « attento: offerecendo-lhe alguna algumas coisas sem particular respê» 
to, ella os despiesou; porem vindo hum bom moço por nome ^JV*- ylfi oíFerecer-lhe hum copo de vi- 
nho, elevando-o primeiro com ambas as maÕs a altura das sobrancelhas, o acceitou, e se casou com 
elle, e foraC felizes consortes por 80 annos. 

^jffl MS Tiau chim, A Cantora politica : huma menina das cantoras âb hum ministro do 
ultimo imperador da casa de Han : vendo o ministro sem comer, lhe perguntou pela causa, este 
depois de lhe replicar, que a mulheres na5 se commnnicavaõ grandes negócios, vencido em fira, lhe 
contou, como estava armada huma rebelli;!©, a cuja testa estava o general JffSL aoquerespoa» 
deo a Cantora : Bom remédio, mande chamar o general, e ofTereça-me, como sua filha, a elle, e logo 
que elle me levar, chame o filho, e diga-lhci que intentava dar-lbe a sua filha; mas que bem 
contra sua vontade cntreviera seu pai, ja ideso, e a levara, que veja elle, se isto tem algm 
remédio. Posto este plano em ezecuça$, tendo na mesma noite o general ido para o paço, a me- 
nina teve occaaiaõ de fallar com a maior ternura ao filho, que resolveo, e matou seu pai; morto 
este, o governo se animou a proceder contra oa rebeldes restantes; e sahindo o filho do general, como 
Itam delles, a campo, a menina, fingindo grande amor, o quiz por força acompanhar, para Ihesernr 



mi 

DA Historias 

de embaraço a desenvolrer os sem talentos, que era$ temireist cercado em fim o novo general j em 
raõ intentou romper o cerco com a menina, qae queria leyar aa coitaSf e foi apanhada; áf^ meul* 
sa nada mais se soube. 

94 '^ ^ JSÍ ^ ^ Temiv^l dopoU de morto : (ax hum g.^mírnl tle Sv-r^ii"» impe» 
^^ que veio em soccorro de Nankim contra os povos do Norte : querendo o g f ui^ral em cbe- 



e 



rando 

fe em Uama baUlha naval incendiar a frota inimiga, como único meio de vencer a s.a it^m.paidaJe, e 
na5 o/podendo fazer, porque o vento, que era noroeste, lhe era contrario, cahiu doem.; n.«. ca- 
bendo Chu^cc-leam a 'sua causa, disse ao general: Eu posso curar-te da tua doença : eu sei, .,u. dU pro^ 
cede do vento ser contrario aos teus planos; mas eu vou faze lo mudar para sueste, e a t«a affiio- 
çaò se acabará : sahiu pois, fez virar o vento, e a batalha se ganhou; e como isto foi ao* 21 da Ha. 
Loa, por isso acontece agora o mesmo fenómeno de haver vento sueste neste dia: ganhada a baUlU^, foi o 
general de ^ankirn perseguindo o inimigo, e entre Unto Chu se fortificou c :n os seus em ^j j||j^ 
»endo-lhe isto estranhado pelo de l^ankim, que agora o temia, lhe pediu a terra cwprÈstada, em 
quanto naB ganhasse outra; mas faltou á palavra, e nunca a restituiu : depois de muitas cmprí^ai, Vcn* 
do huma noite a qualidade dos raios da sua estrella, conheceo, que era chegada a moric, e p^ra a 
prevenir, prevenindo a queda d* estrella, accendeo 49 candeas, (que agara se assenta 6 em cima de arroz,! 
quo dcviaõ esiar accesas sele dias, mas vindo a pressa o seu general ^ ^ a dar-lbe partó da vinda 
do inimigo, sem reparar dco hum pontapé oa bacia das luzea, que se apagara^, e Chu morrão, man» 
daiiido anies, lhe posessem na boca sete graõs de arroB,para se naô corromper o cadavur^ e m€ttid<ia 
as maSs nas mangas, poseasein dois pombos dentro delias, as cosessem, e o deixassem no campo d» 
batalha: chegado pois o general inimigo, vendo moverem -se as mangas por causa dos pombos- asse atou, 
que lhe fairia cortesia, e temendo-o, se retirou assustado, duvidando, se ainda tinha a eabc^a sobre Oi 
hombros; sabendo depois, que realmente estava morto, ainda temeo avançar, mas mandou bum geaeraJ, 
que o fizesse; chegado este a hum passo estreito, des para ra6 os arcos alli enterrados, cada h um dez set- 
las, e ficou elle morto com todos os seus. Observando Chu em vida, que o seu general Vei tinha oi 
queixos sabidos previu, que havia de ser infiel à pátria, chamou pois o ajudante delle tÈ T^y e ^he man^ 
doo, que quando o general se rebellasse, o matasse : e perguntado, porque o naO matava ja, respoadco f 
JPorque ainda naC be rebelde. Foi Chu o inventor da artelharia, ainda que «e na5 serfiu dos pegai| io«> 
Diii5 para dar signaes. Voltando da conquista do Pegá> e chegando ao rio Vp ^J^ n&s traias da CU** 
na, viu -se rodeado de hnm nevoeiro mui fechado, e ouviu muitos gemidos; perguntando soa ntín* 
raea a causa, respondera^, que isto era efféito dos muitos defuntoa pela peatifera agoa do rÍO) ^ 



365 

Cmp, VIU EXTtACTOS. 

flo se podia passar salro & meia noite, e que para desvanecer o neroreiro, era preciso sacrificar 49 
bomens neste rio; bonrorisado Chu desU barbaridade, inventou o pa» com a figura de homem, cod 
cabeça, e huma maô, e espalhou 49 paês pelo rio, e o nevoeiro se dissipou^ e desde eota5 se uson 
na China de pa5, s6 para o mesmo fim. Estando de posse de huma cidade,, avançando o inim^ en 
grande numero, elle mandou, que os poucos soldados, que tlnhn, se vestissem de paisanos, e ▼anw- 
sem a rua da porU da cidade, em quanto elle se poz na torre da porta, tocando cravo; chegade o 
general inimigo, e conhecendo pelo toque o bom animo do tocador, se retirou, temendo cilada certi. 
Inventou Chu vaccas, e cavailos de pao, autómatos, que andavaõ com huma torcedura de Ungoa, que 
se chamaras >j^ V^ "^ 'M ^ *l"® serriaõ para carreto de víveres, que levavaõ na barriga, 

95 rara ^^ ^^ Mart«( : chamou-se C^on^ em memoria da espada comprida, de qoe usa- 
va : mudou o nome, que antes era Fbm, por ter matado hum homem ; viveo por algum tempo coo 
jSn^pHw Ç^ 4h§ em caga do segundo^que era rico, no seu pomar de pecegueiros, como irmão a- 
doptivo dellei : acontecendo huma rebelliaõ, os três armara6 hum pequeno exercito, e se apoasaraõ da hoou 
cidade; mas o ministro, que aspirava ao império, os mandou atacar, gua rdando com tudo a Cwmi pa- 
ra servir aos seus intentos; tendo os dois fugido, este se encarregou da mulher de Lem-pei; sendo 
pois convidado pelo ministro para sua casa, lhe disse : Eu servirei na5 a ti, mas ao imperador, mas 
se cu souber, onde estaõ mens irmaÕs, hei de ir fazer-4he8 companhia; e desgostando-se o ministro, lhe dis^ 
seraõ, que o tratasse, como os dois o tratavaS, e seria amado, como elles; pelo que o trouxe para seu palácio, 
em que lhe deo hum pequeno aposento, onde de^ia estar com a Senhora Lem* Por esta causa naS dormia» mas 
estava a estudar toda a noite; o que observado pelo ministro, lhe deo algumas meninas, mas elle as maa-^ 
dou servir a Senhora Leu, o que mais admirou, e conciliou a veneração do' ministro. Sabendo neste tem- 
po dos amigos, naÕ quiz ir-se, sem retribuir ao ministro. Levantando-se huma guerra, e tendo sido venri- 
das as tropas imperiaes, Cuon foi rogado a ir a ella, e logo venceo, matando dois gcneraes inimigos: voltan- 
do procirou a ministroi para se despedir» e ir para os amigos; mas elle -sabendo do seu intento, nao quis 
fallar-lhe; o general pois entregando tudo, o que delle tinha recebido, se foi aos amigos, que estavaõ de 
posse de A'm-cAét#em Hu-cuamt passados tempos, tendo o ministro perdido huma batalha, e dirigindo-se os 
sua ratirada- por fám^Chou, os amigos se prepararão para o bater, querendo pois Cuou ir a recebe-lo, os 

dois se opposeraS, pois que tendo tido conhecimento com elle, na6 lhe faria mal; mas protestando eUe, qoe 
naSt» apostaras mutuamente as cabeças-, avibtando pois o ministro a Cuon, lhe perguntou, como se^ .atre» 

tia a-fazer-lbemal, tendo -o tratado taõ bem? e em quanto estavaõ com estas razoes, os imperiaes ii5 



2f6 
DA Historia. 

passando, e Cvtm naõ teve remédio, senaõ offerecer a cabeça promettida, qne naõ foi acecits r mas 
indo os dois para outra terra, foi degolado á traiçaS na cidade, que governava, e appareceo degolado 
no ar pedindo a saa cabeça, levada por triumphos o que ouvindo hum bonzo, qne o tinha conhecido 
em pequeno, lhe disse : Pedes a tua cabeça, e quantos milhares, que degolaste, a estaS também pedin- 
do ? na6 tendo dle, que responder, o abençoou com hum pennacho, e lhe nascoo a cabeça, aceres* 
centaodo o bonzo: Conserva a paz do espirito, e serás hum príncipe na cora de Fo\ por este 
motivo» he venerado como Santo, e Marte, com o nome de imperador Cuon ti. 



gg y k |«jH lifflg A Figura dos oito plutoSs, arte de batalhar : hum rei perseguindo outro 
em batalha, chegando a certo lugar, viu huma columna de fumo, e temeo traição; parando pois, man- 
dou descobrir campo, e pela segunda vez lhe disseraõ, que a6 se viaÕ perto nove pedras em ordem; foi 
pois ve-Ias, e entrando por entre ellas, na5 atinava a snhir para' fora, entaÕ lhe appa:eceo hum ve^ 
lho, qtie lhe disse: Vendo-te entrar pela Porta da morte, ja 8«bia, que te havias de perder, se entras- 
ses pela Porta da vida, (differentes entradas,) facilmente sabidas, por aqui conhecerás a arte de meu 
genro, ministro do reino, que accomettes; conduzindo-o pois para fora, ello disistio da empresa^ e se re- 
tirou. 

97 ^Èo W "J ^K O Infante sábio : 8U[H>ondo, que a sciencia humana faz dez alqueires, eh 

le possuía os oito : tencionando o rei nomea>lj seu successor, naõ o foi, pofque na sua morte^ estando go* 

vemador de província, o príncipe empunhou o sceptro; pertendendo depois depor seu irmaS, veio com hum 

exercito, a qnem o irmaS oppoz outro maior: reprehendendo-o o irmaõ por naÕ ter vindo á ceremonia 

do enterro* respondeo,. que a isso mesmo he, que vinha; maa o príncipe replicou: Assim falias á vista 

do meu exercito : sabe, que es digno de morte: mas ja que tens famía de talento, exporás o facto de 

boje em huma quadra, em quanto eu doo sete passos : isto verificou o infante, fazendo a quadra : Cozem-se 

08 feijões &c. (vê no Diccion. a letra 1^ ) sendo a cunhada por nome ^S nr ( captivada em 

guerra,) mui bonita, e tendo mutua inclinaçaS, na6 lhe era possível obtela; por isso diste: Minha 

cú abada he outra Beata do rio Lo, >M^ JtM que se ve, mas na8 se toca. 

gg ^Sq ^ ^yp O Menino transformado : andando passeando com a ama, pediu-Hie, que o 
lerasse a huma horta visinha, onde chegando, foi esgravatar em certo lugar,- onde achou hum bracele- 
te (argola de braço,) admirada a ama, o participou ao dono da horta, o qual lhe disse r Ja sei, quem 
he o menino, porque ha annos me morreo hum fílho, que velo brincar para esta horta com o bracelete, 
e aqui o deixou enterrada. 



3G7 

t>l. m ExTRiCTOS 

^9 Jf^ *p^ ^ Secretário doa aromas : sendo secretario de hum ministro, a filha deste le 
mmorou delle, e recebendo o ministro belloi aromas de embaixadores estrangeiros, a menina deo hom 
pedaço ao secretario, cuja fragançia bem de pressa descobria o farto, e o minUtro de« a fiiha em em- 

sanicilto ao secretario. 

100 JjL 55 ^ Wenino prudente: sendo de sete annos, sabiraò os companheiros a hom a- 
brunhciro a coraer abrunhos, e elle ficou em baixo; e sendo estranhado, respondeo : Abrunheiro ao 
pc do cominho com abrunhos, he signal, que elles saS mèos: com eflfeito os companheiros na5 os 
podiaõ comer de azedos. 

,01 R^ ^ O Celeste : tendo sabido, qae Tarios tiohao ido ao rio do eco, (via láctea} pa- 
rtiu também para la; porem depois que la chegou, ficou fora de si, e na5 sabia onde estava, mas ren- 
^0 hum pescador, lhe perguntou, qne lugar era aquelle, ao que aquelle naõ respondeo, mas Ibe deo homa 
pedra, para qne voltando a mostrasse ao ministro do rei, que lhe diria, donde ella eia; o qne tendo dic 
feito, soube, qne aqaella era* a pedra, de que a Tecedeira (águia) se servia para amaciar as soas tèas, 
« qoe em consequência tinha chegado onde desejava; costumava voltar o branco do olho, para oa que 
aborrecia, e o azul, para os que amava, 

StT fij^ ^ Incrédulo desengauado : escrevendo hum a obra sobre a oa5 exbteacia de es- 
niritos terrestres, appareceo bum homem, e lhe disse : Como sabes, que os naO ha; pois qne he espirílo? 
respondeo : He hum homem sem sombra; perguntou : Ora vê se cu tenho sombra; com^ efeito na5 a 
tinh»; perguntou : Que mais he preciso para ser espiritai respondeo : Que nao tenha ponta de barba : 
pergontoa : Vê Ia se eu a tenho; com effeito na 5 a tinha; e queimou a soa obra. 



10^ ^^Q JSft ^ IS^tu^Ai te afouto : estando estudando à noite, veio hum fantasma cito, ca- 
ja liogua tinha sete cWados, e ellc apagou a randea, dizendo ? ApagO-a, na& por medo, mas por bor* 
ror da tua fealdade; e logo o fantasma se foU 

%~ ^ Q Crésa da China : contendendo hum dia com hama pessoa imperial, qual 
era mais rico, disse o regulo : Vejamos, qaal de nos pode toldar de brocado maior exteusaS de estrada: 
«o que annuiodo Xc-^Chum^ este toldou 40 lis, e aquelle 30; o que sabido pelo imperador, deo ao 
regulo huma arvore de coral, de três covados de altura, pensando afrontaria Creso, mas este veodo-a, 
a quebrou, e aendo-lhe isto levado a mal pelo imperador, deo ao regulo outra de sete covados, o qoe dei- 
xou o imperador espantado. Tendo Creso dado 36 alqueires de lueentes pérolas por huma formoaa, o 
vicerei pcrteudendo-a, o encarcerou, e tendo morrido sem a entregar, ellaae botou de hama jaoeJiaa' 



DA HtrroMA. 
bttiso^ « morreo taoibtDi, pan ntS c«liir om mact do tímní. 

105 ^^ ;^ >1 ^ FormcMO da frota: iodo Iram dU em bom carro, aa maçai lhe ati- 
raratt UqU fm ta, cm sigoal de estima, qne carregou o carro; tendo depoia feito jaiz de fora» e 
teodo oa moradores da rilla muitas diridas à fazenda real, oa chamou, a mandon plantar anafegociraa dentro 
da Tilla, e com o mu producto aaatiafea por ellea aa dividaa t • Tilla le chamon depoia Villa daa fló- 
rea, s Oi bont jaizea de f<9ra «m elogio le chamaS Dcapacbadoa para aa floret. 

ÍOB ^r IM J^ Tãm^pomtau O Homem da Sobrioho : teodo teu irmaK deiaado por morte 
ham filho onieo ao md eoldado» e naS podendo em huma tubleraçaô fugir com teu filho, e com o 
loirinho; pois tna mulher, como fraca, naõ podia levar nenhum, desamparou o filho, e leroii o sobri- 
nho, lembrado de que sen irmaS na5 podia ter raús filhos, e elle sim; porem desgraçadamente naS 
teve mms, e o lobrinho foi o unioo herdeiro, que deixoo. 

... ip é & y^ Vam-hi-cke O Velho com os netos : tinha mni boa letra, qne naô trocara 
lenaS por patos reaes -.sendo velho» e falto de sociedade, deixava metade do seu jantar, e logo chama- 
ra 08 netos, para que comendo, o divertiísem; e queizaodo-*se oa qne lhe mandarão presentes, como de 
fazer pouco ^so delles; respoadeo: Voa me dai«, com que deleitar a boca, e na5 oa olhos, por isso eu 
emprego parte em procurar o divertimento dos olhos nos meninos. 

^ ]S4r "í^ o do Rio : chegado com oulroa a hum rio, naS passou com eOes na barca^ 
dizendo : ^ucm Um huma concubina, como eu, naô precisa de barca, para passar o rio, mas basta hum 
empiscar de olho delU (valentU de amantefl.) 

flj^ ^ dn O Solitário: foi despachado juiz de fora da rilla ^ ^ ^ onde 
goauva de criar ftjres, particalarmeutc a artemisU, que por isso chamavad a formosura da villa 
/•"•m-^. Vendo-st depois obrigado a fazer moitas iBclinaçSea a empregados superiores, assentou de 
n^ procurar o sen suitento por meios ta(( pouco nobres; renunciou pois ao emprego, e se retirou 
« sua casa, onde se anitentara do producto de hum jardim, que fea, e onde innocentemente passou 
aena dias* 

^ ^t O do Banetcr vivendo das sopas de hum valido, foi com elle aos montes, aos 
9 dA 9a. Lua, e fingmdo-so bêbedo, deixou cahir o barrete, e andara descoberto : mandando o valido 
por-lho, para naõ ser descortês, disse : NaS preciso, eu sou como o pinheiro, e acipresle, que naS se murcha 
com o frio, nem calor; logo reparando mi artemirfa, que se bebia no vinho mquelle dia, disse, aUudindo 
ao Tmlido: Naô he esta flor cnvejosa, por isso nasce, quando ja ha frio, e dura maU, que at OutrM- 



36i 

tiw. rn £ZTIACT01 

MoH'Va sabiu depoii dt fut cata, e o valido ie rebeUou. 



1 1 1 3IS Hf ^ Medroao di sombra : sendo convidado por hmn miliUr a beber Tiobo, viu 
DA usa hama oobra» (que era a aombra do arcoí qae o militar tinha pendurado de fironte,} e sus- 
peitando tft iqn^, se retirou immedíatamenta t entrando o miHtar em aveHguag6fs da cansa disto, veie 
na fUBpeita, do que erai e o convidou segunda ?ea : mas querendo eile ausentar-se pelo mesmo motiro, 
tirou o arco, e o mandou olhar para a taça> com o que se dissipou^ o seu medo, e suspeita. 

>j^ O Formoso do barrete : tendo as moças observado hum dia, que levava hum bar- 



"2 

rete roto, cada huma fez hum novo, e lho deo, desejando, que o trouxesse sempre, e elle para satisfazer s 

todas, trazia hum dia hum, outro dia outro. 

113 ^B nlc, O da Cama do Oriente, genro: indo hum paia bum-H:o11egio, a procurar buoi 
^enro, e entendido isto pelos rapazes, cada hum se queria fa< er mais iuteressante, só hnm est«%a mui 
«ocegado, deitado^ a comenda perguntando o mestre, qual escolhia, respondeo, que o da cama do 
Oriente, que era, o que estava deitado : o quarto, onde se hospeda o genro em casa do sogro, também se 
chama T^m^choam, 



^^^;^nm O da Fortuua reversa: tinha hnm filho oficial, e perdendo-se o sen cavallo , dis- 
«era 3 ua visinhos, que elle era des^foriunado, c Se-vum disse, que era fortuna; passados dias, voltando 
o cavalk» de parelha co n ouiro, disseraõ, que era fortuna, e elle diaae, que era desgraça; montisn* 
■do-se o oficial para provar o novo cavallo, cahiii, c quebrou hum braQo; disseroS os visinhos, ser des- 
graça, « o velho dissr, ser fortuna; com effeito SHhiado os mais oficiaes, a dar huma batalha, ficara9 
la, quando este, que u,\õ fui por doente, ficou salvo. 

lis lEC tft >v ^^ Pescador do« pecegueiros: tendo ido mui louge a pescar, chegoniem- 
bocadrra de hum rio, em cujas bordas liaviaõ muitos pecegueiros de flor,. que por isso chamou ;ÇJg ^S 
ciiuacdo unais, encontrou liuma ilbeia, onde estavaS pescadores, e lhes perguntou, ooaMr se chamava aqnel- 
la bahia, responderão, que Tgboravaõ, e perguntindo-lhes, donde ereõ, responderão, que era$ emigrados 
do tyranno CAin-jee, e dizpudo-lhee elle, qne era impossível, pois elle era morto, havia seis centos annoa; 
responderão, que naõ sdbiaô nada disso, e elle voltou : lontando isto aos conhecidos, lhe aegiirarsS, que 
estf era o ri(i do ceo, e tornando elle a ir ve-lo, nad o achou mais. 

i\f^ j fe-)>?7T ^K O Ministro da mosca : estando o imperador consultando com elle sobre 
liuuin aumcstiu geral, e tendo escrito o assumpto sobre a mesa, huma grande mosca TWtjeira se rei- 



370 
DA HurroRU* 

o por sobre « penna, e enxotando-a segunda, e tercdra vez, foi vitta pelos do paço : attrahidos de 
cnrioflidadej se chegartJõ á meaa> oode tinha pousado; reparando enta5 o imperador, que se tinha sabi- 
do o assumpto, de que se tratra?», pois que o tinha6 riito sobre « mesa, passou contra a sua inclina- 
naj^aõ o decreto, pnra naõ ser tido por illiberal. 

117 ^tn ^W 3ÍU ^ Concubina das modas: advertindo, r^ne nns mulheres se ettimaraS Of 
pes pequenos, no tempD de T*am, com ligaduras, reduziu os seus a maior peifeiça6, com o que delei- 
tado o imperador, fex estradar os lugares, por onde passava, deflores de trate de ouro, e ella refinando 

maia, mandou gravar flores na sola dos çapatos, para que os seus vestígios fossem flores» 

^1 ^ fe ^ Tendo sabido, que o corpo de Fo havia mais de cem annos, estava inteiro, 

118 /pICAiR TJ^ j. 

mandou bnsca-lo á índia; tendo chegado, o seu ministro |^ p^ ^ ^ que era mui desabusado, 
representou, que a inteireza do corpo nnS era argumento de santidade; pois podia proceder da neve, e ge- 
ada» cm que tinha sido amortalhado, e sena5 què lho desse, para o queimar, a ver, se Fo tinhapoderde o 
embaraçar: offendeo-se o imperador deste argumento, e o desterrou para Corregedor de jHB jUn :bavia 
naquella costa hum terrível crocodilo, aquém Han inumou, que se retirasse em três dias daquella costa> 
e se na5 opodesse hz'r em três, o fizesse Vm cinco dias, e se oaõ podesse em vinco, o fiTesseem sete, se^ 
oaõ, que prepararia espada, e settas, para o punir : com effelto o animal se retirou em sele dias; e estes pra^ 
zos íorai) aJinittidos na pratica dos juizes. Foi Han^ qaeensinoi os de CAawchou,^ comer o bicho das 
leziras. ^ r^ 

lig ^S B* (^ ^ Ceneraí traidor: estando de guarda á capital, abriu as portas ao tyran» 
no Ven-lo, da casa de Mim, e foi entrooi^sado; passado pouco tempo, fizeraô-lhe queixa de hnm filho do 
general, que fiado no pai, insultava a gente, e o imperador mandou prender o filho, e o pai x e quet» 
xando-se este de taô estranha recompensa pelo trono, que lhe tinha dado, respondeo o imperador I 
Asaioi como abristes as portas a mim, as abrirás a outro; e o mandou decapitar. 

120 RB^SK ã ^t% 3E ^ Princeza do espelho: acontecendo hnma revolnçaõ, emqoese 
ria obrigada a separar-se de seu marido, qnebrou hum espelho redondo pelo meio, e entregou hnma me» 
tade ao marido; passados tempos, estando o marido em hnma tenda vendendo espelhos, vdo hnma eriada 
c.im meio espelho, e elle chegando a metade, que tinha, se uniraS a faser hom circulo pflrfelto> e foi 
▼iver com sua mulher, que por este indicio foi achar. 

121 Xu Tr \2t ^£ ^ Princeza do fogo i brincando, quando pequena, com o filho da toa 
com hum bracelete, e sabido isto pelo rei, prohibiu a vinda do rapai ao pafo : ptffiflto teDpos> íU 



371 

Glf . nu EXTtACTM. 

/ 

a prmotza Tintar hum pagode» • riu U o rapaz a dormir, e Mm o acordar, lhe p«t o bracelMa lobce 

o peito, e se retiroa; acordando o rapam, • reconhecendo o bracelete, excitoa-ee-Ihe ao peltoTtal fogo, 
que pegou fogo ao pagode. 

122 wBo §iv n^ # L^^Utm^u O Eatadaale aaodoeo : eoterronapeo oateoa eatodoa cooi mo- 
dadet da mulher : chegado a cata, e loformada ella da caota da aoa rioda, com Imaa t eao ^ra cor- 
tou a teia, que tinha principiado, a vitU do marido» e proteaioii, que quebraria o tear, lenaò voltasw 
ao aeo estudo promptomente, ao que elle annuiu. 

123 J^ 1^ iffi ^ Bonito Conaelheiroi suspeitando o imperador, que elle usava de C(NTS,pob. 
era taõ branco, lhe mandou hum dia beber hum caldo quente; suando el^e, ( como ae esperara,} e liai- 
pando-se âcou mais branco» o que provou, que naõ liavia core*; vendo a princeza, que estava pceseate, 
o suor do conselheiro, lhe a)anou com o leque; e o imperador oa casou. 



124 VM^y^ 19 ^ Bffrminado imperador, parricida him-tuam^ da casa de &*el : tendo M.« 
to huma estrada de 6algueir;>s, por ella passeava em hum bote puxado, como á sirga,, por algnaaf 
concubinas, em quanto se divertia com outras no bote; dizia» que yendo meninas,. na5 tinha lòme; ss 
Keses porem largava a hum tempo as cordas, para as pobres mulheres cahirem todas de narizea. 

_. ^RU ^nT ^ Imperador da cobra: o imperador f/^eda casa de 5Me«: vendo na eatrada fai:- 
ma serpente ferida, a recolbeo, curou, e largou; passado algum tempo, ella vúltou com hum carbúneala 
na boca,, que allumiava o es, aço de doze carroças, e em retribuiçaíí a deo ao imperador. 

rfCQgRI^^fe Cuo't»u-i'0 General, mao sogro :^ teve cem fittu»^ e mil netos, por is- 
so na5 os podia saudar a todos com palavras, maa so com a cabeça : tendo hum daquelles CKado 
com huma princeaa, nas sias questões disse o marido « Se meu pai naõ he imperador, he por qat 
naõ quer : a estas palavras correo a princeza a dar parte a seu pai, que naõ fea caso «Saao, asas 
constando o auccesso ao general, atemorizado, amanietou o filho, e o mandou ao imperador, para 
que o punisse; mas elle respondeo: Os sogros naõ o podem ser, aem^ se faaerem surdos, quando 
ouvem, e parvoe, quando avisados. 

^H ^lǻ4:Jg o Noivo do retroz : foi hum governador mui formoso, a tendo hum mi- 
ústro cinco filhas, que todas o qucriaS, as pÔa atrai de huma cortina, pegando cada huma eiD buas 
fio de re^roa vermdho, que passava a outra banda : logo convidou o governador a escolher ham doa 
fios, e cabia a sorte sobre a terceira. 



37i 

DA^ HitTOAIA. 

W8 f^ líi fÁ ^«"••*^»*-í^ ^ Semeador de pérolas : encootrou ham desconhecido em hum 
Caminho» o qual lhe deo hame» sementes» que neS conhecia» disendo-lhe ao mesmo tempo» qne as fosse 
aemear na toa. tenra, poc qne lhe ha?ia5 de ser nteis; voltando elle» as semeoa no seu campo Azul 
H^ ^33i e- pertendeodo depois casar com hama bella menina, cajá mli exigia por ella «^aas pedras pre- 
ciosas» que elle na5 tinha» depois de pensar muito, foi.cafar no eampo Azul, e em iogat de d^t8 achou 
dez, que dep pela menina; por isso hoje o passar as arras se chama semear pedras no campo Asul. 

12^ ^K*VC' ^•^'^^^ temoroso: era.accusado de temer a molher» o que elle confessou» 
ter «lhe snccedido no. principio» por lhe pacecer- hnrna deosa tiva» e deppis de ter muitos filhos» e 
Ter-se desfigurado com os trabalhos» e annos» temia», porem naã as. pancadas delia» mas que ella fu- 
gjese^ e desamparasse, os filhos: e- neste sentida saõ temlreis as amas de leite* 

130 SB ^I jrn ^ OAnde ministro t teve tanta reputaçaS» que a honra de ser seu conhe- 
cido excedia á de marques; a de TisiU-lo decuplicaia a iU própria digni^e;.hnma palavra de appro- 
raçaS a alguém» o faai» passar por-ezoellente homem^. e capaz dos empregos . 

JÉF ^ÍWÍf ^^^^ A.Noiya do paTaõ: observando nella sen pai signaes de futura. 
Bohvexa» querendo casa-la» pintou hum pava5» e o poi em publico oom hum .aviso ao lado» que di2ia . 
Qoem .acertar com.hnmasetta^no olho do pavaS» levará minha filhai vindo em con^uencia vários 
atiradores, nenhum satisfez a condição» ate que veio o futuro conquistador da casa de Tam, que 
de hum tiro acertou em ambos os olhos» e levou a menina. 

132 Wi^^ ^ VÍaCim% d« sua invençaS; constando ao- imperador a crueldade das torturas 
do Juis CAw» enviou hum syndico a julga-lo, e achando-o desprevenido, convidado a beber, lhe per- 
guntou: Qnalhe o melhor meio defaaer os reos confessar o crime? - respoadeo: He mette-los em hu- 
ma jarra de agoa, e p6r-lhe fbgo, para por degraos os obrigar a confessar; Bem est», disse o syndico, 
Biette-te naquella jarra; e o fes experimentar a sua invenção. 

1*^1 ^S LU ^ Bacharel ultimo : sendo perguntado por hnro companheiro» em que numero 
dalisu dos approvados estova o seu próprio nome, rcspondeo: Tif firas hum numero abaixo de miro; 
que era dizer, que na6 estava nella. 

fiff j^ O Académico esperto: sendo de 15 annoe, pergonUndo-lhe o imperador Cku, o 
primeiro da.dynastia Jl|!hi., que devU fa7er hum empregado, para ser bínn? respondeo» qae devia ser fiel; e 
p^unundolhe, como seria fiel» respondeo, que morrendo, quando o imperador mandasse ; bem, disse o 
imperador: Vejamos se es fiel, lança-le naquelle Unque ; Prompto, respondeo» e ò fi^z. A'n<áte porem 



3» 

^ap.tn. 'EXTtAÒtOS. 

-appareceo o Académico diante do imperador, 4«c U>« perguntovi como miô tínlia mostrado a soa fiddífbde 
morrendo? reapondeo: Chegando ao fnndo do tanque encontrei a iTlM^iif» [to N. 50 ] qne VMdiíie: 
O fiel ministro morre, qnaodo o soberano he mao, como «n^t, mu to> qne tcnalmni bom 8oÍMnri» 
terás infiel, se morreres: eis. Senhor, porqne Toltei, e j^am testeorailho da ferdadefeqolapfewBto hsn 
caroço de lechla, que trouxe ào fundo do tanque. 

.^. ^^ "^A O Ministro ' Pronosticado: sendo menino no tempo de ãiim, e indo TÍiátsr t 
pagode de Marte, Ibe perguntou, a qne gfrao de emprego chegaria na sna Tida? adóhnècendo depois^ 
- sonhou Hie dista o deos, que perguntasse a sua cunhada, qUe alia lho diria : tendo lotado, e pagos- 
tado, reepondeo esta por equirocaçaS: Sendo tu ta8 pequeno na5 podes ser do' oitavo, 6u nono grso*. 
Dias seres do primeiro, ou segundo; com effeHo elle Veio a^aer ministA) dáOuèrra, que^e do pcúndiA» 
grão de distincçaõ. 

136 IjJB 11*^35 O Marido ingrato: aendo mui pobre, sixa mn^er fei òs nltimos esfor^ 
ço^, dando* lhe o necessário, para ir é colrte a exames; com effeito chegou ao maior grso, que he Acadé- 
mico imperial, e csfaindo na grsça do imperador, lhe deo homa fillía, tendo-o elle segurado, qòe era sol- 

'teiro : ouvindo a mulher as soas prosperidades, mas ns6 o vendo voltar, mendigando foi pára a cortr, 
*e tendo procurado o 'marido, ná6 foi por elle reconhecida, por isso ^e qoel^u ao imperador, qoe o le> 
morrer entalado, ea mulher foi protegida pòrhnm ministro. 

137 iw ^^ Jjjt ^ Cirurgias da nódoa vermelha: vendo hum pobre morrendo na nmam!- 
^scria, de enfermidade, desamparado dos -seus pelo fedor, o levou pára casa, e sendo hábil em picar eoái 

a agulha, pScoa.o> e principion a melhorar : principiando a convalescer, e precisando de bons boeades, o 
^medico lhos dava : porqife os ^seus só lhe davaS arroz : tendo òonvale&ddo, em reéonheciaiento coavi- 
«dou o medico a }antar com elle, e objectando este a pobréaa daqueU^, replicou, que sen dcspesi 
o jantar seria apresentado no jardim do mesmo medieo : chegads a hora, se viraÕ mui bctt 
servidos por aves, e borboletas; à ^ta do qoe Tindo no cohhedmento, qoe o mendigo era hsai 
*beato, lhe pediu o medico, que o levasse às >«gid^ celestes, a <palsear : ao qoe annuindo elle parti- 
Ta5 : chegados ao Yio do ceo, encontrara^ hlima moça, que com linm pao lavavn huma porpoia» 
^ chegando-se 'CmuIu^Ckttm mais perto por curiosidade, ella lhe 1>ateo com o pao, e entaS o beste 
o advertiu, que na5 pensasse, que estaca no mundo, e que naõ se desmandasse: voltando depois i 
terra, -se viu o medico com huma nódoa Tcrmelha m» costss do Ve^tido^ e perlcndendo Iara-?», feror 
mais viva, e cbe»rosa. 



^^4 
DA HlflTORIi; 

138 bBT tBK ^ ^f'^^^ ^ ^^ ' ^ni lívouí das menina» de huma Ímperatirz> qne queria éa* 
aar, e naS tínha catamenteira : estando ao pé de hnm eanno» em qne corria agoa, escrereo em hnma 
folha de arrore, que era rermelha, por estar para cahir, est» pálarras t Corre ligeira a agoa, e eu 
eatOQ oeiosa* (sem marido») rú folfaa» díse-lo fora; reparando ^P ^já[ nesta folha» a leranton, leo, 
e tmnoa ontra folha» em qoe escrefeo hmna qoadra em resposta â delia : e a lanfiov no canno» quan- 
do corria a agoa para traz : percebido isto depois por bum ministro» lhes arranjou o casamei^tO; e 
exigindo o ministro agradeciikientos» responderas» que estes era5 para a folha f jrmelha. 

119 ^fet *m "ít ^ Criada lince: estando abanando aa moscas a seu amo ministro èm 
audíenoia» reb ^ j^ homem particular» e elk conheceo a sua capacidade • se namorou delle : 
averigunpdo depois» onde toorava, restída de homem foi de nOite bater a huma porU, cuidando ser a de lÀ- 
Ckim, e áahiu hnm Barbado a recebe-U: vendo cila, que na6 era li, lhe perguntou pelo sobrenome» 
e respondendo eile, que era Ckam, temeo, na6 abusasse delia, porque também tínha o mesmo 
sobrenotoe» e logo aUe perguntou, onde morava 'Zt, o Barbado querendo ter ccumunicaçaô com cUc» se 
offcreceo para a lem a sua casa, e ser ò seu casamenteiro: indo pois, o casamento se concluiu, e os dois 

se poschio a Jogar o Xadrez, onde patenteado o talento de Li, disse o Barbado : Saberás que eu stfu 
príncipe de Lewkie», e passei á China a tentares vossos talentos, para a conquistar na falU dcUcí, 
agora porem tendo-os conhecido, volto a Wiiiha pátria. lA-Chim ifoi depois o pnncipal auctor do ee- 
Ubelecimento da casa de ^'ajn, de quem foi ministro. 

jfe ^> O Seguidor do %ol: caminhando para o Oceíflente, a ver onde o sol se punha, 

eliegou a hum Immensb deserto, onde morreo de sede; mas Àtercada a teria com o seu cadáver, 

fez reverdecer o bambo» que levava ao hombro, c logo o deserto se encheo de bambus. 

èct ií& ]K| Dinheiro convertido em borboleia : jfu«rdado ha muito, ricòj viu hum W- 

nem miátas borboletas kobre as piooias, humaa amareUà, outras brancas» e abafando-as, athou barrinhas 
de ouro, e pAta; mas indo ver o seu dinheiro, ha muito guardado, o achou convertido em borboletas: 

por isso kgom se queima o papel mOeda (supersllcioio,) e as cintas voando representaô as barbolet^s, 

e dinheiro dos génios. 

Àl ^ ^ TC o Estudante do pagode: foi hum grande ministro; sendo pobre quando 
era esmdante, acudia a hum pagode, quando oum tocar aeomer, do que enfastiados os bonsos, tocavaõ 
96 depois da comida; vindo o estudante, e achando se enganado, pergu atou, porque toudara?» a regra, 
ao que rcspondcMàÕ, q«w na5 f.uliaS feii<. Diais, do que rÔr a regra de Fò La s-ia primitiva obserrau-í-. 



376 

Cpã. FU EaíTiACTOi 

.6^-moM.cAÍ0i teado depois pusado por todof oi graof d« mnfis^rttan, chegoa a prímÀro mUúilro» e 
mândoa derribar todoa ot pagodea , exoapto quatro tamploa oouagradoa a bomeas ben a mérit oa da paSm» 
Í8U> fes nad tanto, por ódio» do que lha tiali|iS Coito o« booioa» ooiaa paio» }«)g^^ impoatprei. 

143 iS W MP O J^«*to:qpaiido apparecia algniBA miUherfedttTa^oaoUioa^ 

do observado por outro, Iba disse : Coabeso» que os Iram saMo» mas iia5 bom santo «H^ara o aer» def«s ser 
como euy que tenho a idea da mulher noa olhos (qtis tenho abertos,} sem a ter no coraçaõ^ onvinds 
isto ChaMi principiou a exercitar esta pratica, mas.naô a poda^oonseguir até a morte» 

144 ^ifr ^v^S l9^vummo O laimlgo das Tutaros : naS podendo ag^ fanqsr estaganenl,, 
peitarão d ministro Çam-caid para o matar, e aeoa AUkw, o que conseguido, a occnpado o throno, foi o tm- 
peirador luem sacrificar a sua sepultura, e acliara5-sa os dois pinheiros delU com os ramoa paim Oeste, 
aeccos, e elle na5,pode chegarão p^, psra oflterecer o porco, e liiiasaõi pelo que se despiu, pamiigo- 
rar o porco do sacrificio, a mandou eaçnlpir Çim*ciiW, que era morto, de joeUiQS, o(mibnm ea5 ao- 
bre elle, da modo que botando-|he rinho pela boca, mUasse na boca delle i o que preparado, a cereaonis 
se p8de concluir, a depois -se continuou em certo dia do aono, apesar de que, si^ndo presidente Acadé- 
mico hum descendeu trde ÇnN-cicel, se esforisou a íhzc-la sA>olir. Os pinheiros rererdeceraS na poaae ds 
throno por JUivi, e lanç&ra$ noroa ramos, o que também aconteeeo na posse de Chim^ e 'acontecerá ni 
das seguintes dynastias, (dia o Ghioa,) 

145 1B ^P^ UJ J^"^^'*^ ^ Casado sem filhos : tendo ja 40 annos, indo tisitar hum pagode, 
achou no caminho bum pedalo de ouro, a indo no dia s^fniate outca.Taz, riu hum m^iúao proca. 
zsndo no caminlio, a perguntando-lhe, qne prçcnrava^ respondeo,. que prpcurara o ouro, que perdera, e 
que era para resgatar seu pai. preso: compadaddo o derpto, lhe restituiu o ouro, c em. recompensa £stOt 
teva clnqo.^^hosj que todos fo|a5.emprega4oa^ 

áí ^è^t ^ CompassiFO filho Fm-íêu^i aando nuMidado a.ontrf terra,.a cobisr 
rendas de terras, tinha hum barco prompto com 500 alquebras grandes de trigo, para Toltar, quando 
reio hum amigo de seu p^, represeutando-lhe a impoBsibUid^, em.qna se achsFade voltar isua terta 
com os cadire«» de trea deftintos seus; pois tinha estado alli empregado; Fan compadecido, lha entregou 
o seu bota, p?ra_do^ea producto se^ ramc^iiM:, a roltou com as ma5s vaxias pa« casa, ondq perguntado 
pela sua cSnúasao ezpoz o acontecido, e fpi. apprpvsdo. 

^]gf cAirt-ím A. Princesa varonil t sendo casada com humprlntipe estrangeiro, e«U 
querendo voltar ao seu reioo, pcrténdea deixa-la, promettcndo-lhe, que a viria basear diUi a 25 annos, 



m 

DA Historia. 



«-se iia5, qoe poderia ctsar com otitre: mts respondendo ella, qne pas^dos 25 annos, estaria relha, [ar- 
tirad juntos; passando depob o príncipe pot baixo de buma amoreira» onde bnma uulber e^Uya apa- 
nbando folba para o blcbo daseda» a prioceaa indignada, do marido ter passado pela injuria de passar 
por baixo das pernas de buma mulher, a foi matar; e levaotando-se a gente contra elles, aprinceiase 
dcfendeo a si, e ao marido, ate entrar no seu reino. 



148 ^^ $^ Cham^t\uon O Doutor Independente ; pértendendo hum ministro válido promove-lo, 
mandou dizer por bnm favorito, que se queria despacho, o cortejasse; mas o doutor reapondeo ao 
favorito : Ta pensas, que estás fincado no Monte Grande; porem sabe, que estás fiado n'hum monte de 
gelo> que naô só ha de cahir, mas op|>rimir, os que nelle estaS : com effeitò o valido decahiu logo, 
e o doutor foi posto em sen lugar. 

149 i^ ^9^ ^^^ o' diabo se ri do poire. Houve hum magistrado, que sérvinio dez annos, 
sempre estava pobre: se tinha arroz, naô tinha cha, se tinha estes, naõ tinha lenha: hum dia poíS 
likVado o arroz para pôr ao lume, ficou com a boca aberta, lembrando* se, que naõ tinha hortaliça, para 
comer tom elle, e viu bum diabo, a rir-se muito disto. 



150 ^U IH WX ^ Anctorda matança : foi aiudante general do general patriota Humvu, que 
depois foi o primeiro imperador da casa de Mim, Tendo o Tártaro reinante posto hum Tártaro em cada 
dez casas de sete metropolis do Norte, devendo dormir cada noite em sua casa, com intenção lambem 
de confundir as geraçolís, Leu-po-ven escreveo cartas circulares, para que aos 1 5 da 8^. Lua cada dezena 
matasse o seu Tártaro, lançando bnm foguete, o que feito ficarão os Chinas de posse das sete metropd- 
lis; restando ainda hoje a davida entre os homens do ^orte, qual delles serk meStiÇo Tártaro, e qual na5. 

1 i^i n S * ^^^ O Homem marítinM>, ou peixe: vindo a terra comprar tecido de bambu, e hospedan- 
do-se na loja, para pagar ao patra5, pediu buma tigela, que com lagrimas ericheo de pérolas, e lha dco. 
Cu€i'to Almas daa almas defuntas; mui infesto : entre as muitas esquisitas art^s 



162 ySi . ^ 
de fazer mal, fingem-se moças formosas, dando cha, ou outro liquor; e qJándo apparecc da chicará a 

fignra do sogeito, que se chega, ferem a figuri», c fica elie ferido. 

Jlft M O Timorato raposo: tendo hum lavrador comido ò seu jantar de humá panela, 

pODdordc parte, foi cavar : entretanto vindo hum raposo, e mcilendo a cabeça na panela, foi co- 

mendo, mas ouvindo buma enxadada, foi a levantar n cabrça. e levantou tatubcm a panela; naõ Cabendo. 

para onàe fugir: foi pois t>b3ervada, e ,>eríe.uldo ,>elo lavrador; mas d.ndo em huma pedra, e quebran- 

do-ac a panela, fugiu lij eiró, naô d.-xMido de observar a e XHda, com ^ne v.iuha o lavrador ^ passadoi 



Csp. Vil. BXTRACTtl. 

annoty eonrertiilo «01 ftaio, foi tentar hom» oM^a» ( o rtpoto he lonrloio, } • diioido-Hie cMi, 
que eitifetae segoro da taa protecção» poia que oh^a temin» reapondeo, que era Terdade» mai qae 
lembrado da enxtda do lavrador, ainda estava com medo delle : por toso a?itoa a BM>ça a bina 
homem da casa, que e&tire&ae com cila, com humH enxada na matty ate rir o rapoao; o que fnto, 
vindo elle, e veodo a enxada, fugiu, e nunca nnait t^oltoa, alndnqve no estado de transforinaçaS atS 
pol.r; ser oflTendido. 

FABULA.. 



164 JpPj ÍWS >C^k ^''***'"'*' * Mm-íi». As InfeUzes: fora5 dadas por /«» t 
Ximy junto com o reino, pela inhabilidade de hum inna5, qae tinbaS : e na morte de Xum o ia* 
perío £oi deixado a hum estranho» porque os filhos dat duas irmãos eratt inhabeis : por Isao eUas 
derramara^ lagrimas, que cabindo sobre os bambbs de ^K ^SkD ficara5 com malhas, qae aiads 
hoje conserB»5* 

155 X.0 /P 7^ Hoa-i Arqoista : harendo iiaquelle tempo nove soes, com oaseastíros 
derribou os oito, qae agora CáltaS, e querendo ser immortal, foi buscar o remédio a hum monte, doadc 

volundo com elle, aua mulher j^ jgg por fraude lho tiroa, tomou, e logo foi tranaportadi 

para a l«a,donde com retrós encarnado, liga os futuros consortes pelos^pes.; e elle foi morto com ha- 

roa aetta, em cujos tiros era taÇ destro. 

156 M^o TT ri^y ^ IH ÍtD ^ ^®*" Pertendentes amigos : indo para a corte a per- 
tenceis, veio n'ham deserto huma taõ fria neve, que estavaô em perigo de morrer de frio amboa, per 
falta de vestídss quentes: á vista disto o segando se despia, e deo ósseas vestidos ao primeiro, a fiai 
de naõ morrer, e se deixou morrer : sendo Itm^kUngai promovido depois, siístentoa a mli de Ç«, c 
lhe obedei^ como a soa. 

^^ 4^ ^St^ O Fingido morto: passeando porham monte, viu hama mulbet abannaodo 
a hama sepultara, c chegando-se-lhe, perguntou o motivo, ao que ella respondeo : Mandon-me men aw- 
rido, aqni sepultado, qae naS me ausentasse da saa sepultara, em quanto a cal delia na5 estivesse aecca, e 
querendo eu voltar a casa mais cedo, abano-lhe, para qne se seque mais de presssa: voltando Ckottm'^ psft 
casa, contou o caso a sua mull^r, a qual desapprovou multo O comportamento da riuva, mostrando pooeo 



S7« 

DA FABULA. 

afTocto ao defunto: passado pouco tempo, Cho^m-^u momo, tendo sua mulker prwnettjdo de naSseca- 
sar mais; tendo- se porem namorado de ham diicipnlo do marido, e vendo o^ aflJTcto c^m dores dt» lar- 
figa, Ibe perguntou, se naô havia remédio para aqnella moléstia, e rcspoodendo cHe, que miolos de e^ntc 
era o único remcdio, ella abriu o caixão do marido, ja pregado, para lhe tirar os miolos; niKR com gran- 
de aorprrsa sua, o marido se levantou, e ella fugindo, le foi ioforcar enveriroohada : e Chò^rm-qn far.endo 
de httma tina tambor, e<Mitou ao aeil-Bom esta historia : passando depois pelo rio oriental, bans peixinhos, 
que esUvaS quan no secco, lhe disseraS : Se tu poderás faser, que o rio Occidenul coramunicasse 
com este as suas agoas, nos livrarias da morte, que nos ameaçs t e annuindo Choam^ a esta sap* 
plka« soccorrêo oa desgraçados peixinhos, do modo que desejarão; em fim sonhando, se transformou 
em borboleta, e declareo, qne enta6 existia a verdade, e que antes naõ era mais, qne bvma borbo* 
leta, sonhando, qne era homem. . 

158 ^^0 ^^ ^0^ yiÁ âu O Adevinho invenclfel : vivia i borda do mar, no tempo de 
I*amt. e ^nba9 os pescadores perguntar, onde deviao pescar, e faziaS por isso grandes pescas, o que 
observado pelo Dragaô Neptuno daqnelle mar, pertendeo impedir, naô .âcaase o mar sem peixes; veio 
pois ter com o Adevinho, e lhe disse : Se es Xa5 hábil, dise-me, quando ha <le chover ? respondeo : 
Ainianbi chover* muito : Neptuno fiado em ser ^ administrador da chuva, disse s Apostemos? respon- 
deo : Sim. Voltando ao mar, recebeo ordem do Rei do Ceo «f;^ ^L para dar chuva no dia se- 
guinte; naõ tendo o Dragaô remédio, deo chuva, mas pouca, e logo se veio gloriar ao Adevinho; 
mas este lhe disse : Estás enganado, ja o ministro do imperador tem ordem para te matar, por di- 
minaires as chuvas; entaO qne remédio haverá ? permutou. Vai, respondeo, ter com o imperador^ que 
embaraçara o seu ministro : indo pois aa imperador, e pedindo-lhe a graça, este annuiu, e na . 
noite seguinte, prazo da ordem, chamou o imperador o ministro, e eom elle se poz a jogar o xa- 
dres, estando elle muito satisfeito, caUin ao ministro huma pedra, e abaixando-sr-como para a le- • 
▼antsir, ficou immovel por algum tempo, pensando o imperador, què estava dormindo; i/àhi .a pouco 
se levaotoo mnl soado, e o imperador lhe limpou o suor ' tendo^egeste setirado^. veia- a alma de 
Neptono, e lhe disse: Tendo promettido de me salvares, ainda em. cima ajudaste d ministro> limpando- 
Ibe o suor, depois de me matar; sofFreràs a mesma penna^e foi -se. Assustado o imperador, mandou, 
qoe o primeiro, e segundo ministro estivessem todas as noites de guarda a porta do paço; ate qat 
Ete — ^ ^ j^ voltou do Occidente com a Escritura de Fv, quando a perseguição da alma cessou; eis 
o prindpio dos erpiritos da porta. 



37J 

T^rru. tsxtíâctos. 

159 3S&0^T^^ 4^ LãO'Çut e seuj gcnioa, patriarca da sciU úe Tau : oasceo no terojto 
da dyntsU C*<«, de baixo de hnm abnínheiro; nasceo pelo soraco» com a barba branca, porqne esteve no 

reiítre 80 jinnos, e v\veò 808j sete doa tens dlscipoloa, e algomaa dUcipnlas panara5 «o etUdo de Beatos, 

011 genisE : passando estes a di verti r-se no mar Oriental, o Dragão Neptnno sabendo, que cada bom devia 

possuir a sua preciosidade, os acommetteo, e saccon o compasso mssico de bom, com qne parao « 

terremí tos, e o bordaO de outiK), qne tinbt sido coxo, com qne se abre o inferno, para Uf rar as almas : 

a vis a disto, os Beatos vieraõ para terra, e atirarão eom os montes para o mar, e bnm tocando a agoa 

com hum precioso >lenço, se seccoa, e se recobrarão as preciosidades extorquidas: e para qne o Neptnmo oaS 

morresse no secco, huma -^eata de Fo aspei^ia aqnelle logar com 6 seu byssopo de salgueiro, e o már 

Orieniiil foi restabelecido; chegado O termo da vida mundana de Li-laU-Kjá^ partiu para o Intendente de 

resisto de ^ "^ ^ . Observando este dois mezes antes hum ar vermelho da parte do Oriente, logo 

percebeo, se aproximava algum Santo; sahindo pois a rccobe-lo, c encontrando, o, lhe perguntou Ltíu-^ 

como soubera, que ellc vinha, e reapondeo, que pelo ar vermelho, que observara; logo lhe entregou ósseos 

livros, para se instruir na sua religião, e passou para o Occidcote, onde foi visto muitas veacs a cavallo 

«em huma vacca azul. 

IfiÔ M'^ ^âíL ^ Ambicioso desenganado: indo pur hum eamiriho, encontrou hum velhd 
por no.ne fi :^ » e com cile se lamentou da sua pobreza, a pesar de ser estudante, e o velho lhe 
deo hum travesseiro, que deveria ser o seu allivio; volUndo pois a casa, quando punhaÔ o arroz ao lume, 
se encostou no travesseiro, c adormecendo, sonhou ser elevado a ministro, e gozar desta grandeza por 
qnareiV annos; acordando logo, e sabendo, que o arroí naõ esUva ainda coaido, disse comsigo : Taes 
S.6 as grandezas do mundo, que passihl maia de pi essa, do que se côze o arronj e naS pensdn 
roais era grandezas, nem riq-iezas. 

^ 'kk è ^ ^a"»o* imP^a^o^ « querendo averiguar, qual era o real l>onto do nasctme»- 
to do sol', caminhou para o Oriente, onde encontrando mar, e na» podendo proceder, veio hum home. 
com hum vara-> de ferro j||^ Çj| ' «>«» *»«« ^**«°^^ "^" rochedos, os fée saltar no mar, e por ellf» 
passou o imperador, ate ver o ponto Oriental; e voltando depois para o Occiáente, descobriu também, qori 
era o ui »uic do verdadeiro i ccaso. Tendo o imperador &hin conservado o admirável varad, com elle fez 
f.e.)..u.uie « muralha da THrtaria, o que feivo, o homem ^o Oriente veio tomar outra vez o sen 



38ÍP 
OK Fabula. 

1£2 ^S^I^B -^ Princesa flautista, que era capaz de attrahir a águia com o-sea toque; of- 
fereceo-se hum flautista para casar com cila; mas sabido isto por ^BT EP , se veio offerccer,- dizea- 
do : Se v6s podeis attrahir a águia, eu posso attrahir os génios, < espíritos : c por este mérito, te< 
ve a preíerenrin; foraõ ambos transportados vi voa. 

163 '2H^ Im T* ^Í ^ Gerferftl resgatado : toado sido aprision ido, voltou^ o C}<valli> a ca- 
so, • a mulher prometteo sua filha ao homem, que fosse resgatar o marido c voltou enta5 o cavallo, 
e em pouco tempo trouxe o General livre; naõ se julgando com tudo a mulher obrigada é promessa, 
naõ entregou a filha; mas o carallo nunca maic» quia comer, e chorava i entaõ lhe disse a mulher : 
Em vaò pertcndes ter direico a minha promessa, pois naíí es homem; mas continuando clle na mesma 
teima, o General o matou, esfolou, e pSz a pelle a enxugar, a qual logo indo embrulhar a ooeni- 
na, com ella toou, e se transformarão era borboletas anãs. 



164 ÍMo^['^ffS ^ ^«^^^c^^»"*^ ^^ pichei : divertindo-se hum. na praça, observou, que hum ten- 
deiro de droga» ^^ ^ç as recolhia, e a si também em hum pichei, e conheceo logo, que era hum Beato : 
cbegOQ-se pois a eilc pedindo, o admittisse por seu discípulo, e o admittisse no seu pichei*, con.^cguirlo 
isto, viu no pichei outro ceo, e outra terra; depois lhe pediu, lhe ensinasse a encolher as distancias das terras, 
que desejava ver, fazenio as chegar ao lugar, onde estivesse s o que feito, visitou, facilmente toda a terra. 

jg^ ^£ ^W ^ Eremita do pato: sabendo o rei da .virtude de Fam-Ar*iatf, o mandou chamar, 
e aparecendo elle de repente, sem. saber como veio, a mandou chamar outra vez, e poz gente á es- 
preita : vicaQ os espias, que viuha voando, montado em bum pato, e o dissera 6 ao rei : e este mandando-o 

cliamar, depois pela. tecceira vez^ e armando-lhe h'ima rede, cahJu com eS^eito ncUa; mas desappareceo, . 

e. o pato, em qua vinha, se coaverteo em Çfipato, com quem tem semelhança. 

166 f ^^ Pv O Bornfador ! era h'im e:npregid'i de província, que vindo a corte, o impera- - 
dor lhe deo knm copo de vinho ^ que clle borrifo»!, e sendo estranhado, disse : Foi para appgar o fogo, . 
qae pegou n'homa cidade de Su-choani com effcilo pis^^ados dois dias, chegou .a noticia do incêndio, 
qáe fora apagado por buma chuva, q*ie veio • propósito. 

167 A& K ^^oan-kim O Homem do papagaio: ham dii encontrou hum génio, que lhe disse t 
Aos ^ de nona Lua, soffreris hunrn calamidade grande : ^'>fi cintou •• Como poderei evita-la? respondeo : 
Naqiiellc dia sobe a hum alto, bebe vinho com artetuisin, e laign pnpiiraios. Chegado o dia, e ob- - 
servado o mandado, voltando è noite a casa, achou as giMaUis, caês, < porcos todos mortof; sup^e- - 
ar, qtie se estivesse em casa. com a família, morreria5 todos. 



3il 

C>B. TIÍ Yxf^kCtm 

168 ^1^ ^ Ki'tUn O Er«m1te d<M TogaetM s eiUttd« do d«erto, vlrénflo JoAto a Mtt«> 
'«ste t>c queixou, de ser inquietado das almas, para cujo remédio, o nosso erimita l>otou poiron ea 
•canudos, qut tapou, t botaodo-lbes fogo, cem o estouro, <«icamugio as alisas : t tsto se pratica ajuda. 

