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Full text of "El ingenioso hidalgo don Quixote de la Mancha"

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Z7<. o. /1< 






1 




I '^'"«P«'fiopr MiguH d. Cena 
Saauedra. 








JS. 



^ 



rCjenisUáianouaraoorare aeíai 
ValenciasyOflBciali y Vicario 
en el Ár^obKpado de Valeticíi 
tallan d& fu Mageíladi vi, y reconoci 
iotícoladotEl ingeniofo hidalgo don 
te de la Mancha , compuefio por M¡| 
CeruantesSaauedraiy me parece que 
eo el cofa porque no fe deua impriniii 
ci libro curíofo y ingenioso i y por 
dad lo firmo de mi mano y nombre e| 
k Valencia a iS^delúiio de itfo/* 



F.Luis Pdlicer je. 
S.TheolomrDiffím 



AL DVQVE DE BE- 

lAR, M AR.Q_y ES DE GI 

bralcoD , Conde de tíenalca^ar » y 6a 

naces. Vizconde de U PucbU de 

Alcozer , Scáoc de las villas 

de Capilla, Cucicl,y 

Burguillos. 

íN ft ielhien mo^ 
, mento,y honrd,<lue bu 
aze ytieflra UxccUnet 
• a toda fuertí de íihrot 
K como "Principe tm iñ 
cUnndo afauorecer latlmeiiatsttB,iu 
yortfíente las ([ue porjü nobleza no Je a 
baten alferuicio y^angeríat del yutgo 
he determinado de facaraluz atinge 
niofi hidalgo dpáOulxote de la Alan 
cha ,'4 abrigo Wdarifimo nombre d 
'íue¡iraÉxcelencia,afiien, con el oca 
tamiento que deuo a tanta granieza ,fu 
flio 







^vmdefmticiQ. 



PB-Ol^OGO, 




=--.-_3. ESQCVPAPOLí 

r^rr^*^*^^ Sor , (in jurantcnfo , (n( 
!^l líw'li^^ podras creer,qu¿quifiíi 
ra que eíle libr0 como hi 
jo dei entCDdímíenco,fu( 
ra el mas hcrniofo^cl ma! 
gaJIardo,)' mas difcreco. 
Lque pidiera imaginarfe. 
Pero no he podido yo contrauenir la orden 
de natura]eza,que ca clIa,cada¿oraeng£dra 
fu remejante Y afai , que podía ciigendrar el 
tñtúUy mal culciuado ingeoio mio,(iiiola h 
ftoria de vn hijo feco,auetíanadp, antojadizo 
y lleno de penTamíencos varfos,y nunca ima 
ginndoi de otro alguno ; bien como quien f< 
eng ~ndro en vna carce'jdonde toda incomo 
didad tiene foafsieiito, ydondcEpdp ttiftt 
f uydo haz? fu habitación? El rofsiegOicl luga 
apazible.U amenidad de los campos, la Tere 
liidad de1oiCiclos,eÍ murmurar délas fucn 
tes , la quietud dei efpiricn, fon grande parte 
paraqiv las Mufas mas ^ftctücs.re muettrer 
fecundas.y ofrezcat) partos al mundoi que U 
colmen de marauflla,y de contento. Aconte 
ce tener vn padre vn hijo feojy íln gracia alg) 
fía^y el amor <¡f»^ k tieoeile pone vna v^ndi 
' ■ v 



....««•n 



)s ojüs^como otros hazeiis Ledor ca 

)ue perdones i o dirsimulas las faltas 

ie mi hijo vieres: y ni eres fu parlen* 

migcy cienes tu alma en tu cuerpos 

i alucdrio,como el mas pintados y ef 

cafa y donde eres feñor della . como 

", (as alcauala$,y (abes lo que común 

díze,qtte debaxo de mi manotal.Rey 

kIo loqual ce eíTeota, y haze libtxde 

c&o^y obligacion:y afsi puedes de- 

iftjría»todo aquello que te párecic- 

aor que ce calunien por el mal, nitc 

>or d bien que dixeres della« 

üíiera dártela monda.y defnudasfín 

de Prologo , ni de la innumerabili- 

aÍ06O de io«3irnAnnrkk..*»J-- c*- 



PROLOGO, 

furpenfo^coo «1 papel delante , la pluma en Is:j 
oreja>el codo en el t>ufete»y la mano eu lá nie 
xilia, penfando Iq que diría 9 entro a deshora 
vn amigo mio^graciofo» y bien encendido. El 
qual viéndome tan imagina tiuoioie prtgútó 
la caufa;y no encubríendoíela yo» le dixe>qQ<; 
penfaua en el Prologo que auia de hazer a U 
hixloria de don Quixote 9 y que me cenia de 
fnerte,que ni quería hazerleiui menos íácar a 
l«z la s hazañas de tan noble cauallero . Por- 
que como querey s vos que no me tenga con- 
fufo^el que dirá el antiguo legiflador^que ila^^ 
m^ü vulgOrquando vea que al cabo de tatos 
años como ha que duernto» en el (iiencio del 
olnidot falgo aora con todos mis años acue- 
fias, con vna leyenda (eca como vn efparco^ 
agena de ínuencion» menguada de rftilo, po- 
bre de concetos, y falca oe coda erudición, y 
dotrina: fin acotaciones en las margenes,y 6n 
anotaciones en el fin del libro s eomo veo que 
eftan ocros libros , aunque fean fabulofos , y 
profanosjCan llenos de fentencias de Ariftotc 
les.de Plátcn» y de toda ia caterua de Filofo- 
fos,qae admiran a los leyencess y tienen a fus 
autores^or hombres leydos, eruditos» y eIo« 
quentes?Puesquequandocican la diuina ef- 
crícuratno dirán fino que fon vnos fancos To 
tnafct^y otros Doftoresdc la Jglefia, gíiardS 
~ ^ €Íh vn decoro («o io|eliíoro^ que en vq 



que acocar en ci t..«..^ 
1 6n 9 ni menos fe que autores 
ponerlos alpríncipio.como ha 
/as letras del A« B.C. comen- 
jteleSfy acabando en Xenofon 
o ZeuxtSsauaquc fíie maldizie 
icor el ocro«T«mbico ha de ca- 
de Sonetos alfrificipio.atome 
DSf cuyos autores fean Duques» 
.*ondes50bil^s»Damas,o Poe- 
mos. Aunque fi yolospidíelTea 
ícjales amigos , yo fe que me los 
s,que noles ygualaífen los de a« 
tienen mas nombre en nueftra 

or V amigo mio,proArgut^ yo de 

^"•Vnte fe quede 



* PROLOQO. 

qiie me hallaftt^s , bailante caufa para poner^ 
me en clUiIa que de mi auey s oy do. Oyendo 
loqaai mumigotdandofe vna palmada en la 
frente, y difparando en vna larga rifai me di; 
3EO:Por Dios h€rmano,que aora me acabo de 
dcíengañar » de vn engaño C9 que he f;ftadoi 
codo el mucho tiempo que ha^que os conoz« 
co.en el qual fiempre os he tenido por difcre.' 
Co»y prudenre»en todas vueftras accionescpe^* 
ro aora veoique eftays tan les^os de ferio, co- 
mo lo eftá el CkLo de la tierra^ 

Comoqucespofsih^uqQf cofas de tan po 
co mo^entPty cao faciiesjdc rcmediaripueda 
tener fuerjas de fuípeiider i y abfprtar vn in- 
genio tan^maduro como el vueiho » y tan he* 
chQ a romper , y atropellar por otras diñcul* 
Cides mayores ? AIaéé , efto no nace de falta 
de habilidad» fino de fobra de pereza^y penu^ 
ría de difcurfo . Quereys ver íi es verdad lo q 
digo? Pues ¡efladmeatento^y vereyscomo en 
vn abrir,y cerrar de ojosyconfundo todas vue 
Aras dificultades » y remedio todas las faltas 
que dezis que os fuípendiNis.y acobardan, pa« 
ra dexar de Tacar a )a luz del mundo» la hifto- 
ria de vueftro famofo don Qgixote , 1 uz> y ef- 
pejo de toda la caualleria andante. Dezid,le 
rephque yo,oyendo lo que me dezia:De que 
modo penfays llenar el vaziode mi temor, y 
ufátísár a cJaridad^l caos ^ micoiv&irion? A 



loitfWl eldji(OÍÁ|)ritnero enqacrepdietjrt 
fcioft Sbii:ci«í^£pifraiiiasiO filogioi^qocoi 
AifeáQ para plpiinc^ , y qocl^ 

iia|cr|ot,ydc$ücsto^)>o^ 

RCrel tiCNa(ibfc<|ii^^ 

Prcfiel ii>«i:(fetirlsdüts^o ilfip{»BaWdrícic 

Mo,y littiitoxull|0<|Ki0t pe^ 

EñÍQ4»tkai tn^m^r gcnc$lo$\ibtot^y 
«atores de 44o«4e facar^d^t 1*9 fencciicias » 7 
<lktio$<}ae pii(i«redes ^n yuciftra híilariff no 
ay ún^,iÍAo hazér d« tn^ncr» que veogj apQ 
IcKa^iim feñtccÍj»i;D lacinefiqiie vo$repáys 
de iQétqQ?ía: o áloot^íiQs que oa cochea por 
co ^!atAfO'eliiQÍ€a11o«ComoleripQii3(ríar«P. 
tádo 4e4ibériiipá, y«4ucifiC9ÍowN#^iirp4» la 
to |llF|y«if iMitfiefir ffir^T luego en el onaiigeti 
at«r tOracío^v quien to áúco^i iraure- 
df9 dci podk^áe la niueroe,accidir luera^coQ 
PáüHi mari #^ p^ü t pede p«i(tpmifii uXemis 
fU^ffwfaf fiiii«ii.$]4e la amiftadtytamarquc 

01 



ri Arcoblfpádo de V aiencia y >-*- 
7uMa|cftad,v¡,ytcconoetdhbro 

,E1 iniéniofo hidalgo don Qa.xo- 
íanchf.compucflo por Miguel de 

:.Saaaedra»y me parco* que "^ hay 

iporóact.oíedeua "Optinnrj y que 
cWfoyingeniofo.yporlavcr- 

rmo de ¿i matio y notnhrc W Iefü|, 
iciaai8»dcIüliodci<ío/» ■ 

V 



• PliOLOGOé 

tto osCaltátufii remedio q cfto tiene es tSüf 
facíl^porque no aueys de házer orra ccfatqaé 
bufcar vn iibro que loa acote todos^ defde lá 
A.hafta la Z. coaio vos dezisi Pues efle mit- 
tno abecedario pódreys vos envüeítro libro* 
Que puefto que a aclárate Vea la mentira» 
por la pota iieccísídad cjue vosteniadesde 
aptoucchatas dellos,nd importa nadá:y qui* 
(^á alguno aura táíimple, qoe crea qut de td 
dos os aueys aprouechado,en la (imple y fea 
2illa híftoria váeSra^Yquandó na (ifuá de o- 
tra cofa^pot ló menos íeruira aquel largo Ca 
talogodt autores^ a dar de ímprouifó áutd- 
tidadailibro. f mas^que no aura quien fe p6 
ga a áuerjguar^ti los feguifte^o no los feguif 
ces^no yendole nada en eilOé^uanto mas^ q| 
(i bien caygo en la cuenta» cftc vineftro libro 
no tiene necefsidad de ninguna cofa de áque 
Masque vo$ dezis que lefalca.potrqitó todo el 
es vna muediua contra los libros de cauaile * 
rias^de quien nuncafe acordó Ari(loceies,ni 
dix^nadafan B1(¡l¡o^ ni alcanzo Cicerón. Ni 
cácndebaxo de lacuenta de fas fabulofos dif 

{^ara(cSf iaspuiiCualidadcs de lá verdad «ni 
as obferuaciones de la Aftrologia t ni le ion 
de importancia tas medidas Geométrica s^ní 
la confutación de los argumentos de quié fe 
firue la retorica; ni tiene para que Predicar 1 
aingutio^ mcMlüXiáo Ío humano con lo diui-> 



lat obrof qaefe componen en las 
loíhomh-esquefahen^ ofepare- 
^amenté en eljuy^o de alguttot, 
ynteniendofe en Muniteí drfi 
id,fuelen condenar con mas n- 
^enos/uflicia , hs trahaJoT aoé- 
t poniéndolos oJosUfmdencia 
-a Excelencia en mi Buen def. 

tteno defdeñafa Idcoríedaddc 
defiruiciQ, 



ÍROLOC30. 

manera fe iinpHmieró en mí fus razoi)eS)4]U8> 
fia ponerlas en dirpoca , las aproue por bue-^ 
nas^y de ellas míTmas quife hacer efte Prolo- 
^o»£n el qual veras,Ii^Aor (aaottla diícrecid 
de mi amigo» la buena ventura miaren hallad 
tn tiempo tan neceísicado tai conftgero, y el 
alittío tuyo»eii hallar tan finami y can fín re-» 
bueltas la hiftoria del famofo d6 Qulxote de 
laMancha:de quien ay opinioapor codos loa 
habitadores del diftrito del eampo de Mon*- 
tieUqueiae el mas caílo enamorado^y el maa 
valiSce caua Ilero» que de muchos años a efta 
parce fe vio en aquellos c6tornos. Yo noquie 
ro encarecerte el fcruicio q ce hagotcn darte 
aconocer can nocable^y tan honrado caualle- 
ro:pero quiero que me agradeacas el conoci- 
miento que Cenaras del famoíb Sancho Pan- 
fa fu elcudero» en quien a mi parecer te doy 
cifradas todas las gracias efcuderiles , que ea 
la catenu de los libros vanos de 'canalla 
rías eftan eíparzidas.Y con cfio> 
Dios te de (alud^y a mi 
no oluidc; 
Vale. 



AL 



iro tueres con lecu 
3 ce dirá el boquirrtí 
I2.C nó pones bien Íqs di, 
[iclpádnofe tccue 
r J^r a tharios dé id io 
ra s de maños a bo 
n nó dar vna en el cía 
>ieh fe comen las ma 
>t róóftrai: que fon catio¿ 
s la experiencia cnfe 
.e el qué a buen árbol fe arti 
ena foiiibra le cobi 

BexaftubuehaeQre 
bol real ce ofre 
c da principes por fru 
el qual (lorece vii Du 



d ■» f 



Ditnas,artnas,cat]atte \ 

Le prouócaron de mo 
Que qual Orlaodo furío 
Templado a lo cnainora 
Alcanzó a fuerza debra ^ 
A Dulcinea del Tobo. 
No indifcretos hkrogli ' * 
Eítampcscnelelcü' 
Que quandó c;s t(Jdó fígu 
Con ruynéspÍAnCos ife cmbi. 
Si en la dirección té íiuñií 
N O dira mofante áWu 
Qne don Aluáro deLu 
Q^e Aníbal d de Carta' 
Q¿c ReyFfancifcdeñ Efpa 
Sequexadc hi'fortu. 
Pues al cielo no le pía * 
QaefalieíTes tanladi 
Como el negi'ó luari Lati 
Hablar latines rehu, 
Nomedefpuntesdeagu ". 
Ni me alegues confito 
Porque torcifjndo la bo 
Dira el que enciéndela le 
Nb vil palmo de las ore 
P.ira que conmigo flo? 
No te metas en djbu 
N I en faber vidaé age 
Que en lo que no yasni vie 



• i 






Páfl 



Que íucjcn encape™ ■ míhT 

Dariesa losquegracc . iJgTlsuiíí 
Mastuqucnuce rdsec - '¡n^íid 
Sülo en cobrar ¿ueni (í "'ü'JIutS 
Queel que iflípnmeoccHÍII«»Í>n3T 
UaJasacenío^erpc. ' ^i»sqüT 

AduiertequeefÜWati -- '- pidfliiT. 
Siendo iJevidrio ci teja 
Tomarpíedfri.sínlairta píOQ 
Parariraralvezi. .' 

Dexa que el liooibrt d* )ay '• ■■' iW 
En las cb^^squc couipo 
Se vaya con pu-^ de pío 

f«^55i;(SV.»98í?«T.,.,in(,iO cr 
De «w><^ftU<iS!t,iii>íahi«jfe|)iL,ir 



Y alf and[qt9 la; IfCbCÍlañp^y cobre« 
Te dio la derra^e^ wn*,Ukf»aáii» i 

Biue feguro.de qiie|C<¡^p«m(Di;!B, 
Encanto alábenos q9«.eQlaqaarcae9l 
Sus caaaMo9^»gíú¡p:plsvbÍQ Apolo» 

Tendrás fliurprenombfc de VjíUieotc» 
Tu patria fera et^ tod«i Ja prii«er«, 
Tufabio autor .i|ÍaH»BdQ.vpic0»jrfi)lo< 



■ > 



DON B&IriANlS I 

<jrccia»44on Qgixote dcli 

Maacha¿ 

SONETO-? 

ROn)pi>corte9Jd)ollc^y dixt^y bizct 
Masque en elbrbe caaallero ándaní 
Fuy dieftrO)fuy valiente .fuyarrogantse 
/Mil^gt^ttios.vengue^n mil deshize, 
Hazañas di a la fama que ecernizcf 
Fuycomedido,y regalado amante, * 
Fue enano para mí todo g^antCf 
Y al duelo en qualqoier punto fatisfizc 
Tuue a mi% piespoftriida la fortuna» 
y trtto del copete mi cprdura» 
A la calua ocafion>al eftricote. 
Mas aunque (bbre el cuerno de la Luns» 
Siempre fe vio encambrada mi ventur 
Tuqp rotzaiembidjOiOgran Qgizocc 



;comodMÍad,yma»wpor<^ 
.tesPueftoeoelTobofJ. ,, 
i fes Loúdteí con ttt Aldea. 

cas deffe<M,y librea, 
ncrpoadoroara,ydclfomo[a 

o,qoeh«Mftevcotutofo, 

laonadcfigoal pelea. 

ncaftamentefeefcapara 

tfAmadis^omOtohcafte.. 

«didohidalgoddn^M^ 

abidiadafaera,y ^o^^f^ 

faloaguCkotfiaefcote. , 



A L I N B S C V DB K;0 D E 



Al andan te.excwteíp^J^ácftia^n vfo 
La llaneza cícudcratCon que atufo 
Al fobcruioqoc intenta Miar la Lunat 
l^mbidio Á tu jumcntosy a tu nombre, 
Y a t3*f fllfotlas ig^*lrhwt« cmbidio, • . 

Salue útit, vt!i%x> Sanchó,taii buen hombre, - 
Q¿icafpiptiinu€lkQErpáíkilOurdi09 * 
ConbuzcojponfteJiaaerrucrencia; * I 






P E L (XPÑ O S Q POETA ENTRE« * 



.- ti-; 



• i . 



SP,Y l^dncbo P4n9Jl Kfcvát 
,p€i j^anchego don Quixo 
. *ÍhMftpiese()pQteoro 
\ Por vgiiF a loHÍ/ítxc. 

Toda fu razón de.e(U 

S<§í!nTiietitcCtlffii'^. . 
Libro f;n mi opÍDioDidmi 
Si encubriera mas lo hum^^ 






Jís 



3itoilfiW<!Wkgt|ftÍWH5:;, ^ ... . ^ 



Por pecador derSaqaé 
Fuyapbderdevndoa QutkOii 
Farcias corrí a lo fio 
Mas porvña de caat 
No íé mt e(c9 po ctoa 
Que efto faiqQt a Lazari í "^ 

r Quañdopara hoftar el vi 
Al ciego le di \tkf9. '• ^ ^ 






orlando; fviLiq^ 

adoa Qoiicocc 4c Ja Maiuili». 



S0I9ETO. 






SToc eres Bar ,€aalip6co le hís tenídb , 
QneparpudiercMirer entre mil parfSf \ 
Ni puede ánerk donde tto te haTlare59 ' 
Inui&o vencedor^) ^nias vencido^ , , ^ . .. 

Orlandtf foy CtttUbte'^queperdHo'^ ' '^' 
Por AngclicíVitemotds mares, 
Ofrecieiido a la fjuma ep fus altares, 
Aquel valor jqüc refp^cb A oluido. 

No puedo rertuiguar,i4tíe efte decoró 
Sedcueattt9^^ezáSiyacú:famá ' ; 

Pttcfto que <oíff yo^ctidliílc cil íbíoi ' ^ 
Masfertofattijnttr.XrátrobefttioMótó» ; 

YCitafier6^drtsisiqacyb^naillamá\. " 
igoaies'eo'viowr^KfináiiiTucciio. 

4»+ ^ E\ 



£L CAVALERO DEL lEBO, 
. adonQuixocedelaM^nchaf 

SONETO. 

AVqeftra efpada Doiguaio la mía9 
Febo efpañoIsCurioíooorternno, 
Ni U alca gloria de valor mi mano« 
Que rayo toe do ngceiy mnere ci día» 
Imperios dc(precie,'y U Monarquía 
' QufaiíPpfrccÍQeíOrieiito[ro)co) envan» 
^ dcxié por ver el roftro foberano 

PrCtaridf ana» Aurora hcrmofa mía 
Amela por milagro vnico,y raro» 
y aufente cnÉu dicfgratiáid propio infierno 
Temió mi bra9o,que domo íu rabia. 
Mas vú^Qodo Ó}ixot€kiIa8r«9y claro» 
Por P.alciocaíoys ^l mundo eterno, 
Y ellf porVQs faii|QC9»h<tn^fia»y ra bia^ . 



< * 



DE SOM&DAN, A DON QyiXQTB 

dflíMawh»* 

SONETO. 

MAgucrfeñor,Qui>pce^qiie htidcit% 
Vos tengai) el cerbela derrumbado, 
Nupca fer^y^ de aigun«i teprochado. 
Por hombre de pbrasvilcs^y Ibezea* 
Serán vaeíTasfazañas los joczcSf . 
f á$s tuertos 4c,sC4?i$ndo.aveys andado» 



Siendo vegadas tnir apaleado, 
Por foiloncs cautiuo^sy rahczest 

^ (i la vwíh linda Dulcinea» 
Defaguf fado contra voscorntCCf 
Ni a V ucflas cuy ws mUcftra buen eaUnuu 

In cal defoiati vuelTo conorce fea 
Que Sancho Pan9a fue mal alcagutte, 
Nedo.cMiwra cJla,y vos no aín^utc^ 

:>JAIíOQO ENTRE BABIECA 

y Rozioaate* 

SONETO 



COnf) o cflays Rozína^c tí delgado» 
Porque nuca fe come y fe trabaja? 
Pues que es déla ceuada^y déla pa;a 
No me dexa mi amo^ni vn bocado. 
. Anda fcñor,que eftays muy mal criado 
Pues vf a legua d afao al amo vltraja 
Afno fe es de la cuna a Ja mortaja, 
Quercysio vcr?m¡raldo enamorado. 
. Esñccedad amar?R.No esgrS prudScia 
Mecaíifíco eílays.R.Es que no como. 
Quexaps di efcudero.R.Noe$ baílate 
Comome he dé quexaren mi dolencia 
Sí el amo,y efcuderojo mayordomo» 
SoQ (9n RozÍQcy cóóio Rozinante? 



i. 



TABLA DE LOS. 

C A P I T V L o $ Q V E ; 

contiene efta famofa hiftoria del ^e 

yalerofopauallerodoQ Qa i- 
• xote de la Mancha. 

Prinoera paree deiiageidoro doo Quixoce 

De la Mancha. 

<r 

GApitulof rimero , <}ue trata de U 
condición ^yexerciciodel famofo^ 
y v^lUntehiáál^o don,^tíi:cote de 
UMuních^. 1 

Cafitulúfig»ndo , que tréifa de la 
prinuff» [Mida que de \^u tierra hito el in^ 
genioso don ^júxote. g 

Capitulo terctro^donde fe cuenta Ugracto^ 
Jfi manera qu( tmo don Q^txote en ar^ 

tapitulo^tiám^^^ le picidio anuc^ 

Jiro €aual¡¡r9^^é^ndo falio de U %fenta, 

Gapie.^iiSfttOkMdeffprofigne la narración 
de la desgracia de ntéefito canallero.^p. 



Urofo don ^ixote tmo enU eJpMtÁ 
y j^m^s imaginada aucntura de íes ¡ 
nos de viento, ^a. 

«guada parte del ingeuioro don Qubto 

de Ja Maacha. 

^^ittio H0noy donde fe conduje, ydm 
^ /* *M'»d» haiaUa ^ el galUfiUl 
f^jr -íy el vállete Mschego tuMert. . 
mulo dectmo4s lo que m»s le MtíiAo á 
^'xote can el Fizcay^o^y del peligro 
jje y/a,cóv»acaun4^ de T^v^fétCes 
mulo -undécimo, de lo que lífucedto 4 
^txote con vnos cabreros. 



TABLA, 
fuceps. jjt 

Tcrccrapártedelingeniorodoa QuixQte 

de U Mancha. 

^ Apítulo quhze^ donde fe cuenta Udefm 
y^¿^raciada auinfíéra que fe topo don ^»i 
• ' xoteentQparcp/ívnQf defdmadoi Tan* 

Capitulo deZfifeysM la que kfucedia d Inge 
niojo hidalgo enlaventa que el fe imagi* 
iiduafetesJUlló. jfí 

Capitulo dezijiete^donde feprof^uen lo^in* 

numcfabíes trabados qjue el hrauo don 

. ^uixote^yfu buen efeudero Sancho Pan 

fapajfaronyé^c^ jyo 

Capitulo de^ocho ^ donde fe cuentan las ra^ 
^ones que pajfo Sancho PaHfa con fu fe* 
mfdon ,^xote^ con otras, auenturas di 
gnas de fer contadas. iS» 

Capitulo de^féueue adelas difcret^s tazones 
que Sancho pajfaua con fu amoij de la a- 
uentura que lefucedio co vncuerpí^ muir 

, toyérc. m 

Capitulo veynte ^ de la f antas vijh^ ni oyda 

. áuentura que con mas poco pel^ro^fue a^ 

eabadadejamofo cauaUero^en el mu^9 



TABLA. 

tomoU qacshehaleroft doQmxotéjíi 
Capituló vejntej vnoy que trata de la alta 

auemura > y rica ganancia del yelmo de 

Mambfinoy&c^ zji 

Capitulo veyntidos y de la lihrtad^dio don 

Quixote a muchos defdichados galeotes. 

249 
Capftuh veyntUfes^de lo que le atonteció al 

famoso do ^ixote en perra morena^qne 

fue *una de las mas raras anenturas que 

en efia verdadera hijloriafe cuenta. 26 f 

Cafituloveynticiuatrojdottdefefrojigue la 
auentura de (afierra morena. 2S4 

Cafítulo veynticincoy que trata de las efirá 
ñas cofas que en ¡ierra morenafucedieron 
4il "v aliente cauaUero déla Mancba^yde 
la imitación que hizo a la penitencia de 
Bcltenebros. ¿ps 

Capitulo veyntifeys , dqndefe frofiguen las 
finezas quede enamorado hizo elnueñro 
Aon Qs^ycote en fierra morena. 32$ 

Capitulo veyntifiete^de comofalieron confié 
intención el Curaty el Barbero^ con otraS 
cofas dignas de que fe cuenten^ ^i/ 

Qgjvca parte deU hidoria del iogebioía hídal 
go don Qiiixote de U Mdncha« 

CapnvíX 



o 



TABLA 

/^ ApituU veymocha^que trata deU me» 

\^iéa y a^r^dahle Auertpuraique al Cura^y 
Barbero pécidio en la mifmajierfa. j(fj 

CafHulo veyitinueuc^que trata de la dijere 

eion de la hermofa Doroteaic on otras co^ 

fas degajío j pjtlf^tkmpo. ¡gj 

Capitulo treynta^que trata delfrrachfoarti 

- J^cioy y orden que fe tuuo enfacar a ntief* 
tro enamorado cauaUero^íla afperi^ima 
fémtenciaenquefeauidfuejio^ 406 

Capitulo treynta y ^m^e los fabrofos ra\o* 

namiaoS qpalfíiro entre do,^^xote^jS¿ 

. choPa^afu efcudcroico otros fuce(fos*4¿^ 

Q^piính trey^ta y dos , que trata de lo que 

. facedio en U venta a toda la quadrilU de 
dón^^txoteé 43 f 

C^pituh treyntay tres adonde fe cuenta U no 
uéla del curio f o impertine nte. 447 

Capitulo trcynta y qaatroydúnde fe profi^ue 
la muela del curiojo impewmnte^ 4jS 

Capitulo treyntay cinco ^donde fe da^n a la 
nouda del curiofo imfertinti^te. s^P 

Capitulo treyntay feys^q trata de la brauay 
def comunal batalía que do^iétxete tuno 
co vnas cueros de vino tintouon otros ra 
rosfucejfos qen laventafucedieror:^s2i 

Capi^ 



?• 



"M/í 



••'fojas 



fO'*/**i7/^^«^«/-- 



^^it 









eo 



TABÚ 
^krt dt los qmadriíUrps^y Ugranf^fócU 

dad de nue^n buen caualleto. ófí 

Cafitulü qaMfénta jfiete ^delefirinm modo 
€ún que f$íc ene amado don .^ixoteicon 
otros f amo fosjuceffos^ 6pt 

Capitulo quarentay ocho adonde frofigue el 

Canónigo la materia de los íibrosde ca^ 

. uallerias :con oirás eofas dignas de fu in 

gemOé * 70 f 

Capitulo áuarenta y nuétkt^ donde Retraté 
del dilató coloquio que Sancho Panf4 
tuuoconfufemrdon ^uixote. ^ip 

Capitulo cinquenta^e lasdifcretas alteran 
dones que dm ^¡úxote^j el Canónigo ta 
uieronicon otros fucejfoSé yjí 

Capitulo cinquentaj vno^qt^e trata deloq 
conta el cabrero a todos los que lleuauan 
al valiente don £lUixoteé 74% 

Capitulo cinqucntay dos^ de la pendencia ^ 
don^Mxote tuuo con elcabferoiconla rA 
ra auentura de losdeceplinanteSya quien 
dio felice fin a cofia de fufudor^ jsú 










ííi. 



• 1 






P K A M tiLA 

AkTE DEL 

ÍGEÑiOSb HiOAL- 
godon Qu.xoredela 
Mancha. 

f 

LPltVLÓ PRlMEfeÓ QVE 

rara de la c6dicion,y excrcicio del famoíd 
idalgo don Qiiixoce de la Mancha. 

jag^pg j5 U Vn ¡ligar de la Mancha, de 
^náí cayo nombre nó «quiero acor- 
^,dara)e,no ha mucho tiempd 
vrJbue viuía vn Kidalso de los dé 
langa en átliüero , adarga ánti- 
, rocin ííaco,y galgo corredor. Vna olla d 
í rtias vaca qué carnero, fulpiton las mas 
hesjduelds y qucrbrantos losSabados,lart 
.sIosVicmeMIgun palomlnc de añadida 
>s DoDiingos^cofumian las tres parces d¿ 
szicnda.El teño della ¿oncluyan/ayó de 

•A valattc 



a . Primera parte de don 

Vf larce.cal^as de velludo para las fieftas,con 
fus pantuflos de lo mefmo,y ios»dia$ de entre 
fcmanafehonraua con fu vellorí de lo mas 
íino.Tcnia en fu cafa vna ama quepaíTaua de 
los quarenca : y vna fobrina que no Ikgaua a 
los veyntery vn mo^o de€ampoypla9a , que 
arsieníillaua ti rocín» como comauaia po- 
dadera . Frifaua la edad de nueílro hidaN 
go, con los cincuenta años. Era decdmple- 
xión rczia, feco de carnes , cnxuto de roftro¿ 
gran madrugador, y amigo de la ca9a.Qu:erc 
dczir, que tenia el fobrcnóbre de Quixada, o 
Quefada(que en eílo ay alguna diferencia en 
los autores que de Ue cafo ercriuen)aunq por 
conjeturas vcrofimiles íe dcxa entender , que 
fe llamaui Quixana.Pero efto importa poco 
a nueftro cuento , baña q en la narración del 
no fe Taiga vn punto de la verdad. Es pues de 
fabenq en efte fobredicho hidalgo,lo$ ratos q 
eftaaa ociuro(que eran los mas del año) fe da 
ui a leer libros de cauallerias>con tanta afícd 
y gufl;o,q olaido caíi de rodo punto el exercí 
cío de la ca9a)y aun la adminiñració de fu hi- 
zienda y llego a tanto fu curíoíidad, y defati- 
no eu e(lo,q vendió muchas hanegas de tier- 
ra de fembradura^para comprar libros de ca- 
nallerias en q leer,y afsi lie uo a fu cafa todos 
.quantos pudo auer dellos: y de todos>DÍngu< 
ájos Je pandan tan bien^como los q compuíb 

el 



^'r.pc:'' 



Quixoté de la Mancha* ^ 

Feliciano de Silua« Porque la ciarídjMÍ 
roía, y aqlias eoCricadas razones Tuyas, 
ecian de perlas:y mas quandó líegaua a 
quellos requíebros^y cartas de deiáfios^ 
í en muchas partes hallaua eferito.tá r^ 

lájin rjkxo ({ue A mirjLzojc b^ze^ dt Ulmá 
i TAZO enfiAqufce, cfuc co rAzí me queXo.dc 
^r jf/ermo/ (ira .T tibien quandoleya. Los 
elo$ que de yuefirjk diutmúAd, diuin^métc co 
cllds oifoYtificAn^y es hdze merecedora dei 
micro que mt^ece U yaelird grAndez/^* Con 

a2one$ perdía el pobre cauallero el juy 
lefueUaare por entenderlas^ y defeotra- 
; el íencído,^ no fe lo (acara, ni las enten 
:lniermoAriOoteleS)fírerurcitarapara 
lo.No eftaua muy bíé con las heridas q 
¿liants dauayy reccbia, porq fe imagina - 
»or grades maeftros ^ le vuíefbc curado 
caria de tener el roftro , y todo el cuer- 
lo de cicatrices^y feñales. Pero co todo 
la en íu aucor^acjl acabar fu libro con ía 
líTa de aquella inacabable auétura^y m u 
:zes le vino deííeo de tomar la pluma,y 
ía al pie de la letra»Gomo alli fe proQie* 

1 duda alguna lo hizierai y au falieraco 
otíos mayores y continuos penfamíen 
feio eftoruará.Tuuo muchas vezes co 
ia con el cura defu lugar)q era hombre 
graduado en Ciguep) fobcc qual auio 

A z (ola 



;^ Primera parte de don 

íido mejor cauallero> Palmerin de Ingalater- 
ra, o Amadis de Gaula: mas Maeflc Nicolasi 
barbero del mefnio puebla^ dezia , que DÍn- 
guno licgaua al cauallero del Febo , y que (i 
alguno fe le podía comparar» era don Galaor 
hermano de Amadis de Oaula^ porque tenia 
muy acomodada códicion para codo^ qaeno 
era cauallero melindrofo>ni can llorón como 
fu hermano 9 y que en lo de la valencia no le 
yuaen ^aga.Eu rerolucion>el fe enfrafco tan* 
co en fu kcura » que fe le pallauan las noches 
leyendo de claro en claro 5 y los dias de tur* 
bio en turbioiy aísi del poco dormir5y del mu 
\cho leer > fe le fcco el celebro de manera > que 
vino a perder el juyzio . Llenofele la fancaíia 
de codo aquel lo que Icya en los libross afsi dt 
encácamentosjcomo de pendencias^bacallas» 
defaño$,h.:r¡das,r6quiebros,aniores»cormea 
tasiy difparaces impoísibles. Y aíTencofele de 
tal modo en la imaginación , que era verdad 
toda aquella maquina de aquellas foñadas íq 
uenciones que leya.que para el no hauía otra 
hiftoria mas cierca en el mundo.Dezia eUque 
el Cid Ruydíaz auia íido muy bué cauallero» 
pero que no cenia que ver con el cauallero de 
la Ardtcte efpadi,q de folo vn reues auia pac 
cido por medio dos fieros y defcomunalesgt* 
gaces^ Mejor cflaua co Bernardo del Carpió* 
povq en llócefualles auia muerco a Roldan d 

encaD" 



Qoíxote de U Mancha. / 

ntado, valiéndote de la induftria de Hcr- 
s M quando ahogo a Anteen el hijo de la 
ta enere los bra9os« Oezia mucho bié del 
nte Morgancetporque con fer de aquella 
:racio Gigantea,que Codos fon foberoios 
(camedídos, el folaera afable y bien cria 
Perofobre codos eñaua bien con Reynal<i 
de Moncaluan y y mas quando ie veya fa 
e fu caflillo s y robar quancos copaba : y 
ndo en Allende robo aquel ydolo de Mz 
lasque era Codo de horo/egun dize fu híít 
!• Diera el por dar vna mano de cozes al 
dor de Galalonyal ama que ccnia,y aun a 
brina de añadidura. En efeco , semacado 
i yayziOf vino a dar en el mas eftraño peía 
ienco que jamas dio loco en el mundo % y 
que le pa/ecío conueaible y nece íTario^af- 
ra el aumento de fu honra , como para el 
icio de fu repúblicas hazerfe cauallero an-« 
ce » y yríe por codo el mundo con fus ar-i 
^ y caualloya bufcar las auenturas»y aexec 
rfe en codo aquello que el auia leydo que 
caualleros andances fe exercicauanj desha 
ido codo genero deagrauío9,y poniédoüe 
>ca(iones,y peligros^ donde acabándolo^ 
raíTe ecerno nombre y fama.lmaginauaie 
obrcya coronado por el valor de fu bra- 
por lo menos del Imperio de Trapifonda: 
tíkcoa cfiostía ^t^ddbles peo(ainieivEQ%; 

A 3 Ue- 



4 Primera parte de don 

llegado del eftraño gufto que en ellos fentiaa 
fedíopríeíTaapOQer eneíeco loqde(rcaua« 
Y lo pritneio q hi?o,fue limpiar vnas armas 
^ auian 6do de fus vifaguelos^que tomadas de 
oria,y llenos de mohojluégos íiglos auia q er 
Cauan pncftas y oluidadas en vn rincón. Lím- 
piolas^y adere90las lo mejor que pudo» pero 
vio que tenían vna gran falta^y era que no ce 
nían celada deencaxC) íino morrión (imple; 
mas a ^Ao fuplio íu induftria , porque de car- 
tones hizo vn modo de media celada,qiie en* 
caxada con el morrión, ha2ian vna apariencia 
de celada entera. Es verdad que para prouar 
(i era fuertesy pqdia eftar al rícfgQ de vna cu« 
chillada/acQ fu efpada» y le dio dos golpes, y 
con el primero, y en vn punto deshi^io lo que 
auia hecho en vna femana: y no dexo de parc- 
cerle mal, la facilidad con que la hauia hecho 
pedamos , y por aíTegurarfe del^e peligro, la 
torno a hazer de nueuo,ponit;iidole$ vnas bar 
ras de hierro por dedétro, de tal manera, que 
el quedo fatisfecho de fq forcaleza ; y (¡n qrer 
hazer nueua experiencia della»la diputo;, y cu* 
PQ por celada fimísima de encaxe . Fue luego 
a ver a fu rQC4n,y aunq tenia mas quat tos que 
vn real, y mas tachas q el cauailo de Gonelat 
que Untum ptllis , & ojtt fuiu le pareció q n í c| 
Bucéfalo de AIexandro,ni Bauíeca el del Cid 
AWr/>^/^M/du«it Quano diasícle paflaro 



Quísote de la Mancha. 7 

en imaginar que nóbre le podría» pprq (fegun 
fe dezia el a (i míímo ) no era razón q cauallo 
decauallero can fatnofoiy can bueno-el por (i 
eftuuieíTe fin nobre conocido , y afsi procura 
ua acomodatfcletde manera q dccIaraíTe quié 
auíaíidoiances q fueífedecaua Ilero andante 
y lo q era ent&ce^:pues eílaua muy puefto eñ 
razoii,q mudando fu fcnor eñadotmudaíTe el 
cambié el nóbre^y Je cobraífe famofo y de ef* 
craendo,como cóctenia a la uueua ordé > y al 
noeuo exercicio que ya profeftaua: y afsi.def* 
paes de muchos nombres q formo i borrOt y 
qoico» aáadÍ0)tdeshÍ2K>i y torno ahazerra íu 
memorias e imagtnació.al fin le vino a llamar 
RozínantCsnobreafu parecelí^ alto^fonoros 
y fignifíc nctuo^delo q aula (ido quando fue ro 
cin anees de lo q aora erat q era antes » y pri« 
mero de codos los rocines del mundo •Puefto 
Qobre,y can a fu guftoa fu cauallo , quifo po- 
nerfele a (i miímo , y en efte péfamiento duro 
otros ocho días. y al cabo fe vino a llamar do 
Qa¡«ote.dcdonde(como qJa dícho)tomaron 
oca(ió los autores defta ta verdadera hiftoria 
qíindudafedemade llamar Qubcada > y no 
Quefada, como otros quiíieron dezinpero a- 
cordandofe q el valerofo Amadis , no folo fe 
auia contentado con Uamarfe Amadis a fecas 
fino que anadio el nombre de fu Rey no y pa- 
tria^por hazerJ^ famofasyfc llamo Amadis 

A4 dft 



10 Primera parte de don 

fu iñteocion^y fín que nadie le viefTe.vna ma-^ 
nana antes del diaC que era vno de los caluro 
fus del mes de lulioXe armo de codas fus ar- 

mas)rubiorobreRozínance,piie(la fu mal c6- 
pue{);acelada,embra9o fu adarga.como fu lai 
^a , y pot la puerta faifa de vn corral fal lo a 
campo con grandifsimo concento , y alboro* 
90, de ver coa quanta facilidad auia dado prin 
cipio a fu buen deíTeo ; mas a penas fe vio en 
el cápo^quando le a (falto vn penram^éco cer- 
riblcsy cal , que por poco le hiziera dcxar la 
comentada emprefa:y fueique le vino ala me 
moría que no era armada caualleroiy que c6 , 
' forme a ley de caualleria,ni podia>ni deuia to 
mar armas co ningún cauallero: y puefto que 
lofuera>auiade licuar armas blancas ,como 
nouel cauallcro^íin emprefa en el eícudo» ha(^ 
ta que por fu esfuerfo la ganaíTe^ Eftos penfa 
nuentoslehizieron titubear en fu propofítOt 
mas pudiendo mas fu locura que otra razón 
alguna y propufo de hazerfe armar cauallero 
del primero que Capalfe,a imitación de ceros 
muchos que afsi lo hizicron, fegun el auia ley 
daen lo$ libros que tal le tenian.En lo de las 
armasblaiicas^penfaualimplarlas de manera 
(en teniendo lugar)que lofueífen mas que vn 
arraiñio : y con efto fe quietó s y proíiguio fu 
caoiíno9(]n llenar otro que aquel que fu caua- 
Uoqucm 9 creyendo que en aquello coofiftia 



I 



Quixote de la Mancha* 1 1 

farfrier^a de las auenturas.Yendo pues cami« 
nando nDcftro flamante auenturero , yua ha* 
biando coníigo mcfcno j diziendo: Quien da 
da»í¡no que en los venideros tiempos» quado 
(alga a luz la verdadera hiftoria de mis famo- 
io$ hechos » que el fabio que los efcríniere no 
ponga^quando llegue a contar efta mi prime- 
ra falida can de mañana deíla manera? A p^- 
ñas auta el rubicundo Apolo , tendido por la 
Ciz de la ancha» y «rpacjofa tierra» las doradas 
hebras de fus hermofos cabcIlo$»y a penas les 
pequeños y pintados paxarillos con fus har- 
padas tengtias»auiá Taludado con dulce y me- 
Üfloa ai monta»la venida de la rofada Aurora, 
q desando la blanda cama del celofo marido, 
por las puertas, y balcones del Machego Orí- 
zonte» a los mortales fe mofiraua»quando el 
famofo cauallero don Qaixote de la Mancha» 
dcxando las ociofas plumas.fubio fobre fu fa- 
moro cauallo flozinanre» y comento a cami- 
nar por el antiguo»y conocido capo de Mon^ 
tíel (y era la verdad que por el caminaua)y a- 
fíadio diziendo: Dichofa edad»y figlo dichcfo, 
aql adonde (aldrán a luz lasfamoTas hazañas 
fnias»dignas d^entallarfe cr bronzesscfculpir- 
feen marmoles» y píntarfe en tablas para me- 
moria en lo futuro.O tu Tabio encátador quic 
quiera q feas^^ quié a de tocar el fer coroniíla 



t¿ Primera parte de don 

des de tni buen Rozinante ^ compañero cHv* 
no mió en todos mis caminos»y carreras. Lucí 
go boluh diziendo(como íi verdaderamente. 
fueíTc enamoradoO O PrinCefla Dulcínea,(e- 
ñora defte cauciuo cora9d^mucho agrauio me 
auedes fecho en defpedirme » y reprocharme 
conelrigurofo afíncamie^to > demandarme 
no parecer ante la vuefira fermoíura: Plegaos 
fcñcra, de membraros deüe virtoofo iujeca 
cora^on^ que tantascuy tas por vueftro amor 
padecetConeftosyaa infartando otros dif¿* 
paríales » todos al modo de los que fus libros 
}e auian eñreñado,imitando en quanto podía 
fu lenguaje : y con efto caminaua tan de efpa- 
ció 9 y el faientraua tan a pritffsíj y con tanta 
ardor^queftierabaftate a derretirle ios fefos 
.(ñ algunos tuuíeraOCaíi todo aquel día cami 
no (in acoñtecerle cofa qut de contar fuefle^, 
de lo quai fe defefperauaa porque quifiera to- 
par luego» IuegO}Con quien hazer experiencia 
del valor d^ íu fuerte bra90 • Autores ay que 
dizen , que la primera autntura que le auino^ 
fue la del puerto Lapice » otros dizen» que la 
de los fholínos de vienta . Pero lo que yo he 
podido aueriguar en efte cafo) y lo que he ha^ 
liado cfcrito en los Anales de la Mancha » es» 
que el anduuo todo aquel dia;y al anochecer» 
.fu rocín 9 y -el fe hallaron canfados » y muertos 

dcb^mbccjíy que micando a codas parces>por 



Quixote dé la Mancha. 13 

Vtríidefcubriría algún caftillo» o algima tnir 
jidade paftores donde rccogerfe , y a donde 
pudielfc remediar fu mucha neccfsidad : vio 
no kxos del camino por donde y ua, vna ven • 
tanque fue como (i viera vna eftiella,qure alos 
porcaies» fino a los alcafares de fu redempcid 
le encaminaua. Diofe príeíTa a caminar^ y lle- 
go a ella a tiempo que anochecia • £ftauan a 
cafo a la puerta dos múgeres mo^as » deflas 
que Ihraian-de^pareíéo» las quales yuan a Se** 
utilacon vnos arrieros i que en la venta aque- 
lla noche aceitaron a hazer jornada : y como, 
a oueftro auenturero 9 todo qnanto penfauai 
veyatO ymaginaua^Ie parecía fer hecho^y paí-. 
far al modo de loque auia ieydo» Itíego (q vio 
la venta » fe le reprefenco q era vn caüillo con 
fus quatro torres» y chapiteles de luzicnce pla^ 
ta,rin faltarle fu puente leuadíza» y hohda ca- 
ua,con todos aquellos aderentcs que íemeian 
ccscaftillos fe pintan. Fuefc llegando a la ven 
ta (que a el le parecía caílillo ) y a poco tre- 
cho dclIa>detuuo las riendas a Rcainante» ef- 
pcrando que algunEnano fe puíiciTe entre las 
almenas^ a dar léiial con alguna tronr.peta de 
quellegauacauaileroalca^íiüo • Pero como 
vioque ié tardauan,y que l\ ominante íc daua 
pricUa por llegar a la caualiei iza, fe lie go ala 
puerta de Ja venta ^ y vio a las dos deftraydas 
mo^asquealUcftauai)^ que a eJ le partcit^ 

toiv 



14 Primera parce de 4otl 

ron dashermofasdonzellas , o dosgradofaf :. 
damaS) que deiácc de la puerca del calti 1 j fe 
cílauan folazado* En efto fucedio a cafo, q vn 
porquero que andaua recogiédo de vnosraf- 
crojos vna manada de puercos (que (iti pcrdo 
afsi fe 11 aman) coco vn cuerno > a cuya feñal. 
eflos fe recogen» y al inftance le le reprefenco 
a donQbíxoce lo que dcíTeaua.que era que ai 
gun En^no hazia f^ñal de fu venida: y afsi cou 
eílraño contento llego a la venca , y a las da- 
mas. Las quales como víero venir vn hombre 
de aquella fuerce,arniado9y con lan^a^y adar- 
ga» llenas de miedo fe yuan a enCrar en la ven 
ta:perodon Q^jxote» coligiendo porfu huy- 
da fix miedo , aleándole la viTera de papelón^ 
ydefcubriendolu feco y poluorofo roftro» 
con gentil talante, y vozrepofada'les dixo: 
Non fuyan las vueílras mercedes , nin teman 
defaguífado alguno , ca a la orejen de caualle* 
ria que profeíTo, non Coca , ni atañe fazerle a 
ninguno,quantomas atanakasdonzellas co 
mo vueílras prefencias demueñran.Mirauáie 
las mo^as , y andauan Con los ojos bufcando^ 
le el roü ro,que la mala vüéra le encubria.Mai 
como lé oyeró llamar donzellas, cofa can fue« 
ra de fu proíefsion » no pudieron tener la rifaf 
y fue de manera» que don Qaixote vino a cor 
rcrfe , y a dezirles : Bien parece la mcfura en 
-- Jasfcrcnoíasi y es mucha fandcz a damas la rt 

(a 



<"«> ^ 



Quizóte de U Moncha. ti* 

{aqoe de leue caufa procede : pero no vos lo 
djgü porque os acuycedes > nj moílredes mal 
taiance,q el mió non es de al,que deíeruíros* 
£1 lenguaje no encédido de las feñoras » y el 
mai calle de aueftrocaualIerO)acrccécauaen 
ellas la rifasy en el el enojo,y paíTara muy ade 
láte»ri a aqutl puco no falíerael vencero»hom 
bre q por fer muy gordo,era muy pacifico ,el 
qual viédo aquella figura contrahecha» arma 
da de armas can defiguales^como eran la bi i* 
da, lan9a>adarga,y cofelecemoeñuuoen na- 
daen acompañar a las donzellas,en las muef 
traf de fu concento. Masen efeco , ccmienJo 
la maquina de caicos percrechos,dctermino 
de hablarle comcdidamencejafsi ledixo:Si 
vuc(lramerced,rerior cauallero bufca poGida 
amen del lecho ( porque en efta venca no ay 
ninguno ) codo lo demás fe hallara en ella en 
mucha abundancia. Viendo don C^íxoce la 
humildad del Alcayde de la fortaleza(que cal 
le pareció a el el venccro,y la véca)refpündio: 
Para mi Tenor Cailellano,quaIquicra cola ba- 
{U,porque mis arreos fon las armas , mi def* 
canfo cl pelear, &c. Penfo el hueíped , que el 
auerle llamado Careliano , auia Gao por 
auerlc parecido de los fanos de Caftilla, aun- 
que el era Andaluz , y de los de la playa de 
S. Lucar, no menos ladró que Caco,ni menos 
maleante que títnáiantc^o pajc.Y afsi le re(- 

pon- 



lé; FtimcÑÉpzrtc de don 

pondio^Segun eílo jas camas devucftra mer^ 

ced feran duras peñas » y fu dormir ficmpré 

vehr.y fiendo afsíjbien fe puede apear,cón fc- 

guridad de hallar en eílacho^a ocaíxon^y oca 

^ones para no dormir en todo vn año* quáccf 

masen vna noche. Y diziendo eüo é fué a cc*^ 

ner de] ellribo a don Quixote.e] qoal fe aped 

Con mucha diíiculead^y crabajo (cómo aquel 

q en todo aquel día no fe auia defayunado.) 

Dixo luego al huefped^qüe le cuuieflTe mucho 

cuydado de fu caudllo > porque era la tiiefoi: 

píc9a que comía pan en el mundo&^iiroIce( 

Ventero, y no le pareció tan bueno cotno d6 

Quí^rote dezia» ni aun la mitad: y acomodaif 

dolé en la caualleriza 9 boluio a ver lo que fu 

huefped mandauaaí qual efliauan defarmado 

]asdonzcllas(que yafe auian reconciliado cd 

ei)Ias qua]es»aunque le auian quitado el peto 

yelefpaldaryjamasfupieron « hi pudieron de* 

fencaxarle la gola^ni quitarle la contrahechít 

celadajque traya atada cd vnas cintas verdea 

y era meneflier cortarlas por no poder fe qu i- 

tar losüudos^ mas el no lo quifo confentir en 

ninguna mancra;y afsi fe quedo toda nquelia 

noche co la celada pucfla^que era la mas gra 

cioía,y eftraña figura que fe pudiera pcfar : y 

al de/armarle (como el fe ymaginaua q aqu^ 

Has traydas y licuadas que l^e defarmauá, era 

af^üMsprincipsíltslthotzSfy damas de aquel 



Qn iicote de la Mincha J 17 

taftíIlo)!es dixo con mucho donay re: Nunca 
fuera c iualicro de damas tan bien feruido» 
como fuera don Quixote quandu de fu aldea 
vir&y; donzelUs curauan del » PriiHCefas dt fa 
focinó.'O Ro¿inance, quecílcesel nombre^ 
fenbfas mias^de micauallo, y do Quixote de 
la Mancha el mío : que puefto <]ue no quifíe-» 
tadcícubrirme fafta que las füzañas fechas en 
Vaeftro feruicio y pro , me defcubrierañ » la 
faer^a de acomodar al propofuo prefente 
cfte romance viejo de Langarote, ha íido cau 
fa que (cpays mi nombre antes de toda fazont 
pero nempo vendrá en que las vueftras ieño-* 
ttis me manden>y yo cbedezca , y el valor dc^ 
mi bra^o dcfcubra el deffeo que rengo de fer 
niros.Las mogas que no eílauan hechas a oyt 
fcmejantes retoricas 9 tío refpondÍHn palabra^ 
foJo V preguntaron , fi quería con»:er aígüna 
Cüfa Qíialquícra yantaría yo » refpondio don 
Quixote.porque a lo qur entiendo, me haria 
fnucho al cafo. A dicha certo a fec Viernes 
aquel día » y no auia en toda la verta fino 
vnas raciones de vn peíc .do , que en CaOil'a 
llamín badcxo^y en andaluziabjcallao^ycn 
otras partes curadillo , y en otras truchiTcla^ 
Preguntáronle) íi por véturá comería fu mcr 
ced truchuela , qué no auia ctro pefcado que 
d'.rle acomcr.Comoáya muchas truchuela?, 
refpondio doo Qüixocc^padran.fit\xit de vna 

B trucha* 



4S Pilfiia€psrfsedcdc# 

tracha,t^otqae eCo fe me da qae me dé cm 
reales cñ fenzí líos , q en vna pie9a de a oc 
Qganto mas que podría fer que fueflen ei 
truchuelas eomo la ternera ) que es mejo 
la vaca^y el cabrito que el cabrón* Pero fe 
q fuere» venga ln^o»qel traba/o y pefo de 
armas ^ no fe puede llenar íin el gouiernc 
las trípas.Pníieronle la mela a la puerta d 
venta» per el freíco , y truxole el huefpcd 
porción de mal remojado , y peor cozido 
callao,y vn pS ta negro^y mugrieto como 
armasrpero era materia de grSde rifa verle 
ner^porque como tenia puefta la celada^ ; 
jada la vifera. nopodia poner nada en la 
ca con fas míanos » G otro no fe lo daua y 
nia» y afsi vna de aquellas feñoras feruia d 
menefterfmas al darle de beuer no fue pe 
ble, ni lo fuera» (i el ventero no horadara ' 
caña % y puefio el vn cabo en la boca » po 
otro le yuaechando el vinosy todo efto lo 
cebia en paciencíaia trueco de no romper 
cintas de la ceIada«Lftando en efl:o,lkgó í 
fo a la venta vn caftrador de puercos»y ais 
moUegOffono faíiluato de cañas » quatrc 
cinco vf zes , con lo qnal acabo de coníirt 
don Quixote^que eftaua en algún famofc 
tílio.y que le feruian con mufica^y que el i 
dexo era truchas^el pan cádcaliy las ramc 
áua»$s y el ventero 9 Cafttílano del caftí 



Imitóte <Ie la Maochs. i^ 

Itñodznz por bien empleada ÍU de€ei> 
cion 9 y falida. Mas lo que mas le fatiga« 
a^'I no verfe armado cauallero f por pa^ 
le 4 no fe podría pomr Ifgkimaiscnts 
entura alguna>fín recebír la orden de ca 

?• III. DONDE SE CVEN- 

lagraciofa manera que tuuo donQui^ 
ce en ^rmarfe cauallcro, 

T^Afsi fatigado defte penramiento.abrt 
^ aió fu venteril y limitada cena»la qual 
acabadallamó al ventvro,y eocerran 
' dofe con el en la caualferiza» k hinco 
dillas anee cl> diziendole : No me leuan^ 
amas de donde eftoytvalerofocaual le- 
fia ^ la vueflra corteña me otorgue vn 
)ue pedir le quíero^el qual redundará en 
m^a vueftra % y en pro del genero huma- 
I ventero que vio a fu huerped a fus píeSf 
) (émejantes rabones > eftaua confufo nú« 
Dle^íin (aber <q hazerfe. ni dezírle » y por- 
con el que íc leuúntaíTe , y jamas quifo» 
^ le hnuo de dezir . que el le otorgaua el 
] le pedia. No efperaua yo menos de la 
magnificencia vueftra feñor mio^rerpon 
^n Q^bLOtc^yaísi os digo, q el don qo% 

B z he pt^ 



fto primera parre de don 

he pedído>y de vueftra liberalidad me ha (ido 
otorgado, es > que mañana en aquel oíame 
auc y s de armar cauallero : y eíla noche en lá 
capilla delte vucdrocaftillo velaré las armast 
y mañanaicomo tengo dichoife cumplirá lo q 
canto de(reo>para poder como fe deue>yr poc* 
todas las qiiatro parces del mundü>bu(cando^ 
las auenturas,en pro de ius mencff erofos.co- 
mo cñi a cargo de la cauailcí :a,y de ios caus 
Ilcros andáccSjComo yo íóy. cuyo dclTeo a fe 
niejante$ fazañas es inclinadc. Í.1 ventero( q 
como eQ¿ dicho ) era vn poco (ccarrcn > y ya 
tenía algunos barruntos de la falta de juyzíor 
de fu hucipcd.acabo de creerlo quando acabó 
de oyr fcmejantes razones; y por tener qrcyr 
aque>'la Linche determino de fcguirleel hur 
nior:y afai le dixo^que andaua muy accttadcK 
en lo quedcífcaua, y pedia , y que tal proAi*- 
pueílo era propí io,y natural de loscaualíeros 
can principales como el parecíasy como fu g|i 
Üarda prcfcrcia mcOraua : y que el aníi met 
mocn los años de íu mocedad/e ama dado a 
aquel honrofo cxercicio , andando por diuer- 
fas p irt; s del mui^do.bufcando fus aucdturas 
fin q huuieO'e dexado los percheles de MaU- 
gajiflasdcRíariin^compasdc Seuilla» azogue 
jodt; Scgoiíiajla o.'inera de Valcncia,rcndilla 
de Granada, pLiya de San Lucir f potro de 
Cordoua>y las vehtiilas de Toledo » y otras 



Qníxotc de la Mancha. z i 

fmerfas parces , donde auia exercítado la li- 
gereza de fus píes, fucileza üe fus manos, ha- 
cendó muchos tuertos , rcqueilando a:uchas 
bíudasfd^shizícndj algunas donzellas ^y ea« 
ganando a algunos pupilos; y finalnicnte,dan 
dufeaconocerporqu.nras audiencias y tri- 
bunales ay caíi en coda Hípaña : y que a lo vi- 
timo fe auia venido a recogerá aquel fucaf-: 
tillo^dond^viuiacon fu hazienda > y con las 
ageoas 9 recogiendo en el a todos loscauailc- 
TOS andantes^dequalquíera calidad , ycondí- 
tíon que fueíTcn. fojo por la mucha afició que 
Icsteaia,y porque particííen con el de fus aue 
resten pago de fu buen dcíleo. Dixole tam** 
bien , que en aquel fu canillo no auia capilla 
alguna donde pqder velar las armas , porque 
tfiaua derribada para hazeria de nueuc: pero 
que en cafo de necefsidad , el fablaque fe po- 
dían velar dondequiera» y que aquella no- 
chelas podría velar en vn patio del caftiüo, 
qa: a la mañana > (ieudo Dios íeruido 3 ic ha« 
fian las deuidas ceremonias.dcmancra que el 
qaedaffe armado caua!Iero,y tan cauallero 
que no pudicfle fer mas en el mundo.Pregun- 
tole fi craya dineros, refpondio don Quixotc, 
que no trayablanca,porquc el nunca auia ley 
do en las hiRorias de los caualleros andantes^ 
que ninguno los huuieífe rray Jo. A cfto üixo 
tí vcnccco^quc fp cngañaua^qpuQÍ^ Cafo.quC 

B 3 Ctv 



ii tmtiaz parte ele dott J 

en Ití hi({orias no fe efcriuíaspor auerlés pinif t¡ 

cido a los autpres dclla, q no era oiehcfter ef^i^ 

criuír vna Cofa tan clara, y tan neceíTariad^ji 

traer(e»como eran dineros, y caihiraslimpiasj.i 

no Dor eíTo fe auia de creer q no los troxeróof t 

y afsi tuuicíTe por cierto y aueriguadoique tíi^ 'i\ 

dos los cauallcros andances,de que cantos li« 

bros eftan lÍenos,y ate(lados,lleuauS bien her* 

radas lasboifas por lo quepudieíTe fucedet'* 

Jes ; y que aGj mefmo lleuaaan cámifas 9 y vnft 

arqueta pequeña Henade vngucntos,paracu-'* 

rar las heridas que recebian» porque no todas 

vezesen los campos, y defiéreos donde fe c5-» 

bacian^y falian herídos^auia quien los caraíTe^ 

li ya no era 4 tenían algún fabio encantador 

por amjgo,^ luego los focorria «trayendo por 

el ayre.en alguna nube alguna dózelIaiO Ena« 

no,con alguna redoma de agua de tal virtud» 

q en guftando alguna gota delIa,Iuego al pun* 

to qacdauan fanosde fus llagas,y hendasjCo« 

mo fí mal alguno no huuieflen tenido : mas q 

en canco quo cfto no huuie {fe »t unieron los 

paííados cauallcros por cofa acertadaique fus 

efcuderos fueífen proucydosde dineros, y da 

otras cofas neccífarias^como eran hilas, y va^ 

guencos para curarfe :y quando fucedia ^ los 

ti es caualieros no tenia efcuderos(q ei:an po- 

caSfV raras vezes)ellosmefmoslolIeuauan ta 

do CD vnaft aJfor;as mny íixúíqb^ que csfi no (b 



Qníxote Ai h Mancha á¿ 

|lti6cuii>a las ancas del cauallo^como qt3e era 
1 4Miaca&de inas iQiporcaQcía;porqiie oo fíen- 
dopor ocafion femejante> efto de Ueuar alfor- 
jáis no fttc.inny admitido entre loscauallerof 
ladantesjy por cilo le daua por confe/o» pues 
ana íie lo podía mandar como a fa ahijado» q 
tan preíio lo auia de fcr » que no caminaíTe de 
alUadcIante fin dineros» y (in lasprenencio- 
&esrcc^idas»y que vería qüan bien fe hallaiu 
«m ellas »quando menos fe penraíTe.Prometio 
le don Qgíxote , de hazer lo que fe le acoofe^ 
janaicoa coda puntualidad: y ais i fe dio lue- 
go orden como velaíTe las armas en vn corral 
grande que a vn lado de la venta eftaua>y re- 
cogiéndolas don Quixüte rodas , las pufo fo* 
bre vna pila que junco a vn pozo eftaua:y em- 
bragando fu adarga,a(io de fu lan9a, y ccn ge 
tilcontinenre fe comento a paiFear delante de 
la pila; y quando comcn9ü el pafleo » comea- 
9|ua a cerrar la ooche.Concó ci ventero a co- 
dos quantoseílauan en la venca , la locura de 
lii huefped Ja vela de las arnias»y la armazón 
decaoalleriaqerperaua. Admiráronle de tan 
•ftrañovgenero de locura j y fucronfelo a mi- 
rar defde lexos : y vieron q con fofegado ade- 
manjvnas vezes fe paíTcaua » otras arrimado a 
fu lan^a » ponia los ojos en las armas > fín 
quitarlos por vn buen efpaci j át ellas. Acabo 

de cerrar la oochc , puo coíí tanta claxl- 

U 4 ¿^a^^ 



^;^ Primera psrte de don 

dad de la luna.que podía competir con el q 
fe la preftiua : de manera que quanto el noi 
cauallero hazia era bien vKlo de todos. An 
píele en pilo a vno de los arrieros que e{la< 
en la venta^yr a dar agua a fu requa y fue r 
nefter quitar las armas de don QL^^ote , q 
cftauan Tobre la pila 9 el qual viéndole lleg; 
cnboz alca le dixo: O cu quicquiera que iei 
^treuido caüalIero> q llegas a tocar las arar 
del mas vaierofo ándate que lamas fe ciño 
padaimira 1q que hazes^y ñolas coques, ñ 
quieres dexar ía vida en paga de cu atreuin 
to« No fe (uró el arriero deftas razones 
fuera piejor qu^ fe curara , porq fuera cura 
en ra(ud)4ntes trauando de las corréaselas . 
ro/ogran trecho de íi, Loquajvifto pord 
Q^ixocejal^d los ojos al cielo , y puefto el p 
(amiento ,( a loque pareció en fu (eñora D 
CÍne¿i)dixo:Acorredmeftñora mia en elta p 
mera azteca que a eAe vueftro auaíTallado] 
cho fe le ofrece:no me desfallezca en eQe p 
mero trance vuefiro fauór y amparo. Y diz 
do e(tas y otras feméjantes razones, foltan 
la adarga,al^ó la lan^a a dos manos^y dio c 
ella tan gran golpe al arriero en la cabe9a,c 
le derribó en el fuelo , tan mal triecho 9 qu( 
fegundarn con otro , no tuuiera necefsídád 
macftro que le curara«Hecho efto,reeogío I 
armas>y tornó a paATearfe con el miímó repc 



Quixote de la Mancha. ir 

erob^DefiicalIi a poco,(in f^berfc lo que 
ii'ado (porque auncñauaactudíílo el 
)licgó ocro con la mefma incenció » óc 
la a fus molos, y llegando a qüiur ia» 
paraderembara9ar la pila,im huMt 
líxoce palabra » y fin pedir íauí.r a ni- 
:ó otra vez la adarga, y al^o otra v «:? ¡a 
f fin hazerla peda<j:os, hizo n:.a^ ce tv s 
fa del fegundo arriero,porq (c 1 > cb\ ;-♦ 
aero: al ruydo acudió coda la L;trti:c!e 
a 1 y entre eílos el ventero, Vi^nc! <> «. < = » 
i!Íxoi^>cnibra9o fu axiarga,y pucíía u ^ 
crpaaa>dixo ; Oíeñora de ta fcrnu lu- 
icr90,yvigor del debilitado coracoii 
.ora es ciempo que bueluas los ojo^ áz 
ideza 9 a eñe tu cautiuo cauallcro , que 
i aue,ncura eftá atcndiédo-Con eño co- 
u parecer tanto animo, que íi Ic^accn a 
codos los arrieros del mundo , no boi- 
I pie atrás. Los compañeros de los heri 
e cales los vieron .comcncarcn dcfdele 
louer piedras fobre do QuíxotCje! quat 
orque podía,fe reparauacó íu adarga, 
ofaua apartar de la p¡Ia,por no dcfí.m- 
as armas.EI ventero daua bozes que 1c 
:n, porque yn les auia dicho como era 
que por loco Te libraría, aunque los ma- 
todos. También don Quixote la* daua 
xSjiiámSdoJosdc dlcuofosyy traj dote^^ 



i 



sS Primera parte de dóii 

cauallero, y le dé ventura en lides, Don Qui- 

xotc le preguntó como fe llaiñaua, porque el 

íapieñe de allí adelante a qui^n qaedaaa obU' 

gadu,por la OKsrced r^ccbida, porque penfáua 

darle alguna p^arce de la honra que alcan^aíTc 

porelvalorde fubrn^o. Ella refpondío con 

mucha huniildad,que íe lUmaua laTolofa,y c 

era hija de vn remendón natural deTo!edo,c 

viuiaalas ceadi'Usde Sanchobienayasy qu< 

dondequiera que ella eftuuiefle le icruiriaf y U 

tendría por f-ñor. Don Quixote le replicó, ¿ 

pr*rfu amork hizieíTc merccd,que de alli aA 

lance fe pufieíTe don ) y fe llamaíTe doña To 

loía^ Ella fe lo prometió : y la otralccal9o 1; 

efpucla, con la qual le pafsó cafi el mifmo co 

)oqiiio,que con la de la efpada. Preguntóle f 

iv¿;nbrc,y dixoqiie íé llamaua laMjiineraj 

que era hija de vn honrado molinero de An 

tíquerata la qual cambien rogo don Qiúxote 

que fe pufieíTe do, y fe llamaffe doña Molinc 

ra,ofrcc¡cndolc nueuos feruicios, y mcrcedeí 

Htchas pues de galope , ya pr LíTa , las haft 

a^i nuca villas ceremonias, no vio la hora do 

Quixote de verfea cauallo, y íalirbufcand 

las aueturas , y eníiiland) luego a Rozinanr 

fubio en cl,y abrajando a fu huefpcd , le dix 

cofas can cftrañas agradecicdcle la merced t 

auerle armado cauallero , que no es pofsib 

áKcrar a rcfccirhSk £1 veuUto ^oi: verle 5 



Quixote de la Mancha.^ tty 

a de la venta» con no menos reCor¡cas,au 
con mas breues palabras, refpondio a la$ 
Sjy fin pedirle la cofia de la pofada^ le de- 
r a la buena hora* 

P. IlIL DE LO Oya LE S V- 
;dio a oueílro caualkro quandcfalio de 
. venta. 

A del Alna feria^qnádo don Quixote 
falio de la venta tan contento» tan pa 
llardoytáalboro^adoypor verfe ya ar 
mado canallero^que el gozo le reben* 
por las cinchas del cauallo.Mns vinicn« 
a la memoria los copfejos de (u hucfped, 
1 de la^ preuenc iones tan necelíarias que 
de Ileuar coníigo cfpecial la de los diñe- 
f^camifasjdettruiino bo uer a fu cafa;y a- 
odaríe de tüdo,y de vn efcijdcio) hazicn- 
lienta de recebir a vn labrador vcziño fu 
ue era pobrc,y có hiios pero muy a pro- 
oparaclüficiockudcrildelacauaücria. 
eít'* pcnfi miento guio a Rczináce hazia 
lca*cl qiul caficoiiücicndül.i querencia, 
:anta gana cemento n caminar, q parecía 
no ponialospiesenelíucio. Noüiiíaail- 
) mucho qunudo «cpartcioquca fu dicf- 
nano de la crpeíTura de va bofque q aili 
la 9 íalian \Msbü£csd^li^aá:í$ . tsmo á(i 



$6 Primera parte de dMí 

perfona ^ fe quexanaé Y a penas las hauo oj^ i 

doiquando dixo : Gracias doy al cielo por la i 

merced que me haze^ pues can prefto me po- i 

ne ocaíiones delante» dode yopueda cump^lir i 

Con lo q deuo a mi profcfsió » y donde pueda i 

Coger ei fruto de mis buenos deí}eos<Eftas bo i 

zes»(¡o duda > fon de algún meiieiUrofo»o me i¡ 

ncfterofa» q ha meneftc^r mi fauor y aynda : y k 

boluiendo las riendas, encamino a Rozinatc % 

hazía donde lepatecioqlasbozesralxan.Ya ^ 

pocos paflfos q entro por el bofque^vio atada ¡e 

vna yegua a vna enzina» y atado en otra a vn I 

muchachoydeínudo de medio cuerpo arribají i 

hafta de edad de quinze años,^ era el q las bo ] 

zesdaua: y no íin canfa^porq le eftaua dando 

có vna pretina muchos a9otes»vn labrador de 

bu£ talle^y cadaa^ote leacopañauacóvna re 

preheíio y c&íe]o:porq dezia: La lengua qdat 

y los ojos líílos. Y el muchacho refpSdia s Nd 

lo harc otra ve^/eñor mío % por la pafsion de 

Díos^q no lo haré otra vez,y yo prometo de* 

tener de aqui adelante mas cuydado co el ha 

to.Y viendo do Quixote lo q paflauaicon bos 

ayrada dixosDefcortes cauallero, mal parece 

tomaros co quien defender no fe puede,rubid 

robre vueftrocauallo , ycomad vueftralanft 

(q tábíé tenia vna Iá9a arrimada a la enzína» 

adonde eftaua arredada la yegua)q yo os ha- 

rc conocer fcr de couardesloqeftays hazié- 



> 



jt Primera parte de dotf . 

rcc;:bT en cuenca.> trés pares de 9apaco$ qufi 
U hauia dado , y vn real de dos (angria^ q li 
a* Jan hecho eiUudu enfermo. Bien etlá todc 
(. lí'ojreplko uon Q¿ixoic:pero quedcnfeios 
ctpatos,y Jas íaignas , por los acotes que fin 
to ipa le a.ti?v s dado ; que íi el rompio el cue- 
rí? drlos 9>patos q vospagaftes^vo^ teaueyi 
ron •Mdo « 1 de fu cuerpo: y íi íe faco c! barbe- 
'v> (¿ngreelUndo enfermo, vos en (anidad fe 
M aucvs ucado : afsiqueporefta parte no os 
d uenaua«&l daño cita feñorcauallero, en 4 
v.v tengo aqni dineros, vengafe Andrés con- 
migo a mi cafa , que yo fe los pagare vn real 
fobrc otro. Yrme yo c6 cl,dixo el muchacho, 
mas mal añosno renor,ni por pienfo , porque 
cnviendofc rolo,mcderplIara como a vil S« 
Bartolorre^No hará tal , replico don Q!«xo- 
tí:,bafta,que yo fe lo mandcpara que me ten 
pa rcfpeto;y con que c! me Jo jure, por la ley 
de ciuailcría que ha reccbido,lc dexare yr li- 
bn , yaflcgurare la paga. Mire vueftra mer- 
ced icñor lo que dize,dixo el muchacho , que 
e!*e mi amonocscauallerO;,niha reccbidodr 
dendccauílleriaalguna^quees luá Haldudo 
el rico,el vezino del Quintanar. Importa por 
co cfl'c, rcípondio don Quixote , que Ha'dú- 
dos puede auer cauaüerosrquanto mas , que 
cada vnoes hijo de fjs obras. Afiles verdad, 
ájxoAnárcs, pero eftc mi amo de q obras es 



Qnixotc de la Mancha. 3 j 

Kifo ,pue^ me niega mi Toldada y y nií fiidor,y 
ffaba;o?No niego hermano Andrés , rcfpon-* 
djo a /abrador ,y hazcdme plazer de x^niros 
conmigo , qtie yo |uro por codas las ordenen 
quede cauallerias^ay en el míido^de pagaros 
como tengo dicho , vn real fobre otro : y aan 
^humados. Del sahumerio os hago gracia, 
dix^don QuixotCsdadfelosen reaics. quec5 
ciTome concento , y mirad que locumplay^ 
cerno lo aueys jurado^ñno por el mifmo jura 
tncnto os )uro,de boluer a bbfcaros , y a caf* 
Cigaros , y que os tengo de hallar ^ aunqte os 
tfcondsys mas que vna lagartija.Y íi qucreys 
fabcr quien os manda eüo , para quedar con 
ínas veras obligado a cumplirlo: Sabvdque 
yofoyel valcrofodon Quixotedela Man- 
cba>el dcsfazcdor de pgrauios » y (in razones^ 
y 2 Dios qucdad.y no fe os parta de las mié 
les lo prometido, v jurado , fo pena de la pe-» 
na pronunciada^Y en diziendo efto » pico a fu 
Rozinantc , y cnbrcue efpaciofe aparto de- 
Uos.SiguioIe el labrador con los ojos,y quaa 
do vio que auia trafpnefto del bofque » y que 
ya no parecía, bolujofc a fu criado Andró * y 
dixole: Venid acá hijo mió, que os quiero pa- 
gar lo que os deno , como aquel dcsházedof 
de agf auios me dcxó mandado.EíTo juro yo* 
dixo Andres,y como que andará vueftra mee 
ced acercado eo cumpUtcI a^aüihm'ítnxo de 

C aqud 



S^ Primera piarte de áúñ 

aquel bueo cauallero^que mil años viaai qai 
fegun ^s de valerofo s y de buen juez > viue 
Koque que fi no me paga » que buelua y exe^ 
cute lo que dixo. También lo }uro yo 9 dixo 
el labrador : pero por lo mucho que os quie- 
to, quiero acrecentar la deuda > por acrecen- 
tar la paga. Y afícndole del bra^o > le torno 
4 atar a la enzina , donde le dio cantos aco- 
tes 9 que le dexo por muerto. Llamad (Sñov 
Andrés aora^dezia el labrador,al desfazedor 
de agrauios,vereys como no desfaze aquefics 
aunque creo que no eftá acabado de hazer^ 
porque me viene gana dedeíToUaros viuo» 
como vos temiades.'pero al fin le defato » y le 
dio licencia que fae fle a bufcar a fu juez^para 
que executaíTe la pronunciada fentencia^ An« 
dres fe partió algo mohíno 1 jurando de yr 4 
bufcar al valerofo don Quixote delaMan* 
cha 9 y Contarle punto por punto loqueauia 
paífado^y que fe lo auia de pagar con las íete- 
nas.Perocon todo cño el fe partió llorando, 
y fu am.Q fe quedo nendo;y deíla manera deP 
hizo eJagrauioel valerofo don Quixote, el 
qqalcontentiísimo de lo fucedido, parecien. 
dolé que auia dado fclicifsimo , y al to princi- 
pio a fus cauallerias^con gran fatisfacion de & 
niifmo y ua caminando hazia fu aldea)di2ienr 
do a medi^ boz:Bié te puedes llamar diclioíá 
/obre guantas oy viué en la cierraj ó fobre las 

Wlas 



Quíxote de la Mancha. ^f 

las bella duIcmeadclTobofo , pnes teai« 
en fuerce , tener fujeco , y rendido a toda 
fO¡unLCad>ecaIante,a vn can valiente y tan 
librado caualicro^conio lo es , y fera don 
lixoce de la Mancha;el qua](cc mo rodo eí 
odo fabe)ayer recibió la orden decaualle 
y oy ha desfecho el mayor tuerto y agrá- 
}C¡ formo la fín razón , y ce metió la .cruel* 
i.Oy quito el látigo de la manota aql defa 
Í2doencmigo»qtie tan Go ocaíion vapula- 
a aquel delicado ínfünte« Eiiefto ilcgo a 
¡amínoqueenquatrofe diuiJia : y Juego 
evino a ia imaginación las encruzijadas 
ide los caualleros andantes fr ponian a pe 
quai camino de aquellos tomarían y por 
Carlos eftuuo vn rato quedO) y al cabo de 
tIo muy bien penfado Iblto la riéda a Ro- 
mee , dexando a la voluntad del rocin U 
a,cl qual figuio fu primer intento, q fue el 
: camino de fucaualleriza.Yauiendo an- 
lo como dos millas, defcubrio don Qui^ 
e vn grande tropel de gente , que como 
5UCS fe fupo, eran vnos mere aderes Tole- 
ios,4 y^^^^ ^ comprar fed.) a Murcia.Eran 
i , y venian con fus quitafoles , con otros 
itrocriados a cauallo,y tres mocos ¿ e mu 
a pie. Apenas los diuifodon Qaixote, 
indo fe imagino fercofade nueua aum* 
a: y por ymicac en codo quantoael lo 



^6 Primera parte de don 

parecía poftible, los paíTos que auia I^ydo ea 
fus libros , le pareció venir alli de molde vna 
que peníaua Hazer. Y ar$¡,con gentil continen- 
te y denuedo , fe afirmo bien en los cflribosV 
apretó la lá9a,Ilego la adarga al pechoj pac 
Ro en U mirad del camino y eftuuo efperando 
que aquellos caualleros andantes UegaíTen, ^ 
ya el por tales los tenia» y juzgaua : y quando 
llegaron a trecho que fe pudieron ver » y oyr, 
leuanto don Quixotc ia bozy c6 ademan ar- 
rogante)dixo:Todo el mundo fe tenga» (i to* 
do el mundo no confieíra» que no ay en el mu 
4o todo»don¿ella mas hermofa que la Empe- 
ratriz de IaMácha»Ia Hn par Dulcinea del To 
bofo. Párarcnfe los mercaderes al fon deftas 
razones » y a ver la eRraña figura del que las 
de2ia 1 y por la figura, y por ellas luego echa- 
do de ver la locura de fu dueño, mas quifiero 
ver defpacio, e» que paraua aquella confpfsio 
que fe les pedia ; y vno dell os que c ra vn po- 
co burlon,y muy mucho difcreto , le dixozSe-* 
ñorcauailcro, noíotros no conocemos quien* 
fea eífa buena fenora qucd^zis, moñradnoflá 
que fi tila fuere de tanta hermofura como í?g 
níñcays, de buena gana>y fin apremio alguno 
confeífii remos h verdad , que por parte vnct 
tra nos es pedí la • Si os la moilrara , replico 
don Qnixorcque hizierades vofotros en con- 
feifar voa verdad tan notoria: la importancia 



Q^ixore de la Mancha» 37 

tUiCn que fin verla lo aueys de creer f-confef* 
£ir,afirinar,}ur¿iriy defender »doode no , con- 
migo foys en batalla^geiice defcomunal 9 y li> 
bcruia : que aora yengays vno a vno(como [á- 
de la orden de cauallcria)ora codos juntos,cGr 
moescoñunibre,y niala víanla de los de 
vueftra relea,aqdi os aguardo y clpero,coníia- 
do en la razón q de mi parte rengo. Stñor ca- 
ballero» replico el mercader 1 fuplico a vueílra 
ipcrced , en nombre de todos ellos prinLÍpes 
que aquieftamoSf que porque no encargue • 
mos uuellras coníciencias^coníeíTando viia 
cofa por nofotros jamas viílai ni oyda 9 y mas 
fiendo can en per/uyzío de las EinpcracrizeSf 
y Reynas del Alcarria, y £(lrcmadura,q vuel^ 
tra merced (ea fcruido de moñrarnos algún 
retrato deeíTa fcñora^aunque fea tamaño co- 
mo vn grano de trigo > que por el lulo (c (ac a- 
ráelouillo^y quedaremos con ello fatisfc- 
chos,y Tegurosyy vuellra merced quedara (;oii 
tentó y pagado : y aun creo q efCamos ya tau 
de (a parte , que aunque fu retrato nos muci* 
trc que es tuerta de vn ojo , y que del otro le 
mana bermellón «y piedra anuiré, con todo 
c(rp,porcóplazeravueíh'a merced: dircmo^s 
cnfu fauor todo lo que quiíiere. No le mana, 
canalla infamej refpoi^dio do Qiiixoteencen- 
díio en colera , nole mana rú;u tíio que de- 
2is>íjoo«?m¿i2r^/ d]§:ílid c/;irc aigodtirxs- V 

C 3 uo 



)S Pritnera parte de don 

no es tuerta» ni corcobada , fino mas derecha 
que vil hufo de Guadarrama : pero vofotros 
pagareys la grande blasfemia que aucys di- 
cho , contra tamaña beldad como es U de mi* 
íúfí ira. Y en diziendo efto y arremetió con la' 
lanfa baxajCÓtra el que loauíadícho.con tan 
ta furias y enojo , que fí la buena fuerte no ht« 
2ierá, que en la mitad del camino trope^ira/ 
y cayera Rozin^nte , lo paflara mal el atreuí-' 
do mercader. Cayó Rozinante , y fue rodan- 
dofuamovna buena pie9a porel campo»y 
queriendbre leuantor» tamas pudo : tal emba- 
razo leí eauTauan lalañ^a, adarga fefpuela?» y 
ceiada,co el pefo de las antiguas armas.Y en-; 
treta nto qu: pugnaua poc leuantarfe^y no po 
día, cftiua'dízicndo.Non fuyays gente couar- 
d sgente cautiua atended , que no por culpa 
mia;(i:iode mí caualloiy eftoy aquí tédido.Vn 
mozo de muías de los que allí vcnian^ que no 
deuia de fer muy bien intencionado , oyendo 
dezír al pobre caydo tantas arrogancias , no 
lo pudo fufrir, fin darle la reípnefta en las cbf^ 
tillas* Y llegadofc a d» tomó la laza» y dcfpues 
de auei la hecho peda^oSfCÓ vno dellos comé^ 
9Ó a dar a nueftrodoh Qnixote tantos palos, 
que a difpccho y pefar de fus armas, le moüo 
co!no ci!>:ra.Dauanle bozes fus amos, q no Ic ' 
díeíTc tanto, y que le dexaíTcípcro eftaua ya el 
mofopicado,y no quifo dexat el íu^go ^ hafta 



. mftt camino , »«"*'^'^° {*,„.! delpacs \ 

»fo\o, torno aptouarnpj 
pctofinolopudoluzerquanü iJ 

Exorno lo h«« Ti o^ckUlc d 
lUeraproptiaddgracjaü ^^^^^ 

Jado todo el cuerpo. 

p.p V DONDE SE Vn 
^gu^e*JátracicndcUd.tsraciade 

cauaUero. I 

/ ncau«f« ^._ ;;pt»a nenia 




^0 Pricnera parte de do« 

y aun crpyda de los v¡cjos:y có todo eílo , na' 
inas verdadera que los milagros deMa^hqmaf . 
Éfta pues le pareció a el qüc [e ve;)ia de inot« ^ 
de para el paflb en q (e Kai]aua:y aisi cp jtñuéé I 
tras de g.rande fencimieco » íe comenco a bol* T 
<ar por lá tiérra^y ¿dezír con debilícádo afiea »; 
to } Iq ;piffhQ que dizch dczia él herido caua; T 
|tero del bpfquc; Donde eHás feñora iniaiquQ ^ 
poteddeié mi mal? o no lo'fabes íeñ.oras<9 ^ 
eres jFalfa, y d^fleai* X ^?ft^ panera fue prdfi; • 
guiéixdo el romance,hiaiQa aquellos verfos qui; ;,: 
dizen:0 noble Marquies d^Mantua^mí cío , y' I 
rcqpr carnal* Y quifp la ruerte,que quando He- I 
]q a eftcyérfo , acertó a paffar por allí vn lar 
^radór de fu mefiiio Iuigar,y vézino fuyo , que , 
venía de IHuar vna carga de triga al molino; ^ 
el qual viendo aquel hombre alli tendido » (e , 
llegó a el, y ie preguntó que quien era , y que ' 
mal féntia.q tan triiieménce fe quexaua.DoQ 
Qnixote creyó (in duda>que aquel era el Mar- 
ques de M incua fu tío , y aísi no le refpondio 
Ctracofa , fjno fue profeguir en fu romance, 
donde lejana cuenta de fu defgracia.y de ios 
amores (\cl hijo del Empcrante con íü cípo- • 
fa-to^ó de la mefma manera que el romance 
Jotíiíí .a. El labrador cftaua admirado, oyen- 
do ac^ueí ios diíparates , y quítádole la vifera* 
q'ie ya eft;uia hecha pedamos de los palos, le 
}irr/io ei roftro » que lo tenia lleno de poluo. 



Quixoce de la Manclu, 41 

•enas I^ huuo limpiado» quando le cono* 
1 le dixo ; Señor Qn^ixada (que afsi fe dc- 
z llamar quando el cenia juyzio , y no a- 
iíTadQ de hida !gp foín^gado , a cauallero 
ncc) quié ha pucfto a vucftra merced def- 
Tcc?peroeIfcguiacon fu romance a quan 
prcgoñcaüa. Viendo cfto el bucnhom- 
lo mejor qiie pudo le quitó el peco , y ef- 
irpara verfi t<:nia alguna herida , pero 
3 fangre I ni fcñal alguna. Procuró leuan- 
del fuelo ^ y no con poco trabajo Ic íubio 
(u iunaento,por parecerlecauallcii» n)as 
;adn. Recogió las armas^haft a las anillas 
lan^a » y liólas fobre Rozí nance ^ al quaf 
\ de la rienda > y dt] Cdbcftro a! afno,y íe 
T)¡nó hazia fu pueblo, bien pcnfatiucdc 
3$difparaces<fue dí?n Qiiixote dczia ; y 
enes yua don Quixocc,que de puro ino- 
y quebrantado no fe podía tener fobre 
rricO} y de quando en quando, daua 
fufpiros que los poi;ia en el citlo,de mo- 
le denueuo obligó a que cl labrador le 
mcaíTe , le dixeíTc que mal f^ntiaiy no 
e fino que el diablo le traya a la numo- 
9S cuencos acomodados a fus fucccfíi^s; 
ic en aquel punco, o'uidandofc de Vel- 
los , íe acordó del Moro Abindiirracz, 
do el Alcas de de Anteiju^ ra , Ríjdri- 
íidtasLcj/lcpr.cJjOj}' licuó cautiüü a 

C y tu 



f.?6J 



'4^^ Primera parte de dolí g 

íu Atcaydia. De fuerce» que quando el labra^^ 
dorieboluioa prvgancar que como eftauay^r 
y que fenciaile refpondío las mefmas palabrast/j^^ 
y razones que el cauciuo Abencerraje rcfpoiH,^ 
día a Rodrigo de Naruaez, del meftno tnod<$l!.t 
que el auía leydo la hifloria en la Diana th^^I'f' 
lorge de Montemayor, donde fe cfcr¡ue;apr<lj*^ 
« uechandofe deila can de propofico , que el Urt 
brador (e yua dondo al diablo de oyr tanciL. 
maquina de necedades. Por donde conoció 4f^ 
.^. fu vezino cftaua loco, y dauale prieíTa a Hegai^i. 
al pueblo, por efcufar el enfado q don Quixo^v, 
te lecaufaua confularga arenga. Ai cabo dé!^ 
lo qual dixo: Sepa vueAra merced » (eñor doi^-p 
Rodrigo de Naruaez, que cfta hermofa Xark'r 
fa que he dichones aora la linda Dulcinea det'^ 
Tübofo,por quien yo he hecho , hago» y harC.^i 
los mas famofoá hechos de cauallerias que f^ ^ 
han viílo , vean, ni verán en el mundo, A efta* 
rcfpondiocl labrador: Mire vucftra merced^ 
fcnor, pecador de mi , que yo no foy don Ro-. ' 
drigo de Naruaez , ñi el Marques de Mantuat J^ 
fino Pedro Alonfo fu vezino : ni vueftra roer* ^ 
ced es Valdoülnos , ni Abindarraez , (inoel.j* 
honrado hidalgo del íbñor Quixada. Yo fe. , 
quien Iby , rcfpondio don Quixote , y fe que ^ 
pucdofcr^nofololosque he dicho > íino to- ^ 
dQs los doze Pares de Francia , y aun todoi. ^ 
/os nacüc de U Fama'spvx^s a todas las ha« | 



^b^isircn al molido hidalgo tan maicaui 
•'*nLleg2dapue$iahora ^ue Ic pareció 
Htócnd pucb o j y en la cafa de don 
^iltJaqual hal :ó coda alborotada: y cftan 
ílíhdCurOjycI Barbero del lugar, que 
ofendes aoiigos de don C^n'xote , que 
i^ltendoles fu ama a bo?.cs • Que ie pa 
l*|*íra merced , fcñor licenciado Pero 
^f (fiearsi fe iiamaua el Cura ) de ia d 
t^liBaemíreñor sfeysdias ha que no p 
-^'Noi el rocín , ni la adarga , ni la ian^a , 
MMasidefucnturada de mi, que me 
^ lottoder 9 y afsi es ello U verdad ^ com 



I 



mmorir^que eítos malditos librosj 
íttllcríasquecltiene,yfuek leer tan 
jánrío , le han buelto ei juyzio ; que aj 
ttffcrdoauerle oydo de2ir irtuchas vct\ 
^-j^ «nfl-ie fí, que quería hazerfe ci 



4 4 Prímeraparce de dcñ 

Mícolas( qne efte era el nombre del Barbero,) ^ 
que muchas vezes h acpntecio a mi feñor tio^i ^^ 
cftarfc leyendo en eftosdéfalinados libros de«^ 
defuenturas» dos días con fus ñoche$ , al csttíi}¿ 
de los quales , arrojaua el fibro de las raaiíoi|^]^ 
y ponía mano a la eípada^y ándaua a cuc-KilIa ^r 
dasconlasparedcs^y quando eííaua mixy GaA>c: 
íadoydezia que auxa muerco a qnacro Gígan^t*: 
tes como quatro corres,y el íudor que fudaua ;^ 
liei caufancio » dczía oue era fangre de las 6>j: 
ridasqueauia recebidoen labacallay y beuÜK^íc 
fe luego vñ grao jarro de agua fría, y quedaóil tg 
íano y IqíTegado 9 dxziendo que aquella agua."^ 
cj*a vna precíofífsima beuida» q le aula crayáá ;F 
c) fabio Efquife , vn grande encantador y ami;* ^ 
gofuyoímasyo me tengo la culpa de todo^ •;' 
que no auife a vueftras mercedes de los difpa^ ;, 
rutes de mi feñor tio»para que lo remediaran. .>. 
anre^ de llegar a lo que ha llegado , y quema', t: 
ran todos ellos defcomulgadus libros.^ue tic ?; 
ik; mruchos » que bien merecen fer ^bráfadós» ; 
como fi fücffen de herejes. Eliodigo yo tam-^ >, 
bien dixü el Cura , y até que no (e paííe el di^ :; 
de manana9Íiii que dellos no fe haga ado pu-, ^ 
i>\ici) , y fcan condenados al fuego, porque na. ^ 
dea ccaíion a quien los leyere , de hazer lo 4 s 
nii buc amigo deue de auer hecho. Todo cílo. \ 
eltauá oyéüo el iabrador,y don Quixote,eó q ; 
Jlféibó üe cnuaáct el labradui la enfermedad 



Qaixote de la Mancha.* '4/ 

uno 9 y afsi comen90 a dczir a boKcis 
jcftras mercedes al feñor Valdoujnoif 
or Marques dcMaqtua 4 viene mal £e 
slíeñor Mpro Abindarraez9q trae caii 
valerofo Rodrigo de Naruaez Alcay- 
L nteqoera- A eltas bo2es fallero todos 
» conocieron los vnos a fu annigo tías 
. fu aoio.y tio,que aun no-fe ama apea 
jumento» porque no podía » corrieron 
larle.El dixo.Terganre todos, q vengo 
ido por la culpa de mi canalla , licúen 
ti lechoj llameíciíi fuere pofsiÚe , i h 
^rgád9,que c.ure.y.cate de mis feridas. 
n hora ma^atdixo a efte punto el ama 
ezia a mi bien mi coraron i del pie que 
la mi reñonSubavueñra merced enbue 
q fín que vega efla vrgada le fabreóios 
irar.Malditos digo fean otra vez > y o- 
rnto^cftos libros de caualleriás, que tal 
rado a vueftra merced. Llcuárooielne^ 
cama ,y catándole las ferídaft, no le ha 
ninguna : y el dixo que todo €ra moü-r 
3 9 por auer dado vna gran caydáircti 
ante Tu cauaMo,combatiaidbfecddiez 
ssylos mas defiforados^y atreuidós qtie 
eran fallaren gran parre deh tierra, 
dixo elCuraJayancs ay en la dah^a.Pa 
antiguada que yo los quctnetnanianá 
]ue lltguch noche» -iiíiaicronlt a Idbii 



46 Pdm^apart&díeidófli 

: QiiixDte mil prcgunta$,y a ninguna qiüíb refr ¿ 
poder otra cofa, fino que le dkflen de comeri ^ 
yledcxaflendormir^quceralo quemas te) 
importaua. Hizofcafsi , y el Cura fe informa -.' 
muy á la larga del labrador,del modo q auu -i' 
hallado a don Qaixote : el fe lo contó todo^ ^ 
con los di^arates que al hallarle » y al traerte ». 
auia dicho 9 que fue poner masdcíTeo coeK 
Licenciado > de hazer loque otrodia hizq^. 
que fue IlanFur a fu amigo el Barbero Maefoli 
Nicolás 9 con el qual fe vino a cafa de doa ^ 
Quixote- -.1 

CAP. Vr. DEL DONOSO, lífj 

. grande cfcrutmio que el Cura, y el Barbé- \ 

ro hizicron en la librería de nucílro inger ^ 

: niofo hidalgo» ^ 

Lqual aun todavía dormía JPidia^ 
lasllaues ala fobrínadel apofento^ . 
d.onde eftauan los libros» autores del [^ 
daño ,y ella fe las dio de muy buena f 
ganazentraró dentro todos^y la ama co ellosf ^ 
y hallaron mas de cíen cuerpos de libros gri- ¿ 
des muy bien enquadernadosiy otros peque- ' 
ños^y afáicomo el ama los vio , boluiofe a fa- ^ 
lir del apofcnto con gran prieíía ; y toni ^ 
luego GOA.vna cfcudiÜade agua bendita 9]|[ - 
¿*^^/!?j>a>7 dixos Tomevuefira merced fe- 'Z 

fior "" 




Qoíxoce de la Mancha. 47 

r Ltcenclado , rozie efte apofento » no eRé 
oí algún encácador dz los muchos que cie- 
1 eftos libros , y jios encanten » en pena de 
q les queremos d acechándolos del mudo 
ufo rifa al Licenciado ^ la fimptícxdad del 
•a^y mando al Barbero que le fueíTe dando 
aquellos libros vno a vno , para ver de 
: tracauan » pues podía fer hallar algunos 
5 no merecieífen caftigo de fuego. No» 
:o la fobrina , no ay para que perdonara 
tguno, porque todos han fido los dañado^ 
^me/or fera arrojarlos por las ventanas al 
:io 9 y hazer vn rimero dellos » y pegarles 
go , y fino licuarlos al corral , y alli fe 
:a la hoguera 9 y no ofenderá el humo. 
mífmo disco el ama , tal era lagaña que 
dos tienian , de la muerte de aquellos 
iccntes 9 mas ei Cjura no vino ene!lO|fín 
mero leer fí quiera los títulos. Y el pri- 
tx> que MaeíTe Nicolás le dio en las ma« 
1 9 fue los quatro de Amadis de Gaula , y 

d Cura : Parece cofa de míílerio efta» 
r que fegun he oydo dezir , eíle libro 
: el primero de cauallerias que fe im« 
mio en Efpaña) y todos los demás han 
nado principio y origen deíle : y afsi 

1 parece, que como a dogmatizador de 
1 íefta tan mala , le deuemos fín efe ufa 

;una condenar al fuego. No íeñor , d\\o 



"i) 8 ' Primera parte de don 

ti Bafbiero»qae tanijbien het)ydode 

es ti mefor de codos los Irbros que d 

^ero fe hS compuefto,y af^ cotíió ai 

íu arte fe cj^ue perdonar. Afsí es verc 

el Cura , y porcíTa razón fe le otorg 

por aorá. Veamos cffoíró que efta j»i 

Es dixo e* Barberojlas Serqas de EÍp 

liiio legitimo de A madis de Caula* 

verdad, dixo d Cura, cjuc no le ha de 

hijo la bondad del padrt rTcmad feñi 

ábrideiía ventana » y echaid? al cort 

principio al montón de la hoguera qi 

¿le hazcr« Hizolo afsi el ama con muc 

tentó ; y el bueno de £{pl.ndian fue i 

al corral,efp.erando Con todn pjcienci 

;o que le amenazaua. Adclante^dixo i 

,tté que viene , dixo el Barbero , es , 

de GreC]a;y aun todos los dcílc lado, 

creo fon dclmefiTiolina¿e de Amad 

vayan codos al corral.dixo elCurn>qü 

co de quemar a la' Reyna Pintíquíniel 

paHor Dar íneUy a fus Egíogasyy a lai 

bladas y rebuekas razones de fii ante 

mará con ellos al padre que me cnpe 

ándnuicra en figura de cauallero andja 

éffc parecer foy yo.dixo el Barbcro;y 

añadió la fobrina. Pues afsi es , dixo 

vengan,y al corral con ellos. Dieronfe 

cr^a muchos^ y ella ahorro'ia efcaler^ 



^xote lie la Maochi; 49 

I ello por b ventana, a bato. Quien ei eife 
kd>dÍ3K> el Cora?Efie es » refpondio el Bar* 
o» don Oliaante de Laura* £1 autor dcflt 
ro^dixóelCuratfueelniefaio quecopipu" 
i lardm de flores » y en verdad que no fe« 
determinar» qual de los dos libros es mas 
dadero»o por de^ír mt\ot , menos mentí- 
cíTdlo fe deur » qne efte yra al corral , por 
jaratado » y arrogantcEfie que íe íiguc^ei 
»f ¡(marte ¿t Hircanisydixo el Barbero.Ay 
I el fcñor Florifinartcsreplíco el cura, pues 
^quehade parar prcfto en el corral » ape- 
de fu eflraño nacimiento $ y focadas auen- 
as »que no da lugar apotra cofa la dureza^ 
rqucdad de fu eftila Al corral eotí el>y coü 
3cro»reñora ama.Q¿e me plaze feñor mio^ 
pondia ella^ycon mucha alegría expcutaua 
que le era mandado* Efteestsl cauállcro 
ithTtdiao el Barbero* Antiguo libro es eíTe^ 
:o el Cura^y no hallo en ti cofa que merez^ 
eenia ; acompañe a los demás fin replica,y 
i fue hecho* Abriofe otro libro » y vieron 4 
kia por titúlo,el Cauallero de la Cruz. Por 
tnbre tan fanto cotíio efte libro tiene ^fc- 
dia perdonar fu ignoi*ancia » mas también 
uele dezintras la Cruz eíla el diablo,vaya 
Fuego. Tomando el Barbero otro libro^ 
^OsEfiees cfpejo de cauallcrias. Va co- 
sco a fil tattccd, áixo el Cura ^ ay andad 



fóh Primera parce de io^ 

fcnot Iteyniídos de Moaoluan > con ÍIisüdoI^. 
^úsff compañeros , mas ladrones qae CwcaH^ 
ylei do2^ Pares , con el verdadero lúíioti^ 
áát TwpHi:f en verdad que eftoy por coadéj; 
nárlos tío atasque w deftíerro perpetuo > fi||^ 
quiera porque tíenen^páree de la iDnendiA 
del f ámofo Nfateo Boyardo , de donde üuw(]r 
bien texío fútela el Chrifiiano Potta lMá(»IL 
vico AFÍofto,al (Jualli aqui le haIIo,y que'IuM(¡ 
bla en otra 1 cngua que la fny a>no le guardaii|L^ 
Tefpetp álgúnoipcro íi habla ctifaJdiomayid|. 
|K>ndr¿ fdbre mi cabe9a. Pues yt> le tengo cóL 
Italiano, dixo el Barbero , mas no le entícÁJ^ 
doit Ni aun' fuera bi€;pqiie vos le entendíenr^ 
dcs,reípondío el Cura, y aquí le perdooara^^ 
ños ál fefior Capitán» ^ no le huuíefa tnyém^ 
-á'EfpAfia /ahecho CaOeilano > que le quiüfFJ^ 
teuchó de fu natural valdr^y lo mefmd haraiu^ 
todos aquellos quedos libros de verfo quifict't^ 
réh boluereo otra; lengua» que por muctfsi'r^ 
cuydado que pongan»y habilidad q mucflrcSi«¿ 
•lamas llegaran al puntóque ellos tienenenfií^j^ 
primer ndcimíento.Digo en efeto^que efic>fiih(^ 
bro, y todos los que fe hallaren q tratan de^^. 
' tas cófás de Francía/e echen , y deporten en j^ 
vn pozo feco , hada que con mas acuerdo ^ 
fe vea lo que fe ha de ha2er dellos » exceptan*: ^ 
do a vn Bernardo del Carpió que anda por ^ 
¿bi , y a otro üamadQ jKonccfuallcs» oqp i 



- A 



luorra cofa por todas las de] irunco. 1 
Hiendo otro libro, vio que era Palmcrin (f| 
fitta,y janeo a el cfiaua otro.que fe liamauj 
ainerin de IngaIaterra.Lo qual viílo por d 
cacíadojdixojEííaQliuare haga luego ra! 
tiyícquemcque aun no queden deila la^ 
insiy eíTaPa'ma de; IngalaterraTc guarde] 
conferuc^comoaconivnica.y fe hagapá 
fie otra caxa , conK> la q)uc hallo Alexan^j 
:n los defpojos de Dacío > que la diputq 
guardar ea clia las obras del Poeca Hd 
f.£flc 1 bro/cñor compadre. tiene auto-j 
por dos cofasila vna.pprque e! per fí es{ 
bueno:y laotrajporque es fama q.le c6| 
'ndifcretoRtyde Portugal. Todas la$l 
ur.is de] cafliLo de Mir.iguardafon bo-j 
as,y de gtád<? artiíiciü,!as razones cor-| 
5iyclaras,queguaidnñ v miran el sWni 



S% Primera parce de doi 

gereKlo^ No fcñor compadre 

Barbcco^que elle que aqaí ceng< 

dudod BcHanrs.Puc$ eiTe> replú 

la reguQda,cercera,y quarta pan 

ccGidádde vnpoco de ruybart 

^arla demafíada colera foya , y 

qíuitarles todo aqllo del calUtlG 

y.otras impertí Aécías de mas im 

ralo qual (e les dacerminío vltR 

filo lo enmedareiiy afsi fe vfara ci 

Jedcordia,ó de jufticia sy entar 

vos compadre en vueftra cafa , i 

xcysleer a ninguno. Que me pl 

cI-Barbero j y lin querer canfarl 

libros dé cauallerias^mando a] ; 

ihalfecodos los grandes y dieíli 

clxdrraU No fe dixoa cótasni i 

' quiétenla mas gana de quemall 

vna tela, por grade y delgada q 

do caíi ocho de vna vez, los arn 

tana • Por tomar muchos íuntc 

vno a los pies del BarberOtq le C 

ver de quien era,y vio que dczi< 

fámorocanalIcrQ Tirante el Bi¿ 

Dios 1 dixo el Cura . dando y 

qtteac[AÍ efte Tirante el Blaní 

le'.aca' compadre» que hago ci 

hallado en el vn teforo de cpn 

mttiáde paQaticmpos.: Aquí e 



Oatxote de la Mancha. j^ 

ñ de Moncaluán » valeroFo cáaáilerót 
'OiaQO Tomas de Moncaiuan , y el ca* 
Fonfeca» con la bdtálla que d valiente 
ice hizo con el A; ano » y las agudezas 
mzella Plazer de miuida^ con los amu^ 
:tnbii(les de la biuda Repofada , y la 
Boiperacriz , enamorada de Ipolíco ía 
C Digo os verdad » feñor compa* 
ae por fu eftilo es efte el me>ot libro 
indo : aquí comen los caualterós y y 
en , y mueren en fus camas » y haien 
ento antes de fu muerte , cun otras 
de que codos los demás libros defte 
» catecen.Cd codo elfo os digo qué mc« 
I que lo compufo , pues ño hizo cantas 
ides de induÓría» que le echaran a gale- 
r todos los días de fu vida: lleualde a 
r leelde , y vereys que es verdad quanto 
he dichb^ Afsx fer^» refpondio el ¿arbe^ 
roque haremos dcftos pequeños libros 
iedan?£ftos dixo el Cura» no dcüen 
decauallerias , (ino de Poeíia ? y abrien^ 
D9VÍ0 que era la Diana de Jorge de Mon 
for^y dixo(creyendo q. todos los demás 
M mefdao genero : ) Eílos no merecen 
emadoscomo los demás , porque no 
9 ni harán el daño que los de canalle- 
an hecho , que fon libros de entendí- 
\o ,ño pcrja/zío de terceto. A y fefiot, 

D 3 dlxo 

Á 




Yi Primera parte dé don 

dko la fobrina , bien los puede vueflrá tft 

ced min Jar quemar como a los demás «pp; 

que no feria mucho, queauiendo fanadoYi 

feñor ciü,de la enferm-dad caualtercfcaileyc 

<loe1:os,íele ancojafle dehdzerfe paftor^ 

andiríepor losbofques y prados ^ cantan 

y tañendo : y loque feria peor hazeríe Po 

q rcguti <iizen, es enfermedad incurable,y p^p 

gadiza. Verdad dize ofla donzelia , dixo ñ ^ 

Cura , y fef á bien quitarle a nueílro amígoi- 

cfte tropiefo , y ocaíion delante. Y pues cé^jaz 

m^n^amos poria Diana de Montsmayoiv¿ 

foy deparecer que no fe queme,(ino que feteju 

quice codo aquello que trata de la fabíá FcU- c 

cía , y de la agua encantada : y caíi todos lot '« 

vcrfos mayores , y quedefele en hora buena^U h 

profas y la honrra de fcr primero en femejan* Y 

tes libros. Eíle que fe íigue » dixo el Barbero^' l 

es la Diitu.Ilamidafeganda^del Salmantino^ b 

ycfteocroqueticneelmcfmo nombre 9 cuyo r 

autor es Gil PoIo.Pues la del SaIinantíno,reP . c 

pon lio el Cura > acompañe , y acreciente el ^ 

numero de ios condenados > a! corral : y \ 

lad:Gil Polo fe g'n rde, como (i fuera dá k 

m fmo Apolo: y paíTe adelante feñor com- \ 

padre , y d>:monosprie(ra » que fe va hazien-' • 

do tarde. Efte libro es , dixo e( Barbero | 

abriendo otro . los diez libros de Fortuna de ) 

A'^or, co/npueños poc Antonio de Lofraio» j 



íQníxotc de la Mancha« /¿ 

i Sardo.Por las ordenes que rccebi,dixo 
ra,que defde qoe Apolo fue Apolo>y las 
.sMufasjy los Poetas Poeta^^ean gracio 
I tan difparacado libro comoeíTe no fe 
mpueftoiyqueporfucaminoes el me* 
^elmasvnico dequancos défte genero 
liido a la luz del mudo : y el que no le lia 
ispuede hazer cueca q tío ha leydo jamas 
ic güilo : Dádmele acá compadre , que 
ío mashauerle hallado, que fí me dieran 
bcana de ra;a de Florencia. Fufóle a par- 
n grandirsimo gufto , y el Barbero pro- 
o, diziendo: Eftos aue fe íiguen , fon el 
ir de Iberia^ Ninfas de Enarcs » y Defen- 
«de celos. Pues no ay mas q hazer dixo 
ira» fino entregarlos albra^o feglardel 
y no fe me pregunte el porque» que feria 
;a acabar. £fl:e que viene , es el PaHor de 
a* No es eífe paílor > dixo ei Cura , fíno 
difcreto corteíano s guardefe como joya 
[ola* £(le grande que aquí viene , fe inti- 
, dixo el Barbero 9 Te foro de varias Poe-* 
Momo ellas no fuera tatas, dixo t] Cura» 
m mas eftimadas:menefter es q efte libro 
:arde,y limpie de algunas baxezas que en 
ISL grandezas tiene : guardefe porque (u 
T es amigo mió , y por refpeto de otras 
heroycast y leuantadas obras que ha cf- 

y Bíte es j Gjgmo el jSarbcro j el C anclo* 

P 4 n«a 



ft Prioicra parte de don 

nero de López Maldonado^Tambien el ütsMl % 
dc{(clibr(>,rep]fCoelCarasesgr2iiuic ain^4 
inio, y fas vetfos en fa boc^ admiran a quiei^^ 
los pye: y tal c» la fuauídad de la boz con qitt |^ 
Jos c^nca» que encanta* Algo largo escn lií^ 
£giogas,pero nuca lo bueno fue muchbsguan» ^ 
dele con ios eícogídos, Pero que libro es cA^ 
que eftá juaco a el ? La Calacea de Miguel di f^ 
CeruanteS) dixo ei Barbero* Machos años ha 
que es grande amigo mío efle CeruanteSsjr [ 
fequecsmasverfado en defdíchas» que no |^ 
verfoSélSu libro tiene algo de buena inueo* ^ 
cíOB ) propone algo 9 y no concluye oadaí ; 
es meneftcr efperar la fegunda parte que pM* j| 
mercqui^ con la ennoienda alcan9ara del to» \ 
do la mifericordia q aora fe le niega , y enttt« i 
canco q efto (e vé » tenelde reclufo en vueflr(;v 
pofada^Stñor compadre que me plaze»rerpoil ^ 
dio el Barbero 9 y aquí vienen tres todos }im- ^ 
tos;La Araucana de don Alonfo de Ercilla» ll ^ 
Auftriada de luán Rufo turado de Cordotub \ 
y el Monferrato de ChriQoual de Virnest Poe ] 
ta ValencianoTodoseíTostres librossdtxoe|;4 
Cura » fon los mejores que en vcrfo beroycot 
en lengua Caftellana eftan efcrítos » y pnedeQ 
eompecir coo lo^ mas famofos de Italia: guar 
denfe como las nías ricas prendas de Poefia 4 
tiene Eípaña* Canfofe el Cura de ver mas íi- 
bros,y afaí a cai^ga cerrada • quifo que codos 



Q^f xotede b Minchii 

toi demás requcmaíTcn: pero ya tenía abierto 
«DO el Barbero , q Te Uamátta las Lagrimas do 
AngelicaXlorarlas yo,dixo el Cura» en oyen^ 
docinonobre , ñ cal libro huuiera mandado 
qttemar9porque fn autor fue vno de los famo- 
fos Poetas del mundo > no folode Elpaña : y 
fde felícifsimo en la craducion de algunas fabu 
iisdeOiudío. 

CAP. Vil. DE LA SEGVNDA 
(alida de nueftro bncn cauallero> don Qu i* 
i^oce de la Mancha. 

Escando en efto , comento a dar bozes 
don Quixote, dizíendo: Aqui,aqui va- 
lerofos caualleros » aqui es meneíier 
iDoflrar la fuerza de vueftros valero- 
Ibs bracos » que los Corteíanos licúan lo me* 
fot del torneo. Por acudir a efte ruyd o » y e& 
fraenda.no le pafsó adelante con el cicrutinio 
de los demás libros que quedaua:y afsi fe cree 
que (ueroB al fuego/in fer vifios, ni oydost la 
Carolea,y León de Efpaña^con los hechos del 
Emperador icompueftos por don Luys de 
Anila^que fin duda deuian de eftar entre los q 
qaedauan.y qui9a (i el Cura los viera , no pal- 
iaran por ^n rigurora fentencia. Quando lle« 
garon a don Qníxoce , ya el eftaua leuantado 
oc U cama^ ypn^egaU ca fus bozes^ y en tu% 



fS . friolera paree de don 

delatíaos^dando cachilladas y reueíes a codat 
partes » eftando can deípicrto ,coaio íi nunca 
huaiera dormido. Abra9aronre con el > y por 
fuerza le bomieron al lecho, y defpues q ímuo 
foíTegado vn poco » boluiendoíe a hablar con 
el Cura » le dixo : Por cierto fcñor Ar^obiípo 
Tallin ^ que es gran mengua de los que nos 
llamnmosdoze Pares, dexar tan fin mas oí 
mas , llenar la vicoria deflic torneo a los caua- 
lleros CorEefanos,auiendo nofotros los auen^ 
tureros ganado el prez en los eres dias antece- 
dentes. Calle vueftra merced Tenor compadre» 
dixo el Cura , que Diosferáferuido q la fuer- 
te fe mude>y que lo que oy fe pierde t fe gane 
mañana; y atienda vueílra merced a fu faftid 
por aora, que me parece que deue de eílar de . 
mafíadamentecanfádo , í¡ ya no es q eftá mal 
ferido. Ferido no^díxo don Quíxoccs pero mo 
lido y quebrantado no ay duda en ello , por4 
aquel bañardo de don Roldan me ha molido 
a pellos con el tronco de vna enzina,y todo de 
cmb¡dia,porquc ve que yo folo foy el opuefto 
de fus valentías : mas no me llamaría yo Rey- 
naldos dcMontaIuá,(ien leuantandome defte 
lecho no me lo pagare a pefar de todos fus 
encantamentos:y por aora trayganme de yao 
car, que fe que es lo que mas me haia al Cafo» 
y qiiedcfe lo del vengarme a mi cargo. Hizie^ 
ron loÁÍsbdicronk de comer » y quedofe otra , 



Quixote de lá Mancliá¡ fi 

írez alormiddr , ellos admirados de fu locura* 
Aquella noche quemo.y abrafó el ama quan- 
tos libros auía en el corral » y en coda la cafa: 
y cales deuieron de arder, que merecían guar- 
darfe en perpetuos archiuos , mas no lo per-* 
^icio fu fuerce » y la pereza del efcrutiñador, 
y afsi fe cumplió el refrán en ellos, de que pa« 
gaii a las veze s juftos por pecadores. Vno de 
los remedios que el Cura y el Barbero dieron 
por enconces para el mal de fu amigo, fue que 
le mudaflfen , y capiaífen el apofento de los li- 
bros,porquequandofeleuantafle no los ha- 
UaíTe , qui9a quitando la caufa , ceífaria el efe- 
Co : y que dixeíTen que vn encantador fe los 
auia licuado > y el apofento y todo , y afsi fue 
iiechocon mucha preftcza. De alli adqs días 
fe leuantó don Quíxotc , y Jo primero que hi- 
20,faeyraver fuslíbroscy como no hallnua 
el apofento donde le auia dexado , andana de 
vna en ocra parte bufcandole. Llegaua a don- 
de folia tener la puerta , y cencauala con las 
manos, y boluia y reboluia los ojos por tcdo 
fin dczir palabra : pero al cabo de vna buena 
píe9a ^pteguntóafuamaque bázia que parte 
cfiaua el apofento de fus libros. £1 ama que 
ya eftaua bien aduertida de lo que auia de ref 
ponder , le dixo : Que apofento , o que nada 
bufta vuefira merced ^ ya no ay apoíenco , ni 
libros tn cñ^cdü, porque todok lo lleuo d 



Co Primera parte de don 

mefmo diabio.No era díablo^repHcó la (bbrr 
na,(ino vn encantador que vino (obre voa 011^ 
be vna nochcsdefpues del dia que vuellra mcr 
ccd de aqui fe partí o,y apeaodoíe de vna (ier- 
pe en que venta caualleroj eneró en el apofen- 
to s y no fe lo que fe hizo dentro , que a cabo. 
de poca pic9a ialio bolando por el tejado > y 
dexó la cafa llena de bumo^y quando acorda- 
snos a mirar lo que d^xaua hcchoaio vimos ti 
bro y ni apoicnto alguno % Tolo fe nos acuerda 
muy bicu a aú»y al ania>que a! tiempo dA pac 
tiríe aquel mal viejo, dixo en altas boaes % que 
por enemiílad fecrcta que tenia al dueño de 
aquellos libros» y apofento, y dexauá hecbo el 
di ino en aquella cafa que defpues íe vería idir 
xo cambié, que fe liamaua el fabío Muñaton. 
Frcíton d¡ria,dixo don Quixote No fe,rerpoa 
dio el ama » íi fe liamaua Frefton » o Fricont 
Tolo fe que acabo en ton fu nombre. Afsi es» 
dixo don C^ixote» que eflfc es vn fabio encan- 
tador , grande enemigo mió ^ que me tiene 
cjerizasporque fabe por fus artes y letras^que 
tengo de venir andando los tiempos» a pelear 
en íingu lar batalla con vn cauailero a quiea 
el fauorecc, y le tengo de vencer , fin que el 
lo pueda eftoruar » y por efto procura hazer« 
me todos los (in fabores que puede» y madole 
yo^que mal podra el contradczir » ni euitar lo 
igucpoTel cielo efiá ordenado* Quien duda 



Qjiixote de la Mat)cha#* 6t 

dieflb , dixo la robr(na>p€ro quien le mete a 
voeftrá inerced,reñor cio^en eflas pendencias, 
Dofera mejor eftarre pacifico en fu cara 9 y no 
yrfe por el mando a bufcar pan de craftrigo» 
fincdfidcrar que muchos van por lana^y buel 
lien crefquilados. O fobrina mía ^ refpondio 
don QuixoCfsy quan mal q eftas en la cuenta 
primero q atni me tretquilen^tendre peladas» 
y quitadas las barbas a quancos imaginaren 
tocarme en la punta de vn Tolo cabello. No 
quifieron las dos replicarle mas^porque viero 
que fe le encendía la colera* Es pues el cafo» q 
el eftuuo quinze días en cafa muy foílcgado» 
fin darniueftras de querer fcgüdar fus prime 
ros deuaneos»en los quales dias paíío gracio-^ 
fifsimos cuentos con fus dos compadres el 
Cura 9 y el Barberotfobre que el dezia» que U 
C9fa deque mas necefsidad cenia el mundo» 
era de caualleros andantes 9 y de que en el fe 
refucítafTe lacauallcria andanteíca. El Cura 
algunas vezesle contradezíayyotrasconce- 
día,porq (ino guardaua efte artificio, no auia 
poder aueriguarfe con eL£n eñe tiempo foli 
cito don Quixote a vn labrador vezíno Tuyo» 
hombre de bien( (i es que efte titulo fe puede 
dar al que es pobre ) pero de muy peca fa! en 
la mollera.En refolucion, tanto le dixo. tanto 
le perfuadioj prometio,que el pobre vittaivo 
kdtttrmioodcAJú/cCQB ti, y ícrairle de t& 

cudeco« 



tf^ Pntneta parce de don 

cuderó. Deziale entre otras cofas don tli 
xote,quc fe difpuíieífea yrcó el de buena g 
na,porque tal vez le podía íuceder aucntur _ 
q ganaííe en quicame allaeíTas pajas , algur^ 
lafuia , y le dcxaíte a el por Gouernador (^ ^ 
elU Con.eftas promeías.y otras talesjSancl^^ 
Fan9á>que aTsÜe Ilamaua d labrador dcxó fZr-^ 
mguer, y hijos 9 y ad'ento por efcudero de fíi ]" 
yezino. Dio luego4on Quixote orden en buí^ ;. 
car dÍQeros:y vcdicndo vna cofa.y empeñan- '^ 
do otraiy malbaratándolas todas , llegó vna ,.! 
razonable cantidad. Acomodofe afsí mefmo 
de vna rodela q pidió preftada a vn fu amigo» ] 
y pertrechánfo (u rota celada lo mejor que. .| 
pudo , auifa a fu efcudero Sancho de día » y . ' 
ia hora que peníauaponerfe encamÍQ^parJi,.,; 

gue el fe acomodafle de lo q vicíTe que mas % ! 
; era menefter.Sobre todo le encargó que ji« 
uaíTe alforfas'.é dixo que fí Ileuaria^y que ¿n(¡ 
xnefmopenlaüa Ueuar vn afno que tenia muy .. 
bueno^porq el no eftaua duecho a andar mu . 
cho a pie. £q la delafno reparo vn poco doa , 
QLiixotC|ímagin2do>(i fe le acordaua ñ algua . 
cauUeroandanteauiatraydo efcudero caua« . 
llero afnalmenteipero nunca le vínp alguno a 
la memoria; mas có todo efto determinó q le 
lleuaíTcco prefupuefto de acomodarlede mas 
honrada caualleria en auicndo ocaíion para 

e]lo, Quitándole el cauallo al primer defcortes 




QaixoCe de-la Manchar ^'^ 

¿auallero \ topa(re.Proaeyore de camiíassy f 
las demás cofas q el pudo«conforme al cóíejo 
q €l vecero le auía dado.Todo lo qual hecho^ 
y cumplidOi (in defpediife Pan^ a de fus hijos 
y aiuget>ni don Qutxote de fu ama^y fobrína» 
vnanpche fe falíeroi) del lugar, íin q pcrfona 
lo» vieíTe^en la qual catnioaró tanto,q al ama 
necer fe tuuleron porfeguros deque no los 
hallariáiaunq los bufcaíTeoTua Sancho Pág^ 
Ibbrc fu jumento como vn Patriarca j con fus^ 
alforjasiy fu boca,y co mucho deíTcQ de veríe 
ya gouernadoF de la ínfula que fu amo le auia 
prometido. Acertó don Quixote a tomir la 
miíinaderrota y camino q el q el ama toma- 
do en fa primei: viaje » q fue por el campo de 
MontieUpor el qual catíiinaua.con ^menos pe 
fadúbre q la Kz p^flada^ porq por fer la hora 
de la mañana»y herirles a foflayo los rayos di 
ral,nc^ lesfatigauái Díxoxn efto Sacho Pan9a 
a fu aino:Mire vueílra merced » feñor caualie** 
ro andiancei q no fe le oluide lo q de la ínfula 
me tiene prometido 9 q yo la íabre gouernaif 
por grande que fea.A lo qual le refpondio do 
Qgixote:Has de faber amigo Sancho Pan^a» 
que fue coftubre muy vfada de los caualleros 
andantes antíguos,hazer Gouernadoresa fus 
efcuderosjde las Infulas,o Rcynos q ganauá» 
y yo tengo determinado de q ()or mi no falte 

UQ ^S^^eodaviá/'fa^j/ite^p/enf^ aueivta-^, 



€4 Primen parte de don 

jarme en ella : porque ellos alguflá» vcíef ff" 
qui^a las mas y efperaaan á que fus elcúderof 
f aeiien viejos , y ya defpues de hartos de íer' 
nirivde lieuar malos dias>y peores noches^fet 
dauan a gun titulo de Coacle»ópor lo meftoi 
do Marques,dealguQ Valle 9 o ProuÍQCÍáíf«' 
poco mas a menos;pero íi cu víues,y yo viuog 
bien podría fer que anees de feys días gana(f« 
yo cal Reyno^que tuuieíTe ocros a el aderen- 
tes, q viuicflen de molde para coronarte por 
Rey de vno dellbs. Y no lo tengas a ttiuchof 
que cofasyy cafos acontece a los cales eaualte 
rosypor modos tan nunca viílos,ni penfiídot, 
que con facilidad ce podria dar aun mas de lo 
que te prometo. Deflfa manera $ refpondio 
Sancho Panfa , í¡ yo fuelTe Rey por algún mi 
lagro de los que vueftra merced dÍ2e , por lo 
menos luana Gutiérrez» mi oyflo , vendría $ 
fer Reyna,y mis hijos Infanr.'es< Pues quien lo 
duda refpondio don Quixote* Yo lo dudo^r« 
plico Sancho Panca,porqu.e tengo para mi» 4 
aun que llouieíTe Dios Reynosfobre la tierra* 
ninguno afrentaría bien fobre lacabe9a de 
Mari Gut¡errez.Sepa feñor» que no Tale dos 
marauedis para Reyus^Condefa le caerá me« 
|Dr,y aun Dios y ayuda. Encomiéndalo tu a 
Dios Sancho refpondio don Quixote , que el 
le dará lo que mas le conuenga:pero no apo^ 
^ücs ca mmo (anco^que ce tengas a conten- 






*^fyfH^ut¿^ 



V:.' •:• . — •-^uan .*". ."'«wce 

"gTtofcíu-^ *pf,"««» buena éücfri 






J 



¿^ íriinfiríE*it€4e4ott 

qae aguaos que alli fe pacsccn do fon óigá 
teSf finopoUnos d^ , y loque en ellos 

pltecébrafgsifti^ las ^^jidas^q^e bolteadaf 
de í V Wco^hiue n ac^ar la píed» del molino* 
Bien pareiceirerpondio dpQ Quixote 9 quo no 
eftas curiado en efl o de las aucncuras :eilot 
Con Gigite^ijfí tienes cniedo quítate de ahif 
y ppnte ep oración en el eípacio que yo voy 
a entrar c<hi ellos en fiet^sy defygoal batalla. 
Y diziendj;^;Cfto9 dio de eípuelas a fu caualió 
Ro¿inaAte^i:^n atender a las bozes que fu -ef* 
cudero Sancho le daua^aduirtiendole que fin 
duda alguna eran molinos di víeoto^y no Gi 
gantes,a(],uelIosqae yua aacometeréPeto el 
y^a can piieílp en que eran Gigantes , que ni 
ohialas bozcs de fu efcudero Sancho, ni echa 
na de veriaunque aftaua ya bien cerca lo qut 
(^an, antes yua dizicndo en bozes alcas:Kon 
fuyades cpuardes y viles criaturas» quefn (o* 
locauallero es el que osaccmete.Leuantofto 
en eílo va poco de yicntoty las grades afpas 
comentaron a mouerfe^lo qual vifto por don 
Qgixote»diico.Pues aunque mouaysmasbra 
^s que los del Gigante 0riareo>^me lo aucys 
de pagar* Y en diziendo efio,y encomendaii.^ 
¿ofede todo coraron a fu feñoía Dulcinea^ 
pidiéndole que en tal trance le focon teHe^ 
l>ie o cubierto d« fu rodela, con lalan$aen el 
riftrc>arr(imetio a Codo el galope de Rozi- 

tv^5\tc 



Qúixote ie U Kíatachá; '6^ 

báncf f y enuiftio con cfl primero molino que 
éfoua delante, y dándole vnálan9adacneí 
áTpa , la boluio el viento con tanta fui ia» 
qué hizo lá lan^ape^a^os > llenándole tras ñ 
tlcauallO) yilcaüallcrói '^ueFite rodando 
inay nial trecho por el campo • Acudió San- 
dio Pan^a a focorirerle 3 a éQdo. el corte'r dé 
fa aTno 9 y qnahdó If cg[o i hallo qbé no fe 
l^a nieñear : tal Fue el golpe que dio con 
él Rocinante; ValameDio^> dixo Sánthot 
no le díte yó a >ueftrá merced , que ihi- 
taflfe bien ló qáb hazia , que no e'rah finó 
molidos dé viento ^ y hb lo podiá fgno^ 
tar i lino quíeh tleuáiie otros tales en lá 
iib¿^ . Calla átnigó SaHclio i réípóiidio 
don Q£Íitote» qué las cbfns de la gucrtai 
bas c}ue otl'ás eftan fu jetas á continua mü - 
danfa : quanto ma$ qué yo pienfo j y es af^ 
fi verdad, que aquel fdbio Freílon que hié fo-^ 
bó el apofento y y lo$ libros i Ha büelto e(lb$ 
Gigantes en molinos » pbrquitarnlé lagló- 
riade ftt véñcimieñco; tal e^Ia énemiílad qué 
ftie tíene > mas al cabo al ¿ább , han de podfcr 
poto fus malas. arces contra U bondad de 
óxi efpáda.Dios lo haga como puede, refpoti-: 
dio Sancho ^aD9áf y ayudándole á íeuántár^ 
tórho a ÍUbir fobre Rqtinat)te qui; medid 
defpaldado eftaüa : y hablando eH ia palía^^ 

daaacnciírái fi^úirroo cJ cairíao del pnctto 



¿i Primera parte de áoñ 

Lapice » porque alli dezia don Quíxote ; 
lio era pofsible dexardc hallaríe mucha 
díuerfas uuencürM ^ por íer lugar muy f 
gero5 fino que yuá muy pefaroíopor ai 
niitado iá ian^y ditíendorelo a iu efoic 
le dixo:Yome acuerdo auer léydo^que v 
uaillero Bípañolsllamado Diego Pérez de 
gas f auíendorele en vua batalla roca la < 
da» de%a}o de viu enzina vn pefado ram 
tronco » y cotí el hizo tales cofas aquel d 
machaco tantos Moros»que le quedo poi 
brenombre Machuca » y afsi el como fus 
CAdiencesf fe llamaron dcfde aquel di 
adelantes Vargas,y Máchuca.HeCc dicho 
porouc de la primera entina 9 o roble qi 
me depare» píenlo defgaiar otro tronco » 
tan bueno como aquel» que me imagino ; 
fohazer con el tales hazañas» que tu te' 
gas por bien afortunado , de hauer mero 
venir a verlas»y a fer teüigo de cofas que 
ñas podran fer creydás * A la mano de E 
dixo Sancho t yo lo creo todo aCsi como \ 
tra merced lo dize» pero enderecefe vn p^ 
que parece que va de medio lado » y deu 
íer del molimiento de ia cayda. Afsi es la ' 
dad) refpondio don Qjiixoce » y íino me ( 
:iH> del dolor , es porque no es dado a ¡oi 
tMkioi andantes» que^arfedchendaa 
Jia^ aüoqiR íele falgan las tripas por< 



■ 



Qqíxocc de 1« Manchaf 6s 

Sicflb c« afsi , no tengo yo que replicar , tcf- 
pondío Sancho » pero fsibc Dios (i yo me bol- 
era que vueftra merced fe quexara quando 
alguna cofa le doliera* De n^i fe de^ir,que pie 
bedcquexar del mas peqacño dolor que te 
ga , íi y a no fe enciende cambien con los efca* 
(teros de los cauallcros andantes » eíTo del no 
qoexarfcNo fe dci^o de reyr don QuixoEe»de 
Ufimpliddad de fu efcudero , y afsi le decla- 
ro qoe podía muy bien qiiex3rre>como, y qú^ 
do quiíiefire,(in gana . o Con ella, que hafta en^ 
tonccs no auia leydo cofa en contrario en i 4 
orden 4e caualleria. Qixole Sancho , que Oii- 
ratr<í qae era hora de comer , Refpondiol^ fu 
mon que por entonces tío le hazia meneftert 
quecornícíTe elquando fe le aQto)jfle * Coq 
eftj licccia íe acomodo Sancho lo mejor que 
pudo robre fu jumento , y Tacando de 1 it al- 
forjas lo que en ellas auía pqefto, yua camina 
dq y comiendo detras de fu amo ^ muy de ef- 
pacio» yde quandoenquandoemprnauala 
bota c6 tanto gufto, que le pudiera embidiar 
el mas regalado bodegonero de Malaga^Y en 
tanto que el )^a de aquella manera menudea 
do tragos» no fe le acordaua de ninguna pro- 
meiTa q fu amo le huuieíTe bechotni tenia por 
nineun craba¡o,(ino por mucho defcanfo, ao* 
darbulcando las auenturas, por peligioías q 
faeircD^Eii reJatac/oíjf^qadU noche la paita* 

£ 5 ton 



jOi Erimcra parte de don 

nmentre vnos arbples^ y del vnodeI{os-dcft 
ga/o dop Qaixoce va r^oio fe co , que cali le 
podía feru^r de langa , y pi^fo ep cl e] bietto 
que quito 4^ la qu^ fe le ^auia qqebra^ó* To^ 
da aquella aogb^ no durop^io don QuixcitCj^ 
penfando en (^ fenor^ jQulcinea , por ^coma-v 
darfe 4 Iq que hauta ley 4o en (gs libros^uaci'] 
do los caualleros paíTauan, íin d^^i^tnM* mun 
chas ntochei en las floreñfts % y (i^ípoblados, 
entretenidos con las meoíiorUs deA>sfeup- 
ras.Nfo ^ paiOTo afsi Sancho Panga, que 9Ptpo. 
tenia el efiomago Ikno, y pp de agua de chii; 
COfia,de vr\ fueñq fe la (leup cpda:y no fueran 
parce pÁr4 dcfpertar^V (^ Á4 amp np le ÍJa|na- 
r^)lo$ rayos del fpJ qpe le dauan eii el rpflro^ 
i\\ el canto, de Us aue$,quc muchas^iy ipuy ve- 
goztjadamencel^veaicUd^l pueuodi^ (áJ|i- 
daú^ '• Allcuancarfe dio vn tiento ^ |a boca» 
y hailpl^ algo mas 6ac¿( que la npcbe aptes,y. 
afligiple tí coragoni por parece^ie que ^p ile« 
uauan camino de remedar tan preílp fu fal- 
ta* No quifo. dcfayunarfc don Quiixpte , por- 
que cpinp efta dicho , dio en fuílencarfe d^ íi^^ 
h^ofas mcn;ionas • Tornarpn a fu comentada 
camino del puqriipX.apicc^y 9 obra de las ^re^ 
del d¡4 le defcubrifrpu . Aqui > dixo et> vicn<i 
d(^IedonQuixcce, pedemos hermano Sau- 
cho Panga, meter las nunos haíia lo^codosi» 
^^// f/íq qaclhivi^n 3.uencQrafrMas ^Ldukrre^q 



QuIxQce de la Mancfaf^ ^ 

•oti que me veas en los mayores p^i^os del 
nudo,no bat de poner mano attt<d|>ada pa^ 
ra defendcrme,fi ya novíeres qué jM que me 
ofenden, es canalla»y gente baxá »qM cu MU 
ufo tíicn puedes ayixUrme : peiofi fuei£ca-> 
DaoailerosseD ninguna manera teest̀iio;m 
cocedido por las leyes d cauaHc ría qone jyn 
dcs^haflaq feas armadocauaNefoiPM cierto 
fe&or,reipondio Sjocho . que vuefttji mtrMd 
ftamuybÍQ obedecido en cfto, y ósaequeyo 
de mío me foy pactfico; y enemigD de'metef- 
fiíe en mydos»ni pendencias: bien es verdad» 
áen loq tocare a defender mi perlma^no «6 
ore mocha cueqta con dffaaleyesypueslat di- 
uinas y humanas permiteiii q cada ^no fe de^ 
fienda de quien quifiere agraaiaik; No^d^ 
yo menos , refpcmdio don Quísose » pero eh 
efto de ayudarme contra cauall< vos » ha« de 
tener a raya tus naturales impecus.Digo 4 ^(^ 
fi lo harCf re(|K)ndio Sancho» y qne guardaírt 
tfle prccetottan bien cdmo el áh del DonHA 
go« bftando en eftas raaones , alRiMnaiffrff por 
el camino dos flrayles de la orde deS*Bemio« 
caoalleros (obre dos Oromcdaf íós^ ^ no era 
mas pequeñas dos molas en j)- venia-Trayan 
fus antojos do^mittOtyíiis qufta(bl«<«:0etras 
dellos venia vn^cbche^rcon^ quatrOfOcínco 
deacaoalloqiieleácotttpañau^Vydt>s moK 
^demoJ4Sj/i^jtA^V!rii/a en ei coche Mth<i 

£ 4 dc^uu 



4cfpacf fe^po, vaaícnora Vizcayna, q yut 
^ScitiilétiopdeeftAttakijn^rído.» que pa(r<%.- 
;iill a^as j^jUs (QQ ya muy honrpfb (argo^ 
{^OYCBft^ iqs&4yl^^can cU^;^ jiunqoe yuaq 
.clta&i^^QtiiiiqoyiQas « p^nas las diuifo 4on 
iQ&^Uf9^&4o é^ixo a fq effiqdero ; Q yo me ' 
T^ngaoo;^ p ((ú ha dé fer ÚPít^s famofa auetir 
rtMlt4jqtte|Íifiay4 vÍAon pprque «qjaellos bultof 
Jijegrqs i|tic alli pttcfw ^ d<uep^? fcr <, y foq 
^i^4ttdl|4lle«nQS eiH¿(adorps , que Jkuihur 
(»4»4|Iguqi Pfinceifjtcn áqcKl^Qche.y es m^ 
.licftcr4est^2«F %(kt tqerOQa todomipode- 
:jrio<P<Q(r(cr9cftoqiielQsi|iolíAQ$ dcvienCQ 
dixqSan^l^Q. Mire^ñor f qiie aqi^ellos foq 
flUyles de jfi^ ^cokpry «L coch?4cqc kr^P 
<jk[gMqa^ctttc pa(nigcrar:Mir;^ qu.« digo» q mí*! 
*# bie» ic>:qqff haze , Oortfa,$l diat>lp q le ^iv- 
^añe.Ya Ijphf dicho pancha» rcCpandio doq 
iQgíxQie^q^U^ r^t^^' poco deachaque de a^ico 
fqria8).l9qqfi yodigoes yetdad^y 4ora |o ve 
lar.y 4i2t^Í!Q eft^ fc^deUtvtoy fe puCoéq 
^a míci|d d<4 c^míqa por. dqode los fraylesi 
vemiiui»y en Uegaodo (aq.ct r^t > q a e| le pa r^ 
Sifp qfdt le podrían pyr Iq q&e.4ixe(re % en alta ' 
Jbot dpcQiQeACc endiablada t y dcrcomun^i» 
4efcad Iqego^ aJ puqfo I«a: ¿ai^^s Princefa qqe 
.^ ciTe C9(bíi:lkusíy%^or^d^t%i6no apareiaot 
4}recebir pfcflsi muene ,>|)9r-jüfloc«fligo de 



Qn jxoce 4e U M«nchf t ^ 

|9 riendas, y quedaron admiradofiarsi d; 

;ura de don Quísote »(Ofno de fus ra^o- 
iJas<]ualesre?pondicron:Senor caqalle. 
ofocros lio foinos endiablados, nid<lco« 
al^s^fino des reí '^iofos de fan Benito y ^ 
Milueíiro camino,y4iofabeaios ft en el- 
che vienepyOUQ.ningunas forjadas Priii 
i.Para cbomigo no a y palabras blandas j 
yo os CQnozcQT^emeQtfda canalla , diño 
C^Míxote , y fio aperar qias r^^cÓa pú 
Rozinante»y la lan9a basa arrcnnetvu c& 
[ primero traylc^on e«nta fntia y denuie^ 
\ñcl frayle no fe dcicaracaef oela ms-^ 
le hiztera venir aifudo inalde iug;racki* 
mal ferído, fino cayera muerto. El lega- 
Jigiofoque vio del modo que tratauan* 
ompapcro^puib piernas al caíitilo defu' 
a muía, y comen9o a correr por aquel U^ 
>aña.ní)as ligero que elmifmu vi¿to;San 
^an^a^que vio en el fuelo al írnylé, apean 
ligeramente de fu aíhor arremetió a eJ,y 
iicn9o a quitar los habíros«Llrgaron <n 
los mo^os de los fr^ylesi y preguntarO'^ 
Dé porque le deibudana ? ReípondiOer 
lO, que aquello le tqcaua a el legitimáis 
» como dcfpojos de la batalla que fu fe-: 
toníQuixote auia ganado.Losmp^os ^ 
lian de burlas^ni entendían aquello de 
iÍDs;iii bztaV^^ieado qoc ya don Ogi- 

£ S xott 



^4 Primeva psrte de don 

xoeeeftaua defaia4o de allUiablando con tai 
que en el coche vcqian,arrcmetiipron con Úir 
cho»y dieron con el«n el fueio ^^ y fin dejOUrlQ 
pelo en las harbatyle molieron % a cozes t y le 

áexaron rendido en c\ (Qelojtíin alien(o,ni ién 
do: y fin d«tener£( vn punto s torno a fubir 
el frayle,(o4aceaierora, y acobardado t y fio 
(olor en e( roftro: y quando fe vio a cauailo^ 
pico trasfn cotQpañero^qite vn buen efpacio 
de alü le dtaua aguardaodo»y esperando en ^ 
poraua aquel (bbre(al(;Q ; y fin querer aguar- 
dar el fin de codo aquel cQmen9ado Sa/cxcfC<h 
figuieroQ fu catninothañendore mas erases q 
fi licuaran al diablo a laaieí^aldas. Don Q^* 
sote cftaua como feha dicho^hablando con la 
íeñora del cocheydiziendole^a vueftraferma 
fura (eñora mia «puede fazer de fu perfooa la 
que mas le viniere en calante» porque ya la fa 
bernia de vuefiros robadores yaze por el Cue^ 
I0.A derribada por eAe mi fuerte bra9P; y por- 
que no pencys por (aberel nombre de vucC^ 
tro libertador » fabed que yo me llama dot\ 
Quixote de la Mancha , cauallero andante» y 
aoeo(urero>y cautiuo déla fin par y herauifa¿ 
doña Dulcinea del Tobolo:y en pago del be* 
nefícioquede mí aueys recebido 9 noquie** 
rp otra cofa , fino que boluays al Tobofb » jr 
que de mi paree 0$ prelentey^ ante efta Ctñá 
í^fkdig^ysplt^ciw por vueftra libertad he 



X T«|d ffto qpc don QgfaeoMikiía, «6 
au4iyp (Brcudcrpd^Jps qi|p«U qche acó^ 
iMP ;• qtiecra Viycaynp^ clmiil viendo 
if^qaemdcnr p9(r^:fl(93^ «dtUuif 
iiiD^.<lez¡a qpc IncsQ biiiít 4e llar bi 
%4l1roboro » feft9(pw#4QiiQgttor€f|r 
dMe 4e )a lap^ji » 1« 4ix9fP im JCQ^ 
ttwiat ype0( VJtf«)ff»» lie^mMcrtí 
ifWiftlierchqae t9»);«|i<ÍMpor^l Díoii^ 
it». qoe fi np4cx«iicóckS) ^tftotwttaf 
►cft«« flhí ViKMyqo •lEDmidíole muy 
kwC^ixDee, yfqfÍ4fmii^,fiM^Í^ 
ís^xüfytn^AmiíiismjfotnQ na Iq 
^yayphuuiera MA^[(Ml».^^4UKfet^^ 
IgtícMP^rcawuajetiltliii!** A iorqnal rcir 
el Vi^cayno : Yo no eab4|2l<f o : Inro • 
rau mientes conio plvifti^ . -Si ianca 
139 ycrpadaf^cas» tlaeniqnaiiprfuo 
rque ai gato licuar: VÍBpayno portier ra 
50 por manhidalgppilr el diülblo.y mie- 
i€ tniraü otra diiies poia ^ Aora lo vcvf^ 
íkp Agreges j> reípondipáQ^i Qg^aote^y 
iido íi^ Un^ a en el fselq, íaop;íu <fpada» y 
«^ (b rpdcla,y arreipeiy>.'»LViaLeayn«, 
Kiermin^ció de quitatlclavtda. El Yia* 
tque aff i le vio ytpk ^^^q^^ qutíiem a- 
; de larmiilasq por fiar de Ui malas de al- 
mpania que fÍ4r.«»jejlIa,no ppdo haacr 
Q/a> fmokc^rfa c^ah i pero asigno)» 

bita 



T$ Primera parte de don 

bien.qaefe hallo junto al coche,de donde pu« 
do comarvna almohada que le íiruio de cf< 
Cudo»y luego fe fueron el vno para el otro,co« 
tno íi fueran dos niorcaies enemigos . (.a de^ 
mas gente qoifíera ponerlos en paz | mas no 
pudof porque de^ia el Vizcay lió en fivs mal 
Craaadas razones, qae fino le dexauan acabar 
fti bácaKa,^ el mifmo aula de macar a fu ámai 
y a coda la gepce qqe fe lo eftpruaíTe: Xa Teño 
ra del coche , admirada , y temerofa de )q que 
vehia»hizo al cochero que (e defuiaíTe de alli al 
gun poco » y defde lexos fe pufo a mirar la r i« 
gurofaconcjeod^^en el difcqrfo de la qual,dÍQ 
el VizcaynQ vna gran cuchillada a donQuixo 
te encini9 de yn ombro $ por encima de la ro^ 
^ela, que a darfela fin defenfa , le abriera baf- 
ea la cintura^DQq Quíxoce que fintio lapefa* 
dumbre de aquel defaforado golpe » dio vna 
gran bo^,dÍM*endQ:0 feñota de mi ^Ima £)ol- 
cinea, flor de la^ermofura » focorred acfte 
vueftro caualiero.q por facisfater a la voeftra 
mucha bondad, en efte rigurcfo trance fe ha- 
lla. El de^irefto i y el apretar la efpada I y el 
cubrirfe bien de fu rodela 9 y el arremeter al 
Vizcayno» codofueenvncieippo» llenando 
decerminacion de aoencurarlo codo a la de vn 
íblo golpe . El Vizcayno que afsi le vio venif 
-concra el, bien entendió porfa denuedo fq 
•fotijc, 7 determino de hazec lo mefmo que 



Qmtotc de la Mancha. 9f 

áim Q^txoce: y afsi le guardo bkn cubierto 
de fu almohada 9 fia poder rodear la muía a 
vna>DÍ acorra par ce,qae ya de patocanfada» y 
ho hechaa remcjantes oiáetiás ».no podía átt 
in paíTo. Venia pues, como fe ha dicho , don 
(^ixoce contra el cauto Vizcayno, Con la ef 
l^iOa en alto^có determinación de abrirte por 
medio .: y el Vi2cayno le aguardaua anfí mt(* 
moslcuancada la efpada» y aforrado con fu al* 
mohada, y todos loscircunftances cftauan te 
mcrofos^ y colgados de lo que hauia defuce^ 
der de aquellos tamaños golpes Con q fe ame 
tiaiauan % y la reñqrá del coche» y las demás 
criadas rQ]/iis , cftauan hazicndo mil votos ^ y 
oíredmí enrosa rodas lasiniágínesiy cafas de 
deuocion de ETpaña } porgue Dios libra (le a 
raefcuderoi y a ellas^de aquel tan grande pe« 
ligro en que fe halláuan. Pero efta el daño de 
todo eflos que en efte punto» y terminó, dexa 
pendiente el autor defla hiftoria lelta batalla^ 
difculpandofe^ quenobülo maseícrícodef- 
tas hazañas de don Quixote , de las que áctá 
referidas» Bien es verdad, que el fegundo au- 
tor defta obra ^ no quifo creer que tan curio« 
fá hilloria eAnuieífe entregada a las leyes del 
oluido i ni que huuieíTen f;do tan ^oco curio'^ 
Tos los ingenios de la Mancha ^ que no tu^ 
vk^cn en fus archiuos^o en fus cfcritorios» al 
guuos papelestgue dcfle Samólo caualleto tía 

uffeu» 



Uffeti) y íifücún €fla im j^í nácion,no fe áttit^ 
' pero de hallar el fin defta apazlble htf- 
toriai el qual (ietidole el cielo fa^ 
ttor2ble>le¿halIo del modo - 
qacft'CoíitaraenIafe« . 
' : ' ganda Parte. 

