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Full text of "Revue hispanique : Recueil consacré á l'étude des langues, des littératures et de l'histoire des pays castillans, catalans et portugais"

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REVUE HISPANIQUE 



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/ 



M.\CON, PROTAT FRÈRES, IMPRIMEURS 



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REVUE 
HISPANIQUE 

Recueil consacré à Véttide des langues, des littératures et de l'histoire 
des pays castillans, catalans et portugais 

DIRIGÉ PAR 

R. Foulché-Delbosc 



TOME XVI 



NEW YORK 

THE HISPANIC SOCIETY OF AMERICA 

AuDUBON Park, West 156 th Street 

PARIS 

LIBRAIRIE C. KLINCKSIECK, 11, Rue de Lille 

1907 



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HAJIVARD COiUGE LIBRARY 

GIFT OF IHE 

HISPANtC SOCltTY OF AMERICA 

MAY 25, 1927 



1 I M-'" / lll.f 



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REVUE 
HISPANIQUE 

Reauil consacré à Vétude des îangues, des littératures et de rhistoire 
des pays castillans, catalans et portugais 

DIRIGÉ PAR 

R. Foulché-Delbosc 

Tovie XV L — Numéro 49. 



NEW YORK 

THE HISPANIC SOCIETY OF AMHRICA 

AuDUBON Park, West 15e th Street 

PARIS 

LIBRAIRIE C. KLINCKSIECK, 11, Rue de Lille 

1907 



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SOMMAIRE 



Julio MoREiRA. — Factos de syntaxe do português popular. IX-XIII i 

H. R. Lang. — Contributions to Spanish literature. III. A propos of 

Caçafaton in the Rhyme-Dictionary of Pero Guillén 12 

R. Foulché-Delbosc. — Étude bibliographique sur Fernan Ferez de 

Guzraan .1 26 

Andrés Giménez Soler. — Caballeros espanoles en Africa y africanos 

en Espana. II 56 

G. Desdevises du Dezert. — Un consul général de France à Madrid 

sous Ferdinand VI (1748-1756) 70 

Gabriel Marcel. — Le géographe Tonias Lopez et son œuvre. Essai de 

biographie et de cartographie i }7 

TEJTES 

Aragonesc texts, now edited for the first time by G. U. Umphrey 244 

Cancion real a vna mudanza 288 



iBibliotheca hist>amca 

Voir à la page 3 de la couverture. 



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FACTOS DE SYNTAXE 
DO PORTUGUÊS POPULAR 



IX 

Em logar de responder com a negaçâo absoluta {nào) ou com 
uma oraçao negativa formada com o verbo da pergunta ou com 
outro, é corrente empregar a linguagem popular e femilîar, como 
respostas, certas formulas exclamativas, mais ou menos empha- 
ticas. Assim â pergunta : « Isto sera verdade ? » responder-se-ha : 
« Eu sei là ! » ou « agora é ! » ou « quai verdade ! » ou ainda 
« quai verdade nem meia verdade ! » « quai verdade nem quai 
carapuça ! » 

No seguinte exemplo de Gimillo, Brasileira de Pra:(ins, pag. 130, 
occorre uma d'estas expressôes a confirmar uma negaçâo : 
« Nunca me emborrachei, aqui onde me vê com cincoenta annos 
jâ feitos, mas se algum dia me emborrachar, que ninguem esta 
livre d*isso, prego-me a dormir e nâo vou atirar-me ao Ave em 
Dezembro ! Agora vou, se Deus quiser. » 

Uma formula semelhante lê-se nos Autos de Antonio Prestes, 
pag. 15 da ediçao de 1871 : 

Cavalleiro 
E onde era ? 

Moço 

Eu que sei ! 
Séria onde mesmo era. 

e tambera nas Obras de Antonio Ribeiro Chiado, pag. s da edi- 
çao do Sr. Alberto Pimentel : 

REVUE HISPANIQUE, XVI, i 



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JULIO MOREIRA 



Paiva 
Lançai-vos logo à igreja. 

Faria 
Ë que é da renda ? 

Paiva 

Eu que set ! 

Esta exclamaçao é ainda usada em mirandês; cfr. Dr. J. Leite 
deVasconcellos, Estudos de philologia mirandesa, vol. I, § 312, g. 

Uma expressào analoga, como nos lembra o Sr. Joâo de Meira, 
é « Eu sei-te !... » empregadapor Camillo, para imitar a lingua- 
gem popular, na sua comedia O Lobishomem, pag. 17 : 

10 BNCAMISADO 

Os lobishomeDS nào fazem mal a ninguem, nâo é assim, o Mariana ? 

Mariana 
Eu sei-te /. . . 

Este modo de dizer, que o Sr. Alberto Pimentel dâ como vul- 
garissimo na provincia de Tras-os Montes (cfr. o scu prefecio 
âquella comedia, pag. xx) é elliptica e équivale a « Eu sei-te la 
dizer », « Eu sei-te là responder ». 

Na secçâo do Jornal de Noticias do Porto, intitulada RaspàOy de 
II de Maio de 1902, lê-se como phrase negativa a seguinte, em 
que se prétende imitar o fallar do povo : a k ma conhecem »^ 
équivalente a « Â nào conhecem ». 

Nunca vimos nem ouvimos apalavra ma, a que se dâ naquella 
expressào o valor de um adverbio que exprime a negaçào. Resul- 
tarâ essa palavra do adverbio mal ? Lembraremos que eflfectiva- 
mente este vocabulo se emprega as vezes com tal sentido em 
oraçôes como : « Mal sabem quanto se enganam \ » 



I . Notaremos que em arabe nas oraçôes negativas entra a particula de 
negaçâo ma. Nâo cremos, porem, que seja ella o vocabulo de que tratamos. 



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FACTOS DE SYNTAXE DO PORTUGUÊS POPULAR 3 

O mesmo succède com o adverbio hem em expressôes affirma- 
tivas, a que todavia a ironia com que sao proferidas, imprime 
sentido contrario, valor de negaçâo : « Bem sabe elle la d'essas 
coisas ! », « Bem sabe elle là d'isso ! » Estas oraçôes equivalem 
a : c( Nao sabe nada d'essas coisas », <x Nâo sabe nada d'isso. » 

Outras formulas que têm a mesma applicaçao, sao a expressao 
antiga : « Isso vos era elle » e a moderna « Pois nâo foste ! » ou 
« Pois nâo fostes ! » A primeira encontra-se, por exemplo, em 
Gil Vicente, vol. I, pag. 141 : 

Madanela 

Mas sabeis que é leitâo» 

Que tem coiro e nâo tem pelle ? 

Margarida 
Leitâo ? Isso vos era elle ! 

 segunda é vulgarissima no fallar do povo. Na Revista Lusi- 
tana^ vol. VIII, pag. 265, transcreve o Sr. Thomas Pires, da 
Revista Illustrada, o seguinte trecho, que descreve um uso exces- 
sivo d'esta phrase : « Uma dessas modas populares reinava entâo 
(em 1846) com uma insistencia maçadora. Era o pois nào foste. 
Pois nào foste p^Lïz tudo, pois nào foste por qualquer motivo. Fazia- 
se qualquer pergunta : a resposta sacramental era pois nào 
foste I » 



A uma pergunta como « voce foi \i ? » responde-se as vezes 
emphaticamente « pudera ! » ou ainda « pudera nâo îr ! » para 
signiBcar : « Esta claro que fui, nâo podia deixar de ir. » 

Uma oraçâo negativa como « voce nâo foi là » confirma-se 
tambem como « pudera ! » ou w pudera ir ! » querendo dizer : 
E' claro que nào fui. » 



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JULIO MOREIRA 



Para tomar mais energica uma affirmaçao é fréquente empre- 
gar o povo uma oraçao adversativa, de valor affirmative ; por 
exemple : nào mas sim ; — nào mas é; nào mas vamos. Este facto 
explica-se pela circunstancia deserespondercom expressôes dresse 
genero a phrases negativas, repetindo-se portante a negaçao e 
contrapondo-se-lhe immediatamenie a affirmaçao, para a quai 
résulta do contraste um tom mais vivo. 



Em Gil Vicente, vol. I, pag. 226, occorre umaresposta empha- 
tica formada pelos adverbios nào e siy reforçados pelo préfixe 
intensive rty que se encontra, por exemple, em revelho. 

DiABO 

£mbarca-te, eramà para ti ; 
C2.u*ha jà muito que te espero. 

Sapateiro 

Digo-te que re-ndo quero. 

DiABO 

Digo-te que si, re-si. 

Observaremos que este préfixe era muito empregado naquelle 
tempo, corne provam es compostes remilhoTy remâs, remuitOy 
retandOy etc., que se encontram a cada passe em Gil Vicente, 
Antonio Prestes e Ribeiro Chiado. D'esté ultime daremes o 
seguinte exemple : 

H mais o Imperador 
é muito grande senhor ; 
nenhuma perda o espanta. 
Farà gente outra tanta 
e retanta e remelhor. 

Pag. 16 da éd. citada. 



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^m 



FACTOS DE SYNTAXE DO PORTUGUfes POPULAR 



XI 

Para designar que nos é indiflFerente, que nào nos intéressa que 
um certo facto se de ou nào, responde-se as vezes com as palavras 
« melhor » ou « deixâ-lo » como no exemplo seguinte : « Fulano 
zangou-se com voce » « Melhor » ou « Deixâ-lo » ou « Deixd-lo 
zangar ». 

XII 

Sabe-se que as grammaticas ensinam que o verbo haver, na 
significaçào de existir, é empregado impessoalmente, sempre no 
singular. EfFectivamente, em phrases como ha homens o substan- 
tivo homens nào é sujeito, mas simcomplementodirecto. A gram- 
matica pratica da nossa lingua nào pode entrar em minudencias 
ou desenvolvimentos a este respeito, limitando-se a consignar o 
facto da invariabilidade d'aquelle verbo; masafalta da respectiva 
demonstraçào e a circumstancia de apparecerem, ainda nos mais 
esmerados escritores, dévidas a descuido, construcçôes erroneas 
em que o verbo haver ocorre no plural, tem levado muîtos outros 
a suppôr que taes construcçôes representara a melhor syntaxe, 
aquella que devem preferir, tanto mais que sào ainda arrastadosa 
essa conclusào pela força da analogia. 

Sem recorrermos ao auxilio de estudos historico-comparativos, 
poderemos demonstrar ser complément© directe e palavra que 
'"parece ser sujeito naquellas phrases. Dentro da propria lingua, 
na sua phase actual, ha elementos para essa demonstraçào. 

As palavras que nào têm forma différente para distinguir do 
sujeito o complément© directe, podem desempenhar ambas estas 
funcçôes sem que, de per si, determinem quai d'ellas exercem. 
Mas se com o verbo haver na accepçào de existir, em logar de 
empregarmos algumas d'essas palavras, nos servirmos de uma 
que tenha ainda casos, isto é, formas distinctas para as suas diver- 
sas funcçôes no discurso, como sào alguns pronomes, veremos 



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JULIO MOREIRA 



que sô a forma de complemento se poderâ usar. Assim, ds ora- 
çôes como ha homens, havia hotnens, houve homenSy haverà homms, 
correspondem as seguintes com o pronome : ha-os, havia-oSy 
houve-osy havé'los'ha. E ninguem substituird nestas proposiçôes a 
forma do complemento por a de sujeito, elles. Isto prova que o 
substantivo hotnem da primeira série de exemplos, o quai na 
segunda é representado pelo pronome, nào pode deixar de ser, 
como este, um complemento *. O mesmo succède, quando haver 
dépende de outro verbo. Assim dir-se-ha : dene-os haver y ou deve 
havê-los; pode-os haver ou pode havé-los, Igualmente se terd de 
dizer portanto : pode haver homenSy deve haver homenSy etc., e nào : 
podem haver homenSy devem haver hotnens, 

Fica pois reconhecido que nào ha razâo para a concordancia 
do verbo com o substantivo que o acompanha, visto nào ser 
este o seu sujeito ; mas é fréquente encontrar-se essa concordan- 
cia na linguagem popular e familiar, e ainda, como acima disse- 
mos, em escritores menos cautelosos, bem como uma ou outra 
vez, certamente por lapso nos mais primorosos prosadores. 

Na boca do povo ouvem-se muitas vezes até expressôes como 
hào dois y hào muitos. 

Mas em certos casos, pelo contrario, conserva a mesma lingua- 
gem o verbo no singular, fazendo-o concordar com um sujeito 
que Ihe junta, o pronome pessoal elle (cfr. em francês il y a}. 

Isto succède principalmente em formulas que se deseja tornar 
emphaticas. De um engraçado passo de Camillo Castello Branco, 
CoRjA, pag. 24, extrahimos o seguinte exemplo, querecordardao 
leitor outros identicos, que decerto ha-de ter ouvido. 

« O canalha que me pilhou passante de quatrocentos mil reis 
de emprestimo ! — dizia, batendo na coxavasta, como sebatesse 
nas costas do sèu infâme devedor Crispim. 



I. Diez, Grammaire des langues romanes, vol. III, cdp. 7, notou que a 
presença do accusacivo nestas formulas é reconhecivel no antigo francês, e no 
. provençal ; mas acabamos de ver que o é ainda no portugués modemo. 



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FACTOS DE SYNTAXE DO PORTUGUÊS POPULAR 7 

« Nào que elle bu marotas muito grandes na tropa ! — obtcm- 
perou o padre Joâo da Era, rancoroso inimigo das armas sem 
que fosse notavel partidario das lettras. » 

Exemplos como este e aindaaquelles em que entra o pronome 
na forma de complemento e de que acima fallâmos, mostram 
bem que, apesar da tendencia contraria da analogia, nâo se oblit- 
terou ainda a consciencia da primitiva e regular construcçào do 
verbo baver e portanto da sua invariabilidade quanto ao 
numéro. 

XIII 

Temos lido por vezes nos jornaes as phrases crime de lésa patrio- 
tisme e crime de lésa sentimento, 

Quem as emprega, por uma inexacta analogia com as locuçôes 
crime de lésa patria, de lésa majestade, suppôe encontrar nestas o 
verbo lesar e os complementos patria e majestade^ vendo portanto 
nellas a mesma construcçào que nos compostos guarda-chuva, 
para-raios, busca-pé, pesa-moste, porta-vos^ cava-terra ' e outros. 
Mas é sabido que a palavra lésa é o participio latino laesus (= 
ferido, ofFendido, violado), do verbo laedere, em concordancia 
com o substantivo a que esta junto. Assim, erara combinaçôes 
fréquentes em latim laesa pieiasy lacsa dignitaSy laesa tnajestaSy 
husafides ; ecom substantivos de outrogenero, laesum jus y laesum 
Joedus, etc. 

Dizer ou escriver crime de lésa patriotisme ou de lésa sentimento, 
éy pois commetter uma incorrecçào de linguagem, um erro de 
syntaxe. O que uma rigorosa analogia ensima é a construcçào 
leso patriotismo ou leso sentimento, com o adjectivo leso a concordar 
com o substantivo patriotismo ou sentimento. 



I . Cavaterra é o nome com que em Tras* os-Montes, pelo menos no concelho 
ed Penaguiâo, o povo désigna a toupeira. 



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JULIO MOREIRA 



Âquelle adjectivo é ainda empregado em certas expressôes no 
sentido de paralytico, tolhido, por exemplo : Ficou leso de um braço 
ou tolhidode um braço. Ecom a signiiicaçâo contraria, de nàoferido, 
salvOy incolume, usa-se o composto illeso (do lat. illaesus de me Uu" 
sus). 

XIV 

Occorre com frequencia no fallar do povo e ainda no familiar 
a palavra gente precedida do ardgo e empregada como sujeito da 
oraçao, equivalendo ao pronome nos. Âssim dizem a gente vae 
por nos vamos ; a gente vinhà em logar de nés vinhamos. As vezes 
nestas expressôes tem-se em vista uma certa indeterminaçào do 
sujeito, como nas oraçôes passivas formadas com o pronome se^ 
correspondendo, portanto, o substantivo gente ao pronome, on do 
francês. Nota-se isso por exemplo na seguinte phrase : « quanto 
mais a gente trabalha, menos aproveita. » Com o mesmo valor é 
tambem muito usada a expressâo uma pes'soa : « quanto mais uma 
pessoa trabalha, menos aproveita. » 

G>mo o substantivo gente é um collectivo, o verbo apparece as 
vezes no plural, principalmente se aquella palavra fica jd um 
pouco afastada do verbo. D'esté emprego encontram-se exemplos 
até na lingua litteraria. Citaremos os seguintes, de Camôes, 



Lusiadas, I, 38: 



elV, 21 



E disse assi : O' Padre a cujo imperio 
Fudo aquilio obedece que creaste ; 
Se esta petite que busca outro hemispherio 
Cuja valia e obras tanto amastc, 
Nâo queres que padeçam vituperio, 
Como ha ja tanto tempo que ordenaste, 
Nâo ouças mais, pois es juiz direito, 
RazÔes de quem parece que é suspeiro. 



D'esta àrte a gente força, e esforça Nuno, 
Que com Ihe ouvir as ultimas razôes, 



k 



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FACTOS DE SYNTAXE DO PORTUGUÊS POFULAR 9 

Rêmovem o temor frio, importune, 
Q.ue gelados the timha os coraçôes : 
Nos animaes cavalgam de Neptuno 
Brandindo, volteando arremessôes, 
Vdo correndo e gritando à boca aberta : 
Viva o formoso Rei que nos liberta. 

Mas O que é mais para notar é que muitas vezes, pelo menos 
em alguma regîôes do pais, esse plural nâo é o da terceira pessoa 
mas da primeira. Assim dizem : a gente imos ou vamos, etc. 



XV 

Depois de um comparativo o segundo termo da comparaçào 
exprimia-se em latim ou porum ablativo ou por uma oraçao intro- 
duzida pela conjuncçao quant : doctior Petro ou doctior quatn Petrus, 
mais sabio do que Pedro. Comquanto o português, actualmente, 
représente aquellas duas construcçôes simplesmente por uma 
expressao introduzida pela conjuncçao que ou do que, por exemplo : 
émais sabio que Pedro, ou do que Pedro, sabe-se que a antiga lingua 
reproduzia tambem a primeira d'ellas, o ablativo, por meio de um 
substantivo regido da preposiçào de, como no exemplo : louvar 
mais de merecido (do Cane. Gérai). E é provavel que tivesse uma 
certa extensào essa pratica, limitada hoje apenas a phrases em 
que entra um numéral, como ; sào mais de quairo horas; — uma 
armada de mais de vinte navios ; — menos de metade. Em francês 
ainda pelo meado do seculo xvi se encontram exemplos d'esté 
emprego, fora dos casos em que apparecem os numeraes, como : 
homme de moy plus grand (Marot) ; nul mieux de toy (du Bellay). 
Note-se ainda o s^[uinte exemplo de Gil Vicente, vol El, 
pag. 148. 

V6s nâo haveis de mandar 
En casa somente um pello ; 
S'eu disser isto he novello 
Havei-lo de confirmar. 



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10 JULIO MOREIRA 



E mais quando eu vier 
De fora, haveis de tremer 
E cousa que vos digaes 
Nào vos ha de valer mais 
Daquillo que eu quiser. 

Aqui daquillo é o segundo termo de comparaçào e équivale, 
portanto, a do que aquillo. 

No antigo espanhol tambem apparece o uso da preposiçào de 
com este valor : de mi mucho mejor ; — de la quai ninguna casa hay 
mas digna. O moderno espanhol ainda a emprega uma vez ou 
outra, mas talvez sô no estilo elevado : que mayor desdicha puede 
ser de aquella que aguarda la muerte (Cervantes) ; — nias hermosa 
de aquel coro de ninfas fue la diosa (Calderon). O mesmo succède 
com o provençal : non es lo sers maier de so senior. Em italiano é 
corrente o emprego da preposiçào, tanto como o da conjuncçao 
che : Funo ha piû for:(a delV altro; — la terra è più grande délia 
luna. 

Vê-se, pois, que em différentes idiomas romanicos o segundo 
termo de comparaçào umas vezes é introduzido pela conjuncçao 
que e outras é regido da preposiçào de. Ora no português e no 
espanhol dâ-se ainda a particularidade de a conjuncçao poder ser 
que ou do que, de lo que. Meyer Lûbke * nào explica as expressôes 
do que e de lo que, e a explicaçâo que Diez nos dâ, nào é talvez 
satisfactoria. Parece-nos que se deveriam considerar como repre- 
sentando um cruzamento, uma fiisào ou contaminaçào das duas 
construcçôes, a da preposiçào de e a da conjuncçao que e que sobre 
esse cruzamento actuaria ainda a confusâo com as oraçôes relati- 
vas. Assim ds expressôes latinas doctior Peiro e doctior quam Petrus 
corresponderiam em português mais douto de Pedro e fnais dmtïo 
que Pedro, e da promîscuidade d estas resultaria mais douto dé que 
Pedro, e depois, por analogia com a preposiçào relativa, mais douto 
do que Pedro. 

I. Cf. Dîcz. Grémtnaire des langues romanes , 3» éd., vol. III, p. 365. 



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FACTOS DE SYNTAXE DO PORTUGUÊS POPULAR II 

Em outras linguas romanicas occorrem tambem exemples de 
constnicçao semelhante, como em italiano : ella fessi lucente piû 
assai di quel chUll ira. No português popular ha ainda outra con- 
juncçao que serve para introduzir o segundo termo de compara- 
çào. É a palavra ca^ que représenta directamente a conjuncçào 
latina qtMmy e tambem do ca, Ouve-se dizer com frequencia : 
é mais alto ca H ; — i mais velha ca mim, ou do ca mtm, etc. Na 
lingua archaica apparece tambem esta forma em exemplos como : 
tfiais qutro que mates mim ca o veer matar ante mim. 

Faremos ainda as seguintes observaçôes : 

a) Em certos casos o povo nâo vê no comparativo organico um 
verdadeiro comparativo e por isso emprega uma périphrase for- 
mada com elle, dizendo, por exemplo : ella esta mais milhor- 
zinha. 

b) Nào se emprega o comparativo organico mas o periphrastico, 
quando se comparam duas qualidades no mesmo individuo. Assim 
diz-se : é mais bom do que maUy e nào : é melhor do que mau ; — é 
mais mau do que bom^ é nâo : i pior do que bom, 

Julio MOREIRA. 



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CONTRIBUTIONS TO SPANISH LITERATURE 



m 

APROPOS OF Caçafatan in the rhyme-dictionary 

OF PERO GUILLÉN 

In his treatise on « Las ;( y ^ del antiguo castellano, iniciales 
de silaba, estudiadas en la inédita Gaya de Segovia » \ Mr. Oiva 
Joh. Tallgren registering (p. 35-37) the vocable caçafalon 
among those words in which, according to his opinion, the 
Castilian ç regularly corresponds to an Arabie çad and stn, ofFers 
the following comment upon it : 

Caçafatôn. Acad.^': « gazapatôn, aum. degazapa, « mentira » 
(gazapa ^kadâb, « mentira »). Comp. adelante, gazapo*. 

It is to be regretted that Mr. Tallgren, who appears to hâve 
been unconscîous of the other questions involved in his formula, 
should hâve neglected the form guT^afatôn which in that very 
thirteenth édition of the Academy's Dictionary (1899) — the 
only place in which he seems to hâve thoughi it necessary to 
seek information in regard to a fifteenth century word ! — pré- 
cèdes the entry ga:(apat6n with its absurd etymology. For the 
form ga:(afat<m occurs, beside caçafatôn, in the Cancionero de Baena 
as the semi-popular représentative of the scholastic term cacem- 
phaton ' which is familiar to every student of medicval poetry. 

1 . Published in Mémoires de la Société Néo-philologique à Helsingiocs, tome I V 
(1906), 1-50. 

2. Thîs statement is not corrected in the Adiciones y correcciones al Estudio 
de las z y ç (/. c, 397-401). 

3. See /. c. theGreek and Latin dictionaries s. v. ; Isidor's Orig., 1. I, c. 33 ; 
Alexandri de Villa-Dei, Doctrinale (éd. Kehrbach, Berlin 1893) IL 2368 and 
2380 ff. — Other références wiil be given furtheron. 



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CONTRIBUTIONS TO SPANISH LITERATURE I3 

Let US hear the tesrimony of the Cancionero de Batna in whose 
verse the unity of literary interests of the three nations of the 
peninsula iound its Hrst expression : 

No. 124 (2** st.) : Que quien bien catare en cada renglon, 
Fallarà ditongos ' e gaçafaton E los consonantes errados, perdi- 
dos; 139 (rubric) Este dezir fizo e ordenô el dicho Alfonso 
Aivares de Villasandino flabando con el Amor, el quai es fecho 
de caçaf atones; 196 (Fynida)* : Aunque es caçafatoUy Ya vasio es 
mi bolson; 223 : Noble rey, très peticiones. Vos enbié bien 
derechas Quitas de caçaf atams , 573 : Encerradas e abiertas, 
Suirase el caçaf aUm ^ 

It is clear that a familiarity with those texts would in itself 
hâve made Mr. Tailgren's mistake impossible, and it is equally 
clear that a thorough knowledge of such documents as the poe- 
try and the metrical treatises of the Middle Ages is the indispen- 
sable préparation for any critical study of such a work as the 
Gaya de Segovia by Pero Guillén. 

In view of what has been said, it is not necessary to quote 
the définitions of the vfoxàga^^afatongivtïi in the Castillan, Cata- 
lan and Portuguese dictionaries. 

SufEce it to say that, beginning with the twelfth édition of the 
Academy's Dictionary (1884), ail thèse works are unanimous in 
identifying the term gas^afaton and its later (contaminated) com- 



1 . By ditof^os (cf. no. 209), the poet doubtless referred to such condemned 
séquences of vowels âs the Ltys d' amor s (I, 22) terraed dipton^e contrafag (cL 
also the prohibition of hiatus in the Leys d^amors, III, 50), and Enrique de 
Villena, in his Arte de trobar (Mayans y Siscar, éd. 1875, p. 275 and 282) 
calls ditongos impropios, 

2. This poem is referred to in the glossary of the Cane, de Baena s. v. caça- 
faton \ 

3. This passage is made the subject of an excellent note by Puymaigre, 
La Cour littéraire de Juan II, vol. I, 193-194, in which the term is properly 
connected with the form cacepbaton defined in the Cotnpendium latino-bispanum 
usually called the Calepino de 5o/a5 (Barcelona, MDCCLXLVIII). 



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14 H. R. LANG 



panion ga:^apaton either with cacophaton or, more carrteàfy, with 
cacephaton * (for cacemphaton *).* In Catalan ' we find the form 
gasafetô both for the older and for the modem period, and for 
Portuguese Bluteau * ofFens us caçuf étant. 

It remains for us now to inquire how the term gaçafaton was 
understood in the poetics of the time, whence it came to the 
poets of the Castilian schooi, and how the development of its 
form is to beexplained. 

In the Leys d'amors, issued in Toulouse in 1356 ^ (vol. El, 18 
and 26), cacemphaton figures as the second of the ten arrows 
with which Barbarism and Solecism piercc Dames Diaion and 
Oration : « e vol dire cacenphaton aytant coma malà, aspra et 
laia sonoritat ques fay en una dictio cant a la votz ^ », etc. 



1 . This form, presumably a mère error for cacephaton, appears as a varia 
lectio in Isidor*s Orig. (éd. Lipsiae, 1833), p. 48. Cf. below the Old Portuguese 
cacefeton. 

2. The Âcademy's édition of 1 726-1 7 34 is instruaive becâuse it adds aiter 
ga:(afaton : Otros dicen ga:(apaton, and quotes the first form from Guevara, the 
second from Cervantes, Nov. ejempL 8, See below. . 

John Stevens' excellent work (London 1706) agrées with the Tesaro ot 
Covarrubias in its définition and dérivation of the word from cacephatoriy while 
Lebrija's Dictionarium régis ters only cacophaton. 

3. Gasafetô \s àioà. by Baist, Romanische Forschungeny I, 115, from Ramon 
Lull. 1 hâve not been able to verify this référence thus far. 

Lavernia's Diccionari (Barcelona 1888-9) désignâtes gasajetô as an old word 
and renders it by gatada, and the laiter expression is explained by the Castilian 
ga:(afatâny ga^apatôn. Other modem Catalan dictionaries give substantially the 
same information. — For the références to thèse modern Catalan dictionaries 
I am indebted to Professor J. D. M. Ford of Harvard University. 

4. R. Bluteau, Focahulario Portugue^ e Latino. Coimbra 1712-21. 7 vols. 

5. Published by Gatien-Arnoult in Monuments de littérature romane, 3 vols, 
1841-1843. See Wolf, 5/ttJi>n. 235 ff. ; Milâ, Obras complétas, III, 279 ff; Cha. 
baneau, Origine et établissement des Jeux floraux (in vol. X of Histoire du Lan- 
guedoc; 177 ff.) 

6. Cf. what is said on p. 42 ff. of the ninth arrow, cacosyntheUm, Both terms 
are cited in Raynouard*s Lexique roman, II, 284. 



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CONTRIBUTIONS TO SPANISH LITERATURE I5 

There is every reason to believe that one or the other of the 
Catalan poetic treatises, several of which were directly inspired 
by the Leys d'amorSy deals with the cacemphaton, but I hâve not 
met with the term in those published thus far \ It is very much 
to be hoped that Gabriel Llabrés may soon give us the pro- 
mised volume of Poéticas catalanas medioevales which, among 
other Works, is to contain the important Libre de Concordances 
of Jacme March *. 

The fragmentary code ' of the Gallego-Portuguese School 
(1175-1350)^ whose influence upon the Castilian court-lyric 
was antcrior to that of the Catalans S forbids the cacemphaton 
in the foUowing paragraph (cap. vi, § 2) ^. 

1 . See Milâ, Antiguos Tratados de Gaya Cieficia^ in Revista de Archiws, VI 
(1876), 313, 329, 345, 361 (== ObraSf III, 279-297); ako De los trobadores en 
Espana, in ObraSy II, ^06 ff. — P. Meyer, Traités catalans de grammaire et de 
poétique, edited in Ramania, VI, 341 flf. ; VIII, 181 ff. ; IX, 51 ff. 

• In Castellnou*s Compendi (Romania, VI, 342-3), which is based upon the 
Leys d*amars (cf. Chabaneau, Origine, p. 184, n. i), and deals especially with 
the vicis, the section speaking of the first eight comraon errors is not included. 
Nor is the cacemphaton mentioned either in Johannis anglici (de Garlandia) 
Poetria de arte prosayca, metrica et rithmica (13*^ century, published by 
G. Mari in Romanische Forschungen, XIII, 882 ff.), or in the French metrical 
treatises of the fourteenth and fifteenth centuries, edited by E. Langlois in 
Recueil d'Arts de seconde Rhétorique. Paris, 1902. 

2. See Farinelli, Appunti su Dante in Ispagna, in Giomah Storico délia 
Lett. itaL, 1905, Suppl. no 8, p. 38, n. 2. 

3. Contained in : // Can:çpniere Portoghese Colocci-Brancuti pubblicato da 
E. Molteni. Halle a. d. S. 1880; and edited by Monaci in Miscellanea di filol. e 
litiguist., 1886, 417-423. For a discussion of the value of this treatise, see 
Liederhuch des Kônigs Denis, iS^4, p. xi ff. 

4. The reasons for adopting the year 1175 instead of 1200 (Grundriss der 
roman. Philol. II, 2, 177) as the approximate date for the literary beginning of 
the Portuguese lyric, are given in Liederhuch p. xxv ff., and in Modem Lang. 
Notes X (1905), 105. 

5. It is woTthy of notice that the Catalan metrician Jofre de Foxa, to 
whom Santillana referred as his authority, did not name dstilian among 
the poetic dialects of his time. In his Règles (see Romania, IX, 5 3 ff.) he says, 
5 1 1 : Languatge fay a gardar, car si tu vols far un cantar en frances, nos tayn 
que y mescles proençal nen cicilia ne gaUego,' ne altre lengatge que sia strayn 
a aquell. 

6. It is an interesting coïncidence that both hère and in two poems of the 



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l6 H. R. LANG 



« Erro acharon os trobadores que era huma palabra, a que cha- 
maron caçefeton \ que se non deve meter na cantiga, que he 
tanto como palavra fea, et sona mal na boca ; e algunas vezes 
tange en ela cacoiriam * ou lixo, que non convem de seer metudo 
em boa cantiga. » 

Was it through this treatise that the cacemphaton ' and other 
technical terms became known to the practitioners of the Can- 
cionero de Baena ? According to Paul Meyer * who noticed its 
employment of the word talho in a sensé practically identical 
with that of taille in the French metricians 5, our Portuguese 
syllabus was composed toward the very end of the fourteenth 
century. If this were true, it would hâve been contemporary 
with the very poets of the Cancionero de Baena who, like 
Alfonso Alvares de Villasandino and the Arcediano de Toro, 
still wrote in the inherited manner ^ and it would therefore 
scarcely hâve been as unknown to them as it appears to hâve 
been. But Meyer's date is unacceptable for several reasons, 
Both the character of the language and the fact that the author 
frequently refers to the trobadores in the présent tense, indicate 
that the little poetic code in question was written while the 
Gallego-Portuguese school was still flourishing. Now, we know 
that after the death of king Denis (f 1325) this art rapidly 



Cancionero de Baena the cacemphaton and the prohîbited hiatus or diphthong 
are coupled together. 

1 . Colocci noted on the margin the variant : cacephetà. 

2. Mrs. Vasconcellos, Cane, da Ajuda II, 661 reads caçorria, and this emen- 
dation is supported by the similar coupling of ca:(urro and lijo in Juan Ruiz, 
921 : Fis cantates ca:(urros de quanto mal me dixo ; Non fuyan dello las duen- 
nas, nin ios tengo por lijo. 

3. This expression does not occur a single tirae in ail the 21 16 compositions 
of the Gallego-Portuguese cancioneiros, inclusive of the Cantigas de S. Maria 
by Alphonse X. 

4. Romania XV, 461. 

5. Langlois, /. c, s. v. taille. " 

6. 5>ee Grundriss d. rom. Ph. II, 2, 235-240 ; Cane. GalUgo-Castelh . 



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CONTRIBUTIONS TO SPANiSH LITERATURE I7 

declined in Portugal, and that its last votaries, such as the 
royal princes D. Alfonso Sanches (f 1329) and D. Pedro 
AfFonso, Conde de Barcellos (•{• 13S4), sought refuge at the 
court of Alphonse XI of Qstile (f 1350) *. It was to this 
monarch that the Conde de Barcellos in his testament (1330) 
bequeathed his Livra das cantigas *. And since D. Pedro was the 
last coUector of troubadoursongs of whom we know, and his 
own verse as well as that of his contemporaries is included in 
the twb collections still extant in Italy, it may be considered as 
almost certain that the two Italian codices represent more or less 
direct copies of ih€ Livra das can^tigas com^^tà by D. Pedro ^: 
In view of this fact, our metrical treatise, standing as it does at 
the very beginning of the Cancianeira Calacci-Brancuti, the more 
complète of the two Italian copies^ must hâve been written be- 
fore the year 1330. And sinçe chivalric song was no longer in 
favour in Portugal after 1325, and there is no évidence that 
Alphonse XI encouraged composition in Portuguese at his own 
court ^y it will be safe to conjecture that the little work belongs 
to the first quarter of the fourteenth century if, îndeed, it was 
not even earlier than that. For this reason alone, — to say 
nothing of its contents — it cannot hâve been influenced either 
by the L^ys d'ahtorSy as Chabaneau supposed S or, as Meyer 
suggested, by the French treatises of which we know, and the 
earliest of which, the Art de Dictier of Eustache Deschamps, dates 



1. Sec Cane. GalL-Castélh, p. xi-xn and the literature there quoted. 

2. See Monarchia lusitana, V (1650), 1. XVII-XIX. 

3. For a full and masterly discussion of ail the questions involved in this 
imponant subject, I refer the reader to the excellent édition of the Cancioneiro 
da Ajuda (Halle 1904) by Mrs. C. M. de Vasconcellos, vol. II, 180-288. — 
The Cancioneiro which the Marques de Santillana saw in the library of his 
grandmother, D. Mencia de Cisneros, may be considered another copy of 
the compilation made by D. Pedro. 

4. See Cane. GaU.^Casi. 1. c. ; Cane, da Ajuda^ 1. c, 228. 

5. Origine, 180, n. 4. Cf. Grundriss.d. roin. Ph., II, 2, 197. 

REVUE HISPANIQUE. XVI. 2 



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l8 H. R. LANG 



from 1392 '. Like the unfortunately lost Reglas camo se deve 
trovar *, composée! by D. Juan Manuel between 1329 and 
1335 *, our Portuguese metrics doubtless owes its conception to 
the example of one or more of the numerous Latin, Provençal 
or Catalan * works of the thirteenth century. One or the other 
of thèse may hâve been brought to Portugal by such men as the 
learned Aimeric d'Ebrard of Cahors (f 1293), ^^^^^ of king 
Denis, and bishop of Coimbra after 1279, or Domingos Annes 
Jardo, bishop of Evora, who had received his éducation in 
France ^ ; or, more likely, by some Provençal or Catalan singer 
or derk who met the Lusitanian bards at the court of Alphonse X 
(123 2- 1284) or came to Portugal in the wake of Isabel of 
Aragon, married to king Denis in 1282 *. 



1. See Petit de Julleville, Histoire de la langue et Je la litt. française, II, 
392. 

As for the use of the term taïho in the sensé of the French taille (see above), 
i. e. the form of a stanza or poem, this may be due to an older poetic tradi- 
tion common to Portugal and France, the word talho occurring repeatedly in 
the poetic texts themselves in the signification of 'eut', 'shape', 'form*, as e. 
g. Cane, Vat, 1024^ v. 13 ; 1040, v. 5 ; iio^.v, 13. Cf. ib. ^44, ç8i. — The 
same meaning attaches also to the Provençal talh, See Raynouard, Lexique 
Roman, s. v. • 

2. Everything we know of the history of lyric art in Western and Central 
Spain assures us that the Portuguese code must hâve preceded the Reglas of 
D. Juan Manuel. 

3. See Baist, El Librode la Ca^a, 153-154 ; Grundriss der rom. Ph., \l, 2, 

419. 

4. Such as the above mentioned Poetria Johannis anglici, or others edited 
bv G. Mari in Trattati medioevalidi rimicalatinaQAWsLnOy 1899). 

Cf. Ramon Vidal's Ra^ô de trobar and the Donat Proençal (in Stengel, 
Altprovenj^, Gramm,)\ the Règles of Jaufre de Toxa (f 1327), composed 
before 1291 (Romania, IX, 52), and his Italian predecessor, Terramagnino of 
Pisa {Romania, VIII, 182). — That Foxa took account of the Gallego-Portu- 
guese iyric, is shown by the passage quoted above. 

5. See in regard to thèse, Grundriss d, roni. Ph. II, 2, 178 ; Liederhuçh des 
Kànigs Denis, p. xxxvi fl. 

6. Sec Liederbuch, p. xxxviii ff. ; Cane, da Ajuda, II, 281-2 ; 510-512. 



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r 



CONTRIBUTIONS TO SPANISH LITERATURE I9 

Whatever model the author of our code, who cites his cUrigos^ 
may bave had before him, we must net imagine that he folio- 
wed it very closely. Neither the mental attitude of the Portu- 
guese, nor the decidedly national and archaic character of their 
poetry, so refreshingly différent from the Provençal songs 
whose example had lifted it into the realm of literature, per- 
mitted him to do so '. Many of the technical terms of our 
treatise, such as dobrCy mordobre, joguete d'afteirOy atafiinda and 
others, which do not appear at ail in our extant poetic texts ', 
are so racy of the soil as to be in themselves sufficient proof of 
the deep-rooted individuality of this poetry. For the same 
reason, we need not be surprised to find some of the precepts 
of our treatise in contradiction with the practice observable in 
the verse itself. Some of thèse cases, such as the rule regarding 
the alternation of masculine and féminine rhymes within the 
same stanza and poem (cap. v, § 2) ', may be due to the 
metrician's having confined his observation to a comparatively 
small portion of the matter now known to us ; others, as the 
prohibition of hiatus, foUowing îmmediately upon that of the 
cacemphaton (cap. vi, § 3), may be credited to his uncritical 
accepiance of a scholastic tradition *. For thèse reasons, as well 



1 . In regard to the independence with which the Portuguese treated their 
(oreign examples, see Grundriss, II, 2, 180 : Liederbuch, p. xlvi & cxxv ff ; 
Modem Lang. Notes, X (1895), 213. 

2. But the artifice which thèse terms dénote, is of fréquent •occurrence in 
the poetry. Cf. e. g. for the dobre and mordobre the références in Grundriss, II, 
2, 195, n. 9, and Liederbuch, p. cxxv ff. 

3. See Liederbuchf p. cxxvii, and the criticisms by Tobler, Archiv. f. d, 
Stud. d. neueren Sprach. , 1 895 , p. 472 ; Mussafia, Antica Metrica portqghese, Vienna 
1895, p. 6fF., and Mrs. C. M. de Vasconcellos, Uteraturblatt, 1896, p. 308 ff^ 

4. The persistence of such tradition may be seen, e. g., in the Leys 
d^amors in which, to cite only one or two cases, hiatus is forbidden (I, 26 ff.) 
though in the older period it was fréquent (cf. Stengei, Gnindriss d. rom. PhiL 
II, I, 43-44) and the figure called peri^oloçia (III, 30), a species of tautology 



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20 H. R. LANG 



as on account of its fragmentary condition, our poetic code 
can claim comparatively little value for our knowledge of the 
technique of the Old Portuguese lyric ', nor is itatall likely 
that it served as a source of information to the praetitioners of 
the Castilian school. And this view will gain in force when we 
consider that there is little, if any, évidence that the poets of 
this tangled period of transition (i 350-1450) * had any direct 
knowledge, based upon personal reading, even of the works of 
the Gallego-Portuguese school. Not even such men as Pero 
Gonzalez de Mendoza (f 1385), the grand fither of the Marques 
de Santillana, or Alfonso Alvarez de Villasandino, who lived 
nearest tothe first lyric epoch,and still composed in Galician ^, 
refer to Portuguese trobadores or écho any of their songs. And 
the Marques de Santillana himself, to whom we owe the only 
explicit and contemporary statement regarding the indebtedness 
of the Castilian lyric to the Gallego-Portuguese *, and who saw 
in his youth 5 — and later possessed himself — a large Portu- 
guese Cancioneiro ' evidently obtained what rather gênerai idea 



frequently used in médiéval poetry (see Cane. GaîUgo-Casi, p. 163-4). In this 
case we find even the illustration (Yeu soy vins e no mortz) practically iden- 
tical with the use employed in Isidor's Orig, 1. I. c. xxxiv for the same 
purpose (Vivat Ruben et non moriatur). 

1. See Liederhuch p. x ff. 

2. See Grundriss d. rom. Ph, II, 2, 236-240 ; Cane. Galt^o-Castelhano. 

3. The poetic dialeci employed by thèse singers is, however, considerably 
différent from the Gallego-Portuguese of the eariier art. 

4. See Amador de los Rios, Obras deî Marques de Santillana^ p. 11 -12. 

5. Most likely before 14 14, as in that year he entered public life (see Rios 
/. (:., p. xxiii), and his own statements indicate that he never examined the 
collection in his later years. The Cancioneiro is not accounted for in the library 
of the Marques which has corne down to us (see the valuable work of 
Kl. Schiff, La bibliothèque du Marquis de Santillane. Paris 1905). It was pro- 
bably sent to Italy by the Marques in exchange for a Dante or a Petrarch, or 
else destroyed by the fire in the castle of Guadalaxara in 1702 (cf. Schiff, 
/. c. p. xc). 

6. Seeabove. 



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CONTRIBUTIONS TO SPANISH LITERATURE 21 

he had of the nature of this art net from personal study of its 
Works, but from what others told him '. Only thus can we 
explain the fact that in his celebrated Prohemio he has nothing 
to say of the prévalent use of the decasyllable which he empha- 
sizes when speaking of the Catalans, nothing of the important 
fact that Alphonse X wrote over 450 songs — in the Gallego- 
Portuguese idiom, though the secular portion of thèse, some 
thirty or more, were in ail probability contained in that very 
CancioneirOy nothing, finally, of the metrical treatise preserved 
in the same volume. Had a copy of this treatise been consulted 
by Santillana or any of his predecessors, it can hardly be con- 
ceived how the term mordobrCy so dearly defined in it ^, could 
hâve assumed an almost unintelligible form in allt he extant texts ^ 



1. In my note on quotation-songs {Cane. Galkgo-Cast., p. 223-224), I 
called attention to the fact that one of the quotations in Santillana*s charming 
villancico in honour of his daughters (Rios, 462) is identical with the verses 
quoted in a song by the Galician cleric Ayras Nunes of the thirteenth cen- 
tury (Cane. Vat. 454) : 

Quen amores ha, 
Como dormira ? 
Ay bêla flor. 
This coincidence is doubtless due to the survival of this refrain in popular 
tradition. 

2. Cap. IV, S 6. Colocci's scribe, copying from an aircady defective text, 
naturally misspelled the word, but the forms maç dobre and mor dobè leave no 
doubt in regard to the correctness of the reading mordobre, mor being the con- 
traction of the oider form moor. Cf. for thèse forms e.g. Liederbuch^ 1. 1562. 

'3. The following are the substitutes of mordobre (= Cast. mayor doble) 
so far noted in the extant texts : masobre Cane. Baena, 261-340; mansobre 
C Baena 255 ; Santillana, Obras, p. 12; mançobre, Gomez Manrique, II, 155 
(where Paz y Melia replaced it by manobre \) ; mâ:(d>re^ Gaya de Segovia, 
fol. 287, where dobU also occurs. 

It is possible that, as Mrs. Vasconcellos (Gnindriss, II, 2, 195, n. 9) very pro- 
perly suggests, acarcful scrutiny of the mss. might disclose, in one or the other 
of thèse instances, a form nearer the original one, but the fact that the significa- 
tion of the term had also becoiiie obscured, would seem to indicate that the 



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22 H. R. LANG 



and hâve exchanged meanings with its original simplex dobre *. 

The oblivion which we find the Gallego-Portuguese Cancio- 
neiros consigned in Portugal ' as well as in Castile, was due 
far more than to mère indifférence, to the new and potent lite- 
rary ideals which to\\ard the end of the fourteenth century, 
came to dstile from Gitalonia and Italy. It is the spirit of the 
Consistori del Gay Saber, with its floral contests ^ and its forma- 
lism, which prédominâtes on the Cancionero de Baena *, and it is 
this new poetic school which parted together with many other 
technical terms, doubtless introduced that of the gaçafaUm, 

An examination of the phonetic development of this word 
will, I think, point to the same source. To begin with the 
vowels, wefind the atonie e o( cace(jn)phatôn — for such was the 
médiéval accentuation of the word — replaced by a. In Castilian, 
as a rule, atonie e becomes a only when in the initial syllable or 
followed by r 5. 



corruption of the word, whatever its cause, is older than any of the texts we 
hâve. 

1 . C Baena 255 (2<* st.) : Syn dobre mansobre sensillo à menor, Syn enca- 
denado, dexar 6 prender ; Ibid. 340 (p. 398) : Sy discor, deslay en désir 
conpuestos Con masobre ilano en uno fablaron. In both of thèse cases, man- 
sobre refers to what the Portugucse called dobre and the Provençals rim equivoc^ 
and it is doubtless upon thèse passages that Amador de los Riosin theglossary 
to the Works of Santillana, based his définition of theterm. 

2. Cf. Cane, Ajuda, II, 118 ff. 

3. See C Baena no» 377, 451. 

4. The important influence of the Catalans upon Castilian poetry at this 
time, though undeniable, and fully recognized by such scholars as Wolf (5/u- 
dUn p. 192 ff.), Milà y Fontanals {De los trdbadores^ ?• 535 ^0 ^"^ Mrs. Vas- 
concellos(Of^n^/m^, II, 2, p. 236, 241 etc.), is still net suffîciently appreciated. 
It isdifficult to understand how Baist (Grundriss^ Le, 427) could deny their 
collaboration in the lyric style of the peninsula for the simple reason that 
the decasyllable of the Catalans and Portuguese was no longer employed by 
the Castilians of the fiftenth century. 

5. See Pidal, in his excellent Manual elemetital de gramdtica histôrica espa- 



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CONTRIBUTIONS TO SPANISH LITERATURE 23 

In Portuguese, the change of atonie e xo a \s much less res- 
tricted, for hère e may be assimilated to an a in either the pre- 
ceding or the foUowing syllable, as in meiadade (medietatem), or 
trançadente (transcendentem) \ So far, then, caçafaian or gaça- 
faton might well be of Portuguese origin. As to the voicing of 
the initial guttural explosive, illustrated in the latter form, it 
is a phenomenon not frequently observed in Castilian *, though 
it was doubtless more common in the popular language ', as 
may be suferred from the fact that it is well known in Indo- 
European speech *. In Portuguese the change is not uncommon, 
especially in words of Greek origin ^, but in the vocable under 
discussion only the form with c seems to occur ^. In Catalan, on 



nola, 2 <* éd. § 18, 3. — Forms with such an a are not uncommon in the 
CBaena, as e. g. Vaspasiano (no 381), abrayco(ii4), astatuto (187), matàfora 
(292). 

1 . See Cornu, Grundrtss.d. rotn, Ph. (2ded.)> I, 947 ; Candoneiro de Resetidé, 

11,49, J- ïS- 

2. Pidal, /. c. § 37, does not touch upon this point, nor does he mention it 
in his important study on El dialecte leones, part of which has just appeared in 
the Revistade ArchivoSy etc., 1906, 128 ff. 

3. Baist, Grwm/rwj, I, 896, § 39, says correctly that in the folkspeech this 
change seems to be more fréquent than in the literary language. 

4. This wiil appear from the following bibliography or the interchange; 
of surd and sonant mutes in the Aryan languages which I owe to the kindness 
of my Colleague, Professer Hanns Oertel of Yale University : 

Sanscrit : Wackernagel, Altind. Gramm., I (1896) p. 116-7, § 100 a-b; 
p. 123, § 130; Pischel, Gratntn. der PràkritSprachen (1900), p. 138,$ 191 ; 
Brugmarm, Grundriss, I (2^ éd.) § 701, p. 629 cites Indo-European couples in 
which tenues and mediae alternate. Latin : Lindsay, Lat, lan^, cap. 11, § 73-4 ; 
Stolz, Histar. Gramm,, 1(1894), p. 261, § 257 (c : g); p. 266, § 263 (t : d); 
p. 272, S 270 (p : b) ; Sommer, Handbuch der lat, Laut u. Formenlehre (1902), 
p. 185, S 105, and p. 283, § 158. 

5. See Cornu, /. c, 983, § 163-166, and Mrs. Vasconcellos, Miscellanea di 
filoL e linguist.y p. 120. 

6. See above caçafetam and cacefeton. 



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24 H. R. LANG 



the other hand, phonetic conditions are différent. In the médié- 
val as well as in the modem stanze of this language, the atonie e 
and a are blended in a neutral sound which may roughly be des- 
cribed as an intermediate between French a and e féminine *. 
Hère, again we find a more gênerai tendancy to voice ihe initial 
explosive *. The form gasafetà quoted above may therefore be 
regarded as the regular Catalan development of cace{m)phatony 
and we hâve thusgood reasonfor the supposition that the words 
caçafaton and gaçafaton found in our Castillan texts came from 
Catalonia. 

A Word or two, finally, in regard to the relations between 
gaT^afatoHy the form which has remained to the présent day, and 
its dX\\>\ ga:^apaion. That the latteris a comparatively late forma- 
tion is shown by the fact that there is no record of its occurrence 
in the texts of the thirteenth and fourteenth centuries, and 
that neither Covarrubias nor Minsheu nor Oudin register it in 
their dictionaries. To be sure, the Academy's dictionary of 
1726 (see above) asserts its occurrence, quoting Cervantes, Nov. 
ejempL 8, 287 ' in support of its statement. But the half a 
dozen éditions I hâve been able to consult, ail hâve the form with 
/, and there is little doubt that this was the one used by Cer- 
vantes. However the Academy's note allows us to sufer that 
the companion-form with/> for/must hâve arisen in the course 
of the seventeenth century. How, then, did it originate ? 
Certainly not through any phonetic change of /to />, for such a 
phenomenon is unknown in Spanish, and in fact the alternation 

1: SeeMilâ, O&roi, III, 514-515 ; Morel-Fatio, Gn/M^rwi, I(2ded.), 853,$ 28. 

2. See Milà, Le. 524 ; Morel-Fatio, /. c, 862, § 46. 

A similar tendency it observable in Provençal, as may be seen from such 
CâSQS as gadajalc por catafalcj Levy, Supplem-Wb. s. v., and the musical term 
^iirip, Italian caribo, which is discussed by Ascoli, Archivio gîottoî., XIV, 348 ff. 
and iiidependcntly, ihough less satisfactorily, by Grandgent; Anntial Report 
of Dante Society (CaanbndgQ y Mass. 1902, p. 67-68). 

3. See [lustre Fregona (Brockh. éd., p. 2^5): Ya os dijo vuestro tfo cl 
clérigo que decfades mil ga^af atones cuando rezibades en latin. 



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CONTRIBUTIONS TO SPANISH LITERATURE 25 

of p and / in the Romance languages takes place only in those 
Latin works of Greek origin in which the Greek <p or Latin ph 
may be represented in Romance either by older p or later / '. 
This fact, clearly stated in 1883 by Baist in his instructive study 
of the shifting of mutes in Spanish ', is in itself sufficient reason 
for rejeciing the dérivation of caçafaton from ga^apa, 

The source of the p in our word must therefore be sought 
elsewhere, and is doubtless to be found in the influence of some 
word with which f/z:(a/fl/(7n, on account of the more gênerai mea- 
ning of « disparate » which attached to it at the time of Cervantes, 
had come to be associated in popular speech. This word may 
hâve been t\l)\tx gas^apo y *rabbit', Meceiver', as Baist suggested ^ 
or ga:(apay 'lie' *, as would appear from the thirteenth édition 
of the Academy's Dictionary in which the latter form was for 
the fîrst time, though not for the last, represented as the original 
of the supposed augmentatives ^ a;(a/^/(m 2s\à ga^^afaton. 

H. R. Lang. 



1. See Meyer-Lûbke, Grammaire des langues romanes ^ I, § 17. 

2. Romaniscbe Forschungcn I, 11 5-1 16. — I discussing, in this article, the 
forms gaxafaUm and fa:^afaton which Mrs. Vasconcellos, Pomanische IVort- 
schôpfung p. 238, had cited in illustration ofthe supposed interchange of/^and/, 
Baist hit unexpectedly, as it seems, upon cacemphaton as the etymon of gaia- 
fatoH, an etymology which was by no means new at the time. 

3. Le. Dsâst, apparently without having looked for any évidence in his 
dictionaries, asks nimself whether garafaton or gat^apaian is the more original 
form, and says : Fur gaT^afaUm spricnt neben der Verbreitung der Umsund 
dass man leichter ankîingend z. d. an paton, rapaton und im Anschluss an 
ga^apostaLXX — Jaton ein — paton anhângen môcnte, als umgekehrt. 

4. While ga:(apo is found in Lebrija and Covamibias, ga:^apa is not rcgistcred 
in either. The Academy's Dictionaiy of 1726, howevo-, books the word and 
quêtes it from Lope de Vega's Gatomaquia (1634). — Galopa seems to me 
less likely to hâve communicated its ù to gaiafaton. 

In regard tothe etymology of botn words, cf. Etozy-Engelmann, Glossaire 
{tA éd. 1869) p. 381 : « gaçapOy dans le sens de *menteur', 'trompeur', et 
ga^apa, 'mensonee', font penser à cad:(didb et CQd:(iby qui ont les mêmes signi- 
fications ». Mûller. — Ga:^apo signifie jeune lapin, et métaphoriquement 
*homme rusé.* En hollandais, on appelle un homme rusé *un vieux lapin*. 

I hâve not been able to consult the glossaries of E^uilaz Yanguas and of 
Simonet. 



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ETUDE BIBLIOGRAPHIQUE 

SUR 

FERNAN FEREZ DE GUZMAN 



Si la date de la naissance et la date de la mort de Fernan 
Ferez de Guzman ne sont pas connues, les documents utilisés 
par José Amador de los Rios ' permettent du moins de les fixer 
avec une approximation assez grande, la seconde surtout. 

Le testament de Fero Suarez de Guzman, daté du 9 janvier 
1381 (141 9 de Tère), parle de ses enfants mineurs Ferrando, 
Maria, Aldonza, et de leur mère Elvira Alvarez, déjà morte. En 
ne tenant compte que de la date de ce testament, il est donc 
certain que Fernan naquit au plus tard entre 1378 et 1380 (nous 
ne savons s'il était Taîné) ; et si sa mère, comme semble le dire 
Rios, mourut au commencement de 1380, Fernan serait né au 
plus tard entre 1377 et 1379. 

Pedro de Guzman, fils de Fernan, prit possession des biens de 
sa seigneurie le 29 janvier 1461, et déclara qu'un de ses fondés 
de pouvoir l'avait déjà fait en son nom auparavant. Fernan mou- 
rut donc, selon toute vraisemblance, en 1460 : il avait au moins 
quatre-vingts ans. 

I 

BIBLIOGRAPHIE 

La présente bibliographie énumère soixante-seize éditions de 
I. Historia critica... VI, pp. 212 et 214, notes. 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 27 

vingt-cinq ouvrages où se trouvent des œuvres qui sont ou ont 
été attribuées, à tort ou à raison, à F. P. de G. Les numéros 
placés entre parenthèses à la suite de certains titres désignent les 
poésies contenues dans l'ouvrage décrit et se réfèrent à l'index 
alphabétique des premiers vers que l'on trouvera plus loin. Il 
n'a pas été tenu compte des recueils modernes (anthologies, 
chrestomathies, etc..) ne contenant aucune pièce inédite de 
notre auteur. 

L'ordre adopté est l'ordre chronologique des premières édi- 
tions, les éditions successives d'un même ouvrage étant placées 
après l'édition princeps. Chaque ouvrage est désigné par une 
grande capitale (A, B, C ... Z) ; en outre, quand un ouvrage a 
eu plus d'une édition, chacune est désignée par une minuscule 
(a, b, c. . .), ainsi que l'indique le tableau suivant : 

A. — Oracional. 

B. — Batallas campales. 

Ca. — Valerio. Cb, Ce, Cd, Ce, Cf, Cg, Ch, Cj, Ck, Cl, Cm, Cn, Co, Cp. 

D. — Cancionero de Llabia. 

Ea. — Setecientas. Eb, Ec, Ed, Ee, Ef, Eg, Eh. 

Fa. — Cancionero de Inigo de Mendoza. Fb. 

Ga. — Scneca. Gb, Gc, Gd, Ge. 

Ha. — Obras de Juan de Mena. Hb, Hc, Hd. 

Ja. - Cancionero de Castillo. Jb, Je, Jd, Je, Jf, Jg, Jh, Jj, Jk, Jl. 

Ka. — Mar de istorias. Kb. 

La. — Crônîca de Juan II. Lb, Le, Ld, Le, Lf, Ls. 

Ma. — Espana sagrada. Mb. 

N. — Sarmiento. 

Oa. — Centon epistolario. Ob. 

P. — Rodriguez de Castro. 

Qji. — Bôhl de Fabcr. Qb. 

R. — Catilogo de Ochoa. 

Sa. — Rimas inéditas. Sb. 

Ta. — Cancionero de Baena. Tb. 

U. — Gallardo. 

V. — Cancionero de Stûfiiga. 

W. — Some unpublished poems. 



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28 R. FOULCHÉ-DELBOSC 

X. — Madas, o Namorado. 

Y. — Requesta al marques de Santillana. 

Z. — Flores ta de filôsofos. 



A. — Tractado que se llama el oronal de fernàd pères / porque 
contie || ne rcspuesta a algunas questiones q fizo el noble caua- 
llero fernà || pes de guzmà al reuerendo padre virtuoso perlado 
don alfonso || de cartagena de buena memoria obispo de burgos / 
tocante a la || fiel / z deuota o*on zc. — (à lajin ;) A gloria / z ala- 
banca de nïo sal / || uador y redemptorihû xpo. fue || este libro 
destos très tractados || acabado en la inuy noble / z leal || cibdad 
de murcia / por manos d' || los honrados Gabriel loys ari || nyo 
notario z maestre Lope de / || la roca Impresores d' libros lu || 
nés a xxvj. dias de março ano. || de mil/ z. cccc. Ixxxvij. aiios. 
in-foL goth.y 86 ff. n, ch., sign. a-1 (zpar lo, h-h par *, i par 6y 
kpar 8yl par é). — (8). 

Contient^ à Vovant-derniér f.^ Us Copias q fizo el noble cauallero femâd perez 
d' guzman sobre la || muerte del reuerêdo padre virtuoso plado don alfonso d' 
cartage (sic) || de laudable memoria obpo d' burgos su buen amigo. 

Mendez (Hidalgo), pp. 1 51-152. — Gallardo 1629. — Salvd, sous 3156. 
— Haebler 495. - Madrid, Biblioteca Nacional, I. 616. 



B. — Tractado que se llama copila || cion delas batallas cam- 
pales que || son contenidas enlas historias escolasticas || z de 
espana dirigido || al muy reuerendo senor don fray johà ortega 
de maluenda obpo || de coria del consejo del Rey || z Reyna nues- 
tros senores... — (i la fin ;) A gloria ||3 alabançade nuestro salua- 
dor y redemptor ihu. xpo. fue este libro que es llamado el trac- 
tado de las batallas campales acabado con otros dos tractados en 
la muy noble e leal cibdad de murcia por manos de maestre Lope 
de la roca aleman Impressor de libros lunes xxviij dias de mayo 
aiio de mil e cccc. Ixxxvij. anos. 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 29 

Paris, Bibliothèque Nationale Oi 18*. — Mendez (Hidalgo), p. 151. — Hae- 
bler 580. 



Ca. — (Deux ff. de table^ puis ;) Tractado q se llama valerio d' 
las lestorias escolasticas de espa || na dirigido al noble z reuerêdo 
seiior don ioha mârrique proto || notario de la santa fee aplica 
(jic) Arcidiano de valpuesta del consejo || del Rey nro senor. — 
(Ji la fin ;) A gloria / z alabanca de nfo saluador / y redëptor ihû 
xpo fiie este || libro que es Uamado valerio delas estorias escolas- 
ticas jz de es / || pana fue acabado en la muy noble jz eal (jtV)' 
cibdad de murcia. por || manos de maestre. Lope delà roca ale- 
man. Impressor de libros || jueues a. vj. dias de diesembre (jiV:). 
Ano de mill. z quatrozientos / ^ || ochenta/ z siete anos. || Deo 
gracias, in- fol. goth., 164 ff. n, ch. 

Mendez (Hidalgo) p. 152, n© 3. -— Gallardo ^664 — Salvà 3156 ; Heredia 
3556 — Haebler 581. — Madrid, Real Academia Espanola. 

Cb. — Valerio de || las istori || as escola || sticas. || Con preui- 
l^io. — {à la fin :) ^ A gloria z alabanca de nuestro saluador 
z redem = || ptor jesu christo fue este libro que es lilamado (jic) 
valerio de las ystorias escolasticas z de es || pana acabado z 
impresso en la villa || de médina del campo por maestre || Nico- 
las de piemonte. A co || sta del virtuoso senor |) Josquin merca- 
der de || libros vezino delà || muy noble cib = || dad de salamâ || 
ca. Ano d'I se || nor de mill ||d. xj. anos || A. x. dias || del mes || 
de a = Il bril. || Deo gratias. in-foL goth. à 2 col., 2 ff. n, ch. — 
Ixxxiijff.et i f. blanc. Sign. zA par 8 sauf \ par 4. 

Pérez Pastor, La imprenta en Médina del Campo, i — Madrid, Biblioteca 
Nacional, R. 341 1. 

Cc. — id. Valladolid, 15 12 (?) 

CÀ. — {Vignette et encculrement.) Valerio de las historias || sco- 
lasticas de la sagrada || scriptura / y de los hechos || de espana con 



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30 R. FOULCHÉ-DELBOSC 



las batallas || campales : copiladas por || feman perez de guzman 
Il nueuamête împresso. — (à la fin :) A gloria z alabança de 
nuestro salua || dor y redemptor Jesu hristo Çsic) : fue este pré- 
sente libro que es || Uamado valerio delas hystorias escolasticas 
y de (t Espana impresso enla impérial ciudad de To || ledo por 
Juâ de villaquiran impressor de || libros. Acabose a veynte y seys 
dias II del mes de março. Ano del nasci || miento de nuestro 
senor je || su christo de mil z qui || nientos y veyn || te anos. in- 
foL goth. à 2 coLy2 f préls, — LXXXVII ff. et i f. blanc. Sign, 
a-l par 8. 

Madrid : Biblioteca Nacional R. 510. — Pérez Pastor, La imprenia en 
Toledo, 86. 

Ce. — {Vignette et encadrement^ titre rouge et noirJ) Valerio de 
las hystorias || scolasticas de la sagrada || scritura : y de los hechos 
Ij despana cô las batallas || câpales. Copiladas por || Fernan perez 
de guzmà. || Nueuamête corregido. — {à la fin ;) A gloria y 
alabança de nuestro sal = H uador y redemptor Jesu christo : 
fenesce el présente lîbro llama = || do Valerio de las hystorias 
scolasticas : y de Espana. || Fue impresso en la insigne y muy 
leal ciudad de || Seuilla por Jacobo cromberger Aleman. || Aca- 
bose a. V. dias de Março. Ano de || la redencion christiana de 
Mil y II quinientos y veynte y siete. in-foL goth. à 2 col., 2 ff. n. 
ch. — Ixxxvij ff. ch. 

Salvâ3i57; Heredia 35S7. — Escudero y Perosso, Tipografia hispalettse, 
263. — Madrid, Real Academia Espanola. 

Cf. — {Vignette, encadrement, titre rouge et noir. ^VAçrio de las 
hystorias || scolasticas delà sagrada || scritura : y de los hechos || 
despana cô las batallas || capales. Copiladas por Fernan perez de 
guzmà. Nueuamente corregido. — (à la fin :) ^ A gloria y ala- 
bança de nuestro sal- || uador y redemptor Jesu cristo ; fenece el 
présente libro llama || do Valerio delas hystorias scolasticas : y de 



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ÉTUDE SUR FER» AN FEREZ DE GUZMAN 3I 

Espana. || Fue impresso enla insigne y muy leal ciudad de || 
Seuilia por luan cromberger. Acabose || a quatro dias de Enero 
Ano d'ia re || dencion chistiana demil z quiniê || tos z treynta 
z seys. in-fol. goth. à 2 coL, 2 ff. n. ch, — 8j ff. ch. 

D'après le Catalogue de la bibliothèque de M. Fernando Palha, n» 4485. — 
Cf. Salvi, sous 3157 ; Mendez (i^^ édit.) p. 316; Escudero 372. 

Cg. — {Vignette et encadrement.^ Valerio d' las hystorias esco 
Il lasticas d' la sagrada escritura z || d' los hechos despana colas 
ba II tallas capales. Copiladas por || Feman perez de guzman. 
Nueuamente corregido. — {à la fin ;) A gloria y alabança de 
nuestro saluador Jesu christo. Fenece el présente libro llamado 
Valerio delas hystorias escolasticas : z de Espana. Fue impresso 
enla impérial ciudad de Toledo en casa de Juan de ayala. Aca- 
bose a diez dias del mes de Enero. Ano de mil z quinientos 
z quarenta z vn anos. in-foL goth. à 2 col. y 2 ff. prils. — Ixxxvij 
§. et I f. bl. Sign. a-1 : 2ipar lo, h-l par 8. 

Paris, Bibliothèque de R. J. Cuervo. — Pérez Pastor, La imprenta en 
Toledo^ no 191. — Heredia 8275. — Catalogue Ticknor, p. -10, col 2. 

Ch. — {Vignette : titre rouge et noir ; encadrement.) Valerio delas 
hysto II rias escolasticas delà sagra = || da escritura y delos hechos 
Il despana colas batallas cam || pales. Copiladas por Fer = || nan 
perez de Guzman. Nue || uamente corregido. || ^ Ano. de. M. 
D. xliij. — {à la fin ;) ^ A gloria y alabança de nuestro || Salua? 
dor Jesu christo. Fenece el présente libro llamado Va = || lerio 
de las hystorias escolasticas : y de Espaiia. Fue im = || presso en 
la muy noble z muy leal ciudad de Seui = || lia : en casa d' 
Dominico d' Robertis. Aca - || bose a cinco dias del mes de 
Deziem || bre. Ano de mil y quinientos : z || quarenta y dos anos. 
in-foL goth. à 2 col. y 2 ff. préls. — Ixxxvij ff. ch. et i f. blanc. 
Sign. a-1 par 8 sauf a par 10. 



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32 R. FOULCHÉ-DELBOSC 



British Muséum 593. f. i (2). — Madrid, Biblioteca Nacîonal R. 3441. — 
Gallardo 3441. — Salvâ 3158; Heredia 3558 — Catalogue Tîcknor, p. 10, 
col. 2. — Escudero, 418. 

— Escudero (Tipografia hispaîense^ 467) cite une édition de Sevilla 1546 
d'après un ancien catalogue de la Biblioteca Nacîonal de Madrid . L'existence de 
cette édition n*est pas prouvée. 

Cj. — (Deux vignettes : Adam et Ève^ le serpent et le pommier ; 
un ange chassant Adam et Eve du paradis. Titre rouge et noir. 
Vignettes et titre dans un encadrement.^ * Valerio de las hystorias 
>li !| escolasticas delà sagrada es || criptura y d'ios hechos || de 
Espana con las ba || tallas campales. |] Copiladas || por Fer |[ nan 
Ferez de Guzman. Nueua=: || mente corregido. — (à la fin :)f[\' 
A gloria y alabança de nuestro sal || uador Jesu christo. Fenesce 
el présente libro llamado Va || lerio delos (sic) hystorias escolas- 
ticas : y de Espana. Fue || ympresso enla muy noble z muy leal 
ciudad de || Seuilla en casa d'I maestro Gregorio delà || Torre. 
Acabose a veynte y siete dias || del mes de Abril. Ano de mil 
z II quinientos y cincuen j| ta y vno. || *. in'4 goth.^ clij ff. ch. 
Sign, a-t par 8, 

Madrid, Biblioteca Nacional, R. 10977 et R. 6552 (ce dernier incomplet du 
titre). — Escudero, 5 30. 

Ck. ~ Valerio || de las Hi- 1| storias Esco - || lasticas de la 
sagra || da escriptura, y de los hechos || de Espana con las bâta- !! 
lias câpales. Copila || das por Fernan || perez d Guz || man. || 
Nueuamente corregido. || Impresso en Madrid, por Alon - || so 
Gomez, y Pierres Cosin. || 1568. || Esta tassado en très Reaies 
en papel. in-8y 2^4 ff. et i f. blanc. 

Les préliminaires sont datés de Madrid 27 janvier 1568 et Madrid 8 octobre 
1568. 

Madrid, Biblioteca Nacional, R. 10502. — Pérez Pastor, Bihliografia madri- 
lena^ 18. 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 33 

Cl. — Valerio || De las Historias !| escolasticas de || la sagrada 
escri II ptura, Y de los hechos de |l Espaiia, con las bâta || lias 
campales. || * || Copiladas por || Feraan Ferez de Guzman. j| 
Nueuamente cor = || regido. || (vignette) \\ ^Impresso con licen- 
cia de los Senores del || consejo Real, en Médina del càpo. |i Por 
Francisco del Canto. || Aiio de M.D. LXXIIIL w-*, 29s ff. et 
I f. blanc. Sign. A-OO par 8. 

La licencia est de Madrid 25 novembre 1568. 

Madrid, Biblioteca Nacional, R. 916 1. — Salvà 3159 ; Heredia 8276 — Ga- 
llardo 3442. 

Cm. — Valerio || De las Historias Esco- 1| lasticas de la sagrada 
escriptura, Y de los || hechos de Espana, con las batallas || cam- 
pales, Il Copiladas por Femâ Ferez de Guzman, || nueuamente 
corregido. || 37. || (fleurons disposésen croix) \\ Con Licencia, || En 
Salamanca, || En casa de Fedro Lasso. || 1587. || A costa de 
Fedro Landri, y Ambrosio du Fort. m-<?, 2^j ff. et i /. blanc. 
Sign. A'Oo par 8 sauf Oo par 10. 

La foliation est très défectueuse : le f. 23 est chiffré 26, le f. 103 est ch. 102, 
le f. 151 est ch. 131, le f. 172 est ch. 161, le f. 176 est ch. 168, le f. 193 est 
ch. 192, le f. 207 est ch. 307, le f. 214 est ch. 206, le f. 224 est ch. 223, le 
f. 2$) est ch. 525 (le premier 5 est retourné); plus loin les ff. sont chif&és 
comme suit : 271, 272, 272, 273 à 279, 281 à 289, 289, 291, 291, 293, 293, 
295. 

Le premier cahier contient : Titre, verso en blanc — A2 Licencia Madrid 
27 août 1566 — A3 Tratado Uamado Va — (lettre à Tarcediano de Valpuesia) 
— A4 Prefado. . . Siguese la carta y copias. . . Por dar a vuestra persona. Au 
verso, vers. — f . 5 suite des vers — f. 6 fin des vers et Respuesta. Appel : 
Libro — 2 ff. pour Ç Erratas del Valerio. — Par suite d'une disposition 
défectueuse, les ff. de ce premier cahier se présentent dans Tordre suivant : i. 
Titre — 2. Second f. d*Erratas — 3. A3 — 4. A2 — $. 2« f. des vers (Vco mi 
sed y busco la fuente) — 6. A4 — 7. Ç Erratas del Valerio — 8. 3e f. des 
vers (O copilacion sacada por vos) et Respuesta. Appel : Libro. 

Le recto du f. 9 est occupé par le commencement du Libro primero. 

Madrid, Biblioteca Nacional, R. 7/148. — Salvà sous 3159. — Gallardo 3443. 

REFUE HISPANIQUE. XVI. 3 



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34 R- FOULCHÉ-DELBOSC 



Cn. — Mime titre que Cm ; le premier cahier est le même que le 
premier cahier de Cm, avec la même disposition défectueuse. Tout le 
reste du volume est différent. Au bas duf. 2^4 : EnSalamanca. |1 En 
casa de Pedro Lasso. || 1587. in'8,294ff. et 2 ff.n, ch. Sign.A-Oo. 

Le recto du f. 9 est occupé par un index des Titulos del Libro Primero. 
La Tabla occupe le verso du f. 294 et les 2 ff. n. ch. 
Le f. 122 est ch. 222, le f. 208 est ch. 108, le f. 230 est ch. 130, le f. 240 
est ch. 140. 
Madrid, Biblioteca Nacional, R. 11 35. — British Muséum 1445. b. 

Co. — Valérie || De las Historias Esco || lasticas de la sagrada 
escriptura, Y de los || hechos de Espaiia, con las batallas || cam- 
pales. Il Copiladas por Fernà Ferez de Guzman, || nueuamente 
corregido. || ^7. || Ano, (marque de libraire : phénix aux ailes 
éployàs avec la légende ex me ipso renascor) 1587 || Con licencia. 
Il En Salamanca, En casa de Pedro Lasso. || A costa de Benito 
Boyer. — (au bas du f. 294 ;) En Salamanca. || En casa de 
Pedro Lasso, || 1587. m-<?, 294 ff. et 2/. n. ch, Sign. A-Oo. 

Cp. — Valerio de las historias de la sagrada escritura, y de los 
hechos de Espaiia. Nueva edicion, ilustrada con varias notas y 
algunas memorias relativas à la vida y escritos del autor. Por 
Juan Antonio Moreno. Madrid : B. Roman, M. DCC. XCIH. 
petit in-4, Vni-}82 pp. 



D. — Cancionero de Ramon de Llabia. s. l. n. d. Imprimé à 
Saragosse vers 1490. — (6, ri, 42, 43, 4, 17, 26, 37.) 

Gallardo 2859. — Salvâ 185 ; Heredia 1641 ; British Muséum, IB. 52165. 
— Madrid, Biblioteca Nacional, I. 2098. — Haebler 387. — Méndez (Hîdalgo) 
p. 184. 



Ea, — Titre absent dans Fexemplaire dàrit par Michel Denis, 
/" partie, p. 327. Au 2* /. (aij) : Comienzan las copias del 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 35 

dicho Fernand Ferez de Guzman (Tu ombre que estas leycndo || 
este mi simple tractado )| nunca cesses comidiendo || como biuas 
mas honrrado...) — (à la fin :) ^ Fueron impressas estas copias 
en II la muy noble z muy leal çibdad de || Seuilla por maestro 
Menardo vn || gut aleman z Lançalao polono cô || paneros A. viij. 
dias del mes de Ju || nio. Afio del senor de mill z quatro jj çien- 
tos z nouenta z dos anos. iw-^ goth,, 96 ff. n. ch. 

Mendez (Hidalgo), p. 91, n© 33. — Escudero 31. — Haebler 534. — Vienne, 
Bibliothèque Impériale, seul exemplaire connu, mais incomplet. Je n'ai pas vu 
cette édition. 

Eb. — {Encadrement orné, vignette.^ Las sieteciètas d'I docto z 
no II ble cauall'o fernà perez de guz || ma : las qles son biè sciêti- 
iicas II z de grades z diuersas materi || as 7 muy j)uechosas : por 
las II quales qlqer hôbre puede to = ||mar régla z doctrina y exèplo || 
de bien biuir. — {à la fin ;) Fueron impressas las.dcc. del noble 
cauallero fernan perez de guzman en la muy noble z muy leal 
cibdad de seuilla por Jacobo cromberguer Aleman E acabaronse 
Afio del nascimiento de nuestro senor Jesu xpo : de mill z qui- 
nientos z seys anos. a. xxij. dias del mes de deziembre. t»-^ ^o/A, 
à 2 coLy 66 ff. n, ch. 

Escudero 142. — Madrid, Biblioteca Nacional, R. 2185. 

Ec. — Ejemplo de bien vivîr. Las setecientas del docto z noble 
caballero Fernan Perez de Guzman, las cuales son bien scientifi- 
cadas, z de grandes z diversas materias z muy provechosas, por 
las cuales cualquier hombre puede tomar regra y dotrina y ejem- 
plo de bien vivir. — (à la fin ;) Fueron impresas las Setecientas 
del noble caballero Fernan Ferez de Guzman en la muy noble 
z muy leal cibdad de Sevilla por Jacobo Cromberguer aleman. 
E acabaronse afio del nacimiento de nuestro senor Jesu de mill z 
quinientos z nueveaiios, a 25 de ombre, m-^. Sign. a-f . /wr 8. 

Gallardo 3437 ; l'exemplaire décrit était incomplet « de la portada y una 
porcîôn de hojas mis ». Je suppose que Gallardo copia le titre ci-dessus sur 
une édition postérieure. 



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36 R. FOULCHÉ-DELBOSC 



Ed. — Las sentencias, que son bien scientificas, y de grandes 
y diversas materias, muy provechosas por las quales qualquier 
hombre puede tomar régla, doctrina, y exemple de bien vivir. 
Lisboa MDXII in-4. 

Nicolas Antonio, Bihîiotheca hispana vêtus, II, p. 269. Salvâ (no 869) dit : 
« tal vez hai equivocacion en esta fecha. » C'est mon opinion. 

Ee. — Las sietecientas del docto z noble cavallero Fernan Ferez 
de Guzman, las quales son bien scientificas y de grandes z diuer- 
sas materias y muy prouechosas : por las quales qualquier hom- 
bre puede tomar régla z doctrina y exemplo de bien bivir. En 
Seuilla, por Jacobo Cromberger. Anode 1516. /w-4. 

Brunet, t. II, col. 1837, d'après la Biblioth. heber. F/,n" 1658. 

Ef. — ^ {Encadrement et gravure.') Las sieteciètas d'I docto z no || ble 
cauall'o fernâ perez de guz = || ma : las qles son biè sciètificas || y 
de grades z diuersas materi = || as 7 muy j)uechosas : por las || quales 
qlqer hôbre quede to = || mar régla z doarina y exèplo || de bien 
biuir.. — {à la fin :)Fueron impressas las .dcc. del noble cauallero 
Fernâ pe || rez d'guzmà enla muy noble z muy leal ciudad d'seuilla 
por II Jacobo crôberger alemà. E acabarôse enl aiio d'I nacimiêto || 
de nro seiior Jesu xpo de mil z qniêtos z .xxvij. aiios. in-4 goth, 
à 2 coLy 64 ff. n. ch. 

Madrid, Biblioteca Nacional, R. 677. 

Eg. — {Vignette,) Las sieteciètas del do || cto z noble cauallero 
Fernam {sic) perez de guzmâ : || las quales son bien scientificas 
y de grades || z diuersas materias z muy prouechosas : || por las 
quales qualquier hôbre pue = || de tomar régla r doctrina y exè = 
plo de bien biuir. {La vignette et le titre précédent^ dans un encadre- 
ment. Au-dessous : ) Agora nueuamète ^ipssas enl || ano de mil y 
quiniètos y || quarenta y vno.:. — {à la fin :) ^ Fueron impres- 
«as las setecientas del noble cauallero Fernâ || perez de guzman 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 37 

enla muy noble z muy leal ciudad d' Lisboa por || Luys Rodriguez 
librero del Rey nuestro senor. E acabarôse enl || aiio del nacimiêto 
de nro senor Jesu xpo de .M. D. xlj. in-4 goth. à 2 col. y 48 ff. 
n. ch. Sign. z-fpar 8. 

Salvâ869; Heredia 1840 — British Muséum, 1072. g. 28. 

Eh. — {Titre rouge et noir.) — Exemplo pera {sic) bien biuir. 
{gravure) \\ Las sietecientas del || Docto z noble Cauallero Fernan 
Ferez de Guzman, || las quales son bien scientificadas {sic) y de 
grandes z \\ diuersas materias z muy prouechosas : por || las quales 
qualquier hombre puede to = || mar regra y doctrina y exem- 1| plo 
de bien biuir. || anno.i5é4. || Agora nouamente Impressas, y 
vistas II por lasancta inquisicion. — {à la fin :) Fueron impressas 
las siete cientas del noble cauallero Fernan Ferez de Guzman, en 
la noble y muy leal ciudad de Lixboa, en casa de la viuda que 
fue muger de German Gallard. Y acabaronse en el ano de M. D. 
Lxiiij. Aos vinte y vno de Marco, in-8 goth. ; qq.ff. à 2 col.^ 76 f. 
Sign. a-k. 

Madrid, Biblioteca Nadonal R. 3721. — Gallardo 3438. 

Pièces contenues dans Las sietecientas: 39, 6, 31, 10, 1 1, 42, 43, 26. 



Fa. — Cancionero de Inigo de Mendoza. — {à la fin ;)Fue la 
présente obra emprentada en la insigne Ciudad de Zaragoza de 
Aragô por industria e expensas de Paulo Hurus de Côstancia 
aleman. A.xxvij. dias de Noviembre M. cccc. xcij. in-fol. goth., 
ex ]ff. ch. 

Contient y en dernier lieu : Un decir gracioso e sotil de la muerte, hecho por 
fernan perez de Guzman. Peut-être (39) ; je n'ai pas vu cette édition. 
Mendez (Hidalgo), p. 67, n© 12 — Salvi 186 ; Heredia — Haebler423. 

Fb. — Cancionero de Inigo de Mendoza. — {à la fin :) Fue 



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38 R. FOULCHÉ-DELBOSC 



la présente obra emprentada en la insigne Ciudad de Zaragoza 
de Aragon por industria y expensas de Paulo Hurus de Cons- 
tancia Aleman a 10. dias de Octubre 1493. in fol. — (39) ? 



Mendez (Hidalgo) p. 70, n© 18 — Haebler 424. 



• Ga. — Las epistolas || de Seneca. || impr : Con vna Suma 
siquier introductiô || de Philosophia moral : en romance. — (à la 
fin ;) Acabàse las epistolas de Seneca || cô vna Sùma siqer intro- 
duction de II philosophia moral. Empremidas en jj la muy insigne 
ciudad de Caragoça || de Aragon : a instàcia y expensas de || Juan 
thomas fauario de Lumelo (| del côtado de Pauia. a. iij. dias del 
mes de março. El ano de nfo senor || jhesu xpo. M. cccc. 
xcvj. in-foL goth,y 84 ff. ch. 

Mendez (Hidalgo), p. 336, n« 11. — Salvâ 4005 ;Heredia 2796 — Haebler 
622 — Madrid, fiiblioteca Nacional — Madrid, Real Academia Espanola. 

Gb. — {Vignette.) Las epistolas de Seneca || cô vna summa siquier 
intro II ducion de philosophia mo || rai en romance con tabla. — 
(à la fin ;) ^ Acabanse las epistolas de Seneca con || vna Sùma 
siquier introduction de philo || sophia moral. Emprimidas en la 
muy no || ble cibdad de ToledoPor maestro Pe = || dro hagembach 
aleman Ano de Mil. z \\ quinientos z dos aiios. a cinco dias del 
Il mes de Março. in-fol. goih., Ixxiij. ff. ch. et } ff. n. ch. 

D'après Pérez Pastor, La Imprenta en TokdOy n* 27. — Catalogue Ticknor, 
p. 329. 

Gc. — (firavure et encadrement.) Les epistolas de Seneca || cô vna 
summa siquier intro jj ducion de philosophia mo || rai en romanze 
con tabla. — {au if* du f. LXXIIl :) Acabanse las epistolas de Se- 
neca con vna sûma siquier introduction de philosophia moral. 
Empressas enhi muy noble ciudad de Toledo. Ano de Mil. z 
quinientos z diez anos. a veynte z siete dias d'I mes de setiembre. 
in-fol. goth. à 2 coL.LXXIIIff. ch. et } ff. n. ch. 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 39 

Salvâ 4004 ; Heredia 2797 — Pérez Pastor, La Imprenia en ToîedOy n» 46 — 
British Muséum, 10902. g. 11. 

Gd. — {Encadrement avec (ms^e personnages y dont les sept Sages de 
la Gràey leurs nonis Bias, AnacarseSy ThaleSy Solon, Chilo, Pilaco, 
PeriandrOy et huit maximes.)^ Epistolas de Sene || ca en Romance : 
nue II uamête impressas 1| y corregidas y || emendadas. — (au v^ 
du /. LXXIIl) : Fueron impressas las Epistolas de Seneca z 
incroduciô d' moral philosophia. En la vniuersidad d' Alcala 
d* Henares en casa de MigueFde Eguia a. xv. d' Enero. M.D.XXIX. 
aiios. in-foL goth. à 2 coL, LXIII ff, ch. — 3 ff- ^- ch. 

Réimpression de Tédition de 1510. 

Salvâ 4005 ; Heredia 2798 — Catalina Garcfa, Tipografia complutense^ n*» 109. 
— British Muséum, 10902. g. 12. 

Ge. — Epistolas famili =||aresdeLvcioAn = jjneo Seneca nueua- 
mente traduzidas jj en Castellano. ||Summa de Philosophia moral 
compuesta || por el muy excelente Orador Léo- jj nardo Aretino. || 
(marque du libraire) || En Anvers, || En casa de luan Steelsio. 
M. D. LI. Il Con priuilcgio Impérial. m-<?, 8ff. n. ch.-2o8 ff. 

Privilège : Bruxellas 16 mai 1548. 

Le Prologo ne contient pas le passage suivant :... doctrinas & ensenamien- 
tos : [las quales se siguen aqui debaxo. E fîzolas trasladar de latin en lengua flo- 
rentina Ricardo pedro ciudadano de florencia. a vtilidad y correcion de todos 
los que este libro leeran : las quales son trasladadas del oreginal del dicho Se- 
neca por la orden que en el fueron falladas. y estas que aqui se siguen fizo 
trasladar de lengua toscana en el romance de nuestra espana Feman perez de 
gu zman . ) Deste sabio Seneca. . . 

British Muséum, 1082. b. 12. 



Ha. — Las. ccc. del famosissimo poeta Juan de mena... z otras 
obras. Çaragoça, 1506. Voir la description détaillée de cette édition 
dans la Revue Hispanique, IX, p. 119. (O). — (39). 



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40 R. FOULCHÉ-DELBOSC 

Contient, au /. cxxix : Copias ordenadas por Feman perez de guzman por 
:ontemplacion de los emperadores reyes z principes. 

Hb. — Las. ccc. cô xxiiij. copias... z otras obras. Çaragoça, 
[509. Cf. Revue Hispanique, IX, p. 119 (P). — (39). 

Hc. — Las. ccc... z otras obras. Çaragoça, 1515. Cf. Revue 
hispanique, IX, p. 121 (U). — (39). 

Hd. — Las trezientas... y otras obras. Alcalâ 1566. Cf. Revue 
hispanique, IX, p. 129 (AU). — (39). 



Ja. — Cancionero gênerai de Hernando del Castillo. Valencia 
[511. 

Jb. — id. Valencia 15 14. 

Je. — id. Toledo 1517. 

Jd. — id. Toledo 1520. 

Je. — id. Toledo 1527. 

Jf. — id. Sevilla 1535. 

Jg. — id. Sevilla 1540. 

Jh. — id. Anvers 1557. 

Jj. — id. Anvers 1573. 

Jk. — Cancionero gênerai de Hernando del Castillo segun la 
^dicion de 151 1, con un apéndice de lo aiiadido en las de 1527, 
1540 y 1557. Publicale la Sociedad de bibliofilos espanoles» 
Madrid, 1882, 2 vol. in-S (10, 31, 23, 14, 9, 2, 37, 8). 

Jl. — Fac-similé de r édition de iJ^Oy publié par Archer M. Hunt- 
ington. New York : De Vinne Press, 1904. 



Ka. — Mar II de istorias || Cô puilegio. (Z^ cinquième f. commence 
ainsi:) ^ Este libro se intitula Mar de ystorias el quai copi || lo 
el noble cauallero Hernan perez de guzman. — (à la fin ;) Aqui 
se acaba el libro de Mar de ystorias || copilado por el noble caua- 
llero Hernàll perez de guzman. Emprimiose enla D noble villa 



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érUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 4I 

de Vatladolid por || Diego de gumiel. Âcabose a || treynta dias del 
mes de a || gosto. Ano del nacimiè fl tode nfo saluador je || su 
christo de. M. || D. xij. anos. (au-dessous grande marque de rimpri- 
meur^in-foL goth, à 2 col. y 4ff. n. ch. — Ixvj ff. Sign. si-lpar 6. 

Gallardo 3439. — Salvà 2772 ; Heredia 2907. — Madrid, Real Academia 
Espanola. — British Muséum, 9005. e. 7. 

Kb. — id. Valencia 1531 in-fol. 

Je ne possède aucun renseignement sur cette édition citée par Brunet, III, 
col. 1642. 

Cest dans V édition de i$i2 (Ka) que se trouvent publiées pour la première fois 
{fj. xlix v^ - Ixv vo) Las generaciones semblanças y obras de los ecelentes 
reyes de espana don enrique el tercero y don Juâ el segundo y delos vénérables 
perlados y notables caualleros que enlos tiempos destos reyes fueron. Celte 
ouvre a été imprimée dou^e fois : 

1 Valladolid i$i2, dans Mar de istorias (Ka) 

2 Logrono 15 17, dans Cronica de Juan II (La) 

3 Valencia 1531, dans Mar de istorias (Kb) 

4 Sevilla 1543, dans Cronica de Juan II (Lb) 

5 Pamplona 1 590, dans Cronica de Juan II (Le) 

6 Pamplona 1591, dans Cronica de Juan II (Ld ; même éd. que Le) 

7 Madrid 1678, datis Epitotne de la Cronica de Juan II (Le) 

8 Madrid 1775, dans Centon epistolario (Oa) 

9 Valencia 1779, dans Cronica de Juan II (Lf) 

10 Madrid 1790, dans Centon epistolario (Ob) 

11 Madrid 1877, dans Cronicas de los reyes de Castilla (Lg) 

12 Mâcon 1907. Édition publiée par R. Foulché-Delbosc. 



La. — (Grande vignette ; encadrement ; titre en rouge sauf la pre- 
mière lettre ;) Comiença la Cronica del serenissimo rey || don Juan 
el s^undo deste nôbre impres= ||sa enla muy noble z leal 
-fl cîudad de Lo = Hgrono : por mâdado del catholico rey dô|| Carlos 
su visnieio : por Arnao guillen de||brocar su impressor con priui- 
1^0 por su II alteza concedido que nadie la imprima venda ni 
traya d'jjotra parte a estos reynos por spacio de diez anos : so la 



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42 R. FOULCHÉ-DELBOSC 

pe||na enel dicho Priuilegio contenida. — (A la fin ;) Acaba la 
cronica del rey don Juan el segundo, corre= ||gida por el doctor 
Lorenço galindez de caruajal del con ||sejo del muy alto z muy 
poderoso el rey don Carlos nue || stro senor y su relator referen- 
dario : cathedratico de pri j| ma enel studio de Salamanca. Im- 
pressa en la muy no = || ble y leal ciudad de Logrono por man- 
dado de su alteza : || por Arnao guillen de Brocar su impressor. 
A. X. dias del || mes de Otubre Ano de mil. cccccxvij. ||Deo gra- 
tias. (^Au-dessous : grande marque de Timprimeur). in-foL goth, à 
deux col., 26 ff.préls. — ccliiij ff, 

Salvâ ^117 (description détaillée, fac-similé et notice) ; Heredia 3131.— 
Paris, Bibliothèque Nationale, exemplaire sur vélin — Madrid, Biblioteca 
Nacional — Londres : British Muséum, G. 6283 et 595. i. 9. — Madrid, Real 
Academia Espanola. 

Au f. j : Prologo. Comiença la Cronica del serrenissimo (sic) principe don 
Juan segundo rey deste nombre en Castilla y en Léon escrita por el noble z muy 
prudente cauallero Fernan perez de guzman senor de Batres del su consejo. 

ff. ccxli-ccliiij : Siguense las generaciones semblanças z obras de los excelen- 
tes rey es de espana dô Enrique el tercero z don Juan el segundo y de los vene-» 
râbles perlados y notables caualleros que en lostiêpos destosreyes fueron. Orde- 
nados por el noble cauallero Fernan perez de guzman. Corregidas y emenda- 
das z adidonadas por el doctor Lorenço galindez de caruajal del consejo de 
sus altezas. 

Les notes de Galindez de Caruajal sont en caractères plus petits et insérées 
dans le texte de F. P. de G. 

Lb. — (Grandevignette : titre rouge et noir; encadrement. )Comièçz 
la Cronica del sefenissi || mo rey don Juan el segundo deste nom|| 
bre. Fue impressa por màdado del catho || lico rey don Carlos su 
visnieto. || En Seuilla Aiio de M. D. xliij. — (au f. cccxlix i/":) 
Acaba la coronica || del rey don Juan el segundo. Corregi||da 
porel doctor Lorenço galindez de||carauajal del consejo del muy 
alto z II muy poderoso emperador dô Carlos || nfo senor y su rela- 
tor referendario : ca = || thedratico d' prima enel estudio d' Sa || la- 
manca. Impressa enla muy noble y || leal cibdad de Seuilla en casa 
de Anjldres de Burgos ympresor de libros. ||A costa y mission 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 43 

de Pedro xiinenez||y Diego ximenez mercaderes de li||bros. 
Acabose a veynte dias del mes||de Deziembre. Anod' mil y qui- 
niètos II y quarenta y très anos. || C Deo gratias. in-foL goth. à 
2 col. y 14 ff. n. ch. — cccxlix ff. — ii ff. de Tabla. 

Salvi 3 118 (description détaillée et notice) ; Heredia 3132. — Escudero 434. 
— Madrid, Biblioteca Nacional — British Muséum, 180. e. 19. 

Le. — Cronica del serenissimo Rey Don luan segundo deste 
nombre. Impressa... en... Logrono, el ano de 1517. Y agora de 
nuevo irapressa... en la ciudad de Pamplona por el original... 
de Logrono de letra colorada Por Thomas Porralis. M.D.XC. — 
(à la fin :) Fin de la coronica del rey don luan el segundo. Corre- 
gida por el Doctor Lorenço Galindez de Carauajal, del Consejo 
del muy alto y poderoso Emperador don Carlos nuestro senor, 
y su Relator referendario, Cathedratico de prima en el estudio 
de Salamanca. Impressa con licencia del consejo Real, en la ciu- 
dad de Pamplona^ a veynte dias del mes de Marco, del ano de 
mil y quinientosy nouenta. in-fol. à 2 coLy j^ff, préls, — i^/Jf. 

Madrid, Biblioteca Nacional. — Salvà 31 19 ; Heredia. 

Ld . — Rey don Ivan elll. ^(vignette ; titre rouge et noir,) || Cro- 
nica del II serenissimo rey don || luan segundo deste nombre. Im- 
presso por man-||dado del Catholico Rey don Carlos su vis- 
nieto. Il en la ciudad de Logrono, el ano ||de 1517. ||Y agora de 
.nveuo impresso || con licencia de su Magestad en la ciudad de 
Pamplona por el original || impresso en la dicha ciudad de Logrono 
de letra colorada. || Por Thomas Porralis. M.D.XCI. || A costa de 
luan Boyer, mercader de libros. in-fol, à 2 col. y J4 ff. préls. - 

Même édition que la précédente (Le) ; titre seul réimprimé avec date modi- 
fiée, mais le colophon a naturellement 1 590. 

Madrid, Biblioteca Nacional. — Madrid, Real Acadeniia Espanola. — Bri- 
tish Muséum, 180. e. 17. — Salvâ 3120; Heredia 7344. — Catalogue de la 
bibliothiqm de M, Fernando Palha 3918. 



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44 R- FOULCHÉ-DELBOSC 



Le. — (^Faux-titre:) Epitome || de la Cronica || del || rey Don 
Ivan II el segvndo. Il de Castilla. — (Titre en noir et rouge ;) Epi- 
tome Il de la Cronica II del || rey Don Ivan || el segvndo ||de Casrilla. 
Il Hecho por [j Don loseph Martinez de la Pvente. || Anadidas 
varias noticias, pertenecientes || à esta Historia, y declarados 
muchos vocablos de la Lengua Antigua || Castellana^ que todo va 
incluso entre estas dos seiiales *. y*. ||Dedicado||al senordon 
Anibrosîo de Onis, cavallero || de la Orden de Santiago, Senor de 
la Villa de Olivares, Gisa, y Bosque||Real de la Quemada, del 
Consejo de su Magestad, en su Tribunal de la Contaduria mayor 
de Cuentas, y su Aiguacil mayor del de la |{ santa Cruzada» &c. || 
Aho (marque cT imprimeur) de 1 6 jS.\\Con privilegio: en Madrid. 
Por Antonio Gonçalez de Reyes. || Acosta de Gabriel de Léon, 
Mercader de Libros. ^ Vendese en su || casa en la Puerta del Soi, 
in-fol.y 6 fi. n. ch, — )42 pp. à 2 col. — ijff. n, ch. à 2 col. 

Aux pp, jo8-)42 : Libroqvinto. Claros varones qve florecieron en Espana, 
tanto en letras, como en Armas, en tos tiempos del Rey Don luan el Segundo 
de Castilla, reducidos à vn brève Catalogo, por el Noble Cauallero Feman 
Ferez de Guzman. Corregido, y Adicionado por el Doctor Lorenço Galin- 
dez de Carvajal, del Consejo de los Reyes Catolicos. Ce sont les Generaciones 
y semblanças. 

Salvâ 30} 3 ; Heredia 3134 — British Muséum 594. g. 13 — Madrid, Biblio- 
teca Nacional. 

Lf. — (Faux-titre:) Cronica || del seiior rey || don Juan segun- 
do. — (Titre:) Cronica || del senor rey Don Juan, || segundo de 
este nombre II en Castilla y en Léon, || copilada por el noble caba- 
llero II Fernan Perez de Guzman, || con las Generaciones y semblan- 
zas||de los senores reyes || Don Enrique IIL y Don Juan IL || y 
de otros || prelados y caballeros de aquel tiempo, || del mismo 
autor. Il Corregida,enmendada y adicionada|| por el Dotor Lorenzo 
Galindez de Carvajal, || y aumentada en esta liltima edicion||de 
algunas notas manuscritas del mismo. || (vignette) \\ En Valencia : || 
en la imprenta de Benito Monfort. || M.DCC LXXDC. in-fol. XX- 
6^6 pp. à 2 coL 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 45 

British Muséum 594. i. 13. — Salvi 3 121 ; Heredia 3133. 

Lg. — Crônica del rey don Juan el scgundo. aux pp. 273-7 19 
de Crônicas delos reyes de Castilla. Coleccion ordenada por don 
Cayetano Rosell. Tomo segundo. Madrid : M. Rivadeneyra, 
1877, gr, in-8 à 2 col. (Biblioteca de autores espanoles, LXVIII). 

Les Generaciones, semblanzas é obras occupent les pp. 6^-ji^. 



Ma. — EspanaSagrada.il Tomo XXVI. || Contiene el estado anti- 
guo II de las Iglesias de Auca, de Valpuesta, ||y de Burgos. || Justi- 
ficado con instrumentos || legitimos, y Memoriasineditas. || Porel 
M. R. P. Mro. Fr. Henrique Florez, || Ex-Asistente General de 
las Provîncias de Espana, || Orden de S. Agustin. || En Madrid : 
En la Oficina de Pedro Marin. || Aiio de MDCCLXXI. || Con las 
licencias necesarias. m-^, 6ff. n. ch. — /o/ pp. — (aux pp. 400- 
402 : 8). 

British Muséum 206. c. i. 

Mb. — Espaiïa Sagrada. Tomo XXVI... Mimt titre que V édi- 
tion préddmte (Ma), mais une faute dt impression à la sixième ligne: 
Jutificado {sic)... En Madrid : En la Oficina de Pedro Marin. 
Il Ano de MDCCLXXI. || Con las licencias necesarias. tn-^, 6 ff. 
n. ch. — S03 pp. — (aux pp. 400-402 : 8). 

British Muséum 4625, ce. 5. 

Édition distincte de la précédente. 20 appendices au lieu de ip. Elle aurait été 
imprimée en ï8i6, d'après Pedro Sain^ de Baranda : « Esta edicion es distinta de 
la anterior, y se hizo en el ano de 181 6, si no nos equivocamos, reîmpriraiendo 
serviimente la primera. Sin embargo todavia aparece una ligera diferencia en 
las portadas, y otras varias en el cuerpo del tomo : fuera de que el papel de la 
primera edicion es hermoso, y el de la segunda détestable. » (Clave de la Espana 
Sagrada, in Coleccion de documentos inéditos para la historia de Espana, 
tomo XXII, pp. 47-48.) 



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46 R. FOULCHÉ-DELBOSC 

N. — Obras posthumas del R"** P. M. Fr. Martin Sarmiento 
benedictino. Tomo primero. Meniorias para la historia de la 
poesia, y poetas espafioles : dadas a luz Por el Monasterio de 
S. Martin de Madrid, y dedicadas al Exe"**. Sr. Duque de Medina- 
Sidonia. Madrid. MDCCLXXV. Por D. Joachim Ibarra Impre- 
sor de Cimara de S. M. Con las licencias necesarias. petit in-4y 
XXFIII'429 pp.— (iS). 



Oa. — Centon epistolario del bachiller Fernan Gomez de 
Cibdareal. Generaciones y semblanzas del noble caballero Fer- 
nan Ferez de Guzman. Claros varones de Castilla, y Letras de 
Fernando de Pulgar. En Madrid, en la Imprenta Real de la 
Gazeta Con las licencias necesarias. MDCCLXXV. in-S. 

Ob. — Centon epistolario del bachiller Fernan Gomez de 
Cibdareal ; y Generaciones y semblanzas del noble caballero Fer- 
nan Ferez de Guzman. Coil licencia. Madrid. MDCCXC. Por 
D. Gerônimo Ortega e hijofc de Ibarra... m-<?. 



P. — Biblioteca espanola. Tomo primero, que contiene la 
noticia de los escritores rabinos espafioles desde la epoca conocida 
de su literatura hasta el présente. Su autor D. Joseph Rodriguez 
de Castro. Con real permiso. En Madrid. En la Imprenta Reaide 
la Gazeta. Aiio MDCCLXXXI, in-fol. — (8). 



Qa. — Floresta de Rimas Antiguas Castellanas ordenada por 
Don Juan Nicolas Bôhl de Faber, de la Real Academia Espanola. 
Hamburgo : en la librerîa de Perthesy Besser, 1821-1825. j vol. 
in-8 — (au tome 1 : 38, 39). 

Qb. — id... id... Segunda Edicion. Hamburgo: en lalibreria 
de Federico Perches, 1827-1843, ) vol. in-S. — (au tome I: 38, 
39). 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 47 

R. — Gitâlogo razonado de los manuscrites espanolesexisten- 
tes en la Biblioteca Real de Paris... por Eugenio de Ochoa. 
Paris, en la Imprenta Real... M DCCC XLIV, in-^. — (i6, 

18). 

Sa. — Rimas inéditas de don liiigo Lopez de Mendoza mar- 
qués de Santillana, de Fernan Perez de Guzman senor de Batres^ 
y de otros poetas del siglo XV^ recogidas y anotadas por Euge- 
nio de Ochoa. Paris, en la imprenta de Fain y Thunot... 
MDCCCXUV, in-S, XXIII'4î2 pp. et une gravure. — (i6, 

35). 

Sb. — Mime ouvrage formant le tome LI de la Coleccion de 
los mejores autores espanoles. Paris: Baudry, iS^i. inS.XXIIl- 
412 pp. et une gravure. — (i6, 35). 



Ta, — El Cancionero de Juan Alfonso de Baena (siglo XV). 
Ahora por primera vez dado à luz, con notas y comentarios. 
Madrid, 1851. in-4, LXXXVII-7j2pp. — (27, i, 34, 40, 25, 32, 
18, 3, 22, 19, 30, 39, 36). 

Tb. — El Cancionero de Juan Alfonso de Baena. Publicado 
por Francisque Michel. Con las notas y los indices de la edicion 
de Madrid del ano 185 1. Leipzig: F. A. Brockhaus, 1860. 2 vol. 
in'i2y CXIX'}24 et jj^ pp. — (mêmes pièces). 



U. — Ensayo de una biblioteca de libros raros y curiosos, 
formado con los apuntamientos de don Bartolomé José Gallardo, 
coordinados y aumentados por D. M. R. Zarco del Valle y D. 
J. Sancho Rayon. Obra premiada por la Biblioteca Nacional... 
Madrid 1863-1889, 4 vol. gr. in-S. (au t. I, col. 570-571 : 18; 
col. 578-582: 13, 37, 16; col. 591-592: 39; au t. III, col. 
1185-1201: 16). 



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48 R. FOULCHÉ-DELBOSC 



V. — Cancionero de Lope de Stùniga, côdice del siglo XV. 
Ahora por vez primera publicado. Madrid, 1872. in-S, XLII- 
48} pp. (Coleccion de libres espanoles rares 6 curiosos, IV). — 

(18). 



W. — Some unpublished poems of Fernan Ferez de Guzman, 
with an introduction by Dr. Hugo A. Rennertofthe University 
of Pennsylvania. Baltimore : John Murphy & Co., 1897, *^"*» S^ 
pp. (Reprinted from the Publications ofthe Modem Language Asso- 
ciation of America, Vol. XII, No 2). — (5, 7, 15, 33, 12, 20, 21, 
29,38, 42,41, 13,28). 