169 3i? ^3 O Magico das laranjas: iado para a capital, eacootroiMe com os qna IttanS 
•presentes de laranjas para o primeiro ministro, e compadecendo-se deUea, os sgadou, levADÓo-lbes por 
algum tempo os cestos: reparara5 os carregadores, que as laranjas fica?ad por bso mala leTCS, coa 
tudo apresentarão- nas; mas tendo dcacaacadaa pelo ministro, se acbaraS ocas, e os carregadprca attribai- 
Taõ a culpa a Ço-çn, o qual buscado, replicou, que as laranjas estaVa5 ocas, porque o mioisti» s 
estava lambem, e pegando n^faiima, mostrou, que estava sólida, o ministro enfareeido» lhe mandou d&r 
pancadas, e elle dormia; o mandou degollar, e a espada naõ cortou; o mandou queimar, e e])e far.: 
^a fogueira, e se foi esconder entre hum rebanho de cabraa; e D|t5 sendo achado, se r-ar.ufirsõ tfi^ 
foliar as cabras, lamentando-se depois o dono, Ço-çu uniu as cabeças aos «orpos, trcc^r:^o m:'-'* 
^eaes as dos bodes pelas das cabras; por Isso agora ^ambero as cabras tem ás rezes barbas. 

\7% Ç Bg Cuon-lti^ Adevídho p^os diagramas; vindo o manceho ffip a e!!f. pR*» 
saber da sua morte, aquelle lha prodosticou para dalU a tre» dias; o que sabido pelo pai, foi rcpce- 
sputnr lojro ao Aderinho, qne sendo o seu filho uoico, lhe era indispensarc?!, e que lhe ensinasse o 
uieio de revogar esta desUno; ao que elle respoadco? Vai ae me.itc Sul, levando comtígo rinUo. « 
«lli enrontraràs dois bomeas, jogando o xadre?, hum vertido «c vermelho, que be o Tei (estrelb) d« 
Sul, que preside a vida, < o outro de Terde, c he o rei (ertrella) do Norte, qne decreU a morte « 
«hcgado a elles, pfle-lhes o vinho ao lado, e logo que beba5, faz' a tna petIçaSi tenáo tado Isto 
sido observado pelo pai, e tendo elles bebido, sem o advertir, disse : ^Ço, me soceorraS «eate aper- 
to, e mudem o fado de meu filho, que sendo único, he desgraça morrer ^c 19 annoa t o rei d« 
Norte enu5 abrindo o seu livro dos destinos, achou ser verdade; mas o tel do Sul, tendo bebiAi t 
^inho do pai, se riu obrigado a favorecer o filho, conhecendo bem, que eate foi aTtlfieb de Ci»»-i»> 
.eacreveo poia ao livro ham 9 antea do l§, qae vem a diwr 5 veies K e 5, qoe «« W, qw «•» 
a idade do moço OmtL, 

•ap ^ A Doosa dou vcc^m, -a impearatlz utli (celeste) « noa tempo dílium impetaèir 
^oatade //a«, appareceo, offerecamlo-The pecegos; e querendo elle deixar « cwoçoi, para a«ne«. lhe dii- 
•e : Inútil be, pois que naõ Unçarl.5 flor, se nal daqui a três mil annos; Truto dahi a três mU, • se a»r 
4*receraô d.l« a outro, tn» miU com t^o ahi eni e teu ministro, qne i>or Irea veiea mos tem furtado. 



3rt 

DA FaIUU. 

Í7Í flR ?kI ^ aíáoriafc» do ptBte» dane t ttode hn» impeNidor d«dn a Iwmii toBCn- 
bÍB« huDi rico pente de cabelío, e imperatriz indignedA. foi para o qaebrv, q"no<?o ettava grarda- 
do em btiDia boceta, e se eonverteo em anflorUiha, qne voou. 

17 i 5^0^^ ^* ^ Duende queimado : foi ham dQende> qpe appareceo no paço do rei tSl 4^ 
em Nankim : ettando o rei en conaelho, defronU da janeUa, paMoa pelo ar bum booiem, e foi pousar 
perto; ca miniatroa o ti? era0 logo pOr hum génio, ^e o foraS receber, e aforar^ do que indignação o reS 
que o finha por duende, o mandoa apanlur, e queimar fora do paço, onde foi pettoal mente : aecen* 
dida a fogueira, o duende foi anbindo, aasentado no fumo, e roltando o rei, o acbou ^ porta do paço, vi- 
airel aó a ú *. isto o asanaton tanto, qne foi le?ado em braços, para o paço: dabi por diante comendo^ e 
bd>endo, dormindo, e acordado, o catara rendo; com o qne ficando mui magro, os ministroB^ querendo-o 
deaenganar do sen perigo» lhe preftentaraS hnm espelho, para que risse a sna magreza; mas nelle na"^ 
rio, sena5 o duende; persuadiaS-no, a que lhe pedisse peYda6, para melborar; mas elle quí4 antos inof- 
rer, do que faáe-lo. 

^ 174 JSO vS vR ^ Noiro da prima: sendo encarregado por sua tia paterna, de procurar hum gf n- 
ro, pei^ntou, se hum como elle bastaria, e respondendo a tia, que naõ p operava taõ bom; se foi, e lop^r) 
TOltando, disse : Ja achei hum, que he tal, qual èn sou : É be rico ^ perguntou; respondeo: O me^mo, que 
cu; • tendo pedido arras> lhe trouxe hu*n espelho t equ fim no -dia do caaamento, appareceo elle mesmo 
para aer o genro, e Chegados a c^sa, disse a Doira : Antes 4p (d^ thrares o reo^ (na5 Vaospareote anti a 
ganoente,) Ja sabia, que eraa \m^ 

475 jw jB Ch6m->U O Bonfo da tigeU : encontrado por hum ]ui< de fora, ihè perguoton, 
qno linbilidadea Casin, eene pedindo agoa naana figèla da esmola, e fbgo, fes nascer huma flor de trate 



1^6 



♦ M» 



Si^chau AllUttiiar com o rabo da racca de trea cornos, indagar vidas alhent 



aábeodo hnm homem, que «o Ho ^ ^ Iff^ «m Nankiro, havia muitas maravilbaa, accrcuUo 
bum rabo de racca tricomea, e foi yer; mas oi geplos, ou bruxas lhe disseraõ c Para que do« ^vi 
iocomittodar, nós ca temos aa noasas coisas, • a ti que te importa f 

VH-to O ProreAor de l^a, gcntíral do rei da índia; foi ajudado ir 



basear 'rpri^S^ZT Budka. que tinha fugido para o ermo ; chegado alli, acbandco coberto 
de neve, e sem comer, correo • buscar-lhe de comer; ma. Fo na3 aceitou, * passou aos beato,: 
Vci-t» 1>« reputndo «gor» o proTedor do» ,«gode» de Fa. 

>É % ^ B.nodo r,^»tO! Modo muito «timido ào i«lH!raà.T, à"'» :' '' ' ' «"•for"»'''« 



383 

fmp, VIL ESTIACTOS. 

do caracoes Ibt armaraS huina traiçaS : 6iigiodO'te h|im boozo^ o ootro a.imperatris, 'ai poseraS oih 
de UavIaS d« fer vUtos pelo imperador : este observado isto^ deo ordem dê apanhar o bonso, mas fsk. 
Apercebido, fugia, deixando ham çapato na estrada, por cujo motivo os çapateiros saS seus derotoi: chi- 
gado porem a biim rio, e naS lendo bote, deitr.ndo ha ngoa h uma. folha de caw, nella passoa o rio p«n 
a ilidia^ sua pátria, o encontrando o.piin Ipe Cl :híi, 4110 v". i!ja df volta, Ibc ectregoa o seu leque, qoe 
pendurado no paço fez cessar o encanto. O j ..i.,%.1,r rcprebetídcndo a imperatriz finginda, respondeo, 
íius tibha sido forçad^, c cessou a ira c jrá \ a \;>r .' In-j. 

17^ J i^t ^ bonso prega.lor : u^õ benuo ^vtendido pelos povos, foi pregar às pedcas, s* s- 
cenaudo es ta^ com inclinagaõ, os povos o accrcditaraõ. 

180 ^rP^^J^ ^ Bacharel Ltn : «a^S podendo examinar-se de doutor, foi bum dia divertir-tt 
ao lago n^J^^M ^^ Nankirn, e feio a élle hnma dragoa, coavídando-o a ficar com dia ds 
sociedade; anouindo elle, ficou fe.to o geolo do próximo mootc; e quando vaõ áqcelle lago, botes de recre- 
io, ancorando, os génios os desamarraS, va5 aboiando pelo lago, e se oure musica» sem que a gente 
se atreva a olhar, o que vai fora do bote, t.depois de hnma volta, os botes it acfaa5-> -ontra vez aof 
seus ancoradouros; os botes de bacharéis sa5 exceptuados desta brincadeira. 

181 ^B'^ 2Íocha O Homem fantasma : foi no ceo filho de Li-chim (ve fab. 139} : fazenda 

muitas deèordens, e querendo o pai mata-loy separou a própria carne dos ossos, c entregou aq^ella & m^í, 

e estes ao pai, e foi ter com Fo; que compadecido de)le, lha deo folhas de trate por cam£, e ha^tei 

por ossos, c voltando aò pai, pertendeo mata-lo, naõ se tendo por filho ja; por isso aquelle recorreo a 

Fo, que lhe doo huma torrinha, com a qual se livrou do . perigo. Tendo Fen^vam perdido ^<n filho, pels 

cruddadt de Tan-ki, e tendo-se esta convertido em 'génio mao, enviou F» a iVo-cAa é terra, na figura 

da menino,, a qual tendo sido achado no monte por Ven-tam,o criou como seu terceiro filho, quando 

• ' .1 

SC, levantou pois o segundo filho Tu- vam contra Ckon, Tan^-ki se converteo em gcnío, e No-cka foi es- 

paz de apanha-la, e extingui-la, e então voltou ao .ceo; hçje se ch'atàa No-okã, quem obra- dolltjvt^ 
n^receúáo naô" ter coração, como ellc, que naõ tinha corpo. 

VM^ S9 JS JS leH'h hum O IvtU das almas : Tendo morrido hum vicerei cujo filho fr» 
■olo-.viccrei. appareceo ao filhQ^dizmdo-lbc, que ia a ser julgado, por ter movido huma guamiçaft sem 
raza5,Tter esta sido morU^ieíoi piratas : que no dia seguinte, viria a sua casa hum pequeno magistra^ 
do por nome /.n-Z^Av^i, que lhe pedisse por «: vindo com effeito o magistrado, lhe rogou o *otovice> 
rcl pelo pai; ipas elle res-pondco : O outro mundo naS he como este, naS se recebem la empenhos, co«í 



384 
DA HorroBU. 

iieite;.partm prepara homasala para juiao, e ta aMÍstirás; principiado o jolzo, dine o juiz ao TÍcerci : 
Ettu almas clama5 contra ti : ricerci : Sem rmê, pois que naS fai eu, que as matei, maa os piratas : «l- 
ms : Mas se na9 nos moretses injustamente, na6 cahiriamos nas suas maõs : entaC o juiz sentenciou o vi- 
cewi, a ser mettido n'buma caldeira de azeite ferrendo; o que Tendo o fi1Iio,deo hum grande suspiro, e 
tudo^esappareceo, e s6 fieou e pequeno magistrado morto, que era buma transformação do Juizdas almas : 
succeuido ao império de Kien^Um mas a doutrina de dez juizes das almas he do tempo de Soeú 

183 jE. 'T' ^ Extasiado : indo buscar lenha ao monte com huma fouce, encontrou dois ho ■ 
meus jogando o xadres, e quando ainda na5 tinbaõ jogado meio Jogo, pergnntaraS ao homem, que 
queria, elle rcspondco, que queria lenhe, c de caminho ve^os jogar, mas elles dissera6 : Vai- te, que he tem- 
po; voltando elle, reparQu, que o cabo da fouce estava ja podre, e chegando ao lugar da sua casa, 
nad a achou, nem ninguém conhecido, pelos muitos annos, que tinha gastado felizmente ao >monte com 
os dois, que eraõ Beatos. 



184 ^0 ™ ^ 7'am-vUm'koam, O Lunar comediante i subindo 4 lua, foi passear ao'pala- 
cio, onde viu estudantes lendo, e comedias representadas, em que entrarão ^ mulheres, e ?«ltando ensinou 
o« homens, a representar semelhantes comedias: e porque se atrereo no palácio a beliscara íace da 
rainha 5«i-^tf, esta naÕ permettiu a mais nenhum mortal hum igual passeio : se &z disto men^ria 
aos 15 da oitava Lua. 

185 n^ RSI O Noivo destinado : viu hum dia a Vellia da lua ^^ S , que lhe. deixou cabír 
hum livro, em que estavaS alguns fios de retrós vermelho, e pergunUndo-lhe, que retroz era aquelle, 
respprídeo^ qne era, o com que ligava os pes dos futuros consortes; pelo qu« hoje a casamenteira se 
chama Vdha^da jna; e pergimtando-lhe,^ com quem. o tinha ligado, respondeo, qne com huma menina de 
trcs aanos, filha de huma vendedeira de horialiça, á porta septentríonal da cidade t e indo la rer a 
menina» a achou feia, e de vil nascimento; por isso a mandou matar :e com effeito hum assasslao a 
picou na testa, e deixou por morta. Sendo Vei^u despachado juiz de fora, o Corregedor da cidade lhe 
deo por mulher huma moça de 17 annos, que elle tratava por filha :. observando porem, que a menina 
tr9ia na testa huma flor arteficial de papel, de varias cores, lhe perguntou a causa deste novo adorno; 
e respondendo élla, que era para encobrir a cicatriz, que lhe tlnha6 f^to. em pequena : cahiu na conta, 
e reconhecco o poder da Velha da lua. Hoje as mulheres usa5 de hum adorno semelhante, 

186 iSi ^^^ j^ y^ S^ ^ Bonzo transmigrado : indo o bonzo luen-ço passeando pom Li- 
iuen^xaH, e encontrando huma mulher pejada, a linr agoa, disse o bonzo : AIU tens aquella mulher 



3W 

pejada ha trf9 «BiM», • esperar por mim, rai-te to/ e panados trrs dias ToHa, qve co kei de iiMk 
para ti : e passados 13 annos» irás s índia, onde me cncontraiis. Passados pois três dias, wào 14 % tm 
da miilber, que tinba Imm meirtoo» qoe estafa cborandd) hms ao tê-lo, se rio; donde enten d e o, ser dSe • 
bonzo transformado, e «e foi; passados 13 annos» foi Li a índia, e ao p^ de tuna rocha eneoatròa 
hum bon20, qae lhe disse: Em três difliereutes vidas me tens encontmdo aqui, vindo a visitar o Pft- 
godé de Fo, na primeira vida eras sotovicerei, e na segunda eru escrtvaS, e a tereôra he a prescsti; 
e- sempre temos údo muito amigos. 

187 ^'vT "ffl O Medico dos maridos fracos: indo viutar hum amigo, ouviu a muUicr 
ralhando, e pcrgnnUndo a causa, respondeo, que se callaase, que era soa mulher, ralhando a sen pá, 
depois de ter ralhado a si, e que a na5 podia domar : Naô tem nada, disse o medico, eu te doa o 
remédio : ^P ^ ^afi ^^ ^^' ^ rutaUUcer maridt>i : e foi-se. Logo tomou o remédio, e 
foi dar na mulher muita pancada : passados dias tomou o medico, e a mulher naõ so espancou o ma- 
rido, mas Umbem a ellc : enta5 disse : Amigo, ja vejo, que estas incurável. 

a© 1 1 í 4Ú Tiff áft ife O Saudoso morto : sendo dois condlscipulós taul intimou 
nunca o 'primeiro soube, que o segundo era rapariga; se bem ella lhe diria algumas gracinhas, naS es- 
•teadia: para se livrar de toques, por onde fosse conhecida, naõ queria brincar, e se brincavaô coth 
ella. propunha sempi^ algum Jogo, em quese perdia papel do comprimento de hum homem, (a fblto 
China he comprida,) o que os outros na$ queriaS; acabados 3 annos de escola, recolhendo^ se a ca».. 
^issc Cku^im^t^ai ao companheiro, que fos«e a sua casa, que lhe queria dar huma irmã em caaameaio; 
rodo elle depois a soa casa, velo a saber, que a irmS promettida era eHa mes mis; mas que pdr desgra- 
<ía, estava ja «justada por sua mCi, para casar com outro; voltou por tanto para ciasa com grande 
-sentimento, que cresceo Unto, que delle morreo; casada a menina, foi hum dia ^visitar a Sepultura db 
^en condiscipulo, e a terra se abriu, e a enterrou com elle» 

Sala da felicidade, cárcere? naS havendo antígatacnte cnrcerts na "China, os reo^ 



W9 „^ 

craô circunscritos com hnma linha, e guardados, até qric se desse a sentença, que por itto dena ser 

prompto, pelo perigo de fugirem; depois porem hum tei estabèleceo os carceresj mas murmuiava-ie 
muito disto, prevendo, que a justiça sp havia de demorar, e òs chailiavaí salas infelizes; mas o «5 
disse, que ao contrario eraõ sahis de felicidade : porque os innocentes naô seriaô pnnidos, e òs calpa- 
àoi leriaô tempo de >arrepender.se. 

â VÃ èP ^ Azeiídro feliz ^ gostando de Uun*a meretfir,' que lerava àez taâ j-^ 



3^6 
DA Fabula. 



^ca, «amtoB fonpár por dia don reit, pertcodendo íawn os d€t taês no 1fim de três anoos; mas 
naõ fm necetsario, porcioo ella te namoroo deOe, iia5 obitante a ena pobresa, e te casarão, ficando 
o aseiteiro tido por felh perteodeiite. 



191 m^ ^§ ^^^ * Tontade : estando três homens conTenando, disse ham : Eu qnizera ser cor- 
regedor da eidade de Hiam (em Ktam-nam',) o ontro disse : P^ en desejara ter cem contos de reÍB, (dez 
myriades de enfiadas de mil sapecas;) o terceiro disse : Eu qniaera montar em hum dsae: entaõ repli- 
eoo o primeiro : Eu quisera oMntado no cisne» com cem contos de reis, ir ser Corr^;edor de Hiam. 

192 jjçjj? A Nympha do $apato: andando brincando bêbeda nas regioga oelesteiy 'cãhia* 
lhe hum çapato, que cahiu nH cidade de i^o-iam, em Kiam^ti, e formou o monte, quê alii existe. 

Í9^ nul"^3lR ^ Meretriz dè estímulos: sendo mui formosa, se casou còm hum pobre 
homem, que pensando ficar rico, a vendeo por mil taes : querendo pois entrega-la, fiúgiu ir passear ein 
hum bote com eOa, e chegando a certa bahia, a mandou passar a outro bote, que alli estava; per- 
gunton ella o motivo, e Tespondendo-lbe, que a sua pobreza o tinha obrigado a vende-la, replicou eira, 
que se era por dinheiro, ella tínha no seu babú oito bocetas de ouro, e pérolas; e pegaudo nellas, às 
botou ao toar, e a si mesma; e vendo o marido, qne ficava sem dinheiro, e mulber, se enforcou. 

194 J@* ^F W^ ^ Salguetro do altar da luxuria, adultera: havendo hum marido ido fa- 
zer jornada, e voltando, achou que sua mulher fora infiel, e voltando se para hum salgueiro próximo 
ao lugar dos adultérios, lhe disse, alludindo â mulher : Estando tu como sempre tatt viçosa, (femcnino,) 
quem sabe, quantos teraõ apanhado dos teus ramos ? 

Hl'' ^r )(^ vis ^ Òurangou tanga de 7* um, gritando : tendo pedido a hum bonzo hum 
bncelete, para se casar com hum magistrado •• passando hum por T*um, píensando ser humá moça, 
a tomou, e com ella viveo, em quanto esteve naquelle lugai»; mas voltando ào estreito. Tum, a mu- 
Iker desappáreceo, para visitor as companheiras, o que naô entendendo o magistrado> consultou o 
bonzo, qde pelo bracelete conbecco, e lhe declarou, quem era a mulher; do que desgostado, se fof, 
sem eaperàr por ella » depois de embarcado, vindo ella, e naÔ o vendo, se poz a gritar por clle ate 
■fora. 

196 ^IM MÍÍ Casa^èondc se apanha» as estrellas, (alta) i houve hum menino,^ qne naà 
pòdía fallar; mas levando-o para o andar de cima da alta casa, deo com a cabeça no sobVdilo, e 
faílon logo, dizcnJo : He este andar de cem covados, taõ alto, que se podeji apanhar w Wieflas; 
naõ ^lu-ro < Uorar alta, naõ me gíiçhÕ os génios. 



387 

Cpm, Fll EXTA^CTM 



197 



j^^^yf^ Bordv eom áo d* owo, preptrar o TMtido luipdali alBdn;! • itS- mt 
ajudado t tendo boma moça pobre ajudado mnitaft a preparar os aeiii rettidas, para caaar, enfadada &k 
a mSi s Estoa ]a cançada de ajudar ontraai eem qoe nimca me ajudem a míoi* 

4MKS A»'j if o SalguMio tififa o ve;,uC'>, scràa doulor : indo hum. nç!^ por baiio di 
bum aalgtieito, fioou-lbe o reitído aaulado, « r^n^nn.' se elie, bu^geoio Ibo dlaaa : Na« le tnfidff» 
que iito be preaagio de grào de doutor; e com efifeito^ o l^\.^ 

d± H^^ O Oenlo do monte Médio É& ^| «a ^«íí^ ; indo affi puaear kaa 
nobre, que depoilfoi o primeiro imperador da dynaalia Simi, o ac)uin Jogando xadr«9| com ootroj^e 
mostrando o nobre, que entendia de jqgo, CAffitiU»ef» o coni^dQ^ n i<^gnr a dinbeko, e tendo per$- 
do muitUâmo, Uie diafe : Unpoaai?^ . bie, pagarea o que me dcrej; jpomn hz bmna escritura & 
cessaò deste monte, que eu tomo adtrida por paga; o nobre fecilmente deo, o que na5 era aco, e 
ausentando-se, se na de ter enganado^ CKtn-liyítn : passado porem algum tempo, Tendo-ae senbor do 
império, cabiu na conti^, a os moradores do mdMe Médio, na6 pagaS tributo ate agora. 

âJL 9& ^ A Nplira poeta.: na primeira, noite^fecbou a porta por dentro, e qaaado 
Teia o noivo disse 2 Ne6 te abro n porta, senaS depois de me glosares hum mote : perguntou : Qul 
he elle ? respondeo 1 Cerro a porta, para expellir o luar : pensamio, e repetindo o verso por moito tem- 
po, naõ o podia glosar : ate que o cunhado auspeitando, que a irmi fbda alguma das suaa, ae clie- 
gou, c oufindo o verso, atiroa buèia pedra a burn^ Ua<^ue prorimo, e o noivo glosou logo: Cosi 
a pedra atirada se abre o eco do tanque. 

â£yk ^_^ Meretri^ esperU t sendo persuadida pêlos parentes, qne se casasse, quf 
o podiTLr com hum nobre, respondeo, que se o marido era «:'tualmenf nobr,, na3 sabis, »e 
o seria sempre; que se o marido gostasse delia, naõ go.Uria5 a. concubinas; que era melhor serf 
«o huma roaa, que estn na praça, que he comprada, por quem gosta deUa, a que se nrfí fea* 
senaS aquelles. d. quem gosta. Estando para morrer de vinte « quatro anuo., e sendo Insti-i^l. 
por muitos, pediu,, que se alejrassem com ella; pois se morresse relha, ningaem se lembrarin delis, 
e morrendo n«inelU ld.de, nentiam m esqoecerU. 

)1^3Íft A Victím. do ciúme :.eiido menin., hniii..bon«» a ?««« pwa . w. profa- 
,.S, prlaundo-lhe trUU .nno. de Wd., «.na« que morreria de vtate, e m .prend.«e . ler. tí«- 
ri, m.»o„ W5 d«.do .». mSi ouvido., . m.ndo. end.fr . ler t Uvi. D«rt.,t«rr. hum bom». 
, qnem . consorte pcrmittia procurar hum» concubina em ^ninxe di»»-, levou poi. par. c.» Si^- 



asa 

UA TABVLà*. , 

Mn, cujo sdbreDome oecultou, por ser o seu mesmo : vendo a mallier « .si^a foni^osora^ e tendo hum 
grande poder na casa, a poz em bum repartimentoHle difficil commanicaça5> passando-lhe ordem de uaõ 
faUar ao marido^ nem acceitar carta, presente, Ac. , sem ser por seu me[o»: em -semeHianie conster^ 
na^aí a aconselharas, se casasse «oro outro, mas^ ella disse : Sonhei Hnma noite, que tinha hnma flor 
úA maõ, e qpe logo se desfolhou sobre a apoa, que corria; o que significa a velocidade da minha 
vida; indo para. outro, peior será, e ainda se rirad de mim: com eflffeito passados três annos, mor- 
reo com prazer da mulher; mas o marido attrihuhindo-lhe esU morte, lhe bateo^ e ella disse, que na5 
era culpada; que vendo», quanto ella era insociável, bem mostrava, que havia de viver pouco. 



203 fS j M Chi'tien O Vomitador, bonto de reputação : sendo rogado por huma rainha^ 
)ae foi ao pagode & B<^nmidade, que fizesse ofaçaô por ella, este deo huma volta, e appareceo nu : 
) que' querendo os.eircunstantes vingar» a rainha os-^impedhi, dizendo^ que aquilto figurava, que p1- 
a devia ser homem na seguinte geraçaS; e em acça5« de graças determinou edificar hum novo pago- 
ie, e fez juntar o necessário : e querendo fazer vir peâreiros^ e carpinteiros, o bonso recusou, e 
lie por si completou a. obra, içando os materiaes com a corda do poço; faltando porem a estatua de Fo-, 
mdo comido à farta, vomitou huma estatua de ouro, mas imperfeita em huma perna, por falta de 
omito; por isso aonualmente se faz a ceremonia de concertar a estatua do pagode do Lado Occidemal 
n Nankim. 



_. JMf ttH. JBL O do Vebtido de pérolas : gostando de huma moca, lhe deo hum vestido 
pérolas, e tendo ido para outra terra, appareceo-lhe depois hum patrício, que lhe eonton, como. huma . 
3Ça Ibe tinha dado hum vestido de pérolas, pedindo-lhe, que, quando voltasse para a pátria, lho di«- 
se, poia. queria escrever á menina;. annoin elle, mas pediu-lhe â sua vez lhe deixasse ver o vestido, 
i recoobeceo ser, o que tinha dado à moça; voltando pois se queixou amargamente da ingratidão , ao 
t ella reapondeo : Se tiveste razaô em n.o dares, por gostares de mim, também eu a tive, porque 
Bto deile. Algumas vezes tornamos a ver as nossas coisas com desgootOr 

IQ^ SByCSD Che-ivtn-ho O Doutor namorado: sendo doutor^ e querendo ser promorido 
cademico^ partiu para a rortc; mas encontrando huma merctrí? ^E ^ll| , ^* fl"® gostou, na jor- 
a, com ella gastou o que tinha, de sorte que nem podia proceder ao seu destino, nem me-smo tinha 
lue viver; sendo pprcm hábil em cantar, inventou huma no«a modinha amorosa, e cantando-a, ga- . 
va com que viver; passados teiipos, a amiga o persuadiu a proseguir na sua carreira literária; 
elle respondeo, qne namorado dos seus olhos, naS a podia lacgar : pelo que ella vasou os . 



39» 



catov COM dia. 

SM MiU^^i^ At EMatdkm 4a «oél«r«,MOMU asO^: «tffo èi Mb ^ 

' deiCe monte do2e irmaiif, lematoS aoteu de ouaki» e faiem diortr de &rde, fazaido ftnr « 
paiiageiros, para qne pastem a noite aa tna TimnliaaÇa : o qae ^endo^acontefeSdo a liiua iei« ait- 

* doa alU ierantor kuma torre, chaiftada 7am-/*a( fi JÊL 

207 Jk Q JUnf ^ mulher do maloal : paasaado oom hnm filho ao cotia pelo ndoil i- 
Ibeio; chorando elle, apanhou huma peqnenlBa melancia, para acommodar • menino; o qoe ol^em- 
'do pelo doBOy' apanhou mais melanâas, elefou a 'mulher a }aiao» acensando^ de ler fartado i* 
< qnenas melancias : o juis Tendo a impossibilidade de levar tantas melancias com o mcmao a» 
'^hraços, mandou -* ao accQsador carregar com tudo, e andaf; o qne naÕ podendo elle Terificar, fitn 
*a wulher absolvida; mas- precsTida, para ae na9 abaixar ifiaAs em meloal -alheio, para uêB dar oc* 
caaíad de^suspeha 

20g ^fi M.y\. Encontrou hum defunto, na segunda transfoiteaçaS ée paga, o qoe le fã 
^^esta : teodo faumaugeilo ido para a taverna na feira, embebedoo-se, e adormeceo; dahi a ponto n- 

• em> dois mclriahos com ordem de prisad, e o levaraO a botn tribunal desconhecido, (era o do juiz das iSiBl^ 
'chegftdo la, encontrou hum antigo amigo, que se admirou de o ver alli, ao qne elle respondeo, "qee bô 
- B^ia o motivo daqnèlla prisaõ, 1e o' amtgo tbi dentro iodagar o assumpto, depois "^de o 'mandar cspenr» 
^oe meirinhos porem Tiera5 logo pedir-lhe perda5 do engano, e que se podia retirar, do qae elle pul^ 

pois queria seguir humas meninas, que sahia$;' segnibdo as meninas, entrara5 todos em homaco^* 
1 taverna, em qne estava hutaa poflrca parindo, e^iogo as meninas se converterão cfta bácoras, e éneU» 
'bemiM viu convertido em hacoro; entaÕ oovni o "amigo a chamar por e]le« e cooheceo o aeo erro^' 
^dando coma cabeça na parede, morreo, e -foi ter com o amigo, o qual o veio condntir ^ estalageo}. « 
-restitui-lo a seu corpo, de qae andou separado: acordando pois soube, que á estal^adcira convertida em t*??». 

* tinha paridoboma ninhada de bácoras, da qual morreo humliacoro, qne era elle; c como elli t.rh . f* -** 

• dinheiro, sendo meretria, agora se'hayia de dar a si, pafa tèr hnm várraS' etnprestaà>, (»ara ?c\:h ?f l:^^ 

lâ LÍJ ál»^í ^ ^ Medico das amendoeiras : curando doença? ( r& -fs, fip 
fios convalescidos, fossem plantar no ^e« pomar dnco amendoeiras, e curando Icvès, ^x^yn «.^ l^* 
assim fea hnm grande ^pomsr de amendoeiras t a este pomar veio hum tigre, a qM--n ;v -. -asc« -•" 
deote, que Ih? 'faltava, e hum ^dragai^, -a qnem Te8til«iiu hum olho, que perdera. T. i =» s^ í.a»ii* 



'^ %K Fabola. 

1^ mros em eaicm fCM fm pct»; t te^ dgarn lerwn ds múã^ crm aticdU pèr k^m ^gre. 

Sl« ^«l^d%%9^ O PMor Beato : ttdAMb Bò teoato, ««cobIim k«a gni^ 



tt w^nmArt tom élk s ter beelo» peie tlálui eeRM de gc^ : ftéea peie algaoe &e» eté 
qoe teu irmaõ m^ Telho o reio tcher keni «allris» e o HprâéBdeo eoaio louco, qiie petteadeado ler 
beatOy tinha perdido o rtbaiihoí; mas elle mandou aa pedras» que ee torBanem Cabras» e o irmaõ àl 
i^oaduzin' para caaa. 

211 3d^H{o ^R ih W ^ Fialar do dagraS ; tendo pintado dois àngoês na parede, naõ 
piatoQ no olho o aznl da menina, e perguntado porque» disse, se o pintasse» o dagraõ Tiriria, e a pa- 
rede se desfaria, e na5 seadb acreditndo adwscentou o a2nl> e o dagaeS ▼ooa. 

212 '^SffoTw niu JC ^ Hospedado pda snc^z^ra t indo a leira "annnai do modtelÀ- 
/tMT, cheio de ameíxeira», em Cantão, encontrou â tarde huma moça» que o convidou a descansar «m 
ana cass; entrSado, vieraS duas meninas apresentar cha, e Ttnho, e ea doia bebêraS Com satisfação \ 
tendo adormecido ate pela manhS, acordando, se achou ao pe de hnmâ amdzeira, e duas pequenas. 

Ê JPo ^™^ fiíl ^" <Jcnio» da laranja, retiro: vendo hum homem huma laranjk 

disforme, a abria, e achou dentro dois geniòs mui socegados, jogando os cantínhos. 

^ . 4^ *TC ^^ M O Diabo das trayessuras : tendo hum relho ido a huma bodêira, fi- 
214 -fl^ :JTo PJ ^ . 

cou meio bêbedo, e ia Toltando com dificuldade fincado no sen borda5; entaõ veio o filho ao encon- 
tro, como para o ajudar; mas mais dificuldade sentia em mover o bordad;'enta8 éÁat o velho : Em la- 
gar de me ajudares, mais me estorvas : e negando etle, conheceòu que era o diabo travesso; sahin- 
do no ootro dia, metleo huma faca no bolso, para Vicar b diabo, se tomasse; mas sobcodo o filho Ís 
acontecido antes, foi às horas encontrar b pai, e prevenir o diabo, se viesse; mas eis a maior désof* 
dem, o pai tomou-o por diabo, dcixou-o morto, e^so chegando a cksa couheceò o equívoco. 

2je H JT !^ -St O Génio benifico : O Senhor do monte ^ pedra Brancm, 9m WK tW| 
cose as pedras em arroz, para dar de esmola ás almas desamparadas, e aos 15 da sétima Lua pre- 
side ao conselho de todos os beatos, e génios, sobre Os -peccados, e tirtodes dos homens, sobre as 
calaniidá^s futuras a cada terra, e meios de as prevenir : se faz disto mençaõaos 15 da sétima Lua. 

ofu "nS 9Í "77 .^fcJ!?? ^* cinco, pejras transformadas de ovelhas, na cidade de CantaS : 
antrs de haver esta cidade, vieraÔ aô sitio cinco génios, cujos vestígios se con^ervaÔ cm huma rocha 
plana, procurados porem se acharaiJ cinco orelhas, a< quaes oatra vezsy converterão em cinco pedras, 
quo hoje se j chaÕ perto dos vesUg.oí, e a cidade se edificou, e se thaaiíi a.nJa !.ojtí cidade daè ò* 



3ai 

^«F. ^i^' Extracto». 

velbtf, oa doigeaios. 

217 ^1? ^ ^ A *1^«« <^ flor ^ HM^oeirp, ciu da noira : naÕ hamido DMa ^Uea» ae- 
na6 daaa grandea faailiaa, «a caaamêotoa ae fuM èomeote entre eUaa, e como o aebreiMíBe de biiM 
era Cht, e o da ootra CAen, o caaameeto te chama boje S^ ^^ [^ 

218 ^W ^T^ ^ Palácio da abelha, agradecido : estando hum homem dormiado, veio bana 
moça ter com elle, e ausentando-ae disae : Agora tenho medo de algum perigo, poia sou luima priD* 
ceza, peço me acompanhei; porem como elJe oa5 ia, ae foi; passado pouco tempo» ouTÍa bun zunidOí 
e acordando, via hama abelha embaraçada em bama tea de aranha, em perigo de ser deror«da» e eO« 
a tirou» e posta aobre o tinteiro» com tinta formoa a paUvrra Agradecido, e voou oatra vez, e se* 
giiindo*a com oa olhoat a tíií entrv nliom fiifo,,qae estará no alto; donde eotendeo, que a, moç». 
era hnma abelha. 

219 íS rh P®^^ marítima de coisas preciosas i muitos navegantes tem ouvido gente no ma$ 
comprando, e vendendo, e alguns tem mesmo ido a feira,- em que, por huma bagatella» lhes dera5 coisas raras, 

220 Si, ^9r ^^^'^ da ri de mil annos, coisa fantástica : a râ de mil .annoa de idade, vai 
para aagoa funda, e soprando para o ar, forma caaas altas, e mesmo huma cidade, que be signal 
de próxima feira marítima, mas cbegando ao pe, nada se ve; isto acontece com o horisonte obseoro. 

221 ^Ci^ j^>r ^ Tecedeirado Ceo» (Águia) , he neU do imperador celeste, (Sirio) : 
«codo dada em casamento ao Boieiro (Lira), afroxou no aeu tear, por isso foi passada para Leste 
do río celeste, (via láctea); e concedeo-se-lhe passar a ver o esposo huma vez no anno, aoa 7 da 
sétima Lua» para o. que as pegas encadeadas fazem huma ponte nesse dia. Offerecem-se frutas, e naõ 
carne á deosa : enfiando no luar huma agulha com hum fio de cinco cores» he signsl de bom anno ; 
a agoft gnardada nesse dia, naô se corrompe, e be medicinal em o todo anno : UrandOtse os lázaros 

TiH DM^bS deste dia, naõ padecem tanto dos nervos, ^ç. &c. 

*.- ■ 

PARÁBOLAS, 



222 j S Tff Im JPk a Cobra do monte Eterno, para. tudo tem remédio : encontrandoHi 
hum homem, bateo*lhe na cabeQa^ e ella o acometteo com o rabo,. bateo-Ihe no rabo» e tomou com 
a cabeça; bateo-lbe no meio, e ella tornou o rabo, e cabeça juntos; imitando este homem depois na 
guerra esta arte» foi hum grande gene^ 



392 
3A Fabulai: 

223 ^^o ML Jn ^r* Estamos eo«*r ^ \9n acommetecndo hum rei n^ootroy este disse : 

Pornue me ncomroettes ? he inútil • * s ^ - > r o cavailO) e o boi^ doe qiuei ham vei coii'- 

rr:* o veuto, •• o ,t, t.' i i, .s^.. •, lj» v ... .. iio., conqaístares^ perderás o tem reino, e se eu, 

perderei o ul-u, per ,vc t'i ík « i.o t-.r.u. ii'- . . ;. ^ -. ..o d n Norte. Argiuodoaq«elle,.porq«e Da6 ren- 
dia vai,sallagoríi m, uní-era.!' r .' r-^^j •;;. k"-. .|1 - •■ 1:04 .cio do imperador, e naõ seu; perguntando- lhe» 
porque na? apparecia o L.;.Midn, dito-s i.i.*; v < ao seu reino : respondeo, que se tinha afogado no 
mar> (tinba^o feito c- .barcai ^'". '.r 'í. ,<> ■ .uJHdo, que desgrudaftdo^se com a agoa, se desfez;) per- 
guntando^ codk) se tlnL.t au>,j..<u -t , que pergnntAise â agoa, que o afogou. £m fióD o estran- 
geiro se desenganou, e se t. i. 

294 J^oIx^C 1^^ Pp Atirando ao rato, tem cuidado, com que atiras, na9 o quebres : 
hum,, que estará deitado, vena* Li.i ,ato, lhe a»:rou com o traTesseiro, feito de barro, e qncbran*. 
do-ee, viu dentro grafadas as leftas s.br<!dius; e indo atirar outro por curiosidade, achou egcrito : 
Jsto conArma o dito do outro tratesselio. 

225 ^3 p!i nÍLtSí vk ^^^^^ * barriga para occultar a pérola, padecer para enrique- 
cer ; TJndo à' China hum occidental, e querendo passar pels alfandega, onde ha?in de ser «palpado, 
abriu a barriga, para occultar huma perolt, «le !evavii; e aicda que o }ui» da alfandega foi avisado 
desta ctrcunstancid, o deixou ir lirre^ pois que aunara mais a perok, que a Tida*- 

22f) *^^B^ Kim-tu*tty A Bnlea devoradorn : seus oiho3 parecem dois soes : quando move 
•0 eecamas, faa trovões; quando sopra, fa?. chov» , st- abre a boca, tudo entra por ella, peiíes, navtos, 
anda escapa : he figura d(3S haapias. 



227 BR WL ^ ^^^ ^'^ ^ habilidades : roa, m^s naõ ao telhado; sobe, mas naõ ao cume 
da nrvore; esconde-se, mas so a cabeça; nada, mas naO passa do meio do rio; entra pelos buracos, 
mas sempre se vé ; assim he muita gente. 

228 S^rJfiftT^ i^iu-ki, TVama de burro, no monte ICiem vendo o tigre o b»rrro, naõ 
se atreve a chegar-se, principalmente zurrando elle u^ forle ao vê-lo; pára pois a ver, se elle vem 
acommette-lo^. e vendo, que na5 se atreve, se chega mais; e ainda que elle lurra outri» tez, ja se 
nA5 asiusta, e se chega ate o tragar : entradas de cavallo, . 

229 j^ ^ JÊ ^ ^ Choupo amarelk) decresce na lua intercalar ; estudante, que des- 
«prtBde : esU choupo, que he duro, cresce hum»^ poHegada por anuo, mas no bissexto decresce huma. 



Cip. F/7. EXTIáCTOS. 

230 ^^Bl ^^•<«-Alit«fi, A anrorc dê 16 mil annot, e aberra 4a idegria-^pai, t ml: i 
arrorc CA»fi aoa 8 mil asnoa etti aa príma?era % a hcrra A<tf«ii comida, eapalba trittetta, c trasiSa ph 
las pcjadafy parem machoat 



231 ^CRXP ^ ^^*^* "'^''** •*'^P^*'^ filboi? DaS sendo hábil para propagar a eapede, aiitt 
qualqaer bicho» lara-o para o sea baraço, e prioci[>ia a dizer . Como cu, como eu .• e pamadoa 7 dÍM0 
bicho fica tranaformado cm vespa negra. 

232 ^lo hK Ur 2"*'*°^^ Su -itté persuadir o «eu regulo, a na6 se eml)ara9ar com os* 
tro reino, lhe contou á seguinte fabula do Pescador da ostrs : caminhando pela praia ao loar, fii 
liuma ostra, que aberta ao luar, estava concebendo, quando o milhafre marítimo veio, e a piooo; um 
dia apertando as conchas, o preadeo, e enta6 disse o milhafre : Deiza-me, sena6 hei de faier 
vir três dias sem noites, e has de morrer de seccura; respondeo a ostra •* En he, qoe hei de ft* 
zcr três noites sem dias, e to bas de morrer presa; nisto veio hum pescador, e ^enm os doii 
contendentes. 

223 otC IR BuXR ^ Rf po^a é sombra do tigre : tendo hum rei de Ck« mandado hon 
general guardar as raias do Norte, e sabendo, que ei-a m«ii respeitado pelos estrangeiros, admirsdo 

perguntou ao seu ministro yi| 7^ *'aal seria a ra?a5, rf^spondeo •* Encontrando antigamente hon 
tigre huma raposa, estava para a comer, quando esta ca^UosHinente lhe disse '■ N^tS me comas : porqne 
o ceo me tem feito superiora dos anlmaes; e se duvidas, vem comigo : persuadido o tigre, a foi se- 
guindo, e tendo encontrado vários animaes, todos fugiaÕ de temor: k vista disto, o tigre na6tcatft- 
<^eo a offeader a raposa, na5 M(bendo, que os anlmaes fugiaS por sua causa, e im6 por -causa delis. 



iífDlCS "DOS EXTRACTOS 
DA Himftu, B Fabula. 



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397 

§• 111. ALLUSOBS A» HISTORIA, E FABULA. 

Sc 00 seio recolher a fama pura, o seu elog^io i^ * » ,-i -** .-u, ^^ ^,_â ^- ju \» 

se publicará na bahia, onde voluõ as pérolas t 1p tffl Iw TO >S 38^ IW 3ESf J^ TW 

(ir.«pÍ8trBdo Wx^i^o.) 81. (•) >^ M ^^^^^ ^h^ jJ^ 

(Mivn.do de repente o pom da espada brandida, ^ Qn W>>^ iC 5^ Ím^^ÍÍ hÍ líL 

(28) a..ei.ld incoinmod.ir a Vince., (para vir,) ^J? »^^ ^5^^ /^ 0^ miOiVr.^ €^ 

a coraplcmr o posto (do pobre,) que apara a e- ^J ^ ^g J^ ^ 

Qnanio mais que tendo sorvido o rio Occidental, Í/U O ^ \Sí ã^^if/* It^ ^B 10^ IW 
pare^r, n-\6 fioder dizer, que soffro a seccura da j^ ^jyf* 

rodeira. l'>7. jCm^ f^ 

Se c« levantar a cabeça, e respirar livre, na5 ^ ^. ^ % ^^%'f,Í^ ^ %Zr 

níe esquecerei de agradecer a PoU : (conhecia 

de cnviillos : recommendaçaS.) /jgtQ 

Senhora meulea. deve passar para mim, para que ^j« ^^ ^«r -*i, jl^ '^ ^TV T^ /t" A "jt" 

o Asirunoiuo iVim-cum avise o imperador, que J|g|) |Í| ^ ^ ^X ItJ í^ Tl T^ T^ W 

na Lira ha buin vapor extraordinário: (como a- ^^^ 

conteceo, quando desceo buma beata a casar com «to ^v^ ^g 



Eíforço-me ao projecto da opí princre», (iifogaa«, _.,-,j^,„.. , ._« |»n_l. 

ter Sirj-^-e-^eíí-^i-ô 'Sr.r: ^mà^^i^ièM\^'h 

voar; [para se vingar.] 
Estando- taÕ próxima a despedida, na5 temos noi 



Ora se o vento na3 prosperasse Choutam, (preoe- •** t^f <9* i^ 4.JI ffí Sr? r*J ^ — 

ral de Xa.^kim,) o general estrangeiro levana as jjj,. ]^ ^L 4> li! í?^ >^ SP HH iS — 

duas KUnu para a sia torre ram-ckio, (para abusar 



delias) 94. 



ííBé 



con.pnnbac, sempre tem ciúmes : [inferior dcscoo- ^ «& ^ #• J^ 

ctr q..e-« se roí no monte do gelo, . neve . f(P g j| 5Í< ^ Hl 4» ^- JP ^ jJ? 

ouvir os mysterios de Fô. =^ ^pj 

Ora tendo a tua eloquência soccorrido o mundo, ao AÇT^t-rJ^^áí^J^^tó ^ ^ -^ 

„es»o te.po,ue te reco.he. .o piche., sinto „^ ^ Í^ ^^^^ ^ ^ ,^t, 
«spuir os pat05 (rRpatos,^ para stil.ir a casa da gg ífl '|R ^ ^ '^ ^ ^ -OK 



i^) Oê nuiMros tMstrai a y <'ií d'is Ejitrucío» aiínae u sente Ç i 



AixuiSei a* HfiToiíA, b Fabuu. 393 

porU aragoa, t^ci^o w-tc-í 164, Hl P^ ^ íÈ 

Que fortuDa, conesponâer o poro baixa aòi teua >jfef zfc ^ fi IhI A ^ fel* Jfi U "^ 

exemplo», e gostar desde jâ (dá iombra futura) \n ^ ^Í J* |PJ 11!i -T* /í^ W H /C^ 

do Ti^cso alíTnnhii»^©, (ondf «stlveitc agora! re- -H* *S^ 

cordar-ite-ha de ti.) H >It 

Antigamente quando em CantaS se tocava a au- ^^ JW^ |K Sfe ^ «Jf iÔ ^ Jt ^ III 

dicncia do vicerei, te seguia para h, (nomeados Fí 'W -fli® «t -p *!w^ ^ »B <^ AiS J 

para vacúiciai,) e agora olho para a tua yilla> 5u Wl fi^ €^ ^^ lai? n^ ^ B§ 

"aspirando por Ir ver-te. 216 r** ^1 *f^ -> ^TC di ;ffii -g- HÊ 

Tendo ta abaixado a cadeira na toa morada, (84) 
ainda recebi as pérolas da tua eloquência, t>em 
como o solitário cisne entre o rebanho ^e galihhas, 
me apresentas mais hum exempla de .«ahir de p6 
da terra, 
t^hegado o pra|u> d|s abobaras, (opportuno) logo 

Toltcrei ao campo (à vida particular : allude c« ^wf m^ >p r^ Mi ^^ Oi 

a hnma alma, que deo o ^razó ào tempo delias*) ^ ^/) )j\ y^ T^y í^ Em ^ 

Estanco para entrar no exame de doutor, doê-me • .^ ^^ 

as meninas [dos olhos,] prevejo, naõ sahirà o meu J^ ^Ç ^gC ^ ^ g ^ ^ ^ Ap J^ 

nome na torre dos gansos (lista.) xkL Xg» ^^ 

Quando quebrada a parede, ras voar aos empregos, ^í** «TIt "T^ 

natf te ap^ues à a!egre aJdea da terra do vinho, ^^'^^^'^^%m. ^^ 

{meretrizes.} 211 , , á^C ++ +h 

Deve-se w4}cr, que Leu-tvèi naõ -aahiu doutor, e i\]u^ rV "Gi. 

os letrados lha davaÔ mais gloria, e Chau-chie sa- ^ ^P ^l] ^ T? |S it tô lí* ^M 

hiodo approvado, mais baixamente a gente fallara .^«^ ^ . ./» " t »^ .*^ .jA^ n r» v 

delle; a fama da eloquência naÕ está na miudeza ^p ^g, ^ ^^ pS >W Wir ^C ^^ ^f 

de aucceder, como se deseja : (na approYaçaÕ de 
outro.) 






M-^^íEiiiii^raram 



Parece isto os ministros adevinhaícs, nomeados de tRB Tg^ ^^ 7W y TO iRT 3RJ: >^ M^5C 

baixo da chavana de aza : por quem foi isto con« J^ ^^ f^ 

saltado para por fim concordarmos ? "^^ " • ^ 

Logo imitando o taleato de Suma na CampaixaÕ, ^ ^ W| .|| ^ ^ ^ jj^ i^ >JQ A 

a túnica de doutor fica com Isgrimas repetidas, >*k ^^ j^^ *^ j^ ' 

mas em vaõ se me vai" o coraçaS nisto. 72 «•» 5S B'» l|i5| ™ 

Dizem a toa, que lium magistrado cantara a for- 
mosura da roncubina T*au-ie, como se ella podesse 
conopetir com a consorte encostada as flores. 

Tendo ouvido, que tiveras hum filho, mvito gostei, 
c pensaria eu, que elle logo hnvia de ser morador 
do mirante <la noite ? routro maneio.) 



^^■^-^w^n^imw 



* IP w 



299 



1SirW«^*«* S:íc.S 



Quapflo eslndara «o reflexo da nere na omm, oa S^ ^^ ^^ 5K V fflf ^I 9i^*^ 

n^rjaoell. a lua do pirilampo, oaôsabia a dificuldade & ^ M S& ^T^ m, ^^ T^f^ ^V^ ^9 

das corteaiai ooa enpraf{oa, [109] para imitar a ^ m ||| ^ -0* 

Chnwieu [lAv^ando a orelha depois de lhe fallarem /j^ ^ FM Pu •**• 

Re Vmce. liberali»ar a medida de ^6 alqueire», e ||q X /f ^ -^ TT J ^ 3& ^ « 11 

4 fnnfras, como Ja» -çm (fatia a mii do condisci- -^ ^^ ^^ H^ ç-^ 

piílo,) eu na5 sentirei, como o magistrado Vam^ |>^ ^^ ^ ^J^ -^ 

Depois df rerolrer oa Urros, desejando ir dormir ^ ^ ^^ Íl! >\ ^ W í^ ^ ^ ' 

ao jardim das borboletas, imitando a sua alegria; ^ ^ ^. ij^ .-- ^ _. ^g^ ^ ^ 

aiato, qoe os moaquitot, e moscaa invejem o aeu rS" ^ ^)C KR AT ^ ^ ^T ^9^ S» 

hoapede, e naõ possa conseguir bem a perspectira ^|» jA ^^ J^á^ 

de //oam fcam (sonhando ser minisUo.) 160 W ^'^ 

Se for digno da tu* bcnignn visU, e consegnir aa- 

gulha de marcar, (13) espero que no resto da minha J^ gu J* 4^ |fe ^ -& tí 

indignarida, na5 passarei em Ta5 o» annos, e mexes. ^í Í ^ j^ /JU J^ «w 

Naó he isto. rir o vapor vermelho (de tanto) Uu ^ff^^f^^lS A.M JS^ 

" aensivelmente, c fazer, qne se naS vq^^ o p6 da — 

carmagem ? (sem apparato.) 159 jL.'V.ab-,x.J^*/^ifciiJfcto*fc*rfi^-«e 

arr^^sii-i^rí::. 'r r .-ss-t: ^^ » ZS' ffl « g * 

mar desta área, vivira.) Jk *W íH ^ 1* *È <ML Hi? ^ tí ^ 

Celebrando oi teus annos, devo offereccr-tc ham S^STlA» VH Jm Iw ^ ^ '^ 
copo, e dcsejar-tp as três béngaõa, ou felicidades, 

(que dava a Iam, o povo d# H0a'fhm : rique«a, ida- TTlOI 

Bem como se a feia Vwien conseguisse a tcmpe- ^ 21 ^ Bt >t ^^ P9 /ffl» W 
rada banha da 5*^»*, para se corar : talvez por 
dcria occultar a sua fealdade: [assim aou tu a 
tna sombra.] 61 

Quanto à fioreccucia do ramo, teo neto, e a no- _^ ^^,, . 

licia de semrar morriaô oo pagode dt Confúcio j. JU. ^ dfe gm 4* ÍK Jfgt 

[oachHrcIJ a longa primavera da tronco se coo- BfJc1w^«1P^^ 

t^;. t.ô durável, como a da admirarei arvore ^^^^^^^J^.^ TI IM ^ 

do» f»relo.,[75] que firme mutenhi. M propne-^ ^SM^ 1» « |E ^ ^E 5- * 

.Mes do pinheiro, e máfteMit, qoe eu oao du- |-H ^EX IMI ÍW ^A '^ L 

;r ;. :r4L.:reTa.7..nrá.T««^á J/T. m^^ftmM,^ 

\í,'vt;«w «-*"e'-y-^' ° """" *^ * * ^ # it à * 

dente da acaàemia.] 






A' MimKià, % Fabola. a%% 

Tenho pena de estar so, e iui5 sogúir os teus a- » « ^ JK Bè "fefc' Itf ^ M l&H ^ tt^ 
finigiiadog, e se for digno de aie admittirea, JJ< *^ í!^ W» Jc GO ^9V 'K Ar MÍ f^ 
■aõ direi> qoe me falta cege. 28 / ^A |EjSr 14 ^P '^ 

'"' " " « «a:«áii5#»Tír a a 

M»!iiff^«7££i.tta 

«•m a grare cege, [deverea;] maa etforço o meu JÈS Al| jA A lÉf 4]T Ififr Si & 

coraça6» eaperando obter o tocooro celeste. "^ "* *^ ^^ '^^ '^^ '■^ ** ■*■' 

Peifuntando-se, se ba mais, sempre imito Çam^n RS ^ ^ ^^flUP fÇ '^ 4^ í^ ^ ^ 
■o nutrir sea pai Çam-chajè (nada te negarei.) 3k& 

SeiKlo a rfciprocidadc dot amidos U5 easencâal, ^*4« ..^ «a^ iL lU. ^ kB '^S^ jftiJ. _j-» ^i 
falurk a espada, com que 1/ <«. /ím cortou a barra gl M Bf V 'W '^ S^ S M !/^ wl 
áe onro (para dar nieUdc ao amigo pobre?) •^ *"* ^ "^ -"• *^ ^^ "^^ ^Wr^V« 

S€nya,quc o vermelho t^A feri^e o. olhos, laroen. ^áfe ÍÉ>É^âá* S íS'^^/^^^ 

>••, que a coostelUffHÕ da seccura ( 5 eat^ellas da ^^ ^í? ^ TT '^ ^ 7^ ^*^ TT ^^ 

▼irgem) estÍTesae para dominar, quaud» a Ui»tcz« rf? **• ifi ±p ggi 4^ ^fc 4+ i/h 

de Ai, (temia, que o ceo cahiaae,} da repente se MAi /J TDTu éK ^Úí JP R /^ 

«iesranecco com a opportima chuva. qtt AlT" El. k^ jlk> dtit Kh \tk rfc ^<^- A^ 

(t) A lei ha muito esta determinada, ma^ depen- M T^ ^ ^W m mfBk ^mW 
éemo% da eacríta, C) preparem-se Óuôn-ckam-çtt, tít 3^ Éfe j^9h A At 



"© talento aperMçoado ao tratar os nefrocios, que 
se oflèrecem, hé como a sorela, (]ue ei'ti na tacco, 

cuja ponta deve sabir para fora delle, para se por 
em pe. 58 

Fará amparar a espertai filha, pediu csponsaes, e vcndo- 
o de barriga para o ar, cjinendo gergelim, logo o 



Ainda que ba, quem me pague o jaatar, e possa^ 
•orno o eutro, pasaar o rio em bnma folha de 
oanna, com tudo o meu vestido ' de_ marta esta 
roCo, e falta-me dinheiro. /Ci-fic [cu] está sem co- 
res, nmS sei quando poderoi satisfazer o mea de- 
scjo [de volUr a casa.] 178 

O qme temo he, qne eu, como os gafanhotos (pi- 
tados pela cege,) nad tenha kombros, que posaaó 



Mtsus século flórecente, em que ha muitos sábios, j8 íft '^ B lâl^ J9L ^ >lí ^ 7Í 

vevdoa uhicorneos passeando, • sguias pousando, st ^^ ^,^„^ 5^ ^^ "^ '^^ ^^ ^^ '** '^ 

de continuo vou receber os caValheiros, como Imi- 1 TT 'T ^ TÊ[ J^ Bf ^M Srt f^ 

tarei o outro, que sahia pegando nos cabellos, e ' ' * * * '^ ^^ ^ ^^ "'^ " 

IsDçava o bocado? 13 *^ p4* Igjft 

D iKítncm inbabil, qne recebido a tos, so comprou ^ ^m m^ xJ. -M f LlL ^A j -4- *ju 

a juKti' n, »e se compara com o dos largos discnr- jK IJX SI K ^ ^V tE Wk Pj TO fe 

-«ra n ríMvallo, r^»;irn infnrs di^tautè, oue o ceo ^ ' "l _^ . #r- w ^ i# -fvv 

[tj Siea-bo /*•» • If^inl.A^r dm f)k'uu. 