(O 



• I 



^Ij^^^gjml^Qfiji^ 



íiii»eiíe 



éS¥9¿(ü^¿0í3<>dSV% 



.v; .i- 



' * m m 



é£6VM 



SEGVNDA 

PARTE DEL 

INGENIOSO HIDAL- 

go don Q^uixotcde la 

Mancha. 

GAfttxboMDfi SÉ CON"- 

cluye y da fin a la cítupeoda batalla que d 
gallardo Vizcayoo, y el ralifte Manchego 
taaicroib 

E XA M OS en la t>tinitra 
patte deíta hifloria>al valerofó 
Vizcayno iyalf.moródonQnf' 
xoCcj cotí las cfpadas altas, ydel^- 
nodas , en guifa de defcargar dos 
furibundos fendientes átales que fí en ItC- 
DoTe acercauaiiiporlo menos fe diuidiriíin. 
j'fienderiande arriba a baxo.yabfitisncoaio 
VDagranada:y que en aquel puto tan dudcfd 
pai'O) y quedo deílroncada tan fabrofá hiftdi 
ña Jia que nos dieflc noticia lii autot d6de (e 
[KHlriahalIar I o que dclla falcaua . Caiifomb 
cfto mucha pe fadumbrc , porque el gufto át 
túa leydo tan poeo/eboluia en difgufto» d6 
/ , , D?nfar 




^0 Primera parte de ¿óú 

pcnUt el mal camino que (e ofrecía , pira. h| 
llar lo mucho 4 a mi parece filtauade can fa- 
brofo cuenco* Parccícime cota tmpofsible^jl 
fuera de toda buena columbre »que atad 
buea cauillcro le hauícife faltado algua fa* 
hió que tomara a cargo él efcríuir fus nucic;! 
vidas hazañas^ cofa que do falto a rungüno d 
los caua I ieros andantesi de los que dizen laj 
gences que van a fus auenturas , porque cadl 
vno dellos tenia vño ^ o dos fabios como de 
inolde 4 norolaniéce»elcriuta fas hecKos»(ino 
que t)ÍQtauad fus mas midiáios penralttieatds 
y niñetíasipor masefeondidasquefuefleu. í 
tío auía deTer tad defdíchado tad buen caua- 
lleroi^ le falcafle a el lo que fobro a Placir^y jk 
ocros fcme]ante$. V ^f^i ^o podía inclídarme 
¡L creer que can gallarda hiftoria huuieíte qaft 
4ad9 madcayy eílropcada>y echada la'culpa 4 
kmaügíiidaJdel ciempoideuo ador,y cofa- 
midor de todas las cofas : el qual ) o la tenia 
OGulca , ocodfumida. Por ocra parte die pa- 
recía »qüe pues enere fus libros fe aüiait 
hallado tan modernos t como Defedgaño de 
cclos»y Ninfa s,ypafiores de Enares,que tad 
bien fu hiftoria deuiade fer moderda^yque 
yaque no eftQuie(reercrica>e(larjaea la me- 
moria de la gence de fu aldea » y de las a el U 
circuauexinasEíta imaginación me traya cd« 
Afo,y dcScQÍo,á^{9btt reaUy vcrdáderamé 

UjuidA 



i 



Quitóte dd ía Mjncluu 8i 

ie,toda la vida y milagros de nDcftro famofo 
£ípanol don Quixote de la Maticha^luí y e& 
t^cjo de la caualleríaManchega»y el primero d 
en nueftra edad,y en eftos cá calamicofos tic 
pos fe pufo al trabajo y exercicio de las au-* 
dantes armas^y al de dcsfazer agrauios/ocor 
rer biudas,amparar donzcllas, de aquellas q 
ai)dauan Con fus a^otessy palafirenes^y con to 
da fu virginidad acuefias» de monte en inócej 
de valle en va!ie : que fino era que algún fo« 
on i o algún villano de acha , o Capellma » O 
tiffin defcomunal Gigante las for^aua^ don-^ 
2clla huno en los paíTados tiempos^que al ca« 
bode ochenta años^^ en todos ellos no dur- 
mió vn día debaxo de testado , fe fae tan en« 
teta a la repu)türa,Como la madre que la auia 
parído.Digo pues que por eftos y otros mu* 
chos refpetosjes digno nuefiro gallardo Qui- 
tóte» de continuas y memorables alabanzas: 
y aun a mí no fe me dcuen negar por el tra- 
bajo y diligencia que pufe» en bufcar el fin de 
efta agradable hiñoria. Aunque bien fe, que ñ 
el cieloscl cafo,y la Fortuna no me ayudaran» 
el mundo quedara faltOj y fín el paíTatiempo 
ygufto que bien cafí dos horas podra tener, 
el que con atención la ieyere^PaíTo pues el ha 
liarla en efta manera, 

Eftando yo vn dia en el Alcana deTolcdoi 
llegó VQ muchacho a vender vnos cartapa^ 



9Í rVímera paite de doQ' 

cios 9 jTpapelcs vkjos a vn efcadero , yo 
foy Aficionado áleer^aunquc fean los pa] 
rotos de las calles ^ licuado deílatni nal 
inclinación» tome vn cartapacio de les qi 
macliácho vendía , y vile con caraderes 
conócifer Arauigo&Ypueftoqueaúqu 
conociaino los íabia leer, anduue miran 
parecía por allí algún Morifiro Aljamia 
los leyefle:y no fue muy diíicultofo hall^ 
cerprctercmeiate^puesaunqic bpfcarac 
ira mejor y mas antigua légua^Ie hallara 
fin la fu erre me deparó vno» q diziendol 
deíTeoiy poniéndole el libro en las mano 
abrió por medio > y leyendo vn poco en 
comentó a reyf» Pregúntele que de qi 
reya?y refpondiome» que de vna cofa qui 
nía aquel libro eícrita en el marge por an 
cion.Dixele qtietne la dixeiTe » y el fin di 
Ja rifa, dixo:Eftá ^como he dicho , aquí < 
margen efcrito efto: Efta Dulcinea del T 
fo, tantas vezes en efta hiftoria refifrida, 
que tuuo la mejor mano para Talar puen 
que otra muge r de toda.la Mancha. Qua 
yo ohí dezir Dulcinea del Tobofosquedé 
nito>y furpenfo, porque luego fe me rcprc 
to que aquellos cartapacios contenían I; 
íloria de don Quixote. Con efta imagina 
le di prieíTa que leyeífe el principio: y hazi 
doJo aísi, boluicododc ijmprouiÍQ el Ar 



Quiiioce de la Mancha. ^ i 

gpen CafteUanof díxo que dezia:Hifl:oria de 
don Qaitoce de ia M jncha » eícrica por Cido 
Hamcce Benengeiiyhiftoriador Araqigo.Muí 
chadifcrecio fue mencftc r para dirsunular el 
concento ^ reccbÍ9.quatido Legó a mis oydos 
d titulo del libro : y ralccandofele al federo» 
compré al muchacho todos los papcics,y car 
Cipacios.por medio real^que fí el tuuiera dif- 
crccioDsy Tupiera lo que yo los deíTeaua) bien 
1^ pudiera promeCer^y licuar mas de feys rea- 
les de la compra* Apárteme luego con el Mo 
rifco,por el clauftro de la Igleíia mayor» y ro 
gadc me boluieífe aqllos cartapacios» todos 
losq tratauá de don Qaixotescn legua Cafte 
llana»fin qultarles^ni añadirles nada,ofrecien« 
dolé la paga q el quiíieiíe.Cont^tofe con dos 
arrobas de pa(ías,y dos fanegas d trigo,y pro 
metió de traduEirlos bicn>y fielmente , y con 
macha breuedad.Pero yo por facilitar mas el 
negocio» y por no dexar de la mano tan bu¿ 
hallazg05le truxe a mi cafaydóde en poco mas 
de mes y medio la traduxo toda, del mefmo 
modo q aqui fé refiere» £{laua en el primero 
cartapacio pintada muy al natural labataüa 
de don Quixote coel Vizcayno , puertos en 
kmefma poftura qla hiíloría cuéta,leuácadas 
las efpadas^el vno cubierto de fu rodela» el o* 
tro de la almohada : y la muía del Vizcayno 
ti al viuo>4 eftaua moílrádo fer de alquiler a 



Sif Primera parte de don 

Ciro de balIefta^Tcnia a los pies.crctico el Vk- 
¿ayix) vn titulo que dezía : Don Sancho d^ 
AÍpctüiC¡úc íih dudadeuía de fer fu nombre: 
y a los pies de Rozínante eñaua otro que dc^ 
ziátDon Qaíxoce.fiftáoa Rocinante maraui*^ 
llüfamence pintadoitan largo, v tendido 9 taii 
atenuado y fíaco , con tanto rfpínaz'o tan et^ 
cocpfirénado.que nioñraua bien al defcubiér 
tócon^quanta aduercéncía y propricdad/e Id 
düía puedo el nombre de Kozinante.Iuntoá 
d eftaua Sancho Pá^a^que tenia del cabeflro 
ílix aího^ los pies del qual eftaua otro retd^ 
]6,que dcziá:Sancho ^ancas^y deuia de fer : ^ 
tenia a }o que moftraua la pintura^ la barriga 
grSde,el tal-e corto.y las 9ancas largas:y poc 
ello fe le dcuio de poner nombre de Pan^a»^ 
de 9ancas, que con eftos dos fobtenobres íc 
llama algunas vezes la hiftoria. Otras alga-* 
nasménudcnciasauiaque aduertir» perotó* 
das fon de poca importancia^ y qué^no hazcn 
al cafo a la verdadera relación de la hiOoria» 
que ninguna es mala,coniO iea verdadera. SI 
a efta fe le puede poner alguna objeción cer- 
ca de fu verdad > no podra 1er otra , (ino auer 
íido fu autor Araujgo,fiendo muy proprío de 
los de aquella nación fer mentirofos : aunque 
per fer tan nucílros enemigos antes fe puede 
efitendcr auer quedado falto en cÚ^ que de- 
mJiíuíáo. Y ahi me parece a m¡> pues quando 

^udve« 



Q^íxote^dc la Mancha* 8f 

paiicrz^y deuiera eftender la plumaicn lasa 
Jábanlas de can biicncauallcroiparece que 
deinduftria las.paíTa en íilcncio.Cora mai he 
cha» y peor peniadasauiendo » y dcuiendoTec 
los hiftoriadores puncuales,verdad^rusj y no 
nada apafsionadosiy q ni el inceres»ni el mié- 
doicl rMcor, ni ia afícion » no les haga torcer 
del camino dw la verdad.cuya madre es la hiG- 
toriaemula del tiempo, depoíico de las aftio . 
oes,teñigode lo paíTado, exemplo y auiío de 
lopcefente 9 ad acreencia de lo por venir. En 
efta fe que f¿ hallara codo lo que fe acercare a 
dcflearen la mas apazible;y íi algo bueno en 
tila fatcare»para mi cengo 9quc tuc poc culpa 
del galgo de fu autor i antes que por falta del 
fujcto. En fin fu fcgunda parce » figuiendo la 
traducion,comen9aua deftd manera. 
Pueltas»y Icuantadas en aito las cortadoras . 
eradas de los dos vaicroios y enojados com- 
batiente$»no parecía íino que eílauan amena - 
2ando al ciclo » a la tierra > y al abifmo^tal era 
el denuedo y concinente que tenían. Y el pri- 
mero que fue a defcargar el golpe, fue el coIc« 
rico Vi¿cayno;el qual fue dado co tanta fuer« 
fa>y tanta furia, que a no bolucrfcle la efpada 
en el camino , aquel folo golpe fuera bailante • 
para dar 5n a fu riguróía contienda, y a todas 
las auéturas de nuellrocaua!]ero;mas la bue- 
na fuerte qpjTA mayores coüs Je - tenia^ gu^^"^ 

f 3 dsidr 



9S Primera parte de don 

dado.torció la efpáda de fu contrario^de 

do^que aunque le acercó en el ombro yzq 

do» no le hizo otro daño que deEarmarle t 

aquel lado . licuándole de camino gran p. 

de la zelada» con la mitad de la oreja» que 

do ello con efpantofa ruyna vino al fuelo , 

xadoletnuy mal trecho. Valame Dios y < 

fera aquel que baenamete pueda contar a 

la rabia que entro en el coraron de nue 

ManchegOiviendofe parar de aquella man 

No fe diga mas fino q fue de manera , q fi 

^ó de nueuo en los eftribo$ 9 y apretando 1 

la efpada en las dos manos,co tal furia de(¡ 

gó fobre ei Vizcayno, acertándole de lien< 

bre la almohada, y fobre la cabe9ai que ííg 

parte tan buena dcfcnfa.como (i cayera fo 

el vna montaña, comenfo a echar fangre j 

las narizesiy por la boca>y por los eydos, 

dar muedras de caer de la muía abaxo.dc 1 

descayera fin duda^ fino fe abra9ara con el c 

lio : pero con todo eíTo facó los pies de los 

tribos , y luego foJtó ios brafos 9 y la muía 

pancada del terrible golpe, dio a correr po: 

campory a pocos corcobos dio con fu due 

en cierra. £ftaua(elo con mucho fofsiego i 

rando don Qaixote» y como lo vio caer, fa 

defit cauallo , y con mucha ligereza fe llegc 

el >ypontcndole la punta de la efpada en 

^^¡c éixo qut k riadicCfosfino ^It coica 



f t 



y le pidieran cü».---^fj^, 
,tUvidaaaqucfa«c 

;dad:Por cierto I ^^8 

y contento de *»«*[. ¿^J^ con- 

jaeefte cauaUejo me . ^^tfe 
?„gardclToboMpcU^^^,, 

oteíafinpa'^do^íoejédefovo 
.dcrttpattclefo«fl«,r'Harctria* 



$9 Primera parte de don 

YA en efte tiempo k aoia leuantada/ 
Sancho Panfa.algo maltratado de los 
mo9o$ de ios frayles,y auiaeftado at¿ 
toa la batalla de fu feñor don Qui« 
%^tc f y rogaua a Dios en fu corafon » fucile 
feruido de darle vitoria^ y que en ella ganaífe 
alguna ínfula de donde le hizieíTe Gouenia^ 
dortcatno fe lo auia prometido. Viendo puep 
ya acabada la pendencia , y que fu amo bohiia 
a fubir fobre Rozí nance » llegó a tenerle el ef« 
tribo: y antes que fubieíTe, fe hinco de rodillai 
delante del, y aliendole de la mano fe la befo» 
yledixoiSea vueftra merced feruido , íeñor 
don Qoixote mío, de darme el gouterno de U 
ínfula que en efta rigurofa pendencia fe ha ga« 
nado 9 que por grande que fea , yo me (iento 
con fuer9a$ de faberla gouernarst;)! .y tan bien» 
como otro que aya gouernado ínfulas en el 
mundo* A Iq qual refpondio don Qaixote: Ad 
uertíd hermano Sancho, que efta auentur?* y 
las a efta fcmejantf s, no fon auencuras de Iti" 
fulasifino de eucruzijadas 9 en las quales no fe 
gana otra cofa,que facar rota la cabera, o vna 
oreja menos.Tened paciencia, que auenturai 
(e ofrecerán donde no folamf nte os pueda ha* 
)Ker Gouernador,(ino mas adelante* Agrade- 
cioitlo mucho Sancho, y befándole otra vez 
]a mano,y la falda de la loriga , le ayudó afu- 
kjwfobxc Rozinante , y el fubio fobre fu afno» 



QliiTOte de la Mancha* ff9 

]rcomen9o arc¿;uir a fu feñor , que a paflb ci- 
r4do,fin defpedirfe, ni hablar nnas con Usdel 
coche «fe entró por vnbofque que alli junto 
cfiaua.Seguiale cancho » 2 codo el troce de fu 
Íumenco:pcro caminaua tjnt jRozinante^que 
viendofe quedar a trasilcfue forjado dar bo- 
zes a fu amo que fe aguardafle. Hi?olo ^ís i do 
Qqixocc 9 teniendo las riendas a RozinantCf 
halla que llegaíTe fu canfado ercudero»el qual 
en llegando le dixo:Parcceme feñor» que feria 
acertado yrnos a retraer a alguna Igltíia 3 que 
frgun quedó mal trecho aquel con quien os 
cooibacifiessno fera mucho que den noticia 
del cafo a la fanta Hermádad. y nos prcndaní 
y afc que fí lo hazen 9 que pri;nero que falga** 
mof de la cárcel que nos ha de fu dar él hopo* 
Caila^dixodon Quixote^y donde lias viüo tU| 
o ieydo jamas^que cauallero andjiícc ata (ido 
pQcftoante la julHcia , por mas homicidios q 
huuieíTe cometido, Yonofennda dcomcci« 
UosTcfpondio Sancho^ní en mi vida le cate a 
ninguno : folo fe que la fanta Hermandad tie" 
ne que ver con los que pelean en el campo , y 
eiieíTotro no me entremeto. Pues no tengas 
pena amigo , refpondío don Quixote , que yo 
te facaré de las manos de los Caldeosiquanto 
mas de las de la Hermandad. Pcrodime por 
tü vida , has tu viílo mas valcrofo cauallero q 
^(htn todo lo deícübJcrco de /a cierra ? Hai 

í / kydo 



90 Frímtrá parte dt doá 

leydo en hiftorias otro que tenga^ni aya ti 
do mas brío ea acometer y mas alieoro ei 
períeuerar , mas deftreza en él herir , ni c 
maña en el derribar? La verdad (ea 9 refp 
dio Sancho.que yo no he léydo niogona h 
ria jamas,porque ni (e leer.ni cCcríuir : ma 
que ofare apoitarjes^qoe mas atreuido ani 
vueílra merced , yo no le he fcruido en co 
los diasdc mi vida « y quiera Dios que el 
r.creuimientos , no fe paguen donde tei 
dicho. Lo que le ruego a vueftra merced, i 
fe cure 9 que leva mucha fangre de eíTa or 
que aquí traygo hilas» y vti poco de vngue 
blanco en las alforjas. Todo eíTo (íicra I 
efcufadoyrefpodiodon Quixote , (i a mi (e 
acordara de hazer vna redoma del balfii 
de Ficr2bras,que con fola vna gota,(é ahoi 
ran tiempo, y medicinas. Que redoma, y < 
balfamo es cfedixo Sancho Pan^a, Es vn 
famo, refpondio don Quixote 9 de quien I 
go la receta en la memoria > con el qua! nc 
ijac tener temor a la muerte,ni ay penfar i 
rir de ferida alguna.Y afsi quando yo le hj 
y te le de , no tienes mas que hazer » fino 1 
quando vieres que en alguna batalla me 
partido por medio del cuerpo (como muc 
vezcsfuele acontecer :) bonitamente la p: 
del cuerpo que huuieracaydo en el (uelc 
coa mach^ íotileza^ antes 0^^ la fangre fe 



ttuixote de la Manchad yi 

odras (obre la otra mitad que queda** 
. fílla» aduirtiendo de encaxallo ygual^^ 
y ál'yafto. Luego me darás a bcucr fo* 
; tragos del balfamoque he dicho,y ve 
iae£r mas fano que vna mangana. Sí 
idixo Panga^yo renuncio defde aquí eí 
lO de la prometida Infufa» y no quiero 
Ta en pago de mis muchos > y buenos 
$»fíno que vuefira merced me de la ré- 
elTc efíremado licor» que para mi ten-* 
/aldra la onga a donde qiiiera>mas de 
ales , y no he menefter yo ñas , para 
[la vidahenrrada > y dcfcanradamente 
de fáber aora » (¡ tiene mucha cofla el 
^ Con menos de tres reales fe pueden 
es azumbres» refpondio don Quixote* 
r de miireplicó Sancho ,pucs a que a- 
vueftra merced a hazeilc, y a enfeñar* 
alia amígOirefpondio don Quíxote , q 
sfecreros pienfo cnfeñarce, y mayores 
:s hazertc'.y por aora curemonos,que 
me duele mas de lo q yo quificra. Sa- 
lo de las alforjas hilias y vDgu¿to:mas 
don Quixote llegó a ver rota fu ce* 
nfó perder el juyzio^y pueda la ma* 
efpaáaj algando ios ojos al cielo, di« 
i|^ juramento al criador de todas las 
a los (antos quatro Euangelios dodc 
'^mSte cfíi cCcrítoSfíát hazte la vida \ 



gz Primen parte de don 

hizo el grande Marques de Mantaa 9 qoando 
juro de vengar la muerce de fu fobríno Vaú 
douinos j que fuesde no comer pan á roante- 
les>ni co fu muger folgariy otras cofas , q aun 
que dellas no me acuerdo , las doy aqui por ' 
expre(Tadas>Iiaíla tomar entera venganza átl I 
que tal defaguifado me ñzo. Oyendo eQo ] 
Sanchojle dixo. &duierta vueftra merced 9 fe- ; 
ñor don Quixote, q ii el cauallero cumplió lo ' 
q fe i e dexo ordenado9 de y ríe a prcfcncar an« \ 
te mi fcñora Dulcinea delTobofo , ya aura ' 
cüplido có lo q dcuia» y no merece otra pena» ; 
fino comete iuieuo delito.Has hablado» y a- 
puntado muy bicn,rerpondio don Quixotef y 
afsi anulo el juraméco>en quáto loq tocaa to 
mar del nueua^venganfa: pero hágale 3 y con 
ñrmole de nueuo, <ie hazcr la vida que he di- 
c(io,haíla tanto que quite por fuerza otra ce- 
lada, tal, y tan buena como eíla^a algún caua« 
llero- V no picnics Sancho » que afsi a humo 
di pajas hago eílo>que bien rengo a quié imi* 
tar en ellp.quc eflo mcfiTio paílb al pie de la 
letra fobre el yelmo de Mambríno , que tan 
carolecofto aSacripante. Que de al diablo 
vucñra merced tales juramentos , feñor miO| 
replico Sacho, q fon muy en daño de la Talud» 
y muyen per;uyzio déla conciencia* Sino 
dígame aora > íi a cafo en muchos diás no co- 
pdaios hombre armado 9on celada, q hemos 



Quixote de la Mancha. 93 

dchazer » ha Te de cüplir el juramento , a deC- 
pecho de cancos ínconuenientcsi e incomodi- 
dades 9 como fera el dormir veftido , y el no 
dormir en poblado, y otras mil penitencias q 
concenia el juraméto de aquel loco viejfo del 
Marques deMantua,q vueftra merced quiere 
rcoalidar aora?Mire vueñra merced bié,que 
por codos eftot caminos no andan hombres 
armadosyíino arrieros^y carreteros^q no folo 
no craen celadas^pero qui^a no las han oydo 
nombrar en codos los dias de fu vida* Enga- 
fiaftc en eíTo^díxo do Quixocetporq no aure- 
mot eftadd dos horas por cfias cncruzi/a- 
dasiquando veamos mas armados que los q 
vinieron fobre Albraca.a la conquiñade An* 
getíca la Bella. Aleo pues^fea afsiydíxo Sáchot 
y a Dioy>ra2ga qac nos fuceda bien,y que fe 
llegue ya^^ciempo de ganar efta Iníula q tm 
caram¿ 
dicho Sancho 

guno»q quádo faltare Jnrnla,ay efláei Reyno 
de Dinamarca 1 o ^1 de Sobradifa.que ce ven« 
dran como anillo al dedo> y mas ^ porfer en 
cierra firme te dcues mas alegran pero dexe* 
mos cfio para fu t¡épo,y mira fí traes algo en 
eflas alfor/as q comamos,porque vamos lue- 
go en bufca de algún caftiilo donde alojemos 
cfta noche>y hagamos el balfamo q te he di- 
cho^porqueyoce voroa JD;o5;g me va doUeti 

do mu- 



^razga que nos luceaa Dien,y que ic 
^ay^empo de ganar efta Iníula q tm 
' crofrJjj^.mi^gggme yo luego. Ya te he 
ancho , qucTTO te de eíTo cuy dad o al- 



f^ Primeraparce cíe doa 

do mucho la oreja. Aquí crayo voacebo}Ia,y 
vn poco de quefo» y no fe quStos mendrugos 
de pan»dixo Sancho » pero no ion manjaros 4 
pertenecen a can valiécecauallero como vae- 
fira roerccd.QíiC mal lo entiendesirefpondia 
do Q£ÍxQCe:hagoteraber Sancho^q es honra 
de los caualleros andantes > no comer en va 
mes»y yaque coman,¿a de aquello q hallare 
mas a mano:y efto fe ce hizieradcrto , (i huuie 
ras leydo caneas hiftoriascomo»yo,q aunque 
ha íído muchas» en todas ellas no he hallado 
liecha relación de que los caualléros andátes 
comieíTen.íino era a cafo.y en algunos funcuo 
fosbanquetesqueleshazifisy-Iosdemasdías 
fe los paíTauan en íioresT aunque fe dexa ea 
tender, que no podían paliar fin comer 9 y (iti 
hazer codos los ocros meneíleres nacuralcs, 
porq en efcco eran hombres^ como libíotros» 
hafe de encender cábien^que andamlb lo mas 
d^I tiempo de fu vida por las iloreftas , y def« 
poblados5y fin cozinero,qoe fu mas ordinaria 
comida feria deviádas rufticasjtaks como las 
que tu aora me ofreces. Aifs q Sacho amiga 
no te cógoxe 1 o q a hii me da gufto , ni qrras 
tq hazer mundo nucuo, ni facar la caualleria 
ándate de fus quicios. Perdóneme vueftra mer 
ced, dixo Sancho , que como yo no fe lecr,n¡ 
cfcreuir,como otra vez he dicho » no fe ni he 
4»vdoM Jas reglas á laptofefsio cauallerefca: 



;r otra cofa fino efas frucas que dizcs 
I mas ordinario fuftenco deuia de 1er 
de algunas yeruas q hallauá por los 
>que cUos conocian,y yo Cambien co- 
Firtüd es^refpondio Sancho » conocer 
raas^que fegun yo me voy imaginada 
ia fera meneíler vfar de e0e conocí'» 
Y Tacado en cfto lo que dixo q trahía,^ 
in los dos en buena paz , y compaña» 
(Tcofos de bufcar dode alojar aquella 
cabaroo con mucha breuedad fu po- 
iSL conüda.Subieron luego acaualloiy 
iprieía por llegar a poblado antes q 
;icíre;pero faltóles el fol > y la efperan^ 
ranear lo que deíTeauanyjunto a vnas 

!e vnos cabreros. v afsi deferminArnn 



ff6 Primera parte de ion 

CAP. Xí. DE LO QVE LE í^ 

cedió a don Quixoce con vnoscabrcro$« 

FVc recogido de los cabreros con bueil - 
animo y aaien Jo Sanchojo mejor qut ^ 
pudo,acortiodado a Rozinante , y aftt 
)umenco> fe fue eras ei olor que dclpe^ "^ 
diS de fí cicrcov caflajos de cabra, q hiruiéda ■ 
al fuego en vn caldero eílauá^y añque el qol' 
íiera en aquel mefmo punco, ver fi eftaoan eií S 
faz&detrafladarlos del caldero al edomagc^* t 
lo dexo de hazer , porque los cabreros loi Tj 
^quitaron del fuego , y tendiendo por el fuelcr - 
vnas pieles de oueías, aderezaron con mucha . 
prieíTa fu ruftica mcía,ycómbidaron alof 
dbs con mueftras de muy buena voluntact- 
con loque tenían.Sentaronfe a la redonda de 
las pieles feysdellos» que eran tos que en la 
xna/ada auia : auiendo primero con groíTeraf 
ceremonias rogado a don Qjixoc? que fe 
íentaíTc fübre vn dornajo qu*. bueltodclre-f 
ueslepufieron.Scncofe don Qaixt>te3yquC' 
dauafe Sancho en pie para feruirle la copa» 
que era hecha de cuerno ¿ Vi ^ndole en pie fa 
&mo,fe dixo : Forc|ue veas Sancho el bien 4 
en í¡ encierra la andante cauallcria , y qaan t 
pique cftan los que en qualquirramimfterio 
dcllafc excrcífan , de venir brcuemcnce afee 
honrados, y eíiíaiadcs del mundo ^ quiero 



J 



Qgtxote de U ÍÁMchU ^f^ 

qai t mi lado^ y en compañi« dcfti bue* 
ice ce fieoces» y que Teas viia mifina co£| 
^,que foy tu amo^y oacural feñotiquc 
e eo mi pIaeo>y beuas por donde yo be-» 
porque de la eaualleria andante fe pne- 
sir lo mefoio que del Amor fe dizc» que 
las cofas yguala.Oran mercedidixoSl 
pero fe dezír a vneftra merced » que co* 
» cnníeffe bien de comer ,cambíeo>y me« 
e lo comería en pie>y a mis folas, como 
io a par de vn Emperador. Y aun (i va 
ir verdad » mucho mejor me (abe lo qua 
i en mi nncon,{in mclindres9ni refpetot # 
ae fea pan y cebolla 9 que los galHpauoa 
ras mefas donde me fea forcoílb maíbe 
do ,beaer poco . limpiarme a menü^c;» 
omudar^nicofer (i me viene gana^ni ha* 
eras cofas que la folcdad , y la libertad 
confígOé Afsi que fcñor mío» eftas hon- 
[ vueftra merced quiere darme . por fef 
Lroiy adérente de la eaualleria andante* 
I lo foyiíiendo efcudero de vuefira mer^ 
conuiertalas en otras cofas que me (ean 
is comodo^y prouecho^que eftas ( aun4 
>y por bien reccbidas) las renuncio para 
: aquial fin del mundo* Con todo eíTo 
I de fentar , porque a quien fe humilla* 
le cnfal9a , y afiendole por el bra90 , Ic 
9aqua.)ai](pa tí íc fcnaffcé No en« 

Q tcti^ 



ilft Primera parte de doit 

tetidian los cabreros aquella gcriggnyi:;fli' 
' ¿fcuderos^y de caualteros andantes, y qó htf 
adán otra cofa que comer y callar , y mirara ¡ 
fiís hue(pedes,quc con mucho donayre y g^ j 
na embahulauS caflfajo como el puño.Acaba . 
do el feruicío de carncstenditiron (obre lana i 
leas gran cantidad de brllocasauellanadas» jr i 
funcamente pufieró vn medio quefo^mas^dar : 
ro que ñ fuera hecho de argamaíTa.No eftami 
en efto ociofo el cuerno» porque andana a la ¿ 
redonda tan a menudo ( ya l-eno , ya^va^io) ~ 
eomo arcaduz de noriay que con facilidad vif 
KÍo vn zaque, de dos que eftauan de manificA 
to« Deipues que don Q^ixoce huuo bienfii* 
físfecho fu cftomago,tomó vn puño, de bella 
tasen la mano»/ mirándolas atentaméce» (bt* 
tó la boz a (emejantes razones:Dichora edad» 
y fíglos dichoíbs , aquellos a quien los anti' 
guos pnfieron nombre de dorados» y no por* 
que en ellos el oro ( que en efta nuefira edad. 
ic hierro tanto reeffima)fealcan9a(recQa' 
quclla venturofa fin faciga alguna , fino por* - 
que entonces los que ea ella viuían, ignorauá 
eftas dos palebrasdeTuyo^y mio.Eran eoa 
quelh Tanta edad todas las cofas comunes»! 
nadie le era neceíTario para alca9ar fu ordina- 
rio füilenro tomar otro trabajo,q al^ar la mt , 
no, y alca9arle de las robuftas enzinas q Itbe« , 
ra/meacc les cílaaan cdbidaodocoa fiídulcc j 



QaintedelaMancfatJ ¡^ 

^lasonailo íratOéLas claras fueDCes,3r corri&- 

bií^rioficn magnifica abundancia ^ íabrofas^y 

nu^arentes aguas les ofrecían. En las quie« 

iéas de las peñasjen lo hueco de los arbolctf 

ovmauanfu república las folicicas ydifcreta» 

be|as,o(rcciendo a qualquieramano » fin ifi« 

pret á'gunOyla fértil colecha de fu dufcirsimo 

kaba|o* Los valientes alcornoques defpedíS 

te fi y fin otro artificio que el de fu cortcfia» 

bfl ancjias y liuianas cortezas , con que fe co« 

neniaron a cobrislas caías fobre rufiicas cT-; 

acasítidScadas^no mas q para de fenfa de las 

clemencias del cielo. Todo era paa cncon-» 

esytodoamiílad 9 todo concordia : aun no fe 

uiá atreoido la peíada reja del corbo arado 

abrir m vífitar las entrañáis píadoTas S nueCt 

a primera madre^^ ella fin fer for9ada oítc* 

iportodas tas partes de fu fértil, y eípacio- 

(eno,loque pudieíTe hartarsfuftentariy de^ 

tar a los hi}ós ^ entonces la pofleyan.finta 

{i,q andauán las (implesiy hcrmotas zaga 

s de valle en vallcjy de otero en otero, en 

fa,y encabelloifin mas venidos de aque- 

4 era meneflcr para cubrir honeftaméte, 

ue la honeftidad quiere^y ha querido fie 

]U€ r& cubra , y no eran fus adornos de 

leaora fe vían 5 a quien la purpura de 

• y la por tantos modos martirizada fe- 

)UecS/6eo ác a/gaaas bojosát verdet 

G a toT?%*> 



:i^ Primera par te de don 

lampazos »y yedra» entrctexidas^coo loqué 
quilla yuan can pompofas y y compucftas#co¿ 
túo van aora nueftras corceíanas » con las ri^ 
ras y peregrinas inuenciones > que ia cnriofi* 
dad ociofa íes ha moftrado. Entonces fe dc« 
corauan los concetos amorofos del alma>(¡lb? 
pie» y fenzíllamcnte 9 del meímo modo y ín¿- 
neraqae ella losconcebiaiíin buicar attiíicícH 
fo rodeo de palabras para encarecerlos. Nb 
auialañaude>ei eDgaño>ni la malicia^ meacll 
dpfe con la verdad 9 y Uaneza/Lá juftíciá fe e< 
íiaua en fus proprios cermínos^Hn que la p^if 
fen turbar ,ni ofender los del £iuor »y los del 
intcreíTe^que tanto agora la menofcaban^tiír* 
ban»y per(iguen.La ley del encaxe , aun doft 
auia íentado en el entendimiento deiluea^ 
porque entonces no auia que juzgar, ni quiedi 
tueíTe )uzgadoyjLas Donzellas $ y la honefii- 
dad andauan, como tengo dicho , por donde 
quiera » fola»y feñora 9 fín temor que la agena 
defemboltura , y lafciuo intento íe menofca^ 
baíTen^y fu perdício nacida de fu gufto^y pro* 
pria voluntad. Y acra en efíos nuefiros dece^ 
fiables (iglos,no efta fegura ninguna » aunque 
la oculte , y cierre otro nueuo laberinto ^co* 
tno el de Creta,porquealli por los refqui' 
cios , o por el ayre y con el zelo de la maldita 
foiicítud, fe les entra la amorofa peftilencja>y 
Jes AázcdMTcd todo [a rccogiaúéco al trafte* 

?atJL 



Q^íxote de la Mancha# Vo? 

cayáregurídad, andando mas los tíem- 
y creciendo mas la malicia » fe infticuy 6 
lea de los Canalieros andanceSipara de* 
:clasdonzeUas»amparar las bia.das>y.(b- 
T a los huérfanos » y a los mcnefterpíps. 
i orden foy yo , hermanos cabreros lá. 
igradezco d agaíTajpiy baeb acogímieii* 
e hazeys a mUy a mi ercudero:qiie aun* 
iqr ley nitural,cftan todps los que viueo 
;ados a fauorecer a los Caualleros ándaá 
>da via» por faber que fin faber vofotroi^ 
obligación » me acogíftes , y regalaftes,es 
1 % que con la voluntad a mi póísible ^of 
Irzca la yp.eftra. Toda cRa larga arenga 

Í>udiera muy bien efcúfar ) dixo nuefíro 
lero.porquc las bellotas que le dierot^ 
ixero a la memoria la edad dorada:y aní^- 
:le hazer aquel inútil r a zonamiéto a lo^ 
:rpS}que (in refpódcUepalabra.embobá- 
¡^(urpenfos leeftuuieron ercucbando.Saa 
tfsi mcfmo calla uaiy comia. bello tas^y vi; 
amny a menudo el fegundo zaque.q por 
feenfriaíTc el vino,lc tenian colgado de 
cornoque.Mas tardo en hablar don Qm 
I que en acabarfe Ja cena : al fin de la qual 
le los cabreros dixo: paraq có mas veras 
la vueílra merced dezir , feñor Cauaílerb 
inte^que le agaflajamoscon propta y bac 
>]uatjd,gucrewosddrle folu^y conteto» 

G3 con 



*iᣠPrimera ptrce de dófl 

con hazerqne cante vn compañero nueílroi 
que no cardará mucho en eftar aqui : el qnal 
es vn zagal muy entendido » y muy enamora^ 
do^y que fobre todo fabe leer ^ y efcnuir ^ y et 
muíico de vn rabel » que no ay mas q deíTear; 
Apenas auia el cabrero acabado de dezir 
^eílo , quando llegó a fus óydos el fon del . ra-* 
beUy de allí apoco llegó d que le tañía » que 
era vn mofo de hafla veynteydos años, de 
imuy buena gracia^Preguntaronle fus compa* 
fierosiíiauia cenado , y reípondicndo que íu 
el que anía hecho lo» ofrecimientos , le díxo: 
De eí{a manera Antonio » bien podras hazer* 
nos plazér de cantar vn poco , porque vea ef- 
te feñor hueíped , que tenemos aauí también 
por los montes > y feluas quien lepa de mur 
fica. Hemos le dicho tus buenas habilidades* 
ydeífeamosquelas mueftres ,y nos faque$ 
verdaderos : y afsi te ruego por tu vida s que 
te íientes y cantes el Romance de tus amo- 
res 9 que te compufo el Beneficiado tu tio» 
que en el pueblo ha parecido muy bien. Que 
me plaze , refpondio el mo9o , y fín hazerfe 
mas de rogar, fe fentó en el tronco de vna 
defmochada enzina, y templando fu rabel , dp 
alli a poco con muy buena gracia , comentó a 
canvir,dizíendo dcfta maneta» 



k^TO- 



rquc le que erc« Zabida, 
«1 quemequieres me afírmo, 
^e nunca fue dcídkhado 
\mot que fue conocido. 
1 es vcrdad»qHc cal vez, 
>lallfl,me has dado indicio, 
^ecicncsdebronzecl almaJ 
clbiancopcchodenfco 
alia entre tas reproche¿ 
nonefiífsímos defuios, 
al vez Iacfperan9a mucftfa 
i onlla de fu vcftido. 
ílanyafe al feftuelo 
í fef que nunca ha podido, 
I menguar por no llamado, 

I crecer rtnr «A>»,.: j» 



lo4 trímera partedc^bv 

Fortalecen mi partido» 
Porque (i has mirado en eUot 
Mas de vna vez auras yifkOf 
Que me he; veftídoien ios JLoneSf ' 
Lo que me honrraua el Domiñ|a# 
Como el amorsy lagala 
Andan vn mcfmo camino» 
En codo tiempo a tu» o jos 
Quife moftrarme polido, 
Pexo el baylar por tu caufa. 
Ni las muíicastepintOy 
Que has efcuchado adeshoraf i> 

Y al canto del gallo primot 
^o cuento las al jd>an9a$» 

Que de tu belleza he dicho. 
Que aunque verdadera» I ha^en 
Ser yp^e algunas mal qQÍfto#' 
Terefa del Berrocal) 
Yo alabandote^me díxOf 
Tal pienía que adora vo Ángel» : 

Y viene a adorar a vn ximÍQ» 
Merced a los muchos dixesi 

Y a los cabellos poflÍ209¡» 

Y a hipócritas bermofurasi 
Que eogaña^al amor miiímot 

Pefmentila>y enojofe^ 
Boluio por ella fu primo» 
Pefafiome^y ya Tabes 
1.0 que yo híze^y fl h)zo^ 



cuello en ta^amella^ 
como pongo el mió» 
3,derdeáquiiuro 
(anto mas bendito, 
falirdeftas (ierras» 
ara Capuchino. 

lo dio el cabrero fin a (li canto » y 
dóQuixote le rogó que algo mas 
^ lo coofihtio Sancho Pan^a » por^ 
ñas para dormír^que para oyr caá 
i dixo a fu amo : Bien puede vuef- 
icoinodarfe defdc luego $ a donde 
rfta noche » que el trabap q eftos 
ibres tienen todo el dra,no permi- 

n l^t nneh^m rat%r±f\An YsL re en>- 



iéé Fri(»era parte de dot»: 

velando qu e d urmiendo» P«ro con todo dl¿l| í 
feria bien Sancho » q me bueluas a ettrar cfl^ t 
oreja^q me va doliendo mas de lo que es nieM ¿ 
nefler.Hizo Sancho lo ^ fe ie mandaua, Y vif t 
do vno de los cabreros la herida, te dixo^qott' t 
ño tuuíeíTe pena» q el pondt ia remedio cob^ u 
facümenre fe fanaíTcY comando algunas ho^ 
jas de romerosdc mucho qnc por allí áüia»las 
mafcó^y lasmczcló con vn poco deíals y ^Is* ' 
candefelas a la oreja , fe la bendó mny bien at 
fcgarandole,que no auiamcneftcr otra medi« 
cina^y afsí fue la verdad. 

CAP. Xir. DE LO OJiTE CpN- 

' tóvn cabrero a los que cftauan condón 
Quizóte. ' 

• 

Estando en cfto , llegó otro mo9o dt 
los que les trayan del aldea el baftí- 
mentOiy dixo:Sabey$loquepaflraeii 
el lugar>compañeros?Como lo pode* 
mos faber» refpondio vno dellos. Pues fabcdf 
profiguio el rao^o, q murió efta mañana aql 
famofopaftorelludianre , llamado Grífofio- 
mo,y fe murmura que ha muerto de amores 
áz aquella endiablada niofa de Marcela ybl 
hija de Guillermo el rico , aquella que fe an- 
da en habito de paftora por cflbs andurria- 
le«. Por Marcela dirás » dixo vno ? Por eib 
d^o,rcrpoúdioú cablero % Yes lo buenoi 



Q^xoce de laM^ncItíC 9of 

indóen Tu teftamcnto, qae leeDCcrraf* 
:lcafnpo , como íi fuera Moro , y quo 
ie,de la peña 4(>nde eftá la fuente del. 
)que:porque fegun es fama » y el diwn 
dixo , aquel lugar es adonde el la vio 
TÍnaera.! cambien mandóotras cofas 
|tte los Abades del pueblo, dizen que 
la de cumplir , ni es bien que le cum* 
otqttc parecen de GentileSi A codo la 
refponde aquel gran fu amigo Ambro- 
ftudiante, que cambien fe viftióde pa- 
n el , que fe ha de cumplir todo fin (al- 
la>coino lodexó mandado Grifofto^ 
fobre efto anda el pueblo alborocado, 
[o*que fe dize en fín/e liara lo que Am* 
y codos los paRores fus an;igos quie« 
mañana le vienen a enterrar con gran 
i » a donde ccngo dicho. Y cengo para 
: ha de fer cofa muy de ver , alómenos 
lexaré de y r a verla, fí-rupieite no bol- 
iñana al loganTodos haremos lo mef* 
pondieron loscabreros, yecharemos 
quien ha de quedar a guardar las ca« 
; codos«BíeD dizes Pedro«dixo aunque 
.menefter vfar deíTa diligencia» que yo 
edare por codos;y no lo acribuyasa vir 
a poca curioíidad mía, fino a q no me 
iidarel garrancho que elocrodiame 
íkpké Coa todo eáo telo agrada. 

ccmos 



]of^ iPritnera parte de ¿M 

cemós^rerpondio Pedroi Y don Qnlicbce f 
gó a Pedro le dixeíTc.que muerto era aquel 
que pallora aquella. A lo qual Pedro rcípo 
dio, que loque fabia era>que el muerto era i 
hijodalgo rico , vezino de vn lugar que eftai 
en aquellas (ierras>el qual auia fido eftudia 
te muchos años en Salamancas al cabo de 1 
qualeü auia buelco a tú lugar, con opinión < 
muy fabio^y muy leydo. Princípalme te dezi 
que fabia la ciencia de las eftrellas, y de lo q 
paflan alia en el cielo el fol , y la luna : pórq 
puntualmente nos dezia el cris del lo! y dé 
luna.EcIipfe fe llama amigo,que nó cris, el i 
curecerre eíTos dos luminares mayores sdi 
don Qnixoce. Mas Pedro , no reparando 
niñerías > proíiguió fu cuento , diziendo: A 
menno adéuinaua » quándo auia di fer el ai 
abundante >oeñif. Elleril quereys dezir ar 
go,dixo don Quixote. Eflieril ^ o eílil > refpc 
dio Pedro , todo fe Tale alia. Y digo , ^ue c 
eilo que dezia, fe hjzieron fu padre, y fus aci 
gosque le dauan crédito , muy ricos , porq 
hazian lo que el les aconfejaua , diziendo 
Sembrad efte año ceuada.no trígo;en efte 
deys fembrar gañíanlos, y no cenada : el q 
viene fera de guilla de azeyte: los tres fígui< 
tes no fe cogerá gota. tíTacienciaTelian 
Aftrologia , dixo don Quíxote. No fe yo ( 
mofcUámsL replico Pedco ^ mais Ce que to 



QgñptedelaManchtt^ $09 

na^yaun fiias.FinalFn€9te»nopa(raro(i 
s íBcreaddpncs q vino de Salamanca, 
> vn día remaneció vcftido de paftor, 
ganado y pellico , auiendofe quitado 
dcos largosx]ue como efcolar craya , y 
tente & vifiio con el de pafipr , otro (u 
ím^o llamado Ambrofio» q ve auia fi- 
OBipafieroenlósefladioi. Olnidaua- 
e cíezircomo Grifoftomo el difunto» 
nde hombre de compoper coplas^tan^ 
el hazia los villancicos para la noche 
iíniento del Señor» y los au(os para el 
Dios,q los reprcfentaualosojofosde 
»pueblo,y todos de2ian » que eran por 
u Quando los del lugar viei;^n can de 
ufo vcfiidos de paftores a los dos cico 
Qcdaron ádmiradosty no podiá adiui^ 
caufaque lesauja moujdoa hazera« 
Can eftraña muda 9a. Ya en efie tiempo 
erto el padre de nuefiro Griroílomo, 
edó heredado en mucha capcidad de 
Ja»aníi en muebles ^conio en rayzes^jr 
»eqaeña cantidad de gañado^mayor»; 
9 y en gran cantidad de dineroside tó« 
ual quedó el mo^o feñor defoluto , y 
lad que todo lo merecia) que era muy 
3mpañero,y caricatiupj amigo de loa 
I f y tenia vna cara como vna bendi^ 

PffpHcs Scmo M cjirrader ^ que ci 

aacrft 



\ 



ít6 Prímeraparte dé do» 

auerfe modado de era je,no auia (ido ^fs^MI 
cofa.q por andarfe por eftos deípoblado^^oa 
posdeaqucilapat^oraMarceiajqué tmeñtm 
aagal nombró deaantes,de la q uat fe aüia enáí - 
morado el pobre difunto de GriToftomo^rlfr j 
quiero os dezir aora t porque es bien que h» 
fepays quien es efta rapaza > qui^a, y auíh fir 
qui^a , no aureys oy do feme/ante coia en co^ 
dos los días de vucftra vida , aunque viutyii 
mas años que Sarna«Dezid Sarra^ replicó é& 
Quixoce , no pudiendoíufrir el trocar de lor 
vocablos de] cabrero.Hartó viue la Samá,cc( 
pondio Pedro i y íi es feñor que me aueys dci: 
andar ^aiieriendp a cada pa(fó ios vocablosi' 
no acabaremos en vn añOé Perdonad am^o^^ 
dixo dodQaixote>que por aoer tanta diferon 
cia de farna^a Sarra 9 os lo dixe , pero vos réf^ 
pondiftes muy bien,porque biue mas la farnft 
que Sarra » y profeguid vueftra hiftoría , que 
no os replicaré mas en nada* Digo pues sfc* 
ñor mió de mi alma^ dixo el cabrero , que eoi. 
Dueftra aldea huuo vn labrador>aun mas rico 
que el pade de Grifoílomo , el qual fe llama- 
na Guillermojal qual dio Dios,amen delaa 
muchas y grandes riquezas, vna hija decuyo 
parto murió fu madrc^que fue la m as honrra« 
da muger que huuo en todos eftos contor^ 
nos : no parece (ino que aora la veo con a- 

^ucJJa cdra, qoedcl va cabo um d Sol »« 



yuujerino,aexancio a tu hija íuarceía mu- 
jia,y rica, en poder de vn cío Tuyo Sacer- 
:, y beneficiado en nueflro lugar. Creció 
ña con canea beilezaique nos bazia acoc- 
le la de fn madre^que la cuuo muy gran^ 
y con todo efto Te juzgaua que le ama do 
ir la de la hija. Y afui fue.qae quando üe- 
,cdad de carorze a quinze años * nadie U 
ii»a«que no bendezia a Dios que tan her> 
á U ania críado,y los mas quedauan ena- 
'ados,y perdidos por ella, Guardauala fu 
OR mucho recaes, ycon mucho cncer» 
íeneo : pero con todo eíto , la fama de fu 
ihafierntoAiraife cdcdio de manera , q aT- 
r cUaiComo por fus muchas riqonaf , oo 
9ft£te delosde nueAropucblo,(inode loi 



•1 



pi Crittíenpartedc4ofí' 

la mo^t dilatand0fQ cafamívqtO' l^afeifH|> 
fe dixo efto CD mas de vn corrillo end pii^i 
bloyenalabanga de) bueiiSacerdpte.Qge ípá^ 
ro que fepa feñor andancc^quc en cílos tagft^ 
res coreos,de todo fe traca, y de coda b AJÚif 
snura.Y tened para voSiCoaiOi yo tengo faisií:' 
mi,qae deoia de fer demafiadamfte biMooife 
Clerígo.queoblígaa fus feligrefesaqaedl|^; 
bien deliefpedalmente en la^ aldeas. AfsieAU(- 
¥erdad,dixodon Quixotety p^ícgtiid a4d||% =< 
te.qae el cuento es muy bueno,y TOsimrBft i 
uto le contayscon muy buena gracHu LftdM I 
Señor no me faltCi que es la que haze alcaiiá j 
Yen lo demas,iabreys9qtte aunque el tlo<{iniif 
poniaalafobrina^y ledezia las calUadcs^i; 
cada vno en particular , de los muchos q-fát 
muger la pedían » rogándole que fe caíafle» if^ 
dcogieífe a fu gufto i jamas elU relpondioo* 
tra cofa .fino, que por entonces no quería ou 
farfe , y que por fer tan muchacha no fe tctíát 
hábil para poder Ueuar la carga del matr¡mo4 
nio. Con eftas que daua^al parecer j uftas eftw 
fas.dexaua el tío de importunarla» y efperaut 
a que entraífe algo masen edad^y ella fu{rieCt 
fe efcóger compañía a fu gufto« Porque deds 
cl,y deaia muy bien^q no auian de dar los pá^ 
aires a fus hijos eftadocotrafu volutad« Perd 
fcefitlo aquí,qnando no me cato, q remanece 

fmdiáU oidiadrúíaMaccclaihccha pafloraqr 



x>»y fl»WdMbif a fe ia9;«t <kií(^ll|ífri9to 

¿poe(filjMaii4»o«^¥lKl4«i«« 9B»í$i» 
kacuMH^c dfi9Qfti^.cfatQllAI«rvyia 9<lf9 

klli3ii«]0{Dabaidc:rt«¡^ 
tBsart tíQfii(^:y jial i|:yígi}aucia ,con qu$ 
poíl íbiipMrjtfqtie 4c quantos ja íirueii 
áfiBoi^niogmioíobaalabado ^ ni ^on ver- 
idfipÁífk ^tabaj^que lie aya da<k>a]gunf) 
t&pd^eiaa;aid«;:ilca9ar/uxie(rep^ Quk; 
cjcqíqp no buf^tjni&^q^iHaík }a coinpa 

¿iimitíadQndbJbíMptfA^^ ^ratá 

lí^fsasiíiigiüjlltfBctn^éiCQ^Uf ganda a defca 
iiifitédQa?qmJqliifir<^¡d)ell0S9aunque fed 
U^Vi^tnttQecim^hkdAljtiatrinftonio, Io$ 
cdéfi consiaconlviin frabucov V con eftai 
taidípaoqdkioá haM^mas .daño cn.eftai 

i|4 fiptoirV^r/íAcftt il^íiiíSftSJ» J?«^A 



XT4, Primera parte de don 

fu afabilidad) y hermofura) atrae los coraje»? 
nesde los que la tratan a feruirlaj a atnarlaí 
pero fu defdeD > y defengaño , los conduze a 
términos de defefperarrc : y afsi no fabcn qae 
dezír.Ie)firjo llamarla a bozescrueij ydcfagra 
decidajcon otros tíralos a eñe femejáte$,c|ue 
bien la calidad de fu condición manifielian 
y (i aquí eiluuieíTedesrcñor algfi díajveríades 
reibnar eftas fierrasiy eflos valles, con los la-* 
montos de los defengañados q la íignen.No 
eftá muy lexos de aqui vn íitio,donde ay cafi. 
dos dozenas de altas hayas, y no ay ninguna» 
^ en fu lifa corteza,no téga grauado, y corito 
el nóbre de Marcela,y encima de alguna, vna 
corona grauada en el mefmo árbol ,como ir 
mas claramente dixera fu amátcque Marcela 
lal!eua,y la merece de toda la hermofura 
humana. Aquí fnfpíra vn pador , allí fe quexa 
otro, acullá reoyenamororascancíones,aca 
defeíperadas endechas. Qual ay que paíTa to« 
das las horas de la noche fentado al pie de al- 
guna enzínajopcñafco.yallí íin plegarlos 
líorofos ojos^crabeuecído, y tranfportado en 
fus penfa'.nicntos, le hallo el fol a la mañana» 
Y qual avsq fín dar vado,ni tregua a fusfufpi 
rosien mirad del ardor de la masenfadofaft- 
efta del Verano, tendido fbbre la ardiente a* 
rena,embia fus quexas al píadofo ciclo:y deC- 
tc^y de aquei > y de aquellos y dedos » libre,y 



Qilíxote de la Mancfia¿ «rj 

ifadadanif to triunfa ¡a hcnnora 2vlarce« 
lodos los c{wc la conoce -nos cftamos ef* 
\0o en que ha de parar m al tíucz, y quiá 
fer cl wiichoro qu: ha de vtiúr a don.c- 
XHüicion can terrible, y gozar d^ hti nui* 
an eftrcmadaí Püc fcr todo lo que h<^ 
do can averiguada verdad, me doy^ 
der,quc cambien lo es laque nueitro 
dixosque fe dezia de ia caufa de la muer 
Grifollomo. Y afsi osaconícjo feñorj 
o dexeys de hallaros mañana a fu én« 
3q fcf a nii\y de ver, porque Grifoftoma 
muchos amigos , y no eúá ccftt logat ^a 
donde manda enterrarfc, media Kgua. 
j-dado nfie lo t.'ngo 4i\o don Q^úxotc» 
id':'¿co os e¡ gnflo q »i1e aueys dadCiCoa 
ración de tan fabrofo cuonco O , repli- 
cabrercjaun nc fe yo Ja nncad de los ca- 
cedidos a lo?; anuuitiís ¿c Marcela , ma» 
3 f r q mangana topciíí-MPos en ei cami- 
gnn pailor qns n(>& los dixcíTe ; y poí 
úé fera que os \'l^\^ a dormir debaxode 
;> , porque el fe reno os podría dañ^r la 
i, pudlo que es ral la medicina que íí 
pííCÍlu^q^cno ayquc temer de con- 
aciderite. Sancho Pan^a qne ya daña 
bloe! tanto hab ar del cabrero , folicitó 
. parte , q fu amo fe entraflTc a dormir en 
);a ác Pedro* Hizolo aísi , y todo \o 



11^ .StímíSfitfímA^^^ 

•n^ülS ^»14¿.íií-.T í-HTi-j':.:' ^hí^/^X:^l^ Oí- 

licitar a dd Q^tixigftesy adtzilie íi cíbuíatt 
3ij!a,c>Qn .propofiro.jdc yr,a ver. tlífornofe 
tkrVoide Griíoftcmo. , y .que elIo9 iciía 
Mmpamar^vDoñ Qt^íxote ^ qucotírtf cof; 
dt^Acaup^fe leciantó^y QiaQtyó.a Sacho qu( 
fidaiTe,y enüibarda^e al maaicntQsí \oqm 
bbaf oci xnticha^itgcnctar y con Ja iiic£tii 
pufiaiod íttt:gOí(odo$t;n camino. Ypoitt 
«dn;an.daiiOi.¥iaiqiiarco de legua » quapdíQ 
cruiiac4c. vnafeoda >,%i^roQ venir bazca e 
liatU fcys :p^ilp|:es t;v.cftido9 coo p^llkos 
^oi;y]qQr<)!ftadasl4scabc^5x;qn e^úrda 
dt: cy pccJby;dámarga'adrita*Tr^V4 ca^Ü. 
rdígmiTo ¿d^a<(káicl»)iw1aibaoo^ .< 



- - __ ,.„..v,4, jrmttmupicron qoex 
mmitíití i\ h¡gttt(kl Encierra i 
f^J^ii-iHkmkítit ródas ,j„ntc 
Vdcí^tía,flHte-ftá&iati4d tón fu cb 

it<4 dcMrid* ícr ftmófo .feguíí !¿ 
ílío* natítpncaao tílrá!fíe2as.,.jtí 

*i* P^t*"*^^ » miV^efpóiWié Viaa 
'¿■^f í?^** tard^-a de vrt« dñ 
tt^ íajijziera , a íróccd de- wi* 
* aon Qutt^t^^^e era lo queiao* 
irceJa , y ífcG^jfoftottH>> El ¿mi 
queaqaaia ñfiadrwcada áüííó eií 



II? Primera parte de don 

rentó todo loqur ?¿Jro a don Q¿ixote atíJi 
coíif. 'slOcCeffc cíU pl-cxa,)' coí^T :.':c.>fj otra, 
T-rcí^ai-tanáoclqueíL- íi^maua V!\i;'.icJo,acíó 
^.ijirtcn.íOnc era U o. :. •\q\\ q:.c le 'Xouia a m 

pí:.:nc:^? A loqna¡¡c/¿;oiuiiii don Q^i.xec-: \% 
pi /.v'Vicv,) de mi cxcicícb nu ::crnrici;tc,n.i per 
m'!-.' 'f /o a:\tie de ocra mr^ncra: iil í>urn }.v:f' 
ili,;:; /• /j.io : ye- r<p.;fo,ara fe ír.i'Cntapí^ra 
Iv' ib: <u o^ cürts:!áiio&: rr*a3 d trabajo ? la in- 
qu'Caicjí) l.;s r.rma^ , fv-^lo Te ínucnraron , í ).:• 
X.cr:v.'sp¿fa ^ijucllosquc el rrundo IJa-Ti-i c-l- 
U'í!lí;;i*.<j.ndácr/i ík losqnaL\s,yo nunqucin* 
d¡g;vj, foy el : -::enor de tcdoo. Apianas k oyv!- 
reu i?í;:c. qii^iido rodo:. !c riiU!>:ron por !c:3. 
Y c . r ?U'. .. :• n.ii lO mr.s, v ver q íjenero de lO' 

co, que ^'U.- ouciia dciir caualIí*ros nnda^cj? 

ZMo bír... vijr;fí;¿.r, njcrccdcs ievdo , rsfcor'- 

d»r» :íon Qi.í?;:>ve Jos ai.aksí) ':i !or:.:3 ¿z 

iiv¿;a!.'=irr!»'-., .dc'idefc tratan !r¿3 fáirioí":.-: í:> 

SLr.ñTJÍc] Rf V ^rrur^ onccíi-.fJnürimertL va 

racíhc- Ro»-iia';*cc Caílel.';:::^ l'.in";:;mc.s, ci 

Rey A.rtüStdc: quien ¿"5 rr; :■ ' .ió r-nrirun y C5* 

r.Al en ro. V. acuel Rc^'i.o de* V*: r rnn i*r:f :.r;r», 

cjü£ c^o Rey no ;v. : /ir : T; r qüc rcr ¿•ríí' de 

encant.crqicrtD f? ccn:!/rr:'() ^i» ciic: uo, y c'.:-: 

gnd.^ndü ¡Ge ricmpcc /i?. c'c f/o'i'cr a rcynar.y 

^ cobraría rcyPéOy cetro ? A ;uva cau;á jio íc 



Qaizote de I9 Mancha* i 19 

;ar¿ que defde aquel tiempo a efte > aya 
úlogles muerto cuetuoalguno.Pues en 
po defte buen Rey,fue inílicuyda aquella 
ifa orden decaualleria, de loscauallcros 
i cabla redonda 9 y paíTaron fm faltar vn , 
o, los amores que allí (e cuentan de don 
piróte del Lago» con la Reyna Ginebra» 
lo medianera dcllos^y fabidora aqlla tan 
adadueña Quíntañona,de donde nació 
1 tan Tábido romance f y tá decantado en 
ira Efpaña^de Nunca fuera cauallero de 
as tan bien feruido.como fuera L$in9aro- 
landode Bretaña vino« Con aquel pro* 
o tan dulcej tan fuaue,de fus amorofos^ 
rtesfechos. Pues defde cntonces.de ma- 
imano fue aquella orden decaualleiia 
diendoíciy diiatandofe por muchas y di- 
is partes del mundo : y en ella fueron fa- 
>s y conocidos por fus fechos ) el valiente 
idis de Gaula.con todos fus hijos , y nie- 
!ialia la quinta generación : y el valorofo 
marte de Hírcania-.y el nuca como fe de- 
abado Tirante el Blanco:y caíi q en nuc 
dias,vimos,y comünicamos,y oynios al 
icible, y valcrofo cauallero con Belianís 
rrecía. Éílo pues feñores es fer cauallero 
mte^y la que he dicho , es la orden de fu 
Ueria.En la qual , como otra vez he dí- 
yo rungue pecador f he hecho ptoíd- 

H 4 C\otv 




baroa de cnteracfe Ids £ai»¿n£BcibniB oáiNft 
Q^ixoGe falCQ d&iuy zio, y jfál^einí^ 
ra que lo. feaoreauav » delaqoíí tÍ6aibiailQi^j| ^ 
snefma admiracionique rtoditKiíiaFpidosi^^ 
líos que de aueuo veniaaeQrcmódMimndb 
}Uu Y Viualdo tqucera {)ev£dhaiiiiiijndi|2rt^ 
Ca»y de alegre coiididoc^ioM: :pa&p Ai^% 
dumbreel poco camino <x^dé»2bdqim0f 
JEaluua al llegar a b fievcaddj^cieaniiá^iib 
darle ocaíion a que. paflaíTeunaa ^abiiiw£é 
fui dirparatestyafsiledixQjPareocoiq/fifivr 
Cauallero andaure ,<iue vuleflraine^ccd^tai 
proíeíTado vna de lasmaa dlrecha£pfb£E<6Íb 
pes que ay en la tierra;y tengo |>ara aü^ fifilt 
aun Ud« losfrayles CartuxDsiin es taiíd- 
tnrecha . Tan eítrecha bien»vpodiai&iÍ£¿^t«f- 
pondio nueílro don Q^ixotevpeEoñffjod- 
ceíIaria en el mundo » nocílój^endoaxlodot 
de poneiia en duda^Pocquc ü vaxadeairireD- 
dad , no ha^^e menos el foldado quo^^|)o&etcvi 
cxccucion lo que fu Capitán le oiáBda»quiMl 



(Il^oiede la MaacHi; tsx 

jéeioff RttligioTos ^ coa rodafsbíl yfo(i 
pidco ^i Cielo d bien de U* CMfra ^pe^ 
Sishiados » y Caualieros » ponemos etiü 
ion lo que ellos piden »ilefcnds8ndof. 
ffl vslortftefmeftcos bracos ^ y fil<i& :dé 
ifjclpadas; No debaxodc cubiercd;>'ií^ 
€ielo:ahietco i pucftos ptír blanoi^de 
afribksrayDsdelSolenel Verano j y 
9crizados.yeios üdl Inuiernoi Aí$í ;qud 
ttitniftrós de Dios en la ci:i:rra, y bra¿ 
rKpáeo fe executa en ella fu -|a(tíaia¿ lí 
l».^coías de laguerra , y las aefíaiS'td'^ 
:»t.|tiConGe mientes , no fe pocdcnpontt 
SQdbn ^ tííiafudandO)Sifananda; y tt^á^ 
l^v figeefe^que aqucUos que iaiproil 
;ticnta \ ün duda ^ naa yor; trabajo , que 
os que en foíTcgada paz^y. repíororc& 
igándoa Dios» faaorelcáa-íosqiierpo^ 
cdéíNaquicro yo dt2ir,iii me paíía* por 
¿imient^ > quejes tan fauen^cfiado elde 
Uto amiaDterCbmocldel enctrradb 
bsfori^oáo qoier ó • foferír por lo que yo 
iiovi|u&^ &r:dadttñes:.nias tt¡áiá\ix£o iy 
^orc^Qiy n^asrhaffibrientb » yifedicn:- 
úferahle'^'iroto^vy^pio^db; pórqne no 
idaí;íino4ibs<Mad^ros andiantes paf- 
j^paááron ihubha malaacntur;) en eidif- 
jkifu vida* Y ü alagónos fubieron a fer 
'Mdensparc^Ydhi: de fabrago i a (e ¿^ 

H s ^« 



: 25¿ Primera parte de don 

h'i coRó buen «í 3L-qr.e de tn Tangrcy de fu fu- 
óor: yqutf ;i a io.s que a tal grado iubíeront 
.l^•s faírai .^a cí)c:?.r;cac!orcs,y Subios que los a- 
yy(!Ai:?.n ; lus ellos quedaran bien defrauda- 
dos de Ihs cielitos, y bien er^gañados de fus cf 
pcríinci'j.Dc ciTc pnreccr cítcy yo $ replicó el 
cr.Tunantc;i;'.rovna cofa entre otras muchas 
mt: paree c fúry mal de los Cauaüeros andan 
ecs,y ::s: qu: c- uaiidc fe veen en ccafíon de a- 
' omcter viu gran'k,y pehgrofa auencura,en 
que fe vte maniíidlo peligro de ptrdcr la vi- 
cia > nunca i-ii aq!iel inítancc de acometcUa fe 
¿cxKcdíi íic :;%" ;íucn*?iríe a Dios,como cada 
Clirifti.iiio cfíá obligado a hazcr en peligros 
ftmcjanrcs;ances fe encomiendan a fus damas 
con canta gana y dcucciün, como (i ellas fue- 
ran fu Diosxüfa que me parece que huele al- 
go a Gentilidad. Señor , refpondio don Qui- 
jci tccífo no puede fcr menos en ninguna 
manera, y caeria.en muí cafo el Caualleroau- 
d race que otra cofa hizieíTcqueya eftaen 
v!b,y coílumbreen laCaualIcria andancefca» 
que Ci Cauaüerü andante que al acometer al 
L;un gran fecho dearmasstuuiefícfu fcñora 
delante buelua a c!la los ojos,b]anda,y amo- 
Tüfíimcntc, como que le pide con tilos Icfa- 
uon. zca,y ampare en el dudoíb trance que a- 
comi te. Y aun íi nadie le oye,cflá obligado a 
^Afz/r^y^íi/jaspal abras cntie dientes» en ^ de 




iñxoic de la Mancha. üj- 

:o:'Scor. ib !c cí.«con»\c!Qt'e : y denotenc- 
r/nijn)<ír2b!':s cxempios en las liifioriss* 
: ha 'M crícndítr por t ílo , que han de 
de crcor íK^nJarfe a Dior, que rkiiípo, 
: lesqi ctla parahazí^rloencl diíctiífo 
íbra.Con :odo eíTüjrcplicc el camiii;u> 
ciiüd j vfi efcrupulo , y cs>quc mucha» 
ic ícydü,qu': fe trauan palabras ca* 
í Andaiccs Caaaüerossy dcvna cüo- 
cs viene ?. cnccííder h colera, y a bol- 
I caurJios j y a tcjvíar vna buena picja 
npOi y luego,fin m¿i$,ni mas , a i:;:do el 
dcüoSjíobütiucn a encontrar» y en 
Lie i\i corrida feencoiriícndíía fus da- 
lo q:\z í'iclc fuccdcr del encuentro, 
2c! vnocaeporlas ancas del cauallo, 
>con la lar^adcl contrario de parte a 
¿í otro le vitne tan bien > que a re; ic- 
jiis criiicsdel ruyo,nopud:eí-:idexjr 
ir al ftielo.Y no fe yo, Cí.mo c¡ ¿liucrto 
rciv paúl cncomendíü' fe a Dior; 3 en ct 
) defís t:ií\ acelciadi obra. ? íejcr fiíe- 
las p?.lnbr;i 3 que en la carrera g3Íló ta 
.lando'c afudama,l2SgcíÜaraenlo q 
' cf^iia obügi^do cerno Chriñiano. 
> mas-.qn:' yo :cgo para mij que no to 
cauallcrcs andaccí :íiínéd«masa quiS 
idarfw, porq no todos fo enaciorados* 
pucás: íet^rcfpódio do Quixote\D\c,o 



ccpiq ra(teadori^l^tott.íX^artoéod<f4Íl¡9|^dH 
^o obeaminanrc vmopatséce (^ -ft iiyA>KitíiPMfe«^ 
a5ttr^9>ffi«(^l^^i'qu«»dttniG4lftok^ili¿nfMP 
rHaUeli»aid:br(>:Aímadi$^4^0lU<3i^fiRá^^ 
éiMiB(mú3í'S2Li Cfüictífiháuifft éti<k>!íik€fidW^ 
r9r^)^cofiacod(i<6iki9 tfO'ñi¿vceitíd<l'€ri^9ef3p 

ñor ^fyaa Goip5drmiola'tió hák^ 'Ye»áíftitf< 
(í^iico itm9)^!í«fyq^qut '4áé)&4rdtd^(liálMi^ 
óüc\ Catmriboiiimyiiiic«pei}nméf!ad<i;^^ 
qoetaquctlt) d?^^]ui(t>c<'aIt^daibiéW^,^MlM^^ 
b]OfTJié»;{??aretna»;er.aar^ 

ucrígaadá>íU^muy4>ktt;^!qV»e éUtÍM ¥xilí4ÍÍ¿^ 
U;3^<]VMn ¿lniaia^tieci3(6 rcAdNi>dé<%^€ftofiP 
tiái^ Uqual!fe:et)¿;Dmmda;iiám$^«^^ 



n tifí^QSVI>».^tí'Qihl^ r>y Mfir]a$ HTM 
fti£ «iQfpüíS: (Ei iTebs « *&>s ccj^AHrccr» dd 



reí Ph*me?a tjrd-T ¿le ícú^ 

k^?K:g?in yo pícftr:)5 y cnrieínjo , que folofó 
¿iu'i.-ri confidíracícn puedo encarecerla, y 
no4*o;r;r.ir*ivlas* ll\ liñ::;?*, pi or:pia , y ¿kur- 
ria qucrn^mos fabc'-jrcj^líco Víuaidü. A !o 
q?.: 3 J • ? i^oiiáio d<y^ Qaixcic: No C5 de !os aii 
t '•;ii'o.'i0.í:d^^/iíyos,y Cipíoucó RonsanoSa 
pAá^ ios incHlcrnosColonaSiy Vi:jr.os:nidc 
ios Moneada-; ? y Rzqucícues de Cuchalüñn; 
ni nie/íos cíe los F.ibelinss y \'ib.i)oua» de Va 

LuiiPS,AIagonrS:Vrrcas Fo::.r5i3; Gai'í'cas de 

Aragori.Cvírdas,Manriqi!eií3Mí-¿"v^^*y ^"* 
indines de Caft¡llasA.icncaílros,PaIbs. y Me-'. 

ncfcs dv Portugal : pero es de ios ¿c! Tobo- 

fode h. Mancha^nnage.aiinqr.c niodtrf.O; iáI 

que puede dargcneroío principio ?.'p^ nías 

¡ílnftrcs f.imilias de los vcnidt i os í:¿^ -of; ; y no 

fe me replique en cílo, fino íncre cc-a Jas con. 

dicionesque pufo Cerbino,:ip."r ^.lilíroíeo 

de !as armas de Orlando > que lxj.U : Nadie 

las tnueua, que eftar no pueda con !lcidan L 

prueuA.Aunquc el mío es de ios C-cliopines 

de Laredo.relbondio rl caniin&n:c ; tío le ofa 

re yo poíicr con el del Tobo.o de la í'vír.ürha; 

pueño que para Je^ir vcrcsdj fc;vi. jaui'- ¿pe- 

llidü • harta aora no ha llcg;:ÍT.- a aifs óyeos. 

Como c'v: no haurallcgi.- ; ,rcpiico Don 

Qtjjxotc • Con gran ater.cion yuan cfca- 

cJiando toáon los deinats la ^h¿Ua de los 



teíac lu naumnnrc. j enioqueau- 
o ] era en creer aóllo de la linda DqI 
; Toboíe , porque riuncí :al nombreí 
rincefa auia Ikgado j<iaia5 a fu notí- 
ue viuis tan cefsa del Tobofo. En e- 
¡casyuan»qu3ndo vieron que por la 
quedos alcas motirañas haziati,baxa 
i veynrc pafloresitodos con pellicos 
lana veáidos,y coronadot con giiír 
¡ue a lo que defpues parccio,erá qual 
, yqual de Ciprcs. Entre reysdcílos 
las andas,cub¡ercatde mucha diuer> 
Bores,y de ramos. Lo qual vifto por 
>s cabreros» dixo ¡Aquellos quealli 
on los que traen el cuerpo de Grifo* 
el pie de aquella montaña es el lu- 



íií PrRnerapavtcideiIojp 

fe puíitroira mirar las andas ¿y eh sllas vi 
cubierto -de ñores vn cuerpo muerui^ y v« 
iío cómo pa(tor,de edad al parecer3ck.tile 
ta^afiofty aunque aiaerco,moilrntta:x}uc v 
auia dúo de roílro hermofoy y de dtfpóíic 
gallarda. Ai rededor del,tenia ca lasineft 
isnJas aiguoos libros^y muchos papclesi^ 
riB f y cerrados. Y afsi los queeñó míraxi 
ctimaios que abríanla íepultura^y cádós 
d^ más que alii attta,guardauá vn maranill 
Ü':^úd j, Hafia qu& vno de los quralxDUc 
mixerua^dixo a otro : Mira bien Ambrc 
fi: «sieñe el UJgár que Gníbílomo dixai) 
quej'ey'S qué can puncualmece fecumpUDl 
Ü0KÍ>^mandad& en fu teftam.ento?Eá^ csi 
p6.iió Ambroíio.qae nuadiasvezes^eiTel 
turnia mi d^ídichado amigo ,.ia«lii&oriad 
d«f)ic&ura«Alli medixo £},que Wo^fa :^i 
íneraya^aqúéilajehemiga mortaldehinag^ 
tfiánoiy^íiiiifaa^aa^biensdode lapcimer» 
le det tara fu pen&miemp^ can h^cílacc 
enánvonídoryaiií fue ia vlsimáarex^ido 
Mareéis le'acado de; ck&agañar /y d^d 
de fuerce Jquepcrfo fina ta^ragedia de far 
rsble vida;«Yia(^iii,eni4iemdtiadeC3Qcás: 
dichas,quifoct 4>1^ depofícaffei^eaiías ce 
fiasd€l'c;t<»rnboliiidcu Y bol^jebdcfeái 
C>iíi\otc,y:alo5caminaiKdfi pcofiguio di: 



<^ixotecíe laMancha. it^ 

rftáyt tntrando,fue depcíirario de vñ al- 
eo qttítn el Ciclo pufo infinita parte de 
quedas: E(Te es el cuerpo d¿ Griloftotno^ 
ue vnicoen el ingenio i folo en la corte.* 
Iremb en la gentileza. lenix edla an^if- 
nagnífíco (iñ taifa > grane fín preíuncion^ 
e fifi baxt2a:y finalmente, primero en to* 
que es kt bueno t y (in fegundo en todo 
iC'fueferdeJídichado. Quifo bien , fue a- 
xidotadotó , fue defdeñado : fogó a V" 
;rii,importunó a vn marmol % corrió tras 
;iiCo, dio bozes a la roicdad,fírüro a la in« 
tud,de quie aIcan9Ó por pr^imio » fer deC* 
tdelamuerte,en ia mitad de la carrera 
vida*A')áqualdioíin vna paílora^a quié 
3CurauáetertlÍ7ar,paraque viuicra en Id 
;oria de las gentes: qual lo pudieran moP 
bien eflbs papeles que cftays mirando , í¡ 
rmé huuíerá mandado que los entregara 
*go,en aoiendo entregado íu cuerpo a la 
1. De mayor rigor,y crueldad vfárcys vos 
lllosjdixo Viija!do,que fu mefmo dueño* 
no es )ü(lo,ni acertado, que fe cnmpla U 
utad ót quien loque ordena va fuera dei 
itazoíiable difcuríó* Yroletuuíerábue* 
uguftoCefar,fi confintiera qr.e fe pufiera 
teciicion 5 lo que el diuino Mantuano de- 
1 fu teftámento mahdado.Afsiqüe,fefioe 
íXoñOjyBgucdeys el cuerpo dt vueOto 



xSé Primera ptrteritáoW 

«migo a la tierra,oo qaerays dar fus elcrit^ 

al oluido, que (i el ordenó como agrauiadQ 

no es bien que vos cumplays como íoditcr^ 

tozantes hazcd , dando la vida a ellos pap; 

lesyquela cenga Hempre la crueldad de Ma( 

cela , para que (irua de exemplo en.los tieo| 

pos que eftanpor veniralos viuientcs^pari 

que fe apareen , y huyan de caer en femejai^^ 

tes dcfpcñaderosique ya fe yo,y los que aoqj 

venimos la hiftorí a defie vueftro enamorami 

yderefpcrado amigo»yfabemos]a amiflad 

vueftra> y la ocaíion de fu muerte^y lo que de- 

xo mandado al acabar de la vida ; de la qual 

lamentable hiftor¡a,fc puedefacar , quanco as 

yafído la crueldad de Marcela lel aroordi 

Griroftomo,la fe de laamíftad vucftraicon d 

paradero que tienen los que a rienda fuelcí 

corren porlafenda que el defuariado amor 

delante de los ojos les pone*Anoche fupimoa 

la muerte de Grifoftomo, y que en eñe lugac 

auia de fer enterrado > y afsi de curiofídad jf 

de laftima > dexamos nueftro derecho viagéy 

acordamos de venir a ver con los o;os,lo que 

tanto nos auia laüímado enoyIlo:yenpa« 

go dcíla Iaílim¿?i y del deífeo que en nofbtroi 

nació de remedialla, (i pudiéramos , te roga-- 

nios,o difcreto Ambrofioralomenos , yo te to 

TupÜco de mi parce 9 que dexando deabra^^ 

/jT/^ilos papeies^nie dexesUeuar algunos de* 

Uos» 



Vm. y fin aguardar que el paftor reípondiéf^ 

éytlargo la mano^y tomó algunos de los que 

I flttlscercaeftauan,víendo lo qual Ambrofie^ 

i dfxorPor cortefiaj coníentire que os qucdeys 

IcQór con ios que ya aucys comado^pero pcn 

ftrquedexare de quemar los que quedan^ c« 

^famiento vano. Víualdo,que defTeaua ver 

]ó que los papeles dezian,abrio luego el voo 

lcilos>y vio que tenia por cículo:Cancion de- 

fiTptrada. Oyólo Ambrofioi y dixo : Eife es 

bvltitno papel que elcriuio el defdieliado 9 f 

^que yeays fcñor » en el cerniinoque lece- 

fiün (as deuienturais , leelde de modo que fe« 

[ lys oydoyque bien os dára lugar a ellojel que 

JRtárdare en abrir la fepulcüra. Cfío haré yo 

! de muy buena ganaydixo ViuaIdo:ycomo co 

dosloscitcunftances tenían el mcfmo deíTeOf 

fe le pu&roA a la redoiida^y ti Icyedo en bo;^ 

dnfasVio qiíe afd dezia. 

CAP. Xlltl. DONDE SE Po- 
nen los verfosdcferperadosdel difunto pa 
ftor^con otros no efperadosíuceiros* 

CANC ION DE GRIS O- 

ílomo^ 

YA que quieres cruel que fe publique 
D e lengua en légua,y de vna en otrageté 
Del afpero rigor tuyo^h ñier^a; 

.1* tt«í^ 



4it Primera parte de don 

Haré que cl mcfíno Infierno comunique • 
Al tríftc pecho mió vn fon doliente. 
Con que cl vfo común de miboz cucr^íj? 

y al par de mi defl'cojque fe esfuerza ;■ 

A dczir mi dolor,y tus hazañas, \^ 

De la effantable boz yrá el acento. * 
X en el mezcladas^por mayor tormento^ 
Pedamos de las miícras entrañas. ^ 

EHiucha pues,y preda atento oydo, -^ 

No al concertado fonsñno al ruydo, ¡^ 
Quede Iohon<)odemi amargo pecho» .-a 
Licuado de fu forjofo defuarío, . 

Por güilo miofalcy tu dcfpecho». j 

El rugir de León del Lobo fiero, ^ 

El temcrofo aullido,cI fi!uo horrenda ^ 
De ercamüraSerpÍ€nte,ei efpantable:. ^ 

Balando de aígun monñtuo:el agorero ' , 
Gaznar de la corneja,y el cflruendo 
Del viento contraftado en mar.inñable* \ 

Del ya vendido TorojCl implacable 
Bramidü^y de la biuda Tortolilta 
El fentiblc arrullar,el trífie canto 
Del ímbidiado Buho^con el llanto i 
De toda la infernal negra quadrilla. 

Salgan Con la dolieiite anima fuera, 
Mezclados en vn fon de tal manera. 
Que fe confundan los fentídos todos» 
Pues la pena cruel que en mi fe halla, 
Para contarle pide nueaos modos. 

Di 



^- 



.u«c4 lengua, y con palabras viu 

•í'°"^«^«^«ntratohua,ano. 
»ndec*SoI;amasínoftrófmunS. 
•e la venenofa muchedumbre 

^as, que alimenta el libro JJano 

M roncos de mi mal iocie™' 

uicgto de mis cortos hados. 

cuados por el ancho mundo. 
€rJen,aticrralá paciencia, 
>d«;raofai/avaafofpecha,. 

¿'"'ej^nrigormasTucrte, 
rea la vida larga aufencía, 

vn temor de olu¡donoaDro,,.rí,, 



Primera parce de don 

No yo defeíperado la procuroj r 

J\ntes por eílretnaraie en mi quereüs ^ 
Eftar fin ella,ecernamence |uro, 

Po' dcfc por ventura en vn inftantc 
Efperar^y temer?o es bien hazellOf 
Siendo las caufas del temor mai ciertas) ^ 

Tengo fi el duro celo eñá delante 
De cerrar eftos ojos?íi he de vello 
Por mil heridasjcn el alma abiertas? 

Quien no abrirá d^ par en par las puertat^' ^ 
A ia dcfconñan^isquando mira 
Defcubierto el derden?y las forpechas» 
( O amarga c6ueríion)verdades hechas» 

Y la limpia verdad^buelta en mentira? 
P en elReynode amor,fiero$ tyranos 

2eios,ponedme vn hierro en eftas manot 

Dame defden vna torcida foga, 

Mas^ay de miique con cruel vicprla 

Vueftra Rv^moria el fufrimiento ahoga» 
Yo muero en fin ,y porque nunca eíperc 

Buen {uceflfo en la muer(e,ni en la vida. 

Pertinaz eftaré en mi fantafia: 
Diré que va acertado el que bien quiere» 

Ya que es mas libre cl alma mas rendida 

A la de amor^antigua tyrania» 
Diré que la enemiga fiempre miai 

Hermofael aIma,como el cuerpo tíenef 

Y que fu oluidd de mi Culpa nacet 

¿l^yac ta fé de los males <^u& uos b?ac 



(^ixote ic la Manch^i Í3f 

orjú Imperio en juña paz mantiene* 
e(la^ppjnion>.y vn duro lazo, 
librando el miíerable plazo» 
ic me han conduzido fus defdcnes^ 
:cere a los vientos cuerpo,y alma» 
auroro palma de futuros bienes • 
z con tancas fin razones muefiras 
^zon que me fuerza a que la haga» 
.canfáda vida que aborrezco: 
id/es que te da notorias mueílras^ 
del coraron profunda llaga, 
:omo alegra a tu rigor me ofrezco* 
iKha conoces que merezco» 
:^1 cielo claro de tus bellos ojos» 
ni muerte fe turbe»no Ip hagas» 
no qiiiero que en nada fatlsfagas» 
[arte de mi alma los dcrpojos. 
cotí rifa en la ocaíion funefta» 
:ubre»que el fin mío fue tu fiefta, 
gran íimpleza es auifartc dedo» 
; fe que efta tu gloria conocida» 
|ue mi vida llegue al fin tan prefto 
»que es tiempo ya,del hodo abifnio 
talo con fu fed.Sififo venga 
. el pefo terrible de fu canto» 
ráyga fu bi:iycre»y anfi mifmo 
I fu rueda Egion no fe detenga» 
as hermanas que trabajan tanto* 
i9fiwios/a moaal cuebranto 

í 4 TtJií- 



J3^ Primera parte de don 

Traflidcn en mí pecho,y en bozbaxaj 
(Si ya a vn defcfperado fon dcuidas) 
Caneen obrequiasyCiiUeSsdaloridas 
Al cuclpo» a quié fe niegue aun la morca/ 

y el porrero infernal de los (res roílros» ; 
Con otras mil quimeras^y mil monílrupi 
Llenen el dolorofo contrapunto, 
Qij^e otra pompa mej or^no me parece : 
Q¡¿c la m:rece vn amador difunto* 

Canctun derefpcradayno te quexes, . 
Qaando mi trille compañía dt^xes» 
Antes pues que ía cauf « do naciikf 
Con midcídicha,aumentasru venturaf 
Aun eu la icpnltura no eílc s triftc. 

Bien les pareció a los que efcuchado auii 
la canción de Griíoftomo , pueHoque 
que la leyó , dixo , que no le parecia que coi 
formauacun la relación que el ama oydo d 
recato.y bondad de Marcela , porque en el 
fe quex4ua Crirüíloaio de zelos «folpechas , 
deaurencia,todoenper)uyziodel buen cr 
dito, y buena fama de MarceU. A lo qual n 
pjndio Ambro(io(como aquel que (abia bi( 
los mas efcondidos penfamiencos de fu air 
go:)&ara q feñor os íacisfjgays dcíTa duda , 
bien quefepays , que quando efie defdícli 
do efcriuio e(U canción. , eftaua aufentec 
Marcela i de quien fe auía aulentado por : 



Quizóte de la Mancha* 137 

tad 9 por ver (i vfaua con cl la anfcncia 
ordinarios fueros. Y como al en^mo- 
mfencc) no ay cofa que no le fatigue > ni 
^que no le de alcance: afsi le facigWan a 
[Ionio los celos imaginados/y las foípe- 
emidasscomo íi fueran verdaderas. Y 
lo queda en fu puntóla verdad que la 
'regona 9 de la bondatl de Matéela: la 
llera de kt cruel , y vn poco arrogante^ 
lucho defdcñofa » la mefitia embidia 9 ni 
ni puede ponerle faita alguna. Afsi es la 
J^refpondio Viualdo , y queriendo Ker 
»apel de los que aula referuado dcí fue- 
eíloruó vna marauillofa viíion (que tal 
a ella) que impromíanicnce fe Icü oft e- 
os ojos : y fue I qwc por cima de la pcfla 
zfc cauáua la fcpuítura > pareció la paf- 
Marcela , tun hermofa que paffaua a fu 
b hermofura* Los que haña entonces 
luían vino , la mirauan con admiración» 
f:io:y los que ya eílauan acoñumbrados 
if no quedaron menos fufpenfos que los 
mea la auían vifto. Mas a penas la huuo 
íimbroíio^quando con mucuras dea* 
indignado , le dixo : Vienes a ver por 
ra,o(ieroba(iiifco deftas montañas, íi 
I prefencia vierte fangre las heridas def« 
lerable , a quien tu crueldad quitó la vi- 
ivktits^vÍMitte en las crueles haza- 



13Í Primera parte de don 

ñas de tu condicion?0 a v^^r defde eíTa zlturi^ 
como otro dcrpiadado Ñero » el incendio de^ 
íuabrafada Roma ?0 a pifar arrogante eftw 
deídíchada cadaucr , como la ingrata hija ^Ij 
de fu padre Tarquinoí Oinos prcfto ^ lo qut^^ 
viencs>o que es aquello de que mai güilas « ^ 
por faber yo,qiie los penfamientos de Grifofl 
ltomo,)amas dcxaron de obedecerte en vic^j 
haré que aun el muerto te obedezcan los 4i 
todos aquellos que fe llamaron fus amigos _ 
No vengo,o AmbroGo a ninguna cofa de la^ 
que hasdicho,refpondio Marcela, (inoa boI*-i 
ucr por mi mifma , y a dar a entender > quaM 
fuera de razón van todos aquellos que de fus^ 
penas , y de ia muerte de Grifoñomo me cut¿ 
pan: y afsi ruego a todos los que aquí eftay^ 
wc cftey s atentos , que no ferá menefier mu-^ 
cho ticaipo,ní gaftar muchas palabras , parjif 
perfuadir vna verdad a los difcretos.Hízomcl 
el CiecO,fegan vofotros dezis Jierm ofa » y dft3 
1 mancra,que íin fer poderofos a otra cofa^^i 
q me jmeys os mueue mi hermofara.Y por j 
c) cinior que me moftrays»dezis>y au quercysi 
que eik yo obligada a amaros. Yo conozca: 
con el nacuraí entendimiéco que Dios me hx- 
dado,que todo lohermofo es amable;mas n<r 
alcan9o, que por razón de fer amado > efte o« 
biígado lo q es amado por hermofo; a amar 
a^juicíi Jc^ama^ Y {nasiqucpodxíaacontecer^ 



t. <i 






Quixcte de la Mancha. íj9 

ffittí amador de lo hcrmofo fucíTe feo:y fíen 
dolofco dignode fer aborrecido , cae muy 
mal el dezir.Quieroce por hermüía,hafme de 
amar a&que fea fco.Pero puedo cafo que cor 
ran ygualmente las hermofuras , no por eflb 
han de correr yguates los deíTeosyqae no co- 
dal hermofuras enamoran » que algunas ale- 
gran la vifta^y no rinden la voluntad. Que ii 
todas las bellezas enamoraíTen » y rindicííen 
feria vn andarlas voluntades confufas» y def- 
uminadas, (infaberenqual autan deparar: 
porque fiendo infinitos los fujetos hermofos, 
iofínítos auian de fer los dcíTeos. Y fcgun yo 
he oydo dezir, el verdadero amor no (e diui'« 
dcjyhadc fer voluncarío, y nofor^ofo. Sien- 
do eíloaÍM^como yo creo que loes , porque 
quercys q rinda mi voJütad por fuer^ajobli- 
gada no mas^de q dczís que me qucreys bie? 
Sino dezidmes íi como el Ciclóme hi¿oher« 
mofasme hiziera fea , fuera /uño que me que- 
)carade vofotros porque no me amauadcs? 
Quaocomas,que aueys de confídcrar>que yo 
DO efcogi la hermofura q tengo^q tal qual es, 
d Cielo me la dio dt gracia,(in yo pedii la, ni 
cfi:ogclla.Y afsi , como la Viuora no merece 
fer culpada por la ponzoña que tiene » pueílo 
que con ella mata,por aueríela dado natura* 
leza: tampoco yo merezco fer reprehendida 

por fer ha:mofMj que ¡a Acrisofura en la mu* 



140 Primera parte de don 

gcr honcfta, es como el fuego apartado, o co^ ^£^ 
luo }a eipada aguda , que ni el quema , ni ella ;.^^ 
corta a quien a ellos no fe acerca. La honrra '" 
y las virtudes, fon adornos dd alma , fin Jai^^;^ 
qb'ales el cuerpo aunque lo (ea>no dcue de pa^*. 
tccerhermof;» Pues fila honeñidad es vna« 
áít las virtudes q al cuerpo, y alma masador«i^« 



•*%. -• 



nan. y hermoíean, porque la ha de perder la ^-^ - 
es amada por hermofa , por correfponder a W*^ 
intención de aquel que porfoloíugufto ,coa^^(2 
to Jas fus fucrijas,é iadaftrias , procura que U'^^^^ 
pivrda? Yo náci libre, y para poder viuir libre»*^;^ 
cfcogi la foledad de los campos. Los arboles' .^^ 
deltas montañas fon mi compañía , las cbras »^ 
aguas dcílos arroyos mis ifpf jos : con ¡os ar* i^^ 
boles , y con las aguas ,curnunicomispenr4- '-^jj 
mientos,y hermoíura. Fuego foy apattatíO,y > \f 
ef;>ada puefta lexos. A los que be enamorado '^\^ 
con la vifta,he dcfengañadocon las palabras. ^ '-^ 
Y fi los dcífeos fe fuftentan con efperan^ as " ^ 
no auiendo yo dado alguna a Grifodomot ^j 
ni a otro alguno:c] fin de ninguno dellos>biea - ^ 

fe puede dczir,que antes le mató fu porfía,que ' ^ 
mi crueldad* Y íi fe me hazí cargo , que eran •: 
honríto' fus penfamientos , y que por efto cP- ^ 
taua obligada a correfponder a ellos:dfgo,que j 
quando en eíTe mifmo lugar donde aora fe- 
cauafu íepu!tura,mc defcubrió la bondad de 
Ju inccjicjíoa , le dixe yo ^cyic U mia era viulr 



Qaixote de la Manchad 141 , 

en perpetua roIedad>y de que Tola la tierra go- 
Uíle el fruto de mi recogimiento , y los def< 
pojos de mi hermofura : y fí cl con todo eftc 
dciéogaño 9 quifo porfiar contra la eíperan^a» 
y oaaegar contra el viento.que mucho que fe 
aoegafle en la iiiitad del golfo de fu dcfatino? 
Sí yo le entretuuiera>fuera falfa.íi le contenta 
ra»hiatcra contra mi mejor intención , y pro- - 
fupuefto. Porfió derengdñado:dererpero fin 
fcr aborrecido , mirad aora fi ferá razón, que 
de fu pena fe me de a mi la culpa. Q^xcíe el 
cngañadoidcrefperefe aquel a quien le faltaro, 
las prometidas tfperar^as : confiefe el que 
yo llamare» vfancfe el que yo admitiere : pero 
00 me llame crucl,ni homicida, aquel a quien 
YO no promete,engaño, llamo , ni admito* Ll 
cielo aun hada aora no ha querido que yo a- 
me por deílino : y el penfar que ttngo de 
amar por ciccion , es efcufado £íle general 
dcfengaño , firua a cada vno de los que me 
íolicitan » de fu particular prourcho : y en- 
tiendafe de aquí adelante , que íi alguno por 
mi muricrcsno muere de zeiofo , ni deMícha- 
do, porque quien a nadie quiere >a rirguno 
dcuc dar zelos^quc les deíengaños no fe han 
de tomar en cuenta de desdenes, £1 que me 
llama fiera , y baíilifco , dcxeme como cofa 
pcr)udic¡al y mala : el que me llama ingrata, 
Qo me firua: el que delconocida , no lue co* 

uo7,iai 



Í4^ Pnttiera paf te de dott' 

nozca.-cfuien cruel^no me (Tga : q^c efta ( 
efte bafílifco.efta ingraca,ctU criiel,y eñ¡ 
conocida» ni los bufcaraifcruirá , conccc 
feguiráen ninguna manera* QueíiaGí 
tomo maco fu ímpadencia»y arro/ado de 
porque fe h.i de culpar mi honefto procc 
y recato ? Si yo confcruo mi limpieza ce 
.c5pañia de los arboles, porque ha de qu 
^ Iapicrda«el que quiere que la tenga o 
hombres ? Yo como fabcys, tengo riqu 
propn^s^y no codicio las agenas.Tengo 
condic¡on,y no gufto de fujecarme;ni qui 
ni aborrezco a nadie. No engaño a efte»n 
licitó aqueUni burlo con vno, ni me entre 
go con el otro. La conuerfacion honefl 
las zagalas deftas aldeas^y el cuydado de 
cabras me entreticne.Tiené mis deííeos 
termino eftas montañas : y íi de aqut faleí 
acontéplar la hermofura del cielo^pafíos 
q camina el alma a fu morada primera, 
diziendo efto,fin querer oyr refpuefta ais 
boluio las efpaldasjy fe entró por lo mas 
rado de vn monte que aili cerca eftauaid 
do admirados canto de fu difcredon 5 ce 
de fu hermofura.a codos los que alli cftai 
Yaigunos dieron mueílras ( de aquellos 
de la poderofa flecha de los rayos de fus 
]los ojos eftauan heridos) de quererla feg 
fm aprouccharfc del manifíeilo defeng 



Qoixoté de la Mandila hti 

i^ auian oydo. Lo qual vifto por don Qut^ 
toce » parecíendole que alli venia bien vfar de 
bcaualleria , recorriendo a las donzellas me^ 
ncfterofas^Fucfta la mano en el puño de fu e(^ 
pá^^n alcas>e ínteligíb!es.bozcs,dixo : Nín« 
gunaperfona de qualquier eftadoiy condicíd 
que ¡Tea , fe atreua a feguir a la hermofa Mar- 
ceiatio pena de caer en la furiofa indignacioa 
mia Ella ha moftradocon claras^y fuíicicntes 
tazones» la poca,o ninguna culpa que ha tC'- 
BÍdoen.la muerte de Grifoftomosy quan age- 
Qa viue de condefcendcr con los dcíTeos de 
Dinguoo de fus amance$:a cuya caufa » es /uf- 
toqueen lugar de rerftguidayyperreguida» 
íeahonrradayy efiimada de codos los buenos 
del mundo,pues mueftra que en ei^eHa es foU 
laqae con tan honeña incencion viue.O ya q 
feeíTe por las amenazas de doQuixote^o por 
que Ambroíio les dixOtqueconduycíTen cotí 
k) ^ a fu buen amigo deuian > ninguno de los 
paftores fe mouio^ni aparco de a! li, baña que 
acabada la Tepulcura) y abrafados los papeles 
de Griíoñomojpuneronfu cuerpo en ella, 
no ñn muchas lagrimas de los circundantes. 
Cerráronla fepultura con vna&ruefla peña» 
en canco que fe acabaña vna lou , que fcguti 
Ambrollo dixo , penfaua mandar hazer ,coti 
vo Epitafio que auia de dezir deña manera. 

Yaic 



p ^:i.Tíl^írj*iÍ^ 

godonQSi¿óíc.d¿la 
Mancha; 

CAP. XV.DONDE SE CVEN- - 
tala defgraciadaaueatura que fe copodd 
Qi^xotec^.cppJ(^5oa:r vaQKleraiimdoi 

Vangucf^fi; - _>, - ■-.■-. 

Imecc Yenet)gelj,que afsí como, 
Ipon Quijote Te defpidio de íoi 
Jlhuerpeucs « y de todos los que 
' k hallaron al entierro del pif '. 
tor Grífoílomo : el y fu cfcudeto, feeotrarofl "^ 
pot el mermo bofqae, donde vieron qfeauil ; 
entrado la paílora Marcela.Y auiendo anda* ¡ 
do mas de dos horas por el bufcádola por to \ 
das partes (in poder hallarla} videra a paral j 
a vn prado lleno de frefca yera aijíico del qual 
C^oprta yn arroyo apaziblc, y fre(¿o:ianto qnt j 
ceiñhiaoi y for^d a paíTar alli las horas de U | 
ficfts>qiicrJgut(Mamct)teco{Qen9anayaseBr ' 
tsu 




..*:|. 



^ixúte de iá Mancjía^' fifi 

• Apearon (e don Q^ixotci ySatachb^iMt^ 
do al jumento» y a Kozínante a fas anchu- . 
pacer de Ja mucha yema que allí auia, die 
láco a las alforjasry ñn ceremonia aJguna^ 
^tttna paz^ y cómpañia » amo^ y mogo co- 
tón lo que en ellas haliaron • No fe hautíi: 
ido Sancho de echar fueteas a Rozbtnceii 
iró de qué le conücia por can manfoiv can 
ó rijofo^que codas las yeguas de lawhe^ 
: Gordoua no le hicieran comar mal fi« 
Kro . @rdeno pues lá fuerce i y el diablo^, 
do codas ve2es duermetque andauah por i 
d valle paciendo vna miañada de hacaér 
ícianas ^ dé vnos arrieros Yanguefea: dc/ 
|üalcsescó(lumbrcfeftear coh fu rtíqua^ 
igares , y íicios de yeroa y agüá^í^ aquel . 
de acerico a lullar/e donQuixocií» era 
r a (iropoíico de los Yaiigucíes . Sucedíú. 
t,^ a Rocinante le vino tii dbíTeo de refo^ 
fe con lasfeñor^shacasiy falicndo aísicó^ 
as olio de íu nacural pafíb^ y coftumbre^v 
édír licencia a fu dueño » como vn croti* 
Jgo picadillo , y fe IFue a comunicar fu be- 
ldad con elias;Mas cllasyque a Ib q pare- 
let3Í2 de cener mas gana de pacer iq de al j^ 
bieraiiie cotí iás herraduCas,y c6 ios dieii 
d4e cal manera 9 que a poco efpacid fe \p. 
ipiíeroD íascincha^iy qbcdo fín Üllaen per 
Jftí^o lo 4 el deuio mas de leiitirf ae « ¿xc \ 

K ^ NKti 



vitné^lbs arrieros la tu<r9aque a fus jregdi! 
fe lestuuakacudieroncon ellacas^y cantos p^ 
losiedieron^que le derribaró mal parado ci! 
el fuelo . Ya en teño don C^iiixoct » y Sftnchc 
(if ue la paliza de Rozinance hauián vino ) Üe' 
gauaa hijadeandobY divo don Quixc te a SÍ< 
cho: A lo que yo veo atüigo SancliOs eltos nc 
foa caualleros » fi no gente foez , y de baxa ti 
leat. Digblo,porqne bieti tne puedes ayudara 
tomar U deuida venganza cJeUgrauioquedf 
lanfce denuestos o)os le le ha hecho a Ro2i' 
nañte.Qne diablos de venganza hemos de tú 
iñar » refpoüdio Sancho » licilos fon mas di 
vtynte,y nofocros no mas de dos^y aun quif 4 
ndRitros i fíno vno y medio . Yo valgo poi 
cientOi (cplico don Qnixote » y (in hazer mal 
difcurfos echo mano a fu efpada , y arremetió 
alos YanguefestV lo mcímo hizo Sancho Pati 
Cd) incitado» y moiudo del exéplo de fu ámoi 
Y a las primeras, dio don Qiiixcte vná cuchi- 
llada a vno , que le abrió vn layo de cueto de 
que venia vciiido, con gran parte de la eípal" 
da. Los Yanguefes que fe vieron maltratar de 
aquellos dos hombres folos, (iendo ellos ti^A 
tos> acudieron a fus eílacas» y cogiendo a lod 
dos en mediotcomcn^aroü amenudear fobte 
ellos c6 grande ahinco»y vehemencia» Verdad 
es, Que 9! fegundo toque» dieron con Sancho 
ca el íaüíh y io meímo le auino a don Qoiao 

te 



Qu^^oce de la Mamba« 149 

^ Ikfín qttc le vaUeíTe (u de(lrcza,y bu£ animó. 
Yqjuifo fu ventura , cju^ vinieíTc aca^-^loi 

^ pks de Roiinaiite, que aun no fe haüia letian 
tado3 donde fe cebade ver iai^ 6iriarC(M)<)ilt 
machacan cftacaí pupftas en ñiarios rafiicsfü^y 
eiTQíatdas. V ienda pues;lQ5 Yañguetoi^éltiifll 
xccadQqucauianJiechbKtQn^ia iñajx^vpi^jtfr- 
laqae padicrofrcargaronHTu requav/lSgtitf^ 
fQn fu cacninQ % Atximáo xiqs dot aii^MM^ 
ros de mala cra^'avyndepeoT^ataoíte^KI'pHMit 
raque (e rciintio,ñie Sancho Pán^,y h^iiltM^ 
do'e junto a rai.'ñ(u*,cbn%oi^ ciifcrma^yl^lH} 
oadadüso: Sefíor doii Qu^oce!fafe([ki/f' ddll 
Quizóte í Que qoieres Sancho hermanó' ;^fi 
pOndiodon (^uote^-con elm^fino ti>IHtt4|b3 
ounadoj doücncctq^ncho. QoenlafifüeÁ 
(epobible^rerpondío Sanctiq Pan9aiqat vúef* 
tra noerced oie áicSe dastragoad<íquelIá 
h^da del feo. Blas » íi es que ia tiene vucftráL 
tberced ahí a manoíquí^a fera á^ prbAebho pá 
U la^quehramientos de hucKToá ^ ctítívó jQjef 
(iwra las fericias . Pues 4 tenerla yo a^tii', de(^ 
grafciado yos^qúe nos (altana, rei|)ond1o ¡dt^i^ 
QtiHzoce : Mas yo te juroSancho'PSiDfari'fó 
de canal lero andante, quQ anteíqUe''pá(feu 

|| dos día$(ít la fortuna no ordena otrátofá) la 

' tengo de tener enrol poder » o ih'at me h^ah de 
an&r las manoa^E^esenquantos le pare^i" a 
faeftra merced 9podlMfDo»0iotiet \ai^^i>^ 

k 3 tá- 



^ 



íj^, Tihxrá parte de doo 

r^pli^ Sancho Paiifa • De mi fe ^ezir^dhs' 
f l«lolidQ cauaUcro doQ Q^ixoce )que no k 
bJCOttcnter cer opino a tffo^ días : Mm-^j^o 91 
fengp latulpade codo^qoe no acia de pone 
«3aoo.a U eípada^ 4 contra; hoir>bres q[üe n 
í^idr^Q^rmadoscauaí teros como yo v Y aTi 
cfi^: tique en p^na de hauct paiTado tas ley 1 
4eJ%oauaUeria » ha permitido el Dios de h 
l^tAlMa^^ que Ccr iiue diefic efle ca,ftigo : por 1 
jQMliiCinOiaAO S^n^hoiiConui^ne que «(les a 
«OKiído e^ eilo qw aora te diré » porque iir 
pOiCaQiachóa la fátud de entrambos: y c\ 
Qtt^.q^iuindoveaaqoe (emejante canalla no 
ha^ jllgufl agrauío,no agaarfles a que yo pe 
gjlrffvmo a la eipada paca tlla$% porque no I 
haré ^n ninguna manei'a ^ 600 pon tu mano 
tu efpadary oüb'galoa muy a to fahor , que i 
f a fu ayuda » y dcfén(a acudieren caualleroi 
yo te Ubrede&nder » y ofendellos con tod 
mi podcc«que yaauras viflo por mílfeñalesy 
OcpipricuiciasybaíU adonde fe eftiendc ei vale 
deAe mi (iieree bra;o.(Tal qiiedo d^ arrogai 
cp ei^pobre fefior » con el vencimiento del va 
Uen.te y jfcaynoi) Mas no leparecio tan biei 
i| Saq.cho.P^i9a » el auifo de fu amo « que de 
xaíle de rcfpouder ,«diziendo : Señor » yo fo 
hombre pacifico» manfo, foíTcgado, y fe difsi 
mular qualquierainluria^porque tcgo muge 
jp:A//0¡f 4 rofi^tw^y criar. AÍM 4 ^'^^^ ^ ^^^^ 



MOei^iéttMfo átiiA<(|tté«'itóttt¿éé fir 

lá'ftirliUt»4y4ft«ll<MMi eitl eteiirlo^ ^b 

Aóh fó^Vi^mMi khót dé\liífúe% K> 
rttíe\6 fet^itíf SíAcr VátoifjtKi(lrteñcibB de 
i dfc Abii#,<^eH ld»Rlto]^fldsyyfÁHiÍB¿»ai 

ál¿aAI-n<medád;i»afa altJtfWtl'íli: üiMié^ 

k 4 t«*» 



if^ _ P^ f mera p^ne^e don 
Cura : y t&i es meiieílfrf t S^^^^^y^P^^^- 
, quice ^cgpiv ^ if5iiio..£n $(be «qocaoM nojí 
h^aci^mci^ídcvcfpiwdi^^^ 9uíficra yq 

i;^er ^i}is j^tteodioHíÑiliOf y «álb valar qoe vo^ 
:Ík4 n^rcf4iiiz«:f masóte iiiFaafc de pobra 
hQnoílprü.qtK aia« eftpy para bi zfnattqoe par4 
pl4Cic4i;M}r4( vueiira merced (iiepued«leoÍ 
MTfy «y ud^eamos a Ro^inante^auíique no lo 
inrrcce^porque el fue lacaufá principal de cq 
do eiVmoliQíiiento .fainas cal.crey de Roai- 
paoccsque le ccni^por.pe ríonacaftas y Can pa 
fificacoma.yef Er» (i^b4C'> dizeiiiquc ct mct 
•li^eder oHicho peinp«^para venir aconoccr lai 
períona^:/ que no ay cofa fegura eiíi^ft^ vida. 
. Quien ^mr^^ que tras 4e aouei las tan grao* 
des cuchilladas 9 cgoíiíq vueftrii inerced dio a 
aqt^ldf fdichado CauaJlefoandanee» auia de 
venir por la poda » y. en íeguimientoruyo,ef'- 
<ta tan grade rempeOad de palos , que ha dcf- 
largado fobr^^nucfiras efpalda^ } Aun las ta« 
y as Sancho.repiico don Qujxotcideuen de e« 
Aar hedías /(remeiantcs jiübJados , pero lai 
inias criadas entre (luab^así y olañda$,claro 

cAa qú^fenríran ma« el dolor dcfta deTcra- 
fía. Y: 6 f(o fueífe porque imagino (que digo 
im2ginú)k mny cierto i que todas eff as inco* 
A)o0id|4«a(bN muy aoeía^al eaercício delai 



íg ve^ld^itl 6rcudcxp:3c4!9J;iJ»4{|^.«W»f 

>»ca(»é.)>6i:o»<4«f uy^t htftóiüM^é?t<90; 
:a n9^kÍ4^Y pudiera(ecá|»rlipff^fi«^!(to 
le diera l»gu,} de aigtMiqi , 4M«>(>Qr el 
de fu brfl9qha(>rijbi4o A k^j|)taf|.g^ 
I be cqntiiid.(KÍf tñof mcfoxit/eivifif p $o ' 
4c(¡>ues «n d.>M*it fa^cklMnidadt^tyyiaiife 
>or4 el «alcrpío j^mjtdis 4e iQ4«^av(;. vio 
id«rd< fu'inoteal cnicmigtótA^fiÁlaot el 
:«l49F>lb <)MÍé fe tiene por a«fi-^iUMt!ai 4 
tHoiidok (^cefo, mas df d<ii«,ft^s afotiM 
i rtquUa d<: fu caoaliQíatado a yat^tidu • 
rvofiatio. Y aun ay vd autor léctetniy 
» pQCOffedito, 4dize > 4 auirndÜK&i^d 
lalh^odelFebocó voacieri:ajerá{ia,4^ 
diojlofett^dc i^s picsben.VQ.Qeitaca&i 



'/ 



tt4 TenSera parte de diid 

llo^y-al caerle hallo en vna honda (una 

xo^ cierrat arado de pies y ihano% y 2 

cehardHfnatidhs ^ llama mefezina* de ; 

de^cfieúeyy aréna^d lo qoe Ile^o niny ai i 

y ficiQfateráfoeotrido en aquella gran ci 

ót vnfabiogrSdb amigd íujrókio ji^fRipa 

mtflélpobre<auallero • Aftí» qacbien p 

yo^íTar-entrc tanta bneina gMtei^dlaj 

afrontas fon íá% qae eftos'pafCarén^^'ttO 

aorá nofb€rltfrpáflQliikost^r4 quiero bá 

(abitfor Sasehéiaaeno afrentan lis hfri 

fé dan con Idi inftrunieticos qñe a cáíb ( 

Hánen Us'cnatlós.Yefto eíla en U ley de 

lot efcrito pórpalabras etpreflks:qne (i • 

pattíróda a otro con la horma qae tiene 

mano^paeítia que verdaderamente es d 

lo^nopor eflb fe dirá q queda apaleado 

aqüien dio con ella. Oigaefto, porq no 

fesquepueftoque quedamos defta peí 

ciá molidosjqaedamos a(réeados> porq 

armas que aquellos hombres tpaya con 

machacaron, no eran otras que fus eftat 

ninguno dellos (a foque fe me acuerda] 

eftoque»e(^ada9ni pañal .No me dieroi 

lugar^fpondto Sancho,a que miraffe c 

tOyporquea penaspufe mano a miti 

quandoine fantiguaron los ombroi co 

nos ,de manera que me quitaro la vifta 

cjohyU ñierf a de los gies ^ dandác&n 



• ■ • 
- « I 




le aÍBñ» yi&hy 9 dódc no Me di ^d&í'^K 

t,cúlnovíK Jada él dolor ét Uüf 
jAiVfeíájbíedartati impre0bi tii' 
^Ax^eafaf elpaldástCó toáóft 
^ftérinfaiib'PIca.replkb^iSr'' 
«y'ibéfnctr» l'qúié él aeM0d 

K^a%Í(SÍtM¿9íif^ kitKftrli __._ 

f^r tdüóiii^ttapiraaos dé v^íía^I'.' 

ionerIá»'H)4JQeA termia6'f¡ ^métÜrD»^' 
IclTd; ; Gki ñüíréu de 9ác(tt¿k4 Sáiibhbi 

ómb'elb ^zJRánteiqae'a-ló a^^ií^are' 
re hit €khíd&iR*pdbtÍU A\!h6ipxcilétíó', 



KiK>D»nen(H nenqoei caDiepcanaiienr 
«¿•:Pe'lo 470 nie maráailib'eéidié 4 Mff 
níaya<)iiedádo ^>téyfía€óRkiyá)ime 

I vai {Hiertilftítí^éa «i hiúéQBOmyL 
ttmÍio4tíliaf^úaoddQAio€éj&m 




(ÍUIÍ<&d»j»de/&t cúflMlo de mülitía«»i 



iS6 Franera parte de don 

Y iivat>q no (podre a deshonrra U t^\ caualh "^ 
rjui»porq me acuerdo 9uer ieydp q aquel bAca ^ 
vieja SJleaa,ayo,y pedagogo del aUgre Dioi c-. 
de la tjíaiquado enero en la ciudad deUu cic|| r; 
p^iortass^uacnuy a Ca plazer cauaUero fobrq c 

yamuyhercnoíoarno* Verdad fera,4^'^AM4 ^'. 
de yr caüdlero como vueftra merceict düéz^ ^ 
pppdio Sancho: pero ay grande diG:r£cíad4 P 
yrcauallero.al yr acraaefladocoinoc0ftaldi| i« 
vaCura-A lo qu¿ refpondio don Qu^o^slA Z 
ií^i¿^Ía$ que íc reciben en las batalla aptes ^ r- 
Haprra¡»q la.quican.Arsique Pan^a amigo, na x 
ij^n r^liques mas , fino xooio ya He be dichOi ^ 
leuaatate lo mejor que pudiere^ jr ponmí^ dci ^ 
fa¿faWra 4 (ñas ce agradare. encioaadQ difi ^ 
men£o>y vamos de aqui,antes q la noche v:ciK - 
gji^ aps faitee <:ne(ie defppbladp^Pucs yo hiK 
ixyÁo dezir a vueftra.n4erced»dÍKCXPap9a,quci : 
c$.{Quy decaualleros andantes ^ el dormit ca : 
ló^.paramos y defiertos lo mas del año>y 4 1^ 
(iéneo a mucha vencura.EíTo es^^dixo do Qoi 
xoce^quando no pueden mas,o quando tfta^ 
enamurados*^ ts can verdad eftoi q haauid<^ 
a^aílero q.(^ ha eftado fobre vna peña»aÍSol 
]^a |a^ombra»y a las inclemécias del cielo^ei 
años 9 Gn q lo Tupie (Te íu feñora. Y viio deftos 
fue Amadis.quando llamando^ Beleencbroi: 
& alojo eo la peña Pobre; ni fe (i ocho añoSiO 
qcho rntítSf q no euoy muy bie en la cuenca« 

ft%fta 



Quitóte deJa Mancha* if^ 

Baftá ^ el eftuuo allí hazietido per}itet)cia»por 
Qofe que C\n Tabor q le hizo la ktorz Oriaoa. 
Peto dexemos ya eUo Sancho^ y acaba antes» 
^uefuceda otra defgracía al iu mentó como a 
lOzmantcAunahi feria el diablo i áixoStKf¿ 
:lio,y defpidicndotreynta ayes« yíefencaioi- 
kiros^y ciento y veynce pefetes, y reniegos db 
|iilen allile auiatraydtbfe ieu anco quedando 
c agouiado en la mitad dd camtiio,comó aP* 
:oTurqueíco. íin pi^der acabar de cndere^aj:- 
c:y c6 todo efte trabajo aparejo fu afno;(qii&; 
amblen auia andado iilgo díftraydo cd la <Íe^ 
mliada libertad át aquel diaXeuanto laego^ 
a Aozinante^el qual íi tuuiera lengua conquo': 
qucxarfe , a buen fégutu que Sancho» ni Ai a-' 
3)0 no le fueran en faga ■. En refolucion^S^iíi?.'' 
:ho acomodo a don Qnixate Tobr^ el aíhO) y : 
pufode tirata a Roíinancc:y licuando al aína ; 
IcI cabcftro , le encamino poco mas o menoS; 
liázia donde le pareció q podía eftar cUamtr' 
do Real. Y la fuerte , que fas colas de.biitfn eti 
mejor yua guiando^aun no huuo andadoviMt:- 
pequeña Ugua^quando le deparo el OPimo^ 
tti el qual de(bubrioyna venta» q a pefar fayo«i 
yguftode don Q¿ixote>hauia de fer^Caí^l'^* 
Poifiaua Sancho q er¿rventa,y fu amo q no,íi 
ao q caftillo:y tato duro la porfía q tuuicT ó iift . 
J«r íin acabarla d* llegar a elia>enla qualSácho ^ 
í&CQCro &ú aiaaaacrigttació có coda ív^c^^ua* 



If I l'ércera partó de Aoá 

cap.xvi.de lo qve le sv^; 

ce(Íio al íngeniofo hidalgo^ eti la venca.qué 
elitnagínattafercaftillo^ .. *- 



*• V* ■ 




L ventero que vio á don Ctuikoce a¿i 
traucikdo en el afíio» pr^ünco a Sao*' 
icho^q mal craliia?SachoIe refpéndio» 
que no era nada^lino ^ áuía dado vnt 
cayda de vna peña abaxoí y q veniialgo bru* 
inadaslasrcGfíb'Ilas. Tenia el ventero por mú 
ge|r4.vna,node la condición que filel en tener- 
las de femejaote trato » porque naturalmente- 
eracarítátíua^y fe dolía délas calamidades de 
fus projumosiy afsi acudió luego a curar a dfl 
Quixote:y liíí o que vna hija fuya dózelld) md 
chacha > y de muy buen parecer !a ayudaíTe a 
curar a fühuefped.Seruia en la venta afsi mef 
mo vna mo9a Afturiana, ancha de cara, llana 
de cogoccide nariz roma» del vn ojo tuerta» f 
del otro no muy (ana. Verdad és^que la gallar 
día del cuerpo fuplíá las demás í¿ltas«No te- 
nfa fíete palmos de Ids pies a la cabera , y las 
efpaldasque algún tanto le cargauá,la hazian 
mrrar al fuelo mas de lo que ella quiíiera¿Efta 
getitil mo^a pues ayudo a la d6zella,y las dqfs 
hicieron vñá muy mala cama a don Quixote 
eú vn cam A'anchonyqiie en otros tiem|»'os da 
uá maftifíeftos indicios »que hauia fcruido de 
pjiMrmitihoB agosten la qoai tambkn tioia- 



^ Qgixocc de la Mancha* ij^ 

II vn arrkroyque cenia fu cama hecha vn po- 
k>mas alia de la de nueílro don Quíxote. Y 
lainque era de las enxaloias^ y niancas de fas 
Bachos,hazia mucha vencaja ala de donQui 
i[ote»4 ^^lo cotenia quacro mal líías tablas^ la 
bre dos no nrny iguales bancos,y vn colchón 
que en lo fútil parecía colcha, lleno de bodo^^ 
que8»que a no moftr ar que eran de lanas poí 
^unas roturas » al tiento en la dureza femé* 
jauáde guljarrosy dosfauanas hechas decue 
ro de adarga » y vnafra9adas cnyos hilos íi fe 
qoifieran contar »no fe perdiera vno foló dé 
lacuenca.En efta maldita cama fe acofio don 
Qiúxote:y luego la ventera y fu hi)a,le empU 
fiaron de arriba abaxo^alumbraodoles Mari 
tornes.que afsi fe llanjaua la Afturíana. Y co- 
mo al bizmalle viefle la ventera tan aeardena 
lado a partes a don Q^ixote^dixcH que aque- 
llos mas parecía golpes que cayda« No fuerd 
golpessdixo Sácho^fino que lapcña tenia ma 
chos pícos^y trope^onesjy que cada voo auia 
hecho fu cardenal. Y también Icrdixo : Haga 
vueftra merced íeñora de manera que quedé 
algunas eftopasi que no falcara quien las aya 
menefieryque cábien me duelen a mi vn poco 
los lomos.DeíTa maner^ refpodio la ventera, 
también dciúftes vos de caer?No cay.dixo ÍS$ 
cho PSfasfino q del fobrefalto q tome de ver 
cacct a miamoade tal manera me duele am\ 



t\ cuéVpa, qtte me parece qae me hmréíáü 
mÜípii'osn Bien ()oclra fer efíordixo lí áúttít» 
Ila^qtie atni md ha aconceci^}a muchai Vczci 
feñora que tkyi d ? vná corre abj^xoi y qne í& 
cai(cabaúade llegar al fueíoVyqaando def* 
|^ertat]ardel raeño,h9llarme tai) nidiidaí yqae 
brancadra^comofí verdaderamente hauterJi 
cayido. i\hi ella ci roque rcnora^rerpohdió&iil 
thü Pan9a.,q(ic jrbiiñ foñár*nada,fino rfiando 
masdefpíerto'queaorá e(loy,mc balíocód 
pocos menos t^rdenales que mi feñor dím 
Qüixóte; eomofc flama éftc cauallcro , pré* 
gunto la Aftariana Marírorpes? Dont^izo* 
ce de laMancha.rcrpondio Sancho Patí^piiy d 
cauaijero aueQtiirero>y de los mcjoreisy tnM 
fuefcesquc de fuergosticmpos acá fe hí viP 
fo en eJmíindo.Quc cscaaallero auenturcro 
rcphcó lá-mo9a?Taft noeua foys en el mundo 
que no lo fabeys vos,refpondio Sancho Pan* 
^a^Puesfabed hermana mía, que caualleroa* 
uen turero es vna cofa^que en dos palabras fe 
vee apaleado^ y Emperador. Oy efta la mal 
dcfcicJuda criatura del mundo , y la mas me 
nefte roía , y itiañana cendra dos o tres coro- 
nas de reynos que dar a fu efcudero. Pues co- 
mo vos,íícndolo defte can buen feñor,dixo la; 
ventera* no ^'eneys , a loque parece » fiquieri 
^5;;un Condado? Aun escemprano;refpondio 
Sj^nchoyporqüc noha fino va mes ^ andamos 



MfiVl^ l*s aiwnturds , ,yji3fta^orí,no he- 
ÍSíSíWí" c°" "ifgüía qy£ to fea.lf tai vcí. 
*í4iÍFÍ*Kp^-*'M^Í"'^»)' íeíi^iraocra. Verdatf 
(ííflMi^í Wi^EJlor-don Quixotí; fanadcQa tic- 
t^J^cayda t y yo roquidu cócrcdiodella* 
l9rfCOii;_arianiiscrperjn53s"c6ei mejor ti tuVcí 
íe^fpíña. Todas ellas .platicas c(íá,u a ¿ka- 
^^4:49;\uy ateiito don Q^íxptc,)' rentándola: 
19,51 Jcílho.tomopudojtümántípdt liinana 
ij^'ylc^rai'^ dixo: Crcednic fcrnicla (eñotaq 
Mgaj^y.s llamar ven turora,por auet- aloj^ídtf 
fi^^lJCiVi^eítro calHllu a mi p^rfo/ia , q es tati 
gy^fi y,Qni^Ja ,^Ubo, es por io que fiiel¿,dc3 
l^ípiqtfc l3,aIa¿4H5apropru ehüilcce ; fífn" 
(jl^u^ero ps d'' ^ S'^'*"*''^)''!"'** "^^ ^iS" > ' 
Ji;^rjEifCc,rpamcucí; efcrito c.n ñii memoria 
elíifluícíp qí\t ^ áu.edes fcclipVpara ngtádé-í 
C(;^9m¡etitr,4sla^vida.mc diirare.Vpliigúi^ 
ifaJpSi^ltQScl^lqstqiieelaihor no mctuuie* 
(jit^oUSíidíaQ^ypii fü^étó,afus leyes j^íot 
íífy to;i.iícll4>trmyía itigHjra que 'digo cíf 

^biiénadéMai^ 
fttíSfítfU'eijdftfajrszciicsdcIahdatitc'caiiai 
¿ccOf Que adi las.critcrdían coihófi hablara 

.CC(mftí]3,y^fad|^í í^í^^cjirite Icnsuaje, ffiuai. 



méi Tercera parte de dop 

ttan?e»y admirauatiTe » y parecíales otro hom^ 
bre de los qae fe vrauati» y agradeciéndole c5 
vcnceriles razones fas ofrecimien cósale dexa« 
ron, Y la Afturiana Maritornes curó a Sáchot 
que no menos lo auia menefterque (uamo# 
Auia el arriero concertado con ella^que aque 
lia noche fe refocilarían ;üntos:y ella le hauia 
dado fu palabra, de ^e en eftando foífegados 
ios huefpedcssy durmiendo fus amos, le yría 
a bufcar » y fatisfazcrle el güilo en quanto \fi 
mandaOe. Y cuentafe defta buena nio^ , que 
famas dio femeiantes palabras que no lasca 
plieiíe^aunque las dieíle en vn moiite,y (in 19 
ftígo algono:porque prefumia muy de bidal- 
ga,y no tenia por afrenta eílar en aquel exet« 
Cicio de feruir en la venta : porque dezia tll<i 
que dcfgracias,y malos fuceíTos la auian tray 
do a aquel e(lado«£l duro,eflrecho> apocado, 
y fementido lecho de don Q«ixote,eftauapri 
mero en mitad de aquel eí>relladoeftabIo:y 
luego junco a el hizo el fuyo Sanchosque foto 
cótenia vna eílern de enea,y vna mata^q^ntes 
mofíraua fcr de angeo tudido q de Iana«Siice 
dia d ellos dos lechos^el del arruro/abricado 
como fe hn dicho,de las enxalmas , y de todo 
el adorno de los dos mejores mulos q traya 
aunque eran dozclundos, gordos,y famofoSf 
porque era vno de los ricos arrieros de Are- 
iiMo/c^un lo dize el autor deíia hiftoria.qne 



«i fe wiígi'ió.aucr llegaiQí v.j .&'lS(ltjij4j(ír 

mR^yHñ'owí • ffoiíiifísw QaoWíRr 

líacae] fueiiipguada)d^,l? vei)i^3ííe,ii^^/^ 
riana.la qua| ^n camiI¿,ydífcal^a,cQ8f^os¿5j j 
£4be!IüS cu viíaaluanej^a defullatitCO t^[^i^ * 
j:,ateiitáJost'íiTos,c[Uíócntl apofíiitq^ftft ^ 
^ los eres alujauanjCn btjfcfdt:! ar^icít), jíi^i ' 
W a penas Ifgóala pucrca.qvatulo dpQ.Qu^ 
:(otela(ii)CÍo,yreiicandorcei^j^ataníaa,pfy¡ 
d^f.istjiímas,ycpnd¿]pjílerfisc(jíl¡ll)^^tfrt 







!!atí»f»5%íe%' hñfrtí» ttjiéi} triodo ¿lo^ 

BiíiWfeJá '^ijíti tflái feH(3b<^átíaircfd¿J 
tf«llPlaí>a(hbtíeá ;tcfe tódó's Ío* aabí^' 




(li{1tf<>a '<!>lrb4ño{adb'it^^erb.'Atít¿s'; 
l¿Í»l^fémii'jiiH6t'fas1>lakpúra'fódÍ(V-^ 



fié Téreerípamclcdaft 

hoz amorofa y baxa,1e comento á de2Ír Qul« 
fiera hallarme en cér<7)iiTO$, ícrmofa y alta ^ 
áora de poder pagar tamaña merced , Qoitíé 
}a q con ía viña de vueílra gran ftrmóíura in<| 
jiuedes íecho:pero ha querido la forruna(r|iit 
rio fe cania de períeguír a los buenos ) ponc^ 
n\t en tile lecho, dode yago tá snolído y qué 
biaudo,^ aunq de mi volantad quiíicra fatíj^ 
fazer ala vae(\ra,ñtera impofsibíe. Y mas q tt 
añade aefta impon^ibilídad t)tra mayor , qué 
^s la prometida fe que tengo dáda^ala fín paí 
Pulcinea del Tcbofo^vnica ícñora de mil 
ipascfcóndidjspeDÍamicnrosiq fí eftó hó hi^ 
. uiera de por medio,no fuera yo ta iahdiocja^ 
Dallero^qae dexara paitar en blanco ia venen* 
roía ocafion en q vueftra gran bondad mehá 
pueílo. Mantornes eftanacóngoxadifsimaj y 
trafudádo.de vetfe tá aíida de uó Quíxotéiy 
fiíí enccoer nj eftar acera a las razonen q le de 
zia,procUraDa fin hablar palabra drraíiríc. El 
bueno del arri€ro,a quien tenia dcrpíet'to fus 
malos deíTcQS dcíde el punto q entró fü Coy 
nía por la puerca la fíntio: eítuuo atelntameh^ 
te efcuthando todo lo que don Quixóted<¿ 
2¡a,y ¿eJofo de que /aAfturiana IfehUníeileftl 
tado la palabra por otro.fc fue llegando maüi 
Sil lecho de don Quixoce ^ y ettuuofe quedos 
hada ver en que paraua aquellas razones que 
finopodig cntCQder. Pero como vio quclü 



Q^íxot^ <Ie la Mancha. iíji 

forcejaua por dcfafíríe » y don Qnixote 
laua por tenerla: paredédole nial labur 
irboió el bra^o en alto , y deícargo caá 
le puñada íobre las eñrechas quixadas 
iimorado cauallefo,que le baño toda la 
en langre:y no contento con eílos Te le fu 
iciiua de las coftillas»y con los pics.mas 
ecrotCifc las paíTcó todas de cabo acá- 
lecho que era vn poco endeble j de no 
i fundanientos.nopudiendo fufrir la aña 
a de i arriero » dio coníigo en el fuelo , a 
5;an ruydo defpertoel ventero, y Incgp 
ino que deuian de fer pendencias de Ma 
es , porque aujendola llamado a bozes, 
pondia. Con efta fofpecha fe leuanto, y 
dio vn Candil , fe fue hazia donde auia 
o la peiaza.La mo^a viendo que fu amo 
,y que era de condición terrib ejtoda me 
a y alborotada , le acogió ^ la catra de 
lo Pan^a^que aun doroaia, y allifj acó- 
»y fe hizo vn ouillo. El veoJcero entro di- 
j; Adonde eílas puta ?Á buen f¿^guro q 
s cofas eftas. En cfto deípeí tóSanc ho, y 
lo aquel bu 1 to caíi encima de (i> penfo q 
la pefadilla9 y comento a dar puñadas a 
otra parte, y entre otras alcanzo con no 
txs a Mariotorne$)!a qual fentuiadel do 
hado a rodar la hone{lidadj|dÍQ;;C^f ttor- 
ácho.co íutxs^q aíu defpeci^^^;^»^ 

JL 4 (\x^« 



íiiefiorel q«al vieridbfe tratar dt aqúeíIaíñaS 
raí y Gn fi'ocr ác quieri ,'alcanílofü cóillúiíü'ifo 
f; ibr'iijiJcou MiiKÜrnes ,7 ¿Oinén^árfííiííif' 
rre los doi la nías feñida y gt^aciófi ek^i*áW^ 
cadel;n'i;idb. \^ísndy"pfle$ej arrítT'oaiaí^ 
brc üel citKÍi! de' yclitcro ,'qual andaijli'tíiíífi 
nia,dcxáJoadó Qn¡xote,aciíai'^"a'da1ít3l'f6l 
corro ii 'cci-ran^iilo niiduo liizü eí ve^iteTO/í^ 
focon¡tici:[):ÍJii ditcrenteipc)rci_ifu¿á":c;íftiu4 
a b mqyá^creyendü fiii duda.cjíií: cllatóíi"eÍ3 
Jáocjííui] Je ktda aquella anriólila. Y VliiW 
m.; fiielc d' ziifü , el gaco ai rato iél ntb'-'i'fl 
ciierJada cuerda al paloidaua £l itticrdaSki^ 
tlio.Sáchualamo^aila mr)if-aaet;crvijrittW. 
alaihü"5a,y'todos ineciíídeaua'ntbri'tStí^Hff 
fj cj no fe dauan punto'dc'feppfijVy'fíi¿'lBiíá?- 
nu.que al vjñceró fe le .ipág-'o-cf cándil\y^c!ff- 
mo qucda¡-5 aícuras, daüalc tan lin cópá^iáft 
todo:í,abii!to,qadoi:](it¿ráL¡iicpan¡a[Í!¿íhí2' 
nOino'dcxaiiácofjfana. 'Alojailaacafo'atiác- 
lia noclie en U venra vn qi;adnl ero , de' liJs^í 
ilamádvfarantaHermadad víefadeTolcdfe , 
el'quat oyendo afsi mcrn:o el efirdñb'cllrutíi* 
bo de lii pelea, aí¡od¿rattiéJia'v;ira;yde1án 
xa de lata de Tus rítúlos , y entro afcurás feh' A 
apofcrico,dizjciidoiTchgjnfe 3 l^mHitífíi iM 
gSfe aladea Hcrnaá'áád.Y^t)Hinéi;oc&^» 
topó.fiíe có ei apuñeadb'dóíi QüiíotcLella» 
éaJudaTñjadó Itíüitiiiniiésrtíocivi^ Wt 



Himfn^m hüímfkgídtíoiiti^i 
Mí.íbiaí'Síi 'detórtfídeíJíasii ij¿twií 

(ift fctoard iemvmiAmun'félonóí 

^fai;t!au■:^dí<1(i6l(^J>o^(1lllm5v^i,ii).'.i(> 

l'¥l'^VTV."tí€rt«'D'E< SÉ'PWO- 
liHjW16ii'HH«fflSfelífesirib4i«>í'^e1bri- 



,. -.-fjí'iiiícMaw;-'' '"■ " ■ •■ • 



■■: ■ ■ V 



f >• Tercera parte de don 

A Vía ya buetco en eftc riempo de Ta 
paraíifino don Quixoce» y có el mef* 
mo tono de boz con q el día antei 
¿uia llamado a fu efcudero > quando 
eílaua tedido en el val de las eftacas» le come 

Ío a lIainaF>dízicdo:Sancho amigo daermesí 
}uermes amigo Sancho? Que tengo de dor^- 
mir peíia a mi, refpondio Sancho Uenode per 
íadutribre,y de ddpecho $ que no parece fino 
{[ codos los diablos han andado conmigo ef^ 
ta noche. Puedes lo creer afsi ña duda> refpoo 
dio don Quixoce:porque o yo fe poco , o efle 
canillo es encantado.Porq has de faber»mas 
c lIo q aora quiero dczirtCihas me de jmrar 4 
!o cendras fecreco hafta defpues de mí muer- 
te. Si juro>refpondio Sancho.Digolo > replica 
d;;n Qníxocc> porque foy enemigo de que fe 
q.iice ia honrra a nadie. Digo q (i juro» coroi 
a dczir Sacho» que lo callare hafta dcfpues de 
](iS días de vueftra merced» y plega a Dios q 
lo ¡ucdadefcubrir mañana.Tan malas obras 
te ho^^o Sancho>rerpondio don Quixote,q me 
quernas ver muercocon tanca brcuedadíNo 
es por cilb * refpondio Sancho » fíno porque 
foy enemigo de: guardar mucho lascofiSiyno 
qac« ¡ ia ó ié me pudricííeii de guardadas«Sea 
por loque tuere^dixo don Quixote.q mas fio 
ikcu an;or y de tu corccHa : y afsi has deft' 
bcr, í¡üc cíu noche me ha fucedido vna de las 

mas 



Q^iTrütc de la Maochftt f^ 

tiranas auenturas q yo (abre encarecer» 
:dtarceia tn breueifabras que poco ha 
irmo !a hi}a del Tenor defte caíljllo.q e< 
afHíéita y fermofa donzeI1a,quc en gra 
fe la tieria fe puede hallar , Que te po- 
zir del adorno de fu perfona \ Que de 
rdo entendimiento /Que de otras co« 
Itas.que por guardar la fé que dcuo a 
)raDuIcinea delTobofo^dcxare paíTar 
s^y en (ilencioí Solo te quiero dczir^q 
oío et cielo de tanto bien como i a ven- 
z auia puefto en las manos.O qui^a (y 
lo mas cierto)q coino tengo dichones 
idó efte caftillo : a! tiempo q yo eftana 
¿n dulcirsimos,y amorofífsimoscolo 
:n q yo la vieíTc, ni fupieíTe por donde 
ino vna mano pegada a algú bra^ó de 
(comunal Gigáte,y aíTentomc vna pu 
I las quixadas,tal^ las tégctodas baña 
angre,y dcfpues me moho de tal fuer- 
oy peor q ayer quando los arrieros,q 
ñafias deRozfnáte,nos hizieró el agta 
bts«Por dode cojcturo» q el tcforo de 
oCata defta donzella, ie deuc deguar* 
in encantado Moro , y no deue de (er 
I.Kí para mi tápoco $ refpddío Sacho» 
alíde quatrocíentos Moros me han a- 
lo de manera , q el molimiéto d las ef* 

le torttsypapiar^o.Pcto dig&me fe 

VíOW 



ftw^xGwxipMith^z pfia iuteo8 ^ jsai^anibes 

i^^; ykMiicaixlirMd aie»(>s>inái9pd ««vico, 
Qi 9/\KiiiQ<baqQcU^ ^iatópwábleifeaBD&in 

{NitrHads^qur^eflirbliifa ñr^bii 

0Q5 tefpomiio iÍQ*Qpt»se¿ Ncvteí IteUlidM 
ivpc^ a-irítiliaagB^áó £aocího¿aN0€cgas 

1^ bairamo ^t¿ctofa4¿o0<qüi[í üxtirtnktcm 

4^r cUandil e^uádrílief o,y ¿iirr<$:^a'vÑb^( 
pjdnfauai^iieeraaiuqrto y.aí'^comole v^j 
erar SauchOii viéndole venit 'ái eamUas ^ < 
íiip^Q decabe9a«jrrjcaniiHen>ia)ffiari^ 
vaajtHiy mal^ cara^pregunto a fu amo:Se< 
í^ícf á e(lc a diths ti Mcicoxocantadot^ i 
l|u^u( a ca(Ugtar(iret!exó af^en él tfm« 
ÑK^^cidc fer elMvVQ 1 rerpodio^dao Qí^ 
tf^vs^b^loscaz^ítíidcs^ ndfe dexati Wi 
tMidki Stn^/cíát;9¿afi^f;d<fx^ 
^rl66d^)tov#§9Qkrn»J^ei^kia$^l^^ 
p9<iMdtbdf ráioláiiaSfct3%oddf o dM 
4«ftFQ>t)Q^b4a¿t«iiM^€toafleipár8c«í 



i^tíaáoitVíf^qn^'^pn Q¿áxatc i t 

rihansrqueiíe vio^aacar tQintuttdc A 
r (^^«lipan^t^iib-I^lttido (ufcir.y 

tosf.bie» idlá^Ubtido t y tomo tod* 
kf^tOi^rAlioíc jDcgó.'X! SatichaPMif 
:Si9r46^ fegotn^fl adeleBcit MjQc4 

^P4Ht0ftrQflraytt)to>guatdft'3aa(ni6á*' 

lliVdíOiíjí ;qí»Mf cafo tlcp««fe£w,í|# 



1^4 Frimeraparte cte áó¿^^ 

tafmit mehádadoXéaantofe Sacho c5^arta 

dolor á fus hucflbs.y fue afcoras dódc c|{aua 

el véc€ro»y encotrSdoíe co «I quadrillero^q^ 

taua ercuchSdo en ^ paraua fu eneinigotle di 

^o:Señor quienquiera 4 feayssbazednos mer 

cedjy beneficio > de darnos vn poco de tomt* 

ro^azey te^faliy vino,^ es mepeíler pata cará( 

. vnod los nie}orescaualleros andatcs q ay fit 

la í:ierra,el qual yaze en aquella cama mal M 

do^por las rrtanos del encantado Mord ^ efta 

en eíia véta.QnIdo el quadrillero tal óyo.ia 

nole por hpbre falto de fefo* Y porq ya CQmi 

cauaa amaneceriabriólapuertadelá véta,)f 

llamado al vetero^le dixo lo 4| aqtí<^l buc<i M 

bre queria«El vetero le proueyó de qoSto <}ui 

Ío,y Dacho fe lo lleuoa d5 Quixote , q eftaoa 

to las manos enla cabera squexádofe d) dúlot 

del candilazo 9 q no ¡c auia h^cho más mal "" 

leuantarle dos cdichone^ algo crecidos:/ lo ^ 

cl penfaua q era fangre.no era íino ftídor qot 

.fudaua»c61a congoxa de lá paíTada toímftié 

£n refolucion^e! tomó fus íimpks^de losqoi 

les hizo vn topuefto s mezclándolos todos^ f 

CGZtcdoIos vn buen eípacio^haíla ^ lépattcid 

4 eílauS en fu punto.PicIio luego alguna redtf 

ma para echallo, y como no la huuo en la ve* 

t3,(e refoluio de pcridlo en vna alcu^a^o azey 

Zera de hoja de lata^dé quie el ventero le hizd 

^rátd dQüOcioñ. Y luego d\M Cobre U4ICII- 



Quixote de la Manchad 17} 

a» de ocheca Pater noftres » y otras tatat 
V[arus»Salues,yCredos>y a cada palabra 
añaua vnacruz^a modo de bcdici5:a to^ 
I qual íe hallaro prcCenccs, Sáchod vece« 
quadrillcro»^ ya el arriero foiTtg^anié^ 
dan^ entendiendo eo ti beneficio de fuf 
ios.Hecho eUo,quiro d ine&no hazer lae 
(^fperiScia de la virtud de aquel prciciorcí 
tnoq el fe imaginaaa:y afsí fe beuio de lo 
pudo caber en la alcuza>y qQedaua en la 
ibdc fe auia cozido ca(i media azfibre,^ 
as loacabode bcuetiquádo cometo avo 

r de manera , 4 ^<> ^^ 4^^ ^^^ ^^ ^I ^A^ 
r>9y c6 las anfias y agitacid del votditOtlo 
n fudor copioíifsimo » por lo qual mSiáá 
trropafsc^y le dexafsefolo.Hizierélo afsl 
ofe dormido mas de tres horas » al cabo 
s quales defpertó^yfe (intioaüuiadifsima 
uerpo, y en tal manera mejor de fu queJ 
imiento^q fe tuuo porfano.Y verdadera 
r crey o q auia acertado c6 el balíamo de 
ibras f y q co aquel remedio » podia aco« 
rdefde alli adelate fin temor alguno.qua 
¡era raynas^batallas^y pedecias,por peli- 
ks q fuefse.Sácho Pá^a q tibie tuuo a mi 
> la memoria de fu amo,le rogó q le diefle 
o q quedaua en I a olla q no era poca c2 
1. Cocediofelo dó Quixotesy el tomádO 

los mzúosjcoo buena fcj mejor taltintc^ 



^eoSoCoaáslSd^ücziseio^ ^ arsiprÍQit;r.o q 

taü üiadudooeiiy dcfixu^ds qap;etfN9i/^ li 

lib>8|)ra&áaíc dtt¿aí]íg¿dp je taii^4>«U]d0 j 
Aizib dbatfimiáy ti^bulirijn que^ J(f>MÍ4 
d¿rV'»ndaÍRa&ffidi5Qg^BeQtt C 

l|a»cffaqo€béQddtfic-oi«b t« yjioifi (ij^.^c 

Iáifimi5¿€ír0f<d3ia i^ofl^ 
dUi:^mdlipapy<»;;q tWi9.impj»feceI|iVp|a»< 
lúünímÉk) qu¿ílogü§sflibEa«üa im^Svk f. 
jaoíaticlbsotMt}Cf5t:9imf>9(^<}ipo|>ite etco 

aasi)bbdtK¿'kMÍaf i pH» jn^nc^w ang«€ 

]Mqtei»f ;iip.qiienó<QiTi0:íti am^^fin^ ^^ 
Uday <f ncbrancailcl^que QO fi^tn^wift^A^r 

fVdjB(^Hx%>CCiquoooit>(>n;(h34ii;&9^ (pi 



Qtiixote de la Mftnchl»^ ty jK 

lenturaSfparecíendoIe que codo el tíem* 
le álli fe cardaua ^ era quicarfcle al mun « 
^ a los en ei menefterofos de iu fauor y 
iroty mascón la feguridad y coofían^a 4 
ia en iü balíamory afsi (ür9ado defte def 
pnífmo enfilló a Rozináce» y enalbardo 
ncoto de fu efcudcroia quien cambien a- 
a veftiT^y a fubir en el afno.Purofe luego 
alio > y llegádore a vn rincón de la vencat 
e vn lanfon q alli cftaua, para que le (tr* 
de lan^a.fiftauanle mirnndo codos qua* 
jia en la veca,q p JíTauáde mas de veyn« 
ibnas:miraualecábien la bija del vence- 
:I cábien no quitaua los ojos delU) y de 
do en quandü arrojaua vn fufpiroyq pa« 
que lo arrancaua de lo profundo de fus 
ñas.y todos penfauan q deuia de fer del 
rque fencia en lascoftilias^alomenos pe 
lio aquellos q la noche antes le auian vif 
:mar. Ya que eüuuieron los dos a caua- 
lefto a la puerca de la venCa>llanr;ó al vé 
, y con bo2 muy repofada y graue , le di- 
^ucha*<,y muy grades fon las mercedes» 
Alcaydcq enefte vueftrocaflillo he re 
lo, y quedo obligadifsimo a agradeceros 
idos los días de mi vida. Si os las puedo 
r en hazeros vengado de algu foberuio q 
a fecho algún agrauío/abedq mi oficio 
; ocro (íqo ya^er a los que poco puedcn^j^ 

Ai vengu 



ífi Tercera parte de do¿ 

vengar a los q recibe tuertos,ycaftígar^cud 
Íias«Rccorred vueítra metnoria,y ñ hallays al 
guna cofadefte jaez que encomendarme» no 
ay fíno dezil lasque yo os prometo , por la or« 
den de cauallero que reccbi.de faz^rcs íacisfe 
cho y pagado a coda vueílra voluntad «£1 vé 
cero le refpondio con el mefmo fofsiego : Se- 
ñor cauallero,yo no tégo necefsidad de q vue 
ilra merced me vengue ningún agrauio^porq 
yo fe tomar la vengaba q me parece quádo fe 
me hazen.SoIo he meneíler q vueftra merced 
me pague el g^ftoq eílá noche ha hecho en la 
vétajafsi déla pa|a yceuada de fíis dos beflias, 
como de lacena y camas.Luego veta es etta? 
replicó don Quixocc.Y muy honrada, refpo- 
dio el vétero.fíngañado he viuído hada aquí» 
refpondio do Quixote,q en verdad que pelé 
que era cafli.lo,y no matorpero pues es afsi q 
no es cadillo fíno ventarlo que (c podra hazer 
por aora>es q perdoneys por la paga,que yo 
fK> puedo contrauenir a la orden de ioscaua 
Ikros andátes:delosquaksfccierto(íin que 
kiñíi aora aya ley do coía en contrario ) que 
famas pagaron pofada,ni otra cofa , en venta 
dodc eftuuieííen. Porque fe les deue de fuero 
y de derecho, qualquier buen acogimiento q 
íe les hiziere, en pago del infufrib:e traba;oq 
padecéybuícando las auéturas de noche y de 
dí¿hca ¡niúciao,Y cu vcranosap ie j a cauallo; 



.f 



.1 . / 



^oa 



Qgixote de la Manchai 47^ 

ñiy con hábre^con caIor,y có írio^ fugc^ 
odas las inclemécias del cieio^y a todos 
ómodos de la tierra Poco tengo yo q 
eifojcerpondio cl vétero^pagucieme lo 
me deue> y dexemonos de cuécos^ni £ 
erias9q yo no tengo cuenta con otra co 
ícon cobrar mí hazíenda. Vos foys va 
» y mal Jioílalero^rcfpondio don Quixo 
uniendo piernas a Rozinante» y cerciaa 
an9on9 íé falio de la venta fín q nadie le 
¡eíTe-.y el íin mirar íi le feguia fu efcude'- 
longo vn buen trecho . £1 ventero q le 
,y que no le pagauajacudio a cobrar de 
oPan^a^el qual dix09q pues fu feñor no 
uerido pagar^q tampocoel pagaria^poc 
Ido cl efcudero de cauallero ándate co 
a^lamcfma regla y razón corriaporel 
por fu amonen no pagar cofa alguna 
mefones y ventas. Amohinofe mucho 
el ventero, y amenazóle que fino le pa- 
]uc lo cobraría de modo que le pefaíTe: 
jual Sancho refpondio , que por la ley 
lallería que fu amo auia reccbido,no pa 
vnfolo cornado , aunque le coílaíTeU 
'orque no auía de perder por el la bue-. , 
otigua vfan^adelos caualleros and|n-; 
fe auian de quexar del los efcuderos de 
Ies>quq cftauá por venir al mudo,rcpro 

>lc el qucbrátan}if Jiro de tá julio fucto , 

' Mz QoACo 



f 9# .Tercera parce de don 

Qiiifo la mala fuerte del defdichado SanchOi 

qae enere la genre q eftaua enlaventa/ehar 

llalfen quarro perayles de SegouiaytresagDJe 

ros del pocro de Cordoua>y dos vczinosdela 

hería de Seuillajgence alegreibien incenciona- 

da<maleáte y juguecona^losqualescafí como 

innigados y mouidos de vn mifmo elpiritUife 

llegaron a Sancho^y apeándole del afno > vnó 

dellos entro por la mata de la cama del hoef- 

ped: y echándole en ella > alearon los o]09,f 

vieron que ci techo era algo mas baxo deió 

que auía menefter para fu ubra» y determina* 

ron falírfe ai corraUquc tenia por límite el cié 

lo^Y alh puefto Sancho en mitad de la mao« 

tajcomen^iron a leuantarle en alto » y a hol* 

garfc con el,como con perro por caFneíloIea- 

das. Lasbozcsque elmifcro manteado da* 

uá,fuerontantas,que llegaron alosoydosde 

fu amo;eÍ qual dcteniendofe a eícuchar aten" 

camenre , creyó que alguna nueua auentura 

It vcníathafta que claramente conoció que el 

que gricaua era fu efcudero , y boluiendó las 

nendas,con vn penado galope llego a la véñ- 

ta,y hall indola cerrada larodeo:por ver (i ha 

l.'auapor donde entrar. Pero no huuo Ilcga- 

Á\y a las paredes del corra] ( que no eran muy 

aic4s)qnádo vio el mal juego que fe lehazia 

a ^u eíciul ro. Viole baxar y fubirporel ayrc 

có c^cagvacu y .prc(lua>q (i La colera le dexa 



Qriíxore de la Manthi. «ft 

igo para mi que fe riera. Prono a Tubiv 
el cauallo a las bardas , pero eftaaa cao 

y quebracado>que auo apearte no pa 
fsi defde encima del cauallo comen9o 
¿ancos de nucílros» y baldones a los qi 
do manteauan>que no es pofsible acer- 
<;riuiIlos»mas no por efto ceflauS ello» 
a^y de fu obra^ ni el bolador Sacho de*^ 
is quexas mezcladas ya con amccaza» 

ru%gós,mas codo aprouechaua poco^ 
mecho > hafla qu^ de puro canfados le 
>n/rruxeronle alti fu a(no > y íubi«;ndo« 
nia9le arroparon con fu gauan. Y la có* 

1 de Maricornes» viédoie can fatigado, 
ció fer bien focorrelleconvn jarro de 
\f afsi fe le cruxo del pozo y por fer ma$. 
3molc Sácho^y licuándole a la boca, fé 
las bozes que fu amo le dauaidiziédo: 
ancho no beuas agua , hijo no la beuas. 

macará, ves aquí rengo el fancifsimo 
o ( y enfeñauale la alcuza delbreuage) 
n dos gotas que del beuas , fanaras íia 
\. eftas bozes boluio Sacho los ojos co 
craues,y dixocon otras mayores: Vot 
la k le oluidado a vüeftra merced , có-' 

nofby cauallcroioquicre que acabe 
picarlas entrañas que me quedaron de 
:. Guardefe fu licor con todos los dia- 
ácxcwe a müYcl kc^bav de dczir cfto^ 

Ai j ^ u\ 



ííi Tercera parce de dofi 

y el comen9ar a beaer^todo fue vno : mas 
mo al primer trago vio que era agua,no c 
fo paíTar adelate^y rogó a Maritornes qu 
le truxefle de vino : y afsi lo hizo ella de r 
buena voluntad» y lo pagó de fu mefmo d 
ro/ porque en efcto fe dize della que aun 
cftaua en aquel rrato^tcnia vnas fombras 
xosdeChrííliana. Afsi como beuio Sani 
dio de loscarcaños afu afno, yabriendol 
puerca de la venta de par en par» fe falio d 
muy contento de no aucr pagado nada , ; 
auerfaiidoconfuintencion,aunqueauia: 
a coila de fus acoftumbrados fiadores 3 
eran fus efpalda«. Verdad es,quc el ventei 
quedó con fus alforjas^en pago de loque í 
deuia:mas Sancho no las echo menos , fe 
falio turbado. Quifoe) ventero atrancar! 
la puerta.afsí como le vio fuera, mas no 1< 
lintieron los manteadores,que era gente, 
aunque jlonQuixote fuera verdaderam< 
de los Caualleros andantes de la tabla re 
daiuo le eílímaran en dos ardites. 