Excellente édition à laquelle on ne peut adresser qu'une légère critique: M. Ren- 
nert s'en est rapporté aux indications du catalogue Morel-Fatio sans les con- 
trôler * ; deux des pièces publiées n'étaient pas inédites. « Si yo mi ynsuRcien- 



I . En ce qui concerne six des poésies de Fernan Ferez de Guzman conte- 
nues dans sept cancioneros manuscrits de la Bibliothèque Nationale de Paris, 
les indications du catalogue Morel-Fatio (p. 192), doivent être rectifiées ou 
complétées comme suit : 

a Ave, preciosa Maria ». Cette pièce ne figure pas dans le Cancionero de 
Llabia ; Sanchez (t. I, p. 210) a été mal lu : « Son muchas las que se hallan 
esparcidas en los Cancioneros de Ramon DeUavia y en el gênerai : conviene 
a saber :... El Pater nos ter, y Ave Maria trovados. » C'est dans le Cancionero 
gênerai (éd. de 1882, p. 40), que se trouve cette poésie, ainsi que le dit Sar- 
miento (Memorias, p. 366) : «... vf, y leî la exposicion del Pater tioster, y del 
Ave Maria, que se hallan en el Cancionero General . » Elle se trouve aussi dans 
Las sietecientas. 

« El jentil nino Narçiso ». Avant d'être imprimée dans le Cancionero de 
Stufîiga (1872, p. 188), cette pièce avait été publiée cinq fois : i© par Sarmiento 
(Memorias, p. 318); 2° par Ochoa (Caidlogo, p. 505); 30 et 40 dans les deux 
«éditions du Cancionero de Baena (Madrid, p. 617; Leipzig II, p. 253); 50 par 
Gallardo (Ensayo, I, col. 570) d'après lems. du Cancionero de Stuniga. 

« Padre nuestro que stas ». Même remarque que pour « Ave, preciosa 
Maria » ; cette pièce ne figure pas dans le Cancionero de Llabia, mais bien 
dans le Cancionero gênerai (éd. de 1882, p. 41), ainsi que le dît Sarmiento 
(Memorias, p. 366). Elle se trouve aussi dans Las sietecientas. 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 49 

çia » se trouve dans les deux éditions de la Floresia de Bôhl de Faber ; « Vir- 
gen que fuyste criada » dans le Gincionero de Llabia et en partie dans les huit 
éditions des SieUcimtas. 



X. — Macias, o Namorado. A Galician trobador by Hugo 
Albert Rennert, Ph. D. Professer in the University of Pennsyl- 
vania. Privately printed. Philadelphia, 1900. gr. in-S, 64 pp- 

- (18). 

Y. — Requesta al marques de Santillana, publiée comme ano- 
nyme par R. Faulché-Delbosc. Revue Hispanique, IX, 1902, 
pp. 255-260. —(24). 



Z. — Floresta de philosophes, publiée par R. Foulche-Delbosc. 
Revue Hispanique, XI, 1904, pp. 5-154. 



INDEX ALPHABÉTiaUE DES PREMIERS VERS. 

Le présent index énumère les poésies de F. P. de G. conte- 
nues dans les imprimés précédemment décrits. Ces imprimés 
sont représentés ici par la lettre ou les lettres dont ils sont pré- 
cédés dans la bibliographie publiée plus haut. Les titres de 
chaque pièce sont indiqués en petites capitales entre paren- 
thèses. 



a Sy non me engana el efecto » . Avant d*être imprimée dans le Cancionero 
gênerai, cette pièce avait été publiée dans le Cancionero de Llabia (fo 80 vo), 
ainsi que le dit Eugenio de Ochoa dans son Catdlogo ra^onado (pp. 448-449). 

« Sy yo mi ynsuficiençia ». Publiée par Bôhl de Faber {Floresta, I, p. 3). 

« Virgen que fuyste criada » . Publiée dans le Cancionero de Llabia et dans 
Las Sietecientas. 

REVUE HISPANIQUE. XVI. 4 



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50 R. FOULCHÉ-DELBOSC 

Les quarante-trois pièces qui constituent l'œuvre poétique de 
Fernan Ferez de Guzman comprennent, au total, treize mille 
cent quarante-quatre vers. 

1. A las veses pierde e cuyda que gana (Désir). 9 strophes de 
8 vers. — Ta, Tb. 

2. A ti adoramos, Dios (El « Te Deum laudamus » trobado). 
16 str. de 8 V. — J. 

3. Abril ya pasado aquende (Fregunta). 5 str. de 8 v. et i de 
4. — Ta, Tb. 

4. Algunos son que no bien opinando (Contra los q.ue 

DIZEN aUE dios EN ESTE MUNDO Nm DA BIEN POR BIEN NIN MAL 

POR mal). 57 Str. de 8 V. — D. 

5. Aima mia (Cient trinadas a loor de la Virgen Maria). 
100 str. de 3 V. — W. 

6. Amigo sabio e discreto (Coplas de vicies e virtudes ou 
DiUERSAS virtudes z himnos rimados y loores diuinos). 463 
str. de 8 v. dans D ; 439 dans E. — D-E. 

7. Animal delqual nos canta (Ymno a sant Luchas). 5 str. de 
8v. — W. 

8. Aquel Seneca espiro (Coplas a la muerte del obispo de 
BuRGOs, don Alonso de Cartagena). 12 str. de 8 V. — A-J- 
Ma, Mb-F. 

9. Atenas mas glorioso (Himno a San Gil). 8 str. de 8 v. — J. 

10. Ave preciosa Maria (El Ave maria trobada). 6 str. de 
8v. — E-J. 

1 1 . Como al principio del dia (Loores divinos a los mayti- 
NEs). 15 str. de 8 V. — D-E. 

12. Como fizo Bonifaçio (Fyn de loores de santos). 4 str. 
de 8 V.— W. 

13. De lagruesaynuençion mia (Ultilogo). i str. de 8 v. — 
U-W. 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 5I 

14. De las Espanas luzero (Himno a San Dionisio). 4 str. de 
8 V. — J. 

15. Defensora e pa trôna (A Santa Leocadia). 16 str. de 8 v. 
— W. 

16. Del poeta es régla recta (Loores de los claros varones 
DE Espana). 409 str. de 8 V. — Sa^ Sb (fragments dans R et U). 

17. Diuersas manerasay de merescer (Que très virtudesson 

DE GRAND MERITO ANTE DIOS). 3 Str. de 8 V. — D. 

18. El gentil nino Narçiso (Désir de loores a Leonor de los 
PAfîos). 6 str. de 8 v. dans T et X ; 4 dans N, R et U. — 
N-R-Ta,Tb-U-V-X. 

19. Flor de açuçena, ssyn vuestra licencia (Desir a leonor de 
LOS Panos). I str. de 8 V. — Ta, Tb. 

20. Gracias a Santa Maria (A Santa Elisabel de Ungria). 

7 str. de 8 V. — W. 

21. La flor que de eterna laude (Ymno a Nuestra Senora, 

ENBIADO al PRIOR de LUPIANA FRAY EsTEVAN DE LeON). 5 Str. de 

8 V. ^ w. 

22. La que es flor e près d'Espana (Desir en loores de su 
muger). 4 vers ; le reste est perdu. — Ta, Tb. 

23. Muestrate, virgen, ser madré (Hymno trobado auE dize : 
« Monstrate esse Matrem »). 1 1 str. de 8 v. — J. 

24. Muy amado senor mio (REauESTA al marques de Santi- 
llana). 48 str. de 8 V. — Y. [Les deux premières strophes de 
cette Requesta se trouvent reproduites à tort au début de la 

CORONACION DE LAS aUATRO VIRTUDES CARDINALES dans D. Voir 

plus loin 37]. 

25. Muy noble senor, pues que vos pagades (Pregunta para 
DON Guttiere de Toledo). 4 str. de 8 v. — Ta, Tb. 

26 Muy nobles senoras, a vos se dirige (Coplas dirigidas a 
las nobles mujeres para su doctrina, ou Relacion alas seîïo- 



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52 R. FOULCHÉ-DELBOSC 



RAS Z GRANDES DUENAS DE LA DOCTRINA aUE DIERON A SaRRa). 

69 str. de 8 V. dans D ; 63 dans E. — D-E. 

27. Non me contente de buelta de anorya (Désir contra 
Alfonso Alvarez), i str. de 8 v. — Ta, Tb. 

28. O Maria, luç del dia (Imno a la virtud de Nuestra 
Senora). 9 str. de 4 V. — W. 

29. O sacra esposa del espiritu santo (A Nuestra Senora). 
4 str. de 8 V. — W. 

30. Onbre que vienes aqui de présente (Desyr auANDO 
MURYo Don Diego Furtado de Mendoça, almirante mayor 
DE Castilla). 1 3 str. de 8 V. — Ta, Tb. 

31. Padre nuestro que estas ( El « Pater noster »). 6 str. de 
8 V. — E-J. 

32. Porque de las vidas la que es oçiosa (Pregunta para Don 
GuTTiERE o PARA Alfonso Alvares). 6 Str. de 8 V. et i de 4. — 
Ta, Tb. 

3 3 . Principe muy excellente (Ymno al arcangel sant Miguel) 
8str.de 8 V. — W. 

34. Que el trobar sea un saber divino (Pregunta a Alfonso 
Alvares de Villasandigno). 3 str. de 8 v. — Ta, Tb. 

35. Sefior mio mucho amado (Proverbios). 6 str. de 8 v. et 
102 de 4. — Sa, Sb. 

36. Sepa el rey esepan quantos (Desyr a su amiga). 7 str. 
de 8 v. — Ta, Tb. 

37. Si no m'engana el efecto (Coronacion de las quatro 
virtudes cardinales). 64 str. de 8 v. dans J et dans le ms. 
décrit dans U ; 67 dans D [mais dans D les deux premières str. 
n'appartiennent pas à ce poème; voir plus haut 24]. D-J; i^et 
dem. str. dans U. 

38. Si yo mi ynsuficiençia (A la singular virginidat de 
Nuestra Senora). 10 str. de 8 v. — Qa, Qb-W. 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 53 

39. Tu, onbre, que estas leyendo (Desyr por contenplaçion 

DE LOS ENPERADORES E RREYES... QjUE LA MUERTE CRUEL MATO E 

LEVO d'esté mundo). lé stf. de 8 V. dans Q; 15 dans E,H,T,U. 
- E-Fa, Fb-Ha, Hb, Hc, Hd-Qa, Qb-Ta, Tb-U. 

40. Tyren el clavo e ande la rrueda(PREGUNrA oscura e sotil, 

COMMO EN MANERA DE RREaUESTA CONTRA LOS TRABAJADOREs). 3 

str. de 8 V. — Ta, Tb. 

41. Virgen preçiosa de muy dulçe aspeto (Oracion a Nuestra 
Senorà en fin de toda la obra). 5 str. de 8 v. — W. 

42. Virgen que fuyste criada (Ymnos a los gozos de Nuestra 
Senora). 19 str. de 8 v. dans D et W ; 2 dans E. — D-E-W. 

43. Yo pecador a Dios me confiesso (Confession rimada). 189 
str. de 8 V. dans D ; 152 dans E. — D-E. 



manuscrits 

La liste suivante énumère sommairement quarante-deux manu- 
scrits contenant des œuvres attribuées à F. P. de G. 

A. — Paris, Bibliothèque Nationale. Ms. esp. 226 ; catal. Ochoa 
189; catal. Morel-Fatio j8é. 

B. — Paris, Bibliothèque Nationale. Ms. esp. 227 ; catal. Ochoa 
190; catal. Morel-Fatio J87. 

C. — Paris, Bibliothèque Nationale. Ms. esp. 228 ; catal. Ochoa 
192 ; catal. Morel-Fatio 588. 

D. — Paris, Bibliothèque Nationale. Ms. esp. 47; catal. Morel- 
Fatio 619. 

£*. — Paris, Bibliothèque Nationale. Ms. esp. 230 ; catal. Ochoa 
195 ; catal. Morel-Fatio 590. 

F. — Paris, Bibliothèque Nationale. Ms. esp. 231 ; catal. Ochoa 
19e ; catal. Morel-Fatio 591. 

G. — Paris, Bibliothèque Nationale. Ms.esp. 233 ; catal. Ochoa 
194 ; catal. Morel-Fatio 592. 



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54 R. FOULCHÉ-DELBOSC 

H, — Paris, Bibliothèque Nationale. Ms. esp. 313; catal. Ochoa 
197 ; catal. Morel-Fatio 593. 

/. — Cancionero ayant appartenu àSalvâ (Catilogo, n° 181). 

K. — Paris, Bibliothèque Nationale. Cancionero de Baena. 
Ms. esp. 37; catal. Ochoa 186; catal. Morel-Fatio 585. 

L, — Cheltenham. Bibliothèque de Sir Thomas Phillips. 

M. — Sevilla, Biblioteca de la Catedral (Nicolas Antonio, 
BibL hisp. vet. II, p. 270). 

N. — Bibliothèque du comte de Villaumbrosa (Nicolas Anto- 
nio, BibL hisp, vet. II, p. 270). 

O. — Biblioteca de Alvar Garcia de Santa Maria (Rudolf Béer, 
Handschriftenschàtie SpanienSy p. 117, 1. 4). 

P. — Madrid, Biblioteca de Palacio VII-B-4. 

Q. — Madrid, Biblioteca de Palacio VIII-A-3 (Cancionero de 
Baena I, cxix). 

R, — Madrid, Biblioteca de Palacio 2-F-5. 

5. — Madrid, Real Academialdela Historia, Coleccion Salazar. 

T. — Madrid, Real Academia de la Historia. Dialogos de San 
Gregorio. 

17. — Madrid, Biblioteca del Marqués de Laurencin. Cancio- 
nero de Castaneda (Revista de Archivos, 1900, pp. 321-338, 
390-403, 516-535)- 

r. — Ms. décrit par Gallardo 2435. 

fV. — Ms. décrit par Gallardo 2769. 

X. — Granada, Biblioteca de los duques de Gor. Cancionero 
deF. P. deG. 

Y. — Barcelona, Biblioteca de la Universidad 20-4-17. 

Z. — Bibliothèque privée. 

AA. — Madrid, Biblioteca Nacional. Bb. 62; nouvelle cote 
9156. 

AB, — Madrid, Biblioteca Nacional. Cancionero del siglo XV 
en 10 vol. Tome IV. Copié sur un ms. de la Biblioteca de Pala- 
cio. 

AC. — Madrid, Biblioteca Nacional. M. 275 ; nouvelle cote 
2882. Cancionero de Yxar (Gallardo 486 et 3444). 



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ÉTUDE SUR FERNAN FEREZ DE GUZMAN 55 

AD, — Madrid, Biblioteca Nacional. Dd. 139. 
AE. — Madrid, Biblioteca Nacional. Dd. 105. 

AF, — Madrid, Biblioteca Nacional. P. 156; nouvelle cote 

4515- 

AG. — Madrid, Biblioteca Nacional. G. 5 ; nouvelle cote 
1619. 

AH. — Escorial. a-iv-4. 

AJ. — Escorial. a-iv-7. 

AK.-^ Escorial. b-ij-9. 

AL. — Escorial. b-ij-13. 

AM. — Escorial. h-ij-22. 

AN. — Escorial. y-iij-8. 

AO. — Escorial. z-iij-2. 

AP. — Séville, Biblioteca Colombina, AA. 144, n° 18, ff. 80- 
95 V. ^ 

AQ. — Londres, British Muséum, Egerton 939. f. 83 (Catal. 
Gayangos I, p. ii). 

AR. — Boston, Bibliothèque Ticknor, D. 6 (Catalogue, p. 

265). 



La seconde partie de la présente étude sera consacrée à la dis- 
cussion des attributions. 

R. Foulché-Delbosc. 



I. Je dois cette indication à Tobligeance de M. le Professeur Henr}' R. 
Lang. 



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CABALLEROS ESPANOLES EN ÀFRICA 

Y 
AFRICANOS EN ESPANA 



n 

Es materia tan vasta la de las relaciones entre la Corona de 
Aragon y los pueblos musulmanes, y tal la abundancia de docu- 
mentes referentes à las mismas, que ni la invesiigaciôn mas dete- 
nida puede presumir de agotar la materia, mayormente en puntos 
como este de las relaciones militares, que no présenta lado 
alguno que guie al investi^ador y le ponga en camino de hallar 
una noticia, 6 de completar otras. Los espanoles que pasaban al 
Âfrica no se comunicaban con su rey y senor natural como se 
comunicaba un embajador, cuya marcha puede seguirse â la 
Ida y i la venida de su embajada y solo escribian ô daban noticias 
cuando las circunstancias lo exigian. 

Por esta razôn los nombres que se encuentran, aun siendo 

pocos, dan derecho a suponer que el numéro deaquellos hombres 

que abandonando su patria y los principes de su raza y religion, 

iban a paises extrangeros a servir à principes de raza diferente y 

de religion enemiga mas que diferente, era muy grande, y permite 

":)ngeturar que no separaban entonces à los partidarios de cada 

na de las religiones en lucha el odio fanâtico, que desde los turcos 

»s separô y que hoy todavîa sienten los musulmanes contra 

is cristianos. 

A los principes de sangre real espanola, el infante Don Enrique, 
'on Pedro, hermano de Fernando IV, que sino fué hubo propô- 
to de que fuera *, Juan y Alfonso Sânchez, bastardos de Sancho 

I . La Corona de Aragon y Granada en el Boletin de la R. Ac. de Buenas 
ftrasda Barcelona, ano VI, pag. 312. 



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ESPANOLES EN AFRICA 57 

el Bravo ', Napoléon y Jaime de Aragon, bastardos de Jaime II, 
que pusieron sus vidas â sueido de los musulmanes de Âfrica, sin 
contar los que se refugiaron en Granada, he de anadir un hijo 
de Manfredo de Sicilia, hermano de Conradino, los vencidos por 
Carlos de Anjou, y estos nombres unidos â otrosno menos ilustres, 
aunque no de tan alta prosapia, como Guzmàn el Bueno, Don 
Diego Lopez de Haro, que sino se pasô al moro, tuvo intenciôn 
de hacerlo *, Guillén Ramôn de Moncada y â otros menos cono- 
cidos, demuestran que fué el Africa el refiigio de cuantos por 
motivos politicos 6 de otra indole debian dejarsu patria; de todos 
los ambiciosos, que no hallaban alla en donde nacieron la fortuna 



1. La siguiente carta de Don Juan Manuel aclara la historia de estos per- 
sonages : Sennor... Sepades que ferrant ferrandes este que vos esta mi carta da 
me dixo que es cauallero vassallo de) Rey de Portogal e que passo la mar con 
Alfonso Sanches fijo del Rey don Sancho. Et de que alla fueroh que Abeacob 
que non quLzo que alla fincasen et que se ovieron a tornar. Et que Johan 
Sanches su hermano que es alla con el Rey Abeacob et que sopo que el Rey le 
mandaua tomar que enbio una carta a un mercadero de Aoran un lugar do 
ellos estauan que diesse a aquel barquero que los auia passado aquello que auie 
de auer e pannos e dinneros a este Alfonso Sanches et el barquero que tomô 
la carta que venia al mercadero et non gela quiso dar et que los metiô en la 
barca et que aportaron a Alacant et de que llcgaron que les tomo todo quanto 
trayen et non lo pueden del auer maguer que lo afronto ante la justicia. Et 
pidiome que vos enbiasse pedir merçed por el quel mandedes dar lo suyo. 
Porque uos pido por merçed sennor que mandedes dar uuestra carta al dicho 
ferrant ferrandes para la justicia de que faga al dicho barquero quel 
de luego lo suyo quel tomo este cauallero aya cumplimentio de 
derecho. Et tener uos lo he en merçed. Dada en Murcia XII II dias de 
mill el tresientos et quarenta et çinco annos, yo fis escriuir por 
(Archivo de la Corona de Aragon. C. rs.). 

2. Al Rey de Castiella etc. De nos Don Jaimes, etc. Rey façemos vos saber 
que depues de la fiesta de la natividad el noble don Diago Lopes de Haro vino 
a nos a Barchna on eramos e dixnos como por la mengua que el auia se queria 
ir buscar conseyo con el rey de Anglaterra o en tierra de moros o si nos 
queriamos que fincaria en nuestra tierra con alcuna poca de ayuda que nos li 
ficiesemos... Dada en Barchinona XV dias andados del mes de Janero el anyo 
darauntdito (1296). Reg. 252 f. 11. 



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58 ANDRÉS GIMÉNEZ SOLER 

en cuya busca iban ; de los que para conservar la vida no tenîan 
otro medio que ponerse constantemente en riesgo de perderla, si 
ese riesgo no se presentaba en otro pais de mâs fâcil acceso 6 no 
era tan permanente como en uno de los emiratos ô imperios baiia- 
dos por el Mediterrâneo. 

Y era tal la fuerza de la costumbre de ir al Africa y la corriente 
de emigraciôn tan caudalosa, que hacia innecesarias las emigraciones 
colectivas ô reclutas en masa y se trasladaban alla familias enteras 
para vivir del sueldo, que ganase su jefe * y hay ejemplo de 
alguno, que, marchando solo, hizo ir alla la mujer con quien debiu 
contraer matrimonio. 

Diferenciâbanse en esto de las companîas europeas, italianas, 
inglesas ô francesas, y solo el aiso de Bernardo Segui en 1303 se 
diô en Espana de organizarse aqui una de esas tropas y organizada 
y equipada pasar el mar y pisar tierra africana ; en las postri- 
merias del siglo xiv ofreciôse un jefe a Don Martin para ir con su 
genre al rey musulman que le indicara, pero el lenguage que usa 
el expedicionario lo denuncia como ultrapirinaico. 

Y es que aqui no existieron companias mercenarias, que se 
vendieran al mejor postor y ni la ley ni la costumbre ponîan 
trabas â la emigraciôn individual y los que disfrutaban de plena 
capacidad juridica eran libres de trasladarse â todo lugar y de 
servir â cualquier principe, cristiano ô infiel ', salvo en los casos 



1 . A Don Amoley muçe Rey de Benaraarî grant temps ha passât que lo 
feel nostre en Domingo Ferez natural de Valencia lo quai ha estât e sia en 
vostre serviy sen volvia tomar a les parts deçà ab sa muller appellada Maria 
Sanchis e ab tota sa casada mas no ha poseut per que a vos no plau e per 
aquesta raho vaja aqui en Bartomeu Periç frare del dit Domingo... vos prc^am 
que donets licencia als dits marit e muller de exir de vestra terra (4 de Mayo de 
1386. R. i389f. 174 V.). 

2. Los varones e richos hombres de nuestro senyorio han de costumbre 
muy antiga del tiempo aqua que la tierra es de xpianos que puedan yr con sus 
companyas en ayuda de quai Rey se quiera xpiano o moro (R. 1389, 

f. }i). 



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ESPANOLES EN AFRICA 59 

en que se queria explotar los apuros de un moslim estorbando la 
marcha de lossoldados ^ 

Consta su existencia hasta mediados del siglo xv y este per- 
sistir pnieba que en gênerai eran bien tratados y bien vistos pof 
pueblos y reyes y que también ellos cumpUan su deber en paz 
y en guerra sin convertir las operaciones militares en meras 
maniobras por mirar ante todo a la integridad de la compa- 
nia\ 

Batiéndose no por un idéal sino por defender âquien los pagaba, 
gozaban del derecho de neutrales, y si la suerte de las armas les 
era adversa y caian prisioneros, dejâbaseles en libertad de pasarse 
al vencedor 6 marcharse, con tal de no volver a las banderas del 
vencido'. 

La dificultad mayor de su vida militar estaba en obtener los 
pasaportes para separarse del servicio ; si para ingresar en filas se 
requeria ùnicamente la robustez necesaria para el manejo de las 
armas, para salirse de ellas era necesario el permiso del sultan 6 



1. Encara es estât révélât a nosaltres en secret com lo Rey Busayi tramet 
occultament per auer soldaiats de vostres règnes. A nosaltres séria ben vist que 
per vostra senyoria fos manat proveyr que nengun per semblant partit no isca 
dek dits règnes tro étant que nosaltres siam tornats car asso poria esser un 
dels médis de vostra conclusio. (De unos erabaj adores enviados à Fez por 
Pedro IV). 

2. Car sabez... com per raho de les guerres sia romas mal accompanyat de 
crestians (ibidem). 

3. Al Rey de Bogia Abolabec Azmet. Rey sabut hauem que en lo desbarat 
que vos faes del Rey de Tremîcé com vos ténia assetjada la vostra ciutat de Bogia 
foren preses entrels altres alcuns sotsmeses e naturals nostres en nombre de XXI 
qui eren en sou ab lo dit Rey de Tremice. E que vos hauets ferrats aquells els 
tenits preses en vostre matzem âxi com a catius. On com segons que havem 
entes sia costuma de Reys morose entenem que sia fort bona que si alcu ha 
batalla ab altre aquell qui venç si pren neguns xpians asoldadats james nols 
rete a preso ans si volen romanir ab ell los done sou. E si noy volen romanir 
los lexa anar en quais parts se volen sens neguna reemço. Perço us pregam... 
(2oJunio 1367. R. 1389, f. 6). 



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6o ANDRÉS GIMÉNEZ SOLER 

del émir, quien no siempre lo otorgaba ; si la companîa entera 
se despedîa, llevaba la licencia en la punta de las lanzas, recuérdese 
el caso de Alabes de mi articulo anterior, y se le concedia de grado 
6 por fuerza ; pero si el solicitante era un individuo, era dîficil 
rescindir el compromiso; no se contraîa este por tiempo fijo, como 
en nuestros cuerpos modernos de voluntarios ; el enganche era 
indefinido y la linica forma de recobrar la libertad citadaeii docu- 
mentos era servir un mes sin sueldo '. Como era permitida la 
sustituciôn personal *, es muy probable que cupiera este recurso 
para repatriarse. Eran castigados los desertores, mas no se indica 
pena especial para ellos. 

En cuanto à sueldo y demâs ventajas, sobre ser escasas las 
notifias, imposibilita fijar bien este punto el no poderse establecer 
de una manera cabal la equivalencia de las monedas de ahora y 
de entonces 6 el valor de las cosas en la moneda corriente en 
aquel tiempo ; es muy probable ademâs que la costumbre no 
fuera uniforme en todos los paises ni en cada pais en todos los 
tiempos : asi en el reinado de Pedro IV, en las instrucciones â un 
embajador â Tùnez se pide que haya en este pais à sueldo mil 



1. Item, diga al dit Rey quel senyor Rey se maravella dell per que no te 
als seus sotsniesos ço que per les al très rey s passais de Tremecen li es estât 
observât es assaber que tôt soldadat pus volgues servir sens sou al dit Rey .1. 
mes sen pogues venir francament e sens tôt embarch (^no i ^66. R. 1 389, 
p. 68). 

2. Jacobus etc. Dilecto suo Bernardo Seguini alcaydo equitum et peditum 
nunc transfretandum de terra nostra ad illustrem regem Abenjacob... Cum 
Amaldum Baagarii de Ilerda euntem in dicto viagio... velimus ab ipso reman- 
suro... mandamus et dicimus vobis quatenus ipsum Amaldum solum remanere 
faciatis nec ipsum vobiscum in dicto viagio transducatis iniungendo eidem nichi- 
lominus quod in dicto viagio nuUatenus ire présumât sed si voluerit dimitat 
et statuât loco sui quendam hominem qui a diao rege Abenjacob recipiat solu- 
tiones quitationis famille sue que ibii in dicto viagio (le sustituyô efectivamente 
P . de Osona darante un ano, pasado cl cual fué à Mamiecos el Arnal Balaguer) 
(R. 235, f. 14, p. 166). 



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espaSoles en africa 6i 

catalanes, de los cuales sean doscientos caballeros y ochocientos 
escuderos con el mismo liaber que ya Jaime II habîa pedido para 
ellos en 27 de Julio de 1 3 1 3 ' y con la misma participaciôn del 
monarca; pero en vez de pedir la supresiôn del descuento del 
tercio de la paga, lo cual indica que se habia suprimido 6 defini- 
tivamente admitido, reclamaba que en tiempo de guerra se dièse 
una tienda y un camello d cada caballero y a cada dos escuderos, 
siendo obligaciôn del émir reponer la bestia si moria en el ser- 
vicio *. . 

FEDERICO, HIJO DE MANFREDO, REY DE SICILIA 

Aunque no espaiiol, no debe ser eliminado de la lista de cris- 
tianos à sueldo de musulmanes, tanto mds cuanto que su apariciôn 
en Tùnez, aclara algo las tinieblas que envuelven a los très hijos 
varones de Manfredo, supervivientes â su hermano Conradino. 

La creencia gênerai en la época de las Visperas sicilianas fiié 
que Enrique, Federico y Enzo habian sido victimas de un asesinato ; 
documentos hallados después demostraron que Carlos de Anjou 
no creyô conveniente ennegrecer mâs su memoria matando â los 



1. Vide Mas-Latrie, Traités de paix, etc. Suppl., pag. 52. 

2. Primerament demanava lo dit senyor Rey en P. quel Rey de Tuniç 
tengues M xpians de sou ço es assaber .ce. caualerset .Dccc. escuders ab alcait 
del senyor Rey darago. E quel dit alcayt prengues per cascun dia .c. bs. dels 
quais deuia pendre lo senyor Rey darago LXX .bs. e los romanents .XXX. 
bs. devien esser del dit alcayt. E cascun cavaler dévia penre per cascun dia 
III .br. dels quais dévia hauer lo senyor Rey darago .V. milareses. E cascun 
escuder deuia penre per cascun jom II bs. e mig dels quais deuia hauer lo 
senyor Rey darago V. milareses. E si per aventura lo rey de Tuniç o hom 
per et! volia exir en host o en caualcada deuia donar de matzem a cascun 
caualer una tenda e un camell. E enfre II escudes I tenda e I camell. E si 
per auentura alcun caualer o escuder perdes alcuna bestia en servey del Rey 
de Tuniç deuialali lo Rey de Tuniç esmenar de matzem (al margen dice que 
accediô el Rey de Tunez a tenez mil hombres, la mitad caballeros y la otra 
mitad escuderos (Cartres r«). 



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62 AKDRÉS GIMÉKEZ SOLER 

que pcxiian reclamar el trono de Sicilia y los tuvo recluidos en 
un castillo ; sdbese que cuando Jaime II fué à Italia à combatif â 
su hermano Don F^drique, se mandô sacar de ia fortaleza de Santa 
Maria da Monte â los prisioneros en élla * y aqui cesan todas las 
noticias y se pierde toda huella de su vida. 

La existencia de Enrique y de Enzo continua rodeada del 
mismo misterio ; la de Federico recibe alguna luz de dos cartas 
suyas ^ dirigidas â Jaime II, una desde Tiinez y otra desde Valla- 



î . Amari. La guerra del Vespro Sicilano, Documentos XXXI X y XL de la 
8* edicion. 

2. AI niolt ait e molt poderos e molt mîsericordios senyor en Jacrae... 
frederich avoncle vostre fill que fo del molt ait senyor Rey Mafre de noble 
memoria ab deguda reverencia e honor se comana humillment en la vostra 
gracia. A la vostra altea per la ténor de les présents fem sabcr que depus fom 
exits de preso avem ardentment cobeiat datendre e de recorrer a la vostra alta 
excellencia per tal que sots proteccio defeniment e guarda de la vostra alta 
senyoria poguessem esser defeses e mantenguts e guardats de tôt contrari e 
que sots ala de la vostra gran misericordia poguessem passar nostre temps en 
vostre serviy. E daço feem tôt nostre poder datançar nos a la vostra altea. 
Mas ans ho toit o laguiat malaltia e alcuns contrasts e embargaments quens 
son entrevenguts e recelament que avem de maies gens temens nos que ans 
que fossem ateses a la vostra alta senyoria non s fossen feyts alcuns greuges 
maiorment com noy podiem anar asi com se pertanguera a la onrra de la reyai 
excellencia vostra e a nos fora mester. E seguens aquest enteniment fom ara 
daquests dias en Genova e anch no trobam nau ni leny defenent qui dreta- 
ment anas en Catalunya e en aquels qui anaven costeians la terra nons gosam 
aventurar temens nos dacosur trop a les parts de Provença perque sera ven- 
guts en Tuniç pensans que del Rey de Tuniç poguessem aver alcun sofert e 
ajuda ab que mils e pus honradament poguessem atendre a la vestra altea. E 
cert nons y es estât feyt aquel sofert ni aquela ajuda que a nos fora mester nis 
pertanguera. E asso ses esdevengut per ço com lo Rey de Tuniç e son con- 
seil veen nos tan mal en arreu an duptat e dupten en nos que siam de tan alta 
sanch com nos los donam a entendre. Empero aquel poch eleixs de sofert e de 
bon aculiment quens an feyt fan per reverencia e per honor de la vostra reyal 
magestat per ço cor nos deym que som avoncle vostre si tôt els bonament no 
o creen. Perque rrecorrem a la vostra altea que per ço com nos en aquest esta- 
ment en Tuniç no poriem nins séria honor longament aturar que placia a la 



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ESPANOLES EN AFRICA 6$ 

doHd, en las cuales no menciona sus hermanas pero habla abun- 
dantememe de si; 

Résulta de esas cartas que la libertad de Federico no fué 
debida i magnanimidad de los opresores de su familia sino a una 
fuga no dice de donde ; se refugiô en Génova y quiso desde 
aqui venir â la corte de su sobrino el rey de Aragon, mas no 
hallando barco alguno que viniera directamente y temiendo 
las costas de Provenza se embarcô para Tùnez, creyendo que por 
ser quien eray por su parentesco con Jaime II entonces en gran 
predicamento en Tiinez, se le darîan medios de presentarse deco- 
rosamente y segùn su rango en la corte aragonesa. Sus esperan- 
zas salieron fallidas : alli nadie lo creyô hijo de un rey y tio de 
otros dos Jaime y Fadrique, y en este punto se déterminé â escri- 
bir al primero de sus dos citados sobrinos, contàndole sus des- 



vostra reyal excellencia certificar nos queus plaura que façam. E si plaura a la 
vostra misericordia ques deyen atançar assi en continent sens tôt mija al 
mils que porem sitôt no sen som mal aparelats atendrem a qualque for a la 
vostra alta senyoria. E si per aventura a la vostre reyal magestat plaura quens 
sofiram alcun temps en Tunis sia misericordia de la vostra altea que deyets 
trametre carta al Rey de Tuniç certificantlo del deute de parentesch que es 
entre la vostre reyal excellencia e nos e com nos som dalta sanch e com lo 
nostre Unatge antigament ach tots temps empéri e règnes e alta senyoria e com 
nos per cert i»om fill del molt ait senyor Rey Mafre de noble recordacio e que 
en aço no meta dupte. E pregam lo si sera merçe de la vostra altea que per 
sa propria valor e bonea e per honor e per reverencia de la vostra reyal excel- 
lencia e perla amor e la amiçtat que entre la vostra altea e la sua es se captenga 
de nos axi com la sua honor se pertany de fer. E que la vostra reyal magestat 
reebra en si la honor e bon aculiment el plaer el servi que a nos sera feyt en 
Tuniç per reverencia de la vostra altea. E que si assoempero no podie bonament 
fer quens trameses a la vostra alta senyoria. E si plaura â la vostra reyal 
excellencia asso fer en ajuda nostra creem per cert quel nostre estament sen 
milorara molt en Tuniç en manera que ych poriem passar nostre temps covi- 
nentment a honor aytant com a la vostra reyal magestat plaura. Comanam nos 
ara e tots temps en vostra gracia proteccio e guarda e remembrança e amor. 
Escrita en Tuniç XIII ioms anats del mes de juliol del any de nostre senyor 
MCCC e set. 



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64 ANDRÉS GIMENEZ SOLER 

venturas y pidiéndole con mucha retôrica que le socorriera 6 
dijese al de Tùnez que aquél que decia ser su tîo no era un 
falsario sino real y efectivamente un hermano de su madré. 

Probablemente tampoco Jaime II creyô que fuera quien decia 
ser y se limitô a enviar cartas de recomendaciôn por el mismo 
que le trajo las de su tîo : y tras este resultado los que primero 
solo dudaban de su calidad lo despreciaron ' ; avergonzado 
saliô de Africa y vino à Espana, a la corte de Castilla. 

Como saliô de Tùnez y porqué no se présenté al Rey de 
Aragon en vez de presentarse al de Castilla no lo explica, como 
no explicô tampoco porqué al ir de Génova a Tùnez no arribô â 
ningùn puerto de Sicilia, cuyo rey era tan sobrino suyo como 
el de Aragon y la reina de Portugal y la de Castilla, hija de 
esta, i Temia las ambiciones de Don Fadrique 6 no creîa prudente 
presentarse en donde muchos conocîan los hijos de Manfredo ? 

Napoléon de Aragon 

Era sin duda corriente que los que componian aquellas cua- 
drillas de aventureros se hicieran pasar por grandes petsonages y 
por lo mismo debia ser corriente que ninguno fuera creido; à 
Napoléon de Aragon sucediô lo mismo que à Federico de 
Suabia ; cuando fué â Fez llamado por el sultan Abusaid y su 
hijo Abulhasan, su condiciôn de bastardo de Jaime II fué puesta 
en duda por los catalanes y aragoneses allî résidentes, los cuales 



I. Inclito.... Régi Aragonum... Fredericus natus quondam domini Manfredi 
régis illustris Sicilie... Sicut cervus desiderat ad fontes aquarum sic anima mea 
redditum nuncii quem transmiserani ad vestram regiam majestateni. Et quidem 
cum omne confidentia quam habeo in humanis in vestra munificentia precipue 
coUocavi confidenter ut in reversione ipsius nuncii indigeret. Sed 

quia nuncius supradictus exceptis litteris comendativis vacuus est reversu- 
plerique qui me ob reverentiam vestri soli honrabant ceperunt habere cons 
temptum. (Valli soleti.) 



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ESPAfîOLES EN AFRICA 65 

no pasaron por menos que por preguntarlo al rey ; la respuesta 
de este no les aclarô el punto, pero es digna de la publicidad; dice 
asi : 

« De nos en Jacme per la gracia de Deu Rey darago etc. als 
amats nostres en Berenguer Segui e en Ramon de Mirambell 
alcayts del molt noble Rey Buçayt e a lurs companyes salut e 
dileccio. havem reebuda vostra letra ' sobrel fet deu Napolio. E 
havemla entesa cumplidament. E responem vos que nos no 
podem escusar ans es ver que en nostre jovent havem ahudes 
alcunes fembres. Mas clarament nous podem fer saber lo fet del 
dit en Napolio si es o no. E pus ell se diu fill nostre farets be si 
li portats honor eus hauets be envers ell. Dada en Barcelona 
a XIIII dias del mes dagost en lany de nostre senyor de 
M.CCC.XXVII ^ » 

Las ofertas del sultan de Marruecos y la anarquia que reinaba 
en Tùnez por el frecuente cambio de reyes le decidieron d dejar 
este pais y trasladarse al primero ' ; en el via je hizo escala en 



1. Esta fechada en enfregen de Feç el 1 3 de octubre de 1326 y figura en la 
coleccién de Don Pablo Gil de Zaragoza. 

2. Registre 250, f. 50 v. 

î. Al molt ilt e poderos senyor en Jacme... Rey Darago... Yo Napolio 
darago umill fill e servidor vostre e esser obediens a vos très manaments e 
besant senyor vostres mans e vostres peus comamme molt ait senyor umilmen 
en la vostra gracia en la vostra amor la quai prech Deus e vos quem do. 
Sapie molt ait senyor la vostra real magestat que yo que era alcayt del 
crestians en Tuniç en lo quai loch aua estât gran temps a servey del rey de 
Tunis. Eestant senyor a servi del dit rey vengrenraen cartes del senyor Rey 
abusait de Bolahassan fiyll seu que yo que anas a ells per servirllos ab aquells 
companyons ab que yo servîa al rey de Tunis. Ara yo senyor veent aquella 
terra que ère en mal estament per raho de molts mudaments de Reys que 
sovent se feya e veent los proferiments quel damunt senyor Rey e Bolahasen 
fill seu mavien trames a dir per la quai cosa senyor yom apareyle dexir de la 
erra. E pris cômiat del damunt dit Rey de Tunis e partint de Tunis vinguem 
ta Maylorcba. E estant aqui yo senyor sabi que vos comensavets lo molt hon- 
rat viatge de Sardenya fuy denteniment de tôt en tôt quel yo jaquis aquel 
REFUE HISPANIQUE. XVI. S 



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66 ANDRÉS GIMÉNEZ SOLER 

Mallorca, y sabiendo que se preparaba la expediciôn de Cerdena 
se ofreciô a seguir su hermano, que guiaba la expediciôn ; y se 
rechazô su ofrecimiento y se le ordenô continuar adelante porque 
habiendo prometido al sultan ir à servirle, de ningùn modo 
debia dejar incumplida su promesa. En Marruecos quiso el sultan 
hacerle servir de intermediario entre él y Jaime II, y no fué otro 



viatge e que fos al vostre servi. E perque yo senyor saben que molt al 
senyor infant Narafos e primer engenrat vostre ère en la ciutat de Valencia 
tramisli mon missat ge ab una carta bon com yo ère enMaylorcha ab. C. crestianj 
dels quais hi hauia de paratge gran partida. E tramisli senyor semblantment 
per quin cor auia jaquida la terra de Tunis. E que tôt aquell viatge voila jaquir 
ab que una vegada senyor pogues esser al seu servir e morir deuant ell per 
exalçar la casa darago. Per la quai cosa senyor me trames a dir lo senyor 
infant per ses cartes quell que fora molt pagat que yo que pogues a servi del} 
e de la casa darago. Mas pus tant ère que yo avia promes ma fe al Rey de 
Benamari quen neguna manera no la li trencas que nuyll hom que fos de la 
casa darago trencas sa promissio a negu que la bagues promesa. De lia quaj 
cosa senyor fuy molt despagat e so uy en dia al vostre servi en aquest cas yo 
no pogui esser. Per la quai cosa yo senyor mapareyl de passar en continent al 
servi del senyor Rey Abosayt e de bolabasen fiU seu axi senyor com yols 
auia promes.... Feytes en Sfragen de Feç dimecres IX joms auts del mes de 
Maig del an de nostre senyor MCCC. XXIV (C. rs©). 

« ara yo senyor hauent sabut gran partida del coratge e de la bona 
voluntat quel senyor Rey Abossaît a deves vos en especial senyor ne sia sert 
pel dit senyor Rey e encara per sos algucers e per son trugaman en qua 
manera el se comporte de bona voluntat deves vos de la quai cosa seynor vos 
certifich quel a fort bon enteniment es de cor de fer vos honor e servi e de 
trametreus daquelles sues joyes molt honrades. Encara algun trésor per fer vos 
ajuda la quai cosa el agra ja fêta de bonament mas per rnho de les sues gents 
no a gosat ne gosa per so car son gent dal enteniment. Mas senyor jo son 
cert per lo senyor Rey e encara per los algutzirs desusdits que per fon 
sotils joyes que vos senyor li trametats ell lo preara molt e fer vos a appares 
e quant les preara que fes vos saber senyor que ell vos te ja apparellades 
molt honrades joyes a les quais hom senyor.no pot possar preu perque senyor 
fa ben aventurar un anyell per un bou e majorment senyor quell so tenra a 
gran honor e aura bona raho per raho de les sues gents. E sia la vostra merce 
senyor que vos cregats al damunt dit Peyri Baldovi de sa paraula car ell senyor 
es hom que es de gran temps en aquesta terra esap la costuma daquesta casa.. 



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ESPANOLES EN AFRICA 6j 

el objeio de la venida de Peyri Baldovi, pero la embajada no 
tuvo resultado. En 1337 estaba en Espana y en Aragon, de donde 
partia para Marruecos como représentante de su hermano 
Alfonso IV. 

FERNANDO FEREZ DE ARNEDO Y P. MARTINEZ HURTADO 

Escuderos de la Corona de Aragon, aunque sus apellidos no 
lo revelan, pasaron al servicio de un Benizayen de Tremecén, y 
al volver à Espana, sin permiso del Rey, una tempestad los echô 
otra vez sobre aquellas costas y fueron presos en castigo de su 
deserciôn '. 

PEDRO MUNOZ. 

Pariente de Juan Sânchez Munoz « el mayor dudadano de la 
ciudad de Teruel » pas6 à Tremecén de donde luego no se le 
dejaba volver a Espana ; su pariente lo recomendô al Rey de 
Aragon y este pidiô al africano que le diera los pasaportes *. 



feyta en Hifragen de Feç dimecres a XXX jorns auts del mes de mag de 
lany de nostre sengor MCCCXXIIII. 

« los dits missatges diguen ais jurats... quel rey se maravilla molt dells... 
com no han volguda armar una galea... que vaya Napolio darago lo quai lo 
dit senyor Rey traroet al Rey de Marrochs e ab aquel en Jachme Cerviga per 
tractament depau entre lo dit senyor Rey e lo ja dit rey de Marrochs (7 agosto 
1337. R. 1055, f. 35 V.). 

1. Ferrant Ferez de Amedo y P. Martinez Furtado escuderos de nuestra 
tierra demostraron deuant nos que como fossen anats aqui per esser en vostre 
servi e depuis partissen de la vostra terra per tomarsen mal temps près en la 
mar azi quel leny en que venien ana trenquar dins la terra del vostre destrete 
que vos tenits aquels presos (R. 237, f. 20, ano 1308, abril). 

2. Johan Sanchez Munyoç el mayor ciudadano de la ciudad de Teruel a 
suplicado a nos que ell a un pariente clamado Pero Munyoç el quai tiempo ha 
que se pasô a Tremicen e es en el sueldo e servicio vuestro. E porque el dito 
Père Munyoç ha sallido hombre darmas e ha probado bien su cuerpo vos nol ne 
le lexades partir de vuestro servicio (17 demarzode 1374. R. 1389, f. 108 v.). 



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68 ANDRÉS GIMÉNEZ SOLER 



GARCIA FEREZ DE MORA 



En 13 1 5 era alcaide en Bugia y recaudaba el tributo que cobraba 
el rey de Aragon; sobre este ùltimo punto se suscité competencia 
entre el consul catalan y él, pero las autoridades militares se pusieron 
de parte de Mora \ 



MATEO GOMAZ 

Jaime II recomendô â este y a los que con él iban à Berberia à 
Berenguer Segui *. 

MOSSEN GUERAU DE Q.UERALT 

Es el primero que intenté pasar al Âfrica con una companîa 
fuerte de mil lanzas y mil pillarts y preguntô a Juan I i que rey 
de los de Africa queria que defendiese y à cual séria su gusto que 
combatiera. Juan I, amigo de todos, lo dejô en libertad ; pidiô 
permiso para armar galeras y le fué negado; solicité autorizaciôn 
para embarcarse en Barcelona y se la diô, pero dando rehenes que 
aseguraran los habitantes contra las fechorias de aquellos caba- 
lleros 5. 



1. el... alfaqui respos que lalcayt en Garcia Pères de Mora era gabayllat... e 
el dit en Garcia respos que be auia .VIII. anys que negu conçol non ania acos- 
tumat dépendre... [C. rs.J. 

2. Al amat en Berenguer Segui. Com en Mateu Gomar sotsmes nostre sen 
vaia de présent a les parts de Barberia. E nos per esguardament dalcuns con- 
seillers domestichs e familiars nostres qui per lo dit Matheu han pregat nos tin- 
gam per tenguts de ajudar al dit Matheu en totes coses. Per ço vos affeauosa- 
ment pregara que vos per honor nostra reebats lo dit Matheu e aquells qui ab 
ell iran en son e tingats en guarda e comanda vostra e donats tota favor e 
ajuda en guisa quel dit Matheu els akres qui ab ell seran senten los nostres prechs 
a ells seran fructuoses. E en aço farets a nos plaher e grahir vos ho hem molt. 
Data Valencie X dies anats del mes de Janer del any de nostre senyorJM . CGC . XXIX 
{1330). [C. rs.]. 

3. Memoria sia â mosen Liquart de lo que a fer ab mossen lo Rey. 
Primerament que lo placia de donar licencia cum ane en servici del Rey de 

Vilamari o del Rey de Tramesen e aquell en que mossen el Rey haura mays 



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ESPANOLES EN AFRICA 69 



En 9 (le febrero de 1446 era alcaide de los vasallos de 
Alfonso V al servicio de Tiinez; fray Juan Gallicant, cuando 
fué a este pais a recoger los cautivos cristianos le fué recomen- 
dado '. 

Andrés Giménez Soler. 



de plaer e que si mossen el Rey vol trumetre neguna gent en ajuda de nengun 
dequcs II revs que mossen Guerau ira volenters ab mil lanças e mil que ades 
ha alla per fer lo dit viatge e el nom del dit mossen lo Rey o per la manera 
que a luy plaura. (^ar mas vol lo dit mossen Guerau hauer menys de profeyt 
ab aquell rey en que mossen lo Rey haura plaser que si auia mes ab autri e 
que si Deus dona lo profeyt al dit mossen Gueraut el pensa que servir lan que 
dcservir ab lo dit Rey que si mossen el Rey ha menester que mosen lo duch 
son frare deu far en Secilia que él lo servira ab tota la gent que haura menada 
de part délia. Mas an senes argent am que mossen lo Rey le prometa de pagar a 
jom cert. 

Al senyor Rey plau que mossen Guerau vaia si anar voira a servir daqueli 
Rey dels desusdits ques vuUa e lo dit senyor no elegeix .1. ni altre car tots son 
SOS amichs e per ço no vol que en nom seu se faça res. La proferta que li 
fa li graex pero car toca son frare lo duch deu tractar ab ell si en cor lo ha de 
serx'ir axi com dit es. 

Item que placia a mosen el Rey de donar licencia al dit mossen Gueralt que 
pusca armar VI o VII galeas e mètre los capitans que a lui semblara car asy 
niedis se servira de las galeas com de les gents darmas com dit es. 

Per tal com lo senyor Rey ha délibérât per certs afFers seus de fer armar X 
galees en lestiu vinent e hi ha ordonat ja çert capita respon que M dita licencia 
no poria dar axi com faera sino per la rahoa dessus dita. 

Item que placia al dit mossen el Rey que lo dit mossen Gueraut e ses gents 
se puscan erabarcar en Barchinona car profeyt sera de la ciutat que hauran a 
vendre los rosins e ço que portan. 

Plau al senyor Rey donants bones bastants rehenes en poder seu e vinents i 
sa ordinacio (Reg. 1954, f. 10 v.). 

I . Rex Aragonum etc. Dévote nobisque dilecte, vestra littera hauemu receputa 
a la qualî vi respondemu que nuy di présent! mandamu a lu principe Re di 
Tunici lu religiosu et dilectu nostru fratri Johanni Gallicant portaturi de la 
présent! secundum li recordu de la littera vostra. Et per tantu vi pregamu ve 
vogliamu ad operari cum li duau Re incontinent! ne voglia mandari tucti li 
captivi xpiani vi sunu riraasi in suo potiri. Et in casu hi la sua intencioni non 
fusi quista ne voi vogliati aduisari prestamenti cornu di vuy confidamu.Data in 
civitate Neapolis die VIIII febroari VIIII indiccionis anno M.CCCC.XXXXVI. 
Rex Alfonsus (R. 2855, f. 190 v.). 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE 

A MADRID 

SOUS FERDINAND VI 

(1748-1756) 



Le consul général Partyet. 

Au commencement de Tannée 1748, Louis-Guy Guérapin de 
Vauréal, évêque de Rennes et ambassadeur de France en 
Espagne, était au plus mal avec M. des Varennes, consul général 
à Madrid. Comme les affaires en souffraient, le ministre de la 
marine, M. de Maurepas, transféra M. des Varennes à Cadix, et 
nomma consul général le consul de Cadix, M. Partyet *. 

Le nomeau consul général était un fonctionnaire de carrière, 
habitant l'Espagne depuis de longues années, homme de talent 
et d'expérience, et ce qui n'a jamais rien gâté, homme d'esprit. 

Son père avait été, dès l'année 1709, mêlé aux affaires com- 
merciales de France en Espagne*, et avait pris, en 1716, posses- 
sion du consulat de Cadix'. Chargé en 172 1 de l'intérim du 



X. Morel-Fatio et Léonardon. Recueil des instructions aux ambassadeurs. 
Espagne, t. XII bis, p. 187. M. des Varennes avait été congédié une première 
fois « pour des noirceurs et des perfidies indignes ». On lui pardonna parce 
qu'il avait des intelligences au palais par son beau frère Arnaud, un des trois 
valets de chambre favoris de Philippe V, mais ses procédés finirent par néces- 
siter son éloignement. Les papiers de Partyet permettent d'affirmer, ce que 
MM. Morel-Fatio et Léonardon présentent comme une conjecture, qu'il fut, au 
départ de Madrid, nommé consul à Cadix. 

2. Morel-Fatio et Léonardon. Instructions y t. XII, p. 335. 

3. Archives nationales. — Fonds de la marine. B7 368. — Lettre de Partyet, 
10 mars 1749. 



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I 



UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 7I 

consulat, Partyet était devenu peu après consul titulaire, et 
s'était fait attacher en 1734, au corps de la marine comme com- 
missaire ordinaire ' . Son intelligence et son activité lui avaient 
concilié la bienveillance du cardinal de Fleury, de MM. de Chau- 
velin et de Puyzieulx ; il n'y avait presque point eu d'ambassa- 
deurs du roi dont il ne se fût fait un protecteur, et s'il en avait 
été autrement pour quelques-uns, « les personnes qui en avaient 
bien voulu examiner les causes avaient eu sujet de l'attribuer 
bien plus à la circonstance des temps et à d'autres motifs qui lui 
étaient étrangers qu'à sa conduite particulière* ». 

Nommé à son nouveau poste dès les premiers mois de 1748, 
il fut retenu par de nombreuses affaires à Cadix et n'arriva à 
Madrid que le 18 juillet. Malgré la fatigue d'un voyage de 
150 lieues dans cette saison torride, il s'empressa d'aller rendre 
ses devoirs à l'ambassadeur de France et de se mettre en rapport 
avec tous les personnages qui pouvaient l'aider à défendre les 
intérêts français. M. de Rennes le présenta au roi, à k reine et à 
Madame ' « qui n'était point aussi grosse qu'il l'avait entendu 
dire, n'ayant qu'un embonpoint raisonnable ». MM. de Carvajal 
et de la Ensenada, principaux ministres, lui marquèrent beaucoup 
de bonté, M. de la Ensenada parla même de l'inviter à dîner ^ ; 
mais il éprouva plus de difficultés pour faire connaissance avec 
les commis des ministères; l'ambassadeur l'accompagna par deux 
fois à leurs bureaux sans les rencontrer 5 ; par crainte de fatiguer 
l'ambassadeur, il profita de ses relations particulières pour se 
faire présenter au sieur Bamfi, premier commis pour les Indes 



1. Ibid. B7 368. 12 mai 1749. 

2. Arch. nat. B7 368. 30 juin 1749. 

3. Madame aînée, fille de Louis XV, mariée le 25 octobre 1739 à Tinfant 
D. Felipe, fils de Philippe V et d*Élisabeth Farnèse. 

4. Arch. nat. B7 363. 24 juillet 1748. 

5. 87 363. 31 juillet 1748. 



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72 G. DESDEVISES DU DEZERT 

« qui faisait les vice-rois et les gouverneurs des Indes et joignait 
à beaucoup de crédit une très grande capacité ' ». 

Malgré sa longue pratique de la vie administrative, Partyet ne 
tarda pas à connaître combien sa nouvelle charge était lourde et 
difficile à remplir. Il s'en ouvrit franchement au ministre et lui 
donna à ce sujet les plus curieux détails. Le consul général ou 
agent général, ou chargé d'affaires de France avait eu jadis rang à la 
Cour, mais M. del Campillo ' avait cessé d'inviter les consuls géné- 
raux, et depuis cette époque ils n'avaient plus, pour ainsi dire, 
de caractère officiel. M. de Carvajal venait de donner un dîner 
et le consul général de France n'y avait pas été prié. Il ne jouis- 
sait même pas des privilèges reconnus par les traités aux consuls 
ordinaires, il n'avait pas entrée chez les ministres, il devait faire 
antichambre à leur porte sans oser se faire annoncer, il ne leur 
parlait « qu'à la volée » et d'autre part, quand l'ambassadeur de 
France avait affaire à des administrateurs subalternes, la supério- 
rité de son rang ne lui permettait pas de leur adresser des sup- 
pliques, ni de leur demander des faveurs ' : « Je regrette, 
ajoutait Partyet, pour le bien du service, de n'être pas à portée, 
par des lettres de créance de ministre de second ordre, d'aller 
solliciter directement le ministre et d'être autorisé à le faire. Je 
crois que les affaires y gagneraient beaucoup que j'eusse ces faci- 
lités. Je serais de plus en droit de suivre la Cour dans ses voyages, 
et c'est un temps pendant lequel on a plus de facilité de traiter 
avec les ministres. Mais si je m'en mettais sans cette autorisation, 
surtout dans les circonstances, j'y serais regardé comme un 
homme curieux et importun et cela ne servirait qu'à me compro- 
mettre, sans rien avancer à l'égard des affaires •*. » 



1. B7 363. 2 sept. 1748. 

2. D. José del Campillo, secrétaire d'État des finances et gouverneur du 
Conseil des finances (février 1741-avril 1743). 

3. B7363.25 sept. 1748. 

4. B7 363. II nov. 1748. — Dépêche chiflf^rée. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 73 

Au même moment qu'il constatait les difficultés de sa situation, 
il se plaignait aussi de la modicité de ses ressources. Il avait été 
retenu six mois à Cadix par la présence de l'escadre de M. de 
Bompar, il n'avait point touché pendant ce temps les appointe- 
ments de sa place à Madrid, et la caisse de la marine ne pouvait 
rien lui donner, il était réduit à demander une gratification au 
contrôleur général. Mais sachant combien le contrôleur général 
serait difficile à persuader, il lui donnait l'idée d'une combinai- 
son qui devait être tout à la fois à son avantage et au profit du 
trésor. Le contrôleur l'avait chargé de payer 40.000 livres à deux 
personnes ; il avait donné à l'une 26.000 livres et avait déterminé 
l'autre à ne rien réclamer; il avait donc épargné au roi 14.000 
livres, et rien ne devait être plus aisé que de lui attribuer une 
partie de l'argent regagné par ses soins * . 

Nous ne savons s'il obtint gain de cause auprès du contrôleur 
général, mais sa situation politique ne tarda pas à s'améliorer. 
Le 30 décembre 1748, le roi lui accorda le titre et les appointe- 
ments de commissaire général de la marine ^. Lorsque M. de 
Rennes fut rappelé, au commencement de 1749, Partyet fut dési- 
gné pour faire l'intérim de l'ambassade S et profita très habile- 
ment de ses relations avec les ministres d'Espagne pour leur 
vanter « les bonnes façons, la probité et l'égalité d'humeur de 
M. de Vaulgrenant, ainsi que le zèle qu'il aurait pour la plus 
grande union des deux couronnes... Un ministre comme était 
M. de Carvajal, qui réunissait toutes ces qualités, devait être bien 
aise de les trouver dans un ambassadeur, qui était destiné pour 
résider à sa Cour * ». 

Les instructions de M. de Vaulgrenant témoignent du bon 
renom que Partyet avait su conquérir en quelques mois : « Le 



1. B7 363. II sept., 16 sept., 25 sept. 1748. 

2. B7 363. 3odéc. 1748. 

3. Morel-Fatio et Léonardon. Instructions, t. XII bis, p. 252. 

4. B7 368. 7 avril 1749. 



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74 G. DESDEVISES DU DEZERT 

comte de Vaulgrenant ne se mêlera des discussions qui s'élève- 
ront sur la matière du commerce que dans des cas importants et 
privilégiés... il se bornera, dans le cours ordinaire, à appuyer de 
son crédit et de sa protection le sieur Partyet, qui est spéciale- 
ment chaigé de toutes les affaires de marchands. Et pour donner 
plus de poids aux représentations de ce consul, il sera nécessaire 
que l'ambassadeur du roi lui marque de la considération et de la 
confiance. L'argent et les présents, qui se mêlent en Espagne des 
détails concernant le commerce, ont constamment été les moyens 
les plus efficaces d'aplanir les difficultés qu'on est en possession 
d'y susciter, sous le plus léger prétexte, aux négociants étrangers. 
C'est à cet expédient que les Anglais ont toujours eu recours 
avec succès. Le sieur Partyet aura sans doute ordre du ministre et 
secrétaire d'État au département de la marine d'employer le même 
moyen *. » 

Quelques années plus tard, en 1752, au retour d'un voyage à 
Paris, Partyet obtint le droit de suivre auprès des ministres les 
affaires de sa compétence, et Louis XV daigna même le charger 
de complimenter de sa part le roi et la reine d'Espagne *. 

Il semble bien que Partyet ait dû à son mérite personnel l'excel- 
lente situation qu'il finit par avoir à la cour d'Espagne, et qui fiit la 
juste récompense de son habileté efde sa prudence consommée. 

C'était un homme discret et courtois, qui sentait tout le prix 
de la bonne éducation : « Beaucoup de prévenance, de politesse 
et d'attention, disait-il, de la part des chefe sont des moyens 
beaucoup plus efficaces pour maintenir l'ordre et la discipline 
que la rigueur, qui révolte partout le négociant, lequel prétend 
être indépendant, mais principalement dans le pays étranger, où 
il compte faire un commerce extrêmement utile à l'État K » 

Connaissant à merveille les longueurs et les incertitudes de la 



1. Morel-Fatio et Léonardon. Instructions , t. XII bis, p. 299. 

2. B7 378. i^août 1752. 
5. B7 369. 15 sept. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 75 

justice, il engageait toujours les parties « à se désister de toutes 
poursuites judiciaires et à nommer des arbitres pour décider sur 
tous leurs griefs, sans se manger réciproquement en frais de pro- 
cédure et déshonorer le nom français devant les tribunaux 
étrangers ' ». 

S'il voyait quelque intrigant essayer de capter la confiance du 
ministre, il l'avertissait aussitôt et le mettait en garde contre le 
malandrin. « J'aurai l'honneur de vous dire qu'un ministre tel 
que vous, Monseigneur, est compromis de se trouver en relations 
avec un homme qui est méprisé de tous ceux qui ont quelque 
connaissance de l'intérieur de ses aflfaires, des manœuvres qu'il a 
faites à Cadix et de la conduite qu'il a tenue depuis. On prétend 
que dans un voyage qu'il a fait l'année passée en France, il a 
tenté d'y débaucher des ouvriers et qu'il eût été arrêté à Bor- 
deaux s'il n'avait changé de nom et décampé bien vite. Pour 
toutes ces raisons, je supprimerai et brûlerai votre dépêche à cet 
homme, si V. E. l'approuve \ » 

Quand le ministre l'engageait à son tour à se méfier d'un cer- 
tain Gignoni, ministre prussien, qui voudrait le faire parler, 
Partyet répondait : « Ni avec lui, ni avec tout autre que ce fût, 
je n'aurai jamais aucune intimité, ni aucune ouverture sur ce qui 
r^arde le détail et les intérêts de notre commerce, nos privilèges, 
ni aucune des autres affaires qui peuvent être relatives au service 
du roi. Quand il lui est arrivé de parler quelquefois sur l'impor- 
tance de nos intérêts en ce pays-ci à l'égard du commerce, j'ai 
insinué que la façon dont l'étranger y était traité et les opérations 
des ministres à l'égard des derniers fonds arrivés au Ferrol dégoû- 
tèrent extrêmement tous ceux qui y avaient part, et que bien loin 
d'y attirer de nouveaux négociants, elles en éloignaient les 
anciens ^ » 



1. B7 363. 7 oct. 1748. 

2. B7 363. 26 août 1748. 

3. B7 372. 30 mars 1750. 



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76 G. DESDEVISES DU DEZERT 

Les relations de Partyet avec les ambassadeurs de France furent 
en général correctes et courtoises ; seul Tévêque de Rennes se 
montra grincheux envers lui^. Partyet trouvait cruel d'être 
exposé à ses orages et croyait impossible de les prévenir et de les 
éviter. Il assurait d'ailleurs le ministre « qu'il travaillait avec 
l'ambassadeur, comme s'il en eût toujours été bien traité et qu'il 
n'eût été question entre eux d'aucun différend * ». Mais ses 
dépêches sont remplies de traits piquants sur l'avarice de M. de 
Rennes. L'évêque demandait le remboursement des menues con- 
tributions acquittées par lui '. Il avait conféré une sorte de mono- 
pole à l'avocat Robles, rapace et incapable, qui lui traduisait ses 
pièces diplomatiques en espagnol *. Il avait obtenu du roi l'entrée 
en franchise des provisions destinées à l'ambassade, et avait laissé 
ses domestiques se livrer à un véritable commerce de contrebande. 
On appelait l'ambassade de France « le bureau du tabac râpé ^ ». 
M. de Rennes avait excédé tout le monde de ses importunités ; 
M. de la Ensenada et le chef du bureau des Indes étaient outrés 
contre lui ; le corrégidor de Madrid voulait le savoir parti avant 
de rien lui accorder pour remboursement de ses taxes. 

Partyet n'eut, au contraire, qu'à se louer de M. de Vaulgre- 



1 . Cet ambassadeur était vraiment un personnage singulier. Rappelé dès le 
mois de novembre 1748, il n'était pas encore parti en mars 1749. M. de 
Puyzieulx devait le prévenir que ses appointements ne lui seraient plus payés 
à partir du i*»" février. Nommé grand d'Espagne par le roi, il quitta Madrid sans 
avoir pris possession de sa grandesse. Il eut, à son retour en France, une 
vilaine atfaire avec ses gens auxquels il n'avait point versé l'argent que le roi 
leur avait alloué pour frais de voyage. — Morel-Fatio et Léonardon. Instruc- 
tions, t. XII bis, p. 252. 

2. B7 368. 22 janvier 1749. 

3. B7 368. 10 février 1749. — Il demandait à profiter, non comme ambas- 
sadeur, mais comme prêtre, de la refacciôn ecîesidstka, remboursement accordé 
aux clercs des droits de millones payés par eux sur le vin, le vinaigre et l'huile. 
M. de Rennes demandait 90.000 réaux et unit par en obtenir 38.000. 

4. B7 386. 19 mars 1753. 

5. B7 368. 10 février 1749 et 31 mars 1749. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 77 

nant (1749-1752) et fit rintérim, avec l'abbé de Frischman, 
entre le comte de Vaulgrenant et le duc de Duras \ Les ins- 
tructions du duc de Duras montrent que Partyet avait la con- 
fiance du nouveau ministre des affaires étrangères, M. de Saint- 
Contest, comme il avait eu celle de M. de Puyzieulx *. Les ins- 
tructions de M. d'Aubeterre en 1757 1^' sont aussi favorables ^ 
Il était resté chargé des affaires de la marine et du commerce 
entre le départ du duc de Duras (4 octobre 175 5) et l'arrivée du 
marquis d'Aubeterre (avril 1757) et avait eu à résoudre en 1756 
la question délicate des présents d'usage aux membres des diffé- 
rents conseils et aux employés des bureaux. M. de Duras en fei- 
sait de très considérables. « En l'absence de l'ambassadeur, Par- 
tyet s'arrêta à un parti mitoyen qui fut de faire des présents de 
chocolat d'Espagne, de vin, d'huile et de confitures de France, 
en faisant entendre à ces messieurs que les deux nations, devant 
être entièrement unies, il était convenable d'unir les fruits des 
deux pays dans les étrennes qu'on leur présentait. » Ces cadeaux 
furent fort bien reçus, mais la dépense ayant monté à 
6.485 livres 10 sols ^ le ministre la trouva exagérée et ordonna 
à Partyet de ne rien prendre sur lui de semblable à l'avenir. Par- 
tyet répondit très correctement qu'il était fort à souhaiter, dans 
l'intérêt français, que le nouvel ambassadeur arrivât le plus tôt 
possible, et qu'il lui paraissait dangereux de prendre un parti 
absolu et exclusif en pareille matière K Le ministre dut com- 
prendre lui-même la justesse de l'observation, car les instruaions 
de M. d'Aubeterre, tout en blâmant ces sortes de libéralités, 
laissent à l'ambassadeur toute liberté « d'exciter le zèle de ceux . 
dont on pouvait attendre quelque service par des présents qui 



î. Morel-Fatio et Léonardon. Instructions, t. XII bis, p. 279. 

2. Ibid., t. XII bis, p. 318. 

3. Ibid., t. XII bis, p. 334. 

4. B7 399. 21 juillet 1756. 

5. B7 399. 27 septembre 1756. 



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78 G. DESDEVISES DU DEZERT 

ne font point rougir la vertu » *. C'était tout justement ce qu'avait 
fait Partyet. 

Nouvelles de la Cour* 

La correspondance du consul général roule surtout sur des 
matières de commerce et d'intérêt, mais comme il a plus d'une 
fois rempli les fonctions d'un ambassadeur, comme il vivait en 
relations constantes avec les ministres et les hauts fonctionnaires 
de l'État, il lui est arrivé souvent de donner au ministre de 
la marine de France des détails intéressants sur la vie de Cour ; 
vie bien monotone et bien vaine, et dont il était, par là-même, 
plus délicat de déterminer la physionomie. Nous avons sur 
Ferdinand VI et sa femme, la reine Barbara de Portugal, un 
récent et très bon livre espagnol % mais ce livre s'arrête à l'avène- 
ment de Ferdinand VI et n'ôte rien de leur intérêt aux notes 
du consul général de France. Partyet voit bien ce qui se passe, 
le raconte sans parti pris et parfois avec agrément. 

Le roi est très espagnol, veut vivre en paix et faire des écono- 
mies. Sitôt qu'il l'a pu, il s'est retiré de la guerre et se promet 
bien ne plus s'y laisser engager. 

Sa lésine est fort grande. Pendant les premières années de 
son règne, les fonctionnaires sont en demi-solde ^ Il a institué 
une administration pour le règlement des dettes de son père, et 
Ton n'en obtient jamais rien. Il y renvoie le chargé d'affaires de 
Modène, qui réclame l'arriéré des pensions dues à son maître ; 
il y renvoie Madame, sa belle-sœur, mariée à l'infant D. Felipe ; 
mais la princesse, mandée en Italie, déclare qu'elle ne quittera 
pas Madrid sans avoir payé ses dettes et obtient 50.000 piastres. 



1 . Morel-Fatio et Léonardon. InstructionSy p. 329, 

2. Fernando VI yDona Barbara de Bragan^a, por Alfonso Danvila. Madrid, 
Jaime Ratés Martin. 1905, in-12. 

3. B7 363. 25 décembre 1748. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 79 

Il lui reste lo.oooréaux quand elle a tout réglé \ Ferdinand VI 
décide, le 2 décembre 1748, que le cardinal-infant, son frère, 
« devra payer sa bouche .sur son apanage et ses bénéfices » *. 
En 1756, il ordonne la remise annuelle de 260.000 écus.de ve- 
llon (650.000 livres) au payeur des juros oour donner des 
à-comptes aux créanciers les plus pauvres de l'État ; on ne paiera 
pas de sommes supérieures à 15.000 réaux'. Dans les deux 
dernières années de son règne, Ferdinand VI ne paie plus rien *. 

L'avarice du roi n'a d'égale que sa dévotion. Il défend les 
comédies où l'on parle de Dieu et des saints ^ il fait grands 
d'Espagne les généraux de la Merci et des Capucins, qui, après 
lui avoir baisé la main, ramènent leurs capuchons sur leurs 
têtes *. Mais il n'aime pas les indiscrets qui se mêlent de criti- 
quer son gouvernement ; un ancien garde du corps devenu 
moine prêche devant lui un sermon imprudent et il l'exile '. 

La reine n'est pas moins dévote que le roi. Le jour de l'An- 
nonciation, elle fait dîner neuf femmes pauvres et les sert elle- 
même pendant le repas *. 

La charité royale s'exerce parfois d'une façon moins puérile. 

A la prière d'un simple curé de village, le roi accorde aux 
paysans le droit de tuer les bêtes fauves qui s'échappent des 
réserves et vont ravager les héritages. Partyet déclare que le 
curé a parlé comme un saint Ambroise et que le roi l'a écouté 
comme un Théodose '. 



j. B7 363. 20 novembre 1748, 2 décembre 1748 et 9 décembre 1748. 

2. B7 363. 2 décembre 1748. 

3. B7 399. ler novembre 1756. 

4. Durante la larga enfermedad de Fernando el VI, se suspendio todo pago. 
(Compomanes. Cartas politico-economicas^ p. 12). 

5. 87 363. 28 octobre 1748. 

6. B7 368. 5 mars 1749. 

7. B7 368. 26 mars 1749. 

8. Id. ibid. 

9. B7 363. 28 oaobre 1748. 



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8o G. DESDEVISES DU DEZERT 

La reine entreprend de fonder une maison d'éducation pour 
les filles nobles et fait venir à cet effet d'Annecy trois religieuses 
de la Visitation et une novice. Elle les loge sur le Prado, dans 
une niaison vide, appartenant au marquis de Brancacio et 
rachète aux moines de TEscorial 5.000 ducats de rente en juros 
pour en doter le nouvel institut. Le roi lui attribue de son côté 
20.000 livres de revenu. Le splendide couvent des Salesas 
Reaies s'élève sur le Prado de Recoletos. Trois ans après leur 
établissement à Madrid, les religieuses visitandines ont douze 
pensionnaires '. 

Après le roi et la reine, la personne la plus en vue de la cour 
d'Espagne est la fille de Louis XV, Madame, mariée à l'infant 
D. Felipe, que les traités d'Aix-la-Chapelle ont fait duc de 
Parme. Madame ne paraît pas avoir trouvé à la cour de Ferdi- 
nand VI les mêmes affectueux égards qu'à celle de Philippe V. 
Partyet constate qu'au baptême de l'infante de Parme, fille de 
Madame, l'ambassadeur de France a été relégué dans une tri- 
bune, quoiqu'il s'agît d'une petite-fille du roi ^ Au mois 
d'octobre 1748, Madame partit pour San Ildefonso, afin de 
prendre congé de la reine-mère ; on ne voulut pas dire à la Cour 
si la princesse reviendrait à Madrid, ou si elle partirait directe- 
tement pour Versailles et pour l'Italie ; on voulait éviter les 
regrets que n'eût pas manqué de manifester le peuple de 
Madrid et les démonstrations qu'il en eût données si la nouvelle 
avait eu le temps de se répandre '. Madame partit le 26 
novembre, très regrettée des peuples et de tous les honnêtes 
gens de la Cour. Elle donna à toutes ses dames des tabatières d'or 
avec son portrait, ou d'autres présents, partagea sa garde-robe et 
ses meubles personnels entre ses femmes et ses officiers, ou 
quelques gens peu aisés qu'elle connaissait. Le roi et la reine lui 



1. B7 368. 10 mars 1749. B7 369. 7 juillet 1749. B7 382. 23 octobre 17^2. 

2. B7 363. 16 septembre 1748. 

3. Ibid., 9 octobre 1748. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 8l 

firent présent de quelques bijoux '. On avait raconté qu'à son 
départ le roi lui avait donné 60.000 piastres et 4.000 à la prin- 
cesse sa fille *, mais ce bruit se trouva inexact '. 

La cour d'Espagne offrait les plus curieux contrastes. Partyet 
nous présente la duchesse de Berwick, très contente de la récep- 
tion qui lui avait été faite en France « ce qui n'est pas peu pour 
une Espagnole » ^ ! le fils aine de la marquise de Santa Cruz, 
colonel d'infanterie, qui se retira de la Cour pour se faire moine \ 
le duc de Huescar, qui rapporta au roi trois pendules de Paris et 
à la reine un œillet de diamants et de pierres de couleurs ^, le 
comte de Montijo, auquel ses ambassades coûtèrent 2 millions 
et demi, et qui les paya ?. 

A côté des grands seigneurs fastueux, les chevaliers d'indus- 
trie. Un vol de i.ooo pistoles d'or fut commis dans le quartier 
des Gardes du Corps, au préjudice du duc de Huescar : le roi 
déclara qu'à l'avenir les gardes seraient solidairement respon- 
sables des vols qui se commettraient au quartier. Si le voleur 
n'était pas découvert, on devait décimer la compagnie et envoyer 
un garde sur dix aux presidios et un valet sur cinq aux mines *. 
Une ordonnance aussi draconienne en dit long sur le désordre 
qui devait régner au quartier des Gardes. 

En dépit de leur dévotion et de leurs idées d'économie, Ferdi- 
nand VI et Dona Barbara adoraient l'opéra italien et à aucune 
époque du xvni' siècle, la cour d'Espagne ne présenta un 
aspect aussi galant que sous le règne de ces époux mélo- 
manes. Le fameux chanteur Farinelli était une puissance, que le 



1. B7 363. 20 novembre 1748. 

2. B7 363. 2 décembre 1748. 

3. Ibid., 9 décembre. 

4. Ibid., 31 juillet. 

5. Ibid., 2 décembre. 

6. B7 368. 12 mai 1749. 

7. B7 387. s novembre 1753. 

8. B7 368. 1$ janvier 1749, 

REVUE HISPANIQUE. XVI. 



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82 G. DESDEVISES DU DEZERT 

ministre des Affaires étrangères de France recommandait à toute 
l'attention de nos ambassadeurs. Alors même que l'on ne trou- 
vait point d'argent pour les services publics, rien ne coûtait pour 
donner aux représentations du Retiro tout l'éclat dont ces solen- 
nités étaient susceptibles. On faisait venir d'Italie des chanteurs 
et des chanteuses '. Chaque anniversaire royal était fêté par une 
représentation de gala. Le 23 septembre 1748, on donna La 
Conquête de la toison ior. La salle était si magnifiquement illumi- 
née de lustres et de flambeaux que la scène en paraissait presque 
sombre ; le décor représentait un palais splendide ; la loge du 
roi, tendue de velours cramoisi, galonné d'or, changea de décora- 
tion pendant l'opéra et se trouva ornée de peintures de Miconi 
représentant les quatre saisons *. Farinelli reçut le portrait du 
roi, garni de 20 à 25.000 francs de diamants. LL. MM. firent 
aussi de beaux présents à la prima donna ^ Le public s'était 
pressé en si grande foule à la représentation que l'aumônier de 
Madame avait été blessé à la tète par un soldat et qu'une autre 
personne avait reçu un coup de baïonnette. A la seconde repré- 
sentation, M. de la Ensenada vint lui-même surveiller les entrées, 
et prit grand soin de faire placer les personnes de distinction et 
surtout les dames. Le succès des Italiens avait été si grand, qu'il 
ne put y avoir opéra le dimanche suivant, une actrice, appelée la 
Peluquera, étant tombée malade de jalousie, à cause des présents 
faits aux nouveaux venus par le roi et la reine -♦. 

Le 8 janvier 1749 l'opéra iHArtaxerxis obtint encore un plein 
succès au Retiro 5. 

On donnait aussi parfois des fêtes de plein air. Le 30 mai 1754, 
dernier jour de la fête du roi, les jardins d'Aranjuez furent illu- 



1. B7 363. 2 septembre 1748. 

2. B7 363. 25 septembre 1748. 

3. Ibid., 2 octobre 1748. 

4. B7 363. 9 octobre 1748. 

5. B7 368. 8 janvier 1749. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 83 

minés ; il y eut feu d'artifice avec plusieurs décharges de Tartille- 
rie de cinq bâtiments, qui avaient été construits sur les bords du 
Tage et naviguaient jusque sous les fenêtres du palais ; on parlait 
de canaliser le fleuve jusqu'à Tolède pour le passage de la flot- 
tille royale *. 

Le 23 décembre 1754, Partyet assista à une fête plus sérieuse, 
une séance solennelle de l'Académie de San Fernando. 
D. Ricardo Wall, premier ministre, présidait l'assemblée, dans la 
grande salje du Collège des Jésuites. Les ambassadeurs, les grands, 
les ministres avaient tenu à honneur de s'y rendre. La cérémo- 
nie commença par un grand concert ; le vice-protecteur prononça 
l'éloge des ministres, on écouta des poésies latines et espagnoles 
à la louange du roi, de la reine et des académiciens, on distri- 
bua aux lauréats des différents concours neuf médailles d'or et 
neuf médailles d'argent ; un grand refresco d'eaux glacées, de 
chocolat et de confitures termina la fête \ 

Le TREMBLEMENT DE TERRE DE LiSBONNE. 

Partyet était encore à Madrid lors du tremblement de terre de 
Lisbonne et sa correspondance donne, au jour le jour, tous les 
détails que l'on apprenait sur la catastrophe. 

Le I*' novembre 1755, à dix heures vingt du matin, un léger 
tremblement de terre avait été ressenti à Madrid, c'était comme 
un trémoussement, suivi de quatre balancements assez lents du 
nord au sud. Les prêtres qui disaient la messe à l'église de 
Buen Suceso avaient quitté l'autel, deux enfants avaient été tués 
sur la Puerta del Sol par la chute d'une croix de pierre. Le 
2 novembre, le roi et la reine, revenus la veille de l'Escurial, 
avaient passé la matinée sous une tente et n'étaient rentrés qu'à 
onze heures au palais. 



1. B7390. 3 juin 1754. 

2. By 391. 23 décembre 1754. 



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G. DESDEVISES DU DEZERT 



L'Andalousie avait été beaucoup plus éprouvée que la Cas- 
le ; il y avait eu huit personnes tuées à Séville, la cathédrale 
lit ébranlée, la Giralda fendue. A Cadix la mer avait englouti 
ixante-dix personnes, rompu l'isthme sur une longueur de 
As quarts de lieue et failli submerger la ville *. 
Quanj au désastre de Lisbonne, il avait pris de telles propor- 
ns queia cour de Portugal était restée près de vingt-quatre 
ares sans officiers, et presque sans vivres ; elle vivait dans des 
•aquements et couchait dans des carrosses. Le comte de Pere- 
a, ambassadeur d'Espagne, avait été tué en sortant de chez 
; le comte de Baschy, ambassadeur de France, avait sauvé le 
du comte de Perelada et s'était réfugié avec sa famille dans 
e quinta qu'il avait à la campagne. La crue du Tage s'était fait 
itir jusqu'à Tolède^ où le fleuve était monté de quatre d^rés 
échelle. 

rerdinand VI se montra en cette circonstance généreux et 
gnifique. Il expédia aux intendants des provinces frontières 
dre de fournir à toutes les demandes de S. M. Très Fidèle en 
ent, grains et autres secours; il envoya 4.000 pistoles d'or à 
nbassade d'Espagne à Lisbonne et créa le jeune comte de Père- 
a gentilhomme de la Chambre avec 500 pistoles de pension. 
Quelques jours plus tard Partyet donne des détails plus cir- 
istanciés sur le désastre. Avec six bataillons d'infanterie et 
itre régiments de cavalerie qui se trouvaient à Lisbonne, on 
pu trouver ni un homme ni un officier pour éteindre l'incen- 
après le tremblement de terre. Le courrier avait vu des voleurs 
)oignarder dans les rues ; les négociants anglais avaient tout 
du ; la banque espagnole de Lisbonne avait perdu un million de 
îtres ; le ministre de Naples avait mis deux jours pour fran- 



Parmi les victimes du trembremenl de terre de Cadix se trouvait 
Elacine, petit-fils du poète, qui se rendait en calèche à la campagne quand 
ime fut rompu par la mer. Lettre du consul de Cadix, M. des Varennes. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 85 

chir les deux lieues qui séparaient sa quinta de Belem, tant le 
pays était bouleversé \ 

Les secousses continuèrent sans interruption jusqu'au ii 
novembre ; elles cessèrent pendant vingt-quatre heures pour 
recommencer encore; le lé novembre il y eut une très forte 
secousse^; il y en eut encore d'autres le 19 décembre, le 21 
décembre, et le jour de Noël. La Cour resta près d'un mois sous 
la tente. Les malheureux habitants, qui avaient commencé dès 
la fin de novembre à construire des baraquements, perdirent tout 
courage quand ils virent reprendre le fléau; il y eut encore des 
morts et des ruines ; de gros orages, des pluies diluviennes sur- 
vinrent, les eaux ne purent se frayer un passage à travers les 
décombres et un grand nombre de manœuvres périrent. La mai- 
son du comte de Bafios fut incendiée; le comte d'Aranda, ambas- 
sadeur extraordinaire d'Espagne, qui s'y était réfugié, eut les mains 
brûlées en cherchant à sauver ses papiers. A Setuval, la terre s'ou- 
vrit et vomit un torrent d'eau rouge et soufrée ^ 

Tandis que les membres de l'aristocratie portugaise qui n'avaient 
pas trop souffert faisaient assaut de générosité, tandis que le mar- 
quis de Valence nourrissait chaque jour 300 personnes, des moines 
fanatiques augmentaient la désolation en criant au miracle et en 
annonçant le jugement dernier. Quelques-uns ramassèrent assez 
d'aumônes pour rebâtir leurs couvents. L'autorité spirituelle finit 
par s'émouvoir et le Nonce excommunia ces forcenés -♦. 

Il y eut encore des menaces de tremblement de terre le ré et le 
30 janvier, le 8 et le 1 1 février, le 26 et le 27 avril ; peu \ peu le 
sol sembla se raffermir, et sous l'énergique impulsion de Pombal, 
le roi décida que la ville serait rebâtie sur son ancien emplacement, 
mais sur un plan nouveau 5. 



I B7 396. 5 novembre 1755. 

2. Ibid. 17 novembre 1755. 

3. B7 396. 17 novembre, 24 novembre, i«" décembre, 29 décembre 1755. 

4. B7 398. 5 janvier 1756. 

5. B7 404. 23 février 1757. 



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86 G. DESDEVISES DU DEZERT 

L'Espagne et la France avaient fait de grandes offres de secours, 
l'Angleterre offrit 270.000 cruzades en monnaie portugaise, 
140.000 en monnaie d'Espagne, 200.000 boisseaux de farine, 
200.000 boisseaux de blé, 6.000 barils de bœuf, 4.000 barils de 
beurre, 11.000 barils de riz, 1000 sacs de biscuit, toute sorte 
d'instruments ou d'outils pour les terrassements et le charjjentage, 
mais le roi de Portugal refusa les présents de l'Angleterre, comme 
il avait fait de ceux de la France et de l'Espagne, et permit seule- 
ment aux ambassadeurs étrangers de faire des charités indivi- 
duelles *. Il décida qu'il viendrait au secours des propriétaires 
nécessiteux, rebâtirait leurs maisons, et les leur louerait ensuite 
jusqu'à ce que les loyers eussent remboursé les frais de construc- 
tion '. Peu d'actes de l'administration de Pombal lui firent plus 
d'honneur que celui-là. 

Les Français en Espagne sous Ferdinand VL 

Ce n'est qu'à titre de curiosité, et au courant de sa correspon- 
dance d'affaires, que Partyet informait le ministre de toutes ces 
choses. Sa véritable tâche consistait à protéger en Espagne les 
intérêts de nos nationaux et à fomenter leurs entreprises com- 
merciales par tous les moyens en son pouvoir. 

On ne se ferait pas une juste idée des difficultés de sa mission 
si l'on ne connaissait bien la situation morale des Français en 
Espagne à cette époque et l'esprit qui animait le gouvernement 
de Ferdinand VI. 

Dès l'avènement de Ferdinand VI, D. Cenon de Somodevilla, 
marquis de la Ensenada, premier ministre d'Espagne, s'était mon- 
tré peu favorable à la France. Dans un mémoire sur l'état géné- 
ral de la monarchie, il représentait la France comme une puis- 



1. B7 398. 5 janvier 1756. 

2. B7 404. 23 février 1756. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 87 

sance redoutable, dont il fallait conserver l'amitié, mais qu'il était 
bon de tenir à distance, et avec laquelle il fallait éviter de s'enga- 
ger, aussi longtemps du moins que l'Espagne ne serait pas en 
mesure de traiter avec elle sur le pied de l'égalité. « Il est à 
craindre, disait-il, que les Français recommencent leurs ins- 
tances pour un traité de commerce, qui reste depuis des années 
dans l'indécision, parce que nous n'avons point consenti à 
toutes leurs demandes. En diverses occasions, les travaux ont 
paru toucher à leur fin, et on a même cru le traité conclu, mais 
sous un prétexte ou sous un autre, ils en ont retardé la conclu- 
sion, sans doute pour le rendre plus favorable à leurs intérêts. 
S'ils reviennent à la charge, il faudra persister dans la réponse 
qui leur a toujours été faite, et qui n'est pas ce qui est le moins 
contraire à leurs désirs, car tous les avantages stipulés sont réci- 
proques et le traité n'est conclu que pour une durée de quinze 
ans, pour le renouveler si nous nous en trouvons bien, pour 
le rompre s'il nous cause préjudice. » ' 

Ces avis, très justes d'ailleurs, furent très goûtés du nouveau 
roi, qui se promit de suivre pendant son règne une politique 
purement espagnole, et de garder une stricte neutralité entre la 
France et l'Angleterre, les deux puissances avec lesquelles l'Espagne 
avait les relations les plus fréquentes et les plus intimes. Mais 
comme les liens de famille existant entre les cours de France et 
d'Espagne obligeaient la France à des ménagements infinis, tandis 
que l'Angleterre, forte de sa puissance et de son isolement, agis- 
sait en pleine indépendance sur le cabinet de Madrid, la France se 
trouva bientôt en Espagne dans une situation moins favorable que 
l'Angleterre, et ce fut la puissance la moins scrupuleuse, la moins 
amie et la plus brutale qui obtint justement le plus d'égards et les 
plus grands avantages. 



I . A Rodriguez Villa. Don Cenon de Somodevilîa, marqués de la Ensenada. 
Madrid, 1878, in-S®, p. 40. 



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88 G. DESDEVISES DU DEZERT 

<f Le temps présent, disait Partyet, est bien différent de celui 
de l'autre règne, et ce qui s'est passé alors n'est pas une r^le 
pour les ministres d'à présent, surtout pour M. de Carvajal *. » 

Les Espagnols se plaignaient sans cesse de l'insolence des Fran- 
çais, et de leur peu de respect pour les lois du royaume. Peut- 
être y avait-il dans ces reproches quelque fond de vérité. Les 
immigrants français formaient naturellement une société assez 
mêlée où il y avait de l'excellent, du médiocre et du pire. Partyet 
paraît avoir bien connu les hommes auxquels il avait affaire et les 
avoir bien jugés. 

Il parle avec éloge d'un sieur « Chastelain, capitaine de vais- 
seau du roi d'Espagne, que le peu de justice qu'on lui a fait en 
ce pays, oblige à se retirer en France après trente ans de ser- 
vice, pendant lesquels il a tenu une conduite, qui a été égale- 
ment approuvée de ses supérieurs, du commerce et des officiers 
de cette marine. Celui qu'il a envoyé porter à Madrid la nou- 
velle de l'arrivée de son convoi a été fait lieutenant de vaisseau ; 
on lui a ensuite donné un gouvernement dans les Indes et peu 
après le grade de capitaine de vaisseau. On n'a rien donné à 
M. Chastelain, et il n'a rien demandé, mais, sans se répandre 
en plaintes inutiles, il a sollicité un congé d'un an, sous pré- 
texte d'aller rétablir sa santé en France. Comme c^est un homme 
zélé et entendu, qui connaît ce pays, et qui ne dira rien à V. E. 
que de vrai, j'ai conféré avec lui sur plusieurs articles à l'égard 
desquels on ne peut écrire et V. E. peut, ainsi que M. le mar- 
quis de Puyzieulx, donner une entière confiance à ce qu'il 
répondra aux questions qui pourront lui être faites » *. 

M. le chevalier Dubouchet, commissaire général de la marine 
espagnole, a soixante-quinze ans, sert l'Espagne depuis trente-cinq 
à quarante ans et inspecte les hôpitaux depuis dix-huit ans. «Trop 



1. B7 563. 28 octobre 1748. Dépêche chiffrée. 

2. B7 363. 18 septembre 1748. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 89 

honnête homme pour avoir fait fortune, » il a quatre garçons et 
quatre filles. Un de ses fils est déjà enseigne de frégate, le second 
a donné dans le commerce, les deux autres sont aussi bons sujets 
et ne demandent qu'à travailler '. 

La plupart des négociants français établis en Espagne sont des 
gens paisibles et soucieux avant tout de faire leurs affaires. Les 
mariages ne sont pas rares entre Français et Espagnoles. Un négo- 
ciant de Carthagène, ayant 40000 francs de bien en Provence et 
20.000 francs d'espérances, épouse, en 1750, la fille du greffier de 
Fayuntamiento, qui lui apporte 20.000 écus \ En 1753, sur vingt- 
deux marchands français établis à Murcie, huit sont mariés, cinq 
ont épousé des Espagnoles > 

Partyet prêche sans cesse aux Français la prudence et la sagesse, 
mais quand ils ont fait quelque folie, qui n'entache point l'hon- 
neur, il fait tous ses efforts pour les tirer du mauvais pas où ils se 
sont mis. Les négociants de Carthagène sont d'un naturel tracas- 
sier ; leur « singulière nation » met à chaque instant le conseil 
général dans l'embarras ; il n'en suit pas moins leurs affaires avec 
tout le zèle imaginable ^. Un sieur Prat, chargé d'affaires du con- 
sulat français d'Oran, se trouve engagé dans une affaire très 
pénible. Sa fille est séduite par un Espagnol, qui ne demande pas 
mieux que de l'épouser, mais le père français ne veut pas consen- 
tir à « cette sottise, » s'emporte et pousse l'égarement jusqu'à tirer 
l'épée devant les ofiîciers du port. Comme le juge d'église vient 
réclamer la jeune fille, suivant la loi espagnole, Prat se révolte et 
se réfugie avec sa fille à bord de la polacre Notre Dame de Grau \ 
du port d'Agde. Puis, sa colère passée, il envisage plus raisonna- 
blement les suites de son équipée et remet sa fille au juge ecclé- 



1. B7 363. 30 septembre 1748. 

2. B7 372. 20 avril 1750. 

3. B7386. 1753. 

4. B7 391 et 395. II janvier 1755. 

5. B7 386. 24 février 1753. 



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90 G. DESDEVISES DU DEZERT 

siastique. Dans une lettre, parfaite de ton et de sagesse, Partyet 
lui remontre tous les désagréments qui auraient pu suivre pour 
lui cette mauvaise affaire. Comme il ne s'agit point d'une affaire 
commerciale, la protection du consul général ne lui eût servi de 
rien, il exposait donc le pavillon sans utilité ; il s*est, de plus, 
montré si déraisonnable qu'il est bien probable que sa fille ne vou- 
dra point revenir auprès de lui ; il aura donc perdu son enfant et 
compromis son crédit et sa réputation ! Comme le commandant 
de la place d'Oran, s'était montré dans cette circonstance très bien 
disposé pour la France, le duc de Duras l'en remercie, au nom du 
roi, et le prie « de continuer à protéger les Français dans toutes 
leurs prétentions justes et raisonnables » *. 

Partyet donne lui-même l'exemple de la modération en refu- 
sant de s'entremettre pour un négociant compromis dans une 
affaire de contrebande et qui ne donne aucune preuve de son 
innocence % en demandant l'extradition d'un capitaine rochelois 
coupable de baraterie et de désertion '. 

Il veille surtout à contrarier l'émigration en Espagne des 
ouvriers et artisans français qui pourraient faire iaire à l'industrie 
espagnole des progrès dangereux pour la nôtre. Un drapier 
nommé Anselme, est venu en Espagne « par dépit de n'avoir pas 
obtenu une inspection qui lui avait été promise et à laquelle il 
avait droit ». Partyet le fait rapatrier et recommander au garde 
des sceaux ^ Un angevin, nommé Goezaux, paraît plein de 
talents pour la physique expérimentale, Partyet conclut à son 
rapatriement, et rappelle avec satisfaction qu'un certain Lecomte, 
rapatrié par lui, remplit les fonctions d'inspecteur des manufac- 
tures du Poitou >. 



1. B7 386. 10 mars 1753. 

2. B7 369. 22 décembre 1749. 

3. B7 391. 9 août 1754. 

4. B7 386. 16 avril 1753. 

5. B7 369. 21 octobre 1749. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 9I 

Il voit d'un très mauvais œil les artisans français qui sont venus, 
malgré lui, s'établir en Espagne : Berger directeur de la manufacture 
déglaces de San Ildefonso \ Fabre tireur d'or, Fabier chapelier *, 
Rulier fabricant ^ Il les signale au ministre de France et l'engage 
à surveiller ceux qui seraient tentés de les imiter. II pousse la 
rancune patriotique jusqu'à avertir M. de Carvajal, des délits 
qu'ils ont pu commettre en France. M. de Carvajal répond en 
homme pratique que « pourvu qu'ils lui soient utiles, le reste 
lui importe peu ♦ ». Partyet déplore de se trouver désarmé contre 
ces transfuges, fait rentrer en France les ouvriers congédiés des 
manufactures espagnoles, et les marins dégradés qui passent par 
l'Espagne, afin de les empêcher de s'établir dans le pays K 

Partyet, indulgent pour les frasques et les défauts de caractère, 
n'aime ni les vaniteux ni les médiocres et le dit très franchement. 

Le ministre lui ayant recommandé un certain Guevarre, il 
répond que ce personnage ne lui paraît pas mériter la faveur de 
son chef: «Plusieurs le regardent comme un homme peu sensé 
et une espèce de fou, d'autres un intrigant et un indiscret, qui 
veut se mêler de tout et n'y entend rien. Ce que j'en ai pu 
juger par moi-même, c'est qu'il est trop vif pour se mêler 
d'aucune affaire dans ce pays, qu'on y a peu d'opinion de sa 
capacité et de ses talents et qu'il est seul persuadé de son mérite, 
disant du bien de lui et parlant généralement mal de tout le 
monde *. » 

Les aventuriers ne trouvent aucune bienveillance auprès de 
Partyet ; l'idée qu'il se fait de l'honneur du pavillon le rend très 
dur aux chevaliers d'industrie. Il fait arrêter un escroc qui se fai- 



1. B7 363. 

2. B7 368. 28 avril 1749. 

3. B7 368. 30 juin 1749. 

4. B7 369. 4 août 1749. 

5. B7 369. 14 juaiet 1749- 

6. B7 368. 24 mars 1749. 



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G. DESDEVISES DU DEZERT 



lit appeler prince de Modène et avait fait de nombreuses dupes 
la Martinique ' . Il n'hésite pas à faire écrouer à la Carcel de 
^.orte un certain abbé de Vence, échappé d'une prison où sa 
imille l'avait fait renfermer, et qui avait commis plusieurs escro- 
ueries à Cadix à l'aide de lettres écrites en caractères hébraïques, 
u'il donnait pour des lettres chiffrées de M. de Saint-Florentin *. 
Certains de ces aventuriers ont parfois grande allure. En 1742, 
n prétendu comte Desneva arrive en Espagne avec une femme, 
ui ne manque pas d'esprit, et un théatin muni d'une barbe magni- 
que. La dame se dit parente de plusieurs princes allemands, le 
léatin a le don des miracles. Un tailleur, un négociant français 
e Madrid, le comte de Saceda, le marquis Scotti se laissent enjô- 
îr par ces nobles étrangers. Le ministre Campillo leur délivre des 
îttres de créance auprès de l'empereur de l'Abyssinie. Ils arment 
ne frégate de 20 canons et 180 hommes d'équipage. Ils font la 
ourse, capturent des vaisseaux anglais, et finissent par être pris 
ux-mêmes et ramenés à Lisbonne. Leur histoire est si roma- 
esque et si amusante que Partyet n'a pas le courage de se fâcher 
t ne les charge pas auprès du ministre 5. 

Les consuls de France en Espagne. 

Le consul général de France à Madrid avait sous sa dépendance 
îs consuls ordinaires, établis dans les principaux ports de la 
éninsule et des Indes et reconnus par les traités ^, 

Les consuls étaient nommés par le roi de France, mais devaient 
btenir Yexeqtiatur ou confirmation du roi d'Espagne, ce qui sou- 



1. B7 363. 20 novembre 1748. 

2. B7 399. 29 novembre. 

3. B7 369. 8 septembre 1749. 

4. Partyet cite dans sa correspondance les consulats français de Gijon, La 
orogne, Cadix, Malaga, Alicante, Carthagène, Barcelone, Majorque, ksCa- 
ïries et la Havane. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 93 

levait parfois d'assez graves difficultés. C'était bien autre chose 
quand il s'agissait d'établir un nouveau consulat; les ministres 
espagnols n'avaient jamais l'air pressé d'accorder une pareille 
demande, ou se retranchaient derrière la Junte du commerce pour 
mettre à couvert leur responsabilité ' . 

Les consuls furent très longtemps sans traitement fixe; ils per- 
cevaient certains droits, assez mal définis et légitimés seulement 
par l'usage. On finit par énumérer ces droits dans leurs actes de 
nomination; c'étaient, à Cadix i real de plata par ducat, pour les 
marchandises en caisse ou emballées, tant par tonneau pour les 
marchandises de gros volume, des droits de chancellerie évalués 
à 2 piastres par navire de trois mâts et i piastre pour les autres ; 
chaque bateau payait en outre une piastre pour « la chapelle de 
Saint-Louis » *. 

Tous ces droits ne donnaient aux consuls qu'un revenu très 
aléatoire. Le consul de Cadix, qui avait touché 300 piastres pen- 
dant les trois derniers mois de 1755, n'en toucha que 118 pen- 
dant les quatre premiers de 1756, dut retrancher son équipage et 
déclara ne plus pouvoir se suffire 3. 

Aussi le roi finit-il par attribuer des émoluments fixes à certains 
consuls : 2000 livres aux consuls de Malaga et de la Corogne, 
1000 livres au consul de Majorque et au vice-consul de Séville ♦• 

Les vice-consuls représentaient le consul dans les places de 
commerce moins importantes, ou lui servaient d'auxiliaires dans 
les grandes villes. Ils étaient généralement choisis parmi les com- 
merçants; quelques-uns des plus distingués devenaient consuls 
titulaires en récompense de leurs services. Partyet se montrait 
sévère j)our le choix de ses agents, on le voit déconseiller au 
ministre la nomination d'un « boutiquier » de Malaga « sur la 



1. B7 378. 19 janvier 1751. — B7 399. € sept. 1756. 

2. B7 382. 20 novembre 1752. 

3. B7 398. 31 mai 1756. 

4. B7 395. 12 mai 1755. 



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G. DESDEVISES DU DEZERT 



ité duquel il ne croit guère pouvoir compter à cause de sa 
/reté »> ^ 

es commerçants français des villes espagnoles élisaient des 
ités, qui remplissaient dans les petits ports le rôle de vice-con- 
, ou servaient dans les grandes places, d'intermédiaires entre 
msul et les négociants. Le ministre de la marine de France 
irmait ou infirmait l'élection, et tout acte de juridiction était 
rdit aux députés, dont le rôle était purement consultatif ^ 
ien choisis et surveillés de près, les consuls de France étaient 
us souvent des hommes distingués, capables de défendre les 
•èts qui leur étaient confiés et de faire respecter le pavillon, 
yet les soutient de tout son pouvoir lorsqu'ils lui paraissent 
itants. Le sieur Beloquin, naturalisé espagnol et agent français 
a Havane, a suscité contre lui de grandes plaintes, mais 
. Chastelain, qui est à cette Cour (Madrid) et qui a vu pen- 
plusieurs années les opérations de Beloquin et de son accu- 
ir, trouve ces plaintes les plus injustes du monde et les plus 
fondées. » Beloquin continue à se rendre fort utile et doit 
er la confiance du ministre '. 

î sieur Porlier, consul de France aux Gmaries, n'a jamais pu 
nir Vexequatur de la cour d'Espagne; comme il a épousé une 
e fort riche, il offre de démissionner, mais voudrait au moins 
nir la croix de S*-Michel ou de S*-Lazare. Partyet est d'avis 
:epter sa proposition : « Pour la grâce que sollicite le sieur 
1er, je prendrai la liberté de vous dire que je crois qu'il est 
ien du service de lui faire accorder soit la croix de S*-Michel, 
celle de S*-Lazare, parce qu'il n'y a, en général, rien de pire 
ce pays et dans toute l'Espagne que les Français qui y sont 
et que ce sont les plus grands ennemis qu'y aient les sujets 
oi. Je suis bien éloigné de croire que le sieur Porlier ait des 



B7 390. 22 avril 1754. 

B7 372 et B7 375. 3 août 1750. 

B7 36}. 5 août 1748. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 95 

sentiments si bas, mais attendu que ce n'est pas par méconten- 
ment que vous lui ôtez le consulat, il me paraît très juste que 
vous lui fassiez accorder quelque marque d'honneur et de dis- 
tinction, qui l'attache de plus en plus aux intérêts de la nation. 
Et comme il ne laisse pas d'avoir quelque crédit dans ce pays, 
par lui-même et par la famille de la femme qu'il a épousée, ce 
sera un protecteur de plus que vous conserverez aux Français et 
sa femme, qui sera extrêmement sensible à la marque de dis- 
tinction que vous procurerez à son mari, fera agir dans les occa- 
sions toute sa famille en leur Êtveur \ » Suivant les conseils de 
Partyet, le ministre accepte la démission de Porlier, s'en fait un 
mérite auprès du gouvernement espagnol, qui n'avait jamais voulu 
le reconnaître, et obtient la reconnaissance immédiate de son 
successeur Casalon ^. 

Le nouveau consul, né à Moumour au diocèse d'Oloron, appar- 
tenait à une famille recommandable « qui avait toujours vécu 
bourgeoisement du revenu de ses terres... il était un des pre- 
miers négociants des Canaries, et les autorités de ces Iles avaient 
confié à ses soins la distribution du blé et des autres grains 
que M. de la Ensenada y fait passer pour la subsistance et entr e- 
tien de ce peuple, affligé par la sécheresse et le manque de 
récolte » '. 

En 1756, M. de Puyabri, consul de drthagène, donne un bel 
exemple de patriotisme; il envoie son fils à Minorque, prendre 
part à l'expédition de M. de Richelieu, il lui donne 2.000 écus 
pour s'équiper, pourvoit à tout ce qui lui est demandé pour le 
rafi-aîchissement de l'armée et fait passer à M. de la Galissonnière 
tous les avis sur les mouvements des Anglais dont il importait que 
ce général fût informé *. 