[♦3 ^ ^« Wf/A#r /f/r« custnntãVH ctirever « ^«fifa ife hum UnfUt, 



tWndo .c^a - U.b^Uo. Uur^ ««como \^]^^^^^ ^^^ ^ ^^ 
^e .» pedra de PUn. SI f ¥ "T* "F PC 

r°^r- - --^"^"Í-^' ■""'" S»l í« « íí :^ M fdí fel :t íf 
\rr xnr '"'■"^' •""'" " *'*'' '" '" - ^ it ^'I ^ Ji ;m ^ '1^ 

r;rr:::rirj:-r «r. ^ s m j«Ki;e ipi *> ^ # ^ 

ao aepoU no «i«aU /.«. -aU» «.U »tUf.- A li I fê t ^ # ^ ^^ 

ee-WUae. aeUe.o, Woao „ peo«».nto de ,-.. ^yf^ ^ J^ f^ ^ ^ J^^ t> 
h» quatro, s« o Sâbcm- 71 ÍT a.i ^ -. /**. -♦ j^ 

ror-.»o™iumo..«grado^«bor Ps. i^m ^^^^Z^^^tU^Z 

;SSn. dinheiro de />.«-,- t [bond.de d., ^o- ^ 

^0 em bum» pobre.., que wp ,.o.tr. o.o«o., — gfg^fl-Sft^/^^ íít^ 

; ainda que proiuro todo» os meio., «be. tu, B* ^* 3$ -ffe, 

qne eatou, [como CoofacipV «» í"*^ '' ™ J "ib l-J 

O correio »olU Mm nada, nem hum. Hor tenho, ^ ^ $ Éf — 1* ^it ^ 4 'g ^ 

,u. r-etter. [como o outro.] e ni.to fr.«ro. . "^^ ^ ^ ^^ ^ ^^ " ^^ 

quem conhece pela m«íiea, que o tocador peo» no. %^^)^\^-^^ 

:zz :.:r:r otitiVLa ..o . ^ ^^ ^ ii is f j^ ^ t s s 

gosto, no que encontre, e «in4« esperarei Ber outro * ^ í|5 -^ 

Uam-huQ ? ' [dfòutoraéo -de 80 annc»! >0 :^ /*« J ^ ^ ^ 

A riqucía da bolea pafa métttr oa boca, toda «tà . |^ P '^ J| MmW^M^M 

gasta por Pitn-cM» e JTfn nUA^ 47, c 2 j|^ /^£^ 

Alem de qne' a ordem dia gansos esU rala, fos fl Ml^^^^^^Vi^^ 

irma58 naB ae da5,] e aa- cunhadas usao do tra- J^ A^ JT W ^^ m !^ 'tf' >J S^ ^^ 

«canciaa, assegurarei, que a flor çapateira Se na« jjá^ djvl ^ >ft lê "^ "G* bÍ 

murche defr<>nte da casa ? [oouio acontccea aos que ;fl* Wi 7»St *<& ^C ^ -^ ni 

AiTLa^véioTmanga de seda, p«ra encobrir u ^XW^^K^W^^IiLlL^ 
lagrimas; aceno, que os tre5 vc7cs.cinco he o pra- § Sfí ^ ^ ^ í^ -^ ^ ^^ 

zo; ai ! sustentarei a fi<erM3.ide de VH-xan, > (f] A^ ABI ":V ífe fifr 

■lan temo, na5 me Hfuda, conlo ontra riaotãn^m W ^ /(^^ 'JAt M _ 

ít] M^^^* ^M^^^ «Ara{4M/a cam AtiiM ^anír, fue « encAtuI- cnhtU, i-arn my faltar á pelfwre, 



4"2 
A* «ifTcmu., B Fa»i'la. 



Eo tenho cahMo e» grtndt pobrera; mas nem por ^ |5j|- >jg. ^ ^ ifí^ 3^ ,^^ ^|| ^^^ 
i«o me resolro a Ir atraídas bolinhas de ll^n-icn J^ JSÉ, -^ -á^ JU '\U 



IMO 

[ain<7a qne de ouro: nao »riltar-»c.] 
Obsarfttado o princljúí^, e fim dente tssnmpto, po- '^ ^ ^Jffi I^ ^ lífi W WÁ J ^ 
oheço, que tu, pedaço de pio, nart es dlpno de fi ]ÍI t|! í-^ íí^ -^ )'^ "S^ Tífí 

tratar oom?go, por iiso quebro e copo de jaap**» 



A d:»0'o \ a maiba ira, e vou para outro. ^4, 

O armar : uiiaí, scírunio as occasíoes, tem difffrentes g ^ ^^ ^ ÍW Íj/C "^ ""^ 1^ ^* I^S 
«rcus : peasaiíios e^tar com hnm amigo sincero, 
Xtl quando encontramos a desçra.a da ruína da 
Dossa forluna, e n^) be into peíor, que o diabo 

Hnm doutor de huma caaa n nsular recommendar- ^ ^ ^ ^ ^ ZC ffll "Xl Íi5 J* ít^ 
w^ ha para eicra^o? (naÕ tom apparencias de 
nobre.) 68 









lato foi 80 por me lembrar, dt» que o lobo, • loba 

SC ajȒila5, [t] e na5 me atrevi a adiantar- me em 

piAda, pintando a cobra com pea, e ver-me no c tio dá 

nutrir tigres, que me faria6 mal. 
Fat« mancebo eatá cheio de prenda, sociaes, be d-i ^ ff ^ Vjft |ã ^ ^ í I^ tíl Ê, SJ 

clame do iorentor do vinho Ta-rom, e do bebedor f^^ T^ í% ^ ''^ èH 'âÊ* "!?* f|& pT 

"ÊMM^ZM^ld^^ri-ifii 



L^n-lifn, e das engrayadna Coei im, e CAffM-i«», e 
pode ajudar a Vmce. cm contar anecdota» sabias, 
c naõ se tornar em silencio a conrcrsa nocturna. 



Devemos imitar a It-eum-che suy em na;5 nos ser- 
virmos das armAS das outos, para llrs fazar mal : 

• éate he o meio de retribuir aos bons amigos. 138 
Desejo, <iue algjm dia aodes de bordaS no paço 
fS^ annos],eno nitio [73 annos he a idade para 
4totro do reino an'ÍHr Á^ bordão,] e que a fia 
idade coria o cyclj, como huma ararola se-n acabar. 






[-f-] Enctntrando te Cou/Uch com hum ^om amigf} fechar uô o$ sombreiros t Para conversar mais de expti\9 

0M!ientaíÍ*ès, 

[♦] Ttnd» o h,b', as nt^õ» < ir/ff t, e a ia.h,i eêftpridas, na desíiéa aqielle se firma neeta^ indicã deptttel^»' 
ci», e miserim. 



4dj« 

A' prtsraÇA delU mt sioto attnbir, julgo offertcer- ju» B jri^ik Jier t^^ ifer Wf- -*J- J-* ^^ 

Sinto « distancia da via Iftctaa» e oaô poder ptne- f^^M^/^PEfiãS^^ ^*ÃA 

trar ao mirante do ceo, e deade ]a reaaDcio aoa »^ 'W^ » ^ ^w M^ IW 9rf^ ^JJ x\ p i-i 

praeere» de Vénus. 221 ^ ^ ^ fí" áS àlf ,^ 

Retirado no lugar da eipnlsaSdo croeodilo [Ck^- tt M Í^ lÊ J^ I^ 4\ Íí ^ ^ J^ 

.h^,\ o mtu coração e«à na horU da plantar ^ ^Í^^ ISS <^ \BB 'U> 5Vl ^ 39 <- 

«almequerea, fácil me hé ifeamear, onda caíba6 M M ^ ^ M^M. ^¥Í M^ 

oa joelhos :- em fim ««m-^naalquer lagar he para ,|^ 

■rim o moate ik» %eatai Pik'Uí, 118 e 109 ^^ 

dos comediíBtea, [diante doa paia vrlho»,] huma ^ JMÍ ÍOI^ÍSl "CJR ® CÈ j)2^S^ 

Umanka virtude bavia de chegar- a idade da So* +. Jg ^^ 

hrancelba [qae he a figura de /V t ou 80 annnoa.] 52 ^^ ^ W 

Chegada a occaalaÇ de pedir prendas, [ao. 7 d. . j^ ^>g JJ ^^^ ^ ^ Jg rp ^ ^ 
- sétima LoaJ no dia doa alegres annoa de Vmce., 



devem todos terantar os «opôs, a pedir fortona, e Fl' s»»^ ^V 

feft(jar'ir grande concorto de todoa oa deoses fio ^X» WÈ^^ 

pagoda» [a que eate he semelhante.] * I* -w* J» If f 4cU M r* ^^ -fti * 

NaÔ he génio nuu gnardar, o qne Upa a boca, ^ {X ^ S |<PJ Ipf j^ M Wl jI^ M 

[dinheiro,] mas gosto de comer bem, interiormanU jEiP^I^^^ P^^y^ ^^ 

desejo cbegar*me ao lado dos tiberaes ; [naô qnero 
paga, mas comer.] 
Hootem veodo^as flofes ds ameixa como n>ve, e 



vendo todo branco em roda, quis ifiiitar o pros< 
pecto do sonho de Xt^Aénm, (212) e ia á imita* 
çaS de Fit'it fazendo o roçn f |>itaphio> [t] p^ V*i 

KaÕ podendo- a cada hora dar-iios as fitaõ», para 






^UÔ podendo a cada hora dar-iios as fnao*, para ^ Mt |fctf Jtt Xi^ ^ p* -^g^ ^^ ^^ ^ 

cscpotuiOB oraentrtnenios. exp^rlmeoiadoa ao cauiar ^f^ nE ^ ^ xS 4^ « ^3 Iga tl^Wk 

do gajlo, c ao sonido do vcMn, e thura, naõ -ZEJ -^ ±£ ^SJU rjHi •^ ^W A-|- f- ^ 

tínhamos uoa hnmn coramúuIctÇaS espiritual, (jor HÍ <» |X /|WP X^ /O PW J^l IlU " 



cartHS ?) e como agora estamos com tauta indiORe* 
rcn^a, [sem dar as maga ?} 

Queria «imllar a tripeça dae três peiooas do jardim, 

(de Ckam^feiy) para recordaçaS dos trcs sábios; po- ^^^ _ 

rem desde qiie conheci a pedra do nwiite Kim, ^ |E P p||í T^ W^ •>% W Sfi ^ 

(Vmce.,) cessaratf os peiXf»8, c aves» fcirtas^) e 
naS sei para onde i.a twne tit cm\'. i^:> ^ l.if) 



^$«1^* 



(t) Tenéo este mdter^-té', qnt tinhi Ht^i U» ^ htk H*ce, fez • r» -pnupii^-, qne mwÍím de 



A0\ 
K* Hi8T0RiA> B Fabula. 



Movidos dos tens discorsos, qoe crn6 graves, [f] Jgjg 13 )? ]fíj ííS ^ iÉ^^"^ '/^ W A 
derramarad lagrimas, e paitm a coatenda; partici- pj^ ^rt ^ A^ gj «I. r^ l-gr JLíl/ «A^ 

paraô [os povos] d« musica do sabk>, locando 5 ^. ÍTT^Í X^f! 

cravo, c representarão a prim ivera dos peccgueiro»^ ^^ y^ ^^ >fe ^ ^^ ypj ^^p ^ lL 



semeados pelo homem de talento, c desde entaõ 
as bulhas dos gallos se concluirão, e pararari. 22 «^r^ 

/.<« sendo particular, gosUva da doutrina de lau, ^ ^ j^ 5'1 ^ ^ ^ ^^ tÍ\ SÍ 
c X«ii; sendo publico, tomava o império por sua IM ^ "T^ 4fe p) >f^ ^» "Tt. -JL* "^ ' 

carf a, e sendo a pobreza vulgar, e natural .mesmo ^m, .^^ ^-r* rl^ jl^ Mi 4a. t* >-r a 



l>ia^e huma coisa, [t] e naõ se aciiba. 
Nós ainda, que temos as poesia» do tempo de Vam, 



Os negócios públicos es ta& no meto dia da desordem : ^ ^ >. _^^. 

naõ ha descanço, mas pcrturbaçSes; por isso prin- ^ ^ ^ I ^ SC ÍS »Wf >S W ít 

« oraçoÇs do tempo de Sum (matéria dos exames "B* jf^ Sfí '^ /^ 5R >3 ^ 5v ÍS 'ã<^ 

nos ditfcrentes tempos,) e possiiimoe a admirável )|,dL *^. ^ -l* -3L, ^^ .i/, •rjç' rl^ -J^ 

arte de Afow- <t«i, (pcnna : ) sempre pedimos a tua «P >W ífiC fX IlU ^ ^ "^ ^ X, y<^ 

innrucçaô, (H) pois na5 podemos so pur nos compor. ^ *? rfl Ml ^ ^ í§ ít "^P 

Ja que me deste o pichei, (presente de huma rai- ^ir -^ t^ r^ ^ l-W -^ -c* A*^ y'-^ -J^* 

nha nunca se esgotava,) e te incommodei pelo WlM^ '^ KXíS^toM^/C. 

jantar; (•) estando farto j a da tua virtude,, quan- -r-^ >-. -# -j-* ju 

do me esquecerei ? TIhT P ^ >C . 

Desde que cultivei o tinteiro, naõ apanhei mais éÊi ÉttlTB dl ^i^ 4Íff ^M Ê •;;r "líC l»í 

à coelhos: porque .a5 appUcarei o trab^Uo deexami- « ^^ W fò Iffi ^f 5& |P| ^> M 

.ar os antigos, (a) à lavoura? 2 ít "íf ;2l ;íf jfil 7/ W ^ 

Ha pooco sendo embaraçado por Çamcam, (b) me ttfe :>rl. j|id* ^&> V' 7FÍ I* ^llf ^'-t ^^ ~^ 

^ achava perturbado no espirito, e me esqueci de nV* WWd ^ 4^ /i 'lj> JV "tv ÍP5 ^ 

metade de meus negócios; mas tendo bólido na yi . ^j-m t— « çé^ jff -ii -X* r>í- >*i» 

pcrola, como C/Iwa-íMc, logo me lembrei do que con* -^ «* ,^» t5| W TX m1 ^ ^ ^ 

tava os graõs de arro/, para os cozer (e soce- .ju. j,. ', -^ i # ^^ 



[t] o magUtrado propoz m dois irma-t contendenUi dar a terra a ku, e niatar « o.*(ro, e po^uuton 
^4d •erUt maior y n mlefcria, ou « tr Uteza do restante, 

[:] f^^'^^ J^ ^«e« de pao em lugar d, kum vivo, que ac.mpanhaua o cadáver- reputasse illusaõ . 

[H] Ç^m-kt fU o au€Íor das letras. *<^ ""**«a. i 

[•] tia^a de konzo, em f.e Fo Juntou os p^fumes todos, e nutre a lodo o mundo. 

[»J Tamkem significa a paga do mestre. 

íb] £ra f,^. rf, kum rei, lolkeo Mom-çu de ser empregado. 



"405 

Cpa. Fll Allòsõrs 

o qne en n„«i.. er. ucer, . forn.«r.lbe . ^.Heo,.. %'$i^^^'^^\^%%% 

para nn 5 arn-star ostros; mas íorsperadameute ficou .^ ^^ 

por fim hum bollo pintado f frustrado.) pj ^ JJ^ J8 flT ^fli 

Na5 toii.i ) H :it(» <'e conve ler em omo, i.rtii i'e ffij /^ ^' ^^ "*^ ÍK -Ç^ ftg tí|] |y 4HF 

CO/e, , eiras, [.1. ] naò havendo verdadeiro arro/, nn5 :>f^fjíjH# IpllfetRlí^yáíÍÕ 

se nizinha, e'Tiad liizcmos, seoaó de balde esur ^ ^ >■ 

chor«ndo ao fof);<«ô. Cà 

Q"erps virmonUíla no dfajfaõ, [doiva visitando os ^^ / J ÍÍa! ^fc WE hII ^K Tu J% IU) ^^ 

fni.H],e voltrr convertida en» tigre? (ler.indo ns -gvr 

cris: s da casa'] ^M 

Km .vrihos «nnf^efrnistc o grande ta1<»nto, c deí^co- rj- J& jã^ ^jMf tó iíí ?^ "J^ DH ft » 

bris.o :il„/<>nte percWa do fundo m«.r; [f] h hin ^ ^^ 3* \A V^ VA ^r <^ VH h^ '^ 

fauM, c VTPnria se' tem i snaTliado, «• 'ro icii iriljuw "^Bá'::íl* irjc jS.^ ^Sf ílIM 'I^ '^^ ifc 

hhI :) penduras H?orrn„-.ies de fS} adanu : [iM^nig- TO^V "^ Í^^S írTl ÇW ^ -^"^ <W 

Ainda qne nan exprima o desejo de dnr o eo^i- R{| ^j^ J^ '^rf ^)^ >^ (]|^ ^fT ^R* ^9 '' 

mento da pan» Hn, (como outros a Imm ifenrnfl) ^ ^^j^ ». -I^ ^*^ ^|. ^t - ^^ ^ 

irei imitar os montados em ravallos de b)to»b , lara 1^ *J7 TjJ 'jjp f^ 5ç S» Si ^£^ ^H 
que eu de poncHS luzes, e estúpido va pr ít e r«) 

para a torre do mar, e tonha o cesto de primeiro vir ImI "^Z jr^ írTj^È. H 

a lua (a ti na tua Vmda). i JU Í^ V ^ ^ 

V Olhando alegre pura o pico do m<mlc Grande, jf^ ^S* ^ ^ '^ BO M ^ J^ ^ 

(tn,) rerrfbi,que mÕ r^dia errar muito o rami- -V "V **• Uft 3fe ^Ô* Wíl iíi -4^ ^it 

iího,cme serves de guia,) tu es o jardim am- /^ X^> ^^ \^ /QC ^^ JJiJJ "j^ "/Ç jg. 

' hidaute, ni.5 me esqueço dos *eu9 benclicio?f pnm- |>t h|A^ -j*- -g' J^ -^bS A^j; -lâ -JW. áíp 

<Us, ou sou ou^ra berva, c açí^ore ius.nsivel, ai »<'h *>A ^^ i\»J -M^ ^I^ ?{fr ^*^^ *n li^ >ÍS 

, qtie entregue em puga este pequeno corpo, nat» -m -tí* iUJ 

le «etribuo. iHl ^ VR 

Ainda naô visto Os livros cuaftladiy& dm c.uos d^ ^ ^ ^ ^|^ ^ ^ ^ ^^ Jj^ M*^ 

li ííá das hervasif naO sei $e está csrtito nos livre s Jç/f ^ ^X ^ tJI iS. ^ H J^ jfr 

antisros, qnanto a mim na') ciiho ouvido, riem Hli dt fí 



. pedra, (preciosos,} « cono coni^esul^íc <» bi rWad 
• HC.rcso ■? 80 
"Appfirecer tantos homens grandes, coirn» <^8 arrcbc 



visto tal 
Pe repente pw causa de cozer a«» ras^anba"», acont 

[t] Houve h"m «ir/tfrf«, y-/<. Uescobrin ao pe Ho /w/e Hai-cbti, na cidade de Cantão, huma jHr^* 

nti futfdoy q»f wTÓ ir' fnn jnnlú'o tirar. 
iU ^^ '€mpregf*d»Jt c^tiut:: f^tt, n mnnfirit rios RoímimSy 9s initrUmetitos 'e castigo for imifník. 



406 
A' Historia.'^» Fabula. 



ceo, o que to papagaio» cnfa corda quebra» que se >|«f \3^ -^^ >-■ •j^ 

Oft6 sabe onde r«i cahir. (f) ^ VI f?t^ ri jK 

Rpspectnoso espero, que Vmce. com o raio corte o > f> \A ,:^ K4r Rt ^ ;)M fali. — ^ 4lS >l* 

rento, que mrrp, fconclna pste neirocio : ) posso fR, T/V -Kl W ^ /ív H Ç^ 5^ PJ 1T /lí 

Vmce. he alta, bem como os raontos, e extensn como /^ "v^ =|? gHL jjj .r^. ^^^ E JnL 

Antes desvanecido roais, que aquelle, que foi ao en- Tt Ò TIÍ ^ ^ lí^ M/ TÍFÍ >K IR ^ 

contro de Confúcio na sua cege. na5 roe.fallas "«« "j^ ju ^ ^ 1 ^ V^ 

bons costumes arruinados; ' mas deixaâ-mè 'ficar na J^>^ H iJj ^t ^1 ÍN TI E\ 
minha antiga vereda. 



13ueria imitar a gallinha, e milho de Inen-vo (||) * ^^ 

nos doze palácios de Vénus; porem como a primavera ^i '^ ^ \^ ^^ ^^ "^ "» — T-S T^ 

rpatraõ] estará presente, nnõ convinha descobrir o Í5M-& ffM ^^jl^jj^^ 

nosso brilhandâm^ to noaso divertimento.] JA T^ 
Ja transformado, >:om<^ o pilxe Li da porta de /<<, 

pousas, como a agaiana es^únhosa arvore, coxeado 






refresco \k] na vílla dasVlorcs, [empregado longe,] j^ÍC^-^É^^ ^ÍÍÍl^* 

para exi^erimentar a \iabilidosa maõ, que tempera o *7^ ' * ^^^ '^ 

caldo, [ministro.] ^^ 

Lembra-te, que qwando as hervHS tia/» rebentão ao 

Sf>l da priuiHvera, (frio,) e quando esia borrifa a 
. sua pere, o U^ raUur aileviulwi o vigor delia, 

M se da I s f arubeu» da abundante colbetta fulu- 

r;i- 
Naô sei, qjiaudo me livrarei ftesics espinhos-, (em- — ^ fjt j—^ pjh y> itL -Ld dbt JL th- a 

prego,; p»irt irpcira a borda da aricmisia da se- vf> ^^P} ifú Jj /tC >bK ^ [Pj M Sí 

bf, c beber ^ vista di:s baixas cohnidas nuvens, "*~^ 



agoa clara do outomho 3ff By •«-* wã ^^ {QT f^ y/^ 

(^ ajiiutarem-se os ladroes, andando alegres eom eépa- xjt^ «tj ^ ^a/ «^ jl^ ^^ ^i^ ^^^ ^^ - 

daí, foi effeUo d.i publica, ad da oídera de Cum- J^,B^ S* iZí // //^ ^f 5ç j^ ^ W" 

r^ei, [de nai os jYender, mas persuadi-los;] o dei- ^7Í 4i5 ill fâ* áf** jfgf ^{^ -^ .^«v iáA 

x.rem os rapa.es as aves, q.e esta^ para ter filhos, ^Jl '^n^U Sl M ^^ W <. ^ W 

f'»i effcito da edificj çaõ grande da humanidade de « ^^ ^H i^v "fu yLá "^F lií ""^ H 

/.i/-ri^m, agora igualmente florece por .ti, « paz de ^j^ ,^ ^j. /i»- Ti I ^ ♦ . _^ _ 

ao^e anãos, e o animo (do primeiro) eui Pq-Hoí^ ]j^ irfit /^ |j^ íf,*Í ^^ /J .í'^ *ÍÍ ^pí 

[f] Porqite a mulher de Cam, disõlpulo de Con/ucio, naô cozeo hem as taotauhas para a tdgrtt foi 

repiúiáôa, 
[♦] Hum, que tinha hú amigo miniòtro, sacudia o òartete esperando logo promo^aõ^ wí> 
(KJ JSste prefaran o janfar a hnm amigo, qut tinhi prometlido vir em certo dia, havia ires annos,- 
[§^ ^llwde ao ap'farato He hum ptiz, di d^ulo de Con/uc o, a y«<r/rt eite dis^e : Parece, que matao 

-galtinhas com faca de matar bois. 



497 

Caf, VIU AtUJSOE» 



« M 1THOVXÕ m tret maTavUh»» dô dtetrtcto, ttl ~ dfc ÚX ^ A ^ S ^ 

« â fama fdo sewiiido] «m Cibim-i-»». — PJ I -^T ^J^ /^ ^^ " 



i rama y^oo segvnaoj «m i.»«m-^»». - • - - ^_^ -^ - -^ 

be««tx>lwm tk «çnt« ^ lioj« b« Wr^.como ^ ÍIt B A ^^ ^ ^Ô ^W^m 
v^m. <le1(r«a« co«ô O Mpeh <wra tem a tmce- ^U M -^ ^ 1 « -^r oíC "n. "^r ^^ ^' 






Usando do Ule.to d« p«»»r o mar, p>n jeg" «« UI g ÍSJ^ T 1h M #F Wfc 5E BB 
hum peq»e«o bote. hi> de pod«r a remo. chogw ^>^ ;ÍM?=1'^ 1 IP*1?r* nr /»-• 

M AroBO i«perW, (ante tet,f «•« P«« ««" "»'" ^^ $( 9 ^ J^ HII 

í S."t:^/*-.s^-Ã"^'"-^^^^ m^ ]* PT » t K ^ » ífc 

[voltiMÍse» o doutoranieato,] a *perfeiçoar-te mMi -^^ l^ « * ' "^^ , . 

tarde, devendo em claro dia vir a acr dontor, 
(por mérito.) 
Ha híira mestre cobriado a jcabeça [sem promoça»,] 



, , . *«fl«-SíSI *afíS 

em loaga ooitc sem manha, e coaao poderaa faier ^^ ^ jg,. , -^ ty. j^ 

compasso no como do boi, [como o outro caa* ^ ^ J]g ^ ^ /ffl >^ ^ív 

tando,] e receber logo a honra de miniitro? ^ -^^^ ^^ ^^ ^ 

QnaDdo te retribuirei, como a cobra oom a parola, Jg ^^ ^ XR |m] ^ 1^ ™ ^^ 7|Ç ® 

€ a ave cora o bracelete? immensa he a minha ^^^ ^^ í^^ré^ 

pena, e desvaaecimeiíto. 1^5. « t«, «? íSsW^S^ 

Ora tendo vooude de •alT;r, D.Õ tendo a arte de ^ M g ^ i\j) "fíjí 8|ft ^ # ft ^0 

converter em ouro, lempre fica mera arte de her- *^ ^i- ^^ - 

ra molar, [a« «tõ falu.] ^E W ^ pt ÍW 'í' 

A re^ra da doatriím do «eatre de boa memoria ajj -^M ^iP[ ffiÃ^fr S ^ Jc 

ai.»da me Ut no ctM^ e oa pa«de lembrar delle, »» ^^^^^ ^^ AC -tfU í« li ^ |i^ -l 

[como /«•* de X*». ?fe^ ffjj 

As dotttrinaa de Itim-ck^, e ^/«-ri sa^ as maia famo- íaA.M^::^'êffl'^^^ É 

«as no mundo; O «into aer pwjucno, e falto de ^íj^ 7j\^ ^ 'ffe K^ P^ T 9 XV K t^ 

auctondadr, de miii naÕ posso contender com ig^ a ^M -^ M "K^ Jts ^ S '^ 

elles iobre a venlade delias, c fica6 at minha» JR /V HS S V> *^^ ^^ » ÍÍT '^ 

A cada paso quero Un(;ar esta maç4 de eacravelho, |^ ^^^ |. jw. . iif AÉ |3 A ^ 

(remafe, emprego,) pnramiõtero crime de serkum % ^tW ifCá fflc ^ í^ ™ / l*^'^ 

espantalho de empregado» pois como posso eu espe- tT" nr^ PW -^i* ^** ^*^ ^ 

rar, que o poro iavente a caotiga : Vira% Tarue? m .jj fi^^ApS? A. ^ :^ ^ I^^ 

(Os povos de Oeste desejando, que hum pneral ^Vj fl%WÍ/V ^ ^ ^ <-.V^ 

<K conqmstassc primòro, caaUraÇ esta caatiga.) . 

[t3 I. Na aua seam na5 dava o bicho. 2. Ai besus, e aves naÕ fugiaõ da gent»». li. Os nfa- 

K«s nao apaoha^aõ os passaroa. 

M o jwm-ir^ fm A«« r^Wífa, f«« «aõ ««-«ria Aã t^htU éi €«Wç^, f)ar« 4n»/>c*« de ítdsi • 



40i 
A* fSvmwíkfm Fabula^ 



rsMè^ qnt v^ttemoê tattrintmeite tmnfr bum m VM -sn* t* ift --* tt ^ #t |f 6 t5^ gf 

;im^ iirTuSdo o •yttcmm do p^vôã cochirichiom 19 1"J W TO 1x ^ 5?© Kfe A^ p) 

(ká^a^à^o unque impeiUl, (corte,) remettebo*. ^Bl$^^j^7& >cW^Uâi^ 

ma carta, (t) para coMolar a quem fica olhaudo, &t^Ú^ 

como a aVe «iganie. í© f^J^ 3E /♦ A§ Jí*í 

Tantos trabalho, literário, de tre. anno., .té i«e = At l!g ^ !§ Sg^ f ij fl^ ^ jf — 

picar a. coxa., [&0] cierava em troco o barrete — 1 inw /^ ■ ^ ^J p ;rv i * 

de * ntor : nunca prn.e5, qne Tinta a ficar abaixo fBÍ y^ M M ^ ^- lU 

de Sam-xan (reprovado^ 133 •# ^ * V IA rfHC « .^. ^í=. -dih !T- 



o meu periífo era, cotno bwm 
lAa consegui a wlvaçaÇ, ainda 



cobrht. • «p.<od« dnro V..: (Wm como o outro ffi :^ || JÍI TB ^ 

A5»d«,n. tenho .migo., q« me M o .eu ..stMo. • ^^ ^:^ ^ ^ ^ \^ ^,Z A 

«rtoi, P«r» POÍ" «' empregado; com tudo i>.& me /^ náj /í tó TT *«H "í^ 

|K,*o e.qo«:er d. f«rtor«. boc. cheU ío l«vr«5<.r, "^ M M '& '^S yV 1^ ^ 1>^ XS 



a dm cinco Mlgnein», (dâ cuta, do que fugiu do» ^ 

JZ-^ '«« «• •»•* "i»-*» t''5] ne... C.I.. «I *i] g ;5?^ ,f , H ;J ^^' :g hI: IS 

r:::''^-"- '""""'"■"*■ mmmz-i^ 



mldade, poderei exciUr, a qnem tem a paixaô 

dicada? ,. ..• -,. - 

% que te empreater, ainda qoe «aô talba unto, coma ff^ ^ ^ ^^J ^^ ^ '^ fÈ 1^ ^ "í^ 

«initxi cidade., com todo na5 lhe aconteça, o qne ]^ ^ ít ^l) ^] jjllf Pl^ ^ Jff? 

a irtut-cAoM {94]*, peço, reatltoa a pedra inteira ao rei- ^ 

Feoaa bem' donde vem a riqueM, e nobreza : ambas ^^"^ ^ M 1^ ^ ^ ^^-Y^ 

procedem da ajuda de bum dede [de quem ajuda, í*^ .^ JS "I^ Bfj 

como o que convertía a. pedra, em ouro.] ft '"^ TO ^ "^^ W^ -4- J> lAèlW 

Qaere. lerar iato a juiao ? a mearoa nlnbaria da. abó- ^p ^ ^ 21 ^ fê fli* /«^ ^ ^ "«^ 

baraa, [207] e abrunho. [J] te cauwirà dc.lionra. ' i^ ^ flX ^ 

lííK m^r.mi;'fiir b^ iS::tu r.:í:5.T. gi ti g pJt * ^ íí ^ c: rin 4& 

ebanbo. .empre Ten1.o . »r o c.l5 no XerWi. ,«e 71 áff ffl g || g :A: f^ ^ ff 

Isnça a língua fora de ^nçado. 13. ^J <»% />» ^^ /P^ ^ ^ J J — ^ 



409 

Siitpiro por meu rnUgo iinigo.aquem P^y-xiíjibe- /^ am ♦». m Mà. y^ jl^ a.» jl^ v^ ^ 

Ml na> iguula; miw como está distante como o ^a- ^ jg ^JJ ^^ J[^ JN ^BLÍy)^ "W ^ K 

IO, (2.)) fundo como o pdxe, -« ^o icsensitrel, qoe — i^ J^S ^O >S^ I "-^ '-■ 

on6 rcmettenem buma folha de caua > '^ JE^ j^ ^f* | ^ 'jg — * 

Mas sendo nós, como o4iavalIo, e o boi, qac oa6 j^ & @ £ jjl Tít tó 75 -rft 'ftf SS 

se junuj, seguindo este o vento, e aquelle naõ: " ^ /^ J9 I H^ dfl /^ Hu l" ™ 

como vós passais á miuha terra, porque he Isto? 223 JS* ^í^ ^ jS* ^h jh 'ípT |tí|r 

Natí irei cora espinhos as costas, a pedir peniten- 
cia, para nos unirmos como os beiv*os, e dentes, para 

que AS carroças, e guardas se taiparem mutuamea- 
te ? 66. e 40. 



Anda intrigante pelo meio, que fai, que Xetk^m |^ ^ OT J^[ j& ^ ^jot W ^ TCÍ ^ 

padera a injustiça de morrer bo cárcere, • Leu. 
tku, concubina, o desastre de te lançar da Janellt 
abaixo. 104. 






fc*M=iiJí;SS»fl 



Isso Da5 he taõ bom, como desfazer- te da famott 
flor do jardim de ouro, e po-la na feira do aol 

a pino, [quando principiaSat vendas, e compras] R rfj í^ TÍT 

Que remédio ! olho, e na5 vejo at tret estrellas do 

boieiro (no inrerno, tempo de casar,) quando no in- 
terior do repartira ento feminino ha menina sem jfC ^ ^^ A 
sobrenomes (solteira.) , 9^ 4^ /w- ^ 

\r'J^£ í^l^' nTl-eo^Z-est^seS ^«^^TK^M^^JíB 

A riqueza, e nobreza sa5 buma leve nuFem, esenaS ^^l^^^Èí^.^^^^^^ffà 

saô inteiramente vant na maõ, an.6 taS maif» qua -^ J.*» -JÊ^ 

bum sonho do ramo do sul. [f] 5^ m JW — At 

O temer o hospede a talha, ao ouvir que bavia de M^ di A /Jh 1K BS H ^ -^ 'ft iSl 

ter mettido nella, foi castigo procurado por si : "^ Pj W IT ff§ PQ y\ ^í ^ 4Í R 

poderia dizer, que a&trez estrellas do ]ea5 menor» ^ ^^ W ^ ^S^ ^ Q J^ ^t^ 

[o instruído magistrado,] se mudou em ettupido, oa j^L 

diria, que era lei sem tello ? 132. *^ 

deiramente ter hnm criado, qnt to fazia numero. 58. ^ A rfjj J^ 



Dar de comer em tret bospedarias, be como a 
ceremonia de ajoelhar dos soberanos (aostabiõs;) 
mas o empnnhar a espada, eava.nçar, naS era verda- 



ft] Dormindo hum tonhava ter optado no pi^o.eter gramde} e acordmmdo, tntendeOf fVe uto 
ferio m hum viveiro de fêrm^gat, fve oiimva n^Atm ramv da mrvore, deiaUo da f <mi/ d^ 



se r#- 

MiO, 



4ia 

A* UitTORU» s Fabci.a. 

Ôuem pode estar tem falfM, amH» que iteja winto? ^ ^ ^ ^^ d|j^ -^^ 4£ ^ 'ftj' 7^ 1^ 

e jwrque desgostar- se d* • dois ovos fiMtad» a? lic «^ ^-| ^^^ j^^ t^ — ^1^ y^ ^^ > 

ptiiA ; naõ someate he lançar a trave mestra, por — ^ V r ^r 5^ 1W T •Tj^ f-lg )E| "»] 

ter hnma poUcgada podre, mas hc faier, que o reino ^5ífÍÍl^^^ â^fi^í^íãl^ 

▼isinlio o empregue, e seri realmente bum for- ,.4^ m^mt. ^^^ _^^ a 

Diz, que atirando a lua cavalleria os seus chicotes, 
pode cortar o rio, [certo general,] e porque ao som 

do vento, e ao grasnar do cisne se assusta a soa 
alma, e foge para (o Norte ? outro general») 



Im quanto me durar o alento, o pensamento de me "W}""^ àH> fp! >fe tjlí Bh á6 ^1 "^H -^ 



deitar na lenha, e crmer felt na5 consentirei, que 
affiroxe bum instante. 60. 

No mondo na5 se pode perfeitamente procurar jS, m^ ]3^ ag IS^ 3lC tf ^É íBf A^ àU 
a tas intelligencia, deve-se imitíir o sogro, e sogra, ^j . ^ Ag y ^^ ét ^ JL BB JL^ 

qne se fasem tolos, e surdos; naõ onças, o que te VAr XM Sp 4.^1 ^ S|l <f[ ^^ fl^ If^ 



tua esterilidade, semelhante á da vespa negra. 23) 

Dizem, qne os vapores da agoa causaS ohscurida. 
de, e que a berva fluctuante naõ tem vestígios 
certos; mas o lugar das letras gravadas he o mes* 
mo, e está a espada ta6 escondida, que se. oaõ. po- 
de achar? 55. 



dia no repartimento feminino. 126 ^^ a 

Ao mesmo tempo, que a congratul-i dos muitos gafa- y^ y*f ^^ ^ ^^ ^yu - . ^ ,v^ 

nhotos, (fecunda,) com que espirito se alegra da ^ mK á& M ^ SC I Pi ^^ ^ ^ 

De repente foi mordida pelas mai línguas,^ e apanhou. vfir«^ .^ -d» -i^ x^^ oA . a- -a- ,^ -** 

buma doença incurável, 6 por isso quando nas J^ ia ^ ^ >^ ^B ^ íg W W >w 

casas Da6 havia pegas, [por terem ido faaer a r^ J l .t i..i«. ia^ ^ju 41.x. .é. .«-• • 

pont,]..gu.h.. que..l,avUd..ofi«n. «tí. 5^ ÍÍ^ lífc ^jf' ^ ^ H fÉ jg ^ 

ma noite, esta pendurada i [morreo a menina aos ># x* 1>I 

7 d« sétima Lua. 221 ^ <1 sív 

O que fá» hnma quadra em sete passos, quando me« ■ -^ -ai a^ m «m 

Ora sendo haje os meus annos, erecebenda as tra 7^'£ ^ IJrtt -M O? 3^ É£ :tí« >^ Tk\f 

benções do pico do monte Msdio, estou bmÕ so //>^^ l»l ''" Ví ^ ^ ^ fT <^ WL 

mnito obrigado a Vmce. mns envergonhado, na5 B f» 3 TO 'jof Ij) ^fc Wf 

Undo com que pagar. "•*• "^ '-'■ «^ ^^ ^'' " 

Aiadaqu» se pode tomar olho de peixe por pérola, fK J^ ^ Pf Jg ijc jB^ 7^ ^ ^ 

a pedra de luen naõ he difficil de conhecer, po. ' g ^A M Vb éíW^^ -^Zn: 

rem talrex eu ajnlgue realmente preciosa, e infal- -^pB t^ « 1\S H 1% ^ ?íiT ^ ?fív 

livclmente serei escarnecido pelos iottlligenles. 3^. ^ íf flf IS 



'z::it:itj'Z.': -^ ») « * íc s t n « w « 

A tomtr o «ánuro, e Ir bnK«r i-goa, p.r. KfonMr ^ tu ^ ^^ 



tudante.) 



coral tom a redt fcrrea» (Krgfwrfee»- 



(do iwp.r«k,r £*...) nem o ae» «fcr de Tloho. ** >^^ '^ T */ 1.1 .firc « 

«.,* a. bebidM. * eo-idaa. n.8 pcaao ««*. ,». -^» St 'R% SX M S 1 

?. . p.r<,«e depo- de Uato. anno.. . .çcIc. pM- g ^^^ ^ t^ tf g tf- JC PÍ 

■adoa, (o aaaimconcebido,) ainda *e digno -d* a*r 

h ceica da mU geraçõe». 3. JH 

^oa. -«nd. q« ,*rocem... Ç- *-. compadeceodo^ S IS SÍ Ul # 7" 1ÍÍÍ ^ S ^ «^ 

4« /.»-*.« (morto, ambo. pob,,.,) com tudo aa *• -T' ^7 r^ ,, , « ^rt ^*. J, An I.! 

«omiisaa. qu. ie««6 o moDte, con orre cada bu- ^ ^^ "P U4 ^ Jt^T :^ 77 PM ^ 

„a Cd «odaa a. farça. : m..u.o cora bom molho _^^-V/|;-âa*tó>K ÓrÍi<l 

de bcr»-. verde, (coii»bu.iivel, qu» crrio accrnileo JJ^^St-W^^^I*'^*^ ^ 

♦o .leíonw, eo. h^m de vela,) ua5 b» d,«culd«da ^ ^ 

<cm le Í9kitt \o 'fuiicral.) "• " _ ^. ^_ ^» i^ 

n:ír;ít.2^r'o>tr';.s:rot L^íííat a tS tóSlS lííí ^ ft *®^» 

4.. « o ,.*.« da tripas.. "«O •« «>•'• P"»-»- ?1 fi S jfe 1^ W "ffil 

to», («per.dot ao rei aaiarante ) l7 ^ Zl U» i^ ^ í^^ IdL J^ 

rdf;;^-],e».mbrare.de mi«,.en. ,* poderá «- |^ |^ ft 1^ »^ S liS -f* í* »' 

';n^re»«a.a»ocia«í.n-ab.,.udepeU»Te«- ^ J^» I ffi | W ^ ^ * 

toa. e chuva. (.«»b4. í.gido ho».» «► P-- «^ ^ I « J. ^ J^ 7, ^ « 

Na roa folU^^e co.if.íwmente. hun» cot.tradizem o* Ali fc IF *ft "5^ 



A' HifTORiA, E Fabula. 



^^ P«. « «b«. ,„.J „gi.õ do corpo pod. ,„- /l^» # JS ti iii ^ ^B 

C.l.ir-lhe „ f„.l..., de ».ao de uu.rc, c dc.cul- '^^ fS P^í ^ ^- ^"^ ^^^ Í^ :^ .^ 

pr.» com o,rov.5, U. .umm. e«„pid.x de hoo. -7 ^ !j T ^ •'^' ^ ^ "^ ''^■ 

Iwroe. [t] 'l'» PJ >X "Ei 

^J:"^/»'** P*" ?"<>"*» proTÍDri«3. como .eo S jí ^S^íS^í^ífó^ HÍ^^^^ 



ctiua trooxc a pedra preciosa? tendo-a pois remeU 

lida inteira para CAmu.d» repente eri«ou d* raira ^êÇ^^ ÔâMl ífe^^ J^ >rflS* 

o* cabellos, e lançoa a barretina. i7. 'V^WLTC^L Mim ^ ^íS^ T^CE 

Os amigos de agora sad pela maior parte, como a 4^ T^ ^ sS J^ ":ír iff í O ^ íál TDB 

ennbada de CA'.», qoe vendo, que o cunhado era ' '^ PÍ.P* T^ y\. TA* PlH ^ HX '**• 

Noa que boje de repente se elevaS aos empregos Jlii^T ^^ tíl >^^ ^ J^ ^ 1^ 

Ul... se verifique, o que no despacho .1e ^«- 1 ij, ^ T ^ m! M ^^ 

rhef que hc, naô serem digoos desta honra. 68. /^ íí '^^ At. aSÍ }ftà -^ >5r^ TMj 

Aindaque perdido como iHen^hie, iir.i;Ato-hei cm &B| ^[I Kt ^1^3 fí ^ ^j( fi^ |^ jj^ 

chorar a falta de caminho? 101. Pfl 
Outro dia hei de ir atravessar a aala, t -imiur 

de longe a Li, lespoudeudo (a sca pai Confúcio,) JtL J^ ^J^^ ^ &^^^ ^ M ^ 

por íjíbo hoje venho ser levaaUdo pela manga (da ^^. "^ "^ 

prostração» ) e ter o gosto de me i«colUer no teu pa- jdfc S, Jfí^ S| p^ 

Fugir do niuudo, separar se de companhias, nem lau^ ^fST "W BjK _g W ^Ç fw ^ÍC Sg JT^ MÍ 

nem Xun violeniarai a CAu,e'áiu ao contrario, *^^ . *, U >^ ^^ z^rt.^-l_ i«A« ^ 

por isso a a^e (perdiz) canta : Vai- te; para des- P^ '^ ÍJZ Mi ^ M ^mW ÉÊ 

|K?r.ar os afanMdos sonbadoreii da poeira do mando^ "jfe dhJe ii -tT it S3& tI^ V^ íâ -X- 

e a iwcira se converieo eiu beato, que voando reio ; ^ 97 /V ^ TU ^TC >Jv /t? ^® >íC 

o que saõ fen< menos sobieoaiuraes das cODversÕes ^ ^^ ±^ 

ài> cea : (e> horta á vida ere mítica.) SuL ^* -% 

A «nbado annos, e 4%w^s; Hwentado perde a occa- {Sê ffír ^ H 4^ ^r "^ t^ ifc >éf ^ 

ai Ô, bem semelbAute a^ M"« ^*'»** *> »«»* campoj *KC ii^t* ^-^ •# -J- '^ -^ Iwi -^^ n ^=^ 



por si.j 



mondar o alheio, (por se uhô poder resolver ^3 -^ m j^r 



Hum período feito por ti, pode, (ermo a oraçaft do — ^ J|ly rtp 

w*jtro,) euca e< er o papel de L<t-iam (pelas copias.) * * '^'^ 

Tendo varias vezes levado a palma, tem^ desva- ^ JJl i^ ^ M* ^ 'U ^ ^M i^Í ^ 

oecido hum pouco, e isto na5 para alé que seja _^ ^ g. ^* ^ -^ '|U Ml 

eapesidbado por outros. ^> T& ' SX SE *Bi ^^ jJ- 'tií' 



(t) i^'*'*««<»«''p f«fl»<fc lhecahiroi,tr»»eJ0U, 



413 - ' - 
Cpu^ yti AllusSe» 

llucu conteade de pala.ra. e o outro argumcQta ^J^"^^^;^^!)!^ ^ j^ 

de palavra : ocioso» gastaS annog, e me*e8, oqu€ r^ ^"^^ J» -^ tí^ JT^ X6A ^ K ^^ 

he mais para .catir : e que vagar tenho eu para /al^ j\ ^1R Pj 1W IPJ BR >«% A. 6» 

lar com impertinentes ? jS J& 

Vendcte (como o outro) na estalagem, com a casaca ^^ ^^^^j^}^^\l^% 

roto, na^ posso, como ellc, soccorer o fno de Fen- ■ffjfj |V| Jfc dfafr A :í^ «lA Híí ? 

Na5 tendo de seu, nem huma carga de pedra (Ç»» ^^^J^'^'^^^ "^^^ 

lu,) humfeimscu vale mil taes, para ^me livrar de ^ '•• ■'^ t i> » X4x L 

xTi>r> uo raontc das espadas, e arvore de catana», ^ 77 M4 SR'] ff] J?^ Jl 

(habilidade da Seita de Tau. perigo.) JJi^^K^ite^^^líin ÊÍÍtH 

Na5 se meV>fferecc sahir a publico> vejo os mais W >\3» • *^ ■'••• :?C ^r^r "U F=» m ^ 

. no doutorado, e me afflijo ; jnas tendo encontrado aítê élL ^Wi ^ *dk -A^ Ul ^ W 

CA..«*.. roa tocar : K agoa corr., . -.6 teaho P Pt afi IÇ ^ '^ ^ I^J W 

mais vergonha. 53 
Estas mcsnias estúpidas pedras acenad com a ca- 



istas mcsnms estúpidas pedras acenao com a ca- ' ^ "l^ ^ ^ ^ /Jir Í/q' -T" 
beça : como imitas to a estatua de bronze, que si m^^ ^ A ^ W, Y« íi!!f ^H T 

brandamente chorava ? [dize sim, ou naõ] 179 e 71. ^j -^ #— a «^ ,ygj j^ j^ -^ SAt 

Pensando, que hum bom dia he raro, e que ahora ^^^'^^'^^H';^ ^^ 
feliz he huma so, (aos 7 da sétima Lua.) por isso tó 5Êí{sl?n>^>^ Híl^l^ 

faço huma linha de cinco coree. para fio de con- u|^ . l ->, «= >&- ^ TÇ «í^ íft 

tinuar a vida, e enfio a agulha para conseguir a ha- ^ §;T *f(j |||} ^fc^f ^ ^V '^ •'T 

bilidttde dfisejada, (louvor à fesU) 221. 

Antigamente o nosso Mestre [Confúcio] tocando 
crAvo, lhe appai-ecco o rei Fam, c em hum relan- 
ce via a sua figura. 11. 

Se o valentão decahe, todos olhaõ para elle de re- 



ve?; [101] ora se Pau-su se compadecesse, seria JlP stB ÍPC ii:. |íf ^ ri ^t* ' J " 

útil ao aotigo. 23. [^ 

O soccorro, que me deste no queimar as pastanas, g^ Vgg Mh B $^ ;Í6 IB fll 
[aperto,] naô completa o desejo de cercar a cm-^ P\ ij^ {<^ J^ ^^ -*a> 'R^ '^ 

tura de dinheiro; [191] espero, queimes as minhas ^ 1^ ^ £1 ijí ^ lÈ* 

c>briiraçí"8 de dií^idas, para comprar, como o outro, -di -í^ / C^ í 

a jiistiça' 28. 
Voav.15 pouco« íTRURos, e de repente se separarão ^. -^ j^ ,^ 

[mo.reo hum irmaÕ,] que pena! o cobertor da ^^ ^W ^W-^ 

casa Kiam [muitos irraaCs dormÍ4&juntos] fica fr o. 
O veaio,V luar de Chin-koni [rrlebre raeretricio 

cm Che Ati)n,j aiudaquc saÓ capazes de alegrar, 






<^m^zm&t^^4^ 0i'j 



4U 
A* Hi&iouiA. E Fabula» 

com tildo ta!vez o nii ! > ra V,..1sh U-vÍMuanífuTe 5r r*j -J^ jU^ jfett j ^f^ /U J ^i 

conv^ta em boibulelab, ^ue «^ esvoace o oh ,rhta * <— </> ^WW I mi« 11^ ^V 

das flores. l4l. ^ 

Por«m, como a tintura do sueco do salgueiro he 
hoje prono8lico*do doutorado, (198) n ^orte da ti- 
gela de ouro cerUmente se lia de seguir de; ois >^ OÍ "/^ U pj* «jfj Jk HSl :^ 

De ncnhnma sorte quero, que trasborde a «Te- W >TÍ ™ ^ & )m 1 J V^ \^i M» Aâ 
gria a hnm genro; e que quer di?er o entrar á Aiét /^ ^ ^tl pj^t^ 

força a cobra no meu sonho? [conceber raparigi] * Wfo /^ vA» ^ 

Afadigado por hum ceitil, se rira^ de mim, como ^ V^ *ffi r«' B^^ ti 'á)Í '^ Si^ ^ 

aFarento í e como me atreverei a comparar- me com •'^*-' '*^ •'»«IC >•* >ir" pa«0 JS wi .JS. .^^ Pf. 

o rico 7"aw-cA«, ou tomar conhecimento com o tM Itb JjjL :f^ jtó ^^^ ^ 



A to» miséria I.e « d» «rra a Chcu, e . minha c»- ^ g ^j^ |1^ |j( J5j£ :^ g| jfjl ^ ^ 



aFarento í e como me atreverei a comparar- me com 
o rico T*aU'chf*, ou tomar conhecimen 
[fiel] len.çn ; [sou pobr© mercador.] 25. 
A tua miséria lie a da nrra'a Chcu, e a 
lamidade he de Ç'fl», e n>u5 ha outro general do 

rei de Chu, que puna os ... ssos opnressores, [como ^ fM M^. '/^ é]!l >f ít 'á^ :ÍÍ -& 1^ 

of de Confúcio, 18.] e Idrcui08,quea8 mais, e mu- -ÍW I^J -^ <_ pil» TAC "13 'H í^ ^^"• 

Iheres estejaõ fsscntadas com buma cara triste, AA ^ J^ AÊ tjSn 

como o cisne. ^* ^- ^^^ P'^ *^^ 

Eu naS me entrego a vans imaginaçoea, estou mui- ^^ ^ S' ^ M }H &- j^^ í^ ÉM ^^ 

to affltcto, incommodo-te, para continuares a arte de * , j^^ t^ >l- . ^ » ^j ^7 j^^ |, -. 

SU'po-^um, e rcmcttas esta rainha chaga, se posgi- '" -^ "^ iTI /^% ™ ÍV pT ifu ^ 

yel [para huma arvore, a qual padecia em pro« *DL 

Sc com cffeito naô vieres paçsados 25 annos, a se- 'if^ :^ — * "l IDL -H*" |T ^\ 335 RU ^£ 
pultura, e caixão f«ra6 cortezias mutuas, c pode- ^ ÍiH ^t /jpT "^^ ^ ^ T?rt ^jj^ 

rei depois disto casar ? 147. ^S^ 

Na6 distinguindo a verdade do fingimento, cahS na J^ 10 diL jl^ ÇA ^^Ê afiCL f^ -^ fjj^ -ibL 

trama do diabo travesso; [214] mas per bto deve- ^, IR ^ ^ *^ ^ Pj ^ 'V- W 3. 
rei ainda perdes a vista [tomo o d scipulo de íj ^ Q Jfr ml 7^ Bfl §JK 

Confúcio ?] 

Tendo d6 do bra^o do gafanhoto [trabalhos] naô 
tens o affecto do niartinbo, [«lue âoccorie os ir- 

ma5s;] mas o que gostas he, que os signaes dss 
s«otiiieilas da aguta, [da noite,] sojh3 diiatado.s, 

taiaiiio : ] se te comparas com- Ch/ju-hta i, morren- 
do |»clo irmaõ, nao ts qjiasi iní?cn«ivel a huma 
v:da ver^oiih: bi, e a morte hi)nri)i»2i ? 

O cautar huma sentença do senhor dos 5 salguei- 
ros [eremita] mui saiisfaetoria, he ma » nobre, qre 






<15 

Cêp. TIL ALLOt^ 



tl«Ali$A#,ft#^£ 



andar faacDdo «ortetias» e oiiTindo o respirar da 

csearneo dos outros, para panar a Tida* tOf • 4iL 

rcn«ri, r,iv rc* \ 5 g • m Trn a nta tírrp. f ím f « [»> >^ A tí «^ -f ^ *^ ^BMt ^ U jT 
ti.a faini» iiii!.« jias»! /8t««]o o eco, [a corte,] quando ^^ J^ ^ /jb >& Í*S* ^ ,SrT -?\ J. ^ 

O ror sult ar- 1** S( I re sdrncut be o mesmo, q«rt 
per^niuiar 1» lit.m cego. 



He pena esta pedra Kena mancha ! porque esie Se- pj ^ ^ Jg ]^ ^ ± ^ ^ ^ ^ 

obor, ou Seuhora naõ tem perspicácia, o que fa?^ 






qtie eu seja qual outro Putt-ko, estando na flor de 

niiuha id;<de conserve a prna dos mezea, e aonc>a 

var», ^s.m casar) 51. 

Aindaqoe por esta pedra se pode conhecer o se^rredo gA^ iH* T^T j^ jfr M: 1^ t/íí /^ ifil Rí 

(do lugar onde .stoo.) na^ saberei, 8eaq..elle,a quem 3P i* L /P t^ ^^ TM f^ HIJ / J 1**^ l^i 

lerguntar, me f.»lla, ou naá rerdade, (sabem-oo, mas [^ ^A |tó jA j^ ^ jb^ gfc ift. 

lalve/5 u«e engauaõ ) 101. '"'^ Pn4 5'?F 1 I ^x ^V^ :>C^ PI •-• 

Deixei me ferir da lança da sua vista, e espada da ^ y* 0^^ ^ ^l] ^^ ^ ^ j^ -Ij» 

aua língua : logo me arrebentarão as ettrannas, e o ^^ — ^ , . ^ , ^1^ ^ j. ^ 

coraÇaõ se eutcrnereo, e o gallo da manhg foi a ^R ^ ^% M ^^ IRfi 1^ »^ Jl iW 

galUuha, (governa a mulher,) e ainda que Ma-kie- ^fi /J: ^* l3E ^ -^ 3| Jg 

/« resuscite, na5 ha de poder restabelecer- me, 167 ^^ ^_^^ -^ ^ ^1* iyll*^ ifâ" ijx" -y J^ 

Deixo ir o bote paia onde quer, e deixa-lo passar wl^ ^ ^ vT ^' ^ K ^^ ^ iP 

a extcnaaó, em que se perde a rista. im 

Conbecendcs que nao posso levantar a gallinha (de |Q RH ^ -"íte $í ÊÊ H* *5 fé "F ^ 

ferro, de bia vontade me »r jeito a passar por entre F* \^^ J •»'» íí> vT «W M X. y| «i | ^^ 

as pernas qre he meu dever; (65) porem lo. cu- ^ 'Ê* Í^ ffí] 75 ^ ífi ílS^ P M 

ja habilidade | <«!« derribar sues, (155) que deixaa 'j^ ^ i^ "^ Jm m U 

mulher (esconder se oa lua,) es bem como a vac- ^» ^ í^wC 1^ 7^ fm M 

c», qne 8. pra à lua, (cuidaudo, que hc Sol.) ^ tíí Ar & \^ J- IJl f^ ÈS -í^ W 

Se parn o f..t,.ro u.oslrares grande talento, sendo ™ m ^ ^ Wl A ^ifl^^ríB 

obedi*%do no ateno, nad te esqueças do velho, q<>e ^^ .^ . ^, rz^^ jy» 

recebeu os t;ai.aios (levantadas por ti : reconhe- ^Çi ,yi^ '*^* ^^ "^^ ^ 

^irKRv'':.'":^^'"^^ "doX^prc^^edorcd: íi^ t^^ i^ íi ^ T^ :è.^ % 

E&forço me, como a formiga da mo, a acabar de ^^ •*™" t^^ ^ r n^ y^ -^^ -*«. ^^ 

corra-la: pareço o peixe do fundo do tacho, (no ^ flfj 1^ ^T ^ ^ ^ Í^ ^ ^* 

emproo;) maa farei aoar a catana, para ir succedcr ^^ J^ jH ^ ^fe 

no praxer, ao que <M«U : A meu Tien sigo, (f) ^^ ^' ^Bl /w SfC 



(t) PmlctrM éié Vmvficlo^ t^J» dinijuh ira T «nj f gottava da vida privmda. 



K* HisteRu, fe Fabula. ' 



■raoemia, bc ro coDUDuar a Deraaya da casa; peio Jju J^ t|i ^ \ j.^ >|^ yl ^^ ^^|^ 

qne me envergonho do outro, que corUTa a lenha, ^ ™ ^Ç ^C T/T ^^ ÍTO J ^ TW 



KuDca posao itgnír os passos (de meo pai) para a 
aratfemia, aero continuar a heraaya da caia; pelo 



e o filho a acarretara. 



«^ 



A mutick toca «o banquete (do» noivos aói,) pro- £^ u^ iM ^k n» Afe >.^A i*« -i. .jto is 
mulgmoao fc porfia o exemplo do copo de ««•. S>2 ^ «^ iW JÇ ^ i^í ^ H 3 Íl5Ji(| 



M.-FMeAiii^ii^ir»^ 






Mas estando ja cantadas as cantigas MacHa primavc 
ru, € Branca neve de Cham-thum (em Xân-tiy) se 

or.s, Tis homens de Pa ('em Xân ei,) nos Psfor<;a> 
mos a mostrar os nossos sentimentos, so faremos vo- 
mitar a gente : e como continuaremos as soas can- j fí^ pj^ fi^ 'U* Jfsr pT ^ yfcj «^ 
tigas ? [na« te posso igualar em eloquência &c ] U^ M »% ÍV J^V <W ^t^/O 

A are, iiindaque bonita, ja segiiu o desejo das ar- B KjB Mf ^|U Zl >3jfr (^ XS *4^ gy Al* 

rores enlaçadas das sepulturas, em raõ se lhe «59 ^B ^ ff;( L»i /^ ^ ^£ <^ Jg^ yC 

estende a rede no monte do Norte, [consorte perten • 
dida por hum grande.] 