C APIT. XVIir. DONDE 

cuentan las razones que paííó Sancho ' 
9a con fu feñor don Quixotc ; con otrí 
iiencuras dignas de fcr contadas. 



Quíxote de la Mancha. i93 

LLegó Sancho a fu amo > marchito , y 
dclmayadojtanto, q no podía arrear 
% fu jatnenro, Qaando afsi le vio don 
i^uixotejle dixo:Aora acabo de creer 
Sancho baenoiq aquel caQillo,o veta es enea 
ttdofin diida»porq aquellos q tan atrozmen 
te tomaron palíatiépo contigo , q podían fer 
fino fanearmas^y gente del otro mudo? Y con 
firmo efto%por auer vifto q quando eRaaa por 
las bardas del corral, mirando los años de tu 
trifte tragedia ^ no me fue pofsible fubir por 
elU^ni menos pude apearme de Rozinante» 
porq me deuian de tener encantado: q te juro 
por ia (é de qnicn (oy ,q (i pudiera fubir, o a- 
pearmcque yo te hizi. ravengado de manera 
4aque»loí follones y malandrines,fe ácorda* 
raa de la burla para (icmpre auque en e!lo fu 
píera cótraaenir a las Icy^ s de c » ualleria, que 
como ya muchas vezes te hedicho,no coficn 
tenq caual'Cro ponga mano contra quien no 
lo fea,fino fuere en d^f;;nfa de fu propria vida 
y perfona , en cafo de vrgcnte y gran necefsi- 
dad.Tambien me vengara yo íi pudierajfuera 
o no fuera armado cauailero , pero no pude: 
aunque tengo para mi q aquellos que fe hol- 
garon conmigo, no eran fancafmas , ni hom- 
bres encantados , como vueftra merced dize, 
fino hóbres de carne, y de hueífo como nofó- 
trosy todai&%í/ 7^5 í?/nóbrar, quando me 



f84 Tercera parre de doii' 

bol teá^ian» tenían fus nombres que el vnofe 
llamaua Pedia Martínez , y el otro Tenorio 
Hernández s y el venrero oy que fe llamaua 
luán Palomeque el Zurdo. Afsi que feñor» 
el no poder falcar las bardas del corral , ni a- 
pearfc del cauallo,en al cüuuo, q en encanu- 
mentos. Yloqueyofacoi^nlimpio de rodo 
efto,es>que eftas auentura« que andamos buC- 
carido»al cabo,ai cabo» nos han de tt aer a tan 
tas defuenturas^que no fcpamos qual es nutP 
tro pie derecho. Y lo que feria mejor y mas 
ac^cado/cgun mi poco encendimicrto , foe« 
rael boluernos a nueflro lugar^aora q es tie- 
po déla í¡ega,y de enceder en la haziéda,dexS 
oonos de andar de ceca en meca,y de zoca ea 
colodra,comodizen»Que poco fabes Sancho 
refpondio do Quixoce.de achaque de caualle 
ria^calla^y ten paciencia,que día vendra,dcn- 
de veas por vida de c jos > quan honrofa cofa 
es andar en efte exercício.Sino dime^q mayor 
Contento puede hauer en cl mundo,o q guño 
puede igualarfe al de vccer vna bacalla^y al i 
triuíar de fuenemigorNinguno fín duda algu 
na. Afsi dcue de fcr,rerpódio Sacho , puefto q 
yo no lo fe«Solo fe q dcfpues q Tomos caualle 
ros andances,o vutftra merced lo es)q yo no 
ay para q me cuete en ca honrofo numero)jx 
mas hemos vécido batalla ¿alguna, fino fue la 
^cJ Vizcayao 9 y aun de ac^ucíla (alio vueftra 



Quixote áfi h Manchíé ^ff: 

rd con inedia oreja) y ihedia zelada mcr 
úc defpuefraca codo ha íido palos ymas 
puñddas y mas puñadas » licuado yo de, 
el máceamiéco,y auerme fucedídopoc 
las encantadas.de quic no puedo végar 
ra Taher haña donde llega el guüo del 
niento del enemigo,como vueílra (ner 
zc^LíTa es Ja pena q yo ccgo,y la que tu 
tener Sancho^reípódio donQiiixocc:pe 
qui adelite JO procurare auer a las nia^ 
guna efpada hecha por cal mae(lria,qa] 
uxerecófígo^no ic puedan hazer ningu 
o de encancamcntos. Y aun podría fcr q. 
paraííe la vécura aquella de Amadis>^ 
to fe llamaua el cauallero de la ardiente 
iy q fue vna de las mejores efpadasque 
auallero en el niúdo:porque fuera q ce 
/írtud dicha,cortaua como vna nauajai 
luia armadura por fuerte y encantada 
eífcique fe íc parañe delate. Yo foy can 
rofo dixo Sancho^que quando effo fuef 
leílra merced vínieíTe a hallar efpada fe 
te,folo vendría a feruiry ¿prouechara 
nados cauaIIeros>como el balfamo,y a 
rnderosquc fe los papen duelos.No ce 
íTo Sanchoydixo do Quixote^que mejor 
a elcie/ocotigo.En ellos coloquios yua 
tuixote y fu efcudero , quando vio don 
)te> qneporel camino que yuan > vciúa . 



ig¿ Tercera parte de Jorí 

házia ellos vna grande y efpeíTa poluared , y 
en viéndola fe boluio a Sancho,y le dixo. Efte 
es el dia^o Sancho , en el qual fe ha de ver el 
bien q me tiene guardado mi fuerte.Eíte es el 
dia dígo,en qfe ha de moí^rar tanto como ea 
otro aIguno,el valor de mi braco,y en el q te 
godchazer obras q queden efcritas enelU« 
bro de!a fama,por todos los venideros fíglos» 
Ves aquella po!uareda,q allí fe leuata Sacho? 
pues toda ésquajada devn copioíifsimo e- 
3ccrcito,q de diuerfas é innumerables gentes» 
por alli viene marchado. A eíTa cucta dos de-* 
iien.de ferjdixo Sanchojporq defta parte con 
traria fe leuata afsi mefmo otra femejáte pol* 
uarcda.Bbluio a mirarlo dó C^iixote yvioq 
afsi era la verdadrj'' a cgraJofe íobre manerai 
per.fo fin duda a^í;iinn>q eran dos exercitos q 
veiíiit^ a cnucflirf?,y a encotrarfc en mitad de 
aquella efpaciofa líarura.Porq tenia a todas 
horas vmometos llena la fintafia. de aquellas 
batP.! 'asjencantamcnüosjfuceffos defatinos,a- 
more5,defafios,q en los libros de caualleria$ 
fe cucntan.y todo quanto hablaua,pcnraua,o 
hazia.era encaminado a cofas (cmejantcs,y la 
poluarcda q a»iiri vifto ja kuantauan dosgra 
desmanadas de oueias y carneros, q por aql 
mcfmo camino , de dos diferentes partes ve- 
nia jlasqualesconelpoiuo noíc echaron de 
vcrjhaña q llegaron cetca^Y cowtauto ahinca 



jQuíxote de la Manchaü iS> 

l&maua don Qu¡xotc,q eran cxercíros, que 
Sancho lo vino a creer,y a de2ÍrIe.Scñor,pues 
que hemos de hazer nofotros? Que,díxo don 
Quixotc fauorecer y ayudar a los mcncflero- 
fosy defualidos.Y has de faber Sancho,q eñe 
q viene por nucftrafrenteje codu^e y giiia\cl 
grade Emperador Alifanfaro/eñor de la jjra-, 
deiflaXrapobana : efte cero q a mis efpadas 
marchames el de fu enemigo el Rey de los Ga 
nmantasjPentapolindel arremSgado braja 
jorque íiempre entra en I¿sbat:illa$ con el 
bttjo derecho defnudo. Pues porque fe quie- 
ren can mal cños dos feñorcs,prcgunto San- 
choPQuicrcnre mal , refpondio don Quixotei 
porque efte Alifanfaron es vn furibundo pa 
gano.y eftá enamorado de /a hija de Pentapo 
finque es vna muy fermoía y ademas cgr 3c¡a 
da fcñora , y es Chriftiana, y fu padre no íc ía 
quiere entregar al Rey pagano>fíno dexa pri- 
mero la ley de fu falfo profeta Mahcma , y fe 
buelue a la fuya. Para mis barbas , díxo San- 
chojíi no haze muy bien Pentapolin,y que ¡e 
tengo de ayudaren quanto pudiere. £n eííó 
hwas lo que deues Sanchc,dixo do QiMxote, 
porque para entrar en batallas femcjátcss no. 
fcrequícrcfer armado caualiero.Bicn fe me al 
"an^a cíTo , refpondio Sancho : pero donde 
?ódrcmos a eíle afno, que eftcpios ciertos de 
^Izrlicdefpijcs de panada lartím^z ? povq 

cu civ 



189 Tercera parte de don 

en entrar en ella en femejante caualleria , rt% 
creo q eita en vio haña aora. Afsi es verdad^ 
dqco dó Qu¡xoce,lo que puedes h^tzv d.cl^csi- 
dexarte a lüs auenturas» aora fe pierda , p n 
pprq fcran cancüs loscauallos que tcdremo 
dcfpucsque falgatnos vécedorcs, q aun jco 
peligro Rozinance , no Je trueque porocrc^^ 
Pero efta me arcnco,y niiraque ce quierodár 
cuenta de los caualleros mas principales q cqI 
t&os dos exercitos vienen. Y para que mqo^ 
los veasy noces,retir£monos aaquei ai tilló ^^ 
allifc bazCide donde (e deue de delcubrít loi¿ 
doscxerciCGs.Hizíeronlo aísi^y puíierporc ÍO; 
bre vna loma.dcfde la qual fe verían bien Imi 
dos manadas.que a don Quixocefe le liizier^. 
exercico,(i las nuucs del poluo q. leuatauano^ 
les turbara > y cegara la villa : pero con todtf 
efto, viédo en fu imaginación lo que no vcya 
nt auia >con boz leuancada comento a dezirr' 
Aquel cauallcro que alli ve$)de las armas jalr 
des, que trae e» el c feudo vn león coronado^ 
rendido a los pies de vna donzcl]a,es el vale** 
rofo Laurcalco , fe ñor de Ja puente de Plata: 
el otro de las armas de las flores de oro , qac 
trae en ti cfcudo tres coronas de platai en cá^ 
poazüKescl temido Mícocolembo,gran Dii' 
quede Qnirocia:el otro de los miembros G¡- 
gzntQOSjCi edáa fu derecha mano,e$ el nunca 
mcdtofo ¿f audabarbatau d^ \iolv;i:vc , feñor 



Quixote de la Maocht.' 1 87 

Atlas tres Arabias q viene armado de aquel 
liñcro de íerpience , y tiene por efcudo vna 
¡hicrta»que fegun es fama,es vna de ias de! ce 
^lo que derribó Saníoniquando con fu muer- 
lie fe vengó de fus enemigos. Pero buelue los 
ojosa eñocra parce,y veras dclicc y en la fre« 
¿edeílotro exercito , al fíempre vencedor , y 
^as'vencido, Timonel de Carcajona,princi« 

E: de la nueua Vizcayá9que viene armado c5 
larmaspattídas a quai teles azules , verdes» 
IÍ.añcas,y amariüas.y tracen el cícudo vn ga^ 
Ibde oro,en Campo leonado,c6 vna letra que 
fee. Miau» que es el principio del nombre de 
&danfiafque fegu fe dize es la fin par Miuliha» 
Bija del Duque Alfeñiquen del Algarue.£l o« 
tro q carga y oprime los lomos de aquella po 
dcrofa Alfana,que trae las armas como nieue 
bUncas s y el efcudo blanco y íin emprefa aU 
^na^es vncauallero nouel de nación Fiáces» 
llamado Fierres Papin,fcñor de las Baroriais 
ié V(rique:cl otro q bate las hi;adas con los 
ferrados caréanos , a aquella pintada y ligera 
ccbra»y trae las armas de los veros azules^es 
ti poder ofo Duque de Nerbia » Efpartafilar- 
lo del Bofqucquc trae por emprefa en el ef- 
cudo vna efparragúera.co vna letra tn Caite 
Iinoique dize afsi.Raftrea mi fuerce. Y defla 
nanera fue nobrádo muchos caualleros , del 
uno y del otro ctqu^dron q d fe imaginau a.f 

atQ- 



Í9Ó Tercera parre de don 

z codos les dio fus arma5,colores,enipreras»y 
mores de improuifo^Ueuadq de la imaginado 
ác fu nunca vifta Iocura>y fin parar proíigpio 
dizíendo: A eílc erquadron frontero » foroi^ü 
y hazcn gentes de diuerfas naciones^ aquief» 
tan los que beué las dulces aguas del famofi» 
Xanto,Ios Motuofos q pifan los Mafílicos c^ 
pos:los q criba el ñnifsimo y menudo oro cR 
la felice Arabia: los q goza las famofas y fref^ 
cas raberas del claro Termodonti'Jos que huí 
gran por muchas y diuerfas vías 9 al doradc» 
Pác):olo:los Numidas dudofos en fus promef^^ 
fas:Ios Perfas,cn arcos^y flechas famofos: lo» 
Fartos,Ios Medos , que pelean huyendo : lo» 
Árabes de mudables cafasdos Cicas can crtie 
les como blancos : los Etiopes de horadado» 
labios, y otras infinitas naciones, cuyos roí» 
tí'os conozco y veo, aunque délos hobrcsno 
me acucrdo.tn efiorro efquadron vienen lo». 
q-.ie beuen las corrientes crillalínas del oliuifc 
ro B:ti*;,los q terían y pulen fus roftros ^ con 
el licor del licmpre rico y dorado Tajo: los q 
gozan las proucchofas aguas deldiuinoGe* 
n!l;los que pifan losTartcfios campos de paí 
tos abundantes: los que fe alegran en los eli« 
feos Xerczanos prados:los Manchegos ricost 
y coronados de rubias cfpigas : lój de hierro 
vcftidos , reliquias antiguas de la fangrc Go- 
da;Ios que cu Tifuvrga (é bañan ^ famofo por. 



Qgixote de la Mancha. í^i 

lumbre de fu corrienteJos queíu ga 
:ientanen laseftédidás deheíasdel 
3uadiana,ceIcbradopcrru efccndi- 
os que tiemblan con el frío del/tl« 
)eo.y con los blarxos cepos del le) 
\penino«rina!mcDte^ quancoscod^ 
en fi contiene y encierra. Valame 
tantas prooincias dixo>quantas na*, 
bró.dádolea cada vua con marauí-« 
Sf ajíos atributos q le perteneciá^to 
> y empapado en lo que auia leydo 
os mentiroíos. Eñaua Sancho Paa- 
) de fus palabras fin hablarninguna 
do en quádo boluía la cabera a ver 
cauaIIeros,y Gigantes que fu amo 
i : y comp no de ícubna a ninguno, 
fior encomiendo al diablo hobreni 
li caualkio de quontos vueQra raer 
arece por todo eíio , alómenos yo 
)>quj9a todo deue fer encantam^to 
fantafm^is de anoche. Como dizes 
)ntíio don Quixote ? No oyes el re- 
íos cauallos > el tocar de Jos clari- . 
do de los atambores:No oygp otra 
ndio Sancho» fino muchos balidos 
y carji«ros;y kki era la verdad>por- 
;auácerca los dos rebanos.El míe- 
iies»dixo don Quixote,te haze San- 
cas^m oyas a derechas^Porque vno 

dcAos 



j6z Tercera parte de éoA 

de los efedos del miedo , f s turbar ío%kntír 
dos 9 y hazer q las cofas no parezcan lo q Íqb; 
y fi es que tanto temes«recirate a vna parte^jr 
dcxame rolo,q Tolo bailo a dar la Vitoria^ a la 
parce a quien yo diere mi ayuda: y diziendo 
eftotpufohserpuelas a Rozinantc^y puefiaift 
]an9acn el rífire»baxó de la coftezuelacooMi 
vn rayo.Diole bozes SanchotdizíédoleiBocl- 
uafe vueftra merced ftñor don Quixote» que 
Voto a Dios que fon carneros » y oucjat Ias4 
va a enueñir. Bueluafe , defdichado del padte 
q mcengendro.que locura es e(la?Mire qno 
ay Gigante, nicaualleroa^guno^ní gatos» ni 
armasini efcudus partidos, ni enteros ? ni ve* i 
rosazulesyuí endiabiados:quees loque haze 
pecador foy yo a Dios? Ni por eíFas boluio 
don Qjíxoce, antes en airas bozes yuadiziefi' 
dotEacauaileros^losqfeguisymilitaysdcba 
xode las vanderas del vaterofo Emperador 
Pencapolin del arremágadobra^o , feguidme 
todos, vereys quan fácilmente le doy vengan 
9a de fu enemigo Alifanfaron de la Trapoba- 
na. £fto diziendo fe entro por medio del ct 
quadron de las oueps,y comento de alances 
lias con tanto corage y denuedo , como fi dc 
veras alanceara a fus mortales enemigos.Loi 
p.iftorcs y ganaderos cjcotí la manada vcniít 
dauanle buzes] liO liizicfl^.: aquello,perovi¿ 
do que uu aprüu;:chauatudcfciñeronre las h$ 



^. ^^^ viicaualiero folo foy^quc 
[o a fólo prouar tus fuerzas , y qi 
I» en pena de la q das al valcrofo 1 
jaramaCaXiegoen efto vna pelad 
o^y dádole en vn lado le fepultó i 
en el cuerpo. Viedofe tan mal cree 
1 duda qeftaua muerto^o malfcrídc 
oíe de iu licor , facó fu alcuza y pui 
)oca9y cometo a echar licor en el c 
ñas antes q acabaiTe de enuafar lo 
recia q era baftante,l!egó otra alm< 
le en la mano , y en el alcuza tan d 
íela hizo peda^os^Ileuandole dec 
o quarro dientes y muelas de la b( 
jcandole malamente dos dedos de 
al fue el golpe primero , y tal el fe 
Ic fue for9oro al pobre cauallero 
) del caualio a baxo. Llegaronfe ¡ 
•es, y creyeron auc 1^» ^•'•-- 



fS9^4 Tercera parte de don 

punto en que la fortuna Te le auia dadoaco^ 
noccr« Viéndole pues caydo en el fuelo^y que 
ya los paftores fe auínn ydo , baxó de lacuef* 
ta^y Uegofe a el» y hallóle de muy mal arte au 
que no auia perdido el fencido , y dixole : No 
le dezia yo/eñor don Qoixcte,que fe boInieP- 
fe^que los que y ua a acometer no eran exercí 
tos.íino manadasde can;eros?Como eíTo pue 
de defparecer^y contrahazerjaquel ladrón del 
iabio mi enemigo.Sabete S;&ncho q es muy fa 
cil cofa a los taiesjhazernos parecer lo q quie« 
rcn,y efte M aglimo que me perfigues embidio 
To de la gloria que vio que yo auia de alcan- 
zar defta batalla , íia buelto los efquadrones 
ce enemigos, en manadas de ouejas. Sino haz 
vna cofa Sancho^por mi vida, porque te dcfen 
gañes,y veas fcr verdad lo que te digo,fube en 
tu afnojy fiííuclos boiiitamente, y veras como 
en a! cxandofe de aqui algún poco/e bueluen 
en fu fer primero , y dexando de fer carneros 
fon hóbrcs hechos y derechos,como yo te los 
pinté primero.Pero no vayas aora^q he mcne 
fler tu fauor y aycda-.llegate a mi,y mira quá- \ 
tas-m^elas y dientes me fa!can,q me parece q 
no me ha quedado ninguno enla boca.LUcgo 
f¿ Sancho tan cerca,q cafi le metia los ojos en 
la boca,y fue a tiépo q ya auia obrado el bal- 
famo en el eftomago de do Q¿>ixotc , y al tié- 
po que Sancho llego a mirarle la bocajarrojó 

de 



;iiixQce de la Manchad iy j 

^ íi mas rezio que vna ercopeta>quanco den- 
|ro cenia^y dio có codo ello eo las barbas del 
lompafsíuo efcudero.Sanca Marid>dixo San- 
fho^y que es efto que me ha fucedldo » fio da- 
la cftc pecador eftá herido de muerte 9 pues. 
romica fangre por la boca.Peror eparido va 
^o mas en eJo » echo de ver cn.la color , Ta^ 
^ny olorsque no era fangre» fino el balfamo 
|cla alcuza q el le auia viAobeuer;y (uc caco 
íl afeo que comoique rwbolaiendofele el efto«; 
QagOfVomico las cripas fobre fu miímo (eñoft 
f quedaron entrambos como de perlas. Acu'^ 
|ioSanc;hoa fuafno para Tacar de lasalforw 
^con que limpiarfe» y con que curar a (u a-^ 
lo.y como no las hallo,efiuuo a puto de per* 
;r el juyzio;maldixore de nueuo $ y propuTo 
\ fu coraron, de dexar a fu amo , y bolucrfe 
t cierra» añque perdiere el falarío de lo fcr- 
!o,y las cfperan^as del gouicrno de la pro-* 
cida Ínfula. Leuancofe en efto don Quixo- . 
' pueda la mano yzquierda en la boca^pot 
no fe le acabaífcn de falir los diences3afio 
a otra las riendas de Rozinante» que nü^ . 
ama mouido de ;unto a fu amo ( tal era 
ily y bien acondicionado ) y facíe a don- 
efcudero eftaua i de pechos fobre fu af* 
la mano en la mexilla^en guifa de hobre 
íuo ademas«Y viéndole don Quixote dc 

amancra^co mueílrasde tanta criftczas 



IP^ 



í^g Tercera parte de dofí 

le dixo : Sábete Sancho,que no eivn hombre 
xnas que otroȒino haze mas que otr o.Todai' 
ellas borralcas que nos fucede» fon feñales de 
que preílohadeferenar el tiempo^y h& de fv 
cedernos bien las co(as,porque no es pofiíbler 
que el mal ni el bien fean durables > y de aquí 
fe fígue,que auiendo durado mucho el ma],cL 
bien efte y acerca. Afsi que no deues congor 
xarte^por las desgracias que a mi me fucedenr! 
pues a ti no te cabe parte dellas.Como no,ref 
pondio Sancho:por ventura el que ayer man'* 
cearon,era otro que el hijo de mi padre? Y laft 
alfor/as que oy me falcan con todas mis alha^ 
]as,íon de otro que del mifíno ? Que te faltaa^ 
Jas alforjas Sanchc^dixo don Quixote? Si que 
me faItan>refpondio Sancho. DeíTe modo no 
tenemos que comer oy,reph'có don QuixotCi 
EíTo fuera.r&fpondio Sancho^quando fáltarS- 
pof cftos prados las ycruas que vueftra mer- 
ced dizc que conoce > con que fuelen fuplír (é- 
mejauces fáltaseos tan mala uen turados caua 
lleros andantes.como vucñra merced es.Coa 
todo ciro,reípondio don Quixotctomara yo 
aora mas ayna vn quarcal de pan,o vna hoga 
za>y dos cabe9a$ de fardinas arenqucs,q qui- 
tas ycruas defcriuc Diofccrides, aüquc fuera 
el illuñrado por el Dcdor Laguna. Mas con 
todo cílo fube en tu jumento, Sancho el bue*- 
nojy vente tras mi ; q Dios que esprouecdor 

de 



bücno,;.,or¿fc[^^ír ruSol 

Í'''««í mirad dev^^^'^'^^ni 
5" graduado porí"'^?Porc,/,c 

^«'nosaoradeaoíí^"''''''P^"^« 
''«fefta noche J^'.^P^o^ür^mo, 

^.' '''?&íoe/Sr„'^f^rfo,,qae 




>9 jr Tercera parte de don 

y eftandole atentando,Ie díxoiQuantas tiiui 
las folia vueftra merced ctncr enefta pan 
Q^iacrO) refpondio don Quixoce y fuera de: 
cordal. codas enceras y muy Tanas. Mire vuefi^ 
tX2 merced bien lo que díze fcñor , reípondioB- 
Sancho. Digo quacro>Íjno eran cinco, refp^ 
dio don Quíxocesporque en coda mi vidamj 
hanfacddo diente ni muela de la bocafuii 
me ha caydo,ni comido de ne guijo ni de reit- 
ma a'guna.Pues en efía parte de-¿baxo, dixjf 
Sancho, no ti^ ne vu^eítra merced mas de <^^ 
niüchs y mcdia:y en k de arriba,ni media^pj 
iUMguna,q coda eüá raía como la palma def ^ 
inano«Sín venCura yo^dixo don Quix0CC)O)^< 
do las trines iiueuas q fu cfcudero le dauá , 
xnasquiíiera cj n)e huuieran derribado vo 
^Ojcomo no fuera el de la cfpada , Porque 
hago fabcr Sancho,q ía boca (in muela-ses 
n\o molino fin piedra , y en mucho mas fe I ^ , 
de cílímar vn diéte^q vn diamátcMas a todo^ '^ 
^ñp eftamos fugecos los q profeífamos la tU-if 
trecha orde de la caual]ería:fube amigo,y guh- '^ 
q yoce feguire al paiío que quifieres. Hízoló^.;^ 
afsi Sancho,y encaminofe bázia dode le pare'^^j 
cio^ye podia hallar acogimienco,(in fatir dcL ^ 
cansino Real , que por alli yua muy fegúido*- i^ 
Yendofe pues poco a poco » por q el dolor de i; 
las qufxadas de dó Qnixoce no le dexaua fod ^ 
fegar^oi atca^er a daríe prieíTa» quifo Sancho ij 

enere- 



ft^jncsque lancho paffauacon fu 
y dcU aucncara que le fuccdioo 
lerpo muecco.'con ocros acontecimi 
amoíbs* 

Arecetne fcñormios que todas eft 
defücncurasque eílos días nos han 1 
:edido , fin dada alguna han (idop 
na del pecado comando por vucfii 
contra ía orden de fu caualleria,no i 
cumplido el juramento que hizo >( 
:r pan a manteles > ni có la Reyna (o 
1 todo aquello que a eílo fe fígue , 
merced juró de cumplir ) ha&a qu 
1 Almece de Maiandrino , o como í 
Moro,quenome acuerdo bicn.Tic 
ha razón Sancho,dixo don Qníxotc 
a dezirce verdad , ello fe me auia 
de la memoria : y también puede 



ieá Tercert parte de dos ' 

dich3irerpondio Sancho? No importa qucti^ 
ayas jurado,dixü don Q^ixoce, baila que ye 
enciendo que de parcicipanccsno eílásmii| 
feguro : y por íiiO por no , no fera mato prxm 
uccrnosdcremedio.Puesnelloesarsi, dixC 
Sancho > mire vueftrá merced no fe le eornefl 
oluidjrcftoscomolodeljuranicoto,qiii^alc4 
boluera la gana a las faocafinas . de Tojazari^ 
otra vez conmigo, yauncó vueílra merced üi 
]e ven can pcrtiiiaz.£n eftas, y otras platicac« 
les tomó la noche en mitad del camino,()n t^ 
ner,ni defcubrir donde aquella noche fe rec»- 
gielTenty 'o q noauía de bueno en cllo} era, ^ 
parecían de hambre,quc con lafalta de las al' 
forjas ) les falto toda ja defpéfa y mat jlota)ffí 
Y para acabar de conKrmar efía delgracia,!el 
(ucedio vna auentura, que ñn artiñcio alguna 
verdaderamente loparecia.Yfuc.q la noche, 
cenócó algunaefcundadi pero con todo ef- 
tocaminauan,creyendo Sancho, que pues «• 
qucl camino era Real > a vnA,o dosleguas^da 
buena razun halUria en el alguna vcnca.Y eq 
do pues dcíla mancr3,la noche ercura>el efca* 
dero hambriéto,y el amo con gana de comeri 
vieron q por el mefino camino que ynan , ve- 
rtían hazia ellos gran multitud de lumbres, q 
no parecían Hno eClrellas que k mouianj Paf 
mofe Sancho en viendolas,y don Quixote no 
JAS tuuo toda coníigoiticóel vnodet ca- 



Qaixote úc la Manclia« t oi ' 

a (aáfno»yelotTo délas riendas afii 

9 y tftuuieron quedos , mirando aten« 
iCe io que podia fcr aquello , y vieron 
s lumbres fe y uan acercando a ellos , y 
ras^nas fe Uegauan, mayores parecian, 
a vifta Sancho comento a temblar co- 

1 azogado,y ios cabellos de la cabc9a fe 
aron a don Quixoce. El qual animáu-' 
^ti poco 9 dixo : £ña íin duda Sancho 
le fer grandífsíma y peligrofifsima aucn 
donde ferá neceíTarip que yo mucílre 
ni valor y esfuer9o« DrCdichado de mí> 
idio Sancho>(i a cafo efia auencura fucf* 
antafmas, como meló va pareciendo» 
le auracoftillas que la (iifran^ Por mas 
hias que lean , dixo don Quixoce • no 
itire yo que te coqueen el pelo de la ro 
eii la otra vez fe burlaron contigo , fue 
le no pude (altar las paredes del col- 
ero aora cftamos en campo rafo , don* 
dr¿ yo como quiíiere efgremir mi efpa*- 
S le encantan y entomecen , ccmo la o- 
z lo hizieron^dixo Sancho , que aproue^ 
eftaren campo abierto, o no? Contó* 
Toj replicó don Quixote , te ruego San-- 
uc tengas buen animo,que laexperien^ 
dari a entenderé! que yotengo.Si ten- 
a Diosplaze,reípondio Sancho,y apar-> 
ife los dos a va ludo del camino >tor-> 

N/ naion 



•oS Tercera parte de doií 

naron a mirar ateneamente rio que aqqella 

de aquellas lumbres que caminauá podia fec^t 
y de allí a muy poco defcubrieron ínuchos^ 
cncamifados » cuya cemerofa vifíonde toda 
punto remató el animo de Sancho Paa^ai el 
qual comen9o a dar diente con diente > coa)a^ 
quien tiene frío de quartana : y creció mas ek 
biicir y dentellear, quandodiílíntamente vie> 
ron lo que era , porque defcubrieron hafi<^ 
veynte encamifados,todos a cauallo » con íiif | 
hachas encendidas en las manos: detras de j 
los quales venia vna litera . cubierta de lato» 
a la qual feguian otros feysde acanallo tea* 
lutados haUa los pies de las muías , que biea 
vieron que no eran cauallos en el foftiegocoa 
que caminauan. Yuan los encamifados mu^ 
murando entre fi> con vna boz baxa > y com-. 
pafsiiia. Edaeilraña vitiona tales hoias^y 
en til defpoblado^bicnbaftaua para poner 
miedo en el coraron de Sancho , y aunenet 
de fu amo ; y afsifuera en quanto a don Qui- 
jote, que ya Sancho auia dado al traues con^ 
todo fii esfuerzo. Lo contrario leauino afa 
amo, al qual en aquel punto le le rcprefenco 
en fu imaginación aIviuo,que aquella ers 
vna de las auenturasde fuslibros^ Figurofe* 
Icquela litera eran andas donde deuíade 
yr oigan mal ferido, o muerto caua'lero, 
cayd venganza a cUoio c&a.vx^t^(u\uda.: y 



Qjjixote de la Mancha»' ibf 

!cr otro difcurfo enriftro fu hn9on » pai^ 
en en la (illa, y con gentil brío , y concia- 
fe pufo en la mitad del camino por don 
; encamifados for^ofamcntc auian de 
ly quando los vio<:erca 3 al^o la boz , y 
Deteneos cauallcros , quien quiera que 
^ dadme cuenta de quien foys?de don* 
ais ?adohdevay$?queeslo que en a- 
% andas lleuays?qüe frgun las mueftra?» 
tros aueys fecho,o vos han fecho algún 
tiíado, yconuiene^y es menefter que 
:pa,o bien para cañigaros del mal que 
s>o bien para vengaros del tuerto que 
icron. Vamos de pricfla^reípondio vno 
:ncamirados,y eftá la venta lexos, y no 
jdemos detericr a dar tanta cuenca 
pedís: y picando la muía palfo ade* 
Sintiofc defta refpuefta grandemente 
tníxotc , y trauando del freno ,dixo3 
eos ; y fed mas bien criado « y dadme 
de lo que os he preguntado , fino 
7o foys todos en batalla. Era Ia^mu*Ia 
iradiza > y al tomarla del freno , fe 
o de manera » que al^andofe en los 
o con fu dueño por las ancas en el 
Vn mo^oque yua a pie, viendo raer 
imifado , comento a denoílar a don 
üe , el qual ya encolerizado, lin cí« 
7dSj e/w/ítraado fu lan^n , arrcmct\o 

a vno 



m 



204 Tercera parte de don 

a vHO de los enlutados , y mal ferido dio cofl^ 
el eñ tierra : y reboluiendofe por los dema^; 
era cofa de ver con la prefteza que los acomf ; 
tiasy dcsbarataua^que no parecía fino que eiii ^ 
aquelinílance le auían nacido alas a Rotínati ^ 
te^fegunandaua de ligero,y orguUoíb.Todof ! [ 
losencanúládosera gente medroia > y fin aft:.; j 
mas 9 y afsi con facilidad en vn momento dc^t 
xaron la refriega,y comen9;iron a correr pof , 
aquel campO)Con las hachas encendidas» qiie^ .- 
no parecían íino a los de las mafcarasi que CQ^. ¡ 
noche de regozip y fiefta corren. Los enluta^i.-v , 
dos afsi meUno , rebueltos , y embucíeos eaj 
rusfa!damcntos>y lobas^no fe podían moueri:^ 
afsi que muy a fu faluo don Quixote los apa^v 
leo a todos ^ yics hizodexar elficiomal defo i 
grado ; porque todos pcnfaron que aquel no. ] 
era hombre, íino diablo del inñerno que les. ¡ 
falia a quitar el cuer()o muerto,que en la lice^^ 
ralleuauan.Todolü miraua Sancho,admira- 
do del ardimiento ¿c fu feñor , y dezia entre 
ii i Sin duda eflie mi amo es tan valiente y ef* 
lor9ado como el dizc. Eftauavna hachaat'. 
diendo en el fuelo , junto al primero que der« 
ribo Ja muía % a cuya luz le pudo ver doa^ 
Qlli>cotc , y llegandofe a el , le pufo ía punta ' 
dci lan^on en el roftro» diziendole que fe rin* 
dieíle» (inoqucle matarla. A lo qual refpon- 
dio el uydo : Harto icudvdo t^o^ ^>j>\^^ua 



i|Qizot€ de la Mancha, %o} 

Sntdo moaer , que tengo vna pierna que- 
aifupijco a vucítra merced^ (i escaualle« 
¡hríftiatío.que no me mate , que comete* 
ú gran facrilegio 9 que foy Licenciado , y 
Ib las primeras ordenes. Pues quien día* 
i os ha trahido aqui > dixo don Quixote» 
do hombre de Iglcíia? Quien feñor,repli- 
1 caydo» mí defuentura* Pues otra mayor 
tmenazasdixo don Quixote 3 fino mefatif- 
^ysaf;odo quanto primero os pregunte» 
1 ^cindadíera vueftra merced fatisíécho, 
^ndio el Licenciado » y afsi fabra vueftra 
reeduque aunque dénantes dixe que yo era 
si)CÍado,no foy fino Bachiller ^ y llamóme 
nfo López 9 íoy natural de Alcouendas , 
;o de la ciudad de Bae9a>con otros onzc 
'dotes, que fon los que huyeron con las 
as^ vamos a la ciudad de Segouia acom- 
ndo vn cuerpo muerto que va tn aquella 
y que es de vn cauallero que murió eti 
!, donde fue dcpofíta do > y acra ( como 
lleuauamos fus huefos a fu fcpultura, 4 
\ Segouia, de donde es natural. Y quien 
ój preguntó don Quixote ? Dios , por 
de vnas calenturas peflilcntes que le 
I refpondio el Bachiller. Deíía fuertef 
n Quixote.quítado me ha nueftro Se 
trabajo que auia de tomar en vengar 
c ñ otro a^güQo IchüükssL muerto: 

peco 



i^á Tercera parce de dodf 

pero auiendole mucrro quien le mjito no tf. 
íino callar 9 y encoger los ombros » porqut 
lomeímo hízíerafía mimelmo memacarai 
Y quiero que fepa vucílra reuerencia , qo§ 
yolóy vn caualierode la Mancha , IJamada 
don Qukote » y es mi oficio iy exercicio » aa». 
dar por el mundo enderezando tuercosijí: 
desfaziendo agraujos. Noíé como pueda MT 
eíTodc enderezar tuertos 9 dixo el Bacbdleri 
pues a mi de derecho me aueys buclto tuer^ 
to j dexandome vna pierna quebrada, la qual 
no fe vera derecha en codos los días de Ü 
vida : y cl agrauio que en mi haueys dethe 
chofha fidodexarme agrauiado de mane< 
ra , que me quedare agrauiado para (icnn 
pre:y harta defuentura ha íido copar coii' 
vos que vays buícando auenturas. No CO" 
das las cofas , refpondio don Quixote y íúcc* 
den de vn mifmo modo : el daño efluuo , íe« 
Í3or Bachiller Alonfo Lopez,cn venir como vo 
uiadcs de noche , venidos con aquellas fo^ 
brepeIlÍ2e$,con las hachas encendidas , rezao^ 
do , cubriercos de luto , que propriameote 
íemc/auades cofa mala , y del otro mun- 
do, y afsí yo no pude d^xarde cumplircon^ 
mi obligación acometiendo os , y os acorné 
tiera aunque verdaderamente Tupiera que 
erades los mefmos Satanafcs del ínñernoi- 
que por rales os juzgue , y tuuc ficmpre. Y*! 



■p 



QantotedcIaManch£ ibf, 

iftít ftlsi lo ha querido mi fuerte » dixo el Ba^ 
cliiilcr , fuplico a vueílra merced fcñor caua- 
Uero andante (que tan mala andanza me ha 
dado) me ayudeafalir dedebaxo deftamu- 
h que me tiene tomada vna pierna entre el 
tftribo y la filia. Hablara yo para matunai 
dixo don Quixote , y hada quandoaguarda^» 
trades a deairme vueilio afán? Dio luego bo^ 
tes 9 Sancho Pan^a» que vinieííe : pero el no 
fe curo de venir , porque andana ocupado 
desbaÜiando vna azemila de repuefto , que 
trahian aquellos buenos léñores , bien baile- 
aida de cofas de comer. Hizo el bueno de 
Sancho coftal de fu ganan > y recogiendo to« 
dolo que pudo5ycupoen el talego, cargo 
ik jumento , y luego acudió a las bozes de fu 
>Uno % y ayudó a Tacar al feñor Bachiller de 
U oprefsion déla muía: y poniéndole enci- 
ma della , le dio la hacha , y don Quixote le 
dixo , que figuieífe la derrota de íus compa- 
ñeros y a quien de fu parte pidieíTc perdoa 
del agrauío q hauian recebido,quc no auia íi* 
do en fu mano dexar de hauerle hecho.Dixo^ 
le también Sancho, Si a cafo quifíeré faberef- 
ios feñores»qu¡en ha fido el valerofo que tales 
ios puÍQ^dirales vueftra merced^q es el farno^ 
fodca Quixcte de la Mancha , que por otro 
bdbre fe lUma^El cauallero de la trifte figura. 
jC& eftc fe fue el Bachill^r^y úqü Quixote pce^ 



icf Tercera parce de ddn 

■ 

guntd a Saocho,qaeque le auia mouido i 

xnarie el cauallero de la crifte Figura^mas en(; 

ronces que nunca?Yo fe lo direircípondío S 

cho,porque le he eftado mirando vn racoaH 

]uz de aquella hacha que lleua aquel malaif' 

dante,y verdaderametexiene vuetíra raeroj 

la mas mala figura de poco acalque jamas bí 

vífto : y deuelo de auer caufado^o ya cljcáGuh 

cío dcíle combaten ya la falca de las mucli% 

y dientes.No es eiío,re(pondio don QníxoH^ 

fino que el Cabio a cuyo cargo deue de efiar ét 

efcreuir la hiftorxa de mis hazaña$>te aura pl^ 

recido^que ferá bien que yo tome algún non 

bre apeIacmo,como lo tomauan todos los d 

ualleros paíTadosrqual fe llamaua el de la ar^ 

diéte £(pada:qual el del Vnícornio: aquel d¿ 

las Dózellas: aqueíle el del aue Feníxtel otra 

el cauallero del Gr ífo:eílotro el de laMuertr. 

y por eftos nombres, e iníignias eran conod- 

tdos por coda la redondez de la cierra. Y zSi 

dixo^que el Sabio ya dicho , te aura puefto ea 

la lengua , y en el penfamiento aora 9 que me 

llamaíTes el cauallero de la trifteFigura^como 

pienfo llamarme dcfde oy en adelante: y para 

que mejor me quadre tal nombre,dctermino' 

de hazer pintar,quando aya lugar,cn mi eíof 

do» vna muy triíle figura. No ay para quega¿ 

tar tiempo, y dineros en hazer cíTa figura 

dixo Suncho ^ (¡no lo que Ce ha de hazer , cii 1 



^ulxote de la Mancha* to^ 

Vdeftratncrced deícubra la faya.y de roí- 
a los qae cl miraren, 4 ^n mas^iú mai,yfiii 
imagen y.efcudo Je llamar el déla trifle 
ra;y créame que k dixo verdad» porque 
firomcco a vucllra merced tenor » ( y cfta 
dicho en burlas ) que le hazc can mala ca- 
a hambre,y la falca de las muelas» que co- 
k-ya tengo dicho » fe podra msy bien ef* 
or lacriite pintura « Riofe don Quixoce» 
l'donayre de Sancho , pero con codo pro- 
Ib de llamarfe de aquel nombre » en pa- 
ndo pintar fu efcudo, o rodela $ como 
a imaginado ; y dhcole : Yo enciendo 
echo 9 que quedo defcomulgado 9 por 
er puefto las manos violencamente en cofa 
rada 9 uxu illud yfi quis [uUenu iUbolo, 
• Aunque fe bien que no pufc las manoSf 
I efte lan^on : quanco mas , que yo no 
!eque ofendía a Sacerdoces » ni a cofas 
i Igleíia^a quien refpeco^y adoro co" 
Cacholico ) y fiel Chrilliano que foy , (1- 
fancaímas^ya veflig'osdel otromun- 
f quando eíTo afsí fueíTe 9 en la memo- 
ngo loque lepalTo alCidftuy Diazf 
lo quebró la (illa del Embaxador de 
Rey , delance de fu Sancidad del Papa, 
>qual lo dcfcomulgo , y anduuo aquel 
buen Rodrigo de Viuar,como muy h5 
y valiente caualkro, En oyendo e(lo tV 

O &»V\v 



ivo TercetS parte de don 

Bachiller (e fue^como queda dicho, Í7n repli- 
car !e palabra.Quíík ra don Quíróte mirar» fi 
el cuerpo que venia en la litera eran hueíTcM^ 
o nOjpero no lo toDÍintxo Sancho >dizicod(H 
ie:Señcr,vucftra merced ha acabado cftapelí 
grofa auentura lo mas a fu (aluo> de codas lat 
que yo he vifto > cita gente aunque vencida y 
desbaracada>podría fer que cayeíTe en la cuca 
ca de que los venció fofa vnapcrfona*ycor^ j 
ridos y auergon9ados deflosbojuieíTen a refaa ] 
zerfe^y a bufcarnosj nos dieflen en que ente i 
der. El jumento eñá como conuícne,lainoii* . 
tafia cercarla hambre carga^no ay que hazeTf 
(ino retirarnos con gentil compás de pies:/ 
como dizenyvayaíTe el muerto a la fepulturaf 
y el bibío a la hogaza:y antecogiendo fu afoo» 
rogó a fu feñor que le ííguieíTe : el qual pare- 
cicndole que Sancho tenía r^zon.íin boiueric 
a r cplicar le figuio. Y a poco trecho que caoJÍ 
ñauan por entre dos monr¿iñL>elas> fe halUrd 
en vn efpaciofo , y cfcondido valle , donde fe 
apearon,y Sancho aiiuió el ;iimcr!to^ y tendi- 
dos fobrc !a verde yerna, ccn la íaJfa de fu hS 
bie,aImor2arcn,com¡crop5merfniinron,yce' 
naron a vn mcfmo punto/aclífazicndo íuscf- 
totnagos conmasdcvna fiambrera quelof 
fcúores clérigos del difuntc( que pocas vezcJ 
fcdcxá mal panar,)en la azemila de fu rcpucl- 
to CFdbian. Mas ÍUcedioles otra defgraciá» 



(^ikdte de la MancÍ!á¡ ^á 

Sancho la cuno por la peor de codas , y 
[ue no ccnian vino que beuer»ni agua que 
ir a la boca : y acoíTados de la fed $ dixo 
hO) viendo que el prado donde eflaiinOf 
la colmado de verde y menuda ycruai Ip 
Te dirá en ei iiguientc Capiculo* 

P.XX*DE LA lAMAS Vlá: 

Litií oydaaucncura que comas poco pe- 
Tro fue acabada del famofocauallero eii 
mundo ) como la que acabdel valerofo 
3n Quixoce de la Mancha* 

"T O es pofsible feñor mío » fino 6^ cC- 
1^ I tas yeruas dan teflimonio de qué 
^y por aquí cerca deue de eftar alguna 
fuente i o arroyo que ellas yeruaá 
ledeqe: y afsiferá bien que vamos vn po^ 
las adelante , que ya toparemos donde 
amos mitigar eíla terrible fed que nod 
¡atqueíin dudacaufa mayor pena que 
ambreé Parecióle bien el confeio a don 
xote , y tomando de la rienda a B ozinan*' 
f Sancho del cabeftro a fu afno » dcrpues» 
uer pneflio fobre el los rclieues que de la 
i quedaron^ comentare a caminar por el 
lo arriba a tiento» porque la efcuridad 
I noche no les dcxaua trercofa a\guY\ai 

Q ^ laM 



^it Tercera parte de doa 1 

mas no houicron andado dozientos paíTon 
quando llegó a fus oydos ve grade ruydodt ; 
agua , como que de a-gunos grandes yienaníf : 
tados rífeos fe derpeñaua. Alegróles el roy do ¡ 
en gran manera , y parandoíe a efcucbar I» \¡ 
2ía que parre (ona na ) oyeron a deshora otro 
cílruendosque les aguó el contento del agoiii^ 
erpeciálmente a Sancho^que naturalméc: en 
niedrofo>y de poco animo. Digo que oyttútt\ 
que dauan vnos golpes a compas^con vn cien! 
to cruxir de hierros^ y cadenas » que acompa^ 
fiados de) furiofo eftruendo del agaa»ptt 
fieran pauor a qualquíer otro coraron quf 
no fuera el de don Quíxoce.Era la noche» co^ 
mo fe ha dicho^efcurai y ellos acertaron a ttt 
trar entre vnos arboks altos^cuyas ojas mo-; 
uidas de blando viento , habían vn temerofo 
y ntanfo ruydo : de manera , que la foledad, 
el fício j la efcaridad , el ruydo del agua > coa 
el fufurrode las ojas, todo cauíaua horror/. 
y espanto : y mas quando vieron >que ni los 
golpes ceífauan , ni el viento dormía $ ni la 
mañana llegaua : añadiendofe a todo efto » el 
iíjnorar el íugar donde fe liallauan. Pero doft 
Quixotc acompañado de fu intrépido cora- 
ron, íaUó íübre Rocinante, y embragando 
fu rodeb tercio fu ]an^on,y dixo: Sacho ami" 
go^has de faber , que yo naci por querer del 
Ciclo-, tñ ella nuifiraedad de hierro» para 

tcfa- 



Quixocc de la Mancha. ^ i; 

t en ella la de oro , o la dorada y co^ 
z llamaríe. Yo foy aquel paraquiea 
lardados los peligro$»ia$ grandes ha- 
los valerofos hechos» Yo Coy > di^ 
s,quien ha de refucicar los de la cabU' 
lylosdoze de Francia » y los nueae de 
9 y el que ha de poner en oluido iof 
,los Tablantes , Oliu antes , y Tiran- 
Ftbos , y Bziianifes » con toda la cz^ 
ilosfamofoscaunlleros andantes del 
tiempo , haziendo en eíle en que me 
lies grandezas , edrañezas , y fechos 
1S9 que cfcurezcan la> mas ciarás que 
ieron. Bien notas efcudero fiel y y le- 
:iQicblas dcüa nochc/u cílraño filen* 
rdo y coiifufo eñruendo dcftos atbo- 
merofo ruido de aqt;ella íígua,<in cu- 
I venimos » que parece que fe dcfpe- 
Tumba dcfde los aIto$,mótes de la lu 
lelinceíTable golpear que nos hiere y 
los oydos : las quales cofas todas jun- 
da.vnapor(i)fon bailantes a infundir 
emor, y efpanto en el pecho del mef- 
rte» quanto mas en aquel que no eílá 
brado a femejantes acontecimientos 
iraSr Pues todo efto que yo te pinto, 
ntiuos,y defpertadores de mi animo» 
Siaze que el corafon me rebicntect\ 
/ cp/j €¡ dcífco que t/enc de acomc- 

O 3 t<,T 



ft 1 4 Tercera parte de don 

ter eílaauentura,porniasdífícultcfa qucfer 
niueftra. Af i q aprieta vn poco las cinchasa' 
Rüzin5tite,y quédate a Dios,y efpcramc aquí. 
haifa tas días no mas^en los quaies íiuo boh 
lacic, puedes Cü boluerte a nueftra alda^y def 
de a ü , por hazcrme merced , y buena obrar 
yr^is al Tobofu, donde tíiras a la incompaia^. 
bic ieñora mi i Duicinea>que fu cautiuo caai 
Jjcio muiiü,por acometer cofas que le hizicT" 
fcn aigiío dsi poder llamarfc fuyo. Quando 
Sancho oyó las palabras de fu amo, comco^^ ' 
d llorar con la mayor ternura del mundo^y a j 
dczirle: Señor,yo no fe porque quiere vucftra ■ 
merced acometer eña tan tcmerofa auentii** 
ra : aora es de noche, aqui no nos vee nadi¿j, 
bien podemos torcer el camino, y defuiarnos 
del peligro , aunque no beuamos en tre$ 
dias:y pues no ay quien nos vea, mtnos aura 
quien nos note de couatdes. Quanto mas» 
que yo he oydo predicar al Cura de nucílro 
lugar (que vueílra merced bien conoce )quc 
quien buíca el peligro parece en elraisiqueno 
es bien tcncar a Dios, acometiendo tan de- 
íaforado hecho , donde no fe puede efcapaí 
lino por milagrc; y baílalos que ha hecho el 
Cií-'Io con vuelíra merced , en librarle de fer 
manteado.como yo lo fuy , y en facaric ven* 
redor, libre, y faino de entre tantos cnemi- 

£o$ como acompaviauw iV ó¿i\xuxciX c^^do 



•• v^uicii qui 

I O l'ali de mi tierra > y dexe hij 

por venir a fernir a vuedra men 

o valer mas, y no menos : pero co 

a rope el facojam! me ha rafgado : 

^as,pue$ quando mas binas las te 

i^ar aquella negra,y mal hadada in 

acas vtzes vuelira merced «'íie ha [ 

veo q en pago y crucco dslla,Tle qi 

dexarenvn lugar ca:i apare ido < 

mano.Por vnfolo üíos,fcñormio 

: faga tal defagifadory ya que del t 

liera V. m, dciiílir de acomccer el 

átelo alómenos hada la mañana» q 

ni memucñra la ciencia q aprcn 

xa paftor » no deue de auer dcfde ; 

la tres horas:porq la boca de la b< 

:ncimadclacabe5a,y haze lamed: 

la linea del bra9oy2quicrdü. Cv: 
ss tu Sancho. divo ^— ^ 



ci¿ Tercera parte de doil 

to mas encima en d cieIo,puefio que por bu& 
difcurfo bien fe puede entender que ay poco; 
de aqui al dia.Falte lo que falcare, rejfpondia 
d&Quixote^que nofe ha de dezir por mi zot9$¡ 
ni en ningún tJépo,que lagrimas,y ruegos m^ 
aparcaron de hazcr io que dcuía a cflilodecá- 
ualierocy alsice ruego Sancho^que callcSyquc 
Dios que me ha puello en coraron de acomc-r 
ter .jora e(ta can no viíla,y can tcmeroia auca. 
tura,cendracuydadpde irirarpor mi falud^f 
de cpíolar cu criiieza.Lo que has de hazer.es»^ 
aprecar bien las cinchas a Rozínante , y que-, 
darce ai^'ji, que yo daré la buelta preño ,o vf« 
uotomuerco. Viendo pues Sancho la vicima 
refolucion de fu amo, y quan poco valían coa 
el fus lagiimas^contcjos^y ruegosi determinó 
de aprouechaife de fu induítria , y hazerle ef- 
perar hafla el dia (i pudieíTe: y aísi quando a« 
precaua las cinchas al caualJu, bonicamente»y 
iinfer fencidoacócon el cabcÜro de fu afno 
ambos pies a Rozinátc, de manera que quan- 
do d6 Qníxote fe quifo partir no pudo,porqac 
e! cauallo no fe podía moucr fino a faicos. Vie 
do Sancho Pá9a el buen fuce íTo de fu embuf- 
tc,dixo:£afeñor,que el Cielo conmouido 
de mis lagrimas.y plegarias^ ha ordenado que 
nofe pueda mouer Rozínante t y íi vos que^ 
reys poríiar,y efpolcar , y dalle , ferá enojara 
J^forcanjí y y dar cozes (como dizen ) concra 



^■ 



^ixúte cSela Mancfia» «17 

Deferperanafe con efio donQBÍ^ 
ipas qué ponía la) piernas alca- 
s k p6dia mouer : y íin caer en la 
i ligadura» tuuo por bien de íoire- 
3erar , o a que amanecieíTe , o a 
ntc ícflieneaflc, creyendo fin du*) 
ello venia de ocra parte que de la 
: Sancho > y afsi le dixo : Pues aísi 
, que Rozinante no puede mo- 
3y contento deefperar a que ria 
nque yo llore lo que ella tardare 
Io..ay que llorar > reípondio San- 

entretendré a vucftra merced, 
uentos defdc aquí ai día » f¡ ya tío 
uicre apear, y ¿charfea dormir 
>re la verde ycrua , a vfo de caua- 
ues,para hallarfen^as dcfcanfa- 
llegue el día, y punto de accme* 
de femcjable auentura que le efpe 

llamas apear ,0 a que dormir» 
^ixotePSoy yo por venturada 
Dalieíosque toman repoío en los 
)uerme tu que nacifle para dor- 
io que quifiercs , que yo haré lo 
ue mas viene con mi pretenfion. 
? vueftra merced féñor mío , ref- 
cho , que no lo dixe por tanto : y 

1 el , pufo la vna mano en el arzcn 
y U otra ca el otro , de modo c^\ie 

P í quedo 



1 

^iS Tercera parte de don 

quedo abra9adocqn el muflo y zquierdo de[, 
fu amo , fin ofarfe aparear del vn dedo ; tal c- 
ra el míedoxjue tenia a los golpes , que todl 
vía alcernaciuamente fonauan. Dixole don 
Quíxoce,que contare a!gun cuento paraeth; 
tt€i-ccnerfe9 como íe ío auía prometido : a lo 4 
Sancho dixo,que íi hizíera » ñ le dexara el ce? 
mor de lo que oyaipero coa todo eflb yo mC 
estorbare a dezir vna hiftoria » que fi la acier- 
to a contar^y no me van a la manóles la me: 
]or de las hiílcrias : y eíleme vueñra merced 
atento que ya comiendo. Erafe que fe era 9 d 
bien que viniere para todos fea,y el ma! parí 
quíé lo fuere a bufcar.Y adukrta vucílra mct 
cedjfeñür mio,q el principio que los antiguos 
dieron a fus coofejas,no fue alsi como quiera, \ 
que fue vna fentenciade Catón ^onzorino 
Jlomaro,qued¡ze: Y el mal para quien lí : 
fuere a bufcarrqoe viene aquí como anillo al 
dedo j para q vueftra merced fe efté quedo Jf 
no vaya a buícar el mal a ninguna parce, fino 
q nos boluamos por otro camino,pue$ nadie 

nos fiiery'a a que ligamos elle » donde tantoí , 
miedos nüsfobreíaltaii. Sigue tu cuento Sao^ 
cho y dixo don Quixote,y del camino que he 
rr.GS de feguir dexame a mí clcuydado.Digo 
jHieífjproíiguío Sancho jq en vn lugar de Eftrc 
niridura auia vn paftor cabrerizo, quiero dc- 
2iog jguar daua cabías rf:\c^vi^\^^GLor^o cabrc- ^ 






Quixote de la Mancha J ity 

»mo digo de mí cuento*, fe Ilatnana Lo« 
/2:y cftcLopeRuyzandauaenamora- 
vn^ipaílora que fe llamauaTorralu^, 
[pañera llamada Tortalua.era hija de 
adero rico,y cfte ganadero rico.Sj deí- 
era mentas tu cuento Sancho,d¡xo f!o 
te,rcpitlendo dos vezcs lo q vns dizica 
acabaras en dos días: dilofcgnidamen- 
lentalo Como hombre de enccndi>iiien 
1O3 no digas nada. De la mifma mane- 
yolocaentoiéípondio Sancho, fe ene 
li tierra todas las cornejas, y yo no fe 
lo de otra,ni es bien que V.m. me pida 
íga vfos nueuos.Dí come qü¡íieres,rcf- 
) don Quixotcque pues la (üerte quie- 
) putída dcxar de efcuchartc , profigur. 
ic feñor mió de mi anima,pro/iguio Sá 
e como ya rengo dicho,ette paftor an- 
namorado deTorrafua la pa{lora>que 
i mo^a roIliza,zahareña> y tíraua a'go 
bruna , porque tenía vnos pocos viyo- 
le parece que agora )a veo . Luego 
flela tu ,dixo don Quixote ? No la 
yo , refpondio Sancho , pero quien 
ntó eíle cuento , me dixo que era tan 
y verdadero, que podía bien quan- 
contaífe a otro , afirmar , y furar ,quc 
avífto todo. Afsi^ que yendo dias.y 
íoid/asj cIDkblo gueno ducicrtc ,V 



9.2 ó Tercera parte de don 

que todo lo añafea » hizo de manera ,.qiie th 

amorqucelpador teniaalapaftora (cbQh 
uíeiTe en omeziIIo,y mala voluntad, y la 
caufa fue , fegitn malas lenguas , vna cieru 
cantidad de zelillos que ella le dio » tale% 
que paíTauan de la raya^y llegauan a lo vedar. 
do : y fue tanto lo que el pallor la aborrecía 
de allí adelante»que por no verla, fe quiíb aif 
fwUtar de aquella tierra > é yrfe donde foii 
ojos no la vi^íTen jamas. LaTorrailua qnefe 
vio defdeñada del Lope > luego le quifo bieoi. 
mas que nunca le hauia querido. EíTaes na»> 
rural condicioo de mugeres^dixo don Quizo* 
te>defdeñar a quien las quiere, y amaran 
quien las sborrcccspafla adelante Sancho. 
Sucedió, dixo Sancho, que el paftor pufo 
por obra fu determinación , y antecogiendo . 
fus cabras fe encaminó por los campos de Ef' 
trc(nadura,parapa(Taríe a losRcynos de Por 
tuga-, LaTorralua que lo fupo fe fue tras el, 
y kguíale a píe y defcaljajdcfde lcxos,con vn 
bordón en la mano, y con vnas alforjas al 
cuel!o,donde Ileuaua ( fegun es fama) vn pe* 
dit^o de efpejo , y otro de vn pcync , y no fe 
que botezillo de mudas para la cara: mas lie- 
i)aíreloquelleuaíre,qucyono me quiero me 
ter aoraen aueriguallo. Soló diré que dizen, 
que el paüor llego con fu ganado a paflar el 

no Guadiana » y ca aqwWíi Uxot^ ^xxíl crc- 



i{uixoce de la Manchad rtt 

lo^yczñ fuera de madre: y por la parce 

¡e llego no auia barcayni barco > ni quien le 

iTafle a el f ni a fu ganado de la otra parce, 

lo que fe congoxo mucho , porque veya 

c JaTorralua venia ya muy cerca» y le auia 

dar mucha pefadumbrc con fus ruegos y 

grimas ; mas canco anduuo mirando , que 

í vn pcfcador que cenia junco a (i vn barco 

ti pequeño » que folamence podian caber 

el vna perfona y vna cabra : y con codo eí« 

le habló y concercó con el , que le paíTafle 

^Uy a treziencas cabras que lleuaua* Eneró 

peleador en el barco, y paflb vna cabra, 

linio y paíTó cera , corno a boluer , y corno 

uflatocra. Tenga vueílra merced cuenca 

las cabras qut el pefcador va paíTando, 

*que (i fe pierde vna de la memoria, fe a- 

ara el cuenco , y no fcrá pofsible concar 

palabra del. Sigo pues y digo,que e] dcf- 

arcadcrode la ocraparcc,eftaua Heno de 

lyy rcfbalofo , y cardaua el pe(cador nni« 

ienapoen yr y boluer. Con codo e (lo, 

o por ocra cabra » y ocra , y orra Haz 

a que las paíTó codas } dixo don Quixo- 

andes yendo y viniendo deíTa manera, 

I acabaras de pallarlas en vn año.Qiiati 

\ paíf ado haita aora^dixo Sancho ? Yo 

blosfe jCeípondio don Quíxote» He 

leyodixe^c/ue cuuic ife buena cueuta% 

Pues 



t^¿ Tercera parte de áoÁ 

Pues por Dios que fe ha acabado el CDeotf} 
que noay paíTar adelante. Como puede fcií 
cilo,rcfpondio don Qi^ixotc ? tan de cflTeDcái 
de la hiiloria es^faber las cabras que han.paí* 
fado por eltenfosque íi fe yerra vna del nuow 
ro>no puedes fcguir adelante con la htftoriai 
No feñorien ninguna manera,rerpondioSaQi 
cho,porq afsi como yo pregute a vueílramtf 
ccd,que me dixeíTc quatas cabras auían paf' 
fado, y me reípondio que no (abía ^ en aqnd 
nicímo infliante fe me fue a mi de la memoria 
naanto me quedaua por dezir 9 y a fe que cr& 
de mucha virtud y contento. De modo » ¿m 
don Qaíxote^q ya la híQoria es acabada?Ta9 ] 
acabada es como mi madrc,dixo Sancho. Bi- 
gote de verdadaefpondio don Quixotc » q tu 
has contado vna de las mas nueuas confejas» { 
cuanto, o hiRoria $ que nadie pudo penfar en 
cl mundo,y q tal modo de contarla.ni dexar- 
]a,/amas fe podra ver,ni aura vifto en toda la 
vi Ja?aunq no eípcrana yo otra cofa de tu bué 
díícurfo^tnas no me marauillo, pues quiya ci- 
tes golpes q no ceífan 5 te dcuen de tener tur- 
bado cl eí)tcndimiento#Todo puede fer , ref- 
pondio Sancho^masvofe q en lo de mi cuciO 
no ay mas q dezii^que alli fe acabando comie 
5a cl yerro de la cuéta del paííage qlas cabras» 
/\cibe nor:ibuena donde quifierejdixo don 
Qiixotcj veamos fi fe puede mouer Rozioi 



Qgiixote de la Mancha J %tj 

mole a poner las piernas 9 y cl torno a 
cos,y a eftarfe quedo,cato cftaua de bie 
En efto parece ferjO q el frío de la ma- 
] ya venÍ9,oq Sacho huuieíTe cenado al 
cofas lenitiuas , o qfucííecofa natural 
s lo q mas fe deue creer( a el le vino en 
d y deíTeo de hazer lo q otro no pudíe 
!r por el. Mas era tato el miedo q auia 
;o en fu coracó>quenoofauaapartarre 
ro de vña de (u amo.Pucs penfar de no 
o que tenia gana » cápoco era pofsible» 
o que hizo por bié de paz, fueíoltar ia 
derecha^q tenia aíidaal arzón trafero, 
qual bonitamente y (in rumor aIguno> 
> la lazada corrediza^conq los callones 
nia,(in ayuda d otraa]guna,y en quitS 
dieron luego a baxo , y fe le quedaron 
2;rilIos:tras eíVo al^ó la camífa lo mejor 
»,y echó al ayre entrambas poíáderas^ 
o crá muy pequeñas) .Hecho eftc(q el 
\ era lo mas que tenia q hazer.para fa- 
;qucl terrible aprieto y anguftia)le fo- 
otra mayor,q fucjque !e pareció que 
ia mudarfc , fin hazer eftrepito y ruy- 
^men^o a apretar los dientcs>y a cnco« 
ombros rcccgicdo en fi el aliento to- 
nto podia.Pcro con todas cuas dih*gei> 
t tá deídichadosq al cabo al cabo ^ vino 

vn poco de tuydo , bi^n diferente d^ 



^24 Tercera parte de áon 

aquel que a el le ponía tanto miedo. Oyoid 
den Qiiixotc.ydixo: Que rumor es eíTe San' 
cho?No reftñar refpondiojcl alguna cofa nuC' ; 
uadcucdefer^quc lasauenturas ydefuentu- ^ 
ras, nutica comienzan por poco : Torno otrl á 
vez a prouar vencura,y fucediole tan bien,quC \ 
íinmasruydoni alboroto que el paflado. le 
hallo libre de la carga que ranea pcfadumbre : 
le auia dado.Mas como don Quixote tenia d • 
iéntido del olfato , tan viuo como el de ios 
oydosjy Sancho cílaua tan junto y coíidocofl 
el, que caíi por linea reda fubían los vapores .^ 
hazia arriba, no fe pudo efcufar de que aiga^ ! 
nos no llegaíTcn a fus narizes:y apenas huuie ü 
ron lIcgado,quando el fue al rocorro,aprecao j 
dolas enere los dos dedos,y co cono algo gaa 
gofo.dixotPareceme Sancho, q tienes mucho 
misdo.Si cengo,refpoiidio Sancho , mas cnq 
lo echa de ver vueítra merced aora masque 
nunca?En que aora mas que nunca hueles , y 
no a ambar^rcíbondio don Quixotc.Bien po j 
dra fer,dixo Sancho , mas yo no tengo la cul- ] 
pa,fino vueltra merced, que me trae adesho- 
ras,y por cños no acoííumbrados paffos«Rc- 
tirate trcs,o quatro alia amigo díxo don Qoi 
xoce(r:)rfo eRo íin quicaríe los dedos cí las ni 
i¡zes)y dcfdeaqin adelítc ten mascuctacon 
tu pcrfom , ;, con lo que deues a la mia , qoC 
Jd macha, conucd'a.¿voa que tcgo contigo , bi 



Qaíxote de la Mancha. itf 

Irado efte mcnofprecío.Apoflaresrtplí- 
icho»qüe píenla vucftranierced,qbe yo 
;ho de mi perfona alguna cofa q no de* 
3r es méneallo amigo SSchOtreípondio 
^ixoce.£n eüos coloquios»y otros fe- 
tes^pafTaró ]a noche^smo^y mofaMas 

> Sacho que a mas andar fe venia la ma 
ron mucho tiento desligó a Rozináte»/ 
los cajfoncs.Como Rczinante fe vio ]i« 
ique eidefuyo no era nada brio(b)pare 
fe refintio,v ccmcco a dar manotadas» 
c corbetas(con perdo fuyo)no las f^bia 
Viendo pues do Quixotc, que ya Rozí 
: mouia,Io ruuo a buena fcñal.y creyó q 
,de q acometieíTe aquella teacrofa aué 
icabó en eñe de defcubriríe el alua,y de 
cr diñindam c te las coías^y vio don Qui 
que eRaua entre vnos arboles altos^que 
adaños^q hnzen la fombra tfíúy cfcura: 
tábien que el golpear no ceCiuáS pero 

> quien lo podía caufar.Y afsi ñn nías de 
CjhiÉo fentir las cfpnelas a Rocinante, y 
ndo a defpedirfe de Sancho,!e mandó q 

aguardaífe tres dia$,a lo mas !argo( co 
I otra vez fe lo auia dicho)y ^ÍG al cabo 
íno huuiefle bucIto,rau¡efle p6f ¿ícrto, 
>s auia (ido feruído^de q en aquJÜÍa peU 
auentura fe le acabaíTefusdias.Torno^ 
fcrir el rtaiudoycmh^xadi j ^ aula dt 



i.z6 Tercera parte de don 

lleuar de fu parte a fu feñora Dulcine 

lo que cocaua a la paga de fus feruici( 

uiefle pena porque el auia dcxado hei 

flamencojances q falíera de fu lugar, < 

hallaría gratificado de codo lo tocare 

no , rata por cantidad del ciépo que 

feruido»Pero q ñ Dios le facaua de a< 

lígro rano,y faluo,y fin cauCela,fe poc 

por muy mas que cierca>Ia prometida 

De nueuo tornó a llorar Sácho,oyéd< 

uo las laílímeras razones de fu buc fci 

termino de no dexarle,hafta el vi time 

y fin de aquel negocio.Deñas lagrim 

terminación tanhonrrada de Sacho E 

cael autor defta hiítoria,que deuia de 

nacidoj por lo menosChriftíano viej 

fentímieto enterneció algo a fu amo, 

tanto que moftraíTe flaqueza alguna,a 

íimuládo lo mt jor que pudo.conu^o 

nar hazia la parce pordonde le parecí 

riiydb del agU3,y del golpear venia^S 

Sacho.a piesUeuando como tenia de c< 

del cabeílro de fu jumento, perpetuo 

ñero de-f iis proípera$,y díuerfas fortuí 

uiédo andado vna buena pic^a por er 

líos caíl^üos y arboles fombcios, dier 

pradcijífíp^ alpíe de vnas altas peiir 

zididelísLqiíales fe precipitaua vn giá 

gci!pií diegatt4,Aljpic de la;^ pjeúaíí efta 



«nu.ütroí cien paflTos feria» , ' '"^' 
iron-quando aJ dob r de ví a n >'^"' '' 

""ble roydoZíMS 7 f'" " 



ft a 8 Tercera parte de don 

y la boca llena de rifajcó euideotes feñales de 
querer rebetar con ella: y no pudo fu nnelico 
lia tanto con el,que a la vifta de Sacho puditf 
fe dexar de reyrfe: y como vio Sacho que fu a- 
mo auia comen9ado,fokó la prefa de manert 
q tuuo necefsidad d apretarfe las hijadascoa 
los'puñoSypor no rebécar riedo.Quatro veics 
foíTcgójy otras tancas bo!uió a fu rifa » con cl 
fnifmo ímpetu q primero:de lo qual,yafé da I 
uaal Diablo don Quizóte: y masquádo leo- 
yo dezir,como por modo d íiígarHas de (aber 
o Sancho amigo,q yo naci por querer del de 
lo^en efta naeftra edad de bierroypara rcfufct* 
tar en ella la dorada^o de oro. Yo íby aql pa 
ra quien eftá guardados los peligros Jas haza 
ñas grandes , los valerofos fechos«Y por aqoi 
fue repiciédo.todas .o las mas razones que áo 
Quixote dixo la vez primera que oyeró los te 
merofos golpes. Viendo pues do Quixotei^ 
Sancho hazia burla del/e corrió>y enojo en ti 
ta maneraique al^ó el la^on , y le aíTentó dos 
palos,tales,q íi como los recibió en las efpal' 
dasjlos recibiera en la cabera, qdara libre de 
pagarle el falarioyíino fuera afushe redros. ViS 
do Sancho q facaua tá malas veras de fus bur 
ks>c6 temor de que fu amo no pafa(fe adela, 
te en ellas,c6 mucha humildad le dixo:SoGiíc- 
guefe vueííra merced,que por Dios q me bur 
J<?*Ptíesporq osburlays,no me burlo yo,ref* 

^c^5\dio 



.Qufzote de la Mancha*^ ^%9 

\o Quixocc Venid acá feñor al^e.pa 
Bceos a vos q fi como eftos fuero ina90$de 
lacan/ueran otra peligrofa auécura,no auia 
romoftrado el aDÍmo que conueniatpara em 
)ctdella y acabaIla?£íloy yo obligado a dicha 
[fieodoycotno foy,Cauallero)a conocer y dif-- 
tinguir iosfones^y faber quales fon de bacáfO 
DO? )r mas que podría fer(.como es verdad )q 
DO los he vifto en mi vida , como los aurey s 
vi&o,como villano ruyn q foys,criado,y naci- 
do enere ellos.Sino hazed vos q eftos (eys ma 
(osife buelua en feys Iayanes,y echádmelos a 
las barbas vno a vnOiO codos juntos^y quado 
yo no diere con codos pacas arriba^ hazed de 
oilaburlaqquifieredes. No aya mas feñor 
replicó Sancho^que yo confíeíTo q he andado 
^go rifueño en demafia : pero dígame vue^ 
fira merced,aora q cftamos en paz, afsiDios 
leíaque de codas Jasauencurasqle fucedie. 
reo cá (ano,y faluo,como le ha íkcado defta» 
no ha (ido cofa de reyr^y lo es de cócar,el gra 
miedo que hemos tenidoialomenos el que yo 
toae^que de vueAra merced » ya yo fe q no le 
coaoce»Qt fabe q es cemor»ni efpanco?No nie- 
go yo(re(podio don Quixoce) que lo que nos 
hafucedido,no fea cofa digna de rifa,pero no 
esdigna deconcarfe.que no fon codas las per 
fonas can difcrecas»que fepan poner en (ii ^\x* 
tQ\¡i$co/ks,AJomeaos(rcfporídio Sancho^u- 

P 3 po \\xc- 



%¡ú Tercera parte de don . 

po vucfita merced poner en fu puto 
apuntándome a la c 35093,7 dádom^ 
pai^^ssgracias a Dios, y a la diligenc 
en ladcarme^Pcro vaya , que codo f 
la cg}ada^q.ue yo he oydo dezir : EíH 
rebicn > que ce hazc llorar : y mas q 
los principales feñorcs^craji v»a mai. 
que dize a va criado» dai le lucg'>vní 
aunque no Je lo que le fuelcü dar cr« 
dado de p;%ios:íi ya no cs,c] ios Cauai 
ddnces>dú tras palos in(uias,oReyn 
rra fírme.X^i podría correr cl dadO] 
Q2¡xüte,quc Cüdoloqnedizes vmi 
Verdad : y perdona lopafldda , pues 
cteco,y fabes que los primeros moui 
tko fotí qi mat)o del hombre:y eíli ac 
ds aqui adelante en vnacof¿í(para qi 
ftf gas y reportes en^l hablar deuuli 
inigo)que en quancos libros d^cauai 
leydo.qu^ fon inñnitos,/ama$ he hall 
fíingun erciuicro hablafle tanto con 
cpmaiivi con el tuyo. Y en verdad qu 
gp a gran faita tuya,y mia'.tuya^en q 
mas en gpQ0;mia>en que no me dexc 
en mas.Si que Gandaiin y Efcudero < 
dis de Qaula.Condcíuc de ia lofuU 
fe Ice del^que íiempte hab 'aua a fu la 
gorra en la mano inclinada la Q%b^(¡^ 
do ei cuerpo(moroTttrqfco)Puf sg d 



.. ..Mil i^rituc L\ 

AA iiiuoria.De codo lo q he dichc 
ir Sanchúyq es niencüer hazer di 
no a mojOjdc fcñor a criado,y á ( 
:ícudero.Arsi)q defdc oy adeláte, 
de tratar c5 mas refpcco,(in darno 
porque de qualquicr manera que 
: có vos«ha de (er mal para el cacart 
edcs3y beneficios q yo os he promc 
ran a fu tiempü,y fino llegarcn,el ía 
cnos no fe ha de perderf como va c 
).£Ai bien quanto vueAra merced 
'»ancho.Fcro qrria yo faber(por fi a « 
íaíle el tiempo de Jas merccdes,y ív. 
\úo acudir al de ios faiarios)rjii ¡nti 
n efcudero de vn Caualltro an já:c 
»s tícmpos?y fi fe conccrcauan por 
T días , como peones de albafijr ? 
refpodip don Oiií--— 



i^z Tercera parte de don 

no ay eftado mas pcügrofo.que el de los aaé 
tureros.Afsi es verdad^dixo Sacho» puesfolo 
el ruydo de los ma^os de vn batá,pudo alba* 
rocar^y defafoíTegar el cora9on de vn (an vale 
rofo andante auécureroscomo es vueftra mer 
ccd.Mas bien puede eñar feguro^que de aquí 
adelante no defplíegue mis labios parahazcr 
donayre de las cofas de vueftra merced 9 fino 
fuere para honrarle, como a mi amo 9 y feñor 
natural. Deíramanera,replíco don Quísote» I 
viuiras fobre la haz de la cierra > porque def- 
pues de a los padres,a los amosíe ha de refpc 
tar,como fi lo fueíTen, 

CAP. XXr, QVE TRATA DE LA 
alta auencura^y rica ganancia del yelmo de 
Mambrino,con peras cofas fuccdidas a nue 
firo inuencible Caualleío. 

ENefto comentó alfouervnpocoyy 
quifíera Sancho qu fe entraran en el 
Molino de los batanes. Masauiaies 
cobrado tal aborrecimieto don Quí- 
xoce y por la pefáda burla , que en ninguna 
manera quiro entrar dentro, y afsi torciendo 
el camino a la derecha mano^diero en otroco 
mo el q auia licuado el día de antes. De alli a 
poco.defcubrio don QuixoCe vn hombre a ca 

ad]lo,qac crahia en la cabera vna cofa q relü- 



che ni cííi? " ^' abrcDixoJo. 
OT aia,nna fera Ja culpa fin ó /» n 
lió»™.'. '°'''Í**»°>''™o,robr< 



*^* A«rccra parte de áoá 

noayeílad/ n , . t 

tureros.^^ puefto en U cabe92 vn ycim< 
^^^..^^^^soque yo veo y colübro>rerpondio ! 
cho,no es íino vn bobre fobrc vn afno pa 
como el tnio , q trae fobre la cabera vna 
que relúbra.PueseíTe es el yelmo ceMan 
no,dixo do Qnixote^aparcare a vna parce 
xame con el a Tolas, veras quá fin hablar p 
bra,por ahorrar del tiepo,concluyo efta a 
turá,y queda por mío el yelmo»q taco he 
íeado.Yo me cégo en euydado el apartar 
replico Sácho:mas quiera O'ios^corno ad 
que orégano fea^y no batanes. Ya os he di 
hermano,q no me menteys^ni por piéío» i 
ello de los batane^jdixo don Quíxote,qu< 
to,y no digo mas,q os batanee el maL C 
SanchOjCon temor que {\x amo no cüplicf 
voto , que le aiúa echado redondo como 
bola.Es pKes el cafo^q cí yclmo,y el cam 
y Cauaílero que do Quixoce vehia,cra ef 
en aquel contorno auia dos Iugarcs,el vn 
pcqueño,q ni tenia botica^ni B. rber6,ni i 
tro que eftaua junto a fi,y afti cl Barberc 
nuyor,feru!a ai menor;cn el qual tuuo n 
l^dad vn enfermo de ságrarfe,y otro de h 
fe h baibasparalo quil venia el Barben 
tiahia vna bazia de azófar. Yqiiiío (a fuer 
al ticpo que venia, comerlo a llouer , y j 
qr>e no le Ij niachalíe cl fombrcro,que d 
tí /ir imcuoyL puíüUbsiiufobtc la cabe 



laracinaad iasacomodaua a fus defui 
&uallerias.y mal andanccs pcnfamict 
ádo el vio q el pobre Cauállero llega 
/in ponerfe con el e» ra?onc$,a todo 
leRozinante,Ic€nriílrocon el l^^on I 
!uado incedcn dt paíTarlc de parre a p 
is quádo a el llegaua,f¡n daeiier la fui 
:arrera»le dixo:Ücfiédere cautíua cria 
itriegimc de tu volútad. loque con 
)n fe me dcne,bl Barbi^OjC] tnn fin pe 
i temerlojvio venir aqueJia farafmn f( 
no tuno otro remedio parz poder giK 
el golpe de la larr^ajímo fue el drxari 
afno a baxo:v no huno locado al fuel^ 
)fc Icuanto mas ligero q vn gnmo , ; 
> a correr por aquel llancjq nolea'ca 
^iéco.Dezofe la bazia en el ft?clo,c6 \í 
:oncentódon QpixotejV dixo, que el 



t¡6 Tercera parte de don 

es baeoa,y q vale vn real de a ocho» como va 
ixiarauedi.Y dandofela a fu amo,fe la pufo loi 
go en la cabe9a,rodeandola a vna parte y a o- 
crd>burcadole el encaxe: y como no fe le halla 
ua>dizo:(in duda q el pagano, a cuya medida 
fe for;o primero elta famofa celada, deuía de 
tener grandifsima cabe^,y lo peor dello c$4 
le falca la micad«Quando Sacho oyó llamara 
la bazia celada,no pudo tener la rí&i,mas vino 
fe a las m¡eccs,la colera de fu amo, y calló en 
la mitad deIIa,De que te ríes Sacho , dízo d6 
Quixote?Riome, refpondio,el de cofiderar U 
gr^n cabera q tenia el pagano»dueño defteil 
mete q no femeja fino vna bazia de Barbero 
pinti parada.Sabes q imagino Sancho,q efla 
famofa picfa defte cncácado yelmo,por algao 
eOraño accidente deuio de venir a manos de 
qiúé no íupo conocer jni eftimar fu valor,y fin 
fiber lo que hazla» viéndola de oro purtfsimo» 
dcaio de fddir la otra mitad para aprouechar 
fe del precio,y de la otra mitad hizo efta q pa 
rece bazia d Barbero^comotudizestperofea 
io que fuercyque para mi q la conozco, no ha 
zc al cafo fu tranfmutacion^q yo la aderezare 
en cl primer lugar dóde aya hcrrero,yde fuer 
te que no le haga ventii;a,ni aun le llegue Ja 4 
hizo y forjó el dios de las herrerías , para el 
dios de las batallasry en efte encrecSto la tra- 
ere como pudiere q ma^ V2A& %\^ ^no nada: 



Qaixote de la Mancha. i; 7 

> tnassque bien fcra baftáte para defen 
de alguna pedrada. EíTo fera,d¡xo San 
o fe Cira con honda^como fe tiraron en 
ide los dos excrcicos > quádo le fanti- 
i a vuefira merced las muelas , y Ic ró- 
el aIchuza>donde venia aquel benditif' 
reuajCsq me hizovomícar ias aífaduras. 
! da mucha pena el auerle perdido,que 
:s tu SanchOidíxo don Quixotejque yo 
la receta en la memoria.Tambien la té 
refpondio Sancho.Pero íi yo le hiziere, 
rouare mas en mivi Ja>aqnt fea mi hora. 
:o mas q no pienfo ponerme en oca(i& 
:r!e menefter y porq pienfo guardarme 
dos mis cinco fencidos^ de fer ferido» ni 
r anadie.De lo del Ter otra vez mantea 
digo nada j q femejacesdclgracias mal 
den preueniTjy ñ viené,no ay que hazcr 
ofa,(ino encoger los hobros, detener el 
o>cerrar los ojos.y dcxarfe yr por dode 
te^y la manta nos Itenare.Mal Chriftia« 
:s SanchOfdixo oyedo efto do Quixote^ 
lie nunca oluidas la injuria q vna vez te 
echo:pues fabete q es de pechos nobles 
ofos^no hazercafode niñerias.Quepie 
z coxbjá conftilla quebrada^que cabera 
)ara q no (e te oluide aquella burla? que 
'urada la cofa^burla fuc,y paíTacicpo^q a 
tcderloyoafsi^/a^o huuiera buelto aWai 



«3 9 Tercera parte de doa 

y huDxera hecho en ru vengaii9a mas dañe 
el que hizieró los Griegos por la robada 
naXa quai íi fuera ea eUe iiépo,o mi Di 
nea fuera en aquel pudiera eftar fegura, c 
tuuicra tata tama de hern^ofa como tiene 
qui dio vn furpiro^y le pufo en las nuiíes.lí 
xo Sancho , por burlas , pues la vengan^í 
puede paíTar en veras: pero yo fe de q caíi^ 
fueron las veras y las burlar, y fe rabien q 
fe me caerá de la memoria^ como n üca fe 
tara de (as efpaldas.Pero dexando efto a 
te>djgame vueílra merced , q haremos di 
cauallo ruzio rodado, q parece afno pardt 
dexó aqui dcfaparado aq! Marcino>q vuc 
merced derribó,q fegú el pufo los pies en 
uorofa,y cogió las de Vill.^diego , no Ueu 
. pergenio de boluer por el jamas , y para i 
barbas íino es bueno el ruzio.Nuca yo ac( 
bro»dixo dóQ¡)¡xote,defpo;ar a los q véj 
es vfo deCaualleria>quitar]es !os cauallos 
xarlos a pie:fi y a no fueíTcq el vccedor huí 
fe perdido en la pédcncia el fuyo q en tal ( 
licito es tomar el <í I vecido, como gaoadc 
guerra licita. Afsi,q Sacho dtxa effe cauaü 
3fno,o lo q tu quiíicres q r?a,qi)e como fu 
ño nos vea alongados de aqaíjbolucrapoi 
Dios fabe fiquiíien Iicuar!o,repi¿co Sádi 
por lo menos troc^Üo ccí eí>e ir.io,q no mi 

rece ráLucoo¡vci';S¿ivlcr4:ii * í: ''¡(ó cilrcdia 



Qgucote de la Manchad i^f" 

z caualleria, pues no fe eflicdé a dexac 
mafnoporocro^y querría faber ñpo* 
K:ar tos aparcios íi quiera.£neflb no ef 
y cier to,reíp6dio dó Quixoceyy en ca- 
uda(haíla cílar mejor intbrmado)digo 
uequesjíi es q cienes dellos necesidad 
i.Tá eftrema es^reípódioSácho^q íi fne 
mi mefma períbna,no los huuiera me 
ñas : y luego abilitado có aqila licecia 
ucacio caparum,y pufo fu jumceo a las 
lezas,dexandole mejorado en tercio y 
Hecho efto>aIm orzaron de las (obras 
\ del azemila dcfpoiaro beuieró del a- 
I arroyo délos bacanes,fin boluer la ca 
rallos(tal era el aborrecimieco q les te 
' el miedo en q los auia pueftosq corta 
^lera^y aü la melácolia/ubíero a caua* 
1 tomar determinado camíno(por fer 
; Cauallerros andares el no tomar nin 
icrtoXe puíieró a caminar por dóde la 
i de Kozifiáte quifo. (q (c üenaua tras 
fu amo, y aü la del afno, q fíepre le fe-» 
r dóde quiera q guiaua>en buc amory 
i.Cótodo efto boluicró al camino real : 
ró por el la vécura,fin otro defígno al- 
édo pues aG.i caminádO)dixo Sacho a 
Señor quiere vueílra merced darme li 
d parca vo poco có el q dcfpues q me 
I afpcro mádamicto dei ülecio > k mt. 



^4^ Tercera parce de don 

han podrido mas quacro cofas en el cfloi 
go,y vna fola q agora ccgo en el pico de I; 
gua>no qrriaq fe mal lograíTcPDilaydixoi 
Quixote,y fe breue en Cus razonamiencoi 
ninguno ay gnftofo» ñ es largo. Digo pue 
ñor^refpodio Sácho>q de algunos dias a 
parte he coníiderado» quá poco Te gana y 
gea d andar bufcádo efias anécuras»^ vue 
merced buíca por eílos defícrcos^y encru 
das de caminos,dode ya que fe ven9an y 2 
be las mas peIigrofas,no ay quien las vea»t 
pa,y afsi (e han de quedar en perpetuo íili 
y en perjuyzio de la iotécion de vueftra nr 
ced^y de lo que ellas merecen. Y afsi me p 
ceq feria me|or(faluo el mejor parecer de 
ftra merced)que nos fuelícmos a feruir a a 
Emperador^o a otro Principe grande» qu 
ga alguna guerra,en cuyoferuicio vueftrai 
ccd mueüre el valor de fu pcrfona/us grS 
fuer9as>y mayor encendimiento : qvífto< 
del feñor a qoiS fcruiremos.por fuerza no 
de remunerarla cada qual fegu fus merin 
alli no falcara quien poga en efcrito las h^ 
ñasde vueñra merced,para perpetua me 
ria.Oe las icnias^nodigo nada^pucs no hi 
falrr de los limites efcuderilesiaunq fe dez 
fí ít vfa en la Caualleria efcr'mír hazañas d 
cuderosjqueflo pienfo oucfc han de que 
hsmias entre rcglone$«No dizes nial Sác 



<^ízoce de la Mancha*' t¡¿i 

Ípr5drodó Quíxote mas anees que fcllcgoe 
eér^ tcraiioo,esnienefter andar por el mudo 
ififoen áprobacion^bufcando lasauenturas: 
ira tiüe acabando algunas/e cobre nombre 
faúa^l>q quando fe fuere i la Corre de al 
igraif Monarchatya fea el Cauallero conocí 
)p6r^sobras,y que apenas le aya vifto en 
ir los nnochachos por la puerta de la ciudad 
landóVtodos le (rgá y rodee dado boze$3di« 
édaElili: es elCauaüero delSol^o de la Sier 
r>o de oUra infígnia alguna.debaxo día qual 
lüiere ac;3bado grandes hazañas. Eftc es áu 
.h el q vScyaen lingukr bacalta al Giganta- 
iBrócabrark} día gran (ucr^B^tl quedefen- 
Dtó al gran Mameluco de Fer(ia> del largo 
icantaní)eto:en qüehauiaeíladocafi noue- 
cotos años. 'Af&i q de mano en mano yran 
tgonando fur's hechos : y luego al alboroto 
í los mochachos^y de la demás géce/e para 
lllasfeneftrás de fu Real Falacio^cl Rey de 
[i Reyno:y afsicomo vcaalCaualIero,cono 
endole por las armas,o por la emprcfa di ef 
ido>for9oraméce ha d dezir. Ea íu^/algá mis 
Jtoalleros^quácos en miCorte ertá,a rcccbir 
á0or de iaCaualIería q aUi vicne-.a cuyomá 
iiñicco faUran todos^yel llcgari haOa la mi 
rd dJa efca!era,yle abracará eñrechifsimamé 
'«y ledara(>aZ)bcfandoIe en el rofiro,y luego 
: licuara por la mano al apofento d la (cucrai 



^-- 



I 

i 4Í Tercera parte de don 

Réyna,adddc e( Cauailero la hallará cS Ia.2p 
fanta fu hija,q ha de fer voa de las mas kvíx^ 
&s y acabadas dózcllas«que en grá parce délo 
defcubierco déla cíerra9a duras penas íe pixt^e 
hallar.Sucedera eras eílo, luego en cótínñitCi 
que ella póga los ojos en el Cauallcroty eTcn 
los della» y cada vno parezca a otro , co(aianaf 
diuina que humanayy fín faber como^oí ^oaio 
no.háde quedar prefos, y enlazados ejíi la iO' 
tricable red amorofayy c5 grá cuyca en fusco 
ra^ones^por no faber como fe ha de f^biar^ps 
ra defcubrir fus añilas y rencimiéco$.D^fdea¡|f 
le licuaran fin duda a algii quarto del balado 
rícaméce adere^ado^dóde auíendolc. qúicadp 
las armas je traerá vn rico mantón deeícafli" 
taycon que Ct cubra,y fí bien parec;fQ armado^ 
tá bie,y me/or ha de parecer en fjríeto. Veni- 
da la nochccenara con el Rey,Re>^n3»e In(ao 
ta»donde nuca quicari los ojos dclla>mirádo- 
la a furto de los circíiQáccs:y ella hará lo mef« 
mo con la mefma fagazidad, purq como tégo 
dichones muy difcreca dózellaXcuantarfehan 
Jas tablas,y entrara a deshora por !a puerca í 
lafala, vn feo y pequeño enano^con vna feriDQ 
fa dueña,q enere dos Gigjces,dttras del ena* 
no viene,con cierta auentura.hccha por vn ad 
tiquifsimo fabio,que el q la acabare fera teni- 
do por el mejor Cauailero del múdo.Mádarl 
Juego el Iley^q todos los q eftan prefentesU 



Qaixote de la Mancha* ijijí 

if ,y ninguno le dara íinjcicfta^íino elCa 
ohuefped.en mucho pro de fu fama^do 
il qdaraconcencífsima lalnfanca^y fe té 
)r cdc¿ca y pagada adtTia!?,por auer pue 
:olocado fus péramicntos en t a alca par 

bueno>es q eíte Rey,o Principe>o lo q 
le vna muy reñida guerra,con otro tan 
-ofo como eh y c) Oauatlero huefped Je 

al cabo de algunos dias q ha eftado en 
te)lícencia para yr a feruirle en aquella 
idicha.Darar laelRey de muy bue cala 
.Cauallero le befara corcefmente las ma 
or la merced que le faze. Y aquella nO" 
d :ípedira de íu íeñora lalnfarica^por las 
de vn ¡ardin , q cae en el apofenco dóde 
lei me , por las quales ya otras muchas 
la auia Tablado, (iédo medianera y fabi- 
[e todojvnadózellá de quié lalnfáca ma 
(ia.Sufpirara es clcrmayarafe ella^craera 

1 dózella,acuy t.'.rafe niucho,porq viene 
íana>y no querría q fucííé dcfcubiercos, 
hora de fu f<.ñora.Finalmence,la Ivifíca 
a en Cuy darj fus blancas manos por la 
Cauallcro>el qiial fe las befarámiljy mil 
f íc las bañara en lagrimas- Qj.iedara c6 
o entre Jos dos cíl modoq fe ha d hazcr 
lis bucnos,o malos fLicccffosry rogaralc 
:cCi,q fe dctcfga lo menosq puvíicrerpro 
cioha eUón)ucho5;ur4met09;(ort>a\!t ^ 



•4 4 Tercera parte de don * 

befar las tnanos,y defpiderc con cann 
tonque eftará poco por acabar la vid^ 
de ftlii a fu apofento>cchafc fobre fu 
puede 4ormir de dolor de la partida 
ga muy de mañana,vafe a defpedír d 
de la Reyna^y de la Infanta: dízenle, 
deípedido de los dos, q la feñora inf 
inal diípu^fta^y q no puede receblr v 
{fl el Cáua1Iero>q es de pena de fu pai 
paífafele el cora9on,y falca poco det 
dkíj manifí^fto de fu penarcíla la do 
dianera deláce3halo de nocar todo,v¿ 
zir a fu reñora>la qual la recibe cóJa 
ledíze>que vna de la$ mayores pena 
ne^es nofnbcr quíé feafu Caualkro, 
linage de ReyesjQ no:a(fvgurala la d( 
no puede caber tanca corce(ia,géciIe: 
tía/:omo la de fu Cauallero,(ino en ( 
aUy graue Cófuelafc cóefto lacuyt^ 
tura confolarfci por no dar cnal ind¡( 
(iis padres. Y a cabo de dos días faie 
co:ya fe esydoel Cauallero.peleac 
ra,vence al enemigo del R9}'>gana m 
dades,triufa d: machas bátalas »bi 
Corte,ve a fu feñora por dóde fue le, 
fe q la pida a fu padre pormnger^er 
fti9Jrerutcios:nofe laquierc darelRe> 
labe quien es. Pero có Codoeílo,o ro 
otra^oaSqmirluercc q fea > la infan 



Qoizotc de la Maricha* ^4Í 

I efpoTa , y fu padre lo viene a tener a gti 
ura.porque fe vino a aücriguarjqae el cal 
atiero es hijo de vn valeroloBey de no fe 
Reyno,porque creo que no deue de eñar 
1 Mapa.Muercfe el padre,hereda la infaa. 
daRey elCaualIero en dos paJabras. Aquí 
a luego ei hazermercedes a Tu cfcudero^jr 
dos aquellos que !e ayudaron a fubir a tí 
eftadoaCafa a fu cfeuderoco vna dózella. 
alnfáca,que fera fín duda la que fue cerce 
Q fus amores, q es hija de vn Duque muy 
iripal.EíTo pido,y barras derecha s»djxoSá 
a^eíTo me acégo, porque codo al pie de la 
ahadefuccderporvueftra metccd>llamS 
!:ElCaualIero de la trifteFigura No lo da 
Sancho,rcplicó don Q¿iÍ3Coce » porque del 
mo/y por ios mcfnios paíTos q efto he cd- 
3,rubcn>y han fubido los Caualleros anda 
aíerReyes yEmperadorcs.Solo falca aora 
ar,que Rey de los Chriftianos,o de los Pa 
os cengaguerra,y téga hija hermofaipcro 
>o haura para penfar efto, pues como te ce 
licho,prim¿ro fe ha de cobrar fama por o 
i parces^que fe acuda a laCortcTábié me 
a pera cofa^que puedo cafo q fe haile Rey 
guerra,y có hija hermofa>y que yo aya co 
do fama increyble por codo el vniuerfo^no 
o como fe podría hal lar que yo fea de lina 
icKeycho por lo meaos primo (ei^udo^^ 



J 



»4< Tercera parte de don 

Emperador ? Porq no me querrá el Rey ¿Mf^- 
a fu hija por mugcr,fino cfta primero muy en I 
teradc en e(lo,aúq mas lo merezca mis íamo > 
fos h^'.choszarsi que porefta fjlcaitemo perder "t 
lo que mi bra^o tiene bien merecido* Bien ct^ 
ver4ad,que yo foy hi|o dalgo,de folar conoct '*; 
do,de poíTcfsionjy propriedad,y de dcuengar >/ 
quinientos fucldo<:;y podria Tereque el fabío q v 
cfcriuieíTe mi hiftoría^drflmdaííc de tal mane ' 
rami parentela y decendcncia» q me hallaíTc;!' 
quintOjO fexto nieto de Rey. Porq ce liagofa* •' 
berSancho,que ay dos maneras de linagcs ca ' - 
el míido:vnos q traen y derriba fu decenden- 
cij dePrincipc5,y Monarcas a quic poco apa ''- 
co el tiempo hádesh cho,y háacabadben píi ' 
ta,como pirámides. Ocros cuuiero prmcipia 
de gente baxa,y va fubiendo de grado en gra 
do hada llegar a fer grandes feñores.Demane 
ra> qeftalad:ft*erencíi,en q vnos fueron que 
ya no fon:y otros fon que ya no fueron,y po- • 
dria íer yo deílos^que defpues de aueriguado 
hauítífe fído mi principio gtáde y famofOyCS 
lo quoi fe deuia de cótencar eiRey mifuegro 
q huuíere de fer. Y quando ño^la Infanta me ' 
ha de querer de manerajq apefar de fu padre 
aúque claramente fepa que foy hi}o de a^aca . 
m: hade admitir porfeñort y por efpofo.yfi 
no aqiü entra el robalId,y licuarla dode mas 
¿uílo me dkrc^q el tiempoio la4nu&rte ha de 

acabar 



Quixoté de la Mancha* *Jfj^. 

r el enojodc fus padres. Ahi entra bíé ta 
íxo Sancho,lo que algunos defalmados 
ío pidas de grado , lo q puedes tomar 
er^a* Aunque mc;or quadra dezir:Mas 
ilcó de maca»que ruego de hdbres büe 
¡guio, porque íi el feñor Rey» fuegro de 
a merced , no fe quifícre domeñar a en* 
Le a mi íeñora IaInfáca,no ay lino como 
a merced dize^roballa^y traíponella- Pe 
L f I diiño queden taco que fe haga las pa 
c goze pacíficamécc del Reyno^el pobre 
:r.ofe podra eOar a dicte, en efto de las 
de!S!Íi ya no es, que Iadózellacercera,q • 
(er fu muger,re fale có la Iníamo^y el pa 
ella fu mala ventura^afta q el cielo or 
jtra Cüfa,porq bié podra,crco yo , defdc 
darfela fu feñor,por legitima efpofa.Ef- 
ay quie la quice, dixo do Quixoce. Pues 
eíTo fea^rerpódio Sácho>no ay fino cnco 
rnos aDios,y dexar correr la fucrte,por 
mejor lo encaminare.Hagalo Dios^reC- 
d5Qu¡xote,corao yo dcfleo j tuSácho 
eneftenyruyn feaquié por ruyn fe tiene, 
ar Dios,dixo Sácho,qyo Chriñianovie 
,y para fer Conde.efto me bafta.Y aü te 
¡xo don Quixote; y quado no lo fuerai^ 
zia nada al caib:porq íiendo yo el Rey, 
:e puedo dar nobleza.fin q la copres^^tvl 
vjiM coa nsda:poxq en haziedo Covtdt> 

(Xa ^vx.% 



«4* Tercera parte de den 

cácate ahí Cauailero»y digan lo que dixer¿^$ 
a buena fe,que ce há de llamar Señoria.mal q| 
les pefe.Y montasique níofabria yo aucorizat 
el licado,díxo Sancho, Di&ado has de dezir,4f 
no licado>dixo fu amo.Sea anfí^rerpondio Sao 
cho Pan^a.Digo que le fabria bié acomodar, - 
porque por vida m¡a,que vn tiempo fui Muni • 
dorde vna Cofradía j q me aíTentauacanbíS 
la ropa de Munidor,que dezian codos^qáe te 
nia prefcncia para poder fcr Priúfte de la rocf 
ma Cofradia.Pues que fcrá^quando me poga 
vn ropón Ducal acue(las,o me villa deoro^y 
de perlas^a vio de Conde eftrangero;paraini 
tengo»q me han de venir a ver de cien leguas» 
Bien pareceras,dixo dó Quixo tempero íera me 
n€Íler»que te rapes las barbas a menudo^q fe 
gun lais cienes de erpeíTas^aborrafcadas^ymal 
pueílas fí no te las rapas a nauaja» cada dos 
días por lo menos>a tiro de efcopeca fe echara 
d verlo q eres.Qneaymas,dixo Sacho, fino 
comar vn bnrbero,y tenerle aíTalariado en ca- 
la,yau (í fuera meneOeJehate qandetrasmi 
como Cauallcrizo deGr áde.Pues como fabcs 
tu preguco dó Qnixote,que los Grandes lleuS 
detras dcfi a fusCaualerizos? Yo fe lodireí 
rcfpondio Sancho: Los aiíos paíTados cftuu¿ 
vn mes en la Corte y aUi vi que paíTeádofe vfl 
fcñor truy pequeño,q dezian q era muy gran 

d, vn liobrQ ie íeguia acauaUo>a tudas las bucl 

V3^ 



Qoixote de h Mancha* 1 49 

ine daua.que no parecia.íi no q era fu ra 
^reguncéiquecomo aquel hóbre npíc ]&• 
.con el ocrosíi no que (iépre andaua cras^ 
Rerpondieronme^que era Cauallcrízo, 
e era vio de Grades .licuar tras íi a los ta 
efde entonces loic tan bien, que nunca f¿ 
a oluidado.Digo q tienes razó,djxo don 
cote»y q anfí puedes tu licuar a tu barbe, 
uelos vfos novinieron todos juntos^ni íc 
[itaio a vna y puedes fer tu el primer C6 
DC lleue tras ñ fu barbero:y aü es de mas 
íá^a el hazer la barba, que enfíllar vn ca- 
^Qúedefe cíTo del barbero a mi cargQ,di, 
ácho,y al de vueflra merced fe quede , el 
urar venir a fcr Rcysy el hazcrme Códe^ 
rera,refpódiodon Qu¡xote,y al5ando los 
víOflo que fe dirá en el íiguíetcCapitulQ. 

P. XXIL DE LA LIBERTAD 
ic dio don Qnlxotc a muchos dcfdicha- 
» que mal de fu grado los llcuaüan don 
í no quifieran y r. 




VENTA CideHamcteBcnengc- 
li» autor Arauigo,y ManchegOjcn e« 
(tagraui^síma.altironante^minimat 
dúlcele imaginada híOoriaiqucdef- 
q entre el famofo do Qnixcte de la Má- 
' SáchoPa^a fa ciciadero^paflaro aqutWai 

Q^j- tazo- 



í/0 Tercera parte de dóri- ' 

razones » q en el fin del capitulo veicte y vnd'i 
queda referidas : Que don Qaixote í\^\m^ 
OJOS, y vio que por el camino que )teaaua,ve <l 
niáhafta doze hobres a pietenfarcados como jj 
cuétas>en vna gran cadena de hierro, por lot^ 
cuellos,y todos cocfporas a las manos. Venif 'i 
afsi mefmo con eiloS}dos hobres de acanallo;'^ 
y dos de apieXos de acauallo,có efcopecasct'- 
rueda:y los de apie con dardos y efpadas; y 4 ^ 
aísi como Sícho Pan^a los vido^díxo: Efta H ^ 
cadena de galeoces,géce forjada delRey>qa6 
va alasgaleras.Como g£tefotcada,pregúc& * 
do Qaixote?es pofsible » que el Rey haga fuer • 
9<i a ninguna gente ? No digo eíTo refpondio 
Sacho,{i no que es géce,quc por fus dchtosva 
códcnada a fcruir al Rey en lasGaleras d por - 
fuer^a.En refoluc¡on,reph'codoo QnixotCíCO 
mo quiera que eliofeacúagcnteiaunque los 
llcaan,van de por fuerza, y no de fu voluntad. 
Afsi cs.d¡xoS5cho,Pues dcíTa manera^dixo fti 
amo,3qu¡ encaxa laexecucio de mi oficio,dcf 
fazcr futr9as, y focorrer,y acudir a los mifcra 
bies. Adüicrta vueftra mi:rced,dixoSancho,q 
la jufticia.q es el mefmo Rcy,no haze (uctqh 
ni agrauio a femejante gente ) (i no q los caíli 
ga en pena de fus delitosXlego en efto la caJ 
na de los GaIeotes,ydó Quixotcyco muy cor 
tefes razones,pidio n los que yuan en fu guar 
da^fütíÍM feruidosdtiufoticviiV^>^ dcziUe,li 



fu v;aixüce,qrria iabcr de cada vi 
parcicular3 la caula de (n dcljgraci 
eftaS90tras caks^y tá comediuas r 
a mouerlos a que le dixeíTcn lo qi 
q la otra guarda de cauaüolcoixt 
lamos aqui el rcg¡Üro,y la fe de h 
idecada vnudeltosniulauccurado 
po eñe de deccnerles a facarlas,ni 
iftra merced 1 egue y fe lo prtgunc 
[mos>q ellos lo dirán (i quifíeren, i 
porque es gente que recibe gufto 
dezir vellaquerias.Con eíla licencia 
áxoce fe comara,aíiqne no le la ¿k 
> a la cadena^y al primero le pregu 
q pecados yua de tan mala guita? 
idío,que por enamorado y ua de a 
era. Por eífo no mas , replico don 
es n por enamorados,echa a gale 



^.. ' 



- • w — , ^ 

au hafi? aoni no I» hoiiiera dotí^ jfesii 
lóúidJFiie en ñi^uiao huno tí^ ií¿m 

¿ISGO cioicoyy por 9ñadídürattc$. pi^ 




mpoodióel galeote : el qiial ttXmiqq^ 

lüiia edad d¿ yejrnte y quaop afiof^;^ di 

tra natural de JP^rahica-Lomelf^^ 

don Ctuixpéeal%ondbf el qiiai óó i;c|pc 

fíalabray i^^ yua de táBLt y mftiu^pjiíco 

h:^pobc£k> por já.d prímero^y dízoi»;]^ 

ira por CanariOf digo qae poF mofioo^ f;i 

* I^ti^f como^repicio donC^ixof^é^por jem 

y caocoret van cambien a galerMiSí le&i 

pondío el galeote>qoe no ay peor cola q 

t'ar cnel aníia. Anees heyo oydo dezir.di: 

Quixoccjque quirn cáca,ru& males efpan 

ca es al reues,d»o el galeote>que quien < 

vna vez JIora coda la vída.No lo eocieñ 

xodo Quixote:mis voa de las guardas 

xo:Señor C^uailero, cancar en el anfia d 

entre eftajgence non fantaiCÓfeíTar end t 

r6« A efte pecador le dieron cormenco,y 

fo fu delito .que era fer quacrero, que es 

dron de béáias»y por auer coníeíTado» le 

denard por feys años a galeras,ame de 

CÓsagotcs q ya Ueua en las erpaldas.Y \ 

l^epéiatítto y CíidCi porque ios demás 



r- rf • 



Qaixote de la Mancha; 2/3 

que alia quedan^y aquí vájle malcratan>y 
Quilan,y efcarnecen^y tienen en pocoiporq 
.fe(rd,y DO cuuo animo de dezir nones.Poc 
: dizé ellos^que cacas letras tiene vn no^co 
I vn fi:y q harta ventura cieñe vn delinque 
:¡ue efta en fu lengua fu vida»o fu mucrcciy 
en la de los ce(ligos>y prouá9as:y para mi 
igo,que no van muy fuera de camino. Y yo 
ehtiédo afsi^refpddio don Quixote,el qual 
Ifádo al ccrcero.pregücó lo que a los otros: 
]ual deprefl:o,y co mucho defenfado refpd 
}j dixo. Yo voy por cinco años a las feño 
(gurapas, por falcarme diez ducados. Yo 
re veyntede muy buena gana^dixo do Q^t 
te por libraros deíTa pefadübre.fiflo mepa 
:e,rerpondio etgaleoce , como quien tiene 
ñeros en mitad dd golfoj fe efta muhedo 
ihSbrtyfm cener adonde cóprar loqha me 
fter.Digolo, porq (i a fu ciempo tuDiera yo 
os veince ducados qucvuefíra merced som 
t ofrece , vuiera vncado có ellos la péndola 
1 efcriuano,y auiuado el ingenio del procu 
dor de manera , q oy me viera en micad de 
pla^a de Zocodoúer deTüledo,y no en cfte 
miiioacrayllado comoga)go:pero Dios es 
áde,pacicDCÍa,y bafta PaíTo do Q^ixcce a! 
;atto>q era vn hóbre de venerable roftro,cd 
la barba blanca, que le paíTaua del pecho:el 
lal oyidoícprcgücdrlacaüfa porque a\\\v^ 



■ «y 4 Tercera paite de don! 

niaiCome^o a llorari y no reípondlo paf; 
mas el quincocodenado le fíruio de leng 
dixoiEíte hobre honrado va por quatro 
aga!cras,auicndo pa(í¿ado lasacoíliibr:! 
vellido en pópa,y acaualIo.EíToes dixo 
cho pjn9a a lo q a mí me parrce.auerfab 
2a vergiiéja-Aísi es,replícó el galeote:/ h 
pa porque le díeronefta penales por aucr 
corredor de oreji»y aun de codo el cuerp< 
cfeco quiero dezir , que efte cauallero va 
alcahccce,y por tener aTsi mefmo fus put 
collar d hechízero. A no auerle añadido ( 

pücas,ycoIlar,dixo dóQt¿^^^^^>P^^ ^^1^^ 

cl alcahuete limpio , no mérecia el yr a ve 

én las galeras,(ino a aiádallasiy a fer Gen 

dellas^porque no es afsicomo quiera el oí 

dealcahucteqesoficiode difcretosjy nc 

fárirsimo en la república bien ordenada,y 

no le deuia excrcitar finogéte muy bié na< 

y aii auia de auer veedor,y examinador de 

talesjcomo le ay de los demás ofñcioscor 

mero depurado ycono:ido,como corred( 

de lonja: y defta manera fe efcufarian mac 

males q íc caufan,por andar efte oficio.y e 

cicio enere gent^ idiota>y depoco entédin 

co: Como ion mugerzillas de poco mas a i 

poSypa;ezi']o$,y truhanes de pocos añoS)} 

poca exper¡encia,que a la mas neceíTaria c 

&)D,y guando es mencftcc dar vna tra^a < 



€' 



t^ot€ de h MaochaJ i^fr 

H^ft les yela las migas entre la boca y la 
yy no fabe qual es fu mano dcrecba.Q¡}t 
aíFar adeláce>y dar las razones, porque 
nia ha7er elección de los que en la repa 
uian de tener tan neceíTario oíicio:pero 
el lugar acomodado para ello, algü día 
r>a quien lo pueda proueer y remediar, 
ligo agora , q la pena q me ha caufado 
tas blácas canas.y efte rotíro venerable 
a fatiga , por a!cauete,mc la ha quitado 
mto de fu hcchizero. Auquebiéfeqno - 
:hizo$ en el müdo,que puedan moucr,/ 
' la voIútad,eomo a'gunos Ampies pica 
es libre nueftro aluedrio, y no ay yeru^ 
antoque le fuerceilo qiuclé hazer alga 
iugerzillas (imples , y algunos embuQc- 
Ilacos,es en algunas miuuras,y venenos 
luelucn locosa los hóbres.dádo a ente- 
tiene fuerza para hazer querer bié3fíédo 
digo cofa impors¡ble>for9ar la volutad. 
Sjdixo el bue viejo , y en verdad feñor,^ 
de hechizero que no tuue cu]pa>en lo de 
iicte,no lo pude negir.pero nunca peníe 
ia maj en ello^q toda mi intcncio era, q 
el mundo fe hoIgaíTc , y viuieífe en paz y 
udjíin pendencias ni penas: pero no me 
lechonada eHebucdeíTeo^ paradexar 
t dódc no cfpero boluer, fegü me cargan 
ios j vn mal de cr^úa 4 Ucuo^i^ué no m^ 



^fS Tercera parte de den 

. dexa repofar vn rato: y aqui tornó a (u llaoR 
comed prirñero^y tuuoleSácho tSta cdpañi^ 
q íácó vn real de a quatro del ieno^ y fe lo dio 
de limofiia.Paro adeláce do QnixotC'y prcgfr 
tó a otro fu delito,el qual refpódio co no ote' 
nosifínocómucha mas gallardía q el pafladob 
Yo voy aqui>porq me burlé demafíadameneé 
c6 dos primas hermanas miás^y có otras dof 
hermanasq no loeiámias:íinalmetestStoine 
burle có todas, que refultóde la burla>crecer 
]a parenrela tar. intricadamente» q no ay Sa« 
mifta que la declare. Prouüfemctodoifalcoft 
ñor no tuuc dineros , vime a pique de perdef 
los tragaderos: fcntenciaronme a galerasfor 
feys años^cóíentijCan igo esde mi culpa ,mo^ 
foy,durcla\^ida,queconrlla codo fe alcanas» 
Si vueñra mcrccd,fcñor CauallerOjlieuaalgu 
na cofaco q focorrer a eftos pobretes, Dios fe 
lo pagará eneIciclo,y nofocros te adremos cu 
la tierra cuydado de rogar aDios en nueftras 
orac¡ones,por la vida y faíud de vueftra mcf 
ced q fea tá larga y t.in buenn^como fu buena 
prefencia merece. Eñe yua en habito de Efttt 
diante» y dixo vna de las guardas > qera mo/ 
gt áde hablador,y muy gentil L itino.Tras to 
dos eflos» venia vn hóbre de muy bué parecer 
de edad d creynta años.fi no q al mirar meril 
cl vn ojo enel ocro:vn poco venia diíFerécemé 
tcatado Q los demás .^ov^ccahia vnacadcot 



. Qoixotc de h, Mancha. t/ jr 

tao gráde.q k l:f l^ott ybr codo el cu ér 
os argollan ala gkt^Ücaila vna cola ca 
^la ociasde las q llaman guarda amigo» 
[e amigo.üe laqual deccndian dos hier 
ic licgauan a la cincuraien los quaies (e 
)$ erp<^fas,dondc llegaua las manusycer 
con vn grueíTo candado,dcmañcra,qni 
manos püdia llegar a la boca,nt podía 
lacabe^a a llegar a las manos,Prcgut6 
^iixüce,quet:omo yua aquel hóbre con 
)ri(iohes,ma$ que los otros?Rc(pondío 
jarda: Porque cenia aquel Tolo mas dell 
Le codos los otros ;uhtos:y que era can 
do j can grande vellaco , que aüque'lo 
á de aqila nianérai no ) úá leguros de). 
Lie Cv mía que fe les luuia de huyr. Que 
> puede ccncr,dixo donQnixoce,fino há 
ido mas pena que eehark a las galeras? 
ir diez años, replicó la guard^,que es co 
jerteciüihNo le quiera faber ma^yíino 
:t hoa)b? e es famofuGincs de Pa fia mo 
por cero nombre llamáGinefíllo de Pa 
.Scfior Comi<Tarío,dixo enconcc* el ga 
/ayáík poco a poco,y no andemos aora 
ndar nombres y fobrenombres, Gines 
mojy nó Ginefiílo, y PaíTamoncces mi 
ia,y no ParapiüajComo boace dizc y ca 
) ic de vna buclca a la redonda,y no ha- 
Hable tó mcno« copo, replicó cVCo- 



%S9 Tercera par^4cdód ; 

miflario Jcñor ladi^ 4e mas de U marca» 
quiere que le hügaxaliír mal qae le pefc. 
parece»relpoadio el gáleoce^ que va el h( 
co n .> i3ios es feruídji pero algú día fabr; 
guao.fi me UamoGuieíillo de Parapilla,^ 
Pues no ce ilamá anílembuftero>dixo la ] 
da?Si llamin,rerpoiidio Giaes^mas yo ha 
no me lo llámelo me ias pelaru^donde > 
go entre mis díences^Señor cauallero» (i t 
algj que darnos^dctioílo ya^y vaya con I 
que ya enfada con canco querer (aber vid 
genasty (i la mia quiere fabcr , fepa que ye 
Crines dePaíTamóceyCuy a vida eftá cCctitz 
eftos pulgares.Dize verdad^díxo elCom 
río,que ci mefmo haefcnco fuhiftoria >< 
ay mas que deíTear, y dexa empeñado el 1 
en la cárcel , en dozi éneos reales. Y le pi 
qu¡car,dixa Gíncs,fi quedara en doziéco 
cadas.Tá bueno es^dixodon Quixote?Eí 
bue io,re< podio Gine$,que mal año para 
zarillo de Tormes,y para codos quácos < 
qucl genero fe han cfcr¡to,o efcriuicren* ] 
lef¿d:2Íraboacc,es que tf ata verdades 
fon verdades cá -in Ja^i y tan donofas^qu 
pueden auer méciras que fe le igualé, Y c 
fe ¡ncicul i el librojpregantoidon Q^'^^^^^ 
vida d : Gines de Paífamonce>refp5dio c 
mo* Y eítá acabada^preguntó do Quixac< 
tno puede eülaracabadojrefpondio elift a 



t^*arote de la Mancha; üj^ 

acabadla)! vida:loque eftáefcrkoies dcf 
ú nacimiento, hada el p&co q efta Vítim^ 
ne han echado en gaUras.Luego otra vez 
s cftado en ellai jdixo don Q¿ixütc?Para 
r 9 Diof ,y il Rey, otra vei he cftado qujH 
ños, y yaíc a q fabe el vizcócho, y el cor-* 
o,rcfp5áioGines:y nó me peía macho dé 
;!lás,porq alh cendre lugar dt acabar túi 
», qoe me queda mucha» cofas que deiirí 
las galeras de Eípaña, aymasfoíkieigode 
I que feria mcneftcr, aunq no es meaeftct 
lio mas para ló que yo tengo de efcriuírj 
üe lo fe decoro. Abil pareces, dixo don 
LOtc?Y defdichadojhíVódio Gines, por^ 
? ias defdichas perfigué al buco ingenio, 
guc a lo.'SA'elucoSjdixoelCüiniíTario.ya 
dicho Tenor Comisario, rcfpódio Paíía- 
te,qae fe v;iya poco a poco,lq aquellos fe 
snolecíícroeíTavara para q malcrataíTe 
pobretes q aqui vamos , íii o para q líos 
ie^y lkailTe>a dode fu Mageflad mandaí 
7or vida dc^bafta^q podría fcr cj faiícflVa 
dia en in colada, las manchas q íc hizici o 
véra;y todo el mudocal!e,y vina biíjy ha 
iejor,y caminemos, q ya es mucho rego- 
:ítc, AI^ó la vara én aleo el ComiíTaro pa 
r a Paflamote en kfpuefta de fus smcna- 
us do Qaixote fcpuío en medio y le ro- 
ño le maltracaíT^, pues no era mv\c\\o> c^ 



ft 6o Tercera parce de don 



quié lleuaua cá atadas las manota tuuiefle al« 
gú caco fuelca la légua:y boluiédofe atados loé 
de lacadena>dixo:Oe todo quáto me haucyf 
di.ho^hermaDos carirsiínos,he Tacado cd lim- 
pió q auDg os han caftígado por vuefirascui* 
pas>las penas q vays a padecer no os dan mi 
cho gutto,y q vays a ellas muy de mala gana 
y muy concra vueftra voIunCad:y que podría 
fer^que el poco animo q aquel tuuo cnelto^ 
menco.la falca de dineros defte,cl poco fauoc 
del otro>y fínalméce el torcido juyzio di jttcs 
huuicíTe (ido cafa de vueftra perdicion^yde no 
aucr Calido có la juílicia que de vueílra parte 
tcniides. Todo lo qual fe me reprcfenta a mi 
aor a en la memoria^de manera q me efta di" 
ziendo^perfuadiendo^y aü for^andoique mué 
ílre có vofotros el efeto para que el cíelo me 
arrojo al mundo, ymehízoprofeflar cnella 
ordé de caualleria que profeíTo» y el voco que 
en ella hize,dc fauorecer a los mcntftcrorosyy 
opreflüs de los mayores. Pero porque fe que 
vna de las partes de la prudécia ts que loque 
fe puede hazcr por bien , no fe haga por mal» 
quirro rogar a eílos fcñores guardianes, y Co 
minTjrios/eáferuidosde defitcaros, yc-exaros 
r en paz, que no faltaran otros que firuan íil 
ey en me'ores ocaíianes.'porque mt pjrccc 
duro cafo haz:r cíclanos a los que Dios, y na 

turaleza hizo libres. Q^áco mas/cñoies guar 

das» 



í 



C^ixote de la Mancha. t6n 

íadio don Quixoce,que eftos pobres nó. 
imecido n^da contra vo(bcros»alIá fe Iq 
da vno con Ai pecadosDios ay en el cié* 
3 fe defcuyda de cañigar al malo 9 ni dc^ 
ar al bueno: y no es bien que los hdbres 
dos fea verdugos de los otros hombres» 
idoles nada en elIo«Pido efto có efta mí. 
)bre y foísiego^porque tenga (i lo cum- 
Igo que agradeceros:y quaodo de grado 
hagayf sclta lan^a^y efta efpada^ccn el va. 
; mi bra^o.haran que lo hagay s por fuer- 
3no(amajaderia>rcrp6dio el Comiflario; 
> efta el donayre c5 que ha falido a cabo 
^Oylosforcados del Rey quiere que le de. 
s,cómo íi tuuierámos autoridad para fol 
5,0 ella tuuícra para mádarnoslo^Vaya- 
iftra merced norabuena fu camino adela, 
indercccfe cíTe bazin que trae en la c tbe- 
10 andcbufcando tres píes al gato. Vos 
bI gato,y el rato,y el vellaco,rcfpódio do 
ote;y diziédo y haziendc, arremetió con 
I prefto, que fin que tuuieíTe lugar de po 
en defenía,dio con ei en el fueló^mal heri 
: vna lanzada: y auinole bien que efte era 
iaefcopeta.Las demás guardas quedaré 
itas,y fufpcnías del noefperado acontecí 
toipero boluiendo fobre fi,pufieron ma- 
fus efpadas los de acauaIlo>y \o% de a^^Kc ^ 
irdosj/arrcmccicron a don Quixou A^^ 

R 3 tov>^ 



%éi Tercera parte de I 

con mucho fafsi-go lus zgtiard 
lopafTaramal li losga]euti.svi 
que fe les ofrecía de alcázar libi 
curaran , procurando ruinpcr '. 
venían eiifairadus.Fue la rcbu< 
que 1^5 guardas , yaporatudií 
4 Te deljcau3Q,ya por «comereí 
que ios acuineci^t DO liiziLron ( 
prouccho, Ayiídó Sáchu por ft 
tura de Gincsde I*aíTamó:e, q 
ro que faicó enia cápañ» libre, 
do;y arremctiédo al Cl müTam 
to la cfpada,y la ercopeta,cori 1; 
do a] vDo.y ("eíialando al cívq,(: 
piasioo quedó guarda en codo 
íefueróiiuyeniíojafside lacfco 
oíontCjComo dí las imichas pci 
ya füelros galeotes I Jíti'r<iuá.Ei 
cho Sác lio dcfíc fuct ílo,pOKiue 
tó que los que yiian ¡mycndo, 
ticiadcUafuaSaraticíHeiDiáí; 
pana herida faldria a bufcar los 
afsi ie lo dixo aíu atiio-.y ie tcc,< 
allí fe partieífcnjj' fí enibüfcaiTí 
tflauaccrca.Biíeftá eiVo,dixü 
pí ro yo fe lo que aora conuíeni 
llamando a todos los gakoces, 
borotadosiy hauían dcfpoiado 
^adcx^rl^ cntucroSiíelepu 



'¡^^^dallT^^^fy^ en carmino 

''^'ítura. Re/ion? ^'^"'fí^cdesi 
"í«>'¿ñor.y ii5^;tf .^ ^'-'cftra mercc, 



tí 4 Tercera parte de don 

tiofocros diremos por la intención de VQeftr| 
merced^y eíla es cofa que fe podra cumpürdl 
noche,yde día: huyéndolo repofandoien paa^ 
o en guerra: pero péfar que hemos de bolucí 
aoraa las ollas de £gvpco,digü a tomar nu| 
fira cadena, y a ponernos en camino delTob^ 
(bes penfar que es aora de noche ,que aun nc 
fon las diez del dúiy espedir a ncípcros eííoi 
como pedir peras al olnio.Puesboto a taKdi 
xo do Qjixote(ya páefto en colera) do hijo ^ 
la puta,dó Gineíillu de Paropillo,occmo(>i 
ilamays^que aueys de yr vos folo, rabo entr.^ 
piernas.con toda la cadena acueftas.Paífam^ 
te que no era nada bien fufrido,cítando ya ef 
terado que don Qnixote no era muy cuerda 
(pues tal dífparate auía cometido cerno c! £ 
rer darles libertad) víendofe tratar de aquella 
mancraihizo del o;o a los compañeros. yapai 
tandpfe a partf^coméyaron a llouer tatas pie 
dras fobre do Quáxoteique no fe daua nianos 
a cubrirfe co la rodcla;y e¡ pobre de RozinS 
te no hazia mas cafo de la erpuela,que íi fuer: 
hecho de bronze.Sáncho fe pufo tras fu afno 
y con el fe defendí 1 delanuue^ ypedrifcoc 
fobre entrábos llóuia.No fe pudo efcudar tá 
bien don Quixote>que no le acertaíTcn no d 
quantosguijarosen el cuerpo,con. tanta fue 
9a que dieron co el en el fueIo:y a penas huuc 
cay^^o^guando fue fobre el el eftudíante , y h 

quite 



Quíxote de la Mancha* %6f 

i vazia de la cabe9a,y díole co ella tres 
:o golpes en las eípaldas^y ocros cáeos 
erra,con qoe la hizo peda90S.Quicar& 
ropilla t]ue trahia fobre las armas,y las 
ca '9a9 le qrian quicari fí las greuas no 
uaran* A. Sancho le quitaron el gauá,f 
lolo en pelota»reparciendo entre íi los 
deípo/os de la batalla^ fe fuerocada y- 
fu parce,có mas cuydado de efcaparíc 
crniandad que cemian,que de cargarfe 
na,c yr a prefétarfc ante la íciioraDul 
ci Tübofü.Solos quedaron jumencoiy 
ince.Sancho,y don Quixote. bljumen- 
¿baxo,y pcnfaciuc/acudiendo de quan 
uanJalas orejas pcrJando que auno 
íTado la borrafca de las piedras quele 
lian los ordos. Rozinantetcndidojun 
amo,que también vino al fuv^lq de otra 
a. Sancho cnpelota, ytemerofode la 
[criDádad.Don Qnixote mohiniAimo 
: tá mal parado, por los mifínos aquie 
ien auia hecho* 

XXIIL DE LO OVE LE 

itecio al famofo do Qúixote en Sierra 
ena,que fue vna de lalt mas raras aué- 
; que en efta verdadera hiñoria fecüen 
luerle acontecido. 



t ^6 Tcrctra parte de don 

VIÉNDOSE can malparado < 
Quíxote,dixoa fu efcuderoiSiem 
iácho lo he oydo dczir ^quc el ha 
bien a villanos , es echar agua ei 
mar« Si yo huuiera creydo io que me dixi 
yo huuiera efcufado efta pefadumbreiperc 
cña hecho,paciencíi, y eftarmeocar para< 
deaqui adcláCf .Afsiefearmécará vueftra r 
codjrefpondio Sancho,como yo (by Turco 
r J pues dize,q íi me huuiera creydo, fe huí 
ra efcufado eíle daño>creamc aora, y efcuí 
otro mayortporq le h;ígofaber,q con la fa 
Hermandad no ay v(ar de caualleriasr^que 
íc le da a ella por quancoscaualleros andi 
a y dos maraucdis: y fepa que ya me paree 
fus factas me zumban por los oydos.Nati 
mente eres couardc Sancho, dixo dd Qui 
tc: pero porq no digas que foy contumaz, 
jirnnshagó lo que me aconfe/asjpor efta 
quiero tomar tu cófcjo, y aparcarme de h 
rJa q tanto tcmes,mas ha de fcr có vnac( 
tiün,q jamasen mi vida , ni en muerte ha¡ 
dezlr a nadie q yo me retire,y aparee dcfii 
viígroj de miedcvíino por compiazcr a tus 
go«:q fi otra cofa dixere?, mentiras en el!< 
defde aora para cntóccs,y dcfdc entonce 
ra aora tc deímiéto^y digo q mietcs y me 
ras teclas las vczes q lo pcíares,o lodíxc 
y no me espliques tv\íis^^ túfelo ^enfarq 

v; 



Quixon de la llíancha. «Í7 

e y retiro de aIgú'pel»£iOj efpccialmétc 
>q parece q l'cua a'gú es no es dfombra 
edü>cíloy ya para qdarire,y para aguar 
:]ui folo,nü íolaníc te a la Tanta Herrnan- 
I dizes , y temes, fino a los hermanos de 
?2C Tribus di fracl,y a los fietcMSceboSf 
jftof 5y a Polux^y aun a todos los her- 
SiV hermandades q ay en ci mundo.Sc- 
eípódio Sancho, qd rccirarno es huyr, 
fpcrar es cordura , qnado el peligro fo- 
ja a la crpcrá9a: y d íabios es guardar fe 
ra mañana , v no auccurarfe todo en va 
ícpa c] aiinq ^afio , y villano, toda vía fe 
ra^aalgodtfto q llama ^buégouitrnor 
nofcarrcpict'» cTaucr tomado mi con- 
nofuba en Rczinátc, ílpucdcjO fino yo 
dare,y figamejq el caletre me c:2c,q ho 
rjeneñer 20ra mas los píes q las minos, 
do Qin'xote,frn replicarle maspalabra 
do Sachüfobrc fu síno» fe entraron por 
Mtect Sierra Morena, q alüjrftotftjua, 
lo SiiCho intíciü d atr^uefiíir fa teda y é 
iliral Vifo^oa AlmodouardelCampOsji 
dcrfea-gunosdias por aquellas afpere- 
jt no ícr haliadosjfi la fanta Hermadad 
ifcaíTe.Animo/e a cflojaucr v¡ílo,q de la 
ja di 05 galeotes fe hauíaefcapádo libre 
>enfii que fobre fu afno venia , coía que 
50 ^XQj]^gw/c:gün íü^lo que Ueuato,^ 



€6S Tercera parce de don 

bufcarOQ los galeotes. Aqaelía noche Ile| 

a la mkad de las entrañas de SicrraMon 

a dóde le pareció a Sacho^paíTar aqUa no 

y aú otros algunos días , alómenos todos 

líos que durare el matalotaje q lleuaua:y 

hízíeron noche enere dos peñas , y entre i 

chosalcornoques.Pero la fuerte fatal: qu 

gun opinión de los que no tienen liíbre < 

verdadera Féitodo lo guia^guíía, ycom{] 

a fu modo:ordenOiqueGines de PaíTamc 

el famofo embufiero j ladron,que de la i 

na,por virtadjy locura de don QuisoCeJ 

uiaefcapado,Ileuado del miedo de la lata 

mandad(de quien con j'ufta tazón cemia) 

do de efcondcrfe en aquellas mótañas;y 1 

le fu fuertc,o fu miedo, a la mifma parte < 

de auia licuado a den Qnixote»y a Sache 

5a,a hora y tiempo que los pudo conoce 

piintcque los dexo dormir. Y como íícn 

los malos fon dcragradecidos,y la necefs 

fea ocafion de acudir a lo q fe deuCiV el i 

dio prcfente venga a lo por venir : Gines 

no era ni agradecido,ni bic incincionado. 

do de Iitrcar el afno ¡i Sancho Pan^ajuo 

dofc de Rozinante,por Icr pi cda tan mal 

racmpcñadijComo para vendida. Dora 

cho Panva,hurtole fu jumento, y antes q 

manecicíTefe hallo bien Icxos de poder 1 

iiido. Salió el AvuoiaLíLkglidoUtUttí 



^s, regalo de mi mugerjembidia 
s,aliuio de mis cargas:y íinalmé 
de la ihicad de miperrona,porq 
bys marauedis que ganaua cada 
^omi defpenfa.DóQuixoteque 
(upo lacaufaicohíolo a Sancho 
s razones que pudo, y le rogo q 
ncia,promctiendoIe de darle v- 
áb¡o,paraquc le dieíTé ífcs en fu 
que auia dexado ctí elIa.ConÍfo< 
3n cfto,y limpio fus Iagrjmas,tc- 
>Sjy agradeció a don Quixote la 
* hazia, £1 qual como entro por 
tañas/c le alegro el corajójparc 
)s lugares acomodados para las 
: bufcaua.Reduisianlclc a la me- 
rauíÜorosacaecimiétóSjüücctt 



ií>o Tercera parte Je dori 

cisfazcr fu cttomago con !os relíeucs que dct 
deípojoclericalauiáiiiiedaJo, vafsi vita eral 
la A!no,ftncado ala mugen: gd k bre f¿i jumc- 
tü , f4cando de vn coilul, v embaiiUndo tn fú 
pan^a:)? no fe le diera por bailar otra auécari 
cntretanco que yua d aquella inanern, vn ardí 
te.En ello ah^o los oio^,y vio que fu amoefta 
ua pa?aJo,prücurandocó la punca del lácofi 
al^ar no fequ-; bulto q eílaua cayJo cnei fuc- 
lospor lo qual fe dio pricíTa Sancho a üfgar a 
ayudarle, íi fuvíTc mcnertcr;y quado liego futf 
a ticmpojquc al9aua co !a punca de! lacón vil 
cox¡n,y vna malera a^cía a el>m:d¡o podiidoá 
o podridos del tjdo^y dcshcchoívrina^ pcfau» , 
tanco,quefuc neceífario que Sá. ho fí apeaffé 
a comarlos.y mandóle fu amo q vícfií j loque 
en la maleta venia. Hizulo c5 mucha prcíkzi 
Saricbos y aunque la ma'eta veui.i ccrradaco 
vna cadena*y fu cádado , por lo roto y podrí 
do della violo qen ella haiiii, que eraa qwí 
tro camifas d d;;lgada olanda y ceras cofas ¿ 
liento, no menos curiofas q limpias, y en vii 
pafii¿uclo halio vn buémoiiconzillo de cfcii* 
dos de oro: v afsi como los vio, dixo BcditiJ 
fea todo el cielo,q nos ha deparad.) vna auí-*'^ 
tura que fea de prouccho, Y bufcádo mas,!?^ 
lio vn librillo de memüria,ricariitntc i^wztii^ 
cido. Efte !e pidió don Oj¡xorc,y ma.V.íc q 
GuarÚÁik z\ dincvo,y lo tomaiicpara cl.ü-i^ 



i^gízott dt la Mincha. & 7 » 

lanoi SanchOypor la mcrced^y cicsba* 
a labalija de fu lencería» la pufo en ei 
e la defpcQÍa. Todo lo aual viílo por 
ihcotc^dixo : Partceme bancho ( y no 
¡ble que fea otra cofa ) que aígun ca* 
c defcamiaado dcuio d pallar por eíl* 
'faIceando!eMaIandrines> ledcuicra 
ar^yle cruxeron a enterrar enefla ti 
ida parCc?No puede fcr eílb, rcrpódio 
)>porq (i fueran ladrones^no ft dexará 
kt dt ñero. Verdad dízcs, dixo do Qut 
afsi no adiuino, ni doy en lo que eílo 
ctt mas efperace veremos G en efte li-* 
[c memoria hay alguna cofa efcrípca» 
ic podamos raftrear, y venir en cono 
» de lo q deíTeamos^ Abrioloyy lo pri« 
[ hailo en el efcrito como én borrador 
: de muy buena Iccra.fuc vn Sonecoiq 
3le alto porq Sancho tábien lo óyeílc> 
:deziadcfta manera* 

Le Taita al amor conocimiento»' 

le robra crueIdad,o no es mi pena 
ual a la ocafíon que me condena 

1 genero mas duro de tormento, 
fi Amor es Dios,es argumento* 

e nadaignora.y.es razó muy buenn^ 
/n dios no fea cruclipues quíe ordena 
rriblc dolor que adüro,y fícnto? 