1. B7 363. 21 août 1748. 

2. By 368. 26 mai 1749. 

3. B7 363. 7 octobre 1748. — Certificat donné à Casalon par les négociants 
de Cadix, le 24 septembre 1748. 

4. B7 399. 12 juillet 1756. M. de Puiabry était en 1788 coûsul général à 
Madrid. 



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9 6 G. DESDEVISES DU DEZERT 

Quand un consul devient trop âgé pour faire un bon service, 
Partyet lui feiit entendre courtoisement que la retraite a de grands 
charmes : « On prétend, Monsieur, que votre grand âge et le grand 
travail que vous avez fait depuis tant d'années vous font désirer 
de vous retirer pour vivre en repos, si vous le pouvez faire avec 
quelque aisance, et que le Roy ayant la bonté de joindre à la 
pension que vous avez du roy d'Espagne une pension de 
800 livres vous seriez très content. Mandez-moi ce que vous 
pensez d'un tel arrangement et si vous n'auriez pas lieu d'en 
être satisfait. Pour moi, je le préférerais à votre place, pour 
vivre tranquille et sans être tracassé par des capitaines et des 
négociants qui ne sont jamais contents, quoiqu'on fasse de son 
mieux pour leur rendre service '. » 

A la place du vieux M. Dedaux, qui a pris sa retraite, Partyet 
installe à Carthagène un jeune homme de vingt-huit ans, très bien 
élevé et de très bonnes mœurs, M. de Lesseps, frère du ministre 
du roi à Bruxelles *. Mais si l'ancien consul était un peu trop 
éteint, M. de Lesseps est trop bouillant et s'attire en 1757 une for- 
midable aflFaire. Un Français de l'île de Minorque avait pris des 
lettres de marque, couru sus aux Anglais et envoyé à Carthagène 
une prise anglaise amarinée par son bâtiment. M. de Lesseps amis 
les scellés sur les soutes et laissé la garde du navire à deux maho- 
nais. Ces coquins ont ouvert les soutes et ont volé des marchan- 
dises du chargement. M. de Lesseps les a fait arrêter, à bord de la 
prise, mais ils ont prétendu avoir une procuration des armateurs 
du corsaire, ils ont écrit au gouverneur que M. de Lesseps ne les 
avait attirés à bord que pour les y arrêter, au mépris des lois espa- 
gnoles. Le gouverneur, M. de Ricla, a réclamé les prisonniers par 
deux lettres courtoises, auxquelles le consul n'a pas cru devoir 
déférer, et dans une entrevue, il s'est emporté jusqu'à dire au 



1. B7 382. 9 décembre i752, 

2. B7 591. 28 octobre 1754. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 97 

gouverneur « qu'il allait faire mettre à la voile tous les vaisseaux 
français et les retirer de sa juridiction,... que si M. de Ricla 
représentait le roi d'Espagne, lui, Lesseps, représentait le roi de 
France! »> On l'accuse à Madrid d'avoir voulu brouiller les deux 
couronnes. Partyet, très ému de cette aventure, s'empresse de 
mander le consul, lui ordonne de ne se montrer ni à la Cour, ni à 
l'opéra, cherche avant tout à connaître les dispositions du Con- 
seil de la guerre saisi de l'aflFaire, intéresse l'ambassadeur de 
France au sort de M. de Lesseps « qui a servi jusqu'alors avec 
beaucoup d'honneur et de désintéressement » et qui pousse la 
délicatesse jusqu'à ne pas vouloir se défendre devant les tribunaux 
espagnols, estimant qu'il lui suffit de s'être disculpé auprès de ses 
chefs. Sa justification est d'ailleurs complète. Partyet fait examiner 
toute l'aflfaire par le sieur Galvez, avocat de la nation française à 
Carthagène <* et cet avocat est de sentiment qu'il s'est comporté en 
honnête homme et en consul zélé, et qu'il n'a rien fait qui ne 
fût conforme aux Ordonnances de France, que s'il a agi contre 
les dispositions que le ministère d'Espagne a données en ce qui 
concerne le fait des prises, et contre d'autres règlements de cette 
Cour, il a pu les ignorer, mais que, quoiqu'il fût autorisé à 
arrêter les deux mahonais, qui s'étaient mal comportés à bord 
de leur prise, où il les avait mis en qualité de gardiens, il devait 
les rendre au gouverneur de Carthagène, dès qu'il les lui rede- 
mandait d'une façon si positive, le zèle du sieur de Lesseps pour 
l'exécution de nos Ordonnances devant céder alors à l'autorité, 
surtout le gouverneur prétendant que ce consul avait voulu 
arrêter ces gens à terre, et que ce n'était que par fraude qu'il les 
avait fait conduire à bord, où il les avait ensuite constitués pri- 
sonniers. J'ai informé M. l'ambassadeur de ce rapport, ainsi qu'a 
fait de son côté cet avocat. Il m'a chargé d'en rendre compte 
à V. E. et de lui représenter que la conduite dudit Lesseps étant 
justifiée, tant du côté des reproches que ces gens avaient osé 
lui faire au sujet de la direction qu'il avait eues de ces prises que 
de ses autres opérations, il n'était coupable que de trop de zèle, 

REFUE HISPANIQUE. XVI. 7 



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98 G. DESDEVISES DU DEZERT 

et qu'il était très propre à être employé dans d'autres consulats 
que ceux d'Espagne, à quoi M. d'Aubeterre a ajouté qu'il avait 
prié V. E. de lui donner des marques de ses bontés et qu'il me 
chargeait d'avoir l'honneur de le lui rappeler. » M. de Lesseps 
tiré de ce mauvais pas retourna à Carthagène pour régler ses 
affaires personnelles. Les deux mahonais le croyant en disgrâce 
lui intentèrent un procès, dont il ne se délivra qu'en les renvoyant 
s'expliquer devant les tribunaux de France ' . 

L'affaire de Lesseps est la plus grave de toutes celles qui passèrent 
entre les mains de Partyet pendant les dix ans de son administra- 
tion. Elle témoigne à la fois de l'inexpérience et de la parfaite 
loyauté du jeune magistrat, comme aussi du sang-froid et de l'es- 
prit de justice du consul général. 

Les fonctionnaires espagnols. 

En face du consul général de France, si actif, si juste et si cour- 
tois, la plupart des fonctionnaires espagnols font assez triste figure. 
Quinteux et violents, ils sont enchantés de trouver le moyen de 
vexer les Français et de leur faire payer des taxes illégales. 

L'administrateur de la douane d'Alicante fait pendant plusieurs 
années la contrebande du mercure et s'abrite sous le nom de deux 
négociants français, qui affirment ne lui avoir prêté leur nom que 
par crainte *. Les gens de la reine douairière font à San Ildefonso 
une contrebande si éhontée que la reine demande elle-même 
l'envoi d'un contrôleur K Le sieur Ximenez Tejada chargé d'une 
enquête sur les fraudes commises par le commerce de Valence 
suscite contre lui une clameur si générale qu'on lui ordonne de 
cesser ses recherches et de remettre ses dossiers à un magistrat 



1. B7 404. 28 février, 11 mars, 11 avril, 18 avril, 25 avril, 16 mai 1757. — 
B7 405. 29 août, 17 octobre, 26 décembre 1757. 

2. B7 368. 5 mars 1749. 

3. 87 369. 14 juillet 1749. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 99 

valencien '. A Se ville, les directeurs delà Compagnie de San Fer- 
nando voyant les Français acheter presque toutes les laines du 
marché, excipent de. leur droit de préemption, font casser les 
marchés consentis aux Français, et revendent ensuite pour leur 
compte particulier les laines qu'ils ont achetées à bas prix *. A 
Barcelone, on exige des Français le droit de lleuda, que ne payent 
ni les Anglais, ni les Hollandais ^ A Malaga, on oblige les 
navires qui débarquent leur lest à se servir de la barque d'un 
Espagnol appelé Luis Moreno, qui prétend avoir un privilège du 
roi d'Espagne à ce sujet *. 

L'intendant de marine du Ferrol refuse à un navire bayonnais 
de lui prêter un ponton pour décharger ses marchandises et 
aveugler une voie d'eau 5. Le gouverneur de La Havane prétend 
avoir ordre du roi de saisir tous les vaisseaux étrangers qui entrent 
dans le port *; il expulse les créanciers du gouvernement qui 
viennent réclamer ce qui leur est dû 7. Le gouverneur de Ceuta, 
prétextant la difficulté d'approvisionner la ville, décide qu'elle sera 
évacuée parles étrangers, et donne un délai de quinze jours pour 
déguerpir à un commerçant français établi à Ceuta et y tenant 
boutique *. 

Certains faits constituent de véritables chefs-d'œuvre de 
chicane administrative. 

Un capitaine français, nommé Julien, est inquiété en 1741, à 
Carthagène, pour fraude sur le tabac; il prouve son innocence; il 
obtient les condamnations les plus fortes contre le gouverneur et 
contre les officiers du tabac, mais ces condamnations ne s'exé- 



1. B7 369. 21 juillet 1749. 

2. B7 369. 28 juillet 1749. 

3. B7 386. 20 janvier 1753. 

4. B7 382. II décembre 1752. 

5. B7 373. 7 décembre 1750. 

6. B7 372. 23 mars 1750. 

7. B7 372. 23 mars 1750. 

8. B7 369. 19 décembre 1749. 



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lOO G. DESDEVISES DU DEZERT 

cutent pas; il vient à Madrid pour réclamer la restitution de son 
argent, et après sept ans d'attente, M. de la Ensenada lui fait 
remettre lOO pistoles pour s en débarrasser.. Partyet lui conseille 
de retourner en France en laissant une procuration à Madrid pour 
toucher ce qui lui reviendra « lorsqu'on se déciderait à payer ce 
qui était dû du règne de Philippe V » ^ 

Le capitaine bayonnais Basilieux s'est emparé le 19 janvier 1748 
du navire hollandais le Saint-Barthélémy. Relâchant dans un pon 
d'Espagne, il s'est pris de querelle avec un commissaire de marine 
espagnol, qu'un seul témoin très suspect l'accuse d'avoir voulu 
assassiner; il est arrêté et soumis aux plus mauvais traitements. 
Cependant l'ambassadeur de France a pris l'affaire en main. Le 
conseil des prises de France a déclaré, le 17 octobre, la prise 
valable et a envoyé en Espagne un pareatiSy muni du grand sceau, 
avec une clause rogatoire pour que l'exécution de la sentence 
soit demandée à S. M. Catholique. Partyet répond au ministre 
que le Conseil de la guerre d'Espagne ne reconnaîtra certainement 
pas la validité de la prise, que les pièces officielles envoyées de 
France sont plutôt de nature à retarder qu'à avancer la fin de 
l'affaire, et que la mise en liberté de Basilieux est tout ce que 
l'on peut espérer *. 

Au mois de septembre 1750 un sieur Roze, négociant à Lyon, 
venu à Madrid pour y suivre un procès, est arrêté à six heures du 
matin et emmené prisonnier à La Corogne, en même temps 
qu'un abbé Chassonville, qui vivait chez lui. M. de Carvajal, 
instruit de cette affaire, répond simplement « qu'on n'a pas dû 
procéder sans des motifs sérieux à cette double arrestation ». 
On constate après enquête que tout le crime de l'abbé est d'avoir 
dédié à la reine-mère un poème élogieux pour Philippe V et 
sévère pour Ferdinand VI; tout le crime de Roze est d'avoir 
donné asile à l'abbé '. 

1. B7 363. 2 décembre 1748. 

2. B7 363. 18 novembre 1748. 9 décembre 1748. 

3. B7 363. 28 septembre 1750. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID lOI 

En 1752, une dame Rato de Girthagène, s'avise de faire revivre 
un vieux privilège datant de Philippe H, et octroyant à sa famille 
le droit exclusif d'exercer dans la ville la profession de courtier de 
commerce. Comme sa famille ne se compose que de femmes et 
de mineurs, elle loue son privilège à un sieur Hornillos, qui 
commence à faire le courtier et prétend imposer son ministère et 
ses conditions à tous les commerçants, d'accord avec le gouver- 
neur de la ville. Les Français, les Anglais, les Hollandais réclament 
unanimement contre ses exactions. Partyet fait faire une enquête 
sur les droits des courtiers dans les autres ports d'Espagne. L'af- 
faire vient au Conseil de Castille, qui, le 5 janvier 1756, main- 
tient purement et simplement le titre d'Hornillos. Partyet fait 
appel au Conseil en revista; il croit avoir quelques chances de 
succès parce que l'un des quatre juges qui doivent décider la 
cause vient d'être changé et remplacé par le président de la Corte 
Mayor de Navarre, que l'on représente comme un magistrat 
éclairé. Mais il faudrait que la « nation française » de Carthagène 
consentît à payer sa quote-part des frais du procès. Partyet 
recommande l'affaire au consul de Carthagène, M. de Lesseps, et 
obtient enfin, le 9 mai 1757, une décision ferme qui fixe le droit 
de courtage à i**/o et défend au courtier de s'immiscer dans 
aucune opération traitée de gré à gré entre deux négociants, sans 
intervention d'un troisième '. 

Cette affaire a duré cinq ans, et avant même qu'elle soit 
réglée, un procès semblable surgit à Alicante, où le marquis de 
Perales a obtenu le privilège du courtage pour 66.000 piastres *. 

Les fonctionnaires espagnols sont souvent d'une incroyable 
brutalité. Au mois de janvier 1754, le capitaine Antoine Barthé- 
lémy, de la Ciotat, commandant le navire la comtesse de Watteville 
relâche devant Almeria; on lui envoie une barque pour lui 



1. B7 387. 5 novembre 1753. — B7 391. 9 septembre 1754. — B7 398. 
5 janvier, 12 janvier, 15 mars, 17 mai, 14 juin 1756. — B7 404. 9 mai 1757. 

2. B7 398. 14 juin 1756. 



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[02 G. DESDEVISES DU DEZERT 

éclamer sa patente de santé et le droit d'ancrage, il refuse de rien 
5ayer, en disant qu'il n'a besoin de rien. Le gouverneur d'Al- 
neria, D. Lope de Mendieta, lui fait alors tirer deux coups de 
:anon à boulet, qu'il lui fait payer 127 réaux; un des matelots 
i la jambe cassée et meurt quelques jours plus tard à l'hôpital, 
îaisi d'une plainte de l'ambassadeur de France, M. Wall se con- 
:ente d'écrire une lettre de blâme au gouverneur d'Almeria et 
refuse toute indemnité aux parents du matelot '. 

En 1757, les nommés Jean Chapuis et Louis Foissy, de la 
SJouvelle-Orléans, ont été condamnés au presidio de Melilla, à 
perpétuité, pour avoir tenté de faire le commerce par terre avec 
e Texas. Ces malheureux ont été arrêtés en Amérique, amenés 
în Espagne, mis dans un cul-de-basse-fosse, d'où on a été obligé 
le les tirer à demi-morts pour les envoyer à l'hôpital de Malaga. 
[Is y sont depuis quatre mois sans parvenir à se guérir des 
maladies qu'ils ont contractées pendant quatre ans de captivité 
n de souffrances. Comme ils sont incapables de tout travail et 
:oûtent à nourrir, le roi d'Espagne consent à les gracier ^ 

Les Espagnols, qui avaient eux-mêmes à souifrir des capricieuses 
tyrannies de leurs fonctionnaires, les détestaient souvent presque 
autant que les étrangers. On le vit bien en 1749 quand l'admi- 
nistrateur des milloms d'Almeria, le gouverneur et l'alcalde 
mayor furent excomuniés par l'évêque en punition de leurs 
entreprises contre les franchises ecclésiastiques. Tout le public 
ipplaudit, et quand le nonce leur eut fait grâce, les gens d'Alme- 
ria se firent une fête de les voir implorer leur absolution à 
l'Église K 



1. B7 390. 14 janvier 1754. 18 mars. — B7 }9i. 25 septembre 1754. 

2. B7 404. 7 mars 1757. 

3. B7 368. 2 avril 1749. — Partyet ajoute la curieuse réflexion suivante: 
« Les officiers du roi ne se croiraient pas en France si allarmés de l'excommuni- 
cation qu'ils auraient encourue dans l'exercice de leur charge et les officiers 
ecclésiastiques se donneraient bien garde de les fulminer en pareil cas. » 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID I03 

Tous ces traits montrent à quelles difficultés se heurtaient les 
Français qui voulaient commercer en Espagne et combien déli- 
cate était en ce pays la tâche des agents du roi de France. Quand 
on songe que les deux pays étaient rapprochés par la politique 
depuis un demi-siècle, que le roi d'Espagne était le propre cou- 
sin germain du roi de France, on ne peut s'empêcher de penser 
qu'il nous eût été bien plus avantageux d'être alors les ennemis 
que les amis de l'Espagne. 

La France n'aurait eu qu'un moyen efficace de contrebalancer 
le mauvais vouloir des autorités espagnoles ; c'eût été d'avoir à la 
Cour un « juge protecteur » comme en avaient toutes les grandes 
associations et même les provinces et les villes d'Espagne ; mais 
le roi d'Espagne voyait ces juges protecteurs d'un très mauvais 
œil, estimant qu'il perdait ainsi des sujets fidèles, qu'il livrait à 
la séduction et aux intérêts des étrangers '. A la paix d'Aix-la- 
Chapelle, il avait obtenu des Anglais la renonciation à ce privi- 
lège, et la France l'avait perdu du même coup. Pendant six ans 
encore, Louis XV avait fait tenir sous main à D. Blas Jover, 
conseiller de Castille *, une pension de 8.000 livres, et avait eu 
ainsi presque tous les avantages que lui eût procurés un juge- 
conservateur officiel, mais, à la mort de D. Blas, M. de Caivajal 
se montra intraitable et il ne fut plus possible d'avoir auprès du 
Conseil un agent en titre, à peu près sûr K 

La justice espagnole n'était peut-être pas plus malhonnête que 
bien d'autres, mais elle était très passionnée et surtout d'une len- 
teur invraisemblable. De toutes petites affaires demandaient par- 
fois six ans de procédure *. Dans une affaire où la procédure fran- 



1. B7 391. 25 novembre 1754. 

2. B7 391. 15 septembre 1754. — L'ambassadeur de France s'en était expli- 
qué oralement avec M. de la Ensenada. La pension était envoyée à Madrid sous 
forme d'un mandat au porteur. 

3. B7391.16 septembre 1754. 

4. B7 363. Memoria de los oficios presetitados d los minisùros del Rey sobre varias 
dependencias de Fraticia, antiguas y modernas (1788). 



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104 G- DESDEVISES DU DEZERT 

çaise tenait dans 27 feuilles de papier, la procédure espagnole en 
occupait 209 '. Partyet parle d'un procès pendant en Chancelle- 
rie de Grenade depuis onze ans *. Une affaire ayant été rapportée, 
plaidée et discutée pendant quinze jours à la Chambre de justice 
du Conseil de Castille, les voix se partagèrent, et il fallut réunir 
les Chambres de justice et de Province du Conseil pour procéder 
à un nouvel examen ^ . Les deux Chambres, après avoir écouté 
les rapports, ne se trouvèrent pas encore suffisamment édifiées et 
renvoyèrent le dossier au premier juge, Talcalde-mayor de Cadix *. 

Les instructions de M. d'Aubeterre. 

Les instructions pour M. le marquis d'Aubeterre 5, ambassa- 
deur de France en Espagne de 1757 à 1760, donnent une idée 
très claire des difficultés que rencontrait le commerce français dans 
la Péninsule, et les moyens employés par nos compatriotes pour 
en triompher. 

« Le commerce qui se fait en Espagne, dit le document officiel, 
est un des plus considérables pour la France et qu'il lui importe 
le plus de conserver. C'est principalement par le port de Cadix, 
et pour les Indes, que se fait le débouché des toiles, étoffes et 
merceries de France... mais ce commerce est partagé entre 
toutes les nations... les toiles de Silésie, expédiées par Ham- 
bourg ou Emden ont beaucoup gagné... Le commerce de France 
dans les Indes ne peut se faire que sous le nom des Espagnols... 



1. B7 378. 24 mai 175 1. 

2. B7 372. 9 mars 1750. 

3. B7 399. 19 juillet 1756. 

4. Ibid. 30 août 1756. 

*5. MM. Morel-Fatio et Léonardon {Instructions... Espagne, t. XII bis, p. 325) 
ne donnent des Instructions de M. d'Aubeterre qu*un résumé, fait par le pre- 
mier commis aux Affaires étrangères, Tercier, dans ses Mémoires sur Us négo- 
ciations entre la France et F Espagne de rj^o à lys?- Ce résumé ne contient que 
quelques lignes sur le commerce français en Espagne. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID IO5 

Les marchandises sont payées en or et argent et les lois espa- 
gnoles défendent sous les peines les plus rigoureuses l'extraction 
de ces métaux. Les ministres espagnols n'ayant jamais consenti 
à faire un règlement général sur ce point, les négociants ont 
été obligés de se servir de différents expédients pour embar- 
quer l'or et l'argent. Le marquis de la Ensenada avait imaginé 
de légaliser l'extraction en percevant des droits sur les sommes 
extraites, mais il est à croire que sa disgrâce a dérangé ce pro- 
jet... Le commerce (des Indes) se faisait autrefois par des flottes 
et des galions dont le temps était réglé... le marquis de la 
Ensenada y a substitué les vaisseaux de permission (registros) 
et a accordé les retours (sacas de dinero) avec assez d'exactitude, 
mais à des conditions onéreuses (droits, dons gratuits)... la 
concurrence a réduit les bénéfices... On rétablit la flotte, qui 
doit comprendre dix navires de 500 tonneaux, qu'on a eu bien 
de la peine à charger... Le principal article du commerce avec 
l'Espagne est l'extraction des laines et des soies, mais, comme 
elle est prohibée, il faut s'y conduire avec prudence, en laissant 
agir l'industrie de ceux qui font ce commerce... Les privilèges 
des Français en Espagne ne sont traités dans aucun acte spécial. 
Le traité de 1667 est l'acte le plus explicite... On n'a jamais pu 
obtenir des rois d'Espagne un traité général. Parmi les privi- 
lèges les plus importants est l'exemption du droit de visite. 
S. M. désire que son ambassadeur empêche tout ce qui pourrait 
arriver decontmireà ce qui doit être observé en cette partie... 
La place qu'occupe le sieur Partyet a été établie pour aider 
l'ambassadeur de S. M. dans toutes les matières et discussions 
de commerce, et il a par devers lui la correspondance et les 
documents qui pourront éclairer l'ambassadeur... il a toujours 
servi avec approbation, intelligence et fidélité... Parmi les 
affaires indécises, le roi met au premier rang les franchises des 
vaisseaux de guerre. L'Espagne avait demandé ce qu'on avait 
observé à Toulon pendant le long séjour de l'escadre de D." 
José Navarro; cet exemple a été fourni, et quoiqu'il eût dû 



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I06 G. DESDEVISES DU DEZERT 

être décisif, il n'a pas eu plus d'effet que les autres représenta- 
tions de l'ambassadeur.. . Pour le commerce sur les frontières, 
il est à noter que les Français ont le droit de rapporter en 
France l'argent qui est le prix des comestibles vendus par eux 
en Espagne... le commerce du sel avec les Provinces Basques et la 
Galice est une branche bien intéressante pour la navigation, 
mais est en train detre absorbée par le Portugal... Le roi ne 
demande pour ses sujets que la justice, qu'il est disposé à 
accorder par réciprocité aux sujets espagnols '. » 

Ce document, rédigé certainement sur les notes de Partyet et 
de ses prédécesseurs MM. des Varennes, de Champeaux et Dau- 
benton, montre clairement que le principal danger venait de l'in- 
certitude de la législation. On ne savait où finissait le droit, ni où 
commençait l'arbitraire, et presque personne en Espagne ne tenait 
à ce qu'on le sût. 

Le COMMERCE FRANÇAIS EN EsPAGNE. 

Les lois maritimes d'Espagne formaient un véritable chaos. 

Les vaisseaux du roi de France n'étaient jamais sûrs de trouver 
bon accueil dans les ports du roi catholique. 

Il était de tradition que les vaisseaux de guerre français pou- 
vaient se ravitailler dans les ports d'Espagne, mais d'incessantes 
difficultés s'élevaient au sujet des taxes à percevoir sur les vivres. 
Parfois l'administration ne faisait rien payer, parfois elle exigeait 
le paiement rigoureux de ses droits. En 175 S, il fut décidé que 
les consuls fourniraient caution pour l'acquittement des taxes 
par les vaisseaux du roi '. Quelques mois plus tard deux fré- 
gates du roi embarquaient des vins à Malaga et à Alicante sans payer 



1 . B7 409. Mémoire adressé par le roi au viœmte d'Aubeterre, son ambassadeur 
auprès du roi catholique... Nous l'avons résumé aussi littéralement que possible. 

2. B7 595. 21 avril 1,795. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID IO7 

de droits, mais le ministre, apprenant qu'elles avaient embarqué 
chacune iio arrobes de vin, trouva la quantité trop considérable 
pour la taille des bâtiments et refusa l'exemption ^ 

Les navires de commerce restaient toujours exposés au caprice 
des autorités locules. En 1741 le vaisseau hollandais le Spaarbon 
chargé de bois pour la marine française, fait naufrage sur la côte 
de Xerga, près de Malaga. D. Joseph Marro y Espejo, commis- 
saire de la marine à Malaga, évalue les frais faits pour le sauve- 
tage du navire à un chiffre si exagéré que les armateurs hollan- 
dais refusent de l'accepter ; le commissaire est destitué et le nou- 
veau commissaire rabat 12.285 réaux sur la somme primitive- 
ment fixée par le premier. En 1748, quand l'affaire est oubliée 
depuis longtemps, D. Francisco de Varas, intendant de marine à 
Cadix, donne ordre à D. Juan Menvielle, négociant français de 
Malaga, et fondé de pouvoir des armateurs du Spaarbon, de payer 
les 12.285 réaux, et le menace de faire saisir ses meubles s'il ne 
paie dans le délai de 21 jours. Il faut que l'évêque de Rennes, 
ambassadeur de France, obtienne du roi d'Espagne un ordre de 
surséance pour que la vente n'ait pas lieu *. En 1749, la marine 
espagnole revient à la charge et réclame à nouveau les j2. 285 
réaux. Espejo, jadis destitué, est très protégé, très bien vu à 
Madrid, et a si bien changé la face de l'affaire que M. de Vaul- 
grenant, le nouvel ambassadeur de France, n'ose pas se compro- 
mettre au début de son ambassade et conseille à Menvielle de 
payer ce qu'on lui demande. D. Maximiliano Ferez, commissaire 
de marine qui a voulu se montrer équitable dans cette affaire, a 
été déplacé K 

En 1750, deux navires français, chargés de coton du Levant, 
entrent à Carthagène pour réparer des avaries. Ils sont saisis tous les 
deux, parce que l'introduction du coton est prohibée en Espagne ; 



1. B7 396. 18 août 1755. 

2. B7 363. 21 août 1748. 

3. B7 368. 2 juin 1749. 



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I08 G. DESDEVISES DU DEZERT 

'un d'eux, qui avait une avarie sérieuse, sera probablement resti- 
:ué, mais l'autre sera très probablement confisqué '. 

Il arrive parfois qu'un navire naufragé soit pillé par les paysans; 
1 est presque impossible aux armateurs de se faire indemniser. 
En 1738, un navire chargé de seigle vient à la côte à Muros, en 
Galice, et les gens du pays se partagent la cargaison. Il y en avait 
pour 1.500 réaux, prétendent les autorités espagnoles — pour 
) 2. 000 répondent les armateurs. La cause n'est pas encore jugée 
seize ans plus tard. Les gens de Muros sont insolvables, et l'ar- 
mateur français ne pourrait se faire payer que sur une caisse de 
secours fondée par les gens de mer (el quihon de mar), mais la 
marine d'Espagne en a pris possession et se refusera certainement 
i rien donner *. 

En 1752 le iJvrier, du port de Marseille, faisait route de Salé à 
Marseille avec un chargement de laine et de cire. Le feu prend 
lans la laine, le capitaine met son bîktiment à la côte et demande 
i débarquer ses marchandises, à l'aide de ses propres matelots et 
>ans qu'aucun homme du pays s'en mêle. On lui ordonne d'abord 
Je brûler sa cire, et tout ce qu'il a pu sauver de son navire, il 
Faut un ordre exprès de la Junte du commerce de Madrid pour 
l'autoriser à vendre la cire provenant de son chargement et les 
igrès et débris de son navire '. 

Lorsqu'au lieu de vouloir relâcher dans un port espagnol, ou 
l'y être poussé par la tempête, on veut y entrer pour débarquer 
3U embarquer des marchandises, de nouvelles difficultés et de 
louveaux caprices semblent se conjurer pour rendre l'opération 
mpossible. 

Les droits les plus bizarres et les plus surannés sont perçus sur 
es navires. On paie la lleuda à Barcelone, on paie 15 à 30 réaux 



1. B7 373. 2 novembre 1750. 

2. B7 382. 1752. — B7 390. 25 février 1754. 

3. B7 382. 25 décembre 1752. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID IO9 

par bâtiment pour Tlnquisition dans tous les ports de la Pénin- 
sule *. On paie un droit d'ancrage, un droit de tonnage, un 
droit de môle, un droit de capitaine de port, un droit de pra- 
tique. On paie pour le phare, pour le service de santé, pour le 
nettoyage du port *. Il faut acquitter les taxes municipales, les 
droits du consulat, les droits du roi. 

La moindre négligence expose les délinquants à des poursuites 
rigoureuses. Deux mousses français, coupables d'avoir entré en 
fraude à Cadiz six livres de saucisson, restent quinze jours pri- 
sonniers, leur chaloupe est confisquée et le capitaine n'a pu repar- 
tir qu'après avoir laissé caution pour les suites de cette misérable 
affaire K 

Certaines marchandises sont si absolument prohibées en 
Espagne que la présence d'un seul échantillon de ces marchan- 
dises suffit à faire confisquer toute une cargaison. C'est le cas des 
mousselines, pourchassées avec tant de sévérité que tout intro- 
ducteur risque de voir ses bardes saisies à la douane. Cependant 
les boutiques d'Espagne sont pleines de mousseUnes, leur vente 
est courante, les hommes en portent au col et aux manches, les 
femmes en sont couvertes. Les ministres voudraient légaliser ce 
trafic, la Junte du commerce résiste longtemps, puis finit par céder 
en 1750, moyennant un droit de 35 **/o sur toutes les mousse- 
lines *. Mais il est à croire que les étoffes de coton restent prohi- 
bées, puisqu'en 1755 une balle de toile, valant plus de cent louis, 
est confisquée à un négociant de Madrid par le gouverneur de 
Carthagène, qui a trouvé dans la balle « quelques mouchoirs 
paraissant contenir quelques fils de coton ». Pour s'en assurer, on 



1. B7 368. 10 mars 1749. 

2 . Canga Arguelles. Diccionario de hacienda. — Toneladas, limpieza, sani- 
dad, linteraa, ancorage, Inquisicion, muelle, capitan de puerto, san Telmo, 
praaica, fondeo, toneladas y fondeo. 

3. B7 369. 17 novembre 1749. 

4. B7 363. 18 novembre 1748. — B7 372. 20 février 1750. 



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IIO G. DESDEVISES DU DEZERT 

a fait défiler les mouchoirs, et on a confisqué la toile, malgré un 
ordre du ministre M. de Valparaiso '. 

C'est en vertu du même principe qu'un sieur David, négociant 
à Malaga, s'était vu confisquer par la douane une caisse de den- 
rées à son usage, où l'on avait trouvé deux livres de cire d'Es- 
pagne. On avait répondu à ses doléances par ce bel adage latin : 
Licilum vitiatur pcr illkitum *. 

L'administration du tabac est particulièrement féroce. Un 
chevalier de Saint- Jacques, porteur de deux livres de tabac râpé, 
a été exilé au couvent d'Uclès par sentence du Conseil des Ordres. 
Dans le premier mouvement de colère, le roi voulait l'envoyer 
au presidio '. Si sévère pour les Espagnols du plus haut rang, le 
Resguardo ne se gêne pas avec les étrangers ; il s'arroge le droit 
de faire des perquisitions chez les négociants firançais ^, il visite 
les petites embarcations, il fait rentrer au port avec menace de 
coups de canon les petits bâtiments suspects d'avoir du tabac à 
bord ^ Il va jusqu'à confisquer le tabac français de quelques 
tartanes françaises qui se trouvaient dans la baie de Cadix, sous 
prétexte que leur long séjour en rade devait les faire considérer 
comme des embarcations espagnoles et qu'elles devaient être munies 
de tabac espagnol ^. 

Aucun objet ne peut être chargé sur un navire étranger sans 
qu'une pièce otficielle, appelée guia, mentionne l'espèce de la 
marchandise, sa quantité, son poids, le nom du navire chargeur 
et le nom du port étranger où on veut la transporter. La guia 
doit être représentée à toute réquisition, et le négociant français 
doit verser double droit d'exportation, s'il ne préfère rapporter à 



1. By Î95. 17 février 1755. 

2. B7 591. 23 septembre 1754. 

3. 87 591. 22 juillet 1754. 

4. Id., ibid. 

5. B7 598. 19 avril 1756. 

6. B7 390. 20 mai et i"- juillet 1754. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID III 

la douane du port expéditeur, dans un délai donné, un certificat 
de déchargement de la marchandise dans le port destinataire 
(jornaguia). On a maintes fois réclamé contre « cet établissement 
contraire aux traités, coûteux, très gênant pour le commerce, 
sans qu'il paraisse d'aucune utilité au service de S. M. C. ». M. le 
marquis de la Ensenada a répondu à l'ambassadeur de France 
« sans entrer dans aucun détail sur ce qui regarde le préjudice 
ou l'utilité qui en résulte aux droits royaux, desquels la dis- 
cussion ne. regarde point S. E. », que l'usage des guias tt 
tornaguias s'appuie sur une ordonnance de Philippe IV, en date 
de 1627, qui condamne les négociants à une amende égale à la 
valeur de la moitié des marchandises, s'ils ne rapportent la tor- 
naguia dans le délai d'une année. Les négociants n'ont aucun 
droit de se plaindre de la double taxe puisqu'ils peuvent y échapper 
en observant la loi '. Cette réponse, vrai chef-d'œuvre de style 
officiel, montre toute la routine et tout l'entêtement de l'admi- 
nistration espagnole. 

Les douanes de terre ne sont pas moins terribles que celles des 
ports. Au mois d'octobre 1749, six pauvres Français sont arrêtés 
aux environs d'Orduna pour ne pas avoir déclaré leurs montures 
à la douane. Mis en prison à Vitoria, ils n'en sortent que sur les 
instances de l'ambassadeur de France '.Le 10 novembre 1749, 
M. Casaubon, l'un des négociants français les plus estimés de 
Cadix, fait porter toutes ses hardes à la douane de Madrid et 
s'y rend lui-même, pour surveiller un portefeuille où sont ses 
papiers. On y trouve une tabatière en or, ornée de diamants 
dont il s'était ser>^i, et que l'on confisque comme neuve ^ Si l'on 
entre en Espagne par la Navarre, on acquitte des droits aux 
passages des Pyrénées, et d'autres à l'entrée en Espagne. Sur les 
réclamations de l'ambassadeur de France, le roi d'Espagne con- 



1. B7 363. 9 déc. 1748. 

2. B7 369. i3oct. 1749. 

3. B7 369. lonov. 1749. 



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[2 G. DESDEVISES DU DEZERT 

nt à abolir ces taxes abusives, mais le gouverneur de Burguete 
; Tentend pas ainsi et continue, pendant quatre mois, à percevoir 
s droits supprimés par le roi '. 

Si l'on éprouve déjà de grandes difficultés pour entrer en 
spagne, c'est une bien autre affaire quand il s'agit d'en extraire 
î l'or ou de l'argent. Les Espagnols considèrent leur monnaie 
>mme leur plus grande richesse; cependant leur industrie 
itionale ne suffit pas à leurs besoins, ils sont obligés de se 
urnir à l'étranger d'un grand nombre de produits manufiacturés, 

leurs lois empêchent les négociants étrangers de remporter 
lez eux le prix de leurs marchandises. Pendant fort longtemps 
ux-ci n'ont d'autre ressource que de faire la contrebande des 
astres, contrebande extrêmement active, puisque la France 
ule tirait chaque année de l'Espagne 50 millions de livres en 
améraire ^. Le marquis de la Ensenada finit par régulariser 
exportation, moyennant un droit fixe de 3 **/o sur toutes les 
immes déclarées '; beaucoup de négociants trouvent ce 
oit trop élevé ; on a pris l'habitude de la fraude, on continue à 
isser des piastres, sans les déclarer. Douaniers et fraudeurs 
vent, en général, en bonne intelligence, mais le moindre 
price du moindre agent peut amener une saisie et commencer 
1 gros procès, et comme le tact est rare chez les agents de 
lutorité, la saisie est presque toujours accompagnée de mauvais 
océdés, et même de violences, où se complaisent les vieilles 
ncunes nationales. 

Le 3 février 1748, le sieur Millaud est appréhendé par les 
maniers dans une auberge de Roses ; on lui saisit tous ses papiers, 
;o livres en monnaie espagnole, 100 livres en monnaie de France 

il doit donner caution pour obtenir d'être laissé en liberté *• 



1. B7 390. 15 avril 1754; — Ibid. 9 août 1754. 

2. P. Boiteau. État de la France en ijS^y Paris, 1861. (p. 517.) 

3. A. Rodriguez Villa. El marqués de la Ensenada, p. 102. 

4. B7 378. 3 fév. 1748. 



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■ 5fS5^^ 



UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID II3 

Le 29 septembre 1749 Yalcalde de sacas de Fontarabie poursuit 
jusqu'à six lieues en mer la barque française le « Saint-Antoine » ; 
il y trouve quelques monnaies espagnoles et portugaises, saisit 
la barque et un autre petit bâtiment de S*-Jean-de-Luz qui 
naviguait dans ses eaux • . 

Le sieur Balliste, de Narbonne, a fait deux voyages pour le 
compte du roi d'Espagne; on le paie, il emporte à son bord 
308 écus de six livres et 5 louis d'or, en monnaie de France, plus 
une quadruple et 5 piastres sévillanes en argent d'Espagne. Une 
avarie l'oblige à relâcher à Palamos et la douane lui confisque son 
argent *. 

Le sieur Marret arrive à Madrid conduit par un voiturier français, 
Lousteau. Fouillé à la porte d'Alcalâ, Marret est trouvé porteur 
de plusieurs montres, il est arrêté, condamné à la confiscation 
de tous ses bagages et à quatre ans de presidio à Melilla, avec son 
voiturier. Lousteau meurt de misère dans la prison de Tolède où 
il a été enfermé en attendant son départ pour l'Afrique K 

Le sieur Rieumes, négociant français de S*-Sébastien, obtient 
des autorités guipuzcoanes la permission de sortir 6.000 piastres; 
Yalcalde de sacas ne l'en arrête pas moins à la frontière et lui 
saisit son argent ^. Il n'y a aucune entente entre les autorités 
royales et provinciales 5. Les gens du roi ne veulent pas connaître 



1. B7 369. 29 sept. 1749. 

2. B7 369. 3 nov. 1749. 

3. B7 372. 7 mars- 1750. 

4. B7 373. 18 sept. 1750. 

5. B7 372. 6 avril 1750. — « Nos négociants de la frontière sont dan un 
principe sur lequel ils veulent toujours se fonder, quoi qu'il soit contesté par 
la cour d*Espagne, qui est qu'il leur est permis d'extraire les sommes qui pro- 
viennent de la vente de leurs denrées... Il est contre toute justice que les juges 
du pays les induisent en erreur en leur donnant des permissions qui ne sont 
point respeaées... S'ils ne sont pas en droit de le faire, il vaut mieux le leur 
défendre que de les laisser continuer dans un abus de leur autorité qui expose 
les étrangers qui s'y fient avec trop de bonne foi à perdre leur bien. 9 

REVUE HISPANIQUE. XVl. 8 



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114 G. DESDEVISES DU DEZERT 

les fiÂcros du pays basque ; les juntes réclament sans cesse contre 
les empiétements des agents royaux. 

Le roi lui-même est souvent de fort mauvaise foi. Lorsque les 
vaisseaux registres, chargés d or et d'argent, arrivent du Nouveau- 
Monde, les négociants de Cadix ont souvent à toucher de grosses 
sommes sur ces capitaux, ils ont à bord des millions qui leur 
appartiennent légitimement, qui sont le prix des denrées et des 
marchandises vendues par eux ; le roi ne se presse pas de leur 
délivrer leur argent, il laisse entendre qu'il acceptera un « don 
gratuit », il perçoit délibérément 2 ou 3 ^'/o sur l'argent 
d*autrui \ 

Beaucoup de négociants préfèrent courir les risques de la con- 
fiscation et font la fraude presque ouvertement. C'est tellement 
entré dans les mœurs, que Partyet se borne à leur recommander 
de n'agir « qu'à coup sûr ». 

C'est surtout par mer que se fait la contrebande. Les barques 
qui apportent les menues provisions aux navires en rade leur 
portent aussi des piastres, et comme la France n'a jamais voulu 
reconnaître à l'Espagne le droit de visiter ses bâtiments, une fois 
à bord, les piastres sont en sûreté. 

Il arrive quelquefois que la contrebande devient scandaleuse ; 
elle est dénoncée et le consul général s'inquiète aussitôt de la 
tournure que va prendre l'affaire. Au mois d'août 1748, la 
douane de Cadix saisit 4.000 piastres à bord d'une chaloupe 
espagnole; un soldat espagnol déserteur du vaisseau le 
Bristol, de la Compagnie française des Indes, déclare que la 
chaloupe a déjà porté de l'argent à bord du Bristol, et le com- 
mandant du Resguardo, Tovalina demande à M. de Villalva, gou- 
verneur de Cadix, de l'autoriser à visiter le Bristol. M. Béhic, 
consignataire du Bristol, avertit Partyet. Il est indispensable qu'on 
avise au plus vite, parce que le capitaine Trublet, commandant 



I. B7 368. 5 mai 1749. B? 369. 11 août. 27 oct. 1749. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID II5 

leBristoly déclare carrément qu'il ne laissera pas visiter son navire, 
et que si on le visitait, on y trouverait certainement les piastres 
embarquées en fraude. Partyet négocie habilement avec les com- 
mis de Tadministration espagnole et réussit à étouffer l'affaire, 
mais il avoue avoir été un moment fort inquiet '. 

Les vaisseaux de guerre français ne se privaient pas d*aider le 
commerce national par une active contrebande ; et cet usage était 
si bien établi que Partyet en entretenait officiellement le ministre 
de la marine. Au mois de juillet 1749, deux frégates du roi, 
YÈmeraude et la Mutine^ croisent dans les parages de Salé : « Il 
serait peut-être convenable, écrit Partyet, qu'elles prissent à 
leur retour le parti de toucher au Ferrol, et elles n'y seraient 
pas inutiles, mais il faudrait beaucoup de prudence, et surtout 
que l'écrivain principal ne publiât pas, comme il l'a écrit tout 
à clair à M. l'Ambassadeur, que ces bâtiments n'y vont que 
embarquer quelques piastres. M. le chevalier de Coussage 
pourrait consvdter avec le consul et les députés de Cadix si 
cet arrangement serait avantageux au commerce. Je dois vous 
prévenir d'un autre côté, que l'intendant du Ferrol est un 
homme dur et singulier, et dont les Français ont eu plusieurs 
sujets de se plaindre, en sorte qu'avec un homme de ce 
caractère les frégates du roi pourraient être exposées et cette 
circonstance mérite attention *. » Les frégates relâchèrent à 
Cadix « où leur voyage ne fut pas inutile au commerce » mais 
M. de la Ensenada, prévenu de ce qui se passait, fit débarquer la 
flotte des Indes au Ferrol et donna des instructions si complètes 
que les Français jugèrent inutile de relâcher dans ce port et firent 
voile directement de Cadix sur Brest '. 

Quand les Français, qui font la contrebande des piastres ou 
des marchandises prohibées, se mettent dans un trop mauvais 



1. B7 363. 7 août 1748. 

2. By 369. 16 juillet 1749. Dépêche chiffrée. 

3. B7 369. 6 août et 8 sept. 1749. 



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V Il6 G. DESDEVISES DU DEZERT 



cas, le consul et l'ambassadeur ne risquent pas leur crédit en 
faveur de gens dont la culpabilité est démontrée. Un négociant 
de Cadix sort en manteau et on trouve sur lui 2 lingots d'argent 
du poids de 30 marcs, il est condamné à la perte de son argent, 
100 piastres d'amende et deux ans de bannissement '. Un capitaine 
de navire, porteur de 100 piastres fortes non déclarées, perd son 
argent et est banni pour six ans *. Partyet enregistre les faits 
sans réflexion. 

Quand il entrevoit la moindre chance de gagner le procès, il 
intervient avec énergie et habileté. Il ne refuse pas de solliciter 
pour le capitaine Gautier, de Marseille, coupable d'avoir voulu 
exporter de Valence 128 ballots de soie, mais il avoue que cette 
affaire « est de la plus mauvaise qualité » ^ Les sieurs Loustau 
et Beybeder, négociants à Valence, sont condamnés à 9.000 ducats 
d'amende pour contrebande de soie, Partyet les soutient d'abord, 
puis on trouve chez un contrebandier connu le texte original du 
contrat passé entre lui et les n^ociants ; Partyet les abandonne 
aussitôt, et s'étonne de la hardiesse avec laquelle les gens osent 
lui en imposer ^. Un autre contrebandier en soieries, serré de 
près par les agents du fisc, arrive à Madrid pour réclamer la pro- 
tection de l'Ambassadeur. M. de Duras le fait partir en poste 
pour Rayonne, sachant que la police allait le faire arrêter 5. Un 
négociant de Saint-Sébastien se fait confisquer i.ooo piastres et 
réclame contre la confiscation, disant qu'il avait une licence; Partyet 
se montre d'abord très résolu à le soutenir, puis il apprend que 
la licence avait déjà servi et que le fraudeur a voulu l'utiliser une 
seconde fois ; il classe l'affaire ^. Il avoue qu'il se commet en 



1. B7 390. 22 avril 1754. 

2. Bylbid. 25 février 1754. 
5. B7 399. 22 nov. 1756. 

4. B7 390. II fév. 1754. 

5. B7 390. 4 fév. 1754. 

6. B7 372. 6 avril, 18 mai, i3oct. 1750. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID II7 

Valence de très nombreux abus et se réjouit que « Madame la 
duchesse de Médina Celi,. qui a de grandes terres dans cette 
province, et qui en protège particulièrement les habitants, 
sollicite fortement un indulto ». Il a pris toutes les mesures 
nécessaires pour que les Français soient compris dans ce pardon ". 
Il gémit ailleurs « qu'il y ait des Français qui préfèrent leur 
avantage paniculier à l'honneur du pavillon » *. 

Ce noble souci de l'honneur français le rend très sévère pour 
les négociants indélicats. S'il a quelque indulgence pour les con- 
trebandiers, les banqueroutiers ne lui inspirent aucune sollicitude 
et lorsqu'il a reconnu leur faute, il ne craint pas de les démasquer 
et les signale au mépris de tous ceux qu'ils espèrent encore 
duper. 

I-e 31 mai 1753, la maison Girardon, Jogues, Freyt et O* de 
Cadix se trouve forcée de suspendre ses payements. Elle doit 4 à 
500.000 livres au roi d'Espagne, 170.000 livres à D. Ventura de 
Ozio, et quoiqu'elle ait 300.000 piastres de marchandises en maga- 
sins, 500.000 piastres d'actif au-dessus de ses engagements et que 
des capitalistes parisiens lui promettent de lui prêter 2 millions, 
elle se trouve momentanément hors d'état de faire face à ses 
échéances, parce que, sur le bruit d'une saisie imminente de son 
actif, son correspondant, le sieur Fabre, a cessé ses envois de 
fonds ^ Le duc de Duras intervient, obtient des délais ^, la mai- 
son rembourse D. Ventura et donne au roi d'Espagne un 
acompte de 160.000 piastres, mais Partyet fait remarquer avec 
raison qu'il n'est pas habile de ne point rembourser le roi, qu'on 
lui paie 6 % et que la maison aurait, si elle l'eût voulu, trouvé 
prêteur à 5 ou à 4 *>. Au mois d'octobre, Girardon est en procès 



1. B7 368. 23 juin 1749. 

2. B7 382. 9 juillet 1752. 

3. B7 386. 31 mai 1753. 

4. B7 387. 30 juillet 1753. 

5. B7 391. 1754. 



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Il8 G. DESDEVISES DU DEZERT 

avec Morin, représentant des commanditaires de sa maison. 
Partyet déplore que la justice espagnole soit saisie, parce que 
c'est la tendance du gouvernement de la soutenir toujours, 
envers et contre tous *. En novembre, la mauvaise foi de Girar- 
don est connue et Partyet propose de le faire embarquer sur le 
premier vaisseau français en partance, et à son arrivée en France 
de le faire détenir jusqu'à nouvel ordre dans les prisons de l'ami- 
rauté ^. Mais Girardon réussit à se blanchir aux yeux des juges 
espagnols ' et c'est maintenant le liquidateur Morin qui se trouve 
en butte à l'animosité du tribunal. Jogues vient à Madrid dénon- 
cer au consul général les perfidies de Girardon. Partj'et parle de 
l'affaire à M. de Valparaiso et demande contre Girardon des 
mesures « qui feraient connaître à ceux qui seraient assez mal- 
heureux pour suivre les exemples de mauvaise foi et de fripon- 
nerie qu'il a donnés qu'ils ne trouveront aucune protection dans 
ce pays ^ ». Girardon est mandé à Madrid % Partyet l'interroge, 
le confronte avec Jogues, devant M. de Duras, se convainc de 
plus en plus qu'il a affaire à un fripon et cherche les moyens de 
lui faire restituer sans éclat une somme de 28.000 piastres, qu'il 
a détournée et mise sous le nom de sa femme *. Après une nou- 
velle entrevue, M. de Duras pousse la bonté jusqu'à offrir à 
Jogues et à Girardon de trancher leur débat comme arbitre. 
Jogues accepte, Girardon refuse 7. Il refuse également une trans- 
action qui lui laissait 12.000 piastres ', alors qu'il est prouvé 
qu'il en redevait 44.000 à sa maison '. M. de Duras laisse agir 



1. B7 391.7 oct. 1754. 

2. Ibid. 4 nov. 1754. 

3. B7 391. 24déc. 7754. 

4. B7 395.24fév. 1755. 

5. Ibid. 3 mars 1755. 

6. Ibid. 7 avril 175s. 

7. B7 595. 14 avril 175). 

8. Ibid. 5 mai 1755. 

9. Ibid. 12 mai 1755. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID II9 

la justice espagnole, qui défend à Girardon de se servir du nom 
et de U signature Je la Compagnie, lui interdit de se mêler de 
son administration, et donne même aux juges de Cndix l'autori- 
sation de le faire arrêter s'il est prouvé qu'il a commis des détour- 
nements au préjudice de sa maison '. On nomme des arbitres de 
part et d'autre : la Compagnie choisit un négociant français, 
Girardon élit un flamand connu pour son esprit chicanier -, 
empêche par tous les moyens possibles le règlement de l'affaire, 
vient même à Madrid pour se plaindre des juges de Cadix; mais 
Partyet, averti d'avance, a prévenu son monde et Girardon est 
panout éconduit ', jusqu'au moment où un ordre exprès du roi 
oblige les juges à terminer enfin cette affaire pendante depuis 
quatre ans -♦. Pendant tout ce temps, Partyet n'a pas dévié un 
seul jour de la route qu'il s'était tracée, et si le banqueroutier n'a 
pas été condamné plus tôt, c'est la faute de la justice espagnole 
et non celle du consul général de France. 

Le commerce des Indes. 

Le commerce d'Espagne donnait assurément de beaux profits, 
mais les Indes restaient pour les négociants français l'Eldorado 
où se faisaient les meilleures affaires, où se réalisaient les béné- 
fices fabuleux. Malheureusement les lois d'Espagne fermaient les 
Indes à toutes les entreprises étrangères, et ce n'est qu'à l'aide de 
ruses que nos nationaux parvenaient à y trafiquer. 

Le commerce de l'Espagne avec les Indes s'était fait jusqu'en 
1735 par l'intermédiaire de la flotte et des galions. 

La flotte se rendait à La Vera-Cruz par Puerto-Rico et reve- 
nait par La Havane, chargée des produits des Antilles et du 



I. B7 395. 19 mai, 26 mai, 2 juin 1755. 

2 B7 396. 14 juillet 1755. 

j. B7 599. 13 déc. 1756. 

4. B7 404. 9 mai, 13 juin, 4 juillet 1757. 



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20 G. DESDEVISES DU DEZERT 

lexique. Le grand marché d'échanges de la Nouvelle-Espagne 
ait la foire de Jalapa. 

Les galions gagnaient Carthagène et Porto-Bello, où se réunis- 
sent les commerçants de l'Amérique du Sud. 

La flotte et les galions devaient, en principe, partir tous les 
is, ou, au moins, tous les dix-huit mois, mais par suite des 
lierres, il s'écoulait parfois trois ou quatre ans sans qu'il y eût 
expédition *. 

A partir de 1735, on renonça à la flotte et aux galions et l'on 
ermit aux particuliers de commercer directement avec les Indes, 

l'aide de vaisseaux autorisés (regislros) dont le ministre déter- 
linait chaque année la quantité et qu'il attribuait, suivant son 
[)n plaisir, à tels ou tels armateurs de Cadix, le seul port d'Es- 
agne autorisé à commercer avec les Indes. Le progrès ainsi 
;alisé fut bien plus apparent que réel, on conserva l'habitude 
envoyer les registros par convois, le droit d'armer un navire ne 
obtint qu'à prix d'argent, comme une faveur, l'inventaire de la 
irgaison fut soumis à des formalités sans fin, le négociant resta 
tposé à toutes les exigences du fisc *. 

La correspondance de Partyet abonde en détails sur les 
gistros et permet de se faire une idée exacte du système et des 
iconvénients presque intolérables qu'il entraînait. 

En 1749, l'Espagne sortait d'une longue guerre maritime, qui 
7ait interrompu ses relations avec les Indes. Un riche convoi ras- 
îmblé à La Havane attendait depuis de longs mois le moment 
e mettre à la voile ; on manquait de vaisseaux de guerre pour 
ïccompagner ; ceux qui étaient à La Havane n'avaient ni voiles 
i câbles. Les registros avaient donné de si médiocres résultats 
u'on parlait d'en revenir au vieux régime de la flotte et des 



1. D. Jorge Juan y D. Antonio Ulloa. Relaciôn histôrica del viage de la 
mérica méridional. Madrid 1748, 5 vol. in-80, t. II, p. 102. 

2. Cf. notre Espagne de Vancien Régime. La richesse et la civilisation, Paris 
?04, p. 146. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 121 

galions; M. de laEnsenada n y voyait que des avantages, mais ne 
se pressait pas de les rétablir, parce qu'il aurait fallu rétablir en 
même temps le vaisseau de permission des Anglais '. 

Le grand convoi d'Amérique, retardé jusqu'au dernier 
moment par le manque de biscuit *, avait enfin mis à la voile 
de La Havane le 15 mai 1749 et arriva heureusement au Ferrol, • 
le 14 juillet. Il se composait de six vaisseaux du roi, armés de 
366 canons, et de sept bâtiments marchands. Un huitième 
navire, démâté le jour de sa sortie, était rentré à La Havane et 
avait fait voile sur Cadix. Un neuvième, séparé du gros de la 
flotte le 4 juillet, était arrivé le 14 à Cadix. Le capitaine avait 
ouvert en mer un pli cacheté qui lui ordonnait de rallier le 
Ferrol, mais l'équipage avait refusé d'obéir \ Le convoi apportait 
113. 233. 165 livres en or et argent et 14.115.oio livres en 
marchandises-». 

On avait rompu avec les traditions en faisant aborder le con- 
voi au Ferrol, mais le fisc y trouvait son compte. Le commerce 
de Cadix dut offrir au roi 300.000 piastres pour obtenir le droit 
de retirer des vaisseaux les fonds qui lui appartenaient 5. On 
proposa à la Compagnie française des Indes de lui envoyer les 
siens, à Bayonne, moyennant une commission de 5 °/o. 

A partir de 1749 * les voyages des registros se suivirent assez 
régulièrement. 

Le 15 juin 1750, Partyet signale l'arrivée à Cadix de deux 
vaisseaux venant de Carthagène et de La Havane. Ils apponent 



1. B7 368, 29 janvier 1749. 

2. Ibid. 23 juin 1740. 

3. B7 569. 21 juillet 1749. 

4. Cochenille fine et sauvage, indigo de Guatemala, sucre de La Havane, 
tabac en poudre et en feuilles, jalap, salsepareille, quina, gingeni brc, baume, 
carmin de Honduras, vanille, cacao, café. 

5. B7 369. 4 août 1749. 

6. Ibid., 24 septembre 1749. 



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G. DESDEVISES DU DEZERT 



bac, du cacao et 1.339.949 piastres*. Le 28 décembre, 
ge de La Vera Cruz avec 1.700.000 piastres en argent et 
>oo piastres en denrées; arrivage de La Havane avec 800.000 
es en monnaie et du tabac ^. Le 25 septembre 1752, 
le nouvelle à la Cour, le vaisseau du roi, le Fuerte^ est à 
e à Cadix avec 9 millions de piastres K Le 15 janvier 1753 
iunfante entre en rade de Cadix avec 1.760.002 piastres, 
\ marcs d'argent, 7.848 piastres en pistoles, 272 marcs d'or, 
juintaux de cuivre, 155 surons de cochenille, 15 d'indigo, 
:uirs, i.ooo surons de tabac en feuille, 200 de tabac en 
re, 3471 quintaux de bois de Campêche, 691 caisses de 
, 41 surons de jalap, vanille et autres fruits ^. Le 12 février 
, un registre venant de Honduras et de La Havane apporte 
)o piastres en or et argent et 200.000 en fruits 5. Le 23 juil- 
iq registros zméntni du cacao et 5.500.000 piastres ^; l'un 
5 vaisseaux, la Toscana, est venue en droite ligne et sans 
1er du Callao à Cadix en cinq mois et dix-huit jours '. Le 
ars 1754, le Dragon amène 7. 146. 137 piastres et un million 
istres en cochenille et indigo ^. 

idministration des registres laissait, comme tant de choses 
Lspagne, énormément à désirer. Ensenada essaya d'y 
•e un peu d'ordre et déclara en 1752 qu'il accorderait 
le année six permissions pour commercer avec La Vera- 
et Porto -Bello. Les demandes se firent aussitôt en grand 
)re, et beaucoup de négociants, qui avaient acheté des 



J7 372. 15 juin 1750. 
Î7 373. 28 décembre 1750. 
Î7 382. 2$ septembre 1752. 
37 386. 15 janvier 1753. 
^7 386. 12 février 1753. 
^7 387- 23 juillet 1753. 
Î7 390. 18 mars 1754. 
B7 382. 27 mars 1752. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID I23 

navires, ne purent même obtenir d'être inscrits pour les voyages 
des années suivantes *. Puis on se ravisa, on fit partir huit et 
même dix registros pour le Mexique ; on autorisa des navires iso- 
lés à se rendre à Buenos- Ayres et au Pérou *. 

Les heureux effets de ces nombreuses expéditions ne tar- 
dèrent pas à se ftiire sentir. Bientôt les produits européens furent 
presque aussi bon marché en Amérique qu'en Europe ' ; mais 
les marchands crièrent aussitôt au scandale, et malgré sa vive 
intelligence^ Partyet se fait très sincèrement l'écho de leurs 
plaintes : « Les négociants parisiens aimeraient mieux que les 
permissions ne fussent accordées que tous les deux ans ^. 
Toutes les lettres des Indes, qui ne parlent que de ventes peu 
avantageuses, confirment tous les gens sages dans le parti qu'ils 
ont pris de suspendre toute opération jusqu'à ce que ce com- 
merce se trouve remis sur un pied fixe, c'est-à-dire que les flottes 
et les galions soient rétablis 5... Trois registres sont en rade de 
La Vera-Cruz sans fret de retour^... Les marchands ne font plus 
de gros achats, parce qu'ils n'ont plus le temps -d'écouler leurs 
marchandises '. Si le ministre ne retient l'avidité de tous ceux 
qui prétendent armer des bâtiments pour les Indes et ne les 
réduit au nombre ordinaire, il achèvera de ruiner le commerce 
du Mexique ^. » 

Après la chute d'Ensenada (20 juillet 1755), Wall annonce 
l'intention de rétablir la flotte et les galions ; toutes les marchan- 
dises haussent de prix, les marchands se réjouissent « d'une 



1. B7 382. 20 novembre 1752. — 27 novembre 1752. 

2. B7 391. 21 octobre 1754. 

3. B7 382. 27 mars 1752. 

4. B7 387. 27 août 1753. 
$. B7 390. 18 mars 1754. 

6. B7 391. 21 octobre 1754. 

7. B7 395. 31 mars 1755. 

8. B7 396. 21 juillet 175$. 



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124 G. DESDEVISES DU DEZERT 

révolution si avantageuse au commerce » *. Mais le ministre 
veut envoyer onze vaisseaux en Amérique ; on trouve le chiflFre 
exagéré et l'on pense qu'ils ne seront pas chargés *. Il vaudrait 
mieux suivre les conseils des députés du commerce mexicain et 
ne rien envo)'er aux Indes avant 1758 ^ 

Toutes ces mesures ne semblent regarder que le commerce 
espagnol, mais Partyet ne les suit d'un œil si attentif que parce 
qu'il y sait la France très directement intéressée. 

En principe, les seuls Castillans ont le droit de commercer 
avec les Indes. Ce n'est qu'en 1755 qu'une Compagnie catalane 
obtient le droit de trafiquer au Honduras, à Puerto-Rico, à 
Saint-Domingue et à Sainte-Marguerite *. 

Cependant il n'est pas sans exemple que des Français aient 
légalement commercé avec les Indes, mais même avec une permis- 
sion du roi, le préjugé contre eux est si fort que les autorités des 
Indes ne leur ménagent ni vexations ni injustices. 

En 1742, lors du siège de Carthagène, le navire nantais le 
Lion, affrété pour le compte du roi d'Espagne, est brûlé en rade 
par ordre du général espagnol Eslava. Les propriétaires du 
navire en réclament le prix ; le gouvernement espagnol prétend 
d'abord ne devoir que le fret, et ne paie que le 23 juillet 1754 
les 18.450 piastres d'indemnité, représentant la valeur du navire 
et de sa cargaison K 

En 1742, les sieurs Rasteau et fils, négociants à La Rochelle, 
expédient à la Vera-Cruz le navire le Lion (Tor, chargé de cor- 
dages, armes et munitions, pour le compte des officiers royaux 
de la ville, et aussi de marchandises pour la Louisiane. Le 



1. B7 396. !«' septembre 1755. 

2. Ibid. 29 décembre 1755. 

3. B7 395. 23 juin 1755. 

4. B7 387. 10 septembre 1753. — B7 39Q. 14 janvier 1754. — B7 391. 
29 Juillet 1754. 

5. B7 369. novembre 1749. 




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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID 125 

II juin 1743, les autorités de La Vera-Cruz saisissent le navire 
et la cargaison et frappent le capitaine d'une amende de 
i.ooo piastres. Le capitaine rachète son navire pour 13.500 
piastres, qui sont mises en dépôt avec les marchandises et 
les mille piastres d'amende. La maison Rasteau fait appel du 
jugement, l'ambassadeur de France en parle au roi d'Espagne, 
Philippe V ordonne que l'affaire soit portée au Conseil des 
Indes. Le 26 novembre 1746, le Conseil casse l'arrêt rendu par 
les juges de La Vera-Cruz, ordonne la restitution du navire, de 
la cargaison, de l'amende et inflige aux officiers du port une 
amende de i.ooo piastres. L'arrêt du Conseil des Indes est 
approuvé par le roi Ferdinand VI au mois de mars 1748, il est 
présenté le 11 décembre au vice-roi du Mexique, qui répond, le 
10 janvier 1749, par un refus absolu d'exécuter l'ordre royal '. 
Le II septembre 1753, dix ans après la saisie, Ferdinand VI 
finit par ordonner la restitution des fonds provenant du Lion d'or 
ce pour donner des marques de son amitié au roi de France et 
quoique les raisons du vice-roi du Mexique lui paraissent très 
fondées ». 

Les traités d'Aix-la-Chapelle (1748) amènent un redouble- 
ment de sévérité. M. de la Ensenada avait d'abord accordé au 
navire le Condé la permission de se rendre à La Vera-Cruz sous 
pavillon français ; il ne l'autorise plus que sous pavillon espagnol, 
par crainte des représentations des Anglais et des Hollandais *. 
Le commerce des Indes est, en somme, absolument fermé et la 
course est même interdite, en temps de guerre, dans les mers 
d'Amérique à tous autres vaisseaux que ceux d'Espagne K 

Les Français n'ont d'autre ressource que de se faire les bail- 
leurs de fonds des armateurs espagnols, et de bourrer les navires 
espagnols de marchandises françaises. Mais ils ont à compter par- 



1. B7 587. 12 septembre 1753. 

2. B7 368. 13 mai 1749. 

3. B7 386. !«• janvier 1753. 



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126 G. DESDEVISES DU DEZERT 

fois avec la mauvaise foi de leurs prête-noms et avec les chicanes 
de toute espèce qu'on ne cesse de leur opposer. Un registro^ appar- 
tenant à un négociant français de Lisbonne, est arrêté huit 
mois dans le Rio de la Plata, par suite d'un procès qui a éclaté 
entre le capitaine et le commissionnaire espagnol '. La maison 
Giyla et Solier de Cadix perd 54.000 piastres par la friponnerie 
du maestro de plata d'un registro de La Vera-Cruz ; il faut, pour 
obtenir justice, intéresser le roi à l'affaire au nom d'un Espagnol, 
D. Alonso Garcia, l'homme de confiance de la maison fran- 
çaise *. 

Certains capitaines hardis essaient défaire le trafic « à l'avarie »• 
Ils prétextent un accident quelconque et demandent l'entrée 
d'une rade espagnole. Us déchargent leur bâtiment dans une 
enceinte fermée, dont la porte est soigneusement scellée, mais, 
la nuit, par une ouverture secrète, des complices viennent cher- 
cher les marchandises et les mettent en sûreté '. C'est une entre- 
prise téméraire, qui ne réussit pas toujours. Il est des fonction- 
naires espagnols terribles pour les fraudeurs, qui aimeraient 
mieux laisser périr un bâtiment plutôt que de laisser débarquer des 
marchandises françaises en territoire espagnol. M. de Cagigal, 
gouverneur de La Havane, est dans ce cas. Il saisit le brigantin 
français Marquise de Vaudreuil. Il refuse la permission de faire de 
leau à un navire qui se rendait à la Martinique *. Il renvoie les 
bâtiments français avariés, sans leur permettre de se réparer 5. Un 
capitaine, allant de Mobile à la Martinique, est repoussé de La 
Havane, et n'ayant plus ni eau ni vivres, se décide à relâcher à 
Batavano. Laissant son navire, il se rend par terre à La Havane, 
dans l'espoir d'apitoyer le gouverneur. M. de Cagigal lui fait faire 



1. B7 386. 5 février 1753. 

2. B7 599. 9 août 1756. 

3. Labbat. Nouveau voyage aux îles de V Amérique. Paris, 1722, t. V, p. 217. 

4. B7 369. 19 juillet 1749. 

5. B7 372. 16 février 1750. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID I27 

quatorze jours de prison et le renvoie à Batavano entre deux dra- 
gons, avec ordre de remettre immédiatement à la voile *. Ce trait de 
véritable sauvagerie finit par toucher le Conseil des Indes, qui 
ordonne au gouverneur d'aider les navires français obligés de 
relâcher à La Havane, et lui défend d'exiger, comme il le faisait, 
le sixième du chargement, en paiement du moindre secours *. 
Mais ce n'est qu'en juillet 1755 que M. de Cagigal est remplacé 
par un fonctionnaire plus intelligent et plus humain '. 

Restait la contrebande... On peut penser que nos marins ne 
s'en privaient pas, mais il ne fallait pas s'y jouer, et lorsqu'on 
était pris, ni le consul général ni l'ambassadeur ne pouvaient 
intervenir officiellement. 

La traite et le rachat des captifs. 

L'esclavage n'était point encore aboli au xviii* siècle. Les colo- 
nies espagnoles des Antilles ne connaissaient que le travail ser- 
vile et la traite des noirs était considérée comme un commerce 
légitime. Les Français avaient tout d'abord obtenu la fourniture 
(jisiento de nesros), puis les Anglais se l'étaient feit concéder par le 
traité d'Utrecht. La paix d'Aix-la-Chapelle avait renouvelé leur 
privilège pour quatre ans, puis l'Espagne l'avait racheté en 1750, 
et dès cette année un négociant nommé Palacios avait obtenu la 
permission d'introduire 2.000 nègres au Chili et au Pérou, 
moyennant un droit de 63 piastres 1/2 par tète -*. En 17$ 5 Fasiento 
avait été affermé à deux riches capitalistes de Madrid, D. Fran- 
cisco de Mendinueta, et le marquis de Murillo. Le bail, contracté 
pour six ans, assurait au roi un droit de 50 piastres par tête 



1. B7 386. 12 ocobre 1752. 

2. Ibid. 26 mars 175). 

3. B7 396. 21 juillet 1755. 

4* ^7 373- 1750. — Le prix des nègres au Pérou était de 300 a 600 piastres 
(B7 378. 8 mars 175 1). 



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G. DESDEVISES DU DEZERT 



^e et le transport gratuit de 500 hommes de troupes. Il 
lit en revanche aux concessionnaires le monopole du 
îrce des cuirs de Buenos-Ayres, un droit de 3 % sur les 
is qu'ils transporteraient en Espagne et la faculté d'envoyer 
î année à Buenos-Ayres un vaisseau de 500 tonneaux, 
s laisseraient charger les deux tiers pour le compte des par- 
rs '. 
:raite était faite en Guinée par des Anglais qui transbor- 

ensuite leurs noirs sur des navires espagnols. En 1756, 
la rupture entre la France et l'Angleterre, Mendinueta 
da au gouvernement français un sauf-conduit pour un 
r anglais qui lui ramenait une cargaison de noirs; le gou- 
nent français refusa ^ ; les gouverneurs des Antilles fran- 
se plaignaient des Espagnols, qui favorisaient l'évasion des 
îs appartenant à nos planteurs K On fut sans doute bien 
) marquer qu'on en gardait quelque rancune. 
> répandu aux Indes, l'esclavage n'était pas absolument 
lu en Espagne, ni même en France. Après un brillant com- 

un vaisseau espagnol avait coulé cinq chébecs algériens, 
lonna deux esclaves Mores au commandant et un esclave 
ue officier-*. En 175 1 le consul de France à Carthagène 
un More pour le service des galères de France 5. Un autre 
ent du 3 novembre 1749 parle des « Mores prisonniers 
)nt à Marseille » : il s'agit évidemment des galériens 
is^ 

barbaresques se faisaient encore craindre à cette époque 
aquaient aux petits bâtiments isolés. En 1748, il y avait 



395. 14 avril 1755. 

399. 16 août, 27 septembre 1756. 

368. 24 mars 1749. — B7 382. 6 octobre 1752. 
395. 28 avril 1755. 

j 378. 29 mars 1751. 

369. 3 novembre 1749. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID I29 

13 Français prisonniers au Maroc. Partyet cherchait à les rache- 
ter par l'intermédiaire de deux marchands grecs de Tetuan, Col- 
letti et Pattisiati *, mais on demandait deux Mores pour chaque 
Français, 500 piastres par tête et 100 piastres en plus pour frais 
de conduite et d embarquement *. Il s'adressa encore au général 
de Tordre des Trinitaires et au vicaire-général de Tordre de la 
Merci, qui promirent 52.000 livres pour le rachat du capitaine 
Audier et de ses dix hommes d'équipage ', mais les sieurs Butler, 
chargés des affaires des Provinces-Unies au Maroc, ne purent rien 
obtenir du sultan, qui venait de refuser 800 pesos par tête de 
captif *. Les captifs ne furent rachetés qu'après trois ans de négo- 
ciations, et au prix exorbitant de 4.000 livres par tête K 

Pendant les négociations, une tartane de Narbonne venant 
d'Oran avait été prise avec tout son équipage, 32 Espagnols et le 
député de la nation française de Carthagène ^. 

Le 3 septembre 1753, le senaut marseillais de 100 tonneaux, 
Saint-François de Sales ^ monté par treize hommes d'équipage, fut 
pris par un corsaire d'Alger, qui lui tua cinq hommes et en 
blessa huit. Le corsaire amena sa prise à Gibraltar ; les Anglais, 
enthousiasmés de la belle défense des Français, firent une collecte 
pour les blessés et parlèrent même d'envoyer un chirurgien à 
Tetuan pour les soigner 7. 

On eut bientôt 36 captifs français à racheter. Il fallait 32.280 
piastres; les Trinitaires et les Pères de la Merci ne pouvaient en 
donner que 26.000 * ; les choses traînèrent en longueur et le 



1. B7 363. 28 août 1748. 

2. B7 369. 3 novembre i749« 

3* ^7 373- 9 novembre 1750. — B7 378. 29 mars 1751. 
4. B7 378. 16 avril 175 1 . 
$. B7 387. 13 août 1753. 

6. B7 378. 3 mai 1751. 

7. B7 387. 3 septembre 1753. 

8. B7 390. 26 mai 1754. 

REVUE HISPANIQUE. XVI. 



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130 G. DESDEVISES DU DEZERT 

sultan, impatienté, finit par dire que si on ne se hâtait pas de 
racheter les captifs, il leur ferait couper la tête \ Les Français 
finirent par traiter du rachat de dix prisonniers, mais le sultan de 
Fez les garda parce qu'ils étaient jeunes, savaient l'arabe et pou- 
vaient être employés à son service ; il en délivra neuf autres à 
leur place ; les malheureux demandèrent qu*on voulût bien les 
accepter: « Attendu, disaient-ils, que si nous avons le malheur 
de monter une autre fois à Fez, faute de n'être point retirés 
d'ici, il n'y aurait point de rachat pour la nation jusqu'à la 
mort du sultan. Qu'on ne se flatte point, car il est inexorable, 
tous les hommes ensemble ne sauraient déchiffrer son carac- 
tère. Nous attendons. Monsieur, que vous ne nous oublierez 
pas en cette occasion, attendu les souffrances que nous pas- 
sons dans cette maudite matamoure *. » 

Le 14 novembre 1757 Partyet écrit encore qu'il espère rache- 
ter des captifs français par l'intermédiaire du sieur Cabanis, 
établi à Zafy. Il en coûtera pour chacun 500 piastres, et un More, 
qu'on demandera au roi de bien vouloir céder K 

Il semble qu'il ait été, dès cette époque, fort difficile d'organi- 
ser une police internationale; car si on l'eût bien voulu, l'Angle- 
terre, l'Espagne et la France auraient eu aisément raison des bar- 
*^— -^-ques. 

La déclaration de guerre de 1756 

ENTRE LA FrANCE ET l'AnGLETERRE. 

dernière grosse affaire à laquelle Partyet se trouva mêlé fut 
louvellement de la guerre entre la France et l'Angleterre 
JS6. 



B7 396. 15 décembre 1755. 
B7 399. 30 juillet 1756. 
B7 405. 14 novembre 1757. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID I3I 

Cet événement avait été prévu par Ensenada dès 175 1 * et 
éclata le 8 juin 1755 par le combat de Terre-Neuve, où Tamiral 
Boscawen s'empara, sans déclaration de guerre, de deux vais- 
seaux du roi de France chargés de troupes pour le Canada. 

Les corsiiires ani^lais se ruèrent aussitôt sur tous les navires 
français qu'ils purent rencontrer, et avant la fin de l'année, ils en 
avaient amariné près de 300, et avaient capturé 6.000 matelots 
français. 

Cependant la guerre ne fut officiellement déclarée par l'Angle- 
terre que le 17 mai et par la France le t 6 juin 1756. 

Partyet assiste de loin au drame et marque les coups que se 
portent les marins français et anglais le long des côtes d'Es- 
pagne. 

Il note tout d'abord que nos matelots sont mous et lents à la 
manœuvre ; il les reprenait pendant la dernière guerre, alors qu'il 
était encore à Cadix, et ils lui répondaient : « Monsieur, laissez- 
nous nous reposer dans le port, nous n'avons à la mer que des 
coups à gagner, et si nous faisons des prises, elles ne seront pas 
pour nous. Le roi accorde quelquefois le dixième de la valeur 
de la prise faite par ses vaisseaux, le dixième de l'amiral étant pré- 



I . « Por amipatia y por înteres scràn siempre enemigos los Franceses é 
Ingleses porque unos y otros aspiran al comercio universal, y el de Espana 
y su America es el que màs les importa. Seguiràse à esto que estén pocos 
aôos en paz, y que V. M. sea galanteado de la Francia, para que, unida su 
armada con la de Espana sea superior à la de Inglaterra, y pierJa esta el pre- 
dominio delmar; y de la Inglaterra, por que si V. M. con cien batallones y 
cien escuadrones ataca à la Francia por los Pirineos, al mismo tiempo que los 
Ingleses y sus atiados por la Flândes no admite duda que la Francia no podra 
resisttr, y perdera la superioridad de fuerzas de tierra con que se hace tenier 
en Europa. En este caso, que precisamente ha de suceder, sera V. M. el arbi- 
tre de la paz y de ta guerra, y muy natural que la Inglaterra compre à 
V. M. la neutralidad restituyendo à Gibraltar, y la Francia demoliendo a Bella- 
guardia y cediendo parte de sus privilegios sobre el comercio de Espana. » 
— Rfpresifitaciàn de Ensenada al Rey sobre Jomento de h marina — 1751. — 
A Rodriguez Villa. D, Cenon de Somodevilla marqués de la Ensenada, p. X20. 



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G. DESDEVISES DU DEZERT 



) ; ce n'est pas assez ; les Anglais donnent la prise à Téqui- 
e prenant et leurs matelots et officiers y vont de meilleur 
ir ^» 

^s Anglais, ayant loo vaisseaux à opposer aux 60 vaisseaux 
^ouis XV, jouaient à coup sûr et partaient en guerre avec 
dace que donne la victoire, se moquant du droit des gens, 
rraités, de la diplomatie, de TEspagne, de la France, de tout 
ui prétendait leur faire obstacle. 

s traitaient en pirates les gardes-côtes patentés du roi d'Es- 
le dans la baie de Mosquitos ; ils poussaient 1 audace jusqu'à 
Drter à la Jamaïque un missionnaire espagnol qu'ils accusaient 
)rêcher la sédition aux Indiens de la côte ferme. Les lois 
ces de la Jamaïque faisaient vendre comme esclaves les débi- 
s insolvables ; ces malheureux réussissaient parfois à s'enfuir 
vaient formé sur les bords du Rio Tinto, du Rio Wallis, et 
i baie de Mosquitos des établissements que les Anglais avaient 
itôt pris sous leur protection et qui leur servaient à pousser 
l'intérieur du pays un actif commerce de contrebande. Tan- 
que les traités leur permettaient de frapper d'un droit de 
/o les marchandises espagnoles transportées en Angleterre sous 
lion espagnol, ils les frappaient d une taxe de 50 % et lais- 
[it crier les ministres d'Espagne sans daigner leur répondre ^ 
[uant aux Français, ils leur couraient sus sans dire gare, 
te à leur faire des excuses lorsqu'ils reconnaissaient qu'ils 
ent affaire à trop forte partie. Et Louis XV commençait seule- 
it à vouloir augmenter sa flotte et faisait marchander des vais- 
ix à Cadix K 

>ès le début de 1756, les armateurs français n'osent plus ris- 
r leurs navires dans la Méditerranée et demandent à trans- 



B7 390. 26 janvier 1754. 
B7 399. 25 octobre 1756. 
B7 396. 10 novembre 1755. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID I33 

border leurs marchandises sur des vaisseaux neutres '. Mais 
l'Espagne est peu sûre ; elle a accordé aux Anglais le droit de se 
fournir à Majorque de vivres et de munitions au prix courant ; et 
il n'est pas certain que les Anglais respectent la neutralité du pavil- 
lon espagnol, car on a eu l'imprudence à Marseille d'arrêter des 
Minorquins sujets britanniques, à bord de bâtiments espa* nols *. 

Au mois de juillet 1756, le ministère espagnol accorde aux 
Français le droit de transborder leurs denrées et marchandises sur 
des vaisseaux neutres ; ils ne paieront qu'un droit de 2 % et 
même de i % lorsque le transbordement aura lieu ur un 
navire espagnol. Ce droit sera calculé sur les factures d'achat, et 
comme le prix des denrées dans l'Inde est au moins de 100 % 
meilleur marché qu'en Europe, on voit par là quelle gracieuseté 
fait l'Espagne à la France '. 

Cependant la guerre a gagné les mers d'Europe. La frégate 
anglaise Expérience capture sous le canon de Cadix un navire 
français venant de la Martinique, puis un autre un peu plus loin 
qu'elle conduit à Gibraltar ^. L'Espérance^ allant de la Martinique 
à Marseille, est attaquée près d'Alicante par un corsaire, se réfu- 
gie près d'une tour de défense et ne doit son salut qu'au com- 
mandant de la tour, qui fait tirer à boulet sur l'anglais 5. Le 
Prince de Conty delà Compagnie des Indes, est arrivé à la Corogne ; 
la Compagnie le fait décharger et fait transporter ses marchan- 
dises à Bayonne par des embarcations espagnoles. Deux de ces 
bâtiments sont pris par les Anglais qui refusent de les restituer, 
puis se ravisent, parce qu'il ne s'agit pas de contrebande de 
guerre^. Au mois de novembre 1756, Y Aimable pucelïe de la Mar- 



1. B7 398. 9 février X756. 

2. B7 398. 3 mars. 8 mars 17 56. 
5. B7 398. 30 mars 1756. 

4. Ibid. 3 mai 1756. 

5. B7 398. 3 mai 1756. 

6. Ibid. 31 mai 1756. — B7 397. 4 octobre 1756. 



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134 G. DHSDEVISES DU DEZERT 

tinique, chargée de sucre et de café, est prise dans la baie de 
Corcobion, sur la côte de Galice, à huit brasses de terre '. 
VAmphioriy de Bordeaux, est enlevé en pleine baie de Muros 
au milieu d'embarcations espagnoles ; le corsaire qui le prend 
avait demandé l'entrée de la rade pour rafraîchir ses vivres *. Le 
corsaire français le Télémaqiie est pris par la frégate YExperimenty 
sous le canon du fort de Morayra. Le capitaine anglais, se voyant 
dans son tort, a forcé le capitaine français à signer une attesta- 
tion à sa décharge. Le Français n'a signé que pour obtenir le 
soulagement de ses blessés, laissés sans soins à bord de l'an- 
glais >. Un corsaire français prend un navire anglais presque sous 
le canon de Dénia. Un autre a poursuivi un navire espagnol de 
construction anglaise, qu'il a pris pour un anglais. L'équipage 
espagnol a pris les Français pour des Algériens et s'est sauvé dans 
la chaloupe. Les Français ont poursuivi les Espagnols jusqu'à 
terre, leur ont volé leurs hardes et leur argent, puis reconnaissant 
leur erreur, ont fait de leur mieux pour la réparer -*, mais le ter- 
ritoire espagnol a été violé et Partyet se voit une grave affaire 
sur les bras. 

Dans la seule année 1756, il verse 87.430 réaux à 933 mate- 
lots français échappés de Gibraltar 5. 

Les faits de guerre se ralentissent peu à peu, mais la lutte 
d'influence devient chaque jour plus vive à Madrid entre les 
ambassadeurs de France et d'Angleterre. M. Keene sème l'argent 
et ne quitte plus les ministères ^, Les ministres espagnols sont 
tellement excédés des réclamations des deux parties qu'ils vou- 
draient interdire la course aux belligérants sur les côtes d'Espagne ", 

1. B7 399. 29 novembre 1756. 

2. B7404. 1757. 

3. B7405. II juillet 1757. 

4. B7404. 17 janvier 1757. 

5. B7 405. 16 octobre 1757. 

6. B7 404. 23 février 1757. — 19 mars 1757. 

7. Ibid. 17 janvier 1757. 



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UN CONSUL GÉNÉRAL DE FRANCE A MADRID I35 

mais il faudrait pour cela disposer de la force, et l'Espagne ne l'a 
pas. C'est à peine si elle peut obtenir le respect de ses droits les 
plus évidents. 

Le corsaire anglais V Anti-Gallican s'est emparé, le 26 décembre 
1756, du navire de la Compagnie des Indes, le Duc de Penthièvre. 
L'attaque a eu lieu dans la baie de La Corogne, à portée de canon 
de la terre et dans des conditions telles que le Conseil de guerre 
d'Espagne a ordonné la restitution du navire à son capitaine '. Le 
3 mars 1757 la restitution s'opère, à Cadix; le gouverneur de 
la ville est obligé de recourir à la force pour expulser les Anglais *. 
L'ambassadeur britannique n'en continue pas moins ses instances 
et obtient du roi qu'il soit procédé à une nouvelle enquête sur la 
validité de la prise '. Le 8 août, l'ordre définitif de restitution du 
Duc de Penihiivre est enfin signé et le roi d'Espagne permet même 
la vente des thés, des vernis et de la porcelaine qu'il ramenait des 
Indes ^, La coque de V Anti-Gallican^ abandonné par son équi- 
page, et mouillé au Trocadéro, répondra des avaries de la cargai- 
son ^ * 

Au milieu de ces graves et délicates afl^aires, Partyet conserve 
tout son sang-froid et n'oublie jamais l'intérêt national. Il s'en- 
tremet lui-même en avril 1755 pour obtenir la mise en liberté 
d'un capitaine anglais, pris par Y Aimable-Marie de Cherbourg ; 
ce capitaine est recommandé par la maison Patrice, Joyes et 
Darcy de Madrid, et cette maison consent à Partyet toutes les 
avances dont il a besoin ^. Au mois de décembre 1757, un négo- 
ciant anglais de Lisbonne sollicite un sauf-conduit pour se rendre 
à Bordeaux et y prendre un chargement de vin qui sera expédié 



1. Ibid. 23 février 1757. 

2. B7 404. 9 mars 1757. 

3. Ibid. 19 mars, 23 mai 1757. 

4. Ibid. 8 août 1757. 

5. Ibid. 12 septembre 1757. 

6. B7404. II avril 1757. 



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136 G. DESDEVISES DU DEZERT 

en Norvège, sous pavillon danois. Partyet appuie la demande 
du négociant anglais « parce qu'elle ne peut être qu'avantageuse 
à notre commerce » '. Il se conduit en homme de sens et de droit 
jugement, qui ne se laisse point emporter par la passion, et ne 
perd jamais le souci des grands intérêts qui lui ont été confiés. 

♦ 

Les excellents services de Partyet ne furent point méconnus. Le 
roi le nomma intendant de THôtel royal des Invalides et le 
ministre de la marine lui écrivit à cette occasion, le 3 avril 1755 
une lettre obligeante et courtoise : a La récompense que S. M. a 
bien voulu vous assurer, disait-il, vous est un témoignage flat- 
teur de la satisfaction qu elle a eue de vos services et j'y join- 
drai toujours des sentiments d'estime et d'intérêt profonds. * » 

A partir de ce moment la carrière de Partyet n'appartient plus 
à l'histoire de nos relations avec l'Espagne. Cette partie de sa vie 
nous a paru présenter» quelque intérêt comme contribution à 
notre histoire commerciale et administrative au xviii* siècle. 
Le règne de Louis XV est considéré par la plupart de nos 
historiens comme une époque de lamentable décadence. Il s'en 
faut de beaucoup, croyons-nous, qu'il en ait été ainsi. Lç gou- 
vernement du roi commit, il est vrai, de grosses erreurs 
diplomatiques et éprouva de grands revers militaires, mais le 
pays ne laissa pas de s'enrichir et de se civiliser. L'exemple de 
Partyet montre que le gouvernement trouvait, à l'occasion, des 
hommes capables de comprendre et de défendre les intérêts 
nationaux, et savait les soutenir et les récompenser. La France 
de Louis XV a été un grand pays mal conduit mais bien admi- 
nistré. 

G. Desdevises du Dezert. 



1. B7 405. 12 décembre 1757. 

2. B7409. 3 avril 1755. Il eut pour successeur Tabbé Belîardi. 



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LE GÉOGRAPHE 
TOMAS LOPEZ 

ESSAI DE BIOGRAPHIE ET DE CARTOGRAPHIE 



Avant-Propos 

Dans un article des Annales de géographie y M. le lieutenant- 
colonel Prudent apprécie avec la compétence d'un véritable car- 
tographe les cartes de l'Espagne publiées depuis le commence- 
ment du XIX* siècle, et reconnaît que TAtlas de Tomas Lopez 
est encore (en 1904) le seul document chorographique complet, 
à l'échelle moyenne, qui existe de la péninsule hispanique ; mais 
il ne s'appuie, ajoute-t-il, que sur des renseignements descriptifs 
fournis par le haut et le bas clergé, par les corregidores, intendants, 
ingénieurs en chef, sur quelques cartes manuscrites locales en 
petit nombre ou des levers réguliers '. 

Pour être aussi concis, ce jugement est presque complètement 
exact, mais il aurait besoin d'être expliqué, motivé, commenté 
dans certains détails, car il nç s'adresse qu'à l'œuvre espagnole de 
Lopez et il néglige, de parti pris, tout un côté, et ce n'est 
pas le moins important des travaux du géographe. 

Jusqu'à notre époque, Lopez a joui d'une réputation, on peut 



1. Annales de géographie an 15 novembre 1904. M. le colonel Prudent y 
donne la liste, l'échelle et la date des canes composant l'Atla» de Lopez, 
mais il y a beaucoup de cartes particulières qui n*ont pas été réunies dans 
TAtlas et c*est ce qui nous a déterminé à dresser à la fin de ce travail une 
liste plus nombr..'Use, mais probablement eicoro incomplète, des publications 
de Lopez. 



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138 GABRIEL MARCEL 



presque dire universelle, car il a donné de la péninsule hispa- 
nique les cartes à la plus grande échelle, qui renferment un nombre 
considérable de noms de localités, et il est incontestable qu'il a 
rendu des services inappréciables. Jusqu'à l'œuvre immense, véri- 
tablement scientifique, du colonel Coello, la carte de Lopez, à part 
quelques travaux locaux et particuliers, fut la seule qu'on pût 
consulter, et nombreux ont été ceux qui en ont célébré les 
mérites. 

Chose curieuse, voilà un géographe dont tous les Espagnols 
s'accordent à reconnaître la valeur, et l'on ne trouve sur lui dans 
les encyclopédies que de courts articles biographiques, aussi 
incomplets qu'erronés, et pas un de ses compatriotes qui se sont 
adonnés à l'histoire de la géographie ne lui a élevé le monument 
biographique qui lui était dû. Navarrete lui-même ne lui a con- 
sacré dans sa Biblioieca mariiima où, pour être juste, il n'avait 
que de bien maigres droits à figurer, qu'une notice fort incom- 
plète et non exempte d'erreurs. Antillon est le seul qui ait 
apprécié son œuvre au point de vue critique : encore est-ce en 
passant, ernous dirons plus loin combien nous sommes d'accord 
avec lui. 

C'est ce manque de renseignements qui nous a amené à faire 
quel:|ues recherches sur ce géographe peut-être trop vanté, mais 
d'une valeur réelle bien qu'il manquât un peu trop de critique. 

Qu'un étranger, loin des sources originales qu'il n'est pas 
toujours facile de consulter, ait entrepris pareille tâche, il y a là, 
sans doute, bien de la présomption ; nous croyons cependant 
que nos recherches n'auront pas été inutiles, qu'elles révéleront 
nombre de faits inconnus, qu'elles feront mieux apprécier l'éten- 
due et la diversité des travaux de Lopez. A d'autres plus tiabiles 
ou plus heureux de compléter, ou de rectifier nos jugements : 
nous aurons du moins montré la voie et c'est qudque chose. 



n 



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LE GEOGRAPHE TOMAS I.OPEZ I39 



CHAPITRE I 

Les commencements de Tomas Lopez. — Un grand ministre. — Le 
marquis de la Ensenada l'envoie à Paris. — Années de jeunesse et d'appren'is- 
sage en France. — Son camarade D. Juan de la Cruz y Olmedilla. — Les 
Atlas de Bohême, d'Espagne et d'Amérique. 

Tomas Lopez de Vargas Machuoa, nous dit Navarrete \ naquit 
à Madrid le 21 décembre 1731, de Bernard Lopez et de Maria de 
Vargas Machuca, tous deux originaires de Tolède. Nous aurions 
aimé à savoir quelle profession exerçait le père de notre géo- 
graphe et à quel milieu social il appartenait. Ce sont là des préoc- 
cupations dont jadis ne se souciaient guère les historiens et les 
biographes, mais qui nous paraissent indispensables aujourd'hui 
pour expliquer les dispositions et le caractère des individus, car 
nous faisons justement une part considérable à l'hérédité dans 
nos critiques. 

Une lettre manuscrite inédite de Tomas Lopez ' adressée au 
ministre D" Mariano Luis de Urquijo nous fournit un^détail pré- 
cieux qui vient s'ajouter à ceux que va nous donner Navarrete. 
Lopez y dit : le marquis de Villarias, premier ministre d'état et de 
grâce et justice, me fit «dar estudios, y en el ano de 1752, habia 
ya hecho un curso de matematicas en el Colegio impérial con 
el P. Werling ». Navarrete ajoute qu'il avait étudié la grammaire 
et la rhétorique et qu'il avait appris le dessin à l'Académie de 
San Fernando. 

Ces renseignements sont incomplets en ce sens que nous 
aurions été heureux de savoir par suite de quelles circonstances 
le ministre s'était intéressé au jeune Lopez; nous aurions 



1 . Biblioleca nutriHma, article : Tomas l^pez. 

2. Nous reproduirons in extenso en annexe cette précieuse lettre de Lopez 
qui nous fournit sur lui-même et sur ses enfants des renseignements tout à 
fait ignorés jusqu'ici. 



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140 GABRIEL MARCEL 



désiré apprendre s'il avait montré des dispositions particulières, 
un goût marqué pour la géographie, lorsqu'il fut envoyé en 
1752 à Paris à l'nge de vingt ans pour y apprendre la gravure 
des cartes. 

A cette époque dirigeait les affaires un homme d'esprit large 
et ouvert, D. Cenon de Somodevilla, marquis delà Ensenada, qui 
sentait tout ce qui manquait à sa patrie et qui résolut de déve- 
lopper les admirables ressources qu'elle possède. Dans ce but, il 
lui fallait attirer chez elle des ingénieurs et des ouvriers des 
divers corps de métiers, des savants qui en exploreraient les 
richesses souterraines, envoyer en même temps à l'étranger 
des jeunes gens qui se perfectionneraient dans leur art ou leur 
métier et qui rapporteraient dans leur patrie les meilleures 
méthodes et les procédés les plus nouveaux. 11 fallait en un mot 
mêler plus intimement l'Espagne au mouvement général de la 
civilisation européenne. 

Ce serait sortir de notre cadre qu'exposer ici les habiles 
mesures que le marquis de la Ensenada prit dans les différentes 
branches < guerre, marine, finances, commerce, arts et lettres, 
pour réaliser les progrès qu'il se proposait et dont on pourra 
trouver le détail dans l'excellente monographie que M. Rodriguez 
Villa * lui a consacrée. Nous nous contenterons de résumer ici 
rapidement ce qui touche plus directement à notre sujet. 

Excellent administrateur, Ensenada avait été frappé des mul- 
tiples inconvénients qu'il rencontrait à ne pas posséder une 
carte du pays à grande échelle, établie sur des données vraiment 
scientifiques. 



I. Madrid, Murillo, 1878, in-80. Voir notamment pages 144, 145 et 161. 
Tous les documents mis en œuvre par M. Rodrfguez Villa sont empruntés 
aux Archives historiques et ceux qui n*ont pas de cotes proviennent des 
archives particulières de la maison de la Ensenada comme c*est ici le cas. 
M. Rodriguez Viila dit que l'article du Dictionnaire historique de Grégoire 
relatif au marquis de la Ensenada est faux d'un bout à Tautre. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I4I 

Dans une Exposicion adressée à Ferdinand VI, il les mettait 
habilement en relief, disant : « Non seulement nous ne possédons 
pas de carte exacte de l'Espagne, mais nous n'avons pas d'artiste 
qui sache la graver : nous sommes réduits à nous servir de celles 
très imparfaites qui nous viennent de France et de Hollande. 
C'est ainsi que nous ignorons la véritable situation de nos villes 
et leurs distances respectives, ce qui est pour nous une honte. » 

Il veut, dans ce but, et afin d'obtenir les résultats les plus 
précis, ajouter, aux excellents instruments qu'on possède à 
Madrid, les plus nouveaux et les plus perfectionnés qu'on fera 
fabriquer à Londres et à Paris. Puis il énumère tous les avantages 
qu'on doit tirer de l'établissement d'une carte semblable : déve- 
loppement du commerce, de l'industrie, des communications, 
ressources et produits de chaque contrée, renseignements précieux 
pour une meilleure et plus juste répartition des impôts. 

Le résultat pratique de ces judicieuses réflexions fut l'envoi à 
Paris de Tomas Lopez * et de Juan de la Cruz pour se perfection- 
ner dans la gravure des cartes, de l'ornement et de l'architecture, 
en même temps que de Manuel Salvador Carmona * qui devait 
y étudier la gravure en taille douce, le portrait et l'histoire, et 
Alonso Cruzado la gravure en pierres fines. 

Dans une lettre datée du 20 avril 1752 et adressée à D. Agus- 
tin de Ordenana, Luis Ferrari était d'avis que ce premier envoi 
de jeunes élèves devait être suivi de plusieurs autres, et il réglait 
d'avance le plan de leurs occupations. Un graveur français, 



I. No basta, dit Ensenada, que se formen y levanten las cartas, es necesario 
que haya eu el reiao quien las sepa abrir, sea haciendo venir de fuera graba- 
dores de esta profesion, 6 enviando à Paris artistas mozos que lo apreadan . . 

Rodriguez Villa, loc, cit. 

a. Graveur de la chambre du roi d*Espagae, S. Carmona naquit à Madrid en 
17)0. Entré à Paris dans Tatelier de Charies Dupuis, graveur de TAcadémie, 
il y fut reçu à son tour le 3 octobre 1761. De retour à Madrid, il épousa la 
fille de Raphaël Mengs, le célèbre peintre de portraits. Il mourut à Madrid 
en 1807, après avoir publié nombre de gravures remarquables. 



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142 GABRIEL MARCEL 



Guillaume Nheulland \ offrait de loger deux de ces jeunes gens 
dans sa maison au prix annuel et pour chacun de 1500 livres. 

Est-ce chez lui que descendirent à Paris Tomas Lopez et 
Cruz Cano y Olmedilla ? Nous n'avons pu le découvrir. 

Ce fut, dit Lopez, sur la proposition de D. Jor^je Juan et de 
D. Anto lio de Ulloa, qu'il fut envoyé à Paris « par.i estudiar 
geografia y levantar el mapa de Espana ». La phrase nous 
paraît trop concrète et l'on doit en rétablir ainsi le sens : Ce sont 
ces deux officiers qui, consultés par le marquis de la Ensenada, lui 
conseillèrent d'envoyer des jeunes gens à Paris pour s'y perfec- 
tionner dans les mathématiques et s'y mettre en état de lever la 
carte d'Espagne à leur retour. On ne comprendrait pas que Lopez 
ait pu, en France, lever la carte de sa patrie. 

De ses camarades, celui avec qui Lopez fut, toute sa vie, lié 
d'une façon particulière, c'est D. Juan de la Cruz Cano y Olme- 
dilla. Originaire de Madrid, il y était né le 6 mai 1734 et y fut 
baptisé dans la paroisse de Saint Sébastien. Il se prétendait avec rai- 
son parent du fameux Melchor Cano et était frère du célèbre D. 
Ramon de la Cruz, le poète vaudevilliste à qui sa connaissance 
du français et des pièces de théâtre qu'on jouait à Paris à cette 
époque rendirent de grands services *. Nous aurons plus d'une 



I. Né vers 1700, Dheulland, mort en 1770, fut graveur de la marine. Outre 
de nombreuses planches d'architecture, on lui doit une certaine quantité de 
cartes géographiques. Parmi ses œuvres les plus connues il faut citer la 
gravure du fameux plan de Paris, dit de Tapisserie, qui, après avoir appartenu 
à la maison de Guise, fut acheté en 1756, sous la prévôté de Turgot, par la 
ville de Paris, un plan de Gibraltar et plusieurs cartes particulières de Saint- 
Domingue et des Antilles. Il est également Tauteur d*une triangulation des 
côtes de la Provence. Son testament, daté du 28 février 1770, se trouve aux 
Archives de la Seine. Nheulland, dit M. Rodriguez Villa, « que estu'o apa- 
labrado para venir y se le embarazô la corte de Francia, se ofrece à tener dos 
en su casa por mil y quinicntas libras al ano cada uno. » C'est de Dheulland 
qu'il s'agit dans ce passage de la monographie du marquis de la Ensenada. 

1. « Ramon de la Cru7, pocta s linetista a quien sirviô mucho, comunicandole 
ideas y traducciones dcl teatro francès que traxo de Francia, siendo muy 



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LE GÈCXÎRAPHE TOMAS LOPEZ I43 

fois au cours de cette étude à reparler de Cruz, géographe très 
co îsciencieux qui mourut dans la misère. 

Où se logèrent les quatre jeunes gens envoyés à Paris par le 
M'* de la Ensenada ? Qaelle fut leur existence: ? Quels furent leurs 
professeurs? Cest en vain que njus av'on» cherché dans les 
bibliothèques et bs archives d^ France quelques renseignements 
qui nous auraient été infiniment précieux. En Espagne, tout ce 
que nous apprend F. de Navarrete qui travaillait sur des docu- 
ra;înts aujourd'hui perdus et qui possédait la tradition, car il 
avait connu les fils du géographe et nombre de personnes qui 
furent en rapports avec lui, c'est que Lopez suivit trois cours de. 
mathématiques au collège Mazarin et qu'il assista aux leçons de 
l'abbé de La Caille ' . A cette époque le collège Mazarin n'était 
plus l'institution qu'avait créée son fondateur ; et un certain 
nombre de savants y donnaient des cours extrêmement suivis. 
De ces derniers était celui de l'illustre abbé de La Caille qui 
enseignait les mathématiques. 

Membre de l'Académie des Sciences depuis 1741, La Caille 
était très lié avec Cassini de Tury qu'il aida à calculer la longueur 



apasionado à esta clase de literatura y tambien forxaba sus versos. » On trou- 
vera de curieux détails sur le frère du géographe dans l'ouvrage de M. Cotarelo 
y Mon (Eiiîilio) Don Ramon de la Cru:( y sus obras, Ensayo hiogrdjico y 
hiblio^rdfico , , , Madrid. 1899, in- 80 de 612 pages. « En el consta documen- 
talmente que D. Ramon naciô en Madrid el 28 de marzo de 173 1 y que muriô 
el 5 de marzo de 1794, en la casa, calle de Cedaceros no i, que hace esquina 
 la Calle de Alcali y que hoy, cambiaJo el nombre, se llama : Calle de 
Nicolas Maria Rivero. En esta casa, se ha colocado una lapida de marmoL 
con inscripcion, en que se consignan estos datos. » (Lettre de M. Femàndez, 
Duro, Docum. personnels). 

I. Il semble d'après les termes employés par Navarrete dans son article sur 
Lopez dans la Biblioteca maritima qu'il connut la lettre du 3 janvier 1799 
adressée par Tomas Lopez au ministre L. de Urquijo dont nous avons déjà 
parlé. Le géographe y dit : « Estuve nueve anos en aquella ciudad, asis- 
tiendo pnntuaUfunte 2X Colegio de Mazarin à las lecciones publicas de geograRa 
y al estudio de M. d'Auville, en dondc desempene mi obligacion à gusto del 
£sc»oS. D. Jayme Masones de Lima, nuestro embaxador. » 



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1 



144 GABRIEL MARCEL 



de la méridienne qui, passant par TObservatoire de Paris, traver- 
sait toute la France. Il venait, à ce moment, de rentrer à Paris, 
de retour de son voyage au Cap de Bonne Espérance où il était 
allé observer les étoiles australes. 

Lopez nous apprend qu'il fréquentait aussi le cabinet ou l'ate- 
lier de d'Anville, l'illustre géographe, alors dans la plénitude de 
son talent, au savoir immense, qui avait fait une étude particu- 
lière de la géographie historique et des mesures linéaires employées 
par les anciens. Avec une sagacité merveilleuse et une critique 
étonnante, il était arrivé à des résultats précis qui lui permirent 
de rectifier les idées erronées qui avaient cours de son temps. 
C'est avec le même esprit critique qu'il dressa ses cartes modernes, 
utilisant les innombrables renseignements qu'on lui envoyait de 
tous côtés, pesant les témoignages et produisant nombre de 
cartes infiniment supérieures à celles de ses contemporains. Sa 
réputation était telle que le cardinal Passionei l'appelait le dieu 
de la géographie. 

On comprend combien dut être profitable au jeune géographe 
espagnol la fréquentation de ce savant studieux qui ne travail- 
lait pas moins de quinze heures par jour. Là sans doute, il dut 
connaître l'excellent graveur Guillaume Delahaye qui a gravé 
tant de cartes pour d'Anville et nous ne serions pas étonné que 
Lopez et Cruz aient été ses élèves. 

La correspondance de d'Anville est aujourd'hui dispersée ou 
perdue; on n'a donc pas grande chance d'y rencontrer quelques 
renseignements sur les pensionnaires du gouvernement espagnol ; 
d'autant que nous savons par ce que nous en connaissons qu-î 
d'Anville n'y donne pas de renseignements sur son existence '. 

C'est donc une vie plutôt laborieuse que les deux amis menaient 
à Paris. Nous en avons la preuve, car, en 1755, ils publiaient en 



I. Nous préparons la publication de la Correspondance de d'Anville avec le 
chevalier Hennin qui est fort intéressante ; nous avons donné au BulUttn de 
géographie historique les lettres adressées par Passionei à d'Anville. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I45 

2 feuilles une carte maritime du golfe du Mexique et des Antilles 
qu'ils dédiaient au roi d'Espagne Ferdinand VI. Nous croyons que 
cette œuvre de jeunesse, la première qu'ils aient dressée et mise 
au jour, est assez rare, car nous n'en avons jamais rencontré 
d'autre exemplaire que celui de la Bibliothèque Nationale de Paris. 
Elle n'est ni meilleure ni pire que les cartes contemporaines, 
mais elle gravée avec le plus grand soin. En collaboration 
avec J. de la Cruz, Lopez publiait aussi en 1757 une carte qui 
s'est obstinément dérobée à nos recherches et qui a pour titre 
« Mapa de la America septentrional dividido en dos partes. En 
la primera sedescribenlasprovincias segun los derechosquepiensa 
tener a ellas la corona de Francia. En la segunda, segun las pre- 
tenciones de Inglaterra. » 

Plus tard Lopez publiait seul, en un volume in- 12, un petit 
atlas de l'Espagne et îles adjacentes avec une brève, très brève 
description de ses provinces, et le dédiait à D. Jaime Masones 
de Lima y Soto Mayor, ambassadeur d'Espagne à Paris, en lui 
disant que c'étaient les prémices de ses travaux géographiques, 
ce qui n'était pas absolument exact puisqu'il avait déjà publié avec 
Cruz la carte du golfe du Mexique ; c'est la première fois que 
nous voyons Lopez se qualifier de : Pensionista de S. M. m la 
Corte de Paris, titre qu'il n'omettra sur aucune de ses publications 
tant qu'il restera à Paris. Bien que cet ouvrage soit assez médiocre, 
il s'en vendit, la même année, une édition à Madrid, chez Antonio 
Sanz avec lequel Lopez eut d'assez longs rapports d'affaires. 
Enfin une troisième édition sans lieu d'impression et sans date 
comprend 27 cartes dont les unes ont été remaniées et corrigées 
et dont les autres sont nouvelles, notamment celles de Portugal 
qui manquaient dans l'édition originale qui n'était composée que 
de 21 cartes. Cette dernière édition dut être publiée bien plus 
tard, car les dates ont été grattées sur les planches originales et 
on y trouve les environs de Madrid (Cercanias de Madrid) par 
Juan Lopez, fils aîné de Thomas comme nous le verrons un peu 
plus tard. 