Mas o campo do meu tinteiro deo-lhe o diabo sec • 

CO, e os peixinhos da rodeira secca logo iraó para 

a feira do peixe secco» 

Efipero, qne cedo accendas o archote magico, [176] e ífr Jp. J^ g U* "^ li* ijgt -gg A±, *» 

com buma palavra decidas a minha causa, paraque ^Ç ■ •^»i»> 'F /T P* *|/| ^W\ pZi uS ^5lj 

os pais oaS estriaÕ à porta, a csperar-me, e cu a /fS" PH 'j^ "Sff A ^^ flS ^^ *>^ lã 

olhar para as nuvens. I PJ » I <- 3E / V T^ ÍJ^ 3cr XL |S» 

Teodo-nos assocado no pomar dos pccegiieiros, ^t p Hl &JÇ ^g "ftcV XjfC BI \fí3 iM tóf 

[95] muito me enrcrgouho de se atar orabSdea.Ô •'•' L* ^ ^^^ ^ /^ ^L |»J IPT: 1>?B ÍPJ 

 marU, e fa cr, que o vosso illustre nome seja J^ )^ Kp '^ ^ ^ ^ ^ IW ífel 

Os nteiff sol, e lua [tempo da mocidade,] derem \A IB JH Jç^ J^ ^ Q f^ Jit flS ^Q 

alumiar o Norte, [o trono,] e porque se lerantaõ ^ m m% *va v»^ ^uy ^- «.„ ^ 

ao pé da margem da rio Vei ? 14. ^T\W.Wm m\(íi^^ 

is ondas como catanas cortara^ o meu vinculo ma ^ ^ v^ ^fj ^| jBf 4t^ A 4;t 31 W :g^ 

trimooia), muito estranho a crueldade da dragoa, que _£^ "t^ JL* ^ y , AU J * >Jc!» ^ ^ts 

Be roanda perguntar à praia (por meu marido.) 221. 3> ^* »— • 3^ |5C ^ ÍR í© fpj 

ado qae o toque do craro naõ tenha por fim re- j^n tíS P^ ^£ Sa^ ^^W(f '^ "^^ iTít iVL 

íeHír o iaimiffO. f94J de rcrtn t«in intAnCftS W« 1^' '^ **^ ^ ™ ^:W ^ PT IMI íw 



íellir o inimigo, (94) de certo tem intenção de ,^ ^^ 

rocorar a águia, será elle ocioso ? '^à ^ J§\g y^. 4|5 -^H^ ^S ^> JR V' 

;odo-zDe apanhai* as abas, descobrimlo assim os 

oti, velos, logo sacudiu «^s vestidos [foi»*e) a pro* 

■ — — ^ 

¥) Stndí» hftm dontnr caturra f>Têmiado com hunia lunica, *egun^o o cosiitme, foi escarnecida : port/ne 
com tUa varria o vhacu 



ëíS«a«*i:«*i!í 



c»^ ,t ^í-r, .""[«rSorr^í ••""'*' "" t!^ lí M tt a * ít if fi * 

St"v: Mdc. •ojdt.f o. nobrttcom. tirtude, q«em ^^^^g^^J^Iflãt^lK 

„d} cederá; m« « «o- . tío1..cU. nem-pode 4^k V) -f) m^^:^^ík'^' 

8. ,« com h.rvM .gr..te. ., .co«.p.nh. o copo. tífe Mf |a ^>^ Jg |jj |8 íl S B 

. rirtude fica moi ferta. m.« « incoa.«od.., po, "* 77 7* ^^ Tf iTl- Ófl S Jt * 

pouco que Mj.. • fcc. e s.fr. [per. ,icar o co. ^ ^ ^ ^ 7j V^ WV ^TI T 

»^.] logo terei eeplnbo. *. co.U» n. me-, («»- *^fflJ/5^:tó|^jêT 

to de / to, ou o .«or do coíloheiro chindo ? [24] ^ "^ :^ 

Andi. o poro e,.r.ri.do. n.8 h. lof.r per. o. nu ^ . -g ^ tó tó At tó. — B « 

„boe d.s rol... (roroloç»5,> qu«.do de repente o JS-±^^Íl^mmm -^^ 

«,1 do< C*a- ím- 334) cheg. debaixo dM beirM. Cl « ^ ifê JSÇ M Mx^ M ^ 

p,««»do com força por toda a parte, bem como o PHf /g *P ^ í^ ^'*'^ ** 

jardim morei [de certo principe. que espalhara ' jjjl g| ^ 

J^a^U a. correntes do. monte., b.8 »m|.u5 B>Í5Í^Él^flí#^MfÍ® 

oaia dar do beber ao« novilbo». e a agoa do poço H ^^JV «"1 ^ 1^ t^ y i • »w» — 

ferrida forma m1 ÍMlobr.] "«uito »« '«■»»" »" i?) dt -«^ 1^ tô 

•tora do Cba de Lu-t«m [secca : bebia Lu cha, e «^ fM-^^ ^ *» 

Ihr leranuvaô os soraco..] [t} -4--fc. «fe 4tt>T4,4ff I&. Hl ^*&'Y 

O TjeoUÔ do mundo sem direito consi^ue meri- ^:«C j^ lE W AS" TT « "^ '^ J* 

iSi.%;\t.rv.rr'^"je.L>JKícVTn -'"i í ffiiis ^íA^nm %z 

quero ter a casa, que e dono nao derriba por ^ 

Amor das aves, que nclla pousaõ. [Jj ^t- ^ 

f^ X^^mm nm inm*I,K .III -. A^ ^^ ^ «M^M 



cama 

A f e 
e o 



rertivIldÍ^l^H^^^^^^ iSIÍ*®®^^^^*^* 



A íertiiiaaaa vn p..».— -- - - - ^ . 

calor do inverno do solde CA^u, servir 



(f ) Porque a 0ga(i ^^ **"»* 



4)8 
A* HuTotiA. B Fabii». 

\d. e contiaumi o, v.r«,. d. prfr. b»m^o.rd.- J^ J^J^^'í^f^^ MM"^^ 

.tJiroTn^r ?rro T.';;^rr'"^ S^ f m í: # a ^ ^ íA ^ 

TO a naó me retirar, cedea<lo-lbe tre^ re«3. 5S _- 'Í^Tl» ,, ^^ , »>*«., 

„. „„,.<,. <,ue . .... .nn. e V,n..o e..».- ^ fe|^ 1 íS íi^ M-^^S^U 

culto», e .i..d. «ou bum. feia velh., ^ue i.n.U o .Wc ,1. "Z; -Éfc fl H # ;í3p jtt VI 

«crés,.. o dap...r», [61] beu, co.„<, o |«r|.".n.o .^AlíIll^P « n. V^^Lk^ 
,ae depende do soU e íua. o meu mienlo he offc 

recer-te [esw obra,] para con«-gui» o leu macba- ;gç ^ 

r^^JZTL ,...,- ,-.«<- -. ."• -n m* ^ * * * t íf ja ii 

tirar hum rama de salg uiro, e s-ig r» mente •.- "jf[] CÍ 



í-;^Ç#'fi. 



primlr os meus sentimeiílo», [iih tua dt^pedida ] 
O qnc quero [mulbcr] be, que te s .jeite» a«) duro 

traUlhS do Wço, e gr.il, q«e gosus da iôr 

d-sb(.tada do Temido d 3 |mriuo, c d# espinhos por 

alàueies; que offeieçns hervHS, e agoa a.rtJ sogros; 

que comas, farelos, e ©'.serves isto c<»ni jtoslo. ^ , ^ - . - - 

Naõ «>mente uS. rapa/.es dos cavallos de bambíi Mg f tí > A- W # Ã ÍÍT íft! í f lÊ tP 

alegres sahem a receber [o msi.-.strad .grande ap- ^^ '^ 1/ V7 ^^ II j^ ^ M; 

plaiiio;] mas o estrangeiro dcsa.uparado obte.u bum ^'^mA.^m^^ 

«Hícorrer-oo.] com o longo ri,., [107] o abrunheiro -tf- ^AÇ J^ ^ fÔ A .Í« W itt 

.empre aernrà, par. no» reco.d,r,no» de C*«« P'. H ;^1^^ J* *|» 4aí kÉ TS 4llt ^ 

e de«Je j. o povo, que a.n. o »ol benéfico ^ ^ ^M^W ^í^ lUj ?*P ^ 
ft»] pa^ea inquieto, » vendo o ganso na retira- 

da, se angJBtia sem remédio;, [.lespedida do- em- ^. 

Trl3h!, e co.no • porq.e cons.g..i a tr«d.ça5 de ^ (^ P 'fe ^íí "^ '^ í» ^ W 

E^«Wor»adrT"u".Luuho [velhaco] de We <:Ai« ^^ ^£ ^ i^jl ^^ ^ ^ ^ ^ « ^ 

[,3i] co,u a» palavra, [venla leira»] de Kí,-«. vim |£|jj ';S ^ ^ ^ t :^ '1^ 

a foffrer o tnbalbo do ertviído Milham. SV 



419 

Cãp, ni. ALLf 6ns 

Querendo imitar «8 quadris do jardineiro rff«, [109] ^U Ifej fffe A* vK -1- f4^ A* «J. ^ _i^ 

naô trnlo podido coticluir hum período, o que TA W W H¥ W ^^ ^ JJ^ Ff^ j^ 

mostra a mioba rusiicidade, e atrever me hei a dttr ^ — f íl„ i»» -» r — - , , , . 

fallar no defeito dd pleonasmo Iwcum de Fam-po, ^ M ^j ^^ ã SS 3í 31 Sjfr fi 

(t) e a 'orob«r do« tnl^nton de Ktamien, por na5 4+ .JU IJi »-T T^A* i. .». -!-• _i-a> 

«cnbar fhnma ora^«-. anti^« >} 5Í Z tlj Vl ?Ç >r ffi ^ ÍÍ^ 

dioto- tanto 8eplllta^-^e esia |«cOra preciosa (irmaó ^*. "^^ ^"^ •'^ * 

ou amigo,) que se me nnfl dâ, que Po ia quebras- fw yJJ jW í: efe 3?C ^ Yti Ct -íl^ Ucr« 

se o seu cravo; (eu faria o mcsmí».) I R MW <i Ji «t -^^ .lí? jH T J^fíi^f 

Cedo adevinho, que o teu busto estará na Sala dos ^ Í* ^ ÍSJ JIÍ ffl TC ^ 5|J Í âB 

beneméritos, e o teo mérito colocado entre os cin- -^ iiMj "^* 

ro graos da nobreza. ^w |^ 

Com covHdo de pedra medos ou talentos rí);08dnis I"E /? ^ ^ "^ "4* ^ É«f — * ^ tóí 

ai ]neires de talento, que restaô dos . i'o, qne prwnes ' BB tíi» JL^m ií ^^iR 

completa» os drz; vem o ofti.ío al.erto da ri, fori«, »^^ SS^ 0]Í ^ m W f^ 'JL ^ ^ 

e no resisto da «rrnia ainda ba bolas de b«rro res- IJ» -* XO -> xl, VÍT >^ W 

tantes (||) : sahiste general para a campaiilu, c vol- ^^ ^^ W ^ ^ ^ M, Í3|^^ 

t?is com a honra de ministro, es homem único na y^ ^m^ A Tífl P 

He s6 trazer embarcada a fan, Ília, para de caminho PjfC jfj V^ 7^ ^J ^ M "-f Sf tó # 
cuidar da casa, c de nenhuma s<>ric me glurio de - / _ ^ ^ >^ U^ i 1^ 1ÍH 2 

ser outro ministro Fau passeando pelos lagos. 61 Í^^^/Ê^í^^í^^]^ 

Tendc-ros iBCommodado para a minha agre^te mo- filt "l /^í^ +1 it -fi. SA :^- J*-r-'l\r 
rada, respectuoso tos espero em huma pedra var- ^ ^ ' ^ ^^ ^ /^T^ ^X J " •Iw^^m 
rida (pobre:) mas muito desdig» de Chen-fan. 83 ^ '(g. ^^ ^ ^ -?• í^ ^l 

gucm naõ entcn le, como funar cbc r.s, (99) ooderá • % * ^- '**■ 

esgalhar a Cuai do palácio da Itia (casar ?) uihh 
mostrando, se lhe pode atirar frtita, (luõi certo 
goBtarí de $iemear |»»ce^ueiros dentro da vAU [a.r- 
respondera : e>>v». do p(>e5Í4. 

Estando pobre, limpo de IikIo, na5 posso vestir o 
-heneâcio de Jen-àuim [inve .lor dos ve>iid )9,j istiu 

imitando em pare o b'>ri^o de CAi-r/e;* bjn.li/en- 
do [à rainhíi, '20A] e aiudaque quisesse pjr hum 

pouco ser ontro p-.bre luea ho f20:>] uhÔ leidi.j me- 
io de cobrir a verjioilha. 
Ja consegui [como o rei Fn.h>\ ^s diajírHmmns do 
rio Lò\[\) mas ainda nao fui encarcerado na n!dea<Ie 
leu^ [II] se me accresrentftssem a menina [eomo ao nt #^^ ,ML iai.i-B« 






(t) Auclor de f)roi;ôf$ ai>t írtu. 
(X) Houve hunta mhia, e àn,n j 

covaàn dt frdf* 
(il) Cum ellas tnfpna fuigsagtm a» inmig^* 



[D Houve A«»« ,,»*.„, , /,,„„ sabia, v«í «« d.jr n,,t„ „„,,o./,r<,- „,a„d<,d.> a.<,H,r o. l.lenM cm 
covadn dg frdf* 



1 



4?0 
A* Historia b Fabula. 

nada, [pap. 341^] mtji d ff ri' 1 r tnir/u.. ..n.n .'««o; *"- "^^ i h- -'w^ #^ -«-í 

[16] ncii» lerai*-! oa tfí.ue (a o c ^ e « 8ií a 7^ íy JH "y^ ^^ ^B y^ y^ \^\ 

aa direita, como o empreftaílo A'?, a oiv^-i^r ao /Tj |j4í -cT 

rlfto. it> ti ^ fl' 

Tenho metafíeda amifade ''o ^^-.' or 5:.'Jv rA^m; (23) ^^^ /b í^ ^^^^ ^ TRÍ -^ 4Mt ''^^ 

ma* naS tenho con!,t^'.^ ..... . uo Lei, e .^>^ "T* JHL W ^ "í^ vW ^J^ 1^ S 

CA<«,(:) segundoomeM .>^.: . . .o,.n.hurn ;è || |pT S ^ 5^ — M ^ fÍ 

«nno de ensino, logo con-r. i ■ uo lanijue -* * » w r— »^ i^ -^^ i « 

imperial, como o outro? (||} YÍ T^ .^ iti 

Iniongos como o gelo, e cw • , * ' fie df him 
move o outro, a truzer esp.ijros, f • - s.» un^Mu 

ate darem os pescoçt s, para lue Çt/-/o-í\í" n.td te- <??.^ y -fe l\l ^£ft -nt XA-ir\Ú^ "^ ^A » 

nha, de que se nr. 15 * Í:it ^ 5C W >Et ^ IH W >0 á^ 



Havendo de acompanhai. tt mil lis, na' i c enfas- ZfL ffl S» ij^ \1]\ J^ "^^ >í> Hf — * ^ 

tio de esperar com o to\u.:í'.:o ao i.< mKo x íiaj I -^^ >J> W. Mi vp -H* I /n/l iti 

cabendo eu na Sala a ouviv.t-, i rí\ ♦ síou à neve, g+ =j& Bn "^ B J(^ líé 

ouvindo os teus arrczoadr*, t. i (ar.^.r. •^' ^^^ *^ ^^ ^ " "* 

A doença de paixHÕ nem os rLe.Vo^-s rcia dios cii- *t.» ^^/21 7^ jfií^ ^^ |^ 5^ ^ BB J^ 



raõ : poderás tu tocares-me a fl;.uta d« lus modi- 
nhas, a dares-me bum pesrt ra ? ^^) 

Coto pérolas com lenha de f nat D .do c^r. :] es- ^i* iÉ ^ tíf 37^ Bí[ ii JS ^ ^ P^ 

lou em hun.a grandíssima ur-ciiC.a, e os timbos >< T^- ffr» -^ ^í /í* TP T>nP /iiiV ^'tà >íX 

me batem as palmas; (14'0 eoi íi.n uhô sú, para ^P jt ^^ ^H ^^ '^^ IpJ bÈ ^^ B* 

quem me volte a pedir arrox. "^ "^ ' ^^ i .^ _Z. 

Devo calcar tamancos [de salgueiro, senlimeLto,] p^ J^ ^í /ív ^ ^^ ^J "M^ ^Ê "^ J>1 

para procurar-te, e acabar humas bagatellas, para ^ •♦ j^. É^4# — * V r— Tt M^ 

evilar, que o meu coraçaõ ande no mouiaó, aci- ^^ ^ ' * TiOa.TWS | ^C^ 
ma, e abaixo, dando voltas sempre intricado. ^^ fflS Sfi ifeff J%m 



Muito espero, segundo a antiga lei da amisade do \^ \jj y^ ift -^ ^^ Çg ^K tlr -l-yi fA 
bote de triíío. ri461 os keucíicio» do meu anii- M^ '^ ^ 7T M pB. dL FH Bg //>, BX 



bote de trigo, [1-16J os beuctícios do meu anii 
fo amigo. 



[t] Sendo Kia mni/eio, nunca em três annos a bnnita inuíher se ria pura elle^ senão guando na ca, 

Ç4 matou àuma gailtnha mouteta, 
[t] ^ primeiro renunaou ao cargo, que o segundo naô alcanqou, e pissanlo o outro reino, /oruò ambos 

ministros. 
[||3 Ficando o discípulo imperador , foi por elle chamado Confúcio, "* 

]§] Assim ficou curado hum, que avisado em sonhos, com esniolt^, que tirou, foi ter com hum tíesJo, 

qur, por elle sentir o dinheiro lanhado no tio, lhe ditte, qUe poderia ser sant* , mas naò leato. 



«^^a.*sãiá:S 



42[ 

Do aoterlor estapldo sonho j a acordei, e ainda coo- ^'à{][^£p ^C ^ ^S "^ ^ ^SC % S 
tinuarei a porfiar sobre o reado, (49) [ja sei» .j[ju «^ ^ j^ j^ yJu. -iTif 

que errei, naõ teimo.] Sr m -^ xV "^ ^ flP 

Tem palavras doces, como o bom vhiho entraõ in- ' B* S ^l) fflS ^» ^^ Wa ^^j^j^ ^C ^«{Q 

sensivelmente, e penetra6 fundo : he bem semelhate 

a Fen-kiau, ioslnoando-se a simesmo. 114 
para com esta isca tentar o inimigo, fazendo, pro- ^^ 

cure esconder a pérola na pelle, [225] e a final ^ » ^ ^ ft» 

ficar como o amante de huma pinUda, [baldado.] J^ IHl Fp ^ ^^ 

Sc nas regiSes iafcmaes hoofesse conhecimento, ae ^^^^^l^j^f^^^ ^2 
bentiria isto naqaella terra de soledade. SSt ^^ 

He comparar o cascalho coto a pedra de P'iem, [51] "^ 3E -^ ^^ Tr ÍÊ 3^ W*^ ^ 
e o carro de lenha ao dourado coche. ]^ St ^^ 

N^^çoe .trevo . I, recber . .». «.rra-ge» •3|;j|ir;g£g;gJ}^ 

Sendo eu o medianeiro do casamento, pe9o a Velha 
da lua, fa^a atar os fios dos espoosaes. 185 



S«%M1ft^«$^^t 



(•) Temd0 hum AwíraS/eíío d» •tfêjle hum rouhado Am» «aia, esiedenmmciéH aM*»»*ino mo mmgUtrÉÍ$. 



Capitulo VIII. 
COMPOSIÇÕES CHISAS, 

4. I. ReGRA!) OB RhBTORICA, B P4RTES DA ORIÇAÔ. 



Dereodo comprebeoder tantiu matérias em hum bo volume, naõ me posso estender em todas 
cllaa : neste artigo po'« vou apresentar em resumo as leis, e ornatos Rhetorícos na ordem costu- 
mada dos Cbinas; cujo coubecimeoto será mais claro, mediante a aoalyse, que os números no meio 
da oraçaõ mostrarâSj pois se verá ao mesizio tempo a regra, e o exemplo. 

A noticia, que nestes quatro artigos dou, será ao menos hum degrao para o seu perfeito co- 
nhecimento. 

Diride-se a oraçaõ Cbina em Antiga, ou Solta, e Moderna, ou Periódica : as leis da primeira 
taÕ commõs a segunda; mas esta tem algumas próprias, que em seu lugar se notaõ* 



•^^^# 



REGRAS, E PARTES DA ORACAO CHINA. 



Q numetê ««rve, para 190 mtio da oraÇaõ^citar a Regra, ou parte, fne se virijíea naquelie lugar. 



j -m 


Exórdio : proposição. 


5 


m 


Digressão. 


2 ^ 


Explicação da proposlçaft. 


6 


I 


Proposição secundaria. 


3 n 


Usar de meio termo : Procurai 
bum argiimtnto. 


7 


± 


— principal. 


, -^ 


Ligar com anteíedente. 


8 


1 


Hypótbesf. 



423 



)3 
14 

15 

16 

17 

18 



Li 



Thew. 

Artrumento indirecto. 

— directo. 
Ordem natural, 

— iiiversa» 



RBGIlAt DA RhRTORIC/. 



t^ Xijí Iv . IP 



27 ÍPS 



28 

89 
30 

31 



coisa spínelhante. 
C< i: p luu'ler todo o asiumpto. 
Fazer Icuioiar. 



21 

22 
2i 
24 
25 
26 



{ 
{ 



Bi 



Tr./zer á ien» trança. 



Pergunta: cxclaiuh^aõ: ccnaulta. 



Fuodámeuto do epi|>boDeina: a 
lista dt, . .. 



33 

34 
35 
36 



*Ê 



" m 



rM I Compreheiide o teotiâo da sc- 

\/\ J> guiote sentença. 

iiÇl 1^ Da luz ao consequente. 

^^ "T> Tran^içaÇ. 

Jj^ yL Concluir o «nleccdente. 

^ L Corresponder ao antecedente. 
^ «^^ Epipbonema. 

■ Concluir. 



38 

41 Síl 



Atingir o ponto. 
Entrar no aasumpto. 
Epilogo : conclosftd. 

Digretsa6 por hum exeaplo. 
AppUcaÇaO ao ponto. 

Concessão. 

Tomar o sentido oríglnml do u- 
xto : rígor do termo. 

Cingir«M ao assunpto. 

Retorquir o argumento : falkr 
indirecto. 

PreteriçaC. 

Tocar de passagem huma circaos- 
tancia : imitar o discurso alheio. 

Digressão para idea ligada. 
£xclau.aç,>iio por comparação. 
Ccnsulta cini epiihcRtmju 

Peiiiidos impetuoscs. 
Periodoi (roxc^ 
Idea associada. 
Ferir o ponto. 



45 



EXi li;ar bum artigo per outro. 



J 



Regras 

^'^ TW 'S^ Descripça3. 

4' j9 Th $* C*f<^unstaDcia8 verosimeifi. 

'^ t^ ^^ ExclamaçftS. 



Parece acabar, mas nao. 

I ^W — * Hí Uuir dois artigof. 

il 1? M Correcça». 

62 ajS ^ Ligar os períodos. 

63 ^^ 5 ^'^'*^^*'* continua. 

54 ^^ ija Argumento indirecto. 

55 ^ gj^ Fazer firmeza na palavra. 

èê £' !' >rdio para outra parte do texto. 

4ãr ^í Passa a outra parte do texto. 
^fl yp Divonc«,'aõ. 



DE RhbtorIca. 
71 ^ ■ 



55 Íl 



Referir-se a outro ; apontar a 
cau«a. 

Narraça5. 
61 ■> Fallar por outro. 

^^ m pIj Mandar : aconselhar. 
63 j|[^ Explicar o texto. 

^4 Pjft Ex..licaça5 dUecla. 

65 A U C uuiparaçaS. 



72 

73 -PS 



74 -^ 



78 

79 
80 



MJSI 



81 



. mt 



8 
83 



84 m Íb 



85 pfl 



Idea ligada. 

Provar com aactoridade. 
Exemplo dos auctores. 

Trazer o — 

Argumento que prova. 

Oecahir para o artigo seguinte 
antes de tempo. 

Passagem para diffcrente artigo. 

Voltar ao artigo antecedente. 

Matéria árida. 

Explicar cada palavra. 

Perplexidade : suspensão. 

Prole p6Í9. 

Argumento ad homintm. 

Repetição da expressai. 

Alternadamente expor dois «rtl- 
tigos, que mutuameute se a- 
claraÔ. 

Sentença decisiva. 
Fallar do direito. 

— do facto. 

— dos sentiroentot». 

— das crrcunstaociat. 



43» 



86 



Çmf. nji. 
Metapliorr.. 

87 ^S >««'• 

88 jE [ai A«im|to irmcti» 
F9 ^ IS 0,|<Mo do- 
so "^IB Stnitlbí 

Ihif (oiimIIiOI. 

Fallar indirecto* 
^3 S «JT — diicclo. 
94 ?X ^a — hyjothelic©. 



CoMr^iiSlEB Chinas. 

103 ft í? - «»PÍi*^*^'^- 



í nç* CC0 o — 



.. iigí 



S2 ^ ^ 






al)r|vriro. 



•^ „>^ Fnlltii te liiDttii»*, iiilcLtnn- 



^8 



97 ^V B B;i(iltle. 

99 M P ^'^'^• 

jE ^J Expressão directa. 

f^ /tT — indirecta. 

lOJ /\ ^J 

0+ ^fcj — tctmitLdcUe, W 



102 



104 



© ^ 



5}rsoDÍiray 



y-^ ^ . TerJodo de luembftii OT 

105 ^ >|í TJ potto». 

|7 /g An Período de mrmbroa iftt« 

106 vi AU> ^J cem bum deKigwd. 

107 119 3^ ^ Membroi detiguaes. 

^ffi ^ A melhor passagem do diacimi' 

109 



110 
111 



O argumento maia toctfitc. 
Eropbaae. 
&ll Í77 ^^"C^''**^ *® aiSQmpto. 
112 ^ M ^^"^»^** profundo. 

^rh ^ Larva digreas^S. 

m pf ^ 

t=^ fzr\ Compiehender todo o aitWDfl»» 
115 1^ p] 

■■y* ftLi iDnnHftr de longe. 

116 ^ eH 

117 n íf '''''" '^^ "^'''** 

118 áfê f^ t>elic.dac,pre«.ft 

119 lír ^Energia, 



KO 



Desenvolver lodo o assiiapta. 






426 



Amea» m 



*^ ^ Grtçii tof aite. 
iH •"* :^ Gradação. 



Falavra fuodamenta* d« argn* 
mento. 

FundAmento, ou antecedente do 
argumento. 
125 1$ 18 Repetição da pala? ra, para a «- 

Ua ^ J|§ Exr<«>Ç»5 ^^ aaanmpte. 

127 ÍS 4^ '^°^*' *^ ^^"^^^ indirectamenle. 

128 Sr !^ Expor a» círcuníUnciaa. 
i2í) 5^ S| Repetir o aaaumpto. 

ifr Éí Buscar outro argumento. 
131 l/' ^ 

1^ -^ ^ Remontar maia alt©. 
ReflexSea finaea» 



132 
133 



>j: ¥ S w 

Pautes da OhaçaÍ Moderwa. 



135 



* 



Exposição do texto, [he clara, 
ou por insinuação.] 
Exposição U?rc do texto. 



134 f% ^l ou por insinuação.] 



AU Contlmiaf •iobradlto. 
j^ ^ ?rimelrot periodoa •orreajppc 



RaftTéiicA. 

13i5 J& Bflj; NarraçaS 

137 

dentei. 
13d vi j^ Repetição do texto. 

140 ^ ^i Medloa corretpondentei. 

141 ^^ ^;j* Poiteriorea corwapondcntefc 
í* S^ Correspondentes da eoncluaaP. 



142 



143 



T Ligar com o que te segue ao tex- 
to t Toem sempre se fai-] 



^ 



DipnRBNTEa Textos. 
Tèdêi tiradoê dos piúiro livro§ dê Csn^ 



144 «^ ^^ÍB Texto simplea. 

145 ffi i^ - de 4II.Í parta.. 
14g ;§ 3® — comprido., 

Hl láè ^'^ ^^^^ pelas iicrituras, 

148 /^ ^ Texto narrativo. 

JS Jffi — contrario $m aiswipto. 



427 

Qm. f /// COMfOfl^SlS CBUfAt. 



ifxmi&» 



Regras dí Formaií ot Pmiooot da OraçaS* 



^ n^^ ,. ^ ,^-- _A^ 4i- >i» rtrí tte Ha periodoí, que vem com brandoTA, ontioi eott 

B& >& lí ^ M ^ ^iêiOíM m ^^^'' Hans^ parte clan,.. parte dkfcrç-te.. 

/ÍX, Ti ^*C ;iyw ^ «A n /^w |/v >m 'i«* ^j^j,^ jjyjgg p,^jt^ reflectem maUiamente. 

^. j^ ^.j^ .^ ^^ -j ; . /• j^^ rf| HuQS directos ao assampto, outros qae coa- 

>« it H M ^ ^ M í» a » tem meio termo, e applkaçaõ- 

R 131 ^ /Jt 3i. n ''*'A T>H Fl rt» jj^^^ jg^^ ligayao, outros priocipio, e fim. 

^ i^ M it ^ ^ VfíC ^^ W ^ Hum ^tuíí^? o^Hií^ dícSÍ^Sd^ 

. 1^ j-j ^^ . ^ í>-^ Uuns conduiudo, outros faseado UmstsaS. 

>f^ ^^ JL /& P ^ IW Mv Uuot mudando de sentido» oatrotcom rigor, 
.^ ^^ _^ e lo^o brandiirA' Ootrof ^n fim tabiBés 



#^^ft 



RKOtAa^ DE Compõe 



yÇ B"ÍÊÊ4ft'M!®íí^ CONHECER O ASSUMPTO. Examinar, qual fee 



"i^l HST flj- ^"3? 19'^í>rT-C^= o ponto principal; c destiofuir o accessorio do peia- 

p^\^> /r^^ kJlyí^ lPl£_ cipal, para saber j como ha de compor. 

,A^ *j: -iÇ Èíâ '^ Bâ ^ á ^ DETERMINAR O PONTO. Calcule, e comprcheada, 

hP i©> T il ^^ **"^ pertends, e obterá o ponto. 



..Jfc^áA^ ^"— ^^MwItoSS DISPOSIC, ao. Faser o plano da composição lodâ, 

* " ■* -^i/ * j p^ ^^ e po-lo em pratica. 

ir^ "i?^ Trrt-V-^>;i:3:^tlSwí6 FAZER HUM TODO, Tome-ie bum plano b«a 

*A>írl m*S4*->^^;yf^-^ FORMAR AS ORAÇÕES. As pd.vn. Bg.S«>er. 
J,g^ P/ W .'T W^'^ 3F Tl C gicas,brilh«Dte., «onoru, e boaitt». 

fQ y^ ^^'^"^íS'êÍ!l|5fe4'íí ARGUMENTO, EAPPUCACÃO. Querendo itakr. 

>feit >â/^ ffl 3^ '^ ^^ ^IB'^ V ARIEDADE. Entersachar períodos comprido^ cm 
U^H vil, Yffi^frlhB-^Â curtos i fazer naseer scntensas hora correspondealn, 

hora soltas. 
PUREZA, E NOVIDADE. Lançar o velho, e imparti 
e tomar o punt, e novo. 

MUTUO REFLEXO DAS PARTES DA ORACM). 
Ligar os antecedentes, e consequentes : e as sea* 
tenças incidentes reflictaõ humas nas ontras. 






428 
Regras db Rh£Toii(ca. 



_^ _^ _ FIGURAS SE REPRESENTEM. Aquillo 

tm Zf\F ^a ItA .-'^.-.í^ .. ^^ ,„eH.gr.ía 

ORNATO. Formosura, e abundAcia de termos, que 
oração brilhante. 



t^ ^[* 4-0 ^^ "'íBf "*iHS AS »"As •''<5 

J "^ *" pjfe iíiAfif ^ilã' ^ J^ ^ Blc AFFECTOS. Os aíTectos daraõ buma grande graça 

^^ - JR '"^^ "'' ■ '^^ *^ as palavras. 

» 4 u A » .^ "M^^S^ ^ 1 B aPS I>£SCR1PC,Ã0. Contar as circunsUnclas, representar 

!^C '^^ '^liii^ ^ *^*'*' ^^"^ *" pintar». 

r-^X ]g^ ^Íi-'^^^M4^^ NATURALIDADE. Sentenças bem assentes, sem 

y -^ Vèk % ^í^^nj violência. 

UJ ^« F^4^ÍrIt4E REGULARIDADE. Segundo todas as regras. 

vgjS > |X^ Jft H? jt jÊt K 5S ^pB Jã ^^^^^- C'5^í> qoando vem vento, que as ondas se 

f 139^ t/>^^ ^ levantaÕ ero camadas. 

I l-A fPBí f^\MXL h!h.t4- ^^L^U é1^ OUDEM. Boa ordem, que cada parte tenha o seu 

37 ,^ iÍCA?r^5tíR#^ lugar. 

Í'^ i^ WV >?--r ^^^^ COMPOR ORAC,ÕES SOLTAS. Fazer períodos 

^^ /^X iVV I 4 ^Wt^l^-âÍB*^ «oitos; variar fallaudo ja directa, ja indirectamente 

Estilo. 

5w ^^ il^^ Mri S( nn jfe Sí J ^^ ^ composição naõ precisa ser mui piofur.da, para 



•V ^K i^» m ^R lín TH Í9 pT ^. A composição na6 precisa ser mui alta, para se 

,y^ ■ ^ ífi *^ |ll| in «=K rj >o perceberem os factos, ou doutrina. 

-^C ^^ iC& -S ^B rfn ^£ /^ ^^ TO ^ composição naS esteja suspensa por muito tempo, 

Ml 4 \^f ■/ -// pg^jj gp perceber o fio. 

A composição naõ stja alta antiga, para que a har- 
monia seja abundante. 

O Estilo na9 seja profimdo, para se observarem as 
graças, e ornatos. 

Notem-se as cirrnslnnrias «ntereríentes, concomi- 
tentes, e consequenlcs ao «ssimpio. 

No assumpto delicado na'3 se componha grossei- 
ramente. 



iSS fS ilL "^^ ^J y^C p^ No assumpto baixo naS se use de pensamentos pro 



fundos. 



JJã >fÇ ^^ nj '^ 1^ O assumpto exqniiiito naõ se façH vulcrar pelo citilo. 

^E Ire -T* ^ 'fi^ "^ ^ assumpto natural na"^ ic faça violento pela cx- 



429 Caf, nu, CcMPoeiCÕEs CniNAi. 

%, It. OrAç6f.8 SoLTAi, OU ANTIGAS. 

PniMEiRA Oraca» Solta [■] Por ÇOO-CHO^N [de LU.] 
O Fidalgo Choam do reino Ckam inetnie [bem] os empregados das conquiataa. 
Na aetima Lua no Otitorono, tendo-je o nosso Fidalgo confederado com o de Cki, e Ciam, 
para pacificar o reino HiV, do dia Câm C)Cen, [b] sahiu a expediçaS p»ra Hi«, e no dia J<«-», 
ires dias depois, entrou naquelle reino : e tendo o seu regalo Chocm fugido para Fd, o fidtlge 
de Chi cedeo fíiu ao nosso; naas este disse : Como V. Alteza disse, que Hiu naõ rendia tsibíí- 
lagcro, ajudei a V. Alteza ji ezigir-lha, agora que elle está punido, aindaque V. Alteza o determina, 
naS me poftso metter nisso: em consequência deo o reino aos de Ckam : entaõ o regulo de Cksm 
enviando Po-li^ ministro de iv, com o infante de Hiu a residir na parte oriental do reino, failoa 
desta maneira ^ O ceo castigotl o reino Hiu, os espiritos n%) g08tara5 de castigar o rei de Him, mis 
serviraO-se de mim, para o fazer ; hora eu tenbo alguns maiores» que Da5 posso proTer, e terei i 
gloria de conquistar Hiu ? eu terj'io irmãos, com quem me .na5 posso dar, e que fiz vi^ar, para 
se sustentarem, e poderei conservar \Uu por muito tempo ? Indo vos com o infante de Bm amparar 

este povo, eu mandarei Ho a ajudar- vos : ^e eu conscgnir hunaa boa mcrte, e o ceo jostameott 
suspendei o .-st''rf> olr»* // «, melhor será, que o actual retj^ulo de Hiu recobre o seu «ceptro» para 

se communicftr com Chnniy bem como dois cunhados velhos ; se clle entrar em ai, e ae mir a 
nas, naõ venha outra rnça, que inunde eata terra, e contenda coiu o nosso reino aobre a soa pooe; 
08 meus filhos, e netos talvez sem interrupção seraõ arruinados, e ainda podera5 aacríficar [gorerair] 
CiU Hiu ? eu mandnndo-vos residir alli naõ o faço só por amor de Hjv; roas para em parte 



(a) O CMnt se U em linhas vertieats, da àirtita para a esifuerdãt e no fim da pagina, por 

do ^ortugutz, se volta a folha para a tsqverda. 

(b) Aomeavao jé€*U ttwpo Os dias da Lua feias Ittras do fyclo dt (0. 



430 



^ D j^ « « :fr » ^ .!." II ^ li I 

# f *S * A « «H Jl #- f^ ^° ^ ^ 

ífc * # "t ^ *; iiJ ^° í?c * jl sf ^ 
« t # # ?{ íi 1» M ^ f g * j^" 

é: fig II * n % ={■ Wt IS isi ac g ^ 

S: iS Jífc « liã ?° * f ^ Jg * H= i 



^ 
^ 



Cãf. rilt, CoMPOfiçeícf CancAf. 

ti mlnbâi fronteira». Logo «andando C^m^i^A» wtkRr na parta occidenUl de Hin lhe faUon dasU 
maneira : Os teus trastes, e riqnezaa, n*6 ca ponhas em Hi», e morrendo eo, retíra-te de pressa t ei 
meos antepassados eaUbelecera Ô-se alli, c cahindo em despreso a casa imperial de Chm, nós, seu 
descendentes, decahimos diariamente : hora sendo o regalo de Hiif descendente de hnm doa Uaatw] 
Grandes do império, estando o ceo irado contra o comportamento de CAo», poderei contender coo o fi- 
dalgo de Híu ? O rei tinha politica» no que dizia a Choam de Cham : a poUtíca dispSe o reino, írma 
o sceptro, p5e cm ordem o po^o, e he otil toa descendentes ; Hl« sem ordem pacifica-se, sujeíU. 
se, deixa-sc : ordenar as cobas segoodo a virtude, obrar conforme aa forças, andar com o tempo, 
na5 comprometter os vindouro», isto pode chatuar.se saber politica. 

Segunda Cracaõ Solta, oo Antiga. Por VEl-QHAM^ 
Exposição de dei reflexões admoestando o imperador Tai-^um, 
Ett, empregado, sempre ouvi dizer, que quem quer, que a arvore dnre, fortifica-lhe a raiz, quem quer, 
qne a corrente va longe, procura-lhe a nascença, e quem pensa na paz do reino, junta virtades : sem profoa- 
deza de nascença esperar longa corrente, aem fortaleza de raiz querer arvore durável, e sem virtude pcrtea- 
der paz no reino, por ignorante, que eu seja, sei, que he impoasivel : quanto mais o saberaS os instrvidoí? 
Hum soberano, que carrega com o peso do sceptro, que habita a grande va da China pmperador], e oal 
se lembfA, que na socego deve pensar no perigo, nem modera o luxo com a frugalidade, este corta a lait, 
pertendendo buma arvore viçosa, entope a nascente querendo huma longa corrente. Entre os cbefes ds 
antiguidade, que recebera^ huma missal celeste, muitasimos foraS, os que principiarão bem^ roas pooMii 
os q«ie chegarão ao fim : terá mais fácil receber a missaS que conserva la ? naõ, be porqne nas contradieffill 



43S 



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Cjfã. PUI Composições CaniAs* 

tnLU6*se os iaferiorM, com toda a Usnn, e na prosperidade se despresa a gente, eom desafogo : barendo toda 

a lisara, o Norte, e Sal formaS hoasa liMsIlia : despresando os mais, os irmãos sera^ estraahdE : aind&q-ae 
se goTerne com severidade, e se ameace com magestosa ira, por fim o poro fará violência, pa-a es câ- 
par dos castigos, mas tiaõ abraçará a hamsaidade; respeitara no exterior, mas naõ se sojeitarà do ia- 
terior : naS precisa g^randes queixas, para temer ham povo : na agoa se sustem o barco, e nella se vi- 
ra; deve o rei ter nisto grande cantela : se acontece ver coisa apeteciveK saiba conteatar-ae pela moders- 
çaõ; se fíier obras, saiba limitar-se, para dar descanço aos trabalhadores; quando se lembra da sus 
altura, peuse em conduzir-se com humildade: quando teme a medida cheia [de crimes] , lembre -se, qot 
o Riam, ^e o mar vasaÕ para os rios, [aUiviaõ-se]^ no dirertimeato da caga, lembre-se da regra dai 
três escapulas [n. 7] : no desgosto, e preguiça, pense, que deve cuidar bem no principio, e tesser 
naÕ chegar ao fim : temendo faier-se innaccessivel, pense em despir-se de prquisos, para ouvir os inferions. 
receando as adalaç'íe8, e injustiças, rectifique*se, abatendo os mãos ; querendo fazer graças, peii« em 
naõ premiar sem regra, por paixão ; quando se trata de castigos, pense em nai castigar irregolameate, 
por ira : e destes dez documentos conseguirá praticar nove -. escolha os talentos, e empregue-os: bosque 
os bons, e siga-os; e os sábios verificara6 os seus planos, os valerosos trabalhara 5 com toda a força, 
os benéficos espelhsrsô os seus beneficios, os fieis exercitarafl a sua fidelidade, e os letrados, e oulitaret | 

seraS igualmente ateis; na sua seriedade governará sem cuidados, nemafflicçSes em faser ca dereits^ 
todos os empregados : [elles o fara^]« 

Terceira OraçaÓ Solta. 
DescripçsS do Banquete da primavera, no Pomar dos pecegeiros, e abmnheiros. Por LI-PO, 

He o Mondo a estalagem de todas as coisa», o tempo o hospede das geiaçJa, 

e a vida transitória he como hum sonho : quanto dursrà o nosso gozo ? passcavaêi de 

Doiu os sntigos "^com velas na ma3, e com muita razaõ : quanto mais, que a Aorccetfto 



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Cêp, VIJL CcMPosKÕRs CniMAt. 

primavera not convida com 00 seua raporrs» e o ooiverto doi itnprfsU a auá beUeca: jantino-DOí 
pois do viçoso pomar dot peccgveirofy e abrunheiroi» dispomoi m divertimentos da parentela, agnn- 
tsmos os tHleatoi dua irmaõs menorti, que taô, qual outro fíêêl-iim, t os ment cantos envergonktt. 
me de cederem a> s de seu irmaõ C^am-lo t ainda bem oa6 esUÕ acabadas as bellas acclaBiaçõa, 
fà e8Uç« 5>] quando os altos discursos apresfDta6 a sua pureza : estendidas ^as esteiras sobre o jsspc, 
SOS assenumos do meio das flores» e com copos de ares grartdas nos embebedamos ao luar ; mas si 
naõ soar a lira» como desabafaremos os bellos sentimentos? se se na5 fazem versos» voto a coo- 
demuasaS do numero de copos [quatro] do jardim KíH'Cm [onde se inventon.j 

QUAETA Or\ça6 Solta. 
EpiUphIo de Ki-çM, Por LEU-CaM-lUEN. 

Os grandes boroens tem três virtodes : primeira rectidão nas adversidades» segunda exemplo 

dvdo aos Santos : terceira civilisaçaS dos povos : hora em /« houve hum varaS humamo, chamada 

Ki-ÇVy que reuniu em si todas estas virtudes para exemplo do mundo : por esta cansa» resvaú- 

^ndo Confiicio as Seis, escrituras, teve particular cuidado neste artigo. Tendo-se confundido taala 

■ã. lei natural, reinando CAou, que nem os prodígios celestes poderão ordena-la, nem se attendia s 

doutrina dos Santos 1 expor-se entaS â morte, despresando a vid«» era pura humanidade: oa5 fazr* 

lo, como inútil ao sacríficio dos meus maiores» [mui essencial] , retirar -se, para o continuar» era pon 

humanidade: mas a perder- se o meo reino» naS tinha coraça") para o faser : saõ sim duas virtudes, • 

houve, quem ns praticou; mas elle escolheo guardar a saa prudência, horm retiraiido-se deUc 

[imperadorj hora apparecendo : occultou os seus planos» (ojeiíando-se ao cárcere, e servidão ; os 

obscuridnde sem vicio, e na desgraça sem desesperação : por isso se diz no livro / : Kl-p« era as 

illuatrado, era recto na adversidade, quando se mudou o destino [dynastia] : quando os aioitaes 

toroaraS à rectidão, sabiu com o sen grande plano, que servin de modelo aos Santos; a dfusúi ' 

Chou com elle ordenou a ordem social, e eiitabelecoo o grande direito civil : j>or esta cnsi 

divem f)B auclores : Levou Ki-ç« para O paço a fazer o grande plino; o qua foi dar exemplo aos 

Santos I ?!endo feito fidalgo do reino CAau^sifn [conquista], promoveo a virtude, ensinou os boas 



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437 Cãp. nu, CcMNaÇte Cbimas. OftAÇâS Puiodica* 

cottames, naS dospreiando Tirtnde alguaia» aeni àeumfUÊiiÃo tlgacn, eomenrando o nciificSo éoêmÊr 
iores, fes doe ettrtngeirof, Ckinat : o q«« Ibi dvillitr ot poTOt. Eittbèlcceo ftib cMm grandet rirtadM, 
e M reunia em ti : se ea ooABtgiiir a rectídaõ no meio daa modancte do oníTeno, naS aertel hna 
grande homem ? Ai ! Ba5 sendo chegada a hora da [extincgaó] da casa de Ckou, naÕ ae tendo eztíi^ 
guido o sacrificio [fiamilia] de /W; mas tendo morrido Pi-cún, tendo fogido Fín-çw, se Ckom moriesM 
antes da sua maldade chegar ao snmmo, Vu-cam [prineipe] Tendo a rerolnÇaS em fermenteçnõ, e qw- 

rendo conscrrar o império, na$ havendo Ul homem, quem o ajndaria no restebekcimento da ordssi ? 

este facto ho Ul aem durida : hora este Senhor occnltendo-se paciente, e obrando deste maneira, naS 
intentou isto ? [ser ntU a seu tempoj 

Em tal dia de tal mes do imperador Ta^m se lerantou-este pagode» para lembrar n esto ci- 
dade de sacrificar annnalmeote. 

|. III. Okai^aõ Periódica, oo Moderna. 

A OrasaS PtfiotUca, segundo a Terdadeira regra, deve eoostar de quatro pares períodos corrêepoa- 
dentes, que^fizem o total de oito períodos; (alem do exórdio, e conclnsaõ) : se bem qne na reiei 
satf menos, outras mais, e outras alguns períodos naõ tem correspondente, o que, aindnqiie aaS 
he conforme a legitima regra, se permitte: quanto a oracaS total, ella constam de 700 lelm, 
ou de menos; maa na5 demais. 

Nota. A Oraça5 Periódica, ou Moderna, cujas leu se mostraõ em quatro ezemploa, bm- 
diante os números, e notas antecendntes, foi inventada no tempo de T'ain, e he n matéria dos 
exames dos doutores, mostrando nella a sua literatura, alem do conhecimento da mechanics 
das palavras : esta composIsaS sendo artificiosa, e exquiaíta, tem o inconveniente, reconhecido 
pelos natoraes, de embaraçar o \òo do pensamento, e comprimir n extensaS do natompCo^ 

Primeira OraqaÕ Pbrioiica« Por TM-VEU. 

Estando 09 pãi9 vivos, naõ vimjes hnge» Confúcio. 
O qne se ausenta para longe, esquece-se dos pais, por isso o Santo reprehende os filhoa, q« 
TÍajaS : com effetto viajar longe, estando os pais vivos, he ainda mesmo reconhecer, que tem psis ? 
por isso o Mestre reprehende o filho viajante, [ e dia, ] na verdade e« aad posso eE^ikv, 



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43Í Cpã. fífr CewposK^ãE» Chnas. 

como bum filho tiõ facilnif ot« M atiirnt^ de s«as p»it, recorda-se tWe, te no tempo, em qat estan bm 
faxas, podia, 00 na6, Beparar<«e por bum instante dot p»ís ? recorda-se se no tempo, qoe eraWadopdi 
ma':, ,'odÍH, ou haB, L.r^ ar {•or hum instante («pait» ? anppunbA-ae, quf bom filho fiea aemprc, ronoqnao* 
do estava das ^xaa, e era levado pela muo, como »e ehegnrá ao desgoMo d« separaçsõ, « apl^ 
tamento ? A pvnsoa be vinjunte, e os seus pensamentoa Tíirjantes saõ, que tal he o «eo estado^ 
m (o aiictor era nome de Confúcio) agora repreheodo o ansentar^se, estando os pais Tiro»; e mM 
reprebendo auseotar-se para longe. Felicidade na5 ha a maior, do que estar aos seoa pes, partia 
pando da sua alegrUi ; e quando^ pi tidp* da s ia alegria, he qoe se toTt», e rai riajar; tf 
tarol)cm naÕ pode- hum filho fazer com indiffterença ; sobe ao monte c-àlvo, e ao rerAe, pani rfí 
o alto palácio, (Pais,) e t>nde está elle? Alegria naS ha a maior [para os p»fe,] do qoe estar ni 
tnêio de sna casa, e «er x>bedecidos; e quando sa5 obedecidos, he qne elle se rolta, e se anseati: 
disto muito menos os pais Se atreviaS a lembrar-se; encosta6*se a porta do seo beco, e olhaõ oan 
as bordas do ceo, -e efUs ja estaÕ moi distantes Por esta eausa os pais pensad no filho ausente 
no meio dos trabalhos dos rento*, e do pó : as noites frias, que passo, todas saS contadas por mevs paitr 
-e so peregrino nas sdlidões*, t>8 resWtos, e monle:*, que eu passo, naõ rinhaS â cab^^ça de 
tneus pais; a voz, e figura esrà a mil lis de ditancla, e Tomo qne rem do meio da riats; l 
iigara, e idea se confundem, e ciddaS ahranca*1o : mss porqoe o Taroel tbí no caminho, o 
cuidado dos pais se aiigmenta : entaõ o abraçar o filho em casa, bt to em sonlios;^ a soa alma, e « 
^'aiitasma se equi?ocaô, c parece encoDtra-lo : mas i>orqiie a bandeira da jornada vai no caminho, a *t 
dos pais entaõ cresce. Se falíamos da soccéssaS do tempo, parecc-lhes ragarosa por hum» parte, • por oatit 
parece- lhes rápida; vagarosa» «ssim hum tku parece Ihêe 4m wtomnot^ (anãos), e o vii^nte eem rolltf 



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441 C«f. VJIJ. Ccmpo»i^5f.s CniNAi. OiaçaS Pbiiodica. 

rtpidn, BMÍm tret owtomnoi m9 Aum «Um, e o viijante timbein sem volUr: acaba o salgndro de 
eitar mni tíçoso» e logo Tem a chara, • neve em abiindacia i naS ha circunaUnda» que naS Uio 
Ara o cora^AÍ*: le fftlUmo» «Ia Jornada feltA, e por faxer, esta Ihefl serve de conaolaÇA'; maf t«or 
fim Ihea serre de tristeza : de contolaçaS, assim approTaS a resolução do filho, de Tiajar raroni)- 
mente, c naõ tem tempo de pensar em si : de tri^teaa, asaim pensaS nos trabalhos do filho u 
jornada, e igualmente na6 tem tempo de pen^r era si : lamentaS os salavancos do ligneo carro» 
sentem o espanto dos quatros machos, nsõ ha afectos, que na6 sejaõ inezplica?eis . Ezaqoi o 
que se chama viajar longe : aindaque o coração o prende as duas pessoas, o corpo ja tem corrido 
10 mil lis X procura communicar com elles de looge ; mas as agoas sendo extensas, e os moBifs 
altos, nnnca tem meio de commonicaça& : por i&so os antigos ua5 trocara5 o gosto de os rrr» e 
fallAf-lhes em csmi, pela jornada de mil lis ; quanto mais dias corre, tanto menos oa alimenta : ék 
intenta compensar em outro anno, amontoar restidos, e dispor mesas, e iguarias, e por fim D'infa 
compensa : ezaqui porque os antígoa naõ se privAvaõ do prazer de dar feijfiaa, e agoa em cem aiocs. 
pelo proveito, e honra de hrm instante; por tanto como estando os pais vivos, se viigarà longe? 
Segunda Oraçat PEaiooiCA. Por IU-CHAM-CH^AM. 
Aaò reâiataê mo «marido, [a] Mom*QU. 
A virtude da mulher he nnõ resistir, grande preceito ; mas hama mulher poderá reaíatir ? quaa- 
to maia ao marido ? tal he o preceito, que a mii da a filha; o ponto consiste niato, e em maia aada> 
Haverá quem diga, que nesta vida he infelicidade ser mulher ; neate mundo o qae custa mais t 
dizer, he o que pertence aos caaadoa ; o que he nescessario, he eaforçar-te a conservar a naia', 



[aj fíe preceito dmdo por huma fidalga m «um /lha, fue ia cmsãr, referido por Mom-rO. 



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Cp9. PIIl COMPOSIÇÕES CHlNikS. 

para na 5 ficares para sempre mal coml|o : agora que tu priocipiar a atar o otnto» (ornato da noWa,} aara 
de reserve, e naS to Adiarei ? Apartando-te de tons paisi e Indo para tua casa, nenhum doa senhores pares* 
tesi te torna a rer ; qnem to importa, be so o marido, e mais DÍognem : separando. t<} de tens iroBaõsi • 
bebendo à despedida, todas as tias paternas, e irmis maiores era va5 chorão, por ti -, porqoe o que 
,te consolará, be só teu marido, e mais ninguém : porem defendo olbar vos como hospedei, cooreoi 
procurar as virtudes do respeito, e unistf : e quanto maia deverá o concurso das rodas augme 
Dtar a boa harmonia, e affecto ; por isso digo: Porder^se^ba resistir ao marido? A habilidade, e pru- 
dência do marido, iie por si bastante, para por em ordem a famiUa» sem desordens^ mas suppooita- 
mos sinda, que o marido tinha defeitos, se o poderes corrigir, corrigc<«o; se kõ incorrigivel, na5 re* 
sistss á sua vontade. Cuida em respeita-lo ; e para isto com hum cora^aõ humilde condescende 
com elle ; e será licito por veutnra levantar-se contra elle ? A moderação, e dignidade do man- 
do pode por si conservar a tranquilidade, sem disuniSes i mas suppoiíhamos air^da, que se irara, se 

o podes apaziguar, apasigúa-o, se o na5 o poderes accduMMlar,. naS vas de encontro a ponta da op». 
da. Tem muito cuidado ; e j>ara isto com. boas palavras conduze-o ; e será licito zaogar-se, e ia- 

sulta-lo ? NaS ostentes a tua formosura ; colhendo a fom^/ei^ [que lie gostosa,] convém ter cuidado 

em na5 deixar a ^»arte inferior, [que he amarga] : na5 louves os teus talentos, preparando 

a pin-ç*ao [herva aqoatica, para o sacrificio,] lembra-te que o que se diz em casa, naS saia fora 

delia; naS digas, que as obrigações >de hum saÕ leves, « as do outro pesadas ; ha differente gradnaçt» 
de pessoas, cada hum se conlente com a soa : na5 digas, que a muHier hombrea com o homem; mas psra 
a boa ordem da familia, tu has de ser a priíueira .em ia«er, o que podes ; na) tenhas grande soberluí 
sendo grande a soberba, levantaõ-se contendas : taWez que o marido soffra ; soffre no exterior, e ira-se ao 
interior; ; o bomem naturalmente he altivo, e deixar-se-ha elle ababer por muito tempo ? na3 te fies no sca 
amor,; fiando- te no amor, [tomarás liberdade^] perderas a graça; postcque o marido talrei releve^ 



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UÒ Cãp. Yíú. CompmiçSeb Chinai. OraçaS Pbuodica. 

BO principio relera por affecto, e depoii m ira cootra ti : o laror do holiiem ht mai delicadOí c a&5 
terás cuidado ? esta ba o esoprego de toda a toa Tida : assim daiido*te a aiaõ ao caiiiabr, (i 
despedida) naS temo ser-ta iafadoaha : tudo isto digo por própria experiência, por isso ao poxar-tepdt 
manga, a restido, (para partir), fallo-te com miudeza t 8i5 chegados os coches, cantaõ os patos mu- 

«darins, rai, contenta o teu noiro, rirei como irmaõs, e naõ sejas a desgraça de teus pais. 

^* T£RCBIBA ORAÇAÕ PeRIODIOA. 

A Lei naò te ^èttrva, «if^ pmra hum ^•/r, vam pmrn, o mar. Confúcio. 
Sante o Santo, que o mundo o naõ receba : e representa ter pensamento de se ausentar : poraaten 
"• Santo rontadc de ir para o mar? nuG, porque a Lei se tiaS obserra, suspirando dia, quelebiJi 
ausentar, porque o acote. Quando oe affectos do homem chegaS ao summo, algumas rezes puvff 
dizar coisas deshumanas : quando se tem perdido as esperanças, de repente esforça-se a ^er •^ 
f 5es inesperadas : au Confúcio ho^t por barer coisas, que naS posso realoiente remediar, modo it 
pensamento, a rarío da meioa ; porque tenho inquietações, que na > podem passar n^hnm instante : m- 
gundo a regra celeate quando se chega ao infimo, sobe-se : segundo isto este era o Xxa^ 
próprio de se fazer ; mu como nunca sa sobe ? segundo a natureza humana, qn&udo ha de^oiS) 
pensasse em reforma ; segundo isto a presente gera::a9 era a matéria própria para se rerificar ; mascaas 
nunca se reforma ? abl he por que ha muito, q'ie a Lei se naõ obserra ; suspiro por noticias do occideate, <o 

bom homem na^ apparece ; tenho os intentos d« Chou de Leste, e na5 chega o tempo i» • 
'receberem ; assim . naS * me resta, sena6 subir a hum bote, c k para o mar. No mós ** 
qnatro mares [China] quem ma he dessemelhante na natureza '7 c como ta5 



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Cãy. tllf G<fMP0Siç6e^ Chi N ar. Ora9*S FeinoDicn. 

me retiro ? le ot tons dot trittet suspirou, e ts circuoAtanciu perígotM aaS fosion vkMli pdòi 

mf os olhof, e ouvidos polas minhas orelhas, poderia disfarçar por hom ponoo a mialia pena : entre 
08 quatro mares, qoem se na5 doe, conio eu ? e coao iodifferente mt vou ? Mas suppoodo, qne t 
minha rege naõ passasse pelas praças dos reinos dos fidalgos, e eu nad entrasse na sociedade dos ho- 
mens existentet», poderia por bum pouco deixar de cumprir ~o meu derer. Fosto que di/em, que d& 

monte Ki, e noTÍo IntfUe pode esur bem, com tudo morar Ia, e naS me compadecer da tristeza 
dos maitf, como poderei soffre-lo ? naõ ha melhor plano, qne fugir da gente, e estar so. Se bem qne 
huma terra obscura, e estéril também he capaz de reforma ; se pois habitar oestes sitios, e lirer 
•civilizado os habitantes, parecer-me-ha5 inhabltaveis ? para que pois por o aWo em metter-me * 
mundo com aa sobrancelhas levantadas? [gosto]-. Indo á revelia de hom bole, subindo, e deeceinSe 

sobre as ondas, fico fera da pátria, e na6 me intrometto n' s negócios delia : este hc o meu fim, 
'este o meu refugio^ por*me-hei no roeb das vagas iwmeDsss, e ToUHr-mt.-taéi, para ver a m^hba 
■pátria, e reino; pois que m inundaQa3 do mundi he qussi unlverssal, assentado poderei neste iateT- 
*T}lIo descançar bum pouco : he este omeoprazer» he o meu Am. Mas -ai! he porque a Lei, He nc6 

observa, que eu taõ depressa formei esta teaçoõ : a "vontade de soccorrer o mimdo de repente se mo- 
dou em projecto de fugir do mnndo: o homem, que na6 heTecebido, 9e deve collocar em liuma ter- 
ra, que naõ serve de nada; porem voltando todos os que me acompanharem da praia leu fÇ « lu, v&leuts&c. 

me aeompatihhrj na miuha viagem. 