Svdv 



^7% Tercera parte de áoú 

Sí digo que foys vos Fíli,no acierto, , 
Qae canto mal en canco bien oo cabí» 
Ni me viene del ciclo efla ruy na. 

Freftoaure de morir, que es lo mas clcrtdi 
Qae al mal de quien la caufa no fe íabcj 
Milagro es acercar la medicina. 

Por tSz Croba,dixo Sancho,no fe puede ^^ 
ber nada;(i ya no es que por eife hilo que cfU 
ahifc faq el ouillo de codo. Que hiío eña ¿qui 
dixo don Quixoce?Pareccme dixo Sácho,qüe 
vueftra merced nóbró ahí hilo. No dixe Ir no 
Filisrefpondio don Quixote y cíle (in dudaes , 
el nombre de la dama de quien fe qurxa el au 
tor defteSoneco:y afe que deue de fer razona 
ble Pocca,o yo fe poco del arte.Luego cábien 
dixo Sanchojfe le entiende a vueftra merced 
de trobas?Y mas de lo q cu pienfas^rerpodio 
don Quixotcy verafíoquaiidülleuesvnacaf 
ta,efcrica en verfo de arriba a baxo,»! mi fcño 
ra Dulcinea del Tobofoiporq oaiero q fq^as 
Sácho,quecodossO los mas Cauaücros andí 
tes de la edad paíTada,erágrá. les crobadoref 
y grandes mu(icos,q eüas dos habiiidad:s,o 
gracías(por mejor dc2Íf)fon anexas a loscna 
morados andances. Verdad es,q laícoplasí 
los paliados CaualIcros,tiené ma* ex clpiritU 
que de primor.Lea mas v.fr..d¡xo \:Á^ iu». cpic 

ya balUn algo q uos raciitaga.Bolr'io ¿ í*.vM¿ L 



Cigirotc de ía Maochat t^ 

¡xocciy (U3(o:Efto ct proh^y parece caí 
;a mtítíua^fcñor^pregúcó Sancho?£n el 
ío no parece (¡no de amores , refpód'io 
líioteiPuei lea v. m^ alto>dixoSancho¿ 
> mucho d^ftas cofas dé amores • Q^e 
¿Cídixo dünQiLÍxote,y leyebdoia alto^ 
ancho fe loaiua rogadoi víoquedezia 
ancra^ 

itia promc(ra,y riii cierta defuctúraytné 
i patte donde ánt. s bolüeran a Cus oy¿ 
mif uas de mi muercé^q las tazones dé 
:ta$«DeF:cha()eme,oíngrata)porquíe 
lajs no pot quic vale inás f\\\c yo;mas 1¡ 
td fuera riqueza cjue ree(hmara>no em 
yo dichas agetia$i ni llorara deídichas 
iSiLo qiícleuácd tu herdlofura,han dec 
tus obra s:por ella cncédi que eras An 
3r eüas coriozco cjne etcs muger. Que 
I paz^caufadora de n:?tgüerra,y haga el 
|ue los engaños de tu efpoío efté (i^m- 
:ubicrto$, porque tu tío quedes arrcpc 
lO qué h;:ziOe,y yo no come venganza 
ue no defíco. 

>á Jo de leer 1 \ carca,dixO do Qnixotc: 
porcftaqü-: por losverfosfepu^dc fa 
Hjdc que quien la efcriüio e« algún def- 
3 amante^Y hojs ando c a(i todo el librí 
ó otros verfus y cartas^que algunos pu 
, y otros noipcro lo que todos cotNt^* 



i 74 . Tercera patee de d^ 

iiian,erSq[uetas,la[nentoSydefcoQfil9a$s! 

res) y fia iabores:fauores,y derdcne94bíe 

dos los vnos,y llorados los orros.&n tai 

donQ^ixoce paíTaua el líbro^paíTauaSác 

tnalec4|{in dexar rincó en toda plUsQÍ en 

xín qae no burca(re,ercudríiiañ*e>é inquirí 

ni coftura que no de$hizic(re,ni vedixa d 

q no efcarm^naíTe, porq no fe qnedafife i 

pordiiig&:ia^ni mal recado-.cal goloíinaa 

defpertado en el los hallados efcudos^ qu 

fauá de cienco.y aúque no halló mas de I 

llado) dio por bié empleados los bueIos> 

ináca>el vomitar del breua/e, las bendicí 

de las e(l:acas,las puñadas del harriero,Ia 

de Iasalíorjas,el robo del gauá,y toda la 

bre Jcd>y cáfácio que auia paíTado en kii 

dcfubucn fcñor.pareciendole que cftaua 

que rezien pagado coi; la merced recebíd 

la entrega del hallazgcCon grá deíieo qi 

clcauallero de la cnlte Figura.de faber q 

fueíTe el dueño déla m:il:ca.cojecuf5do p 

foaetcy carca, por el dinero en oro, y po 

tá buenas camifi?, q áaai^i de fcr dt algú 

cipal enimorado,3 quic derdenes,y maio 

tamiencos de fu dama, deuiá de auer con 

do a algún defcfperado termino • Pero a 

por aquel lugir inhabícablc.y cfcabrofo.n 

recia perfon^ alguna de quié poder infor 

/¿lüj/ccuro deinaS)(\vK dc^;i(r¿c adela 



Qaíxoce de la Mancha* • 17^ 

ruar occo camino qué aquel qúélUúnJl 
eria>que eca por cióde ei pgdia caminar:» 
)re con imaginación que no-poldjaiftUtar 
quellasmalezas,cigunacft(añaav.erura4 
o pues con eílc pcrulamictOf.viQ qu^ por 
de'vna montañuelaiquedelacede los o- 
le ofrecia^yua faltando vn hombre de rif 
rifco y de mata en maca,cd eftraña líge 
^igurofele que yua dcfnudoja barba ne 
efpeíTailos cabe los muchos^ y rabulca- « 
}s pies dcfcal^os.y las piernas íin cofa al 
los muslos cubrían vnos cal^oaessal pa 
de terciopelo leonado, mas tan hechos 
os, q por muchas parces fe le deícubril 
nes^Trahia lacabcgi dier:abie.tt4^y;anik 
o con la ligereza q íe ha dicho^todas cf^ 
snudencias miro , y noto e! caualkro d 
te Figiiraty auq lo procuro, no pudo fe- 
> porq no era dado ala debilidad de Ro 
:c andar por aquel hsafperczas, y mas 
:1 de fuyo pifacorto^y fiemacicoi Luego 
no dó Q¿nxote,quc aquel era el d'»cño 
xln,y del a maleta, y propicio en fi d buf- 
.'.mq fupieiTe andarvn afiO por aquellas 
uias hañá hallar]c%ar:$i o^áJo a bl¿:cho, 
'eaflTc del afnojy atajafíe por la wna par 
amotaña,q el yria por la otra,y podria 
: topaflcn có efti diligencia , Con aquel . 
q có tila prkíTa fe les auia quit^ido A^ 

5 ^ deÍ3iv\tc% 



97^ Tercera parte de don , 

deÍaoce»No podre hazet eflb) reipondio 
cho, porque en apajrcandome de vutRu 
ccdt luego escoumigo cl miedo^que me 
ra c6 mil géneros de fobrefaitostv vifíon 
íi rúale efto que digo de autfotpara que d 
adelacetio me aparco vn de <o defu prcfe 
Afsí fera^dixo el déla crifíe Figura,y yo . 
úiuy conccco de q ce quieras valer de m 
mo,el qual no te ha de íaícar,aunque ce 
el anima del cuerpo: y véie <iora eras mi ¡ 
a poco^o como pudiere s,y haz de ios ojc 
temaos rodearemos eña Terrezuela, qui^ 
paremos có aquel hombre que vimcs,ei 
fin duda alguna no es otro,q ci ducñc d 
ftro hallazgo. A lo que Sancho rcfpódío 
to mejor feria no bufcar le, porque ñ le h 
mosjy a cafo fueíFe cl dueño dd dn^ero,c 
eftá que lo tengo de relUcn yr,y afsi ñicr.i 
jor, íiQ hazereüa inútil diligtcia,pufl\ei] 
có buena fc,hafta que por otra vía menc 
riofatV diljg<*nte pareciera fu vt;rd,idcro í 
y quít^a fuera arienipoqucle hunicrag lí 
y cntoces el Rey nic hazia franco. Engai 
en eíFo Sancho, reipondio don QnixoCí , 
que hemos caydo en fofpecha d qtiié esc 
ño,caíi delátv-^f fiamos c bügaJos abufca 
bolucrfelos: V nuádo no le 'uuícalVcnios,! 
hémete fo^echa q tenemos de o cl )ü Uí 

P!t/i)cya en "tata cu'f a covwo lllo fucill. 



Qrixoce de la Manhca. %7^7 

\ amigo,no te de pena cl bufcallé» por 
. mi Pe mt quitara (i le halIo:y afsi picó 
ante,v(]í:uiole Sancho con fu acofium . 
imento.Y auicdo rodeado parte de la . 
.hallaron en vn arroyo caydi^múerta 
> comida de perros,y picada de grajos 
la^cníítlada,)' cnfren ida.Todo ioqual 
\ cncllos mas la fo^pccha^dc que aquel 
a era ci di eño de U mii]a,y del coxin. 
)Ia mirnndcyoycron yn (ikio^como de 
[uc guarda ua gan¿do:y a deshora a fu 
t mano,patecicrv;n vi.a buena cScidad 
a!(,y eras ellas par cima de a montaña 
el cabrero Maclas guardiuaq cravn 
í anciano. Dioie vqzesdon QM¡xoce,y 
que bix^lFc donde cftanan. \ 1 rcfpon- 
iros,que qnié les auia tra ydo por aql 
ocaSioningun'^S vczes pifado íinoda 
cabras^ode lobo<> y otras Hcra^q pee 
ímanpRofpondio e Suncho, q baxalíe, 
tí)dok darían bicna cuenta. Bjxó I 
>,v en Ilrfjando a doildc don Qjixotc 
]i\'o; Aportare qu^eftimirru. do la mu 
quilerqueeftá muerta encíTa hondo 
ues a buena fe que ha ya ff ys mcícs q 
eflV lügar.D¡gáme,han topado porahi 
:ñt ?No hemos topado anadic,refpon 
i Qui>coce,íino a vn coxin,y a vna \v>a\c 
caolexos Jc/íc lugar hallaaiovtSbv^ 

S 3 U\viL- 



57? TcfccMpartcdedon 

la hallé yo refpondio el cabDero,mas nunca ta 

quife al^ar^ni llegar a ella.tcnDcrcfo de algún 

deioiá,y de que no me la pidieíTen por hiutoy 

que é^el diablo fotiUy debaxo délos pies k k 

leuancaai lombre cofa donde cropicce,y cava 

íin f aber como, ni como no.Eflb mefmo es lo 

' que yodigo ,refpcndio Sancho panga ,qiic 

también la halle yo^y noquifcllegar a elláco 

vn tiro de piedra;allila dexe>yaIHre queda 

como fe eftaua,q no quiero perro con céccr- 

ro.Dezidme buen hombrejdixo do Qoixotc, 

fabeys vos quien fea el dueño deftas prendas? 

Lo que fabre yo dcz¡r,dixo el cabrcro,es,que 

aura al pie defeys incíeíjjpoco mas a menos^q 

llego a vna majada.dc paílores^quc eftaraco 

mo tres leguas defte lugar, vn mancebo de ge 

til taIJe y apoftura , caualkro fobrc ctío mef- 

ma luula q ahi cfta muerta , y ccn el mefmo 

coxin y maleta, q dczis que ha¡laílc,y no ro- 

' cañes, Pregmitonos^q qual parte delía fierra 

era la mas afpera, y cfcondida. Diximosle, q 

era cfta donde aora eflamos : y es afsila vcr- 

dad,porq fi entrays media legua mas adétio 

quj9a no acertareys a falin y eftoy marauüla 

dodecomoaueys podido llegar aqui,porque 

no a V camino, nifcnda q aefte lugar encami- 
ne Digo, pues q oyédo nueílra refpueflaei 
inSccbo, bolnío las ncdas, y encamino hazia 

£l lü^ai: ¿Pile Je fí ñaUavos ^ ^^^S^Ílqtn»^ ^ to- 



Quíxote de la Manchad 279 

iCeco$ de fu buc talle^y adn iratnos defu 
ida, y déla prieíía con q le viamos cahii 
boluerfe ham la (ierra : y defde eDton-f 
nca oías le vimosi hafta qut defde alli a 
)$ dia$ falio al camino avno de nüeñros 
:$, y fín dczille nada fe allegó a tU y le 
ichas púñadas^y cozes.y luigo ü fue a 
ica del haco^y le quitó quáco píá.y quef 
llacra(iia:y con eftraña lígerczj»hccho 
boluio a entrar en la íxerra.Como efto 
)s algunos cabreiros » le andüu'iaios a* 
can dos dias>por lo nia$cerrado<lefta 
al cabo de los qoaics le halUmos mecí 
:1 hueco de vn grueíTo y valiece alcor* 
:. Salió a norotix>s c6 mucha m^fcdum* 
roco el veílido^y el roñro di^figuradoi 
do del Solide cal fuerte^q a penas le co- 
oSjfino q lo% veft¡dos,avínq tocos, con 
ziaque dcllos ceniamos,nosdter& aen 
que era el qde b'ufcauariAOS.Saludonos 
ncce,y en pocas,y muybuenas razones 
ico^quc no nosiparauillaíTemos deverld 
de aqlla fuerce, por q afsi le coiiueniá pi 
[ir cierta penicecia q por fusmuchospe 
le aula fído impuefta.Rogamoíle q nos 
\ quié era, ntas nuca lo pudimos acabar 
^edimofle tábié q quádo huuieíTe mene 
fuíleCo((in el qual no podia pa(Tar)nos 
p doodf J|?^aiÍ4ríamos,porqco m\xcVvc^ 

S 4 ^rcvox 



^7? TcTrcera parte de don 

la hallé yo rcfpondio el cabrero^mas nu 

quife al^ar^ni llegar a ella^ti mcrofo de . 

deimásy de que no me la pidieííen por I 

que'¿»el diablo fotiUy dcbaxo délos pie 

leuancaailombre cofa donde cropicce,} 

íin f aber como, ni como no.Eíío meínic 

' que yo digo » refpcndio Sancho panga 

también la halle yo^y noquifcllegar a e 

vn tiro de piedra:allila dexeyyalHfe q 

como feeftaua,q no quiero perro con c 

ro.Dezidme buen hombrejdixo do Qni 

fabey^ vos quien fea el dueño deftas preí 

Lo que fabre yo dcz¡r,dixo el cabrcro,e: 

aura al pie defeys mcíc§,poco masa mei 

Jlego a vna majada^dc paílores^quc efta 

mo tres leguas deftelugar,vn mancebo 

til ta!Je y apoftura , caualkro fobrc eífa 

ma luula q ahí efta muerta , y ccn el m 

coxin y maleta, q dczis que ha¡laílc,y n 

■ cades. Preguntónos, q qual parte delta I 

érala mas aípera, y efcondida. Diximoí 

era cña donde aora t Hamos : y es afsi U 

dad>porq íi entra ys media Jcgua masad 

qujga noaccrtareys a falir: y eftoy mará 

dode como aueys podido llegar aqui,po 

no a V camino, nifenda q aeíle lugar ene 

ne- Digo, pues .q oyédo nueftra rcfpue 

mácebo, boluío las ricdas, y encamino 1 

|1 lu^ar dode le hñihmos ^ dexadonos j 



Quíxote de la Manchad 279 

iosc6ceco$de fu buc calle,y adn íramosdera 
lemanda.y déla prieíTá con q le v Jamos cami 
iar« y boluevfe ha2:ia la (ierra : y defde euton-f 
es nunca mas le vimos^ hafta qw defde aili a 
Llgunos dias falio al camino avno de nüeñros 
»aftore$, y (in dczille nada fe allegó á tU y le 
lío muchas púñadas^y cozes.y luigo U fue a 
a borrica del haco^y le quitó quáco pá.yquef 
den ella craliia:y con eüraña ligerczj»hecho 
fto/e bol uio a entrar en la (terra.Comoefto 
iipimos algunos cabreÍ:os> le anduuimosa 
mofear can dos dias>por lo mas cerrado defta 
ierra, al cabo de los qoaics le hallamos metí 
lo en el hueco de vn gr ueíTo y valiere alcor* 
loque. Salió a nofotrós co mucha máfedum^ 
»re,ya roco el veílido^y el roñro dii^figurado, 
' rodado del Sol.dc cal fuerte^q a penas le co- 
kocimoSjíino q loi veftidosjaunq rotos, con 
a noticia que dellos reniamos,nusdier& aen 
cnder qu<^ era el qcie b'ufcauaniOs.Saludonos 
;orceñnéce,y en pocas,y muybuenais razones 
ios dixo^quc nanosmarauillaíTemos de verld 
indar de a^ila fuerce, por q afsi le coiiuenia pi 
acüplir cierta penitecia q por fustnuchospe 
:ados le aula íidoimpuefta.Rogamoíle q nos 
lixeíTequié era, ntas nuca lo pudimos acabar 
;6 ehPedimofle tábié q quádo huuieíTe mene 
Icr el ru(leCo((in el qual no podia pa(Tar)nos 
ÜKScdoadckhdUimmos^^Qtcití^ mvxcVvo 

S 4 ^^^^ 



ft 8o Tercera parte de don 

amor,/ cuydado fe lo lleuariaítius: y que (f cf 
(O tampoco fueíTe de fu gufto i que alorneuui 
falíeffea pedírlOi y no a qujcarlo a los pattu- 
fes. Agradeció nqeftroofrecimtéceipidio pee 
do df io$ aíTal tos pafl4do$>y ofr^rctw de peli- 
llo de allí adelante por anior de Oios>iin üür 
moleíUa alguna a nadief En quanco lo q coc4 
tía a la tfiácia de fu habitací6,dtxO}q no ^ ni4 
otra q aquella que la o^aíion le ofrecia < Odc 
le tomaua la noche,y acabo fu placica>con vo 
%ati cierno llanto,que{)ic futrámosle pi (ir4 
los q efcuchado le auiamosi (i en el no le dCÓ? 
pañaramosscófidcrandolt: cc^no leh^uunios 
yifto la vez prinncra,y qual le vUiianios «. nci/n 
(:es«pQrq como tengo diclio, eravn muy g^O 
f il^y agraciado mácebo^y en lus cortcf ^,y ió 
ferradas razones, moOraua fcr hkn nac Kui.y 
muy cortefana pcifona.Qn^e pueíU; cj crainus 
ruílicps los que le eíluchauamos/u g: nrilc/) 
er^ tanta^q baft lua a darle a conocer a I9 ni í 
ma rufticidad. Y cfládp en lo wtjor oe fu i^la* 
tica paró y enmudeclofe: claup lus oíos en el 
fuclo por vn buen efpacio,en d qua] rodos cí- 
tuujmos quedoSfV fufpenfoSyefptrádo en que 
auja de parar aquel enibelefamiétoicó no po- 
ca laQima deverlo,porque por jo que hazia i 
abrir los ojos» eíUr íixo ^nirando al fuelo» (¡a 
mouer peííañagran raco>y orras vc^^cs cezrar 
yos^aprecádolosUb'vQ^)^ cu^xc^^svdQ iascejafi 



X^íxote de la Mancha» tf i 

lenceconQCJmosi que algü accidente de 
a le auMfqbccMcnidüima^^el nos dio ten 
T prcftoi fer verdad lo que penfauamoss 
le leuancó ^ov gran turiadd fuelOfdon- 
üuia ecludo,y arremetió con el primero 
alió jfico a íifCon Ul denuedo y rabia, q 
: le.quicar^masje macara a puñadas^y a 
losf V todo eüo ha7Ía,duicdo:H ^ femc- 
'erna idPsaquiíaqui me pagaras la fin ra 
ue me hiziíte , cftas manos ce Tacaran el 
on>donde aluergan»y (ienen manida to- 
s maldades juncas.príncipalmécc la frau 
' engiñory a eftas aüadia otras rabones 
as fe encamínauan a di zir mal de aquel 
dOiy a cacharle de craydort y fenxctidu* 
mos fe ie pues.có no poca pefadúbrr^y 
J;:zir mas palabra fe apartó d noforros, 
(ibofcó corriédo por entre eños xaralcs 
ej^as » de modo q nos idipofsibilitó el fe* 
PoreftocQJcduraní)os,q la iocura le ve 
iépos^y que alguno que f: ianiaua F^ r« 
\t deuia d a'^ier hecho alguna maf a obra 
adayquantQ io moftraua ei termino a q 
.Condlu?ido.Todolo qualfehaconfir* 
defppes acatcon las vezes(que han fido 
is)que el ha falido al camino, vnas a pe- 
3s paftorcs Je den de 16 q lleuan par a co 
otras a quicarfelo por fuerfa:porq quá- 
I «Qp d Jicd<kat€ de Í4 Jocura ^ aunque 



tSz Tercera parte de don 

lof paftores fe lo ofrezcan de buen grado,QO 
lo admice>(ino que lo coma a puñadas:y quaa 
do cftá en fu fcfor , lo pide por amor de Dios, 
cortés,y comedidamcte,y rinde por ello ma- 
chas gracias, y no con falta de lagrimas. Y en 
verdad os digo,feñorés,pro(iguio el cabrero, 
que ayer determinamos yo,y quatrozagaleSt 
los dosdriados>y los dos amigas mioS}dcbut 
carle^haíla cato que le hilleihos^y defpuesde 
haIl^do,ya por híer^á^ya pot grado>le hemos 
de licuar ala villa de Almodouarsque ettáde 
aquí echo leguas, y álli le curaremos^íi esqae 
fu mal tiene cara.o fabremos quic es quando 
eñe en fu fcfo ; y ñ tiene parientes a quien dar 
noticiade fude(gracii.B.{loesfeñorcs,loque 
fábre deciros de lo que me aueys pregútádo: 
y entended q el dueño de las prendas que ha- 
llattcs,es el mefmo que viftcs paíTarcó tatali 
^creza,como dcfnudcz:qne ya le hauia dicho 
do Qnixote, como auia vifto paflTat aquel lio 
brc faltando por la íierra.El qual quedó admi 
rado de lo que el Cabrero ania oydo> y quedó 
con mas deíTeo-de faber quien eraíel defclicha 
do loco , y propufo en fi lo mfefmo q ya tenia 
penfado, de bufcalle por toda la montaña) fin 
de car rincoU) ni cueua en ella que nomirairCf 
hifta hallarle. Pero hizolo me/or la faene) de | 
lo que el péfaua,ni efperaua: porque én aquel 
mcíalo mftátc pacec\oijw««*xcNta. e¿iebra* 



Qttfxote de la Mancha. %S$ 

i de vna (ierra que falia donde ellos cftauái 
mancebo^uebufcaiiarel qual venia habla- 
> cutre n, cofas que no podía fer encendidas 
: cerca^quáco mas d lexos.Su trage era qual 
ha pintado, folo que llegando cerca vio dó 
iiixorc«que vn coleto hecho pedamos que fo 
e íi trahia » era de ámbar; por donde acabo- 
: entéder, q perfouaq caics hábitos trahia^ 
I deuia de fer de mfímaxralidjd. bn llegado 
mancebo a ellosj los Taludo có vna boz de 
itonaday bronca;pero con mucha corceíia* 
on Oiiíxctcleboluiolasfaludesjcon no me 
scomedimientOfy apeandofe de Rozinan- 
» con gentil continente* y donayre,lc fue a 
ra9ar,y le tuuo vn buen efpacio eftrechanié 
entre fus bra9os, como fi de luengos tieni- 
s le huuiera conocido. £1 otro , <n quien po- 
lios llamar el Roto déla mala Figura ) co,; 
^adóQuixote, el déla triftí)defpuesdc 
erfe dexado abracar, le apnrto \ n poco de 
f pueftas fus manos en los ombr os de don 
¡ixote, le eiiuuo mirando j como q quería 
'fi le conocía: no menos admirado qui^a» 
ver la fígurajtalle,y armas de don Quixo- 
:)ue don Quixote lo eftaua de verle a el.Ea 
erolucion,eI primero que hablo derpues 
l}el abra^amientojfueel Roto, 
y dixo lo que fe dirá 



994 Tercera parte dcilon 

CAP. XXmí. DONDE SE PRGSlif 

guc ia aacncura de la Sierra Morena. ^ - 



•I 



DIZB laliiílorUtque era grandiísi 
na la acncion con que don Quixo ^ 
ccefcuchauaal aflrofo Cauallccode r 
1¿ Sicrra^elqual profigLiédo fu piad '* 
ca,dixo: Por cierto fcñor, quien quiera que 
ka ys,qiie yo no os conozco,yo os agradezco 
las mucftras, y la cor celia que conmigo aueys 
víado: y quiÍK'ra yo hallarme en cccminos F 
c)ue có mas q U volücad pudiera feruir la que : 
aueys moílrado tenerme » en el buen acogí- 
n»ienro que me aueys hecho ; mas no quiere 
ni i liurtc dartue otra cofa con que corrsfpon f 
iícnaJnshucn.is obras q meh3zcn,quebwenof ' 
tÍí:íí.oí de f,i::isfa2crlas.Los que yo tengo jcf 
pondio (Ion Qnixott:, fon de Ieruiro5,tant0j^ 
tcniíi determinado de nofalirdcftas fierras 
)ulu hallaros, y (aber de vosjfialdrJor qen 
la t:ílr;íñeza de vucftra vida mofírays tcncr,(c 
podía hallar algún genero de remedioTyfi fue 
ra m:ncftcrbuiCarle,büfcarlecon la diligécia 
poíiibic. Yquando vucftra dcfuentura íiieri 
de aquellas que tienen cerradas las puert s i 
todo genero de confueio^penfaua ayudaros a 
rorarla,y aplanirla como meior nudicra,cj to 
da via csconfueloenIasdefgracias,haIlarquié 
íc dtícla delíaséYfi es cya« uwW^wvcvUvvtonnc 



QgiiotedelAManchaf tif 

agradecido co algún genero de corte 
s fuplico íeñor,por la mucha que veo 
'03 (e encierra, juntamence os confu- 
ía cofa q en eña vida mas aueys aml- 
iay$,q me dígay s quié (oys» y la caufa 
la craydo a viuir,y a morir entre ellas 
esjcomo bruto animal 9 pues morays 
10$ ^ tan ageno de vos niirmo » qual to 
i vueftro trage>y ptrfona.Y juro (aña- 
Quixote ) po r la ordé de cauallcría q 
aunque indigno , y pecador) y por la 
onde caualicro andante >q íi en eflpí 
le complazeys, d feruiros co las veras 
e obliga ei fer quic foy :ora remedian 
Ira defgracla , íi tiene remedio : ora 
ó osa llorarlasComo oslo he prome- 
cnuallero de) boíque.qdetal manera 
biar al deia crííU Figura^no hazia íino 
, y reniirarle,y tornarle a mirar d arri- 
jco;y defpu&s q le huuobicmirado,lc 
í tienen algo que darme a comer, por 
e Dios q me lo de, q deípues de auer 
> yo haré rodo io q fe me máda . en a.* 
micro de t¿ buenos dcíTeos ccmoa^ 
c hr» moftrado Luego facaró>Sácho d 
.1 » y el cabrero de íu 911 rron,có que fa- 
:l Roto fu hambre, comiedo lo que le 
◦mo pcríona atontada, tan apricffa, q 
a eípacJo d vn bocado aJ ótro,puc& an* 



tS6 Tercera pártóác dOh '" 

tes losetígulliaque tr^igaua: y cu Cnnrdq£t>f 

mia^nl ei,ni los que le niirauan hablauS pala' * 

bra.Como acabo de comercies hizo de Teñas 

q le (iguie(rcn,como lo hizieron,y el los licuó 

a vn verd¿ pradeziilo^q a la bueica de vnapc* 

ña^pocodefuíada de aüi eHaua. En llegñdoa 

eljfe tendió en el fuelo, encima de la ytxwhl 

los demás hizíeró lo miímory todo eltc finq 

ninguno hablaííe, hada que el Roto dcfpues k 

de auerfe acomodado en fu afsiento» dixo : Si 

guftays fefiores, q os diga en brcues razoncsi 

. la immenfídad de mis dcfucnturas , aucvímt 

de prometer,de que con ninguna prcgiira, ni 

otracofasnointerrompeysel hilo de miniite i 

hiftoria:porque cnel punto que Jo hagay5,ca : 

eíTe fe quedara lo que fuere contádo.Elías ra y 

zcnes del Roto,truxeron ala memoria a don r 

Qn¡xote,cl cuento que le auia cocado fu clcu ¡i. 

dero^quíidonoaccrtoel numero de lasca- I 

bras q auia paflado el rio,y fe quedo la hiüo- 

riapcndiéte.Pero boluiedoal Roto proíiguio j: 

dizicdoiEfta preuencion que hago,es porq«€ 

quería paflar breuemcntc por el cuctode miJ 

defgracias ; q el traerlas a la memuria,no ine 

firuc d" otra coía , que añadir otras de nucuo: 

y miétras menos me pregurartdes, masprcf- 

to acabare yo de dczillas, pueño q no dcxarC 

por contar cofa alguna,que fea de impcirc;:n- 

da, para no fatisfazer d^\ todo a vueftro dcui 



QukotedcIaMancha# ttg^ 

ÓTea Do Qiiixote fe lo pro(net¡o€n n5^ 
: los dcinas:y el con eíle fcguro^cometv- 
fta manera. 

obre es Carden¡0)ini patria vna ciudad 
;jores deña Andaluz¡a,nii linage noble^ 
idres rico^stni defuécura tácayqu^ la de- 
auet llorado mis padres, y fcncido mili 
in poderla aliuiar con fu riqnezaiq para 
liar defdichas del eielo^^poco fuelé valer 
enesil fortuna.Viuia en eíla mefma tier 
;ielo,dode pufo el amor Coda la gloria q 
TCara adeflearme.Tal esla hermofura d 
ida,dózella tá nobIe,y cá rica cómodo, 
le mas vécura,y de menos firmeza de la 
ís horados peiifamietos fe deuia. ü efta 
ida amé, quifc, y adoré, defde mis tier^ 
primeros años:y eha me quifo a miycori 
fenzil/ez.y bué animo, que fu poca edad 
cia. Sabia nueüros padres nucílros inte 
no les pefauadello^porq bievehiáqqua 
(Tara adelantc,no podía tener otro íin,q 
afarnos, cofa que cafi la cGccrtaiia la y- 
ad de nueftro linage, y riquezas. Crecía 
d,y con eila e] amor de entrambos, q al 
de Lufcííida le par€cio,que por buenos 
os eOaua obligado a negarme la cncra« 
fu cafa-xaíi innCado en efto,a los padres 
iicjla Tisbe , can decantada de los Poe- 
fue eíla ne^acid^ajsadir ilania aUamai»"} 



i8í Tercera partc'dc don 

dciTco a deífeczpórque aunque puíieron ñ\tñ 
cío alas legua^itio le pudieron poner atai plit 
nias9la5 qualeS ton nías libertad q laslcí gud4 
iuelen dar a etitender a quien quieren t lo qud 
cnelalmaeftiencerradfHquemüchasvczeiia 
prefencía dt: lacoraártiadaitutba y enmudece 
la intcnció aia> deccruiinada» y la lengua ñus 
acrcutdá« Ay cielos»y quaotos villttc» la efcri' . 
uiPQná regaladas y honeftis rerputílas cuucf i 
Quancas canciones cópufeiV qua^/cos endino 
radüs verfosidóde el ftlm.i declaf aua^ y trafll 
daua fus rcntimientos^ pinCaua Tus encei^didol 
deíTeóS) entretenía fus mcfinorjas ^ y recfvaní 
fu volutad?£n cfcco,v¡?dome aputadOfV qu¿ 
^mialmáfecdfumiaconel de fleo de verú» de- 
terminé poner por obra,y acabar en vn püM< 
lo que me pareció que mas eóu' nia para filtf 
con mi dcíTcadcy mefccido premioí y fo^A 
pedirfela a fu padre por legitima efpoJa.como 
lo híze. A lo que el me reípondio; Q¿e me a* 
gradecia la volúcad que moñraua de honrar^ 
le,y de querer honrarme con predas fuyas, pe 
ro que fícdo mí padre viuo,a el tocaua de juí- 
to derccho,hazcr aquella deit7anda,porqiif (i 
no fucíTc con nuicha volútad,y giifto (uyo, no 
eraLufcindamugerparacOTiarfe:ní darfe a 
hurto* Yo le agradecí fu bué intencoiparecicn- 
dome que Üeuaua razó en lo que dczia,y que 
njipadic védria en cUo^corcvv> no le lo dixcííe. 



ci i/uque Kicardo tienede haz< 
le Duque Ricardo , como y$v< 
:sdeuey$defaber, csvngrand< 
etiencfu cfiadoen lo mejor dt 
Tome > y ley la carca , la qual ve 
ida^que ami mL-ímo me pareció r 
dexaua de cumplir lo que cnelU 
e era, que me embiaíTe luego de 
) que quería que fueítc compañei 
e fu hijo el mayor : y que el comai 
)nernie eti eftjdo,que corrtTpo 
cimacio en qtie me cenia* Ley la c 
ci leyédola)y mas quando ohi qi 
dezia:De aquí a dos días ce pan 
),a hazer la voluncad del Duque, 
Dios ) q ce va abriédo camino pe 
:cs lo que yo fe que mereces. Aiií 
)Cras razones de oadrp /-onC:— - 



•¥■ 



jm^o Tercera parte de don 

thélo prometió , y ella me lá confirmó con inll 
juramentos , y mil defmayos. Vine eo fin dott- 
(ie el Duque Ricardo eftaua/uy del tan bien re 
ccbído, y tratado, que defde luego comeD$oU 
jnibidia a hazeí fu oñcio, Ceníedomeia los cria- 
dos aiiCiguosj parecicndolcs) que las oluefirás 
q el Duque daiia de hazcrme merced^ auiao dé 
fer en perjuyzio fuyoiPero el que masfe holgd 
con mi ydaj fue vn hijo íigundo del Duque3lla- 
tnado Fernando tmo^o gallardo | gentil hotil- 
bre)liberal9y enámoradoi el qüal en poco ticlii 
^o quifo que fueíTe tan fu amigo^ que dauaqné 
dczir a todos¿y aunque ^ 1 mayor me quería bié 
y me hazia merced^ no llego al eftremo , co qu¿ 
don Fernando me qüeria,y trataua^tspués t\ 
cafo , que como enere los amigos no ay cofa fe- 
tcrcta,quc no fe comunique, y la priuája tjuc yo 
tenia con dop Fernando, dexaua de ierlo , poí 
fer amiAad: codos fus penfamicntosme decía- 
taua elpecialmentc vno enamorado que le tra- 
hia con vn poco de deíTafofsiego. Quena bicD 
avna labradora, vaííaliadefu padre :y ellaldS 
tenici muy ricos : y era tan hcrmofa j recatada) 
difcn ti.y honeíla, que nadie que la ccnocia^fé 
dctermínaua enqual deílas cofas tuuieflfe mas 
exv^ieiKÍaaii mas fe auentajaíic. Eflás tan bue* 
ñas pat ees de la hermofa labradora, reduteroQ 
a tai tcr mino los d* íTeos de don Fernando que 
/c dctermiuo para poder alcanzarlo ( y conqui- 




^ízoéeiÍeÍ«Alañc6«k ipi 

entereza de lá labradora) darle palabra 
Út ttt^ elf^ofo» {ioroue dé otra manerascra pr<i 
turar IdimpoGíble. I ó obJjgado de iTu amiftadi 
tún las iiiejores razones cjuc rupe>y con los inai 
Viuos eieniploi que pude : procure eftóruarle, 
y aparcarle de tal prúpoíicó ¿ Pero Viendo qué 
ko áproufechauá, deceriiiinc de dczirle el ¿alo al 
Duque Ricardo fü padre • Mas don Fernando» 
¿üoio áftucb 9 y dilcrcco , fe rezéló » y Cemio de- 
fto.porpáreiceriéque éílaüá ya obJigadd,en vez 
de buen criado» no ccncr énícubierca Ceta que tí 
tú perjuyzid de la honra de ini feñor el Duque 
Vénf a:y áfsi por didertirmci y cbgañái tti't thé di. 
kó : Qtié nd hallaua otro mejor remedio para 
pddér apartar de lá tiiemória la hermoíura que 
(áti fiigecd le tenía , que el áurcntisrre por algu« 
hós mefes : y que quería que el áuíencia fuéHci 
tjue ios (ios nos vieítcaios en cafa de mi padre» 
¿óndcaOonqüe díritiiál Ddqué» que vehiá i - 
Veri yáFeriarvriosmuy buenos cauallos qué 
tú vúi cicivlad áuíi>que es madre de los mejorcé 
oél mundo; A penas.le olii yo de¿ír éíÜo 9 quaa« 
do(mdUido de mi afficion) aunque fu determí- 
hactbñ ño fuera tan buena , la ^proiiara yb poi? 
i^na de la^nias acertadas que {e podían imagi<« 
tíanpór ver quan buena dcálión^y coyuntura fe 
íiié ofrecía, de boluer a ver mi Lufcinan» Coh e - 
ftcpenfámieritó , y deffíd, aproue fü parecer, y 
¿sfdrce fu prdpdíicbidizienddle^uc \o\^ú(vt^c 



€9% Tercera parte de dod 

por obra c6 la breaedad pofikibleyporqae en efo 
ro la aufencia hazla fu oñcio, a pefar de los ina%^^ 
6rcnes penfainiencos.Y quando el me vinca dfi^^ 
2ír efto/egundefpues fe íupo,hauia gozado a \m^ 
labrador¿,con ticulo de eípoío» yxfperaua ocar^ ^ 
fíOíi de dcrcubrirfe a fu faluo,tecnerofo.dclo qua ^; 
el Ouque fu padre liaria,quaodo fupieíTe fu dif-^ 
párate. Sucedió pues, que como el amor eo Íos>«^ 
. mo9o$> por la m lyor parce no lo es» fino apeci«; ^ 
toiel qual como tiene por vltimoíin el deleyte» \ 
ۖ llegando a alcan9arle fe acaba>y ha de boluer .. ! 
acras aquello que parecía amor;porque no pue \ 
ác palfaf adelante del termino que ie pufo nata 
raleza>el qual termino no le pufo a lo que es ver 
dadero amor* Qj^iero Jezir »quc afsi como dea 
Fernanda gozo a la labrad jra > íc Je aplacaron 
fus deíTvOs , y fe resinaron fus ahíncos : y G pri- 
mero fingía quererfe aufcntar por remediarlos, 
aora de veras procuraua yrfe ^ por no ponerlos 
en execucion • Diole ¿I D uque licencia) y man* 
do'Tieq<ie leacompañaíTe* Venimos a mí cíu^ 
dad , recibióle mi padre como quien era : vi yo 
luego a L jfciada » tornaron a viuir (aunque no 
auii 1 eftido muertos , ni amortiguados) mis 
deííeos^dWosqaalesdicuetatpor mi mal a don 
F *rnan Jo,por parecerme»que en la ley déla mu 
cha amiñad qie mo(l;raaa,no le deuisi encubrir 
nada* Ala ^ele la hermofura» donayrcí y dífcre- 
cioa deLufcinda>de tal manera>que mis alaban 

^aa 



'or donde Joido.fxí" "^"^ ' P< 
«l'l cuenco de m?ír^''^^''^J 

««gracias de h^rt, r *** '^ «» 

' rcpart/da,, B^n'LTefd'? ^ ^ 
^'•aora.a pue/i„" "^^^aad. qu, 

t.adeo"/,!!;"5.?^°!Í^"'"cmdaa 



t94^ fcrcer?( Piarte de don 

fuercejo mefoio que ella tne«íreguraaa.Prpct| 
f aua <iempre do FernandOfieer los papelea qu^ 
yo a Lufcinda embiaua, y Ips que ella me reípq 
diafanculo,qaedeladircrecion de los dos gu^ 
i^aua muchOii Acaeció pues»que auiendomepe- 
dídpLuJTcindavn libro de Cauaílef^ias en que 
leer » de quien era ella muy aficionada , queer) 
ddeilUiadjsdcGauíarNohuuobienojdodQ 
Quixote nombrar libro de cauaile^ tas^ qaandq 
dixo; Con q me dixera yueftra qierced al prin- 
cipio de ¡fu hi(ló;-ia , que fu merced de la feñora 
i^úfcinda, era aficionada a libros de cauallcriasit 
no fuera menefter otra exageración » para dar^ 
i¡nc a entender la alteza de fu entendimi^ntOi 
porque no le tuuieratá bueno como vos feñot 
le aueys pintado, fi careciera del gufto de táfa- 
brofa leyenda; aísi que para conmigo no es mt- 
iiefter gaftar mas pal¿.bras en declararme fu h\ 
inofura,valor,y cncédimiento, que con folo ha- 
uer entendi Jo k\ aíició» la confirmo por la mas 
hermofa, y masdifcrttamugerdelmundo: y 
quifiera yo,fcñor, que vueltra merced le huuie- 
ra embiadoluncocon AmadisdeQauIa,aibue 
no de don Ruge) de Grecia , que yo fe que gu- 
ílara la feñora Lufcinda mucho de Darayda » y 
Caray a,y días difcreciones del paftor Darinel» 
y de aquellos admirables verfos de fus Bucoli- 
cas, cantadas» y repreféntadas por e],con todo 



Q¡jixote de la Mancha,' 'Í9t 

todra venir en quefeemiende cffk falca; y 
iura masen hazerfe la emienda, de quanto 
xa vueftra merced fer feruido de venir^ 
>migo a mí Aldea , que allí le podre dar' 
de trecientos libros , que fon el regalo de 
l(t\2yycl entretenimiento de mi vida:aua 
tengo para mí , que ya no tengo ninguno» 
ced a la malicia de malos, y embidiofos en 
oidores. Y perdóneme vueftra merced, el 
' contrau^nido a lo que prometimos, de no 
rrom per fu platica 9 pues en oyendo cofas 
^auallerias , y de Caualleros andantes, afd 
íi nii m^^no dexar de hablaren ello»,conip 
K en la de los rayos del Sol dexar de calen- 
ni huinedecer en los rayos de la Luna* Afsi 
,perdon, y profegfur,qüe es lo que aora ha 
las al cafo. En tanto que don Quixote eiU-* 
liziendo lo que queda dicho, fe ie auia cay- 
I Cardenio la cabera fobre el pecho, dando 
tftras de eílar profundamente pcníatiuo* )t 
ttojcjue dos vezes le dixo don Qi?ixote, que 
(iguieífefu hi(loria,ni al9aua !a Cabe^a^ni rei 
d^a palabra. Pero al cabo de vn buen efpa^ 
laleuanto,ydixo: No fe me puede quitar 
peofaniiento 9 ni aura quien me to quite en 
lundOf ni quien me dea entender otraco- 
feria vQ majadero el que lo contrario en«* 
iieífefOCreyeíTcfíno que aquel vellaconazo 

T4 ?^^^tA 



ígó Tercera parte de don -^ 

Rcyna Madafima. ElTo no, voto a tal, refpodíq^ 
con mucha colera don Q.uixoce, (y arrojóle cmV 
mo tenia de co(himbrc)y eifa es vna muy graq/^ 
xnaücia» o velIaqucria,por mejor dezirXa R^tm^ 
tía Madafima fue muy principal feñora,y nofef 
ha de prefumir^que tan a< taPrinceHa fe auia dt^ 
amancebar con vn faca potras : y quien locon-^i;í 
trario eutendiere^mientc como muy granvelU-^*;; 
€0. Y yo fe lo daré a encenderla pie, o a cauallo) -'' 
armado, o deíarmadosde noche, o de dia^ o co-,;^ 
moin^s guñ'i le diere. EQauale mirado Cardo 7' 
nío muy atcncamcnte,al qua! ya auia venido el ti 
acídente de fu locura , y no edaua para profe- ■( 
guirfuhj(toria:ni tampoco don Quixorer':U..i 
oyera,fi:gunleauiadifguftado lo que de Ma-ii 
daíima le ama oydo.Eílraño cafo, que afsi bcf* 
uio por ella, como (í verdaderamente fuera fu 
verdadera«y natural fcnora ; tai le cenia fusdef- 
comulgados libros. Digo pues , que como ya 
Car Jenio eílaua loco,y fe oyó tratar de mentid 
yde veüaco ,con otros denucltos femejantesjL 
p.irecioie mal la burla > y al9o vu guíjaro q ha- 
llo )unto a Cuy dio con el en los pechos tal gol- 
pe a don (^ixote. que le hizo caer de efpaldas% 
Sancho Paiij^a que de tal modo vio parar a fu fe 
ñ jr, arremetió, al loco, con el puño cerrado : y 
d Roto le recibió de tal fuerte» que con vna pit . 
ñ )da dio con el a fu;; píes , y luego fe íubío fo« 
b(ccl>ytebrmnoíascoílilla,smuy a (a Kabor». 

El 



. ,^ «.^/ii I üDia que cenia de \ 
n Gn merecer lo,acudio a com 
¡1 cabrero , diziendole , que e 
í no auerles auifado que a aqi 
tnau^a tiempos la locura, qi 
ihuuieran eñado fübre auifo p 
ardar, Refpondio el cabrero , 
ícho, y que ñ el no lo auia oyd 
ya lacuIpa.RepIícó Sacho Pan^ 
icar el cabrero: y fue cí fin de 
:(e de las barbas^y darfe tales pi 
1 Quíxotc no los pufiera en paz 
la9os. Dezia Sancho,afido con 
xeme vucílra merced,fcñor cau 
Figura, que en eñe que es villa 
3 elh armado cauaüero , bien [ 
fitisfazerme del ¿grauioque i 
eando con el mano a m¿>«^'- 



^rantio (abcr de cierto fu mán}dad : pero qi 
anduttiede ipqcho por aquellos contornos 
dexaria de hallarle, 9 cuerdo^ q loco. 

CAP.XXy.ayE TRATA DE L 
^firañas coías q en Sierra Morena faced 
al vahnteCaualIero déla Mancha-.y déla 
pación q hizo ala penitencia 4e 6el(eneb 

DEfpidiofe del Cabrero , don Quis 
y fubíendo otra vez fobre Rozin; 
mando a Sancho que le íiguicf 
qual lo hizo con fu jumento y de. 
tnala gana • Yuan(e poco a poo 
trando en loinasafpero de la montaña^y 
cho yua muerto por ratonar con fu aq^ió»; 
feaua que el comcn^aHe ia platica ^ por no 
trauenir 4 lo que le tenia mandado; mas n< 
díendorufrir tanto íilencto>ledixo:Senor 
Qu¡xoíe,vueñra tperced me eche fu bendí 
y inc dé licencia, que deíde aquí me quien 
úer a mj cafa, y a mi muger, y ^^is hijos 
los quales por lo menos hablare ,y departí 
4q lo que qui(iere;porque querer vueftra 
ced que vaya con el por eílas fo]iedades9d< 
y de noches» y que no le hable quando me 
re gufto > es encerrarme en vida. Sí ya qu 
JafuertCj que los animales hablaran ^ com 
bjguin en tienapo de Qdv^o'gtxj^ ^ío&ti is 



^ixoce de la Mancha? 999 

iiil , porque departiera yo con mi jumento^ Iq 
I me viniera en gana^ y con eftp paflara m¡ ma« 
i ventura: que es rezia cofa 9 y que no fe puede 
euar en paciencia , andar bufcaqdo auenturas 
odf la vida ^ y no l^ailar Cmo coses , y mantea- 
lientos ^ y l^drjllaii^oaf , y puñadas ; y con todo 
fto) nos hemos de cofer la boca » fín ofar dézir 
3 que el hotnbre tiene en fu coracpn , como {\ 
jera mudo. Ya te enticqdo §ancnO} reípondiq 
on Qnixote % tu mueres porque te alce ei en^ 
redich> qpe te tengo pueftoen la lengua^ dale 
or alcadQ,ydi Ipque'qujnere^scon condicioq 
ue np I^a de dqrar eíle al9amíentp mas ^ de en 
uanto anduuier^mps ppr eftas (ierras«Sea afsi 
ixo S.^nchO) hable yo aora, que defpues, Dios 
ibe lo que fcra ; y comentando a gozar de eíTe 
ilup conduto, digo : Que que je yua a vueftr^ 
icrced en bolucr tanto por aqueil:; lleyna Ma 
imafa» o cpmo fe llama? Q que hazia al cafo.q 
qucl Abbad fueíTe fu amigo, p qp? Que R v^e- 
ra merced paíTara cp ellp, pues no era fu juez» 
ien creo yo , que rl loco paíTara adeJapte con 
I hiftoria , y fe huuieran ahorrado el golpe del 
uijarrps y las cozes , y aun mas de feys torniz- 
3nes . A fe Sancho » retpondio don Quixpte» 
ue ñ tu fupieras como y o lo fe 9 quan honrra* 
a^y quan principal fcñora era la Reyna Mada- 
ma> yo fe que tu me dixeras 9 que tuue caucha 
tqcncü, pucspo quebré U boca pot doudc 



joo Tercerapartededon 

tales blasfemias faüeron • Porque es muy grn 
blasfemia dezir » nipenfar , que vna Reynaeñe 
amancebada con vn cirujano.Laverdad delcufi 
toesiq aquel Maeflro Elifabach.queel locodi« 
XO»fue vn hombre muy prudcnte,y de muy (l^ 
nosconfejos^yíiruíode ayo 9 y de medico a la 
Beynarpero penfar que ella era fu amiga,e$dir« i 
párate digno de muy gran caftigo • Y porqoe i 
veas que Cardenio no íupo lo que dixoyha^ da ¡^ 
aduertir, qué quando lo dixo, ya eftaua fin jof- t: 
zio. Effo digo yo^díxo Sancho,quc no auiapa- i 
ra que hazer cuenta de las palabras de vn I0C09 i 
porque íi)a buenafuerre no ayudara a vueftra í 
merced,y encaminara el guijarro alacabefa^o* i 
mo lo encaminó al pcchosbuenos quedáramos^ i 
por auer buelto por aquella mi feñora 9 q Dios t: 
cohonda.Pues moncas,que no felibrara Carde jt» 
nio por loco . Contra cuerdos , y contra locost ; 
eftá obligado qualquier Cauallero andantei 
boluer por la honra de las mugeresjqualefquie* 
r»que fean, quanto mas por las Reynat de tan 
alta guifa y pro.como fue la Rcyna Madaíimaf 
a quien yo tengo particular aficionypor fus buc 4 
na^ partes • porque fuera de auer (idofermoíaj 
a demás fue muy prudente,y muy fufrida enfut 
calam¡dades,que las tüuo muchas.Y los confe« 
jos y compañía del maeftro Elirabat,le(ueiyl& 
fueron de muchoptoaccho y a!iuio9para poda 
ílea^r fu$ trabajos, con ^tvi^^Cu >"} ^^^^vtxNda, 



lenta- /?#. .** • • -• "^*^ *^í os a 

«as que Jo fue/S "*^'**» "' 

M de Dios dixer oñ ir ? ^^ 
o. que va Wí. j« "^*^*=°aaes vas 

qui adelante cníremt^"^^" "^ 

«íendcco„tX¿°rr' 

■««oyobehccCh^irJí-' 
■«ocnra2on.vm..í.A^°'«''" 



1 • ^ 

voitintádjile acabar lo que dtxó cdiriecá 

de fii cuenco > (ido de lá cábela de vueitr 

ced>y de mis ¿oftillás^acabandónoslas d( 

de codo punco ? Calla ce digo ótti ve? S; 

dixó don Q¿ixo¿e i porque ce hago fabe 

nofolcf túé crac por ellas parces» el deífec 

llar alíoGo,' quancó el q¡ue c dgd dé hize 

lias vna hazaña,cón que he de ganar pci 

nobré y fáitia, en cod j ió defcubicrto de 1 

ra s y fera cal ^ que hedeechircon$:{{áeí 

todo aquello que puede h^zer pcrfcñóiy 

(o a vn andánceCauálIero;Y es de muy g 

ligro eíTa hazaña,- pregünco Sancho Panfi 

refponidio el dé la criOÍe Figura : püedcí c 

•al maniera podiá acorrer el dado» qde ec 

nios azár^ cti lugar de erícüencroi pero te 

de eftar en cu diligencia. £ri mí diligericíiaí 

Sancho? Si» dixó dcín Q^ixocei porqué (i 

ues preftó , dé «donde pie hfoéaiítK;)rcc j j 

fe acabará mi pena,y preffó cóáittií¡iti rti 

ria ; y porque no és bien qué ce cerr^iM 

penfoiefperándó cri lo que han de parar h 

zoneS) quiero Sancho que fepas^ que el fa 

Amadis de óaula, fue vrío de los ntias péi 

Caualleros 2Íridances:hó he dicho blenV fui 

fue el folo,' el prinicro » el vnico , el fe flor < 

dos quantos hu uo en fu cíépo ení él nní üdo 

íiñó, ymal mes para don BeHáni>',y paral 

iqucllosque dixéren , que ft le ygaalof ení 



%^¡iiiotedeIaMancíuu jó 

4 fe tnaMtí juro ciertos Digd itú mefino. 
s quandü algún pintor quiere lalir famofo en 
rce^procura ínoiicar los originales délos mas 
eos pintores q fabe^Y efta tnefiiia regla Gor- 
gor todos los mas officios , b exercicios de 
ntd f que (irucn para adoroo de las republi- 
bY áfsi lo tía de hazeriy haze»el ^ quiere alca 
nooibre de prudente y iufrido , imitando a 
ifeSjCn cuya perfona v trabajos^nbs pinta 0« 
ro^ vn rccrato víuo de pradencia . y de fufrí* 
:nco> como tatpbien nos moftró Virgilio^eñ ' 
ríona de £neas , el valor de vn hijo piadofo, 
I fagazídad de vn valiente^y ehtebdidb Capí 
íyúo pintádolb9ni defcubriendolo coiro ellos 
rOs fitio comb áuian dfc fer,{>ara quedar exe- 
a los venideros hombres i de fus virtudes* 
fta tntítúSL fuerte Amadís fue el Norte^élLa 
),lblSold^osvalientés,y enamorados Ca- 
eros^jllil^^ de ihiitar todos aque 

qijiií^.g((^íi^ la vahdera de amor, y de lá 
^jlgiiasihilitahibs. Siendo pues efto afsi,cd 
3 bSihailo yo Sacho atíiigb,que el CauaÜé 
dahte que mas le imitaré > cfiara mas cér- 
Ican^at la perfecid déla Cauallcria.Y vna 
cofas en que mas tñt Caüallero tnoftrd 
dencia> valor » valentía y (ufrimiento » ñt^ 
y amor, fue quando fe retiro, defdcñadü 
tñora Oriana,a hazer penitencia bn la p6 
reí mudando íu nombre ^ en t\ dt U^W 



■ 

; 



304 Tercera parce de don 

tenebros » nombre por cierto (igDÍficaaad if 
proprío parala vida que el de fu voluütad auia 
efcogido. Afsi que me es a mi mas fácil» imitar- 
le en efto,que no en hender Gigantes » deícabe 
f at rerpicntes,macar endriagossdesbaratar cxer 
cit9s,íracafar armada$>y deshazerencantamco 
tos.Y pues eftos lugares fon tá acomodados ps 
ra femejantes efeétos, no ay para q fe dexe paf- 
far la ocaíion , que aora con canta comodidad 
me ofrece fus guedejas. £neíedo,dix;oSanchOf 
que es lo que vueílra merced quiere hazer »ca 
efte can remoto lugar? Ya no ce he dichtx»rcíp0 
dio don Qnixote, que quiero imitar a Amadifi 
hazíendo aqui del defefperado» del fandio, y dd : 
furíofo* Por imitar juncamente al valiente doA 
Roldan» quando hallo en vna fuente iasfcñalcs 
deque Angélica !a Bella auia cometido vileza 
có Medoro. Oe cuya pefadumbre fe boluiolo' 
co, y arrancó los arboles, enturbio las aguas de 
las claras fuentes,mato pafl:ores9de%^^gana 
dos, abrafo chocas, derribo cafas , arr^ipi ye^ 
guas»c hizo otras cien mil info!cncias,dignasde 
eterno nombre»y efcrituva. Y puefto que yo do 
pienfo imicar a Roldan» o Orlando» o Rotolao* 
cio( que todos cílos tres nombres tenia ) parce 
por parte»en tedas las locuras que hizo»dixo»y 
penfo» haré el bofquexo » como mejor pudtereí 
en las que me pareciere fer mas eíscciales.Y po 
dtd fcx que vinieirs a co atentarme 9Con fola ia 



: 



..«.wf^uü .US y p<^nitcnciáS:{ 

fdiquecd'fA ik-ne para boii 
lama le ha derd;:áado ? O qué 
[o % que le den a encender i qu4 
neadei Tobofo ha hecha^Igu 
[oro t o Chri^iiani. ? Ahí eftaal 
D don Ct¿ixoce 9 y ciTa es la fií. 
io:que bolucrfe loto vn caualki 
1 cabra,ni grado,ni gracias :el t 
ar fin ocnfíi^n) y dar acntendei 
; fi en Teco hago eí):o,que hizíei 
naneó mas, que harta ocaíion \ 
zufencia qae he hecho^de la íiei 
a'Dulcinea del Toboro ^ que c 
lU a aquel paí^or de Marías . 
n efta aufencci codos los males 
Vi que Sancho amigo % no gaíl 
3níe jarme , qücde»^ •-'- 



1 



4otf Tercera parte de don 

doIo,no (entirc nada. Afsijq de qualquiera mt^ 
ntra que refponda ^faldre del ccnflico y rraba- 
foen^ue me dcxareis,gozandoct bien que mf 
truxet'es , por cuerdo^ o no (intiédo el mal que 
*me áportares,por loco.Pero dimeSancho,eraes 
bien guardado el yelmo de Mambrino>queyft 
vi que le álfafte del íuelo^quádo aquel defagrá 
'decido le quilo hazer pedamos ?pero no pudo; 
donde fe puede echar de ver>la fineza de fu teio 
fU. Aloquai refpondio Sancho: Vine Dios» fe 
üor Cauai ero déla cride Figura^que lio puedo • 
íuírir 3 nilleuif en paciencia algunas coíasqae 
vueftra merced dize^y que por ellas végo a ima 
ginar» qoktddo quanc® me dizc de Cauallerias 
y de alcan9ar Rey nos,e Imperios; de dar In(u* 
jas» y de hazer otras mercedes y grandezas, cu 
mo e$ vfu de Caualk ros andares, que todo de 
uc deíercofade viento y mentira j y todo pa- 
ftrana, o patraña,o como lo llamaremos: por^ 
quien oyere dezir a vutfira merccd,que vnabá 
SLÍa de barbero es el yelmo dcMambríncy que 
no Taiga deíle error,cn mas de quatro dias^que 
ha de penfar , fino que quien cal dize, y afírmai 
deuc de tener güero d juyzio.La bazia yo la He 
uo enel coital,coda abollada j y licuóla para ade 
redarla en micaía^y hazerme la barba en cl:a,(i 
Dios me diere cantd gracia , qu^ algún dia me 
vea con mi muger^ y con mis hijo<r«Mira San' 
chOfpxx el m^lmo c^ue dccv^cvces luraAe > te ju- 



t^% 



(Juixóte de lá Manchi* i of 

tO% diko don Q¡iixocc* que tienes el mas corta 
Mtcodiitiiento, que tiene» ni tuuo fifcudero en 
ti mádó:que espuf^ible» que en quanto ha que 
Andas cdmigo,no has echado d¿ ver,que coda$ 
Us*toi'as'de IOS Cauaileros andances, parecen 
qaititeraSirTecedades^y dcfatínos9 y que fon to- 
das hechas ai reues í Y no porque fea ello afsú 
fino porque andan entre noiotros (ictnpre^vna 
Cateruadeencantadores^que todas nueílrasco 
ías mudan y truecan^ y lasbueluenjfrgunfugu 
ilo) y fegun tienen lagaña de fdUorccernoSiO 
deftru vrnos: y aí^i eflo que a ti Ce parece bazia 
dé barbero, me parece a mt^el yelmo de Mam* 
brino^ y a otro le parecerá otra cofa. Y fu erara 
prouidencia del Sabio que ¿s deniiparteshar- 
Ker^que parezca ba¿ia a todos,lo que real y ver 
daderamente es yelmo de Mambí ino; acaufa» 
que fíendo el de tanca cliimaftodo el mudo me 
perfcguiraipor quicarmele} pero como ven qujc 
no es olas de vn ba¿in d ¿ barbero > no fe curan 
de prcfeuralle . Como fe moftro bi * n, en el que 
cfuífo rompelle > y k deJcó en el fuvrlo fin licuar- 
le » que a té que (i le conociera, que nunca el le 
dexara * Guárdale amigo , que por aóra no le 
Hemeneftcr )queá icesme tengo de quitar to- 
das eftls armas que conmigo craygo, y qa:*dar 
defnudo como quando pafcijíi es que me da ea 
voluntad de fcguir en mi penitencia » mas a 
lko\á9iXí ,x¡ut a Amadis. Llegaron eu eftas^V^^ 



|oS Tercera parte de do» 

ticas al pie de vna alta montaña, que cafi como^ 
peñón tajado eftaua fola ; enere ceras muchas q. 
la rodeauan* Corría por tu falda vn maofo arto 
y uelo 9 y hazíafe por todo fa redondez t vn pra- 
do can verde y viciofo > que daua concento a 
los ojos que le miraua. Auia por alli muchos ar 
boles íilttcftres, y algunas plantas y flores» que 
bauanellugarapazible« £(le (icio eícogio el 
cauallero de la críftc Figura.para hazer fu pmi^ 
tencia ; y afsi en viéndole » comentó a dezir ea * 
bozalta, Como (icUuuiera (injuyzio: £ftees 
el lugar, o cielos , que dipuco y efcojo para llo- 
rar la dcTuentura en que vofocros mefmos mo 
aueys puefto • Efte es el ficio , donde el humor 
de mis ojos acrcccncará las aguas defte peque* 
ño arroyo i y miscontíhosy profundos fuipi* 
ros moucran a la concina las hojas denos moD« 
tarazes arboles, en ccílimonío y feñaJ, de la pe- 
na que nú aiteiideradbcora9on padece. O vo- 
(otros , quien quiera que feays , ruíHcos dio- 
fes» queeneftc inhabitable lugar tencyt vne« 
Ara morada » oyd lasquexasdefte deldichado 
amanee, a quien vna luenga aufencia, y vnos 
imaginados celos » han traydo a lamentaríe en* 
ere eftas afperezas , y a quexarfe de la dura con* 
dicion de aquella ingrata y bella» cermino y fia 
de Mda humana hermofura. O vofocras Na« 
peas» y Driadas » que ceneys por coílumbre de 
babicar tetes elpeÍTuras dé los monees, afsi los 

lígCP 



Quixott de la Ma ncha« ^of 

;ros y larcíuos fdtiross de quien foyf> annqqp 
irano amadas , no perturben lamas vuefiro 
ce fofsiogo y que me ayudeys a lamentar mi 
üeDtura;o alomenos>no os canfcys de oyÜa. 
Dulcinea del Tobofo , día de mi noche , glo<* 
de mipenia*norte de mis caminos,eftreÍla de 
venturaiáfsi el cielo te la de buena> en quan* 
acertares a pedirle^que coníideres el lugar» y 
:ftado a que tu aufcncia me haconduzido ; y 
: con buen termino correspondas , al que a 
f¿ (e le deue • O fúlitarios arboles (que dcfde 
en adelante aueys de hazer compañiaami 
:dad) dad indicio» con el blando niouicnien* 
de vneñras ramas , que no os defigrade mi 
fencia «O tu efcudero mió , agradable com« 
íerof en mas profperos y aduerfos fuceíTos» 
nabíen en la memoria lo que aquí me veras 
lerípara qué lo cuentes y recetes ala caufa to 
de todo tíio. y díziendó eftojfe apeó de Ro* 
ao^ 9 y en vn momento le qi^jto él fr¿no > y 
ilU» y dnñdchvna palmada en las ancas » Ic 
roíl^ioer táB te ¿itL^tl que (in ella queda, o ra« 
[lo tan eftrcmado pof tus obras', quan defdi* 
ido por iú fuerte» Vete por do quifieres^que 
la frente IleDasefcrino» que no te igualó en 
:re£a el Hípogrifo de Áftolfo, ni el nombra* 
FVóntinMqpe un caro le cofló a Bradaman-» 
.Viendo ¿fto Sancho , dixo : Bien ayac^uuti 
f^üicBáctádcict^aJodc de(^na\bax&^t A 



ífli. «Tercera partede áoñ 

de termino^ para ver las locuras que haze ^ que 
ya las doy, por viftas^y por paíTadas en cofa )us 
gadas y dirc marauilas a mi leñera ; y efcriua la 
carcaty derpacheme lufgo s porque tengo gran 
deíTeodc boluet a Tacar a vueQra mercad deíU 
purgatorio donde le dexo é Purgatorio le lla- 
mas Sancho^dixo don Quixote9 mejor hizicrat 
de llamarle infierno » y aüu peor, fi ay ocracoü^ 
que lo fea. Qgfen ha infierno • refpondio San* j 
(ho • nula es retencio fegún Kebydo dezír, No '■ 
enciendo qu« quiere úiiiv rét::nci«>,'díxodoQ. 
Quivote^IKeteneíoes » refponoio-S^'iícbo.quc 
quien cRa^ea el infierno, nuncist fa'c d^), ni pue* 
de.Lo qwal ferá al r-jues en v;^eítra triereed, o ^ 
mi me andarán i^ial-Iofi pies , fi es que ifeuoef' 
pueiaspara auluat a Rozinanre: y póngame ya 
vna por vna en el Tobofo,y delante át mi feño- 
ra Dclcinea,que yo le dirr tales cof?.s/de las M 
cedades, y locura'^ (que todo es voo )que vue* 
ñra merced ha hecho y queda h^ziendo, que la 
vc/.g3 a poner mav banda que vn guantc,aun- 
quc !^ luile mas dura que vn alcornoque 9Con 
cuya rc'¿/ jsfta tiuke^y melificada , boluere por 
los ayresco;po biuxo , y facare a vueftra mer- 
ced dcrtc purg^orio^quc parece infierno » y no 
lo 's pjcs .y tfper n^adefalirdel : laqualco^ 
mo tengo colcho, no ía tienen de falír los que 
eftanen e!i fitrno. ; icreoque vucftra merced 
Vi/'4 o£fácaa. A£.i iisU vet&^ dúiocl de la 



.•..«wasv.uiiiu a'godon « y 

!l cargo, que yo diré a mí íeñora 
)crccd fe las daua en vna pmita < 
iura que la de vn diainai (;:• Yo 
buena intención % amigg Sancho 
Ion Quixote i mas qutergcc h^z 
que todas eftas cofas que hago^m 
(i no muy de veras, porque de 
feria concrauenir a las orderes de 
lue nos mandan,que no digamos 
la, pena de rclaíos j y el hazér vn; 
ajoiniermoesque mentir. Afsi. 
a9adas,han dt* frr v€rdaderas,f¡ri 
is, fin que licúen t^<.da del fotíflicc 
Hco« Y fer^ ncccíTarioi que me d^ 
lias para curarme, pues que la vci 
ue.nos falcaiíe d ¿aifamo que pe 
(iít pcrclnr el afno,refpondio Sam 



fit «Tercera parte de doa 

de termino, para ver las locuras que h; 

ya las doy por vidas, y por paifadas en 

gada, y dire marauilas a mi íeñora ; y e 

car ca»y defpachcme lurgo > porque cei 

delTeodc boluer a facar a vueffra mere 

pargacorio donde le dexo é Furgatori 

mas Sancho^dixo don Q^ixoce) me)or 

de Uamarlt infierno , y aún peor, fi ay i 

que lo fea. Qaien ha inñerno t refpon 

cho 9 nula es retencio fégun He oydo di 

enciendo quií quiere d'. /ir ret::rj-.:f'> , < 

Quixotew Retencio es » refpontítO'S:»{>c 

quien efta en el infierno, nu«ic^ fs =' ú J 

de.Lo qual feráal rates en v.^eíha mei 

mi me andarán mal lo»: pies , fi e« que 

pueiaspara auiuar. a Rozinanre:y pon; 

vna por vna en el Tobofo^y delante át 

ra DDlciaea,que yo te dirc tale^coDs, < 

cedades^ y locura* (que todo es vno)t 

ñra merced ha hcclio.y queda hazicnd 

ve/ig3 a poner mav blanda que vn guai 

que U haiie mas dura que vn alcornoc 

cuya rc'"¿;jeft» uulce*y melificada , bol 

los ayrescocpo bruxo , y Tacare a vud 

ced deítc purg.^c^FÍo,quc parece infieri 

lo rs.pues ay tfper^n^a defalir del : la 

moccngo dicho, no la tienen de falir 

eftanen cÜifitrno. ncreoque vucftn 

oCik «o«a. ASÁ ¿s U verdad) diic 



Qalxote de la Mancha. yy' 

Figura 9 pero que harciros para efcriuir 
ta ? y la libranza pollinefca t cambien aña« 
ancho? Todo yrainferto,dixodonQ£^ 
y feria biicno, ya que no ay papel que I4 
liciTemos , como hazian los antiguos, cii 
: de arboles^ o en vnas tablicas de cerajaS 
a difTculcofo fera ttallarfe eflb aoras como 
Ki.Masyameha venido a la memoria» 
e fcra bien , y aun mas que bien efcriuilla, 
s^en el librillo de memoria que fue de Car 
I , y tn tendrás cuydado^ de hazér!á,traf* 
cii papel, de buena letra , en el primer \a^ 
Qc hallares, donde aya macflro de éfciiela 
uchachos^p Hooqualquicra facriftan te f;i' 
idarary no k la des a trasladar a ningú Ef- 
ao, que h^tcn letra proceíTada , que no lá: 
tdera Sabanas. Pues que (e ha de.hazer de 
na,dixQSancho?MuncatascartafdeAma 
firman, refpcndío don Qüixote* Eftabiei. 
ndio Sancho,pero la libranza for9oran[ien- 
la de firmar, y eiía íi fe traslada,cíiran que 
iiaesfalfa, y quedareme fin pollinQS. La 
i9ayraenel miínio iibrilio firmada, qu{^ 
sndola mi fobrina , no pondrá dificultad 
aoplilla. Y en lo que toca ala carta de amo 
ondrat por firma ; Vu^fao hafta la nfuef- 
cauallero de la trifle Figura. Y hará poco 
b, que vaya de mano ageo;^ , porque a lo 
Q mtfcácorduPM Dulcinea no fa¿e ctciV 

V É Utt 



3¡ 4 Tercera parce de don 

uir, ni leer , y en toda fu vi !a ha viílo letra miit 
ni carta asía, por que mis aniures^y losíuyos»hi 
fido fiempre Platonico&,(in entc.iderfe a mas,q 
a vn honefto mirar* Y aun ello» can de quando 
en quando,que ofire jurar coa.verdad» que en 
doze años que ha que la quíero.mas que a la ifi 
bre deftos ojos que hande comer la cierra 9 no 
la he vifto quatro vezes ^ y aun podra fcr 9 que ; 
deftasquatro vezes no huuicde ella echadode 
ver la vnaque la miraua«Tal es el recato y ea«, d 
cerramiento con que fas padresXorcnfo C(H> t 
, cbuclo, yfu madre Aldorá Nogales la han cría : 
do^ Ta, Ca,dixo Sancho, que la hija de Lorenco. 
Conchudo, es la feñora Dulcinea del Tobofei, 
llamada por otro nombre , Aldon9a Lorro^: 
EíTaeSydixodd Q¿)ixote.y es laque mereccfer 
feñora de todo el vniuerfo.Bien la conozco, di- 
xo Sancho » y fe dtzirjque tira tan bien vn:ibar 
ra)Como d mas forzudo ^agal de todo el puC' 
blo. Viueel dador,que es mo9a de chápa,he- 
cha.y derecha, y de pelo en pelo , y que puede 
íacar la barba del lodo , a qualquier Cauallero 
andante^o por andar,que la tuuiere por feñorat 
O hide paca.quc rej > que tiene , y que voz:fc 
dezir, que fe pufo vn día encima del Campana- 
río del Aldea, a l!a:nar vnos ^agaLs fuyoSt que 
andana en vn barurcho de fu padre j y aunque 
efiauandcaliímasd^ meJíalegui . afsilaoye- 
ron^como fi eftuuiv.tai\ 3l\ ^k de U Torre. Y lo 



3r ella » iino que con jufto titulo 
rarfe^y ahorcarfe, que nadie aun 
le no diga que hizo demafiado ái 
e le Heue el diablo : y querría ys^ 
lino , folopor vella , que ha mui 
o la veo 9 y deuc de eílar ya troc 
fta mucho Ja faz de las niugeres j 
c al campo al folj al ayrc.Y con 
a merced vna verdad. leñor don ( 
.afta aquí he cftado en vna grand 
que penfauabien y Helmcnre 9 qu 
Icine^deuia de fer alguna Piinc 
)eO ra merced cüaua mamoMilo 
bna tal> que merecieíTe' os ricos | 
i^uefira merced le ha embiado ; i 
lynóT como el de los Galeotes, 
lósqújc dcuenrer9 fcgün deuen. 



k 



jitf Tercera parte de don ' 

ddosquevneftra merced embia , y hadeeim 
biir ? ^ Porque podría fer » que al rímipo que tj 
líos liégafl^fij cituuieíTe ella caftríllapdo lino^q 
trillando en las heras I y ellos fe corrícflen de 
verla^y ella fe neflc y enfadaíTe del prcfente.Y^ 
te tengo dicho antes de aora muchas vczesSac^ 
cho , dixo don Qaixote , que eres muy grande 
hablador t y que aunque de ingenio boto t mu^ 
thas vezesdefpuntas de agudo : mas para que ' 
veas quan necio eres tu/y quan difcreto foy yo» . 
quiero que me óygas vn breue cuenta • Has de 
faber, que vna viuda hermofa, mo^ai Iibre»y ri« 
ca,y fobre todo defen&dada, fe enamoró d; v> 
mocó motilón $ roziUo y de buen tomo : alcali- 
zólo a faberlh mayor» y vndia dixo a la buena 
viuda, por via de íraternalreprehenfion: Mari- . 
uillado eftoy feñora > y no fin mucha caufa , de ! 
que vna muger tan principal^tan hermofa, y taa ^ 
hcacomoyuefira merced > fe aya enamorado 
de ^n hombre tan Toez , tan baxo « y tan idioti 
cómo fuIanó,hauiendo en eílacafa tantos Mae 
(Irosytatos P^refentados^y tantos Theologos^ea 
quien vüéftra merced pudiera'éfcóger , como 
entre peras»y dez¡r;c(l€ qniero>aqueUe no qui¿ 
ró? Mas ella le refpondio con mucho donayré 
y defcmboltura : Vueflra merced fcñor micfcfl 
tá muy engañado» y pienfa muy a lo antiguo^ A 
pienfaqueyóhe encogido mal en fulano» póé 

íJíouqnc le parece > ijács ^^t\Vi ^e yo lé 



in»Hw cu que US Amarilcs , las Fi 
Jas Diana»,la» GaJateasJas Alidj 
.deque los Libros, los Romáces 
los barberos,Ios Thcacros de las 
an Uenos,fiieroii verdaderamente 
Bc y hucffo,y de aquellos que las 
«lebraron ? No por cierto , fino < 
ts fingen» por darfub;eco aTusv 
le los tengan por enamortdos,y p 
ae tienen valor para ferio. Y afsi, 1 
pen&r, ycréerquela bueaadc^ 
mfojcs hermofa, y honefta: y en 
nportapoco^que no han de yt a , 
nación del , para darle algún haí 
i*gocuenta,quees la mas alta Pr 
ido.P©rque has de faber Sancho, 
que dos cofas folas incitan a am, 
as , que fon la mocha hermofura. 



^1 i Tercera parte de ¿on 

ni falce oada» Y pincola eñ mi imaginación ¿o 
tno la de(íeo,af8Í en la bel Leza> como en la prí^ 
cipalidad^y ni la llega Elena,ní la alcanza LucHi 
cia>ni otra alguna de lasfamofas mugeres delÁ 
edades pretcrícas,Gríegá.Barbara, o Latinail 
diga cada vno lo que qúiíiere, q (i por eltofcJp 
re reprehendido de los ignorantes » no fcrc ^ 
ftigado de ios rigurofos. Digo quqen todocíi 
lie vueílra merced razpn^ relpondio Sancho/' 
que foy vn afnos mas no fe yo para que nombrf 
afno en mí boca» pues no fe ha de mentar ia í^ 
ga en cafa del ahorcado t pero venga la carca^^ 
a Dios que me mudo.Sacó el iibro de memofS 
don Qui«ote,y apart.mdofe a vna parte, €5 fiií| 
cho fofsiego cometo á efcriuír la Carta, y en atSf 
bandolaillamó a Sánchp,y le disto^que fe la qiifi 
ría leer^porque la tomaíTe dememoria^fi a Caí!? 
fe le perdieíTe por el camino , porque de fu deJl 
dicha todo fe podia temer. A lo qual rrfpondf^ 
Sancho: Efcriuala vuefíra merced dos , otr^ 
vezes ahí en el libro^y demelcsque yo le lleuar 
bien guardado t porque penfar que yo ia he dé 
tomar en la memoria , es difparate ; que ia teii 
go tan mala» que muchas vezes fe me oluída c€ 
mo me llamo.Pero con todo eílb^digamela vu< 
Ara merced.q fne holgaré mucho de oylJa.qcií 
deue de yr como de molde * Efcucha que 
afsi dia^e » dixo don Qui - 

Cartl 



Qaixote de la Mancha; 319 

CéftA it don QMxotey A DuUintá 

del Tohofo» 

Soberana^y alca feñora: 

. ferido de punta de aufencia ; y el llagado 
e las celas del cora9Ó,dulcífsíma Dulcinea 
'obofo , ce embia la Talud que el no tiene» 
íermofura me defprecia ? Si tu valor nO es 
i pro? Sí tus dcfdenes fon en mi afincamié' 
laguer que yo fea aflfaz de rufrido,mal po« 
oüenetme en eíla cuyta,quje ademas defec 
:e,es muy duradera Mi buen fifcudero San 
te dará encera relació»o bella ingrataiama 
icmiga mia» del modo q por cu caufa que 
¡ gült¿res de acorrer me, tuyo foy , y íi no,^ 

que te vinl re en gufto , que con acabar 
ida , haure íati;tfecho a tu crueldad 9 y a mi 
:o* 

Xuyojhaña la muerte? 

Eí Cduxlleróde U triftc Figurdé 

or vida de mi padre, dixo Sancho en oycn- 
a Cürta^que esla mas alta cofa que jamas he 
o.Pefia ami,y como que le dízc vueflra mer 
ahí todo quanro quiere; y que bien que en 

1 cnla íirma>el Caualjero déla u ifle Figur a« 
¡o de verdad^ q es vacñra merced el roeímo 

d\ab\o^ 



W íztf í;r«ra parte tte «ÍmI^B 

diablo, y que noa^cofi que nol^pa.To 
meneíli;iírefpondia dó Q^ixow, para eí 
que yo traygo* Ea pues, dixo Sancho,, [ 
yueftra merced, en eirutrabueluíliccdi 
ios Eres pollínos.y linneU cun muciíaclai 

IIRÓrqut U conozcan en vieadolz . Que ni 
ietdccodun Quixoccty auicodola elcripcc 
•hyo-que dciia^füi. 
t Mandara vueltranietcccl,púreííapri 
^ potlmostrcfiura fobriiu.dar 2 Sancho £ 
mi efcuderO) eres de los cinco que dexc c 
{aycúanacargode viicítr^nierced. Los 
lastres püllinuii,l£ los mandoUbrary p. 
por otros cantos aquí recebidos de coliC3< 
conlla.y coa fu carta de pago feran bieii di 
Fecha ea las entrafus <it Sierra Motcoa.a 
•e y;^i-dc-Agofto,deAe pretentc attoi 
i -.BucfB.éfti^díxo SaDchoifírmef a mieíln 
ced. Ñú ei meoeíler Srmarla.dixo don Q¡ 
;'tCi fino foUmen te poner mí rubrígiiquei 
indino que firma, y para tres afoasty aun ; 
treaúcatoi fuera baftante • Yo me confii 
Tocftnmcrccdsrerpondio Sanchoidexem 
a cníUUr ■ Roziaancei y aparejefe vue(lr« 1 
o^a cebarme fíi ben^cionique luego pl 
paTtirtne,fíit ver las fandezes que vueltni t 
(jed.ha de hazer, que yo diré que le vi hazt 
tas que Doquiera mas.For lo menos quícr 
^iU^jfotijfit el mtDfiftn a&U (\ukco d^ 



Quixocc de h Mancha. 3Í i 

rras en cueros» y bazer vna» o dosxlozeáas 
ocuraa^ que Jas haré en menos de media 
a : porque aujendoJas tu vino por tus ojos» 
das jutar a tu faluO) in las demás que qúifíe 
añadir: y alTegarotey que no dirás cu tantas» 
ntas yo pienfo hazer. Por amor de Dios^fc* 
mio» qiie ño Vea yo en cuetos a vuefira mer 
que me dará mucha laítima^y no podre de- 
de lloratiy lego tal la c^ibe^a^deJ llanto que 
che hi;Éeporeí ruzio^qué hoeftoy parame* 
ne en nueuos llorosty íi es que vueftta iner^ 
guftsjde que yo vea algunas locuras» faaga^ 
xñidóibreUes»y las q te viniercti mas a cuéi 
Juato masi que para mí nú era ménefter ná 
iéflb, y como ya tengo dichd fuera ahorrar 
fmíno de mi bueitá que ha de fer co las nue 
que Vucftra merCcd deiíea , y n';Crccc . Y fi 
iparejefe láfeñora Dulcinea ,- que finorcf- 
de como es razona votcíhago Ibicne a quien 
Jorque le tengo de Tacar la bueña rerpücttá 
íftomagQfá cuzes,y a bofetones: porque da 
: ha de fuCrir.quc vn Gauallcto andance^tatl 
ofocomo vueílra merced , fe buejua loco» 
|ue,ni para que,por vna?No me lo haga de 
afcñora^porque por Dios que derpotrique 
eché todo a doze , aunque nunca fe venda* 
licofoy yo para eílb ^ mal me conoce ; pues 
qué íi mecohocieíTe, que me ayunaíTc. A fe 
^^o»dixodQd Qu/jcotejque á lo quc^axec^ 



••-.-:. 



^2.i Tercera parre de don * 

que noeftastumas cuerdo que yo « Noeíloj 

tan loco, rcípondio Sancho, mas eftoy mas co: 

lerico. Pero dexando efto a parce9qae es lo qu| 

ha df comer vueftra merced » en tantoque ya 

bueluo ? Ha de falir al camino como Cardenio 

a quicarfelo a los paftores ? No te dé pena eíft 

cuydado,refpondio don Quixote, porque auor: 

que cauiera9no comiera otra cofa q las yerua^^ 

irutot^que efte prado, yeitos arboles me dieriF 

que la fineza de mi negocio eílá en no comerá 

en hazer otras afperezas. A efto dixo Sancho,M 

be vueftra merced que temo , que no rengo de 

acertar a boiuer a efte lugar dóde aora le dexo^ 

feguneftáefcondido. Toma bien IasieHas,qafi 

yo procurare de no apartarme deftos contor-- 

nos9dixo don Qaixote : y aun tendré cuydado 

de fubirme por ellos mas altos rífeos, por ver (S 

te deícubro qpando baeluas. Qnanto mas, q\ic 

lo mas acerrado fcrá, para que no me yerres, y 

te píerdas,q cortes algunas r¿tamas,de las mu 

chas que por aqui ay , y las vayas poniendo de 

trecho a trecho,hafta falir alo rafojlas quales te 

feruiran de mojones,y feña'e?,para que me ha* 

Uesquando bueluas,ainiicacion del hilo del la 

berínto de Peifeo. Afsi lo haré , refpondio San« 

cho Pan^a: y cortando algunos, pidió la bendi« 

cien a fu reñor,y no (in muchas lagrimas de en^ 

trambos, fe defpidio deL Y fubiendolbbre Ro- 

sinantcja quien don Quixote encomendó mu* 

cho^ 



QGÍtxote de la Mancha. j^z^ 

o[y que miraíTe por el > como por Ai prqpria 
rfóna/é pufo en camino dej llano^típarzien- 
de trecho a trecho los ramos de la retama» 
310 fa amo feto aoia aconícjado: y aísi fefuCf 
iqoe todaí via le importunaua don Quixote» 
sle viene íi quiera hazer dos locuras. Mas 
huuo andado cien paíTos, quandoboluioj^ 
o : Digo feñor.que vueftra merced ha dicho 
ly bis ) que páraque pueda jurar fin cargo de 
iciencia , que le he vifto hazcr locuras , ferá 
n que vea íi quiera vna,aunqae bien grande 
le vifto^en la quedada de vueftra merced.No 

dezia yo>díxo don Quixoce» efperace San-^ 
^9 que en vn credo la hare.Y defnudandofe 

1 toda priefla los ca!9ones3 quedó en carnes» 
n pañales^y luego (in mas ni mas,dio dos 9a 
etas en el ayre, y dos tumbas la cabe9a aba 
, y los pies en alto , dcfcubriendo cofas, que 
:no verlas otra vez boluio Sancho !a rienda 
.ozinantcy fe dio por contento y fatisfepho, 
que podia )urar,que fu amo quedaua loco^y 
i le dexaremos yr fu camino hada la buelt;^» 
:fuebrcue. 



VPITVLO.XXVr. DONDE SB 

roíiguen las finezas que de enamorado hi- ' 
zo don Quixote en Sierra Morena. 



314 Tercera parce de don 

YBoIuieodo a contarlo que hizo el de 
la crifte Figara, defpues quf fe vio 
folo : dize la hiftoria que afsi como 
don Qaixoce acabo de dar las cuai- 
bas , o bueltas , de medio a baxo det 
nudo, y de m .'dio arriba vcftido, yquevioqae 
Sancho fe auia ydo , íin querer aguardar a ver 
masfandwzes » fe fubio fobre vna punca de voa 
acá peña,y alii corno a penfar.lo que ocrastnu 
ch a« vezes auia peofa lo^fín auerfe /amas rcfuel i 
to en ello. Y era que qual feria mejor^y le eftaríi 
mas a cuento,inr:icar a Rolda cu las IcCuras <te- 
faforadasque hizo, o a Amadísen las Malenco 
nicas:y hablando entre íi mcLnoidezia: Si Rol- 
dan fue can buen Cauarero> y can valienceco- 
mo todos dízen,q marauilla, pues al ñ n era en* 
cantado.y no le podía macar nadie,(i no era,me 
ciendolevn alfiler de a blanca por la punta dd 
pici y el crahia fiempre los capacoscon fietc fue 
las de hierro. Aunque no le vaheron cretas có- 
tra Bernardo del Carpió, que le lai enrendío,y 
le ahogo enere los bracos, en Ronzefualíes* Pe- 
ro dexando en el lo Je ia valentía a vna parte» 
vengamos a io del perder el juyzio, que c$ cier- 
to que le perdió, por las fvñaics que hallo en la 
forcu*ia,y por Us:nueuasqi\e le dio el paAor,de 
quj Ange<ica auia dormido mas de dos fieflat 
có Medoro, vn áMorilIo de cabellos enri^adofi 
yp^jc de Agt amanee, Y (i el encendió que efto 



iasdelu vida Moro alguno.afsi 

fu miínio tra)e> y i}ue Te cita oy 

x que la pario:y hariale agrauio 

naginando otra cola della > me I 

ie aqu^l genero de locura de Ro 

^or otra parce veo» que Arnadis 

>erder el )u yzio,y (in hazer locui 

a fama de enamorado,corno el < 

e lo que hizo , fegun fu hiñoria , 

que por verfe de ideñado de fu f 

|ue le auja mádado) que no pare 

eíenciathatla que fueííe fu voiun^ 

Ciro a la Peña pobre j en compa 

ítaño,y :.l i le harto de ltorar>ha(1 

:orrio en medio ^c íu mayor cu} 

J.Y fí efto es verdad,como lo es 

ro yo tomar trabajo aora de clei 



3 tf Tercera parte de don 

dixo^ q (ino acabó grades cofas^murio por 
mecellas. Y fi yo no foy defíchado, ni deíd< 
do de mi Dulcinea,bafl:ameyCQcnQ ya he di 
eftar aufence della.Ea pues, manos a la obr 
nid a mi metnoria cofas dw Amadis, y Qnfeí 
mepardoade tengo de comentar a imic^ 
mas yafe que lo ma^» que el hiz^o^fue re2ar,j 
fi lo haré yo • Y fíruieronle de rofario vqas ; 
lias grandes de vn alcornoque, que enfarco 
que hizo va diez. Y loque lefácigaua uiut 
era no hallar por alli otro Errnitaiio,quele 
feíTaíTe^y qon quien confolarfe : y afsi fe en 
cenia paírcandore por el pradezillo, efcriuic 
y grauádo por Us cortezas délos arboles^y 
ía menuda arena,muchos verfos^Todos acc 
dados a fu triílq7a!y algunos en alabáfa d [ 
CÍnea«Mas los que fe pudieron hallar enter< 
que fe pudieden leer defpucs que a el alli le 
Uaroni qg fueron mas que eftos quen aqui ( 
gucn. 



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ARboIe$9yeruas>ypIantas9 
Que en aqueQe (icio eftays» 
. Tan al tosyverdesj tantas» 
.. : Si de mi mal no os holgays. 

bfciichadmisquezas^QCas^ : 
Mi^olótiuo o$ atborqt^» 



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fc%|v*« •• """O""" 



I amador mas leal 

>c fu fcñora fe efcondc, 
ha venido a tanto mal 
in fabcr como,o por donde. 
ck amor al eftricotc, 
juc es de muy mala ralea, 
: afsi hafta henchir vn pipotCt 
^ui lloró don Quixotc 
kufcncias de Dulcinea 

DclTobofo. 

tafeando lis aucntaras 
Por entre las duras peñas, 
MLaldiziendo entrañas dura», 
C>ieentrerifco8,y cncrcbreñas. 
Halla el t'hftc dcfacntaras. 
¡rióle Amoí con fu a90tc, ' 



$ii Tercera parte de don 

No caüfo'poca rifa en los q hallaron Ic 
fosréferidos.el añadidura del ToboíOyal i 
de DuIcínea:porque imágmciron^que dct 
innaginardon Q^uocey que fí en nombra^ 
Dulcíiiea)río dexia también el Tubüfo,no 
dria entender la Copia , y afsi fue la verda< 
mo el defpües coñfeflo.Ócros machos cfci 
pero como fe ha dicho , no fe pudieron (a< 
limpio 9 ni enrros » mas dcñas tres copla; 
efto,y en fuípirar^y en llamar a los Faunos 
uanos de aquellos boíqúes , a las Ninfas < 
ríos,a la doiotpfa y húmida Eco, que le re 
dKflrejCóQfoláíTcnjy cícüchaíren, íe cnc(et< 
en buícar a)¿^unas yeruas có q^^e ^w íi enerar I 
tanto que Sacho boluia^que íx como tiiu-dc 
dia$,cardara eres rcmánas,el Cauallero de 
fte Figura quedara tan desfigurado , que 
conociera la madre que lo parió. Yferá 
dexallecrtibuelto eotrc fus fuípiross y vi 
por contar lo que ie auino a Sancho Pan^2 
niand íderiia • Y fue i que en faiiendo al ca 
Rtal,.fe pufo jsnbu/ca del dclTqbofo,y oti 
lltgó a la venta » Jonde le auia fucedido h 
gracia de la m^caj y no la huúo bkn vift< 
do le parccio,qMe otra ve2 ainlauan los a> 
no quifo entrac<(entro9 aiinq llego, aj^ipra 
lo pudiera y deuirra hazer,por fer la de^ c 
y llenaren deíTeo deguíUtaligCiCAJJI^nte,^ 

grandes dias>qúe codo era fiambre«£Il4 n< 



Quñcote de It Mancha. iif 

90 a qac llegaíTc junto ala veQta»cod% 
h (i cnrraria» o no« Y eftan^emeApti 
t ia venta dos perfonas , qae Iiicso le 
m í jtilíxo el vno al otro : Digügic fe« 
iado» aquel del caualib^ no eiSafictiü 
que dixo el amadj; naeftra^atfcntarch 
jiafalido conrurcñorpor£fc^<|ef!Cft 
el Licéc^dO) y 9^1 es ti caiuiiq dn 
>n Quitóte. Y coaocíefonl^ri%p:^^fli 
iello$cQ¿<;ran elidirá ,yet ^ar^ec^i 
lo lugatyj^ U^<m^ hmtrobiüikfmt 
3 gencí al de loa Ubros: los^uaieji ^4 
barón dfr cono^cer-^^S^incho fi^9f¡f^irf, 
ice» deiTeofos de übtr de doa QiiixQ:s 
m a el) y e^ Cora iHiaiiió por fu nomr 
dolé: Amigo SÍchoPaD9a,ad6de qucH 
í amo? Conpciotósluego Sancho Pan 
minó de encubrir el lugar,y laltieriirt 
orno íü amo quedaua:y aísi les refpo 
amo qucdaua. ocupado en cierta (>air 
frca cofa que.le <;ravde miucha Imporr^ 
|ual el no podía defcubrír por lospjoa 
ara; tenia •, ISÍq. ^üo^^^iyo el ü.arhci:0» 
>i9as íi vo$ fiólos de^ donde qjt&ed^f 
cnós, conno: ya Itsa^igAttíQtj q^ct Voi^ 
rówrtp, y robado^ pues vcíiis-encjin}^ 
lio I en yjerdad(;q.ue m% ^uey: t de<)«r 
[eli:«:áil>:P fohre efifoinorenarKq ay^ 



.-* 



f^ Tercera f»8rte de ion 

ht€^M robo>ni maco a oadie» a cada vno aiite 
fo veneofi) o Díos<ide le hizo ^ Mi amo queda 
kaiftiñáb^penicentía en la micad defta motafii, 
muy afu íabor . ¥ Ittcgodecomday íinparari 
Rís €oñté déla fuerce que quedauajás auécuras 
(¡át-lt auianfucedido^y como4leuaúa la carral 
Xíleficra^DliicineadelTobofoLi queeralab^a 
Í9 tbMV90 Corchoelo.dcqden eftaaaeBj^O' 
rido hhftalosh^ado);. Quedaron admiradoi 
lótdoiyde loque Sancho Paoca les con£aua;f 
aitnque ya fabian la locura dedon Quixocej d 
^neto^la. (iempre que la ohían,fe adfniraoi 
ñt MtUo . Pidiéronle a Swcho Pan9a , que leí 
eñftñalTe lacarciÉ que4Íeúaua a lafeñora Duld 
mt é^i Tcbofo é tíX dixo i^üc y ua efcriC4i'ei|i^ ta 
Kbró de meinoita\ y qué era orden de fu fciñor; 
tjuc h hizieife trafladar en papel^enei primeria 
gar que llcgaíTc-A lo quatdixo clCura.que fe la 
moitraíTctque ella trafladaria de muy buena le 
tra.Me tío la mano en el feno Sancho Paii9a,buf 
cundo el librillo «pero no le halló , ni le podía 
hallar,(í le bufcar^ haftaaora>porq fe auia que* 
dado don Caucóte con elsy no fe lo auia dado» 
til a el íe te acordó de pediffelo. QuandóSScho 
vio q no halla ua eHibrói ^teíTele parando itior«> 
cal fcl roftro:y comandóte a tentar codo el caer 
po muyaprieífaiCortíóaechar de ver que wkv 
AjJ}aüa> y íinm» ni aiaSfreechó encraoibotpir 
áo$^a lat barbas, y ^e au«Ki^\)^t&$Míi4a|iasfi 



Qaixotc de la Manclfa. 33 1 

luego .iprleírá,y fin ccíTar, fe dio media dozena 
de puñadas en el roftrq s y en las narízes,que fe 
las baño codas efifangre. Viftolo qual,por el 
Cura>y el Barbero» le dixeron» que que le auia 
rücedido,que can mal léparaua?Que me ha de 
fuceder,rerpondio Sancho, fino el auer perdido 
de vna mano a ocra en vn eilance tres pol finos» -^ 
que cada vno era como vn Caftíllo. Como es* 
clío» replicó el Barbero ? He perdido el libro 
de memoriajrcfpondioSanchojdondc venía car 
ta para Dulcínea,y vna cédula firmada de fu fe 
ñor : por Ja qual mandaua » qce Tu fobrina me 
di cfle eres poíh'nos, de quacro,o cinco que cfta 
uan en cafa. Y con eíto les conco la perdida del 
ruzioXoníplole el Cura , y dixole , que en ha- 
llando a fu fcñor,el le haría reualidar la manda, 
y que cornaífe a hazer la libraba en papel,como 
era vfo y coüübrcjporq las q fe hazían en libros 
de mcmoria,;amas fe aceraban nicumpIiai%Co 
éfto fe confolo Sancho, y dixo, q como aquello 
foeíTeafsijq noledau^ mucha pena la perdida 
déla carca d Dulcinen^porque el la fabia caíi de 
memorÍa,de la qual fe podría trasladar donde» 
y quado quifíeíTen.Dezildo Sacho pues dixo el 
Barbero»q defpueslacrasladaremos.Paroíe Sa^ 
che aralcar la cabe9a)para craer ala memoria la 
carta:y ya repone iobrc vn pie, y yá fobre otro. * 
Vhas vezes miifáálfuelo.ocras al cieloty alcabó^ 



9^2 A crircra parce ac oon 

teniendo furpcnfos a \o% que efperauat 
la dixeííe^dixo al cabo de grádifsimo r 
Dios feñor Liceciado , que los dkblos 
cofa que de la Carca íe me acucrda^aunc 
priacipioxiezía; Alta,y fobajada ieñora 
raidixoel Barber^^fobajada^íi no fobr 
oaio foberana feñora. Afst es dixo Saa 
go((¡ mal no me acuerdo ) profeguia ( j 
fine acuerdo)eI IIego«y falco de íueno, ; 
lio befa a vúedra merced Jas manos.ir 
muy deíconocida hermoía : y no fe c; 
de falud) y de enferme Jad,q le embiau 
aqui yuacrcuriieadoyhaftaque acabau 
firo haíla la muerte. Bl Cauallero de h 
gura* No poco guílaron los dos, de vt 
na memoria deSanchoPan9a»y alabare 
cho, y le pidieron que dixeífe la carta c 
vezts,para que ellos aníi mefmo la ton 
memoria para crasladalla a fu tiempo, 
a dczir Sancho ceras eres vezcs , y otr 
baiuio adezir ocroscres mildiíparat 
eílo contó and mcAno las cofas de fu : 
ro no habló palabra , acerca del manc^ 
que le auia fucedido en aquella venra»* 
tehufji^ua entrar» Dixotambien,como 
en tfjayendo que le cruxeíTe buen defpj 
feñora Dulcinea del Tobofo Je auia i 
en camino» a procurar como fer Empí 
por lo aleaos Monarcaí que a(ti lo ce 



Quixote de la Manchíu 33} 

ccrtado eocre ios dos : y eracoTa muy fácil ve- 
nir a fcriOsfcgun era el valor de fu paríonat y la 
fuerf^ de fu bra^Oj y que en fieodolo>le auía de 
cafar a el, porque yaíeri%biudo,qut0Opodsa 
fer menos» ¥ te auia de dar por mugcr»a vna d6 
zella déla Emperatriz heredera de vn rico y grS 
de eftadojde cierra fírme»(in Inliilos^i ínfulas» 
que ya no ias queria* Dezia efto Sancho c6 tan 
co repofo , linpiandofe de quando en qgaido 
la^ narjizes,y con tan poco juyzioyque losqos ít 
admiraron de nueuo» coníiderando quao vche* 
menee auia (ido la locura de don Quixote» pues 
auia llenado tras fi el juyziode aquel pobre ho 
bre • No quiíicron canfarfe, en Tacarle del errcr 
en que f ftau^^pareciendoles que pues no le da- 
ñauanada la cóciencia,me)or era^dexarleen eU 
y a ellos les feria de mas guQo oy r fus neceda- 
des: y afsi le dixeron>que rcgafl e a Dios por la 
faluddefufeñor» que cofa coiitingentey muy 
agible era^ venir c6 el difcurfo del tiempo a fer 
£mperador,como el dezía:o por lo menos Af 
^obifpoto otra dignidad equiualente. A loquat 
refpondio Sancho:Señorcs > f\ lá fortuna rodean* 
fe las cofas de manera^que a mi amo ic viníeíTc 
en voluntad de no fer Emp rador , (iiiodeftt 
ArfobifpO} querría yo faber aora9qnc fue:é dar 
los Ar^obifpos andantes a fus Lfcuderos.Sueié 
les dar, refpondio el Cura^ algún beneficio íim« 
ple^o Curada>o alguna S^icnlUma^quck^ »a\^ 

uvxxcVwo 



ÍT"-? 



ipiicjJiQdejxnClraitada, axúcadelpic ddÍ4ítt!ii¥ 
que |¿;(ael(^ f flioúc ea ocrataotOf Baft^^o ¿^ 
fácmm^pr.9 (replicó Sancho ,. que el eftoí^iírd 
ix>íe«caradOt,yquef(?pa ayudara Mi(&pórki 
jQMIH)!^:yifiVftO'Csaísi>dcfdid^ado deyo»= qsi 
/by f^adQiy.na& la prinura.lccra.d A¿ bití 
qttc JfeA: de^mú íi a mi amo te dá:aiito|d-dé kt 
A^tiibirpo,y tío £inperadoncopíio es vfo yto^ 
alambre ddosraualleros andances?No^cengayi 
f^ena^aüiebo amigo^ dixo el Barbero, que tqm 
togsürtmot a yneAroaino,y Telo acoaíefareaidi 

?^ aw fe Jo pondremos en cafo de conckrcia»4 
ieaj^ftigetadorj^ no Ar9üb¡rpo9 porqne le ferA 
mal fáiS^á caula de que el es mas valienceqoi 
cftudúttire^ A6i tne ha parecido a mi , refpott^ 
dio Sancho» aunque fe dezir, que para todoHt 
ne abilidad* Lo que yo pienfo hazer de mi par- 
te, es» rogarle a nuedro Señor , que le eche a a* 
quellas partes donde ti mas fe (¡rúa » y a dondo 
a mi mas mercedes me haga. Vos lo dezis co- 
mo dí(creto,dixo elCura)y lo hareys como bu¿ 
Chriftiano. Mas lo que aora fe hade hazer, el 
dar orden como facar a vueftro amo de aquella 
inútil penitencia que dezis que queda haziendoi 
y para penfar el modo que hemos de tener,ypa 
ra comer , que ya es hora > fera bien nos entre* 
mos en efta venta* Sancho dixo, que encraíTen 
ellos que d cfpeiaria alli fuera » y q defpues les 
dítiaUcaaU porque no eutraua^ niconuenüi 



Qojxotc de la Mancha. 53/ 

ar en elU:masq Íes rogaua que le facalTca 
ligo de comer^que fucilé cofa calíencc»y af- 
íímo ceuada para Rozídanc^.EIIos fe en(ra 
y le dexaron» y de allí a poco, el BarberQ le 
de comer» Deípues auiendo bien penfado 
e ios dos.el modo que tendrían paraconfe* 
lo que defleauan> vino el Cura en vn penfa 
ito muy acomodado al gufto de donQuíf o 
' para lo que ellos querían • Y fue que dixo 
irbero,que lo que auía penfado era, que el 
ftiria en habito de donzella andante» y que 
ocurafle poneríe lo mejor quepudieíTcjCO- 
:fcudero5 y que af^i yrian adonde dpn Quí- 
eílaua.fingiendo fer ella vna donzella afli- 
,y menefterofa» y le pediría vn don, el quaL 
» podría dexarfelede ocorgarjConiO valere 
uallero andante.Y que al don que le penfa 
:dir,era quete. vinieííe con <:l!ai donde ella 
uaíTcsa desfazellevn agrauio que vn mal ca 
role tenia fecho: y que le fuplicaua aníi, 
no.quenola mandaíTe quitar fu antifaz, ni 
mandafle cofa de fu fazicnda , faíla que la, 
:{Tc fecho derecho de aquel malcauallero; 
: crcyefle fin duda , que don Quixote ven- 
Mtodo quantole pidiefi'eporcfte termi- 
que deña manera le facarian de alli,y le lie 
rian a fu lugar , donde procurarían ver 
íi tenia aigun remedio fu eilra- 
ña locura. 



j}6 Tercera parte de don 

CAP.XXVir. DE COMO SALIfr 

ron con fu inte ncion el Cura , y el Baiberói 
con otras cofas dignas de que fe caenteh-en, 
cfiá grande hiñonaé 



/■i 



NO le pareció mal al Barbero Ja mi 
cion del Cura, fino tan bieñ,que luii 
go 1.» pu fie ron porcbra.Pídictonlc 
ala véter^i vnafaya.y vnas cocaS}d¿ 
xandole en prencias vna íotaua llü^ 
madcICufa.El Barbero hizo vna gr>n batbadü 
vna cota ruzia, oroicá de baevj donde el vente- 
ro tenia colgado el peyne.Preguntoles la Venrt- 
raí>que para que le pedían ^Iquélias cofa^? Ef Cü 
ra le contó en breues razónenla locura de don 
Quixote^ y como conuenía aquel disfra¿para 
iacarledela nniontaiiadcndeala íazon eítaüa¿ 
Cayeron luego el vcntero,yla ventera, en que 
el loco era fu hueíped ^ el del balfamo, y el amo 
del manteado Efcuderoj y contaron ni Curato 
dolo que con el les auiapaflado,fincalíarl() 
cpie tanto callana Sancho.En réfolucionj la ven 
tera viílio 2A Cura de modo, que no hauia m« 
que ver.Pufole vna faya de paño,lIena de faxaí 
de terciopelo negro, de vn palmo en ancho, to- 
das acuchilladas;yvnos corpinos de terciopelo 

verde,guarnecidüs con vnos ribetes de rafe biá 

conque fe deuicron de hazer eilos, y la faya, ea 

tkmpo del Rey Bamba • Ho wtvíiutio el Cura 



Qgixcce de la MaQCJEi: ^^]^- 

cocaffen^fino pufofe4¿nlj^ c^jbcf 4i.;V|)^^ 
: lien^Q colchado q lleu|¡i;^^parr4 dorm^ 
he:y5ÍQofe por U frcncc j^^a^a de Caíe^ 
;to> y pon ocra liga bi^pyn antifaz con q 
ío muy ^é.lasbarbaS) y el rofliro^ ÉncaC-* 
b fu (ombreroi que era tan grande que ie 
eruir de qgica fol: y cubriendofé fu herré 
ubio enfu muía a mugcríegas^ y el B^r bis 
a fuya^con fu barba que ieilegaua a la citi 
iicrc roja y blanca^comó aquella que(co^ 
11 dicho)era hecha déla cola de vn buey 
D.Derpidicronfe de codos > y de la buena 
ritórnes, que prometió de rezar yn roía- 
iqae pecad9rajporq Dios íes dieíT^ buen 
en tan arduoi y tan Chriñianp negocio» 
:ra el que auiá emprendido. Mas a penas 
álido de la venen ^quando le vino al Cura 
amiento , que hazia mal en auerfe puefto 
cllamanera,porfcr coPa indeccn.tej ^ vn 
ote fe puíieííe aísijaúque U, tueíTe mucho 
t : y diziendofeloal baii)ero^le togó que 
é trages,pucs era mas juilo que el fueíTc 
zeüa menederofa^yque el baria el efcud^ 
|uc afsi ie profanaua menos fu dignidad: 
i no lo queria hazeíT) determinaua de no 
adelante, aunq don Quixote fe le lleuníté 
>Ío.Bn eílo llego ¡üacho^y de ver a los dos 
el trage , no pudo tener la rifa.En efeto^ 
>ero YÍao en rodo aquello Quee\ C\xt^ 




g38 Tercera parte de don 

quifoty trocando la inue ncionsel Cara le fue in 
formado el modo que auia de teiíeri y la$ paU 
bras que auia de dezir a don Quixote» para mo 
uerlc^y forfarlc a que cd el fe yinieíTc i y dexaf' 
fe la querencia del lugar que auia cfcogidopara 
fu vana penicehcia. hl Barb;:ro refpóndio 9 que 
fin que fe le dieíTe lición , el lo pondría bien en 
fu punto. No quifo veftirfc por entonces » hada 
que eíluuieíTen junco de donde don Quixoce 
cllaua9 y afsi doblo fus vcftidos>y el Cura aco- 
modo fu barba) y íiguicrun fa camino>guundo 
lo^ Sancho Pan^a^el qual les fue contado ioq 
lea aconteció con el loco q hallaron enia (ierra: 
encubriendo empero el hallazgo de la malcca,y 
de quanto en ella venia, que maguer que tonto 
era vn poco codicíoro el mancebo.Otro dia lle- 
garon al logar donde Sancho auia dexado pue- 
tas las feñales días ramas,para acercar el lugar 
dode auia dexado a fu feñorj y en recopociédo 
leylesdixOiComo aquella era la enerada, y q bie 
fe podian vcílír , (1 era que aquello hazia al cafo 
para la libertad de íü fcnoriporque el os le auia 
dicho anccs,que cl yr de aquella fuerte. y vcítir 
fe de aquel modo,er;! toda Ja importancia para 
facar a fu amo de aquella mala vida que auia e(- 
cogidoty que le encargjuan mucho , que no di- 
xelíe afu amo quien ellos eran, ni que los cono 
cia*Y que (i Iepreguntafre»como(eloauiade 
pregütar^Ci dio la cattai a 0\3LVáv\^^,4ixcflc que 



([^íxote de la Mancha* 339 

^»y 4°^ P^^ ^^ ^^^^ leertle auía rcipondídp de 
J^r^labra* dízkndolc» que Je mandaua fcpena de 
ia fu de%racia) qufc luego al ctooméco fe ñaictto 
á ver cd dia> que era cofa que le ímporcaua mu 
choi porque cotí ellos y con lo que ellos pebfa* 
tian dczíric » teniañ por cofa cierra , reducirle a 
m (jor vida» y híttv con el que luego fe pufieíTe 
tt\ camino para fer £mperadorioMonarca,quc 
en lo de fer Ar9obirpot noauia de que temer. 
Todo lo dcuchó Sancho i y io como tnuy bien 
én la memorial y its agradeció mucho ¡a ioten- 
ció que reñían de aconfejar afu íenorjtueíTeEm 
perador 9 y no Arcobifpo 1 porque él teñía, para 
íi^que para hazer mercedes a fus efcuderoS) mas 
podían los Emperadores, que los Ar9obirpos 
andantes. También les dixo,que feria bicn^que. 
el fueftc dciáte a buicarle>ydarle la tefpucfta de 
(U feñora, que ya feria ella bailante a faca ríe de 
aquél lugar,(in q ellos fe puíieífen en tanto trá 
bajo¿l^arecxolesbtfn lo que Sacho Fán^adezia, 
y aísi deterniínaró de aguardarle hafta que bol 
uieffe cd las nueúas del Hallazgo de fu amo.En 
trofc Sacho por aquellas quebradas dc!á fierra» 
dexando a tos dos en vcÍ3,por donde corria vn 
pequeño, y náanfo arroyo, a quien hazian fom* 
ora agradable,yfrefca,otras pcñas^y .ilguhos ar 
boles que por alli efiáuañ.El calor,y el dia q allí 
llegártín,era de los del rnes ¿i Agoütíjqué por 
¿quellas/>arrc5y¡/cir/cr el ardor tnüy g;cadrA^ 



tersis tes tret de latttde; todo la qotl fa; 
0no mas«|pradjd>le j y que coaáiaánffc a i 
ti cfpcraflcnlailiieka de Sanchoi^romc^i 
roo^Eflaiidapaei losaos allif Cofícgtdot 
fbmbra^icgo sáis<)|edos vna vos^quc fin 
pafiatJa Con dt^ilgtwíocro inftrmncnco»d 
f^aladanisQteicmaipu de q nopócq (t á 
rooipor parecerleB^ae aquel no era luga 
de pudiefieauer quietan bien ¿ancaáe«P 
afique foele^lezíf ¿«que por las (eiuas,x ^^ 
fe hallan paftoFesdéyozes eftreaiadas,a] 
eocarecmiientos^iPoecas^que verdades; 
qoandoadui]tie|X}nqueloque.ohíao ean 
ran vnos vtoToKt no diuruñicos ganaderot 
de diferecos Coroeíanos. Y confirmo efi 
dad^auer íido los verfos que oyeron eílos 

QVien menofcaua mis bienes? 
Defdenés» 
Y quien aumenta mis duetosj 

Los'Celo^. 
y quien prucua mi paciencia? 

Aufencia. 
De eíTe modo en mi dolencia 
Ningún remedio fe alcanza» 
Pues me macan la efperan^a, 
Derdenes,ccIos,y aufencia. 

<^ien Qi^.cauía efte dolors 



Qu ixote de ía ManchtJ |^| 

T quien mi gloría repugna? 

Fortuna. 
Y quien confíente mi daelo? 

El cielo. 
De cflTc modo yo reacio 
Morir deílc mal eftrañdf 
Pues fe aunan en mí daño» 
Amor,fortuna>ycI ciclo* 



• I j 



Qüíefi mejorara ttii ñierte? 
La muerte; 

Y el bien de amor qüíeq k alcan^a^ 
' Mudan9a. 

Yfus males quien los cura? 
• Locura.* 

De efle modo no es cordura 
Querer curar la pafsionf 
Quando los remedios fon, 
Muerte^mudan^aj locura* 

f[La hora^cl tiépo,Ia füledad,la vo2,y la dcflre 
2a de) qué cácaua>cauro admiración, y con teto 
en ros dos oyentes» los quales fe eíluuierd que* 
dos , efperando (i otra alguna cora ohían : pero 
viendo q duraua algún taritó el(¡Iécíp,determi^ 
naru de falir a bufcar el muíico^q coo.ta buena 
voz cátauá.lT queriéndolo poner en efeto,hízo 
íg meíhia voz qiie no fe monieífén^la qual llega 
íknoéiíóÉfasoydos^czntatídá efttSontto. 



Sv 



^ 4x Tercera parte d^ doQ 

SONETO, - 

Anta amiftad^que con ligeras ala^, 
''u apaüiencía^^ueddndoíe en el íu^Iq^ 
Entre benditas almas en el cielo, 
Subifte alegre a las Inipirca> falas. 

Defde alla((]uandoqukres)nos fcñalas 
La juila paz,cubierta con vn velo, 
Por quien a vezes fe tr^fluz^ el zelo 
De buenas obfas,quc a Ja fin fpn nnailas,^ 

Dexa el cieloip amiílad^o no per(níta», 
Qne el engaño fe vilta t^ librea. 
Con que deítruye a la íncencioc) fincer^. 

Que íi Cus apariencias no |e quitas , 
Preño ha de verfe el mundp en la pelea 
De la diicordc coníufíon prin^er^. 

m El canto fe acabó con vn profundo fufpiro, 
y los dos con atención boiujefon a cfpcrar fi 
ñus íe cantaua; pero víejido que la niuíica fe a- 
ui.i buelto en filiólos . y en laítimeros ayes , a- 
cordaron de fábv r quien era el triOc^cao eílre- 
madocn la vo2,comp dolorofo en los gemidos. 
Y no anduuieron mucho, quando a¡ bolucr de 
vna punta de vna peña,vicron a vn hombre,dcl 
miímo talle,y figura que Sancho Pan^a les aaia 
pintado, quando les contó ti cuento de Carde- 
ñio:e] qual hombre,quádolos vio, (in fobrefal- 
tarfe eftuuo quedo,có /a cabe9a inclinada fobre 

c/pecAo^aguiTa de hombre "c^uCiLtiaQ^íin a/cac 

Vi 



Quíxote de la Mancha. 34} 

los OJOS a mirftrlos.masde la vez prímera>qua 
do de ioiprouifo llegaron«El Cura» que era h5- 
bre bien hablado (como el que ya cenia noticia 
de fu defgracia , pues por las Teñas le auiaconQ% 
cido)rc Iiego^a eU y con breuesiaúque muy diC« 
crecas razone^,!: rogo yperfuadio^que aquella 
can mifcráble vida dcxaíTc > porq atli no la per*» 
dieffe, q era la defdicha mayor ik las deldichas» 
Eftaua Cárdenlo entonces en fu encero juyzio» 
libre de aquel furiofo accidente > que can a me- 
nudo le facaua de /i mifmo ; y afsi viendo a los 
dqscn crage can no vfado délos q por aquellas 
folcdades andauan , no dexo de admirarle algu 
tanco:y mas quando oyó que íe auian hablado 
en fu negocio , como en coía f^ bia ( porque las 
razones que el Cura le íiixo,arsi lo dieron a en- 
Cendcr)y afsi rtfpondio deíia manera.Bien veo 
yo,fcñores, quien quiera que feaysjqic el cielo 
q cíene cuydado de focorrcr alos buenos. y aun 
a ios malos muchas vezesjfin yo mercccrlo,mc 
embia en ellos cá remocos y apai tados lugares 
del crato co.ini d^la^; gences»algunas perfonas» 
que poniéndome deíance de losQÍosyCon vi- 
uas,y varias razones>quan dn ella ando, en ha- 
zerJa vida que hago .han procurado Cacarme 
deflia a mejor parte: pero conio nofaben que fe 
yo>que en Caliendo deíle daño, he decaer en o-* 
tro mayor ^ quica me deuen de tener por hom-- 
bre de íl acos dücurías : y ^un lo q\ic ^cot ^<^tW 



h I 



$44 Tercera parte de don 

pqfdeningunjuyzio.Ytioreria marauilUqu? 
afsi fuefle.porque a mi fe me (rasliizc^q lá fuet- 
ea de la imaginación de mis dergraciaj es rím 
tetífa,y puede tanto en mi pcrdicioo ,quc f.ii q 
yd pueda fcr parre a elíoruarlo, végo a quedir 
como piedra , falto de todo bueu feutido , y co- 
fiocimiento : y vengo a caer en la cuenca deñi 
verdad, quando algunos me dizcn , y mueítra 
fcñalés de las cofas que he hecho en tanco que 
aquel terrible accidente tne fcñotea.y tío fe mas 
que dolcrmeen vano ) y oíaldezir jfiíi prouc- 
cho.mi vebcuray dar por diícu'pade mis locu- 
r'íStel dczirlacaufadeÜ^s.Tqiiácosoyrlaqii'c 
tea ,pornucviejidoloscueitJosqiiales Ucjq- 
Íainúrc"tiiiraiiíll3tan de los eftcoj : y fino "i^ 
di?ren remedio , alómenos fio me datan culpj, 
coiiuirciendofeicse! enojo de mi dcfemboltii- 
tiücn tafticn2di^ii^rs'defi;ráiiCi;^S. YCiis que va*' 
rorros feftbrcsvvcnií cenia meímaüitcnciüu' 
qaé otros (laH yénido , antes que piííríys ade- 
lanto tdwtfirai'áifct'etaspefríaffóiiey.ósrac-' 
goqufcfi;i^.cheyici cuento' íque' no le tiene do 
mis defnentÜras : porque mil9adefpt^sdee&- 
tendidoí ^Hüfrareys del tra&ájo que t60uiÍT( 
éoconlblaf W iii'ál ,qtTC de Gado ¿btilüdo tfji^' 
capas.' Lo»tifiqDc tiO'd«(feaÜ5'o£raiÁiiirft, que' 
bberdefiiiné(m^boca,lá cÚlVdtlu-dfa&o ,1e' 
rc^voo fe&t bocreáiTe offóHfcpdlitf^dé dq hittt. 



7- - — f J 



Quixote de la Mancha. 34/ 

ó : y con e(lo el trifte cauallero comen-* 
[limera hiftoria , caíipor las mefinas pa« 
\¡ paíTos que la auia contado a don Qui- 
ilcabtero,pocos días atras>quando por 
del Maeftro E^lifabat^y puntualidad de 
uxote,en guardar el decoro á la caualie 
uedo el cuento imperfeto ^ como la bi- 
} dexa contadOf Pero aora quifo la bue- 
:c,qué fe detuuo el accidente de ía locu- 
dio lugar de contarlo halla el íid:y afsi 
loalpaflb del viilete , que auia hallado 
rnádo entre el libro de Amadis de Gaa 
Cardenio.Gue le tenia bien en la memo^ 
ue de^ia deua nianera. 

la di4 defcübro en vos valores , que me 
ligan » y fiier^an^a que en vti^s os edime: 
quiíie^redes facarme dcfta deuda>(in exe 
le en la honra j lo podrcys muy bien ha- 
Jre tcngo.quc os conoce^y que me quie- 
, el qual fia forjar mi voluntad cumpli- 
ueferajuflo que vos tcngays, fies que . 
mays tomo dez¡s,y como yo creo, 
eftevilieteme mouia pediraLufcinda 
»ofa ^ como ya os he contado , y eftc fue 
ien quedo Lufcínda en la opinión de do 
iojporvna délas mas dHcretas,y auifadas 
es de fu tiépo.Y efte vülete fue,el Q le ^u, 
cSbo dé dcíiruyrmcf antes q eluiíoTe t.fe 



tuaíTc.Dixeleyo adon Fernando» en loque 

paratiael pidrede Lufcinda^que era en qoi 

padre fe U pidieíTesloqual yo no ofaua d 

tem^rofoqucno vendría en elIo:no porqiu 

cuuieíTc bien conocida la calidad .bondad» 

tud»y hermoíura de Lufcinda, y que cenia ! 

tes badán ees para ennoblecer qaalquier ot 

nage de Efpaña : íino porque yo entendia 

que de(fcaua que no me CaíaíTe can prefto, I 

ver lo que el Duque Ricardo hazia conm 

£n rcfolucion , le díxe $ que no me auentuí 

a dczirrclo a mi padre » afsí por aquel inco 

nience^cortio por otros muchos que me ac< 

(lauan » fin r4)er qualcs eran: fíno que me p 

cia^qi^eloqueyodeíTeaíTe Jamas hauia d< 

ner efeco.Átodo cftome rerpondiodon F 

do,que el fe cncargaua de hablar a mi padr 

hazcr con el, que hablaíTe al de Lufcii^da.O 

rioambiciofOjoCatilina cruel,oQ¿iJld fac 

rofoiO Giialon embuftero , o Vellido tray 

o lulían végatiuOjO íudas codicioío. Tray 

crucljVengaciuo, ycmburtero^que deíTcru 

ce auia hecho efte trífte , que con tanca lia 

ce dtfcubrio los fecretos , y conrcntos de f( 

ra^on ? Que ofenfa te hize ? Que palabras i 

xe , o que confcjos te di , que no fueircn t 

encaminados a acrecentar tu honra,y tu p 

cho?Masde que me quexo^defuencurad 

mi, pues es cofa cictu > c^c]\^vx^^do traen 1^ 



Quíxocc de IaMancha¿ 347 

as la corriente de las eílrellas» como vie- 
le aleo abaxo derpefrandofe con furor>y có' 
ncia.no ay futrfa en {a c|erra que las deten, 
ipdpftria liumana que preuenir las pueda» 
n pudiera imaginar) que don FernandOf. 
llero iluftre, di(cre(o, o^igado de mis fer- 
s, poderofo para alcanzar Jo que el deíTeo 
rpfple pidieífe , donde quiera que le ocu- 
s fe hauia de enconar (como fuele dezirfe) 
^(iiarmp a mí vna rpla oueja» que aun no 
íhia ? Pero quedenfe eftas coníideraciones 
t^, como |nut¡les,y (in proyecho,y añude- 
eli;otohilodemiderdichada tvftotia. Di** 
ues y que parecicndole a don Ifernando, 
nii prefcn^ia era inconueníente para po- 
nexecucion fufalfo, y mal pcnfamiento, 
rminpdc embiarme a lu.hermano mayoft 
)cafíon de pedirle vnos dineros, parapa- 
:ys cauallps,qiic de irjdutlria,y folo para e- 
eco de que me aukntafle (para poder me* 
Jir con fu dañado intento) el mefmpdia 
c cfrecio hablar a mi padre los compró, y 
que yo vinicffe por el dinero. Pude yQ 
enir efta traycíon ? Pude por ventura caer 
naginarla ? No por cierto» antes con gran- 
nogufto me ofrecía partir luego , contcn- 
e la buena compra hecha. Aquella noche 
h Con Lttfcinda , y le dixe lo que con don 
ando 9ucd<3i;a ccíiccrtado , y que tuu\t^^ 



^4' TcrccA parte de don 

firme erperan^a^de que tendrían efet 
büCDOs y ;u(lo$ defleos«ElIa me dixc 
rá como yo de la traycion de don \ 
que procuralíe bolaer prefto, por( 
qae'no tardaría mas h concluñon c 
voluntades, qne tardafle mi padre d 
(liyo^ No fe que fe fue» que en acaba; 
zirme eftd » íe le lleuaron los ojos de 
y vn ñudo fe ie atraueíTo en la gargai 
It dexaua hablar palabra » de otras nr 
me pareció que procuraua deíirme.* 
mirado defte nueuo accidente , ha(l< 
eh ella vifto^ porque fíemprehos ha 
lasvézesquelabuenafartuna, y mi 
toconcediai con tadoregozi)o. y coi 
mezclaren nueftrai platicas, lagfini; 
eelos, íbrpechas: o temores . Todo e 
dccer yo mí ycnturay por auermela c 
lo por íeñorá. fixagerauafu belleza, 
me de fu valor, y entendimiento .B 
Ha en teCambio,alabando en 'mi ío q 
namoradi le parecía digno dé alabái 
fió ^os contauamos^Cien mil niñería 
Iníentos de nueftrotí vezinos \ y cónc 
lo que más fe eílendia mi defembolt 
tomarle cafi por Íaer9a,vna de fus b 
Cas óranos , y llegarla a la miboca » 
lugar taeflrecheza de vná baxa rexa 
uidii;«<Perol« noche que precedió i 



V 



(i^otedelaMaochiu ^i 

¡partida j ella llorón gimió , y fuípíro , y 
; 9 y me dexó lleno de confafion $ y íobre« 
I cípancado de hauer vifto can nueuas ^ y 
riftes mueftras de dolor > y (entímienco 
ifcínda^ Pero por no defiruyr mísefpe'* 
is> codo lo atríbuy a la fuerza del amoi^ 
ae cenia > y al dolor que fuele caufar la au« 
{ en los que bien fe quieren . 1S¡o ^n yo mq 
trifte , ypenfatiuosllcnael almadeima- 
íones > y íoípechas , (7n faber lo que CoC- 
laa ) ni imaginaua • Claros indicios que 
rfluan el criue fuceíTo » ydefuenturáque 
laua guardada « Llegue al lugar donde* 
ibiadío. Di las carcas al hermano de dotí 
indo , Fuy muy bien recebido , pero no 
lefpachado > porque me mando aguardar 
a mi diígufio ) ocho días , y en parte don- 
Duque fu padre no mevieíTc : porque ftt 
ano leefcriuia, que le embiaíTe cierta can- 
de dinero > fin fu fabiduria • Y todo fue 
cien del falfo don Fernando, pues no le 
lan a fu hermano dineros paradefpachar*. 
jego • Orden » y mandato fue eüe > que. 
lio en condición de no obedecerle , por 
zxmc ímpoísible fuftentar cantos días la 
en elauienciá de mi hcrñiola Lufcinda» 
¡auicndola dexadocon la trtfte^a que y^ , 
contado. Peco con codo eüo » obedecí 
buencrucIo^.^uxique.muyM^Y^Vvva^ci ^ 

^^\c 



o 



í 



t 

I 



$f6 Tercera parce de ¿oú 

que auiadefer a cofia de mi Talad • Pero aldl 
quacro días que alÜ llegue,Iifgó vn hombre al 
mibulca^ con Vna carta que me dio ^ que cotí k 
fobrefcrico conocí ferdcLufJnda , porque U 
letra del era Tuya. Abrilá cemeroro^y ccnlubré 
íalco , creyendo que cofa granJedeuia defería 
que la auia mouido a eferiuirmcciUndo auf:a t 
te^ pues prcfente pocas vezes lo hazia. Preguri- 
tele al hombre . anees de leerla» quien fe laauíá 
dado«y el tiempo que aula tardado en elcami* 
no. Dixomes que a cafo paflando por vna caJd 
de la ciudad, a la hora de medio di i, vna feajri \} 
muy het mofa le llamó defde vna ventana » los. i 
ojos llenos de Iagrímas,y que con mucha prief 
fa le dixo • Hermano íi Toys Chriftíano , coma ¡¡ 
pareceys,por amor de Dios os ruegOyque enea i 
miney s luego , luego eíla carta , al I ugar, y a U :* 
péffona que dizc el íobrefcrito , que todo es bic i ': 
conocido , y en cl!o hareys vn gran feruício i 
Dueílfo Señor. Y para que no os falte comodi- 
dad de poderlo hazc r , tomad lo que va entile 
{>añuelo: y dizíéndo efto,mc arrojó por la ven- 
tana vn pañuelo donde venían atados cien rea* 
les>y eíla fortija de oro que aqui cr.iygo, con eí- 
fa carta que os he dado : y luego fín aguardar 
refpueda mia » íe quitó de la ventada > aunque 
primero vio como yo tomé lacarta^ y el pañue 
Joy vpor feñas le dixe,que haría lo que riie man 
ddua* Y afsi viéndome tavvVvtiv'g^Li^^du ¿A cia- 



Quizóte de la Mancha* ifi 

yo que ppdia tomar en cr^croslai y conocicn- 
I por d (cbrclcrit o > que erades vos aquien fe 
nbiauas porque yo feñor os conozco muy bic: 
obligado áfsi melmo de las lagrimas de aque 
I hermofa ícñora > determine de no fiarme de 
;ra parfoika^/ino venir yo mefmo a dárosla. Y 
I diez y íeys botas q ha que íe me dio y he he- 
lo el camino que fabeySyque es de diez y ocho 
guas.£n cato que el agradecido.y nueuocor*. 
\o eflo me dezia» eftaua yo colgado de fus pa- 
bras, teoiblandome las piernas de manera, q 
penas podia fiíftenermc* £n efeco abri la car. 
i^y vi que contenia eñas razones. 
La palabra que donFcrnando os dio dehl* 
lar avueftro padre para que hablaíTc ai mío>la 
a cüplido mas en fu güilo que en vueílro pro- 
echo. Sabed Señor que el me ha pedido por 
fpofa > y nii padre lleuado de la vciiCaja que el 
nenia que don Fernando os haze,ha ve nido en 
o que quiere, con tantas veras » que de aqui a 
lo^dias fe ha de hazer el dcípoforio : tan fecr e 
o , V tan a folas>qut Tolo han de íer tefligos los 
ielos,y alguna geiit'e de cala • Qual yo quedo» 
[iiagina!dü.Si os cample venir , vcldo Y íi os 
|uiero bienio no, el fue ello dcfle ntgccio os lo 
lara a entcnüt:r.ADiosplega,queeüá llegue a 
'ueüras manos,ances que la niia fe vea en con- 
hcion de juntaife con la de quien tan n>Allabc 
'uard^r Ja fe qac ptom^ic. 



, j|/i Tercera parte de ¿oú 

EílasenfuDia fuero» las razones que lactf* 
ta conrenii , y las que nie hizíeron poner luega 
, cncammo,(ine(p:?raroCrarefpueíla, nioErosdí 
heros ; que t>i:ti cUro, coiloci entonces, qué nq 
^lacoiripradc loícsüallos, fino (a de fugriflDji- 
Día mouido a don F^r'iádo a embiarme a ftiIiCF 
.mano. El enojo que concra don Fernando con- 
cebí , jtínco con el temur dfi perder la prenda q 
. \é& tantos íño% de rcrLiiclos,y deíríos,teniagrá 

Í[sada,rne pufieron alas, püís cafi como en bué 
o,otro dii me püfe en rn¡ lygar,al piinto,y ho- 
ía qúc cÓuenia para yr a habl.ir a Lufcinda. En- 
tre fecreto,ydcxe vnamula tn que venia, en ía 
(a. del buen hombre que me aiiia Ucuado la di' 
.ta.T quifo la fuerreique enConcei la tuüieiretft 
l>uena,quc hal le aLíifcinda puerta a la rexa,ter- 
tigo de nueftros .-imares. Conocióme Lufcinda 
(uego,yconocilayo,masiiocomodeuiael]aco 
¿ocermc) y yo conocerla. Pero quien ayenel 
thundo que fe pueda al3bar,que lia pínetrado^ 
y Tábido el corifufo penfamiiínco , y condición 
mudable de vna muger? Ninguno por ciertoi 
Digo pues , que afsi como Lufcinda me vid 
me dixo.Cardenii] de boda cHoy venida, yi 
mceftan aguardaniJo en la Tala > dan Fernán* 
do el traydüt, y mi padre el codiciofo, cono- 
tros teftigoSiqUí antesloferan de mi muer- 
te, quede mi defpororio. Note turbes amigo» 
//no procura tiaiUttcptcCéwa elle facrificio.cl 



QaixottdciaXtañchÉ; $r| 

|aal fino pudiere Ter eíloruido de siís razo* 
tícté vna dagt Ueuo elcondida » que podra cf- 
toruirmas determinadas fuerzas j dando fiA 
I mi vida k y principio a que conozcas la volun- 
tad que te he tenido y y tengo • Yo le rett>ondi 
turbado, yaprieíTa, temerofe no me faltafle 
lugar para refponderla : Hagan > feñora» tus o» 
bras verdaderas tus palabras^ queíi tullcuas 
daga para acreditarte % aqui Ileuo yo eipad¿ 
t^ara defenderte con ella , o para matarme » fí la 
fuerte nos fuere contraria, riocreo que pudo 
oyr todas eftas razones » porque fcnti que la 
llamauan a priefla , porque el dcípofado aguar-; 
daua • Cerrofc con eflo la noche de mí trifte- 
Ka: pufo fe me elfol de mi alegría: quede (iti 
luz en los o)Os,y íin difcurfo en el trn te ndimien 
to. Noacertaoa a entrar en fu caía , ni podía 
mouerme a parte alguna: pero confídcrahdo 
quantoirr.porcaua mi prefencia, para ItS^qué 
[ucedcr pudieíTc en aquel cafo i me anime lo 
inas que pude > y entre en fu cafa ^ Y como ya 
abia muy bien todas fus entradas y falidas > y 
nas con el alboroto que de fecrcto en ella an« 
laua, nadie me echo de ver. Afsi ^ que íin fet 
año y tuue lugar de ponermüs en el hueco que 
laziavna ventana delamefmafata> que con 
aspuqtas y remates de dostapizes (c cubría^ 
>or entre las quales podia yo ver, íinfcrvif- 
;o , codo quanto en Ja lala k hszia • Qmctv v^^l'' 



0icra dczir aora , los fobrcfalcos que me 

corafon míeacras aliieñuue? Lospenf 

tos que me ocurrieron ? Las confidcr^ 

qu^ liize ? que fueron tancas i y cales , q 

pueden dezír > ni aun es bien que fe díg; 

taque fepaysque elderpofado eneró c 

la » ñn pero adorno , que ios mefinos v 

ordinarios que foía • Trahia por pad 

vn primo h£rm:.no de Lufcinda , y ei 

laralanoauiaperrona defuera, fino h 

dos de cafa • De alii a vn poco fallo de v 

cámara Lufcinda » acompañada de fu 

ydedosdonzellas fuyas: tan bien adc 

y compuefta » como fu calidad y her 

merecían : y como quien era la perfccc 

la gala y bizarría cortefana • No me 

gar mi fufpeníion » y arrobamiento » ps 

oiirafTe » y nocaflfc en particular lo qu< 

veftido , folo pudéaduertir alascoIor< 

eran $ encarnado y blanco : y en las vidi 

que las piedras y jjy as del tocado, y ¿ 

el veftido hazian , acodo lo qual fe ai 

ua la belleza íingular de fus hermoíos y 

cabe los, tales ^ que en competencia de 

ciofas piedras , y de las luzc^ de quatro 

que en la faJa eAauan» la fuya con mas t 

dora los pjois ofrecían. O memoria, e 

mortal cíe mí defcaníb , de que fíruc 

fcacarmc acra la incomparable bcllea 



^9 9 



\% iftáorada enemiga mía \ No feri me- 
cruel níefnüria>que me acuerdes ^ y re« 
mees io q entonces hizo, para que mouido 
ID maniñelto agrauio , procure > ya q no la 
;any*a,alomcnos percUr la vida. No os can» 
Tenores de oyr eíUs dígrcfsiones queha^ 
u^: (10 es mi ptm de aquellas que puedan 
^uin contaríe fucintamencé ,y de pafTo» 
cada círcunñancía fuya^me parece a 
|u¿ es digna de vn lirgo difcurfo. A ef- 
refpondio el Cura > que no Tolo no fe can* 
len oyrlc ,íínoque les daua mucho guf- 
s menudv'ncia); que concaua , por fcr cales» 
ncrrccian no pallarfc en íilcncio , y Ja mef- 
cencion que lo principal del cuento. Di* 
)ucs,proí¡guio Cárdenlo , que eílando 
s en la (ala, entro el Cura de la perro* 
,y comando a los dos por la mano^pa** 
zer lo que en cal aifto (e re quiere , al de-» 
.^crcys , feñora Lufcinda , al fcñor don 
audv) que efta prclence .por vucflro le- 
lo efp^>ro,como lo mand.) la íanca ma* 
gicGa? /o laque coda la cabc^i y cuel lo> 
icrelos tapizcs,y co atentilsímos oydos^ 
la túrbida, me puíc a elcuchar lo qu e Luí^ ' 
. refpondia ¡efp.Tandode fu refpucfta la 
:ía de mi muerte,o la confirmación de mi 
O quien fe atreuiera a falir entonces, dÍ7iS 
bozes: A Lufcinda, LufcindasinuaVoc^xA 



^^^^^m^^r^a^m 



Tercera parte de don { 

hazesjconfidera lo que me deoes>inira que eres 
snia>y qae 90 puedes fcr de otro. Aduierce»qae 
el dezir €u> Si > y el acabarfeme la vida , ba de 
fer codo a va pudto :{ A craydor don Fernan- 
do robador de mi gloria , muerte de mi yidzt 
que quieres? <jue pretendes ? coníidera 1 que no 
puedes chrínianamenre llegar al fin de cus def- 
feotsporque Lufcinda es mi cípofa , y yo foy fa 
marido. A loco de mí,aora que eltoy aufencci 
y lexos del peligro y digo que auia de hazcr lo 
que nohize. Aoraque dexe robar mí cara prea 
da maldigo al robador 9 de quien pudiera ven* 
garme» (t cuuicra coraron para ello» como le 
tengo para i^uexarme. ¿n fin , pues fuy entoa- 
ees couarde , y necio, no es mucho que muera 
aora corrido, arrepentido , y loco, Eftaua efpc 
rando el Cúrala rcfpuena de Lufcinda , que fe 
decuuo vn buen cípacío en darla 9 y quando yo 
penfe que facaua la daga para acredicarfco 
defacaua la lengua para dezir alguna verdad» 
o defengaño que en mi prouecho redundaíTr» 
oygo que dixo con boz defmayadaj y í^aca : Si 
quiero.y lo mefmo dixo don Fernando, y dán- 
dole el anillo , quedaron en diíToluble nudo 
ligado^* Llego el deípofado a abra9ar a fu cfpo 
fa,ye)la poniendoíela mano fobre el cora- 

Son , cayo dcfmayada en los brá9os de fu ma- 
re.Keílaaora dezir, qual quede yo, viendo 
esa el ShQiXQ auUoydo^bucladas mis crpcra^as, 
r C^JÜas 



Quixote de la Mancha? 3J^ 

Ls las palabras » y promeías s de Lurcindar 
ofsíbilítado de cobraren aigú ciepOielbíea 
en aquel ínfiante aaia perdido. Quede fal' 
c confe/o , defamparado , a mi parecer» de 
) el cielo , hecho enemigo de la tierra 3 que 
Liftenrana, negándome el ayre aliento para 
fuípiros , y el ¿gua humor para mis ojos: 
el fuego fe acrecentó de manera» que to« 
tdía de rabia 3 y de zelos. Alborotaronfe 
>s con el dvTnriayo de Lufcindá , y defabro 
dolé fu madre el pecho para q le dieíTe el 
y fe defcubrío en el vn papel cerrado 9 que 
Femando tomo luego, y fe le pufo a leer 
uz dé vna de bs hachas 9 y en acabado de 
¿fefento en vna (illa, y fe pufo la mana 
mexilIa,conniuenrasde hobremuyptn- 
o, (in acudir a los remedias que a fu cfpofa 
zíá'n;paraq del defmayo boluieíTe. Yo vicn 
barotada toda la gente de cara,me auéta- 
alir; aora fuefle viílo^o no: con determina 
q fí me vicífen , de hazet vn defatino , tal^ 
odoel mundo viniera a entenderla )ufia 
;naeion de mi pecho » en el caftigo del faU 
n Fernádo^y aun en el mudable de la def- 
ida traydóra. Pero mi fuertcque para ma 
(males({¡ es pof5Íblequelósaya)mede- 
nerguardado,ordeno,queen aquel punto 
ibraflTc el entendimiento que defpucs acá 
í faltado :yafsiñn querer tomit ^«tv^wk* 

Z5 V^ 



% í8 Tercera parce de don 

^a de mU mayores enemigos (que por eftar tan 
un penfamiento mío > fuera fácil Cümarl2r)qui- 
fe tomarla de mí mano t y cxecutar en mi la pe* 
naque ellos merecían : y aun quica con mas ri« ^ 
gordtlque con elios^ víaratíi entonces les .; 
diera muerte f pues la que íé recibe repentinat ^ 
preflio acaba la pena s mas la que fe dilata con i 
tormentüSs(iempre mataifm acabar la vida.En s 
íin,yofaIi de aquella cafa , y vine a la de aquel 
donde auiadcxado la mula:hÍ2eq me la cnfi^ 
Uaíícs (in dcfpedírme del/ubi en elia,y lalí déla 
ciudadi fín ofar, como otro Lot > boluer el roF- 
tro a miral.'a: y quando me vi en el campo foto» 
y qlaefcuri'laddela noche me encubria^yfu 
liiencio cohibidiua a quexnrme ^ (in rc(pcto , o 
miedo de f^^r efuchado, ni conocido ^folce la 
boz , y dcfate la lengua en tantas maldiciones 
deLufcinda , ydcdun Fernando, como fi con 
etias r;ici»fizícra el sgrauioque me ayian he- 
cho Dile titiJos de crr.c , de ingrataidc faifas 
y dcfagradecidai pero fobre todos, de codi- 
ciofa^pues iajiqucza de mi enemigo la auia 
cerrado jos o/os de la voluntad , para quitar*» 
^ mela íi mi, y entrrgarla a aquel con quien mas 
liberal y franca » la fortuna fe auia moftradoiy 
en mitad de la figa deílas maldiciones , y vitu^ 
periosi la defculpaua^diziendo: que no era mu- 
cho que vna don/clIa recogida en cafa de fus 
padre^hecha ^ y acoílumbrada fiemprc a obe- 

dectN 



Quixote de la Mancha. ^ff 

decerlos , huuieíTe querido condecender con 
fagufto, pues le dauan por efpoía a vncaua- 
ilcro can principal » tan rico 9 y can gentil hom- 
bre ; que a no querer recebicie » (e podia pen- 
far , o que no cenia juyzio , oquecn ocrapar*» 
te tenia la voluntad ; cofa que rcdundaua tan 
en perjuyzio de íu buena opinión, y fam¿r. Lúe* 
go bolisia díziendo , que pueAo que ella dixera 
que yo era fu eípofo , vieran ellos que no auia 
hecho e) eícogermc tan mala elección , que no 
ladifculparan 9 pues antes de ofrecerfeles don 
Fernando » no pudieran ellos raeícnos acertar a 
deíTcar , (i con razón miditifen fu defleo , otro 
mejor que yo, para efpolo de fu hija: y que bien 
pudiera ella anees de poneríé en el trance for- 
jólo y vlcimo , de dar la mano » dezir » que ya 
yo le auia dado la mía , que yo viniera , y con- 
cediera con todo qu;into ella acertara a fin- 
gir en eíle caíb . £n fio , me refolui 9 en que 
poco amor , poco juyzio 9 mucha ambición , y 
deífeos de grandezas , hizieron que 4e oluidaf- 
ít de las palabras con que me auia engaña*^ 
do 9 entretenido 9 y rusentado én misfirmec 
efperan^as > y honeí^os defleos . Con eílas bo- 
zes.y con cfta inquietud, camine lo que queda- 
lia de la noche 9 y di al amanecer en vna entra- 
da deftás (ierras, por las quales^caminé otros 
tres dias,fin fenda ni camino alguna vhaila que 
vine aparar a vAosprados^ <\ue no b.a. f\\x^ 

Z 4 Tsv^ 



mano deAas montañas caen , y allipregui 
vnos ganaderos ) que hazia donde era je 
aipero deftas (ierras* Dixeronme,c]uc has 
ta parte • Luego me ehcamine a ella, con i 
cion de acabar aquí la vida : y en entrand 
efiasaf perezas, delcanfancío, y de la ha 
íe cayó mi muía muerta : o lo que yo mas 
por deíéchar de (i can inútil carga com 
mí llcuaua • Yo quede a píe , rendida de 1 
toraleaa » traípaíTado de hambre , (in teñe 
penfar balear quien me focorricííe. De ; 
lia m añera eftuue no fe que tiempo, ter 
en el rueIo,al cabo del qual me leuante (in 
bre, y halle junto a mi vnos cabreros, 
fin dada deuieron Uv los que mi neceO 
remediaron : porque ellos me dieren < 
tnaneraqne me aui.m hallado, v como 
na dizitndo tantos difparaees, y oefatinos 
daRa indicio! claros de auer perdido el 
iio: y yo he fentidq en mi, defpucs aca , qi 
todas veacs le tengo c^baf» (Tno tan d< 
drado , y ñico » que haeo mil locuras : raí 
dome los vcftidos , dando bozes por eíla 
ledades , maldíaiendo mi ventura , y repi 
do en vano el nombre amado de mi er 



Qilíxote de k Msnchtt. %6t 

> mouerme • Mi mas -común habitation 
el hueco de vn alcornoque I capaz de cu- 
íle mife rabie cuerpo • Los vaqueros y ct« 
$ que andan pbr efta^ montañas f moui* 
: caridad me Alimentan 9 poniéndome cl 
r por los caminóos y por las peñas por ¿Si 
ícjiden queacafo podre pafiar f y hallar 
aísi aunque entonces me falte el juyziOf 
fsidad natural me da a conocer eí man- 
ento ) y defpir rta en mi el deíTeo de ape« 
h y la voluntad de tomarlo. Otras vezes 
en cllos.quando me encuentran con jity^ 
le yo falgoaloscafninos^yque feloqui*- 
fuerza f aur^que me Jo den degradóla 
lores que vienen cón tilo del lugar a las 
is. Dcfta manera paíTo mi miíerablcy 
a vida , hatla que el cíete fea feruido de 
cirlearuvlrimofínf o de ponerle en mi 
las para que no me acuerde de la her* 
t s y de la traycion de Lullínda » y del 
>de don Fernando: queíiefto el haze 
arme la vida » yo bolucce a mejor dif- 
lispienfamientos : donde nOf no ay fíno 
> que abfolutamente tenga miferícor* 
QÍ alma , que yo no (icnto en mi valor» 
aspara Tacar el cuerpo defla eftreche- 
|ue por mi gufio he querido ponerle. 
9 o Tenores, ia amarga hifloria de mi 
atdca»d^e ñ e sral^quepueda ceUbtM^^ 



$Si Tercera parte da don 

con menos rcntiiiiiencos t que los que en mi a 
neysviitü? Ynooscanícyaetiperíliadirme.n 
aconrejirmcilü que la razón os dixere que pue 
de fcr bueno para mi remedio , porque lia de » 
prouecharconmigo, lo que aprouetha ¡a meJí 
cinartcecada de tamofo Medico , al enfrrm' 
que rccebir no la quiere. Yo no quiero falud íi: 
Lufcindaty pues ella gufla de fer agtna, Hendo 
o deuicndo íer niia>gulle yo de fer lie la deíuei 
tura, pudiendo aucr /Ido de la buena dicha , E 
lia quifo con (u mudanza hazer cflable mi pci¿ 
cion: yo querré con procurar perderme, haré 
coiucnta fu voluntadi y íéra exemplo a 1*m po 
v;nir , de que a mi fulo faltó lo que a codoi 1<i 
dJdichadus fnbra, a los quales luele fer confot 
lo la impürtibiiidad de tenerle , y en mas caul 
de mayotcs rendimientos, y males, porque «i 
ptenfo qné no (é han de acablr con la mtktt 
Aquí dio Bn Cardenio a fu larga platica > y ti 
cteidichadacomoamotorahJfloria.Y al tiem; 
Ijücel Cura fe prCuenia para dezirk alguna» ' 
zones di confuelo, le fufpendio vna boa quel 
go a fus oydos,que en laftimados acentos ev 
xúD quie tlcEia , lo que fe dirá en U quarta pai 
dcfla narración , que en ofle punto dio fio 
i Ja tSrCera el Sabioty atentado hi- 
fiOtiadorCideHamcte Be 
ncngclí. 