REFUE HISPANIQUE. XVI. lo 



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GABRIEL MARCEL 



même année 1757, Ix)pez faisait paraître dans la capitale, 
îla de la Paz, chez Ant. Sanz, un atlas in- 12 de la Bohême. 
t une publication de circonstance, la guerre sévissant 
între TAuiriche et la Prusse, que notre géographe dédiait 
rancisco Gaoïia y Portocarrero, ministre des finances. Dans 
au lecteur, Lopez annonce qu'il exécute les cartes de la 
•halie, de la Saxe et de la Prusse, qui paraîtront sous peu, 
mais qui ne furent jamiis publiées ; il ajoute que, si son 
réussis^it, il donnerait à la fin de la campagne un extrait 
péditions effectuées par les deux partis en l'accompagnant 
tes géographiques, sur lesquelles seraient tracés les mou- 
its des troupes. U cite enfin comme ses autorités les cartes 
bias Maier et de Mullcr. 

is trouvons encore un petit plan de Madrid dans la Guia 
steros pour 1758, mais qui porte la date 1757. 
tivité de Lopez ne s'arrête pas, car. Tannée suivante, 
io Sanz met au ]OiirV Atlas geogrâfico de la Afnerica seplen- 
y méridional en un volume in-8° que Fauteur dédie à 
and VI et qu'il orne du portrait du roi. C'est le troi- 
ouvrage qu'il donne pour son premier essai : « Estosson, 
los primeros ensaios de mis tareas geogrâficas. » Comme 
s est impossible de croire que Lopez ait oublié ses publi- 
j antérieures dont la première, faite en collaboration avec 
î Cruz, avait été dédiée au même Ferdinand VI, nous pen- 
|u'il espérait, par cette déclaration inexacte, s'attirer les 
s grâces du souverain. 

atlas est surtout destiné à représenter les provinces appar- 
à l'Espagne dans les deux Amériques : Lopez dit dans son 
u lecteur qu'il a été amené à représenter ces provinces à 
lelles différentes pour donner à l'atlas une uniformité géné- 
I s'est servi des cartes de Poppleetded'Anville, de quelques 
ires particuliers, notamment dj fragments de ceux de Mal- 
3, et les plans de vi. les ont été réduits de ceux de Jorge Juan, 
de Ulloa et de Frézier. Connue on le voit, la part per- 



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î^»>*3?t?Sç'J 



LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I47 

sonnelle de Lopez est fort mince, et ces divers ouvrages ne sont 
guèreque ceux d'un écolier qui n ose encore prendre l'initiative de 
travailler seul et se contente de réduire des cartes existantes ou 
de les changer d'échelle. Cet atlas eut cependant un succès consi- 
dérable en Amérique, ainsi que le constate M. J. T. Médina dans 
son Ensayo cerca de un a mapoieca chilena, 

L'édifeur Sanz publiait i Madrid un guide des étrangers; Lopez 
y grave le plan de Madrid et le réduit de celui de Ventura Rodri- 
guez pour l'an 1759 puis il dessine la carte d'Espagne pour la Guia 
de 1760. Ce sont là des travaux sans personnalité qui n ont eu 
d'autre mérite pour Tau'eur que de lui procurer quelque argent. 
Telles sont les œuvres que Lopez exécuta à Paris. 

CHAPITRE II 

Retour à Madrid. — Commencements difficiles et besognes secondaires. — 
Premières cartes des provinces de l'Espagne. — Lopez devient son propre 
éditeur. — Labeur et fécondité. — La carte des PP. Martinez et de La Vega 
deux fois perdue, deux fois retrouvée. — Son histoire et ses auteurs. 

En 1760 Lopez rentra à Midril, soit qu'il jugeât ses études 
terminées, soit qu'il fût rappelé par le gouvernement. Il nous 
apprend lui-même dans la pétition à D. Luis de Urquijo que 
sur Kl proposition du marquis de Squilace il reçut du Roi une 
pension annuelle de cent doublons. 

L'année 1761 est marquée par la publication des cartes de ^ 

Jaen, de Grenade et de Cordoue; ce n'est plus maintenant chez j 
l'éditeur Sanz qu'elles sent mises en vente mais bien : Calle ^ 1 

anchaf rente el monasterio de S. Bernardoy y en casa del autor calle J 
del Ave Maria^ esquina de la del Ohiw en la casa nneva. Il demeu- * il 

rait là au second dans une maison neuve qui est parfois désignée J 

sous le nom de casa de los naturales ; mais toutes ces explications, | 

tous ces signes distinctifs empruntés à une enseigne ou à une '^ 

particularité topographique, ne valaient pas un numéro; il faut %| 

avouer que notre façon de procéder est infiniment supérieure à | 

■I 
J 



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148 GABRIEL MARCEL 



celle qu'on employait à cette époque. Ce que nous pouvons dire, 
c'est que la grande rue (calle ancha) de Saint-Bernard qui existe 
encore aujourd'hui, courait depuis la place Santo Domingo jus- 
qu'à la porte de Fuencarral ; mais le plan de Madrid en neuf 
feuilles de Ant° Espinosa de los Monteros, daté de 1763, ne nous 
indique pas où se trouvait placé le monastère de Saint-Bernard, 
non plus que les rues de l'Ave Maria ou de l'Orme (Olmo), etle 
plan de Lopez lui-même, qui est de 1785, ne nous renseigne 
pas davantage. Notre géographe devient alors son propre éditeur 
et par là même supprime la remise qu'il était obligé de consentir 
à Sanz. 

L'année 1762 vit paraître à Madrid chez Lopez avec un titre 
en espagnol une carte d'Espagne due à J. B. Nolin et par lui 
dédiée à Philippe V, et un atlas d'Espagne et de Portugal par 
Du Trallage connu sous le nom de Tillemont et l'abbé Bau- 
drand, carte publiée par J. B. Nollin. Ces deux productions se 
trouvaient à Madrid en casa de Thomas Lope:^ pensionista de 5. M. 
C* et à Paris chez le sieur Julien, Hôtel de Soubise. La part de 
Lopez est nulle dans la première de ces cartes et nous ne les 
citons ici qu'afin de montrer l'ancienneté des procédés encore 
employés de nos jours par les éditeurs de publier de vieilles 
cartes en ne les rajeunissant qu'en changeant la date. Il est pour 
nous évident que nous ne connaissons pas toutes les œuvres de 
Lopez à cette époque. Ses commencements furent assez diflSciles 
et il dut se livrer comme nous l'avons tous fait à des besognes 
infimes qui lui permettaient de vivre, mais qu'il ne voulait pas 
signer et nous ne connaîtrons vraisemblablement jamais cts 
œuvres anonymes qui n'ajouteraient d'ailleurs rien à sa répu- 
tation. 

Dans l'atlas d'Espagne et de Portugal seule une carte de ce der- 
nier pays est due à Lopez qui assure l'avoir construite sur des 
mémoires modernes. 

Des cartes des royaumes de Valence, de la province de l'Es- 
tremadura, des partidos de Llerena et de Merida, de la Louisiane, 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I49 

œuvre de circonstance, car cette province venait d'être cédée avec 
la Nouvelle Orléans à TEspagne par Louis XV, celles du détroit 
de Gibraltar, du royaume de Portugal et de ses diverses provinces 
témoignent de l'activité scientifique de Th. Lopez pendant cette 
année 1762. C'est à cette époque que nous le voyons prendre le 
titre de pensionnaire du Roi. 

L'année suivante, notre géographe publie une Descripcion de la 
provincia de Madrid, chez Joaquin Ibarra, en un volume in- 16 de 
vm-2i6 pages, avec une carte qui mesure 0,383 XO,39. 

Cet ouvrage est dédié au M" de Grimaldi, bien connu par son 
inclination, dit Lopez, pour les arts et les sciences. Il ajoute 
modestement : « Si en esta pequena obra encontrase V. E. algo 
bueno, sera de Cil Gonzalez Davila, del licenciado Gerônymo 
de Quintana, de Fr. Francisco de los Santos y de otros, lo malo 
es mio ». Les permis d'imprimer sont du 26 avril et du 8 juillet 
1763. 

La carte, dit Lopez, est dessinée d'après la grande carte topo- 
graphique faite vers 1740. Il n'y manque aucune localité, on y 
trouve les ventas, les arroyos et jusqu'aux moulins. Toutes ces 
particularités enrichissent notre carte et font défaut dans toutes 
celles qui ont été publiées jusqu'ici. La carte d'Espagne à laquelle 
Lopez fait allusion ici fut longtemps considérée comme perdue. 
C'est celle qui fut levée de 1739 à 1743 par les PP. Martinez et 
de la Vega. 

Nous aurions aimé donner ici quelques renseignements et sur 
la façon dont fat dressée, selon les principes de la trigonométrie 
rectiligne, cette carte qui devait embrasser toute l'Espagne, nous 
ne disons pas la péninsule tout entière, et sur les savants qui 
furent chargés de ces opérations, mais c'est en vain que nous 
avons fouillé les Archives historiques nationales de Madrid et 
celles de l'Académie de l'Histoire; nous n'avons trouvé aucun 
document qui se rapportât à cette entreprise et l'excellente 
bibliographie de Sommervogel est absolument muette au sujet de 
ces deux pères jésuites. 



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1)0 GABRIEL MARCEL 



Ce document est trop important par lui-même, il a rendu trop 
de services à T. Lopez et à son fils pour que nous ne tenions 
pas à résumer ici tout ce qui en est parvenu à notre connaissance. 

Antillon est le premier qui dans une note de ses Lecciones de 
geografia \ note qui a longtemps passé inaperçue et qui n'a été 
remise en lumière que par notre excellent ami D. Ricardo Bel- 
trân y Rospide, nous fournit quelques renseignements sur cette 
tentative. 

« Au temps de Philippe V et sous les auspices du marquis de la 
Ensenada, dit Antillon % furent faites dans toutes les audiences, 
des opérations géométriques pour arriver à construire une carte 
exacte et circonstanciée d'Espagne. Par suite de ces opérations, les 
PP. Jésuites Martinez et de la Vega levèrent cette carte de 1739 
à 1743. Elle est parfaitement dessinée avec un précieux détail des 
montagnes, rivières et autres accidents de géographie physique. 
Elle se trouve dans la bibliothèque du duc de Tlnfantado où l'a 
copiée un de mes amis entre les mains de qui je Tai vue divi- 
sée en vini;t-trois feuilles. Il est regrettable que ce résultat de nos 
travaux géographiques si utile et si nécessaire pour les besoins 
du gouvernement et les investigations littéraires n'ait pas été 
publié et soit resté jusqu'ici confiné dans les sombres recoins 
d'archives: » 

Il y a !à une légère inexactitude car, en 1739, Ensenada n'était 
pas ministre, mais passons. 

L'éminent secrétaire perpétuel, notre cher ami D. Cesâreo Fer- 
nândez Duro, qui a relaté ce qui précède dans le Bulletin de VAcadi- 
miede VHistoire ', ajoute en note : «Le 8 juin i88r, la Direction 



1. Lecciones de geografia astronômica, natural y politica... — Madrid, 
imp. real, 1804, T. I, Discurso preliminar, p. 27. 

2. Isidore de Antillon, geôgrafo, historiador y politico. Disciirsos leidosante 
la Real Academia de la Historia en la recepcion pùblica de don Ricardo Bel- 
trany Rospide el dia 31 de mayo de 1903. — MaJrid, imp. del Depôsito de la 
Guerra, 1903, in-80, p. 86 note et passim. 

3. Décembre 1899, p. 521. 



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LE GÉOCTRAPHE TOMAS LOPEZ I5I 

de l'Instruction publique fit part à notre Académie d'une demande 
ainsi conçue : D. José Malo y Molina, résidant en cette ville, au 
nom de D. Luis Maritonera, j'ai l'honneur de vous informer 
qu'au mois d'août ou de septembre dernier fut proposé à S. E. 
le ministre de Fomento, O'^ de Toreno, l'acquisition de la carte 
d'Espagne que le roi Philippe V avait chargé les PP. Martinez et 
de la Vega de lever, mais le prix de 6.000 réaux qu'on lui offrit, 
n'ayant pas paru suffisant au possesseur, il retira sa demande. 
Puis des circonstances particulières l'ayant décidé à accepter cette 
offre, je vous envoie cette lettre en vous priant de vouloir bien 
prendre les dispositions que vous croirez convenables pour réali- 
ser cette acquisition. » 

L'Académie, ajoute M. Ferndndez Duro, demanda son avis au 
colonel G)ello, mais, avant que celui-ci l'eût formulé, le pro- 
priétaire du document en avait demandé la restitution qui eut 
lieu le 16 juillet. 

Depuis cette époque, on n'avait plus entendu parler de cette 
carte, lorsque dans sa séance du 5 avril 1904, un des membres 
de la Société de géographie, M. Vera S lui présenta une carte 
manuscrite de l'Espagne qui lui paraissait être celle des PP. Mar- 
tinez et de la Vega. G)mme l'original de ce document inédit et 
la seule copie dont on avait connaissance étaient tenus pour 
disparus, la Société nomma une commission composée de M. le 
général Benitez, ancien directeur du Dépôt de la Guerre et depuis 
membre de l'Académie des Sciences, et de MM. Jiménez et Bel- 
tran pour l'examiner et se rendre compte s'il serait possible de 
l'acquérir afin de la conserver dans la bibliothèque de la Société. 

Dès la séance suivante % quelques renseignements complémen- 
taires furent donnés par la commission chargée de l'examen de 
la carte. Il lui avait paru que le document offert était la copie 
dont parle Antilion et que l'ami entre les mains duquel il l'avait 

1. Boletin de la real So.:iedad Geogiàfîca, 1904, p. 49$. 

2. Id., pp. s 19 et 529. 



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GABRIEL MARCEL 



e pouvait être que Tomas Lopez, son confrère en études 
iphiques et son collègue à TAcadémie. 
général Benitez ajouta que sur cette carte, l'orographie 
racée de deux manières différentes : en perspective avec 
;s et en projection horizontale, procédés qu'on trouve sur 
es cartes de la même époque, le premier employé pour la 
entation des grandes cordillères et le second réser\'é aux 
es orographiques moins importants. 
[. Vera et Beltrân se rencontrèrent avec le propriétaire de 
►ièce curieuse, descendant de Thomas et de Juan Lopez, qui 
cette carte en sa possession, depuis le premier tiers du 
ècle. 

membres présentèrent en même temps un certain nombre 
:uments qui leur avaient été confiés par la même per- 
et parmi lesquels ne s'en trouvait qu'un seul relatif à la 
c'est une note rédigée en 1843 par D. Pedro Martin Lopez 
mes analogues à ceux employés par Antillon, et ajoutant 
i carte était incomplète — comme elle l'est en eflfet, cer- 
provinces n'ayant pas été levées géométriquement. Dans 
Jance suivante, M. Beltrdn ayant ajouté que le proprié- 
le la carte en demandait 25.000 pesetas, la commission 
vis de renoncer à poursuivre l'acquisition de ce document, 
îsant il est vrai, mais dont le prix était aussi exorbitant 
isproportionné. 

lis moi-même à Madrid en avril 1904, et j'assistais aux 
s de la Société de géographie dont je viens de parler, 
le j'eus en ce moment entre les mains la carte des 
artinez et de la Vega et que j'ai alors consigné par écrit 
les-unes de mes remarques, je puis compléter les informa- 
ci-dessus. 

te carte mesure 2™ 20 de hauteur sur autant de largeur; 
t manuscrite et en couleurs, elle a été découpée, contre- 
sur papier, puis sur toile. Une partie a été dessinée direc- 
t sur le papier qui sert de doublure, soit qu'il y ait eu des 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 153 

correaions à faire, soit parce que tout le sud de l'Espagne et le 
Maroc étaient en mauvais état dans Toriginal. 

Elle a pour titre : Exposicion | de las operaciones geometricas 
I hechas por orden del Rey N. S. Phelipe V | en todas las 
Audiencias reaies | situadas entre los limites de Francia y de 
Portugal para | acertar a formar una (sic) Mapa exacta (sic) y 
circunstanciado de | toda la Espana. Obra empresa bajo los aus- 
picios I del Excelentisimo S' Marques de la Ensenada y | Execu- 
tada por los RR. PP. Martinez y de La Vega | de la Compania 
de Jésus desde el ano 1739 hasta el ano 1743. 

Cette pièce présente certaines particularités tout à fait remar- 
quables, prouvant que celui qui Ta dessinée savait le français ; ce 
n'est donc sûrement pas l'original, mais une copie due à Tho- 
mas ou à Juan Lopez qui tous deux résidèrent assez longtemps à 
Paris pour savoir à fond notre langue. C'est ainsi qu'on remarque 
sur la côte d'Afrique un certain nombre de noms de localités 
orthographiés à la française et dans d'autres régions, en Catalogne 
et en Castille notamment, des mots français, col, plaine, etc., 
mis à la place de leurs équivalents espagnols. 

Une note sur la carte explique que la partie du N.-O. de 
l'Espagne est restée en blanc parce que les opérations géomé- 
triques n'y ont pas été faites et, de ce que le cartouche qui ren- 
ferme le titre se trouve à la place que devraient occuper les 
Baléares, nous sommes amené à conclure que cet archipel n'avait 
pas été levé non plus. 

Dans le coin supérieur droit se trouve la « Nota » suivante : 
Los confines de Aragon y de la Navarra estan representados en 
esta (sic) mapa conformemente al Tratado de los Pirineos del 
ano 1659 y reaificados sobre el Tratado de comercio hecho el 
24 de agosto del ano 1694 entre las fronteras de Bayona y del 
Pais de Lavour por una .parte y la provincia de Guipuzcoa por 
otra. 

Por lo que u ca a la Cataluna, los limites estan represen- 
tados en esta (sic) mapa conformemente à la Convencion esta- 



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GABRIEL MARCEL 



i entre los Comisarios de Espana y los de Francia en exe- 

imais cette carte revient au jour, nous en aurons assez dit, 
is-nous, pour qu'elle soit facilement reconnue. Nous ne 
ns qu'approuver les conclusions de la Société de géographie 
idrid qui repoussa à l'unanimité les exigences folles du pro- 
re. Il n'est personne, pas même un Américain, il n'est, en 
is, pas un établissement scientifique en Europe qui soit assez 
lent doté pour consacrer 25.000 pesetas à l'acquisition d'un 
lent qui n'est en réalité qu'une copie et dont l'original n'est 
nblablement pas définitivement perdu, 
nme nous le disions plus haut, il est une chose qui nous a 
ent frappé, c'est que l'on ne possède aucun renseigne- 
biographique sur les deux jésuites qui furent chargés de cet 
tant travail. Leurs études antérieures, pensions-nous, leur 
our les mathématiques ou l'astronomie, leurs publications 
it dû les désigner au choix du ministre et, par cela même, 

être possible de trouver sur eux quelque renseignement. 

nous sommes absolument trompé et le résultat de nos 
ches a été complètement contraire à nos hypothèses, quelque 
mblables qu'elles fussent. 

es avoir fouillé les archives et les bibliothèques publiques de 
d, nous nous sommes adressé à notre excellent collègue de 
émie de l'Histoire, le très R. P. Fidel Fita, supérieur de la 
nce de Madrid, avec lequel nous sommes en rapports depuis 
et dont l'obligeance est aussi connueque la science; et voici 
iclusions auxquelles il est arrivé. 

Pères jésuites Martinez et de la Vega ' figurent au catalogue 



3s PP. Martinez y de la V'ega que levantaron el piano geogrdfico de 
entre los anos 1759 y 1745, aparecea con estos apellidos en los calâ- 
il Colegio Impérial de Madrid coa los nombres el primero de Carlos y 
ido de Claudio. Uno y oiro fueron profesores de gramdiica durante 
; anos, lo que no impedia que se dedicasen à estudios subahemos en el 
que no les absorbfa el cumplimienio oficial de su cargo. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I55 

du Collège impérial de Madrid sous les prénoms de Carlos et de 
Claudio. Tous deux professèrent la grammaire de longues années, 
ce qui ne les empêcha pas de s'adonner à des études bien diffé- 
rentes. 

Le P. Carlos Martinez naquit à Molinade Aragon en 1710 et 
mourut à Madrid le 2 mai 1774. Il remplit également les fonc- 
tions de procureur, ce qui l'obligeait à entretenir la correspon- 
dance avec toutes les résidences et les collèges d'Espagne et 
d'Outremer. 

Né à Madrid le 30 octobre 1680, le P. Claude de la Vega entra 
dans l'ordre en 1700, occupa dix-huit ans la chaire de grammaire, 
deux ans celle de rhétorique et mourut dans la même ville le 
12 novembre 1748. 

Ce sont les seuls jésuites qui, figurant sur les registres de Madrid 
pendant cet intervalle de 1739 à 1743, paraissent répondre à la 
question de manière que s'il n'y a pas certitude absolue que ceux-ci 
soient les auteurs de la carte d'Espagne, il y a cependant suffisante 
probabilité. 

Nous n'avons qu'une réflexion à ajouter à la note rédigée par le 
R. P. F. Fita ; comment se fait-il qu'on ait été chercher pour lever 



El P. Carlos Martinez naciô en Molina de Aragon el ano 17 10 y falleciô en 
Madrid el dia 2 de mayo de 1774. Ejerciô tambien el ofîcio de Procurador con 
el cual estaba enlazado el de tener correspondencia con todas las residencias 
y colegios de la Compania en Espana y Ultramar. 

El P. Claudio de la V^a naciô en Madrid el dia 30 de octubre de 16S0. 
Ingresô en la Ordcn en 1700, y después de haber regentado durante 18 anos la 
càtedra de gramàtica y dos anos mds la de Retôrica, muriô en Madrid el 12 de 
noviembrede 1748. 

Otros individuos de la Compania apellidados Martfnez y de la Vega no se 
encuentran que en el intervalo de 1739 à 1743, pudiesen llenar los requisitos 
que expresa la consulta à propôsito del sobredicho mapa geogrdfîco de Espana ; 
por lo cual, si bien no puede aHrmarse con entera certidumbre que fuesen ellos 
autores del mapa ; hay bastantc fundamento para atribuirselo. 

Madrid 27 de abri! de 1906. 

Fidel Fita. 



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GABRIEL MARCEL 



: carte d*Espagne, deux professeurs de grammaire que rien ne 
gnait à l'attention du gouvernement? C'est ce que nous ne 
vons comprendre, et nous nous demandons si ce sont bien ceux- 
t non pas deux hommes plus habitués aux opérations géomé- 
ues et trigonométriques à qui Ton doit cette carte irritante qui 
lève tant de problèmes. 

2e document n'est pas le seul que Lopez ait pu consulter avec pro- 
nous verrons bientôt que son titre de géographe des Domaines 
Roi qui lui fut accordé le 20 février 1770' lui ouvrit bien 
portes et lui permit de consulter nombre de mémoires et de 
uments comme la carte de la province de Tolède qui ne fut 
lais publiée et qui sont vraisemblablement encore cachés dans 
îlques archives officielles ou particulières. Le public ne sait 
le grand nombre de riches bibliothèques qui existent encore 
Espagne et dont les propriétaires ne connaissent pas eux- 
mes l'intérêt, la rareté et par conséquent pas le prix des 
;ors qu'ils possèdent sans s'en douter. Combien aussi de ces 
liothèques conventuelles dont jamais aucun livre n'est sorti 
uis qu'il y est entré ? 

CHAPITRE m 

ivité scientifique de Lopez. — Principes géographiques appliqués à l'usage 
es cartes. — Changement de domicile. — Les honneurs. — Discours de 
^cepiion à TAcadémie de l'Histoire. 

^ production de Lopez semble un peu se ralentir les années 
mantes : avec la carte des évèchés de Orense et de Mondoiïedo 
î Lopez grave pour Cornide dans la Espaha sagrada de Florez 
1763 et 1764, nous ne connaissons de lui que quelques petites 
tes parues dans la Guia de forasteros ou Kalendario manual 
Lé par Antonio Sanz. L'auteur, publiant en 1767 une petite 

. Navarrete, Bibliogr. maritiwa. Loc. cit. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I57 

table de l'Espagne divisée en provinces, a soin de nous prévenir 
qu'il continue à travailler aux cartes particulières. Cet avis n'était 
pas inutile. En 1764 et l'année suivante il publie pour son 
compte une carte de la province de la Manche. En 1766, parais- 
sent des tables de l'Estremadura et de l'évêché de Cuenca ; nous 
avons aussi trouvé au Dépôt de la guerre de Madrid un croquis 
très avancé avec annotations manuscrites de la province de Gua- 
dalajara. 

Lopez se trçuve alors dans une période de véritable activité scien- 
tifique, les cartes succèdent aux cartes. En 1767, ce sont le 
royaume de Séville, l'Espagne divisée en ses provinces, le partido 
de Madrid; en 1768 le senorio de Biscaye, l'évêché de Lugo, le 
royaume de Murcie, la province de Tolède ; en 1769, nouvelle 
édition de la Biscaye, la province d'Avila, le partido d'Almonacid 
de Zorita, la Rioja, puis une carte d'Europe et une de l'île de Corse 
sur laquelle l'attention publique avait été attirée par la lutte de 
Paoli contre la France. 

Remarquons en passant que jamais T. Lopez ne laissa passer 
l'occasion de lancer une carte de pays ou un plan de ville 
lorsqu'un événement militaire lui donne un regain d'actua- 
lité. On dirait aujourd'hui de lui, c'est un homme pratique. 

En 1770, virent le jour les provinces de Guipuzcoa, d'Avila, la 
baie d'Alger et ses environs, théâtre d'une expédition malheureuse 
des Espagnols sous le commandement du comte O'Reilly % une 
carte d'Espagne et le Guipuzcoa dont Gùssefeld devait se servir 
pour sa table des provinces de Guipuzcoa, d'Alava et de Biscaye. 
L'année suivante il ne publie qu'une mappemonde et la carte 
d'Afrique, tandis qu'en 1772 il fait paraître l'Asie, l'Amérique, il 
prépare les cartes de la province de Madrid et des îles Majorque 
et Cabrera qui ne seront rendues publiques que l'année suivante 
avec les provinces de Ségovie et de Zamora. 

I . On trouvera le récit de cette expédition au tome VII de : Femandez Duro, 
Armada espanola,.. 



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GABRIEL MARCEL 



74 paraissent les cartes de la Terre Sainte, celle dupartido 
1 de Laredo et, pour Garma y Duran, il grave celle de Tévê- 
Barcelone. 

énumération est fastidieuse, nous le reconnaissons, mais 
possible de se faire autrement une idée du labeur acharné 
ez. Si c'est incontestablement de l'Espagne qu'il 
avec le plus de zèle, il publie néanmoins un certain 
de cartes générales ou particulières qui nous per- 
de croire qu'il avait l'intention de mettre au jour un atlas 

e époque, Tomas Lopez, non content de se montrer habile 
phe, ambitionne une gloire plus haute. Sous le titre de 
s geogrâfiœs aplicados al icso de los mapas \ il publie un 
fort utile dont le second volume ne devait paraître que 
après '. Dans le prologue de ce dernier, Lopez s'excuse 



rid, 1775, Por D. Joachim Iban-a, impresor de la Gimara de S. M. 
ue le preimer volume qui ne contient que la description de la sphère 
que les points, lignes et cercles qui la composent. Ce volume est dédié 
) Rodriguez Gimpomanes, Primer Fiscal del Real y Supremo Consejo 
. Il était naturel, selon Lopez, que cette œuvre lui fut dédiée en raison 
(naissances géographiques que tout le monde a pu apprécier en lisant 
i d'Hannon, son Itinerario real de Postas de dentro y fuera de Espana 
icia geogràfîca del Reyno y caminos de Espana. Il ne pouvait donc 
1 ouvrage sous une meilleure égide. D. Pedro Rodriguez Campoma- 
1723, mort en 1803, fut l'un des administrateurs les plus remarquables 
;ne, un de ceux qui firent le plus pour sa régénération. Président des 
Inistre d'Éut, directeur de l'Académie de l'Histoire, il fit preuve dans 
es situations des connaissances les plus variées et les plus utiles pour 
on pays dans la voie du progrès moderne. Nombreuses sont les mesures 
nés qu'on lui doit et qui firent de Campomanes une manière deTur- 
nol. Outre les ouvrages cités par Lopez, on lui doit des Discours sur 
1 des artisans, sur les sources de l'industrie, une Notice géographique 
ne et des routes de Portugal, etc., etc. 

rid, 1783 por D. Joachim Ibarra, impresor de Camara de S. M., 
tome 2 est seul présent à la Bibliothèque nationale de Madrid. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I59 

du long espace de temps qui s'est écoulé depuis l'apparition du 
premier volume et rejette ce retard sur la multiplicité de ses 
occupations. 

Cette seconde partie est pour nous la plus intéressante, car on y 
trouve des chapitres fort curieux relatifs à la boussole et à sa 
déviation, aux lignes loxodromiques, aux cartes hydrographiques, 
aux mesures en usage chez les anciens, à l'étranger, ainsi que sur 
la lieue légale, la lieue commune, la lieue géographique de 17 1/2 
au degré, &•. . 

Une troisième édition a été publiée à Madrid en 1795; elle est 
sortie des presses de D. Benito Gmo en 2 volumes in-i6 avec 6 
planches pour les deux volumes '. 

Quant à la deuxième édition nous ne l'avons rencontrée nulle 
part et nous penchons à croire qu'elle n'a jamais existé. C'est 
sans doute le tome 2 paru en 1783 que Cano aura considéré comme 
une seconde édition, ce qui lui aura permis de mettre sur sa réim- 
pression, afin de la feire vendre un peu plus cher, les mots : Ter- 
ceraedicion. 

A cette même date, 175 J, il faut placer une carte générale des 
États Barbaresques qui fut réimprimée après la mort de l'auteur, car 
elle porte « por D. Tomas Lopez geografo quefue de S. M. » ; elle 
n'est pas datée mais se vendait alors « Calle del Principe n° 1 3 , frente 
a la libreria de Miyar ». 

Depuis dix ans (1765), Lopez avait quitté la rue San Bernardo 
pour s'établir Calle de Carretas, en face de l'imprimerie de la 
Gazette, dans une maison qui avait son entrée sur la petite place del 
Angel. A quoi faut-il attribuer ce changement d'adresse? au déve- 
loppement qu'avait pris son industrie? à la nécessité d*ateliers 
plus vastes ? à l'augmentation de sa famille ? 

Nous ne savons au juste. 

Tant de publications de valeur avaient attiré l'attention publique 
sur notre géographe et les sociétés scientifiques les plus en vue 

I. Bibliothèque de rAcadémie de l'Histoire: H 195-194. 



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GABRIEL MARCEL 



nt tenu à se l'associer; c'est ainsi que nous le voyons nommé 
ssivement membre de l'Académie de San Fernando, puis de 
ciété basque des amis du pays, de l'Académie des Belles- 
îs de Séville et enfin, le 6 décembre 1776, membre de l'Aca- 
î royale de l'Histoire '. 

7 janvier suivant, Lopez prononçait devant l'Académie son 
iirsde réception, qui avait pour sujet les mesures de longitude 
les Hébreux *. Après quelques mots assez brefs de remercî- 
s à la Compagnie, l'auteur discute l'opinion d'un grand 
)re d'auteurs anciens : Mariana, Caballero, Reland, le P. Lami 
tout d'Anville dont il adopte toutes les conclusions. C'est, en 
le, une œuvre hâtive, sans grande valeur, superficielle, sans 
ue et fort peu personnelle. 

1776, s'imprime à Madrid une édition de la Araucaria 
. Alonso de Ercilla y Zùniga, le grand poète épique ; c'est 
:ôt à Lopez que s'adresse l'éditeur pour avoir une exacte 
sentation du Chili, tant est grande sa réputation, et nous 
ns bien d'autres ne pas hésiter à confier à notre géographe 
:ution des cartes qui doivent illustrer les éditions qu'ils 
en t. 

CHAPITRE IV 

te géographique auprès des évéques et des curés. Ses résultats. — Ques- 
naire aux intendants. — Manque de critique. — Les dictionnaires manu- 
:s des provinces d'Espagne à la Bibliothèque nationale. 

sst dix ans avant cette époque qui est marquée par la publi- 
[î d'un si grand nombre de travaux, que Lopez se rendant 



^oticia hi^torica de la Academia. 

Le manuscrit original se trouve dans la Bibliothèque de l'Académie de 
)irc sous la cote E 167, pages 80 à 90. Il a pour titre : Discurso acerca de 
ïdidas largas de espacios o de longitud de los Hebreos, y de su valor y 
itacion con la vara castellana. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ l6l 

compte des difficultés qu'il rencontrait dans l'exécution de ses cartes 
des diverses provinces de l'Espagne eut l'heureuse inspiration de 
s'adresser officiellement, et, vraisemblablement avec l'autorisa- 
tion du ministre compétent, aux archevêques, évêques, curés 
et autres fonctionnaires ecclésiastiques pour leur demander des 
renseignements relatifs à leur diocèse ou à leur paroisse. Géo- 
graphe des Domaines, il leur envoyait un questionnaire en cette 
qualité, espérant bien qu'il serait fait une réponse favorable à ses 
questions et qu'en tout cas on hésiterait avant de la lui refuser. 
Plus d'une fois cependant, et malgré le désir que ces ecclésiastiques 
avaient de lui être agréables, ils se trouvèrent dans l'impossibilité 
de le faire. La lettre suivante de l'évêque d'Osma, datée 
du 29 janvier 1768, nous donne du personnel ecclésiastique 
d'alors une idée assez fâcheuse : « Je regrette, dit-il, de ne pas voir 
dans tout l'évêché une personne en état de satisfaire à vos 
demandes, les vicaires sont peu nombreux et trop dispersés, les 
archiprêtres, bien que plus nombreux, sont aussi ignorants en la 
matière et non moins les curés, comme je l'ai constaté par 
expérience en causant de ces choses avec eux au cours de mes 
visites pastorales'. » 



I me es igualmente sensible de no conocer en todo este obispado per- 

sona que pueda satisfacer al cargo, porque los vicarios son pocos y dispersos, 
los arciprestes, aunque mas, todos ignorantes desta materia, y los curas lo 
mismo, segun he experimentado y se ha ofrecido en las ocasiones de tratar de 
este asunto en las visitas. Ms. 7300. 

Tous les papiers, mémoires, interrogatoires, lettres de et à Lopez se trouvent 
réunis au Département des Manuscrits de la Bibliothèque nationale de Madrid 
sous le titre de Diccionario geogrdfico pour les évêchés de Albacete, Almeria, 
Asturias, Cadiz, Ciudad Real, Coruna, Cuenca, Estremadura, Granada, Gua- 
dalajara, Huelva, laen, Léon, Logrono, Malaga, Orense, Palencia, Ponteve- 
dra, SeviUa, Soria, Toledo, Valladolid, Vascongadas (provincias), Zamora, S 
XVIII, 7293 à 7308. On y rencontre également une centaine de cartes pour la 
plupart d'un dessin enfantin, mais qui étaient cependant précieuses pour Lopez 
en ce sens qu'elles lui fournissaient un grand nombre de noms de localités avec 
leur situation respective évaluée en lieues. Il fallait cependant s'entendre sur la 
REVUE HISPANIQUE, XVI. ii 



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l62 GABRIEL MARCEL 



La formule imprimée envoyée par Lopez était cependant assez 
habile et flatteuse. Elle était adressée aux évêques, vicaires généraux 
et curés. Préparant une carte du diocèse, disait-il, et désirant la 
publier avec toute l'exactitude possible, il priait le destinataire 
de répondre aux questionsqu'il lui faisait. « Cestle devoir de tous, 
ajoutait-il, de concourir à l'illustration publique, mais c'est une 
obligation encore plus stricte pour ceux qui sont connus par 
leur savoir et qui occupent une position élevée, comme vous. M., 
de le faire, ainsi que n'y ont pas manqué bien d'autres personnes 
en différents diocèses. 

Parce moyen, je compte faire disparaître des cartes étrangères et 
des descriptions géographiques de notre patrie de nombreuses 
erreurs intentionnelles ou non. Si vous le permettez, je citerai dans 
le prologue de mon travail votre nom avec la part que vous y aurez 
prise et celle de vos collaborateurs \ » 

valeur de la lieue. On se servait alors pour Testîmation des distances postales 
de la lieue géographique de 17 1/2 au degré, soit 7600 varas castillanes, mais 
la lieue légale était de 26 1/2, soit 5000 varas, tandis que la lieue commune 
variait suivant les provinces. On trouvera de précieux détails sur ces diverses 
mesures dans l'ouvrage de Lopez dont nous avons parlé plus haut et qui a pour 
titre : Prîncipîos geogrdficos... Tome IL 

I . « Muy senor mio : Hallandome executando un mapa y descripcion de esa 
diocesis, y deseando publicarle con el acierto posible, me pareciô indispensable 
suplicar à V. sesirva responder à los puntos que le comprehenda del interrogatorio 
adjunto. 

Es muy propio en todas las clases de personas concurrir con estes auxilios i 
la ilustraciôn pùblica y mucho mas en los graduados por su saber y circunstan- 
cias como V. y como otros le executaron en otros obispados. 

Por este medio discurro desterrar de los mapas extranjeros, de las descripciones 
geogràBcas de Espana, muchos errores que nos postran : unos cautelosamente, 
otros ocultanio nuestras producciones y ventajas, para mantenemos en la igno 
rancia, con aprovechamiento suyo y por un fin de cosas que V. sabe y no es asunto 
de esta carta. 

Si V. lo permite, dare cueata de su nombre y circunstancias en el prologo de 
la obra, como concurrente en su mediaciony trabajo, sin olvidar todos los sujetos 
que ayudan a V. en el encargo. Se servira V. poner la cubierta al Geografo de 
los Dominios de S. M. que firma abajo. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 163 

Nous donnons ci-dessous en appendice le questionnaire qui 
accompagnait la circulaire que nous venons de résumer. On com- 
prend facilement que la valeur des réponses variait avec les individus, 
selon qu'ils étaient plus ou moins instruits, plus ou moins travail- 
leurs, plus ou moins intelligents; elles étaient donc fort inégales. 
Lopeza cependant puisé pour ses cartes dans ces réponses une foule 
de renseignements curieux; il n'hésite pas à le reconnaître, il le 
publie même avec plaisir pour encourager les autres à lui rendre 
service; il imprime les noms de ses correspondants en indiquant la 
nature des informations qu'ils lui ont fournies. Les exemples en sont 
nombreux, nous ne voulons citer entre autres que la carte de la 
Sierra de Guadalupe. Dans le texte qui l'accompagne, notre géo- 
graphe cite sept cartes ou relations qui lui furent envoyées en 
1765 et 1766 par des curés et relatives aux localités comprises 
dans cette feuille. Très souvent encore, sans citer nominative- 
ment les auteurs comme il le fait ici, il dit qu'il a dressé sa carte 
d'après les mémoires « de los naturales ». C'est le plus souvent 
des curés qu'il veut parler. Beaucoup d'entre elles auraient eu 
besoin d'être vérifiées, car nombre de correspondants fort 
crédules acceptaient sans contrôle les faits les plus extraordinaires 
alors surtout qu'ils avaient pour but d'exalter leur patrie. Or, 
nous n'avons aucune preuve que ces relations aient été examinées 
par Lopez avec un esprit critique. Elles ne sont accompagnées 
d'aucune réflexion, d'aucune appréciation, et c'est ici que nous 
voyons combien l'élève de D'Anville lui est inférieur. Toutes les 
informations que celui-ci recevait de ses correspondants étaient 
comparées, confrontées entre elles et la valeur morale de l'obser- 
vateur entrait en ligne de compte dans l'appréciation de ses 
renseignements. Rien de pareil ici. Lopez s'est contenté d'amasser 



Dios guarde la vida de V. muchos anos, Madrid.... B L M de V. su mas 
atento servîdor. » 

A cette circulaire était joint un interrogatoire que nous reproduisons en 
appendice avec plusieurs autres pièces relatives à la même enquête. 



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164 GABRIEL MARCEL 



des documents avec l'idée de publier un Dictionnaire géogra- 
phique de l'Espagne qui aurait été accompagné de cartes de pro- 
vinces, d'évêchés, de partidos, de corregimientos et de plans de 
villes. 

Il nous semble, en lisant ce questionnaire et celui que Lopez 
envoyait aux intendants de province, qu'il avait eu connaissance 
de la grande enquête entreprise par Velasco sous Philippe II, et de 
l'instruction bien connue de 1575, à la suite de laquelle Esquivel 
avait commencé un lever scientifique de l'Espagne, enquête dont 
il reste huit volumes manuscrits de réponses à l'Escurial et dont 
la partie relative à la province de Guadalajara a été publiée en 3 
volumes in-8° par notre ami D. Juan Catalina Garcia, membre 
de l'Académie de l'Histoire et directeur du Musée archéologique. 
Plus circonstanciés étaient les questionnaires envoyés aux inten- 
dants : ils ne comptaient pas moins de quarante numéros et ces 
demandes portaient sur des sujets si différents qu'il ne faut pas 
s'étonner si nombre de pauvres curés de campagne ou d'alcaldes 
ne purent fournir de réponses satisfaisantes, soit qu'ils manquassent 
de l'instruction nécessaire, soit qu'ils n'aient pu réunir les élé- 
ments nécessaires pour fournir les informations économiques qu'on 
réclamait d'eux sous serment. 

Le nom de la localité, sa situation topographique et adminis- 
trative, la bonté des terres, la nature, la qualité et la valeur des 
produits agricoles, des détails minutieux et précis sur les mines, 
salines, industries diverses et commerce, le nombre des habitants 
et des maisons, la nature et quantité des impôts à payer, les noms 
et nombre des rivières, leur cours, la quantité des barques, les 
espèces de poissons, etc., telles étaient les questions posées : aussi ne 
nous étonnons-nous pas de voir souvent la sécheresse et l'aridité 
des lettres renvoyées à Lopez ; comme dit le proverbe, qui trop 
embrasse mal étreint. 

Trente années s'étant écoulées entre les premiers renseignements 
reçus et les derniers qui furent adressés à Lopez, on voit le peu 
d'unité et de contemporanéité dans le dictionnaire rêvé par notre 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 165 

géographe. Est-ce la raison qui le fit hésiter à utiliser ces 
matériaux ? nous ne le pensons pas, puisque jusqu'à la fin de sa 
vie il en sollicite de nouveaux. Toujours est-il qu'il est heureux 
que tous ces mémoires aient été conservés ; s'ils ne peuvent et 
n'ont pu servir à un dictionnaire, ils sont utiles à ceux qui font 
des recherches particulières et s'occupent d'histoire locale. 

Si Lopez, comme le prouve la nombreuse correspondance 
qu'il reçut, commença ses démarches avant 1767, il dut être mis 
neuf ans plus tard, lorsqu'il fut admis à en faire partie» au 
courant des travaux analogues qu'avait entrepris l'Académie 
de l'Histoire, travaux qui auraient fait double emploi avec les 
siens ou qui auraient pu les compléter avantageusement. Ce 
que voulait l'Académie, c'était réunir un certain nombre de 
monographies de provinces sous la responsabilité de quelques- 
uns de ses membres, et Ton voit immédiatement la supériorité de 
ce procédé sur celui employé par Lopez qui frappant à toutes les 
portes, recueille des renseignements de toute main, par con- 
séquent de valeur inégale et se contente de les accumuler sans 
critique. Le travail étant ainsi divisé, devait marcher bien plus 
rapidement. 

Fondée en 1735 par plusieurs littérateurs qui se réunissaient 
dans la maison de D. Julian de Hermosilla, sous le nom d'Aca- 
démie universelle, cette société s'était d'abord préoccupée de la 
nécessité de faire lever et publier des cartes exactes et scientifiques 
d'Espagne, mais ayant bientôt reconnu (1740) la diflSculté de ce 
travail et de faire dresser des tables géographiques qui ne fussent pas 
indignes de son nom, elle s'était rapidement contentée de réunir des 
matériaux pour une description de l'Espagne ancienne et 
moderne ^ 

Certes, le plan conçu par l'Académie aurait nécessité la publi- 
cation d'un grand nombre de volumes, mais seuls ces corps 
savants peuvent entreprendre des travaux d'aussi longue haleine, 

I . Noticia historica de la Academia, en tête de ses Meniorias, 



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l66 GABRIEL MARCEL 



car il est rare qu'un particulier ait assez de temps, quel que soit 
le nombre d années qu'il vive, et la fortune suffisante pour les 
mènera bonne fin ». Encore l'Académie de l'Histoire dut-elle se 
borner et se contenter de publier en 1789 deux volumes in-fol. 
qui ont pour titre : le premier, Espahadivididaenprovincias é inlen- 
denciaSy imprimé à l'Imprimerie royale, et le second, Nomenclator 
de todos lospueblos de Espana, Ce ne sont en réalité que deux dic- 
tionnaires de l'Espagne, Tun par provinces, l'autre par ordre alpha- 
bétique de localités. 

Il faut lire dans le prologue * du Diccionario geogrâfico-histôrico 
de Espana toutes les difficultés auxquelles s'était heurtée l'Aca- 
démie et la résolution qu'elle prit pour aboutir, de confier la 
partie relative à la Navarre et aux provinces basques à une com- 
mission qui, après avoir tiré d'un grand nombre d'ouvrages 
achetés par elle le fond de son travail, le compléta "de la même 
manière que faisait Lopez : par des questionnaires K Les trois 
volumes relatifs aux provinces dont nous venons de parler sont 
les seuls qui aient vu le jour. Les matériaux relatifs à l'Aragon 
avaient bien été réunis, mais les graves événements qui se pas- 
sèrent alors en Espagne et la guerre de l'Indépendance qui dis- 
persa les Académiciens et les enleva aux travaux historiques et 
archéologiques qui nécessitent la paix et la tranquilité pour être 
menés à bien l'empêchèrent de pousser plus loin une entreprise 
qui lui aurait fait le plus grand honneur. 



1. Voyez cependant le Dictionnaire de D. PascualMadoz qui, s'il n*est plus 
au courant, est du moins resté un modèle pour tout ce qui est ancien. 

2. Ce Dictionnaire fut publié par l'Académie de l'Histoire, en 3 vol. in-fol. 
imprimés à Madrid en 1802 chez la veuve de Joaquin Ibarra. 

3 . « dirigiô cartas de ofîcio acompaiiadas de interrogatorios impresos à los 
xefes, prelados, cuerpos y personas particulares que podian contribuir à la adqui- 
sicion de materiales.Por semejantes medios, y en virtud de repetidas instancias, 
consiguiô la Junta completar las 361 descripciones que faltaban del Re\^o de 
Navarra, las de 35 hermandades de la provincia de Alava, las de todos los pue- 
blos de la de Guipuzcoa y rectiRcar las del stnorio de Vizcaya. » 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPE2 167 

Nous avons tenu à donner quelques détails particuliers et à 
publier un certain nombre de pièces inédites relatives à la ten- 
tative faite par Lopez et qui paraît être restée inconnue jusqu'ici 
de ses rares biographes, tentative d'autant plus curieuse et 
méritoire qu'elle est contemporaine de celle de l'Académie 
de l'Histoire et que Lopez ne semble pas s en être inspiré. 

CHAPITRE V 

Cartes d'actualité. — Copie des travaux de Lopez par les Allemands. — D. 
Juan Lopez et ses œuvres géographiques. — Goût de T. Lopez pour la géo- 
graphie historique. — Le cours du Tage. — Gratification pour la carte qui 
accompagne le traité de 1783. — Le plan de Madrid de 1785. — La Cosmo- 
graphie abrégée. — La carte d'Estremadura du Mi* de Ustariz. 

La convention secrète de Paris, du 15 août 176 r, qui avait 
stipulé la déclaration de guerre de l'Espagne au Portugal, avait 
déchaîné les hostilités en Amérique. L'année suivante, le 
gouverneur et capitaine général de Buenos Ayres, Pedro de 
Ceballos, s'était emparé par force de la Colonie del Sacramento 
située près de Buenos Ayres dont la prospérité était due tout 
entière à la contrebande qu'y faisaient les Portugais. C'étaient 
là pour Lopez des événements intéressants qui le déterminèrent 
à publier une carte de ces localités. La Colonia del Sacramento, 
assiégée une première fois en 1762, venait d'être prise en 1777 par 
les fepagnols * ; il en avait été de même du fort du Rio Grande 
de S. Pedro. 

L'année 1778 voit paraître de Lopez des travaux relatifs à la 
péninsule hispanique, à l'Amérique et à l'Afrique. Ce sont des 
cartes d'Iviza, de Portugal, de la Nouvelle Angleterre et du 
golfe de Guinée. A propos de cette dernière, il rédigea un 



I. Voir sur ces événements : Femandez Dur», Armada espanohy VII, pp. 1 10 
et sui\'t«s. On trouve dans cet excellent ouvrnge très bien documenté une foule 
de renseignements des plus précieux. 



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l68 GABRIEL MARCEL 



mémoire * dans lequel il passe en revue toutes les cartes antérieures, 
expose les différences qu'il constate entre elles et avec celle publiée 
par Bellin, différences qui atteignent jusqu'à trente lieues et 
qui proviennent, suivant lui, des inexactes observations de lon- 
gitudes. 

La production de Tannée suivante est aussi variée : ce sont 
des cartes de Sicile, de Fuertaventure et Lanzarote, de la pro^ 
vince de Valladolid, de la baie de Gibraltar et de TAllemagne. 

En 1780 avec celles de Cabrera, de Minorque, nous devons 
citer la carte réduite des Canaries pour laquelle Lopez a utilisé 
les observations de Borda en 1776, celle de Tîle de Palme, et 
enfin une très curieuse table d une partie de l'Espagne qui com- 
prend le théâtre des aventures de Don Quichotte d'après les obser- 
vations faites sur le terrain par le capitaine du génie D. Josef de 
Hermosilla et qui accompagne l'édition publiée par l'Académie 
Espagnole *. 

Il faut croire que les travaux de Lopez étaient vus en Allemagne 
d'un œil favorable. F. L. Gûssefeld, et ce ne sera pas la seule fois, les 
utilise pour une carte du royaume deSéville qu'il publie àAugs- 
bourg chez Homann. Les événements militaires, la prise de Mahon 
et le siège de Gibraltar sont exploités par notre géographe, qui 
publie même une relation du débarquement et de la prise de 
Mahon, ainsi qu'un plan du fort Saint-Philippe. Nous devons 
citer également comme datant de 1781 une carte des Antilles en 
2 P^" et celle des îles Açores qui porte avec le nom de Thomas 
Lopez, celui de son fils Juan. 

Poussé par l'amour qu'il professait pour la géographie, Lopez, 
avait dirigé son fils aîné vers les mêmes études. Après lui avoir 
fait faire ses humanités, apprendre à fond le grec, il lui fit étudier 
pendant deux ans les mathématiques à S" Isidro el Real avec 
Don Antonio Rosell et se chargea de le diriger dans la voie 



1. Académie de THistoirc, Estante 20 gr. 7* no 22. 

2. Publiée à Madrid, chez D. Joaquin Ibarra en 1780, en 4 volumes m-40. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 169 

que lui-même parcourait avec tant d'éclat. Le comte de Florida- 
blanca l'envoya passer deux ans à Londres et à Paris pour se 
perfeaionner dans ses études en lui donnant une pension de 
8.000 réaux. qui lui fut continuée à son retour par le comte 
d'Aranda. Juan Lopez a publié un grand nombre de cartes ' 
et nous aurons plus d'une fois au cours de ce travail à donner 
sur ses publications quelques détails intéressants '. 

Tomas Lopez s'occupait également de géographie ancienne et 
nous le verrons plus tard publier tout un atlas de cette partie 
si intéressante et si discutée de la science, goût qu'il avait puisé, 
sans doute, dans la fréquentation de d'Anville qui montra tou- 
jours pour la géographie historique une préférence marquée. Il 
est obligé par les nécessités du moment de prendre, de laisser 
et de reprendre ces études ; cette année (1780) il met au jour 
une carte générale pour l'intelligence de la Cyropédie ei une 
particulière pour la retraite des Dix mille. Mais il lui faut s'occu- 
per des Iles Baléares sur lesquelles l'attention est appelée par la 
guerre, et il publie des cartes de Minorque, de Cabrera et de 
Palma ; des iles Canaries, et sa nomination encore récente à 
l'Académie de l'Histoire le désigne, comme nous le disions plus 
haut, pour ajouter à l'édition du Don Quichotte publié par cette 



1. Sans avoir la prétention de dresser la cartographie de D. Juan Lopez, 
nous citerons : L'île de S«-Christophe et la Barbade 1780, La Martinique 1781, 
Les Lucayes et les débouquements de St-Domingue 1782, la Terre Ferme ou 
Castille d'Or 1785, Carte générale de l'Espagne antique même date, Province de 
la Hacha 1786, Caracas, Carthagène et Venezuela, 1787, Bétique 1788 et 
Tauride Portugal ancien 1789, BartitaniayContestania 1795, Nouvelle Espagne 
1803, Environs de Mexico, et une carte de l'Espagne et du Portugal non datée, 
mais à propos de laquelle il dit : « Para la formacion de este mapa, se han 
tenido présentes varios documentos o una exposicion de las operaciones geo- 
métricas por orden de Felipe V, cuya obra se empezô bajo los auspicios del 
marques de Ensenada.y la executaron los Padres Martinez y de la Vega de la 
distinguida compania... » 

2. Voir la lettre de Lopez adressée à D. Luis de Urquijo publiée en appen- 
dice. 



i 



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lyO GABRIEL MARCEL 



compagnie une carte de la partie de TEspagne où se sont passées 
les aventures du héros de Cervantes. 

La guerre prend Tannée suivante une violence particulière 
et l'Espagne y attache un intérêt spécial parce qu'elle se déroule 
sur son territoire; aussi notre géographe ne laisse-t-il pas 
échapper l'occasion de mettre au jour un plan géométrique de 
Gibraltar, ainsi que du château de San Felipe; il fait paraître 
en même temps à l'imprimerie de la Gazette un petit in-4*' de 
8 pages avec un plan, qui a pour titre : Relation de ce qui s'est 
passé au débarquement et à la prise de Minorque par les armées 
espagnoles. Enfin il dresse une table géographique des sierras de 
Guadalupe où venaient d'être installées des colonies d'émigrants 
allemands. 

C'est le souci de 1 aaualité qui a guidé Lopez presque toute 
cette année, car on ne lui doit encore qu'une carte générale des 
Petites Antilles, une carte générale des Açores en collaboration 
avec son fils D. Juan. Mais nous voyons Gûssefeld copier les 
cartes de Lopez de l'archevêché de Séville et la Nouvelle Castiîle 
en 2 feuilles, comme il le fera en 1782 pour l'Espagne et le 
Portugal. Ce géographe, s'il copie Loper, le fait du moins fran- 
chement, il ne le démarque pas et cite son auteur. 

En 1782, aux cartes de la province de Palencia et de Cabrera 
il faut ajouter une description du Tagesur laquelle nous devons 
nous arrêter un peu. C'est un manuscrit assez court qui est 
demeuré inédit et mérite de le rester; il se trouve dans la Biblio- 
thèque de l'Académie de THistoire. C'est une description assez 
sèche du cours du fleuve, de ses affluents, des provinces et des 
villes qu'il arrose. Il n'y a là rien à retenir, rien d'original, aucune 
réflexion qui indique le géographe attentif, qui cherche à se 
rendre compte du pourquoi des choses*. Il y rappelle la navi- 



I. Ce ms. porte la cote E 166 et se trouve à la p. 130. A la fin on lit : 
Esta descripcion la hizo el S»- D. Tomas Lopez geôgrafo de los Dominios de 
S M.C. y esta toda escrita de su puiio à excepcion de algunas enmiendas y 
adiciones del puno de D. Joseph Miguel de Florès. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ IJl 

gation et Texamen qu'à fait de ce fleuve en 1582 l'ingénieur de 
Philippe II, Juan Bautista Ântonelli. 

L'année 1783 est tout à fait remarquable par l'abondance des 
travaux de Lopez. Le second volume de ses Principios geograficos 
dont nous avons eu l'occasion de parler plus haut, est imprimé 
chez Ibarra; il publie un plan de la baie d'Alger à propos de 
l'attaque de ce nid de pirates par le général D. Antonio Barcelô', 
puis il passe à l'Amérique de laquelle il donne les tables de la 
Nouvelle Espagne, des canaux et du lac de Mexico ', ce dernier 
destiné à mieux faire comprendre l'Histoire de la conquête du 
Mexique de SoHs, puis il revient à l'Espagne dont il étudie les 
provinces de Madrid, de Salamanque et de Soria, les partidos de 
Llerena, de Merida, d'Ocana et de Villanueva de los Infantes. 

Comme on le voit, Lopez est le géographe à la mode, ses 
cartes ont dû se vendre énormément parce qu'elles étaient supé- 
rieures à celles qui existaient déjà et parce que, pour beaucoup de 
provinces, elles comblent une lacune regrettable dont le public et 
l'administration surtout se plaignaient à juste titre. 

A partir de 1783, l'adresse de notre cartographe change et il 
demeure maintenant dans le même quartier et tout à côté du 
domicile qu'il quitte, calle de Atocha, esquina de la Concepcion 
San Geronimo, casa nueva Santo Tomas, manzana 159, n° 3, en 
face de la vieille douane. Il continue à habiter sous le même 
toit que son iils D. Juan qui, tout en publiant pour son compte 
de nombreuses descriptions topographiques, dut aider son père 
qui seul, n'aurait certainement pu suffire à tant de besognes. 

En 1784, notre géographe continue la représenution graphique 
de Segura, de Toro, de Xerez, de Zieza, du nouvel évêché de 
Tudela qui venait d'être érigé l'année précédente par bulle du 



1. Voir sur cet événement : C. Femandez Duro, Armada espaiiola, VII, pp. 122 
et suiv. 

2. Ces cartes ont paru dans la belle édition de l'histoire de la conquête du 
Mexique par Solis que publiait à Madrid D. Ant. de Sancha en 2 volumes in-4» 
et qui est aujourd'hui assez rare. 



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172 GABRIEL MARCEL 



pape Pie VII, du royaume de Galice, d une partie de la province 
de Burgos; en Amérique, de Tîle Saint-Domingue, en Europe de 
la Turquie. 

Aux Archives Historiques à Madrid, nous avons trouvé trace 
d'une gratification faite à Lopez le 14 février 1784* pour avoir 
gravé la carte qui fut annexée au traité de paix définitif de Tannée 
précédente. Cette carte, nous ne la connaissons que par cette 
mention : nous ne Tavons jamais rencontrée et nous ne savons 
même pas si c'est noire géographe qui Ta dressée ou s'il n'en 
fut seulement que le graveur comme le libellé de l'ordre le don- 
nerait à entendre. 

L'année suivante les partidos de Reynosa, de Martos, d'Alcan- 
tara, d'AImonacid, de Carrion, de Villanueva, de la Serena, Alcaiiiz, 
le campo de Calatrava, le senorio de Molina, les plans de 
Tudela, de Santo Domingo capitale de l'île Espagnole, de 
Puerto Rico, de la Havane, de Mexico et de Madrid voient le 
jour. 

Ce dernier mérite qu'on s'y arrête un instant, en raison et de 
sa dimension et de son intérêt. Disons d abord qu'il est dédié à 
Charles III à qui le présenta son ministre le comte de Floridablanca. 

Un grand et beau plan de Madrid avait été publié en 1769 en 
neuf feuilles par Espinosa. Quoique moins grand d'échelle, celui 
de Lopez est beaucoup plus complet, plus exact et plus soigné ; 
il comprend un bien plus grand nombre de noms de rues ; 
enfin il est plus commode à consulter. Tous ces avantages ont 
décidé de son succès qui fut considérable. Ajoutons aux mérites 
que nous venons de reconnaître qu'il nous permet de nous 
rendre bien compte des énormes changements que le roi Joseph 
allait imposer à la topographie de Madrid par ses expropriations 
de couvents et d'îlots ainsi que ses ouvertures de rues larges et 
de places qui lui valurent le surnom de Rey Pla:^uelas, 

I . Orden à D" Santiago Barufaldi para que se gratificase i D. Totnas Lopez 
con 600 rs por el grabado del mapa que se puso en el tratado deBnitivo de 
paz. Archives historicos. Négociations de 1783, no 4235. 




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LE GEOGRAPHE TOMAS LOPEZ I73 

C'est à cette même année qu'il faut rapporter un grand plan 
de Mexico qui a été levé sur place en 1776 par D. Ignacio de 
Casterasur Tordre du comte de Tepa, alors auditeur de l'audience 
royale du Mexique, et devenu à cette époque membre du con- 
seil des Indes. On comprend facilement que ce personnage n'ait 
pas voulu laisser inédit un plan géométrique aussi sérieusement 
dressé et qu'il ait confié à Lopez le soin de lui faire voir le 
jour. 

En 1786, paraissent chez la veuve d'Ibarra deux volumes in-8° 
deTomas Lopez qui ont pour titre : Cosmografia abreviada; Uso 
del globo celesU y terrestre \ Dans son prologue, l'auteur décrit 
l'objet de son travail et donne une bibliographie fort étendue 
des ouvrages qu'il a consultés ; c'est même ce qu'il y a de plus 
intéressant, car on y trouve réunie une collection fort importante 
de cosmographies dont on chercherait vainement ailleurs la liste. 
Le tome 2 comprend un traité de géographie générale avec les 
cartes correspondantes.il n'offre plus guère aujourd'hui qu'un très 
médiocre intérêt, d'autant plus que l'auteur comme nous avons 
eu l'occasion de le dire, n'est pas un novateur et qu'on ne lui 
doit aucune de ces vues fécondes qui renouvellent une science. 

CHAPITRE VI 

Dédicace par J. Lopez au C^e de Floridablanca de sa traduction de Strabon — 
Ouvrage historique sur la province de Madrid. — Floridablanca en refuse 
durement la dédicace. — La carte de Tévêché de Badajoz et Godoy. 

Le ministre chargeait Lopez de certaines missions de confiance 
au sujet d'affaires pour la solution desquelles il n'avait ni les 
capacités spéciales, ni le temps de s'occuper; c'est ainsi que lui 
fut confié, en 1787, le soin d'examiner une carte manuscrite de 
la province d'Estrémadure du marquis de Ustariz et d'adresser 



I. Bibliothèque nationale de Madrid c. $830. 



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174 GABRIEL MARCEL 



un rapport sur cette carte qui n'était, dit notre géographe, qu'une 
mauvaise copie de celle que lui-même avait publiée en 1766. 
Dans sa lettre d'envoi au Comte de Floridablanca il assurait qu*il 
n'existait aucune carte de la province levée astronomiquementet 
que celle qui servait pour les divers services du gouvernement était 
la sienne. Elle contenait un certain nombre d'erreurs, qu'il avait 
corrigées, sur la situation de certains pueblos et leurs distances 
respectives. Nous ne savons quelle sanction fut donnée à Tavis 
motivé de Lopez, et quant à la carte du marquis de Ustariz, elle 
ne se trouve plus dans la liasse des Archives historiques où nous 
avons rencontré ce document. 

Les plans de Quito et de Vera-Cruz, parties des provinces de 
Léon et de Valence, le partido de Ponferrada, le gouvernement 
de San Mateo, Tadelantamiento de Cazorla, les cotos de Roas, de 
Cosedo, de Garabones, de Courel, de Gistrotorafe, telles sont les 
publications de Lopez en 1786 ; ce sont des cartes de détail, de 
localités peu importantes et sans comparaison avec celles du 
royaume de Jaen et du partido de Santo Domingo de la Calzada 
qu'il mit au jour l'année suivante. 

. Juan Lopez, le fils aîné de notre cartographe, s'était adonné à 
l'étude du grec, comme nous l'avons dit ; il avait étudié tout parti- 
culièrement dans Strabon le troisième livre qui est consacré à la 
géographie de l'Espagne. Il en avait même fait une traduction 
qu'il désirait publier : il détermina son père à écrire le 9 mai 1787 ' 
au comte de Floridablanca, le célèbre ministre qui le protégeait, 
afin de lui demander pour son fils la permission de lui dédier 
cette traduction avec les notes de Casaubon et celles du jeune 
géographe qui avait identifié les noms de lieux anciens, ainsi 
qu'une carte relative à cette partie de l'œuvre de Strabon. Lopez 
adressa donc au ministre les bonnes feuilles (cafnllas)ct la dédicace, 
afin qu'il pût y faire les corrections qu'il jugerait nécessaires. 



I. Archiva historico 3241, 10, 11, 12. 



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LE GÉOGRAPHE TOM AS LOPEZ 175 

Le 16 mai, c'est-à-dire sept jours plus tard, Juan Lopez recevait 
rautorisation qu'il avait prié son père de solliciter pour lui. Cet 
empressement est la marque de la considération que professait 
le Comte de Floridablanca pour Tomas Lopez, et c'est pour cela 
que nous avons parlé d'un incident qui, sans cela, ne 
mériterait pas d'être relaté. Et d'ailleurs le géographe, quelques 
semaines avant le lo février, avait écrit au comte de Flo- 
ridablanca une lettre en faveur de son second fils Tomas Maurice, 
dont le second volume de Géographie générale venait de pa- 
raître. 

L'année 1788 est marquée par la publication de deux cartes 
d'Espagne et d'un plan de Séville en six feuilles, œuvre recom- 
mandable et qui fait honneur à Lopez. Mais l'année suivante 
n'est pas heureuse pour notre cartographe. Depuis longtemps 
il préparait un gros travail sur la province de Madrid. Avant de 
le publier, le 3 avril, il envoya au comte de Floridablanca, qui 
avait toujours été bon pour lui, les deux volumes, en lui deman- 
dant la permission de les dédier au Roi, et il lui soumit en même 
temps son épitre dédicatoire. 

Les Archives historiques contiennent la note autographe du 
ministre concernant cette demande, elle est plutôt sévère : Il 
relevait nombre d'erreurs, accusait T. Lopez d'avoir mal copié 
les guides pour les étrangers et les états militaires et l'engageait 
à se consacrer désormais exclusivement à ses travaux cartogra- 
phiques, a Por lo poco que he visto, ajoutait Floridablanca, esta 
obra recelé que tenga mil defectos y que sea mas una mala 
copia o traducion de lo que otros han hecho que un libro origi- 
nal mediano. Adopta seguir enunciativas mucha parte de las fabu- 
las de nuestro origen Digale que . . , antes de publicar la obra 

le conyienepor su honor y elnuistrro ^uealguna mano habil y 
exacta la purifique. » Le . secrétaire adoucit un peu les termes de 
la dure opinion que s'était faite le ministre, mais en lui renvoyant 
les deux volumes il ajoutait dans une lettre du 16 mai, textuel- 
lement, la fin de la note que nous venons de citer. 



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176 GABRIEL MARCEL 



Peindre le désespoir de Lopez, du pauvre Lopez, comme le 
qualifie Floridablanca, est difficile; nous préférons analyser l'humble 
réponse qu'il fit au ministre deux jours plus tard. Il s'excuse en 
disant qu'il avait soumis son travail à une Académie de cette 
ville et regrette qu'elle n'ait pas censuré plus sévèrement Tœuvre 
d'un de ses membres qui lui appartient depuis plus de vingt ans. 
Il termine en protestant qu'il se consacrera ' dorénavant à ses 
travaux de géographie mathématique. On sent sous le masque 
respectueux et diplomatique dont il se couvre toute la décon- 
venue, toute la rancœur de l'écrivain : son amour-propre d'auteur 
est blessé et il craint en même temps d'avoir déchu dans l'estime 
de son protecteur et de se l'être à jamais aliéné. Les deux volumes 
furent si bien détruits, ainsi que l'épître dédicatoire qui les accom- 
pagnait, qu'on ne saurait rien de cet incident désagréable, si nous 
n'avions retrouvé aux Archives historiques la correspondance qui 
y est relative et qui se trouve dissimulée au milieu de pièces 
complètement étrangères à ces matières. 

La disparition totale de l'ouvrage ne nous permet pas d'appré- 
cier si la sévérité du ministre était justifiée ; elle devait l'être 
cependant puisqu'il n'avait à l'égard de Lopez qu'une extrême 
bienveillance, et nous savons par d'autres exemples que ce dernier 
manquait plutôt de critique. 

Nous n'aurions à mentionner pour 1789 qu'une petite carte 
des environs de Madrid publiée dans la Guia deforasteros et une 
table du Portugal ancien avec sa correspondance moderne, si 
nous ne trouvions un nouvel exemple du goût que professaient 
les Allemands pour les œuvres de notre géographe : c'est une 
reproduction de sa carte du Maroc et des autres états barbaresques 
publiée à Vienne chez les héritiers de F. A. Schrœmbl. 



I . Tampoco no me ocupare de hoi en adelante mas que en mi Geografia exacta, 
esto es en la composicion y construccion de mapas, y si alguna vez escribo, 
no sera de la geografia hîstôrica ni cronolôgica, pero si de la que pertenece 
al ramo de matemàticas. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I77 

Les années 1790 et 1791 ne virent éclore que la carte géné- 
rale de l'Espagne et celle de l'Europe. Les événements dont 
la péninsule reçoit le contre-coup ne sont d'ailleurs pas favorables 
au genre de travaux dont s'occupe Lopez, aussi cherche-t-il à 
exploiter une nouvelle branche de la cartographie. Il publie un 
Atlas élémentaire moderne en 27 cartes dans lequel il cherche à 
donner aux enfants une idée de la sphère. C'est en vain que 
nous avons cherché cet ouvrage à la Bibliothèque nationale de 
Madrid, à celle de Paris et à l'Académie de l'Histoire. C'est ce 
qui explique la pauvreté de nos informations sur cet ouvrage. 
Nous verrons d'ailleurs Lopez faire quelques années plus tard 
une nouvelle incursion dans la géographie scolaire. 

Soit que l'âge ait amorti l'activité de notre géographe, soit que 
ses travaux ne reçussent plus du public le même accueil — on se 
lasse de voir les mêmes hommes publier sans cesse des travaux 
du même genre et Lopez était depuis près de quarante ans sur la 
brèche — nous n'avons à noter pour 1792 que deux cartes d'Es- 
pagne et de l'archevêché de Tolède, en 1793, qu'une carte géné- 
rale de l'archipel des Baléares, et en collaboration avec son fils 
Juan celles du pays de Labour et du Confiant, ainsi que des deux 
Cerdagnes, c'est-à-dire de régions sur lesquelles la guerre avec 
la France attirait l'attention d'une façon particulière. 

Qiiant à la carte du Partido y Obispado de Badajoz par son fils 
D. Juan, Lopez l'avait adressée le 18 octobre 1794 avec un 
a romance historico » au Ministre duc de la Alcudia, ce qui 
s'explique facilement puisque Godoy était né à Badajoz. Instruit 
par sa mésaventure avec Floridablanca, Lopez promettait cette 
fois de n'imprimer aucun exemplaire sans avoir reçu les 
ordres du ministre. Dans sa réponse du 19 octobre le duc autorisa 
la publication de la carte, mais non celle du romance qu'il ne 
tenait pas pour opportune. Décidément le pauvre Lopez n'avait 
pas de chance, il se le tint pour dit et répondit qu'il se con- 
formerait aux ordres reçus et ferait si bien disparaître le 

REFUE HISPANIQUE, XVI. 12 



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178 GABRIEL MARCEL 



mémoire que personne ne le verrait \ U tint si exactement 
parole qu'on n'en entendit jamais parler. 

Seule parut la carte de l'évêchéde Badajoz dédiée à Godoy. 



CHAPITRE VII 

Création d'un Cabinet géograpliique : la part qu'y prennent Lopez et ses 
deux fils. — Rapport à F Académie de l'Histoire sur la carte de l'Amérique 
de Cruz. — Sa fin misérable. — Justice posthume. — Atlas antiquus. — 
Derniers travaux. — Mort de Tomas Lopez. 

L'année suivante, Tomas et son fils Juan sont occupés à dresser 
la liste des cartes à réunir pour former une sorte d'Archives 
géographiques dans le Ministère qu'occupait Godoy, ainsi qu'il 
résulted'une lettre adressée au Prince de laPaix le 9 décembre 1795 
par Juan Lopez. Cette information intéressante nous est confirmée 
par la lettre de Tomas adressée en 1799 à D. Luis de Urquijo 
dans laquelle il nous fournit sur sa propre carrière, sur celles de 
ses fils Juan etTomasMauricio de précieux renseignements. Nous y 
voyons que ce sont eux qui ont inspiré à Godoy l'idée d'annexer à 
sa Secrétairie d'état un Cabinet géographique tel qu'il en existe à 
Paris et à Londres, et où devaient être conservés les meilleurs 
travaux de l'époque. A cette occasion, les appointements de 
Tomas furent fixés à 12000 réaux, ceux de son fils Juan, qui lui 
fut adjoint pour organiser le nouvel établissement, à 8000, tandis 
que le second fils de Lopez qui s'était déjà acquis quelque noto- 
riété par la publication d'un certain nombre de cartes et d'une 
Géographie universelle entrait sans solde. I^ cabinet n'était 
pas encore ouvert, les règlements n'étaient même pas encore 
signés, le personnel qui devait le desservir n'était même pas encore 
nommé en 1799, et c'est afin de sauver ses intérêts et ceux de 



I . Ocultaremos el romance de raanera que nadie le vera. — Archives historiques 
5241. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I79 

ses fils que Lopez écrivait à cette époque la supplique que nous 
reproduisons en appendice. 

Certains papiers qui furent oflferts en 1904 à la Société de géo- 
graphie de Madrid en même temps que la carte des PP. Martinez 
et de la Vega étaient, s'il m'en souvient bien, relatifs à cette créa- 
tion d'un Cabinet géographique. Il ne reste rien aujourd'hui de 
cet éphémère Dépôt; à la chute de Godoy, toutes les cartes qu'il 
renfermait furent réparties entre les divers ministères ; certaines 
même passèrent à l'étranger. 

Une carte du royaume de Grenade, l'apparition de la troisième 
édition des Principios geograficos marquent l'année 1795. 

En 1 79e, Lopez est surtout absorbé par ses nouvelles fonctions — 
il fut nommé le 25 novembre 1796 trésorier de l'Académie de 
l'Histoire — au point de ne publier qu'une carte du Roussillon 
et l'année suivante celles du royaume de Cordoue et de l'évêché 
de Plasencia. 

A la même époque, notre géographe fut chargé de faire un rap- 
pon sur la carte d'Amérique qu'avait dressée et gravée en 1765 
son ancien compagnon d'apprentissage à Paris, D. Juan de la Cruz 
Cano y Olmedilla, c'est notre vieil et cher ami D. Cesâreo Fernândez 
Duro qui a le premier, au tome VII de son Armada espaholay repro- 
duit in extenso ce rapport en l'accompagnant de documents infini- 
ment curieux sur la vieillesse et la pauvreté du très honnête et 
très scrupuleux D. Juan de la Cruz. 

Lopez et Cruz ayant été chargés par le marquis de Grimaldi 
d'examiner une carte d'Amérique en 4 feuilles qu'avait dessinée et 
enluminée le capitaine de vaisseau Milhaud, y relevèrent d'im- 
portantes erreurs dans les coordonnées d'un ceriain nombre de villes. 
Cela fit réfléchir le ministre qui voulait faire graver ce document. 
Sur ces entrefaites, nos deux amis reçurent la mission de dresser 
une carte de l'Amérique ; ils commencèrent à travailler ensemble, 
chacun se chargeant d'une partie de la carte à exécuter. A un 

I. Académie de THistoire E. 175 p. 151 etsuiv. 



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1 



l80 GABRIEL MARCEL 



moment donné Lopez ayant constaté de notables différences 
entre sa manière d'envisager le travail et celle de Cruz, laissa ce 
dernier s'en occuper seul et lui transmit tous les documents qu'il 
avait en sa possession, 

Le travail dura dix ans, et le malheureux Cruz ne toucha, en 
plusieurs fois, que la misérable somme de 18000 réaux, alors qu'à 
l'étranger des travaux de cette nature enrichissaient leur auteur et 
le couvraient d'honneurs. 

La carte terminée, le gouvernement en fit imprimer un certain 
nombre d'exemplaires qu'il distribua aux ambassadeurs, ministres 
et personnages influents. 

Mais la guerre avec le Portugal venant d'éclater, on s'aperçut 
que la carte de Cruz ne favorisait pas les prétentions espagnoles 
en Amérique ; on s'empressa donc de décrier un travail dont 
on avait été complètement satisfait, on la retira de la circulation, on 
chercha même à rattraper les exemplaires distribués et l'on répan- 
dit le bruit qu'elle était fort inexacte alors que le vrai défaut 
qu'on y trouvait c'était le dessin des frontières tracé par l'auteur 
avec indépendance et avec le seul souci de l'exactitude. 

Les deux gouvernements s'entendirent pour envoyer sur les 
lieux des missions chargées de tracer de nouvelles frontières, et la 
carte fut mise sous scellés. 

On comprend tout le préjudice porté au pauvre Cruz qui, 
chargé de famille, ne reçut plus aucune commande du gouver- 
nement. 

Lopez^ après avoir raconté l'histoire de cette carte d'Amérique^ 
se met à apprécier, dans son rapport, les différentes parties de 
l'œuvre de Cruz. Il n'est pas toujours d'accord avec l'auteur ; 
mais il reconnaît avec impartialité que celui-ci n'a pas eu à sa 
disposition certains documents arrivés postérieurement à la 
rédaction de sa carte et qu'à l'époque où il travaillait, il était 
impossible de se faire des localités une idée plus juste, d'avoir une 
appréciation plus saine. Très bien fait et très complet, le rapport 
de Lopez fait grand honneur à son impartialité, à son amitié pour 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ l8l 

son vieux camarade. Malheureusement la justice, que les poètes 
représentent boiteuse, arrive souvent trop tard. Ce fut le cas pour 
l'infortuné Cruz qui, après avoir vainement poursuivi la création 
d'un Dépôt de cartes et plans au Ministère de la marine, s'était 
décidé, poussé par la famine, à écrire une lettre navrante et cepen- 
dant fière au ministre Floridablanca le 3 octobre 1787, supplique 
qui lui valut une aumône de 750 réaux. Il mourut le 13 février 
1790, laissant une veuve et sept enfants dans une extrême indi-r 
gence. 

Lopez ne fut pas le seul à reconnaître le mérite du travail de 
Cruz; en 1802, D. Francisco Requena avait été chargé de l'exa- 
miner et d'y faire les corrections nécessaires. On peut résumer son 
avis très éloquemment motivé par cette phrase textuelle : « elle fait 
honneur à la nation, au Ministre qui en ordonna l'exécution et au 
géographe qui la dressa avec une science, une abondance des détails 
un soin méticuleux. A l'époque où elle fut publiée, il était im- 
possible de mieux faire. » Enfin le capitaine de vaisseau et hydro- 
graphe Bauza, dans son discours de réception à l'Académie de 
l'Histoire, en 1807, dît que Cruz mourut avec le regret de voir 
qu'on ne rendait pas justice à son mérite ; les Anglais, ajoute-t-il, 
en copiant sa carte, l'ont fait connaître à l'Europe et aux Espa- 
gnols eux-mêmes. 

Lopez a donc été le premier à louer comme il convenait l'œuvre 
de son camarade de jeunesse, et l'histoire de cette carte est assez 
curieuse et, ajoutons-le, assez tragique, pour qu'on nous pardonne 
de nous être arrêté quelque peu à la conter. 

Notre cartographe, en bon père de famille, ne perd pas l'occa- 
sion de vanter ses enfants ; c'est ainsi que dans une lettre du 21 
février 1797, il présente au Prince de la Paix le second volume de 
la Géographie générale que vient de publier Thomas Maurice et le 
recommande très chaudement à la bienveillance du Ministre. 

L'année suivante, nous devons porter au compte de Tomas 
Lopez une carte de la province d'Estrémadure, une « Espana abre- 
viada» dans la Guia de for aster os ^ et en 1801 son atlas élémentaire 
antique en un volume in-4**. 



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l82 GABRIEL MARCEL 



Dans un avis au lecteur, l'auteur a soin xie citer les écrivains 
sur lesquels il s'estappuyé, au premier rang desquels il place d' An- 
ville et Bonne qui, dit-il, « hansido la norma principal de esta 
coleccion. » Il est convaincu que l'étude de la géographie ancienne 
peut être fort utile aux enfants ; aussi commence-t-il par leur 
donner une idée chronologique, pour employer ses propres exprres- 
sions, de l'histoire ancienne, puis il la fait suivre d'un index de 
plus de 2800 noms latins de villes, montagnes, rivières, etc., avec 
leur identification moderne, travail qu'il a tiré des tables du cen- 
seur royal M. de Grâce et de l'abrégé de géographie ancienne de 
d'Anville. 

Voulant que cet atlas fit pendant à l'Atlas élémentaire qu'il avait 
publié, Lopezy réunit 26 cartes et lui donna la même dimension ; 
nous publierons dans notre cartographie la liste des cartes conte- 
nues dans ce volume. 

Le 18 juillet 1802 TomasLopez s'éteignait à l'âge de 71 ans; il 
fut enterré à Madrid le 20 du même mois ; il laissait deux fils, 
Juan et Thomas Maurice, dont nous avons eu plusieurs fois l'occa- 
sion de parler au cours de cette étude, et qui continuèrent une 
carrière géographique très honorable. Le succès des œuvres de 
Lopez lui survécut. En rSio ses fils publièrent un atlas dans 
lequel ils avaient réuni les plus importantes de ses productions, 
mais qui ne comprend guère que des cartes générales, avec la 
grande carte d'Espagne à 1/230.000. La plupart des cartes parti- 
culières et notamment toutes celles des possessions des Ordres 
militaires religieux sont aujourd'hui dispersées et on les trouve 
souvent avec les manuscrits originaux, dans divers dépôts espa- 
gnols que nous avons visités. Deux éditions de cet atlas ont été 
données, l'une en 1830 avec cette mention : seconde édition 
corrigée par ses fils, Tautre a été publiée en 1844 par D. Tomas 
Beltran Soler. Furent également éditées à nouveau en 1808 sa 
carte d'Espagne avec un plan de Gibraltar en cartouche, publi- 
cation d'actualité, pour servir, dit la légende, à l'intelligence des 
opérations militaires, et la carte de la principauté de Catalc^nc 
en 1816. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 183 

Dans rénumération des travaux de Tomas Lopcz, nous n'avons 
pas la prétention d'être complet et certaines de ses œuvres ont 
forcément dû nous échapper. Dans un exemplaire de ses Princi" 
pios geograficospzTustn 1795, nous avons en effet rencontré une 
liste fort nombreuse de ses publications qui n'est pas complète 
d'une part, qui, de l'autre, annonce quantité de cartes qui sont 
de son fils Juan, et qui renferme enfin la Description de la pro- 
vince de Madrid en 2 vol. gr. in-8° que nous savons avoir été 
détruite '. 

CHAPITRE Vni 

Conclusions. Appréciation de l'œuvre de Lopez. — Valeur de son Atla5 national 
— Les critiques à lui adresser. — Jugement d*Antillon. — Intérêt de l'œuvre 
du géographe. 

Notre travail ne serait pas complet si nous ne recherchions 
quelle place Tomas Lopez doit occuper parmi les géographes espa- 
gnols ; quels sont ses mérites et ses défauts. 

Il est absolument incontestable que la géographie doit beau- 
coup à Lopez. On possédait jusqu'alors dans la péninsule un 
grand nombre de cartes particulières des provinces d'Espagne 
dont cenaines ne manquaient pas de mérite ; celles même qui 
étaient les meilleures ont servi à notre cartographe qui les a 
complétées et rectifiées. Très fructueuse a été l'enquête qu'il a 
instituée auprès des membres du clergé ; ceux-ci lui ont fourni 
quelques bonnes représentations de leurs diocèses, sur lesquelles 
ils ont placé approximativement dans leur position relative 
quantité de localités qui jusqu'alors ne figuraient pas sur les 
cartes. 



I. Parmi les travaux de Tomas ne îont indiquées ni la carte d'Amérique de 
1772, ni celle du Chili de 1775 ; par contre, on y rencontre S«-Christophe, La 
Martinique, les débouquements de S«-Domingue, la Castille d'or, le Rio de la 
Hacha qui sont ]*œuvre de son fils Juan, aussi bien que le troisième livre de 
Strabon qui est cependant attribué au père. 



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184 GABRIEL MARCEL 



Mais, il faut bien Tavouer, aucun de leurs renseignements 
n'avait de valeur scientifique. Ils étaient en effet incapables, et 
ce n'est pas un reproche que nous leur adressons ici, n'ayant pas 
fait les études nécessaires, de pratiquer la moindre observation 
astronomique ou trigonométrique. Ce n'est donc là que de la 
géographie par renseignements, comme nous disons aujourd'hui ; 
de ces informations, Lopez a tiré le meilleur parti possible en les 
discutant dans son laboratoire, comme devait dire plus tard 
Lelewel, en les compararant entre elles et cherchant la situation 
vraie en s'appuyant sur un certain nombre de positions astrono- 
miques dont il était certain, du moins comme on pouvait l'être 
à cette époque. 

On me dira que nos grands géographes G. Delisle et d'Anville 
n'ont pas fait autre chose. A cela je réponds qu'ils étaient infini- 
ment plus difficiles sur la qualité de leurs observateurs et qu'ils 
s'entouraient de garanties autrement sérieuses. Les mémoires 
notamment qui accompagnent les principales cartes de d'Anville 
sont des modèles de discussion scientifique et de critique éclairée;, 
ce sont eux qui ont fait sa réputation et qui ont conservé à ses 
œuvres, jusqu'à nos jours, une valeur de bon aloi. Antillon» 
qui commença de travailler au moment où Lopez s'éteignait, a 
laissé d'excellents mémoires sur sa carte d'Europe, sur la Médi- 
terranée etc., qui serviront toujours d'exemples à citer. Nous 
ne sachions pas que Lopez se soit jamais livré à pareil labeur, s'il 
l'a fait nous n'en trouvons pas trace, et ses œuvres, si elles sont supé- 
rieures par l'abondance des informations, ne valent pas la carte dé 
France qui se dressait à la même époque sous la direction de 
Gassiniet par les soins d'ingénieurs et d'arpenteursqui avaient une 
autre valeur que les correspondants de rencontre de notre car- 
tographe. Il a du moins eu la volonté de doter sa patrie d'un 
atlas national, qui lui faisait défaut, car les diverses tentatives qui 
avaient été faites à différentes époques, avaient toutes misérable- 
ment avorté. Les résultats géographiques, administratifs, écono- 
iriiques de cette œuvre ont été énormes, et l'on ne saurait trop 



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r^ 



LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 185 

insister sur ce point. Cet atlas a cependant deux défauts consi- 
dérables : l'un est le manque d'échelle unique, si bien qu'il est 
impossible d'assembler les cartes particulières et qu'on ne peut se 
rendre compte des dimensions relatives des diverses provinces * ; 
le second c'est l'absence d'un unique méridien initial, Lopez 
adoptant, sans qu'il en donne la moindre raison, tantôt celui du 
Pic de Te3-de, tantôt celui de Madrid. 

L'exécution de cet atlas n'a pas duré moins d'une quarantaine 
d'années et, par conséquent, on peut lui adresser le reproche de 
manquer d'unité soit en raison des méthodes et des procédés em- 
ployés, soit au point de vue historique. 

On sait qu'au milieu du xvni' siècle la représentation des 
montagnes sur les cartes géographiques était dans l'enfance, 
les chaines et les cordillères n'étaient que des sortes de chenilles 
uniformément tracées, qui ne pouvaient donner aucune idée delà 
hauteur relative des pics et de l'importance des massifs ; et cela se 
comprend facilement, car on ne les avait pas encore explorés scienti- 
fiquement. C'est plutôt un schéma, et ce dessin est assez voisin des 
lignes plus ou moins droites qui nous servent aujourd'hui à repré^ 
senter la direction des diverses chaînes sur certaines cartes très 
concrètes. 

Il faut avouer d'ailleurs que la représentation des montagnes 
est recueil de nos cartes contemporaines, tantôt elles sont trop 
poussées au noir et on ne peut plus lire la nomenclature, tantôt 
la gamme des couleurs est impuissante à représenter les diffé- 
rences de niveau. Quant aux courbes hypsométriques, leur 



I. Nous rappellerons qu'en 1875, à TExposition géographique installée aux 
Tuileries à propos du Congrès international de géographie, on put voir assem- 
blée la grande carte de France à 1/80000 publiée par l' Etat-Major. Très beau 
et très instructif spectacle qui a démontré la perfection de ce travail qui fait 
grand honneur à la science de nos officiers. Il serait, en raison de la différence 
des échelles et du méridien initial, impossible de montrer le tableau de l'Espa- 
gne auquel Lopez a travaillé toute sa vie. 



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l86 GABRIEL MARCEL 



emploi était alors inconnu, et Ton ne peut songer à s'en servir si 
l'on n'a pas rassemblé la quantité d'altitudes suffisante pour 
pouvoir représenter les massifs et les dépressions. 

Ainsi donc l'absence d'orographie sur les cartes de Lopez n'est 
pas un défaut qui lui soit personnel et on ne peut le lui reprocher. 

Dans une très érudite étude consacrée par Antillon à la carte 
d'Aragon levée par Lavana % il est forcé de reconnaître que la 
carte de cette province publiée par Lopez est inférieure de beau- 
coup à celle de son devancier. En effet, Lopez, qui n'avait pas 
reconnu le terrain, qui n'avait pas fait d'observations astrono- 
miques, composa son œuvre en se servant d'abord de celle de 
Lavana, puis de celle de d'Anville et de quelques autres, ce qui 
l'amena à multiplier les erreurs et à produire un travail qui laisse 
considérablement à désirer. « Quand on examine en détail la 
carte de Lopez, on y trouve un très grand nombre de villages 
placés très loin de l'endroit où il devraient se trouver, leurs 
distances respectives ne sont pas scrupuleusement exactes ; il en 
est de même du cours des rivières, de la direction des montagnes, 
des limites des corregimientos ou des diocèses, enfin la nomen- 
clature est si outrageusement altérée qu'on la croirait bien plutôt 
écrite sur les bords du caudaloso Sena que sur les rives de Vescaso 
Man:^anares, » Les divisions de Lavana n'étaient plus exactes au 
XVIII* siècle, quantité de noms de rivières importantes brillent par 
leur absence et toutes les positions astronomiques ont subi sur la 
carte.de 1765 un bouleversement considérable, ce qui tient à ce 
que Saragosse est 10' plus au nord et 3° 15 plus à l'ouest que sur 
la carte de Lavana ; toute la carte a dû subir une altération pro- 
portionnelle, ce qui ne se comprend pas puisqu'il n'a pas été 
fait d'observations astronomiques dans le pays depuis l'époque où 
Lavana faisait les siennes à la Torre nueva de Saragosse. Enfin Lopez 



I. Noticias historicas sobre el Mapa que ievantô en el siglo xvn, el cosmo- 
grafo Juan Bautista Lavana. Pag. 16 des Variedadesde cieiicia^ literutnra yartes 
pour Tannée 1804. In-80. Bibliothèque nationale de Madrid. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 187 

emploie des lieues aragonaisesde dix-huit au degré, produit de son 
imagination, car il n'existe pas sur la province d'autre document 
géographique et astronomique que celui publié par son devancier 
qui s'est servi des lieues communes d'Espagne de dix-sept et 
demie au degré. 

Telles sont les principales critiques que fait Antillon de la carte 
d'Aragon dressée par Lopez, et l'on doit avouer qu'elles sont abso- 
lument exactes. Si l'on avait possédé des représentations d'autres 
provinces d'Espagne aussi scrupuleusement exactes que celle d'Ara- 
gon, un critique sérieux aurait pu instituer un travail de compa- 
raison aussi fructueux entre celles-ci et celles de Lopez, et je ne 
doute pas qu'il serait arrivé à des conclusions identiques. 

Avant Thomas Lopez, il n'existe pas une seule carte d'Espagne 
à une aussi grande échelle et qui renferme une telle quantité 
d'informations. Certes, nombreux sont les défauts, mais énorme 
fut le travail, considérables ont été les services rendus. Si ce très 
laborieux auteur ne fut qu'un cartographe et non pas un géo- 
graphe, s'il ne sut pas toujours faire un choix judicieux entre les 
renseignements qui lui parvenaient, s'il manque souvent de critique, 
s'il n'eut aucun de ces aperçus ingénieux qui jettent un jour 
nouveau sur une science et qui préparent sa transformation et sa 
rénovation, il eut au moins le mérite peu ordinaire d'avoir doté 
sa patrie d'un instrument de travail, incomplet, j'en conviens, 
mais qui fut des plus utiles aux administrateurs, aux écono- 
mistes, aux historiens et aux géographes. On doit lui en savoir 
le plus grand gré. Il ne faut ni le louer outre mesure ni le 
rabaisser systématiquement, et l'on doit, pour le juger, se 
placer dans son milieu, à son époque, et l'on pourra conclure en 
disant que si Tomas Lopez ne fut pas un géographe de premier 
ordre, il a du moins rendu à la science d'incontestables services. 

Gabriel Marcel. 



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l88 GABRIEL MARCEL 



APPENDICES 

Excmo. Sor 

Senor : Al preceptode V E. de i© de Enero de este ano debo decir con todo 
respecte lo siguiente, sujetandok) a su saber y generosidad. 

Primero. El Excmo So^Mirques de Villarias, priraei^ Ministre de Estado y de 
rracia y Justicia, rae hizo dar estudios y en al ano de 1752 ; habia ya hecho un 
irso de matematicas en el Colegio impérial con el P. Wcrling, en cuyo tienipo 
û enviado à Paris con otros, por el Marques de la Ensenada, para estudiar 
^ografia y levantar el Mapa de Espana, por proposicion que habian hecho 
>n Jorge Juan y D. Antonio de Ulloa. 

Estuve nueve anos en aquella ciudad, asistiendo puntualmente al Colegio de 
iazarin, à las lecciones pûblicas de Geografia, y al estudio de M»" d'Anville, en 
onde desempené mi obligacion d gusto del Excmo Sor D^ Jayme Masones de 
ima, nuestro Embaxador. Vine a Madrid el ano de 1760 y el Rey me concediô, 
or disposicion del S*»" Marques de Squilace, cien doblones de pension que gozo. 
»espues, elano de 1785, el S^r Conde de Floridablanca alcanzô de S. M. me 
iesen cien doblones, con agregacion à la secretaria de Estado, interin se fun- 
iba la Academia de las Ciencias, en premio de mis trabajos pûblicos y parti- 
ilares que he hecho en esta secretaria. 

Segundo. LIcvado del amer que tengo à mi profesion, incliné i mi hijo 
)n Juan Lopez à que siguiese la misma : despues de haberse instruido en las 
umanidades y en la lengua griega, estudiô dos anos de matematicas en 
» Isidro el R* con D» Antonio Rosell, instruycndole en cosa de la geografia. 
e cuenta de sus adelantamientos al S*»" Conde de Floridablanca quien dispuso 
isase à perfeccionarse à Paris y à Londres, siempre con el objeto de hacerle 
ûembro de la Academia de las Ciencias : le senalô para este viage ocho mil 
iales, y cumpliô con las obligaciones de su comision, como es notorio. A su 
igreso à Espana, le continué el Conde de Aranda los ocho mil reaies de pen- 
Dn, y siguiô publicando sus tareas geogrâficas. Hace mas de très anos y roedio 
le el Excmo So»" Principe de la Paz tuvo el loable pensamiento, inspirado por 
jsotros, de establecer un gabinete geogrdfico anexo d su Secretaria, como lo 
ly en Paris y en Londres, con las circunstancias que V. Exe. sabe y escuso 
petir, convirtiendo su pension en sueldo fixo de ocho mil reaies y encargando 
mi hijo la coordinacoin de este nuevo Establecimiento, en que estd entendiendo 
;sde entonces con auxilio mio. 
Tercero. Llevado igualmente del pensamiento de que no acabe este exercicio, 

dediqué tambien a él d mi hijo menor D" Tomas Mauricio Lopez, haciendo 
s propios estudios que el niayor, publicando varios mapas, y empezando una 
îografia universal, de la que Ueva escriios y dados d luz très tomos. Padeciô 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 189 

una enfermedad grave hace dos anos, por lo que el S»' Principe de la Paz tuvô 
por conveniente que se le admitiese en los trabajos de dicho gabinete, y desde 
aquel tiempo asiste con su hermano sin sueldo alguno. 

Resuelta de este contenido que tengo 12 mil; que mi hijo mayor tiene 8 mil 
reaies y nada mi hijo menor. Entretanto que llega el tiempo de la abertura de este 
Gabinete, y se les imponen leyes para su mejor gobierno, séria oportuno crear 
las plazas de individuos que le han de componer, arreglados los sueldos à los que 
tienen el primer Archiver© de Estado, el segundo, tercero &* para dar con- este 
incentivo fuego y vigor d un Establecimiento digno de la atencion de V. E. que 
por otra parte le harà bien mucho honor. En estos sueldos se inveriirian los que 
ya gozamos, y no séria tan dura la concesion. Perdôneme V. E. que no lediga 
nada sobre lo que hemos trabajado hasta ahora, pues esto, segun nuestro modo 
de pensar, nos séria muy bochomoso y deseamos que nos sirva de mérito, 
como à los empleados en otras oficinas. 

V.E. dispondrà lo que fuere de su agrado, y ofreciéndome d sus ôrdenes, 
ruego d Dios le g« m* a*. Madrid 3 de Enero de 1 799. 
Excmo Senor 

B M de V. Ex 

su mas rendido servidor 
Tomas Lopez. 
Exicmo S»»" Dn Marianô Luis de Urquijo 

Archives historiques Madrid 2623-45 
INTERROGATORIO 

1 . Si es Lugar, Villa o Ciudad, a que Vicarîa pertenece, si es Realengo de 
Senon'o o mixto, y el numéro de vecinos. 

2. Si es cabeza de Vicaria o Partido, Parroquia, Anexo, y de que Parroquia, 
si tiene Convcnto, decir de que Orden y Sexo, como tambien si dentro de la 
poblacion o extramuros hay algun Sanctuario o Imagen célèbre, declarar su 
nombre y distancia ; asi mismo el nombre antiguo y moderno del Pueblo, la 
advocacion delà Parroquia, y el Padron del Pueblo. 

3. Se pondra quantas léguas dista de la principal o Metropoli, quanto de la 
Cabeza de la Vicaria, quanto de la Cabeza del Partido y quantos quartos de 
léguas de los Lugares confinantes, expresando en este ultimo particular los que 
estan al Norte, al Mediodia, Levante o Poniente, respectodel Lugar que responde 
y quantas léguas ocupa su jurisdiccion. 

4. Dira si esta d orilla de algun rio, arroyo o laguna, si d la derecha o d la 
izquierda de el, baxando agua abaxo; dondenacen estas aguas, en dondey con 
quien se juntan y como se llaman. Si tienen puentes de piedra, de madera o 
barcas con sus nombres y por que Lugares pasan. 

5. Expresaran los nombres de las Sierras, donde empiezan i subir, donde d 
baxar, con un juicio razonable del tiempo para pasarlas, o de su Magnitud ; 



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190 GABRIEL MARCEL 



dedarando los nombres de sus puertos y en donde se ligan o pierden o conser- 
van sus nombres estas cordilleras con otras. 

6. Qpe bosques, montes y floresias tiene el Lugar, de que matas poblado, 
como se Uaman, a que ayre caen y quaoto se extiende. 

7. Qjuando y por quien se fundo el Lugar, que armas tiene y con que motivo^ 
los sucesos notables de su historia, hombres îlustres que ha tenido y los edificîos 
d castillos mémorables que aun conserva. 

8. Quales son los frutos mas sîngulares de su terreno, los que carecen, quai la 
cantidad à que ascienden cada ano. 

9. Manufacturas y fabricasque tiene, de que especias y por quien establecidas ; 
que cantitades establecen cada ano, que artifices sobresalientes en ellas; que 
inventos, instrumentos o maquinas ha encontrado la industria para facilitar 
los trabajos. 

10. Quales son las ferias o mercados y los dias en que se celebran : que gène- 
ros se comercian, extraen y reciben en cambio, de donde y para donde, sus 
pesos y medidas, companias y casas de cambio. 

11. Si tiene estudios générales o particulares, sus fundaciones, metodo y 
tiempo en que se abren : que facultades enseiian y quales con mas adelanta- 
miento, y los que en ellas se han distinguido. 

12. Quai es su Gobierno polîtico y econômico : si tiene privilegios y si erigio 
en favor de la ensenanza pùblica algun Seminario, Colt^io, Hospital, Casa de 
Recoleccion y Piedad. 

1 3 . Las enfermedadas que comunmente se padecen, y como se curan : 
numéro de muertos y nacidos, para poder hacer juicio de la salubridad del 
Pueblo. 

14. Si tiene aguas minérales, médicinales o de algun beneficio para las fabri- 
cas, salinas de piedra o agua, canteras, piedras preciosas, minas, de que metales, 
arboles y yerbas extraordinarios. 

1 5 . Si hay alguna inscripcion sépulcral u otras en qualquier idioma que sea, 
Finalmente todo quanto pueda conducir à ilustrar el Pueblo, aunque no este 

prevenido en este interrogatorio. 

NOTA. Procuren los senores (curas) formar unas especies de mapas o pianos 
de sus respectivos territorios, de dos o très léguas en contomo de su Pueblo, 
donde pondran las Ciudades, Villas, Lugares, Aldeas, Granjas, Caserias, Ermitas, 
Ventas, Molinos, Despoblados, Rios, Arroyos, Sierras, Montes, Bosques, Carai- 
nos, etc, que aunque no esta hecho como de mano de un professor, nos conten- 
tamos con solo una idea o borron del terreno por que lo arreglaremos dandolo 
la ultima mano. Nos consta que muchos son aficionados à geografia y cada uno 
de estos puede demostrar muy bien lo que hay al contorno de sus pueblos. » 

Il nous parait curieux de publier ici une des réponses les plus complètes 
et les plus intéressantes qui aient été adressées à Lopez. Kllc a trait à la petite 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I9I 

ville de Lianes dans la province des Asturies et se trouve au I>épartement des 
Manuscrits sous le n** 7295. 

« La villa de Lianes, ilustre en el principadode Asturias, escabeza del consejo 
a que da nombre, tiene trescientos vecinos incluyendo los arrabales, es Rea- 
lengo, tiene el segundo asiento y voto en la junta gênerai del Principado, dista 
de la Ciudad de Obiedo diez y ocho léguas, se halla situada à igual distancia 
entre las villas de San Vicente la Barquera y de Riva de Sella, de cada una de 
las quales dista cinco léguas, hallandose la primera i la parte de oriente y la 
segunda i la del poniente. 

Tiene una iglesia Parroquial de très nabes de orden gotico y muy capaz que 
se sir\'e por ocho curas beneBciados que présenta en vacante el ayuntamiento 
de dlcha villa. 

En la nabe del Norte de la dha Yglesia se halla la Capilla de la Trinidad en 
que se encuentran los sepulcros de Juan Pariente de Lianes, Rico-home de 
Asturias y contadordeEnrique iv, uno delostestigos o comisionados parallebar 

los pueblos de Asturias la carta con juramento y pleito homenage de conserbar 
para siempresus tierras y dîos altro que se tomô posesion de este principado por 
el principe D» Enrique ; tambien se hallan en dicha Capilla los sepulcros de 
Boiso Suarez de Aller y Alpnso Perez el Bono Padre y Abuelo del citado Juan 
Pariente, segun résulta de las inscriciones gravadas en dichos sepulcros y com- 
pulsados en el siglo pasado en varios pleitos que se movieron aunque en el dia 
se hallan bastante borradas por la injuria de los tiempos. 

Esta dicha Villa se halla muradacon su torre antigua, cercada de un foso mui 
bien conservado, se entra enellapor quatro puertas y otra se halla tapiada dentro 
de una huerta propia del Conde de la Vega de Sella. Hay varias casas de caval- 
leros de construcion mui solida y arreglada que adornan el Pueblo. Esti situado 
este a orillas del Rio Carrozedo que nace al pie del monte de Cuera à la média 
légua del mar y corriendo por el Pueblo de la Pereda, desemboca en el puerto 
de esta misma villa que es de poco fondo. 

Extra muros hacia el poniente estd un convento de Agustinas Recoletas, 
fundacion de la vénérable Madré S^^Thomé j)or los anos de 1660, â cuya obra 
ayudaron los vecinos de esta villa con sus facultades y otros devotos ; es bastante 
capaz y lo mismo su yglesia que es obra posterior bien construida y de arqui- 
teaura sencilla. 

Por el norte y oriente bana à esta villa el mar Cantabrico muy abundante 
de toda especie de pescados los mas sabrosos, hai noticias de que à principio 
de este siglo todabia continuaba la pesca de Ballenas en esta Costa y que venian 
armadores bizcainos i ayudar à los del Pueblo d hacerla. Y tambien se pesca 
mucha merluza en estos mares y mucho mas en tiempo antiguo que se beneficiaba 
y curaba para el surtido del Reino de Castilla, pero en el dia se hallan las lan- 
chas pescadoras en un estado lastimoso, pues solamente exîsten dos, demas de 



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1 



192 GABRIEL MARCEL 



diez y ocho que habia antes, ademas de varios pataches que comercian en 
Galicta y Vizcaia. Esta decadenda tan nouble se atribuye a las continuas 
guerras que lleban toda la gente de mar sin reserbar ni aun los Patronos de 
Lanchas ; pero la principal causa ha sido la erecion de la matricula que sugeta 
al RI serbicio à determinadas personas dexando libres infinidad de gentes robus- 
tas y sanas de los lugares inmediatos que pudieran serbir en la Ri Armada con 
mexor desempeno y mas utilidad del Estado. 

Tiene esta Villa buenos paseos, principalmente el que se llama de S" Pedro, 
desde donde se registran muchas léguas de mar por hallarse elevado y en la 
mexor disposicion para el recreo de la vista. 

Es Patria de los YU™» D» Pedro Junco de Posada Présidente de Valladolid 
y Obispo de Salamanca, hîjo de Juan de Posada de Lianes y de Malfonsa Diaz 
de Noriega, de D" Baltazar de Valdes Obispo de Gaeta, hixo de D» Pedro Valdes 
y D» Ynes de Arenas, los dos Colegiales en el mayor de Valladolid, del Reve- 
rendisimo Fr. Antonio de Arenas Benedictino Mro. Oral, y Obpo. electo de 
Vie; de uan de Estrada embaxador en Paris, del S»^ Don Phelipe delRiberoy 
Values Colegial de Santa Cruz, Régente de las Audiencias de Mallorcay Nabarra, 
Consexero de ordenes y, por ultimo, de Castilla, del muy ilustre S^ D" Philipe 
Rubin de Celis y Pariente del Consejo de S. M. prior de Ronces Vallès y gran 
Abadde Colonia, del S»" D" Andres Valdes de Simon Pontero Régente de Vaien 
cia y despues consejero en el supremo de Castilla. Y es Patria del coronel Dn 
Joseph Pariente del orden de Santiago, Castellano del Castillo de Baya en Italia 
en tiempo de Felipe V que defendiô valerosamte, en el ano 1667, fue interi- 
namente nombrado Govemador y Capitan Oral, de la Escuadra de galeras de 
Napoles por ausencia del Ex»»© Senor conde de Lemus, que habia ido a Padua 
à visitar el cuerpo de S« Antonio, traxo en su Galera à Espana à la Reina I> 
Maria Luisa ; se hallô en la Guerra de Mecina y fue uno de los que socorrieron la 
plaza de Terminis ; tambien es patria de 0° Garcia de Mier Mro. de Campo y 
Govr. del castillo de Milan, y de otros muchos togados, Inquisidores, oficiales 
de Marina y exercito y otras personas muy condecoradas, titulos y caballeros que 
por su prolixidad se omiten. 

Esta dicha Villa fue fundada por D^ Alfonso IX, ultimo Rey de Léon, como 
résulta de su carta puebla y privilegio fecha en Benavente era 1206, que se halla 
confirmado por todos los Reyes hasta el Senor Phelipe V, y en la confirmacion 
dada por el S»" D. Juan. El i» diceque lo hace por los muchos trabaxos que 
padecieron en su compania en la jornada de Gijon; tiene por armas medio 
leon de oro en campo encarnado y cruz en campo verde : Es cabeza de Arci- 
prestazgo cuyas funciones las debe exercer siempre uno de los Beneficiados ; su 
jurisdicion y consexo tiene de largo siete léguas de Oriente à poniente y de 
ancho de norte en suruna légua poco mas o menos con 18 Parroquias y dos mil 
setecientos vecinosque scgoviernan en lo civil pordos Juezes,quatro Regidores, 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I93 

un Procurador gênerai, dos diputados y un Personero, los quatro ultimos con 
un Juez y dosRegidores los elige la Villa y susarrabales cada ano y el otro Juez 
y dos Regidores el consexo dividido en quintas, pero los asuntos générales se 
tratan y determinan en Junta publica que se compose del Juez, Regidores y 
diputados de la Villa con medio voto y Juez y Regidores con tantes consexales 
nombrados de las Parroquias del consexo con el otro medio. 