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C0p. VJIl. CoMPOsisdis Chinas. 

QuAtTá Orasa6 Periódica, (a) Por XE^XAM-CHO'. 

P'li'hi nmi ãdm90ttêitf eonktcto, qut o Jtdmigm 4ê lu era imcúrrigioel, e 
retk^u-te p&rm CkU», Mom-çu 
Hum ministro de Jm chamou-sc Naõ admoettatiU: conheceo, que era impoaslrel &ze-lo, e re- 
tirou -at. Mas Hi porque na8 admoestou ? foi so por saber, que era iacorrígirel ; e isto basta para eato- 
der a antiga retirada de Hl de /« para Ch*in, Se acaso hum ministro, quando o aen reino está em pe- 
rigo» fica em silencio, e sem pena se ausenta, isto com effeito he bem rergonhoso para hom tu- 
gUtrado sisudo ; e com tudo oe homens de maior talento, no teçapo das calamidades, algumas Tcza 

por desgraça o fazem ; e porque esta acçaõ he mui sentida pelo povo, sempr^s a sua intcnça5 diffid- 
Bfotc he conhecida pelo mundo; basta pois, que entendamos a causa da sua retirada, e ditada [« 

CA'in,] e nad precisamos disputar mais nada* Querendo os CAin passar por/*, Cum^cke J^i oppo««i 
mas que pena ! de manhã sahiu a representação de K*t, e a noite entrarão os presentes dos Chi» ; e • 
planos da Ki ficarão sem effeito : neste tempo Ju estava quasi sem homens : que desgraça /« cstm 

sem homans ! lu ainda tinha o ministro Po^li-hi^ que se nag tinha ainda retirado; mas CVa-cií- 
A*4 reprfsentoa, naS por saber que, podia representar; mas representou sabendo, que nad poifia repre- 
sentar. Dirá hum sábio : Hi sendo ministro de In- devia por officio representar, Hif e K*i eraS igoalmeatí 
ministros, tm justo representar; e quem diria, que Hi por fim na5 havia de representar ? com tsde 
i>so 0i naõ foi omisso em representar: supponha-se que Hi fallara, qnem como ICl:ou sappoaha-se 
qne Hi fallava tudo o possitél, do mesmo modo, quem como K*i } Se Hi podia oppor-se, e ai6 « 
fez, que grande cobardia de Ht ? mas ah 1 isto he naõ comprehender a razaS, por qne H# se naS ^ 
poz ! supponbamos, que o soberano de lu era corrigi vel, pela comparação dos beiços, e dentes [fe^ 
por K'0 (b) }a se lhe tinha opposto . cera força ; SUfponhamos, que o senhor de /■ «» 

[a] He tiitfuUtr, por naõ ter oa periodoa oôrresp-mdentes, segundo a regro, de compor ^^ » 

[b] Dtoomdo , i/ue • reino, que im ter ã-commettido, < o propriê eraõ dej^endentra emioo • 
dentei, e beO^o*. 



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451 Cop, rni.^ ComposkSrs Chinai. OraQao Feiiiodica. 

corrígivel pelo eiemplo de f/am, e CkíHim (cloÍ9 seohorei deBtruidos) ja se tinba instruído madnrákneme ; 
suppoohamot, que o senhor de /« era corrígivel, a bondade do «acrificio (outro erftmp]o)]a se Ibe Uok 
exposto bem, e qne aconteceo ? na8 bsTeré sacriftcio de Inverno (diase K*0> e com tfNXxn naSo boort (por 
cauaa dos estrangeiros) ; retiro- me com a minha família, e com effeito reliroo-se com a fsmllía: lofs 
o senhor de /« era incorrigível. Mas se corrigisse o incorrigível, Bi oa5 manchara o caracter de has 
vassallo fiel ; se corrigirae o iocorrigirel, Hí na5 deixara de ser Irani ministro do reino : i e corrígif- 
se o incorrigirel, Hí em que perjudicava o antigo reino, c soberano ? como he, que perdido o retnOj 
e a própria casa, sem custo ^>asfou ao occídente, e foi para Ck*in ? roltara-se para a antiga patrit. 
onde JH florecera o trígo pakSfava em /-rW, o a naça5 estva perdida; que sentimentos de P«-fi-A»' 
falta de «elo ate aqui ! maa ai ! este siiccessa nem em parte se pode explicar a idiotas : he que P*- 
li'hi sabendo, que o soberano de In era incorrigível, foi para CK^ii^. Isto na5 obstante Po U-ki en ^^ 
alraente ministro de /«, e o entrar em Ohin rcrdadeiramente naS era o seu intento : supponha-se, vtt 
naquelle tempo elle sabia, que /a era corrígivel, enta6 elle com o ministro K'4 entrariaô a par, compn- 
riaô o teu dever no paiz de /«, e na praça de Jawhan [eA*m] haveria vestígio do TninUtro in 
cinco ovelhas ? (em Chin lhe dernS cinco pellea de ovelha) e enUÕ vatt dizer, que depois da perdi 
de Ii/, elle fora com bum memoiial de baixo do braço supplicar a CtCin-y na> ha tal, na6 ha tal. 



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§• IV. PouiA Anti o A. 

A< PofsU antiga» (como a nederoa) consta de cantigas de quatro qnalhSades, tOBetotj 
ftinebret, &c. cu}a lei geral he ao constar de toantes geralmente no segando, e qnarto reno : 
• Yerso ser de 3, 4, 5, 6, e 7» letras, e ainda na mesma peça buns compridos» ontrat cortib 

C-f^tSga [^ac&mpanhãdã] Â9 Vcntê ftU, 

}Iiitu prAiulr \%rt,. ^f. ;..^ T^ AS BiiTens rem voando, o mar ae toma magfstoso, Tolteaos^ â 

iiitijK |>í t:lft ir»i8 Vr^m^j et V-v^ei ''-ales, oue «s rtias todss guardem ^ 

Qú'\ii^n {'e 7 If IS á Primavera, r /'c'». 

A noi:e i»a'?s-a » ^ç^»^'- ího i'o pc-;: - - .• . ' ^aõ U oi: flor, na sala da frente do PaÇt 
Viúiam o loar est* alto : F'in-iam cau^, oa:.;» & nov» gia^a ; ha frio de primavera fora do repc*- 
leiro, e da-sc-lbe hum chim^rc de bror aJ^ [Os que em desgraça se afligem pela graça doa mais.] 

VersM de 5 letrmu O SottinrU, 
O nobre, e plebeo, se bem dirii netos, todos sahem a seus negócios, en so nem emharaçoa meve* 
tiro á soHda9 : a branda chuva t^e noite passa, nao advirto nas bervas da primavera, no verde moale 
raia o sol, em toroo da choça as aves. cbilrad : entaÕ ora vou com o passageiro, ora me junto as 
mateiro t convém ctmtentar-me com a minha esfera, aem desprezar do mundo a gloria. 



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Cttp.' VilL CoMrotiQ^ri CaiifAf. Fomia. 

qm^éru «flíAf iê diMt iHfm Mm o ttfaadoí t qatrio feito tn totatiit Irami tmíi uIm 

ot pMft «8 eorrMpoBdoAtti, ootru io buoii outru Mnbiim« 

Vai a Atfina cem ãe hehtdt. 
Hoje le bebe a torto, e • direito; naS not limitamos a snatentar a oatareza racteiia), estoa 
Tendo a todoí bêbedos, • poderei ea ficar 8o em mea Juiso ? [Reprekande as desordens do lea temp*.} 

Verde be a cor da berra, quando a do salgueiro be amarella; o pecegneiro tem a flor apinho- 
ada, e a do abranbeiro esta cbeirando : o leste sopra sem tirar-me a tristeza, e a prímarera aiadâ 
augmenta a mioba affiicfia^ [DesgostadoO 

Poesia Reci/lar, ou KfooBaKA. 
A poesfo R^ular, on Moderna [oitava] consta de doas quadras, e quatro toiíntes» qtie saS «• 
to rersos : dois no exórdio, dois na ligaÇaõ, dois na digressão, e dois na conclusão : oada par d«re 
ser correspondente também no tom plano, on naS plano : -se a segunda letra do prin»eiro verso kt 
plana, a segunda do terceiro será na6 plans, e as avessas : o tom da primeira, terceira, e quinta letra 
be livre ; • da segonda, qaarta, e sexta be obrigado a corresponder. Os pares do exórdio, e condosaS 
na6 precisão ser correspondentes nos termos : tal be a regra doa verses de cinco, e sete letras A Saaqai> 
•itara depois do par da ligaça5 mette mais buma, ou mais quadras, e logo faia digressão, e conclusa! 

terso» de 5 leiras. Banquete n^cturnê nm àdã'le de íeu, 
O vento afresco traz a cbuva da noite, e o agoaceiro oçouta -«s bosques e>- 
regeladoa ; mas t) jantar n'hum grande palácio pode fazer-me esquecer da veliáce f 



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Cãp. FJII. CoMPOfiçSrt CniNAt. PouiaJ 

oê loldadoe jog«5 a etpada, • ot barbaroi MtoblaS com hervu; mu sê naS fosse fenertl das nits, 

naS saberia, quanto be bom estar na graça. . 

Acompanhand» Acmiemàe9 Cham-sQ-ma, fue im pttrã «urr </• Stí, pôr hum epiíãpki; 

Grinaldas t«5 ao polo do Sul : de baixo do cruzeiro se grara huma elegante composição de 
Ckau (reino) -. três magistrados saÕ mandados : nos reinos de Mam se abre bum epitapbio, na tenda mnitB 
flores rebsataÕ -. na barca da primavera miúda cbuva cabe : subindo ao alto mar, enviado pelo ceo [m^ 
nad sei quando voltaras. 

Poesia Regular. 
Vertoi de 7 htrat^ fnio* na cidade de leu [terroi das raiat'] nê principie do annê. 

O anno passado em Kim do S ul as smeiaas pareciaô neve (no numeroj , este anoo em Ki do 
Norte a neve parece ameixas : daqui [destes dois annos] se ve, qual be a constância da vida bamt- 
na^ ahkda porem gostamos, de qaa o anno va, c volte : nas raias as guarnições cantaõ ditf continnoii 
mas na corte ba ilIumioag5es, ate o romper do dia : do distante .Oeste aspiro ao sol (rei) de CJUa- 
gmn (corte) t tomara offerecer bum copo a duração do monte Sul. 

Poesia regular PA[ (sesquioitava) de 5 letras. 
Recordando as antiguidadeê de Po- ti. 

Poê-se o aol nO grande Kí«w, be noite ; paraõ os remos, ftlla-se dos costumes da tem 5 
a metropoli (P^ti) esU próxima ao reino Pflçw, a soa tarrc encobre o palácio de /f«i« (alta) ; os barbs- 
ros sojeitos vem a ser conquistas de Chou ; os vastos bosques vem a ser mérito de /« ; as verdes al- 
tas paredes (serras) se cortaS ; os perigosos lugares ficaôaccessiveis ;aa,velba8 arvores nascem do me- 
io das nuvens; os barcos, que vem, sabem de entre a névoa. ib neste canal se perde a vista; as rdl- 
xSes, que o viaiantc assenUdo faz, naS tem termo. 



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Cã^, Plli Comronq6e» Chinai. 

S. V. FoftMULARIOt DE OrDENS, EtCRlTdRAS, &C« 

Decreto. (Fode terrlr de modelo de omçaô dHibrrãiivn inlu.) 
Eitimãf m 0griCHltur9, e mnêTtirai, para ter, fue vestir , ê cvmer. 
Eu (Imperador) tempre ouvi dizer, qo« o poro se* minteoi es«ncUl mente com Testfdo, e «»• 
roída, e cite veind* agricuUura, e amorelrei (para «sede): le o homem naô Urra, soffirerè a fome,» i 
mulher naõ tece, soífrerá o frio. Antigamente o Imperador lavrara por toa ma6, e aímpreratrU seoe^ 
tva airoreirai por sua uiaa : sendo pessoas taõ nobres, na6 se esquivavaÔ do trabalho, para exeapís 
do império : todo o povo busca, o que lhe he esseucUl ; mas o meio de obter o vcstído, e comida, pria- 
cipift na terra, cresre com o tempo, e junta-»e com o trabalho : ae hum no próprio ofBcio tem «1- 
ynma falu de esforço, soffrerá falUs; assim com a industria o homem tcrâ graõs de sobejo, e « 
íuulher psnnos de mais; e com a laildaS na6 haverá, que offerecer aos pais, nem com que soata- 
tar o» inferiores, mulher, c lhos; isto he coisa certa. Aindaque a» terras do Norte, e. Sol tem dife- 
renças, sendo humas altas, out.* baixas, humas ^ecci^, outras hamidas; para as altas, e seccas, he pró- 
prio o milho, e para as bwx.,á, c húmidas he próprio o arroz « e se bem saÔ dois recniso* do 
sustento, ambos pertencem è agricultura. A plaataçaS de amoreiras, e criaça6 do bicho da seda, 
exceptuando h'iam («a»), Che (kiam,) Su-rhoan, e llu-pei^ em poucas provinciaa tem .bom soe- 

cesso; porem »omeia-se o linho, e planta-se o alg^ndao, que se torcem, ou fiaô, o qae saS differeotn 
recursos de vestido; in^is ^\fi o mebmo, que plantar amoreiras: esforce-se pois o meu povo i 
agricuUura, e cultura dae amoreiras; ua5 ee entregue ao descançoi e íiija do trabalho; naS iga 
diligente no principio, e preguiçoso do fim : porque acontece haver hnm anno de fome, saS 

largue logo o campo, e pomar; naõ aspire a grandes ganhos, e a multiplicar lucros no negocio, 

mudando de repente de officio ; maj le se resolver a estiôiar o sen estado, aindaque do qne st 

colhe n'hum anno, reste htm pouco dos direitos públicos, c gastos particnUres, Jootaià dôarm, « 



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Cay^ Plfí CoMposiçSes Chinas. Formular im. 

mensaliiiente» ate ter abundtQcia para si, e farallia^e passar • patrínionÍQ de filhos • aetos, • que»* 

rá bum proveito eterno ; mas ê4 aj contrario deixar o essencial (ag rícultura) , e pfgar no acrcf- 

aorio podeiá haver huma tal JuraçaÒ ? E vis soldados, que estais de baixo da disciplina niilitarj e nt^ 
vos occupais na agricultura, nem nas af^rdrasi reparai, que o soldo, que se vos reparte oseossl- 

[ mente, c o arroz, que dos celleiros se vos da, sa9 direitos, que o poro paga, para se vos diatriboir, 
e sustentar-vos, e a vo»sa casi, sem baver hum fio, ou gra>, que na5 venha da agricultora^ e amo- 
reiras : e ja que vos gozais o proveito do povo, doveis ter mutua paz, c por os meios 
de defesa, para que os lavradores possaÕ tiAbt\li.ir com toda força : naõ ros faltando nnncs 
o vestido, e comida, bem podeis estar dc.^&açaJo3 E v^s empregados magistrados, e militares 
todos tendes obrigujiò de exhort «r, e \i a ; naS tirri-í o t'mpo ao povo (em obra» publicas ;) na> 

embaraceis os nepocios ('o t^* .. t, r .''7iMço»as, re prebendei os; os industrioso?, animai-os ; pre- 
( - , « . -,, ^ ;.-.', . \ . /uj, 'j'^t '' ^oro n.iõ larjiie o arad>, que as ronlberes ntj 

.].-., - 1' .T ' c ! •■ '■ ' r ^fr.?»-*^ . Ir r* ? repa ^i^s pelos monles 'fontcf), a gnllt.ba, o j orctí, 

-,^ . ^ ., ♦ ., .; r > f .■ , . ■ . ,, e t ..,.0 !■ í-Ci^ír, para supprir a deficienria da agri- 

^ . i .'.-.• tUa Iium DO seuofô.is t l.averi buma grande rcsur«ía de vestido, e 

1,^ 1 '. , », '.?, que nos annos de abund.m.-la naj f 11:1.5 pro\ .>a'^, fpic na a£9'ieDCÍa de 

,. ,. .,^ ' u íitar muito, sem poMpnr, que lie o me'ím;í, tjue a falta de indostría : 

»Ie:u - i ' ' i^ e pelrs, c dvs ;f'> ir a hortaliça, e graõs, esmerar-se nos bordados, 

e deixar o!: ' ■ ■. se ^ . ; o iatroduTiir o uso do 1 u^ o, e adornos, he o que ainda ranis convém, qoe vos 

soldados,' e povo paíiitilarniente eviteis ; nos antigos séculos dos reinos fiorecentes os velhos restia^- 

se de panno, e comia» ca^^re, e o» moGO» f^^^' padeci 6 fome, nem f rio : o meio de gozar de b«uui 

ial abundância, e de introduzir os bons costumes consiste iodo nisto (que tenho ezj osto) Respeite ^e^ 



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Cip, FJII. C«if?otiç5ci Chinas. PoEMcrtAUot. 

IUpreuintaçaõ 

Voa expor ot Direitos sdiaaudos, a demasiada oppreisaS do povo, e snppUear se proliibtõ, 
para aliviar o povo fraco, • aafmentar o patríinonio publico. 

Dfsde que Vossa Majestade estabeleceo o seu boto tbrono, (oova dinastia,) a felicidade tta 
trantb. riftdo ate os reioos estranbos : u ilhas mais remotas tem mostrado hum coração amaste, rei- 
pectnoso, e o povo por toda a parte be prompto em pagar os tributos, gostando todo dle de pagar m 
direitof com sinserídade, e eatrando com todo o coraçad na reforma, e civiliiaça6 ; porque ao reíM 
esta5 os tribntos annuais estabelecidoí, e cobrasse annoalmente numero certo de direitos, oaõ le exi- 
giade mais do estabelecido tributo, nem perseguindo por direitos exj-aordinaríos : ficando assim a 
governo sem incómodo, e o povo sem oppressaS : grandes leis ! Mas eu tenho ouvido ha annos, qoe 
ha empregados avarentos, que naV tendo acabado de cobrar os tributos do presente anno, logo cxigea, 
e perseguem pelos do anno seguinte, que he em hum aano cobiar os tributos de dois, e chamaõ a ííId 
Direitos adiantados: ora sendo taS grande o Império, • untas as cidades, e vlllas poderá ááuc 

de haver, qoem, governando mal, continue o abuso sem emenda ? bum abuso, que molesta ti«- 
to o povo, he' que eu peço, se me permitia expor miudamente* Anda o povo miado a labtt- 
tar o anirn todo, e a que recolhe, sa5 algumas dezesas de alqueires de gra5s ; daqui sabem o» trí* i 
butos para o pubfico, • o sustento de oito bocas; vai a feira vender pa5 para os arredameftfos, scb 
nunca juntar mil reis ; tirados os tributos pouco resta para metter na boca, e ainda ba, a quem M 
chega o sustento, e se vsi endividar, pedindo empresUdo : na6 tendo o povo miúdo nmis lesmrçis, 
UbuUndo, e esforçando-sc a promptamente pagar os direitos, obriga-lo a pagar os do a«no «egaiate, aai 
he querer tirar -lhe logo os tutano* todos? Supponhamos, que estes tributos adiantados entrava S logo a- 

diantados para a fazenda, e que actualmente se levantassem tropas de reforço ; poderia6 servir para 
kê urgências ; mas ha aonos, que os rendeiros das cidades, e villas so entrega 6 ham anno, e ainda ba 



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Cã^, PUí CoMPOtlQ^M CaiNAI. FoEMVLARlOt. 

ntfl •tttrtfâ kttn toao ioUiro, • aindA ba, quem no «ono fica defendo alguof tnaot i coitado 4o foke 
povo 1 qaaado Tem dum aono de earbtU, ate o Imperador com lioma bondade cclette procnra ae- 
dos de alWUr, e perdoar oe tribatos, oo qut moetra o boa intento de olbar pnra o povo, coae 
I para filhos, e beneficia- los-, qaando ot rendeiros ararentoa vem a flagela lo rontinuament^y a tjn- 
nizalo arbitrariamente: como he isto? parece-me, que a tua intenção naõ hc, aenaS que arreca- 
dando Of tributos de mais de hum anno, conae^uiraS raVis ararias, (excesna de direilosJ; naõ at- 
tendendo, senaS a engordar -se sem compaixão das misérias do poro : ainda isto na8 he tado; o 
poro tem pouco para si, e para a familia; com dois tributos no anno, fica exhausto, fica esfoladc; o- 
brígando-o assim a fugir, enchendo os caminhos; e eem saber , para onde se ha de voltar, ae eteoa- 

de nôs canaes, a canos, achasse logo a população diminuta, e perde muito a fazenda. Snpplico pois, qat 
vigorosomeate ordene aos vicereis, e sotovicereis de cada província, que promuignem promptamente ordco, 
para que ae houver, quem se atreva a continuar o abuso passado, e fatigar oa povos ,logo seja iH t- 

vidualmente accusado, para com fundamento e sentenciar, e as familtaa tendo socego, recobrara^ o aa- 
tigo espirito, poderão respirar, e a porfia pagaraS os tributoa; he neste fundamento, que se podea 
segurar os tempos pacifieoa, e felizes. A representação dolorosa, que fica a cima, nasce toda da idea da 
politica do reino, • salvaçiõ do povo : e st o que este vaasallo diz, for acertado, aopplico a Voess 

Majestade a acolha, expurgue, e rcmetta em consulta «um tribnnaes, e sanccione a sua resposta. 

Edital. 

£jrhortãndo a vir á escola pia, 

N. Juiz da fora da villa de Zim faz aaber ao exercHo, e povo, que élle «esi 
posto bnma escola pia, para educar o« meninos de gente desamparada : o motiro he per 
sentir a falu 4e coltura dos cestnmee de Lim, t cooipadecer-se ^a pobreza do povo 



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fpp, VJll. CeMP*tlç6ct CniNAt. PoRMULARlOt. 

c.ic; uodo ftubelfeido eita Mcolê j« ha hum anuo» ot neoiDOS potiM ndU tiada aat be» pciCM: 
o mo* iro he for te iuppor> quo • ettodâr na eicola pia ha diaalroao (por caifciiar pobrtn); oui 
i»to be ignorar • lei d»t etcolu daf Tillat» qua vem da antiguidade : aaS honvaraS por Teoturi bo* 
mirDf celebres, que ublraÕ delias? naõ be Uto tar vergonba, do qae naS bc rerfooboso? Se ns 
mesmos os podeis insinar, ou podeis cbanoar mettrei» muito gostarei; mas se ros oaS podeis pngsT 

a '^bum mestre, ao mesmo tempo que vos edvergonbais do oome de escola pia, e os deixais ftesr 
rudes, e grosseiros, sem ensino, tenbo muita pena : ea tenho bem pequeno ordenado, e naõ fis isto 
para vos" constranger; mas desejando ardentemente a vossa ipstrucçaS, naõ posso deixar de usar de 
vários meios para vos persuadir. Ora aos tantos do corrente se abrirá a escola, e os Alhos de gea* 
te pobre poderão ser trazidos, a aprender as artes. Naõ queirais, qrie os filhos do5 lavradores ft- 

quem lavradores (iognorantes} , e estimarei muito. De propósito ros commanico o sobredito. 

Editai. 
A prohtbir os mulheres de ir aug pagodet, a fferecer imeemtês. Per Hoam-leu-haiu. 
(Publica-se este) para prclnbir a proragaçaõ da luxuria, e ruina da boa mora), e reformar m 
costumes. Consta, que he da recta rain^, cuidarem as mulheres em estar recolhidas no seu reparti- 
mento, (as mulheres moraS à parte) : os costumes modernos differcm dos anti^s ; gostaÕ as mafhe- 
rcs f agora) de passear, de grandcB oruíiios, e bonitos vestidos, de divertir-se p©r mar, c por terra, 
de botes pintados, e ceges cheirosas, de adorar os deoses, e visitar Fo; de sahir, e mostrar-ye, «lea- 
dendo-se CRta pratica, c tornando- se em costume ; roisturando-se nos magotes dos moços, c rrac^ai^ 
nas casas dos bonzos de Fo, c Tuu -, ')» ntô direi, que isto b. Ô borbtletas, suspirando por floft». 
coraçges embebidos em prazeres, dcshonestos demónios, e luxuriosos diabos, que tudo conirrte* 
em casas de prazer ; m»s havendo vsi-ecudores, que dizem graças, hc difficil fugir das leve», e «a- 
das liDguas; ueui se podora ciubarayar os varlloa de deocr^^ver o iiixo, das que passararaô : e q&õ lie 



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Tc^. VJtl. CoMPOMÇ^^rt CniHAI. PoRMULAXIOt. 

procarar p«r ai e»Ua rilipendioa ? Ainda ba cobu niaii abomiiuTeit : ha muridoa ira reif9> 
nh», que vaS render at miilherea» t ettaa losuricm lerreofie daqncUe pretextr; mu o qoc qurira 
he ver ot ufii^t : aloda mala, oa maridos lodo mo aen lado, • reado oatroa corteja-las, tem gna» 
de praxer v as mulberea «matadas da affciçaS, e presenteadas com alfinetes de cabello, goiUS de haa 
^ encontro, • eotaó augmentaft a formosura, e oroaõ a belleza : e que diffemiça tai disto as casas dt 
devusldtõ das praças ? assim be qna grandes familias, e casu distinctas se tomaõ eo contos de ne* 
retiizes ; se se na5 coctaõ estes abusos, a mina dos costumes terá termo ? eis aqui porque ev, eooo 
Juic de fora dcfta tí11<i, ponbo este grande EJital, para primeiro mandar, e logo prerder : se booTcr 
pois malber, que co^o ate agora, saia a passear, e entrar dos pagodes a offerecer incensos, sendo di 
casa de cavalheiro, se lhe prenderá5 Of crisdos, o sendo de gente ordinária se prenderá o cabeçada 
casa : e os bonzos de Fo, e Tau, que a hospedarem, aeráS bem ca«tigadoa cora canga publica *• Qoaato 
a> trea orden« de rezadeiras, e seis serventes; cilas aaõ, as que ensiaa6 a deahonetirfadt*, raÕ boscar 
as^ideas de rento, e luar para livremente fallarem desbonestidades, fazer alrorotar as mesmas na* 
Iberes boneatas, e apanha-laa na sua rede Infame; perrartendo assim ate as senhoraa nobrca : quaoto 
aos maridos; dar-lhes livre entrada, he querer receber aluguel das mulheres: por tanto daqui por 
diante u cantoras, bonsas, casamenteiras, corretoras, e outras senrentes, a ezepçaS daa parteiras, aiõ 
se lhes permitte entrar em casa alheia, a pedir esmola, nem hospedar gente da terra ; maadp 
pois aos cabeçns das roas, qne indaguem bem, e na^ attendendo ao passado, se houver, qnem cootn- 
venha a esta ordero, logo dcem parte, para por ella se prenderem, e cxaminnrem s se lasim se execotar, m 
costumes melhorara5; no repartirafnto íeroenino se obserarà a exacta aepnraçaS de fora; os lu>n>eaai 
• mulberea terad todaa ns virtudes do cApitulo C«*a-cAiK (matrimonaes). Para iotelligencia de todM- 



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^ pt^hikir mndar dê mife. < 

N. N. ke. Um tcordaclo em probibir terrrtmente tndar dt noit^^ Mra speegar. s terru, 
N«i repetidHi portai do reino bc IocaS a» vifílias com matrACit, para previ nír os m*os fonstt- 
rot, c ot povoa dat lAdcat tocao cain^aiaiia, tu^hu n ferro, pira cmbiraQaç, os ladrics ; o qot bS 
claras pr^bibiçôes; e quem as transgredira ? vendo d^ actuí^laiçnta, as perlmbações da terr», tií» 
in/tstado d« salteaJores, qnt de ooiu andaó s^ns frel(|, sari fácil rf conhece los ? (aadaodo o f#»» ] 
de noite) : ais o motivo, porqut clles, «provtitando a occasia^, ftirU5 ás escondidas, e ate roobaõ no t^ 
dia, naS podendo nos dormir descançndJS, t perígaii<1» as nomas vidas ; o qne he hom mal iacak;- 
lavei, t huma desgraça extpaordiofria : ^Ls •motivo, p«rqti^^preparames hum codvite, t eoaroos:* * 
a todo9, para acordarmos na seguiata prohibi^a' : Lo^ que seja la.<co fusco se prohibe andar jtr 
fora ate a quinta vigilla, c três quartos, quando se podr^ra andnr livremente: diariamente haverão fm- 
das por turnos, e havando algum trausgresitor, se dará signal com a bátega, e cala h im pecara fx 
lança, espada, asco, ou espingarda, e quam o matir ficará Itnpone :e se U>cada ^ bat^^, m àescs- 
hrir, qne alguém em^ particular oa^ aci^âiu, oe outro dia pria man^i será castigmde oa pr masi it 

todos, e naff se lhe perdoas facilmente : para. isto escrevemos vários exemplares, para afixar ea 
toda a parte, para que aoa tirantes conste esta prohibi^aô» e os salteadores qne fiig eu galljs a cu- 
tfcr (para^ se abrirem a% portas) naõ possaõ faier, o qne qnenem. Kespeanesamente se i.corJoa. 

P*tiça8í 
Para tnãtidar tirar e$ ChêHpantu* 

O Cavalberio Nv representa sobre »s continuadas Choupanas,, qae hjkoas pragas, e aupplica» i^** 
mandadas tirar, para previoir qualquer desgraça de ineendio. He constante, que a calaotidade d'4ia- 
cendioff, ainda que se chame fado, he coisa hnmana ; se oaS ha cuidado nas candeÍM» e velas* ái 



(h) 0$ Aoiiot téinaô difcren'$s nomu, e^H/êrme • seu fim, auim • de €•»&€ perdida m 

H ^-j • '' *«AMn>ÇflÕ >J> ^1 ; • * P^ríidé kc j^ ^ ; , ^ ^trW ^H 

P9rem a tòtilê he ttmtlhunU te Fermulartê mcimM. 



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Cãy. Pitf CoMPOsigSot Chinas. Poavuuftiot. 

rtptnt* l«ranU.M a dttfr»Q« na fotrdareato (em caaa) ; aa oaõ ha eaatala noa fofaratroti ^H^ 
arrisca 9 -ao oa mctmoa palxet do taoqua : m pola le nuS prtrloa (ofofQ)^ ot acoa affslloa m) Íki- ^ 
plicafcli ; ora m ooatlouadni paUio^ai da amboa oi ladoa da praça cobrana-aa ioielraaieolti « 
houver ?ela acceta alH, mui facUm<«ote pe^a fa|^, qoaato mala que «t0«^ aa palhoças eolana, qaa wrrta 
de acceodalhas, m lhe chega por descuido o fogo doa que passaõ fumando, logo se accendem. Qu^ 
ma'8 agora no coraçaS do ioveroo, em qua todo esta desseccado, se a herra dos moates se iace«^?»' 
que fara5 as palhoças, qne em lodo o tempo tem eati propriedade? por tanto ae ae nal tinS» 
he mui impróprio: razaõ he pois, que dè |*Arte a Vossa Senhoris, rogando, que m^nde oficia 
ísTe-laa derribar, para eritar calamitosos incêndios ; mas, será utililade particular de N., e mu 
pessoas ? oaõ, realmente he para a tranq-iíKUdUe publica.* eis o m >ilvo da supplica, e peço, se &p* 
atteo<^e-la, do qne receheremua hum grande beoeâcio : á pressa apresenta esta a V(iaaa Senhoris («i. 
para a sua approrasa9, a ei^ecaçaO, 

Despacha. 
S^hí* kttma Btaiifica^iiõ de provtneioj {tk FteereQ 

Conatando, que o defunto Cuu-vem-tim foi o exemplar das leis sociaes^ ham poço de aoeo^til 
Feipectuoso aoa pais,, que moria ot Eapiritos; de tal innoceocia, que- se aaõ enrcrgoabara da loi ^\ 
dis; qne goremando rillu era o vento da primavera, comunicando a toda a parte a fértilidadn fi» 
aeodo particular, era o luar do oatomno, que com o aeu esplendor enche a case; que qnaoto msis of 
acia em idade» tanto crescia em virtude;, quanto mais se occnltai^a, maia ae eooobreeia. a sua. virtaãr. 
que cedia a património, e dava o mais gobtoso; que abraçara os irmaõs com todo o afecto; q» 
esgotara a bolsa em aoecorer oa miseráveis; e era mui compassivo para proveito do próximo : dev»^ 
poia tanta bondade aar eteraiiada pelas boca», cimo por iojicrípçSes; e tanta pureza illualrar as meoie' 
viaa da ina caaa, justo he dispor-lhe vasos de sacrificio ao templo, para qae seja hum asemplar i^o* 
potl5 eternamente á provincia, e reino. Remettido ao Corregedor da cidade para escolher hao bos 
t dia, para preparar a sua taboleta (com os seus títulos), e leva-la ao pagode doa Beati>s da pfonB- 
cia, para lhe aacrificar. Para sua intelligencia. 



(«) O tra$amtHH da peuoa naõ to se pie no alio da columna (vê na pmg mm CHnm,) aie» mUin w^rmtkl 
as •uíroi. ce/tfJNfUt; alfHmaã vextt ce» imda ea m diixm em ktãtéca o ej^eçe de kmnml êetrt. 



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Cap. VIU. CoMhosiçdLt Chinas. Fokhularioi. 

Tekmo de AeribaçaÓ de Navio Mercante. 
N. fai Loma áfrUraçaS espontânea : declaro pois eu N. em obediência as ordens, que estt 

embarcnçaõ ni<Tc«ntf, que em tal dia levantou ancora, ta] dia sabia do porto, e tiff>r% arrlboo, t 
esta ancorada r.i. tal lugar, na verdade foi maltratada por buma tempesUde, e arrihou para t% 
concertar; e nnO lia nisto o dolo de receber contrabandos, nem de defraudar ot direitct : o qwe de- 
claro, be a pura Toidade. 

Escritura de Empréstimo. 
Eu N. p»s«o esta escritora òe empréstimo : naS tendo actualmente capital para o e6airrcio, 
importunei N. para medianeiro fteiteraunhft,) c tom«i emprestado de N. tanto dinbeiro, e conf^ime o 
costume «ía terra cr nem os juics a razaÕ de tanto por tatl ao mes : obrigando- me a p^<:ftr «/^ 
capital, c j):r(s cm iol tempo: ibto be, o que nos três temos ajuKtado, e o que i-ief^-o-» ^% >* is 
contratantes i naft havendo aqui o dolo de falsa entrega, c real escrita; e para que hjgn doci::urn\.' p*»-» 

o futuio.fi/tiiio8a presiLtP Escritura de empréstimo. 

Tcutenuiiba N. 
Em tal dia de Ul mes de tal anno de tal IjDperador passei cata Escrita ia de eiii préstimo. 

N. de tal. 
Nota. Os homens assigna6-sf , e põem o seu sinete, e as mulheres, outro escreve o seu sobreuoac 
,com a letra ^' ; e ellas em baixo põem a marca do dedo com tinta. 

ESCRITURA t>E Venda ue Casas 

Eu N. de thl passo esta Escritura de vend.i : naõ tendo actualn.enle recurso para a 

fome, c frio espontaneamente ve-ido af» miplias lautas casas /í# tai parte, com /'.«/« 'jn^rt-*; 
cujo terreno paga tanto de dircitts; que do orifule rcnfinaS cem (nt r»sa ; do Siil co« 



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C&p, Y2II. CoMrosiçVn Cbinm. FoRUULARiof. 

tol; do Ocite com tal; do Norte com tal/mmoi qQatro -lados deoembariQaliMk de daa eottiMCoa 
o ar» t de baixo com o aaibro (terreoo próprio) t to^aa u portas» e}aiiel1as estaÕ completas; terra» bm- ' 
deira, e pfdra, nade eatá 'arrainado : tendo pola «!tado ot ^pare«itet para a comprar, e Da9 ae reiol- 
▼endo algum a èêmpra-la, paasei a cocarregar N. de servia de medUnelro, para ijuitar a Teoda-cocr 
N : narpielíe dia poia n^s trea conriemos, que, se^piodo o prêçe correote, valiaS tantOi e nós oe dos 

contrataatee arnuímoej e logo se lavrou a Escritura de Teuda, e ae rerific«a todo o pagamento» ee* 
tregaodo bum o dinbeiro todoj e o outro eita Eacrltura, m n reatar a menor dirida : naõ ha aqai 
repetíçaS de venda temporavia, ou perpetua, Aem algum dolo, ou assigoatura faUa : e se bonver alfuma 
'Obscuridade aas aotecedeacías, aerà aclarada pelo tendedor, aem Importar ao comprador: dcpoU dst* 
ta renda será lirre ao comprador dispor daa easaa, morar, ou aluga*1u, na5 podendo «o em €eiB« 
po algum rerogar este ajuste . Querendo poli, qne baja disto documento, ia etta Escritura, que ea* 
trego para clareza. ■• \ 

'EacRiToma de ARRBNOAMurre-ftBCAaAi. 
1^0 N. de tal peese ftta Facrltura de arrendamento de eaaas : Da2( tende actualmente casas para 

' morar, rali-me de K. como medianeiro, e fui alugar #eMlo« è'si«s,«e«i faM<oi quartos de N., cq}is põrtu, 
■ e JanellM estaS completas: presente pais o Medianeiro, ajustamos /«x^a de aluguel por me/, para ser 

pago mensalmente, sem a demora de bum ceitil. Út~ depois dcete arrendamento cabir alguma caas, 
pertence ao dono- repara-la, sem importar aoínqui^-^o ; mas sesz arruinar porta, ou jan^lla, perteocrri 
ao iaqnr.i.10 repara-la ; e para barer documeito, fia a presente Escritura de, arrendamento para dereta. 



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DU..c.flu».,.l,«»cntel«.l.5 >«!... rerM ^ :g |L ;^ ■& |^ 

4«. concertar, « reparw Camtnhot» e Estnuk», eo«o ^ ^ _ — * , m ^ 

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neiot d« eomsMiuic&saò dôt ucgocUntet, e ncv» -g* Xrt ^ ^/| iH' ^ ^ 

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dadores, e pfOTeito do publicou or« estaodé j\j ''Kf ^ .#S Rff A^ 

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'«tU «itnid» p€lM tgoiii, ciW rem 4e tempos «a ^^ «J^ ^ Jgj^ m ^ 

«mpoa, c r«l • tcmpciUdei ImpttuoiM eKarada» fflf ® ^ Itl ^ If 

t deiifnaU ficou «eommonictÇiO mui incommodâ,* Jg ^^^ /j ^ ;;^5Ç |^ 

•is a raia», porque o publico ae xennlu a <OttC«r- ^S PjA ^^ "^^PC 'W i£ 

U-U: priiicipU*.-ie poia rm Ul dit de tal me. -f^ jQ P T^ -f^ ^ 

, , . ■ r^ m-^ ^ ^ ^ 

■de Ul «nno do Imperador Tati^Cmnim^ « te coo- ' - /*-J ^^ o o • 

cluiu em tal dia de Và mei de tal atino • acabo- ^ ^'■^ « 

•da polfl,oa que Taõ,o>ein, traS tendo o tncomaf 

do de tropeçar, cantitrnS todoa o srerao (da Poesia -Jj jy j^ ^^ 

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ontíga) : A real estrada be bu«a pedra de amo- _. ^^ j. a— ^Cc 

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Jar, ciia direitura bebnma tetta. Isto nci pareceo 4.. ^^^ jl^ Lg# g| 

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inravar em pedra, para ronatar aof fiodouroa «do- jbl y^ Sl ml int- 

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ra^aa deaU Estrada. ^fl ""^ ^ WC fl 



' ÈOnXlUtt/ÁlOS DX cabtJb, 

NOTA. 
A traducçaS das cartas seguintes ie achará à pag. 408, pelo numero se conhecerá qual a qual 
corresporde. E^tas cartas correm da direita para a esquerda, principiíS-sc pois a ler pelo N*. ^^ 
pag. 49fi : a pagina direita contem as mesmas letras em letra corrida : cada linha corresponde nas duas 
paginas : querendo pois rer biima letra de hnma pagina na outra, note em qual linha, e em que nu- 
mero de letras da Unha está, e a achará no lugar correspondente da outra pagina. A letra das rar- 
tas pod^ ser redorvda ; mas vulgarmente he corrida; naõ hecom tudo taõ embaraçada, como a que 
aqui pomoií; com tudo para o mais fácil de pressa se passa, e he preciso aprender a corrida emba- 
raçada, de que frequentemente se usa. Advirta-se, que o sobreno.ne, e mesmo qualquer letra relati- 
va â pessoa, a quem se escreve, ou a huma terceira respeitável, se escreve no aíto da pagina, ele- 
vado o csparo de huma letra, e ainda de duas, (quando ha pessoas de dlAFerentes classes,) acima 
das outras linhas : de ordinário porem bastarfi por a letra (quando occorre no meio da linha) depois 
do claro de huiiva letra : aí) contrario a letra relativa a si scra mais pequena^ e ao lado direito da 
linha. A forma dos sobrescritos se acha a pagina 497. 



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KmxMk ÍBelM%«oa iil csitât ptS««\r.uce. 1er« par» a 11 «^ropoIS • o» roa Nort a «atragia 
Aft i^a flM-iU, a ^MA p#so» a Uítfefq«v«o Stahor N. jMira a aSrk: m qat im obri^ri anto. 

X^êtrmt. Oflbrvç» • poilt' <U«irU {fxt^ natf Ir Upadi-lo). Fdckjula. Ba Ul Ittgftr» tal Mfiíii. 
a «MMttf aoA cwBpriflHA^M. 

Com rttptlt* rtOMltt (tila)^ •• Bt<tll»Uiaiaio Scsbor If para a fiWIr »iiportaaaatatib 

Me Hat Oiiardâd«. Fachada 

HOTk. A carU aacrita «oi. hama» o« daai folkai de pAp^l regrado» que ha feito da prop/«lt9, 
m aeCU tm hanu capa» è aaaeira de boba» q«t íiaxrai dt |>ape|» que aUinsiii#aie ac f%e\kh toa §•- 
a%; MMJaeatá ta «at «asrm^a aa papal •rdiaarl», • fHJUrU c aui4rt U Barop^* 



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T9^0UC«',A0 daí CAÉr.iS A!rriCID.NTW. 



Senhor 



Quatro Patacai he o pre^o da Arte China, quando^ como Sabscritor^ 
queira ficar com cila, poderá entregar o sea volor ao Portador: pedindo ao 
mesmo tempo, faça saber aos seuS Amigos, que a Jrte China sem letras Chi" 
nas, que vai como Appendicò no fim desta, st pode comprar separadamente. 

Macao de Setembro de 1830. 

O ?•. J. A. Gonçalves. 



^ ....««.««•.■•.ivipc* fí^ «vc^rré^ai a díffereotct peuoM t h% 4lAeil abranger »niie§ 
mmf^M^^ : tal bc a mftilma intfUlli^vet^ jdot q«ie ^ç^rnau • ioijvifid, t a«doa qae fOTeraal huma easa 
j^^' k« dUTerepte, resprctaoao jiqU roaa.fej* pe* I. dÀrijo-me palsAQ seu palácio» L reverente to» \ 
^2^ à aaa preeeufH, coiao a àomi*m,,4e tuze«, e priJ.^acla, qjc tem 4iTerifaado cq|m elaresa» quais 
^^^ 4f» li«:xieue buos, f quais ntn ; pejas cetaçoet loai^inquat» e tracto.proxiaio tabe ferfeitaneote» quem be 
^gg7^0 hábil; querendo poi.-* aj|asti^ criado^i, quej|i o poderá faseir.eenaô Vmc.e.? ora nesta noisa igreja 1. nesta 
^cs«i><I« CMM faiu gente para tal empregq, c falUudo, oe negócios le perdem. : ainda que temoe actualmente > 
ri<>^ crijdjs eocarregadjs de ierfite da . casa, be preciso, ; que baia« quem cuide de cada coisa» naô sendo 
p«iir«l» <l'* ^. «bra^a diiai : qnatv «aii q«t, • qntbe^babil ta buMcoisa, Bafie Mr^ emo«f i 



^^ r^ riIL C^UPtwf In tmiMÊm. imifuiia» 







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Com rMpflt* rtOMltt (tttâ)^ m BtctHaniMiaio Seshor If pan a fiWIr »f portaaMMiSab 

^tf ^at Ooardâda. Fachada 

NOTA. A carta atenta ai^. hama, oa daaa folkai de pápjei regrado» qna ha feito da propogNo, 
at aeCla am hoou capa, è aaaeira de balaa, qaa (mz^m da papel» que utimainciiia te faclia toa fc- 
m%'y aMi > eatá ei^ •■• easrtfç-U aa papal crdicarW, a fa^lurU c aumjiárt 4» Bar^p^* 



4M 



TJ)tA0UC*',AO daí CAETiS A.^nCID NTW. , 

« 

Caí ta » Síin.lar (h^n» dfíroiibccL!'^.) 

Hl. muItOi qMt fortemf*nto t isi>1ru por //iM H st ItO) tem pcdrr cf)ntf^i{r «» tr «■ deMjr ; iríit 
tn^do •UtoMmeBlt onvíi]'t, q».e miidrtrtf a t^it ba .'Vi*» pars a «lircit« Jo A'i«i [yaukirè]^ tqncA e- 
dRica$a5 d<ís ton» vírtailf»^ cre^r 'V <!'» cm *li', » miah» •!eg'íi, « %Hud4lt cirfceíii iii)*te, t diíij 
i&Oto na5 poder ^Sr «V^, r rr«í n t-^m fTew çft, par* pvt>tcnciar • tna^randt edillfâça^, c o«* 
iir «ttna» TÍrtuosna ínalru ,Sei O^i^r.ctiuh^t opp-rtunut i^nnia, aproraito-mc deste iMindo deiiei, ff* 
i%^«jprimir m iníuha «ccjilla aioctri.!ate, • ao oietruo ttfa|ko fuMi^tf retpt'rUo»of cjumpriincntot% «. 

IT.;-. 
Rcapot^a,. . 
Knu ba coifa de bum OU, >(nc a tjsK graD'*e fama penetrara o iiie« otiTido, tendo tauda^Tit 
d^'«r/lr A^iii^*N ecm o rp<^ r rrr, t logo M me U O aíTecto (eemo «o.autro);BO eannarixl^ qiiaodo cbr*. 
fÇm a tua elo ;n.* cia, n ^ne fii rcr a t^m f- ■:•, .' do 4-«*. <- «M e^tancaii a niSaba coatoinaJa fome» e acde, 
(aaudifle}, ine forin-»» .. niit,*< e' míí"»s* <r > x /i-* m* ttra'frii i « •cniV iii«>racntate naieidoi da benevoTiR- 
m\m de hun homem, o« , n.i<V ento.-r sUro ajil .ã 4/*3^'*i' «^^ a»'ntir bania (^nde coufasa^ • ppreto te 
j0a offierecer knuta boaoitport>Mn(fH(|í'*» rng/ p faro^ d/ u'*tav puramim (nsita:ido«aie) • n«õ permittiraoioa^ 
^«0 «a antífoi r;ecr^a$seai parao^n '.oni[p..a aat}afi^*t>«» Jas aaudet» e tloqueneU •' Im iat'*, •, que eapero, . 
m rogo* Sb o q«e .«o» retpt:'t> {• me.,«i|ftrece rc«poiidrr« ,. 

Car(a a Mandar prccnr^c crkdoí^ ,h. 
Oa éiiirctBtea Iniha!^» líPmpre fe eacar^egai a dlffereotea peuoif : bt dlfldl abranger Muiiet 
^^prryoa: tal be a mailioa intfUlll^vef ^ doa qiie ^gç^^rnau • imiifitiik, e a^doa qae goTemai huma eaia 
^/tJB be dlArrepte, reapectaoao jiqb roaa, feu« pe* I. dÀrijo-me polsAQ teu palácio, L. reverente Toa 
^^,9« é aaa preeeut^, coiao ^ booiçni^^de l^zes, e pr ij.>acia, qjc tem «Terigoado ,cq|m elaresa, qaaia 
^^^ ^m beaicua iKoa, f quah na? ; pelai cetaçõ.et laos^inqaaa^f tractoproxloo tabe {»èTfeitaneDte> quem be 
y^m'9 • l»l>iH (iuareodo poi." ajiasti^ criado;i, queja o po^era fasec.ienaô Vmce«? ora aetta tioua igreja 1. nesta 
,^^ jv4Íl<l« caaa fa!u geaie para ud empregq^ e falUud^, oi ne^oçioa le perdem. : ainda que temoe actualmenta t 
^ ^ipe crí jd>« eocarregadje da ierf Ife da . caia, be preciso, : qae baia, qaem cuide da cad» coisa» naô tendo 
^^^tmU qM bum abrasa diiai s qaatlv «aii q«t, • qrtbe^babU ta buiacoiía, aafia lerb^emo** ^ 



trA, e pcxlfrA fotÇMr se a Tnie-lai Kinbti ? p#çn por tanto t luft bpfiS^oídAde, Me tjvttc «Ig^uM crí«d«i;U 
dia po:», qt»p clíf*'«r f^t8, p#S'^, que logo nre buftjiir Unu i «nge ito», qae potiaS MlUfn^cr a tal oftcit, 
e in s inmdi- : qiiautn ao ftalurio, quAndo cheirem» ■jiistaremot, quant» ha de ter : mai ae aaôbof* 
vfr y^%^"iis <]i'8ta «j.jrt »f!rt'l', e*;» r-», qnr logo mi* re^pond*, pa'a f-rocorar p-^r •titra partf. líl 
• ijtH <t- iiir í IT. r»»fe a rffcpei tuoa«mcaie commutncar a Vmcf. 

IV. _ 
Bespofta* 
Srndo o »en phlacia graotle, t tendo iruita gente, cfitamente natt p«dera bum •• trlHa ft* 
■er tudo t choganlo pois a ^ua ordrm, mandando-me ftlugar trabalhadorea, ouiare! naõ obedecer V 
primeiro aceno? porem ea, aendr> inhabn, c da dane doi de olbna rmrnaeB, tnrergoBbo--ne dt rt*) 
ter «esperteza, para conhecer «fcnte, e tendo aa minku reUç'ei poucat, oa5 tenho grandes eoaheci* 
mentof ; com raza^ pois temo t naS va ÍDcnlcar pesaoat inca^razesi qne venhaõ a arruinar M leot ac- 
focioe ; maa recebendo a aua ordem, poderei negir-me ? Achei poia hum homem de tal parte, port»- 
breoome M, e por nome N. qne coitnma fazer tal trabalho, cija idade, e tvbuatrB etta na aua lor, 
qae prorayelmente ba de ser capaz de satisfaSer a tal emprtgo do teti l>a1acio : den> portanto eaCnver ti- 
ta mioba emita, para elle a apretentar % Vmce., ^ra por ella proceder a indagaç^ei : c le po^(' 
spr^^ír. queir i declarar-Hie, qnanto ha de ser o teii salário, p-ira depois naA harer alterc<.ç6«i : 
« «e naS scrrir, peço, Ib^ de o viatico, para roltar a' soa terra. Sendo ea evtnpido. espero, qot 
Tiuce. de a sua deetsa5. Eis t> que com respçlt^» respondo k vna ordem 1. be o qne st me oiHrcr 
di/er, <: nt re9|>eito, em resposta a sua, ao mesmo tempo, qua ilit desejo grande psa 1. graade íuc* 
aiioa ê%i\\ termo 1. idem. 

V. 

Cerra a ATaadar pressiitep. 

Estando os bons amigos ha muito separados, sem a menor notts'.», embaraçando o Kiam^t • 

4»ar demasiadamente a gente, poder -se ha di7er, que enanaos n'Uum lugar? mas creio^ que nosdf- 

iremos esquecer do «eobirel, na6 devendo ser (como o ootro) que conserravft taata pena de naS saber, oodt 

buscar (o amigo) contra a corrente, que se esquecia de si : qnanto mats que temos SRper^iT.ça de nos lantf- 

mos 4 Ter, oaõ neste mundo, mas seja oo Ceo ; espero pois que ambos nos esforcemos a isa» : *- 

gora pois pela opportunií ade dus gan&os (porUdor) offereço hnm lenço, e dois canivtJtet ; coísu 

fSHuenas, « frsças, (,ue aaõ àn\^o cipa ss de se daren de presente, sa5 bacatella* esMicaa, qat 



Dl CAgrAlk ^^^ 

unâo pctpiciiUi (noitrtS) bun fnndt tiftetot miÍbi pensOf <iat olhando fait ellM, mait ae com- 
pidaottà dettt rudt pirtgriDO. Protlno à magutadi do laobori nu anu oragfiea eipere, m lembre bum 
Inatanta (da mim). Ria o ()ne datta dlataneta m ma offtBraoa raapeotuoaamenta commQoleMr i Vmre.» 
detejando-lhe ao meimo tempo' muitaa felicidades, 1. Juntamente lhe sppetaço nctnal fortun/i, 1. jun- 
tamente llie appeteço perfeita paz. Apresento eita na meia de N. N. meo Excelleotisaimo Irmadj ea 
rude irmaõ menor N. N. eecrevo, e irenero. 

VI. 

kesposta. 

Quando nas extensas narena, e montes ha muito tlnbaÒ cessado de voar os aaisos» qnando 
menos o pensava, repentinamcnta recebi a sua florida carta : e poderia esta deixar de excitar em 
mim acDUroentcs de ale^i.^ ? he verdaJe, que neste mundo nada sendo perpetuo, o /jue desejo he, 
como dias a sua ordem, que nos vejamos depois no ceo; e na5 teremos pesares futuros. Venerei, e recolhi 
o seu precioso presente ; guardo-o no coia^iõ sem cessar; pochí-o sempre à ' «li rpita da cadiira, para > 
me entreter com clle de dia, e de noite, como se vi^se cora mrtia olhos a brilhunte mngístnde das 
auas grandes virtudes .-sendo ao mesmo tempo b'Mn capaz de dissipar a minha rudcxa, e in^jrrfeiçaO. 
Apresento a Vmce. tal coisa, nau como retribuição, mas sò pnra huma pequena lembra ti (ja 
la nessas terras distantes ; o be o que respectuosamcate se me off^rcce responder : 1. eis a mi- 
nha groaseira resposta, e ao mesmo tempo lhe desejo toda a paz 1. nctual paz sem fim I. todas as felici- 
dades 1. grande paz, e felicidades : 1. com respeito espero olhe sempre por núra : 1 espero sempre 
a ana protecçaS. Apresento esta aoa pcs de N. N, piedoso [rma5, c Senhor, seu rude Irma5 (amigo) 
K. • escrcveo, e offerece. 

Vil. 
Carta a Mandar presente* 

Tendo vivido juntos três aannos, noa sepsranos ja ba annnos : o grande aíTecto de htm ami- 
go^ acordado, e dormindo de continao me inquieta : que be o que se chama Esquecimento do vV.vel ? 
da-xne o riso (de rer que) ainda se na5 converteo este coração mundano : anroveitaido a occisímS, 
oíTercço tantas coisas, a que na8 posso cbamar presente ; mas he so para acompanhar n grosseira carta ; 
peço, que para rir as receba, 1. suppUco, qne por riso as deixe ficar, e ao mesmo tempo lhe desejo 
felicidades: I. por esta accasiaO Ibe desejo fa-, e vigor. 



501 

Cãp, ^iif CoMPOiiç5es Chinm. PoRMULAtlOt. 

VIU. 
RnpotWu 

Ptfrtgriao por etu^ tolldô.*s tudo me iatrlitece ; recorda-me da qa^ndo n\ jaoellt OceMA* 
Ul ef[)iriUTamo8 a rela (para eatudar;) porem «tte tempo aaõ volu : mas eia huma eloquente rarU de 
repente chega, que alegra grandemeate as eotraubai da gente; e como ainda ba, quem tenha taS forte 
lembrança de min ? Recebi a preciosidade, qoe me deu, qua recolherei, como h«m theaooro; atS 
que cu seja H?arento para na5 usar delle ; mas paraqua quando me entretivar com clle, efte]a como feado 
hum bom amigo, e me lembra dos documentos, que ha aonoa recebi : eis, Senhor, a minha respoiU 
ao me»rao tempo, que lhe desejo perfeita paz« 

IX, 

Carta a Saudar depoia da partida. 

No caanavial, e geada cangar- se era ra5, n procurar (o amigo) era alTecto aandoao daqoelleaB* 
tigo para com o amigo : costame era meu suspirar pela tua reapeitavel presença, quando aforta- 
nadamente te encontrei i borda do Kiam : mas separaado-no^ logo outra res para díArentes term, 
naS sentirei oi obstáculos, e distancia, que a est rada offerece ? quanto maíi qn« aaõ apparectaáB 
o exercito dos gansos (para traz^ cartas), na5 tenho meio de saber, ae he bom, ou mao o teo eslads 
de saúde, a eis o que aagmenta a minha pana ; de propoaito poia faço eata cnrtinlia, a remetto, a 
perguntar respectnoaamante pela tua aande : e ae honver opportunidade, peço na$ sejas ararentodss 
tuas preciosidades (carta) ; eis o que desejo, 1. eia o que lupplico, !• eis o que espero. 

X, 

Resposta. 

Tendo por hum pouco parado a sua bandeira pude rer a anabrílhanu presença, fortnna ignl 
à dos antigos, quando ahaixavaÕ os aombreiros (conrersa familiar), mas instando o serriço fobKca, 
naã ousei demorar a Vmce. contra as ordens; mas isto quanta saudade me naõ cansou no co- 
ração dias, e mezes ? eis quando recebi huma carta sua, em cujaa graves palavras, como qae ria a 
sua virtuoaa face; mas o seu amor para os inferiores he taõ grande, que, os que snbem desse de lon- 
ge o graraÇ, e conaerraõ no coraçaS : mas naô sei, quando voltará o seu coche para desabafar si 
saudades amontoados no peito ; isto espero, a isto aohelo. 



502 
PB Cartai. 

XI. 
Carta a lUcommeodar huma peuoa. 

Jntímo Amigo, metes taí rMiadoa deade a sua partida, t eu «tou pensando, que Vmcc. cres- 
ce em virtude, e méritos, fazemlo.que os eatraahox, e remotos movidos ds sua fama, ardentemente suspi- 
rsm por Viuce. . Tenho linma coisa, que lhe pedir. N. he hum bom cavalheiro; mas acaba delhâ 
succeder huma desgraça imprevista' bem queria eu aoccorre-lo; mas, para minha coufusaÕ , naõ tenho 
talentos (para isso), desejara, que (Vmce.) que tem grande prudência, Ibts subministrasse hum bom ex- 
pediente, para le levantar da sua ruína, e o agradecido na5 seria so este seu Irmaõ; e he, o que se 
me oíTerece communicar eom respeito a Vmce., ao mesmo tempo, que lhe desejo todo O bem. 