Mancha. 

, y agradable aueotur» que aii 
rberl fucedio eD U tadtm fui 

tELlCISSlMOS,y vei 

rofos fueron los "«:|"P°! '^^ 
hfc echo al mundo el audmf. 

Ücauallcro don a""^o«* ^"-J^^ 
\\u : pues por auer ten do 
determinación , como Wc el q« 
ybolueralmundo.layapcrdid 

ía orden de la andante cauall 
acra en efta nneUra edad ncce 
•eres entretenimientos . no íoio 



3^4 Quartapartedc dos < 

confoUr aCatdctiioiloimpídío vna boz qi 
góa Tus uydus . que con trilles acentos ( 
delta manfla. 

Ay Oíos , íj fetd pofsiblc que he f a ha: 
lugar que pueda fcruir de eicondida fc{ 
ra alacarga pefada deflecuerpoique a 
era mi voluntad íoñcngo>Siferá,ri la foh 
que prometen ellas fierras no me miente 

qfriQH^Máfeñ , y nutlú»^ * mí joc^ 
tf)f)^jn|t||<^M Ja¿u:.pw»4tic cófei.qiKxi 

4|[tgqn lKmi)it« huaikiip. pofi jh^^^ 

A^Q^ni Í8il!d|i3áf ,'alfúi'o'en l^tf^ 
jne^ocDÍo3Íñ«Ié9.Tpij3i cAak razones 
4an,,ype^bíeron,clCura)y tos qaccc 
•fi(t9uan;y.por.p4ceccr.l&SiCohio ello era, 
lali^jÚQCo- las dczian , fe leuántarsoa bi 
.fl4MÍ^* ytio hauteron andado veynte 
!(oi,qu;^a detras de/ vh peñafco vi 
.feR^aíKo.al^pie de vn frcTootavainojó 
2tÍ(tci^.a»n6-labradQr,eI qviíl por cene 
.-ojioado el mOro > acaula de que fe lauau; 
.pícf end arrayo que por allí corríiino 
im^eron vá por enconces : y ellos Heg; 
con unto tiíencio * que del no fueron C 
..do««mel eftaua aotc» coCi. atentp, q 
• JtMUf fe loe piec 1 ^utuiAX.^ \<=^ tifk* 



QgIzQft de hfjnSbS^^^^gg 



fino dos pcdafos de blanco críftal » que 
elasocris piedras del arroyo fe auían na* 
k Sttfpendioles la blancura , y belleaa de 
pies , pareciendoles que no eftauao he- 
a pifar terrones » ni a andar tras d ara« 
y los bueyes » como moftraua el habita 
. dueño : y afsí viendo que noauíanfido 
dos » el Cura que yua delante » hizo fe- 
a los otros dos » que fe agayapaflen , o 
idieíTen detras de vnos pedaf os de peña 
a]If auia , afsi lo hizicron todos 9 miran- 
)U atención lo que el mofo hazia :el qual 
a puefto vn capotillo pardo de doshaU 
muy ceñido *I cuerpo con vna toalla blan 
rahia aníi mefaio vnos cal9ones 9 y pola/ 
e paño pardo > y en la cabera vna inon« 
parda. Tenia las polayaas leuantadas 
I a mitad de la pierna >q ve (in duda al- 
de blanco alabaftro parecía. Acabofe 
lar los hermofos pies , y luego con va 
de tocar 9 que Taco debaxo de la ropn- 
fe los limpio y a) querer quieaefele al« 
oftro 9 y tuuieton lugar los que míran- 
(ftauan,dc ver vna hermoiuraincom- 
le 9 tal que Cardenio dixo alCura:con 
laxa : Eftatya que no esLufcinda, no 
fona humana 9 ñno diuinsu £1 mofo (k 
la montera» y facudiendo la cabera a^ 
a otra parte > fe comeofaron a dcíco** 



i66 . Q^rra parte dé don 

gcty ydefparzir vnos cabellas , que pudiend 
lusdel Sol tenerles cmbidta. Con eitocuno- 
cieron que el que parecía labrador, eramu^ 
gcTy y delicada 9 y aun la mas lurmofa, que 
hafta entonces ios o;os de .os dosauían y¡í* 
to,yaun los deCardcniOfíino huuieran (nr 
rado j y conocido a Lufcinda » que dcfpucs a- 
firmo» que íola la belleza de Lu^cinda podia 
contender con aquella. Los lucngjs y ruuíos 
cabellos» no (olo le cubrieron ijs erp^ldas, 
mas toda en tsjrnota efcondtcron d.baxo de 
ellos ) que lino eran los pies > ninguna ocra co- 
fádefu cuerpo fe parecía , cales y cancos eran* 
En efto les (iruio de peyne vnas manos » que li 
lospicsenelagua auian par.cilo peda^o^de 
criftal) las manos en os cabellos femc/auao | 
pedamos de apretada nicue : todo lo quaJ . eD 
mas admiración, y en mas dcíTco de faber 
quien era» poma a los tres que la mirauan* 
Por efto determinaron de mortrarfe, y al mo- 
aimiento que hizieron de pooc^rfc en pie, la 
hermofa mo^a al9Ó la cabera » y apartando- 
fe I os cabellos de delante de los ojos con en- 
trambas manos,miro los que el ruydo hazí.in: 
y a penas tos huuo vid o» quando íc leuan- 
to en pie » y fin aguardar a cal^arfe , ni a reca« 
ger los cabellos »a(io con mucha preílezavn 
Bulto co:no de ropa» que junto a (i cenia» y 
^üifo ponerfe cu hu^d^^Vktvaí de turbación» 



f 

Qgtxott de 4« Mancha* j^ 

liho : mas no buuo dado feys pa0of» 
nopudicndo fufrir los delicados pies 
cza de las piedras, dioconíigoen ci 
Lo qual viílo por los eres > falieron a 
:l Cura fue d primero que le dixo: De^ 
feñora V quien quiera que fcays 9 que 
iveyS) folo tienen intención de ferui- 
) ay para que os pongays CDUním* 
tite huyd^ , porque ni vucllros píes 
ran fufrir , ni nofotros coníentir. fi 
fto ella no refpondia palabra 9 atoni* 
infufa. Llegaron pues a ella» y afíen* 
ir la mano el Cura» profiguio» dizíen- 

que vueílro traje 9 feñora » nos niei* 
leftros cabellos nos defcubrcn feñales 
» que no deuen defer de poco momen* 
caufis que han disfrazado vueflra be^ 
n habito tan indigno , y trahidola a 
Diedad i como es ella 9 eo laqualhaíi- 
cura ilhhlaros: fino para dar remedio 
rosmaks» alómenos para darles con- 
ques ningún mal puede fatigar tanto , ni 
ran al eürcnio de ferio, mientras no a- 

vida , que rehuya de no cfcuchar íi quie- 
:onfcjo que con buena intención fe le dat 
lo padece . Afsi que, fe ñora mía, o feñor 

1 lo que vos quilit redes fcr , perded el ío- 

que nueftra vifta os ha caufado, y con ^ 

1 vuclíra bueca^ oinala íuerte>qut tt\ t^ * 

Iquc^% 



^"« 



fotxoi {uncos i o en cada vno hallareys < 

osayudeafencírvucftras dcfgracias. £n 

coaueelCura dezia eUas razones^ cUa 

diirra9ada tno9a>como enuelcfada^ miraní 

a todoSiíiQ mouer labio, ni dczir palabra 

úa t bien abi como tullico aldeano % que d 

prouifo fe le mueílraii cofat raras » y del ]; 

vidas. MasboluiendoelCuraa dczirte < 

razones > al meímo efeco encaminadas >d. 

elU vn profundo fufpiro , rompió el ñlencí 

dixo : Pues que la íoledad deftas (ierras t: 

fido parte para encubrirme» ni la folcur; 

mis defcompueílos cabellos , no ha permi 

que fea mentirofa mi lengua y en balde feri^ 

gír yode nueuo aora^lo que (i fe me Creyeíl 

riamasporcorcefia, que por otra razón a 

na* Prefupuefto efto, digo f¿ñore$, que os a 

dczco el ofrecimiento que me haueys ho 

ciqual me ha puerto ea obligación de fu 

zcros en rodólo queme aueys pítdido: p 

coque temo, que la relación que o^hizien 

mi^ dcfdichas, os ha de cq ufar al par de la ( 

pafíion, la pcfadumbre , porque noaueyí 

hallar remedio para remediarlas, ni confi 

para entretcocrla^.Pero con todo efto, por 

no ande vacilando mi honrra en vueftra^ 

tenciones , auiendome ya conocido por mu 

y viéndome moja , fola , y en efte trnge , o 

ru Jas yuntas, ycadavnapor íl, que puc 



ir cierra cjualquí^rhonefto crcdiéói 
Uútiit lo cjae c|ui(¡era callar , íi pu- 
odpcfto dúo fin parar i la «íuecaii 
trtuger parecía , con can fuclca len* 
I büz can fuauciquis no metlos les ad; 
difcrecion^quc fu hermoruri.Ytotnl 
azer ttutuos o(récin1ientoS|y nutüot 
paraqu¿ Jo prometido cumplícíTe^e^ 
iz :rf« oías de rogar tcalfandofe có cd 
tlidád.y recogiendo ítts c!ibello&,re a^ 
í encl áisiéco de vna piedra^y pUeQos 
ai rededor della 9 hazicndoíe fuerza 
rner áigunas lagrimas.qué a los ojos 
ian, con boz rcpofada y clafa»coine4 
\oti^ de Ci\ Vida déíla minera, 
fti Andaiuzia ay vn lüg ir ^ de quíctl 
:ulovnÜ'Kiae,q ic 'e hize vnj de los 
iiáíi grandes en Lfpañaielie tiene dos 
(rtivor heredero deiii eílido,y al pa 
■: fus bacnas coftnmbxes: y el íneoori 
I de q-ielea heredero (no de las tray 
le V". Il¡d= iV de los cri)builes de G li 
fteíeñor fon vaflailoá mi^ pd.ires^hu 
e i l¡náge,p$:rü t-Jii ricos^que fi los bic 
U n.ituralez¿t ygiialaran ates de iu for 
ellos tauíeran mis qne deíTear, ni yo 
i tf«rme t ñ a de ídícha en que nic Vcq: 
; quifa nace nrií poca ventura deja que 
ietoa ellos ea noauer nacido UuV\tc%« 

"^ Aa bvtti 



37<> Qgarcá parce da doá 

Sieo es verdad , que no fon cao bazos, qod 
puedan afrcDCarfe de fu efiado 9 ni cao alcos; 
que amimc quiceo la imagjuiacioQ>que c%Ot 
de que de fu humildad viene mi deígracú; 
Ellos en fin fon labradores, genes llana % üa 
mezcla de alguna ra$a mal fonance, y como 
fuele dcz¡rfe,Chriñianos vie)os ranciofos^pc- 
ro tan rancios . que fu riqueza y magDÍfico 
trato, les va poco a poco adquiriendo nóbic 
de hidaigos»y aun de caualíeros. Puefto que 
de ia mayor riqueza , y nobieza que ellosfe 
preciauan , era de tenerme a mi por hijía :y 
afsx por no tener otra » ni otro que los hcre* 
daífc.coQiopor fer padres, y afícionadosj yo 
era vna de las ma» regaladas hijas q padres 
jamas ceg^l^ ron Era el efpejo en que fe mi- 
rauaoyel báculo de íu ve}ez,y el fuj: to a quie 
encaminauan , midiéndolos con el cieioj to- 
dos fus dclíeos : de los quales , por fcr ellos 
tan buenosjlos míos no faiiá vn punto.Y del 
miímo modo qu6 yo era feñora de fus áni- 
mos, aníi lo era de fu hazic nda. Por mí fe re- 
Ccbi¿n , y deípcdian los criados. La razón y 
cuenta délo qi.e íe fembraua y cogía,paílaua 
por mi mano. Los molinos de azeyte,los la- 
gares del vino»eI numero del ganado mayor 
ymenoreidclascoiaunas:íinalméte»dtcdo 

aquello q vn tá rico labrador como mi padrf 
puede tener >)* ú^cvn )t^viu \q U cuéta>y era is 



Tjuitoce déla Manchaií f ^f 

ordoma» yfeñora: con tanca íblicicuii 
y con taoco gufto fuyo»q buenamfce no 
tare a encarecerlo. Los racosquedeldia 
|uedauan » dcípues de auer dado lo que 
icnia a los mayorales, o capacazes^ y a o- 
/ornaleros^los encrccenia en exercicios q 
i las dozellas tá iicicos como neccíTaríos^ 

fon los que ofrece Ja agu)a^y ia almoha 
\y la rueca muchas vezes: y íj alguna por 
?ar ei animo, eítos exercicios dexaua^mc 
;ia al enere tenmiienco de leer a)gü libro 
Ko,o a cocar vna harpa , porque laexpe- 
:iamemoftraua,que la mufica compone 
nimos defcópueilos, y aliaia los erábalos 
cendclerpirícu.£ílapueseralávidaiq.yo 

1 en cafa de mis padres: la qual (i tá p«rcí 
rmcncc he contado^no ha (ido por often^ 
)n,n] por dar a entcder que foy rica, fína 
]ue fe aduierca quan fin culpa tttc he veni 
e aquel buen eftado que he dichos al infe 
!n que acra me hallo.Es pues el c^^qué 
indo mi vida en tancas ocupacÍQnes,y en 
icerramíeoto tal,quc al de vn moncQerio 
eracópararfcí fin ler vifta , a nü parecer^ 
era perfona alguna,que de los criados 4e 
porque los dias que y ua a MíiTa.era ean 
lañana , y ean acompañada de mí mz* 
y de ocra3criadas,y yo can cubierca y re- 
ía , que>a penas vían mis ojos cnas úetxa. 

Áa z di 



37^ (^arta parce de doñ 

de aquella donde ponía los pies : y 
CÍtUyios dcláiiior »o los de la ocioi 
meford zir^a quien losde Lince i 
ygualarie ^ me vieton » pueftos en 1 
de duuFemando,quc eíte es el nonn 
jo menor del Duque, que os he coc 
hauo bien dombrado a don Fernai 
el Cuento contaua » quanaoaCar 
Auddlacolpr del ro(lro,y cotncnt 
dar con tan grande alcerácioni que 
elBarbero>que n^iraron en ellOjCem 
]c venia aquel accidente de locura, < 
oydodeiirquede quandocnquar 
niaé Mas Cardcnio no hizo otra col 
fadar»y eftarfe quedo, mirando de 1 
roa la labradora, in^ginando quíc 
la qual lin aduertir enlos mouimiét 
denio.profiguio fu hiüoria^diziédo 
huuíeró bien vifío,qüando (fegun el 
pues)quedó can prcfo de mis amorc 
lo dieron bien a encenderías dciti( 
nes.Mas por acabar prcfto con el ce 
nolec¡ene)demis dcfdichas,qincfO 
filcncio las diligencias que don Feri 
zo para declararme fu vol untad.Sot 
da la gente de mi cafa^dio^y ofrecic 
y mercedes a inii parientes. Los día 
dos de fieftaiV de regozij o en wi cal 
ches no dcxauan dornair a nadie las 



tf ^vftic: p<tr<iicuu£irmc a ru vuiui 

a lii¿iera para ti efcto contraríe 
i mi (lie parecíeííe mal la gécücz; 
indo»ni que CDuieíTe a demafía fu 
porque me daua vn noíe que d( 
verme tan querida y cíümada d( 
:ipal cauallero:y nu me pefiua ve 
esmisalaban^a^queen efto»poi 
mos las mugeres,m í f>arccc a mi 
motila gulfocl oyrque no^tlla 
fas, Pero a todo t fto fe opone m 
y os coníejüs continuos que mi'. 
lauan,qtie ya muy al defcubicrtc 
luncad de don Fernando, porque 
l'daui nada de que todo el mun 
^•Oezianmemi$padres,queenf( 
y bondad dexauJ^ydcpofícauar 
ima:y que coíiderafTe la deíigua 



||^4 Quartí parce de don 

neníente , para que el fe dexaífe de fu iniufí^i 
prc^:n(ioI1 , que ellos me cafarían lu^go con 
qoicfí yó mas guftafle«afsi delos mas pnncipa 
les de nueflro mgar, como de todos lo^circü 
uezinos,pues todo fe podia eíperar de fu mu^ 
cha hazienda» y de mi buena fama. Con eftcs 
ciertos prometimientos, y con la verdad que 
ei los me dczian,fortiíicapa yo mi entereza, y 
jamas quife refpcndcr a doo Fernando,pala- 
bra q Ic pudieífe moftrar,aunq dé muy lexosi 
crperan9ade alcanzar fu deííco. Todoscflos 
recatos mios.q el deuia d tener por dcídenes 
deuieroñ d c fer cauía de auiuaf mas fu hkiw 
apetito ; í.\í\c cftc nombre quiero dar a la vo- 
luntad que me moOraua, la qüal í« ella fuera 
como dtuia, uo lafupieradcs vofotros aora, 
porque Vüiera faltado la ocafio de de/irofla, 
Finaímente donFetnando fupo q mis padres 
andauan pordarmceftadorpoiquiralleaclla 
efpcran^a de poííbermt',o aíomeno:$ porq yo 
tiiuieíTe mas guardas paraguardarme.Y cíla 
nueua,o fofptcha, ffíe raufa para que hizicffc 
ío qtic aora oyreys*Y fue,que vra noche eftá 
do yo en mi apoíj Jito ^ con íola la compañía 
de v'ia dor.zella que mií f ruia^tcnicndo bien 
cerradas Jas pucrtvs, por tensor que por def- 
cuydonii honeílídadno fe vicííe cnpeligrOf 
fii\ fabtr, ni imajíínar comcjcn medio deífoj 
rcLfítosyy preucaciou^S) y ^u U foíedad deüc 



Qurxoce de la ManchflJ fff 

10 )r enderro^me le halfc dcUtitc.Cuyi 
ne tarbo d manera »que me quito U de 
¡os.y me enmadecio ta lengua. Yafsi oo 
^derofa d dar bozes,niaün el creo que 
s dexara dar t porq luego (e llego a mi» 
landomeentre fus bracos (porq yoco^ 
[go^no tuue fuer9apara defenderme» fe 
Itaír^ cürba ^a)comen90 a dezirme rales 
es,quc no fe como es pofsible, q tenga 
habilídid la mencira,q las fepa coponer 
odo q parezca can verdaderas.Haziael 
[or que fus lagrimas acredicaífen fus pa 
$,y los fufpirdsfu intención. Yo pobrezt 
a, entre los míos mal exercitada en ca^ 
mejantes»comence no fe en que modo» 
cr por verdaderas tantas falfedadesipe- 
de fuertc,q me mouieíTé a cópaísio me* 
ue buena fusMagriínas.yíufpiros.Yafsi 
idofeme aqael íobreralco ptimero, to> 
;ü taco a cobrar mis perdidos efptritus» 
1 mas animo del que peníe q pudiera te 
5 dixe . Si como eftoy feñor en tus bra- 
iuuiera entre los de vn león fiero,y el It 
le dellos fe me aíTegura) con que hizie-' 
lixera , cofa q fuera én per juyzto de mí 
nidad,af$i fuera pofsible hazelUf o dezi 
>mo es pofsible dcxar de auer fido Jó q 
kfsiqueíi tu tienes ceñido mi cuerjo c6 
ragosyo tégo atada mi alma c6 mUbut. 

Aa 4 «vo% 



|7^ Coarta (>arte <ie JQfi 

fios dálleos» que fon tan diterentes de losñ^. 
ydStCQtnola veras^íi cq hazt:rine fuer92,qui- 
fíeres patTar adelante ^n ellos.Tu vaíTalIa ioy 
pero.i}9 tu efciaua^ni (íencin| dei 9 Ci. ncr imf 
perío lá nobleza d: tu fangrc^para deshonra! 
y tener en poto I4 hqmildaci de (a inia. Y en 
j^áto me eíliino yo^villapa ^ I^br^doraiiComQ 
%i\ feñor yCaualiero.Concpigo ñQ h^n de íeF 
deDÍoganefetotu$füer^a<?^hih4n de tener 
valor tus riquezaisní tus p'Jat)ra$ han de fOr 
der engafnrme,ni tusfuípiros y lagcjmascA 
ternecerme • Sj a guna de codas eíU^ cofas ^ 
he dicho^ viera yo encl q rni^ padres medie 
rao pCr cípofo,4 Ci\ voliicad fe ajuftara la ni)4 
y nii voluntad de/a fu /a np fallera. De modo 
q con^o queiira có honra , aunque quedara 
fiii güílojdí grado te encregara,loquc tu fe- 
ñor aora coa trinca fuerza procuras.Todo ef- 
to he dicho,p;»rq no es pcnfar^q de mi aleare 
cofa alguna el que no fuere mi legitimo cipo 
fo.Sino reparas rnas ^ en eíTu, bc.ilihima Do- 
róte a, (cjue eft'.- es el nombre dftad^fdicha- 
da)dixo el dt fl.al CauaÜero yes aquí te doy 
la ii)ano,de IcrJo cn\ o,y fea tcltigos d- ftaver 
d^d ¡os Ci los^a quien ninguna cofa fe efcon 
de« vt:fl4 imagen de nuclirafcúoraque aqui 
cicncs.Qj^a :.do C^irdci i le oyó de2Ír,quc íc 
llamaua Oorótea,torno de nueuo a fus fobrc 
fdUOSp y acabo de cóñcmar por verdade ra fu 



^of (e c(pan(¿,€n ^1 rneinio gradi 
nrieri.^ep4ro Dorotea ^oUs razt 
d^nioiy en fu eftraño,y d^faQrad^ 
;o c>qur íí alguna cofa de (u jiazi 
b dixci^e luego. Porque (i a'goU 
o bueno la fortuna era el anjnio { 
íufrir qualquier defaOrc,que le !a 
. íegura 4^ que a fu parecer ñinga 
:gjr» que el qvie tenja acreccncaiP 
» No le perdiera yo feñoríi,refp^n 
iojCn decirle lo que pienfo* íi foc- 
» que im^gínoy y baila aora no te 
Cura, ni a ti te importa nada el U 
que fuere treípódio Dorotea lo 
lento paifa fue: Que tomado do 
\B ímagen,que en aquel apofcnto 
ifo p9r tefiigo d nueftro deípolo 



••i 



S78 Qaarta parte de dotl 

íuya.que no le cegarte mi hcrmoTura^Cal qua 
era.Puesno era baftace para billareo ell¿ 
dlfculpa de fu yerro : y que u algan bien in< 
quería hazer» por el amor que me ceniaifueí 
fe dcxar correr mí fuerte a lo ygoal de lo c 
mí calidad podis.PorquenuQca los tan de 
(iguales cafamientos fe gozan » ni duran mu 
cho en aquel gufto conq fe comienza. Toda.< 
ellas razones q aquí he dicho Je dixe » y otrai 
muchas,de que no me acuerdo, perb no fue 
ró parce para q el dexaflfe de feguir fu intéto 
bien anfí como el que no pienfipagar» que 1 
cócertar de la barata no repara en inconuc 
niences. Yo a efla fazon híze vn breue difcui 
fo cómigo , y me dixe ami niefma : Si que m 
f.re yo la primera > que por via de matrimo 
nioayafubiio de humilde a grande eñado 
ni (era do Femado el primero a quii hermo 
fura^o ciega añcion(que es lo mas cierto)ayi 
hecho comnr compañía defígual a fugrandi 
7.a. Pues (inohagoni mundo, ni vfo nueuo 
bic es acudir a efta hora q la fuerte me ofre 
cc« Puedo que en efte no dure mas la volun 
tad que me mueftra^de quanto dure el cupl 
miento de fu deífeo que en fin para con Dio 
fere lu efpofa.Y (1 quiero condefdenes defpc 
dille 9 en termino le veo » que no vfando el < 
deue, vfara el de la fuerza) y vendré a queda 
deshonráda>y íin dirculpaideUculpa»qae m 

podi 



¡urxoce dcla Mancha. 379- 

dir , «1 que no Tupiere quan fin ella ho 
> 3 eíle puto.Porquesque razones feran 
ees, para perraadir a mis padres, y a o^ 
ue cite cauailero entró en mi apofcnro» 
líencimiento wio ? Todas eftasdeman*' 
efpueftas ,^eboIui en vd inflante en la 
lacion, Y fobre todo j me comen9aroa 
- fuer9a>y a inciinarme a lo que fue (fía 
ir] o)mi petición, losjuramétosdedotí 
ido.Ios te Aígos q\xt |^on¡¿í)ias lagrimas 
rramaua, y finalmente fu difpo(icion»y 
za^q acompañada coa tantas mueílras 
iadero amor , pudieran rendir a otro 
re , y recatado cora9cn $ como el mió. 
a micríada^paraque en la tierra acom 
e a los^ftigos deí ciclo*Torno do Fer 
,a reytcrar, y confirmar fus juramctos. 
o a Jos primeros, nueuos lintos por tc- 
:choíe mil futuras maldiciuncs^íino cu 
lo que me prom(rtia«Boluio a húmedo 
ojas, y a acrecentar fus fu^piros, apre- 
ñas entre fus bracos , de los quales ;a- 
e auÍ4 dttxado, V co e(lo,y co bolucríe 
leí apofínto mi dózelln, yo dexc de fer 
acabo d fer traydor,y fcmr tido.EI dia 
lio a la noche de mi defgracia, fe venia 
tan a prieíTa, como yopicfo q don F . r 
cíTcauatPorq deíptvcs de ciipÜáo aque 
; apetito pide, el xna/or guffo q p wdc 



jtto Quartá parte de áoú 

vcnir,es apaítarfe de donde fe alcángaron.Ül 
go efto,porque don Fernando dio pi icfla por 
partirfc de mi y pur indultria de mi (ionzellai 
que era la mirnuaque alü le auia cravdo«ai*rtf 
que amanecieíTe* fe vio en IacaIIe« Y al defpc- 
dirfc de mi , (aunque no con canco ahinco . y 
v^hcmenciaiComo quando vino)me dixo que 
crtuuieíTe íegura defufc*ydefer firmes y ver 
daderos fus )uramencos:y para mns confirma 
cion de fu palabra, Tacó vn rico anillo del de* 
do,y Jo pufo en el mió. En cfcto el fe fuc,y yo 
quedé, ni fe fi criftc , o alegre: ello fe bien de- 
zir,que quede conrura,y penfaciua, y caÜ fue- 
ra de míiCone! nueuo acaecimiento, y no tu- 
te animo,o no f« me acordó de reñir a mido 
?elia,por latraycion confierída,de encerrar a 
ík') Fernando en mi mirmo apofcnco ; poíquc 
aun no me d terminjua, fi era bienio inal^cl 
c|ne me aui : fjcctlido Dixelc al partir a oou 
Fcrnandu.quc por el mefmo camiii de ¿iqr.c 
lia, puiüj Verme otras noches, pues va trafu* 
ya,hafiaqir. quando íl qii¡!iefl'e, níquel Knhí:^ 
íc publicafl'c . Pero no virio otra aiyiina fiv¡o 
fue laríguicntcniyopudevcrleen lacalit,ní 
en 1.1 yglcfia, en ma» de vrt mes , q-.ie en vana 
mccanfc en foiiv.ita]¡o : pucitoquc fupe , quC 
elUua enla vilia yquclosmasdiasyuaaca' 
9 i,exercicio de q eJ era muy aficionado.EftoS 

úiasjy ellas horas.bicn fe yo que para mi fue- 
toa 



I amgos» y menguadas . Y bicn^íe que co« 
tice a4u4ar eu dios ■% y aun a dcfcrccr de 
é de don Fernando. Y fe cambien 9 que mi 
)zella o>ó entonces las palabras que cn'^rc 
hcníion de fu aCreiiimienco^nCes auia oy« 
, í íe que me fue for^ofo c¿ner cuenca coa 
i lagrimas» y con la compoftura de mi rol^ 
» por no 4ar ocaílon a que mis padtes me 
guntaíTen^que de que andaua defc¿ccnca| 
le obligaífen a bufcar mencíras q dezilles» 
o codo efto fe qcabó en vn punco 9 llcgaa« 
c vno donde fe «iicropellaron refpetos, y fe 
barón los hoarados difcurfos^y a donde fe 
dio la paciencia, y falieron a pla^a mis fe* 
tos pcnfamiencos» Y cílo íüc^porqne de a« 
i pocos días ) fe dixo en el lugar > como en 
i ciudad alii cerca» fe auia cafado don Fer- 
ido,con vuadonz.lla her.oofífsimaien co- 
wftremo,y de muy principales padres; aun 
: no can rica>q por la doce, pudiera afpirar 
in noble cafamiéco. Dixoft,quefellamaua 
cinda , có ocras cofas q en fus deípoforios 
íd¡.ron,dignas 'le adíDíracíon. Oyó Gar- 
uó el nombre d-r Luícitid i , v no hizo ocra 
;í c^ue encoger los oáVíbros , mordcrfc los 
ioSíCnarcar las cejas, y Ucxar de allí a pcCO 
r p «r fus ojos dos fncccs de lagnmas^Mas 
por efto d'íxo Dorocca de feguir íu cuero» 
iédOjlK gó cfta cride nucua a mis oy do^, ^ 



íH Qndxti parte de Aoú. 

en lugar de clarfcmc el corado en oylla,fuct3f 
ca la cojera y r^bia q fe encedio en el, que tai- 
ta poco para n^ falirine por ias calles ,Jand(7 
bozes ipublicaildolaaiaioíia y rraycionqfe 
Die aiiia hecho» Mas icplofeefía futía por en- 
tonces , con penfar de poner aqueJla aicíma 
noche por obra,lo q pufc. Qjie fue, ponerme 
en edc habico> que me dio vno de los que lla- 
man 9agales en cafa de los labradores.quec- 
ra criado de mi padre , al qual defcubri todl 
mi defuentura, y le rogue me acópañafle haf- 
ta la ciudad, dondeencendiq mi enemigo ef- 
taua. El deípues que huuo rcprehédido oii a* 
trcuimienco^y afeado mi decermínacionivien 
dome refuclta en mi parecer , fe ofreció a te- 
nerme cópañia,como el d¡xo,hafta el cabo Ü 
mundo.Lucgo al moraéco encerré en vnaai- 
mohada df lieu^Ojvavettido de mugf r,y a!gu 
ñas j jyasj y iiin€ros> por lo q podía fucedcr. 
Y c«i el fileiício de aquella nochc,fin dar cii^n 
ta a mi era vdora tí6zilla,fali de mi caía accni 

* 

panada de mi cria Jü,y d muchas ymagitincio 
nes» y me pu(e en camino de la Ciudad a pie, 
ÜLuada en huelo del dcííeo de liegar,ya cj no 
a f ftoruar lo que cenia por hechcalomcnos a 
dczir a dóf em3ndo,mc dixeíVc con v alni;i 1 í 
auia hccho.Llegue en dosdias y medio ¿ion- 
de queria,y en entrado por la Ciud.id prci;f» 
te por h cafa de los padres de Lufciiuia , y il 



Quizóte de la Mancha 3S] 

aquien híze la prcguta^mereípodia 
lo que yo quifíera oy r.D jxome la ca 
io lo q auia ruce4ido eo el defpoforio 
ija^coía can publica enla ciudad^que & 

1 cornUossparaconcarla par coda ella. 
ie,q la aoche que don Femando (a dc£ 
m Lofcindasdcípues de auet ella dado 
: fer fu efpofiíyle auia cornado vn rezío 
fOyj 4 llegado fu efpofo a defabrocliar 
chozpara q le dieíTe el ay reje hallo vti 
¡fcríco d la nuíflia leerá de Lufdnda^eo 
i> y declaraua,q ella no podía fer efpo 
3n Fernado,porq lo era deCar4enío> 
o q el hóbre me dixo^era vn cauallero 
ríncipaU dala mctina Ciudad^Y q (i a« 
lo el Sisa do Fernádosfue por no falír 
jcdicDciade fu»padres:enre(bIucion» 
zoues dixo q cóceoia el papel» q daua 
tdeoque ella auia ceñido incencion de 
e^en acabádofe de defpofar,y daua allí 
>ne$ porq fe auia quicado la vída.To- 
jual dÍ2cn que confirmo vna daga que 
.ro no fe en q parce defos vefiidos.To 
iuaUviño por don Fernádo^parecicdo 
ícinda le aui^bui lado,y efcarnecidoi/ 
en poco y arreoiecio a ella» antes que 
;: fmayp boIuie{re>y con la mifma daga 
lallaron} la quifo dar de puñaladas , y 
;ra » fi fus padres, y los que (e haUatoa 



3S4 Quarta parte de don 

prcCcútciiúd (é lo elloriiaran. Oíxeron w 
que luego feaufentodon Fernando «ye 
Lufcinda^do ^uia bueko d^ fu parafiñ] 
hitta ocrodiai q|ue conco a fus padres» coi 
ella era verdadera efpoíá de aquel Cardci 
que he dicho : Supe mas i que el Cardei 
íegundezian>(e hallo prcfence a los dcfpo 
nos,y que en vieadoU dvfpoíada > io qua! 
jamas peníbs fe falto de la ciudad d^f^rpe 
do^dexandolcpricnero efcric^ vna carca,d 
de dauaa encend :r, e/ agrauio que Lufwin 
le auia hecho.y de como el fe yua.adoride 
tes ño le vieíTen* Eflio todo era publico, y 
torio en coda la Ciudad , y todos hablau 
dclio^ytnas hablaron^ quando Tupieron q 
Lufcinda auia falcado de cafa dcfus padre 
de la Ciudad)pues no la haliaró en coda e 
de que perdían el juyzio fus padres , y no 
bian que medio fe tomar para ha Jarla. E 
q fupe,puíb en vando mí4 cTpcrcin^as, y ci 
por mejor no auer h il'ado a do Fernán Je 
no hallarle cafado» parecicn.tome que au 
edaua del codo cerrada la p'jcrca a mí rcii 
diO) dándome yo a entender, que podría I 
q el cielo» vuieífe puel>o aquel impe Jimci 
en el fcgundo matrimonio , por atr acrlc a 
nocer,lo que al primero deuia » y a caer er 
cuenta, de que eraChrÜHano^yquecfij 
aias obligado a íu alma>que ¿ios reipctus 

mar 



pub.'ico pregón» doüdc le procn 
lazgo a qitié me hal laiTe» dandc 
i edad^y del meímo crage q cray 
que fe dczia^q me auia ücado d< 
dres el rao^o q cómigo vino^co 
ai aima^por ver quá de cayda a 
dito, pues no baflaua perderle 
i,nno añadir el c6 quic^ficndo A 
cosy tan indigno d^rniis buenos 
*A1 punto qieobi el prtgocjnc 
lad con nii criado^ que yacomei 
tiuclUas de titubear en la fe qut 
me tcniapionictidasy aquella 
.itramospor]oclj.vírodcíl:i me 
mi dü üc no icr hallados. Pero 
lezitfc^que vn mal llama a otro 
vnadefgraciaíuclc ú: principie 
onafsi me f jccv^io «mi nnrcl mi 



§S^ «Ogartaparte de doo / 

menos cembr de Dios, ni reípeto m¡o»nic j 
qairio de amorcr. y viendo que yo c5 feas 
juilas palabra^ reípondiaa las dcruenguen^ 
de fus prc^t^coS)dexo a parte ¿os ruegos» 
quien piioiero pedo aprouecharfe, y come 
f o a vfar de la fuerza. Pero el )uftü Lielo^q^ 
pocas,o' ningunas vezes dexa de mírar,y fai 
recer alas jultasincéciones,fauorecio las mi 
de manera» que con mis pocasfuerfasyy o 
poco trabajo, di con el por vn derrúbaídc! 
donde le dexesni fe fi muerto>o (i bíuu. r lo 
go con mas ligereza,q mifobrcralto^y canG 
ciopedian^mc entre por eftas montañas »í 
llenar otro penlamicnto^niotro defignioiqi 
efconderme en ellas,y huyr de mi padre j i 
aquellos que de fu parte nieandauan bufa 
do«Con efte deíTeo^ha no (e quantos mcfea 
entre en ellas » donde halle vn ganadero> qi 
me lleno po r fu criado a vn lugar q efta enL 
entrañas deíla (ierra, al qual he ferutdo de 9 
gal todo efte tiepd, procurando eltar fiemp; 
en el cápo.por encubrir eftos cabellos.que i 
ra tan fín penfarlo me han defcubierto. Peí 
toda mi induftn'a^y toda mi folicicud>fue y 1 
fido^d ningu proiicchoi pues mi amo vino < 
conocimiento, de q yo no tra varón, y nac 
cael,el meimomal penfamiento,q en micr 
do j como no íiépre la fortuna.có los trab 
|os da los remedios» no halle derrumbader 

uiba 



■ ínc torné a Pn>k r ^••'^'^'«/'««^.x 

'^«íyE TRATA n¿/ 



}8S Q^rcá parte de don \ 

el ttmor^y fobrefalco que tengo» de fer halU| 
da dclos que mt bufcan^que aunque fe qucij 
mucho amor que mii padres mt tknensDO (| 
fegura qu-. fere deilos bien reccbúla:.es taojl 
U vcrgucfa que me ocupajíoio el pcofar 4 li| 
como tUos péiauan^ccngo de patecet a fu (: 
fencia^q tengo por mejor deftc rr^irmepara 
pre de ier vijta,quc no verles 1 1 rollro^con 
famientusqueellos miran ei mio^^gcnodt 
honcüidad, que de mi fe deuia de tener pi 
metida; Calló en dizicnde eíto , y ei roíiro jj 
le ci'biio de vn color>que rnoñro bien claro\,^ 
íentinr ii :nto,y ve rgucn^a dcJ alma. £n las Gk 
yas fíncieron los que ekuctiado Ja aujaní tácl 
laüima.conto admiració,de fu deígracia: y ai 
que luego quifíera el Cura coníolarla.y acoiv 
fciarias tomó primero la mano Cárdenlo» d¿ 
ziendo* En tin feñora» que tu eres la hermoHí 
Dorotea»la hija vnica del rico Cienardo. Aá* 
mirada quedó Dorotra>quando oyó el nonv 
bre de fu padre: y de ver quan de poco era t\ 
que le nombrauajporque ya fe ha dicho de \i 
mala mam:ra que Cardcnioeílaua vcftido.V 
aísi le dixo.Y quié íoys vos hermano que af.^i 
(abtyi el nombre de mi p9dre> porq^ie yo ha« 
fia aora(fi ma' no me actie-rdo) en todo ei diO 
enrío del cuenco de mí deídicha» no k he no 
bradoPSovtrefpódio CardcníoiaqueJ fin ven* 
tura^qíegun vosfcñoraaucys dicho, Luicin 

da 



irefcntc alas fio razones dr do 

lo paraver en q paraua i» 
.chü Porq no timo el alma uu" 

;!nvUpíciencia,yvnacattaciu 
; X'io,aq«Knrog^^^^^^^ 

•rreC^tcncandorecon 

" icaDor üuardarme para U t 
'.•^S'SSo e^ haUaro„pü« 



c5 doij Feroando^por fcr mía,ní don 

do cpn elU> por fer vuedro, y aucrlo 

maniíisttam.ntedeci iradc>,bien pod(: 

pqrar q d cielo nos refticuj a lo que i 

tro^pucs dH coda via en fer,y no íc h'¿ 

tudo^ni deshecho. Y pues eite confue! 

mos^nacído no de muy remoca eíp^n 

fiind^do eaú^fua riadas imai^inacionc 

coosd'ñora que comeys ocra reroliici 

ílros honrados pen(amicnt05»pues yo 

fo tomar enlos mios.acomodádoos a 

xnejor fortuna. Que yp os)uro por la 

u,altero,y deChriitiano.de no defam] 

hada veroR^ei) px^jdet de dó Fcrnadoj^y 

do c jn razones^no le pudiere atraer 2 

npzca lo q ps^dene^de vfar cncoccs la I 

q íneconcedc,e|'fcr;Caaiillero,y podei 

íío tjtulodc4afíalIe>€n razón de ia fin : 

Qshazc,(ii>-acprdarmedcmisagraui( 

vengan9a fl^xare a,! citlo»por acudir < 

ra a los vueüros . Con lo que Carder 

fe acabo de admirar P(srorea> y por r 

q gracias boluer a tan gradea u£recin 

quifo pmarJc lospics para befarfclos: 

}ocorGntiO:Cardemo:v el Licenciad^ 

dio por ciiF'^^nibos, y aprouó ti bu^^r 

f j de.Car^«j?io, yíobic todo Icsrogc 

frÍPí y persuadió qiip fe fucíTcn con ei 

dea^ dpn^eif^odr>au reparar de las 



!auatt,7 qne allí (e daría orái coitio baf 
onFernando»o como lieuar a i>orotea* 
adres^ o hazer Jo que mas Jes parrcief^ 
[leniéec.Cardenio y Dorotea fe lo agrá 
3n,y acetaron la merced q felcs ofrecía» 
bero > que a codo auia efiado fuípcnio» 
do^hizo tambre fu buena platifca;y fe o^ 
:on Qo menos Voluntad q el CuratO to 
lello q fuefle bueno para feruir!es«Cca 
mcfnio c6 breuedad lacauía q- allí Jos 
aydo,con la eür^tñcta de la locura de 
ixote,y como aguardauá a fueícudero 
ydoabiifcalle. Vinofelea la memoria 
lenio como por fue ños , la pendencia^ 
Qnixoce auia tenido^y cótota alosdc^ 
las no fupo d^ir por q cdufafue íú qui 
^n efio oyeron boa?s , y conocieron o 
las daua era Sancho Pan^a 9 q por no 
s hallado enel lugar dode los dcxd^lo^ 
laabozes Salíeróle al encuentro,y prc 
lole por donQaixoceJes dixo^como lo 
litado defnudo' en cancsifa) Baco^amari- 
lucrto de hambre, y íurpirádo por fu fe 
>ulcinea,y que puefto q le auia dicho>q 
mr.dauaqucfaiic(TcdeaqueIIugar,yfe 
il delTobofOfdonde le quedaua ^ ípc rá 
ía refpondidoyqne eftaDa,d€tcrmi< 
le no parecer ante fufcrn-'Ofora ,faña 

lujeflbftfchoJFazaoas.qae k {\x\e^^ 

J5b 4 ¿V¿tvd 



|9« Qaarta parte de don ^ 

digno de fu deiígracia. Y que (í aquelU 
ua adclance > corría peligro d^ no vei 
^mpeí adar»CQmo ^ftaua ob'<igada»ni 
cobi (pO| q era io menos q podia fcr < 
fp.qae mir^^íTcn lo q fe ^uia de hazcT,( 
carie de alli.El Licenciado le rcfpond 
1^ Cuuie(fe pena , que elIo$ le facatia 
ina- que le pefaiíc^Conco luego a Car 
4 Uororea>Io q tenían péfadoi para r 
de don Quixote, alómenos para lleu 
cafa* Alo qgal díxoD^rotcaiq ella hai 
^ella nienefterora,me;or q el Batbcrc 
qu( Cccia allí venidos con q hazerlo 
ral Yqueladcxaflenelcargodelabc 
fetitar Todo aqoeüo q fueiie meneñer 
uaradelanCei'uintentOf per q ella aui 
iniKCíi i9 libros de cauallerias ,y fabia I 
\o qae tenían lasdonzellascuytadas 
pedían fus dones a los andantes cau 
Pues ñu es menefler masydixo clCur 
luego fe ponga por obra.Qne fin dud 
na iuercesfc mueitra en fdi\ot mío» pu 
penfario , a vofotros feriares fe os ha 
(ad'J a abrir puerc^i para vuedro rem 
nofodrus (e nos h;i faciljtadojila que a 
meiieíler.Saco luego Dorotea d fu alr 
vna faya entera d cierta telilla rica«y 
Celiina de otra viílofa cela verde,y de 
U va coUar^y otras joyasjco q cava i; 



• ée niancra»qQe voa rica » y gran Teño-' 
:ia,Todo aqueÍlo»y mas dixo que aai4r 
de (a cafa > para lo qae fe ofrecíeíTe, y 
U entonce» no fe le aoia ofrecido oca-, 
aüello meneíler.A codos contento ea 
I fu mucha graci ^donayre» y hermofu 
nfirmaron a don Feroando.por de po 
>cimiéCo, puef taca belleza defechaüa» 
que mas fe admírosfue Sancho Pan^a 
ecer J;: ( como era af¿i verdad ) que en 
os di9s dcfu vi:ia auia viílo tM hermo 
ira:y afsi pregunto al cura con gran- 
eo, le dixeíreyquien era aquella tan fer 
r)ora?Y que era lo quebufcnuapor 
»s andurriales ? Eña hermofa feñorat 
lio c) Cnra,Sanchü hermane es como 
o dize nada > es la heredera por üuea 
? varón, del grí^n rey no de Micomicóf 
viene en buíca de vucñro ¿-mo^a pedir 
^n^e] qual e$»que le desfaga vii tuerto» 
lio que vn mal gigante le cieñe fecho: 
ma q de b uen caualleio vueftro amo 
or todo lo deícubierto de Guinea t ha 
a bufcarlf efta Prínccfa, Dichofa buf. 
dichofo hal.a^go^dixo a efla fazo San* 
i<;a,y mas fi mi amo es tan vencurofo, 
faga eflfeagrauio, y enderece cfle cu*.r 
ando a rife hidepuca deíTe gigante que 
merced dizc: qav fí matara fiel \e ^ti- 



S94 Quarca parte de don 

GHenCra»fi ya oofueíTe fantafma ,qu« 
las fancaimas notienefnifeñorpod< 
, no. l>ero vna cofi i|aiero fuplicar a 
mcf ce Jscocre otras^feñor Licéciado,) 
purque a tniamo no le tome gana de 
fobtipo ( que es lo que yo temo) que 
merced le aconfeje , que fe café luego 
ta Princefa* y aísi quedara impofsibili 
recebir ordenes Ar^obifpales » y veni 
facilidad a fu imperio » y yo al fín de i 
feos: q ;yo he mirado bien en ellOj y hs 
mi cuecicaí q no me eíla bien que mi ¿ 
Ar9dbifpo, porque yo foy inútil para 1 
(ia ip'ies foy cafa. lo » y andarme aor^ 
dirpcnfacioncspara poder t?ner rent 
YgleíiaiCeniendccomoeengo^muger. 
feria nunca acabar. Afsi qae,{cñür,cod 
que cftá en q mi amo fe cafe luego cor 
ñora , q hada aora no fe fu gracia y al 
llamo por fu nombre. Llamafe refpc 
Cura,ia princefa Mícomicona,porq II; 
fe fu Reyno Micomico , claro efla q e 
de llamar afsi-No ay duda en cíToirel 
Sancho^q yo he vicio a muchos totnt 
llido y alcurnia d I lugar donde nacie 
mandofe Pedro de Alca'a» luán de ^ 
Diego de VaPado»id,y eftomefmofi 
vfar aili en G iiaea,tomar las Reyna: 
bresdefusRevnoséAfsi deue de íei 



en lo del cafárfc vueRro amo, yo haré 
codos mis podcrios.Con lo que que-- 
contento SancHo,quanco el Cura ad- 
> dcíu tlmplkidads} de ver quán enea 
tenia en la fancafia los miímosdtípara 
: fu amo,pues íin alguna duda fe daua 
le r que auia de venir a fer Em^^erador» 
eíto fe auia puedo Dorotea fobtfc la 
elCura,y el Barbero fe auia'acomoda 
DÍlro la bdi ba de la cola de biíéy . y dí- 
Sancho,q jos gniaíTc a donde donQuí 
tauasal qual aduirtieró que nb dixeire 
cia atLkeciadorni ai Barbcro,porque 
onocerfos confíftia todo el toque de 
fcr Emperador fu amó. Pucfto que ni 
i , ni Cardcfíio quiíieron yr con ellost 
: noíclc acordaíTe adonQjíxóté la 
icia que con Cárdenlo auia te'ni Jo:y el 
3orqucnocra mensfterpor entonces 
:ncia , y afsi Tos dexaron yr delante, y 
is fueron (iguíc ñdo a pie,poco a poco, 
co de auifar el Cura lo que aui<i de ha- 
rotea: a lo que día dixo, que defcuy- 
I quetodofelir.ría fin faltar punto, 
o pcdian> y pintauán los libros de ca- 
is.Tros quarüos de lipgna aurian anda 
indo dc/cnbrierón a don Qniixotc en- 
5¡ntr¡cad3Speña9,y3 venido, aunque 
zdo: yjif^i cohio Dorotea k vio , v 



596 Qgarta parte át don 

fac informada de Sanch'^ , (jjue ái^uel era dd| 

Q¿ixote, dio del a9oce a (u palaffen, i^igüitm 

düic el bien barbado Barbero: y én Jicgan<ta 

f unco a el, el efcudero fe artejo de la muía; i 

fue a tomar en ios bracos a Dorotea, U qufl 

apeandofe con grande defcmbolcurairc fue 4 

hincar de rodillas anee las de don Q^ixote: g 

aunque el pugnaua por teuantarla.ciia fin Ic 

uantarfe le fabló en efla guifi^Oe aquí no vt^ 

leuaneare »o valerofoy esforzado cauaücrq 

fafta que la vueftra bondad , y corteña me <p 

toírgue vn don, el qual redundará en honra \ 

prczdsvueftraperrona, y en pro de lama 

deíconful ada^y agrauiada donzella que el Sim 

ha víllc, V n es que el valor de vueftro fueiti 

bra^*o correípondea lahoz de vueftra inmoü 

tal fama , obligado cftays a fauorecer a la (11 

ventura que de tan fueñes cierras viene , aJ o 

lorde vucílrofamofo nombre, bu{c;inJo o' 

para remedio de fus dí^fdfCÍias.No 0% n fppn 

(ierc palabrai fermoÍA fcñora , rcípondio do 

Quixoté , ni oyre mas ccrfa de vuc ftra tazíen 

da^fada que os leu^nteys da tierra. No me 1 

Ucintare>reñor,refpon(!io U ¿afligida dunzeli; 

f¡ primer o,por la vueílra cortefi i,no me es c 

torgado el don que pido • Yo vos le otorgo 

y Conccdo,refpoñdio don Qaixote, como hi 

fe aya de cump'ir en daño , o mengua de nr 

Rey^de mi patria j de aquella que de mi c« 

ra^o 



i 



1 y Ubercad cieñe la Uaue.No fera en da« 

i en mengua de los que de¿ís»ini buen fe 
replico la dolorofa uonze Jla . Y cftando 
lOf felkgóSanchoPan^aaloydodertí i 

Wj muy pdl&ico le dixo:Bien puf^de vueC- 
lerccd/eñor.concederle el áuti que pide 
)o es cofa de nada, folo es matar a vn gi« 
azoi y cíla que lo pide es la alca Princefa 
»micoaasReyna del gran Reyno Micomi 
le Etiopia • Sea quien fuere » reípondío 
Quixote» que yo haré loque foy obliga^ 
lo que me diáa mi conciencia » contor- 
lo que profi'ífado cengo : y boluiendofe 
lonaellas dixo; La vueltra gran fermoíu- 
LeuancCf que yo le otorgo el don que pe 
le quiíiere • Pues el que pido es , dixo la 
ella, que U vucítra magnánima perfona 
iga fuego conmigOtdonde yo iclleuare» 
romera , que no fe ha de entremeter en 
auentura ,ni demanda alguna,haüa dar- 
engan^a de vn craydor,quc contra codo 
:hu diuinOfV humano,me tiene vfurpado 
eyno . Digo que aíjii lo otorgo , reíjpon- 
Ion Qnixüte,y aÍM podeysfeñora, dcfdc 
lasydelcchar la mcicncolia que os fatígat 
:er q Cubre nucuo» bríos, y fuerzas vucf- 
cfoiayada cfperan^atquecon el ayuda de 
; 9 y 'a de mi bra^o , vos os vereys prello 
ayda en vucíiro Ke^^no , y fentsidsi i:ti\ik 



398 Qüartá parte de dod 

ílila de vueftro aocíguo y grande eftado^aj 
far,y adcfpecho de los follones que corrác 
2ir lo quilieren: y manos a labor> q en la ca 
daofo.dizen que fuele eítar el peligroXa m 
iiertcrofa donzella» pugnó con mucha porfii 
por befarle las manos>mas don Q¿>ixotc,q IB 
todo cracomedido,y corees caaailero,jama 
lo confíncio.ances lahizoleuancar y la abri 
fócon mucIiacorteíia,y comcdimicto:y ma 
dó a Sancho, que rcquíríeíTe las cinchas aR* 
zinance y le armaíTc luego al punto . Sancb 
dcfcolgó las armas^squc como trofeo de vn a 
boj eitauan pendíentcs,y requiriendo bs cin 
chas,en vn punto armo a íu ieñor:eI qual vic 
dofc armado^dixo; Vamos de aquiíencl non 
bre de Dios,a fauoreccr tña gran feñora. £ 
flauafeel Barbero aun de rodillas» teni&nd 
gran cuenta de dif^imular la rifa.y de que r< 
ie le caycíTe la barba > con cuya cayda qui^ 
quedaran todos fin confcguir fu buena mtci 
Clon : y viendo que ya el don edaua concedí 
do» y con la di-igcncia que don Quíxote fea 
hlt.iua para yr a cumplirle » fe leuanto , y to 
tno de la otra .nano a fu feñora » y entre Ib 
dos la fubíeron en la muía : luego fubio doi 
Quixotc fobre Rozinante: y el Barbero fe a 
cómodo enfucaualgadura» quedádofc Sách< 
a pie»donde de nueuo felc renouo la perdid 
del ruzio^con la falta q entonces U hazía.-ma 

tod< 



Q{i¡xúte de la Manchal 'Í9§ 

lo Ueüaua con gufto, por parccerle quo 
feñor efiaua puedo en camino, y nmy a 
de (er Emperadonporque lin duda al« 
peofaua que fe auia de cafar cdh aquella 
:íra>y fer por lo menos Rey de Micomi^ 
Tolo le daua pefadumbce » el penfar que 
Rcyno era en cierra de negros,y que la 
que por fus vaíTaltos It dielTeo, auia de 
dos nfgros :a loqual hizo luego en fu 
nación vn buen remeciio , y dixofe a íi 
3.Q^e lé me da a mi quemisvaíTaiIos 
egros^aura mas que cargar con ellos» 7 
05 a Bfpaña , donde los podre vender^ 
nde me los pagara de contado, de cuyo 
D podre comprar aígun titulo , o aigua 
con que viuir defcáfido codos los dias 
vida. Nofíno dormios,y no cengaysm 
, ni iiabilídad para difpcner de las co- 
lara vender treynca,o dics mil vaífallos 
icame eíTas pa;as« Par Dios que los he 
lar chico con grande , o como pudi re: 
por negros que fean los he deboluer 
3jisO amarillosri légaos que me mamo el 
. Con eño andaua tan folicitOiy tan ccn 
,que fe le o!ui Jnua la pefadumbre de ca 
* a pie* Todo cño mirauan^ie entre vnas 
s,Cardenio,y el Cura;y no fabiá que ha 
para juncarre con elIos:pero el Cura»que 
án cracilU> imagino luego lo que iv^t .¿ 



^oi QuartAparte^edoa 

pudiendoyra cauallo. Afsi es , rtfpo 

Barbero» y apeandofe en vn puDto , ce 

ftlCoraconlafilla^y el la como fin 

mucho de rogar. Y ^ue el mal % que i 

a las ancas el Barbero > la mialsique e 

trade alquiler , que para dezir quec: 

cftobafta^ alf o vn poco los quarcos t\ 

y dio dos cozes en %l ay re» que a darh 

pecho de Maefe Kicolas ^ o en lá cat 

diera al diablo la venida por don Q 

Con codo eíTo le fobrefalcaron de i 

que cayo en el fuelo ,con can pocí 

do de las barbas $ que fe le cayeron e 

lo: y como fe vio fin ellas no cuuo 

medio , fino acudir a cubrirfe el roí 

ambas mános^y aqueirarfe, que le au 

libado las muelas • Don Quixote , c< 

todo aquel ma^o d barbas^fm quixac 

fangrcslexosdel roürodel efcuderc 

dixo:Viue Dios que es gran milagro 

barbas le ha derribabo , y ar raneado 

firo, como fi las quitara a pofta. £1 C 

vio el peligro que corria fu inuencior 

defcubierca^acudio lüf go alas barbas 

con ellas adonde yazia Ma^fe Nicola 

aunbozes toda via,y de vn golpe, ilej 

la cabera a fu pechojfe las pufo, mure 

fob^eel vnaspalabras^que dixo que ( 

to enfalmo apropiado para pegar bar 



atMcqicaan]. 

ac lobre fíianeraiy rogo al Cura 
iícíTe lugar le erirñaíTe aquel enfa 
fdia 4 ^u virtud a ma^ que pegar t 
ía de eftéder^pucs eílaua clatO|(^ i 
barbas íe quitairen^aula d quedar 
jadaiy mal crecha,y q pue^ todo U 
las 4 barbas aproucchaua.Arsi cs^ 
*a 9 y prometió de enfeñarfele en U 
Dcafíón; Concertaronfe,^ por entoi 
: el Cara»y a trechos fe fueííen los 
lo.hafta que llegalfen a la venta^qn 
afta dos leguas de alIi.Pueftos los t 
1o,es a (aber^do Quitóte Ja Prínce 
'a:y los tres a pieiCardeníosel Bar 
ho Pan9a>don Q^ixote díxo ala c 
eftra grandeza, Icñoramia, guie] 
as gado le dit^re.Y antes q ella r^ 
ociLiccncía'*'^^' 



^0$ Qsareaparted^edott 

pudiendo yr a cauallo. Afsi es , rtípondio el 
Barbero» y apeandofe en vn pupto , combido 
ftlCoraconlaíilIa^y el la tomo fin huérfe 
mucho de rogar. Y ^ue el mal % que al fubic 
a las ancas el Barbero > la mula^utt en cfeco 
era de alquiler , que para dezir que era mal| 
cftobafta^ al^o vn poco los quarcos tukvoh 
y dio dos cozes en $1 ay re» que a darlas en d 
pecho de Maefe Kícolas ^ o en lá cabera » el 
diera al diablo la venida por don Q^oc6 
Con todo eíTo le fobrefaltaron de manera» 
que cayo en el fuelo.con tan pococuyda 
do de las barbas » que fe le cayeron en el fue- 
lo: y como fe vio fín ellas no cuuo otro re- 
medio , fino acudir a cubrirfe el roftro coa 
ambas manos^y aqueirarfe, que le auian dcr- 
libado las muelas . Don Qiiixoce » como vio 
todo aquel ma9o d barbas^fin quitadas.y Í¡Q 
fang re plexos del roürodel eícuderocaydoi 
dixo:Viue Dios que es gran milagro efie,las 
barbas le ha derribabo , y arrancado del ro* 
firo . como fi las quitará a pona. £1 Cura que 
vio el peligro que corria fu inuencion de ki 
defcubierca^acudio li) fgo alas barbas . y fucb 
con ellas adonde yazia Macfe Nicolás, dado 
aun bozes toda via,y de vn golpe, llegándole 
la Cabera a fu pccho/e las pufo, murmurado 
fobreel vnaspaI¿bras,quedixo que eracier- 
to enfalmo apropiado para pegar barbas, co* f 

motó 



jorloió verian:quando fe las tuuopue&as fe ^ 
|iar€o>y quedo el efcudero ran bien barbadoí^ 
^cao (ano como de antes:de q fe admiro don' 
iQ^uitote fobre áíanera^y rogo al Cura;4 m^^ 
áo caaietfe lugar le enJr.ñaíTt aquel enralmo»4* 
¿1 encedia 4 fu virtud a mak que pegar barbas 
fe deuía de eftéder^pueseftaua clatO|i^ de d6^ 
derlas barbas fe quicaíTenjaula d quedar la car 
lie llagada»y mal crecha,y q puei todo lo fana^ 
ua,a mas 4 barbas apróuechaua « Afsi esjdixO 
el Cura ^ y prometió de enfcñarfcre en la pri« 

Sera ocafiónXoncertaroDfesiq por entonces 
bieíTe el Cora,y a trechos fe fuelTcn los eres 
ihudado,haftaque llegaifen a la Ventaiqne e- 
flarta hafta dos leguas de aIIí;Pueftos los trér 
a ca u allomes a faberjdo Quixote^la Princefla^ 
y el Cura:y los tres a pie» Cardenio,el Barbe* 
ro^y Sacho Pan9a>don Q^ixote díxa aladoa 
Jscella^Vueftra grandeza, íeñoramia, guie por* 
dónde nías gado le diere ¿Y antes q ellardpd' 
dieíTcdixo el Líc£nciado:Hazia q rcyno quie 
ie guiar U vueftra feñoria?e$ por ventura ha^' 
zíael de Micomicon? que (i deue de ütfi yó : 
fe poco de Reynos.ElIa que eftaua bien en tó 
fio,entendío q auia de rerpoder^iq (la y áfsidir 
ácó:Si feíiór hatia eíTe Reyno es mi camine.Si 
jaLfsi es, díxd el Cura» por la mitad de mi pue- 
blo hemos de paíTar i y de aili tomará V.túé 
la derrota de Carta^cna^dónde fe podu e^* 

Ce % .V)«* 



%t^é Quaita parce de doii 

al Batbero.la auccura de los galeote 
cabofu ampí cotí (anta gloria Tuya , 
tocargaua la mano el Cura refíricnd 
vec Jo que batíalo ae¿iadorrQuixot( 
fe lemüdaiia la color a cad i palabra, 
uadezír qae el auia (ido el libercadoi 
U« buena ^encc.Eftos pacs»dÍNO el C 
ron los que nos robaron,que Diosp 
fiericordia fe lo perdone al que no los 
oár aídeuido fupUcio* 

CAP. 3^X X. QVE T R ATA 

' graciofo arcifícíó , y orden que fe 
• ^car a üueftro enarxiorado cáua 
-. la afperiísiaia peniteocia en que 
pttffto^r 

NO hüuo b^ea acabado cl Ci 
do Sacho dij^Q: Pues mia£e, 
cenciadoiel quehii^o eífa fa 
mi amo. , y no porque yo n< 
antes y leaoife» que mvAÍÍc lo quel 
trapeado darles líberudaporque te 
allí por grandirsimos veiiacos. Maja< 
xo a eftafaz^ndon Qu^oce» á losc^ 
.andantes'naíes toca»Di atañe auerígi 
afligido$»cncadcnados^»y opteíTos qu 
f ran por lotcaminos » van de aquell 



> 



■^ . ^-i 



Quixotc de la Mancha. 40/ 

bf ro « yuamof a Stuilía a cobrar cierto diñe- 
rOi que vn partence mío que ha muchos años 
que paiTi a Indias me auia embiadosy no tan 

!}iocos que no pafTin de fcfcnra mil peros,eu« 
ayados, que es o:ro que eaLy paifando ayer 
por ellos lugares , nos ralieroü al eocucntro 
quaero falccadorei ^ y nos quitaron halla las 
barbasiy de modo nos la^quitaronjque Iec5 
uino al Barbero ponerfeias podidas : y aun a 
^fte mancebo que jqui vi feñair.ndoaCarde 
moilepu(ier&comodonueao.f es 10 bueno 
que es publica fama por todo^ eftos contor- 
nos^que los que nos faitearon fon de vnos ga 
leoees,que diaen que liberto* ca(i en efle mer- 
ino (itiotvn hombre tan valiente, que a pefar 
del ComíiTano yd<:lasgn.aríias,lo!»folto a to 
dos: y fin duda alguna el deuii d¿ eftar fuera 
de}uyz¡o,o d:ue d-: f¿r tan grand: vellaco co 
tnoellos, oa gun hombre (in almi,v fíncOn" 
ciccia,pucsqutrafolcar al lobo entre las oue« 
jfas » a la rapofa entre las galhnas , a la mofea 
entre la miehquífodefraudar la )u(ltcia, yr có 
tra fu Rey,y feñor naturaU pues fue cotra fus 
jaftosm mdamieneos.Quifo,digo,quitar a taá 
Galeras fus píes ; poner en alboroto a !a fan- 
Ca Hkrmandad,que auia muchos años que re 
pofáua • Quifo finatmente , hazer vn hecho 
por donde fe pierda Cu alma t y ito fe f;ax\^ C\l 
iuerpo. Aoia/efcpncado Sancho a\Ccit^%t 



^t^é^ Quaita parce de doii 

al Batbero.la auScura de los galeotes que aV 
cabo fu ampí con (anca gloria fuya , y por e^ 
tocargaua la manq el Cura refíriendola, por 
ver loque batíalo ae¿ia donr Quixote>aÍ qual 
fe lemüdaua la color a cad i palahra^y no o&i 
uadezir que el auia (ido el libercador d aquo 
lia buena g ente. Eftos pacSsdÍNO el Cura/ue- 
ron los que nos robaron, que piospor fu m^-. 
fiericordia fe lo perdone al que no los dei^o lie 
oár ai deuído fupUcio* 

CAP.l^XX. QVE TRATA D.EL 
graciofo arcifícíó , y orden que fe (auo en 

■ fycgv a flueftro enarxiorado caualfero de 
la aiperifsima penitencia en que fe auil 
puefto, 

NO huno b;ea acabado cl Cura,qu2< 
do Sacho dixo:Pucs mia Éc,kñoT Li 
ccociádo^el que hiio eífa JEazaña fue 
mi amo , y no porque yo no le uixe 
antes y le auife, que miraíTc lo que hazia,y q 
erapócado darles libcrudsporque todos yua 
allí por grandifsimos vellacos. Majadero» di" 
xo a efta fazon don Quifoce» a los caualleros 
andantes no lescoca>ni atañe aueríguar,(¡ los 
afligidos,enc^denados»y opieíTos que encué^ 
tran por los caminos » van de aqueUa noane* 

jf^o efta en aqvv^a ax^vkft^^g^ Wc.\]Jü{aa.a 



Quixoce de la Manchad !if o^ 

por fus defgraciasjolo les toca ayudarles co* 

mo a meneitcrofos, poniendo los ojos en fus 

penas»ynocn fus velIaqucrías*Yócopevi| 

To(ario»y Tarca de gcnce» mohinat y defdicha^ 

ÚI9 y húe con ellos lo que mí religión mepí^ 

de , y lo de mas all a fe auenga : y a quien mal 

le ha parecido, faluo la fanu dignidad del (c- 

ñor Licenciadoi y fu honrada perfona » digo 

que íabe poco de achaque d caualleíia,y que 

miente como vn hideputai y mal nacido:y ef- 

eo le haré conocer con mi efpada.donde mas 

largametite fe contiene : y efto dixQ añnnaa« 

do (een loseflribos » y calandofe el morrión» 

porque la vazia de barbero a que a fu cuenta 

etael yelmo deMábrínoJIeuaua colgado di 

4rzon delantero, hada adobarla del mal tra« 

tamien coque la hízieron losgaleoces. Doro* 

^ca (queeradifcreca, y de gran donayre) co-' 

moquieayarabiaelméguado humor de do 

Qnixoce » y que codos hastian burla del > fino 

Sa.ichoPan9a» no quifofcr para menosiy vic 

c)ole tá enojaáo^le dixó-.Señor caualIero,mié 

brefele a la V«m* el don que me tiene prome 

tido,y que conforme a el no puede éntreme* 

terfe en otra auentura pbr vrgente que fea» 

foísíegue V* ttin ei pecho.qM fi el feñor Li* 

cencíadofupíera qué por eHb inuido bra^o 

^aiao (ido librados los galeotes, el fe dicta 

pctpiJMMOiUboci^y áun(c motdlttxutt 

"' ' Ce 4^ s w*^ 



Si^to <^m parte de do» 

^^ delaioltaVifta: porqae es cofa aueríg 

"^ q aunque tiene los ops en fu lugar,y c 

chost/icmpre niira al reues^como (i fueffa 

co : y efto lo haze el de maligno » y por pe 

BiicdOyy ef panto a los que mira. Digo qu( 

{H> , que el>e Gigante en fabiendo mi hori 

dad, auia de pallar có gran poderío fobn 

Reynoiy me lo auia de quitar todO|(in de 

mevna pequeña aldea donde me recogii 

Pero quepodia efcufar coda efta ruyna^y 

gracia^íi yo itic quiíieíTe cafar c6 el : mas 

4 elentendiatiamaspefauaque me vendí 

ini en voluntad de nazcr tan deíigual c 

miento : y-dixo en efto la pura verdad, p 

)amas tM ha paflfado por el penfamiéto^Ci 

mecdn aquel Gigante » pero ni con ocn 

guno, por grande y defaforado que fU 

Dfkó también mi padre; 5 que defpues 

elfueíTe muerco»y vieíte yo que Pandaíi 

do comengaua a pafTar íbbre mi R,eyno s 

no ágüárdaíTe a ponerme en defe.nfa , po: 

feria deftruyrme , (ino que libremente h 

táfít ddembara^ado el Rsynovfi quer 

cafar la muerte y total deArnycíon de 

buenos y leales va(!alIos , porque no au 

fer pofsible defenderme déla endiablada 

fs delGfgante:(ino queluegoicon algpn^ 

los míos> me pufieíTe en camino de lap-I 

fiai^doi^ha\\atUtUcssitdiodk ««« 



, Quixoec deU Mancha* 409 

[jo Al remcdioiporque entendió enlo que 
rauaiy dÍ3(o;No es marauilla/eñora mía 
!a vaeftra grandeva fe turbe» y empache, 
ando fus dcfu^nturasique ellas fueien fer 
, que muchas vczes quitan la memoria a 
]uc nialtruCá de tal manera, q aun dt iua 
nos nofnbrcs no fe les acuerda ,eomo hi 

con Yucftra gran feñora, q (e ha oluida 
ue fe ilaoia la PrinccjTaMicomicona,kgi 
heredera del gran Keyno MFcoññ icon:y 
:fie apuñtanijento puede la vueftra gran 
redu^^ir aora fácilmente a fu laftímada 
loria» todo aquello que contar qui(iete« 
irs la vcrdad,tcrpondiQ la dózeiia, y dcT» 
|qi ad<^lante,crco que no fera menefler a- 
arme^ada » que yofaldre a buen puertQ 
ni verdadera hidoria : la qnal es 9 que el 
mi padre, que fe ll.imaua Tinacrio el S^ 
r, fue muy dofto en eOo que llaman el 
i^agica» y alcanzo por fu ciencia, que mi 
re t que fe llamaua la Rcyna JCar amillai 
de morir primero que el » y que dtalíTi 
) tiempo^ ti también auia de paflar deRé 

1 y yo auia de quedar huérfana de padre 
dre^Pero de^ia el, que no le fatigauati* 
Icquantole ponía tt\ confufionfabee 
fofa muy cierta , que vq defcomunai Gt« 
esfeñorde vna grande ínfula queca(ia« 
i COQ,Qucftro Ac^aoWlamadoP Íd^(vV 

Ce/ • '^ 




4Tft Quarta parte dd don 

mi padfe dixo, puet las fcñales del rof 

ncn coD las de la buena fama que efte < 

ro tiene» Dofolo en Efpaña , pero en ( 

Mancha>pues apenas me huue defemb 

en Ofuna » qoando ohi dtzír tantas h 

fuyas^que luego me dio el alma* q era 

sno q venia a bufcarPues coaio fe deíi 

co vueftra merced en Ofunasieñora m 

gñco d6 Quixotesfíno es puerco de m; 

antes q Dorotea rerpódreíTesComo el < 

inano,y dixot Ocue de querer dezir la 

Princeíraiquedefpoes que defembarcc 

laga, la primera parte donde oyó xvn 

vueftra merced» fue en Qfuna . EíTo q 

2ir, disto Dorotea . Y efto f eua camii 

el Cnra»y proííga vueftraMageftad ad 

N<>^yquepro(eguir,rerpodio Dorot 

q íinatmete mi fuerte ha (ido tlbuen^ 

liar al Tenor don Quixote, q ya me cu 

tcgo por Reyna y feñora de todo mi 

paes el por fu corte(iá>y magníficenci 

prometido el don de yrfe conmigo» 

quiera que yo le licuare. , que no fer; 

parte,que a ponerle delante de Panda 

déla foíca viílaipara q le mate^ me n 

lo que tan contra razón me tiene w(ar\ 

todo efto ha de fuceder a pedir de bo< 

afsilo dexo profetizado Tinacrio el S 

ai buen p4¿ite ; el c^ú cambie n áaa 



Quizóte de la Mancha 4x1 

• 

io d vñ cauatlcraandapte » cuya fania 
ciepofe eftcndcHa por todo cfte Rey" 
quai fe aúia ¿e llamar^ fi mal no me a« 
^^PP Asóte, Q don Gigote* Don Quí- 
jr|a>reñ0ra9dixo i cRk üzb Sancho Paa 
}v otro qotnbre, el caualíero de la tríí- 
ira • Afsí ea la verdad , dtxo DorptejJ 
naS) ^ auia de fer alto de cuerpo $ feco 
tro.y 4 en el lado derecho»debaxo del 
} yzquierdo^o por allí junto,auiade te* 
iunar pardo^con ciertos cabellos a ma- 
! cerdas . En oyendO:f)efto don Quixo^ 
i'a fu efcudero! Ten aqui Sancho, hijo 
ne a dcfnudarique quiero ver fi foy el 
Toque aquel Ubio Rey dexoprofeti** 
ues para4 quiere vueíh'a merced def* 
bidixo Do rotea? Para ver R tégo cíTe la 
ueftro padre díxo,rcrpondio don Qui** 
lo ay paraque 4eínudarrc,dixo Sacho, 
fe q tiene vueftra merced vn lunar def 
is eo la mirad del efpinazo » q es íeñai 
lOfflbre fuerte . Eflbbaftadixo Doro- 
rque con los amk¡os no fe ha de mirar 
as cofas^ y que eítc en el ombro>o que 
el efpindzo importa poeo.bafta q aya 
efte donde cftuuierejpues todo esvna 
carne: y fin duda acertó mi buen pa« 
todo» y yo he acertado en encomedar- 
tootdoúi^ixocé^ qjM el upoi cometí 



mi padfe díxO) puet las fcñales del 
ncn coalas de la buena fama que e 
ro tiene» Dofolo en Efpaila , pero< 
Mancha,pués apenas me huuc defc 
en OAioa » qoando ohi dtzir tant 
fuyas^que luego me dio el alma* q 
sno q venia a bufcarPues coaio fe 
co vueftra merced en Ofunasieñor; 
gñco d6 Quixotesfíno es puerto d( 
antes q Dorotea rerpódreíTestomo 
inano,y dixos Ocue de querer dezi 
m:ince(ra»quederpoes que defemb; 
laga, la primera parte donde oyó 
vueftra merced» fue en Qfuna . Efl 
2ir« diko Dorotea . Y efto I eua ca 
el Cnra9y proííga vueftraMageftac 
No^y queprofeguir^rerpodio Do 
q final me te mi fuerte ha (ido ti bi: 
liar al feñor don Quixote, q ya m< 
tcgo por Reyna y fetíora de todo 
pues el por fu corte(iá>y magnifice 
prometido el don de yrfe conmi| 



> m letras CaldcaifO Grícgaf»que ya 
: leer ,^oe 6 efte cauallero de la profe* 
uesde aucr degollado al GígaotCiquí 
farre coomigo i que yo me oCorgaíTe 
n replica algunaipor fu legitinia elpo« 
liefle la pollersion de mi reyno , lunta 
le mí perlona . Que ce parece Sancha 
dixo a efte punto don Quixote^no o« 
,ue paflaíno te lo dize yo?mira fi Cene 
Reyno que mandar.yKey oa c6 quíea 
To juro yo. dito Sancho: Para el puco 
le cafare en abriendo el gianatico al 
inddhilado • Pues monta que ejKnaU 
latafsife me bueluá las pu'gas de la ca 
iiziendo efto »diodosfapacecas en el 
m mueftras de grandifsimo concenco» 
fue a tomar las riendas de la mu la de 
a,y haziedola detener, fe hinco d rodl 
: ella,fuplicaodoIe le diefle las manos 
farfelas) en feñal que la rccebia por fa 
/ fcñora.Quicn no auia de reyr de los 
anteS) viendo la locura del amo 9 y la 
dad del criado . En cfcco Dorocea (c 
ylepromcciode hazerle gran feñot 
:yno> quando el Cielo le hizieíTe tan* 
que fwlo dexaflíe cobrar y gozar* Agrá 
o Sancho co tales palabras»que reno* 
á en todos. EftafeñoreSiprofíguio Do 
s mi hiftoría^ folo rcfta por delitos, \ 



4T4 CtSjirta parte de dbá ' 

dequancagcocede acompañatnien 
de mí rcynoytio me ha quedado (ino 
buen barbado efcudero.porqae cod< 
garon en vna gran borrafcaqoe tu 
vifta del puerto. Y el, y yo falimos et 
blas a cferra.comQpor milagrd.jr áTsi 
milagroty miílerio el difcurfo de mi 
mo lo áüeys notado. Y (i en alguna o 
dado demafíada^o no tan acertada c< 
ttiera > fichad la culpa a lo que el feñq 
dado dixo al principio de mi cueto^ 
bajos continuos^y extraordinarios) < 
memoria al que los padece; Eíf a no r 
ran a mi » o alta i y valerofa feñora $ c 
Q^iixotes quantos yo paíTare en (erui 
gr ádesty no viftos q fean.Y afsi de nu 
firmo el d,on que os he prometido > y 
yr con vos al cabo del mundo,hañav 
el fiero enemigo vueílro) aquiépíen. 
ayuda de Dios>y de mi bra9o, tajar 1, 
foberuia^con los filos defta (no quie 
baena)erpada>merced a GinesdePati 
que me licúo la mia:efto dixo entré di 
proíiguio diziendo:y defpues de auet 
do,y püefto os en pacifica poflefsion 
tro eftado^quedara a vucftra rolante 
de vueílra perfona lo ^ mas eti talan 
niereéPor^ mientras que yo tuuiere < 
Ja mcmot:ia>ycatttiua la roluntad^pe 



v*> 



I acerca de no querer caunc, i^u 
Dojo tlfando la boz díxo:Boco a m 
ni , q no tiene vueftra merced fem 
izote cabal jayzio: pues como es pe 
t pone vueftra merced en duda el c 
a tan alca Princefa como aquefia?P 
a de ofrecer la fortuna tras cada a 
mejante ventura » como la q aora fe 
fis por dicha mas ñermofa mi feñc 
ea? no por cierto>ni aun co la mitac 
»y por dezir»á no liega a fu ^apato 
cftá delate. Afsi noramala alcáfarc 
lado 4 efperoyfi vueftra merced fea 
r cotufas en el golfojcaíefc^caiefe Iv 
iicdole yo aSaunas,y tome elTe re 
viene a las manos»de vobii i vobis» 
Rey, túgame Marques»o Adelant 
m (i auiera fe lo 1 leue el Diablo t 



4t6 Qgarta p&rte de doili^> 

auer lugar Ücmprc para poncHnc la m^i^ 
la horcaxadura > y q codo ha dt fer errar vosi 
y perdonaros yo? Pues nolo pcDÍtyi vellaco 
defcomulgadoique iin duda lo eftas,puet hil 
puedo lengua tn la fin par Dulcinea, f nob- 
beys vo$,giñan,faquÍ!i,behcrefque lino fuelle 
por el valor que elia infunde en mibrafOtquC 
no le cedria yo para macar vna puíga?Oezid 
Tocarron de lengua viperina « y quien penfayl 
que ha ganado eñe rey no i Y cortado la cabe 
(a a e(lc Gigante? Y hcchoos a voa Marqarsi 
( que codo ello doy ya por hecho^ y por coCí 
paliada en cofa juzgada) (ino es eivalordc 
Dulcinea,tomat)do a mi braco por inílrumé- 
to de fus has¿añas?ella pelea en mi^y vencecil 
ini»y yo viuojy refpifo en ella, y tengo vida, y 
fer.O hideputa vellácoj y como foys dcfagra- 
decido , que os v^^ys leuantado d^. 1 poluo de 
Ja tierra , a fer fcñof de titulo , y corre fpon- 
deys a can buena obra,con de2ír mal de quie 
os la hizo.No eñaua tan mal crechó Sancho» 
que no o yeffen todo quanCo fu amo ledeziai 
y leuancandofe c6 vn poco de pre(le2a,refüC 
i\ poner dccras del palaíVeti de Üof oCca,y dcí 
dcallidixo afa amo; Dígame fe nor,fivucf- 
tra merced cieñe d.cermiiudo de nocafarfe 
con eita gran Princc fj, cíai o eña que no íerl 
cl rcyno fuyo,y no íiédol «j, que ilierccdes wt 
puede haaci^E&o^s de lo qj.w \o aicquexoi 



* 



Ogixote de la Mahcííáé 4íf 

^ tiítSc vuettra merced voa por vtia cpú tRá 
Rcyüa,aotaqae la cenemos aqui,comolloui 
da del Cíelo, y defpues puede boluerfe có mí 
fcñora DulcineatqueKcyes deue de auer ai^i 
do eaet muh Jo,que ayan (ido amancebados. 
£n lo déla hermofura^no me entremeto,que 
en verdid íi va a dczírla, que entrambas me 
parece bíé , pucfto que yo nunca he viilo a la 
feñiora Dalcmea.Comoque no la has viíto 
tray Jor bíavfemo.duo donQuixoceipues no 
acabas de craerme aora vn recado d fu pace? 
Digo que no la he Wfto can dcfpacio,dixo Sa- 
chv^»que pueda aaer nocaio particularmente 
fu hermofuraty fus buenas partes» punto poü 
pautó peroafsi abulco me pareCcbien* Ao- 
ra te difculpo, dixo don Qaixote, y pcrdona- 
tnecUnoJo quetehcdadj,que los primero* 
m )UÍiiiicntos ño fon en manos délos hobresi 
Ya yo io Veo , rcfpoii dio S;incho, y afs¡.en mí 
laganadchiblar, ítempre es primero moui^ 
mienco « y no puedo dcxar de dezir por vná 
V¿z íiquief ,1,1o qué me viene a la lengua^Goii 
todo eflo dixo don Q^ixdce, mira Sa ncho lo 
que hibIas,porquc tancas ve^es va el canc^ri^ 
lio a la faence>y no te digo mas. Aorá biétreí 
pondio Sanch'o>Dios e(Ía en el Ciclo que yee 
las trampasty fcra juez de quíc haze mas mal 
yo en no hablar bien>o vueílfa merced en o- 
brallo.No aya mas^ Jjxo Dorocea>cotted^i« 



^8 Coarta parte de áotk 

cho,y befad U enano a vueftro Tenor 9 y peditr 
de perdón, y de aqui adelante andad mas ztí 
tado en vueftras alabanzas y vituperios, y no 
digays mal de aquefa feñora Tobofa, a quien 
yo no conozco,fino es para feruilla , y tened 
confianza en Dios , que no os ha de faltar va 
cftado donde viuays como vii Principe. Fue 
Sancho cabizbaxo>y pidió la mano a fu fcñors 
y el fe la dio^con repofado continente » y def- 
pues que fe la huuo befado, le echo la bendi- 
ción , y dixo a Sancho que fe adeíancaflen vn 
poco>que tenia que preguntalle^y quedepar-- 
tir con el cofas de muchas importaocia.Hizo 
lo afsi Sancho,y apartaronfc los dos algo ade 
lante^y dixole don Quixote:Deípues que ve 
niíle no he tenido lugar,niefpacio para pre< 
guntarte muchas coías de particularidad , a« 
cercade la embaxada que lleuaíle^y de la rcf 
pueda que truxiíte>y aora pues la fortuna nos 
hi concedido tiempo y lugar, no me niegues 
tu la ventura que puedes darme.con tan bue 
ñas nueuas« Pregunte vueítra merced, lo que 
q[uifiere> refpondio Sancho , que a codo daré 
tan buena falídatcomo tuué la entrada. Pero 
fupiico a vueftra merced Tenor mío , que no 
fea de aqui adelante tan véngatiuo . Porque 
lo dizcs gancho, dixo don Quixpte i Digolot 
refpondio, porque eftos palos de agora^ mas 
fueron por la pendencia que entre ios dos 

trau<¿ 



SlAuoic} ^i|.bIo la otra noche 9 que por lo que, 
íxcccin(Fa miicSora DulcÍQca>aí^ieaamo 
y reúcreficio como a vna rclíquíai aunque en 
tiU no iQay^a^tfolo por íer cofa de vueílra mefi 
cecLNfxtorees a cff^s platicas San€ho»por cit 
vtdatdixo donQ^ixote»que me dan peíaduoi 
brerya ce perdone- entonces, y bíeniabes tu q* 
ftte1c4!CrZÍr^i^ pecado nucuo» peoicencia nue 
üa.MientraJ^xtftopaíráua vieron venirpor el, 
camin94oa4é ellos yuanta vo hobre caualIe-<» 
tofobr.e v|i }ainento,y quando ífcgo cerca let 
parecía que era Gitano: pero Saticho Patina» 
que do quiera que vía afnos fe le yuá los ofo^ 
y el al|iia,a penas huuo vifto a! hobrciquádo 
conoqipqiie era Gines de Pa/lamof^tejí y. pof 
el hilo. del Gitano Taco el ouilio deiu a(ho,co« 
mo era la verdad^ pues erax:] razio fobre qutf, 
FaíTamonoe venía ; el qual por.no ferconoci^. 
doty por vci^der.el aíiiotfe aiaia pucño en tra 
fe d« Gicanp^cuya lenguiiy ot;ras rnuchas fa- 
bia hablar, como (i fueran naturales fuvas^ 
Viole SanchOty(ConocioIe> y a penas le huuo 
viílo y conocido 9 quando a grandes bozes le 
dixo: A. ladrón GincíiHo^dexa mí prenda, fuel 
ca mi vida % no te empaches Con midcrcanfo,, 
deta mi afnoidexa mi regalo;huye puto» aus¿ 
tace ladroiy .desapara lo q no^s tuycuNo fuá, 
tan menefter tacas paíabras^toi baldones porq. 
alaprioicra falco Gines^ y tomando vn trote 

Dá % c^i 



410 Qaarca parre de don ^H 

qucpareciacarrera.envnpontoíe aaícntií 
y aUxo de codos. Sacho ilcgo a fu ruzíoi y^ 
bra^ádole,ledixo:Cümo hasellado bí£ miOt 
ruzio de mis ojüsjcompañeromio, y con eíló 
lebcl'auajyacariciaua como íi fuera perfona, 
el afnocallaua.y fe de^iaua befsr y acariciar i 
Sancho fin refponderie palabra alguna.Líígl 
ró todos,ydierorlc el parabién del h.Htazgo 
del ruzíojcfpecialtnctiie don QuixotCiel qual 
|edi\0)q iioporelíuaiiLiIauala póliza de lof 
trcspollinos.Sáchofelo agradeció. En tanto 
q los dos yiian en eltas placicas,dixo el Cura 
a Dorotea,que aiiia andado muy dirircca,ar 
íi en elcuenco.como cnla breucdad del,y m 
la (imilitud que tuuo con los de los Itbrm de 
cauaUcriaS!e1]adÍKo,qtie muchos ratos fe auil 
entretenido en lecllos, Pero q no labia ella dó 
de eran las prouinci,is,ni puertos de mar,y q 
afsiauia dicho a tiento, que fe auiad^fembat 
cadoenOlTu'ia. YolocntendiaafsÍ,dixoel 
Cura> y por effo acudí luego a dezir lo qoe di 
xe,con quefe acomodo todo. Pero no escota 
ellraña, vércñ quanta facilidad creé'tfie def- 
acnéuradoliida'gó todascíías ÍnuenciaDe$,y 
irieñtirili>ro]ó pórt^ue Ileuan el eftiiójy modo 
(lélarif^dádiísderuslibrosíSiésdíxoCar 
^nio, y tJ<Rrá,r;t',')rnutica viña, que yo no fe 
IPqa¿ítÍ'iidüíHÁtotarla , y TalirícaHí menri* 
lV39ilirrite 1 liüüitiitui^^VLdti úi^erno i que 



.....aii ucouas colasidifcurre coi 
s r«'Zones,y mueftra tener vn ene 
claro,y apacible en codo.Oc mar. 
no no le toquen en fus cau^llerias 
idie q le )uzgue,fino por de muy b 
ímienco.Eú canco que ellos yi^ane 
lerfacton, proñguio don Qnixote 
, y dixo a Sancho : iichemus ?ííu(} 
elillos ala mar,cn(.fto de nueñras \ 
I y dime aora » (in tener cuenta coi 
*encor alguno. Donde, como,y qu 
fte a l>ülcinea?Q¿í.c hazjaí (.\¿c le 
i^erefpondio? Qn^e rxjftro hizo.qua 
nicarta?Q;\icn ce 4a tralUdo? / co 
que vieres, que cu elle cafo es ciigí 
c,de preguntarfc , > fatisfaierf: , 1 
asjoniiécas por darme giiAo; ni r 
orccsjpor no quitármele S^^i'r^*- * 



'4« 

ycreyfiímDre que c boluicras dcfdeíMogat i 
donde \i echaras meiioí. Afsi fuera,rtfp6ílio 
Sanchojfiíio la-huuitra yo turnado en la m«- 
müfia.quando vueílra metced me ía Ícyo,dc 
inaner'a que í^lt dixe a vn facriííá.qtie me U 
trenado def eníédíiiiié:o,taa punto por pun- , 
Co,quedÍxo,^uéeh todos los días d¿ fu vida, 
aúqu^ auia leydo muchascartas de dcKroma 
nion.no auia viíÍo,iii kydo tan linda cartaca 
moaquella.^ tienes la toda vía enlámenlo* | 
ria Sancbo.dixo don Q;TÍxote? No íéñót, ref- 
pondioSanchd;p6rt|ue defpues q la di,coina | 
vi que no auia de Ter de mas prouecho > diefl 
D]uida1Ia.Y'talgorcmeacucrda,cs>at]uelia i 
del fobafada^igojdd foberana fcáOrSiy/lavI ! 
eimOíVueftrol'taftat? muerte, el ciatullerode 
}a trifte Figura. Y en medio deftas dos cofas» 
le pu(e mas de crezicus almasiy vidas,y ojoi ! 

BlioS* _^ 

CAP. XXXI. DE LOS SABRO- 

' fo8razoi»iTiÍ6atosqiiefiífTítraácncredon 
QMixote,yiS*rftJio Panjífií-elctideKíi coa 
■ 6tr«atócíff6*í ■ 

f^r^Odo eflb no me dercbntenta , )»rofi- 

I ' ^ue.adelaníe.dixo don Quixoce.Lle< 
' 1^ gaílciy que haíiaaquelli^eyaa deis 



Quixoce de la Mancha. ^jf 

Hade enfartando perlas , o bordando álgunf 
empresa» co oro de caaucilIo»para eílé fu cau 
tíaó cauállero.No la halle^reípondio Sanchpt 
íino ahechando dos anegas de trigo cnvo coc 
ral de fu caía. Pues has cuenca, dixo don Quí- 
xotejq los granos |de aquel trigo eran granos 
de perlas, tocados de Cns manos. Y íi mirafte 
amigo,eI trigo era candeal, o trechel? No era 
fioo rubtdjrefpondio Sancho. Pues yo te aíTe* 
guro, dízo don Quíxote , q ahechado por fuai 
manos hizo pan cádeal.fin duda alguna; pero 
paíTa adeUnte.Qnando le diíle mi carta befo 
la? Pufofelq fobrela cabera? Hizo alguna cere. 
monia, digna de tal cartaPo que hizo? Quado 
yo fe la yna a dart refpddío Sancho, ella e^a-^ 
ua enla ñiga del meneo devna buena parte de 
trigo.que tenia en lacriua. Ydixome,poned 
amigo efla carta fobre aquel coftal, que no la 
pxiedo leer hada q acabe de acriuar todo lo q 
aqui eftá^Difcreta reñora> dixo don Quixote. 
EíTodeuiodeferpor leerla dcefpacio, yre- 
crearfe con ella. Adelante Sane ho,y en tanto 
q eftaua en fu meneñer,q coloquios paíTo có 
tígo?C^ctc pregunto de mi?Y tu q le refpon 
difte? Acaba,cuentamelo todo^no fe te quede 
en el tintero vna minima.Ella no me pregun- 
to nada5díxo Sancho, m as yo le dixe de la ma 
ncra^ meftra merced por fuferuicio quedo.- 
whiizieadopemccníiiafddnixAo deVacVcvtut^ 

Pd 4 Mvfe^ 



4^4 Quartd parte qc doD 

^rribaimetido enere eftas fierrasjcomo fi fti ^-^'i 
rafaluage, durmiendo en el íuelo , fin tomcif ' 
— j^aDamanccIcs,ni finpcynarfc ¡al^arba, ilorf ' 
dcy maldjzicndo fu fortuna.fin de»¡r q mal- ^ 
dezía'mifoicuna,aí>(iile maljdixodoQ^ixQ. ^ 
te, porque anees la bcncigo , y bcnd( zu v to- ' 
dosiosdiasdemi vida por auerme hecho di . 
gnode merecer aoiar tan alta íc ñora , crina ?p 
Dulcinea del Tobofo. Tan alta es, refpondia , - 
Sancho,q a buena tf,qu. mcileuaami nias^ .^ 
vn codu-Púés como iJácho,dixo donQ¿.uütc j 
haftc medido cu có ella? Mcdime c n ella ma- ^ 
nerajrefpondió 3ácho> q llegando a ayudar a :¡ 
poner vncpítal de trigo lobrcvn jumento lie ' 
gamos tan )ñtos,q eche de ver, queme llena- i 
lia mas de vn gran palmo. Pues es verdad re 
plico don Q^i.\Qte»q no acón paña c (fa gran 
dcza^ y la adorna con mil millcnesj y gracias 
del alma* Pero no me negarais Sancho vna cq 
fa,quando llegafle junco ae la nofentiíic va 
olor fabeo, vna fr¿'gancia aromática, y vn no 
íe quede buenoj^que yo no acierto a dalle iio- 
brc? Digo,vn tuho,o tufo, como fi eíl auietas 
en la tienda de al^un cui iofo Guantero ? La 
que fe dc?ír,djxo Sancho, es q (cnti vn cor- 
21II0 algo hobruno>y deuia de fer, q eHa có el 
mucho exerciclo eOaua fudada^y a'go correa 
fa. No feria cíTorerpondioJoo Quixote fino 
q tu deuias de eftar comadizado^^o ttt deuiñc 




Qníscotc dcla Mincha. 4tí 

de oler a (i mifmo , porque > o fe bien lo que 
hueíc aquella rola enere cfpinas, aquel lirio 
del campo,aqucl rnibar deslcydo.Todo puc 
de fcr» rcfpondio Sancho , que muchas vezes 
(ale de mi aqocl olor, que encóces me pareció 
que falia de íü merce d de I a fcñora Ducinea» 
ptronoay deque maruillarfe^que vn diablo 
partee a otro. Y bié,pro(iguio don Quixotc, 
heaqui que acabo de limpiar íu trigo, y de 
cnibjallo al moÜno.Qiie hizo quando leyó la 
carta? La canaidixo buucho.no la leyó, porq 
dixo que no fabia kersni efvriuiryantes la raf- 
go,y la hizo menudas piet^as diziendo que no 
la queria dar a leer a nadie , porque no fe fu* 
pie fíen en el higar fus ftcrecos y que baftaua 
loque yo le auia dicho de palabra,acerca del 
anior que vueftra merced le tenia y de la pe- 
ncencia extraordinaria que por fu caufa que 
dauahazicmio^Yfinalmci teme dixo.quedi 
íccire a vueflra mcrced,.que leb'-faua las ma- 
nosyquealliquedauaco masdeíftode ver • 
Ic,quc de efcriuirle ; y que afsi le fupücaua, y 
mandaua,que vifta la prerence,ralielic d aque 
líos macorrales,y fe dexa0e de hazer difpara- 
tes . y fe puÍJcíTc iuego luego en camino ¿el 
Tt^bofo íi otra cofa de mas importancia no 
le fue cdíefle,porque tenia grandeflecdt ver 
a vuefira merced. Riofe mucho quando le di 
xc^cotnoícUnímáUJdvocürH merced c\ c*<íw2l- 



^t6 t^arta parce de don 

llero déla Crifte Figara«Preguntelc fí autt 

alia el Vizcayno de marras, dixome q fi 

era vn hóbre muy de bié.Tambien le pr* 

te por los galeoces^mai dixame q no au 

to hada enconces algano.Todo Va bien ] 

agora>dixo dóQuixvíce.Pero dime.q joy 

laque tedioaldcfpedirte, por las nueua 

mi le lleuafte?Por4 «s viada» y antigua c< 

bre enere los caualleros, y damas andaí 

dar a ios eiéuderos^ donzeUas»o enanos 

Heuá nueuas de fus damas a ellos^o a elh 

fus andltes, alg^una rica joya en albrici; 

agradecimiéco de fíi recado. Bien puede 

í¿r arsi»y ya la cega por bqena vfagaypeí 

fo deuia de fer en los tiepos paíTadps, q 

folo fe deue de acoílubrar a dar vn ped 

pan>y quefo^q efto fue lo q me dio mi fe 

Dulcineas por las barbas de vp corral» q 

dellamedefpsdi:y aun por mas fe ñas i 

queío ouejuno. Es liberal en eftfemo,dÍ3 

Quixote,y fino te dio joya,d oro,fin duc 

Uio de íer,porque no la cendtia alli a la t 

para dártela, pero buenas fon mSgas de 

dePafqua,yo la vere,yfc farisfara todo.l 

de 4 cftoy marauilladoSancho?De q mi 

ce q faylte^y yéñiftc por los ayrcs,pues 

mas de tres días has tardado en yr , y 

defde aquí alTobofo^auiédo de aqui all 

de creynca legaas^Por lo c^iial me doy ; 



Quí xore de 1 1 Mancha. ^tf 

der>quf aquel fabío nigronianCc»q tiene cucn 
ca con miscofas^y esmiamigo^porq por fuer 
^-a Ic ay,y le ha de aucr, fe pena que yo no fe- 
ría buencauaiiero andante. Oigo que efte Cal 
ce deuio de ayudar a caminar» fin q cu lo (in* 
tie(res,que ay fabio dcftos, q coge a vn caua'- 
llero andante durmiendo en fu cama, y fin fa- 
ber como>o en que manera,amanece otro dia 
mas de mil leguas de dóde anochecio.Y fino 
fucíTe por cfto , no fe podrian íocorrcr en fus 
peligros lascauaileros andantesvnos a ocros, 
como fe focorren a cada paíío.Que acaece ef- 
tar vn o peleando en la fierras de Armenia c5 
algún Lendirago^o con algún fiero Veftiglo, 
9 có otro cauallero,dóde lleua lo peor ^la ba 
caila,y efta yn a puco de muerce: y quádo no 
os me caco,aíroma por acullá encima de vna 
nuue,o fobre vn carro i fuego» otro cauallero 
amigo ruyo,q poco antes fe hallauaen Ingla- 
terra,q le fauürece,y libra de la tnuerte,y ala 
noche fe baila en fu pofada, cenando muy a fu 
"abor , y fuele auerde la vna a la otra parte» 
ios,o tres mil Icguas.Y todo efto fe haze por 
hdüílria,y fabiduria d^ftos fabios'éncanta Jo 
cf ^q tienen cuydado deflosvalerofos canalle 
•os, Afsí q amigo Sachó,n o fe me hazedíficnl 
ofo crcer,q «n tan brcue tiempo ayas ydo, y 
'cni Jo defde cfte lugar al del Tobofo , ^ues 
orno C€pgo dkhojalgü fabio amigo te ÍLtuVo 



t 



'41 S Quarta parte de don 

de licuaren bolandill;^! íin que tu lo fnner- 
{cs, Afsi feriasdís^o Satichoj porq a buena fc«q 
andaua Rozínantc,como íi fuera alno de Gt* 
canOiCon azogue en íes oydos.Y como li tit* 
uaua azoguesdixo don Q^tixoccs y aun vnale 
gion de demonios , que engente que cami- 
na, y haze caminar íin canfarfe , todo aquello 
que fe les antoja* Perodexándo efto a pa^ 
tc,que tepareceatiquedeuoyodehazerao f 
ra,cerca délo que mi (eñora me mád:i>quc Is "^ 
vaya a ver» que aunq yo veo que eftoy obligl I 
do a cumplir fu mádamiento,veome cambien ^ 
imporiibilitadodeldonq he prometido a li 
Prínccfj qiie con nofotros viene 9 y fuérzame 
la ley de caualleria a cumplir mi palabra, an- 
tes que mi gufto . Por vna parte me acofl'í» y 
faa^a el dclTeo ávcv a mi feíiuraipor ov a me 
iiKtca y Ijama ia promctidci fcy la gloriaquc 
he de alcanfar cii e(ln emprcira . Pero lo que 
pienfohazer, fcracaminaraprieíTa, y llegar 
prvllo donde eftü eñe Gigante,y en hcgando 
Je corral e la cabc^n^y pondré a ia Princcfa pa 
cificamepte en fu cftado , y al punto d.ire la 
buelca a ver a la luz que mis fencidos alrbí a. 
A laqualdarctalesdtfculpas que ellav^gaa 
tener por buena mi cardanga,pues vera ó co- 
do redunda en aumento de fu gloria y f im^i 
pu£S qiiáca yo he alcau9ado .alcanzo, y alean 
carc por las arma5U^0X^N\^^ía^i^vv\e viene 



i 

.1 



Quísote dc^Ia Mancha* '429 

del fauor que ella me daiy de fer yo fuyo. Ay 
dixo Sancho9y como eftá vueftra merced laf- 
timado d eflbs cafcos^Pues dígame feñor^pii 
fá vueftra merced caminar eílé camino en bal 
áti X dexar pirar, y perder vn can rico , y can 
principal cafamiécocomo eík? Donde ledaq 
en doce vn reyno^q a buena yerdads q he oy« 
do dezir,que cieñe mas dp veji^nte mil leguas 
dcconcornoiy q es abundantifsimo de codas 
las cofas q fon neceflfarias pa^'a el fuilenco de 
la vida humana^y q es mayor que Porcugal,y 
4 Caftilla jQcos.Calle por amor de Dio$,y té • 
ga vergüenza de lo q hadicho^y tome mico- 
fe)o,y perdonemet y cafefe luego en el primer 
]ttgar>q aya Cura, y fino, ahi eña nueftro Li- 
ceciadb,que lo hará ¿c pcrias.Yaduicrtaque 
ya tengo edad para dar confejoSf y q efte que 
le doy> ic viene de molde , q mas vale paxaro 
en manoique buycre bolado^porq quien bien 
t¡ene,y mal efcoge^por bien q fe enoja, no fe 
venga.Mira Sanchoirefpondio don Quixote» 
íi el confeio que me das de q me Cafcyes por^ 
fea lu( g ) Rey, en macando al Gignnte, y ten- 
ga cómodo para hazerte mercedes^y darce lo 
promecido:H igoce faber^q fin cafarme podre 
cQpIir CLi defleo muy faciImence>porq yo faca 
re de adahala^ances de enerar en iabaca la,q 
fdUendo vencedor delU 9 ya que no me cafe» 
me han de dar vna parce del Reyno,pata<\uc 



430 Q^arta parte de den 

la pueda dar a quien yo qui(icre;y en 
melaba quie quieres tu que la 4^»fíno 
fooftaL.clarOyrefpódio Sanchoipcro m 
cratAjEircedquelaercojahazia la marj 
qpe fino ene concencare la^iuiendaspu 
barcar mis, negros vaíTalIps» y hazer c 
que ya he.dicho. Y vaeftra tnerce$l nc 
<Íe yr por agora a ver mi fcnora Dulci 
no yayafe a oíacár al Giganceiy.cócli 
efte negocip.que por Dios que fe me j 
que ha de fer de mucha hora^y de muí 
uecho«PigQCp. Sanclio^dixo donQníxi 
eftas^en locíerto^y que aurc dt? tomar 
fejo,en quanto.eí yr antescoii ja Prin< 
ver aDulcinea.Y auifote que no digas 
nadíeini 4 los que con nofotros vienét 
que aqui hemos departido,y tratado, 
Dulcinea es tan recatada) que no quí 
fefepan fus penfamíentos » noferab. 
y«»ni otro por mi los defcabra^Pues (i 
afsi,dixo SanchoiComo baze vueílra n 
que todos^los que vence por fu bra^o 
yan a prefontar ante mi feñora Dulcii 
do efto firipa de fu nombrcique la qui 
y que es fu enamorado?Y fiendo forfo 
los que fueren 9 fe han de yr a hincar ( 
jos ante fu prefencia, y dezír que van c 
te de vueñta merced a dalle la obedie 
mofeipucden encubrir los pcnfamiei 



Qubíoce de la Manchad 431 

tncrambo8?Oqae necíchy q (imple ¿¡ eresfdí- 
xo don Qgaxote. Tu no ves Sancho^que eifo 
Codo redunda en fu mayor enral9ami¿co? Por 
que has de faber^q en efte nueftr o cftilo de ca 
nailerias es gráh&ra tener vna dama muchos 
caualleros andantes que la íirua» fin que fe ef- 
tiendan mas fus penfamientos.que a ferailla» 
por foio fer ella quien es» (in efperar otro pre- 
mio dcfus muchos , y buenos deíTeos^íino q 
e Ha fe contente.de acetarlos por fus caualle- 
ros. Con elfa manera de amor» dixo Sancho^ 
he oydo yo predicar , q fe ha de amar a nue^ 
firo Señor , por ü Tolo, fin q nos mueua efpe- 
rifa de gloria» o temor de pena* Auque yo le^ 
querrb amar^y fcruir^por lo que pudiere. Va 
late el Diablo porvillanoidixo do (^ixote,y 
£[ de di(crec iones dizes a lasyezes» no parece 
fiao que has eñudiado. Pues a fe mia q no fe 
leer^ refpondio Sancho. £n efto les dio bozes 
maeíTe Nicolás : que efpecalTen vn poco^ que 
querían detenerfcabeuerenvna fuentezilla 
que alli eftaua. Detuuofc do^Quixote» có no 
^ poco gu fto de Sancho,que ya efiaua canfado 
de mentir tácojy timía nolccügieííefuamo 
a palabras «Porque pue Ao que el iabia q Dul- 
cinea era vna labradora del Toboío , no la a*- 
uia vifto en toda fu vida. Auiafe en efte tiepo 
veftido Cardenio los veílidos q Dorotea tra 

hia qu2do la faaliaron^ q aunque no eta mv^^) 



chacho^quc yua de cammo elqaalp 
fe a mirar coa mucha iconcion a los < 
fuencc eílauanid;* al (i a poco árrem< 
Q^ixoce,y abra9ádoIe por las pierna 
90 a llorar muy d;: prapo(ico,diziend 
BormiO) do me conoce vueftramerc 
iniremebien,que yo foy aquel mojo 
que quito vueilra merced de la eiui 
deedauaacado.Reconocioledon Q 
afíendole por la mano/e bo'uío a loi 
eílauanty díxo:Porq vean vutftras m 
quan deimportScia es, auer cáualler 
tes enelmúdoique desfagan losruet 
grauiostq en el (e h izen. por lot ínfo 
malos hóbresiqueen el bíaen.Sepan 
mercedes q l05 días paífadosij^afífádc 
vn bofqueíoy vnos gritos, y vnas bo: 
laftimofas^como de oerfona ddimdá 



Quixote de la Mancha* 43S 

atado a la enzina 1 defnudo del medio cuerpo 
ftrriba>y cíUuale abriendo a afores c6 las tié* 
das de vna yegua vn vtllanosque defpues Tupe 
que era am j (uyoty afsi como yo le vi,lc pre- 
gante la caa(a de tan atroz vapulamiento» 
refponciio el zafiosque le a^ otauá pórqueerá 
fu criado^y que ciertos deicuydos que tenia» 
nacían mas de ladro, que de ñmpIc.Aloqual 
efte niño dixo : Señor no me afota fíno porq 
le pido mi Gilario« £1 amo replico no fe que 
arengas» y difculpastlas quales aunque de mi 
fueron oydas^uo (^aeron admitidas. £n refolu 
ciont yo le hite defatar» y tome juramento al 
yi)lano,(ieque le Ikuariaconfígo^yle pagaría 
vn real fobrc otro , y aun ^ahumados. No es 
verdad todo cfto hijo Andresíno notarte con 
quanco imperio fclo mande, y con quantaha 
mildad pronictio de hazer codo quanco yo ie 
impufcsy notifique, y quifc? Refpoudc, no te 
turbes^ni dudes en nada» di lo qué pafso a ef- 
Cosfcñores,porque fe vea,y confidcre, fer del 
prouecho que dígr>,auercauaIleros andantes 
por loscaminos. f odo lo que vucrtra merced 
ha dichoYCs mucha verdad,refpondio el mu« 
Chacho,pcro el fin del negocio fucedido muy 
al reues d lo q vueftra merced feimagina.Co 
mo al reues replico don Qjixotetluego no te 
pago el villano? Mo folo no me pago^reípon^ 

dio el machachoj^pero aísí como vueftta m« 

£c c^4 



¡43.4 <^rta parfiede doa 

ce4 tra^Emfo del bofqae ^ y quedamos folof» 
.me boluio a atar a la mefoia enzina,y me dio 
de.nueiíp tantos a9otes> que quede hecho va 
.San Barcolome defoUado.! a cada a^ote que 
xne dauaitne dezia vn donayre , y chufeta» a- 
cerca de hazer burla dviieílra tnerced,q a no 
fentir yo tato dolor,mc riera de lo que dczia* 
)Bp efedo ei me paro tal, ^ hafla aora heefia 
do cqrandooie en vn hofpital, del mal que el 
mal villano entóces me hizo.De todo loqual 
üene vucílra merced la culpa^porq fí fe fuera 
iucamino adelante , y no viniera donde ao-le 
llamauan^ni íe entremeticM en negocios ago 
nos>mi amo fe contentara con darme vna > o 
dos dozenas de a9otes, y luego me foItara»y 
pagara quanco me dcuía . Mas como vueAra 
merced les deshonro tan fin propoíito y le di 
xp roncas villanías) encédicfele la colera.y co- 
mo no lapudo végar en vueftta merced, qua 
do fe vio íolo deícargorobremieinubladoi 
de modo que me parece, que no ferc mas ho- 
bre en toda mi vida. £1 daño eíluuoj dixo do 
Quixcte» en yrmc yo de alli^que no me aoia 
de yr haiía dexarce pagado : porq bien deuia 
yo de fabcr por lucgas experiencias ^ q no ay 
villano q guarde palabra q tiene. (i ei vec que 
no le eílabicguardala. Pero ya te ac ucrdas 
Andrés»^ vü jure q fino te pagaua, q auia de 
j^r a buf^iuUi V ^^^^^. ^uv^4kC titilar j aun q /é 



JQgTxote de la AÍancha^ 45¿ 

^oodíelTe en e] vientre déla Vallena-Arsí es 
la.verdad» dixo Andrés , pcrpnoaprouecho 
nada. Aora veras (i aprouecha, dixo don Qui 
xocc^y diziédó efto, íe leuanco muy a príellá, 
mandci a Sancho que enfrcnalíe a Rozinante» 
'(qiieeáaua paciédo en canto qello^ comiá.) 
Pregan|:o.Ie Dorotea,q cta to q hazcr querían 
£1 le reipodio,q queria y r a balear al villaoot 
y caftigaíle d ti mal cermíno>y hazer pagado 
a Andrés, haíla el vlcimo maráuedi , a defpe- 
cho y pelar de quancos villanos huuieífe enel "^ 
mundo. A lo q ella rerpondio>qüe aduircieírq 
que no podia>cdíornie al don promecÍLlo»en-^ 
treaieccrfc en ninguna emprefa^haíla acabar^ 
la fuy a » y que pues cfto fabia el me/or q ócro 
aigunpyque'foííegaírc el peclío,haí);aIa buclU 
de fu Rcyno '. Afsí a verdad, refpóncíio don 
Quíxote, y es for^ofo q Andrés tenjja pacicn 
tiaháflalabueicayComovósfcaomaczis^qyQ 
le torno a jurar y a prometer de nueuq,de,no 
jparar halla hazcrle vegado y pagado J^O me 
treodeífosiuramencos^díxoAncires^masquí 
fiera tener agora con que llegar nSeuilia.qué 
tocias las venganzas del mundo:dcme íi tiene 
ahí algo que coma y Íieue,y quedcfe conDios 
¡Tu merced , y codos los ca'ualleros andantes^ 
k]ue también andantes fean ellos para caílígo 
tomo Í6 han (ido para conmigo . Saco de fu 
repueílo Sancho vn pedazo de pan, y ottod^^ 

£e z ^^% 



jl.jft Quirta parte de don 

qucfo j dadofelo al iri090,le dixot ToQ 
mano Andrés, que a codos nosalcan9a 
de vueftra defgracia. Pues que parte os 
fa a vóSiprcgútoAndres?híU parte de 
y pan que os doy> rcfpodío Sancho^quc 
labe.fi me ha de ha^cr falta, o no: porq 
hago faber amigo ) que lo^efcuderosi 
caualierosandátcseíkmos íugctos a t 
hambre^y a maiavencura,y aun a otras 
que fe fíente mejor que fe dízen. Andrc 
de fu pan^y qucfoVy viendo que nadie le 
otra cofa» abaxo fu cabe^a^y tomo el a 
en las manos,como fue le dczirfe Bien c 
dad) que al partirfe dixo a don Quixot< 
amor de Dios fcñor caualkroandantc» 
otra vez me encontrare > aunque vea qi 
haaen peda'9Qs>np idefocorra niayudí 
dexeméé'óflhtíi dérgracia > que no fera i 
q no fea ihayóf la que mi^ vendrá defu i 
de vueftra mercedla quien Dios m:ildi| 
Codos quantos caual leros andantes hai 
do en el mundo. Yuafe a Icuancar don 
xote paracaftigalle^masel fe pufo a con 
modo»q,ninguno fe atreuio a feguillo.Q 
corridiísimo don Quixote del cuento d( 
dres, y Fue meneñer que los demás i 
Hieden mucha cuenta con no reyc 
ÍCipov no acab.^lle de correr 
del todo. 

C 



iboena comida, conilaron 
aqlc»fo«di«trccoad,g- 

r,r Ucearon otro dU * « 

CLanP entrar cncUa 
'¿ventcra.ventcto.fuhMa, 
;cvict6veniradonQu«ote 
aíronareccbirconmuef. 



45 8 Coarta parte de dpA 

No fe la quería dar el Barbcro,aunq ella ma^ 
tirana, hafta que ci Licenciado le dixo,quef(5 
]a dicflc, que ya no ^ra rrencfter mat vfar de 
aquella induQria^íino q fe dcfcubrieíTe^y tínol 
trafle en fu mirirtdTórm.i,y dixelTe a don (X¿\ 
xoce, que quando le defpojaron los iadroi»c$ 
galeotes/e auian venido a aque la veQta hu- 
yendo,y q 6 pregunta líe por el efcudero dda^ 
Ptíncefa, le diriati q ella le auiaimbiado ade- 
lante a dar auiío a los de fu R*iyno,cotno ell^ 
yua^y Ikuanaconírgo el libcitador de codos* 
Coneftodiodebn.enagana la cola ala^vcQr 
íera el barbero,y afsi mifmo le boluieron to- 
dos los adérenles que auia pirñado para ^a li 
^ertad de don Qnixote. Efpantaronfe todos 
Jos de la ventadc la hi:t mofura de Dorotcaí^ 
y aun del buen Caile del zapal Cardenio . Hi- 
zo clCura que ícb ;.dcrccáfleis de comer dclQ 
que enla vcntahumeñ.",-' c! huerpedconefpc 
ran^adc mejcwpaga,c6diligécia Icsadcre^o. 
vna lazonabe coñuda , y a todoefto dornnia 
doíi Q»i¡xote,y fuero de prríccr de no dcfpcr 
talle.Porq mas p/Ouecho !c hari^po.r entoccs 
«1 dormir^qtic el coniCr. TMcarS fóbVe connX' 
da^-cftádo delintc dclv'críró,fu n^iiger/u hija» 
Mariíorncs. todos ioí paiTagcrps. de !a eftrá- 
ña locura de do/iQu!xot.-,y dtí modo que le 
nuian hálIJtdo • La hue/pVda les contó lo que 
con el , " y eon el attieco It^ aula acontecido» 



^ixote de 7a Mancbaw 4 j^ 

tnirande (i a cafo eílaua allí Saocho t y coino. 
no Je vieíTcyConco codo lo de fu manreamica- 
tOfdc; que no poco güilo recibieron. Y como 
elCura dixeíTcjq ios libros de cauallerias que 
do Qaixote auia leydo le auíaii buelco el juy 
zio; dixo el vecero : No fe yo como puede fec 
eflro,4 en verdad que alo que yo entiendo no 
áy mejor lacrado en el mundo, y. que tengo ^ 
ahi dos,o ctcsdellosicon ocros papeles, que 
verdaderamente me han dado la vida, nofo- 
lo a miiíino a otros muchos. Porq quando es 
tiempo de la (lega fe recogen aqui las fieftas 
muchos ícgadoresj y (iempre ay algunos q fa 
bcn Ieer,el qual coge vno denos libros en las 
manos, y rodeamonos del mas de treynta , y 
citamos le efcuchando con canco guílo,q nos 
quíca mil canas : alómenos de mi fe dezir,que 
quando oyó dezir aquellos furibundo$>y ter-* 
ribles golpes que los caualleros pegá^que me 
toma gana de hazer otro ta.icojy que querria .. 
eftar oyéndolos noche$,y dias. Y. yq ni mas» 
pi menos^dixola vencerá, porq nunca^cengo ] 
buen raco en mí caía , (ino aijl^Lgue vos d¡r 
tays efcuchando leer, qu8 ^ftays.can eni/; 
bobado,qué no os acordáys de reñir por 
entonces « Afsi es la verdad, dixó Maritoc* 
ne s, y á biienii fe^ que yo también guílomu- 
cho de oyr aquellas cofastq fon miuy lindas;^ 
jpasg^Mdocacnta^quck eftá ú ottaíltvvox^ 



44^ Qtiarta parte de don 

debaxo de viiosn^ranjos abracada con fu ca« 
uaiJero^y que les efta vna dueña hazíendoleí 
]a guarda muerca de en^bidu , y cb mucho fo 
brefaico» Digo que todo cfto es cofa de mié* 
Jes^Y a vos que os parece fe ñora don2clla»di- 
9CO el Cuia,habIaDdu con la hija dd ventero? 
No fe feñor en mi anima» refpondío ella» taiti 
b ien yo lo efcuchoty en verdad que aunq no 
lo entiendo » q recibo guflo en oylloi pero no 
guflo yo de los golpes de que mi padre guft ii 
(ino de las lamentaciones q los cauallcros ha 
tet\ quando eftan aufcntcs de fusfeñorasique 
en verdad»quea'gunas vezcs me hazen llorar 
de compafsion que ks tergo. Lucgobien las 
remediarades vos refiera dózella dixp Doro 
tcaȒ] por vos lloran ?Nolc lo queme hizie- 
rsyrefpohdio la mo^a » lulo fe que ay algunas 
fcñoras de aquellas tan crueles,qu^ las Mama 
fus caoalleros, tigres, y leones y otras mil in- 
m und iaas. Y Iefus,yo no Te q gcte es aquella 
tan d e Taimada, y tan íín c or cu icia » que pct 
no mirar a vn hombre honrado» le dcxan 
que fcfñuera»oquefe buelualoco.Yonofe 
pira q es tanto melindre : (i lo hazen de hon 
radas^cafeníe con ellos » que ellos no deflesQ 
otra cofaXalIa niña,dixo la vétera>que pare- 
c^ que fabes mucho deHas cofas:y i:o efta bto 
a las donzellasfaberii ni hablar tanto«Como 
me lo p reguata eftc feñor , x cff ondio cllai no 

^Q,dc 



V vic/Accrraoa con vna csden 
a hallo en ella eres libros grai 
peles de muy buena letra eíci 
^ primer libro que abrio,vio c 
ODjgilio de Tracia: y el otro d( 
: l^cania; y el otro la hiRoria 
Gonzalo Hernández de Co 
da de Diego Garda de Pared 
Cura leyó ios dos títulos príi 
roftro al Barbero» y dixo: Fal 
uí aora el ama de mi amigo , ] 
} bazeDtrefpondio el Barbero, 
^ Heuarlos al corra l,o a la chin 
:rdad que ay muy buen íuegc 
o quiere vueflra merced qi 
Sjdixoel ventero ? No mas, í 
ftosdos,eld6 Cirogilio.yelc 
Pues por ventura,dixo el vcter 



Sf 4^ Quarca parte de don 

dixo el Cura.eftos dos libros fon mcntirobh 
y eftaa llenos de dii^paraces^y deuaneos. Y ef- 
tedcl gran Capitán eshiiloría verdadera, y 
tiene los hechos dcGó^aloHernadez de Cor 
doua:el qoal porfusmuchasjy grandes haza 
ñas,merecío í.t llamadt> d codo el mudo grá 
Capican,renóbre famofo , y claro , y del íolo 
merecido. YefteDiego García de Paredes^fue 
vn principal cauallero,nacura1 dcla ciudad de 
TruxillOsien Eftremadura,valencirsinio Sóida 
do,y de cantas fuerzas naturales,qae detenía 
con vn dedo vna rueda de molino enla mitad 
de fu furia. Y puefto con vn montSce enla en 
trada de vna puente y detuuo a todo vn innu- 
merable exerc¡to,que no paífaffe por ella. Y 
hizo otras tales cofas^que íi como el las cueca 
ylascfcriucnfsi rncfniocon la niodcfliadc 
canalífero, y decoroníiU proprio las cfcrini:- 
ra otro libre,y defapafsionado,puficran en fu 
clüidíí las de los Hecorcs, Aquiles,y Rolda- 
nes. Temaos con mi padre,di?co el dicho ven 
tero, miraddcqfcefpacade tener vna rue- 
da de moHnOjpor Diosjiora-.auia va iftra mer 
ctd de leer lo q Icyo Fclixmnrce dtr Yrcaniai 
q de vn reucs folo partió cinco Gigantes por 
la cintura,como íi fueran hechos de hauas,co 
mo los frayiezicos q hazc" los niños. Y otra 
vc¿ arremetió cou Mr.^v\dilsimo,y podcro- 
Gfsimo cxctcito dotid^^exxa w^^h^^ríJíí 



QnfYote de la Mancha» 44Í 

é yPcietos mil foldados^codos armados def 
el pie hafta la cabe9a» y los desbarato a co 
»s,conio (i fueran manadas de ouejas^Pues 
e me dirá d^^ílbueno de don Círongilio de 
acia,q fue tan valiente^y animpfo» como fe 
ra cQ el libro dóde cuentasque naaegando 
>ry:n rio> lefaliodelamitaddel aguavna 
píente de faego»y el a(si como la vio fe ar« 
jo fot)re clU) y fe pufo ahorcajadas encima 
fus efcamofas efpaldas^y la apretó con am- 
s nianos la garg4ta,con tanta fQer9a)q vien 
la ferpiente que la yua ahogando,np tuuo 
:o remedio» fino dexarfe yr a lo hondo dd 
» ^lleuandofe eras (i ai caualleroque nunca 
quífo folcar>y quando llegaron alia abaxo» 
lallo en vnos palacios 9 y en vnos /ardines 
I lindo$,que era marauilla:y luego Ja Herpe 
:>oluio en vn viejo anciano^ queledixo tan 
i de cofas q no ay mas que oyr«Calle feñor» 
€ íi oyeifj cfto, fe bolueriía loco de plazer. 
3S higas para el gran Capitán » y para eífc 
lego Gfarcia que díze. Oyendo tüb Dora- 
i,di)cá callando a Carden io:Poc.o le falta a 
eñrohuefpedpara hazerlafegtiitfda parte 
don Qaixoíe , Afsí me parece a mi » ref« 
ndio Cardcnio , porque íegun da indicio» 
:icnc por cierto que todo lo que eftos li- 
>s cuentan » piíífo ni mas , ni menos (\\\^ 
e&riacn, y oq le hann creer ottacc,\ía. 



4 44 Qiiarta parte de don 

frayles defcatf os.Mirad hcrmano^ton 
2ir ei Cura } que no huuo en el mund( 
inarce de frcaniat ni dan Cirongilio c 
cía^oi otros caualleros remcj|antes,qu< 
bros de Cauallerias cuentan. Porque t 
copoftura» y ficción de ingenios ocioC 
los cópuíieron para el efe to que vos d 
entretener el tiépO)ComQ lo entrccien 
do los vueftros fegadorestporque rea 
os juro^que nunca tales caualltros fu< 
el fnundo:ni tales ha2añas»ní difparat< 
tecíeroo en e) • A otro perro con e(!e I 
xe(i>ondio el ventero i como (i yo no f 
quantas fon cinco>y adonde me apriet 
|>aco»io pienfe vueftr j merced darme | 
porque por Dios que nofoy nadablac 
jno'es>que quiera darme vueftra mcrce 
te dcr»que todo aquello q e(Íos bueno, 
dtzf n fea dííparates, y mentiras» e(\an 
predas con licenci i de Iüs feñores del 
fO Kt^altComa (i el los fueran ^enu, qu 
de éi^xar imprimir tanta mentira )unta 
ta> bjt.ilÍ3s,y tantos encantamentos,! 

el luyzig^Y^aos he dicho amigot replica 
rat q ello. fe baze para entretener nuel 
yCtofos p rnfamientos: y aísi como fe co. 
en las repúblicas bien concertadas, q 
Juegos de axedreS)de pelota^ y de truc 
ra entcctcnec íl algunos ,q ni tienen^ni 



Quixote déla Mancha. 4 4f 

üipaedeD rrabarjar: afdfecóíien te imprimir 
^ y que aya cales libros:creyendo»como es vec 
^ d jd.que no ha de auer alguno can ignorancet 
*- que cenga por hiftoria verdadera ninguna de 
^* ftoi libros. ÍTi me fuera licito agora»y el audí 
*' torio lo requiriera, yo dixera cofas acerca de 
^ lo q ha de tener los libros de caualleriasipa- 
^ ra Icr buenos,que qui9a fueran de prouechOf 

- ^ y aun de gufto para algunos: pero yo crpero» 
^^ que vendrá tiépo en que lo pueda comunicar 
^ con quien pueda remediailo, y en efte entre- 
' ** ttnCQ, creed feñor vecero lo que os he dicha» 
"^ y tomad vueftros libros» y al la os auenid con 
r^ fus verdades o mentiras>y buen prouecho os 

* hagan>y quiera Oios,que nocoxecys del píe 

^ qaecoxeavucftrohuefped don Quixoce. Ef- 

"^ Fo nOíteípondiod ventero»que no lerc yo tan 

-^ loco,quc me haga cauallero andaote^que b¡£ 

^ veo qbeaora nofevfaloqfe vfaua en aquel 

^ liempo) quando fe dize , que andauan por ti 

-^ mundo eftos famofos caualleros. A la mitad 

=' idefta platica te hallo Sancho prefente, y que- 

' * do muy confufo» y penfaciuo de lo q auia oy- 

^ do dezir, que aora no fe vfauan caualleros an* 
dances , y que todos los libros de caualleria$ 

' eran necedades, y mentiras : y propufo en fu 

^ coraron de cfperar en lo q paraua aquel via- 

- je de fu amo, y q fíno falta co la felicidad que 
^ cl penfaua^detcrminaua de dexaUc>)'bo\u^t\e 

cotw 



44^ Conrea parce de ¿oñ 

con fu muger , yfushijos a fu acoílumbea 
trabajotLlcuauafc la malccasy los libros t¡ 
tero^mas el Cura le dixo:£rperad,que quie 
ver que papeles fon tíios que de can buena 
traelUnefcrtcosifacolos ei huefped,/ dan< 
felo$ a leer vio halU obra de ocho pliegos 
crieos de mano > y al piincipio ceñían vn tic 
lo gránde,que dezia: ^¡[ouela del curiofo ín 
percinenCe:leyo el Cura para ñ cress o quací 
renglones , y dixo : Cierto que no me parc( 
tnal el titulo deñd noucIa,y que me vicae v( 
luntad de leella coda. A lo qual refpondio ( 
V€nceTo:Pues bien puede leella fu reuecenci; 
porq le hago íabe r q algunos hueípedeis qu 
aquí la han leydo les ha concentado muchoj 
me la barn pedido con muchas veras » mas y 
po íé la he querido dar^penfando boluerfelí 
quien aquí dexo eíla maleca oluidada con ( 
ftos libros^y eíTos papeles^que bien puede íc 
que buelua fu dueño por aqui algún ciempc 
y aunque fe que me han de hazer falca los 1: 
bros,a íé que fe los he de boIiier,q aunque v 
tero coda vía foy chriftíano^ Vos ceneys mi 
cha razón amigo^dixo el Cura,mas con cod 
eíTo (i la nouela me conceota, inc :a aueys d 
dexar craOadar.De muy buena gana,rerpor 
dio el vencero • Mientras los dos efto deziai 
auia cornado Cardenio la nouela, y comen^ 
do a leer en ella: y pareciédole lo miímo q i 

€ur 



<^íxote de la Mancha* 44;^ 

CfXta le rogo 4 14 leyeíTe de modo q codos la 
oycíTen. Si leycra>dixo el Cura, fino fuera me 
jor gaftar efte tiempo en dormir, que en lecr# 
Harco repoío fera para mi, dixo Dorotea» en 
trctener el tiempo oyendo aigun cucto,puet 
aú no tego el efpiritu tan foíTegadosq me con 
ceda dormír>quando fuera razón. Pues dcflfa 
mancra»dixo el Cura» quiero leerla por curio 
fidad fiquiera» qui^a tendrá alguna de gufto^ 
Acudió macfe Nicolás a rogarle lo mifmo » y 
Sancho tábien:Io qual vifto del Cura,y enten 
diendo q a todos daria gufto» y el le recebiria 
dixo:Pues afsi es»ellenme todos atentos» qla 
nouela comienza defta manera* 

CAPIT.XXXlir. DONDE SE 

cuenta la noueia del Curiofo impertinente. 