Esta rodeado por el norte y oriente todo el consexo del mar Cantabrico, al 
mediodia por los montes de Cuera, picos de Carroendon, puertas de Rozenda, 
aguila de Abia, agua de Anica hasta el mar que lo dividen de los consexos de 
Cabrales, Onis, Cangas de Onis y Riba de Sella; sus Rios principales son al 
oriente Puron que nace como el Carrozedo a distancia de média légua uno de 
otro, y a las faldasde Cuera ; al quarto délégua desemboca en el mar en la abra 
de su nombre y se pasa por un puente de madera de mediana construcion el 
dicho Carrocedo que desagua en esta Villa se passa por un puente de piedra de 
très ojos, los dos pequenos y esta poblado de molinos arineros para el abasto 
del publico. Y el de S° Antonin que se compone de varios Rios menores que 
baxan desde Carroendon, Onis, Cabrales y collados circumvecinos, y a la média 
l^ua desemboca en el mar por el abra de Bedon endonde se hace caudaloso. 
Todoscorren de medio dia a norte, son mui abundantes de truchas esquisitasy 
algunas de bastante peso, y tambien se pescan anguilas. Haiotros varios Riachue- 
los sin nombre que abundan igualm^^ de la misma pesca. 

Los frutos principales del consexo son el maiz que se coge con abundancia, 
aunque por la escasez de los consexos colindantes, no alcanza para la manuten- 
don de sus naturales, algo de pan que 11 aman escanda, porcion de castana, poco 
de abeilana, mucha manzana de todas dases y otras frutas de piedra ricas, 
pabias, limones, naranjas agrias y dulces, habichuela blanca y rayada y todo 
genero de legumbres siendo el num» de fanegas de granos segun la cosecha 
ordinaria 40000. Castellanas ; hai bastante numéro de tiares de lienzos, bastos 
y de mediana calidad de los q« la mayor parte se consumen entre los naturales, 
extrayendo la menor para las montanas y otros parages ; tambien los hai de lo 
que llaman sayal que se fabrica de la lena chuxca de la tierra que es mui basto 
y el el vestido ordinario de los vecinos de algunos lugares del consexo. 

Tiene très ferias de bastante concurso en las que principalm" se vende y 
compra ganado vacuno que concurre de todas las partes y son S» Miguel en el 
Valle de Ardisana, S»* Dorotea en el de Celorio, y S" Lucia en el de Posada 
excediendo esta ultima à las dos anteriores asi el numéro de reses y otros efectos, 
como en el despacho. Cada semana hai un mercado en el Juebes en la villa 
adonde concurren de todas los Aldeas con comestibles y ademâs los lunes y dias 
de fîesta hai tambien otra especie de mercados, pero menos numerosos. 

Hai minas de carbon de piedra en todo el concexo, de yerro en varias partes 
principalm^ en Puron ; hai la de piedra matitis o Sanguinaria en el Lugar de 

REVUE HISPANIQUE. XVI. ij 



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194 GABRIEL MARCEL 



Parres, canteras de todas clases para obras Xaspes, Yastos y finos, ncgros conve- 
tas blancas en el monte de Llamijo del Valle de Nueba, de Bel papizo, negro, 
blanco y morado estimado el de este ultimo color por su calidad superior y 
bien conocido en las Droguerias de la Corte, de Cristal de târtaro, suelda y 
otros. 

Hai plantas médicinales dignas de la flora espanola, la arnica : Diaamo de 
Creta, Espicanardo, Tormentilla, Polipodio, raiz deMechocan, Antogily lospra- 
dos asi en prima vera como en otono se visten de mil generos de flores asi de 
rafz como de 2^bolla, tambien se encuentra la Gualda o pastel estimado para 
tintes. 

Hai en esta villa un estudio de Gramatica y una escuela para ninos, fundacion 
del D»" D" Fernando Villar Abariega, Beneficiado que fue de esta Ygl»* y, a la 
média légua hada el poniente, se halla el Colegio de Benedictinos del lugar de 
Celorio endonde se ensena la Philosofia. 

Por ultimo, para acabar de sattsfacer a las preguntas q« se hacen, se anade que 
el Santo titular deste Pueblo es el mismo que el de la Parroquia, esto es de Nra 
S*** de la Asuncion. Que al quarto de légua hacia el mediodia se halla la Capilla 
del S«o Cristo del Camino, Santuario célèbre en estos contomos y de mucha 
debocion entre los fieles con su casa immediata para el hermitano que doté 
Pedro Sanz de Lianes Arcipreste y Beneficiado de la Ygl* de esta Villa por los 
anos de 1590. Y que el numéro de Baptizados de esta parroquia de Lianes por 
un quinquenio se régula en setenta y ocho y el de muertos en treinta, siendo el 
numéro de Aimas de toda ella de dos mil y ciento y que el clima es benigno 
y sano, sin embargo de qe domina la humedad por la cercania del mar y otras 
razones por cuya causa reinan los reumos y otros achaques que nacen de este 
princtpio, cuyo metodo de curacion trata con acierto el Dotor Casai medko abil 
que exerciô bu facultad por muchos anos en la ciudad de Obiedo, Capital de este 
Principado y cuya obra anda impresa. 

Lo Firmo como cura actual de esta Parroquia de Lianes en ella y Scp^« 29 
de 1797. 

Lorenzo Simon Gomez. 

Interrogatorio à que han de satisfacer bajo de Juramento las Justtcias y 
demas personas que haran comparecer los intendentes en cada Pueblo (s. d.) 
in»-fol. 4 pages, B. N. M. Ms. 7293. 

A. I — Como se llama la Poblacion. 

2 Si es de Realengo u de Senorio ; a quien pertenece ; (que derechos per- 
cibe, y quanto producen). 

3 Que territorio occupa el Término, quanto de Levante a Poniente, y del 
norte al Sur ; y quanto de circonferencia por horas y léguas ; que lin- 
deros o confrontaciones y que figura tiene, poniendola al margen. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I95 

4 Que especies de Tîerra se hallan en el Termine ; si de Regaio y de 
Secano distinguiendo si son de Hortaliza, Sembradura, Vinas, Pastos, 
Bosques, Materiales, Montes y demas que pudiere haver (expiicando si 
hay algunas que produzcan mas de una cosecha al ano, las que fructi- 
fîcaren sola una y las que necessitan de un ano de intemiedio de des- 
canso). 

5 De quantas calidades de Tierra hay en cada una de las especies, que 
hay an declarado si de buena, média e inferior. 

6 Si hay algun Plantio de arboles en las tierras, que han declarado como 
frutales, Moreras, Olivos, Higueras, Almendros, Parras, Algarrobos etc. 

7 En quales de las Tierras estan plantados los arboles que declaràn. 

8 En que conformidad estan hechos los Plantios, si extendidosen toda la 
tierra o i las niargenes ; en una, dos, très hileras, o en la forma que 
estuvieren . 

9 De que medidas de tierra se usa en aquel Pueblo : de quantos pasos (que 
cantidad de cada especie de granos de los que se cogen en el término si 
siembra en cada una. 

10 Que numéro de medidas de tierra havra en el Término, distinguiendo 
las de cada especie (y calidad, por exemplo : tantas fanegas o del 
nombre que tuviesse la medida de tierra de sembradura, de la mejor 
calidad ; tantas de mediana bondad, y tantas de inferior y lo proprio en 
las demas especies que huvieren declarado). 

1 1 Que especies de frutos se cogen en el Término 

12 Que cantidad de frutos de cada genero, unos anos con otros produce, 
coa una ordinaria cultura, una medida de tierra de cada especie y cali- 
dad de Us que huviere en el Término, sin comprehender el producto 
de los arboles que huviese. 

1 3 Que producto se régula daran por medida de tierra los arboles que 
huviese, segun la forma en que estuviese hecho el Plantio cada uno 
en su especie. 

14 Que valor tienen ordinariamente un ano con otro las frutas que pro- 
ducen las tierras del Término, cada calidad de ellos. 

1 5 Que derechos se hallan impuestos sobre las tierras del Término, como 
Diezmo, Primicia, Tercio-Diezmo u otros y a quièn pertenecen. 

16 A que cantidad de frutos suelen niontar los referidos derechos de cada 
especie o à que precio suelen arrendarse un ano con otro. 

17 Si hay algunas Minas, Salinas, Molinos Harinerosù de papel, Batanes ù 
otros artefactos en el Término (a quien pertenece) que numéro de 
ganado viene al Esquileo à el (y que utilîdad se régula da à su Dueno 
cada ano). 

19 Si hay Colmenas en el Término, quantas y a quien pertenecen. 



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}6 GABRIEL MARCEL 



20 De que especies de ganado hay en el Pueblo y Término, excluyendo 
las mulas de coche y Caballos de Regalo (y si algun Vecino tiene 
cabana o Yeguada, que pasto fuera del Termino, donde, y de que 
numéro de cabezas, explicando el nombre del Dueno). 

21 De que numéro de Vecinos se compone la poblacion y quantos en las 
casas de campo o Alquerias. 

22 Q.uantas casas havra en el Pueblo, que numéro de inhabitables, quantas 
arruinadas (y si es de Senorio, explicar si ticnen cada una alguna carga, 
que pague al Dueno, por el establecimiento del suelo y quanto). 

23 Que propios tiene el Comun y à que asciende su producto al ano, de 
que se debera pedîr justificacion. 

24 Si el comun disfruta algun arbitrio, siffa ù otra cosa (de que se debera 
pedir la concession, que quedandose con copia que acompane estas dili- 
gencias) que cantidad produce cada uno al ano : à que fin se concedio, 
sobre que especies (para conocer si es temporal o perpetuo y si su pro- 
ducto sobra o excède de su aplicacion). 

25 Que gastos debe satisfacer el comun, como Salario de Justicia, y 
Regidores, Fiestas de Corpus ù otras : Empedrado, Fuentes, Sirvientes 
etc, de que se debera pedir Relacion authéntica. 

26 Que cargos de justicia tiene el Comun como Censos, que rupondia y 
otros, su importe, por que motivo y à quien, de que se debera pedir 
puntual noticia. 

27 Si esta cargado de servicio ordinario y extraordinario ù otros de que 
igualmente se debe pedir individual razon. 

28 Si hay algun Empleo alcavalas, ù otros Rentas enagenadas : à quien, 
si fue por servicio pecunario ù otro motivo : de quanto fue, y lo que 
produce cada uno al ano, de que se deberan pedir los Titulos, y que- 
darse con copia. 

29 Quantas (Tabernas, Mesones, Tiendas, Panaderias, Camicerias, 
Puentes, Barcas sobre rios, mercados, ferias etc. hay en la Poblacion y 
Término : â quien pertenecen (y que utilidad se régula puede dar al 
ano cada uno). 

30 Si hay Hospitales, de que calidad, que renta tienea y de que se man- 
tienen. 

3 1 Si hay algun cambista, mercader de por mayor o quien bénéficie su 
caudal, por mano de Corredor û otra persona, con lucro e intérès; 
y de que utilidad se considéra le puede resultar à cada uno al ano. 

32 Si en el Pueblo hay algun Tetidero de Panos, Ropas de oro, plata y 
seda, lienzos, especeria ù otras mercaderias, médicos, Cirujanos, Boli- 
carios, Escrivanos, arriéres etc y que ganancia se régula puede tener 
cada uno al ano. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I97 

33 Que ocupaciones de arte mecanic» hay en el Pueblo, con distincion, 
corao Albaniles, Canteros, Albey tares, Hcrreros, Sogueros, Zapateros, 
Sastres, Pelaires, Texedores, Sombrereros, Manguîteros y Guanteros 
etc, explicando en cada ofîcio de los que huviere el numéro que haya 
de maestros, oficiales, y aprendices (y de que utilidad le puede resul- 
tar, trabajando meramente de su ofîcio al dia à cada uno). 

34 Si hay entre los Artistas alguno que teniendo caudal haya prevencion 
de materiales correspondientes a su propio ofîcio o à otros, para vender 
à los demas, o hiciere algun otro comercio, o entrase en arrenda- 
mientos, explicar quienes y la utilidad, que consideren le puede quedar 
al ano à cada uno de los que huviese. 

3 5 Que numéro de Jomaleros havra en el Pueblo (y â como se paga el jornal 
diario a cada uno. 

36 Quantos pobres de solemnidad havra en la poblacion. 

37 Si hay algunos individuos que tengan embarcaciones que naveguen en 
la mar o rios, su porte o para passar, quantas, à quien pertenecen y 
que utilidad se considéra da cada una à su dueno al axio. 

38 Quantos clerigos hay en el pueblo. 

39 Si hay algunos conventos, de que religiones y sexo, y que numéro 
de cada uno. 

40 Si el Rey tiene en el Térmîno o pueblo alguna fînca renta que no 
corresponda à las générales ni à las provinciales, que deben extinguirse, 
quales son, como se administran y quanto producen. / BN. Mad. Mss. 

7293 

Dict. geog. Albacete, Ciudad Real. 



CARTOGRAPHIE 

. Açores. — Carta reducida | y gênerai de las Islas de los | Azores | llamadas 
tambien Terceras | Para uso de los Navegantes. | Por D. Tomas y D. Juan 
Lopez. I Madrid ano de 1 78 1 , | se hallarâ este con todas las obras de sus Autores 
en Madrid en la Galle de las Carretas|2 fi^*» de 0,40X0,37. 
Bibl. nat. Paris G 2682. 

. Afrique. — Mapa | de | Africa | Gonstruido segun Ias|noticias mas moder- 
nas y|ciertas, y sujeto à las observaciones | Astronômicas | Por D. Tomas 
Lopez, Geôgrafo de | los Dominios de S. M., de la Academia de S. Fernando. | 
Madrid. Ano de 1 771. | Este Mapa con las otras partes, el Mapa Mundi, el| 
General de Espana, los particulares de sus Provincias, | y demas obras del 
Autor se hallaran en Madrid Galle de las |Garretas| 0,60X0,48. 
Bibl. nat. Paris G 1754 et Gosselin 160. 



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198 GABRIEL MARCEL 



3. Alava. — Mapajde In M.N.Y.M.L. provincia | de Alava. | Comprehende las 
Quadrillas I de Vitoria, Salvatierra, Ayala, | Guardia, Zuya, Mendoza y|sus 
cinquenta y très Ermandades. | Construido por las memorias de los naturalesj 
Por el Geégrafo D. Tomas Lopez, Pensionista | de S. M. Ano de| 1 770.) se 

. hallaré este Mapa con todas las obras del autor en Madrid, en la Calle de 
Carrelas 1 0,40 X o, 3 8 5 . 

Bibl. nat. Paris vol. 2920, et D 917. — Bibl. nat. Madrid. 

Brit. Mus. 156.6. Dép. guerre, Madrid LM 1*1* a 6. 

(PI. 90 de Tatlas de 1810). 

Le ms. de cette carte se trouve Dep. guerre, Madrid même n*». 

4. — Mapa I de la provincia de | Alava | dîvidido en seis quadrillas, | y construido 
segun las noticias { de sus naturales | Por D. Tomas Lopez | Geografo que fue de 
los Dominios|de S. M. |Se hallara este Mapa con todas las obras dd 
Autor I en Madrid en la Calle de Atocha Manz. 158 Num» i qto 2^1 
0,40X0,39. 

Bibl. nat. Madrid. — Dep. hydr. Madrid C 129. 

Dép. guerre Madrid LM. 1*1* a 7. . 

— Voir aussi Guipiiscoa. 

5. AlcaÙis. — Mapa geogrâfico del Partido de Alcaniz | perteneciente â la 
orden de Calatrava | Comprehende el Gobierno de su nombre, la Encomienda 
mayor de Alcaniz | y las de Fresneda, Molinos, Monroyoy Montalvan. jHecho 
de acusrdo y acosu del Real y Supremo | Consejo de las Ordenes | Por D. 
Tomas Lopez Geografo de los Dominios de S. M. | Madrid Ano de 1785] 
0,336x0,375. 

Dép. guerre, Madrid. — LM. 4*1» g 17. 
Dép. Hydr. Madrid C 129. 
Le ms. original de Lopez prêt pour la gravure se trouve : Dép. guerre, 
Madrid. LM. 4*1 • i 24. 

6. Alcantara. — Mapa geogrâf.co del partido de] Alcantara.| Comprehende 
el gobierno de|su nombre, el de Gâta, el de|Valencia de Alcantara, las| 
Varas de Brozos Ceclavin ! y Cilleros | hecho de acuerdo y acosta del | Real y 
Supremo Consejo | de las Ordenes | Por D. Tomas Lopez Geografo | de los 
Dominios de S. M.. [Madrid, ano de 1785 [0,35 X 0,382. 

Bibl. nat. Madrid. — Dép. Hydrog. Madrid C 129. 
Dép. guerre, Madrid. LM. i*2* c i. 
Le ms. original se trouve : Dip. guerre, Madrid, sous le même n©. 

7. Alentejo. — Mapa | de la Provincia de | Alentejo, | Construido | Segun 
las mas modemas memorias, | Por | D Tomas Lopez, Pensionista de S, M. | 
Madrid, ano de 1762. | 0,295X0,397. 

Acad. de THist. Madrid. 



k. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ I99 

8. Algaire. — Mapa | del Reynode | Algarve, | Construido | Por D. Thomas 
Lopez, Pensionista de S. M. | Se hallarà frente de S. Bemardo, | Madrid Ano 
lyôa, 10,283X0,335. 

Dép. hydrog. Madrid C 129. 

9. Alger. — Piano de la|Bahia de Argel|y su« Cercanias | Por D. Tomas 
Lopez I Geôgrafo que fue de S. M. | Se hallard este con el de la vista, el 
Reyno de Marruecos, Fez, Argel y Tunez, y | todas las demas obras de Lopez 
en Madrid, Galle del Principe n» 13 Trente à la libreria de Miyarj 
0,34X0,295. 

Bibl. nat. Paris. C2661. 
Ceci est une édition postérieure à la mort de Lopez. L'original a échappé 
à nos recherches ainsi que les deux pièces suivantes. 

10. — Piano de la Bahia de Argel situada en la Costa de Africa y del ataque 
que exécuta el gênerai D. Antonio Barcelo à principios de agosto de 1783, 
grabado por D. Tomas Lopez Geôgrafo del Rey, Madrid 1783. 

11. — Perspectiva de la plaza de Argel, situacîon de la escuadra espanola, y 
figuracion del ataque de la manana del dia 12 julio de 1784. hecho por D. 
José Lopez Uanos, grabado sobre el cuidado de D. Tomas Lopez, Geôgrafo 
del Rey. Madrid, ano 1784 

(d'après Femandez Duro, Armada espafU>la,T, VII, p. 357). 
— Algérie. Voir Maroc. 

12. Allemagne. — Mapa gênerai de | Alemania | Dividido en sus drculos, y| 
Jurisdicciones|Compuesto con conocimiento de losmejores mapas | générales 
de este Imperio,|Por Don Tomas Lopez, Geôgrafo de los Dominiosjde 
S. M. [Madrid, ano de 1 1779. | Se hallaré este, con todas las obras de su autor, 
en Madrid en la Galle de las Carretas, entrando por la Plazuela del Angel | 
0,59X0,48. 

Bibl. nat. Paris, Gosselin 45. 

13. Almonacid. — Mapa geogrifîco del Partido de | Almonacid | de Zorita| 
pertenedente i la Provincia de Madrid | Por Don Tomas Lopez. | Madrid, Ano 
de 1769I1 fUe manuscrite 0,16X0,14. 

Dép. guerre, Madrid, LM. 3>2* a 35. 

14. — Mapa geogràfico del Partido de | Almonacid de Zorita | pertenecieote a 
la Orden de Calatrava. j Comprehende la Vara de Almonacid y las villas |ena- 
genadas de la Orden en el mismo Partido, | hecho de acucrdo y a costa del 
Real y Supremo | Consejo de las OrdenesjPor Don Tomas Lopez Geôgrafo 
de los Dominios de S. M. (Madrid, Ano de 1785 [0,34X0,383. 

Bibl. nat. Madrid. 
Le ms. original est Dép. guerre, Madrid, LM 2*2* b 6. 



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200 GABRIEL MARCEL 



15. Amérique. — Atlas geogràfico de la America septentrional y méridional 
Dedicado à la Catôlica Sacra Real Magestad de el Rey Nuestro Senor Don 
Fernando VI por su mas humilde vasallo Thomas Lopez Pensionista de S. M. 
en la Corte de Paris, ano de 1758. Se hallarà en Madrid, en casa de Antonio 
Sanz, Plazuelade la Calle delà Paz. i vol. m-^^o de xii-i 16 p. avec ii) portrait-, 
de Ferdinand VL 

Cet atlas se compose de 58 planches : 

I : Mapa gênerai de la America. — 2 : Piano de Mexico. — 3 : Provincias 
de Mexico, Mechoacan y Panuco. — 4 : Provincias de Yucatan, Tabasco, 
Guaxaca y Tlascala. — 5 : Provincias de Guadalaxara, Xalisco, Chiamatlan 
y Zacatecas. — 6 : Provincias de la Nueva Vizcaya, Culvacan y Cinaloa. — 
7 ; El nuevo Mexico propio. — 8 : California, Nuevo Rey no de Léon 
(avec un cartouche pour les P. de Salinas et de Las Palmas). — 9 : Nueva 
Navarra, Pimeria, Sonora, Hiaqui y Maya. — 10 : Provincias de Guatemala, 
Soconusco, Chiapay Vera-Cruz. — 11 : La Florida. — 12 : Provincias de 
Honduras, Nicaragua, Costa-Rica y Veragua. — 13 : Isla de Cuba. — 14 : 
El Puerto de San-Agustin, la Havana, Bahia de Santiago (ces trois plans sur 
la même feuille). — 15: Isla de Santo-Domingo (avec Puerto-Rico dans un 
cartouche). — 16 : Piano de la Bahia y ciudad de Puerto Vclo por Lopez. 

— 17 ; Piano de la Ciudad de Carthagena. — 18 : Provincias de Panama, 
Darien, Choco y Carthagena. — 19 : Provincia de S*« Mart.ha y Rio de la 
Hacha. -— 20 : Govierno de Venezuela. — 21 : Provincias de Curaana, Paria, 
la Isla de Trinidad y cl Rio Orinoco. — 22 : Nuevo Reyno de Granada. — 
23 : Popayan. — 24 : Piano de Lima. — 25 : Parte septentrional de la 
Audiencia de Lima. — 26 : Parte méridional de la Audiencia de Lima. — 
27 : Piano de la Ciudad de Quito. — 28 : Parte occidental de la Audiencia 
de Opito. — 29 : Parte oriental de la Audiencia de Quito. — 30 : Los Cha- 
ruas-El ObispaJo de N. Sena de la Paz y el de S» Cruz de la Sierra. — 31 : 
El obispado de Tucuman. — 52 : El Paraguay. — 3 3 : Parte del Paraguay 
y el Obispado de Buenos-Aires. — 34 : Piano de la Ciudad de Santiago, 
capital del Chile. — 35 : Piano de la villa de Serena. — 36 : Reyno de 
Chile. — 37 : Vista de Penco. Piano de la Ciudad de Penco ô la Concepcion. 

— 38 : Pane del Reyno de Chile La Tierra del Fuego. El estrecho de Maga- 
llanes y el de Lemaire. 

Bibl. nac. Madrid 249554. 
(Toutes ces cartes mesurent 0,087X0,0117 sauf la carte générale d'Amé- 
rique qui a o, 1 5 7 X o, 1 1 5 . Le titre de l'ouvrage est gravé dans un élégant enca- 
drement. L'exemplaire de Madrid porte quelques annotations manuscrites.) 

16. — Mapa de I America I Su jeto à las observaciones Astronômicas | Por D, 
Tomas Lopez, Geogrdfo de los Dominios de S. M. por Real | Despacho, de 



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LE GÉCXÎRAPHE TOMAS LOPEZ 201 

la Academia de S. Fernando. | Madrid Ano de 1772 ; | se hallarà este Mapa con 
las otras partes, el Mapa mundi, el gênerai de Espana, los | particulares de 
sus Provincias y denias|obnis del Autor en Madrid, en su casa|Caile de las 
Carretas entrando por la | Plazuela del Angel 1 0,60 X 0,50. 
Bibl. nat. Paris C 1755 et Gosselin 147. 

17. Andalousie. — Mapa | del Reyno de|Sevina|dibidido|en su Arzobis- 
pado, Obispado y Tesorerîas, Hecho | sobre el que Publicô el Yngeniero en 
Gefe D. | Francisco Llobet, | Dedicado | Al Ex^o S. D. Antonio Ponce de Léon | 
Spinola, de la Cerda, Lancaster, Cardenas, Manuel, Manrique de | Lara, 
Duque de Arcos, de Maqueda, de Nagera, y de Banos &c|&c &c; Grande 
de Espana de primera Clase, Cavallero del | Insigne Orden del Toysôn de 
Oro; Comendador de Calzadilla en la|de Santiago, Gentil Hombre de 
Camara de S. M. con ejxercicio; Teniente General de sus Exercitos y 
Capitanjde la Compania Espanola de Reaies Guardias de Corps | Por D. 
Thomas Lopez Pensionista | de S. M. 1767. | Este Mapa con todas las obras 
del Autor se hallaran en Madrid, en la | Galle de las Carretas, frente la 
Imprentade la Gazeta,|4 fw« de 0,362 X 0,395. 

Brit. Mus. 72.4. et 156.6. Bibl. nat. Madrid. 

Dépôt guerre Madrid J. 10*2* 8. —Bibl. nat. Paris FF 2839 ^^ v^*- 2920. 

(Forme les pi. 58 à 61 de l'atlas de 1810.) 

18. — Sevilla Regnum|in suos Archiepiscopatos Episcopatos|et Prœfecturas 
divisum|per|Franciscum Ellobet (pro Llobet) et Thom... Lopez jdelineatum, 
aliis que subsidiis I emendatum a F. L. Gûssefeld.jDenuô por Homannianos 
Heredes ediium 1781.IC.P.S.C.M. 10,572X0,445. 

Brit. Mus. 72.5.2. 
Le titre courant porte : Carte de Sevilla | dressée nouvellement selon les 
Cartes géographiques de Mons. Lopez et autres mémoires par F. L. Gûs- 
sefeld. Publié par les Héritiers de Homann Avec Privilège de Sa Majesté 
Impériale. 

19. Antilles. — Cartaj gênerai de las islas | Antillas menores | llamadas de bar 
loventojy tambien Caribes|Por Don Tomas Lopez | Geôgrafo de losDomi- 
nios de S. M. | Madrid, ano de 1781. |Se hallarà esta con las demas obras del 
Autor en su Casa, Galle de las Carretas, entrando por la Plazuela del Angel | 
2 fU« 0,585x0,305. 

Bib. nat. Paris C 2650. 

20. Aragon. — Mapa | del Reyno | de | Aragon | Dedicado | Al | Serenissimo Senor 
Don I Luis Antonio Jayme | Infante de Espana | Dividido en su Arzobis- 
pado, Obispado y Corregimientos|Construido sobre el célèbre Mapa de los 
PyrineosdeM. Roussel, el de Juan Bautista Labaiia, el del P. Sevra, (el de 

• M. d'Anville y otros. | Aplicadas las Obstr\'aciones Astronomicas Por D. | 



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2ci2 . GABRIEL MARCEL 



Tomas Lopez Pensîonista de S. M. I1765I. Se haliari en Madrid en casa 
del Autor, en la Calle de Carretas, Trente de la Imprenta de la Gaceta, con 
todas sus obras. |4 fie» de 0,38 X 0,39. 

Bibl. nat. Paris. Atlas Lopez Pie» 70 à 73. 

21. Asie. — Mapa de | Asia | Dividido { Segun la extension de sus Estadosj 
Formado con los mejores Mapas y documen | tos nacionales, y sujeto à las 

. observacionesj Ascron6raicas|Por D. Tomas Lopez, Geôgrafo de los Domi- 
nios de S. M.|de la Academia de S. Fernando. Madrid ano de 1772. | Se 
hallarà este con las otras partes del Mundo, el Mapa gênerai | de Espana, los 
particulares de cada Provincia y todas las | obras del autor, en Madrid, en la 
Calle de las Carrelas | entrando por la Plazuela del Angel|o,6x Xo,50. 
Bibl. nat. Paris. C 1756 et Gosselin 126. 

22. Astnries. — Mapa | de el Principado de|Asturias|Dedicadoi Al Sereni- 
simo Senor Don | Carlos Antonio | Principe de Asturias. | Comprehcnde todos 
sus Consejos, cotos y Jurisdicciones | Por D. Tomas Lopez | Geôgrafo de los 
Dominios de S. M. de las Reaies | Academias de S. Fernando, de lajSociedad 
Bascongada de los Amigos | del Pais, y de las Buenas | Letras de Sevilla | Madrid, 
Ano 1777. 1 Se hallarà este con todas las obras del Autor, en Madrid, en la 
Calle de las Carretas, entrando por la Plazuela del Angel 1 4 f^» de 0,38 Xo,34. 

Avec, en canouche, le : Piano de la Ciudad de Oviedo | Dibujado por 
direccion de D. Francisco de la Concha Miera. 

Dep. guerre Madrid J. io»2» a 39 et 62 (ce dernier incomplet). 
Bibl. nac. Madrid. — Bibl. Acad. de THist. — Bibl. part, du roi d'Espagne. 
Bibl. nat. Paris, vol. C 2920 (forme les pi. 32 à 35 de l'Atlas de 1810). 

23. — Asturiae I Principatus I in suas Jurisdicciones |divisus ad D. T. Lopez 
magnam Chartam in hanc forniam | commodam reduxit F. L. G. Curantibus 

• Homan. Hered. 1798. |Cum Priv. S. Cœs. M. 10,575 X 0,44. 

Le titre courant porte : La Principauté des Asturies divisée en ses Juris- 
dictions. Dressé selon la grande carte du sieur D. T. Lopez par F. L. Gusse> 
felJ et publié par les Héritiers de Homann l'an 1798. Avec Privilège de 
S. M. 1. 1 En cartouche, se trouve le : Piano de la Ciudad de Oviedo | Dibuxado 
por direccion deD. Francisco de la Concha Miera. Francisco Reiter lo dibuxo. 
Bibl. nat. Paris. G. DD 680. 

24. Atlas antiquiu. — Atlas elemental antiguo para ensenar d los ntnos 
geogrdfîa, con un indice alfabético de las ciudades, villas &c. Por Don Tomas 
Lopez, Geôgrafo de los Dominios de S. M., de varias Academias. Madrid, 
ano de i8oi,|in-4. Se hallarà en Madrid calle de Atocha frente la Casa de 
los Gremios, 0,26X0,17. 

Bibl. nac. Madrid, B. A. G. 663. 
(Voici la liste des 26 cartes contenues dans cet atlas : Orbis veteribus notus« 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 203 

Europa antigua (1798). Âsia antigua (1798). Âfrica antigua(i799). Espana 
antigua (1799). Francia aotigua (1799). Pfovincia romaQa(i799). 3ritannia 
et Hibemia (1799). Germania antigua (1799). Mapa antîguo de Rhetia, 
Noricam, Pannonia et lUyrkum (1800). Italia antigua (1800). Supleraento 
al Mapa antîguo de Italia. Mapa antîguo de Grecia (1800}. Thracia y Mœsîa 
(1799). Dacia(i8oo). Asia menor (1800). Mapa de Armenia, Colchis, Iberîa 
y Albanta(i8oo).Mesopotaniia, Syria, Phcenice et Cyprus(i8oo). Palsestina, 
Judea, Samaria, Galilaea, Petrsea et Arabia (1800). Mapa antiguo de Arabîa 
(1800). Mapa que contîene Media Assyria, Babylonia, Persia et Susiana, 
Cara^-naniay Gedrosia, Asia, Hyrcania, Bactriana y Sogdiana (1800). Samiatia 
asiitica, Scythia, Serica y parte de India(i8oo). Mapa antîguo de la India 
(1800). Mapa antigjo y geogrdfico de Egyptia et Libya (i8oi). Mapa geo- 
grifîco de los Syrtes, Tripoli, Africa, Numidia y otras cosas (1800). Las 
Mauritanias (1800). 

25. Avila. — Mapa I de la Provincia de | A'vîla | Dividido | en sus Territorios 
y Sexmos. | Construido'sobre los memorias de los naturales. | Por el Geégrafo 
D. Tomas Lopez, Pensionista | de S. M., de la Academia de S. {Fernando. 
Madrid, Ano de 1769. | Se hallarà este con los que vaian saliendo en Madrid, 
en casa del Autorjen la Galle de las Garretas, entrando por Ja Plazuela del 
AngeI|o,38xo,38. 

Dep. guerre Madrid, LM. 1*1* d 2. •— Bibl. part, du roi d'Espagne. 
Dcp. hydrog. Madrid G 129. — Brit. Mus. 156.6. — Bibl. nat. Paris vol. G 
2930. 

(Forme la pi. 23 de l'Atlas de 1810). 

— Voir aussi SégoTie. 

26. Baléares. — Mapa Geogràfico] y gênerai de las Islas | Baléares y | Pithyu- 
sasjPor Don Thomas Lopez | Geôgrafo de los Dominios de S. M., de sus 
Reaies Academias | de la Historia, San Fernando, Buenas Letras de Sevilla, 
de las Sociedades | Bascongada y Asturias. | Madrid, ano de 1793. | Se 
hallarà este, con las quatro partes, el Atlas elemental, todas las obras del 
autor, y las de su hijo, en Madrid calle de Atocha, Trente la casa de Gremios | 
2 fu«« de 0,32x0,37. 

(Avec le plan en cartouche du port d'Iviza et du port Pi situé dans la partie 
septentrionale de la rade de Palma.) 
Dép. guerre, Madrid, LM i«i« f 88. — Bibl. part, du Roi d'Espagne. 
British Muséum 19690 3. — Bibl. nat. Paris, vol. G 2920. 
(Forme les pi. 82 et 83 de l'Atlas de 1810). 

27. Barcelone. — Mapa | del Obispado | de | Barcelona | delineado | Por 
D. Francisco Xavier de Garma y Duran | Secretario de S. M. Regidor per- 



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204 GABRIEL MARCEL 



petuo de la Ciudad de Barce | lona, y Archivero del Real y Gral Archive de 
• la Corona de Aragon | 1761. | T. Lopez Sculp. 1774 | 0,41 Xo,28s. 
Dép. guerre, Madrid, LM 1*2* a 30. 
T. XXIX, pag. 37 de : Florez, Espatia sagrada. 

28. Baston de Laredo. — Mapa que comprehende | el Partido de Baston 
de Laredo | y quatro Villas de la Cosu, con todos sus Vallès, y la | Pro- 
vincia de Liebana | el corrcgimiento de Villarcayo | que encierra las merin- 
dades de Castilla la Vieja, separadas sus Juntas, Vallès y agregados | el 
partido de Miranda de £bro. | Compuesto con las noticias de los naturales | 
Por D. Tomas Lopez y Vargas, Ge()grafo por S. M. de sus Reaies | Donii- 
nios ; de la Real Academia de S. Fernando, de la Real Sociedad | Bascon- 
gada de los Amigos del Pais y de la Real de Buenas | Letras de Sevilla | 
Madrid, ano 1774. | Se hallarà este con las Provincias de Espana, el General 
de ella, el Mapa Mundi, las quatro partes, la Tierra Santa y todas las obras 
del Autor, en Madrid, en la callc de las Carretas, entrando por la Plazuela 
del Angel. | 4^^*** de 0,39X0,58. 

Dép. guerre Madrid, LM 4«i« e i et 31. — Dép. hydrog. Madrid G 129. 

Bibl. partie, du Roi d'Espagne. — Bibl. nat. Paris vol. C 2920. — Brit. 

Mus. 156.6. (Forme les pi. 10 à 13 de TAtlas de 18 10.) 

29. Belra. — Mapa | de la Provincia de | Beira, | Gonstruido | Segun las mas 
modemas memorias, | Por Thomas Lopez, Pensionista de S. M. | Madrid, 
Ano 1762, I 0,30X0,342. 

Dép. hydrog. Madrid. C 129. 

BéUqua. — Voir Andalousie. 

30. Biscaye. — Mapa del Senorio de | Vizcaya, | Gonstruido segun las noti- 
cias I de sus naturales | Por Don Tomas Lopez | Geôgrafo que fué de 
los Dominios de S. M. | Se hallari este Mapa con las obras del Autor, y las 
que I se bnyan haciendo ed Madrid, i la entrada de la calle de las Garretas 
por la Plazuela del Angel | 0,395X0,38. 

Dép. guerre Madrid, J. io»2» 27 et 38. — Bibl. nac. Madrid. 

Dép. hydrog. Madrid G 129. — Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 

Brit. Mus. 156.6. — Bibl. nat. Paris, vol. G 2920. 

(Forme la pi. 88 de T Atlas de 18 10.) 

(Le croquis original de Lopez existe au Dép. guerre Madrid LM. 4*1* h 26.) 

— Voir aussi : Gniposcoa. 

31. Bohème. — Atlas abreviado de Bohemia, para la intelîgencia de la 
guerra présente entre laEmperatriz y el ReydePrusia. Por D. Tomas Lopez 
Pensionista de S. M. en la Corte de Paris. Dedicado al M.I S.D.J. Francisco 
Gaona y Portocarrero &c. — Se halhird en la Plazuela de la Paz, en casa de 
p. Antonio Sanz, Ano de 1757, in-12 de 80 feuillets non paginés. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 20 5 

(Après la dédicace et VslvisAI lector daus lequel Lopez indique ses sources, 
il annonce quMl exécute les cartes de Westphalie, Saxe et Prusse qui paraîtron 
sous peu (et sont encore à paraître) ; il donne après un plan de Prague avec une 
légende de 44 numéros, la carte générale de la Bohême, les cercles de Prague 
et de Schlan, ceux de Rakhonitz, de Saatz, de Leimeritz, de Buntzel, deKônin- 
gingrâu, Chrudim, Gzaslau, Bechin, Kaurzim, Moldau, Prachen, Beraun,Pil- 
sen, Elnbogen et £gra,le district de Crumau et le Plan de la bataille donnée le 
6 mai 1757 prés de Prague. 

Tous ces plans et cartes portent la date de 1757 et mesurent 0.85X0.107.) 
Bibl. nat. Madrid, Bag 1672. 

32. Brnnete. — Voir plus loin, n» 127 de la présente notice. 

33. Bnrgos. — Mapa geogrdfîco | de una parte de la provincia de | Burgos 
I que comprehende los partidos de | Burgos, Bureva, Castroxerix, Cande- 

muno, Villadiego | Juarros, Aranda, los Vallès de Sedano, Valdelaguna, 
Bezana | Jurisdiccion de Lara, La Hoz de Bricia y la de Arreba | Por Don 
Tomas Lopez, Gedgrafoy Pensionista de S. M. | de las reaies Academias de 
la Historia, de S. Fernando, ■ de las buenas Letras de Sevilla y de la Socie- 
dad I Bascongada | 1784 | se hallarà este con todas las obras del autor en 
Madrid en la calle de Atocha^ casa nueva de Santo Tomas M. 159 no 3. 
4 feuilles de 0,405X0.49. 

Dep. guerre Madrid LM i* 2* b. 1. Bibl. partie, du roi d'Espagne. 
Brît. Mus. 156. 6. Bibl. Nac. Madrid, exempl. incompl. Bibl. nat. Paris, 
vol. C 2920 et C 3050 incomplet (forme les pi. 6^9 de l'atlas de 1810). 

34. — Ghana Geographica | Provinciam Burgos | Canella veteris primam, in 
suas I partes minores subdivisam exhibens Ex illis D. T. Lopezii in hanc 
formam 1 redegit F.L.G. (Gûsselfeld) | Norimbergae expensis Homan. 
Hered. | 1801 | Cum Gratia et priuil Sac. Coes. Maj. | 0.555X0,47. 

Bibl. nat. Paris Ge FF. 10742. 
(PI. 8 de Atlas von Spanien in XXVI Blàttern... von F.L. Gûsseleld 
(Voir ci-après au mot : Espagne). 

35. Cabrera. — Mapa de la Isla de | Gabrera | la de los | Gonejos | y otras 
pequenas | Por Don Tomas Lopez j Geôgrafo de los Dorainios de S. M. | 
Madrid ano de 1 782 | Se hallarà con el de Mallorca, Menorea, Iviza y todas 
las obras del autor en Madrid, en la calle de las Carretas | 0,40X0,38. 

(Sur la même feuille se trouvent Mapa de la isla de Formentera, la de 
Espartell, y la del Espalmador.) 

Dep. guerre Madrid. LM. i* i« f. 3. Bibl. partie, du roi d'Espagne. 
Brit. Mus. 156. 6. Bibl. nat. Paris, C 2659. 
(Le ms. original de Lopez portant la date de 1780 est au Dép. guerre, 
Madrid, LM. i*i« f. 95). 
— Voir aussi : Maiorqne. 



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206 GABRIEL MARCEL 



36. Galatrava. — Mapa geogràfico | del Campo de | Calatrava | com- 
prehende el Gobierno | de Almagro, las Varas de Almaden, | Almodovar de! 
Campo, Manzanares, | Daymiel y las Villas enagenadas | de esta orden, | 
hecho de acuerdo y a costa del Real y I Supremo Consejo de las Ordencs | 
Por Don Tomas Lopez Geôgrafo | de los Dominios de S M. | Madrid, ano 
de 1785 I 0,34x0.38. 

Dep. guerre, Madrid LM 2* i« d. 8 (Foriginal ms. est sous le même n^). 
Dep. hydrog. Madrid, C. 129. 

37. Californie. — (Dans son mémoire sar la carte d'Amérique de Cruz, 
Lopez dit qu'il a été chargé par le ministère de graver la carte de Calitoniie 
qu'avait envoyée de Mexico l'ingénieur Miguel Costanso. Nous n'avons pas 
rencontré cette pièce, et ne savons si elle a été vraiment publiée ; Dalr^'mple 
en a donné une traduction qui devait être accompagnée de la carte, mais 
cette dcnûcre manque à l'exemplaire de la Bibliothèque nationale de Paris.) 

38. Canaries. — Caru rechickia de las Islas de | Canaria | Dedicada | Al S^ 
D. Fernando de Magallon | Caballero del [ Orden d£ Malu, Ministro del 
Supremo Consejo | de Indias y de la Real Junta de Comcrcfo^ Mûneda y 
Minas, | Consiliario de la Real Academia de San Fernando y Academico f 
del Numéro de la Espanola ; | Por Don Tomâs Lopez Geôgrafo de los Domi- 
nios de S. M. de las Reaies Academias { de la Historia, de San Fernando, de 
la de Buenas Letras de Sevilla y de la Sociedad Bascongada de los Amigos del 
Pais I 2 feuilles de 0,42X0,395. 

Bibl. nat. Paris. C. 2664. 

39. Carrion. — Mapa geogràfico | del Partido de | Carrion | Por Don 
Tomas Lopez | Geôgrafo de los Dominios de S. M., | de sus Reaies Academias 
de la His | toria, de San Fernando, de la de | Buenas Letras de Sevilla y de 
la I Sociedad Bascongada. | Madrid, ano de 1785. | Se hallarà este con todas 
las obras del autor y las de su hijo en Madrid, calle de Atocha, casa nueva 
de Santo Tomas | 0,39X0,37, 

Bibl. partie, du Roi d'Esp. Brit. Mus. 156. 6. 
Bibl. nat. Paris, vol. 2920 (forme la pi. 39 de l'Atlas de 18 10). 

40. Castille (Nouvelle). — Castilae novse | pars occidentalis | provincias 
Madrit | Toledo et Mancha | comprehendens | Ex Dom. T Lopez mappis 
colligavit F.L. Gûssefcld | Norimbergae apud Homannianos Heredes | 1781 

I Cum Priv. Sac. Coes. Majest. | 0,45X0,51. 

(Le titre courant porte : Les Provinces de Madrid, Toledo et de la Manche, 
dressées sur les Mémoires du Sr. T. Lopez, par F.L. Gûssefeld. A Nurem- 
berg chez les héritiers de Homann l'an 1781.) 

Bibl. nat. Paris, Ge DD 680. Brit. Mus. 73, 8b. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ lOJ 



41. — Castilse novae { Pars Orientalis | Provincias Cuenca | et Guadalaxara | 
comprehendens | ex Dom T. Lopez mappîs colligavit F.L. Gûssefeld | No- 
rimbergae apud Homannianos Heredes 1781 | Cum Gratia et Priv. S. C. 
Majest. I 0,44X0.53$. 

Le titre courant porte : Charte géographique des provinces de Cuenca 
et de Guadalaxara, dressée sur les mémoires du S^ T. Lopcz par F.L. Gûs- 
sefeld à Nuremberg chez les héritiers de Homann l'an 1781. 
Bibl. nat. Paris Ge DD 680. Brit. Mus.73. 8a. 

42. Castrotorafe. — Villas y Lugares pertenecientes | al Partido y Vara de 
Castrotorafe | en la Orden de Santiago situados en la | Roda de Mieza, 
provincia | de Salamanca | 0,17X0,19. 

Dep. guerre Madrid J io« 2* a 53. 
(Manuscrit original de Lopez) 

Voir : Conrel et Garabanes. 

43. Catalogne. — Mapa | del Prîncipado de | Cataluna | comprehende los 
corregimtentos de | Barcelona, Cervera, Gerona, Lerida, | Manresa, Matarô, 
Puigcerda, Talarn, Tarragona | Tortosa, Villafranca, Vique, y la subdelega- 
cion I del valle de Aran | Se tubô présente para la coraposicion de este, el 
Mapa I de los Piryneos del Sp^ Rousel, el del Conde Domius, el de D. 1 
Josef Aparici, el de D. Francisco Garma, otros manuscritos y buenas rela- 
ciones | Por D. Tomas Lopez y Vargas, Geôgrafo de los Dominios de S. M. 
de las Reaies Aca | demias de S. Fernando, de la sociedad | Bascongada de los 
Amigos del Pais y de | la de Buenas Letras de Sevîlla | Madrid 1776 | Se 
hallarâ este con lasdemas Provincias particulares de Espana, el gênerai deella, 
el Mapa Mundi, las quatro partes y otras obras del autor en Madrid en la Càlle 
de las Carretas entrando por la Plazuela del Angel | 4 feuilles de o,42X 
0,40. 

Dep. guerre Madrid J. 10* 2* a 40. Bibl. partie, du roi d'Espagne. 

Brit. Mus. 156. 6. Bibl. nat. Paris, vol. C. 2920. 

(Forme les pi. 74 à 77 de l'Atlas de 18 10.) 

44. — Principatus | Cataloniae | en suas subdivisiones ho | diemas ad magnam 
Mappam | D. T. Lopez in formam hanc com | modam designatus et astro | 
nomicas Observaciones accom | modatus a F. L. Gûssefeld | Norimbergae 
Hom. Hoered | excud. 1798 | C.P.S.C.M. | 0,53X0,43. 

Le titre courant porte : La Principauté de Catalogne selon la grande Charte 
du (51V) Mons. T. Lopez et sur les Observations astronomiques faites par 
J.-J. Cassini, nouvellement dressée par F. L. Gûssefeld et publiée par les 
Héritières (sic) de Homann Fan 1 798 | 

Bibl. nat. Paris, Ge. DD. 680. 



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208 GABRIEL MARCEL 



45. Cazorla. — Mjpa geogràfîco del | Adelantatniento y vicaria de Cazorla 
I conforme al manuscrito del licenciado | Don Francisco Manuel de La 

Torre y Cuebas, actual | Corregidor de la villa de Oropesa | Por Don Tomas 
Lopez Geôgrafo de los Dominios | de S . M . de las Reaies Academias de la 
Historia, de San Fer | nando, de la de Buenas Letrasde Sevilla y de varias 
sociedades | Madrid, 1787 | Se hallari este con todas las obrasdel autor y las 
de su hiJQ, en Madrid, en la Galle de Atocha frente de la Aduana Vieja Manz 
159 no 3- 10,392X0,375. 

Bibl. nat. Paris. C. 2675. Brit. Mus. 156. 6. 
Bibl. Part, du roi d'Espagne. 
Le ms. original de cette carte se trouve Dep. Guerre Madrid, L.M. y i* f. 12 

46. Chili. — Mapa de una parte de | Chile | que comprehende el terreno | 
donde pasaron los famosos hechos | entre | Espaiioles y Araucanos | Gom- 
puesto por el Mapa manuscrito de Poncho Ghileno | Por Don Tomas Lopez | 
Geôgrafo de los Dominios de S. M. de las Reaies Academias de S. Fernando 
So I ciedad Bascongada y de la de Buenas Letras de Sevilla | Madrid, ano 
de 1777, 0,275X0,385. 

Bibl. nat. Paris. C. 2647. 
(Pour la Araucana d'Alonso de Ercilla.) 

47. Godosedo. — Gotos de | Godosedo | Villar de Santos | y San Munie 
I Pertenecientes al Partido de Gastrotorafe | del Orden de Santiago | 1786. 
I 0,17X0,19. 

Manuscrit original ; la carte gravée qui a paru en 1787 est sous le même no. 
Dep. guerre Madrid, J. lo» 2« a. 54. 

48. Golonia del Sacramento. — Piano delà Plaza | delà | Golonia | del | 
Sacramento | Situada sobre la Gosta septentrional del Rio de la Plata | Demu- 
estrâse las Baterias, y ataques que le pusieron los Espanoles el dia 10 de 
Octubre del Ano de 1762 | mandados por el Ex«o s. D. Pedro Gevallos, i 
quienes se rindiô à fines de dlio mes y Ano | Por D. Tomas Lopez. Madrid. 
Ano de 1777. | Se hallarà este con todas las. obras del Autor en Madrid en la 
Galle de Garretas | 0,42X0,39. 

Bibl. nat. Paris. G. 2643. 

49. Gonejos. — Voir : Gabrera. 

50. Cordone. — Mapa | del | Reyno de Gordova | Por Thomas Lopez, 
Pensionista de S.M.G. | Ano de 1761, | Se hallarà en Madrid, Galle ancha 
de S. Bernardo frente del Monasterio del mismo nombre, su precio es 
quatro Reaies y lo mismo el de las Gercanias de Madrid | 0,39X0,40. 

Dep. guerre Madrid, LM. 2* i« d. 3. Bibl. partie, du roi d'Espagne, 
Bibl. Acad. de l'Histoire. Bibl. nat. Paris, archiv. 2387. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOREZ 



209 



51. — Mapa geogrifico del Reyno y ObispaJo|de Cordoba | comprehende los 
partidos Jurisdiccionales de Cordoba, el|Carpio, los Pedrôches y Santa 
EufemialPor Don Tomas Lopez, Geôgrafo de los | dominios de S. M. del 
numéro de la Real | Academia de la Historia, de merito de la de San Fernando, 
hoaorario|delade Buenas letras de Sevilla y de | varias Sociedades | Madrid 
aôo de i797|se hallarâeste con todas las obras del autor y las de sus hijos 
eo Madrid, calle de Atocha, f rente la casa de los Gremios 1 2 feuilles de 
0,45x0,3a. 

Dep, guerre, Madrid LM. 2* i* d. 2 et 5. Dep. hydrog. Madrid G. 129. 

Brit. Mus. 156. 6. Bibl. nat. Paris, vol. G. 2920. Bibl. partie, du roi d'Espagne. 

(Forme les pi. 62 et 63 de l'Atlas de 18 10.) 

52. Corse. — Mapa nuevojde la Isla de | Gorcega | Gonstruido sobre el del 
Capitan I. Vogt, el que hizo Mr | Robert, sacado del gran manuscrito del 
Mariscal de | Maillebois, y el que publicô el ano pasado en Londres | con la 
Historia de esta Isla M^ Boswell, hecho el Mapa | por Tomas Phinn | Por el 
geôgrafo D. Tomas Lopez Pensionista de S. M. de la | Academia de S. Fer- 
nando. Madrid [Anode 1769 [Se hallard este Mapa con las demas obras del 
Autor en | Madrid, en su casa, Galle de las Garretas entrando por la | Plazuela 
del Angell 0,48x0, s8. 

Bibl. nat. Paris, G. 2696. 

$3. Goarol. — Goto de | Gourel | con sus Feligresias y pueblos menores|de 
cada una y tambien el Goto de Visunajpertenecientes al partido de Gastro- 
torafe del Orden de Santiago | Por Don Tomas Lopez. Madrid ano de| 1787I 
— Villas y Lugares pertenecientes | al Partido y Vara de | Gastrotorafe en la 
Orden de Santiago, situados en la | Roda de Mieza, provincia de Salamanca| 
-«-Feligresia de Garracedo | Perteneciente al Partido de Gastrotorafe, de la 
Orden de Santiago |— Vicaria de Porto es de Gastrotorafe. | Feligresia de 
Campobecerro. Villas y Lugares pertenecientes al partido de Gastrotorafe, en 
I feuille 10,34X0,38. 

Dep. hydrog. Madrid, G. 129. 
Le ms. original de Lopez et la gravure de la première de ces cartes se 
trouvent Dep. guerre Madrid, J. io« 2«a. 53. 

54. Goenca. — Mapa | de la Provincia y Obispado de | Guenca | Gom- 
prehende el Senorio de Molina, los Partidos de | Guenca, Huele y S. Gle- 
mente. Gonstruido sobre el | Mapa de este Obispado que corre en nombre 
del|Lic*> Bartolome Ferrer y el Manuscrito del | Senorio de D. Gregorio 
Lopez I Dedicado | AI Ex™o S. D. Manuel Josef Lopez | Pacheco, Tellez, Giron 
y Toledo, Brigadier de los Exercitos de|S. M. Gentil-hombre de su Real 
Gamara con exercido, Goro | nei de Dragones del Regimiento de la Reyna, 



REFUE HISPANIQUE. XVI. 



[ 



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210 GABRIEL MARCEL 



Marques de|Villena Aguilar, Duquc de Escalona, Conde de Oropesa] 
Chanciller y Pregonero Mayor de estos Reynos &« | Por D. Thomas Lopez 
Pensionista de S. M. 1 1766 1 Se hallarâ este con las demas obrasjdel Autor en 
Madrid, Calle de las Carretas | Trente la Imprenta de la Gaceta 10,565X0,39. 
Acad de THist. Madrid. Dep. Guerre Madrid, LM. 2« 2« b. 2. 
Bibl. partie, du roi d'Espagne. Brit. Mus. 156. 6. Bibl. nat. Paris 
Vol. G. 2920. 
(Forme le pi. 4 de l'Atlas de 18 10.) 

55. CjTopédie. — Mapa|parala intcligencia de la | Cyripedia | de Xenofome 
I <5 historia de la vida y hechos de Cyro el Mayor | Por Don Tomas Lopez 
Gedgrafo del Reyl Madrid ano de 178010,31X0,20. 

Bibl. nat. Paris, G. 2640. 

56. — Mapa para la|inteligincia de la entrada dejGyro el menor enlAsia|y 
retirada de losldiez mil GriegosjPor D. Tomas Lopez | Geôgrafo de los 
Dominios de S. M.|MadriJ ano de 178010,31X0,20. 

Bibl. nat. Paris, G. 2641. 

57. Entre-Daero y Miôo. — Mapa | de la Provincia de | Entre-Duero y 
Mino I Gonstruido | segun las mas modemas memorias, | Por D. Thomas 
Lopez, Pensionista de S. M. | Se hallara en Madrid, frente de S. Bernardo, 
Ano de 1762 | 0,282 X 0,33. 

Dép. hydrog. Madrid. G 129. 

58. Espagne. — Atlas Geographico { del Reyno de Espana, é Islas adjacen- 
tes! con una brève descripcion de sus Provincîas | Dispuesto para la ucilidad 
publica I Por Thomas Lopez Pensionista de S. M. | en la corte de Paris | Dedi- 
cado al Exe™© S. D. Jaime | Massones de Lima y | Soto-Mayor &. (s. I. n. d.), 
21 cartes. 

Bibl. nat. Paris, Ge FF. 9804. 
(Avec Dédicace et Prologue. Les cartes datées de 1756 et 1757 ont 0,1 i6x 
0,097, sauf le plan de Madrid en bistre qui a 0,278X0,10 y compris la légende 
et la notice, ce sont: Espana, Piano de Madrid, Gastilla la Nueva, Gastilla la 
Vieja, Léon, Estremadura, Andalucia, Granada, Murcia, Valencia, Galicia, 
Principado de Asturias, Vizcaya, Guipuzcoa, Alava y Rioja, toutes les quatre 
en I feuille, Navarre, Aragon, Gatalogne, Royaume de Majorque, Royaume 
de Portigil. Toutes les cartes sont entourées d'un texte gravé). 

59. — Atlas Geographico I del Reyno de Espana, é Islas adjacentes | con una 
brève descripcion de sus Provincias | Dispuesto para la utilidad publica | Por 
D. Thomas Lopez Pensionista de S. M. |en la Gorte de Paris | Dedicado al 
Exc^o S. D. Jaime I Massones de Lima ylSotomayor &|Hallaràse en 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 211 

Madrid en casa de D. Antonio Sanz Plazuela de la Calle de la Paz Ano de 
1757 (Entièrement gravé). 

Bibl. nat. Paris Ge FF 3250. — Réserve. 
(Cet allas avec le Prologue et Tavis au lecteur renferme les mêmes cartes.) 

60. — Atlas Geogràfico | del Rcyno de Espana è Islas adjacentes con una brève 
descripcion de sus Provincias | Dispuesto para la utilidad publica|Por D. 
Thomas Lopez Pensionista de S. M. { en la Corte de Paris | se hallari en 
Madrid, Calle de Atocha, Trente la Plazuela de Angel no|q<o 2° | atlas in-12 
de 27 pi. 

Bibl. nat. Paris Ge FF 4952. 

(La dédicace est supprimée. Prologo ; les dates sont supprimées, le nom de 
Thomas aussi et quelques cartes portent le nom de Juan. Voici la composi- 
tion de cet Altas. 

Mapa de Espana Por D. Juan Lopez. Madrid por Lopez (petit plan en noir 
inscrit dans un cercle). Cercanias de Madrid por D. Juan Lopez. Castilla la 
nueva. . . Por Lopez (le nom de Thomas a été effacé sur la planche, l'espace 
qu'il occupait reste blanc). Castilla la Vieja, Léon Por Lopez, Estremadura 
Por Lopez. Granada Por Lopez, Murcia Por Lopez. Valencia Por Lopez 
Galicia Por Lopez, Principado de Asturias Lopez fecit, Vizcaya, Guipuzcoa, 
AlavayRioja Por Lopez. Navarra Por Lopez. Aragon Por Lopez. Cataluna Por 
Lopez. Reyno de Mallorca Por Lopez. El Reynode Portugal Divido en Provincias 
Por Lopez. Vista de Lisboa, segun estaba antes del temblor de tierra. La Pro- 
vincia de Estremadura Portuguesa. La Provincia de Devra . La Provincia entre 
Duero e Mino. La Provincia de Tras-los-Montes. La Provincia de Alemtejo y el 
Reyno de los Algarves.) 

61. — Espana I Dedicada { Al Rey N.S.Dj Fernando VI que Dios guarde | Por | 
Antonio Sanz ] ano de 1759 Lopez fecit 1 0,1 1 2X0,096. . ?| 
(En couleurs dans KaUndario manual ô guiade forasteros en Madrid, 1760, ;1 

in- 16.) 'j^ 

Acad. de la Hist. Madrid. 

62.— Espana I Dedicada I Al Rey N.S.Dj Carlos III | que Dios guarde j Por '/ 

Antonio Sanz | su Impresor [ Lopez fecit 0,11 5X0,095 . * 4 

(En couleurs, dans la Guia de forasteros de 1761. j5 

Acad. de THist. Madrid.) ^ 

63. — Espana I Dedicada I Al Rey N.S.D.| Carlos III | que Dios guarde | Por ; 

Antonio Sanz| Ano de 1762 1 Lopez fecit 0,1 1X0,093. Jj 

(En couleurs. Dans la Guia de forasteros de 1763. j 

Acad. de THist. Madrid.) "'■• 

64. — Neuste Generalkart von Portugal und Spanien. Nach den astronomis- 
c.en Beobachtungen und Karten des Herrn Thomas Lopez. Wien 1790. t 



4 



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212 GABRIEL MARCEL 



(No 157. p. 74 du Catalogue de l'exposition cartographique nationale 
1903-1904 de Lisbonne). 

65. — Atlas portatîl geographico de la Peninsula de las Espanas e Islas adja- 
centes dîspuesto por Dn Thomas Lopez, para utilidad publica. Corregido, 
aumentado y enriquecido con una brève Descripcion Geograpbico-Historico- 
Politicâ y Militar de todas sus Provincias : y ofrecido à la juventud militar 
de la Penfnsula. Lisbonne, gravé par Carvalho, atlas de 20 pi. 

(No 58. p. 51 du Catalogue de l'Exposition cartographique nationale 1903- 
1904 de Lisbonne). 

66. — Atlas I d'Espagne et de Portugal | Composé de Cartes Générales et Par- 
ticulières I de ces Royaumes | Dressées sur les Mémoires de Cantel, Rodrigo 
Mendez Silva> et sur ceux de M. le maréchal duc | de Noailles | Par Monsr 
Dutrallagej connu sous le nom dejTillemont et par M. l'abbé Baudrand| 
Publiées parj. B. Nolin Géographe du | Roy |EnMadrid| En Casa de Thomas 
Lopez I Pensionista de S. M. C.|et à Paris chez le S^ Julien à l'Hôtel de 
Soubise | avec Privilège du Roy | du 25 Janvier 1 762 1 o, 545X0,42. 

Brit. Mus. S. 9. 13. 
(Lopez n'est dans cet atlas l'auteur que de : Mapa | del Reyno de | Portugal | 
construido I segun lasmôdernas memoriasjPorD. Thomas Lopez, Pensionista 
de S. M. I Madrid, Aiîo de 1762,0,298X0,398.) 

67. — El Reyno 1 de Espana | Dividido en | Dos grandes Estados | de Aragon y de 
Castilla I Subdividido en muchas Provincias | donde se hallatambienel Reyno 
de Portugal I Dedicado i su Magestad Cathôlica { Phelipe Quinto|Rey de 
Espana y de las Indias &«|por su mui humilde y mui obediente servidor L 
B| Nolin Geôgrafo ordinario de su Mag. Christianisima | en Madrid | En casa 
de Thomas Lopez | Pensionisu de S. M. C«l 176210,64X0,49. 

Bibl. partie, du Roy d'Espagne. Brit. Mus. 71 (31 et 40) 18185 X42 et 43). 
Bibl. nat. Paris, vol. 134. 
Avec un second titre en français et l'adresse : A Paris { Chez le Sr Julien à 
l'Hôtel de Soubise | Avec Privilège du Roy | du 25 janvier 1762. 

68. — Mapa | gênerai de | Espana | Dedicado | Al Serenisimo Senor Don | Carlos 
Antonio | Principe de Asturias | Dividido en sus actuales Provincias | Cons- 
truido con lo mejor que hai impreso, manuscrito de este Reyno, y memo- 
rias de los naturales, y sujeto|à las observaciones Astronômicas|Por D. 
Tomas Lopez Geôgrafo de los Dominios de S. M. de la Academia de 
S. Fernando I Madrid Anode 1770 | 0,595X0,49. 

Bibl. partie, du roi d'Espagne. Bibl. nat. Paris, Pf. 29 (98). 
Le ms. original se trouve : Dép. Guerre, Madrid, J. lo* 2« a, 56. 

69. — Regnorum | Hispini« | et | Portugallix [.Tabula generalis | ad statum 



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J 



LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 21 3 

hodiemum in suas | Provincias divisa | Per D. T. Lopez | in nonnuUis 
emendavit F. L. Gûssefeld | Edentibus Homannianis Hœredibus | 1782 | 
Cum Gratia ac Privil. Sac« C«s« Majest. | 0,58X0,47. 
Brit. Mus. 171 (32). 
(En lête de la carte, oti lit : « Carte générale d'Espagne et de Portugal 
divisée en ses provinces actuelles par D. T. Lopez, nouvellement dressée par 
F. L. G(ûssefel) à Nuremberg, chez les Hérit. de Homann Tan 1782.) 

70. — Atlas geogradco I de Espana|que comprehende el Mapa gênerai de la 
penfnsuia, todos los particulares { de nuestras provincias, y el del reyno de 
Portugal I Por Don Tomas Lopez, | geôgrafo que fué de los dominios de S M. é 
individuo de varias | academias y sociedades | Ano i8io|Se hallarà en Madrid, 
calle de Atocha, frente à la plazuela del Angel no i, y â la casa de los Gre- 
mîos no 3 1 Atlas gr. in-fol . 

Bibl. nat. Paris vol. C 2920, Bibl. nac. Madrid (Estampes). 

(Cet atlas contient el Mapa gênerai de Espana 4 feuilles : Provincias de Madri d 
Toledo, Guadalaxara 3 feuilles ; Provincia y Obispado de Cuenca i feuille ; 
Provinciade la Mancha i feuille; Pane de la Provincia de Burgos 4 feuilles; 
Partido del Baston de Laredo 4 feuilles ; Partidos de Santo Domingo y 
Logrono i feuille ; Provincias de Soria, Segovia 4 feuilles chacune ; Avila i 
feuille. Parte de la Provincia de Léon 6 feuilles ; Partido de Ponferrada 2 
feuilles ; Prîncipado de Asturias 4 feuilles ; Provincia de Palencia 2 feuilles ; 
Partidos de Toro, Carrion y Reinosa i feuille chacun ; Provincia de Valla- 
dolid 4 feuilles ; Zamora i feuille ; Salamanca 4 feuilles ; Reyno de Galicia 
4 feuilles ; Provincia de Estremadura 4 feuilles ; Reyno de Sevilla 4 feuilles ; 
Reyno y Obispado Cordoba 2 feuilles } Reyno de Jaen i feuille, de Gra- 
nada 4 feuilles; Obispado y Reyno de Murcia i feuille; Reyno de Aragon 
4 feuilles ; Principado de Cataluna 4 feuilles ; Reyno de Valencia 4 feuilles ; 
Islas Baléares y Pitiusas 2 feuilles; Reyno de Navarra 4 feuilles; Senorio de 
Vizcaya i feuille; Provincias de Guipuzcoa et d'Alava 2 feuilles ; Reyno de 
Portugal 8 feuilles. 

(Toutes les cartes qui composent cet Atlas sont décrites séparément dans 
la présente cartographie). 

71. — Même titre. Segunda edicion corregida por sus hijos. Ano de 1830. 
Se hallarà en Madrid Calle de Atocha, frente à la casa de los gremios. Atlas 

gr. in-fol. 

Bibl. nac. Madrid B.A.G. i$8o. 

72. — Il existe de cet atlas une trobiéme édition revue par D. Tomas Beltran 
Soler que nous n'avons pas rencontrée. 

73. — Carte de l'Espagne antique en partie manuscrite, non terminée et non 
datée. 

Dep. guerre Madrid. J. lo* 2« a. 64. 



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214 GABRIEL MARCEL 



74. — Mapa| gênerai de | Espana | Al Serenisimo Senor Don {Carlos Antonio | 
Principe de Asturias | Dividido en sus actuales Provincias | Construido con 
lo mejor que hai impreso, manuscrito de este Reyno | y memorias de los 
naturales, y su jeto | à las observaciones Astronômicas \ Por D. Tomas Lopez 
Geôgrafo de los Dominios de S. M. | Madrid ano 1788 1 0,60 X 0,49. 

Acad. de THist. Madrid. 
(C'est une nouvelle édition de la carte de 1770.) 

75. — Mapa gênerai de | Espana | en el quai se indican sucintamente | los Parti- 
dos y Pueblos sueltos pertenecientes d las quatro Ordenes Militares de { San- 
tiago, Calatrava, Alcantara y Montesa | Hecho de acuerdo y à costa del Real 
y Supremo Consejo de las Ordenes | Por Don Tomas Lopez Geôgrafo de los 
Dominios de S. M. [Madrid, ano de 1790 1 4 feuilles 0,75 Xo,69. 

Dep. guerre Madrid J io« 2* a 5. 
(Le manuscrit en couleur sur papier pelure, daté de 1789, se trouve : Dep. 
guerre Madrid] lo* 2» a 33.) 

76. — Regnorum 1 Hispaniae I et I Portugalliae I Tabula generalis|ad statum ho- 
diemum in suas | Provincias divisa |per D. T. Lopez] in nonnullis emenda- 
vit|F. L. Gûssefeld j Edentibus Homannianis Heredibusj 1805 jCum Gratia 
de Privil. Sacae Coesae Magest. 10,58X0,46. 

Nouvelle édition de l'atlas de 1782. n© 69.) 

77. — Mapa gênerai de | Espana | Dividido en sus actuales | provincias, islas 
adyacentes }' reyno de | Portugal | compuesto con lo mejor que ha}' impreso, 
manuscrito | noticias de sus naturales, y su jeto à las observaciones | Astronô- | 
micas | Por Don Tomas Lopez Geôgrafo de los Dominios de S. M. | con Real 
Decreto, de la Academia de San Fernando individuo|de merito, del numéro j 
de la Historia, honorario de la de | Buenas Letras de Sevilia y de las Socie- 1 
dades VascongaJa | y Asturias 1 Madrid ano de 1792 1 Se hallarâ este con todas | 
las obras del autor y las de su hijo en Madrid, calle de Atocha frente la casa | 
de los Gremios. Manzana 1 59 numéro 3 { 4 feuilles de o, 5 1X0,41 . 

Dep. guerre Madrid J. lo* 2» a 31. Dep. hydr. Madrid C. 129 , 

Mus. Brit 156. 6. Atlas de 1810 feuilles A.B.C.D. 

78. — Mapa de los Reynos de | Espana y Portugal] Por Don Tomas Lopez i 
Geôgra]fo de los Dominios de S. M. ] 1792] Se hallarâ en Madrid, calle de 
Atocha, frcntc la Casa de los Gremios] 0,265 X 0,195. 

Dep. guerre Madrid J. 10* 2* a 59. 
(Manuscrit original de Lopez. On lit dans le coin supérieur droit ; Num . 5 .) 

79. — Atlas ] von ] Spanien ] in XXVI Blàttem]grosstentheils nach Lopez ge- j 
zeichnet ] von ] F. L. Gûssefeld. Nûmberg, bey Homanns Erben, 1806, mit 
Rôm. Kaiserl. allergn. Freyheit]26 cartes de formats divers. j 

BibI, nat. Paris Ge FF. 10742. • 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 



215 



Cet atlas comprend les feuilles suivantes : i Spanîen und Portugal ; 2 Por- 
tugal,nordlicher Theil ; 3 Portugal sûdlicher Theil ; 4 Benedictiner Spanîen ; 5 
Meerenge von Gibraltar ; 6 Neu-Castilien, Ôstlicher Theil ; 7 Neu Casiilien 
westlicher Theil ; 8 Burgos ; 9 Soria mit Minorca ; 10 Segovia und Aviia; 1 1 
et 12 Léon, Valladolid, etc. zwey Blâtter;-i3 Salamanca ; 14 Granada, 
Cordova undjaen; 15 Gallicia; 16 Sevilla, 17 Murcia, mit Mallorca ; 18 
Asturien; 19 Estremadura; 2oNavarra; 21 Guipuscoa, Biscaya, Alava ; 22 
Aragonien; 23, Valencia 24 ; Catalonien ; 25 Majorca» Minorca, Yvica ; etc. 
26 Minorca. 

(Cette adaptation des cartes d*Espagne de Lopez est incomplète à la Biblio- 
tbèqœ natîiMiale de Paris, nous décrirons à leur place alphabétique chacune 
des cartes que nous possédons.) 

80. — Carta que comprehende el Pais de Labour, la Navarra baxa y fronteras 
de Guipuzcoa y del Reyno de Navarra por D. Tomas Lopez y su hijo D. Juan, 
Geôgrafos de S. M. Madrid ano de 1793 |Se hallarà en Madrid, calle de Ato- 
cha, frente la casa de los Gremios|o,34 Xo,34. 

Acad. de THist. de Madrid. 

81. — Carta que comprehende la tierra llana del Rosellon, el valle de Espéra 
y frontera de Cataluna Por D. Tomas Lopez y su hijo D. Juan, Geôgrafos 
de S. M. Madrid ano de 1793 | Se hallarâ en Madrid calle de Atocha, frente 
la casa de los Gremios| 0,343 X 0,33. 

Acad. deTHist. Madrid. 

82. — Carta que contiene parte de Conflan, las dos Cerdanias, Capsir, valle de 
Carol, Donezan, pais de Sault, una porcion del condado de Foix y fronteras 
de Espana Por D. Tomas Lopez y su hijo D. Juan, Geôgrafos de S. M. 
Madrid, ano de i794|Se hallarâ en Madrid, Calle de Atocha frente la casa 
de los Gremios 0,34 X 0,34. 

Acad. de THisi. Madrid. 

83 . — Mapa I gênerai de | Espana { Dedicado | al Serenisimo Senor Don | Fernando 
I Principe de Asturias | Por Don Tomas Lopez Geôgrafo de | los Dominios 
de S. M. de varias Academias j Madrid ano de 1795. | Se hallard estecon todas 
las obras del autor y las de su hijo en Madrid, calle de Atocha frente la casa 
de los Gremios 1 o, 59 X 0,49. 

Dep. guerre Madrid J. lo^ 2« a 32. Bibl. nat. Madrid. 
Brit. Mus. 1818$. 48. 

84. — Espana I abreviada I Conforme â la division | gênerai | Por Don Tomas 
Lopez 10,12X0,095. 

Dans la Guia deForasteros de 1798. Acad. deTHist. Madrid. 

85 . — Mapa de una porcion del | Reyno de Espana | que comprehende los parajes 



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21 6 GABRIEL MARCEL 



por donde anduvo | Don Q.uixote | y los sitios de sus aventuras | Deiineado por 
D. Tomas Lopez Geôgrafo de S. M. segun las observacio|nes hechas sobre 
el terreno por D José de Hermosilla Capiun de Ingeniero5|(s.Ln.d.) 0,42 x 
0,277. 
(Pour l'édition du Dan Quijote publiée par rAcadémie) 
Acad. de THist. Madrid. 

86. — Carte de l'Espagne antique, manuscrit non terminé de Tomas Lopec 
0,732X0,51. 

(Le fond de la carte et les cartouches sont gravés et ont 0,59 X 0,485 Les 
marges sont couvertes d'annotations manuscrites.) 
Dep. guerre Madrid J. lo* 2* a 64. 

87. Estremadure. — Mapa geogrifico | de la Provincial de Estremadura|G)n- 
tiene los Partidos de Badajoz, Alcantara, Câceres, Llerena, Mérida | Plasencia, 
Trujillo, y Villanueva de la Serena | Dedicado | Al Exc»o Sr Don Manuel 
Godoy y Alvarez de Faria, Rios, Sanchez Zargosa | Principe de la Paz | duque 
de la Alcudia | Senor del Soto de Roma y del Estado de Albala, Conde de Evo- 
ramonte, Grande de | Espana de primera clase, Regidor perpetuo de Madrid, y 
de las ciudades de Santiago | Cadiz, Malaga, Ecija y Valencia, y Veintyquatro de 
Sevilla, Caballero de la | insigne Orden del Toyson de Oro, Gran Cruz de la 
Real y distinguida Espanola|de Carlos III, comendator de Valencia del Ven- 
toso. Rivera y Aceuchal en la de Santiago, Caballero Gran Cruz de la Real 
Orden de Christo, y de la Religion de | San Juan de Jérusalem : Consejero 
de Estado : Gentilhombre de Camara con exercicio : Capitan gral de Reaies 
Exercitos, Coronel gênerai de los Reginiientos Suizos | &&& | Por Don Thomas 
Lopez, Geografo de los Dominios de S. M. del Numéro de la | Academia de 
la Historia, de Merito de la de San Fernando, Honorario de la de Buenas 
Letras de Sevilla y de las Sociedades Bascongada y Asturias. Madrid ano de 
1 798 1 Se hallarâ este con todas los obras del autor, y los de su hijo en Madrid, 
calle de Atocha frente la casa de los Gremios|4 feuilles de 0,3/5 X 0,35$» 

Atlas de Lopez appartenant à M. Foulché-Delbosc. 

88. — Mapa I de la Provincia de | Estremadura | Dedicado | Al Exc"» S. D. Pedro 
de Alcantara {Pimentel, Henriquez, Luna, Osorio, Guzman, Toledo|y 
Silva, Hurtado de Mendoza, Marques de Tavara| Conde de Saldana, de 
Villada y Duque de Lerma &c| Grande de Espana de primera clase, y 
Gentil homjbre de Camara de S. M. con exercicio | Para la formacion 
de este, se ha tenido présente el Mapa | manuscrito de D. Luis Joseph 
Velasquez, el de el Ma | estre de Campo D. Luis Venegas y nuevamente | sujeto 
à las memorias remitidas por los natu | raies y d las Observaciunes Astronô- 
micas I Dividido en sus Obispados y Partidos] Por D. Thomas Lopez 1 1766I 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 217 

Sehallarà en Madrid en casa del Autor, en h callede Us Carretas Trente de la 
Imprenude la Gaceta, con todos susobras. 2 feuilles de 0,372 X 0,39. 
Dq». gaerre Madrid J io« 2* a 19 (2 exempl.) 
Bîbl. pait« du roi d'Espagne. Brit Mus. 156.6. 

89. — Mapa|de la Provincial de £xtremadura|que contiene|Ios partîdos de 
Badajox, Alcantara, Càceres, | LIerena, Mérida, Plasencia, Truxillo | y Villa- 
nueva de la Serena | Por D. Tomas Lopez | Geôgrafo de los dominios de S. M., 
de varias jacademias y sociedades | Madrid, ano de i798|Se hallarà este con 
todas las obras del autor, y las de sus hijos, en Madrid, calle de Atocha, 
frente la casa de los Greniios|4 feuilles de 0,35 X 0,355. 

Bibl. nat. Paris : vol. C. 2920. Dep. guerre Madrid J io« 2* a 20. 
(Forme les pi. 54 à 57 de TAtlas de 18 10.) 

— Estremadnre portagaise. — Voir n» 168. 

90. Enropa. — Mapa de|Europa|segun la extension de sus Estadosjy sub- 
dividido en sus principales Provincias | Construido sobre los Mejores Mapas 
nacionales|y sujeto à las Observaciones Astronômicas | Por el Geôgrafo 
D. Tomas Lopez | Pensionista de S. M., de la Academia de S. Fernando | Ano 
de 1 769 1 Este Mapa y los que se han hecho se hallaran en Madrid en casa del 
Autor, Gdle de las Carretas, 0,49 X 0,48. 

Bibl. nat. Paris, C. 1757. 

91 . — Mapa de | Europa | Dividido | segun la extension de sus Estados | y subdi- 
vidido en sus principales Provincias | Construido sobre los mejores | Mapas 
naciotiales, I y sujeto à las observaciones Astronômicas | Por el Geôgrafo 
D. Tomas Lopez | Ano de 1791 {Este Mapa y los que se han hecho, se halla- 
ran en (Madrid en casa del Autor, calle de Astoda (sic.) 0,58 X 0,43. 

Bibl. nat. Paris C. 6810. 
Fes. Voir : Maroc. 
Fermentera. Voir : Cabrera. 

92. Fortayentnre. — Mapa | de la Isla de | Fuerteventura | Por Don Tomas 
Lopez { Geôgrafo de los Dominios de S. M. | de las Reaies Academias de la | 
Hbtoria, de San Fernando, de la de|Buenas Letras de Sevilla, y de la 
Sociedad Bascongada de los A migos | del { Pais | Madrid, ano de 1779 {Se 
hallarà este con todas las obras del autor en Madrid, en la Calle de Carretas, 
entrando por la Plazuela del Angel {0,45 X 0,38. 

Bibl. nat. Paris. C. 2666. 

93. Galice. — Mapa geogrâBco del Reyno de | Galicia { contiene las Provin- 
cias de Santiago | Coruna, Betanzos, Lugo, Mondonedo, Orense | y Tuy | 
Dedicado Al Excelentisimo SenorjDon Joseph Monino|Conde de Florida 
Blanca | Cavallero Gran Cruz de la Real Orden de Carlos III | Consejero de 



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2l8 



GABRIEL MARCEL 



Estado, de S. M., su Primer Secretario de Estado y del Despacho | Superin- 
tendente geoerat decorreos tenestics y narftîmos, de las Postas y|Renta de 
Esafetas en Esfȉa| y en las Iiidias y de los Caminos de Espana | Encargado 
înteiiiuiiieiite de la Secretaria de Estado y del Despacho de Gracia | y Justicia y 
. delà Superintendencia de los Positos del Reyno | Por Don Tomas Lopez Geô- 
grafo de los Dominios de S. M. de las | Reaies Academias de la Historia, de San 
Fernando, de la de Buenas Letras | de Sevilla y de la Sociedad Bascongada» 
Madrid, ano de 1784.] Se hallarà este con todas las obras de su autor» en 
Madrid Galle de Atocha, casa nucva de Santo Tomas M 1 59 N 5 ano de 
1784I4 feuilles de 0,41 X 0,38. 

Brit. Mus. 19090. 7 et i$6.6 Btbl. partie» du Roi d'Espagne 
Bibl. nat. Paris, vol. G. 2920 (Forme lespL 50 à 53 de l'Atlas de 18 10). 

94. Garâbanes. — Gotos de|Garabanes|y de la Barra | Pertenecientes al 
Partido de Gastrotorafe | del Orden de Santiago | Por D. Tomas Lopez [ Madrid 
ano de 178610,17X0,19. 

Dep. guerre Madrid J 10* 2«a, 54. 
(Manuscrit original en couleurs. La carte gravée est sous le même numéro, 
mais porte la date 1787. — Voir aussi : Roas.) 

— Getafe. — Voir plus loin no 127. 

95. Gibraltar. — Mapa topograftco | de los Payses y Gostas que forman el 
Estrecho de Gibraltar | Gon quatro Tablas, para saber por los dias de la | Luna, 
las horas y los minutos de las Mareas | Flujo y Re6ujo de este Estrecho extraor. 
dinajrios de los otros Mares, conalgunas observa | ciones sobre sus corrientes, 
sacadodevarijas memorias impresas y manuscriptas | Por D. Thomas Lopez 
Pensionista de S. M., 1762 |Se hallarâ en la Galle del Ave Maria, casa de 
los naturales, quarto secundo y Trente de S. Bemardo 10,392 X 0,40. 

Bibl. partie, du Roi d'Esp. Brit. Mus. 156. 6. 
Bibl. nat. Paris. G. 2683 et 18440 (10). 

96. — Piano geométrico de la ciudad de I Gibraltar | con las obras nue\Tis que 
han construi | do los Inglesesj los Ataques que empezô el Exercito de Espana 
|en el Mes de Febrero de 1727] y la Lignea que se construiô despues de| 
levantado el sitiojPor D. Tomas Lopez, Pensionista de S. M. Ano de 1762 1 
Se hallarà en Madrid, en la Galle del Ave Maria, cisade| los Naturales, quarto 
segundo y frente de S. Bemardo [0,38 X 0,58. 

Dep. guerre Madrid L. M. 2» i* a 125. 

Brit. Mus 18425 (14). — Bibl. nat. Paris, Archiv. 2362. 

(Avec 2 vues de Gibraltar dans le haut de la carte.) 

97. — Carta de lajBahia de | Gibraltar | Por Don Tomas Lopez 1 Geôgrafo de 
los Dominios de S. M. | MaJrid y Agosto de 1779 [Este se hallarà con todas 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 219 

las obras del autor, el de la Plaza de Gibraltar y el del Estrecho, en Madrid 
en la Galle de las drretas entrando por la Plazuela del Angel, 1 0^39 X 0,43. 
Brit. Mus. 156. 6. Bibl. nat. Paris, C. 2684. 

98. — Piano geométrico de la ciudad de | Gibraltar | con las obras nuevas que 
han construi [ do los Ingleses, nuestras nuevas Baterias, y la Lignea que se 
construiô despues de|levantado el sitio, el ano de 1727 1 Por D. Tomas 
Lopez, Pensionista de S. M. Ano de 178 1 1 Se hallara este con el Estrecho» 
la Bahîa, y todas las obras del autor, en Madrid, calle de las Carretas | o, 59 
X 0,385. 

Bibl. nat. Paris. C. 2685 — Brit. Mus. 156. 6. 

Gomer A (Isla dé la). — Voir : Palma. 

99. Grenade. — Mapa del Reyno de | Granada | G^nstruido sobre las mejores 
y mas modernas memoriasjy DedicadojAl £x»o S. D. Sébastian de la 
Quadra | Llarena y Medrano | Marques de Villarias, Cavallero de la R^ Orn | 
de S. Genaro y de la de Santiago, del Consejo de|S. M. en el Supremo de 
Estado &c{Por Thomas Lopez Pensionista de S. M. (Madrid. Ano de 1761 1 
Se hallarà este con el de las Cercanias y el de Jaen, Calle ancha, Trente el 
monasterio de S. Bemardo y en casa del Autor, calle del Ave Maria, su 
precio es quatro reaies 1 0,78 X o, 385 . 

Bibl. partie, du Roi d'Espagne. Bibl. nat. Paris, Archiv. 2382. 

100. — Parte méridional! de las costas d'Espana | con | Los Reynos de Gra- 
nada | y Andalucia | y poblaciones de los antiguos Reynos | de Cordûa, de 
Sevilla y Jaen | con todos los apellidos antiguos de las Ciudadesj Principales 
para Inteligencia de las Istorias { Sacado el todo de las Memorias mas ciertas | 
que ofrece à la Real Magestad del Rey{Catolico de las Espanas y Indias| 
D. Felipe V. IQjne Dios guarde Muchos anos por su gloria yjfelicidad de 
sus Vasallos. |E1 mas humilde criado de S. M. I. B. Nolin Geôgrafo ord| 
de la Magestad Christianissima | En Madrid. En casa de Thomas Lopez Pen- 
sionista de S. M. C. 176210,84X0,532 

Brit. Mus. 19190. 4 & 72.2. 
Un second titre en français porte : Partie méridionale des côtes | d'Espagne | 
où sont les royaumes de Granade|et d'Andalousie | Avec l'étendue des 
Anciens Royaumes de Cordûa, de Sevilla et de laenjet les noms Anciens 
des principales Villes pour servir { à l'Intelligence de l'Histoire | Dressé sur 
les Mémoires les plus Nouveaux jet Dédié | à Sa Majesté Catholique | 
Philippe V roy d'Espagne V, | Par son très humble et très obéissant serviteur 
L B. Nolin I Géographe ordinaire du Roy| A Paris, Chez le S^ Julien à l'Hôtel 
de SoubisejAvec Privilège du Roy du 25 Janvier 1762. | 

lOi. — Granadae, Cordovae | et Gienensis Régna {ex ThomaLopezii Mappisj 



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220 GABRIEL MARCEL 



coUigavit F. L. Gûssefeld|Norimbergae, apud|Homannianos Heredes A» 
i782|Cum Privilegio S Cxsslt Majest [0,57 X 0,46. 
Brit. Mus. 77.50. 
Le titre courant porte : Charte géographique des Provinces de Granada, 
Cordova et Jaen, dressé sur les Mémoires du Sr T. Lopez par F. L. Gûsse- 
feld à Nuremberg Qiez les Héritiers de Homann, 1782, Avec Priviltge de 
Sa Majesté Impériale. 

X02. — Mapa geografîco del Reyno de | Granada | contiene los partidos de la 
ctudad de Granada | su vega y sierra, el Temple y General de Zafayona, las 
villas, valle de Lecrin | Alpujarras, Adra, estado de Orgiba, estado de Torbîs- 
con, Motril, Almunecar y { Salobrena, Loja, Alhama. Velez-Milaga, Mâlaga, 
quatrovillasdelahoya|deMilaga, Rônda, Marabilla, Guadix, Bdzay Almenaj 
Por Don Tomas Lopez [ Geôgrafo de los dominios de S. M. | del numéro de 
la Real Academia de la Historia { de merito de la de San Fernando | honorario 
de la de Buenas Letras de Sevillajy de las Sociedades Bascongada y de 
Asturias I Madrid ano de 1795. | Se hallard este con todas las obras del autor 
y las de su hijo, en Madrid, calle de Atocha, Trente la casa de los Gremios, 
Tambien hay el Atlas elemental, el Mapamundi y los quatro partes. 1 4 0^^ de 
0,42X0,38. 

Dép. guerre Madrid] io*2« a 12 et 37. Brit. Mus. 156.6. 

Bibl. nat. Paris, vol. G. 2920. (PI. 65 à 68 de l'Atlas de 1810.) 

Acad. de THist. Madrid. 

103. — Mapa geografîco del Reyno de | Granada { contiene los partidos delà 
ciudad de Granada] su vega y sierra, el Temple y gênerai de Zafayona : las 
villas, valle de Lecrin | Alpujarras, Adra, estado de Orgiba, estado de Tor- 
biscon, Motril, Almunecar y | Salobrena, Loja, Alhama, Velez-Mdlaga, quatro 
villas de la hoyajde Mâlaga, Ronda, Marbella, Guadix, Baza, y Almeria| 
Dedicado al Excelentisimo SenorjDon Manuel de Godoyjy Alvarez de 
Faria, Rios, Sanchez, Zarzosa | Duque de la Alcudia | Senor del Estado de 
Atbala I Grande de Espana de primera clase; Regidor perpetuo de la Ciudad 
de Santiago | Cavallero de la Insigne Orden del Toyson de Oro. | Gran Cruz 
de la Real y distinguida Espaiiola de Carlos Tercero : Comendador de 
Valencia del Ventoso, Rivera y Aceu | chai con la de Santiago ] Caballero 
gran Cruz de la Religion de San Juan, Con|sejero de Estado : primer Secre- 
tario de Estado y del Despacho Secretario de la Rey | na nuestra Senora : 
Superintendente gênerai de Correos y Caminos : Proiector de la | Real Aca- 
demia de las Nobles Artes y de los Reaies Gabinete de Historia Natural | 
Jardin Botànico, Laboraiorio Chimico, Observatorio Astronômico : Gentil- 
hombre de Ca | mara con exercicio : Capitan General de los Reaies exercitos : 
Inspector y Sargenio mayor|del Real Cuerpo de Guardias de Corps &&&] - 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 22 î 

Por Don Tomas Lopez, Geografo de los dominios de S. M. del numéro de 
la Real | Acadamia de la Historia, de merito de la de San Fernando, honorario 
de la de | Buenas Letras de Sevilla y de las Sociedades Bascongada y de 
Asturias I Madrid, ano de 1797. | Se hallarà este con todas las obras del autor 
y las de su hijo, en Madrid, calle de Atocha, frente la casa de los Gremios. 
Tambien hay el Atlas elemental, el Mapa Mundi y las quatro partes 1 4 fUes 
de 0,42 IX 0,37. 

(Fait partie de Tatlas de Lopez appartenant à M. Foulché-Delbosc.) 

104. Gaadalajara. — Mapa de la Provincia de Guadalajara | Comprehende el 
Partido de Guadalajara, la tierra | de Jadraque, la de Hita, la de Buitrago, el 
Partido de Siguenza y el de Colmenar Viejo Construido sobre los mejores | 
Mapas impresos y | Manuscritos | Sujeto à las observaciones Astronômîcas | 
Dedicado|Al S D |Por I> Thomas Lopez Pensionista de 
S. M.|o,39Xo,38s. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3«i*b 5. 
(Croquis avancé avec annotations marginales). 

105. — Mapa I de la Provincia de Guadalaxara | Comprehende | el Partido de 
Guadalaxara, la tierra | de Jadraque, la de Hita, la de Bui|trago, el Par- 
tido de Siguenza y el de | Colmenar Viejo, Construido sobre | los mejores 
Mapas Impresos y Ma | nuscritos y sujeto i las observaciones | Astronô- 
mîcas I Dedicado | Al Ex»» S. D. Pedro de Castejon | y Davila, Suarez de 
Mendoza, Borbon, Alvarez | de Toledo, Ponce de Léon, Marques de Vela- 
mazanjy Gramosa, Conde de Coruna, Grande de Espana de | primera 
clase & Ofîcial mayor de { R» Guardias de Corps | Por D. Tomas Lopez | 
Pensionista de S. M. 1 1766. | Se hallarà este en casa del Autor, en Madrid, 
en la Calle de las Carretas, Trente la imprenta de la Gaceta con todas sus 
obras 10,395X0,385. 

Brit. Mus. 1 56.6. Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 
Dép. guerre Madrid, LM. 3«i« b. 2. Bibl. nat. Paris, vol. C 2920. 
PI. 3 de l'Atlas de 1810. Une nouvelle édition de cette carte a été publiée 
en 1819, elle porte : Segunda edicion et se trouve Dép. hydr. Madrid C 129. 

106. Gnadalnpa. — Mapa geogràfico|de las tierras de | Guadalupe | con los 
terrenos inmediatos | Comprehendidos entre los Rios Tajo y Guadianaj 
Dedicado al rmo pe. prior y monasterio | de Santa Maria la Real de Gua- 
dalupe | Por D. Tomas Lopez | Geografo de los dominios de S. M. | Madrid, 
ano de 1781. |Se hallarà este con todas las obras del Autor en Madrid, Calle 
de las Carretas 1 0,44X0, 35. 

Acad. de THist. Madrid. Dép. guerre Madrid J io«2«a22. 

Bibl. partie, du Roi d'Espagne. Dép. hydr. Madrid, C 129. 

Brit. Mus. 156.6. Bibl. nat. Paris C 2676. 

Le ms. original se peut voir Dép. guerre Madrid, LM. 4*1* g 16. 



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222 GABRIEL MARCEL 

107. Guinée. — Carta reducida dcl|Golfo de Guinea|d( 
esta la de Annobon y la de { Fernando del Pô, cedida 
Reyna Fidelisima, en virtud|del Articule XIII del 
Garaniia y | Comercio, concluido entre las dos Cortes en ; 
Por D. Tomas Lopez Geôgrafo de los Dominios de 
con todas las obras del Autor en Madrid, en la Calle < 
por la Plazuela del Angel | o, 39 X o, 3 5 5 . 

Bibl. nat. Paris C 2663. 

108. Guipazcoa. — (Carte de Guipuzcoa, manuscrite a^ 
de Tomas Lopez). ifiic ms«e 0.57 X 0,40. 

Dép. guerre, Madrid, LM. 3*1» c. $4 

109. Mapajde la M. N. Y. M. L. Provinciade Guipuzcoa 
memorias de los Naturales, y sobre { el Mapa de la Ce 
tado I Por los Ingenieros [ Por el Geôgrafo D. Tomas 
S. M. de la Academia de [S. Fernando. |Ano de 1770. | 
con las demas obras del Autor en Madrid, en la ( 
entrando por la Plazuela del Angel 10,39X0,38. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3*1» c. 54. Bibl. partie, d 
Bibl. nac. Madrid. British Muséum 156.6. Bibl. nat. F 
(PI. 89 de Tatlas de 1810.) 

iio. — Mapajde la Provincia de 1 Guipuzcoa | construido 
sus naturales | Por D" Tomas Lopez Geôgrafo que fu( 
S. M. |Se hallarâ este Mapa con las demas obras del Ai 
Galle de { Atocha, entrando por la Plazuela del Angel. 
0,395X0,38. 

Bibl. nac. de Madrid. Dép. hyd. Madrid ( 

111. — Provinciarum | Guipuscoae, Alavas [ et Biscayae. 1 1 
D. Tom. Lopez mappis colligavit & ad astronômicas C 
modavit F. L. Gûssefeld. | Excuderunt Hom. Heredej 
ac Privil. S. C. M. 0,57 X 0,45. 

Bibl. nat. Ge FF. 10162. 
(Le titre courant porte : Carte géographique contei 
Guipuzcoa, de Alava et de Biscaye dressée nouvelleme 
S»^ Tom. Lopez & accommodée sur les observation! 
F. L. G. Publié par let héritiers d'Homann 1800.) 

112. Havane. — Piano de la Ciudad ; y puerto de la ] H; 
Lopez I Geôgrafo de los Dominios de S. M. | Madrid. An 
este en Madrid, con todas las obras del Autor y las de 
de Atocha frente de la Aduana Vieja | o, 3 7 5 X o, 3 5 5 . 

Bibl. nat. Paris, C 2651. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 



223 



115. Iviza. — Mapajde la Isla de j Iviza [ dividido en cinco partes llainâdas | 
quartones | Reducido por el que Levante el Capitan | é Ingeniero ordinario | 
D. Josef Garcia Martinez, ano de 1765. | Por D. Tomas Lopez Geôgrafo de 
los Dominios|de S. M. de las Reaies Academias de S. Fernando | de la 
Sociedâd Bascongada de los Amigos del Pais, | de la de Buenas Letras de 
Se villa { Madrid. Ano de 1778. | Se hallarà este con todas las obras del 
autor en Madrid, en la Calle de las Carretas, entrando por la Plazuela del 
Angel 10,68X0,38. 

Dép. guerre Madrid, LM. i*i«f 5. Brit. Mus. 156.6. Bibl. nat. Paris C 2641. 

Bibl. nat. Madrid. Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 

Le manuscrit de. Lopez se trouve Dép. guerre Madrid, LM. i»i«f 94. 

1 14. Jaen. — Mapa del { Reyno de Jaen { 0,29 X 0,328. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3*i»f 14. 
(Croquis manuscrit de Lopez.) 

115. — Mapa del I Reyno de Jaen | Construido | Segun las mas modemas y 
mejores memorias | Por Thomas Lopez Pensionista de S. M. C.| Madrid, 
Ano de 1 76 1| Se hallarà en Madrid, Calle ancha Trente el Monasterio de 
S. Bemardo y en casa del autor, calle del Ave Maria, esquina de la del 
Olmo en la casa nueva. Su precio es quatro reaies 10,29X0,325. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3*1* f 2. Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 
Brit. Mus. 156.6. Bibl. nat. Paris, Archiv. 2415. 

116. — Mapa geografico | del Reyno de | Jaen | Dividido en los Partidos de | Jaen, 
Baeza, Ubeda, Andujar, Martos y | las Poblaciones de Sierra Morena j Por 
Don Tomas Lopez Geôgrafo de los dominios|de S. M., de las Reaies Aca- 
demiat de San Fernando, de [ la Historia, de la de Buenas Letras de Sevilla 
y|de las Sociedades Bascongada y de Asturias | Madrid, ano de 1787. | Se 
hallarà este, con todas las obras del Autor y de su hijo en Madrid, en la calle 
de Atocha Trente de la Aduana vieja, Manzana 159 n» 3. 0,40X0,37. 

Bibl. nat. Madrid, Bibl. nat. Paris, vol. C 2920. Brit. Mus. 18375. i. 

Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 
PI. 64 de l'Atlas de 18 10. L'original ms. est Dép. guerre Madrid, LM. 
3*i»f I. 

117. Lanzarote. — Mapa | de la Isla de | Lanzarote | Por Don Tomas Lopez | 
Geôgrafo de los Dominios de S. M. |de las Reaies Academias de la | Historia, 
de San Fernando, de la de Buenas j Letras de Sevilla y de la Sociedâd | Bascon. 
cagada de los Amigos del Pais i Madrid Ano 1779. | Se hallarà este con todas 
las obras del autor en Madrid, en la Calle de las Carretas, entrando por la 
Plazuela del Angel 10,595 Xo,38. 

Bibl. nat. Paris, C. 2667. 

— Laredo : Voir Boston de Laredo. 



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224 GABRIEL MARCEL 



1 18. Léon. — Mapa geografîco | de una parte de la Provincia de { Léon |; com- 
prehende el partido, corregimiento, real | Adelantamiento, Jurisdiccion ordi- 
naria, Infantadgo, Vega con|Ardon, las Hermandades, consejos, el Contado 
de Colle I la Merindad de la Cepeda, y la Abadia de Arbas|Por Don Tonus 
Lopez, Geôgrafo de los Dominios de S. M., de | las Reaies Acadcraias de la 
Historia, de San Fernando, de la de | Buenas Letras de Sevilla y de las 
Sociedades Bascongada y|de Asturias Ano de 1786. {Se haUari este con 
todas las obras de su autor y las de su hijo en Madrid, en la Calle de 
Atocha, frente de la Aduana vieja. Manz. 1 59 num. 3. 6 0^^ de 0,41 Xo,36. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3»i«g i. Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 

Brii. Mus. 156.6. Bibl. nat. Paris, vol. C 2920 et FF 3838. 

(Planches 24 à 29 de l'Atlas de 18 10.) 

119. — Legionis, Vallisoleti, Palendae | Tauri et Zamorae [ Provindarum | 
Charta geographica | Ex illis D. Tomas Lopezii collecta | a F. L. Gûssefeld. | 
In lucem édita per Homann Hsered. | Norimbergae, 1802 1 Cum gratia et privil. 
S. CM. 10,78X0,525. 

Nos II et 12 de : Gûssefeld F. L., Atlas von Spanien... ci-dessus décrit. 
Bibl. nat. Paris, Ge FF 10742. 

120. Uerena. — Mapa geografîco dei Partido de L]erena|con la vara de 
Segura de|de (sic) Léon, la de Azuaga, y Pueblosjenagenados de la Orden 
en el mismo | Partido | Por Don Tomas Lopez Geôgrafo de los Dominios de 
S. M. de las Reaies Academiasjde la Historia, de San Fernando, de la de | 
Buenas letras de Sevilla y Sociedad { Bascongada | Madrid, ano de 1762 1 
0,35X0,39. 

Dép. guerre Madrid, LM. i*i* e 27. 
(Dessin original de Lopez.) 

121. — Mapa geografîco del Partido de | Llerena | perteneciente i la Orden de 
Santiago I comprehende el Gobiemo de Llerena, las Varasjde Segura, de 
Léon, Aznaga y Hornacho, Usagre, y el Corregîmiento de Guadalcanal y 
Pueblos|enagenados de la Orden en el mismo Partido, hecho de acuerdo y 
à Costa del Real y Supremo | Consejo de las Ordenes | Por don Tomas Lopez 
Geôgrafo de los Dominios de S. M. | Madrid, ano de 1783 1 0,345 X 0,385. 

Dép. guerre Madrid, LM. 1*1 • e 28. Acad de THist. Madrid. 
Dép. hydrog. Madrid, C 129. 
(Manuscrit original avec la planche gravée, sous le même numéro.) 

122. Louisiane. — La Luisiana | Cedida al Rei N. S. Por S. M. Christianisîma| 
con la Nueva Orléans, é Isla | en que se halla esta Ciudad | Construido sobre 
el Mapa de M"" D'Anville | Por D. Tomas Lopez. En Madrid | ano de 1762. | 
Se hallarâ en la Calle de | Ave Maria, Casa de los Naturalesf 0,395 Xo,40. 

Bibl, nat. Paris, C 2668. 
(Avec un plan de la Nouvelle Orléans dans le haut de la carte.) 



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J 



LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 22 S 

123. Lago. — Mapa gênerai jdei Obispado de | Lugo | Delineado con laposible 
ezactitud ; de|orden de ei Yimo Senor Don Juan|Saenz de Buruaga, Obispo 
y Senor | de dicho Obispado | Ano de 1 768. | Tomas Lopez Sculp. Madrid, 1 768 1 
0,57x0,422. 

Acad. de Thist. Madrid. Dép. guerre Madrid, LM 3»i» i 9. 

124. Madrid (Province de). — Mapa de la Provinda de { Madrid | Comprehende 
cl Partido de Madrid {y el de Almonacid de Zorita | Conscruido por Tomas 
Lopez de Vargas | Machuca, Geôgrafo de los Dominios de S. M. | Madrid, 
anode 177210,56x0,345. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3*2* a 33. 
(Original avec notes marginales.) 

125 . — Mapa I de la Provincia de | Madrid | Comprehende el Partido de Madrid | 
y el de Almonacid de Zorita [ Compuesto Por D. Tomas Lopez de Vargas 
Machuca, Geôgrafo | de los Dominios de S. M. por Real Despacho de la | Aca- 
demia de S. Fernando, y de la Real Sociedad | Bascongada de los Amigos del 
Pais [Madrid ano de 1773. [Se hallarà este con las Provincias particu { lares 
de Espana, el gênerai de ella, el Mapa Mundi, las quatro partes y todas las 
obras|del Autor, en Madrid en la Calle de las Carre | tas, entrando por la 
Plazuela del Angel 1 0,385 X 0,34. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3«2« a i. Dép. hydrog. Madrid, C 129. 

Brit. Mus. 156.6. 

BibL partie, du Roi d*£spagne. Bibl. nat. Paris, archiv. 2386 et vol. C 2920. 

(PL I de l'Atlas de 1810.) 

126. — Mapa gênerai de la Provincia de | Madrid | comprehende su Partido y 
el de Almonacid de Zorita I Por Don Tomas Lopez, ano de 1783 | 
0,17X0,14. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3*2» a 26. 
(Manuscrit original de Lopez.) 

127. — Nous avons relevé une vue du village de Brunete dessinée avec Rafaël 
de Lozoya et avec M. Saenz une vue de Getafe, toutes deux dans la Pro- 
vince de Madrid, ce qui nous fait nous demander si ces deux gravures 
ne devaient pas illustrer la description de la Province de Madrid qui fut 
détruite par T. Lopez. 

Bibl. nat. Paris. Barbier 1461 et 1462. 

ia8. Madrid (Partido de). — Mapa Geografico del Partido de | Madrid | Perte- 
neciente à su Provincia | Por Don Tomas Lopez | Madrid, ano de 1767.] 
0,17X0,14. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3*2» a 24. 

(Manuscrit de Lopez.) 

AEVUE HISPANIQUE. XVI. ,5 



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1 



k 226 GABRIEL MARCEL 

k 

§■ 129. Madrid (Ville de). — Piano de Madrid 1 Por Lopez. 17^710,275X0,10. 

y^ Dans : Guia de forasteros 1758. 

p Acad. de THîst. Madrid. 

f^ 1 30. -^ Piano de Madrid | Reducido por D. Ventura Rodriguez ' Grabado y 

K* Adomado por Lopcz ano de 1 7 5 9. o, 1 9 X o, 1 05 . 

|»2 \ Dans : Guia de forasteros 1759. 

^' Acad. de THist. Madrid. 

^ X5I- — Ano de 1762. Piano de Madrid, Reducido y grabado por T. Lopez y 

i*/: nuevamente corregido por D. Ventura Rodriguez j o, 1 8 X o, 10. 

^^* Dans Kaletidiirio mamial ô guia de forasteros 1765. 

!^f Acad. de THist. Madrid. 

*r 152. — Piano geométrico de ', Madrid ; Dcdicado y prescntado al Re}' Nucstro 

I Senor Don | Carlos III | por la niano del Excelcntisimo SenorlConde de FIo- 

^: ridablanca | su autor don Tomas Lopcz geôgrafo de S. M. ! de las Reaies 

t< Academias de la Historia, de San Fernando! de la de Buenas Letras de 

%' Sevilla y de las Sociedades | Bascongada y Asturias \ Madrid Ano de 1 785 . ; Se 

': hallari este Piano con todas las obrasjdel autor y las de su hijo en Madrid, 

^'' Callc de Atocha, Casa nueva de Sanio | Thomas Quarto principal Num i \ 

fv. 0,93X0,56. 

r^:- Bibl. nac. Madrid Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 

'. Acad. de l'Hist. Madrid. Brit. Muséum 156.6. 

Bibl. nat. Paris B 1646 et 5799(503). 

133. — Piano I del Desaguadero parajel Araphiteatro del Baylejde los Canos 
del Peral ', con el orden que deben observar los Coches que aguardan j T. Lopez 
fecit Madrid 1761 10,285 Xo,27. 

Bibl. nac. Madrid. 

1 34. Madrid (Environs de). — Mapa de las \ Cercanias de Madrid | Dedicado 
al Rey Nuestro Senor [Don Carlos III|Rey dj Espana y de las IndiasjPor 
su mas humilde Vasallo y Pensîonista Thomas Lopez ano de 1761 .' 
0,41 Xo,43. 