XII. 
Resposta^ 

Desembaraçar o confuso, aplanar aa desgraçaa he próprio de heroes, e quem sou eu, para me 
atrevar a iaso ? porem tendo recebido a sua ordem he preciso, que o fraco cavallo faÇa, o que pode . 
quanto ao bom, ou mao successo está no poder doceo, sem o podermos prever; com tudo ainda peço, 
que enterceda por asim, para ver se se converte a desgraça em fortuna, a ruioa em perfeiça?; e he, o 
que se me offSerece diacr grosseiramente em resposta, e desejo lhe a ps7. 



I 

i 



í 



ARTE CHINA SEM LETRAS CHINAS. 

COM A PRONUNCIA MANDARINA» B DB CANTa5» 

TotN ANOO'8B a Liagut China mui diflIcH por cama da saa escrita^ vamos aplanar esta difficuU 
é%Át, exprimiodo com letras Europeas (com o valor, que abaixo bc nota,) as palavras mais necessárias. Ou- 
tra difficnldade ha ainda nos differentes tons, em que buma mesma voz he pronunciada, para 8igni(í« 
car differentes coisas ; mas esU se ap^naré, observandf), que na nossa língua temoa também estes tans, que 
chamamos accento, ou ar de fallar, de que, sem o advertir, unamos nas differentes occasiõcs ; na5 
exprimindo talvea differenfiet objectos, como os Chinas, ma^ sim differentes affectos. Assim a inter- 
jeição Hui\ a profeiimos no tom Ptano AUo^ como também o Wi ! na dor repentina. Alem disto 
quando nos perguntaõ com espanto: Pois queres isti assim? respondemos com firmeza : Quero ^ no 
Plano Baixo : no mesmo 4om he o applanso Bravo ! Igualmente quando me dizem : Elle naft quer obe 
decer; coí^o firmando me pergunto: MiS, no tom /ascendente. Assim também quando me dizem: Isso 
na6 bas ta de conseguir ; coro firmeza pergunto : Por que naõ ? o if4iã he proferido em tom Des- 
cendente, Emfim o que conta o tempo por hum relógio, chegado o mon^eato dÍ2 : Toi^e, em tom 
Mntrante, Repare*se, que na inflexão, que damos ao nad nos dois exemplos acima, como que du« 
pUcamos o «õ; pois o mesmo succede nos tons Chinas, pairticularmene no aãcendenteye descendente^ 

Para notar os tons» usaremos de * , 1, 2, 3» ou 4, adiante de cada som, para designar o 
Piano cito, Plano baixo, Afcêndenãe, Descendente, e Enfranfe; a palavra proximamente repetida, 
que ja se sabe, naô terá numero, e quando muitas ve7es repetida, naô terá acceato, nem aspiraçaS. 
Na pronuncia de CantaS so notarem le o tom, quando for inteiramente diffèrente da Mandariua, o 
que quasi nunca acontece, senaS qiiando ushõ differente letra, para significar a mesma coisa. 

Valor das Lethas EvRornAs na PaoKVNCJA do China. 

Ca, ee, ftc. se pronuncia^ como tsa, tse sem com tudo ouvir distinctamente o /, como quando açvla* 

mos os ca^s, cxcpto se o ç*a &c. for aspirado, que entaò tC deixa ouvir o /. 
ehe se pronuncia passado o vento como, quem a&sobia, semelhante a ck^e, 
g se pronuncia mais na garganta, na') taixlaro como o nosso. 



3 

Artb Chi^a 

A b(* sempre Mpirado ; nti o Al he proiimo a êi, ma» miiU asaobtado» com a Tlnfiia 'mata ereolUéS' 

J se pronnocu com a liogua maia eDcolliida. 

A junto com i te pronuncia gemelhaate ao c4/ ; mas este com a ^ngfiA mais chegada aot deDles,> 

menos for;a, q<ie o nosso; e aqnelle com a lingoa mais encolhida,-^ com mais' forcai que > 

DOMO, e assim pronunciará o teki no dialecto de Gaota^ : em algflbM prorincias se pitMiuDcisi 

como os Iiiglezes em Ung, reL 
ff» soa sempre como em Portaguec. 
n final soa como em Latim. 
M se pPonuncÍA como em Lisboa: os C, Cb, K, P, 1* admittem aspirSçaS is Teses, prommciando a 

letra, e aspirando- a ao mcKmo tempo : assi m t^u, terra, se pronunciará, cOmo thu (aspirando o h,) 

assim a virgula indica aspiração, 
tf be mais leve, que em Portuguez» 

An vogaes fiiiaes 9a5 agudas, quando na5 tem acrento; porem o e será circunflexo, excepto depcts de i. 
ãm SC prenuncia como, Tjncm tem tM queixos presos, bum pouco semelhattte a tm, como ^!A«iii brígir. 
fiu se pronuncia miis aberto como acáu bodum. 

V be mais 'agudo ; alguns o pronuncifi6 como ei, ou «i como kté rua 
õ aoa como ôô, Ctmio cj fazer. 

•«9 -se pronuncia encolhendo os beiços de modo, que se vêem os dentes, como c*>6 IncUnade^ 
'« 'Soa como o nasfo. 

^ se pronuncia eucolbendo os beiços, à remelhaçm de i como *i quatro. 
rt( depois de i be semelhante «o -Francez como iu peixe ; como Vambem depois de /, como Um eon» 

▼ersar, excepto antes de m, como lum draga^. 
gr lie mais assobiado, com a 1 ngua mais encolhida, que em Portugue?» 

O circuilBexo sobre a TOgal indica também, que a palavra se ba de protiunciár com a liagti 
•mais encolhida, como ckâm recto,^ chíu ilheta. 

A vogal final breve se deve ouvir míeibor, que entre nos como haõ bom. 

As pakvras «cabeias em iau, e ien tem sempre ao .menos aspiração leve : mbitos taoibeii 
vaspiraÔ levcmenti» as palivras, que prineipiao por t. 

As addiçôcs, rííi, 0'7 saõ so para encher, e nada aignifica6 : ellas se pYonunria' "breves, eô 
«ir fica fazendo 'linnm -vy 11 aba com « antecedente: asnim tnu oir, ch-^f*, soara t^oair, 

No Dialecto «de <Canta6 o * sempre be f<irte, e o A, pempre denota aspiraçoõ : os sost acs^ 






8iM Lhaai Chimíi. 



btdoí tm c, p, *, ou com icctoto brfrt h% «ntriUntei. 

No principio procure-se tempre lium Clilna do Norte ptrt a «ngut Mtndarln*. o» hum at 
cidade de Canta6 para a deaU prorincia, para cmitiar a pronunciar beto. Cuidado nas aspirasoSa, 



A Formação doa Ajectífos, Caso», e Tempos se vc nos excn^loi •cguintfs. 



FOBTUGUES. 

Bu tou hom homein. 

Ttt es meu irmaS menor. 

Elle he teu amigo. 

Nos somos seus companheiros. 

Vos sois nossos visinhos. 

Elles saS rossos inimigos. 

— naquelle temjpo esUyaõ jun- 
tos. 

Elles ainda querlao mats. 
De quem era esta coisa ? 
Dera5-lhe estas coisas^ 

Quem o tinha matado ? 
Quando cheguei, > tinha mor- 
rido. 
O* Leu, quando Toltaras de 

casa? 

O que ha de vir, bc grande. 

Elle ha de gostar. 

Vai dizcr-lhe, ^lue venha. 

Entrega-lhe isto. 

Na5 lhe digas, o que eu quero. 

Talvez diria, o que tu naõ gos- 
tarias. 
Se naô qniacsse, naõ virií. 

— ningaem tivesse vindo de 
Macao. 



Mandarim. 

'Uo2 xe3 ha52 jenl 
Ni2 xe no ti4 hium* ti3 
Pa* xe nl ti p'oml ieu2 
Vo menl xe t'a ti hõ2 ki3 
Ni men xe no men ti liol 

xd«4 
T'a men xe ni men ti ch'oul 

}enl 
Ta men na2 Xel hou3 çai2 il 

c'uai3 olr 

Ta men hoanl iaU3 
Choí53 co3 tum' si-xexoeil ti 
Jenl kei4 leao2 t'a choo sie* 

co3 tnm si 
Xoeil sien* xa4 leau2 t^a nil 
Tõ- sánl no Uu3 12 kim* Stt2 

leau. 
La62 L€h\ ki2 iel ian2 í»um- 

kia- li2 hoeil Iml ? 
Chiam* lail t14 chleuS xe3 ÚZ 
Ta i4 timS h}2 hoan* 
Ni k'iti3 can3 su3 t^a lai. 
Pa2 chotf co3 kíau' kei4 ta 
Pu4 iaa2 cau3 sum3 ta uo 

iau xet mo2 
T(i3 cai3 iatt2 XÕ4 ni s52 pu4 

hi hoan ti4 
Jõ4 ta pu iau chieu3 pu lall 
— roo4 ieu jeh V*^™' GauS 

menl lai 



Canta5. 



'Go hai3 hon ien 
Nei hai go ke3 sai2 lo3 
Cõil hai nei p*om iau 
Go tei3 hai c'õi co3 fò ki 
Nei tei hai go tei ka ld2 

Coitei hai nei ke ch'au iea 

Coi tei co3 co3 xl hou t'um 

hai co3 xiu2 
Coi tei chum3 goi3 
Nei CO heo3 ie2 hai ml xoi ke 
Ien tei pei coo3 coi co tei ieÍ2 

Mat ien xat leu coi 
Go touS CO xia2 su la 

Lou Lau nei kei zi gum ca Ti 
fan lõi ni 

Hau3 lòi loi CO ti*haitai co!l 
Coi iát tim fon hei 

Nei bói keu coi lai 

'mLm cheom* nei co pei coi 

~— mo4 bou va coi chi go 

ien mat ie 
Tai coi nei me fun hei coi va 

nei 

1 ) coi mo iun3 çau mo loi 
~-^ mou2 ien (,'*utn Ou ifkun loi» 



PORTUOUÍZ. 

Qaando Tlfr, reprehend«^« 

He i^Joriado por todot. 

O Senhor Ckam be alto de 

eiUtore. 
O Senhor (mancebo) Ki» he ma- 

i8 alto. 

Qaal he o melhor ? 
Este he o melhor. 
— he bom. 

Eu 8on melhor, qae tu* 
ElU he mui boaiu. 

Eíta he mui feia. 

Uto he carneiro o» ovelha? 

He carneiro. 

Foi para Leukieu, reino viainho 
A China. 

Que? 

_ homem. 

— dizes ? 

Como se chama aquillo ? 

Vi-o primeiro, que tu. 

Senti primeiro na cabeia, que 
nos pes. 

^ual dos dois he mais enten- 
dido ? 

Ambos saS baixos. 

Nenhum quer vir. 
Alguém lhe bateo. 
Qualquer o pode faier. 

Venha quem quizer. 
Servirei por qualquer paga. 
A eada hum cabem quatro. 
Tudo he o mesmo. 
Todos o querem. 
Sa5 oa mesmos dantes. 



A.RTB CrIIIA 

BIandarim. 

Tõ* aani i*a lai z3 Cn 
Pei3 chnmS ienl llml ]ui 
Ckmc tioa* xim* xfin* tetnS 
ea6* 
KUC alam* can* c|m cao 

Na2 i eo3 hao2 

Choo i CO — 

— - CO hao 1. ze hao ti 

Vo pi2 ni hao 

T*a hãn2 hao c*an* 

1. u hao c*an ti leau2 pn to^ 

Choo çoeii ch*ooI c'an 

.. CO iaaàl xt cum* ti4 xe 
mQ2 ti 

Xe CO cum iam 

K*iu2 leau liml kinS Ch*om* 
cuo4 Leu\ ii0U' cuo 

Xe4 mo2 1. xe mo xe) chMjil 

Jenl 

Ni x54 ze mo. 

Na3 CO kiau3 xe mo miml t^u 
Uo çai2 ni2 sien* kienS cuo3 ta 
Sien kin$4 10^)4 çai2 nao2 tai3 
xara3 hou3 lail çai kiM xam 
Leam2 co li t*oul na3 i4 co 
miml po4 
Leam co tou* gai* 
Ta men tou pn iau lai 
1 tim ien2 jen ta2 leau ta. 
Pu4 IuqI zoei3 nãml cou ^83 
choo co. 

Ch*im2 i CO pu lun zoei lai 
Pu lun ze mo cum ch^ien uo çõS 
Mei2 i CO fuen* súS co 
Ton ze3 i co iam3 
Co4 co4 jen ineo3 i3 U. 
Hoaal xe toul 112 na2aie*co3 



GantaS. 

Tim c*6i lol ft 1. saia col 
len ien toa Um ioo eS 
CAe«si aio xim hii cou taiS 

Cmw^ úom ci^Bi da om til 
I. cou eno coi 
Pin co hou 
Nei ti hou l. chi3 hou 

— ti hon 1.» hai hou ke 
Go pei nei hou 

Coi zat xau2 hou ium 

Nei ti chi mo h^u iami 

-— CO eom hai cum hai mou 

BaX eom cum 

Coi h3i Lãu cau coo Lei ca& 
Chum cuo 
Mat ie I. mat aã con 

ien 

Nei va mat ie 

Co CO keu mat ie 

Oo sin pei nei t'ai2 ken coi 

— •». aioi3 cS çoi t'an zeom 
hau loi çai kioc zeom 

Nei leom co pin co mim pae. < 

Leom co tou ai 

Mon co ien loi 

lat tira iau ien ta len cot 

Co CO ien tou çon ti 



Tsoi pin ti iat co Ini ( $e« 
Pot4 lon tô xien ien com, go tea 
Moi ien fán si co 

Ton hai iat iom 
Co CO ien ton oi3 coi 
Tsom chini iat iom L cbieiS 
filn* iat iom 



i 



PoKTVQVMt, 

1. 2. 3. 4. 

5. 6. r« 8. 
9. ia. U. 12. 
20. 25. 3o. 
40. 60. 100. 
104. IIO. 

JOOO. I02O. 

DfZ mil. quarenta mi}. 

Cem mil. hnm milhai. 
Tret e meio. qnatro patacas^ 
e meia. 

O primeiro excede o segdndo. 
Hum terço na8 presta. 
Hum quarto esta perdida* 



Sem Letras CnrMAi. 
Mandarim. 

f4, olrS, san* iu3 
V2, leQ4» chn4, pa4, 
Kieu2 xe4, le i, xeotr3 
plr ze> olr xe u, san xe 
Su xe, leu xe, i pai4 
I pai liml su co3 

i xe CO 

I chMen", i chiea Imi olr xe co 
I vanS, sa vaa 
Xe van, i pai rao 
San CO panS 

— c'oai3 pan rh*ieiil (co 

T'oul i CO ch*au- cuo ti3 olr 
Sau fuea3che* i pu bao2 
Su fuen ieu i hoail leaa 



Canta5« 

lat, i, Mmè, ^ 
", loc, çat, pat 
Cau, Xapi xap lat, «up I, 
I xap, i Eflp 1), ]. ie3 ú, same ? ap 
Su xapj loc x.pj int pac 
lat pac liui an co 
lat pac Hiu xap co > iat pac iat 
lat cli*iti, iit ci.:n Vhn i xap co 
Iat mao, su uiãu 
Xap luan, iat pac maa 
Same co pua 
— — — gan c*in 
Tai iat co hou cuo tai co 
Same fan iat mo hou 
Su fan iat vai le 



festas bom ? 

Bom, e tu como estás ? 

Donde vgosf 

Par -^nde vas ? 

Vvajo e casa 

Vt .1 faJar (ver) a hama pes.>oft 

Eu voa com tigo 

Na6 q' ero, vai-te 

Lego ii*ei 

Como qnizeres 

Faze-me favor de vir ck 

Na3 pode ser 

Da- me cha para beber 

Na6 ha. Aqui estji 

Agradeço 

Na$ ha de que 

Queira fumar 

Ru naõ fumo 



FRASES FAMILIARES. 

Ni2 ha52 

Hao ni ie2 bao 

Ni ç'um* na21i2 lail 

— Tam2 na li k*iu3 

Uo çum kia* li lai 

Uo k*iu kieD3 i co jea 

Uo t*uml ni k*iu3 

Pu iau2, kMu ni ti pa3 

Uo hieu3 k*iu 

Soeil p'ienl 
T*õ fani ni lai cboS Pi 
Pa niml C(^u3 
Kei4 uo cb*al ho4 
Mo4 ieu2, ieu 1fau2 
Tõ' siei 1. can2 sie ni 
Cho co pu soan3 xe roo 
C'him2 ch'ê4 ien* 



tJo *pu hoei3 ch'i 



Nei hon i 
Hou, nei toul hou 
Nei ç*um pinl xiu3 lõi 

— hôi pin ti2 

Go ç'um ca lei loi 1. oc k'i2 loi 

— hõi kin iat co ieu 

— t*um nei hõi 
Go mo oí, çau bói* pa 
Go çau hõi 

Ç*oi pin2 

t'õ fin nei loi nei ti2 
M5 ç^3 lU 
Pei ch*rt go iame2 
Mou ch'a, iao là 
Tõ ié3 1. camé se nei 
Mou2 mat bou to sé 
CfaMm xoc in 

Go mo vci xçV 



PORTUGUCZ 

Como te chtmM ? 

O meu tobronoiiit ht lÀ 

Eu chtnio-ine A t*al 

Que queres ? •»« qne he Uso ? 

Nada : eu queria fallai cam tigo 

Ea aflfora ua6 tenho raf ar 

NaS importa 

Da-me o chapen 

Biiica huma faca 

Na5 falles alCo 

Guarda segredo 

Naõ teabas medo. 

Botca-me bum taacar^ 

Onde? 

Na Praia do Manduco 

Melhor he na Praia Pequena 

Eu quero ir em hum tancar 

Eu quero embarcar na Prai$ 

Grande 
Como ae chama aqicllc monte ? 
Chama-se Caquia» 
£ aquellv ? 
Monte da Ltpa 
< ) Senhor esta em casa ? , 

Sahiu, logo ba de vir 

Onde foi elle? 

Naôsei 

Viste o meu moço ? 

— preto? 

Na6 

Pe<^-t« bnma eoiía 

£mpresta-me algnm dinheiro. 

Nqs somos amigos 

Ea gosto de ti 

Ni^õ o posso soífrer 

0r4ena alguma eoisa ? 



AfTB CNIMA 

MANDAliMn, 

Ni tlrnS xe mo 
UotlmLU. 

«» >f »• 

Jfe mo xc3 chMml . 
Mi ieu xe mo no siam2 t*ui0l ■l> ■ 
z64 ki3kiu3boa3 
Uo jnl kin* m54, ,leu,c»um olc .. 
P^ siara cai|3 
Kei uo ti mao3 çã ^ 
Clfau2 i pa!J Mu* ttii 
Pn iau ta xim x$ 
^- iau cai^ sum3 jeu 
— p*a3 
Ni kei uo 5;hap2i.c9 t'uii2. i 

K^.iuJiaU. 

Kiu a Ten kiê' 

Cam haõ kiu t<à3^ ma2a*ouL ^ 

Uo 8iam2 tal i co t^imS 

Uo iau <,*ai nsnl ?an'' xao^ 

ch*oanl 

Na CO xao kÍAu3 xe mo ,, 
Kiau ki* kim* 
Na CO nil 
Kiau Toe^ mien viin 
Ni ti. lao2 iel çai kia* li mo 
Ch'u4 leap menl, cbieu3 hoeil 

lai 

Ta.k*iu3 na li 
Pa che Uu3 
Ni kien^ cuol uo ti xe3 boaa3 

— ^ leau uo ti hei4 fiu 
Mo ieu 

Ua lc'ieuliii i kien3 xe3 chiml 
Chie3 kei4 uo tõ* xau3 chVnC 
Uo m»n siam3 ha32 

— hi2 hoan ni, 1. chum3 i3 oi 
Vo. pn fu4 t'a 

Ieu2 xe mo fuen* fu3 



CuctaS 

Noi keuS mat mimk. 

y« f» >» 

Oò keo A t*ai3 

Mat stt conS . 

Moo mat ie, go tiom fom aá 

com2xittt4 ra 
Go in came roo ti hanl 
Mtf siom con 
Pei mou 

Nei Tan2, co tou çai2 jgo , 
M^ hoa tai xem com 
— bou va jen chil ^ 
únk p'a 

Nei bõi Taa t'an ca t'iia.. 
Hoi pia xiu3 ?an, 

Hoi a v&n cai 

Cam hou hei tai ma 1. pou3t^ 

Go úom tap tau ca' t*im 

Go ieu ç6i oamé ran loc xina^ . 

Coco xan kcu m«t ié2. 
Keu cai kiim 

Co tS Dl 

Keu Tõi min ma , 

Nei chiu3 ien hai3 ca mS baà | 

Cbot cai*, çan fanl ^oi 

Coi bõi pin ti 

Mtf chi 

Nei kla go a tai 

Nei _.'— baccuaii 

M6 ÇimJ 

Go c*au nei iat can *Q coa 

Nei chie S tit c'in pei g« 

Go tei siom boa 

Go fnn bei nei 1. ebum i aô 
Oo mo foc c'oi 

liiu mat fan fa 



i 



G«^ÍBc8m6^te 

Doo te iraUlbot 

NaS of tenho fm obedecer te 

Sem comprímeQto 

He obie^aio, que me fas?9 . 

Pio-meem ti 

He muito faror 

Recõmenda-me ao Senhor Cham 

Na5 faltes, 1. naô te esqaeQaa 

FiMB diante 

Obedeço. Sou inciri^ 

He Terdade ? 

Ea digo a verdade- . 

En digo, qoe naõ esta bom , 

Todos asiim disem . 

Creio» qoe. naõ 

Ea digo» que sim . 

Eofi consciência , na5 pode,. 

Estás brincando ? ^ 

Fallo sério 

Naõ ha nada disso 

He mentira 

Porqae ? 

Porqoe iia$ pode sar . 

Ett consmte- 

En digo o mesmo 

£q opponho-me % isso. , 

Que faremos ? 

QfÊe te parece > 

Que remédio ? 

Espera bom pouco ., 

Eu faço assim 

Rctira-te 

Estou bem aqui 

Cbega-te para mim . 

Naa . TSs taô de pressa ^ , 



Sim Letras Chínas 
Mandarim 

Uo nanl Teil nl 

Sin* c*ii2 

T^m* ni ti míml Ç*um3 pu ^in c'u' 

P«i pi4 tô \i2 ' 

Too* cnci* iul ni ti ch'iml fucn 

\jo sin3 fui ni 

Pu caa2 tama • 

Ven3 Cham' sien* xãm* hao2 • 

Puiau vaml leau, 1. xê4 sin3 ; 

Nr siení çou2 • 

Ts'um3 miml, Xè4 li2 

Xc3chên* ti mo 

Uo xõ zé4 boa 

Kiu3 uo zô pn hao 

Jen jen tou clto5 iam xà.. 

Uq siam2 pu xe 

Uq xõ xc 

çõ 3 cho5 CO. moi ieu icanU 

sin* 
Ni xõ 8ÍaQ3 hoa3 
Vq^ xõ jen3 cbèn4 ti boa 
Mo ieu choõ iam3 ti xechim . 
Xe kia3 ti 
Vei xe mo* 
In vfi.xe piun''m ieu ti xe 

rh*im 
Uo sueil cbsa4 ni 
— . ie2 xe ch^ iam xã.. , 
Uo pu fu4 . 
ço. xe.mo haiS 
Ni"ceo2 mo iam x >- 
Xe mo fa4 t2u 
Tsm2 i boeif o)r 
Uo siam choo iam pan3 • 
Çom2 paS I. lil ç*ni pâ. , 
Uor cai choo li 2 hao 
Kia? uo lail , 
Pu:lau choo.me c*uai3 Ç0'i2 



Cantaõ 

Go nan rai nei . 

San fu ntfi 

T*jm nei mim chum mo san £u 

Ma xai come t > lei mou 

Hai nei co ch*im fuan 

6o sôn nei 

Mo come 

Ni man Cheom sin xam hou 

Mo hou mo ki ti 1, mo xat son 

ChMm sin ham 

çum mim, mo toi 

Hai chên ke 

6o com }ptt va • 

Çõ«3 go va mo hou -. 

Co CO hai comera 

Go siom mo hai3 

6o .7a hai 

Come çoa. mou leom same - 

Nei fan2 

Go com tit hai Xat ra . 
Mou come ke sQ con . 
Hai ca ké 
Vai mó 8113- . 

In vai mo nãm ian come kí5* - 
su3 con 

Go çoi nei li 1, go ieo2 nei . 
Go tou hai «orne ya 
Gomd.foc 
çon matie hou ■ 
Nei li mo iom i sã3 : 
Mat forol fat 
Tr,m iatchan3 ^ 
Go siom come iom pan 
Nei hauí hól tit 1, liõi pit ti : i 
Go nei xiu3 h .u 
Can go loi 
Mo hou comr fai haml i 



Eu vou de vagar 
Naõ toques oiaso 
Deixa i-si 
Vem por «nul 
Passa por la 

yue buscas? 

<2ue perdeste ? 

Nida 

Naõ percas o lenço 

Falta baixo 

Falias comigo ? 

Falias a lincrua da terra ? 

Fallo pouco, fallo mal 

Entedesme ? 

yue quer dizer isto ' 

<Jue dizes ? 
Cala- te 

Na) se quer calar 
Fa-lo calar 
Ou\i-o di/er 
<) le di/eui ? 
One lu es hum velhaco 
ÍJien» to di-8i*~? 

rs.iô diga.'* mais huma piílavr* 
Ke.spondtf 
Está quieto 
Ouve, o que te digo 
J)\2e 

N«ò faças bulha 
^ue bulha he essa la ? 
Quebrai i-ujc a cabeça 
Para que hc isto ? 
Na5 sei 

Soube- o antes, que tu 
Conheces aquelle sugeito ? 
Somos conhecidos 
Coubcço-o de vista 
Lembra- te, do que te dis» 



Amte China 
Mandabim 

Vo 90Q ti maa3 
Pa iaQ2 tumS na co 
Leul hla3 na co 
Tii*um3 choA i piea3 lai 
Tsum na i pie a cuo pa 
Ni chau2 xe mo 
Ni tieu' leau* xe mo 
M) ieu tieu xe mo 
Pu iau lieu xou2 kVn* 
Siaii xãm xõ 
Ni tuei uj xõ hoa mo 
Ni zo peo tt boa 
X) ti pu t)y xo ti pu hao 
Ni tam:.tod uo ti hoa 
CUoò co cen mo iam kie xô 
Ni xõ xc mo 
Pti iau ch'u4 xãm 
T'a i tim iau x> hoa 
Kiau t*a pu so ahu» 
'Pim k.tu jeu x5 
xíeii xo xc mo 
~*K'ii xo ut xe cu coam' cuftl 
Xiieil Xo 

*^i iau ti x:> i kiu3 loa 
Ni t.4 im3 
Pu íhu tum3 
Ni t'im uo Jc3 
— xo uo l'i.u 
Pie cliuo ^o nau 
Tsai na li jam nau xe mo 
Ni men c3 uo olr2 
Iau t'a ço xe mo 
Pu che* tau3 
Uò çai ni sien che tau 
Ni jen3 to5 na co jcu 
Uo men xe siam jen xêl ti 
Kiea3 cuo t*a 

Ni ki3 too uo ti hoa 



Oo ham ti maa 
M6 pei neitoa5 co 41 
Fom3 loc CO ti 
Tí^in nei ti loi 

— co pin cuo 
>íei van2 mat ie 

— xat 

Mou xat mat ie 

Ml ha 11 xat xau can 

Ai xeiu com va 

Nei t*um go com ra 

Nei tD*ii pi va {taA 

Go com .liuu ki tòy com ti ao 

Nei h.eu go ccoí «ám hien 

Co CO i.i:? iii^>iomcai 

Ncà va urril ic 

Mo ^ei co.c xil maol. 
KVi xi pit 1. pit tim ieu com n 
Keu kôi mò chot sem 
Go iSmiea com 
len va mat ie 
'len va ni h-ú lan2 çai 
Hai mo Xnei va 

Mõ pei t5 com lat coí tn 

Nei tap im 

M5 boa faD2 

Nei t*im go va 

^- va go tim 

Mai3ç<oa nau 

Hai CO xia çoa nau mal iè 

T8*ou l\ i2 cuam cuana xem 

Vai mJit ie xai2, iatt mat ic imii 

Mo chi 

Go bai ni sin chi toa 

Nei xec ta co co wft 

Ço tei bai síom xec 

— kin cuo cõi 
Nei ki lã go ra 



i 



FoRruousi 

Que idade tens ? 
Vinte, e quatro annos. 
Eitàa moçO) e on etton relbo 
Teu irma5 maior he viro ? 
He ; mai o menor morreo 



I. Cam# 
Mandarim 

Ni ièn kt soei 

Olr xe BQ loei 

Ni Xe ieju nien ti, no tfta2 la6 lean 

Ni ti c» c8 çal pn çal 

çai^ tau uo iiium ti3 sO lean 



Gantaõ 

Nei ian ki ti soei 

1 xap si soei, 1. ie ia toei 

Neihaihonxam, gohal ion tai 

Nei a CO çoi 

Qoi, vatxe go ke sai lo sulea 



VOCJBULARJO COM F It A 8 E S, 



L €asa. 

Huma — 

— grande 

— de doia repartimeotoa 
_ de sobrado 

— de doia andares 
Reparti mento feminino 

— pequena, — nova 

— vellit 

— bonita 

— alU, — baixA 

— larga, e funda 

— de telhado, — de palW» 

— que tem horta 

— qnc olha para o Sul 

— de empregado 

. do povo 

Edificar — 

Faxer — , Concertar a — 

Alicerce, Palácio 

Paço, PorU» 

Porta 

— . principal 

— lateral, — travessa 

. da cabeceira da sala 

. — de duas portai 
Letreiro da — ( armas ) 
Cerrar a — , Fechar a — 
O vento ( sopraudo ) abre a 



FamI Tzú o4 

"I kicn 1. ÇÕ3 fam 
TeS fam tzã 
Leam2 Qãm* — — 
Ieu2 loul — 
Lcam çam loa — 
Nei3 fam 

Siau2 — — , Sin* cai3 ti -• - 
Kicu3 lan3 ti — — 
Haõ2 c*an ti l. t*i2 micn3 ti — 
Cho- ti — -, Oti\2 U — -- 
C'oan2 xên2 ti — — 
Va fam, V*a"2 -- — 
lcu2 iuenl tiu ti — -• 
Châu nan ti — — 
lai men 
Mini fam 

çao3 1. cai 3 fam tzn 
Cb*ãml kia, Sicu' fam tzn 
Cân- ki, Fu2 

Vam fu* 1. châu-, Ta3 men3 
Men 

Chàm* men 
Olr2 — , Hoo3 — 
Pim2 — 
Leam2 xán3 — 
P'ail fam 

Cuon 1. pi3 men, Sõ2 xnmZ - 
Fom- ch'oei3 c'ai ^-* 



lat ean oc 
Tai oc 

Leom çam — 
.laa lau -^ 
Leom çam lau — 
Noi fom 

Slen oc, San chem ke — 
Cau Ian ke — 

Hou i»ai ke — 1. com cau ke — * 
Cou — , Ai — 
Pot xame — 
tia — , ç*ou — 
lau iun ke — 
Chieu name ke — 
Ga muo 
Min oc 
Ch*em — 
ç5 ca, Sdu oc 
Cank» I. kio, Pu 
Vom fu, Tai muQ 
MuN 

Chem mun 
í — Hau — 
Pim — 
Leom xin — 

P'ai fom 

ti 

Im mai mun, SÔ mun 
fom th'õi Lòi mm 

J 



10 



PCRTUGOEB 



EitâT i — , Abrir a — 
Bater a — , Gjardur a — 
Porteiro, Eotraia 
Guarda vento. Sala 
Arco, Arqueado, Repotteiío 
Pateo, Rua larga 
Cadf.íriniia 

— descoberta, — coberta 
As8entar-8e na — , Ir de — 
Levar a — , — de dois mo<;)8 
Lerantar a — , Abaixar a — 
Descer 1. sahir da — , Véo da — 
Vestido da — , Kemate da — 
Ceo da — , Varas da — 
Porta da — 

Visitar, Pagar a viaita, 
Voltar para casa 
Tranca, Taramella 
Cadeado, MoU do — 

— de ferro. Chave 
Columna, Torre 

Torre de Minerva, — da porta 

Trave, Fasquia (taboa) 

Barrolt, Ripa 

Tecto interior, — exterior 

Beiras, Forro 

Telha, Telhar 

Destelhar, Chover na cas» 

Faredo, — de taipa 

— de tabf()ue — de tijolo 
Chaõ da casa, Taboado 
Sobrado, Subir para o . . 
Descer do — , Escada 
Escada de maõ, Degrao da — 
Sala interior, Refeitório 
Livrariat, Gabinete 
Escritório, Quarto 

Quarto de dormir. Entrar no — 
Varanda (grades}, Eiradj 



Artb Chifta, 

MANDáRtM 

çal men c^oa olr» Cai men. 
Ta2 l. kiauS — , Can" -, 
Can mea ti» leu Iam 
Pim2 fonn , CuonI I c*ol t^in^' 
Cmnl 1. kíueoS, Pa4 .. , Men lien 
T'ien' 'chim* 1. inen çu. Ta kié 

KlAU3 TZU 

Mnnl kiau, Gaii3 — 

ÇÔ3 — , çõ — k'iui 

T'ail — , Lean)2 jeni 1. fu- — 

T'HÍ k'il — lail, Fam3 )iia2 — 

Hia — , — lieni 

— i', — tim2 tzu 

— tini, — can* çu, I. — cam 

— menl 

Pai 3 c*o 1. vauiS, Hoeil pai 

Hoei kia. 

Men xoan, Men boanl I. 

Sj2, So boami 

T'ie4 80, Iau4 xcl 

Chu3 tzu, T'a4 

Ven co4, Men loul 

LeamI, Mu4 p'ien3 

Ch'oanl txu, — pan3 tzu 

Fao)] tim2, — — xam2 

Fdm ienl orl, P'oin pau2 

Va, Cai3 va 

Kie4 va, Fam çu lou 

Ch*iaml, T'u2 chiam 

Pi4, Choan* chiam 

Ti3, Tl pan2 

Loul, Xam2 lou 

|]ia2 lou, T*ai kié 

Ti, Tãm ki« !. i íjam tVi kie 

Nei l*iui, Fan3 t*im 

Xu fam, Nei3 xu fam U pien xc 

Cham fam oir, U4 tzú 

Vo3 faro, Chin3 u çu 

Li»nl can', P'iml l'ail. 



Cantas 

Ha! mio hau, Hoi — -^ 
Ta3 1. pa — , Tw - 

T^ai moQ ké 

Pim L. chum mnn, Hac t*im 

Cum I. c,um, iun ke, roun liae 

T«in chim I. lei t'om, Tai3 cii 

Keu 

Mim keu, Keu 

çô — , çõ — hõi 

T*oi —-^ Leom ien — 

Hi keu, Chai lic I. çô tai — 

Loc 1. ba ~, — lime 

— i, — tim 

— tim, — com I. xem, 

— muo 

Pai hac, Voi pai 

Fan hoi oc k'i 1. boi cuai 

Mun xan, — ran 

S5, — 80U, 

T*it 8Ô, — xi 

Chia t'um, Fa- t'ap 

Man c6, Mun lau, 

Leom I. tai leom, Moc ^'la, 

Tin fa pau 

Oc tim, — — xeom 

iame hau I. pio, T^io fa paa 

Ga, Coi ga 

Hoi ga, Oc lau 
Ch*eom, Nai — 
Gh'eom pei, Tcbiun cheoa 
Oc tei, Tei t*oi pan 
Lau, Xeom lau 
Loc lau, Xeec t*ai 
T*ai, T*ai c*$p 
Noi t*im, Fan i'!m 
Xio fom, Noi xia fom 
Cheom fom Fom kan 
Fom can, iap foro caa 
Lan con, Pim t*oi 






PORTUQUES 

Secreu, Poço 
lanella, Gretas da — 
laoella com vidraçin, Alfaias 
Bacia (de cobre), Estante 
Cadeira^ Traze htiraa cadeira 
Baaco, — dos pes 
Mesa, -^ quadrada 

— redonda, -~ acharoada. 

— com gareta 
Ffcbar a — 
Abrir a — 
Trazer hnma me«ft 
Aluiario, — de cosit.ha 

— de diahcirj, Caixa 1. bahá 
Canastra de bambu, Carta 
Cravo, Viola, Rabeca 

Corda de cobre, 
Pennacho, espanar 
Huma carta. Hum maço de- -* 
Fechar — -, Dobrar a — 
Abrir — , Escrever — 
Oomma, Ma<tsa 
Colla, Sinete 
Sello, Tnta (na5 preta 
Por o siueto, — — direito 
Correio, Po^t^, .. particular 
VicraÕ carta-". Resposta 
Dar resposta. Levar cartas 
Enviar — , 
Catre, — de bambu 
' — de rota, R> u\r da cama, 
Travesseiro, — de sala, 
Esteira .., da cama, 
Alcatifa 

Colcha, cobertor singelo 
, . forrado — forrado de algodão 
Cobrir -se com o — , colchão 
Lançol, cabeceira da cama 
Ifes da cama, pes do catre 



I. Casa. 

Mandarim 

Maòl fam, Chim2 

Ch*osm* hu3, Choam hu ienl olr 

PV Hl choam hu, Kia- h1o2 

T*aml pVal, Kia3 Izu 

i2 tzu, T*ion* i pa2 i <;u lail 

ran2 tãtnH, K'M tlm Qu 

Chi4 tíu, Fam' chõ 

I'ienl — , Xam2ch'i4 ti chõ çu 

leu ch'ôu t'i3 ti eh t/.u 

ChaJ !. ciioo* xam ch'òu t*i 

C*ai- choo l*i 

Tail i cham* chi çu cuo3 lail 

CueiS, Ch'ul cuei 

Inl — , Siam* cu 

Chu4 c'uam* çu, Xu t^u 

K'inl, Sien3, Hul k'in, 

T*umí sú, 

Tanl tzu, tan i tin 

1 fom' xu Çu, I pau xu çu 

Fom* xu çu, T*ie - - 

rb*ai c*ai , Sle2 xu çu 

H am*. Chiam' çu T. mien hiam 

Ktau, Pu xu 

ln3, leni xoSi 

Ttt2 L*u xu, Ta tu xu ta li chim"* 

T'il i^ainl, i ma, coai3 m.i > 

Ieu2 xu siu3 lai, Hoeil x>i çu 

Sie2 hoeixuçu, Sum3 xu eu. 

Trt3 fal xii tzu 

Ch'oam!, Ch i4 — 

Tãml — , Fu3 chí3 

Cbêni t*ouI, C*Hu3 chèn 

Si4, T*an2 tzu 

Ch*aii t' iau l 

Pei • tan, Tanl pei vo3 

Kia4 pei vo, Mieul pei vo 

Cai^ pei vo, Ju4 çu 

Pai tan t^u, Ch'oaml tSul 

Choam kio, Choam kio 



It 



C%NTA?Ç 



S-4 ham, Chim 

Ch*eom mnn, — IJ 

P'o lei cheom. Ca fjo 

P'un, Xiu CM 

I» Néc cheo.n i loi 

Pan I. cou tam, Kioc tanu 

T*oi3, Pat sln t*oi 

lun — , Carne chat t*oi 

Cuai t*um2 t*oi{ 

Xan cuai t'um 

Hói 

Nim jat cheom t'oi lai 
Cuai — , Vun — 
G.in — , Seom 1. lum 
Choc seom, Xiu sua 
C*ame, Sin, Guêt 
T'um sin ^, 
Cai mou sou, Cou 
lat fom xiu son, Ut pau xiu •- 
Fom sof, Tip son 
Hoi £on, 85 snn 
çom heom, Min can 1. fuan 
Gaul p*ci2 cau3, T*ou xiu 
íiín, ic xec 

Cap iat CO t*ou xiu, Cap ti chem* 
Sun t'um 1. fom, i ma, fai m4 
'ausou loi, Või son h5i 
Sé v5i son, Sum sjn 
Ki xiu son 
Xoom, Choc — 
Tatu — , Puu coi 
Chaaie i'au, T*im ... 
9*01» çe, Xoom çcí ' ♦ 

Chiti I. t*aa 
P'ci, Tau p*ei 
Cap — , Min p*ei 
C'ame I. coi — , icí 
Pac l*an p*ei, Xoom t'au. 
— mei, — kioc 



J2 

PORTUCUB7. 

Cortina, Moêqalteiro 
Abrir o — largftr o — 
Fazer a ramn, Candiero 
Atiçar o — , Acc!»n*íer o — 
Apagar o .., Botar azeite 
Por torc*.da, •- torcida de ifinco 
limpar o tidiero/ Cortar u ra^rraô 
Espivitador I phicjH 
Tesoura. Canivete 
Amolar o — ' Facca 
-Esta >- esta romba, 

A — afiadn, A -- crcou ferrugem 

Cortar papel com . . 

. . com tetouía. Pinturas Chinas 

Paisagens, Forrar pinturas 

Retratos de vivos, — de mortos 
*Fintar, Bispote 
'Ourínol, Huma «assoura 

Véo, Leque 

Abanar ct)m o — , Sombreiro 

Abrir o — , F.imilra 

Bobre, -P,.trimonit> 

Cabfça da família 
^Governara ca^a, Admiuistrar a ;. 

Pessoa de casa, Regra da casa 
*CrÍMdo, 

Procurador, Comprador 

PaOcde, Visitar o — 

3oDZO, BoDZa 

Deoses, Ídolos 

Santo, Beato 

•Armaçaõ, Armar 

Inceuso, Incensjtir 

Pivete, Aliíir, 

Aputbeose 

Fena, Faier -- 

Comedia, Procissai 

Igreja (de Deo&) 

Cbrlsmõ 



Arte *China. 
Mandarim. 

CbaiD3 t2n, VenI cbsm 
Cai ren cham, Hia2 .. 
Xou* ie4 \iuô cii3, T>íin 
Xou xe tHm, Tien2 — 
Cí»*oei I. mie4 l.8Í4 tam,T'ien ieul 
Choam nien2 tzu, — tam ç*au2, 
ça ieul tãm, Cbipn2 tam boa' 
Kiín*^ t2u 1. nie4 tiu 
Chien2 tau. SÍ4u2 tau 
' Mo3 síhu tau. Tau t7.u 
Cboõ i f a tau tzu tun3 leau (s'eaS 
Tati tzuc'uai3, Tnu çu iam 2 leau 
C*o4 chr2 

Chien2 che, Cbuml cuo2 bra olr 
Xan Jc»ei2, Piau boa olr 

JumI, Iut2 

H.)a3 boa* o'r, Mn? t*um2 

NíauS bui, I pa s«u2 t2u 

Cham3 tz^i, Xàn t7u 

Th.' xAn I. xao l«ran)l, San2 
^ni2 Ran, Kia* 

l*i2 mi(>n3 jen k'a, Kia cb^ãn 

Kia chu2, 

Thoi- kia, Cuoul — 

Kia Ii2 t'i4 jcn, Kia li ti coei* kiu 

H-a jen l* xe2 boan3 ti jen 

Cuon xeh tl4, Mai2 paii3 

MiAU3, Pai3 .. 

Hol xaDi3. Nil cu* 

Xn', l P'ul sa4, Xen siaraiZ 

Xám3 jeni, Xen sien 

ça:2 çu, Cua3 cai Uu 

Ju2 biaml, Fom3 I. xnul biaJi 

Cbu biam, Chi3 ta*il 

Ju c*un tzu miau 

Cuo3 kie , ço i ho ei3 

rh«ra3 bi3, Ch*u4 siam 

1*iEN- CHi'3 t,amI 

«ffcn cbukauSjen !. kiau iejS 



CaÍita*>. 

• 
Cbeom, Man — 
Hol man — « Loc — — 
Cbem bon pou coi, Tãm 
Téu — , Time tlm 
Cb^i — , Fom 1. t*imc iao 
Fom same, Fom tãm samé 
Chat con chim tãos, KSp t§m fk, 
Kip 

Chin tou 1. cau cbin, Tou çai 
Mo tou çni, Tai3 toa 
Nei iat pa tou tnn, 
Tou lei, Tou xam sau, 
Cot I. caí chi 

Chio chi, T^om ien va ke h 
Xan xÕi ira, Peu Va 
Hdm (i, Cben ium, 
Va fa 1. se seom, Ma t^uni, 
Nieu TU, iat pa sou còa 
Chfom, Chi xin 
Pot xin, lu cTieí 
"^Hói — , Ien ca 
'Com cau c.-*. Ca chau 1. cbaa tf 
Ca chi II — 
Tum ca, Cun ca 
Ca lei ien. Ca tei coai cãi 
Xai fnn ien 
Cun su, Mai pan 
Meu, Pai .. 

Vdo xeom, Nei cu l. sê rh 
Xnn, 1. P*uaa, Xao seom 
^em ien, Xan sin 
çei bnm, Cua çoi 1. bom 
Tan hcòm, Fom 1. xiea heoi^ 
loc heom, çai I. xan l*di 
lap heom brn 
çou roi, lap meu 
Cbeom bi, Cbot iaul 

T*IN CHIO T*OM 

Tio cbiu cau ien, K fom cto k« 



PorrvouK» 

r«»er-8C ChHfta5 
Apóstata, Gentio 
Catecúmena 

Baptizar, Ser baptizailo 
Rctar, .— em cSmum 
Huma oraQftõi Ferror 
DUtracçaô 
Re1axaça5 
Kezada manhS 
FeaU, Fazer — 
Folhinha, Almanaque 
Dia de guarda 
Escritura, Contriça5 

Penitencia» 
Inferno, Paraíso 
S«lvar-»e 

Condem nar^se, Ser ^ escandoloso 
. Canonizar, Graça de Deoa 
Diácono, Padre 
Blapo, Papa 



n. VbsTIDO. 

FomS Iciau, 1. ChInS kUra 
Pei^ 1. fan Iciaa, Vai3 kiau 
Pau3 xoir2l ti . 
Ftt3 ai2, Lim2. ai2 . 

NicnS kiml,T'um' cum.1 

Chn^ ^enl, Jo04 ain* 
Fàen* K aan3 ain 
Lãm2 t*an3, Pa zoii2 (neaS 
çau2 co2 

Chánl li3, ço 

Cbán li tani, Hoaml lil 
Pa3 cum*ti je4 t3a 
Xam3 kimi, T*um hoei 
C<a2 cuml, Pn2 xu4 
Ti3 iSo, T^ient^aml (hunl 

Xam2 fien t'am, Kteu3 liml 
Hia2tiijc, Hoai3 piau2 iam3 
Lie4 iliui p*in2, Xãm ch*um2 
Leu4 p'in ti, Xen fu3 
Chu2 kiau*, Kiau hpaml 



ia 



C*NT4^ 



Pom cau, 1. çon etfu 
Poi cau kê, Goi cau ie& 
Seom pai t' In chiu k^ 
CuAi k'õi lim aai, Lim eal. 
Nhné kim, Ta3 ca nime kim 
Choc mau, Ittamé 
Fuan aame . , 

Lan2 tame, m5 xau pun íiiqB 
Sou cuo, . 
Cbimé lai> çou**.^ 
Cbime lai tan, T^um zia 
T'tmlchi2 pa4 cum iS 
Xem kim, T<um3 fM3 
Fu2 cuml 
Tei ia, T,in t'om 
Xeom t*in fom . 
Ha tei iÒ, Vai pieii iom ' i 
Lit iap xem p'en, Xem cVom 
Loc p*en, Xãn fu3 
Chiu cau, Cau (a3 voom 



II. VESTlDb. 

Veatido a'inge1o, — forrado 
Anda de — comprido 
O — esta ynjo 
O — esta estreito 

— de veraõ, — de inverno 

— roto, — esfrangalhado 
O — deacoaeo-ae 

— bordado 

— brocado. Forro 
Direito, aresso do restido 
Borda do — , Renda 
Veatir-se, Despir- se 
Mudar-se, Larar o vestido 
Lava-lo bem 

X»avandeiro 
Remendar, Talhar 



I- Fo4 

TanI i fu, *Kia4 

Cb'oan* cbaro2 — — 

I fu çam* leau 

.» — chai4 
, Leaml i*, Noan2 — ^ 

P*o3 U , hi- p*o lan3 ti — • 

I fu tiion3 leau 8ien3 

Sieu3 boa ti i fu 
. Kíh2 i fu, Li2 taf. 

I fu ti mien3, i fu ú pei3 

1 pien3, Hpal pien 
Choan i fu, TÕ4 — — 

Hoan3 — — ,, Si2 

Si ti4 can* chim3 

Si i f«^ ti jen 

Pu2 1. cai2 i fU| s*ttil 



i Xeom 

Tan xame, Cap nap 

Choc cheom i foc 

I xeom vei 90U 

— — chac 

Leom — — , Kun — - 

(.Lan — r— , Lan çai — 
I zfcom lat sin pou 

. Sau fa ke i xeoa 
Carne i foc, Lei 

. Min, Tai2 
I pin, Va pin -v 

Cheoc4 i xeoml, T'ot4 

Van , Sai 

Sai XÁ con chim^ 
Sai i . xf onr «k^ i(;n 
Pou 1 foc> ^*oi 



14 



TrtTootns 



Omt, AlfâUte 
Abm de balio, — de ám% 
MaagM, — de caoliaS 
Tanka forrsdfty Vettído de corte 
Manga» da tanlcâ Verô» iobrepoíti 
Vestia comprida, Cabala 
Caba*a comprida, — forrada 

— de luto, Capa» da chtfva 
Barrete ou chapeo, SoUdco 
l>or, tirar o chapeo 

Barrete freaco, — qaeate de pino 
Prlicès do — , Borlas 
Kemate do — 

— vermelho (a), — azul 

— branco, — de ouro 
Cabeção 

çapatos, Alparcas 
Bota», Calçar .. 
80CC0S, descalçar oi — 
Meias, iDescalÇo 

"Camiza, Calç ^s , 
Calções de inverno, Cós dos — 
lienço, — de embrulhar 
Cinto, atar o — 
O cinto csU aperUdo 

— — largo 

DesaU-o, dssatou-sc 

Bota8, pregar — 
Cahla-lhe o bota6 
Casa rresilba, Abotoar 
Desabotoar, Saia 
Coifa , Pente 
Pente do cabello 
Peatear-se, Alfinete 

— do cabello. Agulha 
Bolso, — movei 
Bolsa, — de dinheiro 



Aim Cniia 

MAirOAVIM 

Tom^t {'ai fòa 
SianS kiB*, Ta3 kia 
SieuS tga, Ma2 t<il ^a 
^Faal tia, Mom3 p<ao 
Pen ^0, CoaS tsa 
Ta caa Uo, X«- tiu 1. ho4 «*n 
Cham2 san, MienI h kia4 gao3 
Hiau3 zan, In2 toa* 
Mno3 tau, Siau maS, 
Tai3 xam mao teu, Cbai4 •• 
l.eam2 mao, Noan 1. ch6n mao 
Mao pan3 olr, Soei tza 
Tim2 Váxx 1. orl 

Hnml tim orl, Lanl 

PaVl , Kiir 

l.im2 tau L i 
«iél, çau2 hie 
C^hoan bioe4 tsa 
T'õ4 mn4 ki4 
Ya4 tzu, Coam* kll 
Cuam xén* tzu 
Han3 U4 Uu, C'u3 t2u 
T*au3 c*u, C*u iau 
Xou2 kini, Paul fu4 
Xu4 1. b'i3 tai t/u 
Tai3 tKU kin2 
.. — siim leau 
Kie2 c*ai t*a, San3 leau 
Tim' nicu2 txu 
Tieu* 1. Iô4 leau nicu tzu 
C'ou3 pan3, Xam2 1. c*ou3 c'ou çu 
Kie2 nieu txu, K4unl tau 
Paul t*oii' vam, Xu2 tzu 
Pien2 f.im* olr, pien çin 
X«l t*ou, Chcn* 
Chai-, l. hoa- çan-, Chôn 
C*uu2 tai3, Pei2 naml l.ta4 lienl 
Ho 4 paul, Cb4en ta4 tzu 



CAtrmY 

Iíb3, çoi fom 
Sien carne, Tai carne 
Xamé çau. Ma Cai çaa 
Foa, Mom p^on 
Fott Çau, «icu2 c*oa 
Tad ena, Xaar 
Cbeom .., Min 1. c3p olpl 
Han xamê, Siat4 mou 
Mou, Sôa3 mOB 
Tai moa, €hial moa 
l«om moa Nan 1 ckin moa 
Mou pao, Mou aoi 
Tim 

•Hum tim, Lame tim 
Pac xcíc — , Came — 
Lim i foc 1« lim xame 
Hai, ç*oa hai 
Choc4 — 
T*ut id8 kil 
Mat4, Ta taichCckioc 
Ta Ul chèc li 
Hj6n xame, Fa 
Tou fo, Pa t'aa 
. Xaa cao. Pau foc 
Pom tai choc ieu 
Tai can 
--» sam 
^*ai tai, San 4i 
Tim nau, 

Tit nau 

Nau i2, Cau — 

Cai nau, Cuan 

Pau fan, Xõ 

T^ao pai 

Xõ t^au, Cbaroe 

Fa cun,* charn^ 

Chap l. hau toi, Tal t^on 

Hop pau, leu p'im 1. choc ckltfl 



(«) tíe irttignia da. mahr dignidades as .que te teguem, vaõ iliminuindo. 






PòltrVGUKi 



in. CosmnA. 

BfANDAtrM 



Cavtaõ 



ts 



Acear-M a malber 
— o bomeiD, Cabide 
O vestido tem bolor. 
Por ao tol o • . , Gnardar 
J)an muito, •• pou€0 
Aasenta bem 



UI 



Cozinha 



^os^iobar 

Cozinheiro, Ser — 

l^omo, Pogaõ 

•Fumo, Chaminé 

Ferir fogo, Accender — 

Fiiderneira, ísca 

Fuzil, Chamiçoa 

L*enha, O fogo pegou 

Pcgou-se*lhe o fogo 

Abanar ao fogo. Assoprar 

Canudo de — , ^etter lenb* 

Tirar — , Carvad 

— -. de pedra 

O fogo apagoii-se 

O fogo na« se accende 
= LavarCL^i, Fogareiro 

Tacho de cobre, — - ferro 

Paoella de barro, sertã 
Testo, — do tacho 
Cesto de cozer arroz 
Tirar agoa. Balde 
l^avar tigella^, Cozer arroz 
Prato, Guifiddo, hiim..»« 
Manteiga de porco 
Ailobo, tempero 
Bem temperado 
Alho, Cebolla 
Vinagre, Sutita 
Pimenta, Mostarda 
Gengibre, Caqja 



Ta2 panS 

Choan* i fu, í kia3 

I fà zâm meil 1. cbami mao 
Xai3 i fu, JToa* k<i2 lai 
N ai3 ti kieu2, Pu cham kieu 
Ch'oaQ ti hao2 c*aii3 

Ch'uI famI 

<:hu2 fan3 

Ch'ul tzu, ÇÕ3 

Hdo3 iaul, CÕ Çau3 

len', — t'uml 

Ta2 hSo, Tien2 l.zaul bSo 

H5o xê4, — meil olr 1. mom oir 

— tau* 1, lieol. In2 hôo^ 
Ch^ail hSo, Hdo chau4 leaa 
Chau leaii hOo 

Xén3 hSo, CU^uei* 

.. h^o t<uml, T^ien* chVi k<$o 

TC»Íu , T'an3 

Meil — 

HÔ9 mie4 leau* 

— zaul pu4 cbau4 
len3, H5o loul 
T^uml CÕ-, T*ic4 — 
Va2 cuon3, p*im ti2 cõ 
Cai 3 i/Ai, Cô • .ii 

Fnn gãmi tzu 

Ta2 xoel2, \'<^ei t'um2 

Si2 vdn3, Ch í2 fdn 

Tie4, l tie ^'ai3 joii4 

Chu' ieul 

ti iam 1 leau3 

Tiaul ti hao 

Soan) l*oul, ç'um* t'oii 

^•*ii3, Xe3 ieul 

Hiil chiair, Kié3 ç'ai3 I. m94 

Kiau) I , Chou4 



Ta pan 

Cbeoc i xeom, I ca 
I xeom fat mou 
Xai i xeom, Xah hi 
Noi ti, I. came, Md came 
Cbeoc ti hou t'ai 

Ch'iu Fom 

Chia fan I. çai3 Aum 
Cun2ch»iu fom, 
P5o ieu, çou 
In, — t*um 

TafSo, Time — 
Pdo xeec3, — inml 
Foo lime, Tau3 fdo 
Xhai, FòocheS Ia 
Cheò leu fòo 
Pot4 íòo, Ch'oi fÔo 
• • f)o t*um, çamèl í. t'imc chal 
Chiul chai, fou t*aa 
Moi t*aa 
Mou foo Ia 
)Foo mo cheo 
— mei2, Fom lou 
T'um vò, T*it — 
Ga cbam3, „ ,, >, 
Coi, V5 — 
Fan çãn| 

Ta xoi, Xoi t*um 
Sai vim, Cu'u f?ii 
TÍ\>, lat tip (joi I. sun 
Chiu iau 
Clicom3 leu 
Çai ta hou 
Siun t'au, çiim t'au 
ç^ou, Cbeom3 1. xi iau 
Vu chieu. Cai çol 
Kiom, Cboc 



-M 



PotTTJCVlT. 



releio, 1. molho, Actte^r 

* Ovos de gnllinha 

— de, marreco 

Frigir ovo* , Ovos escnlfadot 

— salgados, Matar (ralliaha 
' Depennar, Abrir a . , . . 

Repartir 

IV Mesa. 

' O jantar eita prompto 
He t<>mpo de comer 
Pí^e a mesa 1. esteira 
Assentar-se a — 

*— no prímtiro 'lugar 
Toca a comer 
Traze o comer 
Dar a benção da mesa 

* Dar graças 
P«gar nas fMcb « 

' Comer cora faoh^s 

. Apanhar com — 
Comer com colher 
Hum copo de TÍnho (vazio) 
Hum — de -^— (cheio) 

* Enche meio copo 
Bota mais 

^ Esta muito cheio 
t He mui pouco 

O rinho esta mirito qntfote 

esta frio 

' Na5 tem bom eosto 

He doce, ^— azedo 
*^He forte 

— fraco 
' Na5 presta • 

Na5 fas mal 
'Ma5 se pode be^er 
^uaoto TÍuhu coopraste ? 