EN Florencia>ciudad rica» y famofa de 
Italia,en la prouincia que llama Tof* 
cana»YÍuian Aníelmo^ y Lourio,dos 
caualleros rico$,y principales^ y tá a- 
roigos que por excelencias» y anconomaíia de 
todos los que los ccnocian»los dos amigos e- 
ran llan)ados:erá folcerós» mo^os de vna mií- 
ma edad, y de vnas miímas coílübres:todo lo 
qual era bañante caufa a que los dos con re- 
ciproca amiñad fe correfpondielTen. Bien es 
verdad ^ que el Ánfclmo era algo ma% v^cVv 



44' Quarta parte de don 

nado a los pafTacieitipos amororosiq 
tario,al qual ileuauan eras (i los déla 
roquandoíé ofrecía dexaua AnfclaK 
dir a (US guftos » por feguir los de Lo 
Locarlo dexaua los Tuyos* por acudir 
Aufclmo ty defta manera andauan u 
fus voluncadcs^que no auia conccrca< 
queafsi lo anduuieir¿« Andaua Aniel 
did(» de amores de vna dDnzefla prin 
hermofa» de la mílma ciudad:hi)a de 
nos padres, y can buena ella por (it qi 
termmo(Con el parecer de fu amigo í 
íin el qual ninganí cofa hazía) d¿ ped 
cfpofa a fus padres , y aísi lo pufo er 
ciomyelqlUuo laembaxada,fueLü 
el que concluyo el negocio canagui 
amigo,queen breue ciépo fe vio puef 
polTefsion que deitcaua^y Camila can 
tade auer alcanzado a Anfelmo por 
que no ceíTaua de dar gracias al Cíelo 
tariotpor cuyo níi;;dio canto bien le at 
do. Los primeros diaS)Como codos k 
da fuelenier alegres,concinuo Lotaric 
foliatia cafa deiu amigo Aofclmo» pn 
do hóralle) tefteialie)y rcgozij ille con 
quelío q a el icfue pofsible.Pero acab; 
bodas» y foííegada ya la frcquicia de 
tas» y parabicne$>comen(^o Locari j a 
dade con cuydado de las ydas en cafí 



Q^ixote de la Mancha^ 4 49 

feldSo pot patccetk a el (como es razoh que 
paresca a ¿}dos los que fueren dífcrecos)que 
no fe hádt viíitar, ni cócinuar, las cafas délos 
hrtiígos calados^de la miíma manera q quan^ 
doeraníolteros. Porque aunque la buena, y 
Verdadera amifiad no puede ^nidcuedéfer 
fofpechoTa en nada» coh codo eño es tan deli- 
rada la honra del cafado^que parece <q fe pue 
de ofender» aü de los mefmos hermanos,qul 
tomas de los amigos» Notó Aníelmo la re- 
tnifsion de Lotario>y formo del quedas gran^ 
des>dÍ2.icndole,quc li el rupiera^que el cafarfe 
auiadefet parte para nocomunicallecomo 
roUa,que jamas lo huuiera hecho: y que (i pof 
la buena correfpondencia que los dostcniañ 
míen tras el fue fokcro ^ auian alcanzado tan 
dulce nombre » como el fer llamados los dos 
amigos, que no permitieíTe por qu^ercr hazer 
del arcunfpecto» fm otra ocalion algunn^ que 
tan íamofo » y tan agradable nombre íe per* 
dieflety que afsi le luplicáua , (i era licito q tal 
termino de hablar fe víaffe entre élIos> <!j bol- 
uicíTe a fer íeñor de fu cafa» y a entrar ^ y falit 
en ella como de antes » aíTcgurandoIe que fu 
elpofa Camila no tenia otro gufto^ ni otra vo 
iñcad^q la qa¿ el quería que tiiuieifery q por 
nuer fabido ella con quantas veras los dos fe 
annauá»añaüa confufa de ver enel tanta efqui 
.tieza*^ todas eña^7 orras muchas taxotvts c^ 



3 



ifj^a <^arta parte de don ;* 

Anfelmo dixo a Locarío^par a perfuadi! 

uíeíTe xomo folia a fu cafa > refpondio 

rio^co tanta prudecia^dífcrecioyyattifo, 

íelmo quedo íatisfecho de la buena iiiti 

de fu amígo:y quedaron de cócicrto, qi 

días en la femana>y las íieftas f ueíTeLoi 

comer có cli y aunque eílo quedo afsí ( 

cado entre los dos»propufo Lotario de 

zer mas de aquello q vieífe que mas d 

a la hora de fu amígo^ cuyo crédito tü 

mas que el fuy o propio. Dezia el,y dea 

[ue el ca(ado ^ a quien el Cielo auia cg 

o muger hermoía.canco cuy dado aui; 

ncr^q amigos lleuaua afu cafa^como en 

cop que amigas fu muger conuerfaua)!; 

q no fe hazes ni concierta en las pla9as 

los téplos^ni en las 6eftas pub[icas,ni e 

nes> ( coí^ q no todas vezes las hade 

los maridos a fus mugeres) fe concier t; 

lita en cafa de la amiga* o ja pariera de 

masíatisfació fe tiene.Tábiédezia Lot 

tenían nccefsidad los cafados de teñe 

vno algu amigo q le aduircieíTe dz los < 

dosque en fu proceder hiziefle ) porqu 

acontecer»quecoQ el mucho amor 4 el 

do a la muger cieiie>o no le aduierce, c 

dize por no enojallajque haga> o dexe 

zer alguoas cofa^i que el hazellas, o nc 

ija dp honr^i o de vi^uperiq ; de lo qtu 



J(^hott je la MancñS 4/I 

amigo aduercido 1 facílmeate pondrift 
lío en todo ; pero donde fe hallara a*^ 
tan difi:reco » y can leal > y verdadero^ 
aqui Locario lo pide ? 00 lo fe yo por* 
Jólo Lotario era eílcí que con (odaíon- 
Uy adacrcimiencoatniraua por lahonr^ 
imigo: y procuraua dezmar» friíkri y «^ 
: los días del concierto del yr&fucafa^ 
le no parecieíTe mal al vulgo qciobf ya. 
3s vagabundos y malicioío$»Íaentradak 
mofo ricoygentil hobre»y bien nacido» 
Ls buenas parces 4 el peníaua que cenia 
:afa de vna muger tá hermoía como Ca 
]ue puedo queiu bondadiy valor podía 
treno a coda maldizienre lengua, codac 
I queria poner en duda fu crecücd ^ ni el 
imígo,y por efto los mas dolos días del 
:rco los ocupaua í y encrccenia en otras 
que el daua a entender fer inexcuíable^ 
¡ue en quexas del vnoiy difculpas del o-, 
paííauá muchos ratos, y parces del ái»¿ 
io pucs»quc vnojque los dos fe andaua 
ido por vn piado fuera de la ci^dadyAa 
dixo a Lotario las remeíantes tazones^ 
iauas amí^o Xotario^quc las mercedes 
)s me ha hecho ^n hazerme hijo de tales 
:s, como fueron los inios,y al darme,no 
:iano efcaíTa» lo^ bienes» afsi los que ila^ 
de naturaleza^ co;no los de £oitviiv%m^<^ 



4i'-^ Q£2irta parte de ¿úú 

puedo yo corrcfponder con agradec 

que llegue al bien recebído^y (obre lo 

hízoien darme a ci por amigo,y a Ca 

mugerpropria, dos prendas, que U 

fino en el grado qu e deuo> en el qu 

Pues con codas e Aas parces > que fue 

todo con que los hóbrcs fuelen) y pi 

uírtoncencos, viuo yo el it)asdefpe< 

el mas defabrido hombre de todo el 

müdO). Porque no fe que dias a ella^ 

fatiga y apneta vn dcíTeo tan cftrañ 

fuera dd vfo común de otros,que y< 

rauíUo de mí mefmo^y me culpo^y n 

folas^y procuro callarlo» y encubril] 

ptoprios penfamientosiy afsi me ha 

fibiefalir c6 efteíecreto^como (i de i 

procurara dezillo a todo el müdory ( 

en efcto el ha de faür a pia9a, quiero 

en lá del archiuo de cu fccreco: coníí 

con ei| y con la di igencia que pondn 

mi amigo verdadero en remediarme 

. veré preílo libre de la anguñia que n* 

y llegara mi alegría por cu foliciiud, 

que ha llegado mi dwfcótento por mi 

Sufpenfo tenían a Locario las razone 

felmoyy no fabía en que auia de parai 

giapreuencion«oprcambulo:yaunqu 

boluiendo en fu imaginación, qi c de 

dria fcr aquél q a fu amigo canco facig 



Qnixote de I2 Mancha* 4/1 

e muy lexos del blanco de la vcrdad:y 
;r prefto de la agonía que lecaufáua a* 
íuipeníion, le dixo : que hazia notorio 
) afu mucha acniftadien andar bufcádo 
»9para dczir !e fus mas encubiertos pen 
ros^pu^s cenia cierto^que fe podía pro 
Jcl,o ya coníeyos para enere ellos,,o ya 
oparacúplilos.Afsi es iaverdad^rcf- 
i Anfeímoj y c6 círaconfian5a ce hago ' 
DÍgaLocarío,queeldeireoque me fa 
penfar (i C<imiU mí cfpafa cÁaua bue« 
n perfeca como yo picnfo: y no puedo 
me en eña verdad^fíno es prouandola» 
lera que la prueua mantfiefte los quila 
u bondad »como el fuego mncílra los 
' * Porque yo tengo para mi, o amigo, 
es vna mager mas buena de quSco es» 
foiicicadi:y que aquella folaes fuerte 
fe dobla alas promefas, a tas dadiuas, 
3;rímas, y a las continuas ímporcunída 
ios folicicos amantes^Porq que ay que 
ccr.dezia eUque vna mugcr fea buena, 
sle díze que fea mala?Que mucho que 
:cgida y temerofa la que no le dan oca 
ira que fe fueice.y la que fabe que tiene 
r, q en cogiéndola en la primera defem 
aja ha de quitar la vida? Aníi que la q 
la por tcmor,o por falta d lugar^yo no 
ro tener en aguel/a eílima cu c^ tctvdtt^ 



%fi Ki^ti^tz parte de don 

^ la folicicada y perfeguidas que falio co la cc^ 
^ona del vencimxéto.De modo que por eílas 
raaones» y por ocras muchas que te pudiera 
dezir>para acredicar^y fortalecer la opinión q 
tengo^defleo que Camila mi eípoGí paíTe por 
^fta» dificultades, y fe acrifole y quilate en eí 
fuego de verre requerida » y folicitada , y de 
quien tenga valor para poner en ella fuídcf- 
feos:y li ella falejcomo creo que faldrayCon la 
palma dcfta batalla 9 tendré yo por fin ygual 
mi ventura.Podre yo dezir,q en:aco]moclva 
210 de mis deíTeos.Dire que me cupo en fuer 
te la muger f uerte,de quien elSabio dizf^que 
quien la hallara ? Y quando efto fucéda al re- 
ues de lo qué pienfo, con el guílo de ver que 
acerté en mí opinión, licuare fin pena, la que 
de razón podra caufárme mitán coftofa ex- 
periencia. Y profupueftoquc ninguna cofa d: 
quátas me dijeres en contra de mí dcíTeojha 
ck ícr de alguft prouecho , para dexar de po- 
nerle por obra . quicro,o amigo Lotarioj q te 
^¿íifpongas a fer el inftruméto que labre aque- 
fta obra de migiiílo, que yo te daré lugar pa 
r:t que lo hagáS)fín faltarte todo aquello que 
,yo viercíer ncccflario para folicítar a vna mu 
gcrhontñajhQ]nrada>recogída,ydefintereíra- 
ds.y mueucme,cntre ctra^ cofas, a fiar de tí 
cñn tan ardua ^«prefa^el ver q fi de ti es ven 
cida CamxIa,no\\x AcW^^^t ^VN^dtc&avtQ a ^ 



••«.««wvry K^u^ ui^u ic ijac en lo q Q 

le fcr eterno como el dclamuc 
: fi quieres que yo téga vida,q pt 

cío es, defde luego has de entra 
►rofabatalla,no tibia, ni perezoía 
COD el ahínco, y dihgencia que m 
lycon la confian9a quenueftra a 
líTcgura. Eftas fueron las razone 
odíxo aLotirio.a todaslas qua 
m atento , que fino fuero tas qu( 
¡tas que le d¡scó,no dcfplego fus 1 
ue huuo acabado : y viendo qü( 
Sidefpues quí le éftuub mirand( 
iclo^conio í¡ mirara otra cofa qui 
xa vifto,que le caufara admíraac 
lixo:No me puedo perfuad¡r,o a 
ao.a q nofean burlas las cofas c 
i,que a penfar q de vera s las de 



4f6 Qgarta parte de don 

tampoco yo foy el Lotario que deuia Tcr^ pot 
que las cofas q me has dichQ, nj fon de aquel 
Anfelmo mi amigo^ni las que me pides fe h n 
de pedir a aquel Lotario que cu eono^es^Por 
que los buenos amigos han de prouar afusa* 
fíi jgos,y valerfe dcllos , como dixo vn Poccaí 
yfque di AUs^qixt quifo de%ir, que no fe amaQ 
de valer de fu amiltad en cofas que fuetfcD CQ 
tra DiosiPues f\ efto fíntio vn Gentil de ia a- 
mífliadyquanco mejor es que lo (icnta el Chri- 
flpno, que fabe que por nirguna hunpiana ha 
de perder la amiíUdOiuina^Yquando el amt 
go ciraíTe tanto la barran que puíicíTe a parce 
los rcípecos del Cielo , por acudir a Jos de fu 
amigoiuo ha de fer por cofas ligerass y de po- 
co momencO)fino por aquellas en que vayaU 
honra y la vida de fu amíg i.Puesdinne cuao 
ra» Anfelmo, qualdeñas dos cofas cienes en 
peligro,para que yo qie auéturc a c6pla?eicc» 
yha¿er vna cofa can dcteltable ^ como me 
pides?Ningunaporcicrto,antes me pides, fe- 
gun yo entiendo , que procure, y íolicuc qui- 
ta? te la honra, y la vida,y quitármela a mi jú- 
tamentc, Porque f¡ yo he de procurar quitar- 
te la honra,claro eíia q te quito la vida > pues 
el hombre fin honra, peor es que vn muerto:y 
f]endo yo el inítrumento, como tu quieres q 
Jo fea,de tanto mal tuyo , no vengo a quedar 
^deshonrado, y por ^\íxvt^av^^^xv^\^vxíence fin 



Q;\Í!cote de la Mancha. 4^if 

¡da ? Eícucha aipigo Anfelmo^y ten paciep- 
ía de no rerponderinc»hafta q acabe dedczir 
: lo q fe me ofrcckre»acerca de lo ^ ce ha pc- 
í do^u defTeOsque ciépo quedara paraque tu 
le repliques»y yo te eícuche. Qu^e me pla^ty 
iNoÁnfeiniosdi lo q quiíiere$.\ Locario pro 
¡guio,dÍ2Ícndo; Parece me»o Anfelmot q cié* 
lescuaora el ingenio como el que (icmprc 
íenen les Moros ,aIosqiiaies nofelespue* 
le dar a encender el error de ^u feda» con las 
cocaciones de la íanca Efcricurai ni con razo 
\€s que confinan en c ípeculacion del encen- 
limienco^ni que vay^n fundadas en arciCulos 
ie fe,íino q les han de craer exemplos palpa- 
res, faciles,mccl6gibIes,demon(lraciuos3Ín-* 
abicables.condemofl;racioncsMiCem.iCÍcas 
no fe puede negar,como quádodízé:Sidc 
)s parces ygualcs quicamos pnrtes yguales 
5 que q'jedjn tábien fon } guales. Y quando 
o no enciendan de palabra , como en efcco 
|o entienden , ha íe les de moñrar con las 
ios,y ponerfelo delance de los ojos,y aun 
codo eílo, no bal^a nadie con ellos a per 
irles las verdades de mifacra Religión. Y 
mifmocerminotymodo meconucndra 
:oncígo,porquc el deíTeo que en ci ha na 
va tandcfcanunadojy cao fueradc coUo 
tío q céga fombrade razonabie,qme [^-^ 
\ hadcjfírr r/épagaftado,^! que ocu^^t^ 



^ í^ tjüar ca parte de don 

^n darte a entender tu fimplicidad , c 

<lora no le quiero dar otro nobre, y au 

por dexarte en tu defatino^en pena de 

tteíT^o : mas no me dexa vfar defte ríg 

miftad que tengo , la qual no conden 

dejce puefto en tan manífiefto peligro 

derte.Y porq claro lo veas,díme Anfe 

no me has dicho que tengo de folicita 

retirada ? perfuadir a vna honefta ? of 

vna deíinterefada? feruir a vna prudeo 

me lo has dicho«Pues ü tu fabesque tie 

ger retirada»hone(la)defínterefada»y { 

te,q bufcas? Y íi pienfas q de todos mi 

tos ha deíalir vencedora^como faldra 

daiq mejores títulos pienfas darle def¡ 

los que aora tiene?o que íera mas def] 

lo que t$ aora^Q es que tu no la tiene 

que di^es» o tu no Tabes lo que pides. 

tienes por lo que dizes^para que quiet 

iiarIa,íino como a mala.hazer della 1( 

te viniere en güilo? nías fi és tan bi^en 

crec^f impertinente cofa fera hazer cu 

cia de la mefma verdad i pues defpue 

cha fe ha de quedar c6 la eílimacion c 

ro tenia. Afsi q es razón concluyente^ 

tentar las cofas^de las quales antes no 

fucqder daño q prouecho^s de juyzi( 

curfo>y reíncrarioc:y mas^ qüando qu 

tentar aquáfasi que no fon forjados 



Qttixote de laHancI¡4. 4/9 

pelidos>yque de muy lexos traen defcubiertO 
que el intecarlas es manifíefta locura.Lasco** 
U% diScultofas fe intentan por D¡os,o por el 
iiiudo,o por entrabes a dosrlas q fe acomete 
por Dios,fon las q acometiero los Santos, a« 
cometiendo a viuir vida de Angeles, en cúer^ 
po^s humanosrlas que fe acomete por refpeta 
del mundo, fon hsde aquell os q paitan tata 
infinidad de agua, tát^^^ueríidad declimas^ 
tanta cftrañeza de gétes,pcr adquirir eftos q 
J'aman. bienes de fortuna. Y lasque fe inten* 
tan por Dios,y por el mando júntamete* fon 
aquellas de los v^lerofos foldados, q a penaf 
vien en cl contrario muro abierto tanto efpa 
cio,quáto es el q pudo hazcr vna redonda ba 
la de artillcria^quando puedo a parte todo te 
n)or,fin hazerdifcurfo, ni aducrtir al manifie^ 
ílo peligro q les amenaza, licuados en buclo 

¿c las alas del defTeo de boluer por fu fe, por 
fu nación, y por fu Rey ^ fe arrojan intrépida- 
mete por la mitad de mil cotrapucftas muer 
tes 4 1<)S elperan* Eftas cofas fon las que fuel c 
intentarfe, y es honra, glor¡a> y prouccho in- 
tentarlas, aunque tan llenas de inconueuicn- 
les.y peligro».Pero la qw tu dizes, que quie- 
res intentar, y pofter por obra, ni te ha de al- 
can9ar gloriarle Dios , bienf s de la fortuna» 
ni fama con Jos hombres : porque pueílo 
tBt^ff)g9gú(m 9lh, como quieres ^^ "^ dc^t^*^^ 
' tío 



'4ÍO Qnarta parte de doa 

tío has de quedar ni mas vfáno,ni mas rtco,n| 
mas horado que edas aoraiy fino íalesjte has 
de ver en la mayor miferia q imaginar fe puo 
da:porque no ce ha de aprouechar pcnf^^r en 
tonces »que no fabe nadie 'a defgracia que ce 
ha fucedido, porque baftara para af!ígirre»y 
deshazercesque la fepas cu mefmo. íf para co 
ürm ación dclla verdad,te quiero de zir vna ef 
tancia,q hizo el Famofc Pofca Luys Tanfjo, 
en e I tin d¿ fu primera parce de las Lagritnai 
de fan Pcdro^que due afsí^ 

Crece el dolorj crece la vergüenza 

txí Pedro quando el día fe ha moftrado» 
Y aunque allí no ve a nadiea fe autrguen^ 
De fi me^mü,por ver que ania pecado: 
Q^'C a vn magnánimo pechona ve rgucn^af 
ti>j foío ha de mouerlc el fcrlDiradoj 
Qiie de li íc auerguen^a qa.indo yerra, 
Si bien erro no vee que C¡clo,y tierra, 

Afsi,qi)e no cfcufarascon el fecreto tu dolor^ 
anees tcrd' as* que líorar concino , fino lagri-^ 
mas de los üjos,lagrimas de (angre del cora^' 
^on como las lloraua aquel fimplc Do&ovycjt^ 
nueflro Poeta nos cuenca» que hizo la prueu 
del vaío , que con mejor dilcurfo Te efcufo 
hatería el prudente ReynaIdos:q puefio qu 
Aquello íea ñccion Poética » tiene en fi encer 

xidot 



Quísote déla Manchié 4 6t 

■ 

Tados fccreCus morales, dignos de fer aduér» 
tidosiy eDtcndidosjié imitados.Quanto masi 
^ue con Jo que aora pienío dezircc» acabaras 
de venir en conocimiento del grande error q 
quieres cometer»Dime ALnrchiK>>(i el Cielo,o 
la fuerte buena, te huuiera hecho feñor» y le* 
giti/no poífeiror de vn fínifsimo diamante^de 
Ciiyabo Jad,y quilates eftuuieircnfatii^ techos 
qaantos lapidarios le vieíTeni y ^ todos a vna 
bo2fy de común parecer díxe0en,que llegauá 
en quiIatcs>bondad, y ñncza» a quantofe po-* 
día eftender la naturaleza de tal piedra > y ctt 
meffiío lo creyeífes aisi» fín faber otra cofa en 
contraríoi feria judo que te vinieíTeen deíTeo 
de tomar aquel diamante^y ponerle entre víi 
ayunque y vn martillo^y allí a pura íuer9a de 
golpes y bra9os pcouar (i es can duro,y tá fi-« 
no como dizeníy mas íi lo pufíefles por obra: 
que puefto cafo que la piedra huieife refíílen 
cía a tan necia prueua,no por eflb fe le añadía 
ría mas valor, ni mas fama : y ñ fe rompieííei 
cofa que podrid fer» no fe perdia todo? Si por 
cierto,dexando aíu dueño en eftimacion de ^ 
todos le tengan por íimple. Pues haz cuenta* 
Anfc Imo amigOjqCamila es fínifsimo diamá 
ce»afsien cueliimacion,como enla agcn¿i>y ^ 
no es ra2on ponerla en cócingencia de que fe 
quiebre,pucs aunque fe puede con fu entére- 
la i no puede fubir a mas valor del que aor^i 



"46^ <^rtáparte de cjpjl 

tknc:y íi falcaíTe^y no rendieíTe» conñdera d< 
4ctQraquaIque£UriasíineIfa,y conquant 
xazon te podrías qaexar d. ti mcfmo $pot ^ 
üecüdocaufadcfu perdición,}' la tu} s)?Mír 
jquc no ay joya en el mundo que tanto va gj 
cooioJaniugercafla^ y honrada^ y que tod 
el honor délas mugercs coníiíle cnlaopínio 
buena que dellas le t{ene:y pues la de cu efp 
tz es tal que llega al edremo de bondad qu 
fabes, para que quieres poner cña verdad e 
duda?Mira amigo que la muger es animal iti 
perfeá:o,y que no Te ¡e han de poner emban 
f os donde tropiece y cayga» fíno quítarfelos 
y deípc/alle el camino de qualquier inconm 
Diente j para que fin pefadumbre corra liger 
a alcanzar la perfedion que le falta5que con 
ílfteen cl fer virtuoía. Cuentan los natura 
les, que el arminio es vn animatcjoqtte tien« 
Vnapiel blanquifsíma, y que quando quiercí 
ta9arJe los ca9adoreS)Vfan delte arciñcio,qu 
{abiendo las partes por donde fucle paíTar ; 
acudir^ las atajan coa lodo ^ y dcfpues ojean 
doledle encaminan hazia aquel Iugar>y afsi c( 
mo cl arminio llega al Iodo, fe cita quedo» ; 
fe dexa préder y cauciuar,a trueco de no pal 
far por el cieno, y perder , y cníu/iar fu blau 
cura, que la eftima en mas que la libertad,y I 
Vida . La honeík y carta muger, es Anpinio 
y es mas que nieue blanca y limpíala yirtuc 

del 



(pisóte de la Manchad ¡|^| 

la honeftidad » y el que qnifiere qu6 no la 
:rda » antes la ga^rde» y coferue,ha de vfat 

otro cftilo dif ::£Qte quecon el Arnünio fe 
:ne9 por^ no le han de poner delante el cie^ 
í de los r^gilos, j feroicios do los importU'» 
>s amates^porq qui$á,y aü fin quica,no tie- 
: tanta virtud^y fuer9a natural,q pueda poif 
oieíhia atropellar y paflar por aquellos em^ 
Lra9oi;y es ncceflarío quicacfelos^ y ponerle 
ríante la limpieza déla virtud,y la belleza 4 
icierra en ñ la buena fama^Esarsi meímo la 
lena muger, como ^fpejo dectiíbl luziente 
claro,pero eftá fugeto a empañarfe^y eícore 
ríe con qüalquiera aliento q le toque.Ha fe 
: viar c5 la honefta muger el eflilo q con las 
eliquías, adorarlas» y ao tocarlas» Ha fe de 
aardar^y eftimar la muger buena > como fe 
iiarda y eftima vn hermofo jardín que eftá 
;no de flores^y rofasjcuyo dueño no confie 
:,q nadie le paíTee^mmanofeeJbaftaq dcfde 
xos , y por entre las verjas de hierro gozen 
z fu fragancia y hermofura.Finalmente,qüie 
> dezirte vnos verfos que fe me han venido 
la memoria ique los oy en vna comedia mo 
eroa^q me parece q hazen al propoíi to de lo 
ue vamo$ tracandotAconrejaua vnpruden- 
: viejo a orto padre de vna doozcUa , que la 
rcogieíTe ) guardaífe y enccira(re:y entre o- 
ras razones le dixo eftas* 



^^4 Quárta pattc de áoñ 

Es de vidrio lamnger, 
Pero no fe ha de prouaf» 
Si fe puede , o no qiu bratt 
Porque tüdo podría fcr» 
Yes mas facii el quebrarfe» 
Y no es cordurA ponerfe 
A-peligro de rompcrfe 
Lo que no puede füldarfi?» 
Y en eüa opinión efteft 
Todos,y en raston la fundO) 
Qiie fi ay D.ínacs en el mundc 
Ay pluuias de oro también* 
Qgaiito hafta aqui te he dichoso AnfeJ 
ha (ido por lo que a tí te toca > y áora es I: 
que fe oygaalgo de lo que a mi me con 
nc;y fi fuere largo>perdoname,qac todo ]• 
quiere el laberinto dóde te has entrado» ] 
donde quietes que yo te faque*Tu me tie 
por amigOsy quieres quitarme la honra, c 
que es contra toda amiñad.y aun no Tolo 
tendes efto>í¡no q procuras que yo tela qi 
a ti. Que me la quieres quitara minefia ch 
pues quando Camila vea que yo la folie 
Como me pides » cierto eíla q me lia de te 
por hombre fin honra^y mal mirado,puc2 
rento , y hago vna cofa tan fuera de aquc 
«que el fer quie foy,y tu amiílad me obliga, 
que quieres q te ia quice a ti,no a y duda)p 
viendo Camila q yo ia foJicito ^ ha de per 

i 



Quixote de la Mancha. j^6f 

• 

que yo he viftó eoella alguna liuiandad^q mj^ 
dio acrecimiento a delcubnrle mi mal dcífecf 
y teniendoíe por deshonrad'aiCé coca a ci.co- 
mo a cofa fu ya» fu metma deshora* Y de aqui 
nace lo que comunmence fe platica ) q el ma« 
rido déla mug<;r adulcera>pucQo q el no lo fe 
pa,ni aya dado ocaíio para q fu muger no fe;) 
la que deue $ ni aya fído en fu mano » ni en fu 
defcuydo y poco recaco » eíloruar fu defgra^ 
cia.co codo le liamany y le nóbran con nóbre 
de vicuperio» y baxo:y en cíerca manera le mi 
rancios q la miidad de fu muger faben.cón o- 
jos de m^ iiofprecio,en cabio de mirarle con 
los de laftiina, viendo q no por fu culpa, finó 
por el güito de fu mala cdpañera efla en aque 
Ha d€^cncura*PefoquieroCcdezirÍácaüfaf 
porc}ue con jufta razón es deslionrado el ma- 
rido déla mugcr mafa,aunque el nofepa q lo 
es^ni ccga culpa>nf aya íido parcct ni dado o** 
caíion para que ella lo fea : y no te canfes de 
oy rme $ q codo ha de redundar en tu proue- 
cho. Quando Dios crio a nueftro primero pa 
dre en el Parayfo cerrenaUdize la diuina Efcrt 
tura>queinfurldioDios fucño en Adan^v que 
citando durmiendo le faco vnacoOilla del la 
do íinieftro, déla qqál formo a nueílra ma<jre 
£.ua:y afsicomo Adán defperto^y la mirosdí- 
Xo:£fta es carne de mi carne^y huefío de mí^ 
hueíTos^ YJ>ió5d/xo¿Por cña dexara^VVvobx^ 

Gg %W. 



que haze q dos diterentes perlonas % ie 
tne(ma€arne;y aü haze mas en los buc 
lados^que aunque tienen dos aliñas, n 
tnas de vAa voluncad.Y de aqui viene, 
mo la carne de la efpofa fea vna meíi 
la del efpofo^las manchas que en ella < 
los defcdosque fe procura, redunda 
carne del marido» aunque el no aya d¿ 
tno quedft dicho^ocaíió para aquel dái 
que afsí como el dolor del pie»o de qu 
jDoiEbxo del cuerpo humanoi le íience 
cuerpo^por fer todo de vna carne mel 
Cjdl^efa líente el daño del bonillo, fin < 
(e le aya caufado. Afsí el marido es pai 
te de la deshonra dcla muger»por (cr ^ 
sna cofii en ella. Y como las honras^y 
ras del mundo,reat) todas^ y nazcan d 

V r^npre. V las de la mui?er mala (ean i 



^íxoté de la Mttichki ^4^f. 

aores qaeaoraeftan foíTcgádos éo el 
de tu caita eijpoía.^duícrtCtq lo que a.- 
as a ganarles poco^y que lo ^ perderás 
^o^quc lo dexare en fu punto^ porq mo 
salabras para encarecerlo. Pero fi codo 
: dicho, no baila a mouer te de tu ma|. 
icojbíen puedes bufcar otro iaftrume- 
ú deshonra»/ det\:ientura>q yo no píen 
)^unq por ello pierda tu amillad^qae 
layor perdida que imaginar puedo. Ca^ 
lÍ2Íendo efto»el vitcuolo y prudcte La 
f Anfelmo quedo tan confufo^y peniktí 
or vn buen efp^cio no le pudo refpon^ 
abra;pero en fin le dixo; Con la acec- 
has vifto he efcuchado^Lotario amigos 
has querido dezirfne,y en cus razones» 
los, y cóparaciones, he vino la mucha 
;ion que tiehes>y et eftrento déla verda 
miftad quealcan^asty anJíi niermo^có 
eíToique fino figo tu parecer,y me voy 
mio,voy huyendo del bien, y tornen- 
selmal.Profupu<^fto eilo.has de confi- 
que yo padezco aora la enfermedad 
sien tener algunas mugeres, que íé les 
comer tiertaiyeífo,^carboniy otras cd- 
)res,aun afquerofas para mirarfe, quán 
» para comerfe : afsí que es mencíler 
: algún artificio para que yo fanc i y cf- 
Q^ia hazer con facilidad, (olo ^oti c^t 

Gg ^ tOL 



Jk 



4 6 8 Quarta paree de don 

comiences,aunque tibia,y íingídamen 
licitar a Catnila,la quaf no ha de fer f 
na9q a los primeros encuentros de co ; 
neftidad por cierra , y con íolo efte p; 
quedare contéco>y cu auras cumplidc 
que deues a nueftra amiftad,no folatr 
dome la vidaiíino perfuadiendome d< 
me fin hora.Yeftas obligado a hazer c 
vna razón (ola^y es,que eftando yo, c 
toy deCerminado,dponer en platica el 
na» no has tu de confencir que yo de ci 
mi defacino a otra perfona » con q pon 
auencura el honor q cu procuras que i 
da: y^uandoeltuyonoeílcenelpur 
dcae en la intención de Camila, en tai 
folic¡cares,im porta poco>o nada,pues 
uedad,víendo ella la enrereza q efpera 
podras dezir la pura verdad de nueftn 
cio,con ^ boluera tu crédito al fer prin 
pues cá poco auencuras,y canco contei 
puedes dar aueturandote, no lo dexes 
2er»aunq mas inconuenientes fe te póg 
láce,puescomo ya he dicho, có folo q < 
ees daré por concluyda la caura.Viend 
rio la refoluta voluntad de Anfelmo y } 
biédo q mas exemplos traerle,ni q m: 
nes moftrarle para que ñola figmcfíci) 
^ le amenazaua q daria a otro cuéta d< 
¿efTeo^por cuitar mayor mal>dcccrmir 



Quíxote de IsL Mancha. 469 

rle>y hizer lo q le pedia» con propoíico» 
Uan de guiar aquel negocio de modo,q 
:erar ios penfaniiécos de Camila quedaf 
fclmo faci^fccho: y afsile reípondío>quc 
municaíTe fu peníamiéco con ocro algu- 
el comaua a fu cargo aquella emprefaila 
comc^arÍA quando a el le dieíTe pía» guf 
^r a9ole Anrelmo, cierna y aniprofamen^ 
igradeciole fu ofrecimieco, como íi alga 
mde nKrced Iebuui:ra4icch0iy queda- 
acuerdo entre los dos» q defde ocro dift 
ice fe comen^aíTe la obra^q el le daría lu- 
ciempo como a fus folas pudiefle ha« 
I Camila» y afsi mefmo le daría dineros» 
is que darla.y q ofrecerla, Aconfeiole q 
(Te muíicasiq efcriuieire yerfos en fu ala* 
i^y que quando el no quiHeíTe tornar era 
de hazerlosyel mefnio los harta. A todo 
ecio Locario, biécon diferente intención 
^nfelmo pcnfaua : y con eíle ^icucrdo fe 
¡eró a cafa de /^nfelmo, donde hallaron a 
ila con aníia y cuydadoscfperádo a fu ef« 
^porq aquel dia tardaua en venir mas de 
oíliibrado. Fucfe Lotario a fu cafa» y An« 
q^ quedo en la fuya» tan contento, como 
rjo fue péfatiuo» no fabiendo q tra^a dar 
falir bie de aquel impertmente negocio. 
» aquella noche peníoelnK)do c\utt^x\«^ 
pdrdCíJgsñaraAnfclsnoj fii\oítt\dí:t x 

Gg 3 Cíbísvv 



f4?o Qnzttáip^rttácAotk 

Camila t y otro día vino a comer C( 
go^yfae bien recfbiúo de Camila, 
recebia» v regalau«» Ci ;n m ucha voii 
tnteder Ja buena que tu cfporo le d 
t>aron de comeryleuácaron los man 
felino dúio aLoca rio^que fe queda 
Cvnña^tn tanto qu^ el yua a vd n 
9oíb>q dentro de hora y media bol 
gole Camila que no ie fueíTe^y Lots 
do a hazerk copañia^mas nada apr 
Anfelmoi antes importunp a Lotai 
quedaife, y le aguardaife, por^ ten 
tar con el vna cofa de mucha ímpoi 
xa tábíen a Gamito) que no de^aíTe 
tano,en tanto que el boluíeí&.Ea tí 
po tan bien fingir la necefsidad» o m 
fu auícncia» que nadie pudiera enti 
era fíngida^Puefe Anfelmo» y qued. 
a la mefa CamiU^y Lotario,porque 
gf:nte de cafjt^toda fe auiá ydo a co 
fe Lotario p.uefto en la eñacada qu< 
deflTeauary con eí enemigo delante>< 
ra vencer con Tola fu hermofura » a 
drob de caualleros armados: mirac 
zon que le temiera Lotario? Pero k 
fue, pomít él codo fobre el bra9o de 
la mano abierta en la mexilla,y pidi 
don a Camila, del mal comedimien 
quería repofar vn ^oco ct\ cauco que 



r 

Qujxote de la Mandia^^ i^^l^ 

boIaia« Camila le refpondio»^ mejfor re|K>(a*- 
ria en el ¿lirado, que en la íiHa^o^ ^^^ '^ ''^4« 
fe encraíTe a dormir ea eU No quifo Lotancb 
y allí fe quedo dormí do.hada q boluío Áníd 
mo:el qaai como hallo a Camila eu fa apofca^ 
to«ya totariodurmiedo^creyá qcomof^an^ 
uía Cardado cancoiyaauria ceñido los dos lu^. 
gar para hablar^y aü para dormir» y no vio U , 
hora eo q Locario deípercaíTe » para bolueríe 
co el faera>y preguticade de Tu vecura. Todo 
le fucediojcomoel quiío: Locario defperco^ f' 
luego falieroa los dos de cafa>y afsí le pregan 
toio q deíTeaua: y Is reTpSadía Lotario^q po 
le auia parecido fer bien q la primera vez fe , 
dcícübried*e del codo» y aísii no auia hecho q- 
tra cofaiq alabara Camila de hermofa dizié- 
dolé q ea toda la ciudad no fe crat;au^ 4 otra 
cofa^q de fu hermofura^y di(creci55y qefte le 
auia parecido buc n principio para entrar ga- 
nado la voluatadiy dtfponiedola a q otra vez 
le efcachaífeco güilo: vfando en efto del arti(\ 
cío q el dkmonló vfa quando quiere engañar 
aalganaque efta paefto en atalaya de mirar 
por íi,q fe cransformten ^ngtl de luz>íüédoIa 
el de ciaíeblas, y poniédole delate aperiecias 
buenas»al cabo defcatoe quien es» y fale c5 fa 
intecion» fia los principios no es defcubierco 
fu engaño. Tocio eftale conceco mucho lfts\ 
^míhytíixOf^c^ díA daría e\ metttioVu^^t^ 

Gg 4 ««1- 



^1^ Q£aru pilarte de don^^:^ 

aunque t^Q falklTc de cafa » porque en. eUale 

ocuparíá¿n cofas ¿| Camila no pudietñs venir 

^onikjn^co ^efu arnficío;Stf€eidicÍo pues 

^J^lpi^sívoh irtochb^i días q fíndeair ¿oca 

Hqj^Slabra a CaniilasrefDpndia á Anfelino ^ 

]if iiablaua» y ;ania$ pqaik' Tacar dellá vnápt- 

otkjifk'éiaeftfddé venn'é^^^ niiiguna jcofa^que 

mtli fueffcs ni au dar Vha fe^ái de fpibbra d¿ 

e^cran9a:ántes dezia que le amenaaaua^ 4 ^ 

de {jiqxiel niaí.penfamie^tonc>requitaoa> ^ lo 

auhi de dczir a fu tfpbíÓ'. Bien efU> düco Án* 

0níothafta aqtíi ha re^ftido Camira'íi 'laspa 

jiíftt^iit'tsmi^eftervercd^^ laso- 

bS^/jp^'os daré tn^nkók'doitia 

Qttil p^ña q fe \b%oS:é&íyQ áufl fictos deyst 

y otros tantos para q c<5nipreys joyas con q 

ceuarla , que las mugcres fuelen fer aHciona* 

()á$,y mas fí fon hermc fas » por mas cadas q 

fcán,a erto de traerfc*bícn,y andar galanas : y 

(i eitá runfle a e(l:i tctácidb 9 yo quedare íatií- 

fecho,y no os daré más peládumbre.Lotario 

refpódio,que ya que auia comen^*ado> que el 

Ikuariá hafla el (in aquella cmpre(á,pueftoq 

entendía fahrdcllacanOido; y vencido. Otro 

dia recibió los qu.itro mil cfcüdos , y c6 ellos 

quatró mil confufíoncs, porque no fabia que 

dczirfe pora mentir de nueuo > pero en eíeto 

determino de dezirle > que Cañiila eñaua can 

«ütera «laii dadmas.v ^xotci!^ x^^^oajas 



nccrrocn vn apofcnto, y por lo 
: la cerradura efiuuo mirando t 
lo que los dos tratauan,y vio qu 
nedia hors^locario no hablo pí 
Illa, ni fe la hablara, fi alli cftuui- 
y cayo eo la cucta,de q quáco 1 
lia dicho, de las refpueftas de C 
:ra ficción , y mentira. Y para v 
nfufalio del apofeoco, y Uamam 
i parte , le pregunto , que nucu 
ue temple eftaua Camila? Lotat 
o, que no pcnfaua mas darle pe 
[uel negocio,porque rcípondia t 
eílabridamentcquc no tendría í 
oluer a dczirlc cola alguna. Ha, 
lo , Lotario Lotano , y quaa r 
es a lo que me dcues.y a lo mu< 



«i74 C^iiarta parte de don 

medios que yo podría hallar para confegair* 
mideíTeoíNo dixofna^AnfelmasperQbafta 
lo q aujadicho,para de^^ar corrido* vconiuro 
a Lotarío. ES qaal caíi como tomaaa por pu 
ro de honra, el auer (ido hallado en mencirai 
¡oro aAnfelmo^que defde aquel momento to 
maua can a fu cargo el CQnccntaIIe,y no men- 
tílle,qualk> veria, ficé cariotidad lo efpiaaa; 
quanco mai,que no feria menefter vfar de nin 
guna diligenciaiporqua la que el penlaáa po- 
ner enfacisfaaeite» le qukaria de coda rofpe^ 
cha. Creyóle Anfelmo, y para dalle comodi- 
dad mas (^ura»y menos rot>reralcada» decer^» 
mino de hazer aurencía de fo caCa por ocho 
días^yedofe ala de m amigo fuyo»quc cftaua 
en vna aldea % no lexos de la Ciudad • Con el 
qual amigo concerco,que le embiaíTe a llamar 
con muchas veras^para tener ocafion con Ca- 
mila^defu partida* Oefdichadosy mal aduerti 
do de ti Anfelmo^que es lo que hazes? que es 
lo que era9a$ ? que es lo que ordenas! Mira 4 
hazes contra ti mifmo5tra9 ando tu deshóran 
Srordenando tu perdición. Buena es tu efpo* 
(a CamiU,quieca»y foíTegadaméee la pofltees^ 
nadie fobrefalta tü gufto, fus penfamirtos no 
Talen de las paredes de fu cafa» tu eres fu cielo 
en la tídrrafel blanco de fus deíFeos, el cumplí 
tliieAto de fus guftosi y la medida por donde 
Uiidefa trolanudtayuftaadolaje» codocd la 



B 



<3liiixoce de la Manchat 47^ 

taya>y <?& la del cíelo.Paes (i la mina de fu ha 
¡nor|hermoluraihoneítidad)yrccogimieii(o»te 
da fin ningún trabajofCod» la riqueza ^ cienei 
y cu pqede^deflfear^paraque quieres ahondar 
)9 tierra, y burear núeuasvetas» de nomo,/ 
nunca vifio teforp poniéndole a peligro» qno 
torda venga abaxo, pues en fin fe fuAet* (chre 
los débiles arrimos de fu flaca na(ural«2a?Mi 
ra que el qu^ buf^a lo impoísiblCies jufto que 
lo pofsiblc k le niegue . Coipo lo diato vatfiot 
vn Poeta diziendo. 

Vfco en la muerte la vida» 

^ Salud en la enfermedad» 

£n la prífion libertadj 
^ ' £n lo cerrado falidaí 

y en el traedor lealfad, 
f^ero mi raerte»de quien 

lamas efpero algún bien, 

Con el cielo ha eftatuydo» 

Qne pues lo ímpofsible p^o» 

Lo pofsible aun no me den. 
Ihiefe otro dia Anfelmo a la aldes^ dexán« 
ido dicho a Camila.qut el t^enqpo qoc^ eftu 
viefTe aulente,vtndra Lofarío a mirar por fu 
cara>y a comer co ella» Q tuuiciTe cuyduo dt 
tratallecomoarumermapcrfona* Afligiofe 
Camila , comomuger difcreta , y honrada» 
de la orden que fu m árido le dcxanax^ ^^H 
^Qcuduütieffe qatm eftaua biftIU (¿ft tA^D^ 



47^ .Qnartá paree itdon 

el aufeatcocup aíTc la filia de fu mefa»y qnc fi 

lohaziapor tiocenet confianza «que tiuia^ 

bría gouernar fu caTásque prouaiTe por aque* 

ila vez>y verja poc cxperietuúaicoiiio para ma 

ybres cuydádos era bailante. Aniel mo le re- 

plko , quj: aquel era fu j^uftdtjr qae oo cciqi 

aias Qüe^j^hque baxar la ca^ obedc:* 

¿cUe^Cacni Iji| díxo q anfi lo hafíááúnque coo 

tra fu iK]|luaud.Partígre Aufelmo, y. otro'di} 

vioo a fa^^4^^pcaríosdond.e fue recébidb de 

Cámtia con acnorofo/y honefto acogimíeocd» 

La qi^al jamas fe pufo en parce» donde Lota- 

rio la víefle afolas > porque (iempre andaua 

rodeada de (us criados j críadas,erpecíalin& 

ec de vna doncella fuy a % llamada Leonela t i 

quien ella mucho quería, por auerfe criado 

defde niñas las dos janeas , en ca a de los pa« 

di es de Camila > y quando fe cafo con Anfel- 

túo, lacrüxoconngo» En los tres días prime* 

ros nuncaj^otario le díxo nada>aunque pudie 

ra quándo íe feuantaiiS los manteles,y la gé- 

ce fe yua a comer con mocha prieíTa , porque 

af&iíeloCcpia mandado Camila* Y aun cenia 

pr4ep Leonela.que comiefl'e primero que Ca 

üíiigLj y que de (u lado jamas fe quicaíTc: mas 

ella»que en otras cofas de fu gun:o tenia puef 

coel péfami^nco^y 9ui;si.mene^r aquellas ho 

j^ai^y aquel lugat) ^ata ocuparle en fus conté 

tQSp no cumpíia to\\íL^scx^'^^'c^^^^^ss^^^^^ 



Quísote déla plancha 477 

4e fií feñora» aoces los dexaua folos , como fi 
aquello le haaieran mandado.Mas la bonefta 
prefenda d Camila» la grauedad de fu roftro> 
la compoilura de la perfona era tácajque po- ^ 
DÍa freno a la lengua de Locadio» Pero el pro'^ 
uecho que las muchas virtudes de Camila ht 
¿ieron, poniendo (ilencio en la lengua de Lo* 
tario, redundo mas el daño de los dos. Por4 
fi la legua callana, el penfamieate dilcurria» y 
tenia lugar decocemplar parte por parte to« " 
dos los eftremos de bondad, y de hermofura 
que Camila tenia , bañantes a enamorar vna 
eftatuade Marmol , no que vn coraron de 
carne. Mirauala Lotario en el lugar y efpaciq 
que auia de hablarla, y coníideraua quan dig 
na era de fer amada : y eftaconfideracion co" 
men^o poco a poco a dar aíTalto á losrefpec 
tos que a Anfelmo teniajy mil vezesquifo au 
Tentar fe de la ciudad, y yrfe donde jamas An- 
felmo ie vieíTc a eJ, ni el vieífe a Camila: mas 
ya le hazia impedimento , y detenía el gufto 
que haiiauaen mirarla. Haziafe fuerza» y pe^ 
leaua configo mifmo^por defcchar, y no fea- 
tir eUontento , que le Ileuaua a mirar a Ca^ 
mila.Culpauafc afolas de fu defacino,llama^ 
uafé mal amigOi y aun mal ChríAíano.Hazía 
difcurfosry comparaciones entre el,y Anfel- 
mo y y todos parauan en dezir, que mas auia 
fido la locura y coniian^a de Atv(e\mo><\\x^^ 



^7^ (^artá parte de don 

poca fidelidad • Y que ñ afsi tuuíera díícuípi^ 
paca con Dios, como para con lóshombr es* 
délo que penfaua bazer^que no temiera pcn^ 
por fu culpa*£n efedo la hermofura^y la bon- 
dad de Cunilasjontamfee ton la ocafion qu¿ 
tí ignorante marido I¿ auia puefto en las ma 
tios^dierd con la lealtad de Lotarío en tierra» ^ 
Y fin mirar a otra cofa, q aquella a q Tu gufio ó 
la indinauaial cabo de tres dias de! a anfencia Ik 
de Aníelmosen los quales eíhtuo en cohtinua f 
ibataUa^por reíiftir afu s deíTeosyComen^o a ré ^i 
iqnebrar a Camila con tanta turbacíon,y coa \i 
can amorofas razone Sique Camila qaedo fui- ^ 
penfa » y no hizo otra cofa , q ué leuantarié de i 
donde eftaua ^ y entrarfe en fíi apofento i fia ¡H 
rerpondelle palabra alguna. M as no por efta V 
iequedad k defmayo en Lotario la eípera^a» ! 
que fíempre nace júntamete con el amor>an«. 
tes tuuo en mas a CamilaXa qual auiédo viC 
to en Lotario lo que jamas pcnfara y no fabis 
que hazerfe. Y parecíendole no fer cofa fegu^ 
ra,ni bien hecha,darle ocafion»ni iugar^ qu^ 
otra vez la ñablafle , determino de embiar a-^ ' 
quella mefma noch¿^como lo hizo, a vn cria^^ 
do fuyo con vn villete a Anfelmo $ donde 16 
cfaiQio eftas razones^ 

CAPIT.XXXiriI.bONDE SB 

profigue la nouela del curiofo impertínéte.^ 

ASSI 



-o qfKiBtti mtt par Ib eaOa 
>mMqnedeato.^«oi,alwi 

S-f^twiKlloaCanutadeMS 
™« ««UoiniMo de fo oíS M 
o.porqeibom„i.con¿S" 



alguna aeicmt>oí cura ,qu«ic Rnuieiic 
do a no guardalle el decoro quedeoi; 
liada en fu bódad, fe fio en Dios , y en 
péfamiécojcon q penfaua re/iftírcál!á 
do aquello q Lotario dezir le quíficíTe; 
mas cuenta a fu marido, pomo poner 
guna pendencia» y traba io.Y aun anda 
cando minera como difculpar a Loca 
Anfelmo^quándo le preguntaíTe la oca 
le aula mouido a efcríuirle aquel pap< 
ellos penfamíentos,mas honrados» qu 
fados » niprouechofos » eftuuo ocro d 
chadoa Locarío»el qnai cargo la mane 
nera.q comento a cicubear la firmeza 
fniU,y fu honeñidad tuuo harco que h 
acudir alos oíosypara que no dieáfen n 
de alguna ainorofa compafsion.qoe la 
mas , y las razones de Locarlo en fu P( 



le fu en'tereza,cocaicaípciMvv..^. 
e Camila fuera codadebronzcsvj 
:lo¿ Xiloroirogo oFrctib^adulo^po 
)LocarioiCan cancos fentimiencos 
ras de tantas veras,q dio al traué 
to de Caitiila » y vino a triuitiph^ 
dénosle penfaua^ y mas deíTcau: 
Jámila Camila fe rindió pero q tr 
miílad deLotai io no quedo en pi 
aro>que nos mucflra» que Íbto fe ' 
M amorofaicon huylla.y que nad 
ontr a bracos con tan poderófo é 
rque es mencíler futráis díuináss 
is Aiyas humanas«i>oio Tupo Leoí 
te2a de fu fcñora^porque no íe la | 
cubrir,los dos malos amigosiy n 
ites.No quifo Lotario de¿ir aCar 
mCioñ de Anfelmo, ni que el le a 



n _, 



^M% Ctgárca parte de don 

lióle é A (a cafaiabra^aronfe los dos » y el 
preguntó pbr las nueuas defQvidayOi 
muerte. Las nueuas que te podré daryO . 
go A'nlélmo» dixo Locarlo^ fon de que ti 
vna itiugers que dignaniente'puede fer a 

Elo i y córbña de codas Las mugeres bue 
.air^alabraVque le he dícho^fe ias ha Ilec 
el áyre>Iós ófrecimieDCos fe háh cenjdo c 
co/ás dadíuás no fe han admicídosdc alg 
lagrimas fingidas mías feha hecho burla 
ble, £n ¿erolucibn,'arsí como Caniila es 
de codábelle^a, es archiuo doi^dc aAiffe I 
neílidad^y viué el comedimiento) y el re< 

¿^'. to das las virtudes q pueden ha^er Joal 
ien afortunada a vna honrada muger-l 
ue a tomar tus dineros amigo,que aqui I 
gp , fin auer tenido necefsidad de toca 
llosjq la entereza de Camila no fe rinde 
fas tan baxas,como fon dadiuas,ni prom 
Conténtate Anfelmo^y ño quierasjhazer 
prueuas d las hechas. Ypues a pie enxun 
paíTado el mar délas dificultades y fofpeí 
q de las mugeres íuelen, y pueden teneríi 
quieras entrar de nueuo en el profundo { 
go de nueuos íncóuenientes^ní quieras I 
cxperiécia con ocro piloto, de la bódad,} 
talezadel nauío q elCielo te dio en fuere 
ra q en el pafídífes la mar defie mu ndo. ! 
haz cuenta q eíUs ya en feguro puerto^y 



v^uixote de la MmcIiA 4^1 

Mee c6 las ancoras déla buena confideracion^ 
y dexate eílar halla q ce vengan apedír la dea 
dasque no ay hidalguía humana^q de pagarla 
Pe eft;iire«Gócencirsimo quedo Aniel mo de las 
razones de Lorarío» y afsi fe las creyó, como 
(i fueran dichas por algún Oraculo«Pero con 
codo eíTole rogoque no dexafle laeitipreíTai 
aunque no tuefle mas de por curio(idad9y en* 
rreteoímíencd, aunque no fe aprouechaíTe de 
allí ade lance de can ahincadas diUgencias, co 
mo hafta enconces* Y q íblo quería, que íe cí^ 
criuieíTe algunos vérfos en fu alaban^aideba- 
xo del nombre de Clori^porqüe el le daría a 
encédec aCamila,qtte andaua cqamoi-ado de 
/nadatna>á quien jé aula pueíío aquel nóbre* 
)or poder celebraría cpn el decoro q a fu ho« 
\eftidad fe le deuia.Y que quádo Locadio no 
uííietatoniíar craba/d de efcríuir los verfos^ 
el I os baría.No fera menefter eflfoydixo Lo- 
rio 9 pues no me (bn tan enemigas las Mu « 
i,q algunos ratos del año no me yifiteribDi 
:u a Camila lo q hasdichodeifingímiencci 
mis amores, 4 '^^ verfos yo loshare^íino 
buenos como el Tubjcto m^rece>rc|:an por 
lénos los mejores q yo pudierejQuedard 
e acuerdo el impeccinence,y elxraydor a- 
3.Y bueito Ap^elmo a íu ca(a,pr«gunco a 
Ha,Io q ella ya fe marauiÍlauQ,q no fe Ib 
Te preguncado.Que fuc^quc le dvxtfi^V^ 

iVci z Qcv 



484 QuarU parte de don 

ocadon t^orquéleauia ercrico el papeTque \t 
embío.Camifa le rtípondio^que le auia pare- 
cido» queLotarío lá tniraua vn poco oiásde^ 
rembueltámenre^que quando el eftaua en ca^ 
ra.Pero que ya eftaua defengañada,y crehia q 
auia ñdo imaginacioíi fuy ai por 4 ya Lotark 
huya devella>y de eñar co ella a A>las. DlxoIc 
An(eImo,que bien podía eftar fegura de aquc 
lía (bfpecha) por4 el fabia que Locarío anda 
ua enamorado de vna donzella principal d( 
JaCiudad.a quien el celebraua debaxo del no 
bre de Clpri^y que aunque no lo eftuuíeraino 
auía que temer de la verdad de Lorario,y de 
la mucha athídád de entiibos. Y a no eftar a- 
uifada Camila de Lotario, de que eran fingi- 
dos aquellos amores deClori»y 4 el fe lo auú 
dicho a Anrdmo^ por poder otuparfe algu- 
nos ratos enlas miímas alabanzas deCamil^ 
ella (in duda cayera en ia derefperadá^ red de 
los zelos.mas por eñar ya adcertidáipaíToi- 
quel fobrefalto (in pcfadumbrc. Otro dia> tí' 
tanda los tres fobre mefa^rogoAnfelmo alo 
taríosdixeíTe alguna cofa délas que auia cotn 
puedo a fu amada CIori,que pues Camila n« 
I9 conoctaifcgurameote podía detir lo q qpi* 
fieíTe. AuQ^e la conociera) refpondio Lota- 
rio,n o encubriera yonada.porqne quando al 
gun amante loa afu dama de hcrínofa^y la nc 
ta de cruel , ningún oprobrío hazc a fu buer 

ere 



:l (ilcacio de la noche.quando 
upa ti dulce fgcño a ios morraN 
>übre cuenta de mis ricos m^^Ie 
)y al CieIo>ya miClori dando, 
empoquádoel Sol fe va moíln 
las roladas puercas Orientales 
ifuípiroSiy acentos dcfíguafes 
y la antigua querella renouandc 
odo el Sol de fu eflreilado añer 
rechos rayos a la tierra embia» 
llanto crece«y doblo los gemidc 
e la noche,y bueluo al trille cu( 
>*nipre hallo en mi mortal porí 
Ciclofordo a Clon (in oydo$< 
arecio elSünecoaCamila,pcrc 
felmoi pues le alabo» y dixO} qu 
lafnencecrueliadama,qacat< 



4 8 á Quar ca parte de don 

famientos de Lotario con Camila^can defcay 
dada del artificio de Anfelmo, como ya ena- 
morada de Lotario . Y afsi con el guílo q dt 
fus cofas tcnia^y mas teniendo por entendido 
que fus deíTeos , y efcritos a clia fe encamina* 
van^y que ella era la verdadera CIori,!e rogo 
que ñ otro foneto , otros vcrfos fabia » los di* 
xetfie.Si fe» rofpondio Lotarío.pero no creo q 
es tan bueno como el primero j o por mejofi 
dezir»menos malo. Y podreyslo bjen juzgar j 
pues es eñe. j 

SONETO. 

YO fe que muero^y íi no foy crcydo, (to 
Es mas cierto el morir ,como es mas cier- 
Verme a tus pies, o bella iegrata9 muerto^ 
Antes que de adorarte arrepentido. 
Podre yo verme en la región de oluído» 
De vida,ygloria,ydefauordefiercOf 
Y allí ver fe podra en mi pecho abierto» 
Como tu hermofo roñro eftá efcuIpido# 
(Jue efta reliquia guardo para el duro 
Tranccque me amenaza mi porfia> 
Que en tu mifmo rigor fe fortalece» 
Ay de aquel que nauega el Ciclo eícurot 
Por mar no vfado,y peligróla via, 
A*donde Norte,o puerto no fe ofrece. 
También alabo efte fegundo foneto Anfclma 
como auia hecho el primero, y defta^mánera 
yai añadkndo eilauon^a cflaucGj a U cade* 



Quíxote de la Mancha. 48)^ 

na,con que fe cnlazaua,y crauaua fu (leshotw' 
raipues qaando mas Locado le desHóHrauay 
"entonces le dezia q eñaua mas^h5rado . Yc5 
efto codos los eíbalones que Camila baxaua 
hazía el cetro de fu menoíprecío, ios Tubiá en 
la opinión de fu márido,hazia la cumbiedíeU 
vircud y de fu buena fama.Sucedio en efto, 4 
hatiandofe vna vez enere ocra^^ , Tola Camila 
con fu donzetlaje dixo;Corrida efl:oy,amiga 
Leoncla , de ver en quan poco he fabido efli- 
marme,pues íi quiera no bízeique con eltie-* 
po comprara Locarío la entera poflefsíon 9 4 
le di t£ pcefto de mi voluntad. Temo que ha 
de eftimar tni prefteza> o ligereza > fín que c« 
che de ver h fuer9a q el me hizo,paf a no po« 
der reftftirle. No re de pena elfo fcñora mias 
refpódio Leone'lá^q no e(U la móta,nie$caa 
fapara mengua» la efíimacion, darfe lo que fe 
da prefto>(in en efedo lo que fe da esbuenosy 
ello por fi digno de cftimarre.Y aún Píele de- 
zirfcq el que luego da» da dos vezcs.Tambie 
fe fuele dezirjdixo Cami'a,que lo que cuefta 
poco9rc eftima en menos.No corre por tí eíTa 
razot^,re(pondio Léonelaj oorq e' amor» íegü 
he oydo dezír,vnas vezes bpcía,y otras anda 
con efteCQrre,y con aquel va dcfpaciosa vnos 
entibia , y a otros abrafa ; a vnos hiere, y a o* 
tros mata. En vn cnefmo punto comien^ 
Ja ckrzcU ddihs JeíTe 0$ ; y en aqu^\ Kv^^tcvc^ 
' ' Hh 4 ^^\«^^ 



4^ 9 Qjiarta parte de don 1 

fmnco la acaba,y concluyctPor la mañana fot y 
^e poper el cerco a vna fQrcalc;i^a » y 9 U noche I 
la tiene rendida, porque no ay fuerza que 1« 
re(ífta,Y ficndo afsi, de qae te efpantas > odc 
qu^ temeS|(i lo (pifmo d^ue d^ auer aconteci- 
do aLotario , auiendo tomado el anior por 
inürumento de rendirnos la aufencia de tnife 
ñor ^ Y erafor^ofo q en ella h con(:)uyefFe lo 
que el ainor tenia determinado» fin dar tiem 
po al tiepp > para que An(e<-mo |^ cuüieíTede 
boluery con fu prefencia quedaíTc itpperfc(- 
ta la obra?PorqeI amor no tiene otroine)or 
' ^)ini(lro,para execptar loque deíTea.queesM 
Qca(ion:de la ocafíon fe firue en todos fus he- 
chos,principalmente en los principios «Toda 
ello fe oyó niuy bie,mas de expericcíasqiie de 
oydas:y algún dia te lo dir^ fcñoras ^ yo tatn 
bien foy de carne^y de fangre qio^a^ Quanto 
niás.fcñoraCamjIa^que no te entregafte ni di 
0¿ tan ip^ go , que primero no huuieíTe vino 
en los ojos, en los fufpírosi^en las razones ,y 
en Ia5; promefas , y dadiuas^de Lotarioitoda 
fu aIina,Yiendoen clla>y en fqs virtudes^qui 
digno era Lptarío de fer amoldo. Pues fi efto 
esafsinoteaflaUen Ja imaginación cíTosef^ 
crupulofos, y melíndrofüs penfa^iietitosi 
fino ailegurate^que Lotario te eflima 9 como 
tn le ertíinas a el , y viue con contento,y farif- 
facion^de que ya q cayfie en ej Jazo amotofo, 

es el 



Qníxoce de la Mancha* 489 

1% el que (e aprieta de valoryy de eílima. Y q 
10 (qIó tiene las quacrPtS $• q di^en que haa 
le tener los buenos enamorados , (ino codo 
n A. ,b«c .entero ; fino ercuchame, y vera» cp- 
pu te le digo de coro^Gl es fegun yo veo, y a 
ni me parece, AgradecidOjbueoo, cauallero» 
I adinofo^enamoradoafírme» gallardo, honra- 
lotijuflre» leal, mo^o, noble, honeilo^ princi- 
»ai«qaantioro»rico, y las.SS.qtie dizen«Y lue*- 
;o,taC4to,verdadero.L2 Xno le quadra.poc 
|ue es letra afpera. La Y.ya eftá dicha. La Z* 
iclador de tn honra.IKiofe Camila del A«b.c. 
le fu do^ellaj (uuolo por mas platica en las 
:o(zs de ^mor^ que ella dezía. 1 afsí lo con** 
eíTo ella.dedubriendo a Camila, como tra- 
;aua amores con vn mancebo bien nacido,de 
atnefma Ciudad- Oe loqual fe turbo Cami- 
a> temiendo que era aquel camino por dóde 
u hora podía Correr riefgp. Apurola^fi paHa^ 
tá fus platicas a mas que ferlo^ Ella con poca 
xrguen^aiy mucha deíémboltura^le refpddio 
me (i paíTauan. Porque es cofa yacietta,qlos 
lefcuydos de las feñoras.quitan la vergüenza 
i í as criadas, las quales quado ven alas amas 
;char trafpieSü no fe les da nada a ellas, de co- 
[ear,ni de q loítpan. No pudo hazer otra co 
a Camilá.fino rogar a Leonelasuo dixcífe na 
la de fu hecho,aI q dezia fer fu amantc^y que 
rataíl€fusCQ&^ co íecre to,por^uOmV&^ttk 



^S(8 Quar;apartcdcdoií* ^"""^ 

a noticia de Anfcfmo, ni de Lotario. Leonel) 
rerpohdio.qucarüilohariatniascumpliolDde 
niauera,q hizo cierto cl temor deCamila^de 
• que por ella auia d perder fu credito.Porq li 
deshonefta,yatreuidaLeonc!ajdefpQCsqvio 
•que el proceder de íu ama acera el que folilj 
acreuioíeacncrar «y poner dentro de cafii 
fu amante, conBada q añquc fu fcñora le vk( 
íe,noauÍ3deorardercubrille. Que edcdaño 
acarrean entre otros los pecados de las reno 
rasqii- fe hazen crciatias de ftis mermas cru- 
das ,y fe obligan a encubrirles fus deslionefti' 
dades.y ví]ezas,como aconteció con Camüa* 
Qii^e aúquc vio vn3,y muchas vezcs,qfuLefl' 
nelae/lauacon fu gatan en vn aporento dcíii 
cafatHo folo no la ofaus reñir, mas daua te la- 
garaque locncerrafle.yquitauale todos los 
eftoruoSjparaquenoFiicIfevifto de fuman- 
do. Pero no los pudo quitar, que Lotario no 
le vkfTe vna vez falir , al romper del atua .El 
qual fin conocer quié era, penfc primero que 
djuia de Per alguna fantafma. Mas quandolc 
viocamiiíarjcmbo^arfc, yencubricfc.conoiy 
dado, y recato, cayo de fu fímp'c pcnfamico- 
tü.ydioen otro, que fuera la perdición de to 
dos,fiCamila no lo remcdiara.Pcnfo Lotario 
q aquel hóbrc q auia vifto (atir lan a deshora 
de cafa de Anít\mQ jUo auia morado en ella 
por L eone\ 1, u\ i^ti^t awitin^Vwafisiatcí 



r; 



Qu íxoce de la Mancha. 491 

en el mando . Solo creyó qae Camila^ de la 
r>ifaia manera qaeauiafido fácil y ligera c6 
( u lo era para ocrcnque efias añadiduras trae 
i 6 ligo la maldad de la muger maUíque pier 
de el crédito de fu honra^con el mefmo a quié 
f : entrego rogada , y pcrfuadida. Y cree que 
con mayor facilidad fe entrega a otros » y da 
íi.faiibe crédito a qualquiera fofpediaqne de 
i no le venga. Y no parece fino que le falto a 
Locarlo en cfte punto todo fu buen entendí^ 
miento , y fe le fueron de la memoria todos 
fus aduertidos difcurfos. Pues (in bazer alga- 
no que bueno fueíTc.ui au razonable^finmas 
ni ma$,antcs q Anfeimo fe leiiantaííe ímpaciS 
rc«y ciegp déla ¿elofa rabia>que hs entrañas 
Je roya» muriendo por végarfe deCamila»^ 
en ninguna cofa le auia ofc ndido, fe fue a An« 
fe!mo,y le díxo:Sabete AnféJmo, que ha ma« 
chos diasque he andado peleando conmigo 
mefmo^ha^icndome fuerza» a no dezirte lo 4 
ya no es pofsible>iiJiu(lo q mas te encubra.Sa 
bereque la fortaleza de Camila, eftá ya ren- 
dida , y fujeta a todo aquello que yo quifiere 
hazer della,y íi he tardado en defcubrirte eíla 
verdadjha fídopor ver (i era algún liuiano an 
cojo fuyo , o fi lo hazía por prouarme , y ver 
ñ eran con propo/jto firme tratados » los 
amores que con tu licencia con ella Vv^co- 
ijjcnpdo. Crcf ¡uiñ miünoá cjuc tWa C\ 



491 (inarta'parte de don 

fuera h que dcuia, y la ^ entranibos pci 

tnosjya re huuíera dado cuéta cf mí fuli 

Ft to auicndo vifto q fe tarda, conozco 

verdaderas las promefas que me ha dai 

q quando otravez hagas aufencia de Ci: 

me hablara en la recamara, donde efta 

puedo de tus halajasi(y era laverdad,q 

íolia hablar Camila) y no quiero q prec 

famence corras a hazer a^gunavengan^a 

no efta aun cometido el pecado» (ino co 

famíentosy podria fer^que dcde, hafta e 

pode ponerle por obra,fe mudaíTe el d 

niiia,y nacieíTe en fu lugar el arrepétimi 

Y afá ya que en todp,o en parte has fe] 

(iempre misconrejos,fígue,y guarda vn 

aorace dircparaq íin engaño>y con me 

adaertímienco tefatisfagas de aquello c 

. vieres que te crnuéga tinge que se au( 

pur doS|0 rres dias,como otras vezes íu< 

haz de manera que te quedes efcondido 

recamara pues los tapizes q allí ay,y oti 

fas cpn q ce puedas encubrirtte ofrece nr 

comodidad.y entoncesvcraspor rus mi 

ojosty yo por los míos, lo q Camila qui 

íi fuere lá maldad q fe puede temer» an 

efperar,con (tIenciO)fagacidad,y difcreci 

dras fér el verdugo de tu agrauío. Abfol 

penfp^yadoiirado quedo Anfelmo,con I 

zonesdel^o^acio>pürqlecogier6en tic 

d 



„CO0fe)O,h«lOSM ^„, 

"*í?gS¿. Allinacotdo 
ñ^i .migoLo«r.o_q««^^ 



^4^ Oüaícia pulirte ¿e dófi 

ai que le viere falir a horas can inufira Jas Át 
mí catary lo que me faciga cs^que no la puedo 
cáftigart ni reñir • Que el fer ella fecrecario de 
Dueftros traeos • me ha fHt^ílo vn freno en la 
boea>para callar losfuyos^y temo que d aquí 
ba de nacer aigun mal fujceífo . Al princi^tó 
^5 Camila efto dezia,creyo Lo¿ario>qac era 
artiñcio para defmencille>que el hombre que 
ania vífto (alir era de Lepoela^y no fuyoipero 
viéndola llorar» y aí^igiríe» y pedirle retñedioi 
vino a creer la verdad>y en creyéndola acabo 
de eftar confafoyy arrepentido del codo¿Pero 
con todo eftp reípódio a Camila,que no cu- 
ttieíTe pena>¿j el ordenaria remedio para aU 
Jarla infolebcia de Leoñela • Dixole afsi mif • 
iño lo que inftigado de la íuriofa rauia de los 
2elos 9 auia dicho a Anfelmo > y como eftaui 
concercado de efconderfe en la recamara^pa? 
ra ver defde allí ala ciara la poca lealcad q ella 
le guardaua.PidioIe perdó defta locura, y c5 
(é)o para poder remedialla, y falir bien de can 
rebuelco laberinco , como fu mal dircurfo k 
auia puefto.£fpancada quedoCamíia de oyr 
lo q Locar io le dezia>y có mucho enojo,y mu 
chas y difcrecas razones le riño» y afeo fu mal 
penfamíenco» y la fímplc) y mala deCermina- 
ció que auia ceñido. Pero como nacuralmére 
tiene la muger ingenio preño pnra el bien, y 

para el mal>mas c^vKdMí^vou^^juefto que le va 



QukotedelaMaiicha^^ ^9f 

faltando quádo de propoíito fe pone a hazer 
^curfosclttego al inftácc hallo Camila el mo- 
do de remedias can al parecer inremediable 
^egocioyy díxo a Locario.que procurafle que 
otrocUa le efcondicfle Anfelmo donde dezia^ 
porque ella pen&ua facar de fu efcondimien- 
€o comodidad» para que defde allí en adeISre 
los dos fe gozaijfen fin fobrefalro alguno:y fin 
declararle del codo fu penfamienco , le aduir- 
cio que cuuieíTe cuy dado que en eftádoAnfel 
tno efcondido, el vinieíTe quando Leonela le 
UamaiTeyy 4 ^ qnanco ella le dixeflryle refpon 
díeíTetComoreípondiera » aunque no Tupiera 
que Anfelmo le e(cuchaua« Porfío Lotario q 
le acabafle de declarar fu incencion 9 porque 
con mas feguridad, y auifo guardare codo lo 
que vietfe íer neceíTario.DigOydixo Camil a,^ 
no ay mas q guardar.fino fuere refponderme 
como yo os preguncare . No queriendo Ca- 
mila darle anees cuenca de lo que penfaua ha* 
zer^tcmerofaque noquiíieífe feguirelpare^ 
cer que a ella ca n bueno le parecia>y fíguieífe 
obofcafle ocros^q no podrían fcr can buenos. 
Có eflo fe fue Lorario,y anfelmo ocro dia c5 
la eícufa de yr a aqlla aldea d fu amigo,fe par 
Cio,yboluioaercondcrfé)q lo pudo hazer co 
comodidad, porque de indudriafe la dieron 
Camila,y Leonela. Efcondido pues Anfelmo 
conaquelfobrefalcoQueíe puede ima^\tv^x> 



^96 ^Qaarta parte de dofl 

que cendría el qae efpcraua ver por fus d/Af ^ 
hazer notomíadc las entrañas de ruhodrii 
yuafeapique de perder ei funio bieniqued 
penfaua que tenía en fu qUerÍdaCaniiia.Scg(l 
ras ya,y ciertas Camila^y Leonela,qu<; Aní 1 | 
mo eftauaercondiílot^ntraro en ia fecamirii 
y a penas huuo putllo los ^ies e i ella Catní* 
la^quando dando vn grande furpiro díMo i A/ 
Leonela amiga^no feria mefor^ qué antes qat 
'UcgaíTe a poner en execucion lo qvtt no quiC' 
ro que fepas^porque no procures eftoruarioi 
que ComaíTes la daga de Anfclmó 4 te he pe- 
dido i y paíTaíTescon ellaeftc infame pecho 
mio^Pero no hagas tanque no fera ráioii Cfii 
yo llénela pena de la agena culpa« Primero 
quiero faber » que es lo que vieron en mi \oi 
atreuidos^y deshoneftos ojos de Lotario^quí 
fucíTecaura de darle atteuiniiéto a dercubrif- 
tne vn tan mal deíTeo, como es el que me hi 
delcubierto en defprecíode fu amigo > y c0 
deahóra mia.Ponte Leone la a eíTa ventana>y 
llámale^ que fin duda alguna el dcue de cdÜ 
teo la calle eí^erando poner en efeto fu mala 
inceocid:Pero primero fe pondrá lacruel»qui 
to honrada mía» Ay feñora mia» refpondio la 
fagaz^y aduertidaLeonela^y ^ es lo q quieres 
hazer con eíla daga? Quieres por ventura qui 
tarte la vida ? o quitar felá a Lotario ? q qual- 
quiera dcAas cofas q quieras % ha de redudar 

en pcc« 



Quixotc de la Manchaé 497 

éfí perdida de cu creditOf y fama. Me^r es 4 
difsiaiules) cu agrauioiy no des lugar a q efie 
mal hobre enere aora en efta cafai y nos halle 
folas;mira fcñora que Tomos Hacas mugetes» 
y el eshombre>y dccerminado^y como viene 
con a^l mal propoíico ciego » y apafsionado^ 
quífa anees que tu ponga» en execucion el ca 
yo»hara el lo que ce eftaría mas mal^^ quicat 
te ¡a vida«Mal aya mi fcñor Anfelmos^ tanto 
mSdo ha querido dar a efte ilefliiella caras 
eñfu cafa. 1 ya fe ñora q le oíacesicomo yo pié 
fo que quieres haaer» que hemos de hazer del 
defpncs de muerco?Que amiga>refpddio Ca^* 
mila, dexaremosie para 4 Anfclmo le entiet 
rcxpaes {era jufto ^ céga por defcáíb el traba- 
do q tomare en poner debaxo la tierra fu mif« 
ma infamia.Llamale acaba^q codo cl ciepo 4 
Cardo en comar la deuida végá9a de mi agra« 
uio.parece ^ ofendo ala lealcad q a mi efpofo 
deQo«Todo eílo ercuchauasAnfclmoiy acsda 
palabra q Camila dezjatfe le mudauan los pe 
famtcncos* Mas quando encendió que efiaua 
tcfaelca en macar a Locario^quiío falir» y deí^ 
cabrirfe, por4 tal cofa no fe hizieíTe : pero de« 
tuuole el deífco de ver en que paraua caca ga 
llardia>y honefta refoluct& , ccn propoíito de 
falir a tiempo 4 U eftoruaífe. Tomóle en efto 
a Camila vn fuerte defmayoyy arrojádoCe txv*^ 
doia de vdm amz á alU efiauaicomcu^o\.c.o- 



?98 



Qúartapaitedcdon 




-Ai 



nela a llorar muy amargam£te,y a dtzit : ^/^f^ 
defdichada de mijG fueífe tan fin ventura»^ C 
memurícíTe aquí entre mis brA9o$ la fiord 
la honeftidad del müdo3la corona de las bue 
I ñas magcres,el exemplo déla caíUddd>con 
eras coíasaeílas feme;antes,que níngunpl. 
efctíchara > que no la tuuiera por la mas lafl: 
madd^y leal donzella del mundo:y afu feño 
por otra nueua>y perfeguida Penelope. Poc: 
tardo en bolucr de fu deímayo Camila , y ;l 
bolucr en ñ, dixo:Porq no vas Leonela a II 
mar almas leal amigo de mi amigo que vi 
el SoliO cubrió la noche? Acaba^corre^aguijc 
camina^no fe esfugue c6 la tardaba el fuego < 
la colera que tengo» y fe paíTe en amenazas,K ^ ^^» 
maldiciones la juila venga9a q cípero^Ya vo ^%^vc 
a llamarle feñora mia,dixo Leonela^ mash^c S- iu 
me de dar primero eíTa daga» porq no hag. ^^S^ 
Icofas en tanto q falco,que dexes con eíTa qt £^^ 
llorar toda la vida a todos los q bien tequK Jc-^i<: 
rea. Ve fegura Leonda amiga,q no harcrt •* ^^^i 
pondioCamilasporque ya que fc^ atreuida^s- ^d>] 
fimple atu parecer e n boluer por mi hórasf ^ ^^^^ 
lo he de fer tanto como aquella Lucrecia } < 
quien dlz£,q fe mató fíti aucr cometido err 
alguno,y fin auer muerto primero a quien 
uo la caufa de fu deFgracíaryo moriré fi m 

to^pero ha de fer végada^y fatisfecha del q 

me ha dado ocaíió de venir a efte lugar a IK .K//o- 



id 

rro 
nti 
^ue 



0¿ii3cote de la Manichá» 4>|r 

Irarfbs atreuimiécostnacidos táfincoípa tuw» 
Mucho (e hizíi de rogar Lecoela antes que ía 
lieíTe a llamar a Lotario^pcro en fín iajiü>y e{i 
trecanto que boluia quedo Camila dizknda^ 
como 4 habliuac&íigo nií(ina:Valame Dios 
ño fuera mas acertado auér d^^fpedido a Lo' 
taríoicomo otras muchasvcEes lo he hechOiq 
jDo ponerle en códícion^como ya, le he puefto 
que me tei^gapor 4eshonefl;a,y mala,fiqaiera 
cfte ciépo que he de tardar en deíengañarlci 
mejor fuera (in duda^peco no quedara yo ve- 
gada^ní la hora de mi marido fathfecha» íi tá 
a manos lauadas,y ta n paíTo llano fe boluiera 
a falir de donde fus ñnalos péfamicncos le en* 
traró.Pague el traydor có la vida lo q ínteto 
con tá laiciuo deífeo«Sepael mundo(liacarp 
llegare a faberlo)dlc q CamiJa no folo guardo 
la lealtad a(u erpofojino q Ic diovégan^adcl 
ó fe atreuio a ofédelle ATas co todo creo,qlie 
riera me/or dar cuenta deíiü a Anfclmo pero 
ya fe la ápúcc a dar enla carta que le efcreuí a I 
a'dea, V creo q el no acudir el al remedio del 
daño q alli le (eñalc,deu.io de fer que de puro 
bueno,y cófiado.no quiío, ni pudo creer que 
en el pecho de íu tan fírme amigo pudiede ca 
b:r genero de plfamienco q contra fu honra 
fueíTe, ni aun yo io crcy di fpues por muchos 
dias,n¡ lo creyera ¡amas, fi fu infolencia ao lU 
¿ara a tñíOjqaelas /naniñcílas dadlu^S)^\^!\ 

Vi z V^t' 



fo» Ojiarla parce de doti 

largas promefasiy las continuas lagrimas oo 
snt lo oíaniíeftaran.Másparaq hago yo aora 
cftos dircurfosícicnt por vctura vna reíolució 
gallarda necéfsidad de cóícjo alguno? no por 
cierto. Afuera puescraydoresjaqui végan^ as; 
entre el falfo9VCnga>Ilegue, muera^y acabe»y 
fuceda lo q fncediere. Limpia entre en poder 
del q el cielo oie dio por mio,Iimpia he de fa 
lir delty quando n^ucho íaldrc bañada en mi 
cafta fangre^y en ^a impura de! masfaiío ami 
goque vio la amifíaden el mundo: y diziedo 
cfto fe paíTeaua por la Tala con la daga defem 
báynada^dando tan dcfconcercados^y defafo 
rados pa(Ib$>y haziédo tales ademanes» q no 
parecía (ino q le faltaua el /uyzio > y q no era 
muger delicada y fino vn rufián delefperado* 
Todo lo miraua Anrelmo cubierto derrasde 
vnos tapizes dode fe auia cfcódido,y de todo 
fe admiraua > y ya le parecía que lo que auia 
vifto^y oydoera bañante fatisfacion para ma 
yares fofpechasiy yaquiíiera la prueua de ve 
oirLotario faltara>ttmero(o de algún mal re 
petino fucefTo: y cAádoya para manifeilarfea 
y falir para abrp9ar > y defengañar a fu efpofa» 
fe detuuo,porque vio queLeonela boluia con 
Lotario déla mano^y afsi comoCamila le vio 
hazküdo COTÍ la daga en el fuelo vna gran ra 
ya delante deIIayledixo.Lotario aduic rte lo q 
U dí^Oiíi a dicha te atreuieresa paíTardefta 

raya 



Qaixote de la Mancha» fot 

a que vei^ni aan llegar a eHafCnel panto 4 
re que \o mcécascn e(k mifmo me paíTarü 
»echo con cfta daga q en las manos tcgoiy 
es que a efto me rc^fpodas palabra>qaicta 
t ai algufnas me efcuchessq deípucs rcíp5 
a« lo q mas ce agradare. Lo primero,quie 
L jcario q me digas (i conoces pí Aníelmo 
m^arido,y en que opinión le tíenes?Tk>fe- 
n d ^quiero faber cambien (i me conoces t 
^Refpondeme a cfto,y no te rurbes,nifHea 
mucho ]o ^ has de reíponder: pues no fon 
¡cu icades las q te prcguto.No era tan igno 
ice Locarío,que defde el ptinner punco que 
mífa le dixo q hizúfle efconder a AnídmOt 
huuiefle dado enla cuenta de lo q ella pen 
la hazer» y afsicorrerpsdiocd fu incencion 
i dífcretamente.y tan a tiempo^q hízteraa 
I dos paflfar aquella mentira por mas q cier 
\rcrdad>y aGi refpondio a Camila átñsL ma 
ra:No pe ufe yo^hcrtmofa C^mi^a» q me 1 la* 
luas para preguntarme cofas tá fuera déla 
enci& con q yo áqui vengo.* íi lo hazes por 
atármela prometida merced,deíde mas le 
s pudieras entrecenerUfporq tanto mas fa 
a el bien defTeado^quáco la efperanfaefta 
is cerca de poíTeello: pero porq no digas q 
refpondo a tus preguntas , deflb que co- 
zco a tu efpóro Aníelmo » y nos cotioct»* 
7sJoMdo$ deSic aucftros mas tkttixi% a.\xo% 



/o» Qüárta p:rte de don 

y no quiero dczir lo que tu tambiVn Tabes do^ 
nueílra amiQad por me hazcr ccíligo di ¿gra 
uio q el amor haze que le haga, poderofa dif* 
culpa de mayores yerros • A cí cecono;(co, y 
tengo en la miíma poflefsion que el te ci. nc, 
que a no fer afsi > por menos prendas que las 
tuy9S,no auia yo de yr contra lo q deuo a fer 
quien foy,y corra las Tancas leyes de la verda 
4era amiftad, acra por tá poderofo eAemigo 
^omoel amor^por mi ropidas.y violadas.Si 
eíTo eóíie0aS)r¿fpondioCatnila,eiHniigo mor 
tal de todo aquello q^e juíVamr te merece fer 
jamado» ^5 queroOroofa^ parecer ante quien 
fabes que es el c(peio dcndc fe mira aquel ea 
quien tu te dcuieras mirar y para que vieras 
conqiianpocaocaíionle a^rauias? Pero ya 
cayo , hay defdichada de mi, en U cuenta de 
quien ce ha hecho tener tan poca con loque 
3 ti mifmo déues^que deuc de aucr fulo algu- 
na defeniboltura mia^que no quiero llamarla 
deshoncfiidadjpues no aura procedido d de- 
liberada determínac9on,(ino de algún defcuy 
de délos q las mugeres.quc piéían que nc tie 
lien de qnié recatarre.fueJcn haaei* inaduerti- 
dnméte^Sino díme quando»o traydoryrerpon 
di a tus ruegos^cu alguna palabraiO íeñaf»que 
pudieíTc defpcrtaren tí alguna fombra de cf- 
peran9a)de ciiplir tusiníamc^ deíTeos? Quan 

<lo tus aoioroias palabras no fueron deshe- 
chas 



Qaixote de la Mancha /6j 

chas, reprehendidas de las mías, con rigor, y 
con afperezi ? Q¿.indo tus muchas promcfas 
y ni lyoresdadiua^ fuero de micreydas,mad 
micidas?Pcropor parecermeque alguno no 
puede perfeucrar en el intento amotofo luca' 
go ciempó.íino esfuftentadode aigunaeípe<- 
ra n^Siquiero atribuyeme, a mi f a culpa de tu 
impertinencia : pues (in duda aigun delcuy" 
do mío ha fuftent ido tanto tiempo tu cuyda** 
do,y afsi quiero caftigarme , y darme la pena 
q tu culpa merece* Y porq vieíTcs que (iendo 
conmigo tan inhumana,no era pof^ible dexar 
de ferio contigo,quife traette a fer teftigo del 
facrifício que píenfo hazer a la ofendida hon- 
ra de mitán horado marido, agrauiado de tí 
con ei mayor cuydadoque te haíidopofsí- 
b!e:y de mi tambiécon^l poco recatoque he 
tenido dei huyr la ocaíio , (ialguna te di para 
fmorecer^y canonizar tu smalasiatcnciones. 
Torno a dczir.q la fofpecha q tengo que nigu 
di;rcuydo mioengcdroen ti tan defuariados 
pe afamietosies la que mas me fatiga,y la que 
yo mas defleocaftigar con mis proprias nía- 
nos: porq caftigádome otro verdugo » quica 
feria mas publica mi culpa: pero antes q eíto 
haga quiero mitarmuriédo, y lleuarcomigo 
quié me acabe de jfatisfazer el deíTeo de !a ve- 
gah9a que efpero, y tengo viendo ntla doudo 
gukrá ^ fuere UpcM que da \a )uft\cvi ^^^vci- 

IÍ4 ^^x^^V 



fo 4 Quarta paree de don 

tereíTadaí y que no fe dobla al q en cerminot 
tanderefperados me ha pae(lo«Ydiziendo ef* 
tasrazone$Cdn vnainCreyblefuer9a y ligere* 
zz arremetió atotario con la daga defenibay 
nada)Cd cales mueftrasde querer enclauárfe^ 
la enel pecho»(| ca6 el eíluuo en duda» fi aque 
JlasdcmonftrácioneserSfalfaf, o verdadcr^as 
porque le fu eforgofo valerícdefu indodría, 
y de fu füer^atpara cfloruar que Camila no le 
dieíTe, la qual tá viuamente 6ngia aquel ^ftra 
ñoembufteiy fealdad^quepor dalle color de 
verdad,la quifo macizar con (h mifma fangre; 
porque viendo que no podía auer a L ocariOt 
o fingiendo que nopodia»disco:PuesIa fuerce 
no quiere facisfazer de | codo mí cá judo de& 
feo, alómenos no fera can poderofa . que eñ 
parte me quice que no le facisfaga: y hazi¿do: 
fuerfa para (olear la mano de la daga que Lo 
cario la tenia áíida, la Tacó» y guiado fu punca 
por parce que pudieíTe herir.no profundami 
te fe la entro» y efcondio por mas arriba deU 
islilla del lado yzquíe rdo juto al ombroiyluo 
go fe dexo caer enel fuelo como defmayada* 
£ftauan LeoneIa»y Locario rurpenfos,y acóni- 
tos de cal fuCeíTosy toda vía dudauS déla ver 
dad de a^l hecho, víédo a Camila cendida en 
Cierra» y bañada en (u fangre.'acudio Locaría 
c6 mucha preftezj,defpauortdo,y íin alíeto a 
Tacar la daga»y en ver la pequeña herida falio 

del 



rfa ;, "'í *^"^ » Camila í 

fi nfr'"'^"*- J^«o^»e'a Ja rom 

pTfq"'.«^nfccret3mcnteaCí 
l"*.í"'^l'"^<'caqnc/lahS 



fo6 Qnarta parte de don 

para celebrar los do$lamcnc¡'a,yla vcrdadi 
míísdÍ!"simulada,q jamas pudiera iniai^inar- 
fe I. concia romo como thadichojaíaugrca 
fu íenara , q no era mas dé aquello q bailo 
para aercditar fu embuíle^y lanado có vn po 
co de vino la herida/e la ató lo mejor q fupo 
diziendo tales razones en canto que la cura- 
ua,que aunque no huuíeran precedido otras, 
badaran a hazer creer a Anfcimo » que tenia 
en Camila vn fímulacro de la honeftidad Jun 
taronfe a las palabras de LeonelaiCtrai dcCa 
mi a^ Ilamandofe couarde, y de poco animo» 
pues le auia faltado altiépo que JFuera mas ne 
ccíTario tencriejpara quítarfe la vida,q tan a- 
borrecida tenia. Pedia confcjo a fu donzella» 
ii diría, o no « todo aquel fuceíTo a fu querido 
efpofoja qual le dixc,q no fe lo dixeíTe » porq 
le pondria en obligación de vengarfe deLota 
r¡o>loqu3lnopodiá fcrfin mucho ruego fu 
yo, y que la buena muger eftaua obligada a 
no dar ocaíion a fu marido a que riñeflc, fino 
aquítalletüdas aquellas que le fueíTe pofsi* 
ble. Rcfp6dioCamiia,q Icpareciamuy biefu 
paracer,y que ella le íegniria. Pero que en to- 
do cafo conu^^níabufcarqu* dr^ira Anfelmo 
de la caula de nqrcl'á hórrida q rl no podría 
dexar de vena le qu- Lconcla refpódín q ella 
niaü bur'aloiio abia mécir. Pues yo herma 
na > leplicG Can.íla>q tengo de faberí que no 

xne 



Q^ixotcde h Mancha. (07 

r 

nic atteuere a for/ar , ni fuflcntar vna njcnci* 
ra íi me fueíTc^en ello Iavicla?Y fi es que no he 
tno^ defaber dar falida a eílo , mejor íera de- 
2irle la verdad deínuda^que no que nos alcá« 
ce en menrirofa cuenta. No tengas pena feño 
ra de aqui a mañana , refpondioLeonela» yo 
peníare que le digamos»y quÍ9a quepor fef I4 
herida donde es>la podras encubrir fin que el 
1 a V ca I y el Cielo fcra feruido de fauorccer a 
rui ftros tanjufto$>y tan honrados péfamicn 
tos.Sofsifgatefenora mia,y procura foffeg^r 
tu alteración) porque mi fcñor no ce halle fo« 
brcfaltadd'.y lodcmas dcxalo a mi cargo.y al 
de Dios>q íiépre acude a los buenos deiTeos» 
Arenrirsimo auia eíiado Anfelmo a efcuchar» 
y aver reprefentar la tragedia déla muerte de 
ÍQ honra.'laqnalcon raj eí^raños.y eficazcsa* 
f.aoslareprefencaron los pcrfonagcsdella, 
c]ue pareció que fe auian cranifcrmado en ía 
mirma verdad délo quefingian Dedcaua mu 
cho la noche , y el tener lugar para falir de íu 
cafa, y yr a verfc ccn fu buen amigo Lorario, 
congratuIádoPe con el de laMargarita precio 
ía q auia hallado en el dtfengaño déla bodad 
dcfu erpor:!,Tuuier6 cuyd^do las dos de dar 
le Iugar,y ccnodidad a q falieire^y el fin per • 
dellafa'io v^w^i^ofrc ab^icat sl Lotaric.el 
qual hal¡aí^o,no »e ^uede bucnaroente c.outa.^ 
los abragos q k diOfhs eofasqueáttacot^^^o 



|oS Quarta partie i e don 

le dixo las alabanzas que dio aCamila.Tod(» 
lo quai efcücho Locaric^ (iñ poder dar matf- 
rras de alguna alegria:porq ít le reprefeataui 
a la metnoria quá engañado eftáua fu amigo» 
y quan injuúaaiedccel k agrauiáuá.Y aúqué 
Aofcimovehia qLocario no fe alegtau«icró^a 
ya fer Ja caufa por auer dexado aCamila hcri 
dat y auer el íido la caaía. Yafsi entre otras ra 
zones le dixo,q no tuuieíTe pena del ruceíToi 
Camila.porque (in duda la herida era ligera: 
p ues quedauá de concierto de encttbrirfela a 
cK Y q fcgon eilo no auia de que cemer,(ioo q 
de allí adelante fe gozaire» y alegraíTe con eli 
pues por fu induftr u>y medio él fe vehia leui 
tado ala mas alta felicidad>q acertara deíTcac 
fe, y quería que no fueííen otros fus entretcni 
mieucos q en hazer verfos en alábanla dcCa 
miUique la hízieíTcn eterna enla memoria de 
Io;> (Iglos venideros. Locario alabo fu buena 
decerminació>y dtxo,q el por fu parte ayuda- 
ría a leuácar can üuflre edificto.Con cito que 
do Anfelmp el hóbrc mas fabrofamente enga- 
ñado que pudo auer en el müdo;el mifmo He 
uapor Ja mano a fu cafa^creyédo q llcuauael 
inítrumento de fu gloria.toda la perdición de 
fu fama.Reccbiale Camila con roílro al pare 
cer rorcido>aunq con alma rifueña.Duro efie 
engaño aIguv\os dias^KaAa qal cabo d pocos 
tóeles boluio bttuv\aLl\xtvxt.^V^^ai^s^ v¿Aí\a 



QuíxQte de la Mancha* tú9 

U maldad con upto artificio hafta alH cubiec 
tasy a Anfcimo le codo )a vida/u íoipertincn 
te curiofidad. 

CAP. XXXV. PONDE SE DA 

fin a la nouela del curioíb impemnente* 

I'VOco mas quedana por leer de la noue 
^^la.quando del camaranchón donde re 
pofaua don Quixocesralio Sancho Pá« 
^ 9a todo albororadojdizkndo a bozes: 
Acudid Tenores preílo» y íbcorred a mi feñort 
que anda timbueito en la mas reñida j crana 
da bacalla^q mis ojos há vifto. Viue Dios que 
ha dado vna cuchillada al Gíglce enemigo de 
la feñora PrincefaMicomicona»q le ha tajado 
la cabera cercen acerccn,como ñ fuera vn na 
bo.Que dezis hermano,4ixo elCura,(dex2do 
de leer lo q día nouela qucdaua)e(}ay s en vos 
Saiicho?Como diablos puede 1er cífo q dezis» 
eliando el Gigate dos mil leguas de aqui?En 
ci^o oyeron vn gran ruydo en el apofcnto, y 
que don Quixotedcziaaboze$:Tentc ladro . 
Malandrín íbi Ion ^qaqu i te tengo,y no te ha 
de valer tu cimitarra. Y parecia q daua gran- 
des cuchilladas por las parces . Ydixo Snn« 
cho»no tiene q pararfc a efcuchar, (ino entren 
a defpartir la pelea90 a ayudar a mi amo: aun 
q ya no fera menefter » porq (in duda alguna 
tlGigitc cíUya /nucrto>y dado cuéta iDui% 



fie Qiiartaptiíe4(i(lp»j' 

defii paffida.y nula vida,qiic yo vi correr I) 
faiígrc por el fueloiy ja cabida corCdiÍa,y UJ 
<Ja a vn lado que es Eamaña como vn gúcue 
ro de vino. Que me maten, dixo a efta fazÓtl 
ventero, fi dotí Quixotc, o don diablo nohl 
daduaigunacuchilla^la eiialgunodcloscue . 
ros de vino c¡ntGi,(]üearii cabecera cñauanllc 
nos ,yel viiiodírramadodcue de fiarlo que 
U parece fangre a eííc buen hotnbre.Y contf 
cutntroGn elapofínto.y todoscraseljyíia* 
liaron a don Quísote en el mas eftraño naj: 
dclmundo:ellaLLaen cam¡ra,laqual noeraiá 
Cüpiid-i,que por djlantí le acabaífe di: cubrir 
los mulloí.y por derr.is tenia f:ys dedos nu- 
nosiUs piernas era muy l3rgas,y iiacas,llcnit 
de vello.y nonada iimpias.Tcnia en la cabe- 
ra vn bonetillo colorado grafsienco » que eri 
del ventero . En el bra^o yzquierdo tenía re- 
bueltala mata de la caii)a,cd quien cenia ogc 
riza Sancho, y el Te fabia bien el porqatf. Y en 
la derecha dcrembaynjdalicí^iada,c5 la qual 
dauacuchtlladast Codas pafcei,dizÍe»dop) 
labraSiCumo li verdadcnniCDCe eflnuíera pe- 
leando con aJgunGigante^y es ]obüeno,qDO 
teníalos ujos abiertos, porq eítaua durniien 
do.yfoñandoquecniuaenbatallacoúclGí 
gante. Que fue tan intenfa la ícnaginacicndú 
Ja aucniuraque yuaa fenccer,q le hizo fonir 



C^oto de la Mancha.' fii 

y qnc ya eftaua en la pelea con fu enemigo, y 
auía dado caneas cuchilladas en los cuerost 
creyendo que las daua en el Gigante» que to« 
do el apofento eftaua lleno de vino:Io qual v¡ 
fto por el ventero.tomo taco enojosque arre« 
inetio con don Quixoce» y a puño cerrado le 
comento a dar tacos golpes, que fí Gardenia 
y el Cura no fe le quicaranicl acabarala guer 
ra del Gigancej con cedo aquello no deíper 
caua elpobre caualleroihaíla q clBarbero era 
3CO vn gran caldero de agua fría del pozo, y fe 
le echo por codo el cuerpo, de golpe , con !a 
qual dtfperco donQuixoce,mas no con Canco 
acuerdo,quc echafle de ver de la manera que 
cftaua.Dorotea q vio quan corta^ y focümen- 
te^ftaua veftido , no quifo entrar a ver la bar 
talla de fu ayudador, y de fu cotrario. Anda- 
uaSancho buícando la cabera delGig:ite,por 
todo el fuelo, y como nu la hallaua, dixo : Ya 
yo (c que todo iodtfta cafa es encnntamcto, 
que la otra vez,en efte Qicfcno lugar dode ao- 
ramehallO|me dieron muchos moxicones,jr 
porrazosjíin fabcr quien me los daua, y nuca 
pude ver a nadie : y aora no parece por aquí 
efia cabe9a y que vi cortar por mismifmos o- 
jos, y la fapgre corría del cuerpo, como de v- 
na fuente» Que fangrCjin que fuete d}2es,ene 
migo deDioN,y de fus Santos»dixo el vecero? 
No vees > ladrón i que lafangre , y la fuentc> 



fi t Quarta parte de JíM^^^^B 

no es otra cofa, que cftos cueros que aqtdcf* 
tan huriJadüs , y el viiiojinto q oad^enct 
te apofento , qac nadando vea yo el almara 
los iütiernoSiCle quien los lioradA ? No íe air 
da,rer^ondio Sancho, Tolo fe , que vcndici 
fer tati derdichado) que por no hallar cítaa- 
be^a/e me ha de deshazer mí Códadccoind 
lalaleneiagua.YedauapeúrSanchoderpkr 
t:i.qucruamodurmiédo:tal le tenían las pro 
melas que fu amo le auia hecho.El venKrofe 
dcf:fperatia de ver la nema del efcnderoijel 
maiefii:iodeirrior,y;uraua qno auiadclet 
Como !a vez paíTada , que fe le fueron fin pi* 
gar:y que aora no (c auían de valer los pitu* 
legjos de fu caualkria.para dex^r de pagarla 
VHo y lo ocroi aun halla lo que pudíelTai cof- 
car las botanas q fe auiá de echar a los rotos 
cueros.Tenia elCura de las manos a donQui 
a:oce» el qual crcyedo que ya auia acabado lA 
auencuraiy que fe hallaua delante de laPrin* 
cefaMkomícona , fe hincó de rodillas delan* 
te del Cura, dUiendo:Bien puede la voeftra 
l^aodeza, alca, y famofa fcñora, viu ir de yo 
tnaifergura.que le pueda hazer mal cuta óii 
nacida criatura » y yo cambien de of mas 
foy -quito de la palabra que osdi,puctcoa 
el ayuda del aIcoUÍos,y con el faaor de aqoe 
Jli por quien yoviua,yrc(piro>tainbiei)U 
be cumplido .^o\o ¿u&'i«><Úxa ovcodo 



Qaíxojte de f á Md ncha* ft^ 

eflo Sancho,(i qae no eftiua yo borracho.mi 
rad (i cieñe paeito ya en fal mi amo al Gigan 
te?Cíercos fon los coros, mi Condado efiáde 
molde. Q;iien no auia de rey r con los difpa- 
racesdc Iois4os,amo,y mo^oíTodos reyan^fi'. 
no ei veniero,que íe daua a Sacanaf. Peraen 
ft u canco hizieron el Barbero, Cardenio, y el 
Corasque con no poco crabaj j dieron con do 
Qníxoce enla caiia>el q aa! fe quedo dormido 
con mueftras de grádifstmo caafancio* Dexa 
ronle dormir,y íalí rronfe al portal de la venca 
a confolar a SanchoPan^a^de no auer hallado 
lacabcfadetGigant:: iú.]ue mas cuuieró que 
hazeren aplacar al vecero, queedaua defctípe 
radopor larepe iCína m aeree de fus cueros;/ 
la ventera dezia en boz.y en grica:fin mal pu 
to,yen hora menguad<i entro en mi cafa tile 
cauallero ándate. que nunca mis ojos le huuie: 
ran viftoyque tan caro me cueiia*La vez paiTa 
da te fue cd el codo d¿ vna n jche,de cena, ca 
ina,paja)yceuidaipara cl^y parala efcudero* 
y vn rozin.y vu f umccof lizícdó,que era caua 
llcro aaetur¿ro,que mala auétara le de Dios 
a el,y a quantos auecurcros ay en el mudo: y 
que por eftonocftaua obliga Jo a pagar na-* 
da^qaGiedauaefcríto en losaranzelesdcla 
caua leriaandátefca.Yaorj por fu reipeto, vi- 
no eftotro feñor^y me lleno micoU,y hamcla 
baelco cd ma$ de dos quarcillos de d^uo,xo« 



'|f 4 Quartá parte de áóA 

da peláda^q no puede feruir para lo q la quié 
i€ mi marido* Y por íin>y remate de todo,r6- 
perme miscaeros> y derramarme mi vino : q 
derramada le vea yo fu faogre^Pues no (e píen 
fc^que por los huelfos de mi padre^y por el fi 
glo de mi madre» Gno me lo han de pagar v 
quarto fobre otro,o no me llamaría yo com 
me Uamosui feria hi/a de quien foy . £ftas,y a 
tras razonen tales,dezia la ventera^con grád< 
enojo: y ay udauala fu buena criada Marítor 
nes.La bi}a callaüaj d quádo en quádo fe s 
rehia. £i Cura lo fou cgo codo $ prometiend 
de facisfazerles fu perdidas lo mejor que pu 
die(re»afsi de los cueros , como del vinorprin 
cipalmence del menofcabo de la coIa,de qui 
tanca cuenca hazian. Dorotea confolo a San 
cha Pan9a,dizi£dole,que cada y quandoqu 
pareciefle auer (ido verdad, que fu amohu 
vieífe defcabe^ado al Gigance,le prometía ei 
viédofe pacifica en fuReyno, ddarle el mejo 
Condado que en el humeíTcConfolofecon e 
toSancho^y aíTeguroa la Princefla» q tumef 
fe por cierto que el bauia viilo ia cabera de 
Gigance^y que por mas feñas^tenia vrabarb; 
que le llegauá a la cincura,y que íino parecía 
tra porque codo quanco en aquella cafa pafí* 
ua^era por via de encancamiéco.como el lo ha 
uia prouado ocra vez que auia pafado en ella 
Poroteadixo^que afsi lo crehia^y que no cu- 

uíefle 







C^):^óte de la MancÚá.' f i| 

tinrífc pena, qae todo fe harú bkn » y fucéde« 
ría a pedir de boca. SoíTegados codos» el Cai 
raquiío acabar de leer la aoui|la»porqae vía 
que íaitaua poco. Cárdenlo, Dorotea» y co« 
dos los demás le rogaron la acabaíTe: el^quá 
a^todos quifo dar guño ^ y por el que el te* 
nia de leerla,pro(]guío el cuento^quc afsí de:i^ 
flüa* 

Sucedió pue$»que por la íatisfació que An 
felmo teniaidela bondad dcCamiUj vluia vna 
vida c&tcDta y dcfcu} dada:y Camila de inda 
ilría» hazia mal roü ro a Lotario » porque An« 
felmo entendieíTc al rcues^dela voluntad qué 
le cenia:y para mas eonfirmaciou de fu hecho 
pidió licen cia Lotario , para no venir a fu ca^ 
ía 9 pues claramcnce le moftraua la peía* 
dumbre que con fu viña Camila recebia; 
mas el engañado Aníclmo ie dixo,que en nin 
guna manera tal hízieflc.YdeUa manera>ppr 
mil maneras era Anfdmo e¡ f .brícidor dcíU 
deshonrra i creyendo que lo era de fu guÜOi 
En cfto,el que tenia Leoncla de verfe qualiíi- . 
cada^no de con íus amoresjlkgo a tanto, que 
ñtí mirar a otra cofa^ fe y ua tras e i a fuelta ríe 
da-.ñnda en que fu ic ñora la encubria,y aun la 
aduertia dú modo q con poco rezclo pudief 
fe ponerle en ejecución. En fiq, vna noche 
(intio Anfelmo paíTos en el apoiento de Leo 
nela,y queriendo entrar a ver quic a lo^dac^^ 



Si6 Quarta parce de don 

íincio que le detenía la puercaKoHiqQe le pil 
fo mas volucad de abrir la,y tanca fuerza hizo 
que la abrio»y entro dentro a ticnr^po que víq 
que va hobre faltaua por la ventana ala calle: 
y acudiendo con preftcza a aIcan^arle,o coho 
ccrleinu pudo cófeguir lo vno,ni lo otro, por 
que Leonela fe ábralo con eI>dizieodolc: Sof- 
íicgate fcñor mio«y no te alborotcs,ni (igas al 
que de aquí falto: es coía mia.y taiiCo,q es mi 
cípofo^No lo quifo creer Anfeimo» antes cie- 
go d enojoslaco la daga^y quifo herir aLeone 
lafdizi6dole>que le dixeíVe la verdad>f:no qne 
^la mataría, bllacon el nkitdo^ííníaber lo qfe 
dezia,Ie dixo.No me mates feñor, q yo te di- 
re cofas de mas importácia délas que puedes 
imagínar.Di luego,dixoAnfelmo,fino muerta 
cres.Por aora fera imponible, dixo Leonela» 
fegu eftoy de tutbada,dexame haíU mañana, 
q entonces fabras de mí loque te ha dcadmi 
rar:y efta feguro^que el que falto por efta v< n 
tana es vn mancebo dcñd ciudad>q me ha da 
do la mano de fer mi efpofo.SoíTcgoíc có tfto 
Anfelmo, y quifo aguardar el termino q fe le 
pedia, porque no peí ana oyr ce fa que contra 
CamiIafue(re,poreftardeíu bondad táfatií 
fccho,y feguro,y afsi fe faÜo di apoíenio, y de 
xo encerrada en el a Leonela. díztendole,que 
d<: allí no faldria,haílaque le dixeflelo que ce 
nia q dezirlc.Fue luego a veraCamüa^y a dt 

2ir- 



Quíxotc de la Mancha. j 17 

2irle , como le dixo , codo aquello que con fa 
dozeila le auia paírado,y la palabra que Ic ha 
uia dado de dezirle grades cof^ s,y de imporr 
tácía.Si fe curbo Camila.o no,no ay paraqufc 
dezirlO) porque fue cato el temor que cobro» 
creyedo verdaderamence (y era de creer)que 
Leonela auia de dezir a Anielmoytodo lo que 
fabia dííii poca fe^que no cuuo adímo para ef 
perar (i fu íbípechafalia fulfá, o no. Y aquella 
n^efma norhcquádo le pareció que Anfelmo 
dormía ;úco las m. jores joyas que cema>y al 
ganos dincrosiy fin kt de nadie ie nnda« (alio 
é cafa^y f< fue ala de Locario,a quic coco lo q 
paíTaua^y le pidio,que la puncííe en cobro,o á 
fe auíencalfen los dos,dóde dAnfelmo pudicf 
renegar íeguros.Laconfuíion ii^ queCamüa 
pufo a Lotario fue cal, q no le fabia refponder 
palabra, oí menos fabia reiolucrfe en lo q ha - 
tia.En fíniacordü de licuar a Camila a vnMo 
naftcrio,en quien era priora vna fu hermana» 
Cóíiñcio Camila en cllo,y cor. la prefleza que 
él c¿fo pediaja lleuo Locatío, y la dexo ep el 
Monafterio:y el aníi mefmo, feaufento luego 
diaciiidad,(in dar parte a nadie defu aufencia* 
QuádoamaneciOyíin echar de ver Aníelmo q 
Camila faltaua defu lado,con el defleoque ce 
nía de fab cr lo q Leonela quería dezirie, fe le 
uáto,y fu e adonde la auia dcxado encerrada. 
Abrio,y entro en el apoféco^pétotvoVv^Wo tti 



'fií Qjjarta parte de don 

el a Leonela $ folo hallo pueílas vnas íauanas 
añudadas a la vecaiu. indicio y feñalyque por 
allireauiadcfcolgado, he ydOf3oIuio[ucgQ 
muy crifte^a dezirfeíó a Camitaiy no bailado 
la enla camajini en toda la cara>qa€do aísóbra 
do.Prrguto a los criados d cafa por eIla>pero 
nadie le Tupo dar razó de io que pedia. Acer- 
tó acafo^andando a bufcar a Camil a^que vio 
fus coff es abiertos > y que de ¡los faltauan las 
mas defus joyas^y cq eüo acabo de caer eo la 
cuétadefu defgracia» y en que no era Leone- 
la la caufadefudeíucncura. Yanfí comoeña- 
|ia,(in acabarfe de veOir^tridc^y penfatíuo/uc 
a dar cuenta de fú deídicha a fu amigo Loca^ 
rio:mas quando no le haIlo,yfus crudos le di 
xeron» que aquella noche auia faltado de ca- 
(ásy auia Ileuado configo todos los dineros q 
teniáypcfo penler el ju yzio* Y para acabar de 
concluyr con todosboluiendoíe afu cafa» no 
hallo en ella ninguno de quantos criadas , ni 
erradas teniasfíno H cafa definí ta>y fola.No fa 
bia quepefar,auc dez¡r,nique hazcr>y poco a 
poco fe le yua IsíOluiendo el juyzío.Conteni- 
plauafcty mirauafe en vn inflante, fin muger, 
fin amigo^y fin críados:dcfamparado a fu pa- 
recer,del cklo q te cubriafyícbjce .todo fin ha 
ra, porque en la falta de Camila vio fu perdi- 
ción. Refolyioíe en finja cabo de vnagran píe 
^icic yrfc ftia Alde^. defu amigOidode auia ef 

WdQ 



Quíxote de la Mancha. pf 

tadoquado dio lugar a que (c maqoftiaflc to 
da aquella deluécura.Cettó las puercas de fa 
cafa^ fubio a cauallo,y có defoiayado aliéco' fe 
pufü cti camÍDO:y apenad huuó andado la mi** 
tad quádo acoíTado defus péfamiétosí le fue 
forf ofo apearfe» y arrendar fu cauallo a vo ar- 
bolea cuyo cr6co fe dcxo caer^dsdo tiernos» y 
dolorofos fuípiros: y alli fe eíluuo^haíhi cafí q 
anochcciay'y aqlla hora vio q venia vn h6bre a 
cauallo déla ciudad:y deipues de auerle Talu- 
dado le preguco , (\ nueuas auia en Florecía? 
£t cítiniadano reípodio : Las mas enftrañas 4 
mochos dias ha fe há oydo en ella^porq fe di- 
ae pubhcaméce»q Locarlo aq I grade amigo S, 
Anfelmoycl rico,4 viuia^a Sá Iüá>(e lleuo efta 
noche aCacnila.mugcr deAnfelmosel qual ta 
poco parece.Todo e0o ha dicho vna criada 
& Camila, q anoche la hallo el Gouernadof » 
defcolgádofe có vna rauana^por las veranas d 
la cafa dAnfelmo.En efeto.no fe púcualméte 
como paffo elnegocio^folo fcjq coda laciudad 
efta admirada defte foceíTo» porq no fe podia 
erperártal hecho>dela mucha^y familiar amit 
tad d los dos^q dize q era taca q los Ilamaua» 
Los dos amigos.Sabefe por vencura^dixo An 
fclmo>el camino que lleuanLorario,yCam¡la? 
Ni por pienfo,díxo el ciudadano , pueíto que 
el Gouernador ha vfado de mucha diligencia 
ea bufcarlos.ADlosvays.feñor ,dlxoK^Ce\vs\^ 

kk 4 e^x^ 



■I 

1 



I 



cofumido j feco^entedio que de algún 
mal venia fatigado. Pidió luego ^nftln 
acoftaflcn»)^ q le dieíTé aderezo de efcrii 
zofe afsiyy dexaronle accñadu, y rolo,p 
el afsi lo quiío,y auque le cerra íícn la p 
Viendofe pues foloscorren^o a cargar i 
imaginación de fu defucntura,queclar 
Conoció ^ fe le yua acabado la vida^y a 
deno de dcxar noticia déla caufa defu e 
muerte:y come^ádo a cfcriuir» antes qi 
baíTe óc poner te do lo que quería $ le f 
alienco;y dexo la vida enlas maros del 
¿¡ le cáufrfu curiofidad impr rtinc te.Ví 
feñor dcia caf4,que era ya tarde,y q An 
J10 Ilamaua>tcordo de entrar a faberi fí 
na adelate fu indiipoíició.y hallóle tedie 
ta abaxo Ja mitad del cuerpo enla cam 

-.^ j r. I I t-.r r^í i 



Quixote de la Mancha* f^ I 

rn gran manera,y llamo ala géce de <rafa,par« 
que vieiTen la deígr^icia a Anlelmo füceoiila: y 
Anahnécc leyó c] papel 9 que conoció que de 
fu merma mano eftaua eícrico,ei qual cótenia 
cftas raaones. 

Vn oecio , c impertinente defleo me quito 
la vida.Sí las nueuas de mi muerte llegaren a 
los oydos deCamiIa,repa que yo la pcrdonoi 
porque no eftaua cila obligada a liazer mila- 
gros , ni yo tenia necefsidad de querer ^ ella 
lo% hÍ2Íe{fe:y pues yo fuy ei fabricador de mi 
de^honrra^no ay para que. 

Haílaaquiefcrluio Anfclmoipor donde fe 
echo de ver.queen aquel púco.fín poder acá 
bar la ra^on.fe le acabo la vida. Ocro dia dio 
auifo fu amigo,alos parientes de Anfelmosde 
fu muerce.los quales ya fabian fudergracia, y 
el monafterio dóde Camila eftaua,cafí en el 
t rmino de acópañar afu tfpofo,en aql for^o- 
fo viage,no por las nueuas del muerto eipo- 
fo mas por las q Tupo di aufente amigo. Díze 
fe^que aunque fe vio biuda , no quilo falir del 
monafterio,ni menos hazer profeísion de mó 
|a,hafta q no de alli a muchos dias le vínicró 
DueuasjqueLotario auia muerto en vnabata 
I la que en aquel tiempo dio Moníiur de Lau 
trf cal gran Capitán Gon9alo Fernandez de 
Cordoua.enel Reynode NapoIes,donde ha- 
üia y do aparar^el tarde arrepécido amvgo^Xo 



/e^ t^area parte de don 

qual rabióporCamüa^hizo profefsiotiyy aca« 
bo en breues dias, la vida.a las rigurofas ma- 
nos d trífte¿as,y md;iticoIias.£ñc fue el fin q 
tuuicron cqdos » nacido de vn tan deíatínado 
principio. Bien^dixo elCurayOie parece eíU no 
uela^pero no me puedo perfuadir que efto k^ 
vcrdad:y R es fingido fingió mal el aucor,por 
que no fe puede imaginar>que aya marido t2 
necio, que quiera hazer tan coftofaexperien* 
cia como Anrc1mo.Si efte cafo fe pufiera encrie 
vn galán » y vna dama^ pudierafe Jleyar^pero 
entre marido y muger»aIgo tiene del impoGi- 
ble:y en lo que toca al modo de contarle » no 
me défcontenta. 

CAP. XXXVr. QVE TRATA DE 
labráua y defcornunal batalla que d6 Quí' 
>:oretuuoconvnos cueros de vino tinco» 
con otros raros íuceíTos queenlavctale 
fucedieron^ 

E STANDOcn cfl:o,cl ventero^qoe 
efiaua a la puerca de ¡a venta » cÚxoi 
I fe'íla que viene es vna hermofa tropa 
Jdehuefpedesrfi el los paran aqubgau 
deamus tenemos. Que gente cssduco 
Cardenio?Quatro hombres,refpondio el ven 
tero» viene acanallóla la gíneta^co láfas»y a« 
dargas^y todos con antífazes ncgrosiy ^&to co 



.afi«oauianu« ^^3lo,q 

otraron en la "V" r . , quatro 
adicho-.y apeando* f^^y.^, 

ornándola ynodUosc 
,nvnafiUaqefta"aaia^ ^^^¿. 

donde Catd«uofea"Jí^ 

?„dofufpito.yacxojaer ^3X0 
eríonacnfertna.ydeirn y j, 

"^'"^"?''"Stoátetqe 
efto elCo;a,dc fle^f g^j^ 



$f4 ^tATtifktttiéWéilP 



ítlitíctii refpeto , y no fe hazc otra cofii 
ibiSflél«qaeelor<ii:n3,vm.inda YUTcñoiz 
^iil?eí»|»rrguntoel CnraíTampocn ribrtde 
s:í-«1fi>,«fpontiio ti mo^u, porque m todo el 
iJÍTftíi(óno4i¿ viflocIroUrüirLifpirarA lahs 
oydofnocHas vcKs,y dar vnos gemidos,que 
^K(t'-q con cada vno bellos quiere dar el il 
flíiíty noeffdcmarauillar, q no fepamo^ mai 
dtl6^^ue auemos dichojporque mí compjíie 
nsyjyó.noámas do dos d<3S,que los acó^a- 
ñtrtioc.pürq itiicndolos encontrad o en el ca- 
ftih^nof roparoii.y pcrfnadieron, que vinief 
íitititrtcSeH&shaltael Aiidaluzía^oirecicndo 
fiSafvagarnoflo niuj' bien. Y auevs ovdo nom 
bT^ratigunodello«,pregútoclCura?Nopor 
dercó.rtfpódioci mo^Qjporqiie todos cami' 
lian con tan'co rilcncio.quces inarauilU»poc- 
q iH) fe Oye entre ellos otra Cofa, que losfüf- 
piros, y liillo^os de I a pobre fe ñora , que noi 
mucuéa talHitta.y ñn duda cenemos creydo. 
que ella va for^-ida donde quiera q va: y Icgú 
fe puede colegir pórTu hab to.ellacs mÓfaiO 
vaaícfloique es lo masctcrcoí yqut^apotq 
no le deue de nacer de voluntjd el inógio> va 
tríftejcomo parece. Todo podría fer, dixo el 
Cura.y dexandolostfc boluio a donde eñaua 
Dbroteaila qual como ania oydofufpiraraU 
cmt>6cada»mouida de natural compafsionrfe 
Jkgo a ella, y \t Ak.o ■.Q:M;TOal^'«siX*(eñon 



. cauallero embobado (que dixo 
os demás obedeciá)y dixo aOoi 
;áiey s/eñorayen ofrecer «ada a< 
)orque tiene por coftumbre de t 
cofa que por ella fe haze, ni proc 
s refpóda>(ino quereys o yr algu: 
; fu boca.Iamas la dixe (dixo a e 
: hada allí auia ellado caliando) 
can verdaderayy can fin crasas nn 
: veo aora en canta Jefuencuras y 
:rmo quiero q feays el cenigo>pi 
erdad os hazc a vos fer falfu^y nn 
eftas razones Cardenio,bié ciar 
fce^como quien eñaua t^xi junte 
rzía^que Tola la puerca del apoíci 
i)ixocc ellaua en medio>y aísi co 
ündo vna gran boz, dixo:\^a»g; 



-^ -1 — -^ -í 



rü.A.eI1a.conUcurb3cian,yderarL(ri¡fgo,(tlC 
cayo ti tatítancon que crahücubicrtuLl ro* 
ñrü , y dcfcubrio vn;i birmofura inconipara 
blc,y vn roítromilagtofoi aunque dcfcoi"rÍ- 
do.y alfombradoiporquecó los ojos andana 
rodeado codos loi lugares donde alcan^sul 
con lavill3;con tanto AhincOique parecía per- 
foaaíucradjuyziOiCiiyasíci'ialcs/rnfdbcrpor 
" que las ¡lazia.puficron gran laftima cu Doto 
tei.y en quátoí la mirauá Teníala el caiul » 
' roüierteméte sfida por las erpa!das,y pori.í- 
tar tan ocupado en c^nefIa,nopudo3Cudii i 
al^arfc el embobo q ii c fe le cahia.cofno en ^f: 
cofe le cayo del todoiy aleado los ojos Doid 
tea(qtve abracad:! c6 la feíiora eílaua)vioquc 
cIqahra9adaan(imernrioIa tcnia.erarueffo 
fo donFernandu'.y apenas le litiuo conocidüj 
quádo arrojando délo íntimo defus entran, s 
vn lucngo.y iriílifsimo ay, fe dexo caer dt tí- 
paldas.defmayada; ya nohallarre allijiítod 
Barbero,que la recogió enlos bra^os,cIiaiiie 
ra Coligo ene! fuelo. Acudió hicgo el Cura a 
quitarle elcmbo^o.para echarle agua cní 10 
ítro, y aísicomo la deícubtio Ja conoció don 
Fernando,quc era el que eiUua abrncádoió 
la otra,y quedo como muerto en veila: pero 
no porque dexasTe con todo efto , de tener a 
LiilcÍotfa,queera la q procuraua foltaifcile 
^st^ra^QS-.Va i;^iai*\i\ito\\'ií:iílg en el furpiro 



Qgttoee de la Manchad f tjr 

la hauia conocido a eIIa.Oyd 
afsi mefino Cardenio,eI ay que dio Dorotea» 
quádo fe cayo defmay ada^y crcyedo que era 
m Lufcindaiíálio del apofenco dcípauorido» y 
lo primero que vio fue a doa f eruando » que 
tedia abra9ada aLufcinda. Tambie de Femá 
do conoció luego aCardenioiy codos cres^Lu 
dddasCardeniOyyDorocea.quedaron mudos 
y rufpeníbs^cafi fin faber lo que les auia acón 
tecido.Callauá todos,y mirauanle codosDo 
rotea a don Femando^ don Fernando a Car- 
denio»Cardcnio a Lufcinda^y Lufcinda a Car 
denio. Mas quien primero rompió el fílencio 
fue Lufcindaihablando a donFcrnandodeíla 
ní)anera:Dexadme fcñor dó Fernando,por lo 
q deueys a fer quie foy s,ya q por otro redero 
oo lo hagays dexadme llegar al niuro d quié 
yo foy yedra>al arrime d quie no me ha podí 
do apartar vuefiras importunaciones »vuef> 
tras amenazas)Vueftras promeíTas ni vuefiras 
dadiuas. NoC2^d como el cielo,por defufados 
y a nofotrosencubicrcoscaminos^me ha puef 
co a mí verdadero eipofo delate. Y bié fabeys 
por mil coftofas experíccias»q fola la muerte 
fuera baftatc para borrarle d mi memoriatrea 
pues parte, ú claros defengaños , para q bol- 
uays(ya qno podays hazer otra cora)el amor 
en rabia,! a voiütadeodefpechojy acabadme 
con ei la vida » que como yo la rinda dclaxvte. 



nes que i^uiLinaa uixu,por las quaies > 
conocimiento de quien ella era ; que v 
donFcrnando aun noia dexaua de ios I 
ni refpodía a fus razones^esfor^ádofe i 
que pudotfe leuanco,y fe fue a hincar d 
Has a fus pícs,y derramando mucha caí 
dehermofas.y laíli:neras lagrimas» afs 
men^o a dezir. 

Si ya no cs,feñor mío,qae los rayos d( 
que en cus bracos cclipíado tíenes,ceqi 
oíufcan los de tuso|os, ya auras echadc 
que la que a cus pies eílá arrodillada, ei 
vccura(^hafta q cuquieras)yladefdichac 
rotea. Yo foy aqlia labradora humilde 
tu,porta bondad. o por tu guíloiquifiíl 
C4r ala alceza de poder llamarfe tuya.Sc 
encerrada en los limites déla honefttda 
uio vida cócencaihada que a ias bozes < 



«•a,quc aunque agora quieras « 
? «^'■a poísiblc que tu dcxts defi 
lor mío , que puede fer recomt 
>(ur3,y nobleza por quié me d^ 
irable voluntad que te rengo ' 
es fer de h hermofa Lufcinda.p. 

: ni eJ/a puede fer eaya,porq¡ie 
o.r mas ficil fera.fi en ello mírs 
vol jot4d a querer « quié te 4di 
oinar la que te aborrece a que 

o rolicícafle mi défcuydo, tq rt 
(■ezaVtil nú ignoraOe micalldac 
de la macera q me entregue a 
adjno te queda lugar, ni acopí, 
á engallo. Ifíi efto es afsi.como , 
tSChriftiano como caujillerb, 
s todeoí dilata* de hazermc v< 
inc$,Como me hezifte en Vn, r,, 



|}o Ct^rtá patte ¿Le ¿oá 

fnideshonra.Nodes tan mala vqcz a m 
¿restpues no lo merece los leales feruick 
como buenos vaflallos a los tuyos fíer 
hS hecho.Y (ice parece q has de aníqail 
tíangre por mezclar con la mia,con(tdera 
caSyO ninguna noblcfl^a ay en el mundo » 
aya corrido pe» cftc canúno:y que laque 
ma délai mogerestno es Ri que hazc al cal 
las iluftres áecendencias. Ctuanco masq 
verdibdera nobleza coHAe enla virtud>y (\ 
a ti ce £alta)negandome lo <|ue tan/uáat 
ine deues> yo quedare c5 mas vencajas d 
ble^que las que tu tienes.En íin^feBor» lo 
YlcimamSte te digOiCS que qiiierasi o no 
ras ^ yo foy tu eípofa^teáigos fon tus pala 
^ no han» ni deuc fer mcndroras » íi y a es 
predas de aquello porque me deípr ecias. 
Áígofera lahrma que hizí(le>y teftigo el c 
a quien tu llamafte por teftigo délo q me 
oeciasüYquando codo efto falre,cu mifm 
ciencia no hade falcar de dar bozescallád 
fflicaddetus alegrías^boluiendoporeíla 
dad q te he díchoiy turbada tus mejores 
ílof^ y c6tétos«£áa^t y ocraf raíoncs drs: 
lafiimada Dorotea con cauto rentimieco, 
grimaS} que los mifmosqueacópañauaj 
Femado^y quantós preíeates eftaua* la ac 
pañaron en ellas. Efcuchola do Fernando 
tc¡¡lmllQpal^rA$ hafta 4 ella dio fin a laj 



Qniscúte de la \í ancjfi|« |^|c 

fisj y principio a táñeos íol!o(QSiy faípirosiq 
bien auia de fer corayoQ de bronzcid que coa 
knueftras de caco dolor no fe enterneciera^Mi 
randola éftaua JG.uícinda»no menos iaftimadá 
de fu fencinüeacoj que admirada de Tu mucha 
difcrecion^y hcrmoíüra: y aunque quí(iera lié 
garCe a elUiy dezirle algunas paUprasde c$ 
XuelOiUo la dcxauan lo$ bracos de don í^erná 
do,que aprecada la ceniáxj qual lleno de co % 
fuíiods^y erpáncojál cabo de vu buen erpacio^' 
que acenjramence eftuuo mirando á í>orote4 
abrió los bra^o$,y dcxádo libre aLurdtúIaidi 
^OiVencifteheruiofaDoroteasVencífte^por^ 
too es pofsible tener animo para negar tancas 
verdades }úcas*Cd el detmáyo 3 Lufdnda a*< 
Uia cenidot^rsi como la dexo d6Pernádo,yuá 
^caer en draelo:mas haíládole Cacdemoalli 
juto,que a las efpaidás dt don Ijerniodb fe a- 
uia pue{lo>p6rq no leconóciéíi'e > ptorupuef» - 
to todo temor» y auencurado a todo ríe^o^ 
lu:udío a foílener á Lurcinda>y co^i£dpla cu-¿ 
tre Tus bra^os^le díixo: Si cl piadofocreioguF- 
ca y quieire que ya tengas algu dercaufóilcal^ 
iürme^y hermofa feñora mía, en ninguna par*, 
te creo yo 4 le tendrás mas feguto ^ en jeílos 
mis bra^osque aorá té reciben^ y occb tiem- 
po te recibieron^quando la forcuna quifo que 
yo pudieOe llamarte mia» A eftas razot^s^pii 
fo Lufcinda en Gardenia loi oíosiv ha^tkdci 




» ^ 



Ht . Oiuu^ta parte de doflL. 

cofflttujf^doa conocerte primero por la Yos^y 
aflcgúrádofe primero que el era con la vift^, 
cafi fuera-de fetitido>y íiAceñercucatáiaf)m« 

guo honefto r^fpctO;Ie echo los bra^ al cuc 
g^y lUQtandoia rojlro coa et dcCárdeniosk 
Atx%uVó¿fíftñot mio/oy s el verdadero due* 
¿ó ddlit '^étltz cautil) a,atmq maa ló impida 
fit^o^i^ütiá Ib^rtcy aunque inaMmebszas k 
k^S tficft^ayidasque enia vucftra fé fóft^oca» 
fimiíñtyeijptáacuio fue eftc parardoo Ferni 
Aof^^jiniTOdos los círcunftantesiadmiradO' 
fi^deti^Wlriflo fuC€Ífo.ParecÍQle a Oorcrca 
4a¿3fón f^tláildo auia perdtdd'Ia color del ro 
mViy qiieiii^ia ademi de qViéret yí^^rfe dé 
iSUdijpiij^i^e le vio eniíabTináK Ik-inaoo a 
^(iñellaen la efpada^y afsi como lo penfocon 
no viíla prcfteza fe abraco con el por las rodi 
Ila$>bdandü(elas,y teniéndole apretado q no 
te dexaua mouer,y ñu ceííar vn puto dcfus la 
grtmas,le dezia:Que es lo q píenfas hazer vni 
cp refugio mio^en eíle tan impenfado trance? 
Tu tienes a tus^pies a tu cfpofa. y la q quieres 
q lo fea cfta en los bracos de fii afarido>mira 
fi te eftara bien, o te íera pofsib!e deshazcr lo 
qae el cieto a hechoyo íi te conuendra querer 
leuatar a igualar a ti mifmo ala que profupue 
fto rodoínconucnientcconfirmad^ en fu ver 
dadfV f¡rmeza,delante de tus ojos tiene los fu 
^os bañsidos dcVvcot ^Ltsvnt^V^^x^CLto.y pe- 



Quíxoce de la Mtncht • j 33 

cho dcfu verdadero cfptTo.Por quíéDíos esf 
ce rucgo»y por quié cu crs* te lupliro» que eí- 
te tan notorio d fengiñotno UAo 110 acrecien 
ce tuira>íino que U mengue en tal manera» q 
có quíetudtV foísiego permitas que eftot dof 
amates le tengín fm impeJiméto cuyo» todo 
el tiempo qut el cielo quiíiere concederfele^y 
en efto moilraras la geaeroíidad d cu illullre» 
yTioblepecho,y vera el mundo que cieñe có- 
tigo mas íuer<9a la ra2on,q el aprtito.£n tan 
to que eílo de^ia Doroteataunque Cardenio 
tenia abracada a Luícinda no quicaua los o« 
jos lie do ternádo,con determinación de q fi 
le vicíTehazer a gú mouimíenco en Tupcrjuy 
ziOyprocuracdedefenderfefy ofender» como 
mejor pudiede a todos aquellos q énfu daño 
fe modraíTen añque le collafTc la vid j;pero a 
efta Tazón acudiera los a nigos de don FernS 
do»y el Cura,y el Barbero»que a codo hauian 
eftaJo prcfcntes, fin que faitaífo el bueno de 
Sancho Pá^a^y todos rodeauan a don Fema- 
do» fuplícSdloIe tuuieíTe por bien de mirat las 
lagrimas de Dorotea»y que fiédo verdad» co« 
mo fin duda ellos creyan que lo era lo que en 
fus r;)Zones hauiadicho,q no permiticíTe que- 
d^((c defraudada de fus tan iuftasefpera^as. 
Que cófideraflTe que no a cafo como parecía^ 
(ino c5 particular prouidécia del cielo fe auiá 
tx^dosjútadéf ca Jugar donde oníeno^tá&^tA 

Ll 5 ^^^ 



1)7 <E|5at«í par«e de do» ' 

{»éraaa*T qneaduirtieíTe^díxo el Gara^qnc^fb^ 
a la muerte podi4 apartar a Lnfcinda d^ Caí 
denio^y aüqu^ K>s diaidieíTcn (ifosde alguñaí 
ffip4ldj^el^^ tdidriao poi^ f«ílicírsima m Ainer 
ce: y qué en los la^s intemcdhhkt ^tt^útn^ 
<x>rdita forgldafe^ y ftnckndok a fi mífaioir 
iQoilrir tú geiíeróiQ pochc^ pcrmíciendo^que 
por fots^ Al i^lpc^d l6s dos gozaff en el bien ^ ' 
el ekio y4 leiátf ia concedido^que pciñeíle l<» 
afot anfíflidhio enld beldad 4b<>Potea*y v«r 
li,dtíepúKtaáít9i<i^atfa Te te podido i^i!>aiar« 
^taieo tfiat^sa^erle \)sencajra»y qoeiaticaíTc afii^ 
mraiof|t9<(abtimi1dadiy eí tftrem di amor ' 
qcve íc JDedl^ty fohrtf tadoaduirrieíTe, qire íl fo 
j^iauui déC^nallero^f de Chri^<4ncb^ q na 
^diialiaier otra coOt^qüe cupíífle la ^aí abi^ 
dfatéa^^yqdécucr^tíendofeía , coimpltrmcoii 
Dios^y r4tÍ!^ari^ á ÍM gétef dtfcr^ufytas qaa 
Ikf fiíMOf y conoecq qire e$ prerogaciua de la 
líermorara»donqtte tvt^ en uifcco hamiide,co 
mó feat^opañe con ta f|oneRtdad,poder leuá 
tatíc 9 e ^üaiar0! a qudiqúkra alcezá>ím nota 
^e meAú&abodel ^ la leoStd»eígüalaa (i mit 
tiiósy qüatido fe camplS lat faettes leyes del 
gufto»comüeii6lla no ínter Qsngrapecado,no 
oeué de {hrCiulpadaef qctt lat (igiie.En efeta 
a eíiaa r42afefetaátdíeiro todos otras talefs y 
ranraa.qiie el v4|lerofo pecho de don Fcman* 
4ihttk ¿frcottoAlJaimcadq Qaailuífa:e fiiogrev 

- ■ V . c la fe 



Quísote de la- Maochi* Sif 

h ablandosy Tcdexo vencer de la verdad qu€^ 
el no pudiera ncgar,aHquequifíera:yIáfeñar 
que dio de auerfe rendido, 5^ entregado al búa' 
parecer que Fe le auia propuefiosfiíe abaxarfe 
y abracar aDorotea, d»ildok:Leuancao8 fe* 
ñora mía^que no es jufto que cfie arrodillada 
a mis pies Ja q yatégo en mi aima;y ¿bsila 
aqui no he dado mueftras de codo efto que di 
go,qu¡9a^ha íido por orde del cielo» p^^ra que. 
viendo yo en vos la fe con que me amays» os 
fv pa eftimar enlo que mereceys»lo que os ruQ^ 
go muy encarecijc)am§cc,cs,que no me rcprft 
henday s mi mal cer mino»y mí mucho defcuy. 
do. Pues la milmá ccaíid y fuer9a qpe me ma 
uio para accepcaros poc mia s.efla mi&na me 
impelió para procurar no fer vueíbro j.qüe t^ 
to fea verdadybólued >.y mirad tos ojos déla 
ya córenta Lulcinda, y en ellos haUareys dis- 
culpad codos mis yecros;ypucsjel la halto^y 
a4can9oIoqde(Íbaua;yyohe balladoenvoa 
lo q me cuple^yiua ella fegura y cdtSu luen- 
gos,y felices años c5 fu Cardenio^ q yo rogae^ 
re al cielo ^ me los dexeviuir c6 miPoroteaJ[ 
Ydiziédoefto>)aeomo aabra^ar^y ajutarfil 
roRro có el Tuyo e6 cS cierno fencimientOique 
)e fue neceólo tener ^an cuenta cd que laa 
lagrimas no acabaflB d dar indubitables fe&i 
les de fu amor^ arrepeQtímfenco.140 lohizie 



S%6 Qaarta parte de don 

cafi todos los que alia prefentés eñauS, pcr^ 
comenfaron a derramar tantas 3 los vnos de 
coteto propriojy ios otros del agcno^q ñopa 
recia fíno ^ a'gun graue , y mal cafo a todos 
ama fuccdido^Haíta SáchoPan9a liotauataúq 
derpuesdixo ^ que no lloraua el, Imo por ver 
qucPoroteanoeracomoeJpcíaualaReyna 
Micomicona» de quien el tancas mercedes tí* 
perauatDuro algún efpacíojunco con el llau- 
tOfla admiración en todosiy luego C<>rdeniOt 
y LuPcinda fe fueron aponer de rodillas ante 
dcnFernandoidandole gracias dcJa merced q 
les auia hechosco tacortefes razones, qué do 
Fernando no fabia que refponderles^y a si los 
leuato,y abrafo^có muedras de miichoamot 
y de mucha corteliat pregunto luego a Doro 
tca.ledixeíTecomo auia venido a aquel lugar 
tan lexos del fuyoíElla có breues 1 y difcrctas 
razones coto todo lo que .antes auia contado 
a Card'-nío:de lo qual gudo tanto don Ferná 
do, y los que con el venian,quc quííierat) que 
durara el cuento mas tiempo,tanta era la gra 
cia có que Dorotea contaua fus defuenturas. 
Tafsicomo huuo acabado^dixo donFi^rnado 
lo que en la ciudad Jeauiaacócecido defpues 
que hallo el papel en el feno deLüfcti)da,doQ 
de declaraua fer efpofa de Card€n]o,y no po- 
derlo fer fuya^dixo que la quifo matar,y lo hi 

uctü ñ de f\i9 padres no fuera impedido : y q 

aíst 



Quíxoíede la Mancha. ;>7 

i fe (áiio de fu cafa dcrpcchado , y corrido» 
determinado de vég4r fe cómds coniodi- 
J: y que ocro día (upo como Lufcinda auia 
tado de caía de fus padres, fín que nadie fu 
iTe dc2Ír donde fe auia yck>)y que en refolu 
m al cabo de algunos mefc s vino afaber co 
> eftaua en vn monafteiio con voluntad de 
?darfe enel toda lavida,í¡no la pudiefl'e paf 
con Cardenio,y que afsi como lo Tupo^ ef« 
liéáo para fu compañía aquellos tresctuá 
ros, vino al lugar donde elü aua,a ia qu4 no 
la querido hablar temerofo«que en (abicdo 
e el eftaua allí auia de aucr mas guarda en 
nonafterio.y afsi aguardando vn día a que 
>orteria eftauícífe abierta,dcxo a los dos a 
guarda de la puerta,}*^ el c& otro auiá entra 
en el monafterio^buicando a Lufcinda t ia 
al hallax'on en el clauüro hablando có vna 
»nja,arrebará>iola fin darle I t^gar a otra co 
e aui<in venido con ella avn lugar doodt fe 
enlodaron de aquello q huuícró mcnefti r 
ra trae Ila.Tcdo lo qual auia podido hazer 
n a fu faluo por eftar el monañcno enel c á 
buen trecho fuera del pueblo. Dixo , <)ue 
í como Lufcinda fe vio en fu poder .perdió 
ios los (entidos^y qae defpues i buelta en 
lo auia hecho otra cofa (ino llorar , y fufpi- 
(in hablar palabra alguna.y que afsi acom 
íadoi de fiJ eacio^r de lagrimas au\Í W^v^ 



a 9 Quarra t>aree de don 

do a aquella venta^ que para el era auer Ucga 
4do al cielOydonde fe remataus y tienen fin co^ 
das ias dkCucittoras d# la tierrá« 

€ AP. XXXV». (^2. ^^ktü DON. 
de íe profigue la biltoriade la famofa loía*.' ^ 
taMicomicoDafCaotrasiadulcura^ graciofasi 

TQ tVO ello efcQchaua Sancho, na 
con poco dolor dé fu anima » víen« 
do que fe k derparecian , e yuan ei^ 
humo las cfperS^as de fu dicado:y q 
la linda PrinceíTa Micomicona fe It* 
auia bileltaenOorotea>.y el gigáte en do Fer 
nado , y (u amo fe eítaua durmiendo a fueño 
{uelcOybié delcuyd^do d^codo lo fucedido.N(^ 
(c podía aífegiirar Dorotea &er& fixñadoel 
bíeq poífeyaCardenioeftaaaenetmifmope 
famieco:y el de Lufcinda corria p6r la mifma 
cuecaikDof ernádo daua gracias al cielo por la 
merced recebida, y áuetle facadodeaql intrí 
cado laberinto dode fe hallaua tía pique de 
perder el credíeo,y el ainna:y fínalméfie quan-» 
to$ en la veta e(buá> eftauS concentos^y gozo 
fo^ del buen fuceífo que auian tenido tS traua 
dosiy defelperados ne gociot.Todo lo ponía 
en fu puco chCurscomo difcreto, y a cada v« 
no daua el parabíS del bie alca^idospcro quié 
n^s jabilatta,y feconteauaiCi» lav$ccra»pop 

l»P?9 



jQofxotc <Ic la Mancha^ /j»* 

}$ promcíTa q Cardcn¡o,y clCura le auian he 
chü dt pagalle todos los cienos cintcrc (Tes ^ 
por cuéta de d6(^ixote ¡c huuícííen venido^ 
SoloSanchO)Comoyaíeadicho,cra el afligí* 
do^ el dtfistoturjido, y el (rifle; y afsi con ma- 
lencotiíco feínblate enfro a fu amo, el quál 4" 
cabaua de deíp^rtaraá quien dixo:Bíen pued< 
vuefita mercedsileñor crífte Fgura> dorniír tQ 
do lo c]iie quinete fío c^yd^o d matar a nit| 
^6 gigancc^ ni de boluer a la Piíncefa fu {ley* 
noiqüe ya codo efta hecho jconcIuydo.£(rtíi 
^reoyo bien,rerpondio don Qoixotcporq'uc 
]ie tenido con el gigate la mas defcomunaU y 
dlefaforada batalla que pt^rnfo tener en todosi * 
los di^s de mi vida:y de vn r$iie$s2aS}Ic deri^i 
t>e h cabera en el nielo; y fue tata la fis^ngre q 
Jefalío^q los arroyos corrían por lacierra.co 
nio fi fue ran de aguaXomo fi fueran devino 
tinto , pudiera vueftra merced de?ir mejor, 
refpondio Sancho ; porque quiero que fep^ 
vueRramerced>íi es que ho lo íabeique el gi- 
gante mucT^OiCs vn cuero horadado,y la ían 
gre feys arrobas de vino tínto,qu9 encerraua 
en fu víentrerjLla cabcca cortada es la putaí q 
tne parío^y Ilraelo todo Satanás « T que es Ip 
que dizeslocQ defa tinado , repüco don Qui • 
acote, eftas en tu fefo? Leuantev: vueftra mcr « 
ced» dixo Sancho 5 y vera el buen recado que 
k^ hecbo^j^ Jo qüú ttn^mos qiit ]^á^tt)'^Nt\^ 



f4^ Qíl^^^^H^^^^ ^^ ^^'^ 

alaReyna cóuercida en vna dama particular 
llamada Dorocea,có otros füceíTos^qOc (i cae 
en ellos le han de admirar No nie iHarauila 
ria de nada deflbtrcpiíco don Q^ixote . porq i 
ñ bíé ce acuvf das, la otra vez que aqui cftuui tí 
mostee dixe yo«que codo quáco aqüi fucedia ^ 
eran cofas de encácamenco.y no feria muclio 1^ 
^ aora fuelfe lo mefmo^ Todo lo creyera yOi i^ 
refpondio SanchOfíi cambien mi manteamieo L 
tu fuera cofa deííe jiez,avas no lo fue fino real f 
y vcrdaderamencc:y vi yo que el vcncero que f 
aqui cQa oy dia cenia del vn cabo de la mácaí f 
y.aieempu)auahaziaelciclocon muchodo* } 
Dayre,y bri^.y có caca rifa como fuer9a,y <ió* |s 
de inceruiene conoccrfe las perfunas cégo pa ^ 
^a mí,aunque (imp!e,y pecador,que no ay ca 
cancamenco algudo^fíno mucho moIimientOf 
y mucha maIaucniura.Aor:i bien,Dío«i lore- 
m .díara,dixodon Qjuxoce.daoie de vertir, y 
d^xamefalircila fuera, q quiero ver losfucef 
fosyv crásformacioncs que dizes. Dióle de ve 
flir Sancho,y en el entrecanto q fe vcrtia,con 
to vi Cura a dóFernando^y a los demás las lo 
curas dedo QiiixoCe»ydcíarci(icioqueauian 
vfado para Tacarle déla peña pebre dóde el fe 
imaginaua e(lar,por defdenes defu fetvora.Cd 
coles afsi mifmo csíCi codas las auécuras q Sa 
cho auia concado,de q no poco fe admiraron 
y r¿eró,por parecerUs lo que a todos parecía 

fcr 



roreguirlocoinen9ado»yque L 
ly repreíencaria la perlbna de £ 
Jfxo don Fernando» no ha de fe 
(uicroque Dorotea proíiga fu 
:omo no fea muy lexos de aquí 
ebuécauallero, yo holgare de i 
fu renvsdio.Noeda mas ddos 
quifpues aúque eftuuiera nia$i| 
caminallas,a trueco de hazer ti 
.Salió en eño dó Quixote anua 
spertrcchosjcon cl yelmo» aun 
: Mambríno.en la cabe^a^embr; 
dela,y arrinriado a fu tronco, o 1 
o a don Fernando, y a los denií 
efencia de dó Qiuxoce, viendo 
ledia legua de andadura/ecó^y 
(igualdad i (us armassy Tu mc( 








jdapcur:«Ñ:dt4clR$l nigroAuife de «iísAeo 
pMdtCrtCfSMofo q yQ;i)Q m cUet&J&aeoBfi!^ 
I^ia^y d^oida ayuda:dig9,qa6; lio íbeoiiii Úm 
4^^* Mi^ UiDcdi^iy que 4)C poeú^iüutím 

plevdPiy pa(fii(tQ caQ aiccii£am¿nicii^cpn tÜ 
|;6.e^acip como y q la$ i^afltr» y 1^ 
(q^palToaWmo o(±Qt caiialUrra* 

|0J^%(iÓ!Íq|dóÍQ müdiop^baibír a vn g%2cil^ 
BR^iUnr^Mf 1 4 fisa^pocq ao a oíactüís horat 
i^9^jBM(VAc6.eUyq4»J€rpaalto^^ 

ntedjgaque (nienco:pcro el denipo delcobri 
dor jdecod^s las cof^s lo dira>quancÍo menos 
lopenfemos.yiAes os vosco doscucros^que 
00 con vp g¡gáce,dixo a efta fazoa el vencerOi 
at qual mádio donFerrlando que calla(Ie>y no 
ínterrumpi^fTe la platica de don Quixotc en 
ninguna manera : y que don Quitóte pro(i- 
gaio, dizíendo ; pigo en fin aUa i y deshcre- 
ilada feñora^que ñ por U caufa que he dichos 
vueftro padre a hecho eñeMetamorfaieos ed 
vueftra perfonaicjue no le dcys crédito algu- 
no: porque no ay ningún peligro en la tierra 
por quié no fe abra camino mi efpadas con la 
^^ jponií^udv)Uck\>^c^4^H wfttQ enciB¿^ 



V 



catóte átíaMaocKi^ ^41 

¿A tíerraios pondré a vos la corona de la vue^ 
ilracnla cabera en muy breues días«No dixo 
mas don Qiiixoce » y efpero á que la Príncefa 
le re^ndieíTcfla qual como yaGd>ia la decer 
minacion de donFemando^ de que proGguidT 
le addante el engaño come9ado^ hafta Ueuar 
a fu cierra a don Qgixoce^on mucho donay- 
te^y graaedad le refpondio: Quié quiera qút 
Os dixo^ valerofocauallero déla cride F^ara» 
que yo me áuia mudado^ y crocadó de mi fer» 
no os díxo lo ciercof porque laáiitma que a- 
yer füy»me foy oy:vcrdad es^quealguiía mü*- 
danfahan hecho en mi cierros acaecímiecoa 
de buena vencüra,que me la han dado la me- 
|or que yo pudiera deíTearmezpero no por e(^ 
fo fae dexado de fer la q anees» y de cener los 
mefmos penfamifros de valerme del valor de 
vueftro valerofofe inueneriá>le4>ra^ que íic« 
pre hecenido : afsiquefeñor mio.vueítra bd- 
dad butlua la hontra al padre que me engen 
dra, y téngale por hombre fabio , aduertido» 
y piudentC) pues con fu ciencia hallo camino 
can ^acil 1 y can verdadero para remediar mi. 
defgraciaique yo creo que íi por vos feíior no 
fuera» famas acertara a tener la ventura que 
Cengo>y¿nefta digo tanca Verdad como fon 
buenos teftigos delUlos masdeRos mis feño 
res que efiau prefentes : lo que reftaes»que 
mañana nos peamos en camino^ (locqjxt y^ 



jo, le (liso. Aora ce digo ^anchoe o , 
mtyorvellacuelo que ly en ECpaái : 
drun bigímúio.naiiisacabaítfds 
raque efta Princefa fe a^iia buelto en 
¿ella que h IliinauaOorotra?/ que I 
que encendió que coree a va gigátt, i 
ta que te pario?cürt otro? difparACes * 
fieron en !a mayor cófufió q:ic jama! 
do en todos ios días de mí vidi? Vocí 
al cíi:io,y apretó losiÍicntes,quecílo 
zer vn eftrago en ci.que ponga fat en 
ra a coJos qumcot tncncírofos efcud 
uí ere de cau sileros andantes de aquí 
eo elmjndo.Vucüra merced fe fofsie 
ñormio.refpódio Sancho , que bié p<. 
que yo mchuniefTeeiígníadoenloq 
a routació dcla feñora Princefa Mico 



Qiiístote de la Mandií; f 4/ 

rttií qnando aquí fu merced del fe ñor ven 

le pida el menofcabo de todo • De lo de- 
.S)deque (a íeiioraReyna fe eAc como fe ef 
ia)cne regozijo enel alma^porquc me va mi 
-ce^como a cada hi;o de vezíno* Aora yo te 
;o Sancho» dixo don Qaixoce) que eres vn 
ntecaco, y perdóname, y bada. Bada dixo 
Femádo^y no fe hable mas en efto;y pues 
bñora Princefa dize que Te camine mañana 
*que ya oyes tardchagafe aG;í,y cfta noche 
podremos paflar en buena conuerfacióiha- 
el venidero dia.donde todo) acompañare 
•s al feñor don Quixote,porque queremos 
ceftigos de las valerofas^e inauditas haza- 

i q ha d : hazer en el difcurfo deíla grande 
prefa q a fu cargo lleua. Yo foy el que ten- 
de feru¡ros,y acompañaros^ refpcndío do 
ixote : y a:^radc2co mucho la merced q fe 
haze. y la buena opinión q de mi fe ti. ne> 
ual procurare que Iklga v^*r Jadera , o me 
tara la vtdaiv aú m is,(i mas coftar me pue 
Muchas palabras de comedimíécot y mu- 
ís ofrecimiécos paíTaro entre dóQiiixote,y 

1 Fernando : pero a todo puíb (iícncio vn 
fagero que en aquella fazon entro enla vé 
;1 qual en fu traje moftráua fer Chriftiano 
icn venido de tierra de Moros, porque ve 
veftido con v«i<i cafaca de paño azul,corta 
íaldas^con medias maogas y (tY^cuOL\o<^o% 

Mea ^^« 






toca enla cabera; traya vn bonetillo d 
do^y veftida vna almalafi, que dcfde 
bros a los pies la cubría. Bra el hombr 
bufto>y agraciado talle, de edad de pe 
de quarcta años, algo moreno de roñr 
de vigocesj la barba muy bien puefta^ 
tocio el moftraua en fu apoftura» q (i < 
ra bié venido le juzgaran por perfona 
dad,y bie nacida*Pidio en entrado vn 
CQ^y como dixero ^ enla vf ta no le au 
tro recebir pefadübre, y liegadcfc a la 
traje pareciaMora,Ia apeo en fus bra9< 
cinda«Dorotea>la vécera^fu hija, Mari 
licuados del nueao^y para ellos nuca v 
|e,rodearo a laMora;yDorotea q fíem 
agraciada,comedida)ydircrcta,pareci< 
a^i elia>como el que la traya fe cogoxí 



oliscóte Áq ia Mane W /^/^ 

bfcrós no tá buenos acogimiencos?No re/poa 
dio oada a cfto la embobada) ni hizo otraco« 
ia q leuácarfe de donde ícncado íe tuia^y pu6 
fias entrabas manos cruzadas fobre el pecho», 
íoclínada la cabera doblo el cucrpoieb feña! d 
que lo agradecía. Por fu íiieacio imaginarGH 
que íin dada alguna deuia de fcrMora^y q no 
fabia hablar Chríitiano^ Llego en efto el cauti 
uo,que encendiendo en otra cofa halla ent&x 
ees auia eQ;ado,y viendo que todas cenian ce£; 
cada a Ja qun con el venia>y que ella a quSCo 
le dezian caIlaua,dixo:Señora$niiaSiefiadoQ 
¿ella apenas cnciéde mi lengua^ní fabehablat 
ocra ninguna (ino conforme a fu tierra , y por 
eQo no deue de aucr refpondido ^ ni reípon-^, 
de a lo que fe U ha prcguncado»No fe le pre^ 
gunca ocra cofa ninguna, refpondio ]Lufcinda# 
íino ofrccelle por ella noche nuedra compa- 
ñía, y parte del lugar donde nos acomodaire-^ 
mos, donde fe le hará el regalo que la como- 
didad ofreciere con la voluntad que obliga 
aíeruira todos los eftrangeros quedelio tu- 
uieren necefsidad > efpeciaimence (iendo mu-^ 
ger a quien fe firue , Por ella 9 y pot mi , ref- 
pondio el catiuO) os befo muchas vezesfeño^-'^ 
ra mía las manos^ y eñimo en mucho ^ y en Id 
que es razón s la merced ofrecida , que en tal. 
oca(ion,y de cales períonas como vucñro pa^ 
reccx mueftra ? bien fe echa de ver que hak 

Mm \ ^ 



deíTeos de íerloXuego no es bapciz4< 
co LufcindnPNo ha auido lugar para < 
podio el captiuoidcípues que falío de^ 
patria»y cierra,y hafta agora no íe avíí] 
ligro de muerte tá cercana^que obliga 
ptizalla fin que fupíefle primero tuda 
Rmoniás q nueítra madre lafantalgl 
dá:pcro Dios fera fcruido que preito 
aieconlt detendencia que la calidad ci 
(bna merece» que es mas de lo que mu 
habito ) y el mío • Eftas razones pufo i 
todos los 4 efcuchádole eftauS» de íab 
fueflfe la Mora» y el captiuo: pero Qa< 
^oifo preguntar por entonces» por ver 
qaella Uto era mas para pr« curarles < 
que para prcgutarlesAis vidas. Doróte 
mopor la mano^y la lleno a Tentar junt 



Q« ixficé de la Manchai jr/í 

tlicre, y fean qmon fe fucren,fqucno fabcn lo 
que dizcn.Porqu't la zazónque los tales fue- 
Icn dezir,y a lo qul ellos mas fe atienen , es q 
los trabajos del elpirftu excede a los ckl caer 
po.Yqüc las armas )joio con el cuerpo fe cxcr 
cican,como fi fucffe ^ etercito officw d? ga- 
napanes) para el quainp./^mcñeKer inas aé 
buenas fuerzas* O como íi eneftoque llama«^ 
mos armat3!osque]asprofeiramos>nore em 
certaíTé los a&osde la fortalezajos quales pt 
den para executaÍlos,mucho entendimiento* 
O como (ino trabaja fle el animó del guerrero 
que tiene afu cargo vn e?cercitó>b la deféfa do 
vna Ciudad íitíada>afsi con el efpiritu»como 
con el cuerpo • Sino veafe ñ fe alcanza con las 
fuerzas corporales > a íaber , y conjedurar el 
intento del enemigo. Los deíignos» las eftra- 
tagemaSi las dificultades» el preuenir los dr> 
ños qtte fe cemen,que todas eftas cofas » fon 
acciones del entendimiento» en quien no tie- 
ne parte alguna el cuerpo • Siendo puesaní?» 
que las armas requieren efpiritu como las le* 
eras. Veamos pnes aora^quat de los dos ef- 
pirítus^ el del Letrado^ o el del guerrero^tra^ 
baja mai? Yefto fe vendrá a conocer por el ííqi 
y paradero a que cada vno fe encamina) poi> 
que aquella intención (e ha ¿ eftimar en ma^ 
que tiene por objeto mas noble fin. Es el fin^ 



Sf^ QuartapartedijáoB 1 

diuinas,^ tienen por hla.nco>lUaii,'¡0<¡^ 
rar las almas alcielo.q :> v<i fÍn,caníiDÍiii 
mo eítc,ninguin>otro fe le puede igmlí] 
blo de las Ierras !iuniaiias»qiie es fu ínpi" 
«n fu pútü la jullicia diftributma.y datac 
vno lo que es fuyOíCnté-íer, y hazer qlal 
ñas ieyes iegu3rií^Q;fír por cierto gencní 
a!to,ydigodegraiid(aliíbaii9a;peroníii 
cacomo merece aque! a q las armas aw 
jas qiiaies tienen por objnu.y fin la pai. 
cí mayor bien que los hombres puede di 
en cfta vida. Yafsi lasprimer*s huecas ni 
que tuuo el raundo,y tuuieron !us hüni 
fuerun las que dieron ios Angeles,|a no 
fue nuellro dia,quando cantaron cníos 
Gloria fea cnJas atturas.y paz enla tietti 
hombr-s ile buena voliincadjy a la falut 
que tj mejor maeftro de la tierra, y del 
enfenoa fu» aMegado.s,y fauorccidos.f 
¿iricsq quád. entraífcn en alguna cafa 
lenrPazfea en ertacalj-YoCias muchas 
lesdixo; Mip.i2osdoy,niipazosdci 
feacóvofotros.BJencomo joya, ypreí 
daydexaddctalmano.joya q fíncila 
cierr3]tii en el cielo, puede atier bien a 
Bfta paz es el verdadero fin de la gucr 
iomefoioesdezir armas, que guerra, 
pueíla pues eAa verdad ,que el íin deJai 



mo íi fucffe Iti cxcrcito officw di 
I para cl quainp./^ mcrteHcr nfii 
u er^as. O como íi en efto que II. 
iat,Ios que las profeffamos,noí( 
los a&osde la fórtalezajos qual 
. execucaÍlos,mucho entendicnk 
(ino trabaja flc el animó del guei 
í afu cargo vn exercito,o la defé 
iad íiciada>afsi con el efpiritUsC 
erpo • Sino veafc fi fe alcan9a co 
:orporales , a íaber , y conjcdüi 
leí enemigo. Los deíignos, las e 
I las dificultades) el preuenir lo^ 
e temen,que todas eftas cofas 
del entendimiento» en quien dc 
alguna el cuerpo • Siendo pues 
rmas requieren efpiritu como la 
imospnesaora^Quatde los do 



'fS% Quartapartc A^Aon 

diüinas,q tienen por blanccbiícuar,y ene 
nar las almas al ciclo>q a vo íin,tan fin [] 
mo eftc^ninguno otro fe ]c puede iguals 
blo de las letras humanas^qne es fu fin p 
<n fu puto la juñicia diflfibutiuaj dará 
vn/ilo QiiC es fuyojcntcáer, y hazer q lai 
)iás teyes'ft guardcq;í}(> por cierto gcnen 
alto.y digo de grande alaban9a;pero no 
tacomo merece aquel a q las armas atic 
las quales tienen por objcto^y fin la paz, 
el mayor bien que los hombres puede de 
en cfta vida.Yafsi lasprímeras buenas nt 
que tuuo el mundo^y tuuieron los hom 
fueron las que dieron los Angelesja no< 
fue nueftro diajquando cantaron en los ^ 
Gloria f(;a colas alturas,y paz enla tierra 
hombres de buena voluntad:y a la falut^ 
que el mejor maeftro de la tierra, y del ( 
enfeño a fus al legados,y fauorecidos,fu 
2irles,q quád^> entrafien en alguna cafai 
fen:Paz fea en efta caía< Yerras muchas y 
lesdixo: Mi paz os doy » mi paz os dcy< 
fea Co vofotros,Bicn como joya, y pren< 
da y dcxad de tal mano,joya q fin ella ^ 
tierrajuíenel cielo, puede auer bien a){ 
£fta paz es el verdadero fin de la gucrn 
lo mefmoesdezir armas, que guerra* P 
puefta pues efia verdad,que el fin déla gi 

c$ la paz^j^ q co eAo haze ventaja qi fin < 

Je 



ninguno w 105 4 gicucuaw^w ♦v 
oieffen por loccAntescomo te 
:ranCaua,lleros,aquig ion aneja 
cfcuchaoan de muy buena gana 
),diz^ndo;Digo pues,quelos cr 
ludíante fon eltosjPrincipalnítét 
3 porque todos fcan pobres,fino 
te cafo en todo el eftremo que p* 
luer dicho q padece pobrc^a^m 
noauíaque dezir mas de íu ma 
rque quié es pobre,no tiene cofa 
jobraa la padece por fus parte! 
e,ya en frio,ya en deínudcz^ya c 
),Perocon todoeflb no es tara, 
ifjq fea vn poco mas tarde de U 
las fobras de los ricos, q es la m 
Jel cftudiáte, efte q entre eilos i 
lafopa,y no les falta algu agenc 



tf4 Qiiarta parte de don 

la buena fuerte tes depara aigú báqucre. Pop 
«fte camino que he piotado.arpercydifíicul- 
tolb.tropí^andn aquí,cayciido al li,leuantan 
doie aculla.tornando acaet acá, llegan al gra 
do q deíTcaaicl qual a¡^ádo,a tnucliüs hemos 
»iflo(q auiédo pairado porcftas Sirtes, y por 
cílas Scüaniy Caribdis>coiiio Ileucdos en bue 
1o,de!afauorable fortuna) digo qloshcnioí 
vifiomiiidac.y gouernarel mñdodefdevna 
filla.rrocada (o han-.bre en harcura, fu frió en 
tefngcriojfu defnudcz en g-ilasy fu dormir en 
vnaeftcraienrepofarenotandasiy damafcos. 
Premio juílamente merecido deíu virtud,pe- 
ro concrapucftos»y comparados fus trab:i)oíi 
con tos det milite guerrero, fe quedan muy a- 
ti'as en todojcomo aoradire, 

CAP. XXXVIII. QVE TRATA. DEL 
curjofodifcurfo que hizo don Quixotejde 
Usarmasjy las letras. 