Bibl. nat. Paris, archiv. 2384. 

135. — Mapa I de las cercanias de { Madrid | Por D. Thomas Lopez Pensîonista 
de S. M. [En Madrid, Ano de 1763.10,385 X0.39. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3*2* a [7. Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 
Brit. Mus. 156.6. Bibl. nat. Paris C 2686 et archiv. 2385. 

136. — Cercanias de | Madrid [ Por D. Tomas Lopez. | Ha hecho el mismo 
Autor en escala mayor las provincias particulares de Espana 10,14X0,15. 

Acad. de THist. Madrid. 
(Dans : Guia de forasteros de 1789.) 



k. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 227 

137. Majoriiae. — Mapajde la Isla de Maliorca|y de la de Cabrerai se 
tubô présente para la cotnposicion de | este el de { D. Francisco Garma, varios 
manuscritos y particularmente el de el|Tenîente coronel reformado D. Juan 
de I Landaeta, y el mui especial que se levan | tô del puerto roayor y menor 
de I Alcudia { Por D. Tomas Lopez, Geôgrafo de los | Dominios de S. M. por 
Real Dcspachojy de la Academia de S. Fernando. Madrid, anode 1775. | 
Se hallarà este con las demas Prcvincias de Espana, el gênerai de ella, el 
Mapa Mundi, las quatro partes y las demas obras del autor en Madrid, en su 
casa, Plazuela del Angel \ 0,70 X o, 395 . 

Dép. hydr. Madrid. Dép. guerre Madrid, LM i«i« { $, 
Bibl partie, du Roi d'Espagne. Brit Mus. 156.6. Bibl. nat. Paris G 2681. 

(Le ms. de Lopez daté de 1772 se trouve Dép. guerre Madrid LM i*i* 
f.9î) 

138. — Insu larum I Mal lorca & Cabrera | Charta geogràfica | Opéra et studio 
Doniini i Thomas Lopez Régis Hisp. | pra*stantissimi Geographi | Homann 
Heredes excuderunt | Norimbergae i798|Cum Privil. Sac. Cœsar. Maj. | 
0,28X0,43. 

Bibl. nat. Paris C 14798. 

139. Manche. — Provincia de la | Mancha | Donde se comprehenden los Par- 
tidos|de Ciudad Real, Infantes y Alcazar | Compuesta sobre los mejores 
memorias | Impresas y manuscritas, y sujeta à las observaciones Astronômicas | 
Dedicada Al S. D. Joseph Elias Gaona Ponocar | rero, Varona, Arias y 
Rozas, Conde de Valdeparaiso, Marques de Anavete | Mayordomo de Semana 
del Rey | Nro Senor &c. | Por D. Thomas Lopez Pensionisla | de S. M. 1 1 765 . | 
Se hallarà este con las demas obras del Autor | en Madrid en la Galle de las 
Carrelas, frente|de la Imprenta de la Gaceia 1 0,38 X 0,38. 

Bibl. nac. Madrid. Dép. guerre Madrid LM, 2*1 • d 6. Bibl. partie. 

du Roi d'Espagne. 

Brit. Mus. 156.6. Bibl. nat. Paris, vol. G 2920 (PI. 5. de TAtlas de 1810.) 

(Le croquis ms. de Lopez avec annotations marginales se trouve Dép. 
guerre Madrid LM. 2*1* d 10.) 
— Voir aussi plus haut n® 85. 

140. Mappemonde. — Mapa-mundi|o descripcion de | todo el mundojy en 
particular deljglobo terrestre! su jeto à las observaciones Astronômicas | Por 
D. Tomas Lopez, Geôgrafo de | los Dominios de S. M. |de la Academia de 
S.! Fernando. Madrid jano de i77i.|Se hallarà ene con | las quatro partes 
del { Mundo, el Mapa gênerai | de Espana, los Mapas que van | formando 
ei Atlas par | ticular de Espana, | y demas; obras del Autor en Madrid, 
Galle de las Garretas | entrando por la Plazu | cla del Angel | 0,59X0,49. 

Bibl. nat. Paris, Gosselin 61. 



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228 GABRIEL MARCEL 



141. Maroc. — Mapa gênerai | de los Reynos de[Marruecos, Fez, Argel y 
Tunez por D. Tomas Lopez, géografo que fué de S. M. &. { Se liallarà este, 
con el de la Bahia, Vista de Argel, y | todas las demas obras de Lopez en 
Madrid, Galle del | Principe dp 13 frente à la libreria de Mijar|2 fil» de 
0,43 Xo, 38. 

Bibl. nat. Paris. G 2660. 
(L'édition originale (celle-ci est postérieure à la mort de Lopez) nous a 
échappé.) 

142. Martes. — Piano geogrâfico | del Partido de | Martos | perteneciente à la 
orden de Galairava : comprehende el Gobierno de su nombre y las Varas 
de Porcuna, Arjona y Torreximeno | hecho de acuerdo y â costa del Real y 
Supremo Gonsejo de las Ordenes]Por D. Tomas Lopez Geôgrafo de los 
Dominios de S. M. | Madrid, ano de 1785 10,54X0,38. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3*1» f 13. 
(Le manuscrit original prêt pour la gravure se trouve sous le même 
numéro.) 

143. Merida. — Mapa geogrâfico del Partido de | Merida | perteneciente à la 
ôrden de Santiago | comprehende el Gobierno de Merida, las Varas de Mon | 
tanches, Torremocha y Almendralejo, con los Pueblos enajgenados de la 
ôrden en el mismo Partido, hecho de | acuerdo y àcosta del Real y Supremo 
Gonsejo de ks | Ôrdenes | Por Don Tomas Lopez Geôgrafo de los Dominios 
deS. M.| Madrid, ano de 178310,345X0,385. 

Dép. guerre, Madrid LM. i«i« e 25, le manuscrit daté de 1762 se trouve 
sous le no suivant. 

144. Mexique (Golfe da). — Mapa Marîtimo | del Golfo de Mexico |e Islas de 
la America, | para el uso de los Navegantes en esta | parte del Mundo, | 
Gonstruido sobre los mexores memorias y observaciones | Astronômicas de 
Longitudes y de Latitudes. | Dedicado à la cathôlica Magestadde | Don Fer- 
nando VI Rey de Espana, y de las Yndias, | Por sus mas Rcndidos y fieles 
Vasallos | Thomas Lopez y Juan de La Gruz. | Ano de 1755. | 2 fu» de 
0,39X0,555. 

Bibl. nat. Paris. G 2649. 

145. Mexico. — Mapa de las lagunas, | rios y lugares que circundan i | 
Mexico, I Para mayor inteligencia de la Historia y Gonquista de Mexico que 
escribiô Solis | Por Don Tomas Lopez. Madrid, anode 1783. | 0,325 Xo,26. 

Bibl. nat. Paris. G 2673. 
Pour rédition de Solis : Historia de la conquista de MextM parue à Madrid, 
chez A. de Sancha, 1 783-1 784 en 2 vol. in-4. 

146. — Piano geomctrico | de la impérial, nobley leal | Giudadde | Mexico [ 
teniendo por extremo la zanxa | y Garitas del Resguardo de la Real Aduana [ 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 229 

Sacado de Ôrden del Senor | Don Francisco Leandro de Viana, Conde de 
Tepa I Oydor que fué de la Real Audiencia de Mexico | y hoî del Consejo 
y Camara de Indias, | Por D. Ignacio de Castera, anode 1776. | Daleà 
luz Don Tomas Lopez | Geôgrafo de los Dominios de S. M. | Madrid, ano de 
1785. I Se hallari este, con todas las obras del Autor y las de su Hijo, en 
Madrid, en la Galle de Atocha, frente de la Aduana vieja. Manzana 159 
No 3. I 4 flics de 0,472 X 0,39. 

Bibl. nat. Paris. C 2687. 

147. Minorqne. — Mapa de la Isla de | Menorca, { Dividido en los terminos 
de I Alhayor, Ciudadela, Ferrarias, Mahon y Mercadal, | Por Don Tomas 
Lopez, Geôgrafo | de los Dominios de S. M. | Madrid, ano de 1780. | Se 
hallarà este con todas las obras del autor en Madrid, en la Galle de las 
Carretas entrando por la Plazuela del Angel | 0,40X0,37. 

Acad. de THistoire. — Dép. guerre Madrid, LM. i»i«f4. — Bibl. partie. 

du Roi d'Espagne. 

Brit. Mus. 156.6 et 19725.5. — Bibl. nat. Paris G 2656. 

148. — Relacion de lo executado en el desembarco y toma de posesion de la 
isla de Menorca por las armas del Rey . — (Madrid) Imp. de la Gaceta, 8 fii«« 
in-4 et plan gravé par D. Tomas Lopez. 

(Indiqué par Femandez Duro. Armada Espanoîa, t. VII, p. 506.) 

149. — Piano de la Isla de Menorca, | con expresion de las disposiciones 
dadas para el desembarco del Exercito Espanol del mando del Excmo. Sr 
Duque de Grillon ; igualmente que las que no se pudieron executar por la 
contrariedad de los vientos. | 0,43X0,46. 

(Gette pièce sans date et sans adresse fait partie de l'Atlas de Lopez de M. 
Foulché-Delbosc.) 

1 50. Port-Mahon. — Piano del Gastillode | San Felipe | y de sus cercanias, | 
Situado en la entrada de la Ria que bana â Puerto-Mahon, en la Isla de 
Menorca | Por Don Tomas Lopez, Geôgrafo 'de Jos Dominios de S. M. | 
Madrid, ano de 1781. | Se hallarâ en Madrid en casa de su autor, calle de 
l.is Garretas No 21. | 0,43 X 0,37. 

Dép. guerre Madrid LM. i«i« f 68. — Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 
— Brit. Muséum 156.6, 123. — Bibl. nat. Paris, G 2657. 

151. Molina. — Mapa geogràfîco { del senorio de | Molina | comprehende 
los sexmos | del Gampo, del Pedregal, de la | Sierra y del Sabinar, | Por 
Don Tomas Lopez, Geôgrafo de los Dominicos | de S. M. de las Reaies 
Academias de San Fernando | de la Historia, de la de Buenas letras* de 
Sevilla | y de las Sociedades Bascongada y Asturîas, | Madrid, ano de 1785. | 
Se hallarà este ccn todas las obras del Autor y las de su hijo en Madrid, 



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230 GABRIEL MARCEL 



Calle de Atocha, junto al Convento de Santo Tomas, Manzana 159 N. } | 

0,39X375. 

Bibl. partie, du Roi d'Espagne. — British Muséum 1 56.6. 
— Bibl. nat. Paris C 2677. — Le ms. original se trouve Dép. guerre Madrid, 

LM. 2«2« b 6. 

152. Mondonedo. — Obispado | de | Mondonedo | PorD. Joseph Comide. | 
Thomas Lopez sculp<. Madrid ano de 1764, | 0,386X0,29. 

BibL nac. Madrid. — Dép. guerre Madrid LM 3«i« i 11. 
(Paru dans le tome 18 de Florez, Espana sa^rrada, p. i.) 

153. Mnrcie. — Mapa | del Obispado y Reyno de | Murcia, | Dividido | en 
sus Partidos, | Construido { sobre el impreso de Felipe Vidal y Pinilla, y { 
por las memorias particulares remitidas | por los naturales | Por el Geôgrafo 
D. Thomas Lopez, Pensionista | de S. M. y de la Real Academia de | 
S. Fernando. | 1768. { Se hallari este con todas las | obras del Autor en 
Madrid, Calle | de las Carretas frente de la Imprenta de la Gaceta | 
0,38X0,38. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3*2» c 48. & J io«2« a 25. 

(La date a été grattée sur ce dernier exemplaire.) 

— Bibl. partie, du Roi d'Espagne. — Brit. Mus. 156.6. 

— Bibl. nat. Paris, vol. C 2920. (PI. 69 de l'Atlas de 18 10.) 

(Le ms. orig. de cette carte se trouve Dép. guerre Madrid,] io*2«a 61, il 

porte la date de 1766, surchargée 1767). 

154. Navarre. — Mapa del Reyno de | Navarra, | Comprehende las Merindades 
de I Pamplona, Estella, Tudela, Sangùesa, Olite, | Ciudades, Villas, Vallès 
y Cendeas &. | Dedicado al Ilustrîsimo Senor Don Miguel de Muzquiz | 
Marques de Villar de Ladron, Cavallero de la Ôrden de Santiago, S<^cretario 

e I Estado del Despacho Universal de Hacienda, Superintendente General | 
e su cobro y distribucion &c, &c, &c. | Construido sobre el Mapa de D. 
Dsef de Horta y otros | Por D. Tomas Lopez, Geôgrafo de los Dominios de 
. M. I Madrid, ano de 1772. | Se hallarà este en Madrid, con todas las 
bras del Autor, | en la Calle de Carretas, entrando por la Plazuela del 
ingel I 4 ni« de 0,38X0,39. 

)ép. guerre Madrid, LM. 4*1» a i et 67. — Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 

— Brit. Mus. 156.6. — Bibl. nat. Paris vol C 2920. 

(PI. 84 à 87 de l'Atlas de 1810.) 

. — Mapa del Reyno de | Navarra, | comprehende las Merindades de 
'amplona, Estella, Tudela, Sangùesa, Olite, las Ciudades, Villas, Vallès y 
lendeas | Construido sobre cl Mapa | de D. Josef Horta y de | los Pirineos 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 23 1 

de M. Roubsel, varios manuscritos. Dedicado al Yimo Por el Geôgrafo 
D. Tomas Lopez 0,81 XojS. 

Dép. guerre Madrid, LM. 4«i« a 65. 
(Manuscrit de la carte de 1772. Le titre est placé dans la marge avec des 
corrections manuscrites). 

1 56. NouTelle Angleterre. — Mapa geografico | que comprehende la | 
Nueva Inglaterra | Nueva York, Nueva Jersey, | Pensilvania, Maryland y | 
parte de la Virginia, | Por Don Tomas Lopez. | Madrid, ano de 1778. | Se 
hallari este con todas las obras del autor en Madrid, en la Galle de las Ca- 
rretas, entrando por la Plazuela del Angel. | 0,385 X 0,3 95. 

Bibl. nat. Paris. Gosselin433. 

157. Nouvelle Espagne. — Mapa geogrdfico de una parte de | Nueva 
Espana | donde se describe el camino de | Cortès desde su desembarco en la 
Antigua | Vera Cruz hasta Mexico para leer la historia | que escribiô Solis de 
estaConquista | Por Don Tomas Lopez | GeôgrafodelosDominiosdeS. M. | 
Madrid, ano de 1783. | 0,32 X 0,285. 

Bibl. nat. Paris. C 2670. 
Pour Solis. Historia de la conquista de Mexico, Madrid, imp. de D. Anto- 
nio de Sancha, 1 783-1 784^ 2 vol. in-4. 

158. Ocaîia. — Mapa geografico | del Partido de | Ocana | perteneciente i. 
la I ôrden de Santiago | comprehende el Gobiemo de | la misma villa | y las 
varas del Gampo de Griptana { Gorral de Almaguer, Dosbarrios, el | Q^iin- 
tanar Pedro Munoz, Tomelloso, y Villaesciisa de Haro, hecho de acuerdo | 
y i Costa del Real y Supremo Gonsejo | de las Ordenes, | Por Don Tomas 
Lopez, Geôgrafo de los Dominios de S. M. | Madrid | ano de 1784 | 
0,343X0,382. 

Dép. hydrog. Madrid. Bibl. nac. Madrid. — Dép. guerre Madrid LM. 4«i«g 18. 
(Le ms. original est sous le même n»). 

1 59. Orense. — Mapa | de el Obispado de | Orense | delineado | Por D. Josef 
Gomide | vecino de la Giudad de la Goruna, | 1763 { Th. Lopez sculp. 
Madrid, 1763. | i fli« 0,38X0,23. 

T. XVII, p. 1 de Florez. Espana Sagrada... 

Oriedo. Voir Astnries. 

160. Païen cia. — Mapa | geogrdfico de la Provincia de | Palencia | que com- 
prehende toJos sus valles y jurisdicciones, | Dedicado Al Ex«o Sr D. Diego 
Fernandez de Velasco, | Enriquezde Guzman, Lopez Pacheco, Tellez Giron, 
Gomez de Sando | val, Duque de Prias, Gonde de Alba de Liste, Marques 
de Belmon | te, Senor de Arnedo, de los Siete Infantes de Lara, de Herrero 
de I Riopisuerga &c, Grande de Espana de Primera Glase, Gaballero | Gran 



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252 GABRIEL MARCEL 



Cruz de la Real distinguida Ôrden de Carlos III y | Gentilhombre de 
Caraara de S. M. con exerci | cio. | Por Don Tomas Lopez, Geôgrafo | de 
los Dominios de S. M., de las Reaies | Academias de la Historia, de San 
Fernando. | de la de Buçnas letras de Sevilla y de la Sociedad Bascongada { 
de los Amigos del Pais. | Madrid, ano de | 1782 | Se hallarâ este con todas 
las obtas de su Autor, en Madrid, en la calle de las Carretas, entrando por la 
Plazuela del Angel | 2 fli« de o, }8 X o, 5 1 5 . 

Dép. guerre Madrid, LM 4«i« c i. — Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 

— Brit. Mus, 156.6. — Bibl. nat. Paris vol. C 2920. 

(Forme les pi. 36 et 37 de TAtlas de 1810.) 

(Le ms. original se trouve Dép. guerre Madrid, LM. 4«i« c 21.) 

161. Palma. — Mapa | de la Isla de la | Palma, | Por Don Tomas Lopez. [ 
Madrid, ano de 1780. | Se hallarâ este con todas las obras del Autor en 
Madrid, en la Calle de las Carretas, entrando por la Plazuela del Angel. | 
0,40X0,37. 

Bibl. nat. Paris. C 2665. 
(Sur la même feuille se trouve la carte de Fîle de la Gomera.) 

Pithyuses (îles). Voir : Baléares. 

162. Plasencia. — Mapa geogràfîco | del Obispadode | Plasenda | que com- 
prehende | el Partido de su nombre, las vicarias de | Trujillo. Bejar, Mede- 
llin, Jaraicajo, Jaraiz y Cabezuela, | y tambien la abadia de Cabanas. | Por 
D. Tomas Lopez, Geôgrafo de los dominios de S. M. | del numéro de la 
Academia de la Historia, de la de S. Fernando | y de otras. | Madrid, ano de 
1797. I Se hallarâ este con todas las obras del autor, y las de sus hijos, en 
en Madrid, calle de Atocha, frente la casa de los Gremios, | 2 ni«s de 
0,41x0,345. 

Acad. de l'Htst. Madrid. — Brit. Mus. 1 56.6. 

163. Ponferrada. — Mapa geogrâfîco | del Partido de | Ponferrada | que 
suelen llamarregularmente | Provincia del Vierzo, | tambien comprehende la 
gobemacion de | Cabrera y los Concejos de Laciana, Ribas del Sil de | 
arriba y de abaxo, siendo todos partes de la Provincia de Léon, | Por Don 
Tomas Lopez, Geôgrafo de los Dominios de S. M. de las Reaies | Academias 
de la Historia, de San Fernando, de la de Buenas Letras de Sevilla | y de 
ias Sociedades Bascongada y de Asturias. | Madrid, ano de 1786. | Se 
hallarâ este con todas las obras del autor, y las de su hijo en Madrid, en 
la calle de Atocha, frente de la Aduana vieja, M. 159 N. 3 | 2 fii« de 
0,44X0,31. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3«i« g 2. — Brit. Mus. 156.6. 

— Bibl. nat. Paris, vol. C 2920. — Bibl. partie, du Roi d*Espagne. 

Forme les PI. 30 et 31 de T Atlas de 1810. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 233 

164. Poriagal. — Mapa | del Reyno de | Portugal, | construîdo | segun las 
mas modernas memorias, Por | D. Thomas Lopez, Pensionista de S. M. | 
Madrid Aiio de 1762. | Se hallarà Calle del Ave Maria | en la casa de los 
Naturales | y frente de S. Bemardo | 0,298 X 0,398. 

Dép. Hydrog. Madrid C 129. 
— Voir aussi : Atlas geografico | de Espana... 18 10. 

165. — Collecçao de pequenas chapas, provincias de Portugal e Hespanha 
por D. T. Lopez. 

Recueil indiqué sous le no 29 de G. Pereira : Catalogue des cartes géo- 
graphiques conservées dans la Bibliothèque d^Evora, publié dans le Boletim 
da Socifdade degeo^raphia de Lisboa, 1896, pp. 379-383. 

166. — Mapa gênerai | del Reyno de | Portugal | comprehende sus provin- 
cias, I corregimientos, oidorias, proveedurias, concejos, cotos &c. | dedicado 
al Ilustrisimo senor | Don Pedro Rodriguez Campomanes | Caballero de la 
distinguida Orden de Gurlos III, | Del Consejo y Camara de S. M. | Director 
de la Real Academia de la Historia 8cc, | Por Don Tomàs Lopes, | Gedgrafo 
de los Dominios de S. M., de sus Reaies Academias de la I Historia, de 
S. Fernando, de la de Buenas letras de Sevilla y | de la Sociedad Bascongada 
de los Aniigos del Pais. | Madrid, ano de 1778. | Se hallard este con todas 
las obras del autor, en Madrid, en la Calle 'de las Carretas, entrando por 
la Plazuela del Angel. | 8 fU« de 0,36X0,40. 

Brit. Mus. 156.6 (134). — Bibl. nat. Paris Ge FF 561 et vol. C 2920. 
(Forme les pi. 91 à 98 de l'Atlas de 181 o; il a été publié de cette carte une 
réimpression postérieure à 181 1 Ge C 3401.) 

167. — Regni Portugalliac Provincias très septentrionales | Beiram, Trans- 
montanam & | Interamniam | ex novissimis Tabulis D. T. Lopez in | 
lucem ederunt Homann. Haered. 1800. 0,45X0,57. (En tête le titre courant 
porte Carte géographique de les trois Provinces septentrionales de Por- 
tugal, savoir Beira, Tras los Montes & Entre Douro-Minho. | Nouvellement 
dressée selon les Chartes du S»- D. T. Lopez par F. L. G. (Gûssefeld) 1800.) 

Bibl. nat. Paris C 4013 et FF. 10742. 

168. — Provincias méridionales | Regni Poriugalliae, scilicet | Extremadura, 
Trans | tagana, quibus | Regnum Algarbix adiun | gitur ad emendatiora 
Exem I plaria D.-T. Lopez curaverunt | Homann Haered. | 1800. | 0,455 X 
0,565. 

(Le titre courant porte : Les provinces méridionales de Portugal savoir, 
Estremadura, Alentejo et Algarbe, Dressée nouvellement par F. L. Gûssefeld 
Tan 1800. I ) 

Bibl. nat. Paris Ge FF 10742. 



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234 GABRIEL MARCEL 



169. Pnerto-Rico. — Piano de | Puerto-Rico, dale à luz | Don Tomas 
Lopez I Geôgrafo de los Dominios de S. M. | Madrid, ano de 178$. | Se 
hallard este con todas las obras del Autor y las de su Hijo en Madnd, en \m 
calle de Atocha, Frcntedela Aduanavieja, Manz 159 Num. 3. | 0,37X0,56. 

Bibl. nat. Paris, G 2642. 

170. Quito. — Piano delà ciudad de Qpito, situada en 13' y 20" de latitud 
méridional | y en los 80045' de longitud occidental | Contados desde ei 
Meridiano de Paris | correspondiente al de Tenerife en 62028 ' por D. Tomas 
Lopez. I Madrid, ano de 1786, | Se hallarà este con todas las obras del Autor 
y las de su Hijo en la Calle de Atocha, Trente de la Aduana vieja, M. 159 
no 3 I 0,40X0,36. 

Bibl. nat. Paris G 2648. 

171. Reynosa. — Mapa | geogrâfîco del | Partido de | Reynosa, | uno de los 
très de la provin | cia de Toro, | Gomprehende sus Hermandades, el Valie 
Real I de Valderedible y Gonsejos, | Por Don Tomas Lopez, Geôgrafo de 
los Domi I nios de S. M. | de sus Reaies Academias de la Historia, de San | 
Fernando, de la de Buenas letras de SeviUa, y de la Sociedad Bascongada, | 
Madrid, ano de 1785. | Se hallarà este con todas las obras del autor y las de 
su hijo en Madrid, Galle de Atocha, esquina de la Goncepcion, casa nueva 
de Santo Tomas, quarto principal, Manzana 159 n© 3 | 0,40X0,38. 

Acad. de THist. de Madrid. — Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 
— Dép. guerre Madrid, LM. 4«i« c 32. — Brit. Mus. 156.6. 
— Bibl. nat. Paris vol. G 2920. 
(PI. 40 de l'atlas de 1810. — Le manuscrit original est Dép. guerre 
Madrid, LM. 4«i« i 23). 

172. Rio Grande de San Pedro. — Piano de la entrada del | Rio Grande 

de San Pedro { situado en la costa N. E. dd Rio de la Plata | en 320 
de Latitud y en 325045 de longitud contada desde el | Meridiano de Tenerife 
I PorD. Tomas Lopez. | Madrid, ano de 1777. | Se hallarà este con todas 
las obras del Autor en la Galle de las Garretas | 0,405 Xo,32. 
Bibl. nat. Paris. G 2645. 

173. Rioja. — Mapa de la | Rioja | Dividida { en Alta y Baja | Gon la parte 
de la Sonsierra, que Uaman { comunmente Rioja Alavesa, { Gonstniido por 
las memorias de los naiurales, | Por el Geôgrafo D. Tomas Lopez, Pensîo» 
nista de | S. M., de la Academia de S. Fernando | 0,40X0,38. 

Dép. guerre Madrid, LM. 3«i« i. i. — Bibl. nac. Madrid. 

— Bibl. nat. Paris. G. 2678. 

(Dans le coin supérieur droit, se lit le n© 14.) 

174. — Mapa de la | Rioja | DividiJa | en Alta y Baja | con la parte de la 



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J 



LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 235 

Sonsierra, que llaman | comunmente Rioja Alavesa, | Construîdo por las 
roemorias de los naturales, | Por el Gedgrafo D. Tomas Lopez, Pensionbta 
de S. M. de la Academia de S. Fernando. | Madrid ,Ano de 1769. | Se hallarâ 
este con los que bayan saliendo en Madrid en casa del Autor, calle de las 
Carretas | entrando por la Plazuela del Angel. | 
Brit. Mus. 156.6. 

17$. Roas. — Qytos de | Roas | Crescente | y Quintela, | Pertenecientes al Partido 
de Castrotorafe | del Ôrden de Santiago — Cotos de Rocha de Narla y 
Villar de Donas | Pertenecientes al Partido de Castrotorafe del Ôrden de 
Santiago — Cotos de Garabanes | y | la Barra | Pertenecientes al Partido de 
Castrotorafe por Don Tomas Lopez, | Madrid ano de 1787 | — Cotos de 
Codosedo I Villar de Santos y San Munio | Pertenecientes al Partido de 
Castrotorafe del Ôrden de Santiago | 0,336X0,38. 
Dép. hydrog. Madrid C 129. 
(Le ms. daté de 1786 de ces petites canes est Dép. guerre Madrid J 10*2* 
a 54.) 

176. Rocha de Narla. — Cotos de | Rocha de Narla | y | Villar de Donas | 
Pertenecientes al Partido de Castrotorafe | de Ôrden de Santiago | por 
D. Tomas Lopez aiio de 1787. 

Dép. guerre Madrid J io«2* a 54. 
(Le ms. porte le même numéro. Partie du n» précédent.) 

_ Sacramento. — Voir : Colonia del Sacramento. 

177. Salamanqae. — Mapa geogràfico | de laProvincia de | Salamanca | en el 
que se distinguen sus Partidos | Qyartos, Scxmos, Rodas, Campos, Consejosl 
y las Villas Sueltas, | Dedicado Al Ex«o Sr. D. Joseph Alvarez de Toledo y 
Gonzaga, | Duque de Alba, de Médina Sidonia &c, Marques de Villafranca 
&c,- Conde | de Oropesa &c. Pnncipe de Patemô & Adelantado y Capitan 
mayor del | Reyno de Murcia, Alcayde perpetuo de los R« Alcazares de 
Sevilla, | Cordova, Moxacar, Murcia, Lorca, de la Fortaleza de Ponferrada | 
y de los R» Alcazares de Toledo, Condestable y Concilier Ma | yor del 
Reyno de Navarra, Gran Canciller y Registrador | Perpetuo de las Indias, 
Caballerizo Mayor Perpe | tuo de las R» Caballerizas de Cordoba &c. Grande 
de Espana de primera clase y Gentil | hombre de Camara de S. M. con 
exercicio. | Por Don Tomas Lopez, Geôgrafo de los | Dominios de S. M., 
de las Reaies Aca | demias de la Historia, de S. Fernando | de la de Buenas 
Letras de | Sevilla y de la Sociedad | Bascongada. | Madrid, ano de 1783. | 
Se hallarà este con todas las obras del Autor, en Madrid, en la Calle de las 
Carretas. | 4 fî*«« de 0,44 X 0,39. 

Bibl. nac. Madrid. — Dép. guerre Madrid LM. 4«i« d i. 



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236 GABRIEL MARCEL 



Brit. Mus. 156.6. — BiW. nat. Paris, vol. C 2920. Bibl. partie. 

du Roi d'Espagne. 

(PI. 46 à 49 de l'Atlasde 1810.) 

(L'original ms. est Dép. guerre Madrid LM. 4«i« e i.) 

178. — Cliarta | Provinciam | Salamantîcam | hispanice Salamanca, exhibens,J 
ex illis D. T. Lopezii reducta | a F. L. Gùssefeld | lu lucem édita per 
Homann | Hseredes 180, | Cum Gratia et priuil S. C. M. | 0,54X0,46. 

Bibl. nat. Paris Ce FF 10742. 
PL 13 de : Atlas von Spanien in XXVI Blattern. Voir ci-dessus au mot 
Espagne. 

179. San Mateo. — Mapa | geogràBco | del Gobierno de { San Mateo | 6 el 
Maestrado Viejo, | Perteneciente â la Ôrden de Montesa | hechodeacuerdo 
y à Costa del Real y Supremo Consejo | de las Ordenes | Por Don Tomas 
Lopez, Geôgrafo de los Dominios de S. M. | Madrid, ano de 1786 | 
0,342X0,38. 

Bibl. nac. Madrid. — Dép. hydrog. Madrid C 129. 
Dép. guerre Madrid LM. 2«i« c 16. 

— San Pedro. Voir : Rio Grande de San Pedro. 

180. Santa Catalina. — Piano de la Isla | y puerto de Santa Cataiina { 

situado en la America méridional { Hallase du Puerto en la Ponta del 

Norte, en 27 | grados 26 minutes de Latitud Austral y en 327 grados 36 

minutos de Longitud contada desde el | Pico de Tenerifc Sacado por el extracto 

que hizô estampar el ano | pasadode 1776 D. Cristoval Del Canto : habiendo 

tenido esté el que formô el ano de 1757 D. Este | van Alvarez del Fierro en 

punto mayor, | Por D. Tomas Lopez. Madrid, ano de 1777. | 0,47X0,39. 

Bibl. nat. Paris C 2644. 
» 

181. Santo Domingo. — Piano de la plaza y ciudad de | Santo Domingo, 

capital delà Isla Espanola, | Por D" Tomas Lopez, Geôgrafo de los Dominios 
de S. M. Madrid, aiîo de 1785. | Se hallarà este con todas las obras de su 
Hijo en Madrid, en la Galle de Atocha, casa nueva de Santo Tomas, frente 
de la Aduana vieja Manz 159 no 3. | 0,40X0,40. 
Bibl. nat. Paris. C 2634. 

182. Santo Domingo de la Calzada. — Mapa geogrdfîco | que ccmprehende 
el Partido de | Santo Domingo de la Calzada y el de | Logrcno | correspon- 
dientes à la Provincia de Burgos | Por Don Tomas Lopez, Geôgrafo de los 
Dominios de S. M. de las | Reaies Academias de la Historia, de San Fer- 
nando, de la de Buenas | Letras de Se villa y de las Sociedades Bascongaday 
de Asturias. | Madrid, ano de 1 787 | Se hallard este con todas las obras del 



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J 



LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 2^J 

Autor y las de su hijo, en Madrid, en la Calle de Atocha frente de la 
Aduana vieja. Manz 159 num. 3 | 0,41 Xo,37. 

Bibl. partie, du Roi d'Espagne. — Brit. Mus. 156.6. 
Acad. de THist. Madrid. — Bibl. nat. Paris vol. C 2920. 
Dép. guerre Madrid LM 3»i« i 10. 
(Le ms. original est sous le même numéro.) 

(PI. 14 de r Atlas de 18 10.) 

183. SégOYie. — Mapa | delà Provinciade | Segovia, | Dedicado | Ai Sereni- 
simo Senor Don | Luis Antonio Jayme | Infante de Espana, | Coraprehende 
el Condado de Chinchon, Los Partidos de Yscar | Penaranda, Pedraza, 
Fuentiduena, Riaza, Coco, Ayllon, Maderuelo | Montijo, Fresno y Aza, los 
Sexmos de S. Martin, Cabezas, Valcorva, Lozoya, Montemayor, Trinidad, 
S» Eulalia, S. Lorenzo, S. Millan | Casarrubios, Posaderas, Ontalvilla, Naval- 
manzano, y la Mata, | los Ochavos de Cantalejo, la Sierra y Castillejo, 
Pradena | y Bercimuel y las Tesorerias de Cuellar y de Sepulbeda. | Com- 
puesto con las niejores memorias de los naturales, { Por Don Tomâs Lopez 
de Vargas Machuca, Geôgrafo de los Donrinios de S. M. por | Real 
Despacho, de la Academia de S. Fernando y de la Real Sociedad | Bascon- 
gada de los Amigos delPais. | Madrid, Anode 1773, | Se hallaraeste con las 
demas Provincias de Espana, el General de ella, el Mapa-mundi, las quatro 
panes y todas las obras del autor, en Madrid, en su casa, Plazuela del Angel | 
4 ni«» de 0,40X0,37 (En cartouche le Contado de Chinchon.) 

Bibl. partie, du Roi d'Espagne. — Dép. hydrog. de Madrid C 129. 

Brit. Mus. 156.6. — Bibl. nat. de Paris vol. C 2920. 

Dép. guerre Madrid LM. 4«i« f i et 17. 

(PI. 19 à 22 de l'Atlas de 18 10.) 

184. — Segovise et Avilse | Provinciarum | Charta geographica | ex illis D. 
Tom. Lopezii | coUecu | a F. L. Gûssefeld | in lucem ediu per Hom. 
Haered. | 1799 | Cum Priv. S. Cass.Maj. | 0,56X0,445. 

Bibl. nat. Paris Ge FF 10742. 
(Voir ci-dessus au mot Espagne.) 

185. Sogara. — Mapa | geogrifico del | Partido de | Segura | de la Sierra, | 
Comprehende la vara de su nombre, | hecho de acucrdo y àcosta del Real 
y I Supremo Consejo de las Ordenes | Por Don Tomas Lopez, Geôgrafo de 
los dominios de S. M. ano de 1784 | 0,34X0,215. 

Dép. guerre Madrid LM. i«i« e 24. 
(Le ms. original de Lopez se trouve sous le même numéro. ) 

186. Serena. — Mapa geogrifico del | Partido de Villanueva delà | Serena, | 
Pertenedcnte i la Ôrden de | Alcàntara, | Comprehende el Gobierno de su 
nombre, hecho de acuerdo y àcosta del Real y Supremo Consejo de las 



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238 GABIREL MARCEL 



Ordenes. | Por Don Tomas Lopcz Gcôgrafo de los Dominios de S. M. | 
Madrid, ano de 1785 | ifi^ manuscrite. 0,35 Xo,39. 
Dép. guerre Madrid LM. i«i« e. 28. 

— Sérille (R"« de). — Voir : Andalousie. 

187. Séville. — Piano | geométrico de la cîudad de | Sevilla, | Dedicado Al 
Excelentibimo S*.nor | Don Pedro Ix)pez de Lerena | Caballero del Ôrden 
de Santiago, Regidor perpetuo de la Ciudad de Cuenca, | del Consejo de 
Estado de S. M. Gobemador de Hacienda y sus Tribunales, Secretario de | 
Estado y del Depascho universal de Hacienda, Superintendente gênerai del 
Cobro y | distrioucion de ella, y de las Reaies Fibricas y Casas de Moneda, 
Présidente delas Juntas | de Comercio, Jurosy Tabaco &c, | Por Don Tomas 
Lopez de Vargas y Machuca, Geôgrafo de los Dominios de S. M. por Real 
Decreto, | del Numéro de la Academia de la Historia, de la de San Fernando, 
de la de Buenas Letras | de Sevilla y de las Sociedades Bascongada y de 

> Asturias, I Madrid, anode 1788. | Sehallarâeste con todaslasobrasdelaator 
en Madrid, calle de Atocha, frente de la Aduana vieja. Manzana 159 
numéro 3. | 6 £"« de 0,345 — 0,43. 
Bibl. partie, du Roi d'Espagne. — Dép. guerre Madrid LM. 4«i«f 18. 
Brit. Mus. 156.6. — Bibl. nat. Paris C 2680. — Bibl. nac. Madrid. 
On y joint 2 fUcs in-fol. à 4 colonnes ayant pour titre : Indice de lo mas 
notable de este piano. 

188. Soria. — Mapa geogràfico | de la Provincia de | Soria | que comprehende 
el Partido de su nombre, dividido | en cinco Sexmos, las Tierras, Villas y | 
Granjas eximias. | Por Don Tomas Lopez | Geôgrafo de los Dominios de 
S. M. I de las Reaies Academias de la Historia, de San Fer | nando, de la de 
Buenas letras de Sevilla y de | la Sociedad Bascongada. | Madrid, ano de 
1783. I Se hallarâ este con todas las obras del Autor en Madrid, en su casa, 
Calle de Atocha, esquina de la Concepcion Geronima, casa nueva de Santo 
Tomas, quarto principal. Manzana 159 n© 3 | 4 file» de 0,43X0,42. 

Bibl. nac. Madrid. — Acad. de THist. de Madrid. — Bibl. partie, 
du Roi d'Espagne. 

— Dép. guerre Madrid LM. 4«i« f 16. — Brit. Mus. 156. 6. Bibl. nat. Paris. 

vol. C 2920. 
(PI. 15 à 18 de TAtlas de 18 lo. — Le ms. originales! I>ép. guerre Madrid 
même no.) 

189. — CharM geographica | Provinciam Soriam | comprehendens Terri- 
torium (Partido) Soriae in quinque 5>extulos, Terras, Vicos | et prœdia 
exemta exhibens. | Ex illis D. F. Lopezîi colligavit | F. L. G. | Norimbergse, 
Homanniani HxTcdes | ederunt 1801. |Cum Gratia et Privil. Sac. Cses. Maj. | 

0,59X0,45. 

Bibl. nat. Paris Ge FF 10742. 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 239 

■ m ■ , ■ , ■ 

Dans la partie inférieure, dans un cartouche se trouve la carte de Minorque. 
PI. 9 de Atlas von Spanien in XXVI Blàttem ...von F. L. Gûssefeld. 
(Voir ci-dessus au mot Espagne.) 

Torceres (îles). — Voir : Açores. 

190. Terre Sainte. — Carta de la | Tierra Santa | de los Hebreos 6 de los 
Israelitas, | Dividido segun el ôrden de Dios entre las doce Tribus descen- 
dientes de los doce | hijos de Jacob, es à. saber : de la otra parte del 
Jordan dos porciones senaladas à \ los Tribus de Ruben y de Gad, y média 
à los hijos de Manases | de esta parte del | Jordan una porcion al Tribu de 
Juda, una al de Ephrain, média à los hijos de | Manases, siete porciones 
que por suerte caieron à los Tribus de Benjamin, Simeon, | Zabulon, Issachar, 
Aser, Nephtali y Dan : las Villas que en cada Tribu se dieron | para la 
demora de los de la Tribu de Levi, y las seis Villas de Refugio. | Compuesto 
por la Sagrada Escritura, por D. Tomas Lopez de Vargas Machuca, geô- 
grafo de los | Dominios de S. M. por Real Despacho, de la Real Aca- 
demia de S. Fernando, de la Real Sociedad Bascongada de los | Amigos del 
Pais y de la Real Academia de Buenas Letras de Sevilla. Madrid. | ano de 
1774. I Se hallari este con el Mapa-mundi, las quatro partes, el General de 
Espana, las pro | vincias particulares de ella, y demas obras del | Autor, en 
Madrid, en la Galle de las Garretas | entrando por la Plazuela del Angel | 
0,58X0,46. 

Bibl. nat. Paris, Gosselin 1161. 
(Avec un cartouche pour la terre de Ganaan). 

191. Tolède. — Mapa | de la Provincia de | Toledo, | coraprehende los Par- 
tidos de I Toledo, Alcala, Ocana, Talavera | y Alcazar de San Juan, | Gon- 
struido sobre los Mejores Mapas impresos y | manuscrites y sobre las notîcias 
de los naturales, | Por el Geôgrafo D. Tomas Lopez, Pensionista | de S. M., 
de la Academia de S. Fernando, | 1768. | Se hallarâ este con todaslas obras 
del Autor, en Madrid, en la Galle | de las Garretas, Trente de la imprenta de 
la Gaceta | 0,40X0,39. 

Bibl. nac. Madrid. — Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 

Brit. Mus. 156.6. — Bibl. nat. Paris vol. G 2920. 

(PI. 2 de TAtlas de 1810.) 

192. — (Gurte manuscrite delà Province et Archevêché de Tolède, avec addi- 
tions en marge de. deux encres différentes, par T. Lopez) 0,39X0,39. 

Dép. guerre Madrid J io*2« a 15. 
(Ge n'est pas le manuscrit déBnitit). 

193. — Mapa gcogràfico del ArzobispaJo | de Toledo | que contiene las dos 
grandes vicarias { générales de Toledo y Alcala, divididos en sus Partidos | 



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240 GABRIEL MARCEL 



y asiniismo las vicarias llamadas de Partido. | Dedicado | Al Etnmo y Exctno 
Sr D. Francisco | Antonio cardenal de Lorenzana, Arzobispo | de Tolède, 
Primado de las Espanas, Concilier Mayor de Castilla. | Capellan Mayor de 
la Real Iglesia de San Isidro de Madrid, | Caballero Prelado Gran Cruz de 
la Real y distiguinda Ôrden | Espanola de Carlos III, del Consejo de S. M. 
&c, &c, I Por Don Tomas Lopez de Vargas y Machuca | Ge6grafo de los 
Doniinios de S. M. Por Real Decreto, del | Numéro de la Academia de la 
Historia, de Merito de la de | San Fernando, Honorario de la de Buenas 
Letras de Sevilla | y de las Sociedades Bascongada y Asturias. | Madrid, Ano 
de 1792. I Se hallarâ este con todas las obras del autor, y las de su hijo, en 
Madrid, calle de Atocha, casa nueva de Santo Tomas,'frente de los Gremios, 
Num. 3 quarto principal, | 4 fl^c» de 0,40X0,38. 

Bibl. partie, du roi d'Espagne. — Bibl. nac. de Madrid 
Brît. Mus. 156.6. 

194. Toro. — Mapa | gcogràfico del Partido | de Toro | por Don Tomas 
Lopez, I Geôgrafo de los Dominios de S. M. | de las Reaies Academias de la 
Historia | de San Fernando, de la de Buenas | Letras de Sevilla y de la | 
Sociedad Bascongada. | Madrid, ano de 1784. | Se hallard este con todos los 
de Espana, demas obras de su autor, y las de su hijo, en Madrid, en la CaUe 
de las Atsha (sic) \ 0.39 X 0,37. 

Acad. de THist. Madrid. — Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 

Brit. Mus. 1 56.6. — Dép. guerre Madrid LM. a«i« i 2. 

(L'original prêt pour la gravure est Dép. guerre Madrid LM 4*1 « i 26.) 

Bibl. nat. Paris vol. C 2920. 

(PI. 38 de l'Atlas de i8io.) 

195. Tras los Montes. — Mapa | de la Provinciade Tras-los-Montes, | Con- 
struido I segun las mas* modemas memorias, | Por D. Thomas Lopez, Pen- 
sionista de S. M. | En Madrid, Trente de S. Bemardo, 1762. | 0,285 X 0,34. 

Dép. hydrog. Madrid C 129. 

196. Tudela. — Mapa geogràfico | del nuevo Obispado de | Tudela. | Dedi- 
cado Al Ilustrisimo | Senor Don Francisco Ramon de Larumbe, | Primer 
Obispo de esta Diocesis. | Por Don Tomas Lopez, Geôgrafo de los Dominios 
de S. M. I Madrid, ano de 1785. | Se hallari con el Piano de la Ciudad de 
Tudela, las obras del autor y las de su hijo, en la Calle de Atocha, casa 
nueva de Santo Tomas. m. i59.n. 3 || 0,39X0,37. 

Bibl. partie, du Roi d'Esp. — Brit. Mus. 156.6. 

Bibl. nat. Paris C 2679. 

(L'original, en assez mauvais état, est Dép. guerre Madrid LM. 4«i«a 62.) 

197. Tudela (ville), — Piano de | Tudela | Por D. Tomas Lopez. | Madrid, 



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LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 24 1 

ano de 1785, | Se hallard estecon el del obispado de Tudela, todas las obras 
del Autor y las de su Hijo, en Madrid, Calle de Atocha, junto al Convento 
de Santo Tomas. | 0,32X0,30. 

Bibl. nat. Paris C 2679. — Brit. Mus. 1 56.6, 
Bibl. partie, du Roi d'Espagne. — Dép. guerre Madrid LM 4M« a 42* 
(Avec le plan de la cathédrale en cartouche») 

Tunisie. — Voir : Maroc. 

198. Valence. — Mapa | delReyno de | Valencia. | Dedicado | Al Serenisimo 
Senor Don | Luis Antonio Jayme | Infante de Espana. | Por Don Thomas 
Lopez, Pensionista de S. M. 1762. | 0,39 Xo,8o. 

Bibl. nat. Paris C 2337. 

1 99. — Mapa geogrâfico | de una parte del Reyno de Valencia en la que se 
com I prehende los pueblos que tiene la Ôrden de Montesa | en el districto 
del I Lugar teniente gênerai | 6 maestrado nuevo | hecho de acuerdo y 
icosta del Real y Supremo | Consejo de las Ordenes. | Por Don Tomas 
Lopez, Geôgrafo de los Dominios de S. M. | Madrid, ano de 1786, | 
0,34X0,375. 

Dép. guerre Madrid LM. 4«i« h 24. 
Dép. hydrog. Madrid C 129. 

200. — Mapa I geogrâfico del Reyno de | Valencia | Dividido en sus trece 
gobemaciones 6 partidos. | Dedicado al Excelentisimo | Senor Don Joseph 
Monino | Conde de Florida-blanca, | Cavallero Gran Cruz de la Real Ôrden 
de Carlos III, | Consejero deEstado de S. M. su primer Secretario de Estado 
y del Despacho, | Superintendente General de Correos terrestres y marftimos, 
de las Postas, y | Renta de Estafetas en Espana y las Indias, y de los Caminos 
de Espana, | Encargado interinamente de la Secretaria de Estado y del 
Despacho de Gracia | y Justicia, y de la Superintendenda de los Positos del 
Reyno, | Por Don Tomas Lopez, Geôgrafo de los Dominios de S. M. del | 
Numéro de la Academia de la Historia, de la de San Fernando, de la de 
Buenas | Letras de Sevilla, y de las Sociedades Bascongada y Asturias. | 
Madrid ano de 1788. | Se hallard este con todas las obras del autor y las de 
su hijo, en Madrid, en la Calle de Atocha | Trente de la Aduana vieja, Man- 
zana 159 Numéro 3. | 0,37X0,40. 

Bibl. nat. Paris vol. C 2920. — Brit. Mus. 156.6. — Dép. guerre Madrid 
J 10*2» 16 & 35. — Bibl. partie, du Roi d'Espagne. 
(Avec le plan en cartouche de la Particular contribucion y huerta de 
Valencia. PI. 78 à 81 de l'Atlas de 1810. Le manuscrit se trouve Dép. guerre 
Madrid LM. 4«i» h 28). 

201. Valladolid. — Mapa | delà Provincia de | Valladolid. | Dedicado | Al 

REWE HISPANIQUE, XVI. 16 



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242 GABRIEL MARCEL 



Excelentisimo senor Don Pedro de Alcantara, | Tellez, Giron, Alfonso 
Pimentel, Diego Lopez de Zuniga Borja &c, | Marqués de Penafiel, conde- 
duque de Benavente, | Duque de Bejar, y de Gandia &c, | Por Don Tomis 
Lopez, Geôgrafo de los Dominios de S. M. | de las Reaies Academias de la 
Hi^toria, de San Fernando, | de la de Buenas letras de Seviila, | y de la 
Socie I dad Bascongada de los Amigos del Pais. | Madrid, ano de 1779- | 
Se hallarà este con todas las obras del autor en Madrid, en la Calle de las 
Carrelas, entrando por la Plazuela del Angel | 4 fll« de 0,43X0,375. 
Bibl. nac. Madrid. — Bibl. partie, du Roi d'Espagne. — Brit. Mus. 156.6. 
Dép. guerre Madrid LM. 4«i« h 21. — Bibl. nat. Paris Ge FF 3840, 
vol. C 2920. 
(PI. 41 à 44 de r Atlas de 18 10.) 

202. VeraCniz. — Piano | del Puerto de | VeraCruz, Por Don Tomas Lopez 
I Madrid, Ano de 1786. | Piano | de la ciudad y plaza de la Vera-Cruz | 

y Castillo de San Juan de Ulua. | Se hallarà este con todas las obras del 
Autor y las de su Hijo en la Calle de Atocha, frente de la Aduana viqa. 
M. 159 N. 3 en Madrid | 0,39X0,37. 

Bibl. nat. Paris C 2671. 

Villanueya de la Serena. -— Voir : Serena. 

203. Villanueya de los Infantes. — Mapa j geogràdco del Partido | de Vî- 
llanueva de los Infantes perteneciente à la Ôrden | de Santiago. | Compre- 
hende el Gobierno de Infantes y | la Vara de la Solana, hecho de acuerdo | 
y acosta del Real y Supremo Consejo de las Ordenes. | Por Don Tomas 
Lopez, Geôgrafo de los Dominios de S. M. Madrid, ano de 1783. | 
0,333X0,38. 

Dép. hydrog. Madrid C 129. — Acad. de THist. Madrid. 

Dép. guerre Madrid LM. 2»i» d 7. 

(Le manuscrit original est sous le même numéro.) 

204. Xerez. — Mapa geografico del | Partido de | Xerez | de los Caballeros. | 
Comprehende el Gobierno y vara de su nombre, hecho de acuerdo y acosta 
del Realy Supremo Consejo de las Ordenes. | Por Don Tomas Lopez. | Ma- 
drid, ano de 1784 | 0,34X0,17. 

Dép. guerre Madrid LM 1*1» e 24. 
(L'original sous le même no.) 

205. Zamora. — Mapa de la Provincia de | Zamora, | Comprehende los 
Partidos del | Pan, el del V^ino, el de Sayago, el de Carvajales, | el de Alca- 
nizas, el de Mombuey, y el de Tabara. | Compuesto con las memorias de 
los naturales y, por una porcion, del Mapa | del Reyno de Léon que hizô el 
Brigadier y Yngeniero Director Don Julian Giraldo, | Por D. Tomas Lopez 



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il 

■ ^a 

LE GÉOGRAPHE TOMAS LOPEZ 243 î| 



de Vargas Machuca, Ge6grafo | de los Dominios de S. M. por Real Despacho, ^f, 4^ 






de I la Academia de S. Fernando y de la Real | Sociedad Bascongada de los 
Amigos de! Pais. \ Madrid, ano de 1773. | Se hallarà este con las Provincias 
particulares de Cspana, el gênerai de ella, el Mapa-mundi, las quatro partes ^^ 

y todas las obras del Autor en Madrid, en la Calle de las Carretas, entrando ^,d 

por la Plazuela del Angel j 0,39 X 0,39. M 

Brit. Mus. 156.6. — Bibl. nac. Madrid. — Bibl. partie, du Roi d'Espagne. . /1 

Dép. guerre Madrid LM. 4»i« i i . — Bibl. nat. Paris, archiv. 2389 et vol. C 2920. ;^: 

(PI. 45 de TAtlas de 1810.) 

206. Ziesa. — Mapa geogràfîco del panido de j Zieza | perteneciente à la - J 

Ôrden de Santiago. | Comprehende el Gobieruo de este nombre, | las Varas 

de Totana, Moratalla, y Caravaca, | hccho de acuerdo y acosta del Real y ' vi 

Supremo Consejo de las Ordenes. | Por D. Tomas Lopez, Geôgrafo de los ^ 

Dominios deS. M. | Madrid ano de 1 784. | 0,345X0,38. ; 

Dép. hydrog. Madrid C 129. — Bibl. nac. Madrid. 

Dép. guerre Madrid LM. 3*2* c 49. ' 

(Ms. original sous le même no.) 



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i. 



9( 



y 



ARAGONESE TEXTS 
NOW EDITED FOR THE HRST TIME 



Juan Femandez de Heredia ', or Johan Ferrandezde Heredia, 
as the name appears in the Ms., « ilustre vastago de una de las 
mas poderosas familias de Aragon » (Amador de los Rios, 
V, 240), was born in 13 10. In 1332 he becamea knight of the 
Order of S* John and fifty-five years later was made Grand Master 
of his Order. About 1382 he settled do wn at Avignon, gathered 
many men of letters about him, and until his death in 1396, 
p, divided his time between the management of the Order of Saint- 

P John and historical writings and compilations. The prindple 

|:' Works ascribed to him ', some of which he probably wrote,some 

I?, of which he merely planned and supervised, are : 

1. Translation into Aragonese of thirty-nine of Plutarch's 
Lives. 

2. Translation into Aragonese of Crosius. 

3. — — — of Marco Polo. 

î 4. — — — of the De Secreto Secretorum 

of Aristotle. 

5. Flor de las Ystorias de Orient. 

6. La Historia de Eutropia. 

7. La grant Cronica de Espanya. 

8. La grant Coronica de los Conquiridores. 
The last mentioned work is divided into three parts : (a) a 

1. See M. Morel-Fatio, Rotn. XVIII, 491. 

2. Fora dctailed account of Heredia's life and writings, see M. Morel-Fatio's 
Introduction to the Cltronique de Morce. 



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ARAGONESE TEXTS 245 



history of the Byzantine Empire from 780 to 11 18, (b) Cronica 
de Morea, edited and translatée! into French by M. Morel-Fatio, 
(c) the historiés of seventeen famous conquerors in seventeen 
books % of which ail of the 8* book, part of the 13*^ and 
part of the 17* are contained in the folio wing pages*. 

The Ms. from which the following extracts are taken is in the 
Biblioteca Nacional, Madrid (Manuscritos, Vitrina primera). It 
is in a good state of préservation and is in every way an excel- 
lent Ms. 

G.-U. Umphrey. 



1 . In nomine domini nostri Ihesu Christi, amen. Esta es la taula o sumaria 
annotacion de los libros, rubricas et capitules delà segunda partida de la grant 
coronica delos conquiridores, la quai contiene ensi XVII libros principales 
segunt el numéro de XVII, entre emperadores, reyes, monarchas, principes, 
et illustres varones, los mas famosos et uirtuosos que se troban que ayan 
senyoreado e conquerido regnos tierras et prouincias por diucrsas partidas del 
mundo; los quales el muyt reuerent en Christo, padre et senyor, don fray 
lohan Ferrandez de Heredia, por la gracia de Dios maestro delà orden del 
hospital de sant lohan de Jherusalem, trobo enlos ystoriales por las lures gcstas 
et mémorables féchas auer senyoreado senyaladament enel mundo por las 
lures uirtudes. Et por tal como el dicho senyor maestro enla su vida siempre 
lobo et alabo los fechos delos grandes conquiridores et principes, por aquesto 
el ordeno et fîzo la présent cronica, enla quai epiligo ciertos principes, los 
quales el fîzo sacar de diuersas ystorias et appartar de entre las otras cosas, assi 
como aquellos qui en spécial perrogatiua darmas esclarescieron enel mundo, 
et merescieron por sus valencias et uirtudes seyer dichos conquiridores. Et 
comienca esta segunda partida en Antonio, rey de orient, et fenece enel rey 
don Jayme deAragon. 

2. No changes are made in the reading of the Ms. except that abbreviated 
forms are written in full, punctuation marks înserted, and capital letter consis- 
tently used. Where needed, corrections are suggested in foot-notes ; thèse 
willbe few since the Ms. is a remarkably good one. 



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n 



246 ARAGONESE TEXTS 



L ATTILA 

AQUI COMIEKCA EL.VII. LIBRO DELAS GESTAS ET MEMORABLES 
FECHOS DARMAS DE ATTILA, REY DELOS HUCNOS, QUI FUE DICHO 
AÇOTE O PUNICION DE DIOS, ET DELAS OTRAS COSAS QUE OY 
AQUEL DIA FUERON POREL FECHAS. 

5 En tiempo del emperador Theodosio menor fillo de Arcadio 
el quai començo a imperar après delà muert de Honorio, tio 
suyo, el anyo de nuestro Senyor CCCCXXV, la gent delos Vnos *, 
pueblo muyt cruel^ sallio delas lontanas partidas de Scithia con 
lur rey Subataro, et conuinieron sobre aquellos Burgunyones 

10 destruyendo et matando aquellos sin ninguna misericordia et 
dfrrobando todas lures cosas. Et los Burgunyones no eran ahun 
christianos^ mas depues se bautizaron todos et tomaron la fe de 
Ihesu Christo por que los ayudasse contra los Huncnos. Pues 
seyendo ya christianos los Burgunyones, los Huncnos fueron otra 

1 5 vegada sobre ellos et los començaron a destruyr como de primero ; 
la ora ellos todos de comun voluntat se recomendaron a Ihesu 
Christo et corrieron sobre los Huncnos et vincieron los et mata- 
ron lur rey Subataro con bien X™ delos enemigos et persiguieron 
los otros qui fuyen et los fuera echaron de sus terminos. Pues 

20 muerto el rey Subataro, los Huncnos constituyeron reyes suyos 
Atilla et Blenda, qui eran hermanos et eran fiUos del rey Mag- 
dulco, hermano del dicho Subataro. 

DELA BATALLA DE ETIO PATRICIO CONTRA ATILLA ET BLENDA, 
REYES DELOS HUNCNOS. 

25 Muerto el emperador Theodosio, succidio enel imperio Valen- 
tiniano tercero; en tiempo del quai regnauan sobre los Huncnos, 



I. This Word appears in the text in four différent forms : Hucnos, Hunnos, 
Huncnos, Vnos. 



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ARAGONESE TEXTS 247 



qui en otra manera son dichos Hungaros^ et Atilla et Blenda^ fillos 
de Magdulco, rey qui fiie hermano de Subataro, delos quales 
es feciia mencion enla ystoria précèdent de Theodosio el menor. 
Pues estos dos hermanos^ auiendo grant et cruel exercitu de 30 
Huncnos et passando por Germania, inuadieron las Gallias, todas 
las cosas destruyendo por fierro et por fuego et por rapinas, et 
talando et matando todas gen tes. Finalment pressas las ciudades 
et derrobadas, assitiaron la ciudat de Orliens : laquai cosa huyendo 
el emperador Valentiniano, aplego grant exercitu et enbio enlas 35 
Gallias al illustre varon Ecio, consul patricio ; el quai, ydo en- 
las Gallias, priso consi a Theodorico, rey de los Ystregodos, 
fiUo qui fue de Criario rey, hermano de Uallamer et de Todomir, 
delos quales es fecha mencion de part de suso enla vida de 
Honorio et de Theodosio. Mas por meritos de sant Auiano, bispe 40 
de la dicha ciudat, Diosguardo la ciudat de poder delos enemigos, 
et assi como sant Guibilino^ rey delos Âlanos, por el miedo que 
auien de Âtilla, lo huuies permesso liurar la dicha ciudat, Dios 
por meritos del dicho santo quiso que aquella cosa fues reuelada. 
Atendiendo et alos otros reyes delos Videgodos et occuparon la 45 
ciudat, et porque auian sospechoso a san Gibilindo, iizieron bien 
guardar la ciudat, et ordenaron que lo pusiessen en medio de 
la batalla con su gent ; et Atilla que lo supo huuo miedo delà 
batalla et demando de nueuas a algunos que yuan delà part delos 
enemigos, et dixieronle que sus enemigos no eran tantos ni tan 50 
bien ordenados como le auien dicho et que no le calie temer delà 
batalla; mas no le dizien verdat. Et eraenlos campos de aquellas 
partidas vna altura o montanya la quai cada vno delos exercitus 
cuydauan occupar, et prisieron los Huncnos la diestra part et 
los Romanos con los Godos la siniestra; los quales desordenaron 55 
por tal manera que pusieron ala part diestra de lur batalla, aten- 
dendo con los Uidegodos ala siniestra. 

Ecio patricio con los Romanos et con lures ayudas, son a saber 
el dicho Theodorico rey de los Istregodos, ayudauan ahun alos 
Romanos los Burgunyones et los Francos et los Saxones et los 60 



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248 ARAGONESE TEXTS 



Bretones, et metîeron en medio a san Gibilindo del quai se sospe- 
chauan. Estaua pues delà otra part la az delos Hunnos bien orde- 
nada, enla quai auie muchos pueblos et naciones diuersas, los 
quales eran subditos al rey Atilla ; en medio delos quales estaua 

65 el rey Atilla porque fuesse guardado del periglo a todas partes, et 
con Atilla estaua Blenda su hermano; et Atilla era mucho volen- 
teroso de batalla et conortaua et animaua los suyos a bien fazer. 
Delà otra part Turismundo, fillo de Thundedo, et Ecio patricio 
començaron fuertmenta ferir en losenemigos et occuparon aquella 

70 altura o montanya que era alli. Et Arderico, rey delos Gipidas, qui 
por lagrant fialdat suyaera enlos consellos et secretos delos Godos 
et delos Romanos, Valamer tio de Theodorico, rey delos Ystre- 
godos, como fuesse buen cauallero et muyt ardido, por que los 
Hunnos muchas vegadas le auien fecho muchos maies firieron 

75 en aquellos fuertment ensomo delà montanya; et vidiendo Atilla 
estar turbados alos suyos dixoles : « O varones, c®mo esudes assin 
turbados que entro aqui siempre auedes estado uencedores ? et 
si mellor non vos esforçades, agora seredes vencidos. » La ora 
ellos que lo huyeron començaron fuertment a ferir enla batalla, 

80 por manera que nenguno no guardaua por la vida; faziendose 
pues la cruel batalla entre las dos huestes, tanta era la sangre 
delos muertos que cubrie la tierra. Et la ora Theudendo rey de- 
los Godos, discorriendo por la batalla et conortando los suyos, 
fue ferido de vn dardo et cayo del cavallo et murio entre los 

85 piedes delos cauallos. Murio ahun alli Theodorto, rey delos 
Istregodos, et murio Lauderîco, cunyado de Atilla. La ora los 
Godos partieron se delos Alanos et firieron fuertment enlos 
Hunnos et vincieron los con lur rey Atilla, el quai fue alli mal 
ferido ; fuyendo recullio se enlas castras o tiendas ; et Turis- 

90 mundo, fillo de Theundedo, sabiendo que su padre era muerto, 
deuallo apriessa delà montanya do estaua con Ecio patricio, et 
feriendo fuertment cuydo retornar alos suyos et fuesse al exer- 
citu delos enemigos, vno delos quales lo firio en la cabeça et abatio 
lo del cauallo a tierra, mas acorrieron le los suyos, et fue asin 



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ARAGONESE TEXTS 249 



deliurado de los enemîgos; et Ecio patricîo, porqiie era de noche, 95 
cuydando yr alos suyos, yuase a los enemigos, demandando por 
los Godos do eran ; mas como se reconyocîese, escapo dentre 
ellos et saluaron se asi^ toda la noche defFendiendose con lures 
escudos, et otro dia de nianyana vidieron los campos plenos de 
hombres muertos et el exercitu delos Hunnos et que reglados 100 
no eran ahun rancados ; et sabian los Godos que Atilla era buen 
cnuallero, ya sea fuesse ferido, que no lexaria assin la batalla, 
ante fazia sonar las trompas et las bozinas, et conortaua los suyos. 
Recuentase que el fizo encender grandes fuegos en la primera 
batalla ala part do el estaua, porque si fiiessen los enemigos contra 105 
el que se perdiessen alli, porque el senyor de tantas gentes no 
vinîesse en manos de sus enemigos ; mas los Godos cuydando 
que el fuego fuesse encendido por si mismo entre los enemigos 
et los dapnificase, firîeron todos por otra partida en los enemigos 
etvincieron los ; en la quai batalla Turismundo valerosament iio 
firiendo et matando enlos enemigos vengo la muert de su padre. 
En la quai batalla murieron muchos millares delà vna part et 
delà otra et fiie fecha la grant cruel batalla enlos canchalanitos ' 
ante delà quai parecieron enel cielo muyt grandes et terribles 
senyales, los quales pronosticauan la grant mortandat et derra- 115 
mamiento de sangre que deuie seyer. Et finalment Ecio patricio 
con los Godos et con las otras ayudas como victoriosos echaron 
al rey Atilla et a su hermano, asi sobrados et vencidos, delas 
Gaîlias, ei persiguiendo los fueron forçadosde retornaren Germa- 
nîa, et après poco tiempo Atilla mato a su hermano Blenda. Et 120 
seyendo Turismundo mucho alegre porque la batalla era ven- 
cîda, dixo a Ecio patricio que que le parecie que fiziessen ; et el 
temiendo que los Godos tornassen contra ellos, consello que 
se tornassen a lures ciudades et que recrearien alli ; et assin lo 
fizieron ; et como Theundedo fues muerto en la batalla, fue 125 



I. Cf. campos Cathalanicos, line 335. 



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250 ARAGONESE TEXTS 



lenantado rey delos Vid^odos el dicho Turismundo iillo suyo, 
et regno vn anyo; el quai ya sea fuesse muyt fiiert et tuviesse 
muchas gentes et buenas, en todo su tiempo no huuo batalla; 
et fusse' a Tholosa etfizosoterrar lossuyos muertos. Et Yonio, 
130 bispe de Âgustodiuo, et après fîzo entre los suyos. Et enel anyo 
segundo que començaua a regnar, por consello de sus hermanos 
fue muerto a traycion; mas ante que mûries, conociendo lur 
maldat, mato el algunos de aquellos que le auien tractado la 
muert. 

135 COMO ATILLA APRES QUE FUE VENCIDO PASSO EN TURUGIA aUE AGORA 
ES DICHA LIEGE ET DELAS COSAS QUE APRES SE SIGUIERON. 

Atilla, rey de los Hunnos, del quai es fecha mencion de part de 
suso, seycndo vencido de Ecio maestro del exercitu Romano, 
passo en Turingia que agora es dicha Liège, que es enla entrada 

140 de Alamania, delà quai tierra fue senyor Godofre de Bullon : et 
vendio la ala eglesia pora conquérir la tierra santa de el regno 
de Iherusalem. 

Et discoriendo el dicho Atilla por toda Germania et Dacia et 
Panonnia, occupo las dichas, de las quales es leydo grant multitut 

14 s del exercitu ; et todas las otras cosas destruyo segunt escriue Prisco, 
ystorico delos Hunnos. Era el rey Atilla, segunt escriue Prisco et 
lordan ystoriales, de superbioso andamio, regirando los oUos de 
aca et de alla a todas partes, et era asi altiuo et superbioso en 
todas cosas, que la superbia se demostraua bien por los gestos 

150 de su persona. Era amador de batallas, mas en consello et en 
temperança era circunspecto et ingenioso et sotil ; et ad aquellos 
que vna uegada recibie en fe et en amistança era mucho familiar 
et gracioso, et si alguno por uenturale huuiesse quebrantado lafe 
nunqua lo querie perdonar. Era de chica estatura, los pechos 

ISS amplos, grant cabeça, chicos ollos, poca barua ; era ya tonimesto, 

I. Read fuese. 



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ARAGONESE TEXTS 25 I 



a nariz roma et de negra color; de fieras costumbres et de 
promta audacia. Et demostraua bien ensi los senyales delà su bar- 
barica nacion ; el quai après que huuo muerto a su hermano 
Blenda, vincio los Datos, los Sarmanitas, los Pannomos. Aple- 
gando pues grant exercitu passo en Scicia et fizo el rey delos i6a 
Scitas tributario dius si ; enlas quales partidas el trobo guchiello 
del dios Mars, el quai fingen las ystorias que fue el dios delas 
batallas porque cruel batallador; et domo los Scitas et regno 
sobre aquellos. Et en quai manera el huuo el dicho guchiello 
recuenta Prisco ystorial : portando paraulas, dize que era vn 165 
pastor qui guardaua ganado, el quai vido vna res de aquellas 
que guardaua que coxqueaua et tenie grant ferida, et el pastor 
por trobar la manera et el lugar do aquella bestia era estada 
assi mal ferida, diligentment siguiendo el rastro delà sangre, fue 
tanto que trobo el guchiello enel quai aquella res, pasciendo la 170 
yerua, se auia tallado ; el quai guchiello priso el pastor et tantost 
lo leuo a Atilla sin uayna ; el quai fue mucho alegre de tan 
grant dono ; como aquel que era magnanimo penso se seyer 
princep de todo el mundo et porque el guchiello del dios Mars le 
fuera dado el poder delas batallas. Domada pues por Atilla 175 
muyt grant partida de aquellas tierras, aquexauase de yr enlas 
partidas de Ytallia por apremiar los Romanos. Et en quai manera 
passo en Ytalia et como fuesse cruel enemigo del imperio romano 
en la vida de Marciano se siguira. 

CCMC ATILLA APRES QUE FUE MUERTO EL EMPERADOR VALENTI- l8o 
NIANO PLEGO GRANT HUEST DK MUCHAS NATIONES POR YR EN 
YTALIA ; ET COMO SE APLEGO CON EL GENSERICO, LO PREGO QJJE 
DEUALLAS EN LAS GALLIAS, ET SE APLEGO CONEL, ET DE LAS COSAS 
QUE SE FIZIERON. 

Muerto el emperador Valentiniano, subcidio enel imperio el 185 
emperador Marciano en tiempo del quai Atilla, après que huuo 
muerto a su hermano Blenda et huuo subiugadas las partidas et 



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252 ARAGONESE TEXTS 



fecho tributario el rey delos Scitas, aplego grant exercitu delos 
Hunnos, delos Herculos, delos Mesagetas, delos Rugos, et delos 

190 Turcilingos, et hordeno de yr enlas partidas de Ytalia, mas 
Genserico, rey delos Euandalos, qui habitaua en Yspanya et 
auie succeydo a su padre Gunderico, enuio sus mensageros al 
rey Atilla, rogando lo que entrasse por las Gallias, notificando 
le que el encara mouerie su exercitu contra los Francos. Et la 

195 ora el rey Atilla con todo su exercitu deuallo en las Gallias, et 
Genserico con los Euandalos salieron de Espanya, et acom- 
panyaron se con Atilla asi que Atilla et Genserico con lures 
exercitus discorriendo por toda Gallia inuadieron las ciudades 
de Paris, Reyns, Beluays, Amiens, Congres, et todas las otras 

200 ciudades de Gallia, destruyendo todas las cosas por fuego, 
fierro, muertes, rapinas; et Childerico rey de los Francos 
con todo su exercitu fuyo delà presencia de aquellos. Et après 
que huuieron puesto fuego por todas las Gallias, Genserico sen 
torno en Espanya, et Atilla con su exercitu tornose en Ger- 

205 mania et priso todas las ciudades que son sobre la ribera del 
rio et mato todos los habitadores de aquellas et cremo et metio 
fuego enlas ciudades et après asitio la ciudat clamada Colonia 
Agripina. La ora la reyna, Sancta Vrsula, filla del rey de Bre- 
tanya, con XI™ virgines fue martirizada en tal manera : como 

210 ella fiiesse con sus virgines al puerto delà ciudat, los Hunnos, qui 
tenien la ciudat sitiada, con cruel clamor et grandes vozes assi 
como lobos qui corren sobre las ouellas, maron * et tallaron tod.is 
las virgines et como fussen * a Sancta Vrsula, après que huuieron 
degoUadas las otras, el rey Atilla marauellose mucho delà beldat 

215 de aquella et consolando la por la muert delas virgines prome- 
tiole la vida si quisiesse consentir que durmies con ella; la quai 
cosa ella menosprecio. La ora Atilla, pleno de grant indignacion 
et yra, con su guchiello la mato de su propria mano ; et segunt se 



1 . Read mataron. 

2. fuessen. 



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ARAGONESE TEXTS 253 



leye en orra ystoria, que el rey Atilla la mando matar con vna 
saita ; et murieron las XI" virgines a XII. Kalendas de nouiembre. 220 
Et quériendo Dios declarar los meritos de las sanctas suyas, 
fizo parecer deuant los barbares grant huest et terrible armada ; 
la ora Atilla con los suyos començaron a fuyr et firiendose los 
vnos con los otros, apenas pudieron escapar. La ora los de G)lo- 
nia deliurados assi delos enemigos prisieron los sanctos cuerpos, 225 
deuotament los soterraron. 

COMO ATILLA PASSO APRES EN YTALIA, ET DESTRUYO MUCHAS CIU- 
DADES ET APRES PASSO EN TUSCIA, ET DEL DESTRUYMIENTO Q.UE 
FIZO EKLAS CIUDADES DE AQ.UELLA ; ET APRES COMO YUA ENTA 
ROMA ; COMO SENDE TORNO POR LO OUE SUSGENTES LE DIXIERON. 23O 

El rey Atilla por flagello o punicion de Dios, estruydos los 
Gallos et los Gernianos, torno en sus proprias partidas et 
reparo todo el exercitu et passo en Ytalia, segunt escriue lor- 
dan ystorial; et primerament asitio laciudatde Aquillea que es 
metropolitana de Venecia et es sitiadaenla lengua del maradria- 235 
tico, contra la quai se dize que el construyo vn castiello clamado 
Viiiio ; et como el la huuies touida luengament sitiada et no la 
pudies prender, contrastando fuertment los caualleros romanos qui 
la tenien, los del exercitu suyo començaron a murmurar, diziendo 
que se partiessen del sitio. Contecio vn dia que el rey Atilla estaua 240 
con grant ansia et no sabie deliberar si se partiese del sitio o aturase ; 
et como el caualgase en torno delà ciudat con algunos delos suyos et 
guardasse daqua et de alla a todas partes et andasse ymaginando, 
el vido que las cyguenyas las quales auian fecho sus nidos enlas 
torres delà dicha ciudat, sallien fuera de aquella contra su cos- 245 
tumbre et en otra manera no solian sallir, et sacauan de alli sus 
fillos et aplegauanse alos lugares desiertos et apartados, et alli fazien 
sus nidos. La ora el rey, como fuesse muyt sotil et vidiesse aquella 
cosa, estuuo considerando sobre aquel fecho et après demostro el 
dicho mîraglo alos suyos, et dixo les : « Guardat las cyguenyas, 250 



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254 ARAGONESE TEXTS 



prouehideras delas cosas esdeuenideras, como desemparan la ciudat 
et las torres de aquella, las quales simien que cayeran por el periglo 
que es présent ; pues vosotros, estât firmes, que nos prenderemos 
la ciudat. » Et dichas estas palauras, tornose a los suyos et animolosa 

255 la batallao combatimiento. La ora el rey con su exercitu et con los 
ingenios et con los arcos et con ballestas et con otros ingenios 
qui son damados moltones, et otras maneras diuersas de armas, 
circundo Aquilea, et costrinyendo la a todas partes, priso la, la 
quai inuadieron et derobaron, matando todos los habitadores de 

260 aquella, asi hombres como mulleres de quai se quier linage 
condicion o edat que fuesse, no auiendo mercet de nenguno ; et 
metieron fuego por toda la ciudat, et assin cruelment la destruye- 
ron que apenas se parecie depues el sitio de aquella. 

Et après passo Atilla con los Hunnos por la prouincia clamada 

265 la ora Forun uilij, que agora es dicha Friuli, et destruyo las ciuda- 
des de Treuisio et de Padua et de Uincencia et Verona et otras 
marauellosas ciudades de Ytalia por fierro et por iuego et por 
rapinas et por muertes; et yendo enla ciudat metropolitana 
de Ligurria priso aquella et destruyola. 

270 Apres inuadio Pauia et otras ciudades de Ytalia que agora son 
en la prouincia de Lombardia; et como sitiase Mutina, segunt 
se leye en la vida de Sant Geminiano, bispe delà dicha ciudat, 
el quai fizo semblant miraglo que Sant Lope, vispe tresense, 
segunt dicho es de part de suso ; porque Atilla vidiendo al vispe 

275 Sant Geminiano con su pueblo estar en oracion en vna terre 
cerca las puertas delà ciudat, demando qui era aquel. El respon- 
dio : « Yo so Geminiano vispe, sieruo de Dios. » El rey dixo : 
« Yo so Atilla, flagello o castigamiento de Dios, et digna cosa es 
que los sieruos inobedientes reciban punicion » ; et de continent 

280 Sant Ge(ni)minianofizo abrirlas puertas; et entrado Atilla con su 
exercitu, no pudo veyer res delà ciudat, si no solament la via, 
por do yua entroaque fue passado et fuera de toda la ciudat bien 
luengo camino. Et era en aquel tiempo Geminiano muyt antigo, 
porque ya sea que en tiempo de louiano començasse a régir como 



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ARAGONESE TEXTS 255 



vispe^ la filladel quai se leye que Huro delà vexacion del diablo. 285 
Considerando el numéro delos anyçs, biuio al menos, segunt las 
coronicas, enel vispado LXXX anyos. Et après Atilla passo en 
Tuscia et priso todas las ciudades de aquella, et après como sen : 
fiieron contra Roma con intencion de destruyr aquella, segunt 
que escriue Prisco et lordan ystoriales, los suyos lo reuocaron 290 
de aquel proposito, no por saluar la ciudat la quai auîen en 
aborrecitniento, mas proponiendo en exemplo de Alarico, rey 
qui fue delos Videgodos, el quai, presa et derrobada la dicha 
ciudat, biuio poco tiempo après. Et oydas aquestas cosas, Âtilla 
huuo grant miedo, et destruyda et derrobada toda costana delà 295 
Marcha, et puesto fuego en aquellas, tornose a çaga. 

COMO ATILLA DUBDANDO ENCARA SI YRIE CONTRA ROMA, SANTLEO, 
PAPA, CON LOS SEN ADORES, YXIO AL CAMPO DE VERONA ET 
ENBIO POR EL BISPE DELA CIUDAT, EL aUAL FUE MISSAGBRO ENTRE 
EL PAPA ET ATILLA, ET COMO ATILLA FUE DO ERA EL PAPA ET FIZO 3OO 
TODO LO aUE LE MANDO. 

Como Atilla dubdase ahun si yrîe contra Roma o no, Sant 
Leo, papa, con noble companya delos senadores delà cibdat, 
fue a el et quando fueron en los campos de Verona, passado vn 
rio qui salle delà laguna de Bena, atendose alli et enuio porel 305 
bispe delà ciudat, qui era clamado Abolevis, el quai fue mensa- 
gero entre el papa et Atilla. Et como Atilla salliesse alla do el 
papa era, tantost como vido al papa esmedrecio, et temeroso 
Atilla por la vision celestial que auie visto, deuallo cuytadament 
et apriessa del cauallo et recibio humilment et agradable al papa ; 3 10 
et el papa obtuuo de todo quanto quiso, porque el lo prego que 
demandasse todo lo que quisiesse ; al quai Sant Leo papa dixo assi : 
a Yo te prego que fecha la paz saïgas de Ytalia et nunqua tomes 
en ella. » Et tantost el rey posada apart toda sanya et yra, par- 
tiose de Ytalia et passo el Danubio con los suyos; et como los 315 
suyos lo reprendiessen, diziendo que vn rey tan noble, como auie . 



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1 



256 ARAGON ESE TEXTS 



obedecido a vn sacerdot, et recontoles la vision que auie visto : 
es a saber, vn angel que tenie vn terible guchiello enla mano, 
con ei quai lo menazaua ala muert si el no obedecie en todascosas 
al papa. 

320 COMO ATILLA FUE UENCIDO POR THEODOMIR, REY DE LOS HISTRE- 
GODOS, ET DELA SU MUERT, FEYA,ET DELAS COSAS QUE LOS SUYOS 
FIZIERON EN LURES EXEQUIAS. 

El rey Atilla, retornado de Ytalia, fiie en Panonia, et aplegado 
grant exercitu, aparello batalla contra los Alanos dius la senyo- 

325 lia de Theodomir, rey delos Ystregodos, fillo del rey Criario, 
hermano de Valamer, el quai Theodorico, hermano de aquellos, 
et Theodomir auien exido de Scitia, et auien occupadas las pro- 
uincias delos Alanos. Pues el dicho Teodomir rey, aplegado 
grant exercitu de Godos et de Alanos et las ayudas delos Scitas, 

330 en uengança de la muert de su hermano Theodorico, al quai 
auie muerto el rey Atilla, leuanto se contra los Hunnos et lur rey 
Atilla, segunt escriue lordan ystorial : et fueron fechas entre las 
dos huestes muchas grieues batallas, enlas quales alas vegadas 
era vencedor Atilla et alas vegadas vencido. Et finalment fue 

335 fecha la çaguera batalla en los campos cathalanicos, en do prime- 
rament Ecio patricio auie sobrado et vencido a Atilla ; enla quai 
batalla tanta multitut murio del exercitu delos Hunnos que muyt 
pocos escaparon con Atilla ; et Theodomir rey, auida Victoria, 
persiguio los Hunnos et écho los delos terminos [de] los Alanos. 

340 Et assi, segunt dize lordan, el rey Atilla, senyor de muchas gen- 
tes, el quai enlos sobredichos campos por Ecio patricio conel 
exercitu romano et delos Godos era estado sobrado, sostuuo 
otra vegada doble confusion et obprobrio ; porque partio de alli 
sin gloria. Tornose pues Atilla en Panonia do après poco tiempo 

345 murio. La su muert fue atal, segunt escriue lordan ystorial : El 
rey Atilla après muchas muUeres que auie ouido, segunt la cos- 
tumbre que era la ora entre los Hunnos, priso por muller vna 



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ARAGONESE TEXTS 257 



fermosa donzella que auîe nombre Yldico; enlas bodas delà 
quai el se encendio tanto en la amor de aquelia que fue dissoluto 
por grant alegria. Et passado el dia, como el rey Atilla entrasse 350 
enel lecho con la donzella, como aquel que auie mucho comido 
et mucho beuido vitra razon et fues dissoluto por grant embria- 
geza, fue agreuiado por el suenyo et echose de sobinas sobre el 
lecho, et como el durmiese fuertment con la boca abierta, subto- 
sament le esclato la sangre delas narizes et le entraua por la boca 335 
assin como iazie, et lo afogo ; et el auie de costumbce que souen 
le yxie sangre delas narizes. Pues en tal manera afogado murio 
el rey Atilla, glorioso enlas batallas, al quai la vergonyosa 
embriagueza le dio vergonyosa fin. Et la donzella con grant 
miedo estaua escondida a vna part del lecho, esperando el 360 
comandamiento del rey; et como ella huuies asi mucho 
esperado et el rey no la clamasse ni le dixiesse res, poco a 
poco aplegosse ala cortina del lecho et vido lo iazer muerto 
et afogado por la sangre; et el dia siguient, passada vna 
part del dia, los ministros del rey, como quisiessen entrar ala 365 
cambra et no les hubriessen, a altas uozes clamauan : et como no 
les respondiessen ni huyessen ningunt rumor, crebadas las puer- 
tas, entraron al lecho, et leuantada la cortina, vidieron al rey 
Atilla iazer de sobinas con la boca abierta et por la înundacion 
delà sangre afogado; et la donzella estaua çerca el lecho con 370 
trista cara plorando. La ora los ministros, clamados los principes 
todos del exercitu, mostraron les el cuerpo de Atilla afogado por 
la sangre sin nenguna ferida que el huuiesse ; et la ora los prin- 
cipes, assi como es costumbre entre los Hunnos, tallada partida delos 
cabellos, implieron la cara del rey de grandes feridas et ellos san- 375 
grauanse con las lanças, et de lur sangre implien las feridas del rey, 
por tal que el rey lidiador, no por lagrimas de fembras, mas con 
sangre uiril fuesse planydo. Et de continent pararon sus tiendas 
mucho ricas con vn palio de oro en medio delos campos, et 
alli aduxeron el cuerpo del rey honrradament a manera real en 380 
vn lecho ; et tantost los principes et los mas nobles caualleros 

RErUE HISPANIQUE. XVI. 17 



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2)8 ARAGONESE TEXTS 



andauaii todos por orden en derredor de aqucl lecho, quasi en 
semblant nianera que fiziessen enlos iuegos cirtenses et yuan 
cantando estos viessos dolorosos et de planto : « Este es el muyt 

385 grant rey delos Hunos, Atilla fillo de Magdulco, senyor delas 
gentes fuertes et de grant poder, el quai no fue oydo semblant 
antes del, el quai possidio los regnos de Scitia et de Germania et 
metio grant miedo en todo el imperio romano, et priso muchas 
ciudades de aquel, del quai encara ala fin sallio por pregarias, 

390 recibiendo por cada anyo ciertas parias; et andando en todas 
estas prosperidades, non por feridas de enemigos ni por frau de- 
los suyos, mas sin culpa de aquellos, entre las alegrias, sin senti- 
miento de dolor, (et) finio sus dias. » Diziendo taies paraulas, 
asi como se fazie la noche, soterraron el cuerpo ; et après, sobre 

395 lasmesas mezclando alguna alegria con la dolor, fizieron aparellar 
muchas et diuersas viandas, et assentados ala cena, fizieron 
venir las viandas, primerament en vaxiella de oro, et la segunda 
vegada en vaxiella de argent, et la tercera vegada en vaxiella 
de fierro, magnificando et dando a entender que todas aquellas 

400 cosas pertenecian a rey poderoso. Et après fizieron venir en 
medio de ellos diuersas maneras de armas, los caullos et otros 
diuersos aparellamientos; et passaron assi toda aquella noche en 
comeres et en beueres et en dissoluciones. Et segunt escriuieron 
lordan et Prisco ystoriales, aquella noche que el rey Atilla murio 

405 el angel de Dios aparescio al emperador Marciano et mostrole el 
arco de Atilla qui eraquebrado; por la quai vision conocio el 
emperador otro dia de manyana que Atilla era muerto por el 
arco suyo que auia visto quebrado, porque la gent delos Hunnos 
en aquel tiempo husauan de archos. 

II. KARLES MAGNO 

410 (fol. 192 V") : AQUI COMIENÇA EL XIII. LIBRO DELAS GESTAS ET 
CONaUISTAS ET GRANDES FECHOS DARMAS DE KARLES MAGNO, PRI- 
MERO EMPERADOR DELOS FRANCOS ; ET PRIMERAMENT SE PONE VNA 



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ARAGONESE TEXTS 259 



SUMARIA ANNOTACION DEL IMPERIO ROMANO,ESA SABER, QUATRO* 
ANYOS DURO EN ROMA ET QUATRO ' EN COSTANTINOBLE ET QUANTOS 
EN FRANCIA ET QJUANTOS EN YTALIA ; ET FINALMENT aUANTOS EN 415 
ALEMANNA ET QjUANTAS MUTACIONES SON SEYDAS DE LUGAR ^L 
LUGAR EN EL IMPERIO ROMANO. 

A mayor declaracion et euidencia delas cosas sobredichas enla 
présent cronica de ystorias et ha noticia et informacion de- 
las cosas siguientes, deuedes saber que segunt se leye enla cro- 420 
nica delos emperadores, el imperio romano fue primerament 
en Roma, la quai en tiempo pasado fue cabeça de todo el 
mundo; et començo el imperio romano a seyer administrado 
por emperadores ante delà incarnacion de Nuestro Senyor 
Ihesu Christo cerca de L anyos, delos quales emperadores el 425 
primero fue Gayo Julio César, el quai primerament priso el 
imperio singular et impero V anyos, al quai succidio Augusto. 
Et asi fue regida por XVI emperadores la monarchia del 
imperio, enel tiempo de Marcho Antonio por vno solo empe- 
rador, après de Otavio; et depues de Marcho Antonio* 430 
entro al tiempo de Constantino se rigio el imperio a uegadas 
por vno solo, a uegadas por dos o por très. Pues el imperio 
romano fiie primerament en Roma, et discorrio del primero 
Julio César por anyos CCCLXVIII entroal X anyo del imperio 
delgrant Constantino, el quai fue bautizado por el papa Siluestre, 435 
el anyo de Nuestro Senyor CCC z XVIII ' et fue aminîstrado por 
LVIII emperadores contando entre ello[s] a Constantino, et todos 
aquellos emperadores fueron paganos exceptados los dos Philipos. 
Et non solament se clamauan emperadores mas ahun summos 
pontifices, asi como paresce en lures salutaciones, la quai cosa 440 



1. Evidently quantos is meant. 

2. Probably Marcus Aurelius is meant. 

3. Heredia's dates and numbers are not always accurate. Constantine 
became Emperor in 306 



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260 ARAGONESE TEXTS 



la sacra ystoria dize que fue en tiempo del santo Melchisedech 
antes de[l] aduenimiento de Ihesu Christo, el quai fue clamado rey 
et sacerdot. Mas depues que peruino el mundo al verdadero rey 
et pontifice o sacerdot, es a saber, Ihesu Christo, dalli auant ni el 

445 emperador se impuso el nombre de pontifice o de sacerdot, ni el 
sacerdot se atribuyo la dignidat real ; et ya sea quelos miembros 
de aquel, es a saber, el uerdadero rey et sacerdot por participa- 
cion de natura magnifica, el vno et el otro sean dius metidos en 
sacra reuerencia, asi que el real linage et el sacerdotal esten en 

450 semble, quando Ihesu Christo, remenbrando se delà humana 
fragilidat, lo que ala salut delos suyos se pertenesciesse, atempro 
lo por dispensacion marauellosa, et departio en tal manera les 
officios delà vna et delà otra potestat por sus proprias accio- 
nés, et departidas dignidades queriendo que los suyos fuessen 

455 saluos por humildat médicinal non por superbia humana; et 
otrosi que los emperadores christianos huuiessen menester a los 
pontifices por la vida eternal et que los pontifices vsassen de las 
dispensaciones impériales enel curso delas cosas por la vida 
temporal. 

460 Et après que el grant Constantino emperador recibio el bau- 
tismo, reparo a Bisancia, ciudat de Tracia, la quai y es clamada 
Constantinoble. Et clamola nueua Roma; a la quai traslato el 
imperio romano et lexo Roma alos sobiranos sacerdotes, por la 
dignidat delà quai todos los emperadores eran dicho's romanos. 

465 Empero de aquel Constantino entroa Agustulo qui empero en 
tiempo del emperador Zenon, fueron los emperadores qui empe- 
raron en Roma hi en Constantinoble en numéro, los quales 
discorrieron por CLXVI anyos, et fueron todos romanos; et 
imperaron de Constantino entroa Mauricio todos del linage 

470 Romano, et après, exceptado Agustulo, emperaron, desdc 
Zenon entroa Mauricio Romano, VI. en numéro; et empe- 
raron en Constantinoble et discorrieron por C anyos*, et 



I. Zeno, 474-491. Maurice, 582-602. 



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ARAGONESE TEXTS 26 1 



entre aquestos es exceptado Justiniano, el quai impero en 
Roma et en Constantinoble. Et après de Mauricio qui fue el 
primer emperador del linage delos Griegos et impero el anyo 475 
-de Nuestro Senyor DLXXXIH, entroa Constantino, fillo de 
Yrene, diuselqual fallecio el imperio; el quai auia durado en 
Constantinoble por anyos CCXVII entroa el anyo de Nuestro 
Senyor DCCC, dius XIX emperadores. Fue pues todo el nume- , , • 
ro delos anyos del grant Constantino entroa Karles Magno 480 
CCCCLXXXII, et los emperadores fueron LI. La ora el impe- 
rio Romano fue traslatado de Constantinoble en Karles Magno, 
rey delos Francos, et enlos reyes successores de aquel. Et duro 
el imperio en Francia CVI anyos dius VIII emperadores. Et 
après, el anyo de Nuestro Senyor IX*^.VI, Verenguer cl primero 485 
impero en Ytalia et priso d imperio delos Francos, et el con 
sus successores, los quales fueron entre todos VII emperadores, 
imperaron en Ytalia LV anyos entroa el anyo de Nuestro 
Senyor IX.LXXII. Et el anyo sobredicho començaron los Theo- 
tonicos primerament a imperar, del primer emperador Otho 490 
entroal tiempo présent, ya sea que se leye que dos Theothoni- 
cos en tiempo de los Berengueres, son a saber Comrado et 
Enrich, imperaron, los quales nunca fueron emperadores sino 
reyes. Imperaron pues los Theothonicos del primer Otho 
Magno entroa Enrich VII, el quai murio el anyo de Nuestro 495 
Senyor mil et CCC.XIII dius XIIII emperadores et VII reyes, los 
quales non huieron ' la bendicion impérial ; por que del 
tiempo del dicho Otho qui començo el anyo de Nuestro Senyor 
IX'LXXII entroa el anyo de Nuestro Senyor présent, es a saber 
de mil CCCXX, son contados CCCCXLVIII anyos. Asi que 600 
fueron todos los emperadores, del primer Cayo Julio César * . : 
entro a Enrich septimo, CXXXVIII, et fueron los reyes qui 
non huuieron la bendicion impérial Vil. Et asi, finalment con- 



I. Read huvieron; evidently a scribal error. 



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2^2 AKAGONRSE TEXTS | 

I 

cludiendo, pareçe que el Imperio Romano fue traslatado de lugar 
505 a lugar IIII vegadas; primerament de'Roma en Constantinoble ; 
lo segundo de Constantinoble en los Francos ; lo III* delos Fran- 
cos en los Ytalianos ; lo IIII® delos Ytalianos en los Theotho- 
nicos o Alamanes. Et proposadasaquestascosas a vtilidatet deda- 
racion delas cosas sobre escriptas et delas que auant se siguen, 
510 retorna ala ystoria a faular del tiempo delos emperadores delos 
Francos ; el primero fue el emperador Karles Magno, que quiere 
dezir el grant, la ystoria del quai se sigue. 



Then follow two chapters giving an account of the birth and early conquests 
of Charlemagne. 



(fol. I96.)cOMO EL APOSTOL SANT JAYME APARECIO AL REY KARLES, 

ET [COMOJ CONaUIRIO SPANYA ET GALLIZIA ET CCMC COMBATIO 

513 CONTRA AGOLAND REY DELOS MOROS CERCA LOS MONTES ASPROS, ET 

DOMO MUCHAS OTRAS NATIONES ; ET OTRAS MUCHAS COSAS QJJE 

FIZO. 

Pues Karles rey victoriosose fuetornado en Francia, vnanoche 
estan el reposando aparecio le en habito resplandient el apostol 

520 Sant Jayme hermano de Sant lohan euangelista^ fillo del Zebedeo, 
el santo cuerpo del quai yaze en Compostella, ciudat de Gallicia ; 
el quai apostol amonesto a Karles que con grant exercitu fuesse 
en Gallicia a visitar su sepulcro et deliurasse Espanya et Gallicia 
delas manos delos Moros. Et como la dicha vision huuiesse apa- 

525 recido a Karles la tercera vegada et lo huuiesse certificado delà 
Victoria, el seyendo seguro delà promission apostolical, aplego 
grant exercitu et por los montes pirineosentro en Espanya. Et era 
maestro delà caualleria suya Milon de Angleriis, comte de Niou, 
varon catholico et de fermosa statura et de grant fortaleza, caua- 

530 Uero robusto et marauelloso combatedor ; et de provido consello, 



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ARAGONESE TEXTS 263 



el qualMilon priso por muller la herma< del rey Karles, clamada 
Berta^ enla quai engendro a Roldan, varon estrenuo et cauallero de 
grandes obras. Et el rey con todo el exercitu delos Francos et 
delas otras naciones assitio primerament en Espanya la ciudat de 
Panplona por III meses et fîzo hedificar en torno de aquella 535 
grandes guamizones ; mas como la ciudat fuesse guarntda de 
fuertes muros et de otras defensiones, et copiosa de batallantes et 
bien fornida de armas et de viandas asi que era inexpugnabile, la 
ora Karles fîzo oracion a Nuestro Senyor Dios que por raeritos 
del su apostolSant Jayme dius metiesse la dicha ciudat inexpug- 540 
nabile alos christianos ; et tantost por obra delà virtut diuinal 
los muros delà ciudat se derrocaron entro al fundamiento. La 
ora entro el rey en la ciudat et perdono la vida misericordiosament 
alos Moros qui se quisieron baptizar et mato alos rebelles. Et 
hu}'das aquellas marauellas que Dios auia fechas por Karles, 545 
las genres temerosas con grant temor non solament non 
rebellauan al rey Karles, antes lo sallien a reçebir delas 
ciudades et le pagauan tributos. Apres el rey glorioso passo 
en Galliçia et ribando enla ciudat de Q>npostella visito el 
sepulcro de Sant Jayme. Et los Gallegos qui ahun en par- 550 
tida eran paganos^ pre[d]ycando les la palàura de Dios Turpino, 
arçebispo de Rems, fizo los baptizar, et aquellos qui non 
se quisieron conuertir subiugo los al seruicio delos christianos. 
Et après plegando Karles ala riba del mar occeano occidental, a 
vn lugar qui es clamado Payron, et en senyal que su viage era 555 
cumplido entroa alli et que non podia passar mas auant lanço su 
lança en la mar diziendo : « Daqui auant no puedo mas andar. » 
Discorriopuesel rey Karles por toda Espanya et subiugo en aque- 
lla muchas nobles ciudades, villas, et castiellos, et occupo muchos 
puercos. Et asitio el rey Karles con grant poder la marauellosa 560 
ciudat de Lurcena en Espanya, et como huuiesse estado sobre el 
sitio nil** meses et non la pudiesse prender por ninguna virtut 

I. Read hermana. 



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264 ARAGONESE TEXTS 



humana, fizo pregarias a Nuestro Senyor, et subitament losmuros 
de aquella cayeron entroa los fundamientos et en medio delà 

565 ciudat se fizo tantost vna laguna muyt fonda que absoruio los 
muros et todas las casas ; en la quai se troban grandes pexes 
negros ; la quai ciudat asi fundida entro al dia de oy yes inha- 
bitable. Et del oro que los reyes et principes de Espanya et 
de Gallicia auian enuiado al rey Karles en dono, el ne reparo 

570 marauellosament laeglesiade Sant Jayme et constituyo en aquella 
vispo et canonges, segunt la régla de Sant Ysidoro arcebispo de 
Sibillia et doctor marauelloso, la quai docto marauellosament 
de grandes possessiones et ornola de pallio, cruzes, libros, et de 
otros muchos paramentes. En tal manera Compostella que era 

575 primerament chica villa après fue mucho ennoblecida et dotada 
por los meritos de Sant Jayme apostol qui jaze en ella. Et fue 
fecha grant et populosa ciudat, et por obra del rey Karles et por 
actoridat delà eglesia romana començo delà ora auant auer 
prelado ; la quai depues papa Calixto II constituyo seu arcebispal. 

Follow upon this six chapters dealiag with Charlemagne wars throu^ut 
Europe and his coronation as Roman Emperor. 



580 (fol. 208 V**) DE LA BATALLA DEL EMPERADOR CONTRA ABRAHYM 
ET ALMa[n]Ç0R DE CORDOUA ; ET DELA VICTORIA DEL PRINCEPS ' 
CONTRA LOS MOROS POR LA INGENIOSA CAUTELA De[l] EMPE- 
RADOR. 

Entre tanto fue denunciado al emperador que Abrahym, rey 

585 de Siuilia, et Almanzor de Cordoua, los quales en tiempo 

passado auian escapado et fuydo delà batalla de Pamplona segunt 

dicho es delà part de suso, el quai Almanzor era padre de 

aquel el quai auia muerto el rey Loys, segunt dicho es en el 

I. Princep elsewhere. 



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ARAGONESE TEXTS 26$ 



Capitol précèdent ; eran pues en Cordoua el rey de Siailia et 
Âlmanzor con X mil caualleros aparellando batalla contra los 590 
christianos et auian consi muyt fuertes combatientes de Seui- 
lia, de Granada, de Xatiua, de Dénia, de Ubeda, de Âbula, de 
Becia. Et quando lo huyo el emperador fue mucho indignado et 
lexo a Loys, fiUo suyo, en Francia, et el con VI mil combatientes 
passe en Espanya et firmo sus tiendascerca de Cordoua. Et como 595 
fuessen sallidos los Moros al campo et huuiessen IQ azes delos 
suyos, asy mismo el emperador ordeno las azes delos christianos 
et fue ala batalla ; mas los Moros pensando se nueua fantasia 
pusieron deuant los suyos de cauallo vno de piet» los quales eran 
vestidos de cosas negras et tenian caras negras pintadas con 600 
los ollos flameantes et las barbas muyt luengas et muyt orribles 
figuras et con grandes cuernos, assi que parecien seyer diablos, 
et tenian cada uno de aquellos peones o campanillas o timpanos, 
et ferian fuert delas manos ; et contecio asi que por el terrible 
son delas campanas et por las figuras ter[r]ibles delas caras, los 605 
cauallos delos christianos tomaron tanto miedo que non solament 
non osauan yr ala batalla mas ahun lançando los caualleros 
se girauan mas ligerament a fuyr, delà quai cosa huuieron los 
Moros grant alegria. Et auida la Victoria, aquel dia persiguieron 
el exercitu delos christianos por dos millas. Et el dia siguient 610 
mando el emperador que alos cauallos delos christianos fussen ' 
tapadas las orellas et cubiertos los ollos con faxas de lino por tal 
que non huyessen aquellos sones terribles ni vidiessen aquellas 
Caracas espantables. Fecha pues la batalla, los moros giraron las 
espaldaset recorrieronse a lur bandera que era vermella et muyt 615 
grant et era puesta sobre vn carro, et querien la defender quasi 
que alli fuesse toda la virtut dellos, porque los Moros auian tal 
costumbre que non fuya ninguno delà batalla mientra vidian la 
bandera leuantada. Pues conosciendo el emperador aquella cos- 



I. Read fuessen. 



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266 ARAGONESE TEXTS 



620 tumbre delos Moros, acomandose a Dîos et firio delas cspuelas et 
ronpio las mas fuertes huestes delos Moros ; firio por medio ardi- 
danient matando los Moros a diestro et a siniestro con su espada ; 
et plegando ala bandera delos Moros, firio grant colpe en la asta 
conla espada et tallo la; et cayda la bandera los Moros comen- 

625 çaron tantost a fuyr, aios quales el emperador, con los chris- 
tianos, persiguie virilment, matando et derrocando a tîerra ; et 
murieron en aquel dia delos Moros VIII mil. Et fue muerto 
Abrahym, rey de Siuilia. Et Almanzor de Cordoua con dos mil 
delos suyos recullose en Cordoua ; etotro dia siguîent, temiendo 

630 Almanzor que la ciudat fuesse costrenyda por sitio prometio 
que rendria la ciudat et assi mismo al emperador, et que el et los 
suyos recibrien el babtismo et que conoscerian de alli auant tener 
el senyorio delà ciudat por el emperador. Mas depues Almanzor 
mintio la fe que auia iurado al emperador et non le tuuo ren de- 

635 lo que le auia prometido. Et après de aquestas cosas el glorioso 
princep ordeno como partiria las tierras et las prouincias de Espa- 
nya entre los principes et duques de su caualleria, et las otras 
gentes quando ftiessen conquistadas. Asique atorgo las tierras 
delos Nauarros et delos Bascos a los Bretones, et la tierra delos 

640 Castellanos alos Francos, et la tierra de Nagera et de Çaragoça 
alos Griegos et alos Ytalianos et alos Pulleses qui eran en su 
exercitu ; et la tierra delà Andaluzia et toda la marîtima alos 
Theotoiiicos ; et la tierra delos Portogaleses et de Gallicia que 
séria dada ahabitar alos de Dacia et de Flandres. Mas aquella 

645 ordenacion parece que non vino a efecto porque las tierras non 
se conquirieron la ora. Et parece por las conquistas que depues 
fizieron los reyes de Léon et de Castiella et de Nauarra et de 
Aragon cada uno en lures partidas segunt que de part de yuso 
largament es contenido. La ora lexadas las copias del exercitu en 

650 Espanya, el emperador priso consi algunos esleydos et fue en 
Gallicia a visitar el cuerpo del apostol Sant Jayme. Et fizo aplegar 
en Conpostela el concilio delos vispos et de consenti m iento de 
todos constituyo al vispo Compostela que fuesse arcebispo, por 



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ARAGONESE TEXTS 267 



reuerencia del apostol Sant Jayme, et dio en dot toda Gailicia 
et partida de Espanya, la quai cosa el papa Léon confirmo por 655 
actoridat apostolical. Et après el papa Calixto segundo, a poco 
tiempo passado, lo refirmo, dando al arçobispo de G>mpostella 
la cruç et el pallio. 

DE LA BATALLA DE RONCESUALLES EN SPANYA ENLA Q.UAL ROLDAN 

DUCH DELA CAUALLERIA ET OLIUEROS ET LOS OTROS MAYORES 66o 
DEL EXERCITU DEL EMPERADOR CON XX MILL. DELOS CHRISTIANOS 
FUERON MUERTOS POR LOS MOROS POR LA TRAYCION DE GUANALOK. 