Arvb CftlN». 
MAffDAKIM, 

K • i*rtn3 

1^4 t^an 

Chicn* —, Cb*um' — 

Hienl — Xa4 ki' 

T*oei3 maôl, ç*a> I. t*aml ki 

Fuen c*ai 1. fuen faeotz* 

C'ije4 Fan3 

F'»n pien3 Icau 1. fan ieú2 Icao 

Tana cb'e fan ti xel bou3 

PhíI eh 54 tzu I. p*«i gi4 

ç33 si 

XamST ço 

Ta2 pam* ch'e ftn 

Sum3 fan lail 

Nit?ti3 fan chienl ti kim* 

— — hou3 ti kim 
Nh I. Xf2 c*oai3 tzii 

?^ii!n3 c*oai Ifu ch*c frfli 
Kie4i2 tum* si* 
liim t'iau cão* ch*e 
I CO chi»'u2 pêil 
I pei chie a 
Chsn* pan3 ^i 

— tõ* i4 sie* 
T'ai3 nia(i2 leaíi2 
T*MÍ xau2 

' Chiea hãn3 ]o94 

• • lãm2 leau 

Mo4 ieu ha!f2 vei3 tau3 

Xt*3 l*ienl ti, .. soin- li 

Li3 hai3 I. ieu ta3 liJ leamS 
'Mo ieu li leam 

Mo ie*i2 ium2 

Pu siam I can* 

H'j4 pu4 to54 

Ní*f mfti2 leàu tõ xan chicu 



T^om, Pac i*cm 
Cal fan, 
Ap fan 

Chin t*Hn,^ „ „ ^ ^ 
Hamc — , T*om cai 
Mam I. t^^imou, Hói cal 
'^ Fuan fan 

1ac4 VàV 

lau fan la 1. chem2 hooSY&a 'li 

Hai 5 iac fan ke zé liou 

Poii cêè4 

çS ceé 

Xeom ço 

Ta pom iac hm 

Sum fao loi 

Kime fau sin kim 

— fan hou kim 

— 1. nec fai zu 
Xai fai zn iac /aa 
Cap4 çói3 

Xai thil cam iar4 
fat CO çau poi 

— poi çau 
Chame, poo poi çati 

— tõ á ti4 
Afun tS çai3 
Xieu í\ çai 

" çan it t\ Çai 

— tnm^J 1* 
Mou2 mci tau 

'Hai time ke, Siun ke 
Jau lec 
Mou léc 
Mo chum ium 

— siom cou 
Mó iame2 ti 

Nei ii>ailcu'fci to £atx 



i 



POBTUQUEB 

K«5 O kftpm vender 
Q«Mto Tinbo levm este inchei > 

Vinho ngoa, Agoa íird«nlc 

Eu na5 bebo vinho 

Basta de beber 

Bebendo muito vinho, fallo muito 

Hortaliça 
Comer de òame 

— de peixe (abstinência) 
Jejuar, Quebrar o jejum 
Homa tigella de conducto 
Almôndegas de carne 

— — de peixe 
Presunto, Carne de porco 

— de ifalca, — gorda 

— magra, — fresca 

.— . saígada, — de famo 

— velha, — fedorenta 

^- assada, — crua 

— estufada, A— eslà ema (dnra) 
mal cozida (madura) 

. — .- meia crua 

— esta mui salgada 
Pa5 

Lietría de trigo, — de feijcc« 
Na6 posso comer 
— mais 

— — mastigar 

Quero comer 
Tenho ?onUde de — 

— ■ fome 

Catou farto 

. — > enfastiado 

Comer bem 

. — limpamente I. tudo 

— grosseiramente 

— - sem asseio 
Traae aiToa 



X 



IV. IfBSA. 

Mamdaiim 

Moienll nai3 (chieii 

CMSco li«\ clKMunI lt»o4 lo jxa 

Xoei2 chieu, Xâul — 

Uo pu hoei2 hoi chien 

Ho4 chien cou3 Icaa 

Ho ti lean chieu, chieu3 gaí3 

xõ4 hoaS 
ç'ai3, ch'im ç*ai 
Ch*e biin* ç*ai 

— su3 ç'ai 
Xou chai, Fan chai 
I von2 Q*ai 
Jou4 van tsn 

lul 

Hjo2 t*oei, Chu* jou4 
Nieul — , fei — . 
Xou3 — , SinI sieni — 
Hienl — , La4 — 
Ciienl — , Ch*ou3 — 
Xdul — , Xãm- — 
Cbãml — , Jou cbu2 li im2 
Jon cbu ti pu Ian2 K xu4 

— pan xãm pu xa 
Jou hienl ti li 5 hai3 
Mien 1. man t'oa 
Mai4 fuen, Tou — 
Ch'e pu hia kMu3 

— — too leau 
Chiau3 1. iau2 pu tum3 
Iau2 ch'e tum si 
Uo siam^ ch'e 

— tu2 li2 go3 
Ch'c pau2 leaa 
len' fao leaa 

'Ch'e ti haS 

— — can" cbi:n3 I. sã ven 
. çn lu2 

— — a çai 
Sum3 fan Iki 



C%NTA(Í 

Mo* ti mii3 

Nel CO ^\i w cKtMiii t\ ki to çmn 

Xoi çau, Xieu* .. l. fan s«a 
Go mo foi iame çau 
lame Çau cau la 

— — to oi com xiut V* 

ç*oi 

Xec van ç'ol 

— cbail — 

Xau chai, Mou Xau chat 

lut vun (:'oi 

loc iuQ 

lu — 

Foo foi, Chiu loc 

Gau — , Fei — 

Xau — , San sin — 

Hamé — , Lap — 

Cl ie — , Ch'au 1. in — 

Xieu — , Xp.m — 

Chem ., loc chiu ti fáià 

loc chiu li xam 

loc pon xam pon Koc ; 

loc hame ta Q*aí 

Min pau 

Min fuan. Tau — 

Mo iac ti fan 

M6 iac ta la 

Mo chieu tã lan 

Go ieu iac fan 

— seom — •- 
T'ou go 1. hum 
Xec pau la 

Xec fan mou mei3 tou3 
Xec ti hou 

1 HC fan iac ta con chin^ 
Iac tX ç*ou çou.> 

— — ul sou 



18 



P0RTUeUBZ« 



Eaehe hamaUgelU 
OarroB está aitomdo 



eco 



N« '» posso oomer toato 

DimiDiie ham pooco 

Bota mais arrui 

•« CHldo no arros 

Nu6 tenho bom cooducto para 

comer o irroz 
Acabar de comer 
Guarda os sobejos 
Levanta a mesa 
Fa7e ch*a 

Bulle de cba, CluUeirA 
O cba ainda naS esu feito (nao 

tem cor 

O cha na6 tem gosto 
Bota-o outra vez ;n'> b. lu) 
Espera, que se íã<;& 
Botaste muito cba (folha) 
O cha esta carregada 
-1 ^ — leve 
.^ — tem fumo 

esU bem feito, Tomar rba 

Tome ", Bandeja 

Veto hnm hospede 

Prepara merenda (ou almoço 

Ha varias qualidades de fruta 
Ha buma faca para aparar. 
Busca ontra para partir 
TraEe doce (de fruU) 

V« Jornada. 

Andar 

Caminho larsro (grande) 
— estreito (pequeno) 
— - plano, -^ secco 



AkTB CfllMA* 

Manpaiim. 

Chio* i TOD faa 

FsD pa2 lea« c5 L a* leatt 

— can* leão 

— ie« xa* tf a (co 
Uo ch*e p« lota cboS mo út 
KieB2 sana s^e* 

To chén fan 

Tau2 t'am p'an* faa 

Mo ieu kao çai3 hia fan 

Ch*e von! leau fan 

XoQ* k'í2 xgm^ fan 1. çaí 

Xou k'i Ui 

Paul ch*al 

Ch*a bui, Xa tiau tzu 

— hoanl mel ieu3 ienl xo84 

— mi\ ieo tau vei3 
Tau2 i í-.u »bo5 coch'a 

TTi: ,: )>' 1 ■•%i4 vei tau3 lai 
TívtrS ià 0\\i ie4 lean 
Ch'a í^:il Ir ;u 

— tan2 — 

— ieu ien* k*i2 

— xaul ti hao, Ho4 cha 
Ch*im2 cba, T'õ pan 

leu c*õ4 }en lai 
Iu3 i)ei3 tien2 sin' 
leu ki2 iam3 cno tzu 

— i pa2 tau tzn siau4 p'il 
çai3 chan2 i pa ch*ie4 cuo tsu 
Na lai t^aml cuo 

HlMl IIAN2 LU3 

çou2 
Ta3 lu3 
Chai4 In 
Piml lu Can^ 



CaxtaSw 

T*tme L chocai iat voa &a 

Pan Boml la 

Fan C(A la 

Fan Un za 

Oo mo xoc tX come tS 

Came vien a Ht 

Choom muni 3 tít faa 

Pci2 t*om t'on fan 

Mou hon ç'oi iac faa 

Xec inn fan 

Xan hi xem ç'oi 

Xau vun tip 

Pou ch*a 

Ch'a vn, Pou 

Ch*a Qjo ÇStul i&Q iame 

Mou mei tou 

Tou fanl loi cU'a ra 

Tam chot mei 

Nei fom eh* a ip4 tõ 

Cb'a iuml la 

~~ tame — 

— iau f^o ia 

— coe t& hou, lamS ch*a 
Cb*im ch*a, Ch*a pnn 

Iau bac ien loi 

Cbem2 tim3 1. in pei time sioe 

fan ki iom coo la 

— iat cheomi tou p*ail p'ci 
Chumd ran3 iat cheom ^1 
Snm loi t*ôm cuo 

Ham hon lod 

Ham loa 
Tai — 
Chac — > 
Fim — , Cctt — 



i 



PORfUOUBV 

— molhado, — areento 

— lamacento, — fácil 

— difficil, — de montes 

— de campo» — torto 

— direito, — irregular 

— longo (distante) 

— brere (preto) 
Estrada real, — do rei 
Carreiro, Subida (íngreme) 
Descida, Andar a pe 

— a cavallo, — descalço 

— depressa, — d eragar 

— mais de vagar, — de passo largo 

— a roda, — de vestido comprido 

— de diarrliea, Naõ anda nada 

— para o matar 

Caminhar so, — com companheiro 

Condtictor, Correr 

Fugir, — delle 

Na5 o apanha, Alcaoçou-o 

C ançou 4e andar 

Descançar bum pouco 

Pousar, Encontrar, acontecer 

Preparar- se para partir 

Partir cedo 

. . tarde 

Coarem partir cedo 

Comitiva 

Estado 

Viatico 

Fato da jornada 

Alugar mariolas 

A dois mazes cada hum 

Saõ caros 

l^u leva estes dois fardos 

Vos dois levai este bahu 

Tu leva esta antena 
Bii levarei o relógio 



V. Jornada. 
Mandarim 

Xé4 — X'a- — 

Nil — , Ua5 çju ti— 
Nan çoo ti — , Xaol — 
Tienl — , Jau2 van- t2u ti — 
Chê4 -, Ca«l ti- ti ^ 
Iiien2 In 
Kin3 — 

Cuon* — , iul 

Siau2 — , Xam2 pV 

Il^a p*o, P. 3 bira 

K'il ma2, Cuam* ki54 çou 

C*Orti çoii, Man — 

Man sie- çou, C/uon I. ta pu3 çon 

Ch»an2 cuo lai, Cho.m' cbam i 

Sitt3 fi, çou pu tum3 

X-.-i timH leau t'a, 1. ntoiíl xa ta 

I CO jen çou, t'uft»l pan* çou 

ln2 tan3 ti, P'aul 

T*Hul p*an, TÓ2 pi3 l*a 

Can J pu xara2 t*a, — xam leau t*a 

çou2 f«4 leau 

Hie i hie 

— tan3 1. fam3 bia2, Iu3 kien3 

— pei \ tum3 1. k'i x^^a* 
Ta ç>tu2 k*i leau xeo 

.. van2 

Cail taml çau k*iii3 

Can* pan' oir, I can soei ti jen 
Clié4 fuen^ 1. xe3 
Fan) chin3 l. fe. 

Himl Ii2 

Cu3 fu tzu L cu t^iau fu 
1 CO olr cb^icnl in tzu 
T'ai3 coei3 

Ni2 t'iau choò leam pau 
Ni men lean co jen t'ail choo 

C3 siam* tzu 

Ni cam' choò i t'iaul xán mu4 
Uo tai3 piau k'iu3 



19 



CantaS 



Xap -, Xa — 

Nai — , Hou bam kg loa 

Oc ham k^ lou, Xan — 

Tin — , Van c'oc lou 

Chec — , lau cou iau tai ke Io 

Xan lou 

Can — 

Cun bu, i-i — 

Sleu — , Ham xeom cou lou 

Ham ha tai lou, Pou ham 

K*é ma. Ta ch'ec 1. chiií kioc ham 

Fai ham, Man — 

Man á tit bam, Tai pou ham 

Tchiun van ham, Cbeoc cheom i 

T'ou ó-, Hnra mr, tum 1. ioc 

Van c'ói xat, lat co ien bam 

T'um f<Jo2 ki3 bam, 

len2 lou ke, çaii2 

T^ou çaul, T> pei c'oi 

M> con tS tou-. Contou c'õí 

HamI lou cau 

T'au2 ia ha2 

Cliee4 tail I. che 15, lu cheoc4 

Chem2 timi hi ham 1. chem 

Côi bi ham ta çou 

chil 

Jm coi çou tit boi 

Su.-n3 ham 1. can pan 

Cbap si 

P*un ch*in 1. xoi kioc 

Ham lei 1. p*o'i cói 

Ch*imJ tamel tame 

lat CO i ch'in gan 

Coai tâ çai3 

Nei tamel nei tei leom pan 

Nei tei leom ien fai co colum2 

Nei t'd4 nei iat t'eu chamo 
Go tai peu hõi 



CO 

PfBTUOOEB 

Alfcudies na estrada 
rstalacem. Ir para — 

I Hga iiA — , 
G.tsU»-<^ milito na -- 
K^l.iiaj» leiro 
}-.6taino8 perto 
Naô dista muito 
J.f &e v5 o lugar 
Falta poaco, Quaâi 
Chegamos a casa 
Fkji boa joraada 
Trabalhe ísa — 
Dei.i( r rn.)-nos no caminho 
flraiHs a Deos, que cheganros 
N o vos roubarão os ladrÕeb ? 
Com a ajuda de Deos escapa- 
mos delles 
TambeoD naõ ttnhaõ, que furtar 

VI Viagem 

Mar largo, Rio — 
Rio grande, — Amarello 
— Kiam, Passar o rio 

Lago, Bote, — de recreio 

Arrais, 

"EscnVer 

Canoa, Bote ligeiro 

Bote da carreira. Navio 

Nario de guerra, — merrante 

,— de Europa, — cruzeiro 

Brigne 
Hum mastro 

Vela de proa, r. grande 
,. (li* re, Amarra 
Aurora, Fazer viagem 
Po.n ~ 

Lonfça — , Nadar 
passar a váo 



Amtb China 
Mandarim 

Tnml 1. hia2 clio3 

Hie4 tieii3, Hia tira2 

Fan3 cUVnl 

Tien li feii iiiro3 lõ* 

Tiea chu2 

Uo men linl kiní leau 

Lil ti pn4 iuen2 

Vaml ta kien3 na co ti3 fam 

Pu chal xe mo, Cba pu tõ 

Tau3 kia li leau 

Lu3 xam2 pMm gan 

14 lu sinl c*.i2 fleau 

L«i xam taml co4 1. cb*êl hoai 

Can2 siel T*ien cbu 1a<i3 leau 

Mei ieu iu3 kitti3 í;ei4 

T'ien cbu pau2 ieu3 mien2 leaa 



CANHà^ 

Tim 

Tinrií, iap tine 

— ch'in 

oi time zai2 tá cb^io tS 
Time chiu 
Go tei c'an3 Tá 
Lei tS mS ina 
Kin 1% tei fom 
Cba pot tõ 
Tou ca lei 
Lou xeom p'im goa 
lat lou san fu2 

Lou xeom cbo2 cliai3 
Ce me sé T*m chiu too h 
Um çam iu cbeoc çac 
T*in chiu pon iau çau coo h 



T'â men ie mei ieu xemot'oul ti C'<5> ^^i toul mou mat ie l*s£ 



IIiMl XoEl2 Lu 

Ta2 hai2, C*uon boi 
Ta bo, lioaml — 
Kiaml — , Cuo3 — 
H't\, Siau cb'oan, Lou cb*oanl 
La 5 pan 

T'im2, 1. san* pan2 
Lum* cb'0Bn, C'uRÍ3 t/imí 
Tua ch*oao, Ta — 
Pim- 1 xel —, HÕ3 — 
laml cb^oan, Siuu — 
Leam2 veil can* — 
I can vei can 
T*ou' p*oml. Ta .. 
Vei2— , Lan 
Maõl, Him xoei In 
Xun3 t;íml lu 1. i In p'iml gtinl 
-Iuen2 lu, Fui Koei 
<)iK) chiea2 a^oei J. l*Hnj«oci cuc 



Ham xoi lou 

Tai boi, Fut4 ho 
Tai ho, Voom ho 
Com ho, Cuo bo J. boi 
Fu, Sieu xiun, Vaiu Iau 
Cbaul 1 xan cam* 1. tou3 chitii 
San pan 1. p*oc4 t'ini2 
Pai lum' 1. lum chaul. Faí t^itf 
Tou xiun, Pac çou xiun 
Sc — , Fò — 
lom — , çunl chiuQ 
Leom lei2 — 
iat teu yai 
T*au lei2, Tai — 
Mei — Lame 
Nau, Ham xoi lou 
Iat lou p'im chim^ L gaà 
lun lon, Ium2 I. iaul xtA 
Moc «oi cuo 






PotruouBi 

C«Ur na ago» 

Morrer aforudo 

Andar em olma da agoa 

Aftandar-se 

Agoa baijca, — alta 

— turra, clara 
Chegar ao faodo 
Enchente, 
He^ 

Vasaate, he vasante 

Preamflr 

Agoas Tivas, mortas 

Navegar para baixo 

•— para cima 

Corrente favorável, — Contraria 

A — he forte 

Dar em hnm baixo 

— em rocha, naufragar 

Wssar hum banco para baixo 

Virou •se o bote 

Fazer agoada 

O navio faz agoa 

A fretar navio, Tomar paMagetn 

Vai* me [procurar bote 

Ajustar a passagem, 
Pagar a — , Embarcar-^e 
Carregar o navio 
Descarregar 
Embarrar o fato 
Capitão 
Quadrante 
Piloto, Mappa 
Affolha, Comi>as»o 
Circulo, Centro 
Linha perpendicular, paralela 
Regra, Esi|UHdría, Lapúi 
Angulo, Calcular 
Marinheiro 



VI. VlAOBM. 

Mandabim 

TiaoS çaI3 xctel n t*<m 
leasOS 

Piauí çat xnel xao 

Ch^úl hia k'ia 

Chien2 xoei, Xenl — 

Honl — , CbimS — 

Tiiu3 ti2 

Cham xoei I. xam ch'âul 

Ju Icin xe xam ch'au, 

Xe foeil 1. hla ch'au 

Cham >oei 

Xim' xoei 1. su zoei 

Bia 1. xuoSxoei çoii 

Xam 1. ni4 

Xan3 xoei, Ni4 — 
Xoei leul ti hium. 1. ki4 
Ch'oan chien2 chn3 lean 
P'om3 aê4 t'oa 1. p'o4 leaa 

ch>oan 
Mia t*an* 
Ch*oan fHn2 lean 
Chiu2 1. choaml xoei 
Choan loo3 

Cu3 ch'oaD, Ta4 choan 
Ni2 kei4 no2 chaa2 i eo 1. che4 
sian choan 
Kiam2cfa'oaB ch*ien 
Kei —. — , Xam2 ch'oan 
Choam* hÕ3 1« Sai3 ch'oaD 
Sie3 ch>oan 
Choam himl li 2 
Ch'oan chu 

P'imi il I. fam t^ien t'a 
Na t*o2 ti, Ti3 li t'ul 
Che2 nani ch*én*, Cueil kiu2 
Kiuenf, Sin* 

Che4 1. tiaul 8ien3, P*im slen 
Ch*ê4 tzu, kiÔ ch*e, CUicnl pi4 
Ki^S Soan3 t*ien ven 
Xoei zoo2 



21 

Cantaõ 

Tit ISc x<A 

Chames li 

Ponl t*a\i» 

Chame tai2 

Xoi ch:n, — xame 

Choc4 — , Chim — 

Tou tai 

Xoi tai3, 

lu came xoi tai 

Xoi cón* 

Xoi mon2 1. çoil 

Xam I. sn xoi 

Xun xoi ham 

Nec ^ 

A'on xoi, Nec — — 
Xoi t^au* mam2 
Xion hom3 Xã h trn 

— chom:5 xeec 1. Ian3 

Ha t'an 
Foc4 «iun Ia 
Xinn choom xoi 

— lan 1. iap xoi 

Cu 1. ch*im2 xiun, Tap zinn 
Nei t*um go van2 iat ehé sieo 
xiun 
Com xiun ch'inl 
Pei2 - -., Loc xiun 
Choom fõ 
hl fõ 

Choom ham lei 
A^iun chiu2 
P*im i 

Xai I. cha t'ai kg, Tei lei t'ouÍ 
Lol p*unl, T'ural nip 
lunl hiun, Same 
Chcc sin, P*ira sin 
Ch*ee, Coe ..,IunI pat 
Coe, Sun xoa3 
Xoi xau 



;Ar a vel&. Enjoar 
Levantar ancora, Largar — 
Laigar vela. Ferrar (abaixar) - 
Apanhar — , Adriça 
Largar a escota 
Caçar a — 
O Navio anda 

— desanda 
Levar á cirga 

Nada anda. Vento favorável 
[ O reoto he conttarío 

— Lette, Oeste 

— Snl, Norte 

.— Nordeste, Sud este 

— Forte, fraco 
Andar à bolina (lado) 
Levanta-se vento 

O vanto sopra duro 

— — parou 

O mar kvaota ondaa 
^O o- esta plano 
O •- esta cheio de piratas 
Levantar mastro 
Abaixar — , Leme 
Governar o — , Virar o -^ 
Or^ar, Arribar 
Remo, Remar 

Remo de popa. Remar com — 
Proa, Popa 

Conve?, Dar à bomba 
Batedor, Tirar agua com — 
Toldo, Cabos (cordas) 
Quilha, Fundo 
Ancorar, Ancorado(U'0 
Caldeira, Cães 
Desembarcar no — 
Amarrar o bote 
Desamarrou- se 
Official da alfandega 
Passar na — , Pagar direitos, 



4UIM QKUMk 

MlMíJlAniBÉ 

K*i2 ma^l, HU mao 

— p'oml> Hia pom 
Xou p^om, Ch<o82 p<om 

Sum ch'o8 Xou 1. sum fom leaa 

La4 kin2 

Cb*oan Qou 1. him 1. cbia 

" t*oei3 hou3 

La4 klenS 

çou2 pu tum3, Xun3fòml 

Xe tim2 t'ou fom 

Tum«— , Si- — 

Nan* -, Pei4 — - =*»- 

Tum* pei — , Si nan — '' 

Ta -, SUu L k*im — 

Pa-n* fomçoul I. c*ou fom qoú 

Cua4 k'i fom lai lean 

Fom ta3 ch'eei 1, ço 

— 8Í4]eau 
Uai k'i2 lamS 

— p*im' km chim 
Man2 hai ze çei4 
Xu3 k'i2 veil can* 
Hia vcican, T'o2 

Nal I. cham3 ^, Ckoao3 — * 
Vaii*o, Li 1*^3 
Chiam2, iaul -. 
Lu2 t*iaul, Panl — 
Ch'oan t*ou, — vci2 

— micn3, Cna4 ch*âul 
Xoei tou2, Ti2 xoei 
Chê4 p*omí, Xâml izu 
Choan chi4, Ch'oan ti2, 

Van ch*oan, Van ch'oan ti ti3 fam. 

Choan fami, Ma2 t*ou' 

Xam ma t'ou 

Pom2 1. xoanch *'an 

Ch'oan tzu3 san I. c'ai lej^u 

Cuon* xam ti jen 

Cao cooELi Xam xoel3 



Hi nan, Ha — 

Chee21ei2, Ha — 

Kinn2 mail lei, XemC 

Sum leu sií 

Chee I. mam. 

XiuQ ham 

— t<an3 bau 

Chee2 hin I. lail lame3 . 

Aai2 mo ioc, Xun fom 

Hai tim t^au fom 

Tum fom. Sai — 

Name - , Pac -- 

Tnm pac — , Sai name — 

Tai — , Sieu — 1. sai fom. 

Xai c^au fom 1. p'«m 

Fom hi3 la 

Fom mAm2 

Fom 8éc 

Hòihi lom 

Lõm chiut 

lat boi tou hai (ac 

Hi vai 

Ha — , Tai 

Xal t'ai, Tchiun — 

Mai t'aB, Hói — 

Chiom, Cbaa chioa. 

Nou, ieu — 

Xmnt^an, — mei 

'— min, Fu xot 

Xoi Uu, Put I. tou xol 

P'om, Xem 

Qo», ^inn tai 

Van xiun, Vaa ziun ke tei Ibi 

^un ou. Ma I. pu t*aa 

Xeom 1. mai pu t*aa 

Pom xiun 

Xiun snm I. boi la 

Coan xeom ien 1. cuaa choi m 

Cu« cuao, Xeom keomLcioai 






f^ll/9JU»» 



U; Tbm«) 



Ceo> Paraíso 

— - da Lua, -< dat estrellas 

Ar, No .. 

Os cioco elementos 

Cco claro, .. onblado 

EstÀ nublado, Ha nureas 

L«vancaõ-8e . . 

Di88ipaõ-se as .• 

Esta escuro, Tempo emlíralhada 

Faz sol 

Poège o --, Naice o - 

O — cata muito quente 

Faa muito calor 

Diaco da Lua, Luar 

Ha estrellas. Cometa 

Os sete plaoetfls 

(strella da manbl 

Estrella do Norte 

Scintillar, Ursa 

Via láctea. Equador 
Horizonte, Eclitica 

Zcnith, Clima 

NaÕ se dur com o — , Área. 

Olhar 08 — (superstição) 

Chore muito 

Chover dias çontinuoa 

A chura naS para 

Relampagaea, Troveja 

HarD raio matou gente 

Nera, Saraiva 

Orvalho, Geia 

Agoaceiro, Tufa > 

Furacão 

Hora 

Elumâ -—. (pancada do gino ) 

Hum quarto, Meii hora 

Duas horas, e meia 



IMUUMMAJiM 

TULH^ ICi.l, XeI Híoua. 

T»ien, rien t*aml 
lue t^en. Sim — 
K'il, çai2 c'uml chuml. 
U2 iuenlhiml 
Chiml t'ien, Inl — 

T^ien inl — , leu iunl çai3 

leu iun çai k*i lai 

lun çai 8an3 leau 

T^ien hei4, T'ien momi jeaa 

leu je4 t'ou 1. je tou xai3 

Je l*ou joo4, — — ch*u4 lai, 

Xai ' ti li hai 

Jo«4 — 

lue4 Iunl, — leamS 

leu sim* sim, çauS sim 

CL*i cbãmS 

Hian3 sim 

Pei4 kil sim 

Xoo4 cuaml, Pei tou 2 

T*ien hoS Ch'ê4 tftu3 

T'ien pienl, Hoam* tau 

T'ien lim2, Xoei t'u 

Pn fu I — — , Fom »oei . 

C'an3 fom xoei, 

Hia ta3 iu2 

Lienl t*ien hia iu 

Elia iu pu t'im l che . 

Ta2 xán2. Ta leil 

I CO lei ta'i gl jen 

HIaí«iu54, — pau4 tza 

— Iu3 xoei2, — xoi|ml 

Fom pau3, Ta fom 

Siuen3 fon* 

Xei hou3 I. ch>col 

I hia chum* 

1 c'o4, Olr c'o 

Lcam hia eir c*o 



2$ 

T*iN XI, Xi Hauí 

T*in, T*ia t*om 

lut t*in. Sim — 

Hi, çoi hum chum « 

U iun ham 

Cbim t*in, laipe t^ia . 

T*in iame^ lau vaa 

laa van hi 

Van sao la 

T^ien hac la, T'in mom 

lau ié fau, 1. xai 

le t*au 18c com, chot le t*auj . 

Xai tá çai 

It4 

lut lon, — leom 

lau sim, çou — 1. lac cha -^ 

Çat chem 

Hieu3 sim 

Pac ki sim 

Xime cuom, Pac tau 

T*in ho, Ch'ec tou 

T*in pio, Voom tou 

— tira, Xoi t*ou 

híâ foc oi t'ou, Fom xoi , 

T'tti2 fom xoi 

l*'<c ta iu 

Lin t'in I. ié i« loc ia. 

Loc iu m5 t*iai 

Xip lim, Ham loi 

lau loi ta sã ien 

Lôc slut, ^ pô 

— lou xoi, — xeom (c'uom 

Fom pou K cau3, T&i fom 1. fom - 

Tchiuu fom 1. cuai Hu fom 

Xi hou 1. xen 

iat time3 chum 

lat hac4, Pon3 time chum 

Leom time pon chum 



24 



PORTVCUBr. 



Mninto, Segando 
Dia gniD^le, peqneno 
Hum d\n, Meio dia 
Huma semana 
Domíniro, Segnndu, Terça 
Hum mez. Primeiro do — 
10 do — , n do — 
Lua nova, — clicia ^ 
Primeija — , Segunda — 

— Intercalar 

— de *9 dias, de 30 — 
No principio da — 

Ko Am da — 

Hum auno, Bom — 

No anoo decimo do Iuperador 

Tau Cuam {\9^0) 
Estação, Primavera 
Xquiooccio da — 
Veraõ, Solsticio do — 
Outomno, Equinorcio do — 
Inverno, Solsticio do «^ 
£>te anno 

Irei no anno, que rem 
Anno passado 
Ha dois annos 
Daqui a hum anno 
Fim do anno, Dia de — bom 
Hoje, Hontem 
Antehontem, H» trcs dias 
A'manhl, Depois d*am»»nlii 
Daqui a 3 dias, Ha alguns dias 
Daqui a dias 
Aurora 
De mnnhS 
Ao «m'ínheccr 
De ♦«rde 
He dia 

Ho noite 
IDe — , Meia «^ 



Abtb Chi RA 
Mandarim. 

l fbenS, 1 mlaa2 

J« tsa cbam', Je tta tQ0Q2 

1 t*len 1. jc, Prtn t ien 

1 CO clio je 

Cbu 5c, Ch'n li2 olr, l. san 

I CO iue4, Ch'ul i 

Chu xe, Xe i 

— i, Xe u 
Cbãm* iue, Olr — 
Jo?n3 iue 

SiaQ2 íwe, ta3 — 
çai iue chu ki2 

— — ti' 

I nien*, HaÒ nien ch*;itt) 
Tau fnam xe nien 

^e hoa, Ch»anl l*ien 

Chnn fiien 

Ha3 t*ien, — che3 

Ch*ienl t*ien, ^ fuAi 

Til ml t*icn, — che 

Kin< nien* 

Hia2 — . chícn k'io 

K'iu3 1. kicu2 nien 

leu olr nien 

Tuo i nien I. hon — 

Nien ti', Cuo nien 

Kin nien, Ç"3je 

Ch'ien je, leu snn t'i«n 

Mirai tienl.je, Hon 3 tien 

Th3 hou t*ien, leu ki2 t*ien 

Cuo leau ki tien 

Chim^an 1* li miro, tien cuafti 

çan xam I. xam n 

T*i^n cuam ti ze hou 

Van xam, 1. hia u 

Tien cuam leau 

— hei leau 

Ic li, Pau te 



CantaS. 

lat faaiil. meii 

lé cheom, le toa 

Int ié, Pon — 

lat CO chiu ié 

Chiu iS, chiirié in i2 1. mm 

lat CO iut, Cbõ iat 

Cfao xap, Xap iàt fisa 

C h 5 iat 1. iut t^au, JEap i L ioi 

Cbem iut, i int 

lon iot 

Sieu — , ta — 

Çol iut t^au 

— — mei 

lat nin, Hon xi nln 

7b V cttom xap nla 

T*in xi, ch*nn l'iB 
Cb'un fuan 
Ha t*in, — chi 
^au t*in, — fuan 
Tum i*in, — chi 
Came nin 
Mim — çau hài 
Cau — 
•lan i nin 
Cuo iat — 
Nin mei, sao — 
Came ié, ç5 ie 1. maà 
Ch'in ie, lau saa — 
Tim i«, Hau — 
Thí hou — , lauki iã 
Cuo ki i^ 
T*in ciiom 
Coo xeom 
Tin cnom 
Mnn xeom 
T'in cuom la 
Tin hac la 
Man t*àu I. mau Vcom» 1^8 



^ 



De èU, Antê9 
Aotes de elle vir 
[)ep6ís, 

- de elle vir 
^gora. Ate — 
Daqui por diante 
Ha pouco teUpo 

- muito 

Foi agora, — vai 

la veio. Acaba de che^r 

Sempre 

^uDca ha de fir 

Dia Tir 

Vni. HomeU. 

Tomem 

ffnlher, Virgem 

)oiiKe1Ia — qae na5 caia 

Inva, — que naS caaa 

Meretriz 

lidada^ AMeaS 

Tomem nobre 

- plfbeo 

- vil 

- empregado 

- partira lar 

- sábio, — igncráute 
> eloquente, 

• de poucas palavrai 

• que na5 sabe 'ler 
9lido, Rústico 

- grare 

• leviano 

- serviçal 

. civil, — descdr* . 

- rico, 
)bic 

I bons, ^ Os* m'Of 

intrigante 
irftroníettido, — inqníeU 

dc^a^vergobbado 



Vil. tioMiM. 

Mandarim. 

Patjs 11, Tou II, 9'am ch'\mi\ 
Ta la! ti fou 11 
Hou lai 1. t'oa 
Ta "lai ti hou t'ou 
Jul kin-. Tau ja Ilío 
çum kin i hou, hou lai 
' leo pu to ti xt hou 

— hiuJí , je tzu t5 

G'ail k*iu leau, Chieu3 k*iu 
Lai leau, ç'ail tau3 leau 
Chaml cham ti, ium2 iuen2 
lum, iuen pu lai 
Cail taml ieu i jt 

Jbn 

Nan 1 ' jen, ie mén 
Niu2 — , Tuml eVenl 

Coei- niu, ^on2 ch*en ti 
Cua2 fu2, Xou tua ti (fn 

Pu hao fu jen, p*irtn3 tzu, ch'am- - 
Ch'ãml li ti jen, Hiaml Lia ti jen 
T'i2 mien,3 jen, xe3 kia* jen 
?'im chanil po4 sim 3 
Peil chien3 jen 
ÇÕ3 cuon* ti, ieu cum* mim ti 
Pu çõ cuon ti, mei cam mim ti 
Po4 hio jen, lul ch<un2 ti ' 
leu c'ou2 ç<ail ti 
Pu gai zõ boa, Mô ieu to ti boa 

Pu xê4 ttii3 
Sã* venl ti, ç*ul lu2 ti 
Cbãm3 kim* ti, ven2 cfanm3 ti 
Xa2 pu Iam* tãm2 ti 
Cuon tAi3 jen ti, Ha5 ae* ginl ti 

leu 1j2 ma?f3 ti, Mei — 

Ç'ai3 chu, /u3 cuei3 

P*inl kMurol ti 

X^n3 jen, Go4 «^ 

T*ian 8^ ien3 ti, xõ4 jen ti xe3 fei. 

To- jíe3 ti, Nau3 xe — 

Pu ««3 lieol ti 



CAIftA5. 

PacI«, 8U I. chln si/ilft ti 

Cõi lai sin 

Háú loi 

Cõi loi hau 

lu carne. Toa — — 

Hau loi 

Moa ki noi3 

Hoa noi 

çaa cbem 1. chi h5i, çau ÍxH 

Loi la, çaa cbem tou 

Xeom zeom. Vem iun 

çum pd lai 

Chi chum iaa lat^ i^ 

' ÍBN 

Name ien, 

Nõi — f T*nm cbem 

Coai noi. Xau cbem ke 

Cuafu, Xau caa 

M& hou noi ien, lou cõil 

Xem lei ien, Heom ha iea 

lau mim xec, Xni ca iea 

Xiu meu 

Pei chin ien, ui ha coa lau iea 

çou cun ke, lau cum mim 

M3 Ç((ui;Un ke, cuail t<in caa 

Feí zeom ke, iu ch'un ke 

lau hau <j'oi, 

Mô oi com xi maa ke, çame çim 

Mo xec txu ke 

Sã man ti, ç'ou loo 

Cbem kim ke 1. van xat 
' Hiu fanl ke 

Hou çou8'ike 
' lau lai mau ke, La tat 

Tn cuai 

P'en c'um kc 

Xinien, Oc — 

çou xi fei 

Tô fcê ke, Cbicul leul \t 

MO €u min3 ke 



26 



POtTUOOBS 



— •canelado 

— detembartçado 

Nft^ scgnro du raaõ»» — da boca 
Homem casado 
Molber casada 

HoBicm ardiloao 

^- 6Íacero 

Criado 

Criada 

EacraTO, Escrara 

Bonzo de fo, — de Tom 

Eccietiatico, Frade 

IX. Alma. 

A — be espirito 

. naS tem âgtira 

-^ " he immortal 

As ttea potencias da — 

Memoria 

Homem de graade — 

Lembrar- se, Esqoecer-se 

JSsqoecidi^o 

Í4a5 me pode esquecer 

Espera, 4«e me lembre 

Dizer de cor (dar cosUs) 

Naõ posso di«er de cor 

Decorar 

Entendimento 

Homem entenUdo 

— esperto, — rude 

— pmdente, — impnident» 
.^ agudo 

Entender 
Coonderar 
Ter pensamento 
Nntic» pensei 
' Discorrer, — Wlando 

Doutrina 

Tradi9i5 



Am ChiKA 
Manoarim 

Tanl tsa BÍao2 ti, mõl tõ- ti 
Xoaml c*oai3 ti, c*aaí «)u2 
Xon2 pu .Ten2 ti, Çoei2 — — 
Cb'âml kia- tí,iea fu2 jen ti 
Ch'u4 Ican kia3 ti, ien cbamS 

fu ti 
ten cuei2 pi3 ti l. tao3 ti 
Lao2 xê4 ti 
Xc2 boan3 ti, kia' jen 

mu2, ial t*ou 

Kul Çail, Nu pi2 

Hol xam3, Tau3 xc3 

-Sieul Uu3 ti, çai3 hoci3 ti 

LlMl HUNl. 

Lim tun xe3 xênl 

mei ieu kiml siam3 

... pu sú 1* mié4 

San sã* 

Ki3 bani L 8im3 

leu ta 3 ki ban ti 

Ki ti, Vaml ki 

Ha$ vam ki ti 

Vam pu leau 

Tãm2 uo siam i siam 

Pei3 xu- 

Pai pu xaro lai, Pei pu hia k'Í« 

Iu3 pei3 pei xu 

Mim 1 u3 

Mim po4 jen, ieu kien3 xc4 ti 

LimI liAti — , -lul cb*un2 

leu cbê3 too4 ti, Maoi xê4 ti 

ç^um' mimi ti — , iau ki3 mo4 ti 

Tum2 ta, mim po 

Su* 8iam2 

K^2 i CO men3 fou, 

Siam pu tau 

Ch^oei* siam, Tau! Iun3 

Tau2 li2 

Ch^oaal hia2 lail ti boa 



CAKTàS 

6ai t^ame ke, zan naan, moi mtã 
Xeom fisi ka 1. fal zan 
Xan mo van, xao tô, Han z8 
laa loa p'o k^ 
laa loa com ke 

Coai vat ke, Coai cast 

Lon xat 

Haa3 xam' 

Mõil çai2 

Tai2 çai, Nu pei 

Vo Xtoro,r Tousú 

6aa too ke, çoi ?úi k£ 

LCM VAK 

"Lim Tan bai xio 
Moa im moa seom 
Lim van mtf síí 1. mk 
Same sú 
Kei sim 

lao ta3 

Kei ta, Mom ket 

Moa kei sim ke 

Mo tS m5 kei ti 

Tam go seom 

Ni me xiu 

Mo nime ti coo, — — — ísi 

Cbem tim xiu nime 

Mim ã 

Mim pac ien, Ua kin xec 

Lim lei, lu ch*nn 

iau kin xec, Name saiiie 

ç*am mim ke 

Hieu iá, mim pac 

Sã seom 
^i nime t'au 

Mo siom tã tou 

çõi seom, T^ame loa 

Tou ki 

Cbion ra 



I 



PORTUOUBC 

*Tcr raiaó 

Conformar-se com a — 

Contra a raZR5 

Chegar ao uso da — 

Vontade, Querer 

Amor, — mutuo 

Amável, Amar do coração 

Amigo intimo. Travar amizade 

Romper com outro 

Inimigo 

Ab jrreccr 

Ter ódio, Vingar-ae 

De bom génio 

Fiel 
Iracundo 

Cruel 

Impertinente 
Soberba, Humildade 
Diligente, fervoroso 
Ceder. Virtude 
Lu xuría, Castidade 
Obediente, Cobiça 
Largar as riquezas 
Esmola, Dar — 
Compadecer -SC, Abençoar 
Amaldiçoar 

MortificaçaJ, Emendar- se 
Arrepender-se, Converter 
Converler-8C, Prejuízo 
Propensão 



X. ALMf. CoRFa. 
Mandarim 

Teu3 li2 

Ho4 li2 biml 

Pu — — , pu kiam2 Ii2 

Cai* miml u3, fuen* ha6 tai2 

Gai3 iu4, iau2 

Gii3, Siam' gai 

C'o2 gai ti, Sin* li2 gai 

X »4 p'oml ien2, Kiau* — — 

Tiion2 lai vam2, k'i3 chiiiè4 

€li'oiil jen 

leiíWu^, nau2 han3, hien3 

Kei3 ch'ou, Pat.S chon 

Jeu haÔ sitnS tzti, lea a' xau3 

ti, ha3 pM k'iJ 
Chum sin' ti 
Hao fuen 2 n:i3 ti, hÓ2 simS 

l/u ti 

ílium* go4 ti 1. pau3 ti 
L)l sõl ti, Iei3 choei3 ti 
Kiaul gau3, Kienl siun3 
leu chim- ^enl, Vinl kin2 ti 
Jf.iUii jeii, fu4 jen, ToOl biml 
S.ei inl, Kic4 too 
T'im3 mim3 ti, T'an' sin 
Xo54 ç*ail po 
Him gai kinl, Chi3 cbu.n3 
C*u2 lienl, Kiam3 fu<^ 
Kiam bõ3, ma3 jen 
C*o4 k'i2, Cai2 cuo3 
Hou3 hoc', K'iucn3. hoaSf 
H*oi t'oii, Pien* kien3 
Pen sim tzu, pSen hiam3 



^ 



•C\nta5 



lau lai 

I' 1. hop lai bam 

Md i lai, mo com lai 

Hn mim ú, fuan hou cb^auS 

Oi i5, leu, oi3 

•Oi, Seom oi 

Ho oi ke, Same lei oi 

Xoc p*om iau, Cau — — 

Tun loi vom 

Cb'au ien 

Ime hi, nou 

Ke cb'au, Pou — ■ 

liou kem ke, xun xia 

Cbnm baa ke 
Fò sim 1. kem 

Tai toe, oc ien 

Lõ 8 3 kS 

Kieu gou, Hime xim 

Iau same ki 

leul iom, T5c bam 

çé iame, kit çim 

Tim mim ke, T*ame sani€ 

Xee çoi 

Ham oi kim, Xi zec ien 

Ho lia, Cum foc 

Com võ, ma ien 

Ha kci, Coi cuo 

Foi lian, Hiuu ien 

Vai t'au, P*in sim 

r*iu beoui 



X Corpo 

Homem gordo 
Animal — , Magro 

Forte 



Jt>4j4 Xeh 

i>'am3 jen 

Feil xim* c'ou2, Xou3 ti 
KMaml kienS I. cboam3 ti, ieu 
lil leam3 ti, kie4 xe4 ti 



Xam 

Fei ke ien 

— xam kan, Xou kc 
K^iom xat 1. cboom^ iau lec^ 
cboom kia 



POMVOVBt 

Trâco 

Tscorrcíto 

Aliado 

Torça, Com — 

Estieoder-ae 

£nco1her-te 

Incliaar-se 

laclinar para ca 

VjlUr-ie 

DeiUrte, EiUr deitadj 

Ag^char-se 

Cahir 

— de bruçtn, — coau» 

£gtar cm pc. Asseatar-ie 

Assente* pe, LeraoUr-sc 

Prostrar se, — (ccrcmoaia) 
^ Darmir, Naõ posso — 

Adormeci 

Cabeça, O — 

Vértice da — , Tonturas á^ ^ 
, Doe-iD0 a — 

Cabello, bum — 
Criur — , Cahir o — 

Cortar o — , Tente 
Pentcar-se, Tecer a tranpa 
Teata, Cura 

Olho, Men*ua do — 
Capella do — , Olhos ero alro 
Alvo do olho 

Abrir os olhes. Cerrar os .« 
Doente dos «-, Cetro 
Vista curta, Trazer óculos 
Olhar, ver 

Nao vejo, Olhnr para baixo 
O.har para o cha'), — para c^mi 

— para dentro^ — para fora 

— para tra^, — para diante 

— de etgaelba 

— cojA mãos o!ho« 



Am CvfHâ. 

Jnaii3 )54 U 
. Ch*loeDl lêo t«u ti 

ç^anl chi4 ti 

Li leam, Xe2 kim3 

Xcn- c'ai- 

■K*iu4 Yen tzu I. k*ia 1ien2 

Fu4 zêo tsu^ ht2 I. ?an^ laHi 

PanS cboÒ i pien* 
. ChoMir z*n t2u, 

T*am3hia2, - - 1. lueiv kiau3 

VÕ3 hia 

Tiau'*., t)i24;Inl t'onj çsú' ta«2 

Pai Uu2. latui Uu2. leau 

íhiD3 cha'^, ç)3 hia 

Ch*im2 r:, k'i2 lai 

Pa hia, C'o3 l'ou-, 

Xoei3 kÍMUt, — pa ch#u4 

— cbdu Icaa 

Nau2 Ui3, T*ou' olr I. ma 

T*ou tin«2, Nau tai Ía4 iunl 
. Nau2 U;3 Vtífít'^ 

i cãa' t*i>u fa 

Lcui — — , Tiuu3 — — 
, K.au3 — — , Xu* i« I • 

Xu t'ou, ^ Ta2 pien taa 

Go4, LienI niien3 

ien2 chim' leq cbu* 

len p'il, Faii2 pai \fia 
Pai ien çhu 

Cai icn c\i\m, Pi3 ien cUim 
, Hhi3 — pi«i3, Híh4 t.zu 
Kin3 xe3 ien. XaiBicn. ki9i2 
C*an3, Kien3 

C*Aa p« kien, Vam2. hia c*íHi 
. Ti3 hia c*an, laml — 

Li2 t'ou — , Vai3 t*ou — 
j HjcíI l*ou —^ , VHm2 çhSçQ — 

Sei c'an 
. S.e 1. Uq2 iei^ c*fn 



" €um5 

• fan ta Ira 

^ -Hon ien h cbMun xfb k« 
Pai' zao ke, Xan pot eb^Jaa 

* Lee, Chat I. zti — 
Xãn hoi 

Xoe luo xan 

Vu ui* t'au 

Fum chec la 

Tchiun xan 
^ Fuan3 cau, F«aB 

Mou 1. vu tai 

Tittou2 1. loc 

Pa tai, Tittigomlia 

K^ei tou, ço 

Ch'im ço, Hi xaa 
. Pa tai, Cau t'au 
• Xoi3 cau, ,M4 fuaoticliiK 

Fuao la 
, T^au, — ien 1. moo 

— tim2, T^Q vao 
T*au t*oii: 1. ç*fe 
lat t*eu' t<au faC 

Cheora i<au fat, TU fanlat 

Chia2 , Xo 

Xo t'aa, Pan I. ta2 pia3 
i <}tc' t'aj, T 111 I 
i Oao-, — chia 

— p*eil. coi, T*in pttc gii 
t Pac gan chiii 

' Hjí gtn, Hip i. meil mailgtt 
. G.in piro, Maml gaa 

Can xi gan, Tai gan kiai 

T'ai, K Q I. t'ai kia 

Kf o t*ai t\ kin, T^ai ka 

T*ait^ — tia 
^ — lei t*aji, — goi — 

Voi t*au t*ai, Ch«íc — 

çeê t*ai 
,Teii3 gan coe 



1 



PORTUCUEI 

Sobrancelhas, Torto 

Lagrimas, Chorar 

Nariz, Ventas 

Kanbo, Limpar o — 

Tabacco, Caixa (boceta) 

Cheirar tahacco, 

Clioira, FeJe 

O/ -lha, Escutar 

Ouvir 

?<o:n /nrfe 

S-iTflo, Muito — 

Níi"» ous'0, Cera do onvído 

Lit.ipxr o ouv:Jo, Tinir o — 

Dosa:::» !.ivel ao Ouvido 

Facj, a o ca 

Naôahri — ^ç^5 

Hiinia coi.u iii — ouíri na cora- 

CnlIa-tJ 

BoqneiraS 

Dentes, Os — apodreceral 

— qu&xaes, — dianteiros 

Qneixo 

Morder, Lingua 

Estender a — 

Recolher a — 

Gago, Mudo 

Fallador 

Paliar baixo, — na presença 

— na ausência, Perguntar 

Responder, Dizer parroicea 

Segredo, Paliar em — 

Revelar o segredo 

Murmurar 

Queixar-se 

Gritar, Inrocar 

JKeprehender 

Bxbortar 

DÍFulgajc^ 

Contar, Tentar 



Mandarim 

Meil maol, Sie ien ti 

Lei3, Hía lei, c^ui 

>i3 tzu, — c*um2 

Fi tMm, Qa4 — 

Pi ien-, ho4 tzu 

Ven pi ien, 

Hiam*, Ch'ou3 

OIr3 to2, T^ou* t'im1 

T4ro, — kien3 

Ta xâm* in* 

LumI tzu, Chuml tMm 

T*im pu kien, OIr sél 

K<iu2 oIr se, OIr to hiam2 

Pu chum3 fim3 ti 

Shí-, C*ou2 - 

Mei ieu c*ai c*ou 

Cou xe3 sia fei* 

Pi3 c'ou 
Cou t>u 

Ia, Ia lan3 leaú 
Pien* ia, Menl — 
tiia2 pa),hia pa co4 tzú 
Tau2, XÔ54 t'ou 

Xéa- ch*u4 lai 

Xoul diin3 k*i« 

Cli*e pa*, Id pa 

Gai XÕ4 hoa ti, çoei2 cham ti 

Siau xãm xõ, Tam mien3 xõ4 

Pei3 ti3 li2 xõ, Vea3 

Ta4 im3, Hu^. xõ 

Mi4 xe3, Mi mi ti xo 

Siei lon3 ze cVim 

Xõ jen ti Xe fei 1. Ci.. \* toàa 

Pau3 iuenS 

Jam k*i lai, Hu* haol 

çoo4 pei3, xõ jen 

Ch*iuen3 

Cnoan* c'aL* 

'Kiam2 lun3, Ieu2 can2 



C*NTA?? 

Gan mei mou, Tou gan^ke 

Gan loi, Hame 

Pei CO, — - lum 

Pci xoi, Mat — — 

Pei in, — — hop 

Man 1. xoe — -^ 

Heom, Ch*au 

i2, Chiml cL!ra Vhi\ 

T*im kin 

Tai3 xem 

i2 l'inn, CbufP in.u 

Mô t*imtí 1:>^, i-íir-.u ..xj. 

q*ó'-2 i, I çSiii 

Mi^ hoii i'im kc 

Xfin3 tchiir, Hau 

Mn cam rhut cro xem 

Hau com same mS tòi 

Bòmel mail hau 

Cul luml 

Ga, — lan la 

Tau- 1. Ui ga, Mun — 

Ha pa 

Gau, Lei3 

^n — cbut loi 

Xan lei iap hõi 

Lau3 hau2, A2 ien 1. çai 

Hou com Ta ke, tõhau 

Sai xem com, Tom min — ^ 

Cbim chim — , ManS 

Tap im, Vu xiut 

Mlt se, Md pei ien chi 

Lou ien mát se 

Com ien ti cheom tua 

Chie iun 1. t^an 

Al nau, Fu hou 

Nau ien, chac fat 

Hiun ien 

Tchiun iu pit ien 

Com Iun, Ien2 Íau2 



a% 



PM^fV^WM 



EngolUr» Derorar 
Barba, Barbear 
Pescoço, Uombro 
Levar ao — , Braço 
Huma maõf Laaçftr a — 
BoUir com as — 
f Abaiiar as — 
Leraatar as — 
Bater com as — 
Fechar a — 

Abrir as — , Ajuntar as — 
Atar ai — para tra« 
Por as — na cabeça 
Dar co-n as — 
Ceromoaia com as — 
Habilidade de — 
Ligeireza de — 
Chegar coro a — 
Ma5 es]aerda, . — direita 
Para a direita 
A esquerda, e d>re4ta 
Aquentar as maõs ao fogo 
Metter — nas mangas 
Prtlma da — , Costas da — 
Bater as palmas, Dedos 

— polegir, Índex 
Dar bofetadas, murros 

— coques, — palmatoadas. 
Pefrnr, Largar 

Atirar, — pedras 
Mauet/1, 

Unha, Limpar as -- 
Esgara «ratar, Arranhar , 
Coçar- se, Girras 
Ag^arrar, Peito 
Ubre, Teta 
Miti/ir, Mamar 
Estômago, Boca do — 



Mis CWMâ»" 

Ien3 hia k*iu. Toa — — 

Uu tau, T'i3 

Po4tzu, Kien' pam tsn 

Cfm*, pel3, C*o4 po 

1 chê4 xòu, Hia2 xSa 

Tum3 — 

Fam3 hia — 

Na k'i zou lai, kia2 sou 

lum3 xon ta2 

Pip3 zou, kiaen k'i lai 

San c»ai xou, Ho — 

F«n2 pom2 xoa 

Pau2 n&u2 tai3, pau t*oa 

Pai2 xou 

Cum2 — , çõ i1 

Pieu^ hi3 fai ori 

Xa\i c*uaii 

Cou3 1. mol tá chaii 

ÇÒ2 xou, leui — 

Vam2 ieu pien 

çai çõ ieu 

C*au2 xon, hun* — 

Ch'au- — 

Xou sin, — pei3 

P*ai4 — , Che t'ou 

Ta3 che, Xe4 — 

Ta2 çoei2 pai, — kiuent t*ou 

Ta nau 2 Çiu4, — pan3 tzu 

Na chu, ua, Sum, fam 

jRm, Chê« 1. Ieau3 xè4 t^ou 

Ki<ie4 i cheX'iu ti, 

Che ki.i, Va 

P'a ,1. p'aul t*u, Choa 
Choa iam iam, Choa 
— chau, na chi), Hium c'oa 
Nii2 tu3 lol, ju tai, Nai to^ii 
Chi Hiii tíu, Ch*e — — 
P*ii vei3, Vci c*ou 



CUITàS 
3à\Êk^ Bãtk IM* . 

t*fA l«l> — kft 

Va soai» Taí soa 

Kem, Voe t<aa 

T^óf z&u poi 

lat chec xaa, Loc xaa 

Tom 1. íoc xaa 

çail tai — , xoll — 

lum3 hi — , kiu — 

Nec xaa ta2 

Gamei mal xau 

T*aol hòi — , Hop xaa 

Lai2 1. teu tcbiuB3 — « 

Ame2 chiu3 t*&a' 

Pai xau 

Cum — , ÇÕ4 iap 

Ch»ec4 fiít4 

X«a fai 

Ou tá toa 

^õ. xao, lau -. 

Canl ian pin 

çoi çõ íaa 

Poi f^ 1. xau 

Lnm mal — 

Xau pan nom, Xaa poi 

PIc xau pan, Xau chi 

Chi com fau, Time L i2 chi 

Ta coei pa, Chum kina 

Ham i*aa ho. Ta xna pan 

Cha chiu, cboc, Fom, «aa 

Ham hòi, pci xccc me^ 

lat chec xau, 

Chi cap, Vat — — ^i 

Cuat tei, Va2 

Gaa han, Chau 

Chau t*an, lai chtn, H aoi cS 

Gau iu, lia chec nlni 

Cha iu, lame ninl 

P*ei| Vai hau 1. hum 






F«RTV«OBÍ 

I%«nr, Ntó pede — 
•w^gV — revelia 
Coração, Figado 

Bofe, Fel 

Baço, Rins 

As cinco vísceras, TVipas 

Embigo, Costas 

Cadeiras, Geniiaes ^ 

Gçaitaes da mulher 

Ourina, Ourinar 

Cagar 

Fa:er necessdade 

Cu 

Soltura de ventre, Dar pcdo 

Joelho, Ajoelhar 

Almofada de ajoelhar 

Coxa, Perna 

Perna de barro (iujuria) 
Barriga da — , Fe, j eito do — 
SoJa do pe 
Passear 

Coxo, Coxear 
Carne, Pelle 
Osso, Nervo, Juntai 
Suar, Fedor do suor /-^ 



xr. vivtu 



rfopp -,n 



Ca^^ameoto, Tí-ja . ». _ 
Ajustar o - ^u..", 

Casaroenteirr», ^-^i, ^^ 

Dote,. Pu'S'\i:e à no,.^ 
Casar o hoa.La-, -, a ,^1 
NoiT>, Noiva 
Vodas, Pa^.,.r )ara o koHo 
Afto matriaiojia!. Cinccber 
Andar pejada, Parir ., 
t:i..imar a parteira 
Parir rapr,í, — rapiiriga 



XI. Viver, e Moiuie*» 
Mandarim 

SUul hoa3, Siau pu lan 

Tu2 ttu. Tu li t*un33 l cumí 

Sia*, Can', sin can 

Fei3, Tan2 tau 

Lienl, lan' tzu 

V çam3, Ch'aral tzu 

Tu2 ch'il, Pei3 houi 

lau*, Siau 2 pien3 

Hia yen 

Nittu3, Sal — , Siau çou2 tumí 

M xe- 

Ch*u cum, ta çou tum 

P'i cu2, cara- menl, ta piea 

Sie3 tu2, Fam3 p*i3 

Po4 laol cai3, Cuci3 hia 

Tien3 tzu 

Trt t*oei3, S?a.i — 

Ni toei 

T'oci t'» ' ' ^ i,.,j 

Kio s" 

Ç Of , ,; 

r 



31. 



".V. í.:.r. 

^ " i *âdu k*i 

Xam',. Sã2 

^'^ai p\43, X5 cliMn- . 
Tiui3 ch'in, — lij 
Mfil jfi-, X'5 nici 
Kíia cliiirtinl, (;«ai li 
Cliiu3 ch*io, ( l.',i kitt-j 
Sia- hiinl, Siri fu 1. niei 
Hinl !i..i:j, hi2 ,xe3, C.íí3 inen. 
H)4 frt-nl, Xo»i3 iunS 
íI»HÍI iiin, xlui olrl tzu 
<'i/im2 xori3 xam j/ol 
¥âxtt Qlr tau, _ qíu j^^; ^^^ 



CA14TA5 

Sieu fa, M3 tchiun çom 
T^ou, C*aa cheom «a 
Same , Con 
Fai, Tamc 
Lime, leu 
U çom, Ch*c6m 
T'ou tsã. Foi çeé 
ieu, Sieu pia 

Nicu, O' — 

O' xi 

Chut cum 

Tal pin, xi fat . 

T*ou ó. O* p'ci . 