PRofiguiendo don (>¿¡xote,dixo : Puti 
cometamos en el cítudísnte por la po 
brc<;a,y fus parecí, veamos fí es roas ri 
co el foldado. Y varemos q no ay nin- 
guno mas pobre en la mtfma pobrezii 
porque efla atenido 3.U mifcria de fu paga ,q 
vÍcoe,9 tarde o núca,o a !o que garbeare por 
fu&natwi^CQauQUic>V<b'^Ni^«k^*lA<vi^d« 



Qníxotcíle la \f ancha. ffS 

fu cóciécia. Y a vczes fuele fcr í\\ defnudcz tan 
ta, q vn coleto acuchillado le íirue de gaia, y 
d camira;y en la mitad del Inuierao fe fuele re 
parar de las inclemécias del cielo.Eftado eol« 
capaña rafajcotí folo el aliéto de fu boca, que 
^como Tale de lugar vazio»tengo por auerigua 
do q deue de fahr frío cótra toda naturaleza j 
Püss eíperad q cípere que llegue la nocheipa* 
tá reftaurarfe de todas eftas incomodidades^ 
cnla cama q le aguardaba qual (ino es por ítk 
culpa,iamas pecara de eQrecha,q bien puede 
medir cu ¡atierra los pies q quifiere»y rebol* 
tierfc en ella a hx fabor.fin temor q fe le enco- 
ja las rauanasXleguefe pues d todo efto el diá 
y la hora de rcccbir el grado de fu exercício: 
Jlegucfe vn dia de batatia,q állile pondrán {a 
borla enla cabe9ajiecha de hilas para curarle 
aigú bala20,q quiza leaura pallado las íieoes 
o le dexaraettropcado de bra9o,o pierna.. Y 
quando cño no fuceda^íinoq eitAck) pj^id^ 
le guardc,y confe£'ue,fano,y viuoipédf a fcr q 
fe quede en la mefma pobreza que antes eA^ 
ua,y que fea menefter que füceda,i?íio,y otro 
rencuentro, vna,y otra bátaUa,y quede codas 
falgavécedor,para medrar en aígo^Pero eftcs 
milagros vcíc raras vezcSé Pero dezidme fe ño 
res, íi aueys mirado en cUoí-Quan menos fon 
los premiados por la guerra, que loí que han 
parecida caclÍd?Sfn iluda jluc3!i:4^t.fcSí^^t\^ 



r\W4 



SS6 QnzTti parte de don 

que no tienen compar atió.ni fe pueden redu- 
tir a cuenta ius inuertus,y q le podran contar 
lo< premiados vinos, corres letras de guarif- 
motTodo L lio es al reu^ s enIüsLetradus,pot 
que de ülilas,qae no quiero dezif de oiágis, 
todos titfiíc en que encrcteneiPe. Afsi,que aun 
queesmavoreltraba)iidir>ldado,es mueha 
menor el prcmio.Pcro a cílo fe puede rcfpon- 
derjqueesmasfaciKprcmiaradosmil Lctrí 
do^.quc a trcynta mil Toldados. Porq a aque- 
llos !e premian có darles ofícios.que porfu<r 
^1 fe han dedara!osderuprotefsion:y atflo* 
no le puede premiar.ílno con la merma haíieo 
án del leñora quien IÍruen:y e(lai(npofstbÜÍ- 
:daci.forrifica tnas la razó que tengo. Pero dC" 
xcnos eñok parte.q es laberinto de muy diS 
cu1taMr.il[da,rmobuluanio.s a la preeniiiiécia 
ác I js arr7ias,cócra las letras. Materia que ha 
ftaaoraeftj porau^riguar, fegúTonlas raio- 
hcsqoccada vnadefu parte a kga:y éntrelas 
que he dícho,dirc ¡as K cias,quc lin ellas nofc 
podríSfurtentar las armas Porque la guerra 
cantbu n tiene fu! lev.-S)V e'U fugeta aeilas, y 
que U4 leyes cae debato de lo que fon letra», 
y LetradogAello r^fpódé lasarmaSiquelas 
jeyeí no fepidran fuftencar (in ellas. Porq có 
Jas arm i ^,k defiende i las repúblicas, fe cófcr 
ltÍIO'HRe\|K>s,tet¿,Mudd.uUsCiudadcs»lealle 
ÉUiri \p»cwftiao»¿fi. 4&^^wita.Vi*'»wsa4RCo 



Vass», 



Quitóte de la Mancha* ssf 

farios.Y í¡nalméce,(i por ellas oo fucíTejIasRe 
püblicaSflo^ Reynosjas Monarchias, ias Cm 
dades^los cammoi de mar j tierra, eflariá fu« 
gecosal rigor,y a lácóíufió q trae configo la 
guerra el tiempo que dura>y tiene licencia de 
vfardefus^iuilegios^y defus fuer9as* Y es ra* 
25 aueriguada^que aquello que mascuefta.íé 
eilifha>y deue d eftimar en mas. Alcázar algu 
no a kt emméce en lecras,le cuefta tiempo, vi- 
giltas^hábre^dernudez, vaguido de cabe9a,in- 
digeílíones de e(lomago,y otras cofas a eítas 
aderentes,que en parte ya las tengo refcrtd<i$« 
Mas llegar vno por fus términos a (er bué íol- 
dado,ie cuefta todo lo que al eftudianre^en ti 
to mayor grado,q no tiene comparació,poírq 
a cada paíTo efta a pique de perder ia vida. Y 
que temor & necefsidad y probreza puede De 
gar,ni fatigar al eítudiahte^que llegue al q tie 
ne vn Toldado, que halládorc cercado en ¿igu 
ná fuer9a,y eítádo de pofta^o guat da> en a igu 
rebellin,oCaua!lero, fíente que los eneniigi^s 
edtan minando , hazla la parte don de cita , y 
no puede apartarfe de alli>porninguncalo,nt 
buy r el peligro que de ta cerca le anunaza.bo 
lo lo q puede hazer,es,dar noticia a lu Capi- 
tá de lo que paiTaypara que lo remedie,con al 
gunacótraminay el eft^rfe quedo tcmitndo 
y efperando, quando improuifaméte hade fu 
bir alas nuues íin alas.y baxar al pruíuado &a 



docllo, viendo que cieñe delante de Ci 
miniAros de la rauerce.que le amena: 
coicañonesdeartilleriakaireflandcl 
concrarUjque no didan de ía cuerpo v 
f a*y viédo que al primer dcfcuydo del 
yriaavífitarlosprofúdosfenosde Me 
5^ có todo eñOiCon iocrepido coraron,) 
déla honra ^ le incita t fe pone a fer bla 
tata aFcabuzeria>y procura pafTar por 
chopaffoalbaxcIc6trario.Ylo q ma 
adtnirariquc apenas vno acaydo,d6d 
podraicuaaeat halla la fin del múdo,c 
om> ocupa fa mefmo lugar: y íi cCle tí 
caceo d marsqcomoa enemigo le ag 
oero,y otro, le líiccde, lin dar tiempo a 
¿eruimnerces.valétía.yatTCuitnienCt 
yor que fe pu^dc hallar en todos los tri 



:a inaqaina)y corea^y acaba en v 
lenfiamietos^y vidaide quien la n 
* luengos figlot.YaÍ!iic5fiderád€ 
dczír» q en el alma me peía de 
:(le exercicio de cauallero andat 
leteftabIe,como es efta en q aor 
>rq aunq a mi ningún peligro m 
»)toda via me pone rezelo> p£iar: 
r el efiaño, tre hade quitar laoc 
nefamofo , y conocido por el v; 
9o,y filos de mí erpada,por cod 
Co de la tierra. Pero haga el ciel 
ruidojq tato Tere maseftimado, 
j pretédosquáto a mayores pelig 
:fto>quc fe puíitio losCauallero; 
os paíTados fíglos.Todo eíle la 
jixo do 'Quixotcjcn tanto q los 



f6ó * Qnartap^rt^dccíon 

y bacn dífcürfo,co todas las cofas que Cfátai 
le h juicfle perdido tan rcínacadaaiétcen t 
tándolc de fu negra,y pizmienta caualleria. 
Cura le dixo>que tenia mucha razooien tod 
quantiauia dicho en íauor de las irmas,y 
cUunqLctrado,y graduado,eftaua de fu m 
mo parecer. Acabaró de ce i lar , leuantaró k 
manteles, y en tanto que la ventera, fu hij i, 
Miritormesjadere^au^n el camaráchódc di 
Q¿i!Xote de la Mincha, donde auíá dctermi 
naJo»q aquella noche,lasníiiiger¿sro'aseoc 
fe rccogíejrenrdonFcrnando rogo al cautiu( 
les cocaile el difcurfo de fu vidí, porq no po 
dría fer,íino que fueíTe peregrmo,y guííofo,!! 
gan las mueftras que auia comét^ado a dar vi 
niendo en compañía dcZorayda. Alo qual it 
fpondio el cautiuo,q de muy buena gana ha 
ría lo que fele mandaua^y que folo cemía,q^i 
el cueto no auia de fer tal,que les dieífe el ge 
fto que el dcíf^aua.Pero q con todo eíro,poi 
no faltar en obcdccelle,leconraria;el Cura»] 
todos los denus fclo agradecieró,y de nueufl 
fe lo rogaron. Ye! viendofe rogar de tatos di* 
xo : Qje no eran meneller ruegos adonde el 
mandar tenia tanta fuerza. YaÍM^efté vueftraí 
mercedes atentos y oyran va difcurfo verda- 
dero. a quien podría fer q no lleg líT^n los me 
tirofos, q con curiofo, y penfado artificio fu( 
len cóponerfe.Con eño que dixojhizo que to 

da 



(pitóte de la Mancíta^ f6t 

¿a% fe acomüciaírcn,y le preflaílcb vn grande 
ülcncio» y el viendo q ya callauaii^y eiperauS 
lo que dezir qui(iciTe,con voz agradable>y re- 
pofada,cotnen^o a dezic delta masera, 

CAP. XXXIX. p o N D E EL C A V- 
ciao cucHU tu vida, y rucelTos* .. 

9 

m 
- •• ■ • • 

EN vn lugar d¿ las montañas de León 
cuuo principio mi lina;e» có quien fue 
nas agradecida» y liberal la nacurale*' 
/ayque laibrCu na. Aunque en la e£bre 
che¿a d aquellos pueblas;toda vía al: 
Can^aua mi padre fama de rico » y verdadera • 
mece lo fuera» (i afsi fe dura maña a cdreruar. 
ía hazíendi » como íe la daua en cfaftaila.Y-ia ' 
Condición que ccnia^d i kt libena^y ganador 
le proc;;dio de auer ii Jo foidadio, los años de 
fu JLiuétud.Qae es efcula la ^oldadef€a>doQdo^ 
el mezquino le haze franco,y el franco pcodt- 
go;y (i algunos foldados fe hallan milerablesi 
ion como monftruov, que fe ven raras vezes* 
Paflaua mi padre los términos déla liberali- 
dad,y rayaua enlos de fer prodigo. Cofa q no 
le es de ningu prouecho al hóbre cafado » y q 
tiene hi;os que le han de fuceder enel nóbreí 
y en el fer, Lós^ que mi padre cenia eran tres» 
codos varones^y todos de edad de poder ele- 
gir eftado. Vieijd9puesmipadjLC>^u^^^^!!\ 

Na 4W1 



/€S Q^artá parte de don 

dezia>np podía yrfe a la mano contra fa codi^ 
cioniquifopriuarfe del indrumeco^y caufa , q 
leliazíagaftador,y dadiaofosque fue priuárfc 
de la hazienda^íin la qual el miímo Alexádro 
pareciera efirecho.Yafsí llamándonos vn áig 
atodos tresna folas en vo apof&nto,nos db¿o 
vnas lazones^feme jantes a las^ aora dire.Hí 
joS)para deziros que os ouíero bícn> baña fa- 
ber^y dezir^que foys niishi)o$>y paraencécjer 
que os quiero maUbafta íaber q no me voy a 
la mano,en lo que coca a confcruar vueíla ha- 
zienda«Pucipara q entendaysdefdeaqui ade 
lánte,que oí quiero como padre,y que no os 
quiero deftruyr como padraftro,quiero hazer 
vnacota con vofotros» que ha muchos días q 
ta tengo penfada,y con madura coníideració 
difpuola. Vofocros eftays ya en edad de to- 
mar 'eftado> alómenos de elegir cxercicío,tal 
^ quádo mayores os hore» y apoueche y lo q 
he pifado^es hazer de mi hazicda quacro par 
cesólas tres os darc a vofocros^a cada vno lo q 
le tocare,(]n exceder en cofa alguna^y co la o- 
crame qdare yo»para viuir,yruft€ncarmcslo9 
días que el cielo fuere feruido de darme de vi 
da«Pero querria)que defpues q cada vno cu» 
liiefle en fu poder la parce q le toca d fu h»zié 
dz^ñguiefft vno délos caminos q le díerc« Ay 
vn refrá en nra Efpaña» a mi parecer muy ver 
¿adcroicooio codos lo io>por (er letecias brc 



« 



u^c 



Qjtiíxote de la MandiÜ fS^ 

üesifacadas de la legua, y diícreu experiencu 
y eí q yo digo,dize:ygleíiaiO tnar^ocafaK^al: 
como lí mas ciaramcnc« díxera«Quíé qmdere 
va{er,yrerrico^í]g'j>o la YglefiatO oauegue^e- 
xcrcicando cl arce deU mcrcácia^o entre a 1er 
uir a los Re yes en i'us cafasiPorque dize.Mat 
vale migaja de Rey,q merced de fcñor. Digo 
eilo^porque c)uerria,ycs mj volúcad^quevna 
de voíbtros ligaiciTc las leerás» cl ocro la met 
canda, y el ocro/iruiefle al Rey en laguerra^ 
puesesdííicultoíb enerar a feruirle enfucafa; 
q ya q U guerra no de muchas nquezas^fuele 
4ar mucho valor y mucha faQia#.Détro de o« 
cho dias os daré coda vueftra -parce en dine« 
rosyfin defraudamos en vn al:dj[ce>conio lo ye 
rey s por la obra. Dezidme aora^fi quer eys fe* 
guirmiparecer,ycoreja,ea lo 4 os he propue 
Qo: y mádádome a mi por 1er el mayor q reí? 
pddieífciDefpues de auerle dicho q no fe deP^ 
hizíeffedelahazi¿da,íino qgaftaífe codo lo ^ 
fueíTefu voluncad,q nofocros eramos mo^os 
pararaberganarlatvineacócluyrienqcúpijría 
fu guUoiyq el mío craieguir elexerciciodJaa 
grmas,(iruíédo cnel aOios,y a ipiRey^filírgu 
do hermano»hizoIosmefcDOf ofrecimiécos» y 
efcogio el yrfca las lodiasillcuádo emplead* 
la hazieda q le cupieíTc. £1 menor,y a lo q yo 
creoflmas di(crero,dixo q quería feguir la I^ 
gleíui^o yrfe aacabar fus comé^ados efti\diót 



jrC4 Qoarta parte de don 

a Salamanca.Arsicomo acabamos de concor 
daroosy y cfcoger nucltros excrcicios, mi pa- 
dre nos abraco a codos ^ y con la breuedad q 
dixo»pu(6 por obra quanto nos auia prometí 
do^y dando a cada vno fu parce, q a lo que k 
ftieacuerdaifueroncada tres mis ducados en 
dineros » porque vn nucitro ció cópro coda la 
hazienda^y )a pago de concado,porq no faiicf 
fe del croncode la cafa. En vn meímo dia nos 
defpedimos codos crcsdenueftro buenpa- 
dre,y en aql meímo,parecicndome a mi fcr io 
humanidad^ q mi padre quedaíTe vitjo> y con 
tan poca ha2ienda,hize con claque de mis tres 
mil comaíTe los dos mil ducados , porq a mi 
me baftaua et refto, para acomodarme, de lo 
q auia mepefter vn Toldado • Mis dos herma*' 
nos mouidos de mí exemplo, cada vno le dio 
mil ducadoSéDe modo» q a mi padre le que< 
daron quatro mil en dineros, y mas tres mil, 
^ 9 lo q parece valia la ba2ienda q le cupo , q 
no quilo vender,íino quedarfe con tila en ray 
ze^Digo en fín,q nos dcfpedimos dcl,y de a* 
quei nueftro ció ^ he dícho.no fín mucho íen 
tiniíenC0)V lagrimas de codos^encargandonos 
^ les hizieíremot úiber , todas las vezes q hu- 
uieíTe comodidad para ella,de nucftros fucef 
fos,profpcro5,o aduerfos. PrometimosieJo, y 
abra9andonos.y echándonos fu bendición, el 
vno como el viagc de Salamanca > el otro de 

Seuilla 



Quíxote de h Mancha* s^f 

Seuilla.y yo el de Alicantes adonde tuuenue* 
uas q auia vna ñaue Ginoueía , ^ carg;iua allí 
lana p^ifa Genoua « LOc liara vcynce y dos a* 
ñosyqralídccafj d nfíipadre^yen todosellof» 
puefto q he efcrico a igunas carcas» no he £abi- 
do detsni de mh hermanos nueua algupa .'Y 
lo q en efte difcurfo de tiempo he pa0ad<H lo 
diré breuemente. Embarquemc en AlicancCy 
llegue con profpero viaje aOenouttifuy défde 
allí a MilSidode me acomode de armas» y de 
algunasgalasdc Toldado , de dode quift yr á 
adentar mi pla^a en Piam6te,y eftaridp yá de 
camino para Alexandria dcla Palla,tfiue nucí' 
lias q el grá DuqúedeAluapaífaüááFlides» 
Muae propo(ito,fuymecó eljcrúiíe cnláltibr 
nadas q hizo,haIleni¿ en la muerte de losCo 
d ?s de Eguemenó^y de Hornosialcance a kt 
A I 'erez de vn famofo Capitán de GuadalajA 
ríi llamado Diego de Vrbina.Y-a cabo deal- 
gú cíépo q llegue a Fládes, fe tuuo nueuas de 
la iigdsq lá Santidad del Papa Pió V. de felice 
recordacionsauia hecho conuenencia con £C- ««^ 
pana, contra el enemigo comiítq es el Turco« 
El qualenaql mcfnio tiepoauia ganado con 
fu armada, lafamofa lila de Chiprés qeftaná 
debaxo dcLdominió de Venecianosy pérdida 
lamétable,ydefdíchada. Supofe cierto que ve 
nia por General defta liga^el fcrenifsimo'dot\ 
luM de Aüñría,hctmMO natutá\de.tiu^%t^ 



'fSS • Qnaitaparie de ion 

buen Hey don Felipe. Díiml^ore rl prat dlM 
mo aparato ile guerra que te hazia. Tcii(»io 
qual tne incilOfycomitionio ci anin>o,y cIdeC 
feodcvcrmceii la jorrada qiK fe efperauajy 
aúqueteniabarrúcos,ycafipronicílas ciertas 
"de que en la primera ocafió que fe ofrectcíTe, 
feria promouidoa Capícan,jt quife dcxar to- 
.(io,y vcnirmcjcoiroipc vine a Italia.'V quifo 
mi buena fucrrcjque el leíiur dóluád Aufítii 
#cabaua4e ¡legara Gtnou.i.qu'epafT'auaaNa 
f olesiajútaife con la aricadadeVcjieciaiCO 
mo defpuei lo hizo en Metiu:i Digo en ñ'h^ 
yonvch^IíeenaqiiaLciicirjimaíornada.vahe 
.c.|}u<>'3picidc infantetiiíacnyo Iionorofocar 
g^fucíubip-mi buena fucrtcmas que mis itk 
.retiniú'itos.Y aquel di3,que focparj h Chri 
ftúnd3d_tjii dichofo.potquc en e! fe defcnga 
.noel miídojy codas fasnatíonrsjd") error en 
queeílauaiiicreytndoqueíosTurfojcrariin 
tieticibles [wr la mar en aquel di.i.Digo áóéi 
qiíqcI«ríí"llo,yfobfriiiaOrofiTaiia,Cii;tbr5n 
tada,ertre tantosvci!tuioícs,ccmo al i hutio. 
f urque mas ventura tuuicroii los Chriíliano! 
que allí í'iiirieron,que los que v!uoí»y vcnce- 
dgriisqdaron.Yü fuJo fuy cl deTdichsdcpues 
en íábio ác qiic pudiera erp¿rar,íi facra en 'oí 
Romanuü figlos alguna nana! corona , me vi 
flqne!Uíioc-\^c,c\wtCie.viio ata f.'.ino(b dia.con 



C^iítote efe h Ala nchié fí^ 

« 

dedafucrte-.quc auicndoelVchalíReyde At 
gel,atrcaidoiy venrurofo Coírarío,enueílída 
y rendido la capitana deMalca»que fblos tres 
cauaUeros quedaran viuos encllá,y eílos mal 
heridos^acudío la capitana de IiiSAndrca a (o 
corrella^enla qual yo yua c6 mí compañía, y 
hazicdó lo que deuiá en ocafion femejance GU 
te enla galera cdtraría,1a qual deíuiandoíe de 
la que auia enueftido,oftoruo q mi^foldados 
me (iguie(I%,y afsi me halle fofo entre mis ene 
xnigos,a quien no pude reOftir por fer tantos 
en fin me rindieron lleno de heridas. Ycomp 
ya haucys fcñore* oydo dczir ^ que ti Vchali 
fe faluo Ca toda fu éfquadra, vine yo a cjuedar 
ca'jtttio en fu podqr »y folo fuy el triftc entre 
cantosalegtes y ¿i Cauti'uo entre tantos libres 
pürque fueron quifíze milChriftianos los que 
aquel dia álcarícaron la dcflírada libertad^que 
codos venían árremo enlaTurqueza armada^ 
Licuáronme a Confian titnopl a, donde el grS 
Turco Sélih^lvzo general de la mar a nii amo 
porque áinaHechoTtideuér enla batalIa>auiS 
do'lleAÍ3da{3'or'maeftrac|e fu valor, el cftan- 
• darte déla tfeíigioiri de Malta. Hallemeel fe- 
gañdbSrtto;q[tc fnctt de fetctíay dos, en Na- 
ti ar}ñt>iBtf^}db eñ la capitana de los trésfana 
les; Vi,f nbtc la ocafi5 qut aiíli feperdiOjde no * 
' cogei* enei puerto toda fá áf híiidaTiírqücfca* ' 

For^ucí£tííd*JDfle8««!^y'Stw^ 



^ •/' '; 



denode otr^ maiiera.no por culpa,n 
do del General.que a los nucrtros re¡ 
por los pecados de la Chrilhanidad 
quiere,ypfrm¡teDies,qiic tengamos 
verdugos que noscaflíguen.En cfcta 
]i fe recogio'aMadon,que es vna Isla 
junto a N -lUaríu , y echando la gt n te 
rájfortificio la boca del puer:o,y c (tu i 
do, hsAa que el fcñor don luán le bo 
eíU viage le tomo la Gálera>quc fe 1 
prefaide quien era Capití vn lujo de 
rnvfo Co(r«río Barba Kczs: tomóla 
tanadcNapolei,]lamadal3 Lüba*re| 
squet rayo de1agucrra,por el padre d 
dadosiporaquelventurofoty lamas 
Capitán dóAluaro de 3a^aD,Marqu< 
U&nz Y no quiero dexfr de: dezirl' 



r» ««»« 



'»/ 



>s a Coiiftaotinopla>y el año fi( 
le íccenta y eres le fopo en eliaj 
ió luáauia ganado aTuneZjVq 
I Rey no a ios Turcos^y puelloseí 
ú a Muley HametsCortando las< 
e de boluer a reynar enel tenis 
lida» ej Moro mas cruel»y.noas v 
j el múdo.Sintjo mucho cftaper 
jrcoiy vfando de la íagazidad qc 
le fu cafa Ciené,hízo paz con Vec 
mucho masque ei la dc(IVauan. 
iéce de Tetera y quatro» acometió 
r aIfuerte,quejuncoaTuncZ(aiiJ 
dio leuancado el kñor don luac 
:os traces andaua yo al remo»fio 
libertad alguna;alomenosno el 
a por reícate i porq tema deterc 



-T- 



í 70 Qaarta parte de don 

de gente 9 co tantas municiones y pertrechos 
de guerra,y con tantos gaftadores,que co Ia< 
manos-y a puñados de cierra;, pudiera cubrii 
H Goleca>y el Fuerte,PerdiofeprímcFolaGc 
letaitebida hafta entonces por hexpugiiaUe 
BO íe perdió por culpa de íiis defenfores ) loj 
^iiálj^s hizicron en fu defenfa todaaqueilo i 
^eüíaciiy y^ptsdian; fino pOtque la experiencia 
fhoftróJarfacÁídadóon que fe podían leuStai 
trintheas en aquella defierta arena , porque^ 
dospalmo&tb hallaua agua)ylosTurcos no in 
hsÁlñt^ dos.varas:y afsí co muchos faco s ái 
áretAkaStar&Ias trincheas tan altas q fobr( 
t>a7«ütt^Us murallas de la íuer^á^y tiradole 
aCa(iall«ro,nuiguna podia parar» m afsiftir 1 
la deféTa^Fíic común opíni5^que no fe auiá d 
encerrar los nueArosenla Goleta^íino eípera 
en campañatal defembarcaderotylosque eft 
dizén jhablan de lexosj qon poca experienci 

decafosTemejantcsiporque (i en la Goleta, 
en el fuerte apenas aula íiet^ mil foIdadoS)C 

' mópodia tan pocanunKro(aiíque mas esfc 
9ad6s fueíTenXalir alacámpáña^y quedare 
las fuetcas,cotra tSco como era el délos eii( 
tnigos? Y como es poftible dexar de perder 
fiier9as q no e« focorrida^y inas^aádo la ct 
can enemigos muchos^y porfiados,y cnfa a 

¿ ma tí€irra.FeroamuchoS'te>it'afecio,y afsí a 

pareoo «mi^^ucfue pattíciitar gvaciaiy mt 



CViÍTOtcde h Mancha. fjt 

Cerque clucíühizoa hfpaña, en permitir, q 
fe aiío^ne aqlla officina y capa de matdade^^ 
y aquella gom¡a,ocfponja, y polilla de la roft^ 
tildad de dineros3que alli fin prouecho ie ga« 
ilauá)fin reruirde otraco/a,que de conferuar 
ia memoria d aaerla ganado,la feliciísima del 
inuíairsimo£mperadorCar!osQtiinco,GpmO 
li fuera meneñer para ha^^erla eterna (como 
to es^y fera)qi}eaqueIiaiÉliedras ia fiiftétará^ 
Pcrdiofe también el Fuerte,pero fücronlo ga 
nado losTurcospalmo a palmo^ porque lo$ 
foldados que lo aefendian,peleáron can vale 
rofa y fuer temen te,quc paflaron de veynte y 
cinco mil enemigos lo« que marar^ en veyn^ 
te y dos aíTaítos generales que Ie5 ct^ró. Nin 
guno de los foldados cautíuaron fanos;,de tre 
cientovqus quedaron viuos,fcnal cíerM,y cía 
ra de fu esfuerzo, y valor , y de lo bien qne fe 
aoian defenclido,y guardado fus pla^íS/Rín- 
diofe apartido vn pequeño fuerte , o torre q 
eftciua en mitad del eftaño, a cargo de dó loS 
Kanogucra,Cauállc ro Valéciancy famofo fol 
dado.Cautiuaro a don Pedro Pwertocarrero, 
General déla Goletascl qual hizo quanto fue 
pofsibIc>por defender fu fuer9a:y fintio tanto 
el auerla perdido^q de pefarimurío en el can)i 
no deC5AátinopIa»donde le Ileiiauncautiuo« 
Cautiuaro aníi mefmo al General del Fuerte, 
quf (c]}awMM,G;ibrio CerbeUon^Csivx^Xtxo 



|7* Qtiartá parte de don 

Mílaitei -grande ingeniero^y vs^leotifsimo fot' 
áááo. Murieron en cRas do!í fuerzas n:uchai 
perfona^ de cuéc j de las quatesfuc vna^Pdgi 
de OrtatCauallero dtl hahfto de S 1 uSide có.* 
dtciongenerorotccmo ío modru la fuma libe« 
uUdad qué vfo cd fa hcrniano et íatnofo Iu2 
de ^pdrea deOria:y lo que mas huo lafl'imo 
fa fu snuerte.foe auer muerto a manos á vnoi 
Alarabes,de quien fe fio viebdo ya perdido d 
Fuerte» que fe oirecíero de Heuanle en habito 
d« Moro a Tabarca,q es vn portezuelo,o ca- 
fó que en aquellas riberas tiene iosGinouefei 
queic excrcitan en U pefqaeriadel coral: id 
qualcsAiar&bes le córcard la cabefa^y felá tni 
xcron al General de la armada Turqueicarel 
qual cump ioco ellos nueftro refrán CattclU 
Do:Q<ie auque ía travcion aplaze, eltraydoi 
fe abfjrreceij afsi fe dizc) que mando el GeD< 
ral ahorcar a los q fe truxcron el prefentc>po: 
que no fe le auian craydo viuo.Entre losChr 
flianós q en el fuerte Te perdieron» fue vno 11; 
madodo Pedro deAguilar natural no fe de c 
lugar de) Añdaluzia^eíqual auiafido Alfcrc 
en el fuertcfoldado de mucha tuenta,y de r< 
ro entédimtento:efpcctaÍmente tenía particc 
lar gracia enloq llama PocfiJ^Digolo^porqu 
fu fuerte le cruxo ai mi galeraiy a mi banco»y 
icrefcbuode mi mermo Patron:y antes qa 
DOS partieflfemos de a^I puertoi hizocfteC 

ualler 



Qg[ixotií de ta Mancha* íí$ 

ro dos Sonetosia marera de epitafioSsCl 
1 la Golcta>y el otro al Fucrte.Y ca ver- 
q los cengo de dezir»porque los íe de me 
ia»y creo que anees caufara guilo^que pe« 
Hibre* £n el puto que el cauduo nombro 
l^edrode Agiiilirjdon Femado miro a 
amaradas>y codos eres fe íonrieto: yc[ixÍ^ 
ego a dezir dlusSonccos,dixo et vno:.Aa 
¡uc vueftra merced paffe adelántenle fup^ 
) ediga,que fe hizo elTe do Pedro 4c Agut 
{ue ha dicho?Lo que fe es refpodío el^au 
,q ai cabo de dos años que efluuo eñ C6 
íiopia)fe huyo en trage deArnauCe,c&;Vj9 
*go eipia, y no fe ñ vino en Jibercad: püé(^ 
ue creo que (i , porque de alli a vn año vj 
1 Griego en Conft;)ntinopla>y no le pude 
;unrar el fuceíTode aql víage. Pues no'fue 
odió elCauallero^poi que c íTe don Pv dro 
\i hermano» y ei)a aora en nueÜro lug^r, 
io,y rico,cafado,y con tres hijos. Grí>ciaa 
dadas a Dios díxo el cauruio^pc^r randas 
cedes como íc hizo? porq n<» ay en ía tice 
onforme m¡p3rccer)conCf neo q fe iguale 
cancar la iib;;rcad perdida. Y mas,repiicQ 
iuaiie^o qué yo íe losSonctosqiiemihcr 
lo hi20«Ütgaior$ pues v.m.iÜxo el cautiuo 
los fabra dezir mejor que yo.Qüe me pía 
eípódío el CaualIcro;y ti de la Goleta de 
ifiu 



y?4 Ojiarta paite de don 

CAP. XL, DONDti SE PROSI- 
gue Ulúdoria del Ctuiiuo* 

SONETO. 

ALmas d¡chofas,í¡uc del mortal velo, 
Libres y efrcntas.por el bienquc obridcl 
Dcfde \í baxa ciérraos leuantades 
A lo masalco.y lo mejor del cielu. 
y ardiendo en íra,y en Iionrofozclo, 
DeloscucrposIafuer^aexercítafleSi 
Quccnpropiuylangre agena co'ordíl:! 
El mar vcziiio,y acenofo (uelo. 
^i imero que eí valor.falta la vida 

k£n los canfadas bra^CiS,que tnurícndO) 
* Con fcr vencidos Ueuan la vicoria. 
Veíla vueílra inoctaljCriíic cayda. 

Entre el muru,y el hierro os va adquirié J J 
Pa[na,qLie el mudo os da.y el cielo glotii. 

m DeíTa müruia manera le fe yo, dixo el cauíi 
Uo.Puesel del Fuertc.fi nial lio me acuerdo, 
dixo el Caiiallero,dÍ2e afsi. 

SONETO. 

DEentre efla cítrraefteril.derribada. 
Dcílos tcrronts poc 1 1 fuelo ecludoi» 
Las almas íanus it ut^uúl toldados. 



IXBÍxócede la Manclia f^^ 

Subieron viuas a mejor morada. 

hiendo primero en vano exercicada 
La fuerza de fus bracos esforzados» 
Hafta que al fín de pocos^y caníadps 
Dieron la vida al^Io de la efpada. 

If^fte es el fue lo que contmo ha fido 
De mil memorias lamencables llena 
£n los paíTados íigIos,y prefentes» 

Mas nomasjufiasdefudurofeno» 
Auran al claro dido almas fíibido» 
Ni aun el íbítuuo cuerpos tan valientes^ 

ffNo parecieró mal los Sonetos^y clcautiuo 
e alegro con las nueuas que de fu camárada 
e dierG:y proíiguiendo fu cuentOfdixo: Ren« 
lidos pues la Go}eca>y el Fuércenlos Turcos 
liero ordé en defmancelar la Goletasporque 
:l Fuerce quedo cal q no huuo que poner pot 
icrra:y para hazerlo co mas breuedad,y me- 
los craba)o>la minaron por eres parces » pero 
ron nenguna fe pudo bolar lo que parecia me 
IOS fuerce^q era las murallas viejas, y codo a- , 
fuello 4 auia quedado en pie déla forcifícacia 
lucua^que auia hecho el Fracin,có mucha fa- 
lilidad vino a cierra^En rerolucionja armada 
>oluio a Confl;ancinopla»Criüfance>y venced^ 
>a:y de alli a pocos mefes murió mi amo elV-* 
ihaliial qual llamauSí Vchali Farcax^q quiere 
^zjr ea lengua Turqu6fca:£l c^nsg^;\doTv;xo 

fe' 



S7^ Quarta parte de don 

fotporq lo erary escoftumbre entre los Tul 
cos>poner(é nombres de alguna falca qu:: co 
gaa,o d alguna virtud que en ellos ay a* Yeftc 
cs.porque no ay entre ellos (ino qaacro apell 
dos de linage^jque decienden de la cafa Oto 

inana;y los demas)Como,tengodicho,comafi 

nombre»y apelido.ya délas cachas del cuerpc 

y ya de las virtudes del animo: y efte Tiñoib 

bogoelremOj(iendoerclauodelgráreñor,ca 

torze añossy a mas de los trevnta y quatrocf 

fu cdadjtencgOfdc defpecho de que vnTurco 

eftando al remoje dio vn,bofetó,y porpoJer 

fc vcngar^dexo fu fe;y fue canto (u valor , que 

(mñibirpor los torpes medios y caminos q 

los mas priuados del gran Turco fuben,vino 

a fcr Rey de Argel, y defpucs a fer general át 

Ja mar, que es el tercero cargo q ay en aquel 

feñorio. EraCalabres de nacioo,y moralmccc 

fue hombre de bie,y trataua có mucha humi 

nidad a fus cautiuos, q 1 ego a tener tre$ mil» 

los quales defpuesdelu muerte fe reparticró 

como el lodexo en fu tcftamento.entre el grá 

feñor(que también es hijo heredero de quiti 

eos mueré^ y entra a la parte co los mas hijos 

quedexa el diffunto)y entre fas renegado$;y 

yo cupe a vn renegado Vencciano,que (iédo 

grumete dü vna naueje cautiuo si Vchali,y le 

quifo tanto^que fue vno délos mas regalados 

garzones fu^ os,yeWinoaícr el mas cruel rene 

¿ado 



°» nicd/os de ayr.ff''* ^"^ 

"•"g"cf;.efredebf/rfl^^''*í"¿ 
V^Wa.euccrr7¿iw'«^«.eóe 



f 7 1 Ouairtá paree de áob 

q^ádo fon de refcate^porquc alii los tíeoe ho 
gadosy y feguros, hafia que venga fu rcfcare 
T amblé los cautiuos deRey» que fon de ttíc 
tef no falen ai trabajo c6 la demás churma, & 
DO es quando fe carda fu refcate.que encóceii 
por hazerles que efcrjuao por el có mas ahiii' 
co»los hazcn trabajar, e yr por leña al monte 
con los demás , q es vn no pequeño crabajoi 
Yo pues i era vno de los del refcace 9 que co 
mo fe fupo que era capícá,pueüo que les dixe 
mi poca polsibilidad, y falca de hazienda , no 
aprouecho nada para que no me pufíeílen en 

. el numero de loscauaiJcros^y gcce de refcate 
puíiecome vna cadena^mas por feñal de rcfca 

^^que por guardarme con día, y aísí paflaua 
ik vida en aquel baño^con otros muchos caaa 
íleros.y gente prmcipal/eñaiados , y tenidos 
por de rcfcate.Y aunq la hambre,y defnudcz 
pudiera fatigarnos a vezes» yiiü caíi fiempre, 
ninguna cofa nos facigaua cantu« como oyr ly 
ver a cada paúTo.las jamaaf viíias ni oydas era 
cidades q mi amo vfaua con los Chri(Uanos« 
Cada dia ahorcaua el Tuyo « cmpalaua a ettci 
deforejaua aq!:y efto por tá poca ocaíid, y ú 
fin ella^que ios Turcos conocían que lo hazía 
fio mas de por hazerlc^y por fer natural con- 
dición íuya fer oniicida de todo el genero ha 

. mano . Solo libro bieii con el vn fo ídado ^f* 

:^o|JllamadOj tal de ^aauedra^ elqual coa 

auc( 



r-y, , % / 



Qgíxoce de la Mancha; jTJry 

aaer hecho coJQis que quedará eo la memcriá 
de aquelláigences por muchos años^y todas 
por alcS^at libercad)}amas le dio palo»Di fe ló 
mado dar,ci le dixo ninguna ntala paiabra:/ 
por la meñór cofa que hizo¿ cerníamos todoi 
que hauia de fer empalado, y aTsi lo cernió eí 
mas deslía vct:y íinó fuera porque el uempo 
too da lugaff yo dixera áora algo de lo que ci- 
te roldado hiiói que ¡fuera parce para encrctó 
herps,y admíraros>harco mejor 4 con el cuen 
to de mi hiftoria. Digo piiiesi que ebcima del 
^acio de nüefti:a pri(ion>cahíi las vencaaas dé 
la cafa de vh Moro ric0)y principalfias qúalci 
tomó dé ordinario fon lai dcloi Mbros^rnaa 
eran agujeros que ^ehcánásíy áub ieftás íe cit 
blian con ceíofias chüy cfpj^ifaS, y apretadas. 
Acaeció püesi que vn día eftañdó en vti tetra« 
«do dp mieííra prifíon^ con ^otrós tres compa- 
fieros, haaiéñdo prueuas de lalcar con láscá'^ 
denasipor encretener el bempo^eüádó jfolos^ 
|>drq ccklós los demás cauciiios Chriíliano i 
ijue euel baño eftauá auian falicto a craBa/ar^. 
álcp a caJTo ids.óiosiy vi quepoi: aquellastet 
iradas yécaniiiás que he di¿hó> parecía vha cá 
jia,y ai reniate d<eilá pueftoyn Jieh^oiácaiíoyy 
la caña (e eftatiá bládeando^y m^nieñdidre^cá 
fi como fí hiüt^a feña^Sxqq^ llé^áQecnbs i co« 
iriarla.Miramos ch ell6»y Vnb dé tos qué cbii 
ini^o eíLuiaifue a ppnccrc d^ba^o d^ Ú^14^ 



fSo Qdftrta p artedc don 

por ver ñ la folcauan^x) ]ox)ue haíian:pero ai 
íi como Ikgo alearon Iacaña> y la mouicró ^ 
los ¿o> 1 :UÍo5,coino ii dueramnOsCon la cjb< 
^a.Borüi\/íu e] Chtiíliano^y torna rula a baxai 

Íhazcr los mefmos mouimícntos q primeroi 
ue otro de mh compañeros > y íucediolc la 
mermo que al primero. Finalmente fue el ccr 
ceroiy auinole laque al primero> y al fcgñdot 
Vicdo yo cíto,no quife dcxar á prouar ia fuer 
te^y afsi como llegue a ponerme debaxo delí 
canalla dexaro caér^y d;o amis pies deero del 
baño:acudi l\iegb a dcfitar el héco) en el qual 
vi vn tiudoiy dtfñbro del venia diez zianiys, q 
fon vnas monedas de oro baxo > que vían ios 
Moros^q cada vna-vale dic2 reates délos nue 
ftros.Si me ho7gue co el hallazgo, no ay para 
que deíirlo,pues fue tanto el contentoComo 
la admiraci6 de penfar de donde podía venir 
nos aquel bíéyefpecialmf te a mi,pues las mué 
firas de noader querido folrár la caña, fino a 
mijClaro dezian q a mi (e hazia la merced. To 
me mi bué dinero>qiiebre ia caña^boluime al 
terradilio>niire la rétana) y vi q por ella fália 
vna muy blSca mario^que la abrián y'cerraul 
muy áprífia.Cór>eftoentendinKÍs,o imagini 
mo^ I qüeáF|;tiha muger que ¿ñ aquella cafa 
viuia.nosdeutadcliauer hecho aquel bencfi* 
ao,y eti (c^ñar^e que lo agradecíamos , heti- 
mos zalemas^ vfó de Moros>ÍQclinaQdo la ca 

be$a 






-g« «mas mugetcí fus meGnos 

•n tana donde nos auia aparece 
nacdusen ,„^j^ P 

Poco.m otra fcñal alguna YaL 



ua,yen(rócada vno prímeraque yo,( 
mos tres q eftauamos, pero a nio^t 
dio tacaña liao a ini,porque en Ikgj 
dcxaron cacr.DeCice el nudoty baJe 
elcudosdeoro£rpañoles, y vtipape 
en Arauigo, y al cabto de lo «(critf> hi 
grande CruK.Bere la C^ »z> cerne Jos 
boiiiioie al cerrado, hezimos todos 
zalemas, torao a parccec la tnano, h 
4 keria el papeI,cerraron la ventana 
mof todos confufos > y alegres cod I 
do; y como pínguno de nofctros no 
elAr^ttigo.era grande el dcíTeo que t 
deentenderlo que el papel contení: 
yor la díñcuI^d de bufcsr quié lo le; 
na yo me determine de fiarme de vn 
do» natural de MurcU,que fe hauia d 



'« "cn <jcJJas,a cafo ., j^^ j" «' 
»w JOS caütiuao, guran fu* fí- 

Otro. ,y q„c,S,S« ¿1 
■oirjn con b„,„ ¡„^™ ,M 

I te dicho era cft^ «I, • . 



S9^i Quarta parce de don 

y.qae íi quería que me lo declaraíTe palabra 
por paiabraique le dieíTe cínta,y plutnat PQr- 
que m^jor lo hakfft. Dimosle luego Jo quQ . 
pedía.y el poco a poco lo fue traduciendo ; y ' 
en acabando^ dixo : Todo lo que va aquicf- 
cfitQ en Roniance,(in fa tjr ninguna letraj e$ 
lo que contiene efte papel Mond o^y ha fe de 
aducrtir,que adonde dÍ2;e.Lela Maritn^quie- 
re dezir^isrqeftra Se ñora la virgt n Maria.Lcy 
mos el papel,y dcíia,afsl. 

Quando yo era niña cenia mi padre vna ef- 
claua^la qualen mi lengua me moitro la ZaU . 
Chriñianercaiy me dúo muchas cofas deLela , 
ManeX^CHriíliana murioiy yo fe que no fue 
al f^ego,^no co Alásporque deípues la vj do$ 
vezes^y me dixo q me íuefTe a cierra de CHri- 
fiianos, a veraLelaMarien, ^ me queriamu 
chotNo.fe yo como vayaj,muchosChrift¡anos 
he viílo poreíla ventanajy ninguno me ha pa 
recidq cauallero,fino tu# Yo foy muy hermo- 
fa^y mochacha, y cégo muchos dineros q lle- 
nar cómigo.Mira (u ñ puedes házer q nos va 
mos,y fcras alia mi matido^íi qui(ieres;y íino 
quifíeres,nQ fe me dará nada ^ q Lela Marien 
me dará có qui$ yo me cafe. Yo efcriui cdo^mi 
ra a quien lo das a leer^no re fies por ninguna 
vía de Aíoro 5 porque fon todos marfuzes, 
Deílo rengo mucha pena ^ que quííicra que 

(10 te descubrieras a oad4ei Pi^rq fi m i padre 

lofa* 






^í^^rli^J^^fr^^^^^»^ imanado 
'or ei Dio« ^ *^ *^"" "'"Chas 



]f^Ñ6s,7Cl marco dcfdeaDi Itcafa, 
de tener dpecül, y graiidifsimo cajn 
íti^rmarTe quié en cUa vtuía. Acora 
fí oiefino,^ feria bien refponderal vi 
mqrary como ceniamos quié (o fa^i 
laceo almoinento ti rcDcgadoelbri 
j^óoei ^ yole fuy notando, que pan 
faeró tas que dire> porqoe de codos 
fiftiQ^iales que en efte focelío me i 
rúá.nínguliqte me M ydo de la me 
4un fe me yra eo canco qti,e tuuíere 
e^cOiloqueaUMoratelerefpÓdio 
£1 verdadero Álate giurde>(«fic 
aíluelIabendiraMaricDtqucMU v 
Madre deDios,y es la qae te ha {»» 
ra0 ^ ce Vayas a Cierra de Oiridian 
c( quiere bif.Rucgale niiqua fe fírai 



'P'cn to que prometan •*,-. 
* *>/ ^viarien fa madre fean «. 



/S8 , Quarta parte de don 

mo,tI quai tenia vna foU hija^heredera JetO'» 
da fu háu nda: y que era con^ú opinioa en (a 
da la Ciud.idifer la tn^s h rmufa muger de la 
Berbería: y que muchos de los Virreyes que 
aili venían,! a auian p¿dido por mug;^r>y que 
ella nunca fe auia q<jcrido carar;y que tambié 
fapcque cuuo vna ChrilUana cauduasque ya 
fe auia mucrxo^ Todo lo qual cócertaua có lo 
que venia en el papel^Encramos luego en Co 
le jo con el Renegado,en que orden fe tendría 
paraiacar 4la Mora>y venirnos todos a tierra ■ 
de ChrUUanos:y en fío le acordó por encoces I 
que eíperaATecnos al auifa fegúdo de Z^orayda 
q afsi fe liamaualaqueaora quiere ilajnarfc 
Maria.Porquebien vimos^que ella^y no otra 
alguna era la q auia de dar medio a todasiáq 
Has dihculcades^Defpues q quedamos eneftoi 
dixo e 1 Renegndoi q no euuieiíemos pena , q 
el perdería ia vid.i,o nos pondría en libertad,, 
Qjatro días eduüo el biño có gente, que fue 
ocafio que quatro dias tarda (Te en parecer la 
caña:al cabo cielos quales^en la acoñumbraJa 
foledad del baño pareció co eí liento tan pre 
ñado.que vn felicifsimo parto prometía.lncli 
nofc a mi la cana»y el Iien90:halie cnet otro pa 
pel,y cien éfcudos de oroyfín otra moneda al- 
guna. Eílaua allí el Renegado, dimofle a leer 
el papel dentro de nueftro racho>el qual dixo 
que-anfidezia. 

yo 



t^uixote de h Manchd. fi^ 

Yo no kiVñi feñorycomo dar ordéqut nos 
Vamos a Erpaiiatiii Lela Maríé me lo a dicho 
aunque yo le lo he preguntado : lo Kjue fe po- 
dra hazer^es^qae yo os daré por elta vtncan'a 
knuchírsimos dineros de oro,re(cataoá vos co 
ellos, y voeñros amigos, y vaya vno en tierra 
dcChriftianos^y compre a lia vna barca>ybuéi 
ua por Ion drma$,y a mi me hallara en el jar« 
din de mí padre>q cÜa ala puerca d¿ Babaza, 
junto a la marina, donde tengo de tñar todo 
cílc Verano con mi padre,y cpn mis criados^ 
de allí de noche me podt'eys Tacar fíñ miedo¿y 
lleuarmealabárca»Ymira»quehasde ferttií 
tnarído^porque ñno^ yo pediré a Marien qui: 
te caftigue^Sino te fias de nadie que vaya pot 
la barcayrefcacate tu^y ve,que yo fe que boluc 
ras mejor q otro,pues eres Cauallcro^y Chnf 
tiano^Procurafaber el jardín, y quandotepá^ 
fecs por ahí.fabrc q cña folo el baño, y ce ¿4- 
re mucho dinero. Alá te guarde,fenor mió, 

Efto dezia,y Contenía el fegundo papel; lo 
qual villo por todos,cadavno fe ofreció a que 
rcr fer el refcatado, y prometió á yr,y boluer 
con toda puncuatidad>y cambié yo me otreci 
a lo mirmo:a todo lo qual fe opufo el Reoéga 
do»d¡£Íédo,que en ninguna manera confeiíti* 
ria, que ninguno faKeíIie de libertad haíta quC 
fueíTen todos juptosipprque la ex'pericncia le 
auia moílrado^quS makumplia lo^ Vvb\^s\^^ 



porque de lá líbércad alcá^áda.y el 
bo bolüer á perdcrta>Ies borraua di 
i'u codas las obligaciones del müdc 
firmacid dcla verdad (Juc nos dezi 
to breuemeacé vn caCo, 4 <:afi en a< 
tna fazS auia acaecido a vnosCaiial 
.fUaaoSiel lüás eftraño que famas 1 
■quellas partc5,dódc a cada paíTo ( 
tífl de grádeerpancO.y de adniiracii 
to el viaó a dezir.qué lú que fe ^oá 
faazer, era,q el dinero que Te auia d 
refcauralChriílianotquerelodieín 
comprar alli enArgel vna barca<c:pi 
de hazerfó mercader y cratáce enTe 
aqneliacoíUiyquéfieiidoel tenor 
ca>facilnl£ce Te daría cra^a pira faca 
Koiy embarcarlos a todos.Qiiáco n 



^ 



Quucocede la Mancha /9 i 

Irá yr eá corfo:porque fe tefnen»qucel que c5 
^ra barca>principalnieoce fi es Éípañól^ no la 
quiere fino para yrfc a cierra dcChriftianostp^ 
ro qae el facilitaría efte inconuenic nc^tcon ha 
¿erquevo Moro l'angerinofucircalapacte 
cd el enla compañía de la barca» y ep la gans 
dia de las mcrcanciasiy con efta fombrá el ve 
dría a 1er fcñor de la barca.có q dauá por act 
hado codo lo dcmas.Ypueftbquc I mi y amls 
camaradas nos auía paretido mejor lo de cm 
bíar por la barica a Mallorca > como la Mora 
dezia no oíamos cocradczirle, cemcrofos q fi 
tío haziamos lo q el dczia» nos auia de de fea- 
^brir, y poner a peligro de perder las vidas >fi 
defcubrieíTc el craco de Zorayda,por cuya n 
da dieramos todos las nucílrás : y aníí decer-. 
minamos de ponernos en las ttianos de Dio$^ 
y en las del Renegado.Y en aql mefmo puto 
jSt le refpodio a Zorayda» dízicdole que haría 
tnos todo quito nos aconfe/auayporq lo auia 
aduertido ta bi9,como íi Lela Maríé fe Jo hu- 
oiera dicho, y q en tila Tola eítaua dilatar aqt 
negocioso poneilo luego por obra-Ofrecímé 
le de nueuo de fer fu erpofo.y c5 eftd^otro diá 
q acaeció a eílar foto el baño, en diuerfas ve« 
tes,c6 la caña,y el paño, nos dio dos mil efcú 
dosd oro,y vn papel dóde dezía,^ el primer 
Jumá^q es el Vicrnesvíe yua al jardiíxleru pa 
drc:y q aatesqícíueíTciPos dan«;mas dinero:^ 



dláo cf dinero a vn mcrcjder Val 
.alafjzpnfehallaiiacnArgcI.cIqu 
tó de! Re y*, tornándome fobre fu p: 
dola, di; que con el primer bivel t 
deVí'cncia.pagirii niircIcaCc.Pc 
go diera e! dínero.fuera d.i r íüfpec 
que ailia muchos días q mi rcfcaCí 
Argel, y que el Mercader por íus g 
auia calIado.FinalméEcmi amo cr 
fo, que en ninguna manera me atr 
E¡o (e detcmbu falTe el dinero. Bl lu 
del Viernes, que lahcrmofaZorayc 
yr al jardín, nos dio otros mil eicu' 
auifo de fa oartidaTogandooie q ñ 
tafTcfupicfTe luego el jirdin defa pj 
ei) coda carubiifc^ir; ucalion de yn 
la-Kcrpondiíc en breues palabras 4 



'gro que auü, *"/ '«*=' 



^I.DONDETODA V 

>fc Pa/TaronquiWHf»* \ 
» "ucítro Renc¿5o te'i^''*^ 

«üairna muy buena barca, cae 
! mas de ereynca perfona* • „ 

<^g«rar fu hecho?; datL^' 
. como hizo, vnviaí;í,°'' 



hazctlazala*oacomú porenfayat 
Iaa,a lo q pcfaua haze r de veras ; y a 
al jardio de Zorayda,y le pedia frut 
dre reladaoa fmconocelle: y aunq e 
hablar a Zorayda,conio el defpucs 

Írdezílleqeleraelqpor ordé mjal; 
leuar a tierra de CiiriíHina3,qc(lua 
tenta y fegura, nunca le fue pofsiblc 
Moras nu fe dexan ver de ningii Mo 
co,lino es que fu maridu, o fü padre 
den. De Ciuiltianos cautiuos (e dcx; 
y confii]mcar,aú niai de aquello q (e 
nable: y a mi me liuuiera peíado q c 
rahabIado,qui: qiii^a laalbofotará,' 
fu Q>gocio andaua en boca de renegí 
roDiosqueioordcii&uadc otrama 
dio lugar al buen delfoo qnueftroRi 



)do$ valientes hombre* de ttá¡ 
s que mas libremente podiaiii 
dty no íuc poco hallar tancoj e 
uí4rí,p,orquc cftauan vcynte b 
hyík «ui»n lleuadotoííalaeéti 
te^no íe;haIlaran.íinofncraflU( 
do aquel Verano íín yt en cotí 
galeota que tenía en Arflillen 
ío.Jes.dÍjte otraxofa^Oapá el i 
c« cnla tarde fe falielfea'roo a 
unitity fe fueffen la bá«l(a del 
ftnorato,y que alli me ^^goarda 
ueíTe. ^cada vno'dí ¿íicauiíb 
rdé»que aunque alli viclien áu 
•no les d^xcíTen, fino que vq iS 
erpcrar en aquel lugar.HccIíJ 
i.me faltaua hazer otra,que «ra 
>nuenia.v era U H» «...r^. . '7.'- 



Ha enere ciutluos,}'Moros,quc ni c 
niCaftcI]ana,nide otra nació algún 
ttiezcU de todas las lenguas, có la t 
nos entendemos. Digo puei,q en i 
ra de Irügáajeme picgüto , que qi 
cnaqueMitiardin,y de quien era>R 
(^cirra cfciauo de Arnautc Mamif 
qué fabiayo por moy c;erro,que ci 
diTsimo zmT^üruyo)y q bufcátradc 
u'as para hater enfilada. Pregunte 
corifíguience,n era hóbrc de rcfcate 
qaito pedia ini'anio pur mi. Eñidc 
eftMprcgutas yrerpucflas.faliode 
íárditilabrlIaZorayda laquatyaai 
^.Titt auia virio: y como lai Moras 
na manera hazen melindre de mofti 
ChriAiadotjni tampoco fe eíquiuan 



^ •- r«""«»»aw)rca« dJ6»i>i 



Z^rayda tema £,aw4 tener n» 

rmomas<ídoí¡gcosm¡lefJdo 
7 tpdo lo qoai era feftora efta d 

a.S, con todo cfte adorno pódia 
her.„ofa,6 no. por la, reliquia; 
f7 ^a'T f"b.io«fepidra 



•- /-^l 



mcdio^Atsi como ella llego, ledu 
eafu Iegua,CQmoyoeracautiuodi 
A rnauce Mami , y q venia a bufcaí 
Ella tomo la mano , y en aqllamcz 
gua q c^o dicfiü.me pregCuo> H ce 
tü.y que era la caufi que no me refc 
le rcípódiiQue ya eflaua reícacado, 
c\ precio podia echar de ver cnlo q-¿ 
(ne cAimaiUjpues auia dado por m 
nietos 9olutBjs. 4 lo qual ella refp 
verdad q ft tu fiícras de mí padre»! 
ziera que no te diera el por otros d< 
porque Tofotros ChriítianoSi (iemp 
en qu jto dezis.y os hazeys pobres, 
fiaralosMorof.Bié podría fereíTc 
Krpondi,m3s en verdad, que yo la I 
con miamo,y la tratu.y la tratare c 

n^ rfonilc av en el mnníln.Ynnandf 



-» / 



««wat «• 



9 parlonas qac 



s t2to»que no me dexari efperat 
lad R fe carda,pot mejor que fea 
r ñn duda cafado ento tierra,dix 
>or cíVo de(reas,yr a verte con ti 
foy» refpondí yos cafado^ mas t< 
»alabra de cafarme en llegando i 
(lofa la dama a quien fe ladífle>c 
? Tá herniofa C'Strerpódi yo , q p 
l^,y deztrte la verdad, te parece 
)efto fe rio muy de veras fu padr 
lia ChriíHanOi que deóe de fer n 
(e parece a mi hija ^ que es la n 
le todo efte Reyno?Sino mir 
iscomo te digo vcfdacl.Seruían 
tte alas mas dcílas palabras y ra 
re de Zorayda»como mas ladinc 
1 hablaualabaftarda lengua» qi 




a todot oos mouio a compacion,) 
nyda.que le inira(re,]aqual vjend 
fí'fe entcroccio.que fe leuantó de . 
fucaibrafarafupadrciyjuntam 
cóciruyoicoincn^aiólosdostáti 
^ muchoi de los que aili yuamos I 
mos en eltpcro quando fu padre 1; 
nada defieña,y có cantns ]uyai foi 
zocDrutcngua(Q^eescflohija,q 
checcr»aatci qnot fucedieíTe eña i 
gracia caque nos vcmos.te vico c 
not>yca(eTotvcíiidos,yagoraíÍD 
DÍdociépode^fttrte.y fínauercei 
m oacna alegre de folcnizarlacó ai 
pilirte^c veo c&puefta có los mej 
íloiq yo rtipe,y puede d:ircc,quan< 
la vCcara mas fauorablc? Rc/póde: 



QuixotedeUMaDciuu ¿6t 

concado,con vn bra9o al cuello» fu padre que 
ya boluia de hazer yr a losTurcos^oos vio de 
la fuerce y manera que yuamosyy nofocros vi 
mok que el nos hauia vifto.Pero Zorayda a4 
uercida,y difcreca^no quifo quitar el bra9o de 
mi cuello,ance8 fe llego, mas a mi»y pufo (a CM, 
b^^^a fobre mi pecho>dobládo vd poco las ra. 
dili asedando claras fe nales y mueftrMque.fe 
dcfmayaua ; y yo aníi cniTmo di a encender>q: 
la füttenia contra mi voluncad.Su padre liego 
coriiendo adonde eñauamosyy viendo afu hí 
ja.de aquella manera le pregunto>que que te- 
nia?Pero como ella no le refpondieíTcsdixo fu 
padre:Sin dudaalguna>que con el fobrcfalco 
déla enerada de ellos canes fe ha dcfmayado» 
y quicadola ái mio,la arrimo afu pechoiy elia 
dando vn furpiro^y aú no enxucos Id^ ojos de 
lagrimas» boluio a dczir : Amexi ChriÜianos 
Amcxi: Vece Chrifíianoyvete.A lo que fupa- 
dre refpódio^No importa hija q el Chriftiano 
fe vaya,que ningún mal te ha hecho,y losTur 
eos ya fon ydos: no te fobreíalte cofa alguna, 
pues nmgün'aay que pueda darte pcíadúbre: 
pues como ya te he dicho 3 ios Turcos a mi 
ruego fe boluiero por dóde entraró. Ellos, fe- 
ñorja fobrefaltaron como has dicho,dixc yo 
a (u padre:ma$ pues ella dize qyo me vjaya no 
la quiero dar pefadúbre: quédate en paz y có 
tu iicecia boiuer^fiíere meneftct ^ot^tv>^^^ 

Pp $ ^^^^ 



'eoz Coarta parte de don 

a efte iard!n,que Tegua dize mi amo, en ningil 
no las ay mcjures para enfatadaique en el.To 
das las que quilicres podras boluer,rerpódio 
Agiiiniorato,que mi hi;a no dize efto porque 
tu,ni ninguno de los Chriítianos la enojjuan, 
fino que por drzirque los Turcos te fueflen, 
dixo que Cu CE fueíTestO porque yacrahouq 
bufcalTes tus yernas. Có cfto me defpcdi jI fá 
tode entrambos , y ella arrancandofcle el al- 
ma(al parecer) fe fue con íu padre. Yyotoa 
achaque de bufcar las ycruas,rodce muy bi£i 
ya mi plazcr Codo el jardín. Mire bien lasca 
iradas,yl.i)idas,ylaforcalnadlacara,y Ucd 
modiJad que fe podia ofrecer, para facilitar 
todo nuellro negocío.Hecho eño»ine vine, f 
di cuenta de quáco <iuia paiTado alRenegadoi 
. y amisc5pañ¿rüs;y vano veya la hora dvct 
me gozar íin fobrelalco del bien que en la her 
mola y bella Xonyái la fuerte nic ofrecia-Ea 
fia e! tiempo fe paÁ'o, y fe llego eldiaypla30 
d; noíotros tan deííeadoiy figuicndo todos el 
orden y parecer, que con difcrera confídtri 
cion, y largo difcurfo muchas vczes auiamot 
dadüjtuuimosei buc fucelToqdí.írc.-iuainos. 
Porque el Viernesiquefe figuioaldiaqueya 
con Zcrayda hable en ei jardín , Morrenago 
a! anocher dio fondo con la barca, cafi frótt- 
ro de donde la hermofifsimaZorayda cíUuJ, 



Qaixote de la Mancha^ 6c^ 

«no^eftaunn prcuct^idbs, y ercOndíd<]^por ¿i* 
ucrfas parces de codos aquellos alrededores. 
Todos eftauan rufpéios y aiboro^ados.aguaf 
dándome, dtíTeofos ya de enucñir con el ba« 
Kc)i que a los ojos cenian* porque dtosiM) ia- 
bían el concierto del Rcncgadoyfmo quef f>en 
fauan que a fuerza de bracos auíán de auer y 
ganar la IibcrCad»qiiitgdo la vidaá losMoros 
que dentro déla barca e(laoan«Sucedío pues» 
€}uc afsi como yo me moftre>y mis compañe- 
ros, todos los demás elcondidos que nos fie 
ron/e vinieron llagando a nofotros: Efto era 
\a a tiempo qu? la ciudad eflaua ya cercada, 
y por toda aquella caprina ninguna per/bna 
parecía .Como e!)uuimos juntos, duFdamos 
Í3 feria mejor yr primero por Zorayda, o ntn 
dir primero a los Moros Vaparinos.que ho- - 
gauan el remo en la barca . Y cftando en efía 
<)uda«IIcgo a nofotros nocflro Renegado, di- 
riéndonos , que en qu'^ nos deteníamos, que 
ya era hofa, y que todos fus moros efiaua dtf 
cuydados,y los mas de ellos durmiendo.Di- 
xmioslcrenloquc r parauamü?,y el dixojqite 
lo q masimportaua» <ra rendir primero el ba 
itel^que (e podía hajter con grandifsima fácil) 
dad, y fín peligro alguno, y que luego po- 
dirimosyrpor Zorayda. Pareciónos bien a 
todos lo que dezia, y afsi fín detenernos 
mas , hnicndo c¡ U guia % Uegamos ^\\> v».<t ^ 




riüuc puku»niiiiu,viciiuuii4u>ari 
manera a faArraez.quedaronfe elp 
fin ninguno de todos ellos echar t 
armat,qur poC3s,o cafí ningunai t« 
xaron,lia hablar a'guna paUbra>ni 
los ClirÍítianos,los quales có tnucli 
lo hizieron,aincDazádo a los More 
<^auan por alguna vía o manera la v 
go ai punco los paíTarian codos a a 
dio ya ello, qucdandofe en guardi 
mitad de los nuellros:los q quedaí 
ilédonos afsi mirmo el renegado h 
mos al jardín df\giiimoracu, y quil 
ruL'rcc,quc llegando a abrir lapuctl 
cótanratacilidadtcunia acerrada 
ra» y aisi con grá quietud y ftíécio I 
Ucafa fui fer ientidos de naditiEft 
lima Zorsvda aeuardádonos a vn 



Qgisote de la Maochc 6ot 

crofr a todos can henDoía y rícamece veftidaí 
qac no lo acierto a encarecer • Luego que yo 
la vite come vnaniano^la^ofiieceabeíar»]^ 
el Renegado hizo lo miíínOfy mis dos cama* 
radasiy los demás q d cafo no fabia;hizieroii 
Jo qvier6 que noíotros hazíainof>quc no pa*- 
recia fino q le dañarnos las graKÍasyy la iccot 
Dofcíaoios por (cñora de nueftra lá>ertad«El 
renegado le dixo enlenguaMonfca^fi cftauá 
fu padre en el jardinífilla refpondio q Bff qao 
dormia:Pues (era menefter deípctr^alkyrepUf 
co el Renegadoiy llenarnos leca ooibcros» y 
todo a^Uo q ciend de valor en efte faecmoío 
)ardín.No,d¡xo ella,a mi padre no fe ha de cp 
car en ningún modo:yen eftaca&nO'iy.btra 
cofa que lo q yo lleuo»que*e8Caitf}CKqurbicn 
aura paraq todos q ucdeys ricos^y contíEcqs: 
y efperaos vn poco y lo vereys. YdiziendoLflf 
to/e boluio a encrar^diziendoy qoc muy pre>t 
fio boluiera, q nos eftuuiciTcmos qutdgsi£t^ 
hazer ningu ruydo. Pregúntele ai Renegado» 
lo que con ella auía paífado: el qual me lo c6 
Co,a quien yodixe,que en ninguna cofa fe ha* 
uia de hazer mas délo que ZoraydaiquífíeíTc* 
La qual ya boluia cargada co va coFrezillo lie 
ttode efcudos'deoroytantosq apenas lo por 
día fiiílentar. Quífo la mala íucxtc^ue Gi pa« 
dre defpertaíTe en el iuterin^y^íintielTe el ruy« 
do que andana ca el jardín^ y afiafnASkdok.^ 



üififc Bev9ct&encgado,vieodo cl 
^M«ftatdíáMM,]r lo mucho q le ioi 
hi)cáb^lUeiDptcra,jnit«s dif/tf(Í 
gr4ind3aaii.pieftczaíubio cjonde 
EOfflvüiLr^umencc.cQBeJ ftici 
4q wnfiiftM ^Ma ^ no ofe dcbnip 
nt^fhtqMiOfno defihayikda k hAi 
cpatcarinihlin^itco f ófalació lo 
■gaicjÜcftiÉ tan buena mafij^iie 
iDÉdnrtMBamiaeea Agutmorac<^ 
«OdMtesnMiiMiy pucfto vn pañi 
Incbfqñc^iddedexaua hablar páial 
UB^plB^De pl hablarla le auia de i 
¿M^^fiéoiSaiúj», le vío/e cabrio 1g 
aámfl»0ÍmpÉdnqaeáo c(^2tad 
ábqúa^fa voluacad re«uÍapD< 
ilri»l»anPt;Mat cntóccs fieodo n 



fcf ni efquiuarCe » fe «ÍUiu qm 
xiocfto callaut^porque no pul 
rltsmucháfameoazasqucel i 
BUuViedofepues Zonyáayti 
e qncriamosiUr los rcmpsal a 
lli afii padrtt y a los demás M< 
leftauaoflcdízo al renegado^ 
lehitiefle merced de folcar ac 
i^y dcdariibertad a fu padre» { 
fe arpojariá eo la mar que ver ( 
jos, y porMufa fuya lleuar cau 
^ caco ia aoia quecido«.£l Ren< 
lixe,y yo refpoodi,qoe era mu] 
ícl refpódio^que nócóuoma^ 
li los dexauS» apellidarían luq 
borocaríau la cíudadjy (eríao c 
abufcalloscoQ algunas fragata 



Chrllliinos m3»cerca:pero a caui 
va poCo el viento tramoncana * y i 
algo picada , no fue porsible fegui 
deMalIorcaiyfucnosforfofodcxi 
rrí,a cierra labuelcadeOrájno Cu 
fiídatnbre nueftra,por no fer deku 
logar deSargel^ue eo aquella coi 
ta AíUasde Argel: y afsí mídnotei 
Cómrar pot aquel paragealguna j 
lasque de ordinario venii c6 mere 
tQ5,aun^ cada vno por Cuy por to 
prefumiamos de q íi fe encócraua 
tticrcancia, como no fucíTe de las 
en corfoique no folo no noi perder 
^ue comaríamos baxel donde con 
dad pndieAemos acabar nueAro 
Zorayda > en tato q fe nauegaua p 
be^ encte mis manof,por no ver i 
y tcnda yo q yua llamado a LelaNí 



Qoixote de ItAf anchi* 

ieflCiPcrocorvcodoelTü nos (uymos a fuer 
de bracos enerando vn poco en la niar^que 
. eftaua algo mas foíTegado.y 4uiédo enera- 
» caíi dos Icguas^diofc orden que fe bogaíTe 
]U3irCcks en canco que comíamos aIgo,que 
.a bié proueyda la barca,pueüo que los que 
igiuan dixeron que no era aquclciecnpo de 
mar reporo alguno , q les dieírcn de comer 
s que no bogauan.quc ellos no quaiio (bl • 
r los remos días manos en manera alguna* 
izofe anfis y en cfto comentó afoplar vn vie 
largo que nos obligo a hizer IiKgo vcíat y 
lexar el remo,y enderezar a Oj:á por no fec 
>rstble hazer otro viaje: codo fe hizo con mu 
a prefteza>y afsi a la vela oauegamospot 
as de ocho millas por hora » (in licuar ocro 
mor alguno, (ino el de encuerar c5. baxcl q 
; corfo fucíTc.Oimos de comer a los Moros 
garmos^y el renegado los confoiodidédo* 
s como no yuan cautíuosiq enla primera o* 
(ion les dirían libercad.-lomilmo fe le dixo 
padredeZnayda.el qual refpondioiQual 
ñera ocra cofa pudiera yo erperar,y creer de 
leftra liberalidad,y buen cerminOtO Chriíli^ 
iSiniasel darme libertad^no me cegavs por 
(ifnple,q lo ¡magine^que nunca os puíiites 
ifocros al peligro de auicarmeia para bolw 
;r la tá liberal mence,eipecialmence fabiédot 
lie foy yo>y el intereflfe que fe os ^ixcd&xN^ 



fife cncernecip.que fe leuantóde i 
fiícaabra^ar afupadre , yiuntand 
cóclfuyoicooicn^aró los dos tá cu 
q muchos de los que alli yuamos h 
moa cu d: pero quando Tu pidre la 
nadadeñcftitycó cantas juyat fot 
zoenru lenguacQue es ello hija,q a 
chccer>ance> q nos fucedicITe cOa c< 
gracia coqoe nos vcmos.te vico ti 
SMHtjrcafetoiveílidos.yagoraria 
Otdotiépode'nfltrtc.y (¡nauertec 
m onetu alsgre de folenizarlacó ad 
pulirce,te veo cdpueíla có los mejc 
flietq yo fiipcty puede darte.quanc 
la v£tara mas fauorablc^ Rcípódci 
«e tiene mas fufpcfo.y admirado, ^ 
deferacia enroñe me hallo? Todo lo 



<^íxóeii de la Msoichii á g^ 

do en ArgeUy no traydole al jardiii^^do* 
:onfuro:y preguntándole, q como aquel 
; auía venido en nueftras manos» y ^ era 
^enía dentro? A lo qual el Renegado» fin 
rdar q Zorayda le rerpódieíTe^le reípon* 
No te canfes feñor en pregfitar a Zoray* 
I hi)a cantas cofas.porquecóvna que yo 
ípóda te fatisfare a todo^ y afsi quiero ^ 
i que csChriñianaiy es la que ha fido la It 
I nueftras cadenas y la libertad ti nueftro 
¡uerioiella va aquí de fu volfitad tan con*» 
,a lo que yo 2inagítió,de vérfe en efte efta 
orno el q Tale de las tinieb/as de laluz de 
uerte a la vida, y déla pma a lagloria.Es 
ad lo que efte dize hi/a>dixo eJ Moro?Ar- 
rerpondioZorayda.Que en efeco replico 
eiOitu eres Chrifliana^y la que a puefto a 
id re en pod i r de fus enemigos? A lo qual 
)dio ZoraydatLa ^ es Chriftiana yo foy: 
I no la que te a pucfto en efte punto>por4 
i mid^ileo fe eftédio a des^artCsni haterté 
fit]o hazerme a mi bien. Y que bien es el 
te has hecho bi|d?£(ro refpondio ella^pro 
ifelo tu a Lela Marien,que ella te lo fabra 
r mc/or ^ no yo. Apenas hüuo oydo cfto 
[oto, quádo con Vna increyble prcftcza fá 
);o de cabefa en la mar,d6de fiíi ninguna 
i fe ahogara fl el veftido largor y eínbára* 
quetrahia^ no le entmüuteU^tiV^^ 

í 



uto mucha agu<i:torna en li a' cabe 
rtsicn Jasqualesauiendorctrucaí 
lios canuuiü bolucr hazia cterra,y 
fade rcrnosporno enucllircncll 
{ó nneftra buena lucrce que lU gia 
la que (9 haze al lado de vnpeqiu 
torio,p(;sbo.^Lie de lüs Muros es 
de laCaua Ruiniaiqur en nueílra 
re deztr U mala mugcr Chi illíaiía 
(ion entre los Moros,que en aque 
encerrada la Caua, por quien fe p* 
iiatporqac Caua en Tu legua» quici 
gerinaIatyR-uniiaChiiniana>yaú 
muy maiiniimo agüero llegar allí ; 
qoSdo la Dcccfsidad los fuerza a c 
nuca le dan íín elbipueOo quepai 
liofatabrigo de mala mu|er. fínc 



Qaíxote de U M«nchit tfi} 

fe 9 para que felicemence dieíTcmos ñn a tati 
dícHoro principio. Diofe orden»afupíicacioii 
é Zürayda*conio echaíTemos en tierra afu pa 
dre* y a (odos los demás Moros ^ al lif atados 
Veniá.porque no ic baílaua el animo.ni lo po 
' diá fufrir fus blandas entradas, ver delate de 
- fus ojos atado a fu padre,y aquellos de fu tief 

• ra prefos. Prometimoflc de hazerlo anfi al ñé 

• po de la partiiaiputs no corría peligro el de^ 

• xallos en aql lugar q era deípoblado^No fue- 
' ron tan vanas nueftras oraciones,que no fue« 

fen oydas del cielo, q en nueílro fauor luego 

3 Doluio el viento tranquilo el mar, c6bidando 

■i nos a q tornaíTemos alegres a profeguír nnef» 

?■ tro comé^ado víage. Viendo cOo, defatamot 

} a los Moros,y vno a vno los puíimos en ticr- 

•' ratdelo q ellos fe quedaró admirados:pero lie 

i gando a defembarcar al padre de Zorayda>4 

sí y 1 cftau ^ en todo fu acuerdo,dixo: Porq pcn- 

t' fays Chdftíanos q aqucíla mala hembra huel 

i ga de q me dey s libertad? Penfays que es por 

^' piedad q tiene ella d? mí? no por cierto,(ino 

.^ que lo haze por el eíloruo que le dará mi pre 

■i f¿nctá,quandü quiera poner en execucion fus 

:: maUísimos deíTeosinipcnreysque la ha moui 

^ do a mudar religio(T,entendcr ella que la vue 

i ftra a la nueftra k auenta)a,íino el fabcr q en 

i vueftra tierra fe vfa la deshoneftidad mas ti- 

! bremjfre q eálg nueítra.Y bo\metvdoVt ^IvxVwv^ 



%t4 Qbartapattede don 

ja Xorayda. teniéndole yo, y ocro Chriniíno 
de entr^imbosbra^osandoiporque algúdcf* 
tino QO íiizjeirede dixo:Oiíit"anic mo5a,y mil 
acórejadamucliacha.adondevaacííga.yddi 
tinada cq poder deftos perros naturales c e- 
migoí naeíb:os.Maldita fea U hora c n q yo te 
engendre,ymalditosfeálosrcgalos,y dciej* 
tesen que cehecríado.Pero viédo yo que II: 
Uaaa termino de noacabar ta preílotdi prici^ 
fa a punellc en tíerra,y defdc allí a bozes picli 
guio en ías maldiciones,y lanientos.roganiio 
aMahomarogalfe a Ala que no% dcllr uyclíc, 
CÓfundiefle,ya(:abaíre:yquandoporauenioi 
hecho a la veía no podimos oyr fus pal^bnti 
vimos fusobras.q eran arrancarfe tas baibaí 
meflarlTe lGscabeI|os,y arraítrarfe por el fue- 
]o:masvna vez esforzó la voz de cal maneraq 
podimoscnecnder que dezíaiBuelue amada 
hija, bueluea tierra que todo telo perdono, 
entrcg.ia elfos hóbres elTc díneroqueyaei 
fuyo, y bitclue a t ófülir a efle triftc paiJie w 
yo,quecneftadcíieruarcnadexaraía vidaíi 
tu ícdexis.Todo loqual efcucliaaaZoraytia, 
y todo lofentia,? Hor^ua.ynofupodczitic, 
nirrfp5deilepaIabra,íino:Plegaa Alápadrc 
mío,q Lela Marien. que ha íido la cauía de q 
yo feaChriñianai ella te confuele ea tu triílc- 
^ 23. Aláfabebicn.quenopudchazer otraco- 
, ^ ^e Ja qachcUtd\Q» ^ ^^w^Sw^^ilisisi^iapoi 



:a btiena»como cu p<to.^ ^. 
maf.Efto áíxo a tietnpo^que 
»ya, ni norocros ya le vícjrafno 
lo yo aZorayda atéditnós eod 
age, el quaí nos le facilítaua el 
sde tal manera s que bien cuuii 
de vernos otro día al ámanecei 
de Efpañatnias como pocas ve; 
ne cl bis puro^y fenzillo fin fer t 
tofcguído de algún mal que le 
falte» quifo nueüra ventura » o 
liciones q el Moro a fu hija aui 
(iempre fe han de temer de qus 
\ feantquifo digo» que eftado y 
y fíendoya cali pafTadas tres h 
i€ , yendocd U vela tcdida de 
liados tos remoSfporq el prof 
{uitaua del trabajo de hauer 
--^ u \uz de la Luna, que cía 



tMzenatpilaropa*foreue.ac]uertir 
guno rerpondio paUbra.y aukndo j 
pucu deUace>quc ya el baxcl qued 
tOtde impruuifu fui carón dus pie^a: 
TMiy a loque parcci.i, aniba:i veniai 
nas.porquccon vna cortaruti nue 
por mcdio.y dieron COI) ti y con id 
niar»y al momento difpararó ucra | 
darlavclaenmíuddenucllrabar 
do>q la abrió teda lin hazcf (.tro a. 
pero como nofotros ñus vimos yr : 
nicnfamos cudos a gradea bozesa 
nu,y a rogar a los del baxt.1 que nc 
íéU]pürque no>anegauamos:ama 
toncesiy cchandü el •. rquifei o bdtc: 
entraron enel Iialb doze Eraiiccfes 
dos cau.fus arcabuzcsiy ci:\íi(l«s en 



Quixotcde la Mancha* <r> 

de la^ riquezas de Zoraydat y dio con el enla 
(D ^r fín que ninguno echaflc de ver lo que ha 
ziaxn refulucíoo codos paíTamos con losTrá 
ccxs^los quaks defpues cíe auerfe informadQ 
de Codo aquello que de nofocrosíaber quifie» 
r on.como (i fueran nueftros capitales enemi** 
gos,nos defpojaron de codo quaco ceniaoips 
y a la hcrmofa Zorayda le quitaron ha(}á los 
carcaxes que crahia en los pies :perd bó me 
daua a nrii cica pefadúbre laque a /Zorayda da 
uan , como me U daua ei remor que tenia dé 
que hauian de paifar del quitar de las tiquirsj 
snásyy preciofíísímas ioyas,a| quicar.cje la jo- 
ya que mas valia » y ella mas eílimau|l'?péro 
lo< deííeos de aquel a gente no fe tfiieñden a 
mas q al dineroyy dello jamas fe vee harcá fu 
codiciado qual entonces llego a tato, que a¿ 
hada los vcftidos de cautiuos que trahiamos» 
encima nos quitaran (i de algún prouecho les 
fuerap:y huuo parecer entre eüos de que a co 
dos nos arrojaíTen a la mar embucíeos en vna 
irela. porque tenian intención de tratar en al 
>unos puertos dePfpaña.con nombre de que 
rran Bretones ^y fí nos llcuau.m viuos ferian 
lafligados fícdo defcubierto fu hurto » mas rl 
!^apitan que deuia d íex mas piadofo,pues lo 
noftro en aquella ocaiió , y era que auia def- 
ojado a mí querida Zo ray da» dixo que el fe 
QCccauaconJaprc&gue tcnia^y <\uttko cvvi^ 



éti Qaartapartede don 

— ría tocar en ningú puerto de Efpafia,nnopaP 
fae el cftrecho de Gibralcar de tiüchco cómo 
mejor pudieíTe ,c yrfca la Rochela de donde 
hauía falido , y zín tomaron por acuerdo J( 
datnoseicrqutícderu nauio,y todolonccct 
— fario para la corta oauegacion que nos quedi 
ua,como lo hizíeron otro día:ya a viña lieiit 

~ rta deEfpañagCQD la qual viHn todas nueiU» 
pefadunibres,y pobreza! fe nos al uídaron de 
todo punto , como lino huuteran palfadopor 
nofbtrosjtanto es el güito de alcanzar la libet 
tadperdida.Ccrcademcdiodia podría ícri 
lo que jiidicamoi, quando oos echaron en il 
barciiÁindonos dos barriles de agua, y algo 
bizcocho > y el Capitán mouido no fe de que 
miferícordia al cmbarcarH; la hermofiísimí 
2orayd3,lc dio llalla quarctaelciidos de orü, 
ynoconfíntiodemngunmodo qti-- Icquitií 
fén fus fo [dados tilos mtfmos veftidus , qjs 
agora tiene paeílos. intramos en el l>axei.<li 
mos les la s gracias có mucha cortecia por el 
bié q nos baztan,moílrandonos nías agraded 
dosquc qnexoros: ellos fchizicron alulic- 
goifigutédo )a dtrrotadel cftrL-tho: nofatro» 
fin mirar a oeroNortí;quc a la tkrrj q fe no) 
mcftrauadchnte > nosdimostantaprielíii 
bogar,q al poner de! Sol eftauamos tí cerca. 

* qucbiépuÁ\«amQms«-cftto parecer» llegir 



ue diciicmo5 ^n vu.,^ ^ 

ñ4$,y kxos de dcfpobladO|po: 
. manera ftíTegurariatnos el ce 
1 fe dcuia cener^q por alli anda 
s de coíTarios dcTetuan,los q« 
ezes anochece enBerberia,y an 
coftasde Efpaña^y hazende oi 
y fe buelutn a dormir a fus cafí 
contarlos pareceres,el que fe f 
nos UegaATecr os poco a poco, 
!go del mar lo concedieíTeydcfe 
s donde mejor pudieíTemos . ( 
Liy poco antes de la media noc 
e feria>quando llegamos al pie 
iísima^y altamoncaña>no tan 
que no concedieíTe vn poco d( 
mura pjra poder defembarca 
damente^enueílimos en la an 
'^< a tierra > y befamos el fueh 



4f^o Q^arta parce de don 

|l(3 

tnoiitaña,porque aun ¿lli eílauamoSfy au no 
podíamos aíTegurar ei pecho.ní acafc^auacnoi 
de creer q era cierra de Chriftianos la que ya 
oes róñenla* Amaneció mastaidp,a mi p^trc- 
ccryde lo que quifíera mosteábamos de fübir 
toda U (nonti ña por ver li defde al li algú po 
biado fcdeícubriiírasO algunas cabanas dt pa 
ñorci:peroaunq mas tendimos la vifta,nipo 
blado-im' períona,ni fendatoi camino dercubri 
mos.Con codo efto decemiinamos de entrar- 
nos la tierra a dentro; pues no podría fer lue* 
no^.íino que prefto defcubríeíTemps quié oos 
dieíTe noticia del la: pero lo qu^ mi mas me 
fatiga ua 9 era el ver yr a pie a Zorayda por a< 
iquellas arperezas* que puedo que alguna vez 
la puíe iübre mis ombros»mas lec4raua a.e¡U 
mi canrancio>que la repofaua fu teporo. y aU 
nfica mas quif^^ifae ya aquel trabajo tomafle 
y con mucha paciencia, y mucflras de akgria 
llcuádola yo íicmpre déla mano«poco menos 
de vn quatto á Icgja deuíamos de auer anda 
doiquado llego a nurñros oydos eJ foii de v- 
na pequeña ciquillafeñalc'araq por alliccr* 
ca auíagaüado, y mirando todos c&atcnci5 
{i alguno le parecía, vimos al píe de vn alcor« 
noque vn pañor mo^o , q có grande repofo^y 
defcuydado edaua labí ádo vn palo con vn ca 
chiUo,dimos bo¿es, y aleando la cabera fe pu 
(b ligeramente en píe^y a lo que defpues fupi- 

mos 



Quixote de la Mancha* 6tt 

inosilos primeros que a la vida fe le ofreciera 
fueron el Renegado,y Zorayda^y cerno el los 
vio en habito de Morcs,pen(o que codos los 
de la Berbería eftauan f^bre el, y meticndofó 
co cftrañ 1 ligereza por el bofque adeIance,co 
menfo a dar los mayores gritos del míido^df 
ziendü«Moro$)Moros ay en la tierra: Morosy 
M jros,arma,arma.Con eftas bozes qdamofs 
todos confuibs,y no fabiamos qae hazcrnos^ 
peí o c&fídcrando que las bozes del paftor ha 
Ulan de alborotar la tierra^y que la caualleriá 
de la Coila auia de venir luego a ver lo q era» 
acordamos q el Renegado fe dernudaffe lai 
ropas del Turco.y fe viítieíTe vn gilcquelco,o 
cafaca de caütiuo, que vno de norotros le dió 
lucgOiaunque fe quedo en camifary afsi enco- 
tnendSdonos a Dios fuymos por el miímo ca 
mino^que vimos que el paftor lleuaua efperi 
do fiépre quando auia de dar fobre nofotros 
la caualleriá dclaCofta^y no nos engaño ñuc 
flro pcníamientOjporque aun no aurian'paíía 
do dos horas, quando hiuiendo ya fa ido de 
aqlias malezas a vn lUno, deícubrimos hafti 
cincuenta cauallcros, quecongra:i ligereza 
corriédo a media rienda a nofotros fe venia, 
y afsi como los vimos nos eQuuintos quedos 
aguardádoios: pero como ellos llegaró,y vic 
ron en lugar de lo^ Moros q bufcauan, tanto 
pobre Chíiíliano cautiuo.quedacó CQY^{^x^o%^ 



1^ Qtiarta parte dt doú - 

y vno ddjos nos ptegiuo (i eramos nol 
a cafo ia qcaíion^porque vn paftor auia 
dado al arma:Si,dixe yo^y queriendo c 
^ ji dezírle mí fuceíTo j de dode venü 
y qoicn<ramós:vno de los Ghriftianos 
noíbcros venían conoció al glnete que 
uia hecho la pregñta»y dixo (in dexarm 
deair más palabratGracias fean dadas s 
feñores,que a can buena parce nos ha c 
EÍdo 9 porque (i yo no me engaño^ la tii 
pifamos es la de Velex Malaga, fi ya lo 
de mi cauriaerio no me ha quícado de ] 
moría el acordarme $ que vos feñor, qi 
prfcgúcays quien fomost foys Pedro de 
mace cío miota penas huuo dicho efto e 
fiiaao cautíuo,quandoel ginece fe arro 
caualioiy vino a abra9ar ef mo^'o»dÍ2Íci 
JSobnoo de mi alma^y de mi vida^ya ce < 
coty ya ce he llorado por muerco^yo^y \ 
mana cu ní>adre»y codos los cuy os, que 
lien:y Dios ha (¡do feruído de darles vi 
raqüegozen el plazer de verce : ya fab: 
que eftauas en Argel,y por las feñatess' 
firasdecusveftidos^ la d codos los del 
pañia^coprehendo que aueys ceñido mi 
ÜL líbercad.Aísi es refpondio el mo^o^y 
po nos quedara para concaroflo coclo«I 
que los gibeces enccdieron que eramq: 
tianoscauciuosiíe apearó defus cauallo 



Quitóte de la Maacka gij^ 

^da vno nos combidaua co el Tuyo para Ueuar 
'nos a la ciudad de Velez Malaga » que legua 

y media de allí eftaua. Algunos dellos boluíe 
J^ro a lleuar la barca a la cíudadsdíziédoles do 
"^de ia auiamos dexado:ocros nos fubteró alas 
^ ancas,y Zorayda íue en las delcauallo^del cío 
'' del Chriftíauo«Salionos a recebir codo el pue 

blojq ya de alguno q fe auta adel^cado fabian 
l^la nueua de nuedra venida: No fe admirauan 
"[de ver cautiuos libres«NiMoros canduos^pot 
^'q coda la gente de aquella cofta efta hecha a 
'ver a los vnosj a los ocrost pero admirauáfc 
';de la hermofura de Zorayda 9 la qual en a^l. 
¡iañsitc^ y fazon eftana en fu punco^anfi con el 
' caofa ncio del caminoscomo con la alegría dú 
Verfe ya en cierra de Chriftianos.íin (bbrefal- 
to de perderfe^y efto le hauia facado al rofira 
tale s colores^q fíno es que la aíiicton enton- 
ces me engañaua^ofara dezirique mas hermo 
[a críacura no hauia en el mundo todo,aIome 
nos » que yo la huuiede vffto.Fuymos dere- 
chos a la Ygleíia a dar gracias a Dios por la 
Knprced recebida^y afsi como en ella encrotZ^o 
rayda)dixo,q alli hauia roftrps que fe parecía 
a los de Lela Marientdixtmosle que era ima- 
gines Tuyas , y como mejor fe pudo le dio el 
Renegado a encender lo que (ignih*cauá,para 
que ella las adoraíTccomo íi verdaderaméte 
fueran cada vna dellas la míTma Lela Marien» 



1 

I 



^ixnoqoe Viiioconnorocroi, y en 
0adrei.que medianamente era ac< 
4c loi bienes de fotcuna, y nos rcg 
tanto arpor. como a Tu mtfmo hijo, 
eduuimus «n Velcz,al cabo d los q: 
negado hecha fu información de qu 
uenU,r<: fue a la ciudad dcGf añada 
fe por (nedrode lafantalnquiíion, 
fantirsimo de la Vgleíia , los dcma 
ñus libertados fe Íuer6 cadavnodc 
le parecio.foIoiqucdamosZóraydí 
fojos los cfcudosqué ]apiedad.y c< 
Ftanccs te dio a Zoc^ydaide tos qu 
p te eñe animal ea,(}ue c!U,viene:y I 
Ja yo hada agoradcpadre*y efcude 
«f(pó(b , vamos con intención de vci 
é^es vlu0}0 lí alguno de mis hcrm 
nielo mas proTperaventtin qae la cr 
que po^ aucf me hecho «1 cielo com] 



Quíxotc de la Mm^ }¡t^ 

' ligo.y el deiTeo que mur ftra tcner^eterfe f a 
' Ciiriftiana,es caco, y tai^que meadmiraf y mo 
'- muenc a (éruirla codo d ciempo de mi vida* 
' Poefto que el gufto qac ccngo.de verme Tuyo 
: y de q ella fea mia.me le curba>y deshaze^no 
-• íaber íi hallare^cn mi cierre) algún rincón don 
^ de réí^geüayy fí auran hecho el ciempo $ y la 
^ muef ce, cal mudanza en la hazieda, y vida do 
-^ mí padre»y her mano!?,qiie a penas halle quiS 
^ méconozca.fi dios faIcan«Nocengomas feño 
^ res q deziros de mihiftoriaXaquai íí es agrá 
-^ dable,y peregrina^ juzgúelo vueftros buenos 
t encendimiencos^que de mi fe dczir,que quiíi- 
-i era auerosla Conrado mas breucmence^puef 
<• to que el cemor de enfadaros, mas de quacro 
- círcunllácias me ha quitado de la lengua. 

CAP»XLIL QA^ETRATA DE LO 
que mas fucedio en la venta j de ocras mu 
chas cofas dignas de faberfe» " 

CA L L O en dizítndo eíto al cauci- 
uo,a quien don Fernando dixo: Por 
cierto íeúor Capitán, el modo con q 
aueys contado eñe eñraño fuceíTo» 
. ha(idotralqueyguaIaalanouedad,y 
eftrañeza del mefmo cofo.Todo es peregrino 
y raro.y Heno de accidéces^que marauilian» y 
fuípenden^a quien los oye«Y ct d^x«L\f6AaMXX 




decasj^ dCapicanfe tuuo por bien 
de fus voluDMdes. Bípecialmente 
don Femindoiq Ct quori¿ buluerfe 
ei biria que el Marques <u herman 
drino del baucifino de Zura yda , y 
parte le iconiodaria de nianera.q | 
erar en fu ticrra,có d autondad.y ( 
a fu perfona fe deuia. Todo lo agr 
teíifsitn amenté elcautiuo:pero nc 
tar ninguno de fus libenles ofrecía 
cAo llegaua ya la noche, y al cerra 
go a ll vene I VQ coche, có algunci 
acauallo pidieron pofada.a quié la 
pódioqnoauiaen Coda la veta vn 
foCupado.Puesaúque elfo i«a,dÍX(; 
fie acaual lo.que auia cntrado.no f 
para ct (éitorOtfdonqueaqui vúni 



Qmxott de la Mancltau 617 

^ fa merced* Sea en bu¿ hora,dixo el eícaderot 
^ pero a efte ciempo ya auia fa!ido del cochp va 
^ bdbret que en el crage m ^dro luego el oficio 
¿ y cargo que tenia* Porq la ropa lu^a con las^ 
^ migas arrocadas,q vettía» moftrarou í> r Ojr« 
dor,co(no fu criado auia dicho.Traya día mir 
00 a vna donzeila f al parecer de billa dicz.y. 
fcys añostveltida de camíno^cá biiarraiti bcr 
mofa^y cá gaUarda,q a codos pufo en adipira 
cion fu vííla«De fuerccsq a no aucr vifto a Do 
rocea^y a Lufcindajy Zomyda^que en ta veta 
eftauan»creycran q orra cal herraoíura» coma 
]a deftadoozella, d ificil menee pudiera hallac 
íe.Hallofe don Qjixoce al entrar del O/dor^ 
y déla donzella,y afsi como le vio,díxo: Scgu 
rameóte puede vueílra merced encrar,y e(pa« 
ciarfe en efte calHIlo^que aúque e s eftrechof y 
mal acomodada,no av eftrccbeza, ni incomo 
dídid en el mundo^q no de lugar a las armas 
y a las (ecras,y mas (i as armas,y leerás. craé 
por guia»y adalid>a)a fermofuraicomo la trae 
las Ierras delavueftra nierctd.en eftafermoía 
donzelia>a quien deuen no Tolo abrirfe^y ma«» 
nífeftarfe los caftillos.íino apartaríe los rífeos 
y diuidirfcy abaxarfe las montañas, para da< 
11c acogimiento. Entre vuetlra merced, digot 
en eñe parayfoyque aqui hallara eflreUasjy lo 
les^que acompañen elcielo,qtte vaeftramer- 
ccd trae coníigo. Aqui hallara lat aitaM«c&«& 



6iS Quarta parte de don 

punco.ylahercnofuraenfueñteino. Admira 
doquedoelOydur,del razoDamicco de don 
Quixocca quié fe le pufo a mirar muy de pro 
po(ito.Ynomenosie£dnitcau3fu cailc.qíus 
palabras, y lid hallar ninganas con qrefpoD- 
detle fe torno a adLnirar de nue uq> qiiádo vio 
delate de fi aLufcinda, Dorocea.y a Zorayda. 
que a las nueuas délos nueuoshueípedes,ya 
las que la vecera les auia dado,de la hermofii 
ra de la donzclla, auian venido a verla, y art- 
cebirla.Pero don Feriiido,Cardenio,y el Cu- 
Ea,lc hizieron masllenos,y mascorcefanoso* 
frecimiencü.;. Eii cfetu , el feñor Oydor entro 
confufo^ afsidc lu que veliu, cotiio de Jo qae 
' cfcucíiaua: y las hcrmuí'asdela venta, dietoa 
labienllegadaalahermoradonzella. Enrefo 
jucÍon,bit¡n ccho de ver el Oydor.que eragc- 
te principal coda la que alli citaua.Pero ci ta- 
lle>virage,y la p jtlurade don Quixote,le defa 
tinaus: y auiendü palfado entre codos corte* 
fesofrcciniicntosjtüceadola comodidad de 
la véca, ff ordeno lo que antes eítaua ordena 
do» q codas las mugeres fe eiitralTen en el ca- 
maranchón ya referido, y que ios hombres íe 
quedafsc fuera,como en ru guarda. Y afsi fue 
concento el Oydor.quelu hija, que era lado 
zclla,re fuelTe con aquellas fcñoras,Io que clii 
hizade muy buena gana, Y eó parte de ia c^ 
iNducaaiA dcVv mwto ,^ v»i\a.TOkad de la 



Qaíxote de la Mancfutf . 6i9 

que el Oydor trahia, fe acomodaron aquella 
nocheytncjor de lo que penrauao«£l caiujao» 
que defde el puto que vig al.Oydor^ le dio fal 
tos el cora9on,y barruocoa^deque aquel era 
(u hermano : pregunto a vno denlos criados»/ 
que con el venian,qtiecomo fclhunauasiy íi fi| 
bía de q tierra era^éU1'iad^ le refpjQodiOaquQ 
fe llamattshel iiceQCÍadoIi|an:Pere«de Vied 
ina»y que auia oydo dezir^que lira devn lugar 
de las^rootitaña8deLeon.ConQfta reIacion,y 
con lo que el hauia vifto » (e.acabo de coniEr^ 
mar,de que aquel era íu hermano»que auia fe 

fixido las letras,por confejo de fií padre. Y al 
orotado, ycontento.llanundoa parte a do 
FernádotaGardenioyy ál Curables contó lo q 
paÜaua^certiíicandoies que aquel Oydor.era 
ínhermitno^Auiale dicho cábicael cciddo,co« 
mo yua proueydo por Qydot a las Indias, en 
la Audiencia deMcxico«Supo también como 
aquella doncella era fu hip^decuyo parto ha 
uia muerto fu madce,y que el hauia quedado 
tnuy rico có el dote^ que con: la. hija íie le que^ 
do en ca£á*Pidioles cófe/o^ que modo tendría 
para der^ubrirle»o para conocer primer o^fí de 
(^ues d derüPubiercosfu hermano por verle pa 
bre fe. afre^taiCbo le rccehía ¿6 bue na^ entra 
ñas.Oexefeme a míd haactiiaiexperietxciasdí 
lKo.clCura>quantAmas qw noay (^enfattfíno 



(53o Q^arta parte de don 

Porque el valor»y prudencia, que en fa buen 
parecer ^cfcttbre vueltro hermano»no da in« 
dicios de fer arro^ante»ni de(cenocido,ní que 
no a de faber poner los cafos de la tor tuna eo 
ib pütó.Có t(Klo eíTo dixo el Capira» yo qi er 
tía no de íoiprouiro,(ino por rodeos^darmcíe 
A €K>noccr«Ya os d^o rerpohdio et Curaique 
yo ló trabare de modoi q todos quede mes üi 
tisfcchos.Ya enefto eftaua adercfada lacena 
y todonie feñtard a I;a niefajiccecoel caunuoj 
Jas feñoras,^ cenaró de pótfíén fu ápofeoco. 
£n la mitad de laCena,díxoelCuravDeinier 
mo nobre d vueflra nittcidítfiói Oyáoutn- 
né yo vna cantarada en Cóftancmóf)la,dODde 
eftuuecaütittáalgunos afibsXa qual cámara 
da,era vno délos volientesibfdadoSfy Capita 
nes q auia en toda la iñfáreria £fpañoTa:pero 
tato quaco tenia d esfot ^ado>y valerofoitenia 
d deídichador V^omo fe llamaua cite Capicá 
(eñor mioiprégúto el Oydor?Llamaüafe» rcf- 
pódio el Cura,Ruypere2 deVícdma^y era na 
rural de vn lugar délas montañas de Leon.El 
quai me coco vn cafo,^ fu padrec6 fus herma 
nos le auia f^ccdido^q a no contármelo vn hó 
bre t5 verdadero como el^^o tuuieraporc6fe 
jaj de aqilaiqías viajas cuénti«l jnukrrioal 
Aiego^Porq me^díSto^q fu padre auia diuidido 
fe hazieda^f ntre tres hijos que tenía^y les auia 
dado €iertosconfe|09^ mejéfejiqtieio* de Ca 

^ ^h toa. 



Quixote de la Mancha* .^3< 

Con.Yfe yo dezír.que el queele(óc)^<}^cve? 
nir a la guerra,Ie auia fuccdido can bie>qtte ea 
pocos años>por fu valor, y esfuerzo » fín ocrd 
bra^o» que el de fu mucha vircud 9 fubia a (er 
Capicá de infáceria>y a veríe en camino y prc 
dicamcnto^t de fcr prefto Maeftre de eampo# 
Fero fu de la f<ucuna contraria >pi*es d6de ti 
pudiera efperar, y tener buena»alií l^pcrdidí 
có perder la libertad, en felicífsitn4 gomada 
donde tatos la cobraron que fue cnla^bacaliá 
deLepáto.Yo la perdien laGoleta.y ciefpQes 
por diferetes fuceíTos nos hallamos cantara* 
das enConílatinopla.Derde allí vino a Argel» 
donde fe q le fuccdío vno d los mas e(lra6os 
cafos.qenel mudo háfucedido. De aqui fuy 
proüguiédo el Cura , y con breuedad facinta, 
contó lo q con Zorayda>y a fu hermano auia 
(licedido. A todo lo qual eflaua ta aceto elOy 
dor> q ninguna vez auia fído tá Oydor como 
cntonces.SoIo liego el Cura alpúto^dequS' 
do loiFrSceíes derpojaron a losChríftianos q 
^n la barca venian, y la pobreza, y necef^idad 
en ^ fu camarada,yla hermoraMora auia que 
dado. De los quales no auia lábido en q auia 
parado,ni (i aviü-l legado ^tEfpaña olleuado^ 
los losFrScefes a FrScia. Todii lo q el Cura 
deziaeftauaefcucbadoalgo de alli defuiado 
d C apita,y potina todos los mouimientos q 
fá hermunahazia^El qual viedo ^^^^Cx>xx 



ti% ' " Ctu^rta parte de don 

Auisltegftdoal fin ik íu cuétOydaiio vn gt 
pirosV lléoandofe los ojos dt j3ua>dixo:< 
lí oi\u {uptefcdcs las nucuasquc me aue 
cadosjrcamome toca tan en pai ce>que r 
forfofo dar mueftras delIOfCo citas lagt 
qaecoDCCacoda mi difcrecion^y rccatoj 
Icn con los oíos.Efle Capitán cá valerof< 
dezis »<€$ mi mayor hermano^ei qual c 
mas fiiertc»ydc mas altos péfamiccos^q 
otro hermano menor mio> efcogio el he 
yd^oexcrciciodelagtterra.Quc fue vi 
¡os tres caminos, que nueftro padre nos 
pufo,(eguo os dixo vueQracamarada.er 
jéjaquea vueftro parecer le oyftes. Yo 
el de las letras^en las quales Díos,y mí c 
da»me hápueílo en el grado q me veys 
menor hermano eña en el Piru tan rico 
lo que ha embiado a mí padre>y a mí» ha 
fecho bíé Uparte q el fe líeiiO!y aú d<tdo 
manos de mi padre , con que poder ha rt 
liberalidad natural. Y yo aníi aicfaio he | 
do co mas dccécia , y ¿utc rid^d, tratarn 
mis eftadios,yl!epí;ralpucríoenque me 
Viue aü mi padre muuéJo,c6 el de ffr.o i 
ber d fu hi;o mayor , y pide aC íosco cotí 
praciones.no cierre la 'iiuert.c fu^ ojos.ha 
ci vea c6 vida a los d/u hijo. Del qua] mi 
rauilLo.fíendo tan dífcrctojcomp en tato 
b^)o%y aílíciane$>oproi¡)eros fuceíTos » fe 



ftaüa>,que yo te ^"5"^ ^.^fta 
r quien »«»"* |r ^nq efl»"' 

P'^'í''"PrahaSalrcna< 
,quien pudiera haua ^ ^^ 

yalasbodas.qtatogu j^ 
cftii* V otras fem*)**^* V- - , 

n» fltic le oyan,ic « r^^. ^ ^ 



*Í^ Quarca parte ele doh 

deeftauaZoraydaiUtomopor la mano 7 
tras ella Te vtnietoniLuttindá * Dorotea, y U 
hijjdel Oydor. tílauacfperaiiiioel Capitán 
a •-■cr lo^clCur.) qircriahaz«r,qiiefui,q to* 
n>ádülo ae) , af i mcfnio de U utia mano, cea 
cntrarr.bos a dos,le fue donde elO t dor,y los 
f^etu;is Canalleros eftauá,y dixo:C<- Hcn feñor 
Oydorvueftras lagrimas, y eolmcfe vueftro 
dcfíeo, de todo el bie q acertare a dtíTcaifc, 
puei tcneys dtlátc a vtienro buc hermano, y 
8 vi}cflra buena cuñada:elleqaqiti veys.csel 
Capitán Vicdm3,yefia lahermofi Mora,que 
lácobiélc hizo Los Francclcs q os dtxctoi 
puücrócn la eftrtthLza q veys para que vos 
niofHeys ia libertad de vul Oro bué pecho. A' 
CudioclCapicáa abracar a fu hcrm3no,y elle 
_ pLiiü aiuhas manos en los pechos , por mirar 
k a go mas apattado, masquando le acabo 
decotiuccr, Icabrii^o taneUrechamétcdcrra 
m.idotá tkrms lagrimas de cótcto,ci Jos mas 
de los q prefínccseftauáitehiiijieró dacópi 
narcn ellav Las p3> abras q enrrábos herma 
ros (edtíirró,;os fcntimiétos q moflraron ,i 
pfnascrioque pueden peníarlttquanromas 
cftniíiire.Al ien brilles rabones, te dierócoí 
taderusfucefros,alli moDrarópiíeftaenrupú 
to,Ia biiirna attiiitad d dos hermanos:allí abra 
f o el O vdüt aZüT^l•^■i^ allí la cfrecio fu haiié 
dajal ii hito t^ucU ítot^^Tk^&^S^Nsóiweii^TSJsii 



Qqixótc de ía.Manchf# 4H 

■ Aíftna hermofaty U Mora hcmrjüiifsünas'rcno 

a liaron la$ lagrimas de codu9.AIIi doaQiiiKQ 

^ te elUua acenco^íin hafalar. palabbaiconítfiecá 

¡ do eftos Can eftrañasiaceíTQH acribuySdolu» 

s todos a quimera de la aiKÜceGaiialicria.AUi 

c: concercaron,que ei Citpici y Zorá} da,fe bol? 

9; uieflen con fu bcr«TF;uio aSeuidaty atti(a(rcQ:4l 

^ íu padre» hazíeodolc Caber de fu halla^gQ. y \ir 

I bct tad.Para que comopudieííe^vinieflc a bBp 

^ liarte enlas bodas,y báutiímo d Zora/da>ppR[ 

^ no le Ter al Oydor pofsU}le»dexar el camiito 4 

g lieoaua^a caufa de tener nucuas, quedc-allÍM 

I vn messparcía noto deSeuiila,a la Njuciua ECt 

^ paña^víueralc de gríde incomodidad pcrdec 

3 í\ viagc. Bn reíoluciótCodos quedaro coocm*? 
tosyy alegres del buéfuceifo del cautiucny tscí 



j 



^ mo ya ta noche yuacaíi cnias dos parteaxl.itt 
^ jornada «acordará de recogerfe,y re pofarly 4 
í della les queda ua.DéQuixoce fe ofrtcii/.a.bt 
zct la guardia dd Caílilio^porq de algon Gt« 
gáce>o otro mal andácefollonyno fue(iénaeo« 
metidosicodiciofos del era theforo de tíexmb 
ftira q en aquel Caftilló fe encerraua; Agrade 
cieronfelo los que IC'Conociá y dieron li-Qv^ 
dor cuenta del humor eñraño de don Q^^i^co 
fe.de que no poco gufto recibió. Soló Sachd 
1fííf}dCc derefperaiia»coala tardaba del recogí 
Aliento, y foto elieacomodo me;or q codos, 
ci:Í7a/ido/b /obre ios aparejos de £uVxsdxxx>>\ 



SsS Qoarta parte de don 

le co(laT& tan caroí^omo adeUce fe dirá. Re 
cogidaspucs las damas en fu e Hacia, y los de 
masacomodadorccomomenos mal pudiera 
dó Quixote fe ralio fuera de la venta, a bazer 
la cecínela del Canillo, como la auia pcomett 
do.Sucedidopucs,que falcando poco por ve. 
Air el aluaillego a los oydos délas damasivni 
voz cS enconad3,y tan buena.que I as obligo i 
que todas le preftaCn atento oyda. fifpccial 
mete Dorotéa>que defpierta eílaua.a cu yo ll 
do^dormiadoñaCiaradeViedni3ique anlife 
llamaua lahija d<>l Oydor.Nadic podis ima- 
ginar quien érala perfona que tá bien canea- 
li3,yera vna voz fula, fin que la acompañaíTe 
ñiftrumento alguno. Vnas vezcs les pareda q 
cancauan en el patio,&tras que enU caualleri 
za. Y eílando en efta confüííon muy atentast 
llego a la puerra del apoiento Cardenio.y di 
xo: Quien no duerme ercuclicique oyran vr2 
voz de vn mo^o d^ mulaSique de tai manera 
canta,qüc encanta.Ya lo oym))* ft:ñor,rcfpon 
dio Dorotea. Y có efto íe fue Cardenio.y Do 
rotea.poniendo toda la atención pufsiblCt ea i 
tendió que lo que fe cantaua era efto, ! 

CAP.XLIU.DON.DE SE CVEN« 

' ca la agradable hiltoria del mofo d mulaii 

conotco^c&ca&QaacMÓmicacoseala vi 



\ deidc lexos deicuDro» 
I bella y reípiandecience 
: quaotas vio Palinuro. J 
lo fe adonde me guia» 
ú nauego confuio, 
Ima a mirarla atenta, 
dadofa>y con defcuydo* 
itos impertinentes» 
leítídad contra el vk)* 
nuues que me la encubren 
ndo mas ver la procuro. 
ara,y luziente cfirelia 
uya lumbre me apuro, 
unto que te me encubras 
de mimuerte el punto. 

lo el que cantaua a efte punto»Ie | 
>rotea,que noreriabic>quedexaí 
ly r vna tá buena voz^y afsi mouif < 



tiÉ Qoifta parte 

tendiólo que DflTroceale dezia»y bolurcndok 
(cío a pregücar elta/e lo boluío a dczir»porlolii!. 
qual cftauo arécaClara«Ptro apenas huuooy '^ 
do dos verfoS)^ el q macana yua proliguien* 
do,quádo tecomovn ceflibior tan eftraiicco 
mo íi de algíit^raue accidéte d quartana eíta- 
uíera enferniá y y ibra^andoíe eTtrechamence 
con Dorotea le dixo:Ay íeñora de mi alma, 
y de mí vida,p]raqaem5de(percaílcs,queel 
mayor bie que laforcuna^ne podía hazer por 
aora»era cenerme cerrados los ojos y losoy- 
dos para nover»nioyriae(redeídtchadofnu* 
fico«Que es lo q dizes niña, mira q dizen q el 
que canca,esvn m09odeinuUs?No es fino (c 
ñor de lai^ares,rerpódio Clara, y^el que el tie- 
ne en mi alma, con canea reguridad,q (i eJ no 
quiere dexalle,nole lera quitado etcmaméte* 
Admirada quedo Dorotea, de (as fentidas ra 
zonesdela mochacha,parecieodole q fe auen 
taiauan en mücho,a la difcrecion q fus pocos 
años prometiá. Y afsi le dixo: Hablays de mo 
do fcñora Clara,que no puedo entéderos:de 
claraos mas,y dezidme,que es lo que dczis i 
alma,y de lugares,y deftc mufico.cuya voz cá 
inquieta os tie nc?Pero no me digays nad«por 
aora,q no quiero perder por acudir a vucflro 
iobrefaltOielgufto q recibo,de oyr al que can 
ca,que me parece que co nuenos verfos^y nue 
uo conOjCorna a fu cáco«Sea en bui horatref* 

pondio 



/^Iceeíperanfamiaf 

)^ic rópiendo impoísibles^y malc 

;ues firme la vía 

le cu mefma te finge s,y aderezas 

í te defmaye el vci te, 

rada paflb junco al de tu muecce. 

ilcan9an perezofoa 

inorados triunfos,ni vitaría algM 

pueden fcr dichofbs 

s que no contlra^ftando a la fortuc 

trtgan defualidos 

ocio blando codos los fencídos. 

imor fus glorias venda 

ras, es gran ra2on,y es crato |gftc 

:s no ay mas rica prenda, 

e la que (é quilate por fu oufto. 



i^% ' ' Ctu ^rta parte de don 

AUÍsltegfldoal fin uc fu cuétOydá^io vn grSfuf 
pirosV Hcoandoíe los ojos de Jsua>dixo:Orc' 
lí oi\u {upiefedes las nucuas que me aueys c6 
€ado9]r como me toca tan en parce >que me es 
for9ofQ dar mueftras dellosco eñas iiagrimas 
qaecoDCCaeoda mí difcrecion^y recato.mcíi 
Icn con los oíos.Efle Capitán ta valcroío que 
dezis ».es mí mayor h^rmano^ei qual como 
mas fuertCsydc mas altos pér!)míctos,q yo,QÍ 
otro helrmano menormio, efcc^io el hóroíot 
y digno exercicio déla gaerra.Quc fue vnode 
¡os tres caminos, que nueftrp padre nos pro- 
pufo,(eguo os díxo vueftra camarada.enla c6 
leja que a vueftro parecer le Qyíles. Yo fegui 
el de las letras^en las quales Díosiy mí diligc 
Cia»me hápuefto en el grado q ipe veys . Mi 
menor hermano eña en el Piru tan rico q co 
lo que ha embiado a mi padre>y a mi« ha facis 
fecho bié la parte q el fe lleuoty aú dado alas 
manos de mi padre , con que poder hartar fu 
liberalidad natural. Y yo anli nicfmo he podí 
doco masdccécia , y autoridad, tratarme en 
mis eftudios,ylIep^r al pucfro en que meveo» 
Vine aú mi padre mumeJcco el de fleo de fa 
ber 3 fu hi;o mayor,y pide «tpipscó cdtinuas 
praciones.no cierre la ¡'miertp fu^ ojos.hafta.q 
ei vea c6 vida a los d fu hijo. Del qual me ma 
rauíllo.fíendo tan diícretoicomp en tatos tra 
b ajo3^y aílícianc$>oproi¡)eroa íuceiTos » fe aya 

dcf. 



irynfK)caciJicnfO|Oiazeiona»:y \ 
BT (odi^cilo quexl fataia caacA fíe 
ifeñalesdeboluerfe loco.Liegoft. 
!po de la pardda do tni padrcl^i 
^oo dciñi. Pues nunca padedezú 
) malOf á toque yo etictcodo >, de pe 
ly $&i el dia que nos partimosinuí 
rleipara dcrpedirme deltíi quiera i 
,Pcro a cabo de dos días que cami 
al entrar de vna pofada» en vn lug 
.ada de aquí, le vi a ia . puerca del r 
lo en habico de me^o de mulái y 
aUqoe ñ yo no le cruxera can recr 
i alfna»&¿ra imponible conocelle. 
adaiireme» y alégreme t el me itiir 
: mi padre » dc'quien el íiecDpre fe 
¡uando acrauieíTa por deiice de m 
inos,y en i as poíadasdo ileg'ixno; 
3 fe quien es,y coníidero > que po 



64^ Ouarta parte de daa 

Y aaíi atmquecon las mías, 
Sigo lie amor! 13 mas dirtcuicofis» 
Nupot elíy rezelo 
X)¿ no alcanzar defde h tierra at cielo. 

^Aq'jidi'o fin la voz,y principio a nueuosÍQ 
lIofüsClara.Tudo lo qual encendía el deflco 
de Dorocea,qiie riefl'eaua faber la caufadc cá 
fuaue cantu , y tan ctiftc lloro . Y afsi le bol- 
uio.aprcg llorar: q lie era lo que le qticrta d«ic 
denantciíEntóces Clara cemerofa.de qncLü 
fciiida no la oyede, abracando eítrechainíte t 
Dorotea, pufo íu boca un junto del ojdo di 
Dorotea.quercguraméte podía Iiabjar,í¡nfíf 
de otrarontida.Yarsiledixojfille que canta 
feñora mii.es vn hijo de vn cauaÍlero,na:trjl 
del RejnLídeAragon»feñorde doslugaresd 
qua! viuia frócero de la cafa de mí padrc.enli 
Coree. Y aunque mi padre üciiia las ventanas 
de fu Cafa, có iicícos en el iiuiierno.y zeialias 
en el vcrano;yo no fe lo que fue, ni lo que no, 
qijeelkCaualletoqueand3uaa/elluíÍn),m! 
vio.ni fe íi en la yg;cfia,o en otra parie:íin3l- 
mcncetelfeenaniurode mijy me lo dio a en- 
tender dcfdc las vc:iicanas de (u caíá,(on taiai 
feñas.y có tanCaslagtinias,qucyo jeliuuedc 
crecf,y aun quercr.lm (aber lo que me qierii. 
£ntrc Us Teñas que me hazia,era vna,de jútar 
fe la vna4nwot^*^&^3kOX\^^^';si$.a.cQCcdci 
I- I. V-^ 



Quitóte de láAljMKJi** M^ 

tifot fe cafaría conmigo s y aunque yoam: bQk» 
.garia mochoi de q aoíi tueratcooK) foiju^ fia 
madf eftoo fabia coo quien jcoifaunicaile^yiifsi 
i o dexc eftarȒin dalle cero fauoc^fiooora qua 
do cftaua mí padre fueradecafaiy t\ fuyocá» 
bieOtalfar vn ppe&el líenfo^o la zelofia^y der 
xarme ver coda^dcito que¿tl haaia cacica fíeCbi 
quedauafeñales deboiuerfe loco.Llegoftpieti 
ello el ciépo de la partída do tni padre^l^jbv»! 
•1 iupo,vno de mi • PuésnuDCapudedcziff^'- 
lo.Cayo maloiá (oque yo entiendo ». de pefa* 
•dombre^y aísí ei dia que nos partimostoue^fi 
pude verfe»para deípedirmie dcKíi quiera con 
los ojas.Pero acabu> de dús días que camina 
«iamoS| al entrar de vna pofada» en vn lugars 
voa jornada de aquí, le vi a la puerca del mo- 
ron>puefto en habico de mef o de muUs % eao 
- al nacuraUque (i yo no le truxera can recraca 
do en mi almai&i¿raímporibleconocclle.Co 
. noeik ^ adniirenne» y alégreme : el me miro. a 
hurto de mi padre » de quien el (iempre fe ef- 
condc^quando atrauiefia por deiace de míjen 
]os camínos,y en las pofadas do Ileg^mo^r. Y 
como yo fe quien es,y coníidero > que por a- 
mordegii viene a pie^y con canco trabajo pa 
ra el nunca vfado >muerome de pcpidiíbre) y 
adonde el pon^ los pies>pógo yo los ojos.No 
le con que incenciqn viene» ni qomo ha podi- 
do efcaparfe de cafa de fu padre>9ot^\^o^^ 



'<^ Qolrti patee de don 

re cxtraordioariitncce» porque no tiene otro 
haredero,yporqae el lo mereccccmo io.Tcra i 
vuelír>m<:rc<:d,quando le res. Y masJeléde ' 
zir,quccodo2quelioqiieciiicat lofacadclaj 
cabera que he oydúde2Ír,quc es muy gtácf- 
ttidiáiice>y poeca- V ay masque cada vez q le f 
•veo, o Icoygocaiitar,CiéblQtoda,y.mefofare I 
fa Ito.te meruía deque m i padre le Conozca, y 
vengaenconocimrcco de nucütosdcflcos-En 
ni i vida le he hablado palabraty có todo cOb 
le quitro de manera ,q no he de poder viuti 
-fínel.Eño eí rcñoramtutCodo loqospEicda 
'dczir derte mulK0,ciiyavo2 canco os ha con- 
tcncadu.quecniíilaelUechareysbicndevct 
.qu^ (10 «3 mj^ode muías, como dezjs.rniDf! 
-ñor da a(mas,yiugircs>comoyo oshe dichO' 
NodigaysniasknoradoiíaClara.dixoieí' 
rafazóDorocea,y efto bclá Jola mi] vczcs:Nü 
digays mas digoy efperad que ve iiga el me- 
no dia,qiic yo cfpero eiiDios,d encaminarle 
manera vucitros negocius,que ccngS el ítliit 
'fiii,qiiecaiihQiieilo'>princi pió» merece. Ayü 
■ñoradixodüñjClaraiqucfiíife puede clperii 
fi fu padre es can príiiC'pal,y tan rito.q le pj- 
receta que aCi yu no puedo fer crJat^ de fu bi 
jo.quantoin iscrpofaipucs cafarme yo a hut- 
to de mi padre.iio lo hnre por qiunco av eo¿ 
munío.Ño t\uerri3, filio que elle m 090 fe W 
-yi^íTety mft4tnA&í'»<=íi«i*««».'5avelle,ycóIi I 
T - ^' 



(H^ñtote de la MancUk. 64^ 

gra di&znáá'dcl cimino quclleuaoiOfcre me 
dltuíara l4 pona i] 06 aosa lleuctaúque fe ckzírj 
que efte nmedio queoteimagiaosQi^a de a- 
(»rbúccbtrbi¿ pocoMio fo que diablos ha (ido. 
«fto»nípordddefe;haeae£adoefie amor, que 
le cengo^icado yo Can muchacha, j¿ el Ctn jog^ 
chachoiqaten verdadq«e creo»que fomo$ de 
troa edad me£aiay3f*que yo no rejego cuplídga 
diez y feysaoo^^quepaca el dÍ4 deiS.Mjgviel 
qfue védra.dúe mi padre que lo^/eMOiplOtÑd 
pudodexar de reyrfe Dorocea»ojedo quá co' 
mo niña hablaaa doña Claraba qaiC di^o: Re? 
pofemos fcñoraflopoco q creo queda ifla no 
che^yaniatiecera Dios^ymedrarcmp^ipímal 
nke andará lasmaQds^SoíTegaronle CQ e(l0i y, 
^ toda U véca fe goacdauavn graodc fíiecio» 
folamenfienodormianrla hi;a de ja ventera, y 
Maricoraes fu criada; Las quales £ocno ya fa 
bían el humor de q pecaua don Quíxpccs y q 
cftaua fuera de la vecaiarmado,y anrauallo^ha 
EÍ£do la guarda) deceripínaron las dos de ha- 
celle alguna burlajO alómenos d pa0ar vn po 
co el ciempQioyendoJe fus dlíparaces. 
, Es pues el cafo.q en Coda la venta no aoía 
verana q faliefle al campo/ino vn agugero de 
vo paiar por donde echaua la paja por d^ fue 
ra«Aefle agugero le puíiero las dosfemidoze 
llaSfy vieron q don QjiixoCe eOaua a caualjOf 
recoftado fobre fu iájooi dando de cyaidoea 

S$ % Q^asÁf^ 



hsUays en mi otra cofa cÓ que fatjs 
clmirnioaaiornorea.pedidnKla. < 
roipcr aquella aufence enemiga dul 
daros la en continente) fi bien pidie 
guedefa deloscabellosdcMegtini,' 
dos culebras: o j^a los mefmos ray< 
encerrados en vna redoma.No a m 
da dclÍQ mi reñora(,renor caualkro] 
te punto Maritornes. Pues q ha m; 
creta dueña, vueñrafcnora,refpódi< 
?cotc?Sula vna d vueílras hermofas 
xo Maritornes, por poder deshoga 
gran defíeo qaeíte^gugerolahati 
a pclit^rode fu honor, que R fu feiío 
hunierafentidojlamenorcajadade] 
oreja. Va quiííera yo ver eíTo refpc 
Qnixoicpcro el fe guardara bi£ def 
quiere hazer el mas defaílrado ñn c¡ 
hizo enel müdo,por auer ptieflo las 



or aica^«» -'V.idid doncella ; 

atocadootradcm«g«»S^,, 
aquella que«enc<ot«aP 

,f,daddefosv««f\ o^, 

,¿^oralov«en.os.do^,^,,abe 

,aUin«6cca,>Da ¿^,^p4 
qacquedaoaalceno^ .^^^ 

,at<ccfettnofoie«^^^^'i,^^ao« 



^4g Quarcá parce de don 

vo las efcuchaua nadie,por^ afsi como Mari' 
tornes le aco^eliajy la otra fe (ueró muetcas i 
rifáty le devaron afido de manera ,qii€ fueim 
pofsible folcarie* Eíiaua pues como fe ha di- 
cho>depies fobre ftozinanre 9 metido todo el^ 
bra^o por el agugeroyy atado de la muñecaj 
al cerrojo de la puerta,có grádir^imo temor 
y cuydado,q fíRozinate fe dcfujaaa a vn cabo 
o a otro,auia de quedar colgado del brandy 
afsi no oíaua hazeé moQÍmknto algiino;pue* 
ftó qdc la paciécia y quietud deRcaiiiSce,bie 
fe pedia efpe rar que cfta ría fin mouerfe vn li- 
gio entero. En refolucio viédofe d6 Qi)ixote 
atado,y que ya las damas fe auian ydo»re dio 
a imaginar, q todo aquello fe hazia por via d 
encanaimencotComolavczpaíTada quando 
enaql rhermo cafiiilo le molió aquelMoroen 
cantado del harrKro:y maldezia entre íi (u po 
ca difcrccion , y diícurro, puesauiendo faúdo 
tan mal la vez prime raid aquel caftiilo^fe auia 
auenturado a entrar en el la f gunda : iienco 
aduercimiencode loscauatieros andantes , q 
quando han prouado vna auéturaj no (alido 
bié con eilai es feíial q no cfta para ellos guar 
dada,fi\'io para otros,y afsi no tienen necefsi' 
dad <)e prouarla fegúda vez.Con todo efto rí« 
raua d fu bra^o^por ver íi podría foltarfe.mas 
el eftaua tan bi{ afídbjque todas fus prneuas 
fueron en vanot Bien es verdad » que tiraua 

coa 



quien ou icn.» **— j- -- . 

íl exagerar la f>lta que haría c 
,rcícncia.cl tiempo que alhelt 
io.quefindudaalguoafeauiac 

Dulcinea deiTobolorallifued 

acnefcudcroSanchoPansa^u 
™íttcño,ylendidofobreda.b. 

:oto,nofeacürdauaenaquew 

,adrequcloauiaparido:aUiHai 

ürgandeo.yAlquif<»,quelcay 
locoafu buena amiga VrgandJ 

ífe.-yfioaitncTítc.alUletonío»' 
efcfpcrado y cófufo, q brama» 
ro,ríórque no eípcraua el.quc c 
lediaria fu cuyta.porquelateni 
cniendoíc por encantado : y hi 
>,ver que Rozinante.poco ni ai 



¿í*" t^ártapartcdedop ,-> 
0)os U vieion,la hizo rcñora abfoluea de fu alt 
ina.Perdonadmebuenaferiora.y rccogcoi 
ín vueftro apofento,y no querays con iignifi- 
carme masviicftrosdelTeos.q yo me muellrt 
mas dcfagradecido:y (i di amor q me ceney*, 
hallays en mi otra cofa có que fati sf jzeros, q 
elmifraoaniornofca.pcdidmcla, q yoosju- 
ro,pcr aquella aufence enemiga dulce miade 
daros la en continente, fibienpidieíícdesvní 
cuedefa dclos cabellos de Mcql'ifaiquectáto 
dosculebras: oyalosmefmosrayosdelSoli 
encerrados en vna rcdoma.Noa menefterní 
da dcffo mi renora[^feñorcaualkro)dixoa ci- 
te punto Ríaritorncs.Piies q ha m^ncftcr.dif 
creta dueñai vueílrareñora,rerpódio don Quí 
?cotc?So!3 vna tí vueftras hermofa» manos.di 
xoMaritorncs,por poder deslicgarcÓella el 
gran dcíTeo q a tfte agugero ¡a ha traydojtan 
a peh^rodc fu honor, que ñ fu feñor padre II 
huuicra fcntidojla menor tajada d ella fuera la 
qreja. Yaquificra yo ver elfo refpondio don 
QnixoEe.pcroel fe guardara bié defib,íiyano 
qmcrc hazer cl mas defaürado fin que padr: 
hÍ2ocnclmrido,por.inerpiieQo las manosea 
Jos dcHcadoí miébros de fu enamorada hija. 
Parecióle a M3r¡cornes,qac fin duda dó Qui 
xotc d jria la mano q íc auia pedid», y propo 
Hiendo ei\ fu pcRfímiento lo q auiadc hazcr, 
ic 6axo del aguí^tQj'^ \6íut*.\í.twia.(/cri23, 
*- ■ ' . ■ " ■ tefe? 



,g„„a„,c..m.n ■ Mí«l Jl,„ 

iLio«ne(letiempo,qvnadel 
«Voto •R«*?'Tiá»T/fin 



1 



poralcS^ar al Turlc^biert afsi camo I 
ti en el tormento de la garrucha«pi 
C3 no cocaiq ellos mefiiKis ion cauf 
centa r Al do'Or, có el ahinco que pe 
iÍr3rfe,eng3ñados de laerperSc^qi 
prcrenta.quecon poco mas que Cet 
gar^n alinda 

CAP.XLiniDQNDE S 
(jguen losjnauditos AiccíTos de 

EN efeto, fueron tantas las I 
dooQoítótc dio, que ab 
preíto las puertas de la ve 
el vrticero defpanorido » a 
tales ¡>Htasdiil3t ylciiqi: 
focra hizicroii lo marino. M»ricarn 
auii derpertado a lat miriniíboMi 
dolo q nodrafer.-fs (ac al pa(«, y t 



tdirdel de U mu6ecaiy IcuáciAdofc feojHCi fu'» 
hío (obre Rozúiáte, eaabra^o Tu adarga» epti* 
ftro fuian^oa, y comando bueaa parte dtí ca 
poiboiuio a medi^ galupc»dizi¿dot Qaalquie 
lr4 q[tte di seré que yo he íidocon juftj tí(ul9 
encacado»cocQo mí feñora la PríoceíTa Mico* 
míGOQ^ me de licecía para i^lIoi^yQ le 4f fau^ 
ko,lc riecoiy defafio aíingolar Í>aulla*iidú)ira 
dos fe quedaró los ntteuotcamínaotesidelai 
palabras de don Qu txoCe,pero el ventero lof 
quito de aquella aamiraciO) diajuidoles» que 
tra do Q¿iíxoteiy que no auta que ha2er cafo 
deUpor^ eftanañierade fuyzío^Fregútatoor 
le ái veoterOffí^cafo hauía llegadQ^^d^^ellt 
Venta vn nüochacbo» de ha(Uedád 4% quinan 
años^quip venia veifa'docomp mo^Q^mqlas^ 
de talesiy tales feñasidando las mefcpas q tra 
híael amante de doña Clira.El vencero^^reC- 
pondío>que auia tantagcnte en ia v^ca^que 
no auia echado de ver en el que pregúcauan* 
Pero auiédo viOo vno delios el coche donde 
aUia venido el Oydor9dixo: Aiquidcut d cHar 
(in duda, porque eite rs el coclie que el dizen 
que (iguetqüedefc vno dnofotros a la puei ca# 
y entren los demás a bufcarle:yaú feria bien, 
que vno de nofotros rodeaíTe toda la venta* 
porq no fe fuelíe por las bardas de los curra* 
leskAlsifehara^reípondio vdo dellos>y cñrrá« 
dofe los dos dencrojvno (e quedo ala^\9L^x\)L% 



161*4 '(iüarta parte de don 

y el otro fe fue a rodear ta vent3,codo lo quai 
veyael vencercy no fabia atinar para q fe hí 
2ian aquell.asdiÜgenciaSjpucflo que bien cre- 
yó q biilcauan aquel inot^o^cuyas feñai le lii' 
liífi dado- Ya a eltafazon aclaraua el dia,y alii 
poréfto.como por cl ruydo que don QuixO' 
te auia heGho,e!lauá codos defpiertiost y fe le 
uatJC3ii3n,efpecialcnente doña Clara, y Oaro 
tca.quela wna confobrefalto de tener ran c:i 
ca a íii amaníe, y la otra con el de íTeo de vd 
]e,auÍ3n podido dormir bien mal aqueiU no- 
chc>DÓ Q^iii^ceque vioqiie ninguno d(Io) 
quatro camináces hazian caro dei,ni le rcrpó- 
dtai)afude'nianda,moria}yrabiauadcd<:[pt 
chOtyfañ3:y ñ e^ hallara enlas ordenanzas de 
fu Caiiatlen3>quelicira[nenre podía el CauJ- 
Ileroandante,tomar,yemprcderGCraempr! 
láiauiendodadora palabra,yfc,de no poner' 
feeaníngunaihalVaacabar laque auia prome 
tiJo, ei iniíiñieracon todos , y les liixicrarcf- 
pondermal de fu grado, Pero por pjrccerl! 
no cóuenirle, ni ertarle bien comentar micui 
eniprcfa,hafta poner aMÍLomicona en fu Rey 
no.huuo de caílar.y cftarfe quedo, efpcT ando 
s ver en que parauan las diligencias de aquc- 
líos caniináccs:vno de tos quales hallo al mas 
cebo q bufcauaidurmicndo al Jado de vn mo 
co de muUs.bié defcoydado deque nadie, ni 
le butcalV«iw.av4w>*4^Q¡a.\!Jíall*íre. £1 bó 



Qoixóte de la Maooha 6tf 

brt le crauo del btzqo^y le dixo:Por cierto le-- 
>fior don Luy$>que rcrponde bien a quien vos 
.ibys el habito que tencys: y que di2e muy bi£ 
la cama en que os halloyal regalo c6 que vue 
ékviL madre os crío jíimpiofe el mo^o los fono 
lientos oio%9y foiro de ifpacio al que Le tcnífL 
.«fído»y luego conoció que era CrLa^o djj;^ fu pa 
4re»de que recibió cal fobrefalto^que no acor 
to.o no pudo.bablarle palabra por vn bue ef 
pacio:y el criado pro(iguio.díziendo;/Vqui np 
my que hazer otracora,reñordoLuys,íinopip 
ftar paciencia^ darlabuelcaacafa, 6 ya yú^f 
cea merced no gutla, q ^^ padre y mi feñor U 
4e al otro múdo,porque no k puede efperar 
otra cofadéla pena con q queda por vueftr^ 
Aufencía.Pues comofupo mi padre» dtxo don 
X#Mys q yo venia efte camino 9 y en efte trf je? 
.Vn eftudiate, reípódio el criado>a quié dim% 
cuéta de vros pcnranucntos,fue el q lo défcu* 
jbr¡o,mouido a laftima, de las q vio que hazik 
.vro padre al putoq.os echo menos,y afsi dev- 
{lachoaquatrodefus criados en vrabufci^ 
y todos eftamos aquí a vro feruiciojimas cote 
jtos d lo q imaginar fe puedcspor el búe deípi 
cho co 4 tornaremos.Ueuando os alosojos q 
tato os qufcré eíTo fera como yo qu¡(iere>o co 
jmo el cíeío lo ordenarcrefpodio doLuys:q a- 
juey s d qrer,o ^ a de ordenar el cíeIo»fuera de 
eonfentir en bolueros^porq no ha de fec ^o(%v 



6f6 Qaartí pacte de dttt 

ble otra cofa? Todas eftás razones qaeéiicrt 

los dos paíTauaOiOyo ci 01090 de muías, |áto 

'^a quien don Luys cftatka « y leuaatandofc de 

alli.fueadezlrloque paifauaa don Fernán» 

*do,y a Cardento^ya los^cmas^ q ya veíKdo 

Te antán: a los qualesdixo » como aquei howh 

1>r¿l(aiilatiii de dd a aquel mo:hacho,y lasri 

zon^s tiQepalTauaOf y como ie quería bolucr 

á cafa de fu padretv el 01090 ao quería^y co (f 

to, y con lo que del fabtan dcia buena bozqiie 

el Cíelo lé acría dadoi vinieron todos en graa 

defleo de faber mas párcicularmen tequien 

erá,y aun de ayudarlCf (i alguna fuerca le qoi* 

jfíeffcn h:izer.y afsi fe fueron hazia la parce dé 

de aun eftau i hablando, y porñsído có fa cria 

do.Saliaenefto Dorocea de ruapoíenco,y 

tras ella doñaClara,codaturbada:y llamSdo 

f^órocea a Cardenío a parcele conco en br€<- 

ues razones la hiftortadel muíico, y de doña 

Clara,a quié el también dixo lo que paíTaua^ 

de la venida a bufcarle los criados de íu pa« 

dre,y no fe lo dixo ta callando, que lo dexaflé 

^c oyr C'ara^de loque quedo can fuera de 6$ 

C]ue ñ Dorotea no llegara a cenerb»ciieracoa 

íigo en el fuelo. Cardenio dixo a Dorotea, 

que fe boluieiren al apoiento» que el procura^ 

ria poner remedio en codo » y ellas lo hízie^ 

Ton. Ya eftauan todos los quatro que vemaa 

¿ buTcar a don Luys dentro de la venta» y ro« 

deados 



Quixoce de la Mancha. 6{^ 

deados deiiperíuadieodoler que luegoñn de^ 
ccocríe vn punco» boluietfe a coníolar a fu pa- 
dre.El rcfpoodio, que en ninguna manera lo 
podía hazer,hafta dar fin a vn negocio en que 
le yua la vída,la bónra,y el alma. Apretaróle 
•nconces los criados, diziendole, que en nin- 
gún modo boluerian íin el,y que le Ileuariant 
aaiíieíTe^o no quiíieHe. £fto no hareys vofo* 
tros,replicod6Luys>fino es Heuádome muer 
co-.aunque de qualquiera manera que me Ile- 
oeyssTera licuarme íin vida. Ya a efta iazon a-> 
uíá acudido á la porñdsto Jos los mas que en 
la venta eíUuan,erpeciaImence Cardenío, dó 
Femando>fuscamaradas, el Oydor^el Cura, 
el Barbero^y don Q^íxoce, que y sí le pareció 
q ue no auia nccefsid^dde guardar mas el caf- 
cillo.CardeniOiComo aquel que ya fabia la hi« 
ftoria del mo9o » pregunto a los que Ueuar le 
querian,qpe que les mouía a querer Ueuarcó 
tra fu voluntad aquel muchacdoPMueuenoSt 
refpondio vno de los quacro > dar U vida a fu 
padresque por Uaufenciadclk caualler^>que 
da a peligro de perderla. A eño dixo d(3t Lüys: 
No ay para que fe de queta aqui de mis cofas 
yo foy iibre,y boUiere,fi me diere gufto,y fino 
ninguno de vofotros me ha de hazer fuerza» 
Harafela a V. vaAz razón, refpondioel hom« 
brc,y quando eJla no bailare con vueftra mer 
ccd,baftara^o nofocros para baiec alo ^Nt.ia 



6[S Quaica parte de don 

moE.y laque fomosobligados-Sepamos que 
es clloide uyz , dixo a eite tiempo el Oydor< 
Pero «i hombre que lo conoció, como vezino 
de fu cafajelponüioiNo conoce vucílra m^t- 
ccd fcHor.Oydoc a cíle cauallero.que es el fii 
jo dcfu vezioojel qual fe ha aufentado decaíi 
de fu padre,eiicl habito can indecente a Juca- 
lid:id,conio vucllta mcrccii puede vcr?Mi[o- 
le cntouccs elOydor masatencaméte y cono 
cioIc,y abraf^andok ledixo; Que umcriasíuH 
eílasleñurdó Luys.oqaefauUsEaii podeid 
Í35,qtie os ayai) iiiotiido a venir deíla man*;» 
y en cUs tragc, que di^e tan mal có ¡a calidad 
vueQra?A¡ nioi^o Hz le viuieroD lasla^^tmaíi 
losojQSjy no pudo fífponder pal abra ai Oy 
dor, Dixo a los Liiiatru,que fe folie galle n,qüe 
todo fe haría bien ; y tuinaiido por la. mauüi 
dou Luy^,le aparto a vna parteiy le pregúcoi 
que venida auia lido aquella. V en taco que le 
hazidííla.y otras preguiícastoyetongrandíí 
bozes a 1.1 puerta <ÍcS j venca.y cea U caula <lc 
IÍas,que dos ¡uiefpedes que aquella noche ha- 
uian aloj ido en eliaiviendo a toda la gétt: ücu 
pada en faber lo qu? los qtiatro bufcaua auü 
¿itentado a yrfe iin pagar lo que di.'uian:mií 
el vecero qiitareiidia in.isa I» negocio que a 
los agenos,las alio al Talir deb puerca, y pidió 
fií pagá.y Íes afeo fü mala intención con ial« 
LpíÜaWa4»syi^^'^^'^^'*v^^^'^^'^>;eipódicireii, 



Quísote de la Maacha# óf^ 

co los paños:/ afsi le cocnen^aro a dar Cal tíia 
noi4 el pobre reuceró cuao iiecefsidad de dar 
bozesty pedir fúcorro.La ventera y fu hijai no 
vieron a ocro mas dcfociipado para poder fp 
correrleiqtie a donQnitocesa quit;n ia hija de 
)a ven cera dixo : Socorra vueltra merced i fe- 
ñorCauailerovpor ta virtud que Dios le diOf 
amipobrepOidre.q dos malos hóbresleeftan 
moUendo como a cibera. A lo qual refpondío 
don Qjiixote muy de erpac¡o,y c6 mucha fle^' 
ma^Fermora dózeila,no ha lugar pof aoravue 
Ara pecició,por^ eíloy impedido de eacreme 
terme en otra auécura^en tato q no diere ci- 
ma a vna en q mi palabra me ha puenp : mas 
lo.q yo podre hazer por ferü¡ros,es lo q aora 
d¡re.Corrcd,y dezid a vueftiopadre, q fe ca- 
cretengaen eíFa batalla lo mejor q pudiere» y 
q no fe dcxc vencer en niiigu modo,en.táto4 
yo pido licécia a la Princeifa xV[icomícona>pa 
ra poder focorrerle en fu cuyta; q R ella me la 
dajtcned porcierto q yo te facare della.Peca 
dora de mi»dixo ae(toMaritórne$,qi<e eftaua 
delante primero q vueltra merced aicáweeíTa 
licencia que dize.ellara ya mí feñor encl otro 
mudo* Dadme vosifcñora, que yo alcance la 
licécia que digo>rcrpondio don Q(nxote»que 
como yo la tenga^poco hará al cafoque el eíle 
en el otro mundo,que de alli le facare a pefac 
del mifmo mudo que lo concradiga;o^ct\A 



j» 



66 o Qnarta parce de doa 

menos.os daré tal vengan9a dclos que alia le 
huaieré ecnbiado, que qoedeys mas que me- 
diauímcce fansfcchas. Y liDdezir masyfe fue 
aponer de hinojos aiiceDorotea,pid:endoIe 
con palabras caualicrefcas>y andace(cas,qDe 
lafügcádezafucflcfciuídade darle licencia 
de acoi rer, y (ocorrer al Caftellano de aql ca 
(lillo^que eiiauapbefio en vnagraue megaa. 
La PriBCeiTa fe la dio de buen talantCfy el lúe 
go^embra^audo fu adatga>y ponicqdo mano 
a fu efpadci , acudió a la puerca de la venca» a 
donde aü coda vía Cr4hiá los dos hucfpcdcs 
a (nal traer al vtcero:pero aísi como llego em 
ba^Oiy feeftuuo quedo, aunque Mantotness 
y h vcntera,le dezjan^q en que fe dctenia,que 
foCorríeíTe a lu feñür,y mar^do^Detengooirs 
dúo don Quíxoce, porquero me es licito po 
ner mano ala efpada cótra gente cfcuderjhpe 
lo llamadme aquí a mitfcuderoSScho,quea 
el coca,y atañe efta deftnfa.y venf an9a. Efto 
paflaua en la puerta deh: venta^y en ella anda 
uan las puñadas^y nioxicones muy en fu pun 
tO)todo en daño del ir JÜe vcntero,y en rabia 
de Maritornesja venteraj fu hija^que fe dc- 
lefperauáde ver la cobardía de don Quixotf, 
y de lo mal que lo paífaua fu marido,reñor,y 
.padre. Pero dexcmosie aquí , que no falcara 
quien lo focorra,o fino fufra,y calle el que íc 
atreue a mas de alo que fus fuerzas le prome 

ten, 



ieaba/.da,,cia,(cdúo:Señorm¡ 
ros otra cofa,fi„oqucdefded 

fenoram,a,d.rdcaqueIiníllcel 
fitfm, voluntad: y (¡ /a vueftra, 

^an,orab=dcm,sde(reos,masc 
shavift.tlorartniioios.Yafei 
royíuvnico heredero; fio. par. 