Retornandose el emperador Karles de Gailicia en las Gallias» 
fue entroa Pamplona et aturosse alli por dar recreacion alas per- 
sonas por los muchos treballos que auian auidos enlas batallas et 665 
enlos caminos. Et demorauan ahun en Espanya en aquel tiempo 
dos reyes delos Moros, son a saber el rey Marsil et el rey Beli- 
gando, los quales auia tiempo que eran sey[d]o venidos con grant 
exercitu de Âfrica en Espania por el soldan delos Moros. Âquellos 
dos reyes eran hermanos et habitauan enla ciudat de Çaragoça, 670 
et por las muchas et grandes victorias que el emperador auia 
fechas en Espanya, ellos con temor siruian con tributo al empe^ 
rador. Et como huuiessen pagado el tributo cadaun anyo, con* 
tecio que el anyo de Nuestro Senyor DCCCV del imperio de 
Karles el anyo V*>, el emperador enuio alos dichos reyes Agua- 675 
nato, compte de Niues, mandando el emperador alos dichos 
reyes que pagassen el tributo acostumbrado o segunt auian fecho 
los otros poderosos de Espanya, que se fiziessen christianos. 
La ora el rey Marsil et Beligando, ouido consello con los suyos, 
acordaron de rebellar contra el emperador. Et porque mas liu- 680 
gerament pudiessen aquesto acabar ymaginaron en quai manera 
pudiessen destruyr los millores combatientes christianos enlos 
quales estaua toda la Victoria del emperador; porque muertos 
âquellos, non solament recobrarian Espanya, mas ahun guerrea- 
rian las Gallias, et las otras prouincias delà christianidat se 685 



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268 ARAGONESE TEXTS 



subiugarian mas liugerament. Et aquesti consello plazio a todos 
los Moros ; et ha complir las cosas sobre dichas, Marsil et Beli- 
gando pregaron a Guanalon que liurasse los mayores bata- 
llantes en lures manos; alos quales el prometio fazer lo que le 

690 demandauan et ellos en remuneracion del prometimiento et de- 
la traycion daron a Guanalon XX cauallos cargados de oro et de 
argent et de panyos de seda et de otras cosas preciosas ; las 
quales el recibio, et dio de consello alos moros que enuiassen al 
emperador el tributo acostumbrado et que ahun prometiessen 

695 fazerse christianos, et que el consellarie que fuesse el emperador 
alur baptismo et que en su aduenimiento el emperador con- 
stituyesse por su guardia todos los batallantes cerca los puertos 
de Roncesvalles, et que Marsil et Beligando con lur exercitu se 
metiessen en celada secretament enlos montes cerca aquel vall; 

700 et pues quel emperador fues passado los puertos, ellos sallirien 
de la celada et corriessen sobre los batallantes et lur exercitu qui 
de aquello eran escuydados. La quai cosa huyendo Marsil et Beli- 
gando fueron mucho alegres et prometieron conplir todas las 
cosas segunt el consello de Guanalon. Et tantost enuiaron por 

705 tributo al emperador XXX cargas de oro et de argent et de otras 
cosas preciosas, entre las otras XL cauallos cargados de vino 
muyt excellent et fino, et mil moras virgines muyt fermosas. 
Pues el maluado traydor Guanalon, corrupto por moneda, fue al 
emperador et diole aquel tributo et todos los otros donos et ahun 

710 dixo que Marsil et Beligando con todos los suyos querian seyer 
christianos et reconoçer tener por el las tierras que tenian en 
Espanya, consellando ahun al emperador que passasse los puertos 
Cysareos et ellos vemian enta el, et el que les salliesse al encuentro 
et los leuaria honorablement consi ; et après que los fiziesse bapti- 

715 zar, et a mayor seguridat et guarda suya, que enuiasse a Roldan 
maestro delà caualleria con los mas fue[r]tes batallantes en Ron- 
çesualles. Pues el emperador et los otros, oydo aquel consello, 
non supiendo las fraudulosas ymaginaciones et falssos tractos 
del traydor maluado, et alegrose por la grandeza delos donos, por 



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ARAGONESE TEXTS 269 



los quales fueron decebidos; et comendaua la sauieza de Ganaion 720 
et la fieldaty si bien ne auia poca. La ora concertaron manera 
como cumpliessen lo que el consellaua. La ora el emperador 
Karles, es a saber el.anyo de Nuestro Senyor DCCCV*', del impe- 
rio suyo el anyo V**, a LXIII anyos de su edat, a XIII anyos del 
pontificado del papa Léon IIP, decebido el emperador por el fiero 725 
et cruel traydor, tomo aquel mal camino conel arçobispo Turpino 
et con Ganaion impiadoso traydor et con todas las copias del 
exercitu por passar los puertos Ciseros, et que recibiesse con grant 
honor los reyes Marsil et Beligando qui venian a el con lures 
genres. Et clamo a Roldan compte princep delà caualleria et a 730 
Oliuero compte de Gèneuaet Astulfo compte de. . . ^ Arastagno*, 
Augelero, duch de Equitania, Gaysfero, rey de Bordeu, et Gellerio, 
Gelino, Salamon, et Baldouino, hermano de Roldan, et Gondel- 
bodo, rey de Frigia, et Oello ^ compte vaustano, Amalt de Be- 
Uanda, Naaman, duch de Bauera, Oger, rey de Dacia, Lambert, 735 
princep de . . . ♦, Sanson, duch de Burgunya, Constantino, pre- 
feao delos Romanos, Raynal de Auospin, Galter de Tremens, 
Guillem et Guarino, duqhes de Lothoringia, Regon et Alberich ^ 
burgunyon, Berart de Nubles ^, Guimeran, Eusturino, Thederico, 
Yuorion, Berenguer, Audon 7, et losotros marauellosos batallantes 740 
con XX mil electos combatientes : los quales enuio el emperador 
a Roncesualles a fazer la guarda entroa que el huuiesse passado 
los puertos cisareos. Et ellos, auido el mandamiento del empe- 
rador, con XX mil delos suyos, fueron sende en Roncesualles 
et leuaron consy aquel vino marauelloso et las mulleres moras 745 



1. Space in Ms. for a word; earlier in the chronical he is called Astulfo 
compte Lingomense. 

2. Earlier in the Ms. is called Arastanno, rey de Bretanya. 

3. « Oello, compte de la ciudad clamada en vulgar Vastas. » 

4. Space for a word ; earlier he is called Lambert, princep bituricensse. 

5. « Albert de Burgunya. » 

6. Earlier he is called Berarch de Nubilo. 

7. Elsewhere this name appears as Aldo. 



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270 ARAGONESE TEXTS 



que Guanalon auia leuado : et cotno ellos estassen alH en grant 
reposo et occiosidat^ algunos del exercitu, non pero delos 
mayores, mesclaron se con las Moras, por el quai aiuntamiento 
fiieron fechos menos potentes ; pero los principes se guardaron 

750 de vsar conellas, mas delectandose enel vino qui era dolç et 
sabroso siruian muchas vegadas ala embriagueza et turbacion del 
vino. Et conio los reyes Marsil et Beligando supiessen aquellas 
cosas por vn missagero secreto qui les enuio Guanalon, pusieron 
se en celada secretament enlos montes et enlas valles con L mil 

755 Moros esleydos, do estaron dos dias et II noches sin que lo 
supiesse ningunt christiano exceplado el grant traydor. Et el dta 
tercero, como el emperador con los suyos huuiesse ya passado los 
puertos, et Roldan con los otros fiziessen la guardia en Ronces- 
valles, et muchos dellos huuiessen estado los dias passados en 

760 fornicaciones et embriaguezas, los reyes Marsil et Beligando sa- 
llieron delas celadas et fizieron dos azes delos suyos la vna de 
XX mil et la otra de XXX mil delos Moros, et sallieron ala 
batalla contra los christianos; et primerament la az delos XX 
mil Moros fîrio por las espaldas sobre los christianos, los quales 

765 estauan sin recelo ninguno et descuydados de tal traycion : la quai . 
cosa vidiendo, los christianos rccibieron conuerto * entressi et 
corrieron sobre los enemigos, et duro la batalla delà alua entroa 
ora de tercia, asi dura et cruel que ala fin los christianos mataron 
poco a poco todos aquellos XX mil, delos quales escaparon 

770 pocos. Pues como los christianos cuydassen et esperassen aun la 
Victoria, sallieron subitament Marsil et Beligando su hermano con 
la segunda az de XXX mil Moros que corrieron sobre los chris- 
tianos, firiendo por las espaldas, los quales ya eran cansados et 
mucho crebados por la primera batalla. Et agreuiose la batalla 

775 malament et cruel, enlaqual los christianos cansados et enoyados, 
fueron circundados a todas partes por la multitut delos Moros, 
por manera que ninguno non pudiesse escapar. Et finalment los 

I . la San Juan de la Penya this word means consolation, comfort. 



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ARAGONESE TEXTS 27 1 



caualleros de Ihesu Christo, decebidos por los cauaileros del 
diablo, los vnos cayen a tierra trauessados de lanças^ los otros 
degollados, los otros troncados con destrales, los otros muertos 780 
con maças enclauadas, los otros con sayetas ; et los que pudieroh 
lomar biuos, los vnos crucificauan et los otros escorchauan biuos 
siii toda piedat; delà quai muert mataron al glorioso Oliuero^ 
compte de Geneua, el quai fue coronado de asi glorioso martirio ; 
alos otros ligauan las manos de çaga et los enforcauan por los 785 
arbores; a otros ferian con grandes fustes por las cabeças a 
manera de canes et les fazian sortir los iniollos ; asy que por 
taies et otros semblantes turmentes los marauellosos batallantes 
et todo el exercitu delos christianos, qui eran XX mil esleydos, 
fueron coronados de glorioso martirio, et nenguno de tantos 790 
batallantes non escapo sino el arçebispo Turpino et el traydor 
maluado Guanalon, qui eran passadosconel emperador los puertos 
ciseros. Et Roldan et Baldouin et Tederico passaron alos montes, 
et los Moros apartaronse vna légua del lugar delà batalla et fîzie- 
ron aplegar todo su exercitu. Entre tanto Roldan sallio solo del 795 
mont et tornose al campo do era fecha la batalla por veyer si 
trobari algunos delos suyos, et que tornasse sobre los Moros : et 
auiendo cercado todos los lugares delà batalla trobo vn Moro negro 
queiaziecansado enel campo, et prisolo et legolo con IIII'' dogales 
gruessos de sedaa vnarbol et lexoloalli biuo. Apres puyo ensomo 800 
de vna montanya por veyer en que lugar eran los Moros o en 
que manera estaua lur exercitu, et vio que ordenauan lures azes 
para passar los puertos et correr subitament sobre el emperador. 
La ora Roldan deuallo delà Montanya al camino de Roncesvalles 
por do aquellos yuan que querian passar los puertos, et sono 805 
fuertment vna bozina de vori que ténia : al son delà quai se 
aplegaron C delos christianos que estauan escondidos por los 
montes, et conoçieron su cuerno enel sonar : et cobrados 
coraçones vinieron a el, et Roldan que los vio ya sea fuesse muyt 
desconsolado, cobrada ardideza, por Ihesu Christo animolos ala 810 
batalla, pregando sus companyones que acorriessen contra los 



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272 ARAGONESE TEXTS 



Moros et que combatiendo por la fe christiana o ganassen Victoria 
o sy murian metiessen las animas enla gloria et vida perdurable : 
et como ellos lo pronietiessen de fazerlo asi Roldan con aquellos 

815 C christianos començo de yr apresuradament contra los Moros, et 
fue al lugar do auia lexado el Moro ligado al arbol et fizo lo des- 
ligar, et leuantada la espada sobre el dixole : « Si tu quieres venir 
con mj et me demuestras a tu senyor el rey Marsil, el quai yo 
non con[o]çco, tu escapas biuo et sano ; et en otra manera perderas 

820 la cabeça. » Et el Moro sîguio a Roldan et alos christianos et 
fue con ellos entroa la huest delos Moros et mostrole al rey 
Marsil qui estaua en medio delas huestes delos Moros^ qui estaua 
sobre vn cauallo uermello et ténia enla mano diestra vn clipeo 
redondo et quando lo vido Roldan lexo yr aquell Moro et el con 

825 los christianos se metio entre los enemigos con grant ardideza; et 
primerament encontrose con vn Moro muyt fuert s^unt la 
statura, mas noble que los otros, et de cara terrible ; firiolo con 
entramas las manos delà espada et tallolo por medio et matole 
el cauallo. Et après brocando su cauallo por medio de los ene- 

830 migos, fîriendo delà espada con dos manos a diestro et a siniestro, 
matando los que encontraua, (et) trauesso assi por medio delas 
fuertes azes entro que plego al rey Marsil et firiolo tant fuert 
delà espada que lo lanço muerto a tierra; la quai cosa vidiendo 
los Moros huuieron grant dolor et adreçaron su batalla contra 

835 Roldan et los C christianos; enla quai batalla teniendo a Roldan 
asi circundado entre ellos, fue trauessado de IIII lanças et ferido 
de otros muchos colpes et batido de maças et piedras et apenas 
pudo escapar de la multitut. Et los C companyones suyos fueron - 
alli muertos. Et el rey Beligando, huyda la muert de su hermano 

840 Marsil> fuyo subtosamcnt de alli conel otro exercitu delos 
Moros. Et Thedrichet Baldouin con algunos christianos qui eran 
estados desbaratados enla primera batalla andauan derramados 
daca et dalla escondiendo se por los montes. Et el emperador 
Karles non sabie las cosas que eran fechas et auia passado los 

845 puertos et caualgaua enta Gascuenya. Et Roldan, ferido et mala- 



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ARAGONESE TEXTS 273 



ment batido segunt dicho es et enoyado delos caminos caualgo 
apenas entro al piet del puerto de Cissera ; et la sangre le corrîa 
a todas partes, et yua desconsolado, plorando et planyendo la 
muert de tantos principes et batallantes : et como ribasse en vn 
prado sobre Roncesualles, seyendo cansado et fuert enoyado, 850 
cerca vn arbol do estaua vna grant piedra, deuallo del cauallo ; et 
recreado que huuo vn poco, saco su espada que auia nombre 
Durandart, la quai era de inconparable bondat^ con la quai 
siempre auia combatido enlas batallas; et mirandola et regiran- 
dola, temiendo que tan buena espada cayesse en raanos delos 855 
Moros, ya sea con grant dolor, firio III vegadas con la espada 
en aquella piedra, et queriendo la crebar, non pudo; antes 
tallo aquella grossa piedra cada uegada passando la de part a 
part, non confondiendose la espada punto, nin se torcio nin 
se giro el tallo; la quai cosa vidiendo Roldan, tornola enla 860 
uayna. Et après Roldan, como fuesse muyt mal plagado et la 
sangre decorriesse a todas partes por las feridas et se acercasse 
ala muert, començo tan fuertment a sonar su bozina que non 
parecia seyer voç de cuerno mas de trueno, queriendo si pudiesse 
replegar algunos christianos qui fuessen derramados por los 865 
montes o de aquellos qui auian passado los puertos, que fuessen 
présentes a su muert et le ayudassen asu fin con oraciones. Et 
sono la tan fuert et con tanta virtut que por la fuerça del ayre 
de su boca crebo la bozina por medio et las venas et los neruios 
del cuello se le rompieron ; et aquel son delà bozina por voluntat 870 
de Dios plego entroa las orellas del rey Karles qui era luent de 
Roldan por VIII** millas, deuallando enta Gascuenya con todo su 
exercitu en vna uall clamada vall de Karles, el quai non sabia las 
cosas qui eran fechas por los Moros a Roldan et alos otros bata- 
llantes en Ronçesvalles. La ora el emperador, oyda la bozina de 875 
Roldan, pensando que estaua en grant treballo quiso se tornar 
en Ronçesvalles con todo su exercitu por dar ayuda alos bata- 
llantes, mas el maluado traydor Guanalon qui sabia la traycion 
consellole et dixole : « Sacratissimo emperador, non se conuiene 

REFVE HISPANIQUE, XVI. x8 



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274 ARAGONESE TEXTS 



880 que tornedes a çaga porqiie vuestro nieto Roldan por muyt poca 
cosa suele sonar su bozina ni ha menester de uuestra ayuda, qui 
de tanto exercitu de batallantes es guarnido; mas el se dele3ta 
en ç<nga et persigue alguna fiera et ua discorriendo assi sonando, 
deportandose por el mont. » Et assi cl emperador non cunpiio 

885 lo que auia propuesto por consello del traydor Guanalon. Pues 
como Roldan iaziesse de espaldas enel prado ya cerca la muert 
et por la grant congoxa desseasse alguna liquor por abaxar la set, 
sobreuino Baldouin su hermano, al quai Roldan asi como mîUor 
pudo, le dio a entendcr que le aduxiesse agua, et Baldouino dis- 

890 corricndo daca et dalla con grant angoxa^ como non pudies 
trobar agua« torno a Roldan, et vidiendo lo al punto delà muert 
benedixolo, et caualgo el cauallo de Roldan et con grant dolor et 
tristura cuytadament fue alos puertvxs por fuyr alas manos de- 
los Moros ; et passados los puertos, denuncio al emperador las 

895 cosas que eran fechas. Et partido de alli Baldouino, vino tantost 
a Roldan Tederico, et el ferido de muchas plagas; et vidiendo 
lo quasi muerto et quasi sin anima, començo a planyer fuertment 
sobre el. La ora el bien auenturado mariir Roldan qui ya era seydo 
guarnido de confession et recebido Nuestro Senyor, leuantados los 

900 oUos entai cielo et las manos, fizo tal oracion, diziendo : « Senyor 
Ihesu Christo, por la fe del quai yo he Icxada mi tierra et so 
venido entre estos barbaros exalçar la christiandat tuya, en do 
muchos periglos delos perfidos he passados et vencidos, armado 
de tu ayuda, et muchas colladas, muchas miserias et muchas 

905 feridas, muchas iniurias, muchos escarnios, muchos enoyos, 
calores, friores, fambre, set, rencura, he sufierto; a Tu enesu 
ora recomiendo la mi anima. Assi como Tu denyeste nacer de 
virgen por mi et sofrir la cruç et morir et seyer soterrado et al 
tercer dia resusçitar, et crebantar los jnfiernos et puyar alos 

910 cielos los quales nunqua des;impareste por presencia del tu nombre; 
asi quieras deliurar la mi anima de muert eternal porque yo me 
confiesso seyer peccador mas que non se puede dezir; mas Tu 
qui ères misericordioso perdonador de todos los peccados et bas 



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ARAGONESE TEXTS 275 



mercet de todos aquellos qui retornan a Tu et se repienten, Tu 
qui perdonest alosde Niniue et relaxaste sus peccados a Maria 915 
Magdalena, relaxaste la culpa a Sant Pedro planyent, et abriste 
la puerta del paradiso al ladron confiant en Tu, Senyor nonquiras 
denegar ami el perdon de mis peccados et perdona me toda cosa 
que sea viciosa en mi, et quieras nudrir la mi anima enla vida 
perdurable, por que Tu ères aquel qui non lexas périr las animas 920 
quando mueren nuestros cuerpos, mas son mudadas en mellor 
vida. Tu qui dixieste que mas queri is la vida del peccador que la 
muert, yo creo de coraçon et confiesso por la boca que por 
aquesta razon Tu quieras leuar de aquesta vida la mia anima, que 
après la muert la fagas biuir mellor. » Etdiziendo aquestas parau- 925 
las tomo Roldan con sus manos la piel et la came suya cerca los 
pechos, asi como Tederico reconto depues, et plorando et geme- 
çando, dîxo taies paraulas : « Senyor Ihesu Christo, fiUo de Dios 
biuo et delà Sancta Virgen Maria, yo confiesso de todas mis 
entranyas et creo que Tu, Redemptor mio, biues, et enel dia 930 
çaguero resuscitare delà tierra; et en aquesta carne vere a Tu, 
Dios, Saluador mio. » Et estrinyendo su carne dixo aquesto III 
uegadas, item metiendo III vegadas las manos sobre los ollosdixo 
très uegadas: « Et aquesto veran estos oUos »; et après abrio los 
ollos et guardando entai cielo, fecho primerament el senyal delà 935 
cruç, dixo : « Todas lascosas terrenales son a mi viles et agora 
por voluntat de Dios veo lo que oUo non vio, nin orella huyo, 
nin en coraçon de hombre puyo ; la quai cosa Dios aparello a los 
qui lo aman. » Depues estendio sus manos et prcgo por los 
christianos qui eran muertos enla bntalla : « En tal manera mue- 940 
uanse las entranyas delà misericordia tuya, Senyor, sobre los 
fieles tuyos qui oy son muertos en la batalla, los quales de 
luentes partes son venidos entre estas barbaras naciones a com- 
bater la perfida gent et exalçar el tu santo nombre et a vengar la 
tu preciosa sangre et declarar la tu fe et agora yazen muertos por 945 
Tu por manos delos Moros. Pues Tu, Senyor piadoso, linpia las 
maculas de aquellos et quieras liberar lures aninlas delas penas 



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1 



2j6 ARAGONESE TEXTS 



del jnfierno; enuia, Senyor, tus sanctos archangeles qui guardcn 
las animas de aquellos delas regiones tenebrosas, et las lieuen alos 

950 r^nos celestiales por tal que ensemble con los sanaos manires 
tuyos con Tu regnar sin fin puedan, qui viues et régnas con Dios, 
Padre et el Espiritu Sancto por todos los sieglos, amen. » Las 
quales paraulas dichas, el sancto Roldan rendio el spiritu ; et Tedc- 
rico partiose de alli. Et fue fecha aquesta batalla en Roncesualtes 

955 el anyo de Nuestro Senyor DCCCV", a V° anyos del imperio de 
Karles segunt dicho es de part de suso, a XVI dias del mes de 
junio. 

DELA MARAUILLCSA VISION QJJE HUUO EL ARCOBISPO ' TURPWO 

DELAS ANIMAS DE ROLDAN ET DELOS OTROS; ET DELA VICTORIA DEL 

960 EMPERADOR CONTRA EL RE Y BELIGANDO ET LOS OTROS MOROS; ET 

COMO FUERON SOTERRADOS LOS CHRISTIANOS ET EN QUE LUGARESJ 

ET DELA MUERT DEL GRANT TRAYDOR GUANALON. 

En aquel mismo tiempo et dia que el martir Roldan murio el 
arçebispo Turpino, segunt el recuenta, el era con el emperador 

965 Karles enta Gascuenya enla vall de Karles do la ora estaua el 
exercitu atendado ; et como el célébrasse la missa por los muer- 
tos en presencia del emperador et de todo el pueblo, el arçebispo 
fue rapado subitament en vision et vido grant multitut de ange- 
les con gloria qui puyauan alos cielos las animas delos christia- 

970 nos muertos con ymnos et cantos ; et guardando Turpino aques- 
tas cosas, vido subitament vna grant multitut de demonios, ho- 
rribles de guardadura, con los ollos fogueantes et las bocas et las 
narizes flameantes, que vinien quasi como de vna parada adu- 
ziendo las animas delos muertos ligadas enlas cadenas de fu^ 

975 con las manos a çaga et batien las sin toda misericordia cou 
vergas de fierro flamantes, alos quales el arçebispo Turpino dixo : 
« Coniuro vos por Dios todo poderoso que me digades qui son 

I. Read arçebispo. 



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ARAGONESE TEXTS 277 



aquestos ». Al quai respondieron los demonios : « Nos leuamos al 
infierno al rey Marsil con los otros Moros ; mas el ornador 
con muchos otros delos vuestros Migel archangel con copiosa 980 
multitut de angeles lo leuauan en parayso. » Et passada aquella 
vision Turpino retomo en su estamiento et cunplio la 
missa començada; la quai cunplida Turpino dixo al empera- 
dor : « Senyor, sabet verdaderament que Roldan es passado 
desta vida porque su anima del et de muchos otros chris- 985 
tianos Sant Migel archangel et el coro delos angeles en mi pre- 
sencia con ymnos et cantos las han puyadas al cielo; mas de 
que muert sea muerto non lo puedo saber. Et grant multitut de 
spiritus malignos segunt yo he visto en vision lieuan al fuego 
eternaly el anima de vno quel dizian Marsil^ con las animas de 990 
otros muchos maluados. » Et recontando aquestas cosas Turpino 
al emperador, sobreuino Baldouino, hermano de Roldan, caual- 
gando enel cauallo de Roldan, et vinie mal ferido ; et plegando 
deuan el emperador, recontole por orden la manera et la exida delà 
batalla, et como auie lexado a Roldan en vn prado cerqua vn 995 
mont que estaua cerqua el puerto al punto delà muert, et que el 
de su mandamiento auie caualgado en su cauallo por que viniesse 
cuytadament a denunciar al emperador la (in delà batalla. Et quan- 
do lo huyo el emperador, fue mucho tribulado et cuytadament 
con todo el exercitu retornose a çaga ; et passados los puertos fue 1000 
al lugar do Roldan yazie mueno con los bracos ' sobre los pechos 
esiendidos en manera de cruç, teniendo cerqua si su espada Duran- 
dart et su bozina de vori. Et quando lo vido el emperador, de 
grant dolor que huuo, lexose cayer en tierra, pelando los cabe- 
Uos de su cabeça et pelando su barba, despeçando se todo ; et 1005 
con grandes cridos et lagrimas misérablement planyendo, dizie 
taies paraulas : a O braço derecho de mi cuerpo, honrra delos 
Gallos, espada de iusticia, asta inmobible, loriga incorruptible et 



I. Read braços. 



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278 ARAGONESE TEXTS 



yelmo de saluacion, comparado a ludas Machabeo en bondat, 

10 10 semblant a Sanson et a Josue^ ygual a Dauid semeilant en la for- 
tuna de iusta muert a Saul et a Jonathas, cauallero fuert adoc- 
trinado en batallas, mas fuert delos fuertes de linage real, des- 
truydor delos Moros, defenssor delos christianos, muro delos 
clerigos, guardador delos huerfanos et delas viudas, vianda et 

1015 sustinimiento delos pobres et delos ricos, relevacion delas 
eglesias, lengua sin mentira, iusto en iudicio, auisado enel con- 
sello et pleno de todas uîrtudes, porque te adux enestas hono- 
res ? como te veyo muerto, porque non muero con tu ? como 
desamparas a mi, tristo, viello, et desapoderado ? viuas con las 

1020 angeleset con los martires et con todos los sanctos! porque sobre 
tu se deue planyer sin fin et asi como ploro Dauid sobre Saul 
et lonathas et Absalon. » Et replicadas muchas de v^adas 
aquestas et semblantes paraulas mando el emperador atendar el 
exercitu, et fizo aparellar el cuerpo de Roldan con balsamo, 

1025 mirra, et aloe, et otros preciosos vnguentes et espendieron toda la 
noche en sus obsequias con cirios et psalmos et ymnos ; et el dia 
siguient el emperador con su exercitu fue al lugar do era estada 
la batalla et trobo por todos Roncesualles que yazien los cuerpos 
delos batallantes et delos otros christianos, delos quales aigu- 

1030 nos eran ahun medio viuos enel çaguer punto delà fin, de que 
huuo grant dolor. Et après trobo algunos christianos crucifica- 
dos, otros forçados, otros escorchados, otros a manera de canes 
desmioUados, entre los quales trobaron a Oliuero muerto sobre 
lierra, estendido a manera de cruç con IIII** palos fincados en 

1035 tierra, et con quatro ligaduras, et del cuello entroa las vnglas de 
los pies, et delas manos eschorchado, et todo traucado ' de lan- 
ças et de sayeias et de espadas ; sobre el quai el emperador fizo 
grant planto et era tal et tanto el planto en todo el exercitu 
delos christianos que planyan sobre lures proximos et amigos 



I. Cf. Catalan « traucar », Provençal «« traucar », to pierce. 



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ARAGONESE TEXTS 279 



que toda Roncesualles resonaua delos batimientos et delas cla- 1040 
mores. Apres el emperador partie de alli et aplegado todo su 
exercitu pregaua a tcxlos que persiguiessen al rey Beligando et 
alos otros paganos ; la quai cosa plazio a todos. Et indignados 
de grant dolor et yra cuytadament passaron los puertos et non 
cessaron en todo lur camino entroa que trobaron los Moros 1045 
cerca el rio de Ebro non luent de Çaragoça do estauan atendados 
con lur rey Beligando en diuersas maneras de iuegos et solaçes. 
En el quai dia por pracion del emperador fizo Dios estar el sol 
inmoble et crecio aquel dia III dias, et el exercitu delos chris* 
tianos por camino angelical, por voluntat diuina, tanto et tan 1050 
liugerament et sin ninguna lision cunplieron lur camino quanto 
en m dias alguno auria podido caualgar. Pues el emperador con 
los christianos corrio sobre los Moros et fizo tan grant destruc- 
cion en ellos que mi mil delos Moros murieron ensemble con 
lur rey. Apres las quales cosas el emperador et los chris- 1055 
tianos huuieron ya alguna poca consolaçion, et retornaronse 
al campo de Roncesualles et leuados los muertos et feridos al 
lugar do yazia el cuerpo de Roldan. El emperador estando 
enmedio delos varones suyos clamo a Guanalon el maluado 
traydor et començole a demandar si era verdat lo que dizian 1060 
del et era fama, porque manifiestament se dizia por todo 
el exercitu que por la traycion de Guanalon Roldan et los 
batallantes et otros XX mil christianos cran muertos enla 
batalla; la quai como negasse Guanalon, Tederico qui era présent 
estado ala muert de Roldan reutolo de traycion, ofreciendose a 1065 
lo prouar por singular batalla. La ora el emperador, a consello 
de todos, dio por combatedor a Tederico por su part et Gualalon 
dio por combatedor a Pinobello : enla quai batalla Tederico 
mato a Pinobello et asi réprouo a Guanalon de traycion. La ora 
el emperador mando que el traydor Guanalon fuesse ligado por los 1070 
piedes et por los braços alas codas de IIII** cauallos, et sobre cada- 
uno mando puyar vn sariant, los quales brocassen los cauallos a 
diuersas partes porque el traydor de Guanalon fuesse todo espe- 



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280 ARAGONESE TEXTS 



daçado ; et asi fue fecho. Apres mando el emperador que todos 

1075 leuassen los cuerpos.delos muertos cadauno los suyos, et segunt 
diuersos lugares et ciminterios los soterrassen segunt que a cada- 
uno plaziesse : delos quales muchos fueron soterrados en vn 
ciminterio qui es cerca de Arles en Procnça : al quai ciminterio 
dizen Aliscamps. Et algunos otros fueron soterrados en Bordeu : 

1080 con los quales fueron soterrados aquellos qui murieron enel monte 
Garcino. Et fizo leuar el emperador a Roldan a Blaya et alli lo fizo 
soterrar con grant honor enla eglesia de sant Roman Martir. Et 
por memoria delas victorias et nobles cauallerias de Roldan fizo 
colgar al cabo sobre su tomba la espada suya Durendart, et la 

1085 bozina suya de vori alos piedes; mas segun recuentan algunos 
qui la han vista, la espada Durendart es agora diligentment guar- 
dada enel secretario delos reyes de Francia, con la espada de 
Karles que auia nombre loyosa : et dizen que la bozina de vori 
se demuestra ahun agora enel monasterio de sancta Maria de 

1090 Roncesualles enel lugar do fue la batalla. Era Roldan al tiempo de 
su fin en edat de XXXVIII anyos, segunt parece enel epitafio 
o superescripcion que el emperador fizo por viessos metrificados 
sobre su sepultura, en tal manera : 

Tu patriam repetis, nos tristem sub orbe relinquis ; 

1095 Te tenet aula nitens, nos lacrimosa dies. 

Sex qui lustra gerens VHP uiuis insuper annos, 

Ereptus terre iustus ad astra meas. 
Ad paradisiacas epulas te ciue redacto, 

Vnde gémit mundus gaudet honore polus. 

iioo la exposicion delos quales uersos es aquesta : « Tu te vas 
ala patria et a nos lexas tristo enel mundo : a tu conuiene 
el palacio resplandient ; a nos el dia ploroso. Tu as viuido enel 
mundo XXXVIII anyos et agora ères leuado delà tierra et iusto 
puyas alas estrellas, alas viandas de paradiso. » En Burdeo enel 

1 105 ciminterio de Sant Seuerino fueron soterrados Guanferon *, rey 



I. Gaysfero, L. 1545. 



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ARAGONESE TEXTS 28 ï 



de Bordeu ; Ângelero, duc de Equitania ; Lambert, princep de 
Gelerio ; et Gelino et Remon ' de Aluopin, et Galtier de Tre- 
mens*, et Guillen et Begno con V mil otros. Oello, compte, 
con muchos otros, fiie soterrado enla cîudat suya de Vascas ; 
et soterrados los sobredichos solempnement, et fechas a todas iiio 
partes por las animas delos muertos solempnes exequias et 
comemoraciones et solempnidades de missas. Mando ahun 
el emperador que fuessen dadas largas almosnas ; et el de 
lo suyo proprio dio en almosnas XII talentes de oro et XII 
talentes de argent; et muchas uestiduras et comer et beuer 1115 
alos pobres. Et todos los monesterios et lugares do los bâta- 
liantes fiieron soterrados et los otros christianos, dotolos de 
grandes possessiones et de muchas rendas. Apres las quales cosas 
el emperador et el arçobispo Turpino et el exercitu sen fueron en 
Gascuenya et après, passando por Tolosa, fueron a Arles de Proença 1 1 20 
et trobaron alli el exercitu delos Burgunyenos qui depues que 
auien partido de Roncesvalles auien passado por Morlans et por 
Tolosa, et auien leuado consi los cuerpos de Jures muertos, porque 
los soterrassen en Aliscamps, ciminterio de Arles, do el arcebispo 
Turpino, por mandamiento del emperador, soterro honorable- 1125 

ment Alstulfo ^ compte de , et a Salamon et a Sanson, duques 

de Burgunya, et Arnalt de Bellada, et Albert de Burgunyon et 
Aguynart et Astruino et Andon et astederico *, el quai depues delà 
batalla sîngular que auie fecha con Pinobello que se combatio por 
part de Guanalon segunt sobredicho es, murio de las feridas que 1130 
auie preso enla batalla de Roncesvalles, delà quai era escapado 
malament ferido. Et soterraron ahun con los sobredichos a Ber- 
nart de Nubles et Andon is et a Berenguer et a Naaman duch de 
Bauera con X mil otros delos christianos qui eran y muertos enla 



1. Ramon in an earlier part of the Ms. 

2. Termens earlier in Ms. 

3. A Astulfo, compte lingomense. 

4. A Tederico. 



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1 



282 ARAGONESE TEXTS 



113 5 batalla. Et Costancio prefecto delos Ronanos qui con muchos 
Romanos et Pulleses et otros Ytalianos eran seydos muertos en- 
la batalla de Roncesualles, fue leuado con los suyos por mar, et 
fueron tcxios soterrados honorablement en Pulla ; por las animas 
delos quales el emperador fizo alimosna alos pobres en Arles XII 

II 40 onças de oro et otras tantas de argent. 

III. JAYME DE ARAGON 

(fol. 289 V°) AQUI COMIENÇA EL XVII LIBRO DELAS GESTAS, MEMO- 
RABLES FECHOS DEL VIRTUOSO ET MUYT EXCELENT REY DON JAYME 
DE ARAGON, ET PRIMERAMENT DE SU COMEMÇAMJENTO ET GENERA- 
CION ET DELAS COSAS dUE APRES SE SIGUIERON. 

1145 Muerto el rey don Pedro succidio enel r^no de Aragon et en- 
los condados de Barcelona, de Rossellon et de Pallas et enla 
baronia de Monpesler, su fillo el rey don Jayme, qui fue dicho 
auenturado por esto que en todos sus afferes et conquistas fiie 
siempre bien fortunado, et fue varon virtuoso et de bella esta- 

1 150 tura et buen conquiridor segunt paresce auant por las conquistas 
que fizo : et fue fillo de el sobredicho rey don Pedro et delà 
reyna donya Maria, nieta del emperador de Constantinoble, filla 

de en Guillen, senyor de Monpesler : la quai por la 

manera que se sigue. El don Alfonsso de Aragon, comte de 

1155 Barcellona et marques de Proença, auuelo desti rey don Jayme, 
fizo tractar matrimonio conla filla del emperador de Constanti- 
noble, clamado Manuel, et enuio al emperador que gela dasse por 
muller. Et seyendo el dicho matrimonio ya tractado et acordado 
entre entramas las partes, el rey don Alfonsso tomo por muller 

II 60 la reyna donya Sancha, filla del emperador de dstiella. Et el 
emperador de Constantinoble no sabiendo res de aquesti matri- 
monio enuio su filla al rey don Alfonsso por muller s^[unt 
que era tractado et ordenado. Et vinie con ella vn vispo et 
dos varones, los quales quando fueron en Monpesler supie- 



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i 

J 



ARAGONESE TEXTS 283 



ron como el rey don Alfonsso auia presa por muller la filla 1165 
del emperador de Castiella, que huuieron grant desplazer et 
fueron puestos en grant turbacion et penssamiento que farien 
delà filla del emperador Manuel. Et era en aquel tiempo 
senyor de Monpesler et de toda su baronia vn noble hombre 
clamado en Guillen de Monpesler, et fueron a el el vispo 11 70 
et los nobles qui eran alli con la filla del emperador Manuel, 
notificando le la turbacion en que estauan, et como eran esta- 
dos decebidos por el rey don Alfonsso de Aragon, et que le pla- 
ziesse de darles consello en quai manera ellos se abtendrien o que 
deuiessen fazer. Et el les respondio que endo aurie su consello 1175 
et acuerdo. Et après auido su consello con sus ricos hombres et 
caualleros et las otras honorables personas de Monpesler, daron le 
de consello que pues Dios le auie fecho tanta gracia que la filla 
del emperador Manuel era venida en su tierra et senyoria por 
tal Ventura, que pues que el non auie muller nin ella marido, 1180 
que la retuuiesse por muller et por res del mundo non la dexasse 
tornar al emperador. La ora el fizo respuesta al vispo et alos nobles 
segunt que le fue dado de consello ; et quando ellos lo huye- 
ron, fueron mucho mas desconsolados et en mayor penssamiento 
que non eran de primero, penssando que la filla del emperador 1185 
huuies a vn otro marido sino emperador o rey. Et suplicaronle 
carament que por Dios et por la valor que enel era, que los 
dexasse tornar al emperador porque ellos auien prometido, et 
les era comandado que si por quai razon el matrimonio del rey 
don Alfonsso non se fazie, que ellos tornassen la jnfanta al empe- 11 90 
rador por tierra o por mar. La ora en Guillen de Monpesler 
et su consello les respondieron como de primero et que non 
se podie otra cosa fazer. Vidiendo la ora los missageros lur 
voluntat, retuuieron su deliberacion et acordaron entre si 
que pues no pudien al fazer, et les era cosa forçada que aquel 1195 
matrimonio que se fiziesse, que lo fiziesse con tal condicion, 
que si fiUo o filla naciesse delà filla del emperador, que fuesse 
senyor de Monpesler; et a su consello que ella ni ellos non 



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284 ARAGONESE TEXTS 



consintien por ninguna manera en aquel matrimonio sino con 

1200 tal condicion, et que el lo prometies asi con sagrament et 
omenage et lo fîzies iurar a todos los de Monpesler de edat de 
X anyos en suso. Et todas estas condi[ci]ones et palauras 
fueron puestas en escrip[t]o en forma publica. Et auido consello 
el senyor de Monpesler con sus ricos hombres et caualleros 

1205 atorgaron el matrimonio con las condiciones sobredichas. Et 
engendro en aquella muller vna fiUa que huuo nombre Maria; 
la quai caso depues conel rey don Pedro de Aragon, fillo del rey 
don Alfonsso, et padre desti rey don Jayme ; con tal condicion 
que ella huuo en dot Monpesler con toda su baronia et pertenen- 

1210 cias. La quai duenya fue muyt noble duenya et honesta et de 
sancta vida. Et biuiendo la fiUa del emperador, muger » del senyor 
de Mpnpesler, madré de aquesta reyna, el tomo otra muller que 
era de Castiella, clamada donya Agnes : enla quai engendro 
ini fillos, el mayor delos quales huuo nombre Guillen de 

1215 Monpesler assi comoel padre : el quai treballo mucho por auer 
la senyoria de Monpesler, diziendoque, porque el era hombre, que 
a el le pertenesçie. La question fue enla cort de Roma deuant el 
papa. Et la reyna donya Maria fue ala cort por defender su razon. 
Et finalment fue dada sentencia por el papa, delà quai se dize 

1220 quendi ha décrétai expressa : por la quai sentencia fue difinido 
et declarado que los fillos del senyor de Monpesler et de donya 
Agnes non eran de leal matrimonio, antes fechos en adulterio, 
auiendoelotra muller légitima quando tomo aquella; etiudgaron 
que Monpesler con toda la senyoria fuesse et deuiesse seyer delà 

1225 reyna donya Maria et de sus herederos. 

DEL NACIMIENTC) DEL REY DON JAYME ET PORaUE HUUO TAL 
NOMBRE. 

El rey don Pedro, padre de don Jayme, por qualque razon 



I. Muller in ail other cases in text. 



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ARAGONESE TEXTS ^ 285 



seyendo en discordia et corroço con la reyna non estaua ensemble 
nin la querie veyer; et contecio que seyendo el rey en Latas et 1230 
la reyna en Mirauall, fue al rey vn rico hombre suyo clamado 
en Guillen de Alcala ; et fizo tanto con el rey que lo fizo yr a 
Mirauall do era la reyna, et aquella noche que fueron ensemble, 
el rey don Jayme fue engendrado. Et quando la reyna se sin- 
tio prenyada, entrosende en Monpesler et nascio alli el rey don 1235 
Jayme la viespera de sancta Maria Candelaria. Et de continent que 
fue nascido mando la reyna que lo leuassen a presentar- deuant 
la ymagen de Sancta Maria a la eglesia. Et contecio asi que 
quando lo metien por la eglesia los capellanes qui cantauan los 
maytines començaron acantar « TeDeum laudamus », yasea non 1240 
supiessen res del jnfant ni delo que se fazie. Et de alli leuaron 
lo a Sant Fermi : et entraron por la capiella los qui lo leuauan, 
et los capellanes qui dizien las maytinas, no sabiendo res del 
jnfant nin delo que se fazie, mas faziendo su oficio començaron 
a cantar en aquella ora « Benedictus dominus deus Israël » ; de- 1245 
Lis quales prenosticaciones quando fueron entrados ala reyna 
huuo ella grant plazer et consolacion. Et après ella fizo fazer 
XII candelas todas de vna faycion et de vn peso et grandeza, et 
fizo meter en cascuna el nombre de vn apostol : et fizo las encen- 
der todas ensemble prometiendo a Dios que aquella que mas 1250 
duraria que aquel nombre aurie. Et duro mas por cremar que 
las otras la de Sant Jayme bien très dedos al traues; et por 
aquesta razon huuo nombre Jayme. Et ahun contecio quando el 
se criaua, que algunos parientes suyos por tal que ellos succidies- 
sen enel reyno, yaziendo el jnfent enla cuna o breçol, fizieron 1255 
lançar vna grossa piedra por vna trapa sobre el jnfant. Mas Dios 
no quiso que lo firiessen nil pudiessen nozer, et cayo la piedra 
cerca la cuna. Et après el jnfant fue dado a criar al compte Simon 
de Montfort, del quai es fecha mencion enla ystoria del dicho 
don Pedro, padre de aquesti rey don Jayme : el quai compte, 1260 
por auer mayor amistat conel rey, demandole el jnfant, diziendo 
que el lo criarie con grant diligencia et como se perteneciese. Et 



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286 ARAGONESE TEXTS 



seyendo el jnfant en poder del compte, nascio grant diuision et 
guerra entre el rcy don Pedro et el compte, porque el compte se 

1265 «forçaua de deseredar la condessa de Tolosa, et el rey don 
Pedro la defendia porque era su hermana ; por la quai razon et 
guerra el rey don Pedro murio enla batalla de Muriel, enla I 

quai lo desempararon et fuyeron el compte de Tolosa et el , 

compte de Fox qui eran conel. Et eran alli entre nobles et ricos 

1270 hombres de Aragon don Migel de Buesa et don Blasco de 

Alagon, don Rodrigo Licario, don Ladron, don Gomez de ! 

Luna, don Migel de Rada, don Guillen de Pueyo, don | 

Aznar Pardo et don Pedro Pardo su fiUo, et algunos otros | 

con lures companyas. Et fueron hi de Cathalunya en Dalmau de j 

1275 Trexel, Uuch de Mataplana, en Guillen dortau, en Bemat de 
Castell bisbal, los quales todos fuyeron et lo desempararon, 
exceptados don Gomez de Luna et don Migel de Errada et don ' 

Migel Buesa et don Aznar Pardo et don Pedro Pardo su fillo et 
algunos otros Aragoneses qui fincaron conel et murieron alli con 

1280 el rey : delà quai batalla es fecha mencion en la ystoria del 
dicho rey don Pedro. Empero ante que la batalla se fiziesse, el 
compte Simon se querie poner en poder del rey et se querie 
abenir con el, mas el rey no lo quiso recebir ni oyr. Et après 
fue muerto como dicho es. Apres la muert del quai los naturales 

1285 del regno fizieron grant guerra en Narbones et en todas aque- 
lias entradas (et) contra el compte Simon, et enuiaron supplicar 
al papa Jnnocent III, que el enuiasse mandar et fizies costrenyr por 
via de excomunicacion o en otra manera qualquier al conde Simon 
que les restituyes el jnfant que era lur senyor natural, et noy fin- 

1290 caua otro heredero enel regno. La ora el papa mando que el 
jnfant fuesse liurado a sus vassallos naturales. Et [por] aquella 
razon enuiaron vn cardenal, qui se clamaua de Benauent, al 
compte de Monfort. El quai cardenal recibio el jnfant et leuolo 
entroa Narbona et alli rendiolo a sus vassallos, es a saber grant 

1295 pîirtida de ricos hombres et de caualleros qui cran alli venidos de 
Aragon et de Cathalunya; los quales lo recibieron con grant honor 



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ARAGONESE TEXTS 287 



et alegria. Et pudîe auer el jnfant la ora VI anyos et quatre meses. 
Et todas estas cosas se fizieron por tractos de en Remon espa- 
nyol, vispe de Sogorbe. Empero el cardenal fue conel jnfant 
entro Aragon et fizo aplegar en Monçon todos los nobles et ricos 1300 
hombres et barones delà tierra, et deuant de ellos comando el 
jnfant a criar al maestro del temple qui auie nombre fray Guillen 
de Montredon et era natural de Osona. El porque el jnfant era 
sin regimicnto et discrecion por la poca edat que auie mouiosse 
grant discordia entre los ricos hombres et las ciudades del 1305 
regno. Empero el cardenal puso despues paz et concordia entre 
ellos et fizo que los barones et vniuersidades iurassen de guardar 
fialdat al jnfant asi como a su senyor natural : et constituyo dos 
procuradores en la tierra qui la rigiessen entro que el jnfant 
fuesse de hedat de régir. Empero a esto los ricos hombres et las 13 10 
vniuersidades non consintieron. Et asi se contiene en vna ysto- 
ria ; mas en otra ystoria se contiene vn otro consello, enel quai 
deliberaron que fiziessen fazer al jnfant vn sielio nueuo, et que 
en nombre suyo fuessen plegadas las cortes en Lerida : alas qua- 
les viniessen el arçebispo, vispos^ abades, et los nobles, ricos 13 15 
hombres, barones aragoneses et cathalanes, et X hombres de 
cada vna ciudat con auctoridat delos otros. Et assi fue fecho 
porque todos fueron alas cortes al dia asignado, exceptados don 
Ferrando et el compte don Sancho, cada uno delos quales cuy- 
dîCua seyer rey. Et alli iuraron todos de guardar la persona del 1320 
jnfant et la tierra : et fecho sagrament, partieron se las cortes. 



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CANCION REAL 
A VNA MUDANZA 



Celte pièce a été publiée pour la première fois en 1654 par Josef Alfay, aux 
pp. 40-45 des Poesias varias de grandes ingenios espanoïes (Zaragoça), mais déjà 
en 1648 Gracian en avait imprimé la première strophe dans VAgvdeiay arte de 
ingenio (Huesca ; p. 59). Elle se trouve aussi au tome III (pp. 222-227) du 
Parnaso espanol de Sedano(i773) et au tome VI (pp. 11 5-120) du Cajon de 
sastre literato de Francisco Mariano Nipho (1782) : ce dernier reproduit à peu 
près littéralement le texte d' Alfay, et les quelques variantes relevées semblent 
n'être que des corrections arbitraires. Il serait sans intérêt d'énumérer les an- 
thologies du XIX* siècle qui ont réimprimé notre poésie en utilisant simplement 
Tune des éditions citées plus haut. 

La Caneton real a vna mudan^a est attribuée à Mira de Mescua par Gracian, 
à Bartolomé Leonardo de Argensola par Sedano, à Diego Morlanes par Nipho; 
cette dernière attribution n*est due qu'à une bévue : Nipho copie Alfay, et 
dans Alfay la Cancion est imprimée sans nom d'auteur, à la suite d'une poésie 
de Diego Morlanes. Le cancionero manuscrit de D. Manuel de Fana y Sousa 
l'attribue au comte de Portalegre ; enfin d'après M. Juan Pérez de Guzmin 
(Revista contempordnea, 28 de Febrero de 1890) elle aurait été attribuée « por 
algunos también à D. Luis de Gôngora », mais aucune référence ne nous est 
donnée. Il y aurait quelque imprudence à prendre parti, en l'état actuel de la 
question. 

R. Foulché-Delbosc. 



A. Madrid, Biblioteca Nacional, Ms. M. 269, p. 195. 

B, Madrid, Biblioteca Nacional, Ms. 3992. 

C. Sedano, Partiaso espanol^ t. III, pp. 222-227. Texte copié sur un ms. qui 
appartenait à D. Miguel Maria de Nava. 

D, Gracian, Agvde^a y arte de ingenio, Huesca 1648, p. 59. La première 
strophe seulement. 

E. Alfay, Poesias varias de grandes ingenios espanoïes, pp. 40-45. 

F, Nipho, Cajon de sastre literato, t. VI, pp. 11 5-120. 



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CANCION REAL A VNA MUDANZA 289 

I 

Vfano, alegre, altiuo, enamorado, 
cortando ' el ayre el suelto ^ gilguerillo ^ 
sentose * en el 5 pimpoUo ^ de vna aya ; 
y con el ' pico de marfil neuado, 
5 entre el pechuelo verde ^ y amarillo, 
las plumas ^ concerto paxiça y baya ^° ; 

y çeloso se ensaya 
adiscantar " en alto '* contrapunto 

sus çelos y amor junto ; 
10 y al ramillo y al prado y a las flores '5, 
libre y goçoso '*, cuenta sus amores. 

Mas ay ! que en este estado, 
el caçador cruel *>, de astucia armado, 

escondido le açecha, 
1 5 y al tierno coraçon aguda flécha 

tira con mano esquiba^ 
y embuelto en sangre biua "^ le '' derriba. 

O vida malograda '*, 
ymagen '' de mi suerte desdichada ! 

II 

20 De la custodia del amor materno *** 
el corderillo jugueton se alexa, 



I. C rompiendo — 2. C. pardo — }. B, sirgerillo — 4. C. se sentô ; F. 
sentôle — 5. B. en un — 6. CD, en los pimpoUos — 7. C. su — 8. C. de su 
pechuelo blanco — 9. A. sus plumas; C. la pluma. — 10. DEF, gaya — 11 . 
D, descantar — 12. EF, dulze — 13. A, y si ramito su apoyo y otras flores ; 

B. al ramillo su apodo y otras flores ; DEF. y al ramillo su apoyo y otras flores 
— 14. B. dichoso ; C. ufano — 15. D. el cruel caçador. — 16. 5. en sangre roxa ; 

C. en sangre en tierra ; DEF. entre su sangre — 17. C. lo — 18. B. Tonu 
auezilla, vida mal lograda ; C. Ay, vida malograda ; D. simple avecilla errada ; 
EF. Triste auecilla, vida malograda — 19. C. retrato. — 20. B, paterno. 

REVUE HISPANIQUE. XVI. 19 



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^O CANCION REAL A VNA MUDANZA 

enamorado de la yerba y flores, 
y por la libertad y '* pasto riemo 
el *' candido licor oluida y dexa, 
25 por quien hizo a su madré mil amores : 

sin conoçer temores, 
de la florida primauera bella *' 

el vario manto huella 

con brincos ** liçençiosos, 
30 y paçe tallos tiemos y sabrosos. 

Mas ay ! que en vn otero 
dio en la boca del *5 lobo carnizero, 

que en partes différentes 
le *^ diuidio con sus voraçes dientes : 
35 y a conuertîrse *7 vino 

en purpureo *' el dorado *' vellocino. 

O inocencia offendida, 
breue bien, caro pasto, corta ^^ vida 



III 



Rica con sus penachos '' y copetes, 
40 vfana y loca '*, con altiuo ^^ buelo 
se remonta la garça a '* las estrellas ; 
y alinando '^ susblancos '^ martinetes, 
procura ^7 parecer alla en el '^ cielo 
la reyna sola de las aues bellas ; 
45 y por ser ella de ellas ^^ 



ti. BC. del — 22. B. al — 23. F. y bella — 24. C. con retozos y brincos 
25. C. de un. — 26. B. se ; C. lo — 27. A. y convertido — 2%.BEF. en 
pura — 29. AEF. nebado — 30. EF. y corta. — 31. £. penascos— 32. 
hufana, loca — 33. C. ligero — 34. E, (a) — 35. C. y puliendo — 36. C. 
[ros — 37. EF. procurô — 38. C. procura ser alla cerca del — 39. B, eUa 
las ; EF. vna délias. 



I 



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CANCION REAL A VNA MUDAKZA 29 1 

la que mas altanera se remonta, 

ya se encubre *** y trasmonta *' 
a los ojos del linçe mas attentos, 
y se contempla reyna de los vientos. 
50 Mas ay ! que en la ^' alta nube 

el aguila la *^ ve ♦* y al cielo sube, 

donde con pico y garra 
el pecho çandidissimo desgarra 

del bello ayron, que quiso 
55 bolar tan alto con tan poco ♦J auiso. 

Ay *^ paxaro altanero, 
de mi suerte reirato *? verdadero ! 

Al son de las beligeras *• trompetas 
y al rimbombar *9 del Sonoroso parche, 
60 forma ^® esquadron el gênerai $' gallardo; 
con relinchos, buffidos y corbetas 5>, 
pide " el caballo que la gente marche, 
trocando ^* en passo presuroso el tardo ^K 

Tocô 5* el clarin bastardo 
65 la esperada senal de arremetida, 

y en batalla rompida ^7^ 
teniendo cierta del $• vencer la gloria, 
oyo 5^ su gente que gritô ^® Victoria. 

Mas ay ! que el desconcierto 

40. AEF, despareçe ; B, ya se offerece — 41. A. tramonta ;EF. transmonta 
— 42. F. (la) — 43. C. se — 44. ABC. vio — 45. AB, loco ; C. corto — 46. 
B,0 — 47. C. retrato de mi suerte — 48. BC, belisonas; EF, horrisonas — 
49. C. retumbar. — 50. BCEF, formé — 51. C. capitan — 52. 5. con relin- 
chos, con saltos, con corbetas — 53-5. mostrô; C. pidio — 54. AE. y trueca ; 
BF, y trueque — 55. C. el paso de veloz en tardo — 56. C. Sonô — $7. AEF, 
renida — 58. BC, de — 59. B. oye ; EF, oyô a — 60. C. oyô â su gente 
que cantô. 



{ 



I 



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292 CANCION REAL A VNA MUDANZA 

I 70 del capitan bisono y poco experto, 



I 






por no guardar ^' el orden 
causô en su ** gente gênerai desorden ; 

y la ocasion perdida, 
el vencedor perdio ^^ Victoria y vida. 
75 Ay Fortuna contraria **, 

en mis prosperos fines siempre varia ! 



Al cristalino y ^^ mudo lisongero 
la altiua dama ^^ en su beldad se goça, 
contemplandose Venus en la tierra ; 
80 el mas soberuio ^7 coraçon de acero 
con su vista enternece y alboroça **, 
y ^9 es de las libertades 7° dulce guerra : 

el desamor destierra 
de donde pone sus diuinos ojos '', 
85 que dellos 7* son despojos 

los castos 7î de Diana, 
y 74 en su belleza 7 s se contempla vfana. 

Mas ay ! que vn accidente 
apenas puso el pulso intercadente^ 
90 quando cubrio de manchas, 

cardenas ronchas 7^ y viruelas anchas, 

el bello rostro hermoso, 
trocandole 77 en horrible y espantoso 7^. 
Ay 79 beldad malograda, 
95 muerta luz, turbio *° sol y flor pisada ! 

61. C. obscrvar — 62. AEF. la — 63. B. perdio el vencedor — 64. C. 
voltariâ. — 6$. A, (y) — 66, B. (la) altiva clama (sic) ; C. la bella dama - 
67. B. el mas robuste ; C. y al mas rebelde ; EF, el mas esquiuo — 68. 5. alte- 
rosa(5iV:) — 69. B, (y) — 70. A. los libertados — 71. EF. de quien pone 
sus ojos — 72. C. y de ellos — 73. C. los purisimos castos — 74. B. que — 
75. AB. soberuia — 76. B. roxas — 77. C. y lo trocô — 78. C. asqueroso — 
79. 5. O — 80. F. rubio. 



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CANXION REAL A VNA MUDANZA 293 

VI 

Sobre fragiles lenos ^i^ y «2 con alas 
de lienço debil, que del ^' mar son carros, 
el mercader surcô las ^+ claras olas ; 
llegô a la India, y rico ^5 de bengalas, 
100 aromas, perlas *^, nacares biçarros, 
dio buelta a ^7 las riberas espanolas : 

trémolo banderolas, 
flamulos ^'j estandartes, gallardetes ; 

dio premio a los grumetes 
103 por hauer descubierto 

de la querida patria ^^ el dulce puerto. 

Mas ay ! que estaua ignoto 
a la experiencia y ciencia del piloto 

en la barra ^^ vn penasco, 
iio donde chocando '» de la naue el casco ^*, 
dio a fondo ^5, hechos '* mil pieças, 
mercader, esperanças y riqueças. 

Pobre ^5 baxel, figura 
del que anego mi prospéra ventura ^^ 

VII 

1 1 5 Mi pensamiento, con ligero ^7 buelo, 
vfano, alegre, altiuo, enamorado ^^, 
sin conocer temores '^ la memoria, 

8i. A. senos — 82. C. que — 83. C. (que) de la ; EF. que en la — 84. AC. 
surcô sus ; B. sulcô las — 85. 5. passo a la India rica — 86. C. perlas, aromas 
— 87. C. boluio a ver — 88. BEF, flamulas — 89. AEF. de la dichosa patria ; 

B. de la dichosa playa — 90. A, en la mar ; BEF, en el mar — 91. 5. topando; 

C. tocando — ^2. A. caxco — 93. B, dio fondo — 94. BCE, hecho — 95. 
EF. Triste — 96. B. De aquesta naue no ay figura alguna || como la que anego 
mi prospéra fortuna. — 97. ABEF. altiuo — 98. AB. enamorado, altibo — 
99. EF. temor en. 



I 



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294 CANCION REAL A VNA MUDANZA 

se remontô, senora, hasta tu cîelo ; 
y contrastando tu desden helado ^ 
120 vencio mi fe, gritô el amor * Victoria, 
y en la ^ sublime gloria 
de tu beldad se retrataua el aima < ; 
el 5 mar de amor en calma ^ 
mi nauecilla con su ^ viento en popa 
125 lleuaua nauegando a toda ropa *. 
Mas ay ! que mi contento 
fue el paxarillo y corderillo' exento, 

fue la garça altanera, 
fue el capitan que la Victoria espéra, 
130 fue la Venus del mundo, 

fue la naue del pielago ^° profundo ; 

que " por diuersos modos 
todas las muertes '^ padeci '^ de todos. 



Cancion, ve a la coluna 
135 que sustenté mi prospéra fortuna, 

y veràs que si entonçes 
te parecio de marmoles y bronçes, 

oy es muger, y en suma 
breue'* bien, façil viento, leue espuma '5. 

I. AB, esquibo ; C. ayrado — 2. C. triunfb mi amor, cant6 mi fe — ^,EF, 
y en tan — 4. C. de esa beldad se contemplé mi aima — 5. EF. y el — 6. C. y 
el mar de amorsin calma — 7. A. a la naue le daba el ; B. y la naue dexô ; EF. 
la naue a mi deseo— 8. A, Uebando segurissima derrota ; C. llevaba navcgando 
à toda tropa ; EF, andaua nauegando a toda tropa — 9. B. fue paxarillo, elcor- 
derillo — 10. B. pelago — 11. C. pues — 12. C. todos los maies — 13. 5. 
en mi la muerte padecio. — 14. C. tube — 15. fF. breue bien, leue viento, 
y facil pluma. 



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Sibliotheca hist>anica 

I. — Comedia de Calisto z Melibea (Unico texto auténtico de la Celestind). 
Reimpresîôn publicada por R. Foulché-Delbosc lo pesetas. 

II. — Vida del soldado espanol Miguel de Castro (i 593-161 1), escrita por 
él mismo y publicada por A. Paz y Mélia 15 pesetas. 

III. — La vida de Lazarillo de Tormes, y de sus fortunas y aduersidades. 
Restituciôn de la ediciôn principe por R. Foulché-Delbosc 5 pesetas. 

Tirage sur grand papier du Japon (n«* i à 2$) 25 ]>esetas. 

IV. — Diego de Negueruela. Farsa Uamada Ardamisa. Réimpression publiée 
par Léo Rouanet 4 pesetas. 

V. VI, VII, VIII. — Coîecciôn de Autos, Farsas, y Coloquios del siglo XVI, 
publiée par Léo Rouanet. Les quatre volumes 60 pesetas. 

IX. — Obres poétiques de Jordi de Sant Jordi (segles xive-xve), recullides i 
publicades per J. Mdss<5 Torrents 4 pesetas. 

Tirage sur grand papier du Japon (rï'°* i à 12) épuisé 

X. — Pedro Manuel de Urrea. Penitencia de amor (Burgos, 1514). Reim- 
presiôn publicada por R. Foulché-Delbosc 5 peseus. 

XL — Jorge Manrrîque. Copias por la muerte de su padre. Primera ediciôn 
crftica. Pubh'cala R. Foulché-Delbosc 5 pesetas. 

Tirage sur granJ papier du Japon (n<» i à 2;) 20 pesetas. 

XII. — Comedia de Calisto z Melibea (Burgos, 1499). Reimpresiôn publicada 
por R. Foulché-Delbosc 12 pesetas 50 cent. 

Tirage sur grand papier du Japon (n*« i i 25) $0 pesetas. 

XIII. — Péril varez de Ayllôn y Luis Hurtado de Toledo. Comedia Tibalda, 
ahora por primera vez publicada segiin la forma original por Adolfo Bonilla y 
San Martin 5 pesetas. 

XIV. — Libro de los enganos z los asayamientos de las mugeres. Publicalo 
Adolfo Bonilla y San Martin 5 pesetas. 

XV. — Diego de San Pedro. Carcel de amor (Sevilla, 1492). . . 5 pesetas. 

Tirage sur grand papier du Japon (u" i À 12) 2$ pesetas. 

XVI. XVII. — Obras poéticas de D . Luis de Gongora, publicadas por 
R. Foulché-Delbosc Sous presse. 

XVIII. — Spill o Libre de les Dones per Mestre Jacme Roig. Ediciôn critica 
con las variantes de todas las publicadas y las del Ms. de la Vaticana, prôlogo 
«studios y comentarios por Roque Chabds 20 pesetas. 

Les volumes de la Bibliotheca hispanica sont en vente à Barcelone (Libreria 
de « L'Avenç », Ronda de FUniversitat, 20), et à Madrid (Libreria de 
la V<^. é Hijos de Murillo, Alcali, 7). 



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CONDITIONS ET. MODE DE PUBLICATION 



La Revue Hispanique, fondée en 1894, P^ir^^ît tous les trois 
mois ; elle forme chaque année deux volumes de six cents 
pages chacun. 

Le prix de l'abonnement à Tannée courante est de vingt 
FfiANCS pour tous les pays faisant partie de l'Union postale. 
Aucun numéro n'est vendu séparément. 

Le prix de chacune des années antérieures est de vingt francs. 



Lii Revue Hispanique annonce ou analyse les livres, brochures 
ou périodiques dont un exemplaire est adressé directement à 
M. R. Foulché-Delbosc, boulevard Malesherbes, 156, à Paris. 



Tout ce qui concerne la rédaction et les échanges de la Revue 
Hispanique doit être adressé à M* R. Foulché-Delbosc, boulevard 
Malesherbes, 156, «^ Paris. 

Tout ce qui concerne les abonnements doit être adressé : 

pour l'Amérique, à M. le Secrétaire de The Hispanic Society 
of America, Audubon Park, West 156 **' Street, New York City; 

pour TEurope, à la librairie C. Klincksieck, 11, rue de Lille, 
à Paris. 



Sibliotheca hist)anica 

Voir à la page 3 de la couverture 



MAÇON', PPOTAT FRKHF.S. IMPRIMIUHS 



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REVUE 
HISPANIQUE 

Recueil consacré à Vétude des langues^ des Ultératures et de rhistoire 
des pays castillans, catalans et portugais 

DIRIGÉ PAR 

R- Foulché-Delbosc 

Tome XVL — Nu^néro fo. 



NEW YORK 

THE HISPANIC SOCIETY OF AMERICA 

AuDUBON Park, West 15e th Street 

PARIS 

LIBRAIRIE C. KLINCKSIECK, 11, Rue de Lille 

1907 



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SOMMAIRE 



Aaron Wittstein. — An unedited Spanish cancionero 295 

Hugo Albert R EN NERT. — Spanish actors and adresses between 1560 

and 1680 3 J4 

L. Barrau-Dihigo. — Notes et documents sur l'histoire du royaume 

de Léon. II. Sur deux cartulaires léonais 5 39 

Vicentc Lampérez y Romea. — Sobre algunas posibles influencias de 

la arquitectura cristiano-espanola de la edad média en la francesa $65 



comptes rendus 

S. Sanpere y Miquel. Los cuatrocentistas catalanes. Barcelona, 1906 

[G. Desdevises du Dezert] '; ^^76 

F. Vézinet. Les maîtres du roman espagnol contemporain. Paris, 1907 ^ ^• 

[H. Peseux-Richard] 586 

José Nakens. Cuadros de miseria. Madrid, 1907 [H. Peseux-Richard J. 587 



Bibliotheca hist>anica 

Voir à la page 3 de la couverture. 



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AN UNEDITED 
SPANISH CANCIONERO 



One of the most important and interesting of the Spanish 
Cancionero Mss. of the 15*^ and 16* centuries is that now exist- 
ing in the Biblioteca paràcular de S. M. el Rey in Madrid. 

This ms. is as yet unedited, and an édition of it would be 
very désirable, if for no other reason, for the fact that it contains 
several poems which are exclusive from ail the other known Can- 
cioneros. Nor has even the contents ever been made known, 
although partial descriptions and indices, which hâve appeared, 
hâve thrown some light upon it. It is therefore to be hoped that 
the présent complète description of this unique ms. will be 
welcome to the students of the old Spanish court lyric. 

The foUowing is a list of the more important works which 
deal with this Cancionero : — 

I. El Cancionero de Juan Âlfonso de Baena ahona por pri- 
mera vez dado i luz, con notas y comentarios. Madrid, 
i8> ., p. Lxxxvii (Cane, no 2) ' ; — Geschichte derschônen Lite- 
ratur in Spanien *. Von Georg Ticknor. Deutsch mit Zusàtzen 
herausgegeben von Nikolaus Heinrich Julius. Neue Ausgabe. 
Leipzig, F. A. Brockhaus, 1867, vol. II p. 525 ; — Obrasde D. 

InigoLopez de Mendoza, Marqués de Santillana, compiladas 

por D. José Amador de los Rios. Madrid 1852, p. clxv; — and 
Per la biblipgrafîa dei Cancioneros spagnuoli. Appunti di Adolfo 
Mussafia (ms. X* or X**). Printed in Denkschriften der Kaiser. 



1. Cf. also p. XL note. 

2. Tlcktior-Gayangos, vol. I, p. 570. 

MEFUS HISPANIQUE, XVI, 



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296 AARON WITTSTEIN 



Akademie der Wissenschaften in Wien. Philos.-Hist. Classe, Bd. 
XLVn. The Gallisized forais of some of the poems contained 
in this ms. will also be found in Cancioneîro Gallego-Castelhano 
by Henry R. Lang. New York 1902. 

The présent signature of the ms. is 2-F-5 (formeriy VII- 
D-4) \ As much contention and confusion has arisen from this 
signature, a word of explanation, so as to dissipate ail doubt and 
settle the matter once for ail, would not be out of place hère. In 
the royal library of the Palace at Madrid they employ the pecu- 
liar System of indexing simply the room, section and shelfwhere 
a certain volume is to be found, so that 2-F-3 means Room 2, 
section F, shelf 5, and ail the volumes which happen tobeupon 
that shelf bear the same signature without distinguishing one 
from the other. In order to designate more specifically it is 
necessary to state the title of a particular volume, if it happens 
to hâve such, or else to indicate the nature of its contents. To 
add to the difficulty there exists no System or list of correspon- 
dences between the old and the modem signatures. The shelf 
now indicated as 2-F-3 contains at the présent time 44 mss. in 
ail, five of which are Cancioneros, the rest being quite varied 
and irrelevant matter. 

The présent ms. may be easily distinguished by the foUow- 
ing title which it bears on the " lomo " : — Cancionero Anti- 
guo. The other four Cancioneros bearing the signature 2-F-5 
are the foUowing : — 



I. I take pleasure in expressing my gratitude and indebtedness to the 
Conde de las Navas, the worthy librarian of the Palace library, whose kind 
offices hâve enabled me to be in a position to state thèse facts. I vas not only 
permitted to examine, besides some others, nearly ail the mss. of 2-F-$, but 
also to enter myself in Room 2 and examine the shelf in question, so that 
I speak with assurance from personal investigation. I must also acknowlcdgc 
a lasting debtto my friend. Prof. Ramôn MenéndezPidal, whose zeal and ready 
assistance in my behalf did much to bring about the great favor which was 
accorded to me. 



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AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 297 

2. Cancionero (VII- A-3) K Desîgnated by Mussafia as X» 
or X* and published in part in Colecciôn de poesîas de un Can- 
cionero inédito del siglo xv existente en la biblioteca de S. M. 
D. Alfonso XII. Con... notas y apéndice por A. Ferez G6mez 
Nieva. Madrid, 1884. Cf. aiso Cane, de Baena, p. lxxxvi (cane, 
no. i); 

3. Santillana. Sus Obras (VII-Y-4) ^ Thîs ms. which con- 
sists of 181 folios utiles is, as far as I hâve been able to ascer- 
tain, unknown. 

4. Mendoza. Copias (Vni-A-3) '. Index in Cane, de Baena, 
p. Lxxxvii (Fray Inigo Lopez de Mendoza). 

5. Pœsias Varias (no other sign.). Cited by D. Emilio Co- 
tarelo y Mori in bis Cancionero de Anton de Montoro. Madrid, 
1900 (ms. 2-F-3 V. P.). 

In order to complète the list of ail the Cancioneros existing 
in the royal library of Madrid I will add the two following well 
known ones : — 

6. Santillana. Sus Obras ♦. Signature, 2-G-4. (formerly Vïï- 
Y-4). Index in Obras del M. de S. p. eux. 

7. Manrique. Sus Obras. Signature 2-J-3 (formerly Vn-Y-2). 
Published in Cancionero de Gômez Manrique, publicale con 
algunas notas D. Antonio Paz y Melia. 2 vols. Madrid, 1885-86 
(Colecciôn de Escri tores Castellanos, Bd. 36 and 39). 



1. The nos. in brackets are the old signatures. The titles given are those 
which the mss. bear on the " lomo ". 

2. This in an entirely distinct ms. from the VII-Y-4 which is known. Cf. 
below no. 6. 

3. The old signature as it stands on the slip on the inside of the front cover 
is VII- A-3 and not VIII-A-3 • P^^ ^^^ ^^^ of avoiding confusion I hâve given 
the latter which is used wherever this ms. is cited and by which it is generally 
known. 

4. Thîs ms. is not to bc confused with no. 3 above as they both bear the 
same old signature. The signature which Riosgives in Obras» 11 14, no longer 
exists. 



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1 



298 AARON WITTSTTEIN 



The first two of the above mss. are designated in Mussafia's 
article by the symbols X* and X' and from hère on in this des- 
cription ms. no. I wiir be referred to as X*. As the other five 
mss. are not included in Mussafia's list and as it is my inten- 
tion in a subséquent work to publish complète descriptions of 
the remaining Cancioneros of the Palace library, which are not 
already known whoUy or in part, I would suggest for the sake 
of convenience and as a supplément to Mussafia the following 
symbols for the above seven mss. * : 

no. 3 = X* ; no. 4 = X4 ; no. 5 = X^ ; 
no. 6 = X' ; no. 7 = X^. 

Ms. X^ is bound in a modem bindingof speckled, dark-greenish 
leather, contains 164 folios in all> of a heavy paper and measures 
200x285°*°*. The entire ms. is written in two columns except 
the one composition, « A ty que prosygues por tu voluntad », 
no. XLII, contained on fols. 79-88 (top half). 

There is one introductory blank folio on which it says simply, 
ff no. 353 ». Fol. I contains an index (incomplète) of the first 
part of the ms. only, and across the top it says in a modem hand, 
« De la Bibliotheca del G>1** m®' de Cuenca » with the number 
1032 XX (the last two figures are illegible). Fol. i v<» and fol. 
164 r*> and v<* are blank. Fol. 51 is slightly mutilated owing to 
the cracking of the paper from the action of the ink upon it. 

The hand-writing of the ms. is of the end of the 15*^ or 
beginning of the 16'"» century. As will be explained below X* 
consists of two distinct parts and each part contains several diffé- 
rent writings (at least four distinct), though ail of approximately 
the same period and not oflfering any essential différences^ and in 
great part exceedingly difficult to read. The writing of the index 
folio (fol. i) is distinct from anything in the rest of the ms. 



I. For the sake of uniformity I hâve ventured to offcr this suggestion as 
xhc symbol X would be at once distinctîve of the mss. of the royal palace 
library. Ms. no. 6 = Xj because this symbol has already been employed by 
Lang in his Cane Gall.-Cast. (cf. List of abbrevations, p. 271). 



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AN UNEDiTED SPANISH CANCIONERO 299 

The ms. ' in its présent state is the resuit of a compilation 
of two originally distinct Cancioneros and therefore consists of 
two independent parts. The first part extends from fol. i to fol. 
94 ; the second part from fol. 95 to the end. Both parts contain 
original foliation. The first part is foliated in Roman numerals : 
Fol. I , the index^ has no original Roman numéral ; fols. 2-94 
== I-XCni. The folios of this part are in proper order '. 

The second part is foliated in Arabie numerals beginning 
with no. I at fol. 95. The original ms. from which this part is 
drawn must hâve been in a very bad state of mutilation to judge 
from the large number of folios which are lacking. Furthermore, 
what remained of the original was compiled in the présent ms. 
with exceeding carelessness so that the order of the folios of this 
second part is almost entirely confused. The proper succession 
of the folios according to the context and the original numbers 
is as follows : — 

New nos. Old nos. 

Fols. 95-112 =: 1-18 

134 = 19 

132-133 = 20-21 

(four original toHos lacking hère) 
135-138 = 26-29 

(19 original folios lacking hère) 
1 39-141 = 49-Si 

(12 original folios lacking hère) 

142 = 64 

(12 original folios lacking hère) 
143-147 = 77-81 



1. There are only four compositions common to both parts of the ms. Cf. 
nos. IX-XXIII-XXX-XUII, p«. i, and nos. 24-1 21 -126-128, p*. 11. Likewisethere 
are only four poets common to both parts of the ms. (cf. alphabetical list of 
aothors below). 

2. One folio would be lacking between fols. 9 and 10 according to the orig- 
inal Roman numerals but this is evidently merely a slip as the text is intact. 



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300 AARON WITTSTEIN 



I (three original folios lacking hère) 

148-163 = 85-100 

118-129 = 101-112 

(one original folio lacking hère) 
I 30-1 31 = 114-115 

(14 original folios lacking hère) 
113-117 =: 130-134 

II. From the above it is evîdent that the second part of the 
ms. in its présent state should end with fol. 117 but more folios, 
at least one, must hâve foUowed in the original '. Supposing 
that only one more folio foUowed in the original, it foUows 
that ihere are at the least 66 folios lacking of the original ms. 
from which the second part of the présent ms. is drawn. The 
index of first verses which follows below will show more clearly 
the proper succession of the folios of this pan according to the 
context and will also explain the gaps. 

There is no reason whatever to believe that the ms. in its 
présent state is made up from more than two original sources. 
It is quite apparent that the first part (fols. 1-94) is a unit. 
The same is true for the second part (fols. 95-end). ]f. Besides 
the évidence of the original foliation, this fact is farther évident 
from the référence to no.. 10 on fol. 161 r® where this compo- 
sition is repeated *. 

2. AU the folios of the second part of the ms. are stained by 
some fluid '. On fols. 95-154 it does not interfère with the 
text, but on fols. 155-163 the sections thus stained are so faded 
as to be almost illegible. Some parts are entirely illegible. 

§. The confused state of the folios of part II has led to some 
erroneous statements on the part of Rios in his Obras del M. de 
S. On p. 325 (foot-note) hestates that « Gran retôrico éloquente », 



1. Cf. note on no. 147 p«. n in the index below. 

2. Cf. note on no. 10, p*. 11 in the index below. 

3. Cf. note on no. 21, p*. n. 



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AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 



301 



which îs found exclusively in X*, is incomplète '. Rios failed 
to observe, however, that it continues on another folio from 
the point where it breaks oflF as he gives it. The poem contains 
in ail three stanzas of eleven verses and a « fin » of five verses 
as foUows * : — 

« pregunta de ynigo lopez marques de santillana. 



Gran rretôrico éloquente 
a quien la rrazon florida 
con rreverençia de vida 
se os inclina umilmeme 
pues que sois tan traçendente 
en las artes libérales 
por métros filosofales 
vos quiero hazer pregunta 
y vereroos quien apunta 
por sus puntos logicales 
en rreplicato e rresunta. 

Non fallo nin e fallado 
rrespuesta que me contente 
ny solo por espidente 
me rrelieve de cuydado 
mager (sic) aya preguntadu 
a muy grandes teologales 
si los cuerpos celestiales 
an tiempo e limytaçion 
o sy son condiçionales 



por siempre perpetuales 
pues non an alteraçion. 

Por tanto yo vos suplico 
buen senor que sin rrespuesta 
no dexedes my rrequcsta 
aunque bien no metrifico 
y veredes sy rreplyco 
por modos argumentâtes 
rretoricos espeçiales 
bien guardada poetria 
maguer que en teologîa 
non deven materiales 
discerner con osadia. 

fin. 
Pues que sois la luz y guia 
rresponded me sin pereza 
por aquella rregla y via 
que rrequiere astrologia 
çiençia pura con alteza. » 



The second column of fol. 132 and the first half of the first 
column of fol. 132 v^ are blank, which space was evidently in- 
tended for the « respuesta » to the above. 

6. Again on p. 343 (foot-note) Rios states that ft Oyan oyan 
los mortales » is incomplète in X*. On the contrary in X* it 



1. Cf. note on no. 17, p«. u in the index bclow. 

2. In this and the following transcriptions the exact reading of the ms. is 
given without any attempt at orthography and punctuation. 



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302 AARON WITTSTEIN 



has 73 stanzas (without the « finida ») as against 67 stanzas (plus 
the « finida ») of Rios* édition *. 

St. The fact that so many folios are lacking in part II has 
namrally led to the resuit that several of the poems of this part 
are in a fragmentary state : in some the end is lacking, in others 
the beginning ; and there is one of which both the beginning 
and the end are preserved but the intermediate sunzas are 
lacking *. AU such fragmentary poems are fuUy explained in 
the index below. I hâve thought it best, however, to give hère 
complète such fragments of the second case above mentioned^ 
where the beginning is lacking, which I hâve as yet been unable 
to identify and of which it is consequently impossible to give 
the first verse in the index below. 

P. The first is no. 25 on fol. 139, seven stanzas of ten ver- 
ses and a « fin » of five verses as follows : — 

« Pues las fiestas santas bdlas quiste de claro vevir 

quel noble fijo novel linpio e nunca sin arte 

haze por ennobleçellas con obras sin proferir 

el haze nonbrar a ellas por el se pucde dezir 

quellas non fazen a el quîen por su mano rreparte. 
asy que fiestas adoro 

del noble fin y comienço De los grandes ya venîdos 

es ymagen de gran coro que por uso memorallos . 

que sobre tunita de oro yva despertado olvidos 

vistes ornia (?) de lienço. muy bien era a los perdidos 

trabajar por rrecobrallos 

Por vosotros los pasados mas al varon abondado 

de contrarias condiçiones daqui del naundo senor 

sean los santos rrogados muy mas bueno que loado 

y servidos y pechados pues a que se va perdonado 

quenos ganendedios perdones ya queda perdonador. 



1. Cf. note on no. 119, p«. n in the index below. 

2. Cf. note on no. 129, p*. n in the index below. 



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AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 



303 



Las fiestas de santo zelo 
con obra contenplativa 
va3ran corrieado de buelo 
rrc^ando al ynperio çielo 
a dios quel hijo nos biva 
con sus honrrados y buenos 
segund su complido fe 
que lo metan en sus senos 
que sea mas y no menos 
quel noble perder nos fue. 

Q^îer segund la quiere y ama 
por su linda joventud 
y los defetos derrama 
el notario de la cama 
le hara creçer virtud 
con que gozo soseamos 
con que crescamos honor 
mucho mas que deseamos 
en manera que digamos 
ymos de bien a mejor. 

Y las obras celebradas 

de virtud y santitad 

de nuestras aimas cobradas 



pasen por cosas usadas 
menos de neçesîdad 
quen estesiglo mundano 
el labrador ofreçido 
gana el bien soberano 
que dan bostrigo sin grano 
no le vendan pan cozido. 

Y como grandes senores 
culpados no desleales 

por los tienpos sin sabores 
enbian procuradores 
a sus rreyes naturales 
asi nos tema ganados 
perdonanças con dulçores 
por tal son que los culpados 
que avemos ser demandados 
seamos demandadores. 

fin 

Y los que tienèn deseo 
con devoçion santa pura 

y quien dize sin ver creo 
y desean jubileo 
vaya a su sepulnira. » 



2. No. 42 on fol. 142, the last six verses of one stanza only 
as follows ' : — 



esta me pareçe el arca 
formada para noe 



el gran poder absoluto 
quen los çielos asento 
vos faga dexar el fruto 
que su grandeza dexo. » 



^. No. 133, on fol. 113, nîne stanzas of eight verses and a 
fin ** of four verses as follows : — 



I. Cf. note on no. 42, p«. 11 in the index below. 



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304 



AARON WITTSTEIN 



« Sy vestistes los denudos 
sy farustes los hanbrientos 
sy totnas (sic) los sus gamentos (?) 
asy como soys tenudos 
sy dolientes vesicastes 
sy los pobres allegastes 
los enemigos ligastes 
que del todo que van mudos. 

Demostro el enemigo 
de mis exçesos quademo 
por librarme del ynfiemo 
el angel mi bueti amigo 
ensenar quiso su plana 
de la mi vida cristiana 
por fallar mi obra vana 
yo qùede muy sin abrigo. 

Mas aquella luz que guia 
a los desencaminados 
los sus juojos (?) fincados 
o démens virgo maria 
a syn dubda suplicado 
que yo purge mi pecado 
por la quai sere librado 
del pavor que me temia. 

Esta es de los cristianos 
la syn fin interçedente 
esta ruega comunmente 
por los justos e mundanos 
por el su preçiado ruego 
son de libre muchos luego 
daquel perdurable fuego 
dévorante a los tiranos. 

Enfermos de la tal gia (?) 
cadad (?) que vos aviseys 
mîrad como fenesceys 
syn aver salubria 
cada uno se provea 
desperança no se vea 



que la muerte asy saltea 
como ladron en la via. 

Era ayer mi presurair 
de las armas e de fuerte 
syn algund temor de muerte 
buscando conbatir 
non pensando la. . syble (?) 
e mortal dapno terrible 
que me fizo aborrecible 
delante de vos partir. 

En las justas e arreos 
era mucho mi pensar 
no cuydando me fallar 
tan en brebe con los rreos 
oyres lo que rrasono 
en suave manso tono 
pub (?) perdon e perdono 
ca me parti con deseos. 

A todos sea notorio 
que mi fin aqui sençierra 
la carne coraen la tierra 
cl aima ba a purgatorio 
adios adios mis amados 
encomiendos mis cados (?) 
que vo purgar mis pecados 
al atroce consystorio. 

Por lo quai yo vos requière 
que las vidas enmendeys 
e que no vos desameys 
esto sea lo primero 
apanad de vos maliçia 
e poned vos en justiçia 
toda la vuestra cobdiçia 
sea eï premio duradero. 

fin. 
Daquel muy sacro cordero 
que espiro en el madero 
brebe mente del espero 
por vision de mi letiçia. 



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AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 305 

Further détails of the tns. will be found in the notes of the 
followîng complète index offîrst verses, which is arranged after 
the proper succession of the folios according to the context. 
The numbers in the margin to the left indicate the succession 
of the poems. Roman numerals are employed for Part I ; Arabie 
numerals for Part H. Those marked with an asterisk (*) are, to 
my knowledge, unedited. 

PART I. 

Diego de Valera. 

I. it No terremienbres amor. » Fol. 2. 

(« Salmos penitençiales que hizo diego 
de valera diligidosal amor '. ») 

II. « Vien aVenturadosson. » Fol. 2 v**. 

(« Salmo de veaticorun. ») 
m. « No quieras rredarguyr. » Fol. 2 v°. 

(« Salmo de domine ne ynfurore tuo 

arguas me neque yn yra tua ec *. ) 
IV. «Miserere mey cupido. » Fol. 3. 

(« Salmo de miserere mey deus. ») 

V. « Oye seiior mi oraçion. » Fol. 3 v®. 

(« Salmo de domine xavdi oraçionem 
meam '. ») 

VI. « De lo mas vaxo del suelo. » Fol. 4. 

(« de profundis clamavi a te domine. ») 
VII. « Plega te senor oyr. » Fol. 4 v®. 

(« Domine xaudi oraçionem meam. ») 
VIII. « O soverana senora. » Fol. 5. 

(« ledania. ») 

1 . The bracketcd parts indicate the rubrics a| the head of the poems. 

2. The rubric read at first « curar meas » over which was written <c tus 
arguas ». 

5. Same rubric as d» VII. 



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Î06 AARON WITTSTEIN 



GOMEZ MANRiaUE. 

IX. « Quando rroma conquystava '. » Fol. 5 v®. 

(« Copias que fizo gomez manrrique. ») 
Perd Guillen. 

*X. « Es envidia mucho brava. » Fol. 6 v*». 

(« Copias de pero guyllen en rres- 
puesta de quando rroma conquystava. ») 
*XI. « O soberano yritelecto ^. » Fol. 8. 

(« Siguese una respuestaque hizo pero 
guillen a una carta en métros que 
gomez manrrique enbio a diego arias 
contador mayor del rrey la quai 
ordeno con zelo de hazer algun ser- 
viçio al dicho senor diego arias. ») 
Gomez MxNRiauE. 

XII. « Mis sospiros despertad ^ » Fol. 13. 

(ce gomez manrrique sobre la muerte 
del marques de santillana conde del 
rreal. ») 
Diego de Burgos. 

Xin. « Tornado era febo a ver el tesoro ♦. » Fol. 24. 
(<( Comiença el tratado tryunfo del 
marques a loor e rreverençia del ylus- 
tre e mui valerososeiior don ynigo lo- 
pez de mendoça prymero marques de 



1. Cf. no 24, p«. II, and n© 26, p«. 11. X 7, p. 117 and p. 487; X», 
fol. 17 vo. 

2. Preceded by a prose prologue. The verses begin on fol 9. Ms. 4114* 
fol. 319. Bibl. Nac. Madrid. 

3. X*. fol. 90. X7p. 273. 

4. Preceded by the prose prologue with the tille : « Traudo qae fia) 
diego de burgos secretario del senor marques de santillana sobre la mucrtc 
del dicho senor marques. » The verses begin on fol. 28. 



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i 



r 



AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 5O7 

santillana conde del rreal conpuesto por 
diego de buigos su secrecaryo. ») 

Pero Guillen. 

XIV. « Senor oye mis gemydos. » Fol. 44. 

(« Siguense los salmos penitençiales 
que ordeno pero guyllen e comiença 
un prologo en prosa fingiendo que 
fabla con un amigo. ») 

Anonymous. 

*XV. « Pronto rrey en los naçidos «. » Fol. 52. 

(« Siguese la salve rregina en métro 
dirygida e difirydo al rrey don juan. ») 

Perd Guillen. 

*XVI. « Como los tiempos contraryos. » Fol. 55. 

(« Siguese otro dezir que fizo pero 
guillen sobre la muerte de don alvaro 
de luna condestable de castilla maestre 
de Santiago. ») 
•XVII. « Senor mio quyen se ofreçe. » Fol. 36 V. 

(« Otro dezir que fizo pero guy- 
llen a un amigo lisonjero que sus 
ofertas eran muchas e nyngunas 
sus obras. ») 

* XVni. « Coraçon moryr moryr. » Fol. 57 v**. 

« Otro dezir que fizo pero guyllen 
quando se desposo en que contiende 
el seso con el coraçon. ») 



I. Ticknor-Julius, II, p. 717, attributes this al^ to Pero Guillen, apparently 
because it comes between the poems of the latter. This poem, however, îs 
contained also in mss. 226 (fol. 66)y 230 (fol. 100 vo) and 313 (fol. 172) of 
the ffibliothèque Nationale in Paris (Mussafia — A, E and H), in the fint of 
which it is attributed to a certain Pemingues or Perinigucz. 



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308 AARON WITTSTEIN 



*XIX. «A la ora que tarquyno. » Fol. 39. 

(« Otro dezir que fizo pero guillen 
sobre atnor estando en las salinas de 
atençia en un valle que se dize el 
val de parayso. ») 
*XX. « Temed pecadores el dia aplazado. » Fol. 63 v^ 

(« Otro dezir que fizo pero guy- 
llen al dia de juyzio. ») 
*XXI. « Maguerquesaturnomy suerteguerrea. » Fol. 64 V». 
(« Otro dezir que fizo pero guyllen 
contra pobreza cuyo efeto e calidad 
a el en tanto grado como otro el 
cavsador lo a conoçido. ») 
*XXII. « Ya que se cunasa la furya de mares. » Fol. 65 v^. 
(« Otro désir que fizo pero guy- 
llen al rrey nuestro senor luego 
que rreyno e fizo pazes con ara- 
gon e navarra. ») 
LoPE DE EstiJniga. 
XXIII. « Sy mys trystes pensamyentos '. » Fol. 65 v''.> 

(« lope de çunyga sobre amor. ») 
Pero Guillen. 

*XXIV. « Tu a quyen comedimyentos. » Fol. 66. 

(« rrespuesta de pero guyllen por que 
se loo de mucho amador. ») 
Juan de Viana. 

XXV. « En tanto grado donzella. » Fol. 66 v*. 

(« Cançion de juan de vyana. ») 
XXVL « Sy alguna fue en matar me. » Fol. 66 v^ 

(« Otra suya al viernes de la i ^ ») 



1. Cf. w» 126, p".ii. Xs fol. 178 vo. 

2. = « de la cruz. » 



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AN UNEDITED.SPANISH CANCIONERO 309 

XXVII. « Pues que por tema tenes. » Fol. 66 v°. 

(« Otra cançion suya. ») 
Pero Guillen. 
*XXVIII. « Venyd amadores vereys maravilla. » Fol. 66 v°. 

(« Otro desir sobre amor que fizo 

pero guillen. ») 
Fernando de la Torre. 
XXIX. « Manyfiçençia e virtud '. » Fol. 67- * 

(« Envinçion tomada sobre el juego 

de los naypes por fernando de la 

torre dirygido e difîrydo a la condesa 

de castaneda. ») 
Anonymous. 
XXX. « Muerte que a todos convidas *. » Fol. 71 v**. 

(« Otro dezir contra la muerte. ») 
Aloîïso de Lira. 
* XXXI. « Por muy gran escuridad. » Fol. 72. 

(« Cançion a*' de lira. ») 
*XXXn. « O quien vos pudiese ver. » Fol. 72 v°. 

(« Otra cançion suya del dicho 

alonso de lira. ») 
*XXXIII. « He las buenas e mas vellas ». Fol. 72 v*». 

(« Otra suya. ») 



1 . A prose prologue précèdes the verses and an explanation in prose follows. 

2. Cf. no 128, pa. H, where this poem îs attributed to Di^o Palomeque. 
Coctained also in Cancionero de Gallardo (Mussafîa-L), fol. 367 vo, in the 
Real Academia de la Historia in Madrid, where it is likewise attributed to the 
same author. N®. XXX has 14 stanzas of 11 verses + a « fin » of 4 verses ; 
no 128 has 17 stanzas + the « fin ». Cf. Revue Hispanique, IX, Paris 1902, 
p. 252. Xs fol. 3} (« Dezir de la muerte »). Anonymous. In X' there are 
likewise 17 stanzas -|- the « fin », but the poem continues from fol. 33 vo to 
fol. 65 where there are the last 9 stanzas + the « fin ». 



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310 AARON WITTSTEIN 



Juan Agraz. 
XXXrV. « Catad que vos comere. » Fol. 72 v^, 

(tt Dezir quefizo juan agraz quando 

se fizo paparresola. ») 

Juan de Torres. 

*XXXV. « O maldida firmosura. » Fol. 73. 

(« Cançion que ordeno juan de torres. ») 

Perd Guillen. 

*XXXVI. « Doled vos de mys dolores. » Fol. 73. 

(« A amor pero guyllen. ») 

*XXXVII. « Pues perdida la verguença. » Fol. 73 v*». 

(« Otro dezir que fizo pero guyllen 
a una dama carytativa que nunca 
dixo a nynguna ayude vos dios. ») 

* XXX Vin. « Al tiempo que apolo en fiierça 

creçia ^ » Fol. 74 v°. 

(« Siguese otro dezir que fizo pero 
guyllen dyrygido o difirydo al senor 
arçobispo de toledo la cayda de su 
estado del dicho pero guyllen / 
syguese un prologo en prosa. ») 

*XXXIX. « Por que de nuestra memorya. » Fol. 77. 

(« Syguese un dezir que fizo pero 
guyllen sobre, los mylagros de 
calaboço. ») 

Alonso Alvarez de Illescas \ 

XL. « Amygos tal cuyu mortal. » Fol. 78 v«. 

(« Alonso alvarez de yllescas. ») 



1. Ms. 41 14 fol. 117. Bibl. Nac. Madrid. — Us, 3742 (M. 241), foi. i. 
Bibl. Nac. Madrid. 

2. Or de Villasandino. 



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AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 3 II 

Anonymous '. 
* XO. « Sy por fuerça te panières. » Fol. 78 v®. 

(a Cançion. ») 

Pero Guillen. 
*XLII. « A ty que prosygues por tu volun- 

tad *. » Fol. 79. 

(« Este dezir que se sygue conpuso 
e ordeno pero guyllen de sevilla 
vezino de segovia el quai se diryge 
al que sygue su voluntad dexando 
el serviçio de dios. d) 

LOPE DE ESTÛNIGA. 

XLUI. « O cabo de mys dolores ^ » Fol. 88. 

(« G>myença un dezir de lope de 

cunyga. ») 
Hernando Colon. 
XUV. « o triste yo desdichado .» Fol. 88 v^ 

(« Cançion con su maldiçion fecha 

por don hemando colon. ») 
XLV. « En peligro esta la vida. » Fol. 90. 

(« Cançion del mesmo. ») 
XLVI. « Sy tu gesto gloryfîca. » Fol. 90. 

(« Cançion del mesmo. ») 
XLVII. « Sy syntiese que no peno. » Fol. 90. 

(« Otra cançion del mesmo. ») 
XLVin. « Aunque ya syn esperança. » Fol. 90. 

(« Otra cançion del mesmo. ») 
XLK. « No dudo que sy pudiese. » Fol. 90 v«. 

(« Otra cançion del mesmo. ») 



1. Alonso Alvarez ? 

2. Ms. 41 14, fol. 154. Bibl. Nac. Madrid. — Ms. 3742 (M. 241), fol. 14. 
Bibl. Nac. Madrid. 

3. Cf. no. 121, p*. II. 

RSrUB HISPANIQUE, XVI. «i 



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312 AARON WITTSTEIN 



L. « Un penado pensamiento. » Fol. 90 v*». 

(« Otra cançion del mesmo. ») 
LI. « O desdichado amador. » Fol. 90 v«. 

(« Otra cançion del mesmo. ») 
ÉF* LU. « Pues syn cavsa so culpado. » Fol. 90. v*». 

(« Otra cançion del mesmo. ») 
LUI. « Quai dolor puede sufryr. » Fol. 91. 

(« Otra cançion del mesmo. ») 
LIV. « Amor yngrato rravioso. » Fol. 91. 

(« Otra cançion del mesmo. ») 
LV. « El pago que amor ordena. » Fol. 91. 

(« Otra cançion del mesmo. ») 
LVI. a Llora triste coraçon. » Fol. 91. v^ 

(« Villançico del mesmo. ») 
LVII. « Ay que soy lastimado. » Fol. 91 v*. 

(« Cançion del mesmo. ») 
LVin. « O dicha çiega malvada. » Fol. 91 v°. 

(« Otra del mesmo. ») 
LIX. « Amor me manda sofryr. » Fol. 92. 

(« Otra cançion del mesmo. ») 
LX. « Myll vezes desesperança. » Fol. 92. 

(« Otra cançion del mesmo. ») 
Anonymous. 

*LXI. <c Segund me aveys demandado. » Fol. 92. 

(No rubric whatever.) 
* LXII. « Senor de vos he sabido ». Fol. 93. 

(« Otra obra '. ») 
* LXni. « Mon ami guarde la teta. » Fol. 93 v*. 

(« Otra obra *. ») 
*LXIV. « Perdidadejoventud. » Fol. 94. 

(« Otra obra. ») 

I. The litle in a modem hand. Originally no. LXI-LXII-LXUI-LXIV, 
foUowed one after the other without any break. 



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AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 313 



PART II 

Inigo Lopez de Mendoza. 

1. « O vos dubi tantes creed las estoria«î '. » Fol. 95. 

(« Dezir que fizo el marques de 
santillana al muy virtuoso rrey 
de aragon e al muy rrey de na- 
varra e infante don enrrique e 
infante don pedro e rreyna de 
casiilla e rreyna de portogal sobre 
la prision de los dichos rreyes e 
infantes llamado comedieta de 
ponça. ») 

2. «Provadasaviaelaustroe borea*. » Fol. loi v**. 

(« El marques de santillana sobre 
la muerte de don enrrique de vi- 
Uena. ») 

3. « Dezid juan de mena e mostrad me 

quai ^ » Fol. 102 v®. 

(« Pregunta del marques de san- 
tillana a juan de mena. ») 
Juan de Mena. 

4. « EncortegranfeboencanpoanibaH. » Fol. 103. 

(« Rrespuesta de juan de mena. ») 
5 . « Si gran fortaleza tenplança y saber 5 . Fol. 103 . 
(« Pregunta de juan de mena al 
marques de santillana. ») 



1. XSfol.lS VO;XJ,f0l. 58. 

2. X*, fol. 40 vo ; X ', fol. 54 vo. 

3. XS fol. 87. 

4. X», fol. 87. 

5. X*, fol. 87V0. 



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314 AARON WITTSTEIN 



ISiGO LOPEZ DE MeNDOZA. 

6. « Sy algo yo siento se conoçer '. » Fol. 103. 

(a Respuesta del marques. ») 
Anton de Montoro. 

7. « A vos a quiensobra poder y querer. » Fol. 103 v°. 

(« Rrespuesta de anton de montoro 
a esta pregunta que hizo juan de 
mena al marques de santyllana. ») 
Juan Agraz. 

8. « Yo huelgo poeta de regradesçer. » Fol. 103 v*». 

(« Respuesta de Juan agraz a Juan 
de mena a esta pregunta que hizo 
al marques de santillana. ») 
Inigo Lopez de Mendoza. 

9. « Ya la gran noche pasava. '. » Fol. 104. 

(« El marques de santillana estan- 
do en la cama oyo a un camarero 
suyo que stava tanendo y cantando 
mui apasionado de amores de una 
damasuya. ») 

10. « Gentil dama tal pareçe K » Fol. 104 v°. 

(« El marques de santillana a una 
donzella que partio de toledo. ») 

11. « Syguiendo el plaçiento estilo ♦. » Fol. 105 v*». 

(a El marques de santyllana don 
ynygo lopez. ») 



1. X*, fol. 88. 

2. Xi, fol. 16 vo; X», fol. 37 vo. 

3. Repeated on fol. 161 v» thus : « Gentil duena tal' pareçe », with the 
title, ce Otro dezir que fizo el dicho ynygo lopez ». Right under the title it 
says in the same hand, «c Esta esta otra vez escrito a cartasonze », referring 
incorrectly to fol. 104 which is « cartas diez » according to the original 
foliation. Cf. f, p. 300. X*, fol. 62 v© ; Xi, fol. 47 vo; X», fol. 96. 

4. X*, fil. 53vo;Xj, fol. 13. 



k 



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AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 315 

12. « Al tiempo que va trando (w) '. » Fol. 107. 
( <c El marques de santillana don 
ynigo lopez. ») 

13. « A la ora que medea *. » Fol. 108. 

« El marques don ynygo lopez de 
santillana. ») 

14. « Vî tesoros ayuntados '. » Fol. 109. 

(« Dotrinal de privados hecho por 
el marques de santillana sobre la 
muerte de alvaro de lluna maestre 
de Santiago. ») 

15. « Dios VOS faga virtusa (w) ♦. » Fol. 134. 

(« El marques de santillana a la 
senora rreyna. ») 

16. « Pregunto que es de aquellos que 

fueron 5. » Fol. 134. 

(« El marques ynygo lopez de 
mendoza haziendo unas preguntas 
sobre las cosas deste mundo. ») 

17. « Gran rretorico éloquente ^. » Fol. 134 v°. 

(« Pregunta de ynigo lopez mar- 
ques de santillana. ») 

18. « Antes el rrodante çielo 7. » Fol. 132 v°. 

(« Protestaçion del marques ynygo 
lopez a su amyga. ») 



1. X*, fol. 52VO;Xî, fol. 19 VO;X», fol. 38 \o. 

2. XS fol. 61; XJ, fol. 22. 

3. This poem ends on fol. 112 v». Up to this point thc folîo< follow 
regularly, but frora herc begins the confusion in thc order. X ', fol. 64 vo ; 
XS fol. 232. 

4. X J, fol. 243 vo. 

5. XS fol. 38 vo ; X J, fol. 17 vo ; X*, fol. 94 \'o. 

6. Continued from fol. 134 vo to fol. 132. Cf. §, p. 300. 

7. Xj, fol. 78 vo; X J,fol. 143 vo. 



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U6 AARON WITTSTEIN 



O DE VaLENCIA. 

19. « Ardideza sin ufana. » Fol. 133 v* 

(« Rregla a los galanes hecha por 
diego de valençia. ») 
:i Sanchez de Badajoz. 

20. « Pues amor quiere que muera '. » Fol. 133 v°. 

(« Las leçiones de job en caso de 
amor hechas por garçi sanchez de 
badajoz. ») 

21. [« Caminando en las Honduras *. »] Fol. 135. 

[« Infiemode Amor. »] 

22. « El dia infelix noturno. » Fol. 137. 

(« Esta es el claro oscuro de garçi 
sanchez de badajoz. ») 

23. « La mucha tristeza mya. » Fol. 137 v°. 

(« El sueno de garçi sanchez de 
badajoz. ») 

EZ MANRiaUE. 

24. « Quando rroma conquystava '. » Fol. 138 v*. 

(« Obra de gomez manrrique. ») 

^YMOUS. 

25. — Unidentified fragment (cf. Fol. 139. 

complète copy, p. 302, P.). 



3nly one stanza and the first six verses of a second stanza, owing to 

ig folios. 

rhis verse and title taken from Menéndez y Pelayo, Antokfiay IV, 
^here the latter publishes 35 stanzas. In X * there is only a fragment 
last 25 stanzas wiihout title or author. The first five verses of ihe firsi 
of the fragment (top of fol. 135) are illegible owing to the fact thaï 

iginal had faded out (cf. S p. 300) and has been scrîbbled in again in an 

itely illegible hand. 

Only the first six sunzas owing to missing folios. Cf. n» IX, p*. i, and 

i, p«. II, X7, p. 117 and p. 487 ; Xj, fol. 17 vo. 



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an unedited spanish cancionero 317 

Anton de Montoro. 

26. a En esos tiempos bogava '. » Fol. 139 v^. 

(« Montoro a quando rroma con- 
quistava rrespuesta. ») 

27. « Ya vimos a negro moro. » Fol. 139 v<*. 

(<r A la de un pueblo donde moro 
al neçio fazen. ») 

28. a Las entradas del malvado. » Fol. 139 v®. 

(« A la que dize arroyosin pescado. ») 

29. « Libres deven ser cativos. » Fol. 139 v®. 

(« A queman los nuevos olivos. ») 

30. « Quando sospeçhan cautelas. » Fol. 139 v°. 

(a A los çapatos sin las suelas. ») 

GONZALO DE MONZÔN. 

31. <£ La gloria de vuestra fama. » Fol. 140. 

(« Pregunta de gonçalo de monçon 
a anton de montoro. ») 
Anton de Montoro. 

32. « Vos la çepa yo la rrama. » Fol. 140. 

(« Rrespuesta de anton de montoro 
a gonçalo de monçon. ») 

GONZALO de MoNZÔN. 

33. « Vos la miel y yo rretama. » Fol. 140 v«. 

(« Rreplicato de gonçalo de monçon 
a esta pregunta »). 
Anton de Montoro. 

34. a Seneca holgaras ya. » Fol. 140. 

(« Anton de montoro por la muerte de 
juan de mena. ») 



I. Cf. Cotarelo y Mori, Cane, de Anton de Montoro. Madrid 1900, p. 62, 
no XV. Cf. no. IX, p". i and no. 24, p«. 11. Xs, f. 18 v©. t En aquel tienipo 
bogava. » 



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n 



3 l8 AARON WIITSTEIN 

35. « Un tratado juan de mena. » Fol. 141. 

(« Otra de anton a canta tu cristiana 
musa. ») 

36. « Tras un virote perdido'. » Fol. 141. 

(« Otra a un cavallero que su muger 
desmando lo quel mando. ») 

37. « Juro por dios yo venia. » Fol. 141 v*. 

(« m° cenando con pero sanchez sore- 
ro. ») 

38. « Çerca alla en la corredera. » Fol. 141 v^. 

(« m** a un scrivano mui escaso que 
mercava un maravedi de pescado con 
mucha prisa. ») 

39. tf Pesardel cuerpo de dios. » Fol. 141 v*. 

(« m° al mes de hebrero porque Uo- 
vio mucho. ») 

40. « Estas muy bellas que son*. » Fol. 141 v^ 

(a Cançion de m° a doiia teresa fija 
del duque. ») 

41. « Como las canes con yra K » Fol. 141 v*. 

(« m** a don pedro porque lo amena- 
zaron. ») 
*Anonymous. 

42. — Unidentified fragment* — (cf. Fol. 142. 

complète copy, p. 303, 2). 

1. Ms. 41 14, fol. 613, Bibl. Nac. Madrid. 

2. Ms. 41 14, fol. $79. Bibl. Nac. Madrid. « Esas mas bcLas que son. » 

3. Ms. 2249 (G. 467), fol. 26. vo. Bibl. Nac. Madrid. — Y (Mussafia) fol. 140 
vo. Colombina (Sevilla), fol. 105 . 

4. The whole is crossed through obliquely by one stroke of the pen. This is 
no doubt a fragment of some poem by Montoro as many more by him foUow 
in the same hand, with the name abbreviated in the same manner as in those 
preceding fol. 142. Nothing likethis seems toappear inCotoreloyMori'sCanc. 
de Anton de Montoro, from it folio ws that the poem is exclusive in X'. 



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an unedited spanish cancionero 319 

Anton de Montoro. 

43. a Dezid amigo sois âor'. » Fol. 142. 

(« Montoro a un hijo de un prego- 
nero de valladolid que fengia de con- 
plcar y traya un saio de color. ») 

44. « No lo digo por blasfemia'. » Fol. 142. 

(« m** a un cavallero borracho que 
ténia novenas en santa maria. ») 

45. « Quai querrias mas pronete ^ » Fol. 142. 
(« m° a un cara de borracho françes. ») 

46. (c La vina muda su hoja^. » Fol. 142. 

(a m° a una beoda. ») 

47. «Nojugais buen cavallero K » Fol. 142. 

(« m° porque le dixeron que jugase 
canas gomes davila. ») 

48. « Rraviosa hambre de amor. » Fol. 142. 

(« m** una cançion. ») 

49. « Senor non pecho ni medro^. » Fol. 142 v". 

(« m^ a un cavallero por dinero que 
le pedian panaderas. ») 

1 . This is also in L, fol. i, and not noted by Amador de los Rios in his index 
of this ras. (cf. Hist, Crit, VI, p. 537). In L it is anonymous. Ms. 2249 (G. 
467), fol. 22. Bibl. Nac. Madrid. Y (Mussafia), fol. i37.Colombina(Sevilla), 
fol. 103 vo. 