Sat t*aii, Coai 

Coai cLin 

Tai pci, Kioc cua , 

Nai tun 

K.ÍQe nom, -. poi 

— pau 

•íarn, lau >a 

y-ii kioc, Cat kioc . 
i)r P*ei 

Ciut. - chit 
Chut hon, Hon hi 

Xam sa , 

Vau pVii Xintl. com ç«a. 
T.m çau, Tim há 
Moi ien, <,ou moi 
Ca choom, Lai niat 
Çoi çan, Chut ra3 
S&n hm, Sin p'oti , 

V.in in, Cuo mim - 

TNiin fom, Xa« iu 

^ ai in, Aa u t2« 

Cli'ira chãp xa u p*o 
Xitix Çíii, — nôi 



ToMlU L'F7. 

"Nasci I , Crescer 
Dia dos Hnnoin, Dnr os bons . 
Celebrar os annos 
Trazer mcDÍno ao collo 
Menino de hum unno 
Ja fez 8e'B mezea 
Aiver, — bem 

Vidai' Lerar boa — 

Mancebo^ Varaõ 
Velho 
Velha 

Estar ÍQc6modado 
Adaecer 
£star doente 
A doença he grande 
Poença leve 
Moribundo 
Hoia da moite 
Tísica, Ter cesoès 
Diatrhea, — de sangue 
Botar fl<*graa8 
Ter frio, — fibre 
Febre maligaa 
Vomitar, Espirrar 
iJonstipaÇHÕ 

Ter tosse, BoUr sangue 
Peste, A .... apega se 
Apoplexia, Lepra 
Louco, Doudo 
Fora de si, Tornar « si 
Medico, — de fama 
Chamar o — 
Curar, Naõ se pode — 
Tomar o pulso 
Receitar, Receita 
Remédio para huma vei 
Coter o — , Tomar o — 
O «• na5 fei effeito 



AiíTE Chin^ 
Manoahim. 

Xâm hia lai, Ch*aml ta 3 
Xam je, Pai3 xoni 
Cuo xãm je 
Fmu2 hai t2u 
I soei ti hai tKU 
Man2 leau leu4 co ttie4 
Xãm hõ4, Cuo ti je tzUjUao 
him veil 

Slin3 mim3, bõ, Hao cuo je tiu, 
mei xe mo xc 

leu nieni ti, Choam' nien ti 
LaS jen, laÒ l*ou olr 
Kia cham2 mui, IhÒ l'ai t^al 
Pu tiu2 ç«ii 
Chã u3 I. xoiii leau pim 
leu 1. hai |>ira 
Pim tS chumS, Pira ta3 
leu 8Íau3 pim* pim >íhu 
Chiam I sã, liei chitnr 
Sn hou3 
Lnil pim% F^4 iuu4 t'.« 

Lu3 rhi4. Hum 

T»ii3 l»niil 
Fa lam2, Fa iaul 
Han* pim 

T\i3, Ta2 tM fnerS 
Xou3l.chaii foml 
' C'o4 8oij3, T*u hiie 
Veiil pim ján3 l. cuo jen 
Hei t'Hnl, T'}in hoa prm 
Xa2 tiii, Forni tieni, hul t*fil 
Pu 8im2 jen xe, hu t'n, Sim cuo lai 
Tai3 /ul, i* xâ u', l<»u mim ti - - 
Ch'im2 tai f« 
Chê3 pim, Chè pu 15 leati 
C*an mo4 
11íh2 iau4 
1 ch':2 I. fii4 iau 
Chien- l. gnnl lati, Ch'e iau 
laa pu kien lii:i'i3 icu3 



CaíiTTa'^. 

Xam cbnt loi, Cbeoai) tai 
Xam iè» Pai xau 
çou Xam té 
Pou nun3 Qai2 
lat soei sa meo çai 
^on loc co int 
Xam vut, Cno ti i^ tin, hot 
pan ham 
Alim, xam mim, ç5 ti t'im 
1. ien ie ke 
tiaa xam, Choom nin 
liOU tai 
Loa tai p'o 

Mè tJLU çoi 1' m6 cham i 
Came 1 . ime pim 
Iau pim 

Pim chum la, Tdi pim 
Pim fieu 
. Pira gai, Larae chum 
Su \a 

Lm iiiíii , F<ít 1 .m 
O- K'3, H.jtn lei 
T'on fftme 
Fat Iam, Fat xiei 
'€hum3 honl 
T'ou, Ta2 bac chíl 
Xhu fom, xeoml fom 
Cat sau, T*ou hint 
Van pim ie2 ien 
T ame fõo pim 
Cu2 tam2 1. lou2. Fonil M 
MÔ sim ien sê, Sool sim Uo. 
I xam 1. om, í^u mimke.. 
Ch<im sin xam 
1 pim*, M9 i tf )a 
T*ai mi 
Hói i^ tanl 
lat Qai 1. foc \^ 
Pou iÔ, xec i5 
Io m ) im3 ime 1. kla ca n 



PORTUQUEtf 

— morno, Pllnlns 
Remcdio cm po, Emplasto 
Cirurgia*^, Pn^n do nu-dlco 
BoticA, Doticnno 

Drogn", Assistir «os enfermos 
Odocnt« cstr». melhor 

— — rccaliiik 
Está na ajrnnii 
Morreo, Espire ti 
O cadarcr cstJ frio 
Deve so amortalhar 
Mcttco-se no civiicaS 
Acompanhar o enterro 
gepuUura, Por o epitaphio 
Sepaltar, Trazer luto 

Morreo com lodos os sacramento^;. 

XII. Fabb!«trsco* 

Pai, MJi 

Sem pai nem m^i 

Sogro (lo marid-^, . . da Kulher- 

Sogra do — , ,. dn 

Tio paterno, .. materno 

Tia — , .. - 

Avô — , .. — 

Avó — , .. — 

Bisavô — , .. — 

Trhar6 

NaÕ qncro, qne mex«s com elle 

Forque ? hc toa parente» ? 

IrmaÕ maior, .. menor 

frnja — , ,. — 

Mulher do irmão maior 

— — — menor 
í I?3 saj ir:naÕ3 
Harido, Mulher 
Cunhado do marídO 

- da mulher 

'unhada do marido ' 



XII, P>|lENTB|Cp«. 

Mandarim, 

Venl iau, Tan ranl 

Inn snn'', Can' iiii 

Vai3 i'ol Ma2 ch^ionl 

lr;i n*u t/ti I; cnon, Cai iau cuon 

Ia'i Çnil, Can^ pim 

riiu h:\^ i sic 

Fau" loau piui 

Liutl chun.' leau 

Sã leau, Tuon2 leau k'i 

Xe^ xou2 liia)2 leau 

Cail taml pa2 t*a xoul lien2 

Ju4 leau cuunl çaíI 

Suni3 piíii 

Ftienl mu3, Gani p*eil venl 

Mnil 0Am3, Ch'onnl hiau3 
. Too leau xâmS chum2 

ÇUM* sui, cWih' CH/4 

Fn3 ch';n-, Mn2 — 

Moi icu fii mu 

ChnmS jeo, l34 f»i, K;a cnm 

Chnm nm niam, Kia p*o 

Xu4 1. po4 fii, K'ieu2 kiea 

Cnl cu, il i 

Sn 4 fii, lei ie 

Su mn, T'ai tai 

çami su2 fu, çam su mu 

Caol sn fn 

Pu ian2 tnm3 t'a 

Xe mo ? xo ni li fu çum« 

Col CD, Hiumf ti3 

Chie2 cine, Rlci 

çaij2 tzu 

S'a'iyen?, Ti3 fr2 

T'a mrn %e .t*3 liumí 

Ch\m3 fil, F»l jcn, ch*i- tzn 

Chi kieu, ti hnim 

Ta*^ rol í« siau koI, liium ti 

Siau il 



C\nta5' 

Van io, \o iun 

IS fan, Cou iÔ 

Goi fo, Lal3 xi3 

15 cun, IH cun ko 

— Çoi, Man3 pim 

Pim hou a tit 

Fun pim 

Lauic chum 

Sij Ia, tun hi 

Xi xaul ium3 Ia 

Iml coi chiomi cõi xtu Um»^ 

lap lime 

Sum çom3 

Fuan mou, Chiu3 p*ei 

Mai çom, Chcoc bau U f» 

Ta xem chum 

T'uai ÇUM, ÇAN ÇEC: 

Lon tau, a tcl, Ama2 

Mou fu meu 

Goi fu. Ca cum 

Goi mou. Ca p*o 

Xoc I. p c fu, C'au2 fir 

Cu mou, 1 moa 

A 1. goi ciim 

A cum, A p'o 

T*di cum. Tai p'o 

çou — 

Mi3 pei2 tim3 c*oi 

Vai mat se hai nci ke Ç«i:n i«n, 

A CO, S4Í lo 

ChO, Moi 

Tai STu 

Xame xi 

C'?i tfi hai him tai 

('lierii fu, Lou p'o, çai tzai 

A c'a i 

Tui p', A x©c 

A i I. i neoiB. 



^d-^ 



34 



PoRiTcri» 



C'iri!i ^« da mulher 

F.í o, F 111» 

Genro, Nt)rii 

Sobrinho por irma'-^, «. por trni)l 

Neto (por filho), •• por fitba 

Neta — — , ,, — _« 

Bisneto por neto, .. •— netn 

Bisneta — — , ,. — — 

Trineto, Deacendeote 

Primo por tio patê* no 

Primo por tia p^iternn 

Prima por tio paterno 

— por tia paterna 
Primo •*; •• por tio pfiterno 
Trato- o por primo 
Primo feia parte da mii 
Parente, — da roii 

— remoto, — affim 

— dentro doa 5 gmc» 



Mandarim 

Ta cu* 

Oirl tzu2, Niu2 hail tzu 
Niu sMi3, Olr »i fu 
rho4 olr, V«i3 x«m 
Sunl t7.<i2, Vai3 ■•m 

— niu, Vhí 8iin n'u 
çjiml mn, V»i cara tun 

— — niu, — — — niu 
■^liiienl tun, H<>u3 tni3, t3u ann 
Xii4 po4 ti hiuni, l*Mml ti liiun 
Cu piau 2 

Xu pn rliie mei 
Cu piau chie mei 
çum3 t*aml ti hinm 
Vo kiau3 t*a ti hium 
P)an2 hium l. ti 
T*uml 8im3 ti. Vai ch*in 
rurn2 t*ura iju ti, Chin -chi 
IJ fu oei3 hium ti 



CAUtkÕ 

Tai I. A eu 

çai, sieui, Ni 
Noi tal. Ca toa 
Chat i, Goi xm 
Siun çai, Goi iiu« 

— noi, Goi — noi 
Sác, Goi slíc 

— noi, — — noi 
SIc, Hau ioi3 

Xnc pS him tai, i^om hioi tai 

Cu pcti 

Xoc pi t7Ú rooí, 

Cu peu t^Q moi 

<(um fom him tai . 

Go keu c5i hina tai 

Peu him tai 

r*nm curo ke, Goi ç'aii 

Xõ him tai, çno çec 

V foc noi him ta^ 



XIH. ElTLlM» 

Anla, — regia 

Abrir —, Ir pnra a — 1. haj-er - 

Mestre, Pagn do mestre 

Estudnnie, Dtci lulo 

Condiscipulo 

Collega 

Explicar a liçaõ, ensinar 

Passar a liçaõ. Estudar a -^ 

Onde he a liÇaS de hoje ? 

Huma penoa 1. pincel 

Unteiro, — china 

Hum pedaÇo de tinta 

Moer a — 

Papel grosso, — grosseiro 

— fino, .. delicado 

Huma folha de pipal 

Hnma ma6 d« — 



■Nn-N3 Xu- 

Hi54 fam?, 11 o ru..n2 

C*rti' - -, Xftm2 hii 

Sicn- xam-, xel fa3, Xu4 sinl 

Hlo xam, T'ul ii3 

T*uml bio 1. ch'oam ti 

T»um p'tn2 ti 

KiHu3 I. kinm2 lu 

X*m3 1. limS xu, í í3 pei3 xu 

Kin' je4 ti xu ze3 na H ni 

r cuoo2 pi4 

Mo4 t*um2, Ien3 t>il 

I c'uai3 mo4 

Mol mo4 

H')u2 che?, ç»(j1 che 

P.>4 — , Si3 — 

I cl.nml — 

I i'a'jl — 



TSc XJV 

ííoc l*nm, Hnc enn 

Hoi cnn, çon cnn, Fan hoc 

Si'i xnm, lou tS, San caoic 

Hoc xam, Hoc xan 

Tum hoc l. ch*eom I. cqb 

T*um p*aTj Ise 

Cau 1. com xtu 

Hou ttm xia, Tuc xia 

Carne ig tÒc pia lei 

fnt chi pat 

Mac t*um, pat çame». Mac U 

lat t*un 1. t'ea m)k 

Mo mac 

Hau chi, ç'ou chi 

Pô — , lau3 sai — 

lat cheora — 

lat tou — 






FOITUOOBB 

Aprender a ctrrerer 

Escrcrer boa letra 

Efcreveo errado, Coploa — 

Pater thama, Compor 

Compor oraça5 periódica 

Texto, ou attumpto 

iPeria, havar feria 

Ir a exame, Exame na villa 
Exame na Cidade, Estudante exa- 
minado 

O primeiro approvadc, Bacharel 

Evame de bacharel 

Depor de bacharel 

£3Came de licenciado, Eatrar no . . 

Licenciado , Doutor 

Académico imperial 

ir a exame de bacharel militar 

Exanoe annual 

Filosofo 

Auctór 

Hum volume, Huma obra 
Hum livro, Hum capitulo 
'Huma folha, Huma paj^ina 

XIV. Lavrador. 

Xarrador 

Campo, \fedir — 

— fértil, — etteril 

— inculto, Baldi» 
CoIheiU 

He fraca a — fite aan* 
He annò de fome 

— — de abundância 
Pagar os tributos 
Recolher os — 
Arado, Larrar 
Cultirar, — baldio 



XIV. Lavrador. 
Mandarím 

HIo4 sI4 sie tiu 

Sie2 hao tau3 

— ç'õ3 leau, Chau* — — 
Lien.T ven), Tum3 pi 

ÇÕ3 ven cbaml 
T'il mu4 

Fam3 h saD3 hi5 

Xam2 c'au2 xe3 

Fu3 c'au, T'uTil xãn»* 

PM* xou?, Sieu Q'«il 
Cau sieui ç'ail 
Co4 — — 

CV kiu2 1. ch'aml, Chin3 ch^ank 
Kiu jen, Chin3 xe3 
Han3 linl iueu3 
Cau vu2 sieu Ç'ai 
Soei3 c'au 
'K^uml Ii2 ti 
SÕ xn ti jen 
I pen2 xu, I pu3 xu 
1 kiuen2, 1 cbaml 
1 p'ien, Pao3 — 

CÍM- T|3, CHUMl Tl 

Numl fu-, t*ien3 hu2, choatíi- 
kia jen 

T'i«nl ti3, Cham3 leaml ti3 

Feil ti, Xou3 ti 

HoamI — , Ié2 — 

Xoul c'o4 

Kin- nienl pu4 haíí2 nien cb'gm3 

Xe CO hoaml nien 

— — hao nien chiara 

Vanl ch*ienl Icaml 

Xou 1. na4 — — 
' Lil pa I. t'ou, Cam* 1. chim ti3 
• Ciuml li, Cai hoam ti 



íi 



CANTa9 

Hoc sé tzu, lin txo 

Sé hoQ tzu, 

— vo tzu, Cbau — 

ÇÕ man, .. 

ç'õ man cheora 
T*ai moo 
Fom hoc 
Hõi han xi 
Fu —, Tum xam 

Gon xau, Sau çoi 
Hau sau çoi 

Ci 

Fo cõi ien, Jap ch^eom 

X^iien, çon se 

Hon lame 

Hau mou sau çoi 

Sói hao 

Cõ mal c'um lei 

ÇS xiu ke ien 

lat pou xiu, íat t'ou xio 

lat kiun, lat cheom 

— p*in, — chá, pou p*in 

Cam tsi. 
Cam chum ca, num fu 

Tin lei, Leom t*in 

Tei fel, Tci xau 

Foom tei, le — 

Cot fo, Xan cot 

Came nin mò hou xil nin 

Hai CO foom nin 

Hal CO fuml xoc ~> 

Nap Icom 

Xau — 

Lai p'a. Lai t'ia 

Chum tei, H6i foom 






PORTUCUIZ. 



Carro, Actrretur 

Eoxada, Cnrar 

Raspar, Estercar 

Semear, Nascer 

Plantas, Plantar 

Lançar rai7e5 (pejar), S«ccar 

Sachar, Mondar 

Acarretar agoa. Regar 

Lerad.i de ajoa, Fx.nta 

Agí>a corridia, — encUarcad* 

O arroz cresce 

Nf8t4 tcrm tudo &« da 

Haste, Espiga, Hum graâ 

Colher o arroí 

Paha do milho 

Malhar o arror. Pilar o .« 

Pila», Eira 

Assoalha o milho 

Planice, Montt 

Rochedo, Vallt 

Encosta, FnlJa 

Gruta, Miua 

Miot dt pratn, Thescaro 

XV Quinta. 

pcitor. Casa, da quinta 

Trabalhador, Jornaleiro 

Arrorc, Huma — 

Arvore gr jssa, .. delgada 

— de fruta. Pomar. 

Arbusto 

Basqa», Sombra 
Arrore» espessas, .. rallas 
Arralentir, Transplantar 
Enxertar, Aparar 
Cortar, Arrancar 
Raií da arvore, Tronco 
R«umr>, Folha 



«TB CUIMA> 

Mandarim. 

Tal ch»o6I, La4 tom* ai* 
Chíuê4 t'oti, Va4 t'ul 
Con4, Kiau« fiien3 
Sa4 chtini2 olr, Xãoi' ch'u4 lâil 
Iam* t7n, çni* 
Ch'a4 cân3 tzti, $02 
Ch'ul, Pit4 1. hair ç»au2 
T'iair X01-Í2, Kiau- xoci 
A'oci con* — ch*luenl 
L'u3. ti xnei, Ch:4 xoei 
Taii3 cha:p2 k'i2 lai 
Chc i c'uai li3 xãm chnm co hm. 
Hol kie3 1. kiml, SoeU tzii, I Hl 
Xou c*o tiu3 tm 
Xúí mI2 i'.m 
Ta2 tan3 tzn, T»ocir mi 
Nh'n2t2tt, kiCM, Ch'aail 
Leam I. xn)3 xu mi 
P*iml inen 1. ti.'?, Xi'nl 
Ta3 xi\ foii, Xm cu 4 
Xan p*o- t-'i. A' n kii 
— tmi3, Ti3 t»;j3 
Inl c;ím2, Pau2 çaml 

CflOAM* Tz» 

Choam t'ou,* — fam (cum 

çõ ho4 ti, i'im3 cum*, Tuoni 

Xn^ mn4, I co. I. cãn. xu 

ç*ul xu, Si3 xu 

Kic4 cuo3 t'-u tixu, Cuo mu iaenl 

Xn CO* tzu 

xu Inl, In* Icnml 

Mi4 ti x'i, xu* hi* ti — 

P*oil liml, t*Jau, il xu 

•Chic4 — , SicuI — 

C*o4, c*an2, Pa 4 

zu3 csni tzu, xu caq3 

Ck«* tzu, Ie4 tzu 



Cahta5. 

Ch*c-, Lii ch*cc h:.i 

Chdt I. chi VAn, Cuat Ul 

Pa, L5fa 

Sat e híim, Xam chjt Iq\ 

loni, IlaJ iom 

Cccl k'ioni 1. C3a, Si 

Chnn2 ç^oti, il ni r.»aa 

Ta'MpI xoi, Laii xoi 

Xoi cau, Xri çimi 

Xrtm XOI, Sj — 

Vo cju* teia (clica 

Kci !a: lat ttri iom iom tou hoi 

Vo oici:», Vo mei2, lat aap 

fc'oc i.:,.í eo», 
Tl vo, .'To 3 eíJc 
í-lJ, -Vi tVoil 
" * >c h.ai 
V*un le-, X^íui 
Tai xeec, Xf.i c5« 
Xau icii, Xao kioc 
Xan Uiin, Tei toj 
Gan c*uoui, Pcu qiza. 

CUOOM*. 

Chocm t'aa, — oc 
Ctrm icn, Tun cnm 
A'iu mo^, I.it p'o xia 

T, í p*o • itj. Sai 

ICtt cua xia, Cuo xiu iw 
xi;i r;ii 

Xi\i I.ime, lame leoaii 

A"iu wi*, — xô 

Mam x5, I xin hõi pit tí 

P'c xiii, Saa xiu 

Chame, Mam 

Xiu k';om, Xiu ziat 

Xiu chia, Ij 



PoRivesuEB 

Chhiu a folha a arvore 
Arrcre secia 
A — r^Jí^u 

— — arrcbcntDti 

— — bctoa flor 
Truta jDrdvira, — vcrít 

— secca, — dcce 

— amarga, — a^eda 
•^- que trava, — dura 

— uiolk', — Apaohar — 
Pivide, Caroça 

Titar o — 

Ura, Parreira 

Vinhn, Passai 
'Figos, B«nan^s 

BanancTii, Caftnnha 

Abrmho, Abrunheiro 

Pcrn, Pcccgo 
'^Ccnja, Longii 
Laranja), — da China 
-— c5iDUin, — mandarlna 
— r.nã 
* Cidra 
Carambola 
Nozes. Vcini-H*»» 
Lie h 1.13, Ameixas 
Ma'jâ, — de aaafeg* 
Yii;o cajue, Biba 
MarincUo, Papeia 
Romã, Areca 
Goiava, Jnntbi 
Pinheiro, P;i.b"c5 
Ciprestí», Coco 
M^n«;a, Amnaz 
Melnõ, Melancia 
Abobara, Pi pino 
Duce de fruta 
Il-.rtel»^, liiríaliça 
Alimpar a — , GicIIb 



Mandarim 

Xu 1Õ4 I. t!n<i3 ie t7ii 
Can* I. c*u h sã xu , 
Xn h34 leau l.cha4 leau cã^>l tza 

— fa4 leau ia 

— c*ai leau boa 

Xi 4 cuc2 tzu, Xlm' — — 

Can- T'ienl ^ — 

C'u3 , SoanI 

La4 ti , lra3 

Mienl joan2 — . Chai4 — 
JenI teu, Hu4 oir, tzu2 oir 
K*iu2 hu olr 
P*ul t*auí, kia3 

— — íucdI, — - ctn* 
VnT hoa* cuo2, Chlaul tZtt 
Vbí chiu :, Li4 tin 

Li2 tzn. Li xu 
Lil, xali, T*oi:I oír 
lin't'au, Lum* iei:2, iutn ioen 
Kin4 t2u, Cfn tzu 
Cbiml tzn, Cbu* %à' kiai 
T'ienl kiu 

Foi rbfi?, hiara- iucril 
■lanilt*au 

Ho4 i*Hii, Hoaml p'Il 
Li3 cJie', Mcil tzu 
PSnl cuo2, çau3 oÍP 
A'e3 tzu, P*i p*a 
Mi!4 c',h\. Mu cuá 
XÕ4 Icíl, Pinl laml 
Fun- nical, P*u t*ad 
Suvn xv3, Suui tzu2 
P..4 xiT, Ie2 tzu 
Muinl cno, Po" lo 
T'.cn c'»a. Si c\iH 
Tu'!r ru-., Huaoi cuA 
T*ttn» cuo 

Chiim3 iiicn tzu ti, CL'im' c'ai5 
r'i" vi:'í, sai sln" 



17 



ClNTA9 

Xu 13 ip 

— con 

— zam k'i«ra 
Fat inn 

H( i fa 

Xoc cuo, Xam — 

Coa — , Time — 

Fu — , Sua — 

Lat — , Gana — 

luo — , Chap — 

Gan, vat 

Hoi — 

P*»u t*au, ca 

— — lUÚ, cott 

Mou fa cno, Chieu 
Pa chieu, Fom lul 
Lei, Lei ziu 

Xa lei, Tou 
Im t'ou, Lum gaa 
Come chann. Como 
Cbam^ Come cuát 
'Cdt 

Hconi iun 

lum t*ou, same nid 
Hat t'o:i> Voom pVl 
Lai cbi, Sl.m luoi 
P'im cno, Çvi tau 
Sê, Lo .1 cu.\t 
Ch^un mor ena, Moc cua 
A'cS Ja.:, r.:;i lom 
Fan niiíi*», P'*»u l*oa 
"Çiim xiu, ç>un Iku 
Fã — , Ic tzu 
Mom cno, Po lo 
T'inie tia. Sai ena 
Tiim — , Voom cua 
T*Jm CPÒ 

Cuuiii \\\a k?, Cli*x£n ijòi 
T*éi \ci, íjOi sabiê 



88 



PonnjGORX 



A't*;--S C';i.orm 

Bc'ò:ií>'., .s, Camcoin 

'^: vi'i 

íl .»r, Vaso <íc — - 

Ci-.ar fljnv-, Ar.i.i >ar — 

A3 Q.ív3 l-tnqaj clic".ro 

Fior cUeir^.:'! 

— . b:>aita 

j^ — nuirchou 

Rcsa, — de AU-xaaliiA 

— (las 4 03iaj3e8, 
Llii •, Mou tau 
Artciii*.óia 

^I. Amuabi 

Ave, CaaUr m — 
Pais, Filbot . 

Ninho, fazer — 

— de pássaro (comcitirci) 
YoAr, To asar 

Criar 

Peoaa, Bico 
Kzríy Rabo 
Picar, Crear ares 
GnioU, D<if ds co»T3Cr 
Gullo, GaiiuaA 



Ç*ll\ l!u2 olr, Hio ca'2 li ^'Ji 

Xãm- çú, Vu2 ra liJ çr.i 

Po* — , Kie tiu 

Tati.^ teu ".. CO 5, çãml toti 

Tni fi.^ Vaa te I 

K"'n* t o:i çii, h'A j/ol 

H.l lai'o, Hle.íT 'Jii 

r.íicl;o'2 çi', Híual — 

CiViíiJv "Í-. Tj Lo 

II a iiifi:! 

I t>> híH. IIji i'clI 

I i»*ej: li. a 

l..n2 Lm, c'ui p'e".l !-oa 

II.)A j/O.iJ i.i-^.ili 

ll'\ í ti. lo!r ti II ia, 

Ha'3 c*a:nil li — 

U iU IJ 1 icaM, ra4 a:?* [ Ica 

— de; Ic.i', — l'Pl'.» — 

M.í.IciiJj, r^u2 L.C J h'wA 

Iiic4 l;::i í^oa 

It.l th. a- Uor, Mou3 tari 

Kiu4 Uca 

K:^iI xoo 

Cl/isul l. niwuColr, Niau ktaoS 
Xwl*a ti cai I tztif çii tzu, Ta3 

t-, SiauJ ti 
T-i2 I. sau3 vol 
Ien3 vo 
Foil, L?, si- 
leu <.ai2 t/.;i 
Ma5l, '.ceil 
Chc3 i/.iml, Vci?, i2p?.t 
Ch:'4, lin ch':\x qW 
Lunal tzu, VeiJ 
Cam k;', Ma2 kl 



CiKraS 

Cã rA^ —, Pj3 ^ 

Xmi ~, Fu — ' 
Í'a — , Kee, bí ena 
Tn, til c-, ç^ m tia 
Tau f-i, lio hn laj 
Ci:!i t:t íjoi, Lo p^â 
11: m lo i-'a, In çoi 
Ma xi i.), U;;ci — 

C!t 

C'.*r.i f;'oa, Po ho 

r^ i«ia 

i .L l > r«, Fa p'ja 

Cl u n, Saa IJ U 

.'. » I a • í Iie->in f i 

IiMi'..ii !ij, Ch2ai2 tjh:j 

Fa cVailía 

— t.v5, ~ Ut Ia 

M li cuii', Tzu Koi fi 

lut cu«i fa 

La: siiu.1 — , Maj taa 

Cocfa 

C*Aíie xAU 

Che3 nbn, Ch?3 kea I« t'ai 
Hdi cVi tãm kí», Çai 

Tame taii3, çÕ tau 
In VQ 

Pei, Fei 15, kVí 
lati oa'2 
Mon, r3i 
CheJ ir, Mei 
T^tíom!, IorncIic:$ 
Clito luna, Vai 
C*ai cum, Cai mm 



Portvooeí 

Howi Gallo, Frango 
Cnntar o — 

Capaô, Ovos <Ie gnlliulia 
Por ©"(ts, Chorar 

Ovo3 frescos, — Tcllios 

Ovo goro, E;h1?3 

— sem galliulura 

Síihini^ rs ovos 
G-jlIiiiha br.-nn. Pato 

Pato real, Oiog «^e — 
Marreco sllvestic, Caasa, 
P.>ni\i, H.Jla 
Corvo, Cr..l>.a 
Pega, PnrdJ 
Marllrho, Andori\ta 
R'jn:Í!iol Ciina 
Pint-isiÍTi, PjrJi^ 
Ab;'l:.i, Ztingag 
Vt'«=a 

— (1 mcíi^c?, — S*lvc3tre 

F fc:::;-, M.t.r 

Ar} \-: ijrc:i'o 

I:ín;iii \\-.:.-n, 

C r!3 

11 \in Ci.r^r.o, n^trcb&iia 

í^ •' -''*> Ilti.;M ovcba 
'^ 'Viro, Cl 3 

Caa.jKo, I,:.,c:.í) 



XVI. ANir.fAFj. 
Iclií»! ::!•, s:au ki 

Ki k\r»'1 J 

IIu.2 t .r^ F.,.: —, nni:3 vo 

S;«i Ml ti i^.^, Cli^cn) — 

Pai rn r!i';i li tun, I.i 70 - 

C-J.2 (ni 

Ki t-^tj (b u;í' K":::! 

r/2 U", 1.4 tzu 

G)', In i-.n 

C.í t.-.i,, ?an! !do'il 

Tl 2 " ^:^, i.víi •:. .3 

Pai c) ol", Lkí- 

l/-.-' t:: -) cV.-] o',., Chc3 cu 2 

R-'-i k)m\ íJ.l f^-.i 

IJnn,.l — 

çauil ; n. Vi:..! t/'i 

Fei I. ■> .•!.,, X 3 

X'-r t^ :, C..''i n::-i 

CV-.J y-..,. [,.3 .^,.3 

F.nl /i-, r-.:3 

Tn '\ :.-: ,.:;•; f .., 

I í : .» -vi n;j,, licir^ -'ca 

^*' • 1 'c'- e.i 

^.'» tr^n;;, Ml fu'> t.r3 

X-jnl -a:.., Nici íj -4 
Hii cvi , C-ai cou2 
Xn l/,i. Lai Iíu2 

:<.2 .h^:^, S,r:;3 
L.l tò, LA uii 



3Í^ 



ht cImmí raJ, Cai raí 

Cai VA\ 

Xín c.v, Cíii ta 

Ua lan, Poii ç,ii 

T'ÍMl tSr I cril 

Saa sirr tan, CIi'aa ^ 

F.> — , MA — - 

CMt — 

rnn3 c!r't — 

io cai, Ap 

O) Ap tai 

I? nr , Gin 

í^í Cv')c, Píia cr Tl 

^'- í. 1-1 .1, C:vi go 

Hi r. a chenc, Fõl cbcoc 

I-Cil C^, III I2j 

Va ntti 

H.wn í'"i- cb^5, Ch(§ ca - 

Vorm f . nj 

^'1 i:n, rC-in 

Tci ::!fi 

X..Í1 Ivi 

C:i'. e :::•■ :-, fg r^^ 

"^ ^ , Kc:i 

CMrl p-ci, Tem . 

T^u iau f;,,i 

I't (be g;u mo:r, room giu, 

Cau Irnl 

Ia: i/.it ma, Ma laa 

Ma on, Ma kioin' 

— taai, — tai 

X;i gaij^ Ut cbec nila iom 

Xm ioin, Cr:íu crc 

Ctm ir, n, Cdu cum 

Sií ', Loi fij 

1-jc^ Cbui lom 

Ic cbii, Ceoni 

1-oc. t*o. Lo 



149 

Po «TUIUIÚ. 

K&io do cheiro 
■ Foi ini^%, — bf«aet 

Piolho, Pulga 

Pcrce»ejo, Ar«hâ 

Ca;ar, ~ rcadia 
'Caj da CHÇa, «— d^ batea 

XV'I1. OfFIGJO MCCANiC* 

-Ofllcial, b«m — 
Mettrt, AprcaCiz 
PcJieiro, C^l 
?Í8ar cal, Servetit* 
Terra, Poeira 
'Ptiieira, Pctieirar 
Fazer parede 
Rcborar 

"Tellja da beira 
— de cobrT 
Canleiro, SmM 
hUccUf Marrão 

Cuiiha, Lavr-ir pedra 
Aísscaiar — , A — naò assenta 

JL*]r:lhAr, Tijolo 
»Lagea, Tapar gret** 
Mntoi »aes 

'Carpiuiciro, Scrm 
Maciado, l'Uiim 
Scrrtir, A UJir^r 

'Torcar <In cinprciluda 
Jorn: I, Pí«^'ir ., 

'Trsili^.bar 



Mandakim. 

'Lio, Cliaiuí riruu 1 
Tu4 jõri, i'A uu? 
hUol, -L\' x'j, !ia"3 t£U 
El..t:ti2 Ui xu 

Ma: il, IVi 

A'el tzti, T*ia'il otv'2 
Ch'ou? c'htinl, Clic* gIju* 
T.2 l;e4. Ta lu4 
L*e coj2, Iu2 c-ju 

Xou2 i3, 

'CUiaTi* jen. Habitou cMar 
Xe- fui, T'.il tM 
Nci xoei chia'», Xe4 Uoeil 
T'au* i Í'au huei, Sinu cuo» Uu 
^'n2, CUeal lioci 
XhíI »eu, Xní i XAÍ 
Tai I. ch'.3 ch^iauíl 
Xn.).2 boei pM, mo4 Uc^ei 
Tu v«2 
Pk2 l»ou* va 
Xe chUin, çô4 t«ii 
Siaii cb*oeiJ fn, Tà3 — -^ 
S:r4 t;u 

SIe4 t3u T.iC xê 
Cb'í3 1. gí»a' xf , A'9 pM vo 
r\r í. man' t'«3 Cbo.inl Uj 
Xe ^an2, Mj4 iml oir 
V'ail Iean3 
Mu4 cblam, KIu3 
Fu2 i»ii 1. foii, Paul 
Ki.', P'^«I 

Mu4 l'ou, L«»anil » 

IVil cwiir, luu.T lvicn3 çr>3 
Cum- ch>iciil, K.V.4 1. cb'uí 
cnin chi u 
tíõ ^1:4, <;o cum fu* 



Tuc x.«, Itne x^ 
^Jan, Lou x.n 
Sou* xiu 
Gaj, Pfic gAi 
Xfit ca2, Cau làt 
Moc xjit. Chi diía 
'J'a2 lip, Ta loc 
Aj]p cau, len caa 

Xao gai, Cum <ji. 

Cliiohi ico, Hoii San dík 

Xe fii, ^'ou lai 

Nrti xoi cbiara. Fui 

Cnnm foi, San2 cutt 
TSss Xa- chaa 

Xíi» ki*, Xai uai 

iFli ii foc cbeoa 

To«i3 foi 

Ga iaiU' 1 

Vai t^niija 

Xec chcom, ç5 

rr»oi, f*ii3 — 

Sip4 

Ciurel, Ta'>3xrec 

L.i.ne J Kecc, Mó va-s I. g^Hát 

Íime2 tci, Tchiun t*^u 

Xe-c|)Hn, Maa2 lit bcot 

ç'oi leu 

Moc rbeom, C5i 

Fa l*ai, P*aii 

Gii, rVn 

Moc, Lcom — 

voa la.ne Bau, Tv'á3 kin çôi. 

Ica cun, Pvi !. cUwt — — 

çou cum fri 



i 



PonTUGUEX 

principiar a trabaibor ^^ 

Deixar àt — 

Continwnr a — 

Grande eira 

Ourives de prata 

Lavrar iratn. Tecer 

Tecer seda 

Seda crua, Re:ro5 

Algodão, Guiga 

Nuno branco, — amarrellc 

Fiar, Tesoura 

-Fanno cutcrt c'u nde seda 
Damasco, Touqu.nla 
Panno grosso, — fino 
Calaíiu, cstaniic, Caluiaeiro 
Cliumbo, Ftrro 
Pintor, Euvcraiziir 
Carniceiro, Mariola 

XVI. Nnccdo. 

Ncgoci.ir 

Negccirtnt.', ?! rin.Ior 
Fa'/en ;?.!., ContraliUiulo 

Crin:;ar, Vcxcr 
•7 rrtí.r 
l.ovíii,l:r o fr.^QO 

CoQ-ii^r cara, — barotô 

Regatear, Ajustar 
Ooanlo vali esta fa7enda ? 
Dava-lliC dois laes c naÕ q'ii» 

Gaubar, Perder 
Capital, Lucro 1 juros 
S'^cio, Repartir por igual 
Feitoria, Mamfcáto 



XVI. Negocio. 

Manoakím 

K'i2 ctn.r 1. jou2 
Xuil cum 1- tlinl cnm 

*i a.3 ( '.2 Ml ; h'Jml 

T:.' .'., :- ', Chi' pn3 

C - t' ■ .; I tnMn3 t7.n 

Ii .1 a..-, Sã 8.eu3 

1^1.. ul I.ca*, — — pu 

lJi.»;j iTi, C(j4 pu 

Nio:.- 1. fan.3 sieo, CIiieD2 tzn 

1. ^.1 

Wo hc.v toan3 t7ii, Chou3 xá* 

o''j pu, S13 pii 

Si4 Ia4, Si clilam 

K'ier.Itzii, T'ie4 

II n3 cliiam, Xam2 ch'i4 

T'u hu- 1. fui, T'iau-ful 

Mai2mai3, Xam i3 

^^ , ç3 

C\)4 xaml, Xira i jen 
HÔ3 vul, Sú' bõ 
Wai2, M>i3, fari'^ itiai 
T*i» hoftn3, boio b5 
Ch'aml kia3 cV.ea 

LÔ4 

Mai2 ti coei3, Mai ti cbicnS 1. 

pieu3 i4 
KiamC kia3, Ti:n3 kía 
Che CO bô3 cli^3 ti t3 xau 
Ilonnl leaii olr Ieam2 íd t^u> 

t*a pu c\m2 mai 
Chonn3 ia tzu, Cuei' pena 
Pea iu 12, í, L:3 chScnl 
H52 ki3, Pim' fuen- 
Hatiil, Pau2 h5 lani 



41 



C\NTA9 

Hi cum 

Xaa K t'ini -^ 

Chip çou — 
Tal cum ck'cm 
Gan ceom 

Ta2 gan, Chec pon 
Cbec ch'au tua 
Vu sã, Su sia 
Min fa, MinpoQ 
Ha pou. Cot pou 
S51 sId, Cau3 eis 

Can3 lol 

Pa- tun, çau3 xa 

Ç'ou pou, Iau3 sai — 

5eè, Scè ceom 

lunl, T*it 

Va fa, lau çat 

T*om I gau I ke, Tamel tamcl Kè 

Xam I. 

^ço 

fiâ xeom, Xam i tari 

Fõ mat, SíL f5 

Mai2, Mai3, fan mflfi 

Fõ vun f5 

Hi2ca 

Tit ca 

Mai coai, Mai p»«im' 

Com cn, Tim ca 

Coco (o eh cl tj ki tõ 

PclJ i looni pua c'ji u j uikm mai 

Chair cU'ia, fí eci, Xits puà 
Puu cli«a, Lei chia 
Fj kei, P'im fian 
Kòuj, Pou f\} 1. tah 



42 



r^smoirns 



Pinr, Depoiítar 

Boa fmzcBdt; — fttóf»ctdi 

Vender por junto 

«dl reUlhoi 

por picos, — a p«w 

—. aos arráteis 

-. tos feixes, — aos cestos 

Dever 

Difida, Pagar a — 
Dar dtahâro a juros 
A trez poc cento ao niec 

Loja de penhor, Abrir 

Dar em penhor 
Remir o — 
Taverna 

Tenda, Loja de cha 
Huma barra de praU (de 15 taes) 

de 50 Ues 

PraU baixa, — fina 

Qailata 

De quantos — "hf ? 

qiie de 80 

99 

Medir oa — 

Reíinar, Fundir 

Hum ta.el tem 4ea mazea 

Hum maa tem dez coadrins 

Ve* Ues, e seis condrins 

:Salança 

— romana, pesar côas ^ 

Lirro de contas 

A«seatar no — 

Parer a coiit% 

Riscar do lirro 

Taboa de contar 

Patraõ da laja 

Caixeuo 

■C , .'. ' r com ontro 

>í : . r c-?e 



Arts CBin^ 
Mandarim 

XoB4 mai3, K\^ fam3 

Hao 1. chen- ho, Kia — 

Tun3 mai3 

liiml n«ai 

Lan3 tanS — , Lun ch'im3aai 

Lun kinl — 

Lnn c'un2 — , — c'uam* tzu — 

K'ian3 1. cai jen kia ti 

Hoaol chai3 1. cbam3 

Fam3 in çn, ^am3 cham3 

1 leamS In chiul -L kia* san fuen 

C*ai* tam2 p*u3 

Tam tom st 

Xu4 1. chiul tam 

Chiea3 p>u, 

Sa4 hô p'u, Ch'al cuoa2 orl 

I tim3 io tzo 

1 CO iuenl pau2 

Ti* in tzu, •çu4 in txu 

çaral io«4, In xotni 

len xe mo çam zoS 

Pa4 çam xoS in 

'Kien2 kieu in teu 

C'an3 in xoet 
Licn?, Jum b- a3 

1 leam in tsu ieu ze ch*ien* in t&a 
cb*ien fuen* Xe fuen3 

Xe leam Um leu ch*ien 

Tâni2 tau, li tim, fien p*im 

Ch'^m:í, Ta2 1. cno cblm 
-ChamS pn) 

Ki3 1. 8am2 cham 

Soani cham 

Cou* kiu3 

Soan pan2 

Cham c*uei3 ti 

Chan — — 

Tim3 l. Ii4 i5 

fio4 f uml, ch^oanS t^am^kiS i5 



CâifTâS 

XelS )• MD f?> KifS 

Chan — , Ca — 

JTeml hi2 mai 

Lem sõi mai 

Xun tame ^m, Lun ch^em -* 

^- can — 

Xem kino — , — lamel — 

Hime chai 

Van chai. kit ^eom 

Pom gan 1. clieom, maU gaft 

Mjí leom same fiian sCc 

Hni tom p'ou 

Tom ca (^o 

Xoc tom 

Çiiu time 3 

SS fã p*oa, Ch*H c3i" 

Idt tim gaa 

lat CO iun pou 

Tai gan, ^âc xec gan, hoogu 

Gan xoi 

lan ki ch*<;m gan zoi 

nt ch^em 

Cau can gan 

T*ai2 gan xd 

^'iml gan, lom 

4at leom gan iaa xnt cb'in 

lat ch*in fiian xap foaa 

Xap leom lem loc ch'ia 

Leil tam, fin pfim 

<^b*em, Cno chem 

Cheom L xou pou 

JCeom xou 
6un cheom 

4un xon 
, Sun pan 
Cheom c'aat 
K'ei2 cnai 
Upi5 
Seom ioy tt2ii5 t'Ma 



i 



P^ETUGVB» 

XVII. Dignidades. 

knpflradcr». Vossa Magestade 

Soberano» Paço, 
Hei , Regulo 
Vossa Alteza 
Príncipe, PriBcipes. 

T^npcratriz, Coacubloa 

. 'ha 

(J8 seis conselhos, . . <le Estado, 
Conselho da Fazenda 

— do» Ritos, — da Guerra 

— díi Justiça,. — das Artes 
Piesidente do conselho 
Desirmb&rgador i»., 2«. 
Vicereí, Soturicerei 

Os dois 

V'. Cx* (a todos oa sobredito^ 

Thcsoureiro, Juiz geral 

Cóuiifrsariu, — dos viveres 

Corregedor da comarca. Assistente- 

Ja\z á» fora, i". assbtente 

Jonta 

Magistrado, Officio 

Ir para o tribunal 

Dar audiência 
.Sihir do tribunal 

Fechar oa tribunaes 
Tomar posse. Dal -— 
Suspender do officio 

EscrivaS, Alcaide- 
Pagem^ EstafeU 
Embabcador 
Enriado 
C^d^eça da aldeã 



XVI r. DiOMIDADBa. 

Mandarim 

Cai54 rBi3. 

ItoamI xan)2 1. ti3, X3m3 
XHin2, van3 8oei3 

CLiul tMrnl 

Cuo4 vaml, Vam tjui 

Vam iel, ch'ienl soei 

Hjam i*fi'3 tzu2, Vam ie, 
boam tai3 izu 

Hoaiu hou3, Feil tzu, hoam fei 

VauQ I. cuo hou 

Chum' t*aml, (,'a}2 siamS,. ta3. 
hio4. xe3, co lad 

Leul pti3, Li3 pu. 

tiu3 pu 

Li2-, Piml — 

HimI — , Cum* — ^ 

Xain3 zu 

qõ ku se3 laml 

çum2 tu4, pu iueoS, Pu2 into 

Leam2 iuen,. 

Ta3 jcn 

Pu3 châai3 sú , OanS cha4 sú 

Sã tau3, LeamI tau 

Cbe* tu2, OIr fu 

Che hieD3, ço t*am, olr i%, 

Li2 1. i2 xc3 t<iml 

Cuon- fj2, Chail xe3 

Xani2 ial meul 

Ç73 faml 

Ch*u l. t*oei3 ia men 

Fom* ia men, fom in3^ 

Cbie4 in, Kiau* in 

€bai4 in 

Xu- panl, ta i4, c'hai1> jen 

Cãnl pau o\r-, Chao3 pan 

K'inl ch'ai 

Chai iuenl 1. cuon 

Pau2 1. Ii2 1. kiai cham2 



43 



'Cautas 

ChiíÍ vai. 
Voora xeom 1. tai, Man soi 

Chicu tMm 
Cuõ vom, Vom 
Vom ie, Ch'in soi 
Voom t*ai tzu, Vom ie 

Voom hau5 Voom fel 
Cuo 1. voml hau3, 
Sâi seom 

hoc pou, Lei — 

Fu — 

Lai — , PSm — 

kn pou, Cum — 

Xeom3 xiu 

9õ iau xi3 loml 

çum2 tQ4, Fu3 iun- 

Leon iun 

Tai ien 

Pou cbem sfl, On chi su> 

çun ton^ Leomton 

Chi fu, 13 fu 

Chi iun, Qõ t'om 

Pou3 fira 

Cun fu, Chai ti 

Xflomga 

ç5 t*om 

T*oi ga 

Fom ien> 

Chip ieo» Càu ita 

Chi — 

Xiu pan, Ga ic, iun ch'ái 

-Can pan, Chan. paa 

lamc ch'ai 

Chai cun 

Pau cheom- 



44 

PORTUCDE?. 

XVI II. Demanda 

Cttlumoia, Aucter 

Rco 

Requerimento 

'*«*r requerimento 

r • .. \ 

Jui' . .. ' • 

Scntcaciftr 
Condennon-o n tl*i;icAo 

'D.>*«tfrr) [cr, ntiio 
Garb tr a (!eni»i) Ia 
r.»rJcr a — 

Apdhr, Orflem escrita 
Dcorclo, Eíliul 
Aviso popuUi- 
Dcspacbo 

— contra 
Iliim certincaílo 
Fiador, làiformaçtrÕ 
Cadeias, Lançir — 

■Cárcere, JEuc:ircfi*r 
Pranchada, dar — 
Dar borduiidas 
Tortura, por em ». 

— dLS ini.òs 

— dos pc» 

Degolar, Matar ás pancadfts 

Algoz, Advogado 

Tc 8 te 01 unia 

Coiéfíisaõ 

Offcader, Pv^dir perdaõ 

Insultar gravemeote 

iilstnr seu ti .lo 

As leis proU.bem j gir 



A Ti. "m^A 

'i "- ci'oN sii* 

C-; :^ í-2 

V;'Mj'', . : ihj.n, lucal cau 
Te. .;a . i- 

Cl (-íi.i i u, chãual tau, pm3 
t'it* i • 1 
T 3 c't íuíi tza 

Gin'í cunr tauS xvtíZ 
Tlm^ t.cj3 

T.itri 1. f^ Vi i-Mjl i»al 
Ch*ii!n* Lijíil 1. fa4 
I^nl Icau cuoQ sã 
Xul Icaa 

Xaai2 cau3, l'*iair3 
Xaiu iu, the i, Cau xj 
Uitm ij 

r'i*, cliLín2 cbonml 
ru4 —, i.*i pg4 
'I CO tiu3 olr, p'inl Í:1j3 
Fii/i jon, X im s:a nl 
R 2 l:en3 tzii, .Vnu2 ftõ 
Kifol laj , Hia2 L'i«Mi 
Trt3 r«'^"2 tru 
Trt2 cun" tzM 

l\iit' lliíP.I 

çnn* t/n 

Klal kiá crm 

Xa4, xa fou, Ta2 s"i2 

Coei3 t?u xoii3, Pau- cuon si 

Voi3 x?n*, chriiu3 kitu3 

C'ou2 cura* 

T Õ4 ç'oei , Pcil pu4 xc3, k'ieul 

c\ion' m:on2 
K*i- f..3 ti lií haii 
Sin Ii2 nanl c»:o3 
■Fa4 tu 3 pu Liu2 tu2 cliScn 



CAUraS. 
Ta cl'n fo. 

Cou choona 

Vi)m cou 1. cb'eni, \an cdta 

Pei eon, 

Pan t'ip, iat cheom pan2 

Tai chi2 

Sou ç*fl I. iuQ 

Xau iuQ rat 

Cliieu cQiD zame 

Tim tu o 

Min iau i*oH 

(. L'um cuon 

ina cun fu 

Xtu — — 

Xeoin cou, chVi p'«i 

Xtíom ia, Cou xj 

IJfoni i5 

I'ci man I. cbnn 

— po 

Iat cbea-a ti«i3 

Po:i itn, Ceom xeom 

8j lia, So cbiut c^i 

Catn?, Xa-j canae 

Ta pnn 

Ta f:t»?ia 

Cap c*ji 

— xati 

— ki-^C 

Xat t',i'i, Ta SI 
ç*o'j p;iD, jrat xau, Paii ta2 coa fi 
Cua 1. Lia cbi^oi 
Ilau ctini 

Ti çõi, Cai çoi, icn c*ô, ca^ 
xeí cuo 

lia còi cMul cuaal I. ccan luS 
C*õi mó cuo ta i 
P^t h:t caoae tou p6 



1 

1 






i 



PoftTtíoqB» 



XV t NfiQOOIO) 

Mandaajm 



^55 



G\NTA# 



XIX. Milícia, 



KiUN* vu3 



CVK<\ MOU 



' Soldado, Ser — 

— de cavallo, — infante 

— pago 

Ordenanças, — í^o vicereí 
Exercito 

— da vangnartia 

— de reserva 
Guarniçaí) 
Lugar ameno 

General, — em chefe 
Governador das armas 
Tenente general 
Ajndantc — 
Marechal, Brigadeiro 
Coronel 

Tenente coionel 
Major, Cap 
Tenente, S-^- : '^ 
Baliza, Ordca 
Soldo 
Prtgir — , Receber — 

Sentinella 
Quartel 
— general 
Bandeira 

Entrar de guarda 
Sahir da — 
Rondar 

Tocar a vigília 
Signal da — 

Na terceira vigília (meia noite) 
Espada, cingir a — 
Puxar pela — 
Dar duas cutiladas 
Bainha, Embainhar 



Pim', cuou* pim, Taml pim 

Ma pim, Pii3 — 

Ch*e4 Iram li 

r'iau', Tu4 piau 

Pim ma2, pim ínil 

Chíenl im I. kiun^ 

Kitu pira 

Pa2 xou2 p*m 

Ven- hol lil.ieii lai l*ou ti ti3 

fam 
Chiam* kiuij, luenl xoaiS 
T*i tu4, xãinl chiam 
yumi pim' 
lai chiara, ta3 t'ím' 
Fui chiam, Ç^un* chiauv 
Tu- Pfr, icul ki4 
Xou2 pfi3 

Ch'icu* Çum, r.i2 Ç"ni 
ru4 çum, Vai3 v-.2 
Cuou tueil li, FoiíiJ lu 
Chien* leaml,.uim hiam2 

Fam3 I. fa4 — — , Cuoa K 
Ura3 •• 

Can3 kicl ti 

Pim faml 

Ta3 t'im', chuml klunL 

Piai*, k'i çu 

Xam2 pan' 

Hia2 — 

Siunl ie 

Ta2 câml l. kin" I. parai 

Cãm cu2 

San cãm 

iau* taul, Cua) tau 

Nal 1. pa2 tau 

Cau ' leam tau ** 

Siau', Xoul taa 



Pim, cnn pim, Tam pim 

Ma pim, Pou pim 

Xec Icom 

Tôc p*eu 

Pim ma 1. im 

Chin im 

Cau pim 

Pa xau pim 

Ga2 chi3 ke tei f )m, tei fom ta í 

Ceom cuon, íun xoi 

T*ai toe, ccom cuon 

ç,'um pim 

Ga ceom, tai t*im 

Fu ceom, ç'ame ccom 

Tou si, iau k^t 

JVau peí 

Ch^iu ium, Pa çuni 

Pac c-im, Goi vai 

Cun toi, Fom Iv 

rh'in leom, pim h 'o rr 
Tchí* pim hívim 
Liiu h?om 
Hon cai pim 
Pim fom 
Tai tMm 
Peu, k'i 
X»»om pai 
Ha pan 
çun ic 

Ta cam l. pora 
Cam cu 
Sam« cam 
leu to'i, Coíffl to» 
Ch;é tau 
Chnuie leom toti 
Tou hô, A'au toa 



46 



PoRrucfE» 



Arco, Sftta 
Atirar, Lan*:» 
Kspincajiía, MurraS 
Carregar, ne>i»:ir.ir 
Peça, For talo/.;» 

Chumbo, Pólvora 

Nrtda bi 

Exercício, CarinM> do — 

Apear se 

Cnvallo bravo, — man<o 

— CBStrado 

Cahir do cavallo 

Maojadoiira 

Forragem, cnidir da .. 

O povo da — de gra .a 

Capacete, Escudo 

Saia de malha 

Fa^cr guerra 

Renuvar a gucna 

Travar batulba 

>ía) se atuM'e a — — 

Rendcr-se, Resistir 

ls'aô lhe polé rciblir 

Vencer, Perdera ha aMia 

Premiar, Reti ibuir 

Pesertar, Ser traidor 

Rebelião, Submetíer 

Fa^er a paz. Mérito 

Tre3'oa 

Espia, Advertir 

Dar parte 



Arti Ch.na^ 

Mandakim 

Ciim-, ChieuJL 
Xn>4 cliien. Chia»»»' 
NhiiichiniH, II io ximl Ua 
Cli ia!« , FíitnH 
l^aiuí, P*au i*ail 

K^eItI xa, Kòo iau4, 
1 tif n olr ie mei ieu 

ç\iul ieu2, Kiaui ch*aii»l 

HíhJ n).«2 

1, na2, Xán3 •« 



T-; ' ' 

Xam2, •■ 'il 

T*.)ul . - . í' > i>en cuo 

Fan-J pa.i>, r'.m f<»4 

Kiami p'iin hol, Cuin* la)l 

T*iiul ch.un, mien2 chan3 

T..2 l'an3 tau, Li2 hoei3 

Pau síd, cau :iu 



Caiíia5 

€nw, Cbia 
Xeé cin, Ceom 
Niii ceoro, Fõo xem 
Cborm a'::a ceom, Foaoi 
P aii, P'au l*ui 
liin xa, Iau3, pJo io 
A tit to» fuou 

ç'ou iu I. 1íd3, Tchín tcb*eom 
Ha- ma2 

Xain* ma, Xoc 1. xin — 
Ime l. >ÍQ ma 
Tit \ò ma ha 
Ma ç'(>u 
( iin ma leu 

rã Mm pac pac snm len )oi 
' '...: o'oui, Tnm pai 

Tcheom c'ana 
i>m 

/> l*au. Ta tcheoB 
tí*m 
' > ...me .. 

: "dl, lV>m3 chiti, um dwn 
"..'^ ti-ra ti chio 
'la Xem, Ta2 pai 
Xe«)m, Pou lap 
T*ou <,au, Poi can, cau Çaí 
Fan pun, P'im foc 
Côm võ, Cum lon 
Pa3 1. t<ÍDi tchia 
Ta t*ame. Coe i 

Pou 80B 



FIM. 



CIIUM- 



CHUM 



^yj> i'€r^ 



Alj^halelo China 
Catalrgo dos géneros 
Índice das letras de frnse 
Frases Tiilgares, e sublime» 
Grammatka . 
Syntaxe 
Tratamentos 
Particulas sublimes 
Syutaxe figurada 
Exercicios de Syntaxe 
Diálogos • 
r*Hlir 

Affirmnr . 
Consultar 
Andar 
Fallar 
Escutar , 
£ntender 
Conhecer » 
Jdude 
Passear 
Tempo 
Hora 
Eslayf es 
Aula 
Saudar 
Durmir . 
uevantír-se 
Yestir-íe . 
Visita de inanbã 
Almoçar 
Jan*ar , 

Tomar Cba 
Fallar China . 
Vis*ra a hum China 
Ccm[;rar li. roa 
Alnpftr rasas 
luíoruar-se 



Pag. 



) 


Novidade» 


, 4 


2£» 


26 


Escrever Cartas 


, 


• 2Í2 


88 


Trocar 


* * 


2€a 


yo 


Caçar 


• 


. 26i 


128 


%h)mada 


* «i 


265 


146 


Alfaiate . 


« 


266 


16a 


Çapateiro 


* • 


2fi7 


161 


Doente . 


^ 


2^8 


^'^^ í fonferencMi êe empregados 


2(9 


184 ' 
215 
ih. 
217 


Mosíre de obras 
Lavrador , 
Negociar , 
Briga 

Fai do fiimilia 
t Hura velhaco . 
Reíigiaò . 


• 


272 
274 
280 
286 
289 
'. 295 
293 


Comprador 


, 


301 


"♦T.eiíY) do tribunal 




303 


■••ics 

t* Fabula 
Ví.,nes illustres . 


308 
327 
ib. 


• 


. 


343 


- "fl, e 


Fabula 


343 


c Fabula 


394 
397 


239 


R.-yitt.^ ',. 4ua. jt Orar 


aã 


422 


240 
241 
244 
215 


Fartes da OiV^cuâ Moderna 
Regras de Compor 
Orações soltas 
-"- periódicas . 


• • 
> 


426 
427 

42 


24(; 
248 
249 


Poesia antiga 

moderna . 

Formulários de Ordens, e 


• • 
Escrituras 


437 
453 
455 
459 
480 


252 
254 


de Cartas . 


• 


257 

2:>8 


Trwduçaô das Cartj.s 
Síguc-se Al te China sem 


letras Choas 


497 

498 



CORRECÇÕES, B ^ D D 1 Ç O B S. 



COBRBCSÕBS. 


Adwçõís. 


.. 3 >^ /•« 


f« 


P.g. 14 ffg 


•/r 


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