Oarr^o f>..-^ 



ííít Qoarta parte de don 

manas voUiniadcs.Callo en dizíeiido efto e 
enamorado mancebo, y elOydor qdo en oyr 
k rii(p-;nfojconfijfy,y admirado, afsi de ayer 
oydo el modo y la diíGreciojí con q donLujs 
leauiadefciibiertofapenramienro, coreo de 
vcrfe en punco q no fabia el que poder com^r 
en tan repct¡no,y noclpcradonegocio^y aUi 
DO reípódioocr.! cofa, fino q fe futrcgafie por 
cntóccs,y entre tu ni tile a fas crÍidos,que por 
aqiic! día no Icbüluicden, porque fecítuí.llc 
tiempo para coníiderar lo que mc;or 3 todos 
eñuiiicire , Befóle ¡ásmanos por fuerza don 
Luvs.y aun fe las bañojion lagrimaSíCofj que 
pudiera enternecer vn corayó de marmoltito 
folo cj d=lOydor,quecomudifCTeen ysatiit 
conocido quá bien le cllaiiaalubiia aquel nu 
trimoriio; pucíío que (i fuera polsiblc, lo qui- 
lietaefeiuar ton voluntad del padre de dua 
Luys,del qiial fabiaique pretendía hazer de tí 
^Uloaluhijo.Yaeítalazoneftauan en paz los 
liuefpedes con el veutcro,pui:spoi pcrkiaficn 
y buenas razones de don Quixoteinias qfor 
snienazaiíjlcanian pagado todc lo qel qi:iío; 
y los criados düdünLuysagiiardatiá el fin de 
la platica del Oydor.y la relolució di.fn amo, 
qiiádoeJ demonio qno duerme,ordcno,qtie 
enaqlmcrmoptmro entro en la ventad Bar 
bero,a quien doii'Q^ixote quito el yeímode 
iVlatnbtmo ,^ ^ÍcVvüí s.v^CjíV.^^'^'wsííis del ai 



e aquí os cégo»venga mí vazia^y i 
3n todos mis aparejos que me ro! 
o que fe vio4icomccer can de imp; 
) los vituperios que le dcuatijcon 
) afio de laalbarda» y cá la otra d 
5 al Barbero» que le baño los diet 
:pero no por efto dexo el barbero 
tenia hecha enel albarda^antes af 
tal mancra»que todos los de la ve 
al ruydo,y peñdenda»y dezia; Aq 
^ de la /unida , que fobre cobrar t 
ime quiere macar efte grádiGtímQ ! 
:ador de caminos.Mentis^reíponc 
¡ue yo no foy falteador de cansino 
guerra gano mi feñor don^Qpixc 
>ops«YaeÜauadon Qtiixoccdeli 
ho corento de ver quan bien fe dci 
ndia fu £rcudcro;y tuuokdcfde ^ 
»or hóbre d¿Dro<.v propufo en fu < 



¿¿4 Quartaparee de don ' 

eftaalbardacsniízicomo la muerte qdeco 
a Dios, y afsi la conozco »como H la hiiuieri 
parido, y ah¡ cita mi afiio cnél eftablo que no 
me dcxaramcntir,íinoprucuenfeIa,y linoli 
viniere pintiparada. yo quedare por infamty 
aymasjqueclmifmoóiaqtteclla (eme quito, 
m; quitaron tjmbíévaa baziade azófar nue 
ua que no fe aula eílrenado.quc era teiiora de 
vn cfcudo. Aquí no fe pudo contener dó Q^i- 
xote íinrcrponder,y peniendofe entre losdoi 
y :partandolcs,dcpofit3tidoÍj a'bardacntl 
fuclo.que la f uuicire á manifiefto harta que ll 
verdad le aclaraíTcjdixo.-Porque vea viieftr« 
mercedes ciara, y (iianificftamcnte el grande 
error en que clUeílc buen efcudero,pucJ lli- 
mn bazia a lo que fuc,cs, y (era yelmo de Mí- 
brino,elqual fe le quite yo en buena guerra, 
y me hizc (enor di;) con iígitinia y litita poiTcl 
íicnicnlo delaJbarda no me entremeto ,qiie 
lo que en ello ísbr-c de2ir,cs qnc mi cfcudero 
SanchoPan^amc pidjo liccciapara quitarlos 
jaezcsdeicauallüdeíle vencido coiiardcycó 
ellos adornan el fuyo.yofela di.y el los tomo 
y de aucrfe conucrtido de jaer en aIbard3,no 
í,ibre dar otra razón, fino es la ordin.iria, que 
como eíTas transformaciones fe vcé en los fu 
celTos delacaualleria-indantefca:paraconfir 
macion de lo qual corre Sanchoíhijo cnio.yii 



Qaixote de la Manchi* 66f 

I tiailleros ¿I yelmo que efte buen hombre dizc 
•^ ftr bazia. Pardiez feñof) dixo Sancho^ íino ce- 
^ hemos cera prueua de nueftra intención» que 
-I la que vueftra merced di2e,can bazia es el yeí 
¿ mo de Maribrino^como el jaezdefte buen h5 
^ bre albarda« Haz lo que te mando replico d6 
¿ Q|^ixotc,que no todas las cofas deíle cadillo 
^ han de fcr ordinariamente guiadas por en^S- 
^ tamento. Sancho fue a do eftaua la bazia, o 
^ felmodeMambrinoyComofu amodezia,yla 
^ truxo,y afsi como don Quíxote la vio » la to- 
^ jno en las manos, y dixo : Miren las vueftra^ 
^ mercedes ícñorcs mios,c6 que cara podia de 
, 2Ír eíle efcudero que efta es bazia, y no el yet 

• mo deMambrino que yo he dichory juro por 

• Ja ordé de caualleria andante que profeífo^q 
. eñe yelmo fue el mifmo que yo le quitcfin a * 

^ tter añadido en el, ni quitado de ninguna fuer 
^ te cofa alguna. £n eíTo no ay duda,dixo a eú 
^ tafaz5 Sacha Pan9a porque defde que mi fe- 
f ñor le gano hada agora , no ha hecho con el 
mas de vna batálla,que fue quado libro a los 
íin ventura encadenados , yo fino fuera por 
cfte vaziyelmo no lo paiTara entóces muy 
bien,porque huuo afáz de pe* 
dradas allí en aquel 
trance. 



€66 Qgartt parte de doa^ 

CAP-XLV.DONDE SE ACABAfce 

de aueriguar la duda del yelmo de Mam- 
brmo 9 y de ia albarda % y otras aucntutas üs 
focedidas.coD toda verdad. 

Qy E les parece a vuefiras mcrceda 
Tenores >díxo el Barbero, de lo qut 
afirman eftos gentiles hobres^pues 
aun porfían que efta no es baziaifr 
no yelmo? Y quien locontrario di- 
rere , dixo don Quixote , le liare yo conocer 
que miente fi fuerecauaüero ; y íi eícudero^ 
que remíente mil vezes^NueílroBarberoque 
a todo cftaua prefentetcomo tenia tan bié co- 
nocido el biiimor de donQuixote»quifo esfor 
^ar fu defatmo^y llenar adeiate la burlaspara 
que todos rieíTen : y dixo hablando con el o- 
tro BarberoiSeñor Barbero» o quien foyssía- 
bed que yo también foy de vueftro oíicio^y te 
go mas ha de veynte atíos carta de exameB:y 
conozco muy bien de todos los inftrumétos 
déla barberia,(in que le falte vno:y 02 masoi , 
menos fay vn ticpo en mi mocedad Toldado^ L 
y fe también que es yeÍmo,y que es morr¡6,.y I 
celada de eocaxe^y otrascofas tocares a la mi 
licia,digo a los géneros de armas délos folda 
dosiy digo faluo mejor parecer jemitiédomc 
fíempre al mejor entendimiento,que efta píe 
^a que efta aquí dejátc>y que efte buen Tenor 

tiene 



Qwlxote de la Mahcha# é6j 

¿ tiene enlas maoos^no Tolo no es bazía de Bar 
gibéro.pero efta tá lexos de ferlo^como efta le- 
j^iio% lo bláco de lo negro,y la verdad de la me 
tira-.tambien digo» que eftc aunque es yclraos 
no es yelmo encero. No por citrtojdíxo don 
KQnixote. porque le falca la micad que es la ba 
íbera: Afsi esydixo el Cura, que ya auia encen* 
¿dido la intención defu am^go el Barbero,y lo 
s^miímo confirmo Cardcnio» don Fernai do, y 
^fus camaradas:y aun el Qydor^íino eftuuiera 
gjta penfaciuo con el negocio de don Luyssayu 
^ dará por fu parre a la bur]a;pero las veras de 
¿loqiiepenfaua le renian can fufpenfc^que po- 
^ Co,o nada acendia a aqucücs donayrcs. VaU 
jjme Dios.dixoaeftarazóelBarberoburladOf 
iliquc espoísible.quc taca gen ce honrada diga, 
^y afirme que eña «o es bazia.fino yelmo:cof¿ 
,j parece efta que puede poner en admiración a 
j< toda vna Vniuerlldad por difcreta q fea.Baf- 
^ ta,(i es que eíta bazia es yelmo, cambie deue 
^ de fer efta albarda ;a/z decauailo> como efte 
^ fcñor ha dicho. A mi albarda me parece ,dixo 
'i d6QnixoCe,pefo ya he dicho ocra vez que en 
^ cíTq no m? encremcco de que Tea alfa2rda,o ja 
¿ C2;Dixo el Cura, no efta en ma¡s de dczirio el 
^ feñordon Q!]ixocc,q en efta s cofas déla caua 
\ lleria todos cftos k ñores,y yo le damos la vé 
taja. Por Dios íeñores míos,dixo do Quixotc 
^ íoó tantas^ y tan cftrañas las coCa^ ^^tv ^%^ 



6i^ Quartá parte de don 

caftnioyeo dos vczes que en el he al 
hSrucedido,quc no me atrcua a d( 
tiuam£ce ninguna ccffa de lo que a ( 
qtte M el fe Copticne fe preguntare) 
^no (| qüánto en el k trata va pot 
¿antamento;Ía primera vez me tatí 
Vb Moro encantado que en el ay, j 
no le fue muy bien co otros fus feq 
noche eftuue colgado defie bra9o c 
his»(in fabercómo^nicomo no,vin 
aquella deígracia* Afsique ponern 
en cofa de tanta confuíió a dar mí ] 
ra caer en luyzio tcmcrario;en lo 
lo que dizen q'úe efta es bazia,y no 

Í^o tengo refprndído: pero enio de 
ác$ aIbarda,ojaez,no me acreuoí 
C!a difinitiua^íolo lo dexo al buen 
Vucfiras mercedes^qui^a por no fe 
caualíero como yo lo foy^no tendt 
con vueftras mercedes los encaran 
te lugár,y tendrá los cntcndlmieni 
podrí juzgar de lascofas dcílecaf 
ellas (biisreal y verdaderamentesy 
rrii me parecían. No ay duda » reíp 
to do FernandOfíino que el feñor 
te ha dicho muy bien oy, que a no 
ladefínício deftecafcty porqueva; 
fundamento , yo tomare en fecret 
dtños fcñores^y de lo que refultar 



Quíxoce de la Mancha. 669 

rd>y cl3raQoc¡cia.Para aquellos que la cenia 
del humor de don Quixote,era codo efto n:a 
cena de grandifsinna rifa: pero para los que la 
i¿>norauaii les parecía el mayor dífparacedel 
mundoi eípecialmé(e a los quacro criados de 
do LuysjyadonLuysní masnímenos^y ao* 
tros tres paffageros que a cafo auia llegado a 
la vcca que teman parecer de fer quadrilleros 
como en cieco lo eran: pero el que más fe der 
fcíperaua era el Barbero»cuya bazia álhdelaií 
te de lus ojos fe la auian buelto en yelmo de 
Mambr lao, y cuya zi barda pálaua ^ui duda al 
guna, que fe le auia de boloer en jaez rico de 
cauallo,y los vnos,y los otros fe reyan devcr 
como andaua donFernando tomando los vo 
tos devnos en.otros,hab!andolos al oydo^pa 
ra que en íecreto declaraííen^íi era albarda, o 
jaez aquella joy a^fobre quien tanto fe auia pe 
leado: y defpues que huuo tomado los votos 
de aquellos que a don Qiiixote conocían» di- 
xo en alta voz: £1 cafo es, buen hombre, que 
y;i yo eftoy cafado de tomar tatos pareceres» 
porq veo que a ninguno pregunto lo que def 
feo faber , que no me diga que es difparate^l 
dezir que eíla fea albarda de jumento» (ino ja 
ez de caualio» y aun decauatlo caílizo » y afsi 
baureysde tener paciencia, porque a vueñro 
pc{rar,y al de vueftro afnojeÁe es jaez,y no al 
ba rda^ y vos aueyaaUgado > y prou^iidQ^uvxx^ 



tf 70 Qnarta parce de dea 

mal de vueftra parte.No ia tenga yo ci 

lo,dixoel (bbreBarberO)íi Codos vueftr 

cedes feíioi es mías no fe enga áan » y q 

parenCfl mi anima ante Díos» cooioe 

pareceuimíalbarda)yno)a:z:peroalla 

yes,&c.y-no digo nias:y en verUad.quc 

toyborrachotque no me ht defayunadc 

pecar cío.No menos caufauanríd las i 

desque dezuelBarbero>que los difp 

de don Q^íxocejd qaal a elU Tazón di: 

qui noay mas 4 hazer»(ino que cada v 

me laque es ruyo,y a quien Dios fe la d 

Pedro fe la bendiga • Vno de los quarn 

dos de don Luy$dixo;Si ya no es que e 

baria penfadaiHo me puedo perfuadirc 

bres de ti buen catcdimiento como Cüíi 

recé' codos ios que aquí eftaui fe acreua 

2ir con cantas vcras^quc efta no es bazi;i 

queüaalbarda,mascomo veo que lo al 

ylodizen^med^yaencenderque noc 

de myfteriocl porfíarvna cofa can c5rra 

loque nos mueflra la mifma verdrid» y 

ma experiencia;porque voto a cal, y ar 

redondo^que no me dea a mi a cncendc 

tos oy viueii en el müdo^l reues^de qu 

no fea bazia de Barbcroiy eíia aibarda 

no. Bien podría fer de borrica, dixo ci ( 

Tanco moncaireípondio el criado,que e 

no cóítUe eu eíTojíino en íi es^o no es alt 



I 

Q^occ de U Mancha. (^71 

orno vueftrasmerccdcs dizen. Oyendo efto 
'no de los quadrilleros que auían entrado» q 
luia oydo la pcndencia^y quiftion.IlcDó de co 
era»y de enfadO)dixo:TaD albarda»es<:oqio 
ni padre , y el q otra cofa ha dicho o dúccre» 
ieue de eftar hecho voa vua.Meatís.conio ve 
tsLCO viUanoirerpondío do Quixoce^y alfadq 
:1 lan$o>qu€ nunca le dexaua de las manos>Ic 
ma a deicargar cal golpe fobre la cabera q a 
lodefuiacfe el qu»drillero fe ledexira alli rS 
iidQ:el ian^onfc hizo pedamos en^lfuelo , y 
os demás quadrilleros que vieron tratar nial 
i fu cópañcroi alearon la voz pid jédo fauor a 
a íanta Hern)andad«£l ventero ^ue. era de la 
{uadrilla, entro al punto por fuivárilla^ypoc 
11 efpada» y fe pufo al lado de fus cópañeros^ 
los criadosde don Luys rodeard a do^ Luyst 
porque c5 el alboroto no fe les fuelTcfil Bar* 
yero viendo lacafarebueltajtorno aaíir defú 
ilbatda j lo miímo hizo Saocho^Od Quixpr 
;e pufo mano a íu efpada, y arremetió ajo^ 
cuadrilleros» dó Luys dauavozes a fus cria- 
os q le dexaflcn a el^y acorrieífcn ado Qui« 
Koce, y aCardenio,y a do Fernádo,q todos fa 
aorecian a don Quixote.£l Cura d^ua vpzes: 
ia Vencerá gritaua,tu hija fe aflígiaMarico^nes 
laraua» Dorotea eftaua confuía, Lufcinda (uf- 
jienfaj doñaClara defmayada. ElBarberó a- 
í>orreua a SScho» Sacho molía al Batbeco\d<^ 



671 Qaarca parce de d oa 

Luys,a quien vn criado fayo fe le acreuio a a 
firlc d;:! bra9o, porque no iéfueíTe» le dio vo 
puñada^que le baño los dientes en fangrcc 
Oydor le defendiajdoú Fernando cenia deh 
%o de fus pies a va quadrilleroimidíendole c 
cuerpocon ellos muyarufabor. El venteri 
torno a refor9ar la voz,pidiendo focorrojy f 
uor a la fancaHerniandadide modo que tod 
la veoca cía llancos,vozes»griros,confu6oDt 
temores/obrefaltos» defgracias^ cuchilladt 
moxicones, palo<i,cozes5 y efuíion de fangrt 
y en la mitad d¿íle cao$,n)aquinaiy laberint 
decoias^fe lereprefento en la memoria ded 
Quixoce^que fe vehia mecido de hoz^y de co 
en U difcordía del campo de Agramancc:y a 
R dixoco voz que atronaua coda la venca.T 
ganfe codos^codoscmbaynen,todos fe fofsii 
guen 9 oyganme codos (i todos quieren qw 
dar con vida. A cuya gran voz codos fe pan 
ron^y el proíiguio^diziendo : No os acorda] 
que os dize yo fi:ñores que efte cadillo era c 
caneado, y que alguna grandifsima región ¿ 
Demonios deue (in duda de habicar en el , ( 
confirmación délo qual quiero que veay s pi 
vueñros ojoscomofe ha paíTado aqui, y en 
ladado entre nofocros la difcordia del capo 
Ágramahce : mirad feñores como alli fe peh 
por la efpada^ aquipor elcauallo, acuUa pt 
el aguila> acá por el yelmo>y codos peleam< 



Je mace por caui.is ta tiuiana?:-.! 
sque no encendían ei fraíisde^ 
t veyan nrkalparadós de do Fcn 
ioy fuscamaradas^no querían i< 
arbero, íi porque en la penderá 
xhas las barbas, y el ai&arda:Sa 
s min¡mabozdcruanijobcdL( 
:riado:Iosquacro criados de d 
íen [c eituuieró quedosjviéJ j q 
laennoeftarlo/olo cl vecero pi 
:auiandecanígar (as mío eoc 
)Co,que a caria paíTo ¡e alborota 
)almcnce el rumor ll apaziguo f 
albírda fe quedo por jaez !ia!t:. 
íio,y la vazia por ychno.y la vc: 
) en la imaginación de don Q¿)¡: 
pues ya c n fofsiVíiO.y hecho?» ai 
.a perfuaíion del Oydor, y d^'l C 



¿74 Q¿aru parte d ¿ don 

felcs con las razones que don Lays le auia di 
cho>en fin fue acordado > que don Femando 
áixtfíe alos criados de don Luys quien el era 
y como era fu gufto que don Luys fe fueíTe c6 
el al Andaluzía,donde de fu hermano el Mar 
ques feria eftimado como el valor de dóLuyt 
mcrecia^porque defta manera fe labia déla ia 
tención de don Luys que no bolueria porl- 
quella vez alos ojos de fu padre fi le hizicíTcn 
pedamos. Encendida pues de losquatro laca* 
lídadde don Fernando» y la intención dedo 
LuySfdetecminaró entre ellos. que los tresíé 
boluieflen a contar lo que paflaua a fu padre 
y el otro fe quedafTeaferuiradonLuyssya 
no dexalle,hafta que ellos boluíeííen por el)0 
vieífe lo que fu padre les ordenaua:defta mi- 
nera fe apaziguo aquella machina de peo« 
dencia^pcrb autojidad de Agramante » y 
prudencia del Rey Sobrino : pero vie ndofe et 
enemigo i!c la concordia , y el emulo de la 
paz,mcnorp;eci3do,y burUdcy el poco fru- 
to que auia gr,1grado tis aaerlos puerto a to- 
dos en Can confufo laberinto , acordó de pro- 
liar otra vez la mano,refucitanclo nncuas pen 
dencias y defaflbfsiegos.Es pues e! cafo,!) I oí 
quadrillerosfe foíTcgaron por auerentreoy- 
do la calidad de los q con ellos fe auian com 
batido^y fe retiraro de la pendccia por pare- 
cerlesq dequalquícra manera qfucedíeíTe» 

auiaa 



Quixoce de laA^Caocha^ (Í7f 

ftuian de licuar lo peor de la bacaIIa:pero vno 
deilosquefue el q fue (no]ido,y pateado por 
4on Fernando>le vino a la memoria, q enere 
algunos mandamientos que traya parapren 
dcr a algunos delinquejites,traya vno contra 
úon Q^íxotc^a quien la Tanca Hermandad, a<* 
uiá madadoprender» por la libertad que dio 
4 los gaIeotes,y como Sancho con mucha ra^ 
zon auia cemido:ímaginando pues efto,qui{o 
certifícarfe (i las feñas quede don Quixoté 
traya ycmá bien* y facapdq del fcno vp perga* 
mino>topo con el que búfcaúa» y poniendoib*- 
le a Jccr de efpacio » porque no era buen leC';:. 
tor,a cada palabra que leya ponía los ojos en 
tlon Quixore ^ y y ua cotejando las feñas del 
mandamiento con el roílro de don Quixoté^ 
y hallo que fítí duda alguna era el que el man 
damiéto rezaua»y apenas fe huuo certificado» 
quando recogiendo fu pergamino^ y quí^a to 
ftio el mádamicnto.y con )a derecha aíio a dó 
Qnixore del cuello fuertcméce q no le dcxaua 
alctar,y a grandes boz^s dez¡a,Fauor a la fan- 
ta Hcrmádad,y para q fe vea q lo pido de ve* 
rasjleaíe efte mádaniíenro dóde fe contiene q 
fe preda a eñe fáltcadqr de caminos*Tomo el 
niadamientóelCuta^y vio como era verdad 
quacoelquadrílierodezia, ycomoconuenia 
con las feñas con don Qo^ixote^el qual viendo 
(tf tratar mal de aquel villano Malandrin^pueí 

Vv ^ 'táW 



défu ofÍcio,acu(lio luego a dalles f 
teraqutvíjdenucuoal'a marido 
cias,de nueuo al^o U boz, cu yo te 
ron luego, MaricorneS) y fu hija, f 
uor al Ci;Ío * y Alus que a]ii t jlau 
dixü viédo !o que paCauarViut el 
es verdad qu.-iuo niiamudizc d( 
tos deílc calt¡ilo,()ues no cs pofs li 
na huracoiiquiaLdeneI.DoiiFe 
partió e I quad; i lero, y a don Qui 
güilo de entrambos lesdefenclau 
iiOi,que el vnuene! co lar del fay 
el otro en ia garganta del otrobie 
nian:peró no por cQo cefTauan los 
rosdep-rdiríj prtfó,yque lesayui 
fele 21-ido , y encri.gadu a toda fu 
porque af»! conuenia ;il fe: i;iciu d< 



Qníxote de la Mincha. 677 

tear de caminos Ilannays al dar libertad a 
tus encadenados , folcar losprefos » acorrer a 
\o% miíerablesja!^ ar loscaydoSf remediar los 
níeneílerofos.^ géc^r infame^digna por vuef- 
trobixoy vil entendiinienco,que ciCielo no 
os comunique c! valor qae fe encierra a laca 
ualíeria an Jance,ni os de a entender el peca- 
clo,e ignor mcia en que eftays, en no reocrcn 
ci ir la fombra , quanto mas \\ afsiílencia de 
q<^lqu ier cauallcro ándate. Venid acá iaJro 
nes en qua.irilU,q no quadrilleroS) faiteado^ 
res de caminos, con licencia de la fanta Hcr- 
mandad,d¿zidme quien fue el igiornntc que 
firmo mandamiento de priiion co^ntra vn cal 
cauallero como yo foy ? Q^jien el que ignoro 
que fon eíTcntos de todo jjJicia íueto lusca 
ualleros andantes^ Y que (u leyesefpada, fus 
fucrofyfus brio5, fus prematicas, fu voluntad? 
Q^ien fuv: el nj ?ntecato, buc uo a dezir, q no 
fabc que no ay fecutorii d¿ liicl;ilgocon tan- 
tas preemiaécias, ni effenciones como U que 
adquiere vncaualerp andante eidia que fe 
arm \ cauallero, y fe eritrega A duro cxercicio 
de lacaaaj eria? Q¿e cauallero andante pago 
pechoalcaualaxliapínd: la Reyna, moneda 
forera, portazí?o, ni barca?Q^e (aftrc le 1 euo 
hechura de veftido que k hizieíTc? Que Cade 
llano le acogió en fu caítillo que \z hizicCfe ^a 
gar t\ elcoce?Qiic Rey no le aísetó a^^w icv^Ví>. 

Vv s QS5 



jS79 Quarta parte de don 

Que Doncella no fe le aficiono, y fe 1 e entre- 
go rendida a todo fu talante y voluntad? Y fi 
nalmente, que Cauallero andante ha baai(ÍOi 
«y, ni aura en el mundo > que no tenga briol 
para dar el folo qu^trocientos palos aqua- 
crocientosquadrlíleros que fe le pongan lic-' 
lante! 

capit.xlvi.de la nota. 

ble auentura de los quadrilleros, y la gran 
ferocidad de nueñro buen Caualiero don 
Qnixotc. 

EN tanto que. don Quixote efto dezia» 
cftaua perfíiadiendoel Cura a losqua 
drilleros como don Quixotc era fal* 
to de juyzio , como lo veyan por fas 
obras,y por fus palabras, y que no tenian pa- 
ra que ileuar aquel negocio adeláte:pues aua 
que le prédieífenjy llcuaíTenJucgo le auiá de 
dcxarpor loco;á Jo que refpondio el de! man- 
damíenco:Que a el no tocaua juzgar dé la lo- 
cura de don Quíxote > fino hazer lo que por 
fu mayor le era mandado, y que vna vez pre- 
ib>fiquiera le foItaíTen trccicntas.Con todocf 
fo>díxo el Cura,por efta vez no le a ueys de 11c 
liar^ni au el dexaralleuaríe,a lo que yo entien 
do;en efcco tato les (upo el Cura dezir, y tan- 
tas locuras fupo don Q^íxoce hazer^q ma s lo 

eos 



R ícia medíaró la caufai y fueron : 
la,de cal modo . q amba s partes qi 
o del todo cocétas, alómenos en ; 
ihas, por^ fe trocaron las albarda 
tichas,y xaq^uimas.Y en lo q tocat 
!mo de Mabrino , el Cura a focap^ 
íi Quíxote lo e ntendieffe,le dio pe 
:ho reales, y el Barbero le hizo vn 
recibo > y de no llamarfe a engañ 
ccs,n^¡ por (lépre jamas, íimcn.So 
íes cílas dos pcndcncíaS) q eran U 
ipales,y de mas tonio,reftaua q le 
: don Luys fe cótencaíTen de boluc 
q el vno quedaífc para acopañarl 
Fernando le quería Henar: y com< 
a fuf rce,y mejor fortuna auia com 
¿rlay'as. y a facilitar dificultades e: 



é8o Quirtí parte de don 

el regozijodefu alma. Zarayda aunque 
entifidiabic todos los fuceíTüsquc atsij' 
fcciitiiliccia, yalcyrauaabultocüiifoim 
ya, V tR<t.iu^ losfccTiblaiKesacaLJaviin^t 
cialiLentedefu £lp ñül.enquicn Unu t 
prc puellüs JOS ojoí,y craya colgada =1 a' 
ti ventero, aquicíifc lepago p^r a^tol: 
diua y iccompcnfa qtieeUura aula hccl 
Batb^ruipídiüel cfcotede don Qiiixotc 

_^ el ii.ciJüli-iibudt;fuscucros,y falta de vin 
taiido que no laldria de la venta Rozína 
iulIjIiq cntodc Sancho, fin que fe lepa] 
primeo hafta .elv,timo ardite Todo lo ; 
Z'guo el Ciira.y lapago don Fcrnando.j 
tüqucc.Oydprdc muy buena voluntad 
lábieii ofrecido ia pagj.yde tultnnncra 
daron toiiosen pa^.y fc-lsitgo ,q yanop 
cia ia vcnu h difctTrdia de/ canipo de Á 
irante,comoduiiQntxote auiad]Cho,fi: 
niiliü a pa2,y quietud del tiempo de Ov 
no:di; lodu lo qiialf jc común opinión : 
fe dcuian dar las gracia» a la buena intcn 

■ y mLichaeioqueiici.-)deireñor Cura, y a I 
comparable liber.'lidad de dun Fernádu. 
cufe pues don Quixote librcy dcft:mbüi 
do de tancas pendeiidasi afsi de fu clcud 
comu Cuyas, le pareció queferiabiéfegí 
comc^ad'o via¡e,y dar fin a aqpella gtádi 
lürapataí^au\ifc¡\üV'MCA^,^*'^^viii^ 



Quixote de la Mancha. 69i 

zCú c6 rcfoiuta decertranacion fe fue a poner 
de hinojos anee Doroceajaqual no le confín 
tio q hablaiTe palabra hafía q íé leuantaíTcy 
el por obedecelía fe pi'fo en pie>y le díxo. Es 
((omun Prouerbioifermora fcñora^qucladili- 
vcucia es madre de la buena vécura.y en mu 
fha$,y granes cofas ha moílrado la expcrien 
€ia «que la folícírud del negociante trae a bué 
fin cl pleyco dudofo 3 pero en ningunas cofas 
fe mueftra mas cfia verdad)q enlas delaguer -- 
ray adonde la celeridad, y prcfteza prcuiene 
los difcurfos del enemigo , y alcanza la vi6o- 
ria antes que el contrario íc ponga en defen- 
(a;todo efto digo altn, y prcciofa fe ñora , por- 
q uc me parece,q la eftada nueílra en efte caf- 
tiIIo>ya es fin prouecho , y podria fernos de 
taco daño,quc lo cchaíTemos de ver algu dia, 
porque quien fabe íí por ocultas efpías , y di- 
ligentes aura fabidoya nueflro tnen:igcel 
Gigante de que yo voy a deílruylle» y dando 
le lugar cl tiempo, íc fortifica íTe tn algún in- 
expugnable caftillOjO fortaleza.contra quien 
valieíTcn poco m;s diligencias , y la fuerza de 
mÍMncanfabiebrajcarsique fcñoramia> prc- 
uengamos^como tégod¡cho,con nueflrasdi- 
ligt ncias fus de í?gníos,y partámonos luego a 
la buena vetura»q no efta mas d tener la vuef 
tra gradeza»como deíTca.de quanto yo tarde 
de verme con v^cñro cot rario, ^^o^^ xsj A\ 

Vv S TLOXSX^'^ 



#■ 



coaita pttttéfcdoa^ 

xo mas don Qgixot€»y efpcTO ccn muchoU 
fiégo la rerpueftade la fámvHk InfiíoUtb 
qual con ademan fcfioril»y ac^kncKlado alcfl 
lo de don Qaixote» le relpQodlo dcBamaai^ 
ra:Yo os agradezco feñor ciuaíléró tláéS^ 
4 moftrays tener de fanoreccroiie en mí gM 
cuyta|biea&icombcaniaiIeró,3 qokncsáw 
xóf y concerniei^e fauorecer los buerfimo^í 
mcnefieroros:y quiera el Cielo 4 el vucftroj 
mi 4effco fe cuplan»para que ves^s 4 ay agM 
decidas mbgeres enel mfidbry en lo dori pir 
tida fea laQ^o.4 jo, no tengo mas volnncad { 
la vueftra, difponed vos de mi a toda vodht 
golfa y talantcsqúé la q vna vez q$ eotrcgok 
defenk de fü pertona, y pulo en vueárasni* 
nos In reftauracíon de fus feñorios ^ no hade 
querer yr concra lo que la vueftra prudeadi 
ordenare. A la mano de Díos>dixo don Qtjr 
xotc,pucs afsics^qvnafeñora fe me humilla, 
no quiero yo perder (a ocaíion de leuanu- 
Ua^y poncllaen fu heredado cronorla paicidí 
fea lucgo.porque me va poniendo eípuelascl 
dcíTcOy y el camino » lo que fucle dezirfe que 
en la cardanfa efta el peligro; y pues no'hi 
criado el Ciclo , n¡ vino el infierno ninguno 
que me efpance^ni acobarde » enfílb Sancho! 
Rozínante 9 y apareía cu jumento» y el pals- 
f r en de \a ^t^^tvv >j 4RS^vl^monos del Cattc- 



Qnixote de la Mancha. 683 

ai puDtc.SanchovQue a codo cftaua prefeuccy 
dixo.meneando la cabera a vnaparcC) y a o- 
era: Ay f€aor,feñor, y como ay mas mal en el 
aldehueia que fe lucna» con perdón fea dicho . 
délas cocas honradas. Que mal puede auer en 
ninguna aldea^ni en todaslas ciudades di m^ 
do, que pueda fonaríe en menofcabo mío, vi- 
llano? Si vucftra merced fe enoja , refpondío 
Sancho, yocallare.y dexarededezirlo q foy 
obügado como buen cfcudcro , y como deuc 
vn buen criado dczir a fu Tenor. Di loque quj 
f¡rres,repl¡co do Quixote,como cus palabras 
no fe: encaminé a ponerme micdo:que li cu le 
ticneSjhazes conio quié eres:y ñ yo no le tca- 
j;o,hago como quien foy.No es eíFo, pecador v 
fi\y yo a Dios,rerpondio Sancho,fino que yo 
tengo por cierro y por aueriguado , que.eíla 
ícñoraquefedize íerReyna del gran Rtyno 
Micomicon,no loes mas que mi madre,potq 
a fer lo que ella dize, no fe anduuicra hocican 
do con alguno de ios que eftan en la rueda a 
buelca de cabera, y a cada crafpuefta. Parofe 
colorada có las razones de Sancho Dorotea, 
porque era verdad que fu eípofo don Fernán 
do alguna vez a hurco de ocros ojos, auia co- 
gido con los labios parce del premio q mere- 
cían fus deíTcos, Lo qual auia vifto Sancho, y 
pareciendole que aquella defcmbolcuta^t^^'^ 






¿ S 4 Qnarta pa r te de don 

Rey no. Y no pudo , ni quifo rcrportde'-paía. 
bra a Sancho» fino dexoi'e profeguir en fu pta- 
tka^y ei fue díziédo: £fto digo fcñort porque 
íi al cabo de auer andado caminos y carrerii 
y paitado malas noches, y peores dias.hadc 
venir a coger el fruto de nueft :os trabijos, d 
que fe eita holgando en eíla venta , no ay pa- 
ra que darme pricíTa a que enfílle a Ruzínaa 
te^aibardeel jumento, y aderece el palatrcu, 
pues fera nnejor que noseílemos quedos yca 
da puta hile, y comamos. O valame Dios» y 
quá grade q tac el eno|0 q recibió don Q;ííxo 
te, oyendo fas dcfcompueílas palabras oeOí 
ercudcro.Digo que fue t^nco, que con boz ^ 
tropellada,y tartamuda lengt)a,lan^ando vi' 
uo fuego por Iv)s ojos,dixo. O vcllaco, villa- 
no,a)al f).irado,defcompueno,e ignoranCe,iu 
facundo,d.flengüado,atreuido,nnurmuradof 
y maidizit ntc,taks palabras hai ofada deilr |* 
en mi nr^fcncia, y enladeftasinclitasfcño- 
ras? Y taicsdeshoneftidídes yatreuimiétos, 
ofafle poner en tu confuía imagmacion ? Ve- 
te de mi prcfencia,a)6ílruo de naturalcza^de 
polítario de ment¡ras,almario de embuílcs^fi 
lo de ve' iac|uerias,inuencor de maldades, pQ 
blicadorde fandezeSjenemigodel decoro q 
fe deue a hisReales perfonas#Vete,no parez- 
cas delante de mi,fopena de mi yra:y dizien* 
do efto^enarco las cejasf hincho los carrillos, 

miro 



í 



le tragara* X no lupo que nazcrie 
Us efpaldas, y quicarfe de ia ene} 
ia de fu feñon Pero ia difcreta D< 
;á encendido tenía ya el humor c 
oce,dixo9para templarle la yra: N 
ieys> feñor cauallero dt la trifte F 
3 fandezes que vueílro buen cícuc 
io,porq qui^a no las dcue de dcz 
i,ut de lu buen entédimíénto,y chi 
ciencia » fe puede fuípechar que I 
ímonio a nadic:y afsi íe ha de creí 
duda en ello^que como en cjRe ca 
vos feñor cauallero dezis , todas ). 
y fucedcn por modo de cncácanic 
fcr,cijgo, que Sancho huuícflTe viíl 
labolica v¡a,:o que el dize que vi 
:níad£ mihoncürdad . Por el cr 
: Dios juro, dixoaefla fazon de 






íl 



636 Quarca parte de dofl 

bien deU bodad,e innocencia dsfte derdicht 
do,que no rabekuancarteftimonios anadie* 
Afsi e$,y afsi ferajdixo don Fernando» por lo 
qual deue vueílra mereedreñor don Quixo- 
te,pcrdonalle,yrcduzt{leal gremio delu gra 
cih flctf t erlitia principio^ anees que las cales vi 
fiones le fjfcáíTen de júyzio. Don Quixoteref 
pondioj^cl fe perdonaua, yelCurafucpof I 
Sáchojcl qna"! vino muy humiíde,y hincando I 
fe de rodi{}'as,pidio la mano a fu a'mo, y el fe |¿ 
la dio, y defpues de auerfela dentado befar^ li 
tcho la bendicion>dizíendo: Agora acabaras 
de conocer,Sancho hi)o,íer verdad lo que yo 
ócras'machas vezes te he dichoide que todas 
las cóíásdede cadillo ion hedías por vía de jioi 
encantamento. Afsi lo creo yo^dixo SanchOi 
excepto aquello de la manta , que realmsnce 
fucedie por via ordinaria.No lo crea$,refpon 
tí¡6 don Qmxore,que fi afsi fuera, yo te ven- 
gara cntonces.y aun agora.Pero ni entonces, 
ni agora, pude, ni vi, en quien tomar vengan- 
za de tu agrauío.DeíTearon faber todos, que 
era aquello de la manta, y el ventero lo con* 
to punto por punto, labolatena de Sancho 
Panja, de que no poco íe rieron todos. Y de 
que no menos fe corriera Sancho, fi de nueuo 
no IcaíTegurara fu amo, que era encantamen 
to.Puefto que jamas llego la fandez de Sacho 
a tanto i que creycífe no fer verdad pura , y 

auc- 



n orden para que (in ponerfe al cr 
)luer Dorotea y don Fernando c< 
3te a fu aldea > con la inuencion d 
. de laReyíia MicomícoJia>pudiers 
el Barbero licuar fele como deíTea 
:urar la cura de fu locura, en fu tie 
le ordenaron, fue , que fe conCerta 
I carretero de bueyes, que a cafo a 
[Tarporalh.paraque lo ikuaíTe, ei 
•Hizierbn vnacomo jaula,de palo 
,capaz,q pudieíTe en elJa caber hoi 
e don Qu ixotc-Y luego don Fern 
imaradas,có los criados d dd Luy 
irillercs, jiintamétecon el venterc 
ordé,y parecer del Cüra,fe cubri 
[}ros-,y fe disfi a^aronjquien de vn 
quien de otra de modo,q a do Qji 

r^ci^fCe (er nrra<ypfp.H<*la niip en a 



lO que lu cuntiuua y uci'jariaui itr 
le prer^ntauz. y fe creyó, que toda 
figurase antintalirut de aquel er 
ñilio,y q-je Un dudí a'guii] ya cita 
do pues no fe podía mene2r,ni dcf 
do a punCOjComa auia pcnfido q ue 
ci CurajCra^ador dtda machina. Si 
de todos los prcfiMiteSteñauaeiiru i 
zio, yenrumermafígiiraie! qualai 
caua bien poco para cener ia mcfin 
dad defuamcnodexo de conocer 
tudas aquellas contrahecha sfígurí 
ofo defcoferíu boca, hafla ver en q 
aquel aíTalto y prii:on de fu amo.£l 
poco hablaua palabra. ateudiendo i 
rade:odefadefgracÍ3.Quefue,que 
allí U Í3ula,U encerraron deiicro.y 
los maderos can fuertemente, que n 
ran rooipsr a do( tirones.Tomaro 
rn i-imhrn« v alfilir del anofeiiro f 



Quíxote de la Mancha ¿89 

afincamiento la piifion en que vaS) porque a f- 
fi conu t:ne,para acabar mas prcilo la auecu* 
ra en que tu gran esfuerzo te puío.La quai íe 
acabara»quando el furibundo León Mancha- 
dOf con la blanca Paloma Tobofina» yogireti 
en vno. Ya defpues de humi ladas las ¿Itascer 
oizesyai blando yugo matrimoñefco: de cuyo 
inaudito cóforcioitaldrá a la luz del Orbe, los 
brauoscachorrof»que imitaran las rumpátcs 
garras del valerofo padre* Y efto fcra antes 4 
vi feguidor d;^ la fugitiua ninfa,faga dos vega 
das,a la viíita dz las luzíentesim (gincs> có fu 
rapido,y natural curio. Y tu o el mas noble^/ 
obediente cfcudcro que tuno eípada enciii* 
ta^barbasen roñro > y olfato en las narucs, 
no te desmaye, ni delcont'^nte, ver licuar afsi 
delate de tus ojos mcfinosta la Sor de la caua 
Hería mdante. Q¿ie preito,(i al plafmadcr del 
mundo le piaze,cc veras tan alto,y tan fubli- 
mado.queno te conozcas, y no ftldrá defrau 
dadas las promefas que ce ha fecho tu bae fe 
fí jr.Y aíTegurote^de parte de lafabía Mcnti« 
roniana.quetufalariotefea pgado ,como 
lo veras por la obra:y Hgue las pifadas del va- 
lerofo,y encantado cauallero>queconuiene 4 
vayas donde pareys entrambos: y porque no 
me es licito dezir otracofa^a Dios quedad»q 
yo me baeluo a donde yo me fe • Y al acabar 
c !a profecia.al^o la l)oz de puntQ)^ dvCccvvtva 



690 Quarta parce de don 

yo la derpues,con can cierno acenco» que ann 
los fabídores de la burla eftuuieró por creer, 
que era verdad lo que oyan.Q^edo don Qui 
xoce coiolado con la efcuchada profecía , por 
que luego coligió de codo en Codo 9 la íigniü' 
cacion della:y vio que le promecian el verfea- 
yuncado en fanco y deuido macrimonio, coa 
fu queridad Dulcinea del Tobofo,de cuyok' 
lÍ2es viencre>raldrian loscachorrost que eraa 
fus hijos, para gloria perpccua del a Müncha, 
- y crcyédo efto bien,y firmeméce.al^o la boZf 
y dando vn gran lufpiro,dixo:0 cu quicquie 
raque fcas,quc canco bien me haspronollica 
do, ruegoce, q pidas de mí parce al Sabio en- 
cancador,que mis cofas tiene a cargo, que no 
me dexe perecer en cfta prifion , donde agora 
me licúan Julia ver ciiplidas tan alegresjcb 
comparables promcír.is, como fon las que a- 
quifc me han hcclio. Qne como efto fea,r:n- 
drc per gloria las penas de mi carccj , y por 
aliuio citas cadenas qiir n:c cificn , y no pe' 
duro capo ut b.ualla dielcclu:) en cjucníev 
tucítan, lino por c;ima bláda>y caloniotiich^ 
fo. Y en lo q'jc toc^ a la coníohition de San- 
cho Pangí íiutícudcro , voconííotlc fub:n- 
daJ,y bucii proceder q r.o me íicxara,f n bi:c 
na,ni en mala Inerte. Porque quando no (uc- 
da por la ruya,o por mi corea ventura , el pe- 
derlc ^o dsit V2i\x\lv5\^ ^ ^ ^x.w cq'4 cqulua- 



■■ 



Quíxote de la Mancha* ^9 1 

lente, que Je tengo prometida, por lo mcnp« 
^u JTalario no podra perderfe , que en mi tefia^ 
pienco,qu? ya eñahecho>dexo declarado lo 
que Tele ha de dar,no conforme a fus muchos 
y buenos fcruícios> fíno a la pofsíbilidad mia. 
Sancho Pan^afele inclino con mucho come- 
dimiento^y Je befo entrambas las manos^por 
que la vna no pudier^^por eñar atadas entra 
V>as.Luego tomaro la jaula en ombros^aquc- 
1 las viíiones , y la acomodaron en el carro de 
ios bueyes. 

¿AP-XLVII. DEL ESTRANO 
modo con que fue encantado don Quixo* 
ce de la Mancha; con otros famofos la^tí* 
ios* 

VANDO don Quíxotc fe vio de 
aqlla manera enjaulado , y encima^ 
del carro,ci¡xozMuchas,y muy gra- 
nes hiñorias be yo leydo de cauallé 
ros andantes, pero jamas he leydo,ni v¡fto,nl 
c.ydo, que a los cauai leros encantados los 3Ic 
uen deíla maner¿í,y con el cfpacio que promei 
ten eílos perezofos y tardíos animales. Por^ 
íiempre los fuelcn Jleuar por los ayreS) co el- 
tráña l¡gere2a,encerrados en alguna parda y 
¿feúra nuue , o en algún carro de fuego, o ya 
fobre algún H¡pogrifo,o otra beftia femcjan- 




692 Quarta parce de don 

ce . pe ro que me Ileuea a mi agora fobreva 
carro de bueyes, viue Dios q me pone en coa 
fufion.Pero qui^a iacáuallcria,y los encácot 
dellos nuellros cicmpo^idcuen de ieguiroco 
camino^que (iguicron los anCfguos;¥ cambe 
podría fer, que como yo (oy nueuo cauallero 
en el mundo, y el primero que ha refucicado 
el va oloiwlddo exerciciodeia caualíena au o 
turera^cambicn nutuamenccfe ayan iimeiiU 
do ocro^gcncrosdc e cantamcncos,y ocrus 
modos de 1 euar a los encantados. Qje tena 
rece di ño , Sancho hij ; ? C\o le yo lo que me 
parece, lefpondio Sancho, por no fcr can ey 
do como vuctlra merced enlasefcnturasan- 
dantes.Piro con todo cíToofaría afirmar,)' ja 
rar,qje eltas vi'iones que por aquí anda, que 
nofoudel. todoCachoíicas. Catholicas,mi 
padre,refpcndiodon Quixote: comohande 
fcr C'itholicavji fon todojí; demonios, quchí 
roñado cuerpos faiiraUicos,para venir a ha* 
2creíto,y a ponerme en elle ertado? Y fi quie 
res «^cr cfti vcrviad. tócalos y paJpal vs, y ve- 
r^ií^como no tienen cuerpo, fino de avie, veo 
r/ionoconurtc mas , de di b apari-ü^cia. Par 
Dios kri.>ur."plico Sancho, va vo -os ht toca- 
do,y cft^ di.ihio qae aq'u a da can rohciro,es 
rollizo de carne , y ti^ne otra p opríidaJ, 
muy .üfciccc? de ía que yo he oydo ciezir que 
tieacA los dcá\ot;v^^ s ^^\^^ ^ ^^a fe dizc, 



, «..«v a««a 'g« 

dof) Quix( te,porq te hago fabcr, 

! faben niuchotV puefto q crayga c 

gottilús no huelen nada, porq fo. 

U huele, no pueden oler cofas bue 

alasyv hedi&da^tY la razón es» qu( 

dundc quiera que eílá traen el in 

igo } y no puede recebir genero d< 

no enfus tormcjQtos,y el buen oloi 

: deleyta y contenta i no es po(si< 

s huelan cofa buena«Y íi a ti te pa 

fe demonioque dizes huele a am« 

:ngañas,oei quiere engañarte»co 

3 le rengas por demonio • Todos 

áos paífaron entre amo y criado» 

don Fernando, y cardenio,q San 

ríTea caer del todo en la cuenta 

on»i quien andana ya muy enlos 
rmin7rondcabrp.»ui>rn/x« i^^*- 



6p4 Quarta parte de don 

..día. Colgp Cardenio del ar^on de 1 a filia de 
Rozinantc, del vn cabo la adarga, y d^I ctro 
la bacia^y por Teñas mando a Sancho que fu 
bicíTe enfu arno>y comaííe de las riendas a Ro 
2Ínante,y pufo a los dos lados del carro a los 
dos quadrilleros con fus efcopetas , Pero an- 
tes que fe mouiefle el carro, falio la veterajf» 
hija,y Maritornes,adefpedirfe áe don Quixo 
te, fingiendo que Ilorauan de dolor de fu def* 
gracía,a quien don Quixoce dixo: Nollorcys 
mis buenas feñoras , q todas c(la<: defdichas 
fon anexas a los q pf ofefsa lo q yo profeflft),y 
íi eftas calamidades no me acótecierá, no me 
tüuiera yo por famofo caballero andáte.Porq 
aloscauallerosdepoco nóbre>y fama,nunca 
Icsíacedcfemcjantescafos,porq noay en cí 
ñiudo. quien fe acuerde delIós.Alos valerofos 
íiyq tienen embidiofos de fu virtud, y valétia, 
a nuichosPnncipes,y a muchos otros caualle 
ros, q procuran por malas vias dcftruyr a los 
buenos.Pero con todo cífOjla virtud es tá po 
dcrofa , q por fi fola a pcfar de toda la nigro- 
mancia, que fupo fu primer inuentor Zoroaf 
tes, íáldra vencedora de todo trance, y dará 
de fi luz en el mundo,como la da el Sol en el 
Cíelo. Perdonadme fermofasdamas,íi algún 
defaguifadovpor defcuydo lirio bs he fccho,q 
de volúrad,y a fabiendaSj jamas I e di a nadie, 
Y rogad a Dios;mefaque deíla>í5rifionesjdo 

de 



i 



ra , y el Barbero fe defpidieron 
cídOiY fus camaradas,y delCapí 
mano, y de codas aellas conten 
pCGialméte de Dorotea,y Lufck 
3ra9iró,y quedaron de darfe «( 
füccíTos. Diziendo Don Fernar 
onde aui 1 de ercríuír]e»para auiH 
rana don QnixotCjaflegurando 
'ofü que mas gufto íc dicffc>q fat 
él afsi'mirtno le suifaiia de cod 
le el vicíTe q podría darle gufto, 
miento, como del bautifmó de 
uceíTo de don Luys,y buelta de . 
i cafa.tf ! Cura ofreció de hazer q 
landaua.con toda puntualidad; 
bra^arfe otra vez ; y otra vez to 
:uos ofrecinnentos. El ventero í 
•1 « i#» riín vnos Dáñeles , dizíem 



696 Qaarca parte de don 

y abriéndolos luego» vio que al principio it 
loeicrico,dezia:Noucladc llincónetc,y Cor* 
tadillo, por donde entendió fcr alguna nove- 
la:} coiígio, que pues la del Cúriufo inapcÁ- 
nenteauía (ido bucna^que también lofciiaa- 
quclla,pues podria fcr fueíTé codas de vn o if- 
moaudor, y afsi la guardo 9Con prefupuclb 
de leerla quádo cuuiefle comodidad. Subioi 
cauailosy cambien fu amigo el Barbero , eos 
fus antiíazeS) porque no fucíTen uego cono- 
cidos de don Quixoce » puíieronfe a camina 
tras el carro,y la orden»quc lleuauan era (fia, 
Yua primero el carro, guiandoíe íu dueño: a 
los dos ladus>i>an losquadcillerosscomcfe 
ha dichcsconfus eiccpera5;üguia lufgo San- 
cho Pan^^afobre fn afno, I cuando de ricu' 
da a Rozinante. Detras de todo c fto, \ uar.tl 
Cura , y el Barbero fobic fus pode reías au- 
las , Cubiertos los roíiros,tcn.o íc hacicl-.üi 
ccí^. graue,v repoíado cot?tirittC:ro caminan- 
domasdeloque permitía el pnffo tardo de 
los bueyes. Don Qiiixote \r«a íentadocnU 
jiruUjías manos atadasjtei didos los pies, y ar- 
rimado a jas vci iasjcon tanto íiIeiic¡o,y ranta 
paci<.naa,como fino fuera hombre de carncí 
fino eftataa de piedra. Y afsi con aquel eípa- 
cio,y íi cncio.caminaron haíla dos leguas, q 
llegaron a vn valle donde le pareció al boye- 
ro íer lugar íiCOtuo^^^o'^^x^vx^vSQíC.Nv'dar 



cerca de ahí fe moftrauatauU v 
yuetuaiy mucho me/orq aquí 
querían. Tomofe el parecer di 
"a tornaron a profcguir fu camf 
oluioel Cura el roüro, y vio qu< 
i venian hada feys » o fie ce hbm 
2llo»y bien pueftos y adere^a^O) 
; fueron preño alcanfados, por^ 
có la flema y repofode los bue 
> quien y ua fobre muías de Ca^ 
dcíTco de llegar preño a leftear 
e menos de vna legua dealiifc 
ron los diligentes a los petezo- 
nfe cortefmente , y vno de los 
le en relolucion era Canónigo 
^or^de los de mas que le acom 
ddtla concertada prcceísió del 
rros^Sancho Rozinante^Curn» 
as a don Quixóte eniaufarí^ t? 



íir 



699 Qaárta parce de don 

hecha la pregunta) reípondio afsi : Scnor loq 
' (ignifíca yr eñe cauallero deíla manera^digft- 
ío cl, porq nofotros no lo (abemos. Oye don 
Quixocc la plat¡ca,y dixo: Por dicha viicftras 
mercedes fcñores caualIeros,Ton verfádosjy 
peritos en eflio de la caualleria andante? por- 
que filo fon comunicare con ellos mis deijgii 
cia9,y fino^no ay para q me canfe en dezirlas» 
Y a eltc tiempo auian ya llegado elCuraj y ci 
Barberojviendoque los caminantes eftauan 
en platicas con don Quixotede la Manchi» 
para refponder de modo que no fucile dcfcu 
bierto fu artifício.El Canónigo, aloqucdos 
Q¿íxote dixo refpond¡o:En verdad hermano 
que fe mas de libros de cana lie rias,que délas 
fámulas de Viilalpando. Afsi q íi no eñamas 
qaeen efto,fegaramente podeys comunica: 
conrriigD lo q quiíieredes. A la mano de Di)5 
replico do Qnixote.pues aísieSjquicro fcñof 
caiulUro que fepadcs.que yo voy encantad' 
en eíia j íuU, por cmbidia, y fraude de malcj 
encátadoresjque la virtud mas es perfegnidí 
de lor. malos^que amada de los buenos. C-ui 
llcro andante foy>y no de aquellos, de cuyos 
ijombrcs jamas la fama fe acordó, para ere::* 
zarlos en fu memoria, fino de aquellos que* 
dcfpechojV pezar de la mefma embidia , y di 
quantosíii^^^o^^xvi'P^tGa^ Bracmanes Íj h 



...xAK. 11/a Lauaueros andantes v( 
jc hade kguk,Ci quiíiercn llega 
. y alteza honrofa de las armas. 
I feñor don Qaixote de la Mai 
la fazon el C ur a^que el va etica 
irreca, no por fus culpas y.peca 
[á npiala intécion de aquellos a q 
enfada» y la valentía enoja. Ed 
cauallero de la criftc Figura» (i 3 
mbrar en algún tiempo, cuya s v 
afias,y grandes hechos, feran el 
hzcs duros,y en eternos marmc 
ue fe canfe la embidia en efcure^ 
alicia en ocultarlos. Q^ando el 
o hablar al prcfo , y al ubre , en 
Hío , eftuuo por hazerfe la Cruz 
, y no podía faber lo que leauía 
: yenlamefma admiración ca} 
los que con el venían. E n cfto Sí 



r»i-«<» 



ti» ,»..-— — - 



M 



te 

!i 



700 Qnarta parte de don 

laííen.Siendo eOo aísi, como quiere hazcr!n(| 
a mi encender que va encancado>Pues yo he 
oydo dezir a muchas per(onas,que los eocaft 
tadoSinicomen,ni duermen»ni habla, y mía* 
mo (ino levan ala nr.ano^hablara mas q treya 
ca proCQt adores. Y boluiédoíc a mirar alCur 
raí proíiguio fdiziendo: A fcñor Cura, fcñoc 
Cura^penfaua V.m.que no le conozco,y peo- 
Tara que yo no callo y adiuíno a donde fe en* 
caminan eftos nueuos encácaniencosjpues le- 
pa queleconózco,pormasqne fe encubra el 
roftro, y íepaque Ieentiedo,por mas quedit [| 
íimule fus embuftes.En fin,dóde re vna la em 
bíci:a,no puede víuir la virrud,ni a donde ay 
efcafcza^la fibcralidad^Mal aya el diablo, que 
ñ por íu reurrencia no fuera , tfta fuera yail 
hor¿i que mi ieñor eftuuiera cafado con la Id- 
fánta M fCóm iconai y yo fuera Conde por io 
menos,pucs no fe podía efperar otra cofa^ aT* 
ñ de la bondad de mi reñor,el dría cride Figtt 
ra.como de ia grandeza de mis; feruicios.Pe- 
ro ya v^ed que es verdad lo q fe dize por abii 
que la rueda de la fortuna anda mas hila, que 
vna rueda de molino y que los que ayer efta- 
uan en pinganitos , oy eftan por el íuelo . De 
mishi;os,ydemimugermepcra puesquan* 
do podían y deuian efperar ver entra!* a fu pa 
dre por fus puercas,hecho Gouernador^o Vi 
íorrey de a\§utvaltó\x\^^^?vft^ac^lc veranen- 






\ 



iiiu (] a mi (cñor le haze, y nriir 
a Dius en la otra vida s efta pri 
yklc haga cargo de codos aqi 
,y bienes que mi fcñor don Q« 
lazer en eíte tiempo que efta ( 
e eíTos candiles dixo en elle p 
ro.Tambieii vos Sáchoyfoysde 
vuc'lro amo?Viueel Señor,qui 
ueleaueysde tener compañía « 
je aueys de quedar tá encantad 
r k que os toca de fu humony ( 
. , En mal punto os en)preñafi< 
.(fas,y en mal hora fe os entre e 
nfula que tanto deííéays. Yo m 
jo de nadie , refpondio Sancho 
que me dexaria empreñar del J 
y aiiqae pobrcifoy Chriftiano 
íd nada a i>adie,y (i ínfulas de( 
an otras cofas peores . v caA^^ 



7pj, Qttarta parce de don 

cemos , y n mi no fe me ha de echar dado íú- 
fo.Y cuc(lod:IcRcancode mi anio^DiJs la- 
be ia verdid,;/ qucdefi;: aqui^ pprque e$ fca: 
mencurlo.Noqiiifo rcfpóder el Barbero a Si 
cho, porque no dcdabrieíTecoa fas íimplici* 
dades lo q cUy el Cura canco procurauaaeD 
cubrir. Y por eíle mefiiio cemor auía clCura 
dicho al Canónigo, q camínaíTe yn pococie* 
lanccque el le diri:i el mifterio del cnjaulador 
con ocias cofas que le dÍJÍfen ga{lo.HizoI j:f 
ficlCanonígoj adclancofccon fas criadüs>y 
Cocl cíhiuoaccncoa Codoaqu¿I/oqued¿zir 
le quilo delacondicion> vida, locura.y cuita 
bres de don Quixocczconcaiidolcbrcucmen 
te el priÍKipio , y caufa de fu defuario, y Cüdo 
el prüjrrcflb de fus faccíros^hafta ancrlo p:; f 
to en aqucJla j.nilajV el dcíignio que 1! . lu :-* 
delleuarlcafut¡v/ra,pjia ver í¡ poru:;- 
medio hallaiian remedio a fu locura. A .. ;:;.:- 
ronfc de nuciio los criados,y el Canoiiig J^i" 
oyr la peregrina hiitoria de don CVíivol: .'í 
en acabándola deoyr,dixo: Vcrdai'jr.ui:.':- 
fcñor Cura, yo hallo por mi cucnca,r¡ Um \ ■' 
judicíalcscn larepublícacítos q llamfil-V: • 
de catialIcrias.Y aunq he leydo(íicuadu i!-: ■ " 
ociofo y fa!fo gufl:o)cafi ci principio de :jv". 
losmasq ayimprelíosjamasmc iíepv)i ■- 
acomodara i^er ninguno del principio;; ^-■ 



Quixote de ia Mancha. 703 

. noSf rodos ellos fon vna meíoia coHi^y no tie 
~ PC mas efte que aqnelí ni eftocro que el otro. 
í Y fegun a mi me parece, eftc genero de eícri- 
J tura^y compo6cíon>cae dcbaxo de aquel de 
"[ las íabulasique llaman Mile(ia$>que fon cuen 
' cas diTpararados , que adeuden foIament:c a 
"[ deleycar » y no a enléñar • AI contrario de lo 
"". que hazen las fábulas ApoJogas^que deley tan 
, y enfeñan juntamente. Y puefto que el prin- 
' cipa] intento de feme/antes libros , fea el de- 
"". ley tar 9 no fe yo como puedan confegniric, 
^. yendo llenos de tantosj tan deíaforados dif- 
'^ parares. Que el deley te que en el alma fe con 
ii cibcyhade ier de la hermofura» y concordan- 
' cí^ que vee 9 o contempla en las cofas que la 
' viílasO la imaginación le ponen delante: y to- 
' ¿^ cofa que tiene en ñ fealdad j y doícompof- 
l cora» no nos puede caufar contento alguno. 
]' Fuesquehcrmofurapuedeauer^oque pro- 
^ porción de partes , con el todo , y del todo 
'^ con las partesicn vn libro,o fabulai donde vn 
' moco de diez y feys años da vna cuchillada a 
? vn Gígáce como vna torre,y le diuide en dos 
i mitades , co mo fi fuera de alfeñique : y gue 
' quando nos quieren pintar vna batalla; def- 
' pues c!e auer dicho queayde la parte de los 
' enemigos vn millón de compitientes , co- 
mo íea contra ellos el feñor del libro» for9o- 
famente mal q nos pefe auemos de entender^ 



ÓQZ Quarta parce de don 

te. Pe roque me licúen a mi agora fobre va 
carro de bueyest viue Dios q me pone en con 
fufion.Pero qui^a iacáuaIlena,yios encaros 
dellosnueUros cicmposdeuen de leguíroc^o 
¿amino>que liguieron los antiguos;Y cambé 
podría fer, que como yo (oy nueuo cauallero 
en el mundo, y el primero que ha refucicado 
ei ya olu idado éxercicio déla caualíena auv q 
türera,cambicn nutuamenccfe ayan iimeiiU 
do otro* géneros de e cantamencos,y ocros 
modos del euaraloscncantados.CVje tena 
rece dt fto , Sancho hij ; ? C\o le yo lo que me 
parecci refpondio Sancho, por no fcr tan €('• 
do como vucitra merced enlasefcriturasan- 
dances.pt ro con todo €flb ofaria afirmar,y ja 
rar,qac elUs visiones que por aqui and5, que 
no fon del todo Cachof teas • Ca tholicas, mi 
6adre,rerpcndiodon Qu)xote: como han de 
ñr C'irho>icas',fi fon codos demonioS} que hi 
tomado cuerpos faiira(ticos,para venir a ha- 
zcrefto,y <'í ponerme en efte cftado? Y íi quie 
res ver ella verdad, tócalos y paipai is, y ve- 
ras como no t ¡ enen Ciurpo,ímo de ay re,y co 
mo no coníifti mas , de en la apariencia. Par 
Dios feño!, replico Sancho,va vo ios he toca- 
do,y cfte diablo que aquí a -da can ful!c¡co,cs 
rollizo de carne , y tiv:ne otra p opricdad, 
muy difeiécc de la que yo he oydo dezir que 
tíeaea Jos demonios > porque» fegunfedizc» 

codos 



^.« ^,l^.\J oanchü por don Fern< 
n reñior«(ieuia de oler a io que ! 
o ce marauílles deflb» Sancho i 
IO doij Qu¡x( te,porq te hago í 
los faben niuchofV puefto q era 
niígotcllús no huelen nada.po 
¡,y It hutlé, no pueden oler cofai 
• mala$,y h«dioda$.Y la razón e: 
loi dundc quiera que eftá traen 
iníigo , y no puede recebir gene 
^uno enfus tormcntosty el buen 
]ue deleyta y contenta » no es ( 
líos huelan cofa buena«Y íi a ti i 
eíTe demonio que dizes huele a 
:e engañasjO el quiere engañart 
no le tengas por demonio . To 
quios paífaron entre amo y cri 
o don Fernando* y cardenio^q 
liefTca caer del todo en la rm 



¿92 Quartaparcede don 

te. pe roque me licúen a mi agora fobre va 
carro de bueyes» viue Dios q me pone en con 
fufion^Pero qui^a ia cáuallejia,y los encácos 
dellos nueUros cicmposdcuen de leguir oc^o 
¿amino>que liguieron los antiguos; Y també 
podría fer, que como yo (oy nueuo cauallero 
en el mundo, y el primero que ha refucicado 
el ya oluidado éxercicio deia cauaUena aut n 
turera.cambicn nutuamenccfe ayan iimeiiU 
do otro^ géneros de e cantamencos,y ocros 
modos de 1 euaralostncantados.CVje tena 
rece d..fto , Sancho hij ; ? C\o le yo lo que me 
parecC) reípondio Sancho, per no ícr tan ef* 
do como vucítra merced en las efcrituras an- 
dantes. Pt:ro con todo ü ño ofaría añr mar^y ja 
rar,qac ellas visiones que por aqui and5, que 
no fon del todo Cachof teas • Ca tholicas, mi 
6adre,refpcnd¡odon Qijíxote: como han de 
ñr C'icholicas',íi fon codos demonios» que hi 
tomado cuerpos faiiraíticos,para venir a ha- 
zcrefto,y a ponerme en efle cftado? Y íí quie 
res ver ella verdad, tócalos y paipai is, y ve- 
ras como no t i ¿nen CiKrpo,ímo de ay ie,y co 
«■nonoconfifte mas , decii la apariencia. Par 
Dios fenol, replico Sancho,ya yo ios he toca- 
do,y eñe diablo que aquí a ;da can ruhckces 
rollizo de carne , y tiene otra p opricdad, 
muy díferéce de la que yo he oydo dezir que 
tueneiilosd^raonios^ porque» fegunfedizc» 

toldos 



\ 



. ^«.iciiopordon Fernanc 
tñoTjdtuu de oler a io que Sar 
:e marauílles deflb» Sancho nm 
dof) Quixc te,porq te hagofabc 
; faben niuchosV puefto q crayg; 
¿>Otcllús no huelen nada,porq 1 
li hutlé, no pueden oler cof^s bi 
ala$,y h«dioda$.Y la razón es» q 
\ dundc quiera que eftá traen el i\ 
igp , y no puede recebir genero c 
no enfus tormcntosty el buen ole 
: deleyta y contenta » no es poísi 
s huelan cofa buena^Y íi a ti te p. 
e demonio que dizes huele a am^ 
ngañasjoel quiere engaharte>cc 
> le tengas por demonio • Todoi 
os paífaron entre amo y criado 
oaF¿rnando«y cardenio^q Sar 
Tea caer del todo en la m^— - 



n •» '"■ 



^o9 Qoarta parte de don 

h^erfe famcfos en profajComolo fon eo ver* 
fu los principes de la Poelia Griega,jr Lacinai 
Yo alómenos replico el Canónigo, he tenido 
cierta tentación de hazer vn libro de cauaüe 
rías, guardando ene! todos los putiCos que 
he (ignifícado : y li he de confcíTar la verdad, 
tengo elcritas mas d;: cien hojas, y para hazcr 
la cxpcrienCfadc fi corrcipojidiaii amieAi* 
inaci6,1as he comunicado con hombres apaf- 
(ionadosdeíla leyenda » dotos, y difcretos»/ 
con otrrs ignorantes^que fulo atienden al ga 
fto de oyr difpararcs , y de todo^ he h¿l:ado 
vna agradable aprobac ioi»; pero con roi^^otr* 
to, no he profcguido adcIaatC) ais i por pare* 
cerme que hago cola agcna de mi profeísioni 
como por ve r q es mas el numero de los íini- 
ples,quedelos prudentes: y que putfloque 
es mejor fcr loado de (os pocos íabios» q bul* 
lado de los muchos nec¡os,no quiero fu jcrar- 
me al confufo juyziodcl dcdianecido vulgo, a 
quien por la mayor pártelo, a leer fcmcjan- 
tcs librosrpero lo que mas n.e le quito de las 
manos,y aii del penfan)iento,de acabarle ,fiic 
vn argumento que hizc cómigo mefmo, faca- 
do de las comedias que agora íe reprcfcntao, 
dizicdo:SieÍÍ3sque agora fe vían, aUi las ima 
ginadas.como ta'^ de hifloría.todasyo las mas 
Ion conocidos difparates, y cofas que no lle- 
\pan pies, ni cabe<¡a , y con todo eflo el vulgo 

las 



Quíxote de la Mancha* 709 

I oye co guíloty las ciene^y las a^deiMí por 
en4s,e(Uiido can lexosde ferio^y los auto- 
: que (as (íomponé,y ios adores que las ré 
eieacan dizen , que aísi han de fer » porque 
i las quiere el vuÍgo,y no de ocra maneraty 
e lasque ileuan cra^a y íiguen la fábula co 
)el arccpide»no(iruen íino paraqudtro 
creeos que las enciende, y todos los demás 
puedan ayunos Je encender fu aiciHcío ,y 
¿ a eUos les efta mefor ganar de comer co 
( mi}chos,q no opinión con los pocos. Det 
modo vendrá a fer vn libro , al cabo de a- 
rme quemado laScejas,porguardar los prc 
>co$ referidoS)y vendré a fer el faftre del ca« 
o. Y aunque algunas vezes he procurado 
^fuadtr a los adores»que ie engañan en ce- 
r la opinión que cieñen, y que mas gente a* 
,eran,y mas fama cobraran reprefentando 
Hedías que hagan el arce , qu4 no con las 
pa :'atada«:y eftan tan a(idoSi.y eiicorpora» 
s en fu parecer.que no ay ra¿dn,n! euidcn* 
que-del losfaque. Acuerdóme que vn diá 
e a vno deftos percinazes: Dezidm ^no os 
^rdays que ha pocos años que fe reprereo- 
on co Efpaña tres Tragedias, que compu 
'A famófo-Poeta deftos Rcynos»lás quates 
ron úle!fí<}oe admíparon^ alegraron;y fuf^ 
idfetfdriiJitxydos quantoslas oyetón^ a&i 



xandta?Pur cHas digo,Ie repliqui 
fí guai'dauan bien lus [irccepcos 
por guardarlos dexaroi) de pdte 
r^ii.y de agradar a todo ct launc 
no ella lafalca en vn vulgo que f 
CCS, íinoenaquellosquenúíab 
CaFütracofa* üiqueiiofuc difi 
gratitud vengíidjjni le tauo li ^ 
fe le hallo en U del Mercader am 
nos enla Enemiga fauor.<b 'e,ni e 
nastque de algunos eiuédidos P< 
compue ñasiparafama y renomt 
ra ganaiiciji de Jos que las lian re 
V otras cof JS añadi a eflas* con q 
cer le dexc alga coufuro , pero n 
ni cQnuen<;ido,.par3 focarle de fu 
famieOEo. En materia ha tuc¿da 



r pn .rr"'^*"^' 'í''*^ mayor di/para 

« va/ience.y vn moco cobarde.vn 

S.„''^TS"«dan « los til 
.«rcii^„,fi„oqoehevinocomc. 
un fifi V ^^ "^'■'^«''a íé acabo 

l*'"'",^".^n «'o principal q«e 
g?^^"/°'noe,poftibJeque 



^n C^jarca p ar te éj don 

mezcUrlcpeda^osdc otras fucedidasadifí- 
rentes pcrfonas.y ticmpoiiy ello no contri- 
tas venfitniles, fino con patentes crroíesdc 
iodo punto íncxcurables:y es lo malo, que ly 
ignuraiites que digan,quc ePo et lopeí feto.; 
que lodcmas es bafcar guller ias .Puts q fi vt 
tiimot alas comedias dminas que <i mijagrsi 
falfos fiiigSeiieliaSiqiiedecorasapocnfi'.} 
mal entendidas , atribuyendo a va far.ro Im 
milagros de otro. Y aun en las humanas fe J* 
ireucn ahazer milagros, fin mas ref^eto.ni 
coníidcracíon , queparccerles que allí eilarl 
bté el tal milagro y apaticnLÍa,coinoeiloil!i' 
man.paraque gente ignutancrfe admire, f 
venga a ! i comedia :que toducíloescnper- 
¡uyziode Uvcrdad.y en mcncfcabodc lashi 
llorias,y aunen oprobrio de los ingeniosEÍ* 
panules: porque loscftrangerosqueconintt' 
cha puntualidad guarda las leyes de la corre 
diaiHüs n'irntn por batharos,e ignorantoivit 
dolosabfurdosy dirpar.itesdelas qur hale- 
mos. Y no feria bailante dírculpadcllodtiit 
que el principal intento queias repúblicas t^ 
ordenadas tienen , permitiendo que fch^iD 
pubücas comedias ,cs para entretener lacr 
muñid ad con a gunaliüncOarecte£CÍL.ii,yili 
uertírlaa vezcüdclosmaloshumorcsqtcruc 
Iceugendvirlaocioíidad ; y quepuescílcft 



Qnixoce de la Mancha. 713 

no ay para que poner leyes, ni eftrechar a loa 
que las componenyy r eprerentan,a que ias ha 
gan como deuian hazerfe : pucsi como he díi« 
chO)Con qualquíera fe coníigue lo que con e« 
Uasícpreccnde^A loqual reiponderíayo.que 
cfte fin fe coníéguiria mucho mejor fin com« 
paració alguna^con las comedias buenas,que 
con las no tales. Porque de auer oydo la co- 
media arcífíciofa y bien ot denada 9 faldria el 
cyence alegre con las burlas, enlcñado c6 las 
vcras:admirádo délos fuceflbsrdifcreco có las 
rozones:aduertido con los cmbuftes:ragaz có 
los exempIos:ayrado cocra el v¡^id»y enamo« 
rado déla virtud^ que codos ellos afeaos ha 
de dcfptrcar la buena comedia en et animo 
de I que la efcuchare» por rufticoty toipe que 
fca-Ydecoda impoísibilidad i es impof&ible 
dexar de alegrar)y entretener /atisfazer» y co 
tentar la comedia que todas etbs parces tuuic 
re mucho mas que aquella q careciere deltas: 
como por ia mayor parce carecen eflasquc 
de ordinario agora fe reprefcntan, Y no tiene 
la culpa deilo los Poetas que las componen: 

Eorque algunos ay dellos que conocen muy 
ícn en lo que yerran>y faben efiremadamen- 
te lo que deuen hazer. Pero como las come*^ 
dias fe han hechos mercadería vendible>dize» 
j dizrn verdad , que los reprcfencantesnofe 

lascompraria0^£uo£uc(SeD dt ac\ut\\%^v.N 



714 Qaarta paree de don 

a(si el poeta procura acomodarfe con lo que 

el reprefeatance que le ha ¿c pagar fu obra le 

pide. Y queéfto fea verdadfVeafc por muchas 

e infiniuscomedías^que ha compueílo vn fe* 

liciTsímo ingenio deftosReynosyCon can» el 

la,con tanto donayrCfCon tan elegante vcm, 

con tan buenas razones,con tan granes fentc 

Cfas:y finalmente tan llenas de elocncíon>y ai 

teza deeftilo^que tiene lleno el mundo deíii 

£ama. Ypor querer acomodarfe al gufto de 

los reprefcntantestuo han llegado todastco- 

mo han llegado algunas^al punto de la períe- 

cion que requieren.Otros las componen taa 

fin mirar loquehazen»quedeÍjpucs de rspre. 

Tentadas tienen n^cefsidad los recitantes de 

huyríe^y aufentarfe» temerofos defercaftiga- 

dossComo lo han (ido muchas vezc^s^por auer 

reprcíentado cofas en pcrjuyzio de algunos 

Reyes^y en deshonra de algunos linages. Y 

todos eftos inconuementescc{farian,y aun 

otros muchos mas que no digo» con^ que ha- 

uieflfeen la Corte vna períonaii^teligentey 

difcreta > que examinare todas las comedias 

antes que (ó reprefentaflen:no fo!o aquellas q 

fe hizieíTen en la Corte > uno todas las que fe 

quiíieíTen reprcfentar en Ei(>aña » fin la qua) 

aprouaciocv.fello^Y fírma , ninguna juñlciaco 

íu lugar dcxafctt^tAttvt^twtcv^í¡^^'¿^^^ 



^^ 



- •« 



Qdkote de ta Manchí. ^if 

biJc cmbiar U$ comedias 9 la Coree, y c6 
iriJad podrían reprcfencarlas : y aquellos 
las cómponen^mirarís con mas cuydado 
ludio lo que hazidnytcmerofosdeauer de 
ár fus obras por el rigiirofo examen de 
:n lo ieucieiide 1 y defta manera fe harían 
nascomedias,y fe coníeguíria fclkifsima^ 
ue lo que enelias te preccndeiafsi el entre 
miento del pueblo , como la opinión do 
ngeniosde £rpaña,el ínteres y fcguridad 
OH recitantes y e! ahorro del cuydado de 
garios. Y /¡ fe dieífe cargo a otro$o aefte 
no que examinaífe los libros de caualle- 
que de micuo (e cópufíciTens fin duda po 
n falir algunos con la perfccion qu¿ vaef* 
ncrced ha dicho , enriqueciendo miefira 
;ua del agradable y preciofo tefoio de la 
uencia» dando óca(ron que loslibrosrvie* 
: eícurccieíren a la luz de ios nucuosquo 
iTen ,parahoñeftopj0atíempo: no fola- 
te Iosocioros;íino de los mas ocupados. 
; no es pof^bie que cAe continuo icl arco 
ido , ni U condición , y flaqueza humana 
eda fuftentar fín alguna licita recreación* 
le pujíltadeiu coloquío Ilegauan eiCano. 
»y el Cura>quando adelantandorc el iftr 
llego a oiJos, y dixo al Cuw:Aquifcñor 
nciaído esttl ¿gar q yo dixe que era buc-^- 



y 



7i6 Qpart-'' parte de don 

boeyes (edco^y abundoropafta^Aísi nielopí L 
rece a mif refpundio el Cu' a : y drzienddeal L 
Caoooigolo quepeníáua hazertd tambka L 
qoifoquedarfeconellos» combtdadodcl de 
tío de VQ hermofo valle » que a la vifta fe les 
ofrecía: y aisi por gozar del» como de la coa- 
ueríáciofi del Cura , de quien ya fe y ui aíkiO' |^ 
uaado ; y por íáber mas por menudo las ba* 
zanasde don Quizóte» mando a afgunoscte 
(as criados que fe fucflen a la vcnca » que no 
iczos dealiie(laua»y CTuxeíie della lo que bu- 
uieíic de comer»para codos: porque él dccer- 
minaua de fe eftar en aquel lugar aquf Üa tar 
iie . A lo quat vno de fus criados rcfpondio: 
Que el azeoctiU del repuefio» que ya deuia de 
citar en la venta» crahia recado bailante pan 
no obligar a no tomar de la veta mas que ce 
uada. Pues jfsi es»dizo ei Canónigo Jleucnfe 
aiU codas las caualgaduras,y hazed boluerli 
az<:mi!a.£n tanto q efto paflaua»viendo San- 
cho que podía hablar a (a amo » (iti la conri* 
nua alsiüencía del Cura ^y el Barbero, que te 
nía por íoípechofos » (e llego a la jaula donde 
y ua fu amo,y le dixoiSeñor para defcargo dei 
mi conciencia le quiero dezir lo que pa(!a» cct 
ca4: fu encancaméco,y es.Queaqutftosdqs 
que vienen aqui encubiertos los roilros»ronel 
Cura de nuetiro lugar»y rl Barbero» imaginp" 

han dado c&k tca^^^&VVtMxVidftftáciíanera» 



íino cmbaydo. y conto^. Pan 

«I Je qmero preguntar vhacó 
'ndc.comocrcoqucmchadé 
racon la mano cftc engañó. V 
";^^«*do,finotrialrnado^ 

.f°3'*of««qupyot,fatif. 
e a coda tu voluntad. Ten lo 

uenosqucalI¡vaM.yvj¡óeh 
' cl Cora, y d Barbero ttüe^ 
¡» y conocidos, bíépodrafer 
oncJíosmcímosrpcrodJé 

"o^fcieíparccen.coÁÍdí. 

<í los que me hi encantado 
a;apar,enc,ayfcmé,a>,poí 
icancddorcs tomar Ja /íaCr* 
aran tomado íflH../i.-?' 



■=*« 



7i8 Q^^arta parte de don ' 

zes>quetneaeoinpañAi)eiBarbero,yclCuti 
denucílropuíblo, y por otra jome veoen- 
jaulado, y íe de nii.quc fuerzas horaanas,co' 
monotucran (obrcuatiiraIes,noíueiábíl1li: 
tes para enjaularme : cjuc quieres quedig^.o 
ptenre.Iino que la mancf.) de mi encaniameii' 
co excede a quaiicas yo he lev do enlOilaslu 
hiQoriasquenratandecaualiefoí andanies^ 
han (iduencancadus. Afsi que bien puc^ 
dartepazylüískgo eneílode creer que b 
ios que dizcs; porque aísiCon cHos, ccmoyii 
foy Turco.y en lo que coca a. querer píígw 
tarmc algo,di, que y o ce refpondere, aunqiit 
meprcyúíes de aq^ii a mañana. Val.-ime niic' 
traSc]iora,rerpondio Sancho, d¿do vnagu" 
boz , y es poíisible que fea vucftra merced trt 
durode telebro,y can taire» dt nieoliü,qt¡e :■<> 
echedevLrqiieespiiravcrdad laque Iciiij'- 
y que en eita fu prifioo y dcfgracia, tiene ojí' 
parte la malicia, que el encoco: Pcru pues jI^' 
esiyo le quiero prouar cuidentementc ton"' 
nova encaticado.Sino díganle, afsi Dioskl'i 
que (leña coriiséca, y afsi le vea en los bnf^ 
demifcñora Dulcinea quando menos íepiC 
fe. Ataba deconjur^irme, dixodon Quixo» 
yprcgiiCiioquequifieres,que ya te hcdUi« 
que Ct refpondere con codapílrualidad. £15» 
pido,rcplicoSancho:y loque quiero fab-iCí^ 
que me ¿\a,aívuañAíiK» 'aivo^vtat coía nk'i'^ 



Qoixote de la Mandil* 719 

3; itít,(iiK) con coda verdad, como fe típera que 
t la han de dasir>y la dizen codos aquellos que 
A profeífao lasaroias^como vueftra merced las 
:$ profesa debaxo de cículo de caualieros anda 
itf tes. Digo que no mentiré en cofa alguna^rcf^ 
tí pondíodon Qnixoce • Acaba ya de pregun- 
; ¿ ^ar» t]ue en verdad que me canias con caneas 
:t faluas»plegarias,y preuenciones,Sancho. Di- 
^ ^oque yo eftoy feguro de la bondad y ver* 
^ dad de mi amo , y afsi porque haze el cafo a 
Qi; nueftrocuenco, pregunto, hablando con aca- 
^ tamienco : Si a cafo defpues que vueftra mer* 
Q ced va enjaulado I y afu parecer encancado 
"i( -en efta jaula j le ha venido gana y voluncad 
^ de hazer aguas, mayores y o menores , como 
^ fuele dcziríe? No entedio eflb de hazer aguas 
^ Sancho,aclarate mas, ñ quieres que te re^on 
^^da derechamente. £s pofsible que no entien- 
[j de vueftra merced de hazer aguas mayoresiO 
^ menores^Pues en la efcueladeftetan a los mu 
^ chachos con ello.Pues fepa que quiero dezir« 
^1 -Si le ha venido gana de hazer lo que no leer- 
la cufa. Ya.ya te entiendo Sancho:y muchas ve 
^ zes:y au agora la tengo/acame defie peligrOf 
I que no anda todo limpio. 

I CAP.XLIX.DONDE SE TRATA 
■ del difcreco coloquio q Sancho Fan^aiUf 
i uo con fu feñor don Q»ixotc« 



^20 Q^jarta parte de déí^M 

HA,, dixo Sanchojcogido le tcgc 
es lo que yo ded'saua fabcr,co 
alma.ycotno a la vida. Vegaa 
ñonpodria negar lo q comuní 
íliele dezirfe por ay,quaiido vna perfon 
de tnala voIuiitad;No fe que tiene fulan 
ni come ni beucjní duerme.ni refponde 
políco a U) que !e pregunran , que no f 
fuioque elt4encantado.Dedondífev¡ 
lacar,que ¡os que no comen.ni beucn,ni 
men.nihazé las obras naturales que yo 
ellos Cales ellanencantadot.pcro noaq 
quetienen lagaña que vucllra merced 
y que beiie quando fe Íq dan>y come qi 
lo ciene.y refponde a todo aquello que 
giinCin.V"erdadd¡iesSdncho,refpundii 
Q^^ixoce pero ya ce he dicho que .iy ni 
maneras de cncancamento»ypodraf?; 
con el tiempo fe huuielfe mudado de vn 
Dtros>y que agora fe vfe, que tos encaní 
hagan todo lo que yo hago.aunque ant 
lohaziá.Oe manera, que contra ei vfoi 
tietnpusnoay qucarguyr,nide q hazei 
(cquíDciaí.Yofcy tengo para mi. q ve 
cantado,y ello me baila para la fegurid; 
mi concicncia.queia formaría muy grí 
yo peñftnVque no eflaua encantado* y t 
MÁeettttt:«rieña)auIa,perezofa y coi 
dc£caudaív4o^Vl'Q««x.»i^^Vi<kUdat 



" todo mi poder a Síf/'*^'"' >'® 

^^ > frí?un va Wa. «, I "^'^^é Ql 

^ftoJroVaflt::t?'°^'' 
""«aocnturaTjfíno;»'?'"''^ 

'c encerrarme ,»«!./ - **"*" ^ ' 



722 Quatta parte de don 

(itio, cayafrefcuracocnbidauaa quererlago 
zar^no a lasperfonas can encátadas cómodo 
Qni}toce,(ino a los tan aduertido$,y difcretos 
cómo fu cfcuderotcl quai rogo al Cura»q p€^ 
miciefle que fu fcñor íalieiTe por va rato de la 
jaula:porque finóle des^uan faUrjDo yru tao 
limpia aquella prífion como requería la dece- 
cia de vn cal cauallero como fu amo. Eotédio 
le el Cura,y ilixo,q de muy buena gana haría 
lo que le pedía»fiao cemiera,q en viendofe fu 
feñoren li&ertad,auiadehazer de lasfuyasty 
yrfc donde lamasgétes le vieflen.Yo lefiode 
la fuga>rcrpondio SanjchoiY yo y todot dixo 
elCanon)go:y masli el me da la palabra co- 
mo cauallero,de no apartarfcde aofocros»ba 
fta q Tea nueftra voluncad.Sí doy ^refpoodk) 
don Quixotejque todo lo eñaua efcuchandoi 
qudto mas^que el q eftá encantado^como yo» 
no tiene libertad para hazer de fu perfonalo 
que quiíierc:porque el que le encanto le pae^ 
de hazer que no fe mueua de vn lugar en tres 
íigio$:y (i huutere huy do>le hará boluer en bo 
landas: y q pues efto era afsi»bíen podían fol- 
tarle»y mus fiendo tan en prouecho de todos 
y del no fulcarle les proteftaua que no podia 
dexar de fatigarles el olfato^íi de alli no fe def 
uiauan. Tomóle la mano el Canonigo,aüquc 
las tenia atadas,y debaxo de fu buena fe,y pa 
labradle defenjaularon^de que el fe alegro ia- 

finí- 



(X2¡xote de la llíaocha* ^z^ 

I finieo 1 y en grande manera de Verfe fucta de 
. iá jaula . Y lo primero qt^e hízot fue , eOirarfci 
codo el cuerpo ) yíuego fe fue donde etiaua 
Rozínance^y dándole dos {taimadas en la^i an 
casjdixos Aun efpero en Díos^y en fu bendita 
Madrejíior y efpejo délos cauallos, que pref^ 
to nos hemos de ver ios dos qual defleamos: 
(acoiicufeiioracueftas) y yo encima de tú 
¿xsrcicando el oficio pata que Dios me echo 
al mundo.Y diciendo efto don Quixote9re a-* 
parto con Sancho en remota parce, de donde 
vino mas aliuiado , y con mas deíTeos de po^ 
ner en obra loque íü efcudcro ordcnafle Mi- 
taualoel Canon igo.y admirauafe de ver Ja e;' 
firañeza de fu grande Iocura,y de que en quá 
to hablaua^ y refpondia ^ moftraua tener bo^^ 
nirsimo encendimiéco, folamente Venia a per-» 
der los eñriboSjComo otras vczesfe ha dicho, 
en tratándole de caunlleriasty afsi niouido dd 
co(Ttpafsion,defpuesde auetfe Tetitado todos 
en la verde yerua^para efperar el repueílo del 
Canonigoyle dixot Es pofsiblc feñot hidalgo^ 
4 aya podido tanto con V.m^b amarga, y o*" 
cioía letura delp^t libios de caualleiias^que le 
aya buelto el jayzío de modo,q venga a creef 
^ va encantadó»cd otras cofas defte|ae¿,tál6 
xosde fer verdaderas. Como lo ella la mefma 
me tira delá verdad?Y ¿orno es pofsible q aya 
encendimiento humáhoic|ue fe de a ei\t<iad«t 



7^4 Quarta parte de don ■ 

cjiíeluauido en el míiJo aquella infi 11 idadi'í 
Ámadifcs, y aiiueüa turbamulcadii tantuí*- 
niüfu caudl leru , canto ¿.mperadorde Trafi- 
fonda,CintoFelÍxmarci-dc Vrcania, t^ntopi 
lafrcii llanca >Joiiz<Ila andan te>cantas Ikrpcs 
tjntos eiidri3gos,tácosGig¿ntes,taucas iriu 
dtcas auencuras, tanto gencr c de cnczntauía 
tos,cácasbacalias,tai!iosdcTaforadoscficii^ii 
crostCanca bí zarria de tragc«,tan[as PrjnccUi 
enamorada Sjtátosefcudcros Condes, tamul 
euanosgraciufos taiuoval¡ente,canco ni\vft 
bro,tSca*inugc es valicntes;y finalaicnteií 
tos, y can d ifparatadüs calos cuino ios Jifaiu' 
detaualleriascontieneníDemí (ede2Ír,ijuE 
quaiido los Icojcn caco que no pciigo U lOi 
giiiacioii enpcnfati que Ion cudus mcnttri.y 
Jjuiantia l,fnc dan aigú coniéto.pcro quit^á'- 
caygotnlacucntadclo que fon, doy con d 
niejürdcUosenlaparedryaiin diera con el tu 
el fuígo.fi cerca, oprcfintc le cuuicra,biea'>' 
moa merece ioresdc tal feío, por lertalfj'i 
ycfnb'.iíleros,y fuera ucl trato que pide ia'O 
man lucui-alcz^.y como a ¡nucntorej denuc- 
uas (eíl3J,y de uueuo mudo de vida: y coifo 
aquicii di ocafion cj el vilgo ignorante vtg) 
acT. er, vC'-rcr por verdaderas, caneas ncccJ» 
descomo contienen. V aun tienen taiiioatf' 
UÍiuici,to,c\ut,>^tMxí.uen a turbar los ¡íig'-pií* 
de los dvict tto^ t^ ^^^ tt»¿v\(i'C¿Si,-fci^A4wiíii' 



re vn carro d;i;;;:"T^*"'*'>' 

»a'g«nlcon,o algún Tigre, dfe/ue 

'¿mucña que d ciclo fue f«UK 

í^n i ^r '"^' "*^"«<í^ J«^ íu nat 
?"/.rf'''*^'^"«bro»dcha¿ñ' 

cs.que am hallara verdades crant 
acó euuo Lufitania , vo Ccf.r Ro. 
crían G?''",'^'?*"'*~ Grecia 
ar..,T'^Í5'?^"l^^ Andalona. 



fí6 Quartapartc de don 

lahiñoria,cnamorado de lavirtudjcnfeñsdo 
enkbondad me|oradoenlascollumbrcii<ra 
líente tincemeridad.orsdo fin couardiaiyni- 
I rfü cito para honra de Dins .prouccho fuyo, 
y fama de la Vl3ncha,do légun he rabido.ctJS 
V.m.fu piÍncipio,y origen. Arentifsimamcn- 
teeliuuodon Quixocc eftuchando íasrazo- 
ncsdeJCaiionigo y quandu vioqucyasüii 
pueflofínaeilas.-derpuesdeauerleelladovn 
buen cfpacio mirando, Ic dixo t Parecemcle- 
ñor hid<iIgO}qiie lapladca de V.m.fe ha cncí 
minado a querer darme a cntéder, que nohl 
I auÍdocaualÍcrosandác<¿sc:nelii)iindo,yqiie 
|. todosloslibrosdecaijalletias fon falfos.men 
b tirofos,dañadoies,etnuct]c$paraIa rcpubtt- 
ca, y q yo he hecho mal en leerlos, y peor en 
creerjos, y masma! cnimicarlos, auicodome 
piiedoareguirladurirsima profersio» delí 
cauallcria andante,que ellos enfeñan, ncgaii- 
domcqnenohaattidoenclmundo Amadi- 
íes.ni de Gauia, ni de Grecia, ni todos loso- 
tros caualleros de que las efcricuras elUn lle- 
nas.Todo es al pie de la letra,como V. m,lo 
varelatandojdixoaeítafazonel Canónigo. 
A loqualrerpoodíodon Q^íxote; Añadió ti 
bien vueílra merced, dizieiido, que me aujao 
hecho niuchodaño tales libros, pu» me auii 
• buclto c\'iu'^ivQ,'j'í'*»;'i.*ivívecavna jaula, Jf 



°'y ecnida por rZrA a ^^'^'^ 
»flV,comoV.ffl ir^'*"»9«e 

pcna.ó V m ^* "'^S» . mere 

lo,ni todos Jo, Jl "**» °o í 
^rpcrSrot'".??! **»*". 

«Pes.^S.y de ftoroní ^P *'' 



7^8 Qaarta pztte de don 

fanco Grial , y que Ion apócrifos los amores 
dedoii Triftao>y laReyna Yfeotcomo los de 
Ginebra y Langarote » auiédo períbnis q cafi 
fe acuerdan de auer vifto a la dueña Qut nca- 
ñonáyque fue la me/or ercanciadora de vico 
q cuuo la gráBrecañaiy es efto cá afs^que me 
acuerdo yo q medezia vna mi agüela de par 
tes de mi padreiquado veya alguna dueña co 
' tocas reuerendas : Aquella» nieto, íe parect a 
la dueñi Quincañona , de donde arguyo yo, 
que la deuio de conocer ella,o por lo menos 
deuio de alcanfor a ver a!gun retratro fuyot 
Pues quien podra negar , no fer verdadera la 
hiñoria de Ficrres,y la linda MagaIoiia,pue$ 
aun hafta oy dia fe veen en la armería de los 
ReyesiU cíauija con q ue boluia el cauallo de 
maderasfobre quien yua el valiécePicrres por 
los ayres, ^ es vn poco mayor que vn timón 
decar: eca:y juco ala claui;d>eíla la filia deBa 
bieca«Y en Rócefuallesefta el cuerno de Rol 
dan,Camañp como vna grande ví^a:de donde 
fe infíere>qi)e huuo do2eParejs>que huuoPier 
rcs,q huuo. Cides,y otros c^ualleros feniejan 
tes,de(tos que dízen las gentes,que> a fus aué 
turas van. Sino díganme también, que no es 
yerdadquefuecaualleroandanrc.ei valiente 
JÍ>ufitano luán de Merlo,que fue a Bot goña» 
y fe combatió co la ciudad de Ras, con el fa- 
molo fcñor de Chaim'> llamado Muíen C^ier- 



ias aucnturas . y defafíos que tai 
>n en Borgoña ¡os valientes Efp 
ro Barba y Gutie! re Qyixada (d 

wayodcfci.ndo por linea redi 
:naedo a los hijos del Conde de 
cgueme afd mcfmo que no fue a 
icntaras a Alemania don Fcnin, 
ara, donde fe combatió con M 
ialiero <je la cHa del Duque de A 
inqucfueron burla las jaitas del 

iys de Falfes, contra don Gonc, 
ío,cauíi¡icro Cafteilano , con oíi 
>2anas,h echas por cauílíeros Ch 
;Uos, y de los Reynoseftraneero 

icas y verdaderas, que torno a d 
|ue Jas negaíTexarcceria de toda 

' dilcurfo. Admirado quedo c 1 C, 
oyr la mezcla niii»/frktnr%..: - 



730 Quartá parte de don 

tes£rpañoIes:yarsi mermo quiero conceder 
que haao dozc Pares deFrauda^pero noquit 
ro creer ^.uc hizicron todas aquellas colas q 
el Ar^obilpoTurpin dellos e(criae:porqueU 
verdad delio es, q fuero caualleros efcogidoi 
por los Reyes de Francia.a quien UamaróFl 
res,porre( codos y guales en yaIor»en calidil 
y en vulenua>alomcDOs fino lo eran era raía 
q lo fueíTen % y era como vna reí i gion delasq 
aora fe vían» de Sanciago»a de Calacraoa,qóc 
fe prefupone,qu6 los q la profe (fan ha delct 
o dcuenfer Caualleros valeros , valientes »y 
bien nacidos:y como aora dizencaualicro(k 
S«luan»ó de Alcancarasdezian en aqueUiea 
po>CauaUero de ios dozes Pares,porq nofee 
ron doze yguales los que para efta religió d 
litar íc efcogieron. En lo de que huuo Cid,no 
ay dada ni menos Bernardo de 1 Carpió , pe- 
ro de que hizieron las hazañas que dizéiCrco 
que la ay muy grande.En lo otro de la claur 
ja,que V.ui.dize,del Conde Pisrres, y qu: ci- 
ta junto a h (lüadeBabieca^en laarnKria¿¿ 
los Reyes9Coníie(ío mi pecado,q íoy tan ign^ 
f ante,o tan corto de vifta,que, ajunque he vi- 
ce la filia , no he echado de ver la clauijsij 
mas (Jendo tan grande como V.ni. ha dicho. 
Pueaallí efla fin duda aIguna,repIico dó Q^- 
xote% Y ^w tcv^-^K^vas^ofcvx c^^cfta metida <3 



>^ 



Quixoce de U Mancha. 731 

io« Todo puede fcr , refpondio el Canónigo» 
pero por las ordenes que recebi^que no me a** 
lucido anerla viQo: mas puedo que conceda 
^a e eña alIi>no por cfíó mc obligo a creer las 
siítoriasxie tantos Amadi^s , ni las de tanta 
:arba ¡multa de caualleros » como por ay nos 
;uentan; ni es raid.que vn hóbre como V,m« 
:ati honrado, y de tan buenas partes, y dota** 
So de tan buen entendimiento, fe de a entem 
3er»que (bn verdaderas tantas j tan eftráñas 
ocurias,como las que eftan efcrñas ea lofdif» 
3aratados libros de Cauallerías^ 



:: AP. L. DÉLAS DISCRETAS 

alteraciones que don Quixote, y el Canó- 
nigo tuuieron;con otros fuceíTos. 

BVeno efta eflb, refpondio don Quixo^ 
te,los libros que eftan impreíTc s con li 
cencía de los Reyes,y con aprouacion 
de aquellos a quien fe remitieron,y q 
ron gado general (bn leydos , y cele brados^ 
de los grandes,y de los chicos; de los pobres» 
Y de los ricos ;de los fetradós he ignorantes; 
ie los plebeyos, y Caualleros; finalmente, de 
odo genero de perlbhas , de qtialquxer cfia- 
lo, y condición que íeain» auían de fcr mentí- 
a^y ma$nca9ñdó tanta arparieciarte Htx^^^% 



jf 3^ Qaarta parte de doD 

pues nos cuencáscl padre, la madre,la pacriSi 
iospariences,laeiiad>el lugar,^y las hazañas, 
puDCo por punco, yjdía por día» que el calca* 
ualicro hízo,o cjualleros hízieron« Calle vuef 
era mercediQodíga calblasfemia»v crcacnctq 
le acófe^o en eflo Jo que deue de hazer, cocno 
difcrecoiíino leaIos,y vera el gufto que recibe 
de fu leyenda. Sino digame,hay tnayorcon- 
Ccnco,que ver,como (i dixeflemos» aquí aora 
fe mueitra delante de nofocros vn gran bgo 
de pez hiruiendo a borbollones, y que andaa 
nadando y cruzando por el muchas fcrp.en' 
tei(>culebrasy lagarcos,y ocros mucho^i gene 
ros de animales reit>zes, y efpancables» y que 
del medio del lago fale vna boz criílifsima, q 
dize:TucauallerO| quien qoiera que feas, que 
el cemerofo lagoeitas mirando, í¡ quieres al- 
canzar el bic que debaxo deOias negí as aguas 
fe encubie « mueftrael valor de cu tuerce pe- 
cho,y arrojacc en mícad defu negro,y encédi- 
do licor , porque íi afsi no lo hazes , no (eras 
digno de ver las alcas marauillas que en ñ en 
cierran , y contienen los fiece caftillos de las 
fiecc Fadas, que debaxo defta negregura ya- 
zcn:y que a penas el cauallero no ha a:abado 
de pyr la bozcemerora,quádafin enerar mas 
en cuentas con(igo , fía ponerfe a coníiderar 
el p-¿ligro a que fe pone y aun fin defpojar- 
fc de U pefadunabre de fus fuerces armas, en« 

' co- 



Qaíxote de la Mancha. 733 

omendan Jofe a Dios, y a fa feñora , fe arro- 
I en mirad del buUence iago: y quando no íe 
ata ni (abe donde ha de pariir» fe halla entre 
pos floridos canopos , con quien los Elifeos 
10 tienen que ver en ninguna cofatAIli le pa- 
ecc que <l Culo es mas tranfparente » y que 
1 Sol iuzc con claridall^ias nueua Otrecefe* 
z a los o|os vna apazibk floreña de Can ver« 
lesiy frondofos arboles coíqpuefta, que ale* 
;ra a la vida fu verdura , y entretiene los oy« 
los el dulce, y no aprendido cántode los pe« 
(ueños) ínsitos » y pintados paxaríflos ^ que 
>or los iiicricados ramos van cruzando. Aqui 
iefcubre vn arroyuelo^cuyas frefcas aguas,q 
iqu idos criftates parecen,corren fobre mena 
Icts arenasj blácas pcdrtzuelas, que oro ccr 
3Ído, y puras perlas femejan . Acullá vee vna 
iriiiiciofa fuente de jaipe variado, y de lifo 
narmol compúefla. Ata vee otra a lo brutcf- 
:oordenada,ádondj las menudas conchas 
ic las almcjasycon las torcidas cafas^blancas^ 
y amarillas del caracol)pueUas con orden de« 
'ord nada, mezclados entre ell.t s pedamos de 
:ri(tal Iuzience,y d^; contrahechas» eíincraldaSf 
lazco vna vanada labor,de manera,quc eí ar 
:e imitando a la naturaleza, parece que allí la 
jcnce. ^cuiladcímprouiíolcledcfcubre vn 
-uerce calhl o, o viftofo alcafar , cuyas mura«. 
las fosrde mazizc oro»la$ alaietva:^ d^^v^xsi^ 



7S4 Q¿arta parce ¿¿don 

tes, las puertas de /acintos: fínalmeiite» el ü 
de can admirable compodura $ que coo feria 
materia de que eda formado, no menos qae 
de dsa(ñances,decarbuncos,de rubies^de per 
las,de oro,y de eímcraldass es de mas eñima- 
cion fu hechura? Y ay masque ver de/pues de 
auer vifto ello , que ver falir por 1^ puerta dd 
cadillo Vil buen numero de donzeílas^ cayos 
galanos y viíloros crajes,ít yo mepufieífe ao' 
ra a deztrloS)Comolas hiftorias nos loscuen* 
tan,fcria nunca acabar; y tomar luego la que 
parecía principal de codas , por la mano al a- 
treuido cauallero, que fe arrojo en el feruieo* 
te lago,y ileuarlesfin hablarle palabra,dentro 
del rico alca9ar,o caftillosy hazerle dcíhudari 
como fu madre le parió, y bañarle con ccpla- 
das aguas.y luego vncarlé todo con olorofos 
vnguencos>y vcílírle vnacamifa de ceda! del' 
gadiísimo, toda olorofa» y perfumada: y acu* 
dir otra donzclla » y echarle vn mantón fobre 
los ombros^que por lo meno>, menos, dizeii 
que f uele valer vna ciudad>y aun mas?Qiie es 
ver pues» quando nos cuentan que tras todo 
eflOy le lleuan a otrafala, donde halla puedas 
las niefasicon canto concierto,que queda fuf- 
penfojy admirado? Que el verle echar agua a 
manosytoda de ambar^y de olorofas flores di 
ílilada ? Que el hazerle fencar fobre vna íilla 
demaríilíQuc verle (eruír codas lasdózellas^ 

guar- 



..^..fc lamano? Qual íéi 
; que en tanto que come íuena 
en U canca,ni a donde faena í\ 
a comida acabada » y las mefas 
larfe el cauallero recodado fot 
li^a moudandofe los diete$,con 
rcf entrar adeshora por la pucrt 
ra mucho mas hermofa dózella» 
de las primeras^ fencaríe al ladc 
>,y comenfar a darle cuenta, de i 
aquel) y de como ella efta encSt 
otras cofas, que llilpenden al ca> 
niran a los leyentes que van leyt 
ria } No quiero alargarme mas 
i^llo fe puede colegir , que qui 
:equefelea,dequalquiera hifl 
Uero andante, ha de cáufar goíl 
a qualquiera que la leyere. Yvi 
créame, y como otra vez le U^ - 



73^ Qiiarta parce de don 

caorosy amitiue ha tan poco que me vi tncil 
radoeiivnajjiila , como íoco.picnfoput il 
valor de mibrai(-o , fauorcciendomeelCicIft 
y no me íicndi) conCrat ia 1 a forrunajCn potd 
dias V4.Tmc Rey dcalgirn Reyno.a tiódr puf 
damoíirarcl agradícimienco.y liberaJidifií 
mi pecho encierr2:cjue mía fc.feñor, d pubit 
jcíla inhabilitado de poder nioftrarlaurtiii 
de libiralidjd cun ninguno, aunque en fji'>' 
graddlapoíTsa.Y clagradecimicr.ro, quííJ 
loconfiileenet delTcoiCscofa muerta, tomfl 
?s miierca !afe fin'obras. Pero cfío qneníj^ 
, Jafortuní meofretielft pre(Ioalgun.iocM 
donde me hizieíTe Htiperador ,por moiírit 
mipvc!iü,lTaiíendotneiiamis am gos,cf^ 
cialnl'cfireacíte pobre de Sancho Hancí mi 
efcHdcrií.qtiecse! mej'.T hombre dei mi;nJJ 
y qiicrria darle vn'Cond3'do,quc íc rcgoi 
chos dias hjpromecido, fino que ccmu , q; 
nohad^ tener habilidad para goufrnírlii 
tado. Cafi eftas vlcimas palabras oyó Sand» 
afu amo,aqii¡i-n dÍxo:Tribajc vucfíra mer- 
ced ft ñor don Qiiixuccen darme efTe Cuníi- 
do,c npromcrídudcvueñra merced ,(tsii 
de mi típerado.queyo le prometo, que* 
niet'd)t<:a mi habiiicaJ para goucrnark:; 
q liando me t.iltare,yolieoydo dczir ,qii'i' 
lioii>br«cntlmiuido,quc toman rn arrcnJi 



rrcnJl ^ 



Quíxoce de la Mancha 7}^ 

meo cada año, y ellos fe tienen cuydado del 
ouierao , y el feñor fe efta a pierna tendida, 
ozando de la rentaqae le dan,fin curarfe de 
era cofa:y afsi haré yo » y no reparere en caá 
> masquanco,(inoque luego me defiílire de 
9do,y me gozare mi renca,como vn Duque^ 
aUa ^e lo ayan. £(ro heroiano Sancho, dúo 
iCanonigo.enciendefe en quanco al gozar la 
£nca,cmpcro al adminíftrar )uí)icia,ha de en 
!der el (cñor deleftadoty «iqui entra fa habí^ 
dad,y buen juyzíoyy principalmente la bue< 
a intención de acercar^que ii efta falta enlos 
rincipio$,(iempreyran errados los medios» 
los iines:y aisi Cuele Dios ayutJar al buc def 
:odel (imple» como desfauorecer al malo 
el difcreto.No fe eíTas íiluíbíiasyrefpódio S2- 
rio Pan^a.masíblofc.quccáprcfto cuuieflc / 
oei Condado^como fabria regirle , que tan* 
i alma tengo yo como otro, y tanto cuerpo 
3mo el que mas,y tan Rey feria yo de mi ef- 
idOfComo cada vno del íuyo, y (lendolo^ ha 
la loquequiíie(re:y haziendoloquequiíief- 
r,haria mi ^uílo:y haziendo mi gufto^cftaria 
ontento : y eiUndo vno contento , no cieñe 
las que deifearry no teniendo mas que def- 
;ar«acabofe,y el ellado véga^y a Dios^yvea- 
lonos , como dixo vn ciego a otro. No fon 
lalas filofoñas efTas^como tu dizes^Sancho» 
ero co codo ^ffo ay mucho c\ut dcut^Os^"^^ 



73$ Quarta parte de don 

cfia materia de Condados. A loqual replico 
do Quixote:Yo no fe que aya mas que dezir» 
folo me guio por el exéplo que me da el gra- 
de Amadis de Gaula 9 que hizo a fu efcndero 
Conde de la ínfula firme» y afsi puedo yo fin 
cícropulo de conciencia» hazer Conde a San' 
cho Pan^a» que es vno.dc los mejores efcode- 
ros que caualleró andante ha tenido. Adini» 
tado quedo el Canonigo.de los concertados 
difparates que don Quixote auia dicho » del 
modo con que auia pmtado la auentura del 
cauallcro delLago»de laimprefsion que en el 
auian hecho las penfadas mentiras de los li« 
bros que auia leydo,y iinalméte le admiraua 
la necedad de Sancho » que con tanto ahinco 
deíféaua alcanzar el Condado que fu amo le 
auia prometido. Ya en efto boluian los cria- 
dos del Canon igo,q a la venta auian ydopor 
la azemila del repuefto » y haziendo mefa de 
vnaalhombra,ydela verde yerua del prado» 
a la fombra de vnos arboles fe fentaron» y co 
mieron alJi, porque el boy ero no perdieíTe la 
comodidad de aquel í]tio»como queda dicho- 
Y eftando comíendo»a deshora oyeron vn re 
2Ío eftrucndo,y vn fon de elquila»q por entre 
vnas f.ir^as.y efpeflas matas que alU junto eT 
tauan»ronaua,y al mefmo inflante vieron falir 
de entre aqllas malezas » vna hermofa cabra» 
toda iapidmucVv^^^S.vv^^tQ>bIáco^ypardo. 



—o 



.4*}^ ucipauoridj,(e vino a ia ge 
iiorecerreueiia,y alh fedccuuu 
ro^y afícndüia de los cuernos ^ 
capaz de díícurfo.y entendimiei 
accrreraiCerrcra?.Dáchjda, mac 
cindays vos cftos dins de pie co: 
s cfpancjn ? Hija no me direys q 
'ino(a?Mas que puede fcr , Húo q 
'. y no podeys cftar folítgada.que 
\;ra cündicion,y la de codas aqu^ 
iiitays. Bolued bolncd amiga^qu 
ínccnta,aIonienos cftareys mas k 
ftro aprifco, o con vueftras cóp; 
¡ vos que lat aueys de guardar^ y 
mdaystan íín gnia^y can dcftam 
podran parar d. a ?Concento d 
labras del cabrero a \or, que las c 
almer.te al Canónigo , que le di 
leftra Uermano q os fi^í^"»— •- 



740 Quarra parte de don 

Cü chillólos lomos de vn conejo fiambre , to- 
do fue vno, Tomólo , y agradeciólo clcabn- 
rorbeuio.yrffegufe.ylücgodixojNoqtir 
ría que por auer yo hablado c6 cíla alimañí 
tá en kío.mc Cüuiefcnvutftras mercedes ptí 
hombrt limplc,que en verdad que no carttí» 
dcmiftcrio laspalabrasque le dixe. RuñKfl 
foy,pfro no tartto , que no entienda (.omolt 
ha (íc tratar con los hombres , v con lai bti- 
tias.h lío creo yo muy bien,dixosJ Cuta,qtit 
ya yo fe de efptriencia, que los montas cíü" 
L fcrradüs,y las cabañísdc los (íaílorcs enciít- 
I TAnñlpfoíoí. Alómenos, feñor rcpticóelti- 
brcro, acogen h<jmbr£sercatm€tados,yp3fl 
quccrcayseftavtrdaJiyUtoqueyscóJaini 
no.aunque parezca que fin fcr ivjgadomecé 
bido,fíno os eiifaday s deUo>y qiicrcys , feño- 
res, vn breue efpacio prcfiarme oydo ateiKo, 
oscouiarevnaverdad^^que acredite lo quC 
eíTffcñoríftñsUndoalCura) ha dicho, yll 
mia. Acíiarcrpondio donQÍiÍxote : Potw 
q ue tiene efte cafo vil uofcquedcíbmbrade 
suentura de caualleti liyo por m i parce oso; 
re,hefm:ino,de muy buenag^ana, y afsilohl- 
ran todoseflos feñores por ío mucho qpctie 
nendedifcrecos, y de fer amigos de curioJii 
noucdadesque (urfici;dai),3legrcn>y eiitrccf- 
gan [o«ftntído',como íin duda picfoquc !o 
hadehuw ^M^Íí.íacviWKa.^«KvtiM;adpue!i 



\ 



?-nopodtrsTS^<>f'ie< 
íccr entrar a cafo n "^ 'í'"^'* 

' '« «'fotía^W fe dÍÍ"^° *"« 
« «iocWeo w1.^°í''^'« «« 

'"'í'Oyae^ttXr*'^?*'' 
■alalmafarefS» 'J'folc 

•cgorogoa/caKoíiw**^'^^ 
"^ P^o'nctido au^^^¿,?f «Prí 
«das fcbrc el fnr« . 'labrero 



^41 Qiiarta parte 

CAP. LI. (^B TRATA DÉLO 

qiiecootwKo el cabrero, a todos losqlíe- 

u j uan a don Qjixoce. 

TRes Ifg jas dt fte valle efta vnaa'da 
que aunque pequeiia , es de las mü 
ricas q ay en todos eftos c6íüri)L>',tt 
laqual auia vn labrador muy horrir 
do,ytanco,que aunque es anexoalíerrKuci 
fet horado, mjs lueta cipor )a virrudquetf 
níj,quc por la riqueza que3lcancaua:n]js!o 
que le ha2ia mas dícliofo. íigiin ef dczia ,cfi 
tener vita hija de Citn ellretnada hcnuofiirii 
raradircreíion.domVre , y virtud, quec'.i'K 
la conocia,y la rrtifáwa.fe ádíiiiraua de vcrl« 
crtrem.idaí parres conqíie e!Cieíf>,y li ñau 
raleza la aujan efiriqííccido. Siendo rifia fu' 
hcmnoCí , y (¡emji'c tire creciendo cu hd.fíh 
V en li cdid de di¿?, y fcys aíios tu? hertiiuK' 
íimaXafaaiad: fit belleza fe conie:i5o a cllé 
derporrcda^ la&circuituczinasaldea^sque^ 
go yo.porlaícircimueiíiiss no mas,'! fccflt 
dio a las aparcadas tiiidades, y aan fe Ciit'O 
por las íalas de JOs Reyc!,y por (os oydosdc 
todo g^'ntro de gente que como a coü rjri, 
ocomuaimagtnd^ iiii]agrus,de todas par- 
ces a verla venia.Gitardaaala fu padrcjy guif 
danafec\\a,qi.\oíLNt^^:^i*io'iíí,"i«d3S(!Ícer 
Mauras (^ue n\t\ot^\mé&4.^xtó.íiia,-is^-i^^ 



%w9 ^ aquep 

i pidieifeinmat el como a quíc 
:r de can rica )oya»andaua coni 
:cermf narfe a quíe la entragaria 
s que le imporcunauásy entre I< 
le can buen deíTco tenianifüy yo 
ieron muchas» y grandes cfpeí 
1 fuceíTo , conocer que el padi 
loien yo era » el fer nacaral de 
ú}Iq f limpio 9 en fangre , en la 
ite s en la hazienda muy rico ^ y 
no menos acabado : con codas 
>arce8,la pidió también otro del 
>l0ique (ue caufa de rufpender 9 y 
ilan9a lavolancad del padre^a qi 
ue con qualquíera de nolbtros ( 
a bien empleada : y por (álird 
,dccermino dczirfelo a Lean 
? llamaua la rka»q en mHeria m( 

aduirtiédn ñ «•— ' - 



744 Quartapartede don 

¿renos cntrecuuo aencrambos con la pccij 
edad de fu liija,y con palabras gcncraics.q nil 
IcoblJg3uá,n] nos defoblÍL;auá tampoco. Lia 
mafc mi competidor Anlelmo.y yoEuycnto, 
poique vayas con noticia de los nombres át 
las perfonasjque en efta tragedia fe contK r& 
cayoñn auneda pendiente-, perú bien fe de* 
xa encender que hadercrdifaUrado. EiieíU 
fazon, vino a niieflro pueblo vii Vicente de li 
Rofa hijodevn pobre labrador di míímo lu' 
gancl qual Vicente venia de las Italias , y de 
otras diuerfas partes de Te r íoldado: lleuok 
de nuellro lugar , (ietido muchacho de hafia 
doze añoS}Vn Capicanj que con fu compañía 
por alÜ acertó a pafTsr , y boluioelmo^ode 
allí 3 otros doze, veftrdo a ¡a foldadefca , pm- 
rado cun milcolures ,l<enode mil dixesde 
chrifta!,y fútiles cadenas de azero:oy íc ponia 
vna gala , y mañana otra , pero codas futilcí, 
pinradas,depcjro pelo,y menos tomoila gen 
te labradora,que deruyoesmalicíofai y dán- 
dole el ocio lugafjcs la mifma malicia. lo noto 
y coi.to punto por punto íus galas y prcfeai 
y hallo que los veñutoi eran crea de difertn- 
res colores con fus lijjai,y inedias,perocjht 
zia cantos guiTadoSie iniíenciones de llast que 
iino feloi contaran^ uitia quien jurara que 
auia hecho tnucftta demás dediez paresfk 



Quijote de la Mancha* 7 4^ 

•parezca impcrcincncia^y demafia efto qoe de 

¿Jo» vellidos voy conrando porque ellos hazé 

^vna buena parce en efia hiftoria.Sentauafe ea 

^vn poyo^que debaxo de vn grá álamo eíb ea 

^tiuefti a pFafa» y allí nos cenia a codos la boca 

P«bierCa,peiidietesde las hazañas que nos yua 

¡concandomo auia cirrra en codo el Orbe que 

^nohuiúeíTeviftoynibacalla donde no fe ha* 

riiieíTe hallado : auia maerto mas Moros que 

tiene Marruecos , y Tunez,y entrado en mas 

ungulares defafiosjegun el dezia.que Gante 

y LunasDíegoGarcia de Paredes^y otros mil 

que nombr auaiy de ccdos auia falido Con v i^ 

toria,fin que le huuíeflen derramado vna Tola 

goca de faogre: por otra parte moftraua feña 

les de heridas,que aunque" no fe díuifauSt nos 

hazia entender q eran arcabuzazos dados ea 

difw retes rencuétros^vfacíonestfinalméte con 

vna no viAa arrogacia 11. «mana de vos a fus y* 

guales.y a ios mifmos q e conocianfV dezia 

q fu padre craíu brn^Oyfu linage fus obras» y 

que debasTO de fer Toldado, ai mifmo Rey no 

deuia nada. Añadiofcle a efias arrogacias fer 

vn poco mufico» y tocar vna gaitarra a lo raf- 

gado,de manera que deziS algunos que la ha 

zia hablar : pero no pararon áqui fus gracias, 

que Cambien la tenia de Poeta,y afsi de cada 

niñería que paflaua en el pueblo » coponia vti 

Romance de legua y media de eSct\x>xi^«^^^ 

Aaa s ^^^^ 



74? Qnarta parte de don 

^-ladrede nueltrosojos,yla llenoaenccmi 
en vn moiíalleno de vna villa qaeeftaaqoi 
ceica , clpetdtiduqucel tiempo galle a gunl 
parre de U nula opinión en que lu hija le pj- 
fo Los pucos añus de Lcaiidra li uieroml' 
difculpadcfu culpa>3lo[nen<3scon aquctlosq 
no les yua algún ínteres en que etla fuclíemí 
la]Obuena:pt:ro los que conocian ía üidrc- 
cion.y mucho entendimiento , nu atnbay.w 
a ignorancia fu pecado,íino a fu defcmboltu- 
r3,y a la natural inclinación de las mugcrc^ 
por U mayor pacte fuele fer de I a tina Ja, y mil 
com puefla. Eooerrada Leaadra ,q ued ¿roo 1^ 
ojosde Anlelmo ciegos > alómenos lincead 
cofas que niirar,quecótéCo le dieireilasoiíot 
en tinieblas !in lüz.quc a ningunacoía de gü- 
ilo les encdminaífe; con la aufencía deLc^D- 
dra crecia nueflra ttiílcza, aprcauafe nucfl^ 
paciencia,maldeziainus las galas del foIdaJo 
yabomiiiaiiamos delpoco recato del padre 
de Lcandra:finalmente Anfelmo y yo nos co- 
ceríamos de dexar el aldea , y venirnos a eíic 
valle ,<donde el apacentando vna gran canti 
dad de ouejas Tuyas proprias i y yo vn nume 
rofo ubaño de cabras tábíen miasipalTiaicx 
U vida entre Jot arb^'Ies , dando vado anucí- 
tra^pafsioncsio cantando juntos,alaban93)iC 
vituperio» A6'\&Wwv'i^a.tje.«MÍra , o luípira- 



Quixote de la Mancha* 74 9 

Queftras querellassa imitación nueftra. Otros 
muchos de los pretendientes de Leaodra fe 
han venido a eftos afpcros montes » vfando cl 
mifmo exercí^ío nuehro» y fon tantos,que pa 
rece que efte litio íe ha conuertido en la paf' 
coral Arcadia>rcgííeQá colmo de pafiores, y 
de aprifcos , y no ay parte en el donde no fe 
oyga el nombre de la hermofa Leandra : efte 
la maldize.y la llama antojadiza, varía » y def- 
honeflaraquej la condena por fácil , y ligera 
cal la abfuelue y perdona:y cal la }ufiicia,y vt« 
capera: vno cekbra fu hermoliira» otro renie- 
ga de fu condición, y en fín codos la deshon- 
ran, y todos la adoran^y de todos fe eñiende 
a tanto la locura,qac ay quié fe quexe d def- 
den,fih aucrla /amas hablado y aun quien fe 
iamente,y (ieta la rabiofa enfermedad de los 
zelos,que ella jamas dio a nadie : porque co- 
nio ya tcrgo dicho, antes fe fupo iu peccado, 
que fu dc(]'eo:no ay hueco de peña, ni margé 
de arroyo, ni fombra de 21 bol,que no eñe o- 
cupado de algún pafíorqfjc fus dtfuencuras 
a los ayres cuete: t\ Eco repite cl nombre de 
Lfandra,Jondc quiera que pueda form arfe: 
Lea ndra refuenan ios montes : Leandra mur- 
muran los an oyos:y Leandra nos tiene a to- 
dos fufpenfo$,y encantados, efperandp fín cf- 
peran^a , y temiendo fín faberdequeteme* 
mos.Entrc tño^ difparatados>tl<\utttwv^^\'^ 



n 



tendimicntOiCantando fe qucxa ; 
camino masñcil , y a m i parcccí 
tado,q es dezir mal de Í2 iigercz 

fcres.dc (uincoi^llancÍ3,de fm 
e fus promríat muertas,de fu fi 
y íinalmente d::! pocodífcQrfoqi 
uber colocar fus pcnTami^ncosiC 
queci;;neii : yeftafuelaocafíon, 
las palabras , y razones qoe dixe 
quan do aquí IIegue,qiit: por (t-r h 
go en poco,aanque es la mejor i 
apero. Gílae(bhiílonx que prot 
rus : (i he (ido en el contarla proC 
en (eruiros corto , cerca de aq» 
majada, y en ella tengo frelca Ice 
rábrofifsimo quefb > con otras vai 
nadas frutas, no menos a U vida q 




Quixotedela Moncha^ 7ji 

Eneral gufto caufo el cuenco del 
.cabrero a codos los que cícuchado 
le auiaus erpecialmence le recibió el 
CaaonigO) que con eílraña curíofi 
dad ñoco la manera con que le auia conca- 
doñean lexos de parecer ruitico cabrero^ quS 
cerca de mofcrarfe dífcreco corceíano : y afsi 
dixosque auia dicho muy bien el Curaren de 
2Ír que los monees criauan Lecrados. Todos 
fe ofrecieron a Eugenio # pero el que mas íe 
mojliro liberal en efto,fue don QgíxoCe , que 
le dixo:Por cierco hermano cabrero,que íi yo 
me hallara polsibiiicado de poder comencar 
alguna auencura , que luego luego me pune-> 
Ira encamjnoi porque vos la Cuuierades bue- 
na y que yo facara del monafierio (donde (in 
duda alguna deue de e(|ar contra fu volun- 
cad)a Leandra>apefar del Abadeía» y de quS 
tos quiíieran eftoruarlc»y os la puíiera en vue 
firas manos, paraque hizierades della a Coda 
vueftra voluncad,y talante » guardando pero 
las leyes de caualleria, que mandan que a nin 
guna donzeJla fe le fea fecho defaguífado al- 
guno ; aunque yo efpero en Dios nueftro 
Señor, que no ha de poder canto la fuer- 
za de vuencantadormalicioíb» que no pue- 
da mas la de otro encantador mejor inten- 
cionado , y para entonces os promeco mi fa« 
uor y ayuda^ como me obliga mi ^xoS^íi^v^vi^ 



^ Ul Calle ii.ne,y de u< maaera 
haderer,refpondiocl Birbeto, 
fodon Q^ixore de U Mancha, < 
agrauiüS) eadcrt ^ador de tucrr 
de lasdoRzellas^eiafTofnbrode 
yel vencedor de (asbacalia$.£] 
rerpondio el cabrero, a Jo que fe 
brosdecaitalleroi andances,qu< 
elfo que de eft: hombre V. m, > 
p»ra mi cengo,Q queV«in.re bui 
gencil hombre detic de t¿ner va 
¡entos de la cabera , Soys vn grs 
llacOidíxoacftaíazun dóQuixo 
ct vazío,y el mengoado.qae yo i 
noqueiamaslocflauolamuy t 
XI que os pario^y d¡zicndo,y hab 
có de vn pan,que juitto a li tenia 



Qiiííote de U Metiche. j^f } 

ara de ahogarle § ñ Sancho Pain9a tío llt^ 
I en aquel punco* y le aíiera por las efpat- 
y íikra con el encima de la mefa,quebrafl 
»laco$,rodipiendo tá^^^i y derramando y 
rzieHdo quanto en eüa eítdua* Don Qui« 
) que fe vid libre» acudioa fubf ríe fobre el 
ero, el quát lleno de fangre el roftro^tno- 
a co¿es de SattchoiandauA bufcando a ga 
klgun cuchillo de la mcü para hazcr aigu« 
tngatnoleptávetiganf a-pero eftoruauan- 
f 1 Canonigo>y el Curu,majs el fi rbero hi 
e fuerte que el cabrero Cogio debaxo de 
icii Q^ixotei fobre el qual Iloiuo tato nu 
o de moxíconei^.que del rctflro del pobre"^ 
liero f íouia Canta fangre» como del (uyo* 
entauan de rifa el Canónigo y el Cura) 
uan losquadtillerosdegozoi^ufauá los 
ly los otros» como hazéa los perros quá 
n pendebcia eftan Crau^dosjolo Sam ho 
p fe defefpcranaiporque no fe pedia def. 
ie vn criadp del Canónigo » que ie eAor^' 
kqueatiíamonoayudaffe £nrefoluciS 
lo codos en régozi}0»y íiefla» finólos dos 
reantes que fe carpían ^ oyeron el ion de 
crompeca, tan trift^ i que los hizoboluef 
oftroshazia donde les pareció que fona-^ 
efo el que mas fe alboroto de oyrle fue 
Qiif stoce > el qual aunque eftaua debaica 
labrcrc^ito contra fn vo\utitaA ^"j tM.% 



'7í"4 Qnatta parte de don 

que meiJianamétc moIÍdo,1e díxo;Hctm3D0 
demoniotquenoesporsibtcquedcxcdelct- 
lo, pues has tenido valor , y fucr^ parafugt 
tarlasmias, luegoRque hagamos trrgviti 
no mas de por v'na hora , porque el doloroí) 
fon de aquella tropera que a naeílros oydoi 
llega, me parece que alguna nucua aueoccn 
iiiellama-£lcabreroque ya eñaua canfado 
de moleriy fer molidojle dcxo luego,y dóQu 
xote fe pufo en pie , boluíeodo afsi mífmo d 
roflroa donde el fon fe oya , y vio a desho- 
ra q por vn tecueflo baxauan muchos ham- 
bres velttdos de blanco, a modo de dicipliní 
tes. Era ej cafo , que aquel año auian Us db' 
ues negado fu rocío a la tierra , y por toitoi 
los lugares de aquella comarca fe hazianpro 
ccfsioncs.rogatiuas, ydiciplinas , pidiendoi 
Diosabriell'c lasmanosdefu mííéTicordíair 
les llouiefle : y para cfie efeto la gente ¿t 
vna aldea que allí ianio eflausivenia en peo* 
cefsionavnadeuotaHermica que envnrt- 
cueño de aquel valle auia. Don Quixoteq« 
vio los cñraóos crages de los díciplínaatcsi 
íiii pad'arJe por la memoria las muchas veiü 
que lo 3uia de auer viílo , fe imagino que <i> 
coradcauentura.y que ael folo tocaua.co' 
moa cauallet'O andante, el acomeccrli:} 
confitn\o\e.ma%t'ii vma^ioacion penfarqix 
vna ima&tv^ wt wv^ír w^vasa. ís. (ote 
- ,. ^ 



[ranJ^ereza arremetió nftozii 
indo andauajquícandolc del ar 
I adargai y en vn punco le cnfre 
> a Sancho fu eípada fubio fcbn 
y embrago fu adarga , y dixo er, 
ios losque prcienccs eíbuan : / 
fa eompañía veredcs quanco fm{ 
a en el naundocatiallerosquept 
lendela andante canal leria; ag 
veredesenla libertad de aquella t 
que alli varaudua ^ (i fe han de e. 
ualiecos andantes: y en dizíédo ( 
\psmq{los a Rozinante, porque < 
as tenia i y a todo galope (porqu 
da no fe lee en coda eíla vcrd¿ 
1» que jamas la dieflc Rozinant( 
ntrar coh ios difciplinantes : bie 
I Cura y c) Canónigo, y Bzthe^ 
tías no lí»»^- 



7f íí Quartaparte de don* ' 

gen fin manfilla -. mire Tenor ?o que haie, qoí 

fiur eitavez le puede Jczir q-^e no es lo qu< 
abe.Fatiyufc en vano Sa'icho,porque fu amo 
yuatafipucfto en llegar d los erifauanadoij 
en librar a ia feñoi a ciilucada,quc nooya p- 
UbriiV aunque la oyera no buluiera (i el Rct 
fcIomanJ.iia. Liegopuesaíaprucefsioo,y 
paro a Büzinantc , que ya lleusua delfeo it 
quietarfe vn poco, ycon tumbada, y ronti 
bozdixo: Vcfotro» , que qui^a por oo (cr 
buenos os encubrís los rolaros, atended, f 
efcuchadloquede.irosquiero. Lospnnif 
ros que fí detutíieron fueron los qoelaioii- 
g^nilctuuan) y vnodelos quarro clingos 
que cancauan lis Ledanias , viendo la eUñoi 
catadura de don Q^^ixtitc , la Riqueza dcKt>' 
zin3nte,y fCrascirtunOancias de rifa que no- 
to, ydcícubnocndonQi^ixotCíIercrpowliti 
diiieii'.lo:Scfior herníjno, li nos qu lere díin 
aígo, dígalo prefto, perqué fe van eftoj bit- 
manos abriendo lascarnes, y no pódeme*,» 
esraionque nos di. tengamos a ovr co& i¡" 
guna , fl yanoestau brtue que en dos pala- 
bras fe diga.En vnaloi iie, rpp.'icodonQ^i 
xote,y eserta , que luego al pnncc deiej^tí 
bre a elfa hcrmola fcnora,ctivjs Ijgt ima» Jir' 
fle Temblante danclar^smuctirasq tt llena** 
contra (u vo\ü\\ta.^>v <\f\'i i(?,un notorio deü" 
puifado Ve 4UtA«Ss:*.VQ > 'j ^^c^\ai.\w.e¡ 



>te,porq„efi„ j ." *" coica ^ 
»q«elasj|cu3„. ^ '^* andas: vno 

'° <ÍQnQ Ce -"^ «•••"' cuchi, 
*^'° por e/m fmo .^'•^°f««^oc, 

'7"doc„h".':ra -^^^^^^^ 



7/t Qnarta parte d^ don 

(1I90 la tánica a la cinca,y dio a buyr por la el 
pañasComo vo Gamo;ya en cfio llegaron to* 
dos los de la compañía de don Quíxccc a dó- 
de el eftau4 , y mas los de la procefsion que 
los vieroo venir coFriédQ,y cou ellos los qua- 
drilleroscoQ fus balleftas, temieron algú mal 
fuceflb, y hí^^ieronfe todos vn remolino ¿I re- 
dedor de la imagen » y aleados los capirotes, 
y empuñando las difciplinas t y los ch r g<^s 
losciríalesyerperauau el alTalto» con determí- 
naeíon de defendcríe^y aun ofender (i pudief' 
fen a fus acometedores: pero4afortp.na lo hi- 
zo mejor que fe penía^i^ , porque Sancho do 
hizo ocra cofa que arrojarfe fobre el cuerpo 
de fü (eñoF. haziédp fobre ei cimas dcloroíb, 
y rifueno llanro del mando» creyendo que ef- 
taua muerto . £1 Cura fué conocido de otro 
Cura que en la procefsion venia t cuyo co- 
nocimiciiCQ pufo en fofsíego el concebido te- 
mor d: los dos cfquadrone^i : el primer Cura 
dio al íegundo en dos razones cuenta de quíé 
era don Q^ixote» y afsi el como tod 1 la tur- 
ba de ios difciplíiiantes fueron a ver ñ eílaaa 
muerto el pobre cauallero,y oyeron que San- 
cho Pan^a con lagrimasen ios ojos dezia: O 
flordelacaual eria, queconfolovn garrcta- 
aoacnbaflela carrera de tus can bien gafta- 
dosaños.OhonrndetuliDagc,lionor, ygío- 

rÍ3 de tocU laMatvcVv^s;^ ^xx^^t^a (;! í^iLdo, 



.^vuurias.O liberal fobre codc 
lros,pues por Tolos ocho mefe 
ne tenias dada la mejor i nfíil 
iñe 9 y rodea . O humilde con 
)s, y arrogante con los humildi 
lor de peligros, fufrídof de ai 
^rado fin caufa » imitador de 1< 
f ote de los malos s enemigo de le 
\ ñn cauallero andanre , que es ti 
:2ír íe puede. Con las bozes, y gei 
choj reuiuio doiiQuixoce, y lap 
bra que disco » fue : £1 que de vos 
tdulcifsima Dulcinea, a mayore. 
eftas eftá íugeto; ayúdame oancl 
ponerme fobre el carro encant 
)ftoy para oprimir la filia de I 
)orque tengo todo efle ombro h 
Efio haré yo de muy buena g 
) , refpondio Sancho* v •-'*'- 



o»* 



7^0 Quarta paree de don 

degofto d^la^fimplicidades do S3cHoPan« 
^a,pu(ieron a don Q»íxote tn fl carro» coma 
^nc^s v^Dia. LraproG^fsíon, boluto a ordenar- 
fe, y a profegiiir fu camino* El cabrero fc def- 
pidió 4^ todo): Io5 quadríllctos no quifíf run 
psLíTs^t adelantCiy el cura les p;igo lo que fclrs 
deuia: el Canónigo pidió al Cura le auiiaflc 
el fuceífode don (^i3(o(e , ñ fanauade fu lo^ 
eur^ i Q R profeguia en elU : y coh efto tomo 
licencia para feguir Tu vigjezen fin todos fe di- 
yidíeron^y apartaron» quedando fojos el Cu** 
ra>y Barbero,don Qui\ote,y Pan^a^y el bue- 
no de Hozinace^que 4 todo io que hauia vifco 
eüaua con tanta paciencia» como fu amo. £( 
boyero vn;^io(u bueyes, y acomodo a don 
Qnixore fobre vn h^z de heno, y con fu acó* 
lumbrada {lema íí^uíq et ^^míno qqc ^i cur^ 
qiiifo , y a cabo de fciy s dias llegaron a la al* 
dea d^ oon Q^tixotc , adonde entraren cq la 
niiuddel d)a,que acertó a fwrp€mingo,yla 
gcntcetUua (oda co la pla^a^por mitad deU 
qual atraueífo c| carro de donQu íxote. Acá 
dieron roídos a ver lo que en ei carro venia,y 
quando conocieron a ruCQmpatrio(o,qucd4 
ron maraqillados^y vn muchacho acudió cor" 
riendo a dar las n nenas a (u ama» y a fu fobri- 
na,de que fu tio,y fu feñor venia Baco, y ama- 
/illo, y tendido fobre vn monte de heno, y 

/obre vn ¿arro de bwe^eafCoft de /aftima fue 



^ vi«;t un enerar a don Quixott 
s.A 'as nueuasdefta venida (k 
cudio la mugcr de Sancho Pai 
bídoqueauiaydocoo el fíru 
[dero,y arsícomo vio aSanchO: 
|ue le pregunto fueique (i venía 
.Sancho refpondio} q venía mej 
rracíasíeádadas aDio$,replico 
ien me ha hecho:pero cocadme 
\ bien aucysfacadb de vueftras < 
: faboyana me craeys a mi?que ^ 
dlros hijo$?No craygo nada de 
>tn)uger miaiaunque craygo oti 
ismooienco.y confíderacioo, 1 
> mucho gufto,re(pondiola m 
ne cflas cofas de mas confíder; 
>mcncOtajmígo mío,q las quien 
fe me alegre efte coracon . -- 



4^6% Quarta parte de don 

Uarfe. Quiéralo afst el Ctelostnai ido tnio^que 
bien loauemos meRefter.Mas dezidaxe, que 
es elfo de Infulas^que no lo entiendo ? No es 
la miel para la boca del afno , refpondio San^ 
chosa fu tiempo lo vetas muger » y aun te ad- 
miraras de oyrte llamar feñoria de todos tus 
vaíTallos.Que es lo que dezisSanchasde Teña 
rias^ ínfulas jvaíTallosírefpondio luana Pan 
9a iquearsifellamaua lamuger de Sancho, 
aunque no eran parientes ; fino porque fe v£^ 
en la Mancha tomar las mugeres el apellido 
de fus maridos. No te acucies luaiaa s por fa- 
bcr todo ello tan a príe(&,bafta 4 te digo vec 
dad,y^cofe la bo^a^Solo te fabre deur afei de 
paíToique no ay cofa mas gfl^ofa enel mudos 
^ue fer vn hombre hontrado efcndero de vn 
¿aballero andante, bufcador de auStorasi Ble 
es verdad^que las mas que (6 hallan, no fálen 
tan a guftocomo el hombre querría % porque 
de ciento que fe eocuétranilas nouenta y nae 
ué fueien falír auíeíTaSjy torcidas • Selo yode 
¿xperiencia,porque dealgunatshe íalidoman 
teadd,y de otras molido* Pero con todo eíTo 
es rinda cofa efperar los fuceflbs , atraueíTatí- 
do montes^efcudriñando feluas , p í fando pe- 
ña s,vl(itandocaftillos,aloxando en ventas, a 
toda difcrecíon fin pagar o&ecido (ea al dia- 
blo el mmuedi.Todas eftas platicas paíTaro 
enere Sañoho F£$a,y tuada Pá^a fu muger,en 

^ tanto 



fm r ^^''-^ Kmerofas. de a fe 



?^4 Qnarta parte de doo 

no le deparara vn antiguo medicoyqae teoU 
en fu poder vna caxa de plomo , que legun el 
dixo>ie haaia hallado en los cimientos derri- 
bados de vna antigua hermita que fe renooa 
na. En la qualcaxa^feautan hallado vnos per 
gaminos efcritoscon letras Góticas , peroea 
verfüs Caftellanos » que contenían niochas de 
fus hazañas» y dauan noticia de la hermofura 
de Dulcinea del Tobofosdc la figura de Rozi 
nante , de la fidelidad de Sancho Pan9a , y de 
la fcpulcuradel mefmodon Q^ixotc , con di- 
ferentes epitafios, y elogios dt íu vida % yco< 
l^umbres , Y los que fe pudieron leer , y Tacar 
en limpio , fueron los que aquí pone el fíde^ 
digno autor deftánueua» y)amas vii>ahüb' 
ria. £1 qual autor no pide a los que laieyc 
renden premio del inmenfo trabajOique leco* 
fto inquirirsV bufcar todos los archiuos Man- 
chego5,por (acarb a luz: fino quejé de el mcf 
mocredito que fuelen dar los difcrctos a los 
libros de cauallerias, que Can validos andáea 
e( mundcque con ello k tciidra por bien pa- 
gado» y fati^fecho* Y fe animara * (acar,y but 
car otras , (ino tan verdaderas » alómenos de 
tanta inuencion,y pasatiempo . Las palabras 
primeras que ciiauan clcriías en el pergami- 
no que fe hallo en la caxa de p. orno ¿ eran 
eílas. 



Los 



•• >>*t,v UC id 



«*anci,a,Hocfcripfcn 
nícongo Académico, déla Am. 

S°?,"C«ay,l„(„G«M, 



i 



'^66 Quaríaparte de don 

Es Dulcinea Reynadcl Toboíb, 

De quien fue el gran Qiii xote aficionada 

pjfo por filia el vnoj ociu lado 

¡belagranSierra Ncgra,y d famofo 
Campo dt Montieliliatta el hciuoroíd 
Llano de Aranjiieztapíe,ycanfado. 

fCulpa de Ro2inante.)0 dura efírella, 
Queellj Manchega dama,y cíic inulto 
Andante caualIcro,cii tiernos años: 

Ella dcxo muriendo de fcr bella, 

y el,aijnquc queda en marmoles efciitO) 
No pudo huyr de amor,yra s,y engaños. 

Del Caprichofoidifcrctirsímo Académico, 4 

la Argamafilla.cn loorde Rüzinasite, 

cauallodedonQnisotcdc 

la Mancha. 

SONETO. 

EN ct foberuio tiono Diamantino, 
Que con fangrientas plantas hueilaMirH 
(Frenetico)el Manchcgo.fu eftandarce 
Tremola con esfuerzo peregrino. 
Coelga las ar^as,y d azero fino. 

Con que deftro^aialf uel«,rajaty partéi 
(Nueuas proezas)pero inuenCa el arte 
Vn nucuo eñüo al niieuo Paladino* 



«s que G^iiñrr ***;* '*.P''««« 



Soneto. 



w v/xN UTO 



A 



R 



f6f¡ Qaartd parte de don 

EPITAFIO. 

Qui yazc el caiiaIlero> 
Bun Dolido, y mal andan tc# 
A í)uien lieuo Rozínante 
por vnOíV ocrofendero. 
Saiicho Panga e! majadero, 
Yazc ta iibien junto a el, 
RfcuJerocl nías fiel 
Que vio trato de eícudero, 
DclTiquicoc Académico, de la ArgamaííÜai 
cnlalepiilturade Dulcinea del Tobólo. 
EPITAFIO. 
Epofa aquí Dulcinea, 
Y aunque de carnes rollízat 
La boiuio en poluo y ceniza 
Lamüerte,erpa(icabíe,y f¿a« ■ 
Fue de cat) iza ratea, 

Y tuuo afbmos de dama^ 
Del gran Quixotc fue Ilama^ 

Y fue gloria de fu aldea. 

Eftos fueron los verfos q fe pudieron lecff 
Jos demás por eftar carcomida la le tra,rc: en- 
tregaren a vn Académico, para q por conge- 
turas los declaraíTcTienefe noticia q ío ha l¡é 
cho, acoftade muchas vigiüis, y mucho tra- 
bajo^y q tiene tntcnció de facaIlo« a iuzi 
con efperaiT^a de la cercera falida 

de don Qi^iJíote, 
lorfi áltro cAn"'^ f ! mglior plcílioé 

FINÍS. ^