2. Ms. 41 14, fol. 689. Bibl. Nac. Madrid. 

3. Ms. 41 14, fol. 650. Bibl. Nac. Madrid. 

4. This is the second stanza of the poem beginning « Un vinagron como 
hienro. «Cf. Mussafia, p. 17, note 4. Ms. 2249(6. 467), fol. 2X, Bibl. Nac. 
Madrid. — Y (Mussafia), fol. 136 vo. Colombina (Sevilla), fol. 103. 

5. Xs fol. 95 ; ms. 41 14 fol. 616. Bibl. Nac. Madrid. — Ms. 2249 
(G. 467), fol. 19. Biblioteca Nac. Madrid ; Y (Mussafia), fol. 135 ; Colombina 
(Sevilla), fol. 102 v». In thèse last three the ftrst verse is « Q.ue faces buen 
cavallero ». (Y- « fueses» for v faces »). 

6. Ms. 2249 (G. 467), fol. 26 vo. Bibl. Nac. Madrid. Y (Mussafia), fol. 140 
vo. Colombina (Sevilla) fol. 117 vo. 



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320 AARON WITTSTEIN 

50. « Mil vezes duermo sin cama. » Fol. 142 v*. 

(« m® cançion. ») 

51. « Virtuoso y no muy poro. » Fol. 142 v*». ^ 

(« m'' a a° de jaen rogandole enbiase i 

pescado a cordova. ») / 

Alonso de Jaen. \ 

52. « A los nynos catael coco. » Fol. 142 v°. / 

(« Respuesta de a** de Jaen. ») 
* Anonymoûs. 

53. « El sacratisimo paso '. » Fol. 145. 

(« Resçiva vuestra clemençia estos 
métros en estrenas. ») 

* 54. « Es coronista y mas secretario. » Fol. 143. 

(« Otras que fizo a juan de mena. »>) 
Juan de Mena. 

* 55- ^ Sy no porcabsa de ser nescesario. » Fol. 143. 

(« rrespuesta de juan de mena. ») 
Anonymoûs. 

* 56. « O deydad vera santa. » Fol. 143. 

(« Otras que fizo al Relator despues que 
ovo salud. ») 

GONZALO DE MONZÔN. 

57. « Yo so laalta fortuna. » Fol. 143 v®. 

(« gonçalo de moncon. ») 
Juan de Mena. 

38. « Ya nosufre mi cuydado. » Fol. 143 v°. 

(« Otras copias de juan de mena. ») 
59. « O quien visto vos ubiese. » Fol. 145. 

(« Cançion de juan de mena. ») 



I. To judge from the rubrics nos. 53, 54 and 56 are ail by thesameauthor, 
whoever he may be. On the folios lackîng between fols. 142 and 143 there 
were no doubt other compositions by this poet in which the aUthorship was 
given. 



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AK UNEDITED SPANISH CANCIONERO 32 1 

Ry de Castilla (Juan II). 

60. a Amornunca pense '. » Fol. 145 v». 

(« Cançion que fizo al {sic) senor 
rey. ») 

Juan de Mena. 

6r. « Santa paz santo misterio. » Fol. 145 v®. 

(« Juan de mena al rey nuestro senor 
quandosaliode madrigal con el prin- 
cipe ... benia de médina areualo (?) y 
quedaron a corer (?). ») 

Rey de Castilla (Juan II). 

62. et Juan de mena quai ynperio. » Fol. 145 v°. 

(« Respuesta que fiie fecha por el 
senor rey a juan de mena »). 
Juan de Mena. 

63. <' Oya tu merced y créa. ' » Fol. 146. 

(« Cançion de juan de mena. ») 

64. « Cuidar me faze cuidado. » Fol. 146. 

(<c juan 'démena. ») 

65. « De vos se parte vençida. » Fol 147. 

(« Ccoplas que fizo Juan de mena al 
conde de nieva quando tomaron (?) a 
cordovay estava sobre por elynfante. ») 
Juan Agraz. 

66. « Esta tierra so estenida. » Fol. 147. 

(a Respuesta de juan agras a juan de 
mena. ») 
Anton de Montoro. 

67. « O gente tanto sentîda. » Fol. 147 v«. 

(« Respuesta de anton de montoro a 
juan de mena y a juan de agraz sobre 



1. Xs fol- 104. « Amoryo nunca pensse. » 

2. Xî, fol- 152. Attributcd to Pedro Manriquc. 



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322 AAROK WITTSTEIN 

estas copias que fizo juan de mena al 
conde de nieblaquando tomaron (?)a 
cordova que estava por el ynfante. ») 
Juan de Mena. 

68. <c La flaca varquilla de mis pensamien- 

tos '. » Fol. 147 V* 

(« Copias que fizo juan de mena a 
los cavalleros de castilla quando la de 
olmedo — . ») 
Jorge Manrique. 

69. « Entre bien y mal doblado *. » Fol. 148. 

(« Pregunta que fizo don jorje sobre los 
hechos de castilla. ») 

GONZALO DE CÔRDOVA. 

* 70. « Bien amar nunca mudado *. » Fol. 148. 

(« rrespuesta de goncalo de cordova. ») 
Cartagena. 

71. « Pensamiento dia que vienes. » Fol. 148. 

(« De cartagena. ») 

72. « Mi aima malase para. » Fol. 148. 

(« Cançion del dicho cartagena. ») 
El MARauÉs de Astorga. 

73. « Quieradios quealguno quieras. » Fol. 148 V 

(« El marques de astorga a una senora 
porque queria mas a otro que a el. ») 
Cartagena. 

74. « Yo soy vos y vos sois yo. » Fol. 148 v*. 

(« Cartagena a otro que esta ena- 
modo Çsic) de su amiga. ») 



1 . Only thc first two sunzas, owing to missing folios. Cf. Rnnu Hisfa- 
nique, IX, 1902, p. 104. 

2. Ms. 4ii4of the Bibl. Nac. Madrid, fol. 419. 



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AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 323 

•75. « Oid me senores. » Fol. 149. 

(« Copias que hizo cartajena al vi- 
Uançico de ay santa maria valed me 
senora. ») 

*76. « Calledes fija. » Fol. 149. 

(« Cartagena v°c. ») 
77. « Esu que quieres saber. » Fol. 149 v°. 

(« Cartajena sobre que le pregunta- 
van quien era su amiga y nunca dava 
rrespuesta sino o mujeres que mueres. »), 
Anonymous. 

*78. « Ved quan errado camino. » Fol. 150. 

(« Cançion. ») 

* 79. « En mi grave sentimiento '. » Fol. 130. 

(« Cancion. ») 
Cartagena. 

*8o. « N*ora mala os conoçi. » Fol. 150. 

(« De cartagena a una senora que le 

pregunto como le y va con su amiga y 

dixo, villancico »). 
Anonymous. 

* 81. « Gran dolor tengo de mi. » Fol. 150 

(« Cançion. ») 
82. « Pues en la vida ay fatiga. » Fol. 150 v*». 

(« Cançion. ») 
*83 « Mi vida tanto os desea. » Fol. 150 v°. 

(« Cançion. ») 
•84. a Pues mi vida non muere. » Fol. 150 v«. 

(« Cançion. ») 
•83. « Lafirmeza y esperanza. » Fol. 131. 

(« Cançion. ») 



I. X s, fol. 150 vo. « Cancion del cardenal Dom pedro gonzalez. » 



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}24 AARON WITTSTEW 

* 86. « Pues murio mi corazon. » Fol. 151. 

(« Cançion. ») 
*87. « Muestra me vuestro valer. » Fol. 151. 

(« Gmdon. ») 

* 88. « Tanta me a puestoen cuydado. » Fol. 151. 

(« Cançion. ») 
•89. « Mis senoresque anperdido. » Fol. 151 v°. 

(« Cançion. ») 

* 90. « No lo coDsyente firmeza ». » Fol. 151 v^. 

(« Cançion. ») 
*9i. « Voluntad no trabajes. » Fol. 151 v®. 

(« Cançion. ») 
*92. « Aunque mas querays penarme. » Fol. 151 v^ 

(« Cançion »). 
*93. « Ved que mal tan peligroso. » Fol. 152. 

(a Cançion . ») 

* 94. « No me llameis enemigo ^. » Fol. 152. 

( No rabric whatever.) 
*95. « Tanta gloria tengo en veros. » Fol. 152. 

(No rubric whatever.) 

* 96. « Yo syn vos por que no muero. » Fol. 152. 

(« Cançion. ») 
Cartagena. 

*97. « Sy mill copias por correros. » Fol. 152. 

(« Una de cartajena porque le pi- 
dio por quando le hiziese una copia 
por que nunca nadi gela hizo \ ») 
98. «Lafuerça del fuego que alunbra que 

ciega. » Fol. 152 v**. 



1. X s fol. 89 vo. « A una senora muy hermosa. » — Attributed to Aotdn 
de Montoro. Ms. 41 14, fol. 684. Bibl. Nac. Madrid, « Montoro a una danu 
fermosa », 

2. Follows no. 93 without any break. 



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AN UNEDITED SPANISH CANUONERO 325 

(« Copias que hizocartajena a una 
senorapor quien el mucho penaba, ») 
Anonymous. 

* 99. « Es de tanta perfeçion. » Fol. 154. 

(« Cançion. ») 
Cartagena. 

* 100. « Pues vos el bien que a diospido. » Fol. 1^4. 

(« De cartajena. ») 
Anonymous. 

* loi. « Dos terribles pensamientos. » Fol. 154. 

(No rubric whatever.) 
PeSa. 

* 102. « Como natural deseo. » Fol. 154. 

(« Pregunta de peiia a dicgo de bur- 
gos criado del cardenal de espana. ») 
Diego de Burgos. 

* 103. « Vos que las gracias de orfeo. » Fol. 154 v*». 

(« Respuesta. ») 
Anonymous. 

104. « Heu mihi sineventura '. » Fol. 155. 

(« Villancico parte en latin e 
parte en Romanze. ») 

* 105. a Bien podeys darme pasyon. » Fol. 155. 

(« Cançion. ») 

* 106. « O muerte quan mala ères. » Fol. 155 v*. 

(« Cançion. ») 
SORIA *. 

•107. Veros y despues oyros. » Fol. 155 v*. 

(« De Sorîa. ») 



1. Cf. Paz y Melia. Cane, de Gomez Manrique. Madrid, 1885-86. II 
appendice. Ms. 41x4 fol. 282. Bibl. Nac. Madrid. 

2. Antonio de or Diego de ? 



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3^6 AARON WITTSTEIN 



Pero Alvarez. 

io8. « Do libertad es perdida. » Fol. iJS v®. 

(« De pero albarez. ») 
Anonymous. 

* 109. « Ruego a dios que algund gaidor ' . Fol. 1 5 5 v^. 
(No rubric whatever.) 

* iio. « O quan fuera de razon. » Fol. 155 v®. 
(No rubric whatever.) 

*iii. « Atnor de penada gioria. » Fol. 156. 

(« Cançion. ») 

* 1 12. « A se de entender asy *. » Fol. 156. 
p* (No rubric whatever.) 

t-\ * 113. « Dama por quien tengoçertos '. » Fol. 156. 

fc; (No rubric whatever.) 

I *ii4. « Tan graves maies reçibo. » Fol. 136. 

r , (« Cançion. ») 

f- *ii5- Despues de vuestra partida. » Fol. 156. 

f (« Cançion. ») 

t *ii6. « O Ventura que sostienes. » Fol. ij6. 

■ (« Cançion. ») 

ISIGO LOPEZ DE MeNDOZA. 

117. a La fortuna que non çesa *. » Fol. 156 v". 

( « Ynfierno de los enamorados que 
fizo inigo lopez marques. ») 

118. « Non es umana la lunbre ^ » Fol. 161. 

(« Otro dezir que fizo inigo lopez. ») 



X. Folio ws no. 108 without any break. 

2. Four verses only — evidently a fragment. No. 113 likewise has only 
four verses. 

3. Cf. note on no. 112. 

4. X*. fol. 55 ; XJ, fol. 25; X '. fol. 108. 

5. X>, fol. 46 vo. 



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AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 327 

119. « Oyan oyan los mortales *. » Fol. 162 v°. 

(« Ynigo lopez de Mendoça »). 

120. « Madrugando en robedillo ^. » Fol. 122. 

(« Serranylla de ynygo lopez. ») 

LOPE DE ESTÙNIGA. 

121. « O cabo de mys dolores ^ » Fol. 122 v°. 

(« Dezir de lope de çuiiyga. ») 
Pedro de la Caltraviesa. 

122. « Poderoso rey despana ». 

(cr Dezir de pedro de la caltraviesa. ») 

123. « Al rey moru desnes2 ^. » Fol. 124 v° 

(« Copias de pedro de la caltraviesa 
al senorrey. ») 

124. « Mayor dolor a que siento. » Fol. 125. 

(« Contra cançion de pedro de la 
caltraviesa. ») 
Lope de Esti5niga. 

125. « Llorad mys Uantos llorad. » 

(« Dezir de lope de estunyga. ») 

126. « Sy mys trystes pensamyentos 5. » 

(« Dezir de lope estunyga. ») 
MoxiCA. 

127. « Senora partir queria. » 

(« moxica. ») 
Diego PALOMEauE. 

128. « Muerte que a todos conbidas ^. » 

(« Dezir que fîzo diego palomeque . ») 

1. Continued from fol. 163 vo to fols. 1 18-122. Cf. p. 301, 0. Complète in 
X*, fol. 44 ; 73 stanzas plus the « fin «. X J, fol. 37 vo. 

2. Xsfol. 93 vo. 

3. Cf. no. XLIII, p«. I. 

4. Right under the rubric it says : — « a se de nonbrar al cabo de cada pie 
de la copia el punto u la tilde que tiene al cabo. » Each verse bas at the end a 
large period(.) or cedilla (2) inverted. 

5. Cf. no. XXIII, p«. I. X ', fol. 178 vo. 

6. Cf. note on no. XXX, pa. i. X», fol. 33. 

REFUE HISPANIQUE. XVI. 22 



Fol. 


125. 


Fol. 


126, 


Fol. 


126 v» 



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p 



1 



328 AARON WITTSTEIN 



Juan de Duenas. 

* 129. « Judica me deus deamor *. » Fol. 129. 

(« La misa de amor dicho por 

mosenjuan de duenas. ») 
Juan Agraz. 

130. « Eçelente rey senor. » Fol. 130. 

(« Dezir que fizo juan agraz a la muerte 
del conde nyebla su senor. ») 

131. « Leeran esta materia. » Fol. 131. 

(« Otro dezyr de juan agraz. ») 
Juan Alfonso de Baena. 

132. « Alto rey muy soverano ' .» Fol. 131 v° 

(« Dezir que enbio juan a° de baena al 

senor rey sobre las discorcordias (jiV) 

por que raanera podran ser remediadas. 

Para el rey tan excelente perteneçe tal 

présente. ») 
Anonymous. 

*I33. — Unidentified fragment. — Fol. 113. 

(Cf. complète copy, p. 37, 4>). 
Diego de San Pedro K 

*I34. « Sepultura de maçias. » Fol. 113 v^ 

(« Que fizo diego de san pedro a la 

sepultura de maçias. ») 



I. X* reads a deus amor ». Cf. p. 302 S. Each stanzais crossedthroughobli- 
quely by one stroke of the pen» no doubt because it was considered sacrili- 
gious. Owing to the folio lacking between tols. 129 and 130, this poem isin 
a fragmentary state. The last two stanzas and the « fin » are on fol. 130. The 
complète poem is contained in L, fol. 293 vo. 

2. Only the first six stanzas and the first verse of the seventh sianza, owing 
to missing folios. 

3. In ms. 228, fol. 133, of the Bibl. Nat. in Paris (Mussafia-C) this poemis 
attributed to Juan de San Pedro. 



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an unedited spanish cancionero 329 

Juan Rodriguez del Padron ». 

13 S- « Ante las puertas del tenplo. » Fol. 114 v°. 

(« Los goços de amor que fizo juan 
rodriguez del cardenas (^sic). ») 
Juan de Mena. 

*I36. «Gentil senor dalmaçan. » Fol. né. 

(« Copia que fizo juan de mena a 
pedro de mendoça. ») 
Pedro de Mendoza. 

*I37. « Quantos sabios oyran. » Fol. né. 

(« Respuesta de pedro de mendoca. ») 
Juan de Mena. 

138. « Guay de aquel onbreque mira. » Fol. né. 

(« Copias que hizo juan de mena. ») 
Juan Agraz. 

139. « Acordado avemos nos *. » Fol. 117. 

(« Otro dezir que fizo juan agras 
a juan marmolejo. ») 
Juan Marmolejo. 

140. « Mas que torondos de pinas. » Fol. 117 v**. 

(« Respuesta de marmolejo. ») 
Juan Agraz. 

141. « Mala nuebade la tierra '. » Fol. 117 v®. 

(« Enventario que fiço juan agraz a 
juan marmolejo. ») 
Juan Marmolejo. 

142. <( Juan agraz pues abre e çierra. » Fol. 117 V. 

(« Respuesta de marmolejo. ») 



1. Or de la Cimera. X^ foL 172. 

2. Cf. Cotarelo y Mori. Cane, de Ant. de Mont. Madrid, 1900, p. 311. 

3. Cf. Cotarelo y Mori. Cane, de Ant. de Mont. Madrid, 1900, p. 308. 



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330 AARON WITTSTEIN 



Juan Agraz. 

143. « A puertasdeun bodegon. » Fol. 117 v°. \ 

(« Otra de juan agraz. ») j 

Juan Marmolejo. | 

144. « Por confeso baraton *.» Fol. 117 v°. ] 

(« Respuesta de marmolejo. ») 
Juan Agraz. 

145. Un rramo por estandarte ^. » Fol. 117 v°. . 

(« Otra de juan agraz contra marmolejo »). ( 

Juan Marmolejo. l 

146. « Si punadas se rreparte. » Fol. 117 \°. ] 

(« Respuesta de marmolejo. ») 
Juan Agraz. 

147. « Muchos bienes son vendidos K » Fol. 117 v°. 

(« Otra de juan agraz »). 

In tlie références to ms. L in the above index the folios 
given are those of a reenumeration of the folios according to 
the présent state of the ms. in which a large number of the 
original folios are lacking. The folios given by Amador de los 
Rios, Hist.Crit., VI, p. 537, are according to the original en u- 
meration). 

Alphabetical list of authors in X* with the number of poems 
ascribed to each ^. 



1. Cotarelo y Mori, 1. c, « Por consenjo baratôn ». 

2. X* reads, « Un rramo po ». 

3. X» reads « vendudos ». Only a fragment of three verses, owing to mis- 
sing folios which must hâve foUowed in the original ms., in which the dia- 
logue between Agraz and Marmolejo was no doubt continued. Cf. p. 300, FI. 

4. Those markcd with an asterisk (*) are common to both parts. 



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AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 



33^ 



Part I. 

*Agraz (Juan). 

Alvarez de Illescas (Alonso) K 
*Burgos (Diego de). 
Colon (Hemando) '. 
*Estùniga (Lope de). 
Guillen (Pero) 4. 
Lira (Alonso de). 
*Manrique (Gomez). 
Torre (Fernando de la). 
Torres (Juan de). 
Valera (Diego de). 
Viana (Juan de). 
Anonymous K 

12 poets. 



64 poems. 



Part II ^ 



*Agraz (Juan). 

Alvarez (Pero). 

Astorga (El Marqués de). 

Baena (Juan Alfonso de). 

*Burgos (Diego de). 

Caltraviesa (Pedro de la). 

Cartagena. 

Côrdova (Gonzalo de). 

Duenas (Juan de). 

*Estùniga (Lope de). 



10 



1 . Cf. note on np. XL. 

2. Cf. note on no. XLl. 

5. Cf. Cane, de Baena, p. xl, note 5. 

4. Cf. note on n». XV. 

5. Cf. no XXX and no. XV. 

6. Cf. note (4) on p. 330. 



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332 AARON WITTSTEIN 


Jaen (Alonso de). 


I 


*Manrique (Gomez). 


I 


Manrique (Jorge). 


I 


Marmolejo (Juan). 


4 


Mena (Juan de). 


12 


Mendoza (Inigo Lopez de) *. 


18 


Mendoza (Pedro de). 


I 


Montoro (Anton de). 


25' 


Monzôn (Gonzalo de). 


3 


Moxica ^ 


I 


Palomeque (Diego). 


I 


Pena. 


I 


Rey de Castilla (Juan II). 


2 


Rodriguez del Padrôn (Juan) *. 


I 


San Pedro (Diego de) K 


I 


Sanchez' de Badajoz (Garci). 


4 


Soria ^. 


I 


Valencia (Diego de). 


I 


Anonymous. 


37 


28 poets. 


147 poems. 



Subtracting four for the poets common to both parts we hâve 
as the total number of poets in the entire ms., 36 

7 Subtracting four for the poems comraon to both parts we 
hâve as the total number of compositions in the entire ms., in- 
cluding fragments, 207 



1 . El marqués de Santillana. 

2. Cf. note on no. 90, pa. 11 and n©. 42, p*. n. 

3. Fernan? 

4. Cf. note on n». 135. 

5. Cf. note on no. 134. 

6. Cf. note on n© 107. 

7. Cf. p. 299, note (i). 



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AN UNEDITED SPANISH CANCIONERO 333 

' Counting out n*»* XV and XXX of Part I, which in fact 
are not anonymous, we hâve as the total number of anonymous 
compositions in the entire ms., 42 

Ms. 41 14 (formerly M. 320) of the Biblioteca Nacional in 
Madrid, which is referred to several times in the notes to the 
index above, is a copy, though a poor one, of a certain Cancionero 
de Pero Guillen which formerly existed in the Biblioteca de S. M. 
in Madrid but which has entirely disappeared, no trace of its 
présent whereabouts or of its existence being known. 

* The ms. referred to in the notes as « Colombina (Sevilla) » 
is the so-called Cancionero de la Colombina in the Biblioteca 
Capitular de Sevilla, of which Y (Mussafia) is an incomplète 
copy. Its former signature was E. AA. Tab. 144. No. 18; its 
modem signature is 83-5. 

Aaron Wittstein. 



1. Cf. also no. XLI, p*. i, and no. 42, p*. 11. Cf. also on no. 79, p«. 11 ; 
no. 90, p«. II. 

2. Cf. Menéndez yPelayo. AnioîogiaXl^ p. xxxviii. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 
BETWEEN 1560 AND 1680 



The first permanent public théâtre or corral Je comedias was 
established in Madrid in the calle de la Cruz in 1579, and was 
followed in 1582 by the corral del Principe. With the appearance 
of the great creatorof theSpanish national drama, Lope de Vega, 
who began to write for the public stage about 1585, a new and 
enduring impulse was given to the théâtre, and so popular did 
dramatic représentations become in Spain that soon ail the larger 
cities possessed fixed corrales or théâtres, and no town was so 
small that it was not occasionally visited by companies of strolling 
players. In ail matters pertaining to the théâtre, however, Madrid 
was always paramount. The évidence upon this point is over- 
whelming. The imponance of Valencia as a theatrical centre has 
always ben exaggerated. While a corral de comedias may hâve exist- 
ed in the latter city as earlv as 1566, there is no positive record 
of one until 1582 or 1583. Besides, mère priori ty in time would, 
of itself, prove nothing. As the dramatic poets of the so-called 
Valencian school were ail followers of Lope de Vega, so, also, it is 
very probable that the Valencian stage was at ail timts ruled by 
that of Madrid. After the capital the most flourishing theatrical 
centre, on account of its wealth and importance, was undoubt- 
edly Seville, and the stage of Seville was almost whoUy dépend- 
ent upon the large theatrical companies of Madrid. In the capi- 
tal ail the important companies were organized ; hère nearly ail 
the celebrated actors and autores de comedias or managers of com- 
panies lived, and upon this source ail the cities of the peninsula, 
large and small, including the capital of Portugal, drew for their 
theatrical représentations. Froin the beginning of the seventeenth 



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] 



SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 333 

century Spain was overrun by companies of players. The 
passion for the théâtre was boundiess. And while we can form 
a sufEciently adéquate estimate of the immense fertility of the 
Spanish dramatists from themass of plays thathasbeen preserved, 
an additional light is thrown upon the matter by considering the 
muhiiude of players that Spain produced in the Golden Age of 
its drama. Much that lias been wriaen upon this subject has been 
wideof the mark, often^ indeed, amereguess. Ticknor, History of 
Spanish Literature, Vol. II, p. 518, note 9, quoting a work by 
Simon Lopez : Pantoja sobre Cofiiedias, (See Cotarelo, Controver- 
sias sobre la Licituddel TeatroenEspaha, Madrid, 1904, p. 399. n.) 
says that in 1636 there were three hundred companies of actors 
in Spain. This is a great exaggeration, and to say that there 
were forty or fifty companies would be much nearer the truth. 
From the beginning of the seventeenth century down to this 
time (i 636) I hâve counted nearly one hundred auiores de Coinedias 
or managers of companies. When we consider that in thèse 
companies or in the more important ones, at least, the play was 
often changed at each performance; that the great attraction was 
evera/i^u/comedia,wecanforman approximate ideaof the dram- 
atic activity that it required to provide thèse autores with a reper- 
tory. It was the boast of the successful theatrical manager on 
entering the capital or a large city, that he brought with him a 
number of comedias, — sometimes forty or fifty, — which had 
never before been represented in that city. In view of the many 
random statements in regard to the number of Spanish players 
it may perhaps be useful to make a list of the actors and actresses 
who represented the great vorks of Lope de Vega, Tirso de 
Molina, Alarcon, Calderon and other famous dramatists. Doubt- 
less this list, though it contains nearly eighteen hundred players, 
is very incomplète, and further researches will surely add 
many a name to it, still, perhaps few actors of any importance 
appeared upon the Spanish stage in this period whose names are 
missing in the subjoined list, I hâve purposely extended it no 



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33 é HUGO ALBERT RENNERT 

farther than the death of Calderon (1681). Our knowledge of 
Spanish players is due chiefly to the researches of D. Cristôbal 
Pérez Pastor. Of his publications I hâve used foUowing : Nuevos 
Datos acerca del Histrionismo Espahol en los Siglos XVI y XV IL 
Madrid, 1901, and hisanides bearing the same title in ihe Bulk- 
iin Hispanique, 1 906 ; Proceso de Lope de Vega por Libelps contra unos 
ComicoSj Madrid 1901, published in conjunaion with A. Tomillo, 
and the Datos desconocidos para la Vida de Lope de Vega, in the same 
volume ; Docutnentos para la Biografia de D. Pedro Calderon de la 
Barca, Tomel, Madrid, 1905. AIso José Sanchez Aijona, Noti- 
cias referentes à los Anales del Teatro en Sevilla desde Lope de Rueda 
hasta fines del Siglo XVII, Seville, 1898 ; Emilio Cotarelo, Tirso 
de Molina, Investigaciones bio-bibliogrâficas, Madrid, 1893 > Antonio 
Restori, La Colk^ione délia Biblioteca Palatina-Parmense, in Stidj 
di filologia Romança, Fslsc. 15, Roma, 1891; Rojas, Viaje entrete- 
nidOy Madrid, 1604 ; Luis Quinones de Benavente, Entremeses, Loas 
y Jâcaras por D. Cayetano Rosell, Madrid, 1872-74, 2 vols., and 
other Works. Among the latter the Ms. in the Biblioteca Natio- 
nal, of which a number of excerpts are given by Gallardo, Ensayo, 
vol. I. pp. 668 et seq. is of great importance, but must be used 
with caution. 

Hugo Albert Rennert. 



List of Spanish actors and Actresses from 1560 to 1680. 

Abadia (Andres de), actor and musician in the companyot 
Antonio de Rueda in 1638-39. He and his wife Maria Jiménez 
were members of the company of Manuel Vallejo, in Seville, in 

1633, '^40 ^^^ 1^43- 

Abadia (Juan de la), v. Labadia. 

AcACio Quan) was an autor de comedias at least as early as 16 14, 
when he had a company in Madrid, his native city. Herepresent- 
ed at the Coliseo2Lnd at the Corpus festival in Seville in 1617, 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 337 

and in ihcCorraldeDonaElvira and also at Corpus, in 1619, his 
wife, Ana Falcona, acting in his company. He was one of the 
twelve autares authorized by the decree of 1615. In 1623 he 
represented three comedias privately before the King, and in 
1644 ^ook part in the autos at Seville. For his company in 1619 
and 1644, V. Sanchez Arjona pp. 203, 371. 

AcACio QÙan), el Mo:^o, son of the preceding and an actor in 
his company in 1636, when both appeared in Gaspar de Obre- 
gon*s Del Poder Para tener, in Plasencia. Ibid. p. 341 «. He appear- 
ed in Manuel Vallejo's company in 1640, and again in his father's 
company in 1644. 

AcEBEDO Fajardo (Antonio), prompter in the company of 
Esteban Nunez, el Polio, in 1657 ; afierwards an actor, playing 
old men's parts, in the company of Félix Pascual, in 1680. 

AcosTA (Catalina de) and her husband Antonio de Rueda 
were in the company of Alonso de Olmedo in 163 1, when they 
were received into the Cofradia de la Novena. She was probably 
the D* Catalina in the cast of Lope's Del Monte sale (1628), and 
in 1640-44 played fourth parts in her husband's company. She 
was apparently still living at the death of her husband, in 1662. 

AcosTA (Isabel de), wife of Miguel de Barbosa ; both were 
musicians in the company of Diego Vallejo in 16 19. 

AcosTA (Maria de), wife of the actor Cosme Ferez, q. v. 

AcuNA (Antonio de), member of the company of Alonso de 
Olmedo and Luis Bernardo de Bovadilla, in 1638. He had a 
company in 1654. 

Agramonte (Juan Antonio de), actor in Manuel Vailejo's 
company in 1670. 

Agramonte (Pedro de), famoso segundo in the company of 
Alonso de Olmedo in 1635 ; he played third parts in the com- 
pany of Lorenzo Hurtado de la Camara in 1642, and in the com- 
pany of Juan Pérez deTapia in 1662. In 1664 he played fourth 
parts in Bartolomé Romero's company. 

Aguado (Juan), second gracioso in the company of Jerônimo 
Vallejo in 1660. 



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n 



338 HUGO ALBERT REXNERT 

Aguado (Maria), played sixth parts in the company of Félix 
Pascualand Agustin Manuel in 167 1. 

Aguado (Pedro), member of the company of Antonio de 
Prado in 16 14, when he appeared in Tirso de Molina'slfl Tercera 
de Sancta Juana, In the previous year he was in the company of 
Cristôbal Ortiz de Villazan, and appeared in Lope de Vega's La 
Dama boba (161 3). In 1619 he was with Alonso de Olmedo. 

Aguado (Simon), gracioso in the company of Sébastian de 
Prado in lééi and 1662. In the latter year and in 1674 he had 
a company, and in 1675, 1676 and 1678 he "wzs gracioso in the 
company of Antonio de Escamilla. In 1677 he was in the com- 
pany of Agustin Manuel de Qstilla and in 1679 in that of José 
Antonio Garcia de Prado. He was born in Mâlaga on Oct. 25, 
1621, and died in Madrid, January 18, 1706. 

Agueda (Francisca), played first parts in the company of 
Pablo de Morales, in Seville, in 1678. 

Aguilar (Alonso de) actor in the company of Ximénez de 
Valenzuela and Alcaraz in 1602. 

Aguilar (Francisco), member of the company of Diego de 
Santander in 1594. 

Aguilar (Jerônima de), wife of the actor Luis Granados in 

IS94- 

Aguilar Qerônimo de), actor (?) accused of killing the actor 
Juan Morales in 1595. 

Aguilar (Marina de), actress in Madrid in 1603 ; she was the 
wife of Francisco Munoz. Both were in the company of Alonso 
Riquelme in Seville in 1607. 

Aguilera (Francisco de), actor in the company of Alonso 
Riquelme in 1607. 

Aguirre (Martin de), actor (?) in 1583-84. SetNuevos Datos, 
p. 14, and Bull, Hisp, (1906), p. 364. 

Aguirre (Miguel de), member of the company of An drés de 
la Vega in 1638. 

Alarcon (Diego Manuel de), actor in the company of Andrés 
de Claramonte in 16 14. 



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SPANISH ACTORS AMD ACTRESSES 339 

Alarcon (Gonzalode), autor de cotnedias in 1598 ; his wife was 
Antolina Rodriguez. 

Alarcon (Hernando de), actor in Claramonte's company in 
1614. 

Alarcon (Juan Bautista de), actor in Claramonte's company 
in 1614. 

Alarcon (Mariana de) of Valencia, widow of Alejandro Maço; 
actress in Diego Vallejo's company in Seville in 1619. 

Alarcon (Sébastian de), actor in the company of Manuel 
Vallejo in 1640, and in the company of Esteban Nuiiez in 1648. 

Albricio (Juan), actor in the company of Gaspar de Porres in 
1585. He was indicted in 1596 for the killing of Jerônimo 
Rodriguez. 

AlcAntara (Nicolas de), member of the company of Esteban 
Nufiez in Seville in 1654. 

Alcaraz (Basilia de), first wife of the actor Juan de Tapia, 
q. V. 

Alcaraz (Maria de), w^dow,- actress in the company of Juan 
Roman in 1638 and 1639. 

Alcaraz v. Lopez de Alcaraz (Diego). 

Alcozer (Juan de), atitor de cotnedias ; he represented one of 
the Autos at Madrid in 1587 ; and had a company in Madrid in Ju- 
ly, 1590; he is mentioned by Rojas, Viaje entretenido, p. 362. 

Aldama (Juan de) of Madrid ; he and his wife Mariana de 
Aparicio were in the company of Fernan Sanchez de Vargas in 
1633, and in that of Andres de la Vega in 1636. 

Aldama (Manuel de), actor in the company of Alonso de 
Riquelme in 1606. He and his wife (name unknown) took part 
in the Corpus festival at Seville in 16 14. The name Aldama or 
Aldana occurs in the cast of La belligera Espahola, See Restori, 
Studi, p. 92. 

Alegria (Francisco Garro de), lessee of the Corrales of Madrid 
in 1632, 1638-1641, and 1645. 

Alejandro, musician, and his wife Ana Maria, were mem- 
bers of the company of Domingo Balbin in Seville in 161 3. 



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340 HUGO ALBERT RENNERT 

Alejandro (José), member of the company of José Garcia de 
Prado in 1658 and in that of Juan Pérez de Tapia in 1662. 

Almaguer (Juan de), actor in 1384, and in the company of 
Jerônimo Velazquez in 1390. Datos desconoctdos , p. 146. 

Almansa (Mateo de), actor in the company of Jacinto Riquelme 
in Seville in 1652. 

Almansa (Pedro de), actor in the company of Heman Sanchez 
de Vargas in 1619 ; in Domingo Balbin's company in 1623, and 
in the company of Juan Martinez in 1624. 

Almella (Juan Jerônimo), native of the village of Morella,and 
autar de comedias in 1628, when he took his company to Valencia, 
to give sixty consécutive performances, v. Bulletin Hispaniqu 
(1906), p. 377. 

Almenara (Pedro de), actor in the company of Jerônimo 
Velazquez in 1590-91, receiving seven reals daily, besidesthree 
realsfor « maintenance, tapers and clean linen ». 

Almendros (Esteban de), harpist, and his wife Maria de la Paz 
were in the company of José Garceran in Seville in 1657. In 1654 
he had a company and represented the autos in Madrid. Calderm 
DocutNentos, p. 223. 

Almonacid (Diego de), lesseeof the Coliseoin Seville in 1610; 
of the Coliseo and Dona Elvira in 16 12, and of the corral de Dona 
Elvira in 16 16-1628. 

Almonte, actor in the company of Ortiz de Villazan ; he 
appeared in Lope's La Damaboba (1613). See Life o/Lope de Vega, 
p. 172, n. 

Alonso, actor in Valencia in the early years of the xvii cen- 
tury, in the company of Rodrigo Osorio. See Cotarelo, Lopedc 
Rueda, p. 30. His wife and daughter were members of the same 
company. 

Alokso (Francisco), actor in the company of Félix Pascual in 
Seville in 1665. 

Alonso (Juan), member of the company of Félix Pascual in 
1665. His real name was D. Bartolomé de Velasco, and lie was 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 34I 

a native of Villadiego (Burgos). In 1662 he was in Valencia in 
the Company of José Carrillo, and in Madrid in 1663 ; in 1677 
he was primer galan in the company of Magdalena Lopez. He 
died in 1685. 

Alonso (Manuel), played old men's parts in the company of 
Pablo Martin Morales in Seviile in 1678. 

Alvarez (Anton), actor in 1604. 

Alvarez (Beatriz), wife of the actor Juan de Soriano ; both 
were in Baltasar Pinedo's company in 161 3. 

Alvarez (Bernardino), actor in the company of Rodrigo Osorio 
in Valencia at the beginning of the xvii century. In 16 13 he 
was in Domingo Balbin's company in Seville, and appeared in 
Lope's Quien mas no puede, in 16 16. He was in Manuel Vallejo*s 
company in 1623, and in that of Antonio de Prado in 1624. See 
Cotarelo, Lope de Rueda, p. 30. 

Alvarez (Berna bè), member of the company of Bernardo de 
la Vega in Seville in 1672. 

Alvarez (Francisco), or Francisco Alvarez de Victoria, and 
his wife Josefa Necti were members of the company of Tomas 
Fernandez Cabredo. A player by this name appeared in the entre- 
mes Las Civilidades in Avendano's company. Rosell, I, p. 45. 
In 1639 he had a company jointly with Francisco Vêlez de Gue- 
vara and Pedro de Cobaleda. 

Alvarez (Luis), a mînor in 1602 in the company of Alonso 
Riquelme ; he was in the company called Los Andaluces in 1605 ; 
in Balbins company in 1609, and with Riquelme again in léio, 
when his wife. Maria de Herbias, was a member of the same 
company. He appeared in Lope's Del Monte sale (1628), in the 
company of Heredia. v. Life of Lope de Vega^ p. 324, n. 

Alvarez (Maria), wife of Alonso de Villalba ; she was in the 
company of Nicolas de los Rios in Seville in 1609. 

Alvarez (Maria), actress in the company of Manuel Vallejo in 
1674, and autora y segunda in the company of Félix Pascual in 
Seville in 1677. v. Sanchez Arjona, p. 486. From the word 



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n 



342 HUGO ALBERT RENNERT 

autora we infer that she was then the wife of Félix Pascual, q. v. 

Alvarez de Victoria (Francisco), autor de cottiedias in 1639. 
Perhaps this was the Francisco Alvarez mentioned above. 

Ambrosio, V. LoBACO and Martinez. 

Amor (Fabian de), menistril in the company of Jerônimo Ruiz, 
Francisco de Vera anà Alonso de Morales in 1592. 

Amor (Maria del), wife of Jerônimo de Castaneda ; both were 
in the same joint company in Madrid in 16 14. 

Ana (Dona), actress in the entremeses of Quinones de Bena- 
vente. Her name was Ana Fajardo and she was the wife of Fran- 
cisco Velasco. q. v. 

Ana (La Senora), actress who took a subordinate part in 
Lope's La nueva Victoria dcD, Gon:^alo de Cordoba (1622). v. Lijc 
of Lopede Fega, p. 298, n. 

Ana Maria, wife of Alejandro, musician ; both were in the com- 
pany of Domingo Balbin in 1 6 1 3 . An Ana Maria appeared as Dona 
Alanbra in Lope's Basiardo Mudarra (16 12). 

Ana Maria {La Be:(0îia) ; her name was Ana Maria de Peralta; 
she was the wife of Juan Bezon, and was in the company of 
Hernan Sanchez de Vargas in 1623. (A/'. D. p. 203) ; in 1652 
she and her husband were in Avendano's company (Cotarelo, 
TirsOy p. 202), and in 1635 she played third parts in the company 
of Pedro de Ortegon in Seville. See also under Peralta (Ana Maria 
de). 

Ana Maria, « la hija del lapidario », a member of Figueroas 
company. Rosell, vol. I, p. 169. 

Ana Maria, wife of Melchor de Moya ; both were in the com- 
pany of Nicolas de los Rios in 1609. 

Ana Maria, actress in the company of Félix Pascual in Seville, 
in 1665. 

Ana Maria, wife of Juan Jerônimo Valenciano, played second 
parts in the company of Alonso de Olmedo in Seville in 1635. 
Her name was Ana Maria de Câceres. q. v. 

Ana Maria, v. also under Mata, Mencos, Peralta Rivera, 
Ulloa and Vives. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 343 

Anaya (Maria de), wife of José Garcia de Prado (after 1658 ?). 
Shewasin Manuel Vallejo's companyin 1661 ; in that of Simon 
Aguado and Juan de la Galle in 1662 ; was viusica in Escamilla's 
Company in 1663, 1675-76. In 1667 and 1678, she was in the 
Company of Agustin Manuel de Gastilla, and in the company of 
Manuel Vallejo in 1681. 

Andino (Nicolas), harpist in the company of Pablo Martin 
de Morales in Seville, in 1678. 

Andrada (Maria), wife of Diego de Gisneros in 1660. 

Andrade (Ana de), actress in the company of Diego Osorio 
in Madrid, in 1657. She was the second wife of the autor de 
comedias Félix Pascual after 1665. 

Andrade (Antonio de), cl GallegOy husband of Maria de la 
O ; both were members of the company of Manuel Vallejo in 
1631. 

Andrade (Feliciana de), actress, married Francisco Lopez 
(before 1639), and had a daughter Josefa Lopez, called Pepa 
la hermosùy who died in a couvent at Monbeltran. Pellicer, Vol. 
II, p. S9. 

Andrade (Feliciana de), actress in the company of Diego 
Osorio in 1657, ^"^ afterwards the wife of Gregorio de Gasta- 
neda; both were in the company of Pablo de Morales in 1678. 

Andrade (Josefa de), *' single woman ", member of the 
company of Pablo de Morales in 1678. 

Andrade (Luisa de), daughter of Antonio de Andrade and 
Maria de la O ; she was in the company of Manuel Vallejo in 
1631. 

Andrade (Micaela de), actress in the company of her hus- 
band, Diego Osorio de Velasco in 1657 ^^^ i^59- Of ^^^^ 
family of Andrade, Pellicer (Jbid.^ p. 20), says there were three 
sisters : Ana, Feliciana and Micaela, ail natives of Toledo ; ail 
were members of Diego Osorio's company in 1657. ^' Pérez 
Pastor, CalderonDocumentos, vol. I, p. 248. There seems to hâve 
been a fourth sister, Josefa. v. above. 

REVUE HISPANIQUE. XVL 23 



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^ 



344 HUGO ALBERT RENNERT 

Angel (Gabriel), and his wife Juana de Prado were farsantes 
in Madrid in 1583-84. 

Angel (Manuel), actor in the company of Antonio de Esa- 
milla in 1677 and 1678; in Manuel Vallejo's company in 1679 
and 1680, and in Juan Antonio de Carvajars in 1681. 

Angela Dido, received her surname froni Guillen de Castras 
tragedy Didoy Eneas, in whicli she was celebrated. Pellicer says 
that she was an autora antigua, and that her will, dated 1653, is 
preserved in the Archivo de la Virgen. 

Angela Francisca played first parts in the company of Luis 
Hurtado at Corpus, in Seville, in 1642. This is doubtless Angela 
Francisca de Hinestrosa, q. v. 

Angeles (Francisca de lus), actress in the company of 
Manuel Vallejo in 1670. 

Angeles (Jerônima de los), wife of Luis Calderon; both 
were members of the company of Jerônimo Velazquez in 1590. 
V. Pérez Pastor, Proceso de Lopede Vega, p. 146. 

Angeles (Maria de los), born in the Rastro in Toledo, 
famous actress in the company of Alonso Riquelme in 1 607. In 
August, 1610, she appears as the wife of Jerônimo Sanchez, 
autor de comedias, She was in the company of Baltasar Pinedo in 
16 14, and is mentioned among the celebrated actresses of the 
time by Suarez de Figueroa, in his Pla^a universal (1615). In 
1620-22, she belonged to the company of Juan Bautista Valen- 
ciano, and appeared as Leonor in the cast of Claramontes La 
infeli:!;^Doroteay as the ms. shows. See Life of Lope de Fega, passim. 
She wrote some commendatory verses for the l^iaje entrettnido 
of Rojas (1603), and must hâve been a well known actress at 
that time. 

Angulo, el Malo, a native of Toledo, was an autor de comedias 
about 1580. In November, 1582, his company represented in 
Madrid. Cervantes mentions him twice : in the Coloquio de los 
PerroSy (written between 1606 and 1609, according to Fitzmaurice- 
Kelly, Cervantes, Exemplary Novels, Glasgow, 1902, p. xxix), 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 345 

saying : « We stopped at the house of an autor decomedias, who, as 
I remember, was called Angulo el MalOy to distinguish him from 
another Angulo, not an autar but an actor, the most witty that 
the comedias then had or hâve at this day ». And again in Don 
Quixoie, Part IL Chap. XL v. Clemencin's note. According to 
Figueroa's PlaT^a universal he was deceased in 1615. Rojas, Viaje 
mtreienidOy p. 362, mentions Angulo as a well known autor de 
comedias. He represented in Marchena with Rios in 1592 (?). 
Ibid.y p. 90. 

Angulo (Juan Bautista de), actor in the company of 
Antonio Granados in 1604-05. On January 11, i6i9,Juan de 
Angulo and his wife Bernarda Gonzalez agreed to actfor oneyear 
in the company of Tomas Fernandez Cabredo. This was proba- 
bly the same person as Juan Bautista de Angulo. 

Angulo (Marco Antonio de), and his daughter Mencia de 
Vibas were members of the company of Segundo de Morales for 
oneyear from November, 1638. 

Antequera, gracioso mentioned by Rojas, Viage entretenido, 
1603, p. 15. 

Anteta (Felipe), musician in the company of Juan Nufiez, 
el PollOy in 1638; in 1667 he was in the company of Lorenzo 
and Francisco Garcia. His wife was Ursula Correa. He died in 
1678. 

Antonia (La Senora), wife of Juan de Montoya; both were 
in Vallejo's company in 163 1. An Antonia appeared in Lope's 
Hermosa Ester (1610). 

Antonia Bernarda, daughter of Francisco Rodriguez and 
Maria Suarez, was a member of the company of Manuel Vallejo 
in 163 I. 

Antonia Infanta, v. Infanta. 

Antonia Manuela, or Antonia Manuela Catalan, wife of the 
autor Bartolomé Romero. She and herhusband were in the com- 
pany of Cristôbal de Avendano in 1622, and in the following 
year in Juan Bautista Valenciano*s company. In 1630 she acted 



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346 HUGO ALBERT RENNERT 

in lier husband's company and in 163 1 in that of Roque de 
Figueroa at Madrid, when she appeared with great applause in 
Montalvan's No ay Vida como la Honra. Para Todos, édition 
of 29, verso. In 1637-38 Antonia and her husband were in the 
company ofTomas Fernandez Cabredo, receiving sixteen reals 
daily for maintenance and twenty two reals for each perform- 
ance, besides four animais for travelling. In 1637 she aaed in 
the autos in Madrid, receiving a gratuity of twenty five duats. 
In the foUowing year she and her husband lived in the calle de! 
Amor de Dios, Madrid, and mortgaged a house in the calle de 
Francos, corner of the calle del Nirio, to pay a wet-nurse for 
nursing their daughter Francisca, for forty one months at three 
and a half ducats per month. They had three other children : 
Luisa, Mariana, and a son Damian. The whole family was 
received into the Cofradia de la Novena on April 26, 1631. 
In 1642 and 1643 Antonia Manuela was acting in her husband's 
company in Se ville stet. 

Antonia Manuela and her husband Alejandro de - la Villa 
were in the company of José Garcia de Prado inSeville in 1658. 
In 1663 Antonia, then a widow% was in the company of Fran- 
cisca Lopez in Seville, and in 1663 she belonged to the company 
ofFeHx Pascual. In 1668 she managed a company in Seville, and 
also in 1675. 

Antonia Maria, actress in the company of Juana de Cisneros 
in Seville in 1660. 

Antonio (Luis), member of the company of Antonio de Prado 
in 1632. An actor named Antonio appeared in Lope's Quien mas 
no puede (i 616) in Cebrian's company, and in Lope's La Cotnpe- 
tencia en los Nobles (1628). 

Antonio (Josephe), actor in the company of José Garcia de 
Prado in Seville in 1658. He and his wife Josepha de Salazar 
were in the company of Carlos de Salazar in Seville in 1676. 

Antonio (Juan), actor in the company of Antonio de Prado 
in 1639. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 347 

Antonia (Juan), quarto galan in the company of Antonio de 
Escamilla in 1661, and in José Carrillo*s company in 1663 and 
1671 ; in 1674 hewasin the company of Magdalena Lopez. An 
actor named Antonio is mentioned by Rojas, Viaje entretenido, 
p. 467, as a member of the company of Rios. 

Antonio (Marco) and his wife Maria de Aviola were in the 
company of Domingo Balbin in 161 3. 

Aparicio (Bernardo), actor (?) lived in the calle de Francos 
« in his own house » in 1662. 

Aparicio (Mariana de), wife of Juan de Aldama ; both were 
in the company of Hernan Sanchez de Vargas in 1633, and in 
the company of Andres de la Vega in 1636. 

Aragon (Francisco de), second musico in the company ot 
Magdalena Lopez in Seville in 1674. 

Aragon (Juan de), actor in 1604. 

Aranda (Blas de), actor in the company of Hernan Sanchez 
de Vargas in Seville in 1614. 

Aranda (Pedro de), actor and dancerin the company of Juan 
Acacioin Seville in 1619, 

Arce, V. Arze. 

Arcos (Sébastian de), calcetero, in charge of a carro at the 
Corpus festival in Seville in 1560 and 1561. He was manager of 
a company in 1580. 

A rellano (Francisco de), actor in Madrid in 1584. 

Arellano (Gregorio de), actor in a joint company in 1604. 
The name occurs in the cast of Lope's La Discardia en los casados 

(1611). 

ArgCello, actor in the company of Alonso Riquelme in 
1610. 

Argûello (Maria de), wife of Pedro Barona or Varona ; she 
was a member of the company of Alonso Riquelme in 1610, and 
appeared in Lope's La buena Guarda, In 1619 she belonged to 
the company of Antonio Martinez. 

Arias (Damiana de), first wife of the actor Mateo de Godoy 
(1639-62). 



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348 HUGO ALBERT RENNERT 

Arias (Francisco), son of Damian Arias andLuisa de Reinoso, 
belonged to the company of Manuel Vallejo în 1631. 

Arias (Juan), actor in Heredia's company in 1627, when he 
appeared in Lope's Del monte sale. 

Arias de Penafiel (Damian), greatly praised by Caramuel 
and others as the greatest actor of his day. His wife was Luisa 
de Reinoso, and both were in Heredia's company in 161 9. He 
was a member of the company of Manuel Vallejo in 1622, and 
of Juan de Morales Medrano's company in 1624. In 163 1 (April), 
he and his wife andtwo children, Francisco Arias and Luisa de 
Peiiafiel, were in the company of Vallejo. Cotarelo {Tirso de 
Molina, p. 206), says that he was in Roque de Figueroa s com- 
pany in July, 1631. He appeared in Lope's El Poder en el Discreto 
(1624), and in 1634 he was again in Vallejo's company, his 
name appearing in the cast of Lope's Castigo sin Vengan:^a, written 
in that year. He had a company in 1 636-1638, and represented 
the autos in Seville in the former year. In 1640 he and Luis 
Lopez de Sustaete had a joint company and represented aulos at 
Madrid. In 1643 he wasacting in the company of Manuel Vallejo 
in Seville, and is said to havfe died in Arcos in that year. 

ARauER (Rafaël), and his wife Maria de Espinosa were mem- 
bers of Avendaiio's company in 1632. 

Arroyo (Agustin de), actor and musician in the company of 
Pedro de Ortegon in Seville in 1635. 

Arroyo (José de), actor in the company of Lorenzo Hurtadc 
in Seville in 1645. 

Arroyo (Domingo Ochoa de) v. Ochoa de Arroyo. 

Arteaga (Andréa de) 

Arteaga (Catalina de) 

Arteaga (Clémente de) 

Arteaga (Eugenia de) | 

Arteaga (Francisca de), thèse five children of Francisco de 1 

Arteaga and his wife Maria Ferez, were members of the company | 

of Manuel Vallejo in Seville in 1631-32, and Catalina and 
Andréa were with Vallejo in 1643. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 349 

Arteaga (Francisco de), member of the company of Domingo 
Balbin in 1623. In 1633 he was in thecompany of Juan deGara- 
bito, with his daughter Maria de Morales (^sic), See Nuevos 
DatoSy pp. 200, 229. Sanchez-Arjona, p. 185. In.1635 hewas in 
Alonso de 01medo*s company in Seville : in 1643 he was in 
Vallejo's company and in 1644 in the company of Esteban Nunez 
in Seville. His wife was Maria Ferez. 

Arteaga (Juan de), autor de œmedias^ who, with Melchor 
de Léon represented the autos at Corpus in Seville in 1606. This 
is probably the Antiaga mentioned as an actor (before 1600) 
by Rojas, Viage, p. 13. 

Arteaga (Maria or MARiauiTA de), daughter of Francisco de 
Arteaga, was in Vallejo's company in 1632. See Rosell, I, p. 
277. In 163 s she played fifth parts in thecompany of Alonso de 
Olmedo. 

Arteaga (Fedro de), perhaps a brother of the preceding, and 
a member of the same company in 1635. 

Artegui (Fedro de), autor de œmedias in 1634, when his 
company represented before the King. Averiguador^ I. Ferhaps 
Artegui is a mistake for Arteaga. 

Arze (Bartolomé Calvo de) was in the company of Nicolas 
de los Rios in 1603, and seems to have been in the same com- 
pany for some years prior to this date. In 1609 he and his wife 
Isabel Ana belonged to the company of Rios in Seville. In 1622 
he and Isabel Ana were in the company of Cristôbal de Aven- 
dano, and in 1624 in that of Juan de Morales Medrano. v. Rojas, 
Fiaje, pp. 12, 14, and 466. 

Arze (José), actor in Roque de Figueroa's company in 163 1. 

Arze (Juan de) of Salamanca, musico in the company ot 
Diego Vallejo in 161 9, and in the company of Manuel Vallejo in 
1622. 

Arze (Fedro de) of Cuenca, actor in the company of Gaspar 
de Forres from Jan. 1603-1607. 

AscANio (Fedro de) and his wife Antonia Infanta were mem- 



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350 HUGO ALBERT RENNERT 

bersof the company of Antonio de Rueda in 1639 and 1640, 
she playing first parts. In 1638 Rueda and Ascanio had a Com- 
pany together. In 1643 Ascanio represented the autos in 
Madrid. In this. year Zabaleta wrote for him the comedia La 
Honra vive en los Mtierîos, Paz y Melia, Catâlogo^ n° 3875. 

AsTORGA Y Valcazar (Maria). V. Valcazar. 

AsTURiANA (La). V. Roman (Maria). 

AvELLANEDA (SEBASTIAN de) autof de cotTiedias (1635-40 ?). 
I only find him mentioned in Gallardo, II, p. 667. 

AvENDANO : there was an actor by this name at the close of 
the XVI century, whom Rojas calls a famoso représentante y 
apacible poeta : he is also mentioned by Suarez de Figueroa in 
161 5, as beingalready deceased. He was probablyLope de Aven- 
dano, the father of Cristobal de Avendano. Rojas, Fiage, p. 131. 

AvENDANO (Antonio de) of Granada, musico in the company 
of Juan Acacio in Se ville in 16 19. 

Avendano (Cristôbal de), actor and famous autor, Perhaps 
he was the « Avendano, un ino^o », who was in Rodrigo Osorio's 
company in Valencia, before 1600 (?) See Cotarelo, Lupe de Rueda 
p. 30. In 161 3 he belonged to the company of Baltasar Pinedo; 
in 1619 he and his wife, Maria Candau, (q. v.) were inthecom- 
pany of Tomas Fernandez. He managed a company at least as 
early as 1621, in which year, and again in 1623 and 1626 he 
represented autos in Madrid. In 1622 his company produced 
Lope's La Juventud de San Lstdro. On Jrly i, 1623, he left 
Madrid to give fifty représentations in Valencia. In 1623 (?) his 
company represented Lope's Celas con Celos se curan, as the 
Ms. shows. In 1625, 1627 and 1629 he represented autos in 
Seville, and in 1628 he performed in La Monteria. In 1631 he 
again took his company to Valencia, beginning to play at 
Easter. In this year, on St. John's eve, he represented Lopes 
La Noche de San Juan, He often performed before the King, 
notably in April and May 1623; in 1632, when he produced 
Lope's Hermosa Fea and Noche de San Juan, and in 1635. 



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r~ 



SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 35 I 

Other comedias of Lope first brought out by him were : 
El Medico de su Honrùy Lan^a por LatiT^ùy and La Paloma de 
Toledo. He was one of the founders of the Cofradia de Nuestra 
Senora de la NovenUy in 1624. In 1633 Avendano gave eight 
private performances before the King : of thèse five were 
between May 14 and June 10, and three on November 8, 20 
and 26. I copy the entry : « En Madrid, i 10 de Octubre 1635, 
a Francisco de Alegria, arrendador de los corrales de la comedia, 
1050 reaies por cinco.particulares que hizo a S. M. Cristôbal de 
Avendano. » Again : « En 27 de Noviembre 1635, 600 reaies por 
très particularesque hizo a S. M. » Averiguadar, I, p. 74. Why the 
money was paid to Alegria and not to Avendano we cannot 
answer. Was Avendano indebted to Alegria ? or did he, per- 
haps, die before May 14, 1633 ? See under Candau (Maria). 
For his company in 1622, v. Datos desconocidos, p. 297 ; 
in 1623, v. Nuevos DatoSy p. 194; in 1632, v. Cotarelo, Tirso^ 
p. 202. He first represented Tirso's Celos con Celos se curan, 
(1625). 

Avendano (Lope de), represented one of the autos at Corpus 
in Seville in 1588. See Avendano, above. 

ÂviLA (Diego de) and his wife Mariana de Mirabete took part 
in the festival at the village ofMostoles,at Corpus, 16 19. In 1624 
he was in Antonio de Prado's company. 

Avila (Juan de), actor in a joint company in 1604. (Pellicer, 
1. 69). There was a Juan de Avila in the company of Alonso 
Velazquez in 1398; perhaps the same. 

Avila (Pedro de), actor in the company of Alonso de 
Heredia in 16 14 : latest date 1628. 

AvioLA (Maria de), wife of Marco Antonio; both were in 
the company of Domingo Balbin in 161 3. 

AviNON (Juan de), member of the company of Baltasar 
Pinedo in 161 3. 

Ayala (Cristôbal de), actor in the company of Alonso 
Velasquez in 1398. 



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352 HUGO ALBERT RENNERT 

Ayala (Gregorio de) and his daughter Josefa de Ayalajoined 
the Company of Juan Roman in March, 1639, and in April, 
1639, he was in the company of Juan Rodriguez de Antriago. 
In 1643 he and Josefa de Ayala (then called his wife), were in 
the company of Bartolomé Romero in Seville. Sanchez-Arjona, 
p. 367. 

Ayala (Hernando de), member of the company of Pedro de 
Plata in 1587. 

Ayala (Josefa de), daughter of Gregorio de Ayala, q. v. In 
1642 she played second parts in Bartolomé Romero's company 
in Seville. 

Ayala (Juan Antonio de), called Cuatro ojos, of Ecija ; he 
married a sister of José Carrillo, and was in the company of 
Juana de Cisneros in Seville in 1660; in 1670 he was in 
Manuel Vallejo's company. 

Ayala (Luisa de), sister of Josefa (?) and in the same com- 
pany in 1642. 

Ayala (Pedro de), played first parts in the company of Fran- 
cisco Galindo in 1637-38. 

Ayora (Juan de), cobrador in the company of Antonio de 
Escamilla in 1661. 

Ayuso (Ana de), actress in the company of Juan Pérez de 
Tapia in Seville in 1662. 

Ayuso (Feliciana de), wife of Blas de Navarrete; both were 
in the company of Francisco Gutierrez in Seville in 1668; in 
Antonio de Escamilla's company in 1672, 1673; in Félix Pas- 
cual's in 1674, and in Manuel Vallejo's in 1675 ^^^ ^^7^- 

Ayuso (José de), called Mâtalo-todo, actor in 1653, and 
cobrador -with Francisco Garcia in 1665. 

Ayuso (Miguel de) and his wife Luisa de Reinoso were in 
the company of Claramonte in 1614. 

Aznote (Gabriel), actor in the company of Nicolas de los 
Rios in 1609. 

AzoREs Y AviLA (Catalina de), wife of Antonio Granados, at 
the time of his death, in 1641. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 353 

AzuA (Diego de), member of the company of Cristôbal de 
Avendano in 1623. 

Balbin (Domingo), famous autor of Toledo. His wife was 
Isabel de Berriz. His company represented autos at Madrid in 
1609 and at Seville in 161 3. In July, 1623, he represented five 
comedias before the King; he first produced Lope's Gran Car- 
denal de Belen and El Caballero del Sacramenîo. Latest date 1625. 
For his company in 1613, see Sanchez Arjona, Anales^ p. 134. 

Balbik (D* MARiA),.sister of the preceding and wife of Diego 
de Cardenas in 1634. She took part in the Corpus festival at 
the village of Yébenes in 1635, and at the festival of Our Lady 
at San Roque in 1636. She was still living in 1640. 

Balcazar, see Valcazar. 

Baltasara (La), see Reyes (Baltasara de los). 

Banuelos (Juana), actress in the company of Francisco Gar- 
cia {Pupild)ivï 1665. 

Barato (Anton), member of the company of Manuel Vallejo 
in 1623. 

Barbosa (Miguel) and his wife Isabel de Acosta, both of 
Lisbon, were in the company ot Diego Vallejo in Seville, 
in 1619. 

Barco, actor in the cast oi La belligera Espanola (printed in 
1616). V. Restori, Studidi Fil. Rom. fasc. 15, p. 92. 

Bargas, see Vargas. 

Barona or Varona (Pedro), was in the company of Antonio 
Granados in 1613 ; in 16 19 he and his wife Maria de Argùello 
were in the company of Antonio Martinez. 

Barrio (Baltasar de), actor in a joint company in 1604; 
he was an autor in 161 1. 

Barrio (Cristôbal de), member of the company called Los 
Andaluces in 1605. 

Barrionuevo, actor in the cast of La Paciencia en la Fortuna 
(about 1640?). Restori, Siudjy p. 143. 

Barrios(Ana de), bornin Naplesand thedaughter of a washer- 



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334 HUGO ALBERT RENNERT 

woman. She was adopted by the actor Jacinto de Barrios, 
became an actress and was in the company of Roque de Figue- 
roa in Valencia, about 1649, and in that of Pedro de la Rosain 
1650. She married Felipe de Velasco (Gallardo, Ensayo, vol. H, 
p. 667. See also Pellicer, vol. II, p. 22). 

Barrios (Jacinto de), played third parts in the company of 
Pedro de la Rosa at Se ville in 1639. 

Bartolico, actor mentioned by Rojas, F/a/V entreteniio^ 
p. 465. 

Basurto (Diego Lopez), gracioso in the company of Alonso 
Riquelme in 1606, receiving three reals maintenance andnine 
reals for each performance. He was agaîn in Riquelme's company 
in 1607 and 16 10, when he appeared in Lope's La Buena Guaràa, 
written in the latter year. 

Batanes (Juan de), joint lessee with Antonio Correa Muniz 
of the corral La Monieria in Seville in 1639. 

Bautista (Juan), v. Valenciano. 

Bautista (Juan) of Seville, sculptor by profession. He was 
an autar taking part in the Corpus festival at Seville in 157e, 
1579» 1582, 1585-86, and 1589. He is mentioned by Rojas as 
a writer and actor. Perhaps this is the Bautista who was in Oso- 
rio's company (before léoo) in Valencia, v. Cotarelo, Lope de 
Rueda, p. 30. 

Bazan (Francisca), wife of the actor Lorenzo Hurtado de la 
Camara, q. v. 

Bazan (Isabel), second wife of the actor Mateo de Godoy. 
She died in Seville in 1658. 

Bazan (Juan), musician, who took part in Corpus festival at 
Villa del Escorial in 1619. 

Beatricica, see Velasco. 

Beatriz Jacinta, actress playing fifth parts in the company 
of Bartolomé Romero in Seville in 1642 and 1643. 

Becerra Faxardo (Francisco), second gracioso in the com- 
pany of Alonso de Olmedo in 1638. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 355 

Becerril (Jacinto de), in the company of Francisco Vêlez de 
Guevara and others in 1639. 

Belbis (José de), member of Bernardo de la Vega's company 
in Seville in 1672. 

Bella (Antonio de la) and his wife Luciana de la Bella, 
were in the company of Tomas Diaz, el Labrador, in Seville, in 
1643. 

Bella (Luciana de la), v. preceding. 

Benavente (Antonio de), actor in the company of Gabriel 
de Espinosa in 1638. 

Benavides (Juan de), « de la villa de Alcanices en la tierra de 
Campos »; member of the company of Antonio Granados in 
16 13 and of Alonso de Villalba's in 1614. In 16 19 he was in 
the company of Cristôbal Ortiz in Seville. He is also called 
Juan Enrique de Benavides. 

Benêt (Jusepe), musico in the company of Agustin Manuel 
de Castilla in 1677-78. 

Benito [de Castro], actor in the company ot Riquelme in 
1607 and 16 10. Heappeared in Lope'sZ^ buena Guarda Çi 6 10) ; 
El Bastardo Mudarra (1612); La Dama boba (1613); and El 
Senbrar en buena tierra (iéi6). 

Benzon (Luisa), wife of Jusepe Gonzalez; both were in the 
company of Alonso de Cisneros and Melchor de Villalba in 
1 595-1 596. The first year they received fourteen reals « paid 
each day for each représentation », and the second year fifteen 
reals daily, besides five ducats for maintenance in each year, 
and also a dubloon de a ctuitro for w^ashing, « as is customary, 
and as other autores give, and free transportation in addition. » 

Bermudez de Castro (Miguel), with his company represen- 
ted in the Coliseo of Seville in 1654. He was a native of San- 
tiago de Galicia, and married first Maria de Salas and then Feli- 
ciana Laura, from whom he was shortly afterwards divorced. 
He belonged for a while to the company of José de Salazar and 
played the parts o{ galan, and afterwards oi barba. In i6éo he 



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35é HUGO ALBERT RENNERT 

returned to Seville with his wife Feliciana Laura, in the Com- 
pany of Francisco Lopez. He died in 1676. 

Bernabela (Juan a), wife of José de Salazar, autor, who repres- 
ented at Corpus in Seville in 1626. He returned in 1628 and 
again represented the autos in 1630, when Juana Bernabela 
received a gratuity of 500 reals. There is a Juana Bernabela de- 
scribed as the wife of the autor Juan Rodriguez de Antriago in 
1639, doubtless the same person. 

Bernal y Acacio (Juan Francisco), actor in the company 
of Pedro de la Rosa in 1637. 

Bernarda and her sister Maria were members of Figueroa's 
company in 1631-32 (?); they appeared in Benavente's entremes 
El TalegOj v. Rosell, I, p. 109. On p. 232 wc learn that Ber- 
narda is the wife of Robles. This is probably Bernarda Ramirez, 
q. V. 

Bernarda, see Gamarra, Teloy, Villaroel. 

Bernarda Manuela, called Rabo de Vaca, wife of Jerônimo 
Garcia, was in the company of Antonio de Escamilla in 1663. 

Bernarda Manuela, La Grifonay member of Antonio de 
Prado's company in 1650. In 1659 she played second parts in 
the company of Sébastian de Prado and Juan de la Galle. She 
was the daughter of Jerônima de Vargas, (Pérez Pastor, Calderm 
Documentos, l, p. 265). In 1661 she played third parts in Sébas- 
tian de Prado's company and in 1662 she was in the com- 
pany of Simon Aguado and Juan de la Galle. In 1664 in that 
of La Galle and Bartolomé Romero; in 1665, 1670, 1671, 
1672, 1677 ^^^ ^^78 ^" Antonio de Escamilla's company; in 
1675, 1676, 1679 and 1680 in the company of Manuel Vallejo. 

Bernardino, V. Alvarez (Bernardino). 

Berna RDO, gradoso in the company of Avendano, about 
1632 : his name occurs in the cast of Lope's Celos con Celas se 
curan, as played by Avendano's company. See Rosell, I, p. 214, 
and II, p. 529. An actor named Bernardo appeared in Belmonte s 
A un Tiempo Rey y Vasallo in 1642, as « Pasquin », and evidently 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 337 

also a gracioso. This was probably Lamparilla, q. v. There was 
a Bernardo, gracioso, in Lorenzo Hurtado's company in 1632- 
35 (?). Rosell, vol. I, p. 29. Perhaps this was Bernardo de 
Medrano, q. v. 

Berrio (Diego), a tailor, and native of San Marcos. He 
brought ont the auto : La Batalla espiritual at Corpus in Seville in 
1569, and in 1571 El Convite de Abraham. See Rojas, Viage, 
p. I2S. 

Berrio (Ursula de) and her husband Juan de Cuebas were 
in the company of Andres de la Vega in 1638-39, and in that 
of Pedro de la Rosa in Seville in 1639-40, playing fifth parts. 
See also under Rio. 

Berriz (Isabel), wife of Domingo Balbin, q. v. 

Bezon (Francisca), said to hâve been the daughter of the 
dramatist D. Francisco de Rojas Zorrilla. She was brought up 
by Juan Bezon and his wife Ana Maria {La Beiona), and after- 
wards became an actre:>s. She was with the company of Diego 
Osorio in 1659, ^^^ with Sébastian de Prado in Paris in 1660, 
where she was much admired. 

In 1671, 1675 and 1676 she was in the company of Antonio 
de Escamilla. She married Vicente de Olmedo and managed a 
company in 1683. She died in the calle de Cantarranas in 1704. 

Bezon (Juan), celebrated gracioso. His real name was Grego- 
rio de Rojas and he was half brother to the dramatist Francisco 
de Rojas Zorrilla. In 1622 he was a member of Manuel Vallejo's 
company, and in 1624- 162 5 he and his wife Ana Maria {La 
Be:^ona) were in the company of Hernan Sanchez de Vargas. 
Both were also members of the company ofFigueroa in 1629 (?) 
i63o(?) (Rosell, I, p. 169), and in that of Cristôbal de Avendano 
in March, 1632. In the latter year the wife is called Ana Maria 
de Peralta (Cotarelo, Tirso, p. 202). In 1636 Juan Bezon and Ana 
Maria were in the company of Francisco Lopez. In Manuel 
Vallejo's company in 1622, besides Juan Bezon, we find « Ana 
Maria de Peralta and her husband Diego de Ortega >•. It is prob- 



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358 HUGO ALBERT RENNERT 

able that we are hère concerned with the same Ana Maria, 
who first married Ortega, and afterwards Juan Bezon. 

Bezona (La) : her name was Ana Maria de Peralta, and she 
was the wife of thtgracioso Juan Bezon, q. v. In 1635 both were 
in the company of Pedro de Ortegon in Seville, she playing 
third parts. See also under Peralta. 

B1ENPICA (Pedro de) was in the company of Andres de ia 
Vega in Feb. 1638, and in July of the same year he was in the 
company of Gabriel de Espinosa. 

Blanco (Isabel), wife of Francisco Triviiio ; both were in the 
company of Roque de Figueroa in 1631. They both appeared in 
Lope's GuT^ffianes de Tarai, See ihe éd. of Restori, p. ix. 

Blasco (Jerônimo de), member of the company of José de 
Salazar, Mahoma^ in 1633, when he was admitted to the Con- 
grégation of the Novena. In 1639 he took old men's parts in 
the company of Pedro de la Rosa, in Seville. 

BoHORauES (Francisca de), actress in the company of Juan 
Antonio de Carvajal in 1681. 

BoLAY, musico in the companies of Rueda and Ascanio. 
Rosell, I, p. 366, V. Volay. 

BoNELO (Rafaël), actor in the company of Cristôbal de 
Avendano in 1632. 

BoRDOY (Juan de), and his wife Luisa de Bordoy were mem- 
bers of the companies of José de Salazar (Mahomd) and Antonio 
de Rueda. 

BoRDOY (LuiSA de), sce the preceding. She was in Antonio 
de Prado's company in 1632, and appeared in the entremes El 
Talego. Rosell, I, p. 127. 

BoRjA (LuiSA de), actress in the company of Roque de Figue- 
roa in 1631-1632 (Rosell, I, p. 232, and Cotarelo, Tirso, 
p. 206), and in Avendano' company (1633 ?), Ibid., p. 62. She 
played fifth parts and the harp in the company of Antonio de 
Rueda in Seville in 1640 and 1644. This is undoubtedly Luisa 
de Rayos, wife of Pantaleon or Jusepe de Borja, q. v. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 359 

BoRjA (Mariana de), or La Borxa^ actress in the company of 
Diego Osorio in 1659. She played fourth parts in the company 
of Antonio de Escamilla in 1661 and 1672 ; in Simon Aguado's 
company, in 1662; in José Carrillo's in 1663 ; in Bartolomé 
Romeros' as musica in 1664; in Francisco Garcia's in 1665, ^^^ 
in Manuel Vallejo*s in 1670, 1675 and 1676. For the company 
in which she appeared in 1655, see Solis PoesiaSy Madrid, 1692, 
p. 173. 

BoRjA (Pantaleon de), harpist, and his wife Luisa de Rayos 
were in the company of Figueroa in 1631-32, and in the com- 
pany of Antonio de Rueda in 1639, receiving seven reals for 
maintenance and nine for each performance, besides three pack 
animais. He was in the same company in the foUowing year, 
and both were again in Rueda's company in Seville in 1644. 
He was drowned in passing the bar of Huelva in 1678, while 
in the company of Inès Gallardo. Cotarelo, Tirso, p. 206, gives 
his name as Joseph de Borja. He was also in Avendano's com- 
pany (1633?). Rosell, vol. I, p. 62. 

Borja (Vicenta de), wife of Jusepe Jimenez ; both were in 
the company of Baltasar Pinedo in 1617, and in that of Anto- 
nio de Prado in 1624, v. Vicenta. 

Botarga (Estafanelo), was in charge of one of the carros at 
Corpus, in Seville in 1584. 

Bovadilla (Antonia de) agreed to sing, dance and act in 
three comedias in the village of Brunete on Aug. 15 and 16, 
1637, for 200 reals, transportation and board and lodging for 
herself and maid. 

Bovadilla (Luis Bernardo de), member of the company of 
Manuel Vallejo in 1623, and in the company of Antonio de 
Prado in 1624 and 1632. In 1626 he and his wife. Maria de 
Vitoria, appeared in Lope's Atnor con vista, He had a company in 
1637, and in 1638 formed one with Alonso de Olmedo, in 
which his wife acted, receiving 8 reals for maintenance and 
16 reals for each performance. In this year (1638) he arranged 

REVUE HISPANIQUE. XVL 24 



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360 HUGO ALBERT RENNERT 

to have his company give 30 représentations in Toledo. In 1639 
Bernardo and his wife were in the company of Antonio de 
Prado in Seville. He is probably the Bernardo who appeared in 
the cast of La Guarda cuidadosa of Miguel Sanchez (161 5), 
and perhaps the Maria of the same cast was his wife. 

Bracamonte Gallareta (Ginés de) was in the company of 
Juan de Morales Medrano in 1624. Is this the Vacamonie of 
Lope's El Poder en el Discreto (1623)? See Life of Lope de Vega, 
p. 303, n. 

Bravo (Francisco) was in the company of Hernan Sanchez 
de Vargas in 1634-3 5. 

Bravo (Lucia), probably an actress. In 1638 she accused 
Diego de Léon, actor, of being guilty of the death of her son, 
Francisco Vicente. 

Bravo (Pedro), and his wife Dionisia de Castillo were niem- 
bers of a joint company in 1614. Perhaps this is the Bravo who 
was in Rodrigo Osorio's company in Valencia at the beginning 
of the XVII century. 

Brillante (Jerônimo), actor in the company of Juan Rodri- 
guez de Antriago in 1639. 

Briones (Andres de), in charge of the carros at Corpus in 
Seville in 1592. 

BuRGOS (Jerônima de), famous actress and friend of Lope de 
Vega. See Life ofLope, pp. 113 et passim. For her Lope wroteZ^ 
Dafna boba (1613). She was the wûfe of the celebrated actor and 
autor Pedro de Valdes (before Feb. 14, 1614), and was with her 
husband's company in Lisbon in 161 5. She had a company 
which represented Lope's Los Milagros del Desprecio before the King 
on Dec. 24, 1632 ; perhaps her husbandwas then deceased. She 
died, a widow, on March 26, 1641, in the calle de Cantarranas, 
Madrid. 

BuRRiEL (Jacinto), prompter in Roque de Figueroa's company 
in 163 1. 

BusTAMENTE (Francisca de), wife of Alejandro Ordonez; 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 361 

both were in the company of Bernardo de la Vega in Seville in 
1672. 

BusTAMENTE (JuAN de), mcmber of a joint company in 1623, 
and in the company of Juan Rodriguez de Antriago in 1639. 

BusTAMENTE (Manuela de), la Mcntirilla^ wife of the autor 
Félix Pascual. She was în Sébastian de Prado's company in 1661, 
and played second parts in Simon Aguado's company in 1662; 
in 1663 she was with José Carrillo, and in 1665-1671 she played 
first parts in Félix Pascual's company. 

BusTAMENTE (ToRiBio de), actoF and writer of entretneses, He 
was in Sébastian de Prado's company in 1661 ; in that of Simon 
Aguado in 1662 and in Félix Pascual's company, in Seville, in 
1665. 

Caballero (Alonso), aiitor^ represented in La Monteria^ 
Seville, in 1667. His wife was Isabel Coronado. His company 
also appeared at the Corpus festivals at Seville in 1671 and 1672, 
and represented in 1675. 

Caballero (Cristôbal), actor in the company of Manuel 
Vallejo in 1670, 1675, 1676 and 1681. Hc played fourth parts 
in the company of Félix Pascual in 1671, and in Escamilla's 
company in 1672, 

Caballero (Diego) and his wife Antonia Mazana were in the 
company of Francisco Gutierrez, in Seville, in 1668 ; he "was barba 
in Félix Pascual's company in 1671, and with Matias de Castro 
in 1673. 

Caballero (Manuela), La Rubia, daughter of Alonso Caba- 
llero and D* Isabel Coronado. She was in the company of Manuel 
Vallejo en 1673. 

Cabello (Ana), wife of Alonso Fernandez de Guardo ; both 
were in the company of Hernan Sanchez de Vargas in 1619, she 
taking fîrst parts. 

Cabello (Juan), actor in a joint company in 161 4, with Andrés 
de Claramonte. In 1622 he was in the company of Cristôbal de 
Avendano. 



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362 HUGO ALBERT RENNERT 

Cabello (Mari an a), wife of Alonso Rodriguez ; both were in 
the Company of Domingo Balbin 16 13. 

CAcERES (Agustin de), actor (?), father of the actress Maria 
Leonor de Câceres (163 1). His name occurs in the castofthe 
anonymous comedia Paciencia en la Fortuna (Ms. dated 161 5). y. 
Restori, Studi. p. 143. 

CAcERES (Agustina de), wife of Agustin de Câceres, and 
mother of Maria Leonor de Câceres. 

CAceres(Ana de), actress in the company of Juan Pérez de 
Tapia in Seville in 1662. 

CAceres(Ana Maria de), wife of Juan Jerônimo Valenciano 
(1625) ; in 1633 she w^as in the company of Alonso de Olmedo 
in Seville and in 1643 both were in the company of Manuel 
Vallejo, also in Seville. 

CAceres (Maria Leonor de), see above, Câceres (Agustin). 
She was in a joint company which represented at the Corpus 
festival of 163 1 in Almonacid de Zurita. 

CAceres (Martin de), farsanle, represented a comedia before 
the King in 1628. 

CAceres (Matîas de), autor in Seville in 1625, when he peti- 
tioned to take part in the autos of that year. He then had a 
daughter ten years old. 

Calderon (Cristôbal), actor in 1584. He was the husband of 
Elena Osorio, (the Filis of Lope de Vega), daughter of the cele- 
brated autor Jerônimo Velazquez, in whose company he acted for 
a number of years. He died on March 30, 1595. See Life ofLope 
de Fega, p. 48 et seq. 

Calderon (Luis), husband of Jerônima de los Angeles ; both 
were in the company of Jerônimo Velazquez in 1590. 

Calderon (Maria), la Calderona, famous actress. She was the 
mistress of Philip IV, and the mother of his son, Don John of 
Àustria, (born April 17, 1629). She appeared in Lope's El Poder 
en el Discreto (1624), and took the part oî Fenis in Lope's Amor 
con Vista (1626). Her husband, in 1632, was Tomas de Rojas. In 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 363 

this year she received 1050 reals for acting in tw'O comedias and 
two atdos in the village of Pinto, besides transportation for herself, 
husband and maid, Icxiging and eight reals maintenance for every 
day she was on the journey. She took part in the Corpus festival 
ot the same year at Seville^ leaving the company of Juan Jerô- 
nimo Valenciano, of which she was then a member, for this pur- 
pose. S.-A. p. 285. Sheafterwards became a nun in the couvent 
of Villahermoso, in the province of Guadalajara, where she 
became abbess « and repenting of her sins, there are those who 
assure us that she died in the odor of sanctity ». 

Calle (Francisco de LA),actor in Figueroa's company in 1633, 
in the cast of Peligrar en los Remedios by Rojas Zorilla. 

Calle (Francisco de la) and his wife Jerônima Coronel were 
members of the company of Francisca Lopez in 1663. In 1674 
Francisco de la Calle (actor at least as early as 1657) and his 
wife Josefa de Morales, were in the company of Magdalena Lopez 
in Seville. In 1680 they were in the company of Jerônimo Garcia, 
and in 1681 in the company of Juan Antonio Carvajal, he 
playing second barbas. He was also a playwright. See Schack, 
Nachtrà^Cy p. do, and Barrera, Catâlogo^ p. 59. 

Calle (Juan de la), actor in 1632 in the company of Roque 
de Figueroa and again in 1635 ; in 1639 he played first and second 
gai ânes in the company of Francisco Vêlez de Guevara. He was 
again with Antonio de Prado in 1650 and with Sébastian de 
Prado in 1651. He had a company in 1659 and i6éo, in which 
he played third parts. In 1661 he is again in Sébastian de Prado's 
company, and in 1662-1664 played second barbas in his own 
company. 

Callenueva (Pedro de), actor in the company of Diego Lopez 
de Alcaraz in 1607 i î" 1610 he was in Riquelme's company and 
appeared in Lope's La buena Guarda. He is mentioned by Rojas, 
Viaje entretenidOy p. 466, as being in the company of Nicolas de 
los Rios(before 1602). 

Calvo (Juan), actor and musician in the company of Alonso 
de Olmedo in Seville, in 1635. 



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364 HUGO ALBERT RENNERT 

Camacho (Bonifacia), daughter of Pedro Camacho and Mag- 
dalena Lopez, and a member of her mother's company in 1674- 
1677. In the latter year she is designated graciosà. She had a 
brother Vicente Camacho, of whom nothing is known. 

Camacho (Clara), sister of the preceding (Bonifacia), and in 
the same Company. She died in Valenciain 1680. 

Camacho (Juan), gracioso in the company of Jerônimo Vallejo 
in lééo. Magdalena Lopez was in the same company. 

Camacho (Pedro), husband of Magdalena Lopez (1634). He 
died in 1674. 

Campos (Juan de) and his wife Francisca Luisa de Guevara 
were in the company of Manuel Vallejo in 163 1. He playedthird 
parts in the company of Alonso de Olmedo in 1635. 

Campos (Juan de) actor, residing in Granada in 1633 ; he 
played old men's parts (barbas) in the company of Francisco Vêlez 
de Guevara in 1639. 

Canales (Jusepe), actor in the company of Antonio de 
Rueda in 1644. 

Candado or Candau (Antonia), actress in the company o{ 
Cristôbal de Avendano in 1632. 

Candau or Candado (Juliana), wife of Pedro Diaz de 
Robles ; both were in the company of Manuel Vallejo in 1631, 
and in the company of Andrés de la Vega in 1638. In 1644 
Juliana Candado and her husband Pedro de Urquisa were in the 
company of Antonio de Rueda. The Ms. in the Bib. Nac. (Sanchez 
Arjona, p. 371, n.) says that Juliana first married Pedro Diaz, 
and after his death she married Esteban ^^un^z. (Averigmlo quien 
quiere). She was in Valencia in 1644, playing third parts in the 
company of José Garceran. She must hâve married Nuiiez after 
1654, for his first wife was still living at that date. 

Candau (Luis), actor in the company of Alonso de Heredia 
in 1614. In 1622 he belonged to the company of his son-in-law, 
Cristôbal de Avendano, and was cobrador in the same company 
in Seville in 1628. He and his wife, Mariana de Velasco, were 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 365 

also in Avendano's company in 1632. He died in the calle del 
Infante, Madrid, October 3, 1649. 

Candau (Maria), daughter of Luis Candau and Mariana de 
Velasco, and the wife of Cristôbal de Avendano (161 9). She 
acted in Madrid in 1623, and was in Seville in 1625 in her 
husband*s company and again in 1632 wefind her mentioned; 
in the former year she receveid a gratuity for excellent acting. 
After the death of Avendano (May, 1635 (?) see above, under 
Avendano), she married Salvador de Lara, who appears as direc- 
tor of the company on May 31, 1635, when they represented in 
La Manteria, Seville. Sanchez-Arjona, Anales, pp. 294, 296. She 
died in 1636 or 1637. 

Cano (Luis), actor in Madrid in 1584. In 1590 he represented 
the auto El Desposorio de hoc in Seville. 

Cano (Juan), prompter in the company of Cristôbal de Aven- 
dano in 1632. 

Canobas, actor in the cast of Lope de Vega's La Conpetenda en 
los Nobles (^1628). 

Canadas (Alonso), actor in the company of Antonio de Prado 
in 1632 ; he played old men's parts in the company of José 
Garceran in Seville in 1657. 

Capilla (Alonso de), autor de comedias in Seville in 1573. Juan 
de la Cueva calls him « ingenioso représentante » ; his company acted 
in Las Atarac^afias in Seville in 1581, producing for the first 
time Cuevas'comedia La Libertad de Roma por Mucio Scevola. He 
also represented flttto in 1581-83. 

Carbonera (Jerônimo) and his wife Mariana de los Reyes 
(JLa Carbonera ?) gave three représentations in Barajas at Corpus 
in 1637. In October, 1643, his wife was Mariana Ladron de 
Guevara. His first wife was still living in Sept. 1640, and the 
second must hâve died shortly after Oct. 3, 1643, the date of her 
last will. Pérez Pastor, Nuevos Datos, pp. 261, 280, 331. 

Carbonera (Maria la), v. Mariana de los Reyes. v. Ladron 
DE Guevara (Mariana). 



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366 HUGO ALBERT RENNERT 

Carcaba (D* Catalina de), married Diego Lopez de Alcaraz 
on Decbr. 19, 1610. 

Cardenal (Marcos de) represented the auto San Justo y San 
Pasior at Seville in 1576, and also represented at Corpus in 1577, 
1580 and 1582. 

Cardenas (Cipriano de), actor in the company of Juan Pérez 
de Tapia in Seville, in 1662. 

Cardenas (Diego de), and his wife Dona Maria Balbin, took 
part in Corpus festivals in 1634, 1636 and 1640. 

Cardenas (Juan de), gracioso in the company of the Magda- 
lena Lopez in Seville in 1677. He was still living in 1698. 

Caro (Andres), actor in the company of Andres de la Vega 
in 1639. 

Caro (Juana). actress in the company of Sébastian de Prado 
in 1661, and with An t. de Escamilla in 1664. 

Carranza (Pedro de), dancer in the Corpus festivals at Madrid 
in 1593, 1S98, 1599 and 1604; in the latter year he is described 
as a tailor by trade. 

Carrasco (Pedro), musico in the company of Antonio de 
Escamilla in 1 663-1 665 ; and 1670-72 as barba. 

Carrillo (Damian), member of the company of Alonso 
Riquclme in 1602, receiving three reals daily for maintenance 
and ten reals for each performance, besides transportation for 
himself and wife. In 1610 he was in the company of Sanchez de 
Vargas, and appeared in Lope's La hermosa Ester. 

Carrillo (Diego) played fviûi galants in the company of Seb. 
de Prado and Juan de la Calle in 1659. He was in the company 
of Ant. de Escamilla in 1663-1665, and in 1672 as segundo gracioso, 
and with Félix Pascual in 1673 ^^^ 1676. 

Carrillo (Feliciana), actress in the company of José Carrillo 
in 1663. 

Carrillo (Jerônimo), played vejetes in the company of Antonio 
de Escamilla in 1678. 

Carrillo (José) was in the company of Jacinto Riquelme in 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 367 

Seville in 1652 and inthe company of Juanade Cisneros in 1660. 
He was a musician and had a company in Valencia in 1662 and 
1663. He was perhaps the author of the burlesque comedia El 
Robo de Elena y desirucciôn de Traya. v. Paz y Melia, CatâlogOy 
N° 2925. 

Carrillo (Juana), actress in the company of José Carrillo in 
1652. 

Carrillo (Juan Bautista) had charge of the dances at Corpus 
in Madrid in 1628. 

Carrion (Jusepe or José de) and his wife Jacinta de Osorio 
were in the company of Antonio Granadosin 1632 : he took old 
men^s parts in the company of Antonio de Rueda in 1639, 1640 
and 1644 in Seville. In 1654 ^^ was in the company of Antonio 
de Acuiia, and later in that of Pedro de la Rosa. In 1659 he 
played barbas in Seb. de Prado's company and in lééi and 1662 
in Simon Aguado's. In 1663 he was in Valencia with José Carrillo, 
and in 1665 with Félix Pascual. In 1669 he had a company and 
took part in the Corpus festival at Seville, and in 1672 he was 
in the company of Bernardo de la Vega. 

Carrion (Manuela de), actress in the company of Lorenzo 
Hurtado in 1645, ^^^ ^^ ^he company of Luis Lopez in 1650. 

Carrizales (Juan de) actor in the company of Tomas Diaz in 
Seville in 1643 and in Lorenzo Hurtado's company in 1645. 

Carvajal (Baltasar de) « apacible représentante y agradable 
versista ». Claramonte, Letania moral, (Gallardo, Ensayo II, p. 476.) 
He appeared in the company of Ortiz de Villazan in 161 3, in 
Lope's La Dama Boba. His comedia El Hijo de la Tierra was 
published by Prof. Rcstori, under the title La Bandolera de Flandes, 
Halle, 1893. Caravajal is mentioned by Rojas, ViagCy p. 131, 
among ihefarsantes who were also playwrights. 

Carvajal (D* Catalina), owner of the théâtre in Lisbon in 
1619. 

Carvajal (Juan Antonio de), musico in his own company in 
Madrid in 1681. 



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368 HUGO ALBERT RENNERT 

Carvajal (Manuel de), actor in the company of Carlos de 
Salazarin Seville in 1676. 

Casakueva (Pedro de), actor in the company of Alonso de 
Riquelme in léio. 

Casas (Melchor de las), actor in the companies of Matias de 
Castro (1673) and Magdalena Lopez (1674). 

Cascan, actor in the cast of Lope de Vega's El Poder en el 
Discreto (1623). 

Casco y Rojas (Diego) and his wife Ana Maria de la Mata 
were in the company of Sanchez de Vargas in 1633. 

Castaneda (Gregorio de) and his wife Feliciana de Andrade 
were in the company of Pablo de Morales in Seville in 1678. 

Castaneda (Jerônimo de), actor in the company of Andrés 
de Claramonte in 16 14; he and his wife Maria del Amor were 
members of a joint company in July ofthesame year. 

CASTANo(MiCAELA)playedfourth parts in Bartolomé Romero's 
company in Seville in 1642-43. Her husband. Roque Castano, 
was in the same company. 

Castano (Roque), see the preceding. He was in Juan Acacio's 
company in Seville in 1644. 

Castellon (Hernando), actor in the company of Diego Lopez 
de Alcaraz in léio. 

Castellon Qosé), member of the company of José Garcia de 
Prado in Seville in 1658, and of the company of Juan Pérez de 
Tapia in 1662. 

Castilla (Agustin Manuel de), actor and author of the 
zarzuela El Nieto de su Padre. v. Restori, Studi. p. 38. He was 
famous in the parts oi galan. In 1671 he had a company with 
Félix Pascual in which he played first galants ; in 1673 heacted 
in Pascual's company, and in 1675 and 1676 he was wûth Manuel 
Vallejo. He again had a company in 1677 and 1678. In 1679 he 
was in José Garcia de Prado's company and in 1680 in Jerônimo 
Garcia's. He died in 1694. 

Castilla (Pedro Manuel de), called Mudarra, a celebrated 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 369 

actor. He played second galanes in the company of Alonso de 
Olmedo in 1631 and in the same company in Sevilie in 1635, 
and first galanes in Antonio de Rueda's company in 1638, receiv- 
îng 30 reals per day and 500 reals for the Corpus festival. In 
1639 he appeared as Don Juan in Calderon's La Desdicha de la 
F(X(. He was calied Mudarra on account of his excellence in 
the principal rôle in Cubillo's play El Rayo de Andalucia/He 
was again in Rueda's company in 1640, and died at Naples in 
1642, leavinga son Agustin Manuel de Castilla. See above. 

Castillo (Alonso del) produced one of the autos at Cor- 
pus, in Sevilie, in 1572. He was an actor and playwright, and 
agreed, in 1 589, to furnish Gaspar de Porres (in whose company 
he was then acting) with nine comedias written by him, among 
them La Escuela de Athenas, He was to receive five and a half 
reals per day until he finished the said comedia ; « after that, on 
account of the plays and his acting, he is to hâve food and 
drink and clean linen and two and a half reals per day, besides 
3200 reals, one third to be paid every four months. » 

Castillo (Andrès del) had charge of one of the autos at 
Sevilie in 1574. 

Castillo (Antonio del), actor in the company of José Gar- 
cia de Prado in Sevilie in 1658. 

Castillo (Dionisia de), wife of Pedro Bravo ; both were in 
a joint company in 1614. 

Castillo (Juan del), actor in the company of Francisca 
Lopez in Sevilie in 1660. 

Castillo (Pedro del), member of the company of Jerônimo 
Sanchez in 1623. 

Castro. An actor named Castro, and his wife, were in the 
company of Rodrigo Osorio in Valencia, in the early xvii cen- 
tury. See Cotarelo, Lope de Rueda^ p. 30. He is also mentioned 
by Rojas, Viage^ p. 131, as one of tht farsantes who had written 
farsas, loas zndbayles, before 1600. 

Castro (Antonio de), actor in the company of Juan Acacio 



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370 HUGO ALBERT RENNERT 

in 1644, and in Jacinto Riquelme's in Seville in 1652. His ^ife, 
Catalina de Pena, was also in the latter company. His real name 
was Zuniga, and he was celebrated in the rôles oîgalan^ espe- 
cially in the comedias El Licenciado Vidriera (Moreto), Un Bobo 
hace. ciento (Solis) and El Afamador de Utrera (Belmonte). He 
was afterwards Alguacil Mayor of Logrono, where he died in 
1684. For his company in 1656, seeSanchez Arjona, p. 410. 

Castro (D* Beatriz de), or D* Beatriz de Castro y Virués, 
wife of the actor and playwright Andrés de Claramonte (1626). 

Castro (Benito de). See under Benito [de Castro]. 

Castro (Damian de), well know^n gracioso, son of Matias de 
Castro and Juana Gutierrez ; he married (after 1684?) Catalina 
Hernandez, known as Eufrasia Maria de Reina (S-A., p. 484, n.), 
whom he afterwards left, « becausé it was uncertain whether 
her first husband wasdead ». SeePellicer, II, p. 48. 

Castro (Francisco de), actor in the company of Cristôbal de 
Avendano in 1622. 

Castro (Francisco de) and his wife Antonia de Santiago were 
members«f the company of Luis Lopez in Seville in 1650. In 
1651 he had a company which represented the autos at Seville. 

Castro (Francisco de), El Farruco, son of Matias de Castro 
y Salazar and Juana Gutierrez, was z gracioso inValencia in 1692. 
His second wife (1700) was Salvadora de Estrada. He died in 
1714. 

Castro (D* Isa bel de), celebrated actress in the company ot 
Andrés de la Vega in 1635 ; in the following year, when she is 
designated as a widow, she played third parts in the company of 
Tomas Fernandez de Cabredo receiving 14 reals daily. In 1638 
she was again in the company of Andrés de la Vega, playing 
first and second parts, dancing and singing. 

Castro (D* Jerônima de), widow, actress in the company ot 
Andrés de la Vega in 1636, playing second parts, singing and 
dancing. 

Castro (Juan de), v. Castro y Salazar (Matias). 



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J 



SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 37 1 

Castro (Lorenzo de), El Gallego, actor in the company of 
Luis Lopez in Seville in 1650. His wife was Maria de Quesada, 
and he had a son Sébastian. 

Castro (Luis de), autor de cornedias in 1602 and 1603. His 
wife (1602) was Isabel de Ledesma. He was in the company 
styled Los Andaluces in 1605, and in a joint company in 1614. 

Castro (Maria de), wife of Alonso de Uceta, of the compa- 
nies of Figueroa and Avendano (1632). 

Castro (Mariana de), widow, actress in the company of 
Cristôbal Ortiz de Villazan in 162^, in which year her wages 
were attached by Gabriel Gonzalez Flores, lessee of the théâtres 
of Madrid. 

Castro(Matias de), V. Castro y Salazar. 

Castro (Pedro de), and his wife Francisca Gevaro were in 
Domingo Balbin's company in Seville in 1613. 

Castro (SiLVESTRE de), actor in the company of Diego Lopez 
de Alcaraz in léio. 

Castro (Ventura de), son of Matias de Castro and Maria 
de la Cruz, and member of his father's company in 1673. 

Castro y Guzman (Bernarda de), wife of Diego de Valdes 
Toral ; both were in the company of Luis Bernardo de Bovadilla 
in 1637, she playing first parts. 

Castro y Salazar (Juan de), actor, brother of the follow- 
ing (Matias de Castro). 

Castro y Salazar (Matias de), Alcaparrilla, born in 1619, 
was the son of D. Pedro de Castro and Antonia Granados. His 
first wife was Maria de la Cruz of Toledo, by whom he had 
eleven children ; his second wife was Juana Gutierrez, by whom 
he had fourteen more. They were born ail over Spain, and San- 
chez Arjona (p. 460), gives a list of some of them. Castro and 
his second wife, who was a daughter of Francisco Gutierrez, 
were members of Juan Pérez de Tapia's company in Seville in 
1662, and were in the company of Francisco Gutierrez in 1668. 
He played the part of gracioso. In 1673 he had a company. 



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372 HUGO ALBERT RENNERT 

which he took to Madrid, and in 1683 represented Calderon's 
auto La Cura y la Enfermedad, also in Madrid, where he died in 
1691. One of his sons, Juan, also an actor, married in tum: 
Mari-Gomez, Teresa de la Cueva and Angela Diaz. 

Castro y Salazar (D. Pedro Antonio de), father of the 
preceding, was a native of Logrono. He fell in love with the 
actress Antonia Granados, sister of the famous autor de comedias 
Antonio de Granados, and adopted the stage as a profession. 
They had three children : Matias de Castro y Salazar, Juan de 
Castro y Salazar, and Susana de Castro y Salazar. Don Pedro 
died after being eight years on the stage. 

Catalan (Antonia Manuela), v. Antonia Mandela. 

Catalan (Juan) and his wife Mariana de Guevara were 
members of the company of Alonso de Riquelme in i6oé and 
1607. He had a company in 1617. 

Ceballos or Zavallos (Juan de) and his wife Maria de 
Corbellas were members of Claramonte's company in Mar. 1614, 
and in Vallejo's company in 1631. In 1632 both belonged to the 
company of Antonio de Prado. 

Ceballos or Zavallos (Maria de), her husband Diego de 
Guevara, and her mother. Maria de Corbellas, were in the com- 
pany of Manuel Vallejo in 1631, when she appeared in Lope's 
El Castîgo sin Vengan:^a. She and her husband took part in 
Benavente's entremes Ljj DuehaSy given by the companies of 
Antonio de Prado and Roque de Figueroa in the Buen Retiro 
in 1632. Rosell, Vol. I, p. 322. 

Cebrian (Pedro), well known autor de comedias, and one ot 
the twelve authorized by the decree of 161 5. In 1616 he repres- 
ented Lope's comedia Quien mas no puede^ and two autos in 
Madrid at Corpus. In 161 9 his company played twenty four 
days in Toledo, beginning at Easter; he also represented at 
Corpus in Madrid in this year and at las Navas and Segovia, 
and later took his company to Lisbon, to perform for three 
months, beginning on Dec. i, 1619. In 1620 he represen- 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 373 



^4 



ted the autos Los Angeles and La Conversion de San Pablo, 
in Seville. His wife was Maria Tardia (?), q. v. See also under 

DOMINGUEZ (CeBRIAN). 

Celada (Francisco de), in charge of the dances at Corpus, | 

in Madrid, in iS77, '89, *9i, '93 and 1594. | 

Celada (Lorenzo de), actor in Madrid in 1384, and in the j 

Company of Sébastian de Montemayor in 1589. '^ 

Cenzano (Pedro), dancer in charge of the dances at Corpus . ^ 

in Madrid in 1595 and 1596. ii 

Cepeda (Diego de), joint lessee of the théâtres of Madrid in l 

1639 with Gabriel Garcia Flores and Francisco de Alegria. vj 

Cera (Felipe de), of Jaen, musician in the company ot "^ 

Gaspar de Porres in 1609. j 

Cerda (Luis Antonio de la), in the company of Pedro de V^ 

la Rosa in 1636, « to sing, play and act ». i 

Cerdeno (Luis), silversmith of Seville, in charge of one of 1 

the autos at Corpus in Seville in 1361, 1563, 1570 and 1571. ■ 

Cerceda (Francisco de) and his wife Maria Ruiz were in a :^ 

joint company in 1637. ^ 

Cerezo de Guevara (Pedro), actor in the company of Gas- 
par de Porres in 1614, receiving 5 reals daily for maintenance ^ 
and 12 reals for each performance, besides 200 reals for Cor- - 
pus. Later in the same year he was in a joint company with > 
Claramonte and acted in the Corpus festival at Madrid in 1616. 

Cerquera (Ignacio), gracioso mentioned by Pellicer, II, 
p. 60. 

Ceruela, actor who appeared in Lope's El sembrar en buena 
tierra (16 16). 

CiNTOR (Antonio), cobrador in the company of Luis Bernardo 
de Bovadilla in Feb. 1638; and in August, 1638, in the com- 
pany of Damian de Espinosa. He had a company later in the 
same year. 

CiNTOR (Gabriel), well known actor {galan). In 1631 he 
was in the company of Lorenzo Hurtado, and in 1637 with 



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374 HCJGO ALBERT RENNERT 

Bartolomé Romero, receiving lo reals daily for maintenance and 
i8 reals for each performance. In this year he took part in 
the autos at Madrid, playing the parts of Pedro de la Rosa 
(Calderon Documentos, p. iio). He was with Luis Bernardo de 
Bovadilla in Feb. 1638, receiving 10 + 20 reals daily, and 
in July of the same year he was with Gabriel de Espinosa. In 
1640 he was in the company of Juan Rodriguez de Antriago, 
and later had his own company. He died in great poverty 
(in 1660?) id the General Hospital of Madrid. 

CiNTOR (Pedro), actor in the company of Diego Lopez de 
Alcaraz in 1607. In Lope de Vega's El Bastardo Mudarra (1612) 
the part of Gonzalo Bustos is assigned to Cintor. This is probablj 
Pedro Cintor. In the same play Ana Maria and Cintorrico also 
occur. In a loa written by Lope, about 1625-30, and published 
by Barrera {Life of Lope de Fega, p. 292), a « Cintor de Talavera » 
is mentioned. 

CiSNEROS (Alonso de), perhaps the most famous of ail the 
early autores de comedias, was born in Toledo about 1 5 50. We 
first hear of him as an atilor in 1378, when he represented the 
autos at Corpus in Madrid ; in 1580 he appeared in the corral de 
Puentey in the calle del Lobo, and frequently in the succeeding 
years. In 1582 he again represented at Corpus in Madrid, and in 
1584 in Toledo; in 1587 his company was in Seville and in 
1590 he resided at Madrid. His wife was Mariana Paez deSôto- 
mayor, daughter of Pedro Paez de Sotomayor and Ana Ortiz. 
She died in Seville, apparently, in January, 1590, « leaving 
much property and jewelry ». Cisneros again represented at 
Corpus in Madrid in 1391 and at Toledo in 1592, receiving 
200 ducats =2200 reals. In 1593 and 1595 he again represen- 
ted autos at Madrid, receiving 640 ducats. The latest date recor- 
ded in his life is 1608. Lope de Vega, in his Peregrino en su 
Patria (1604), speaking of Cisneros, says : « The fourth come- 
dia {El Perseguido^ was represented by Cisneros, to whom no 
one can be compared since the invention of comedias. » Cabre- 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 375 

ra's story concerning Cisneros is given by Sanchez-Arjona, 
p. 67. It may be addcd that in 1581 he represented Juan de la 
Cuevas El Infatnador in the corral de Doha Elvira in Seville, 
which city he also visited in 1585, 1588 and 1589, taking part 
in the Corpus festivals. Suarez de Figueroa, in his Pla^^a Uni- 
versai (161 5) mentions him among the famous actors then 
deceased. 

Cisneros (Diego de), and his daughter Maria de Cisneros, 
were in the company of Bemardo de la Vega in Seville in 1672. 
In 1669 he was in Garceran's company. His wife was Maria 
Andrada or Andrade. 

Cisneros (Juana de), actress in the company of Antonio de 
Prado in Seville in 1639. In 165 1 she still played primeras 
damas in Sébastian de Prado's company, and in 1660 had a 
company in Seville at Corpus, and in 1661 in Madrid. 

Cisneros (Luis de), actor in Roque de Figueroa's company 
in 1631-32, taking old men's parts. See Rosell, vol. I, pp. 43, 
168, 231, and Cotarelo, Tirso, p. 206. He died in 1634. 

Cisneros (Maria de), v. Cisneros (Diego). She played in 
the company of Antonio de Escamilla in 1677 and 1678, and 
in Manuel Vallejo's company in 1 679-1 681. 

Clara, actress in the cast of Lope's La hertnosa Ester (1610) 
in the company of Fernan Sanchez de Vargas. 

Clara Maria, played first parts in the company of Magda- 
lena Lopez in Seville in 1677. In 1675 they managed a company 
jointly. 

Claramonte (Andrés de), well known actor and playwright, 
was a native of Murcia. Rojas names him among the actors 
who were also playwrights. Viage, p. 141. He was one of the 
l^tXwQ autores named by the Council of 161 5. He is first mention- 
ed as an autor in 161 1 and in 1614 was the head of a joint 
company. His wife was Doiîa Beatriz de Castro y Virués. His 
Leiania moral was printed in 1613; in 1617 he lived in Seville, 
and in 1621 published there Dos famosas loas a lo devino : La 

REVUE HISPANIQUE. XVL 25 



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Qoo^Çi 



376 HUGO ALBERT RENNERT 

Asuncioti de la Virgen and Las callesdeSevilla. In 1623 lie received 
300 reals for his auto : El Vallede la Mturie^ représentée! by Tomas 
Femandez, and in June of the same year he received 300 reals 
for the auto Los Corporales de Daroca, played by Alonso de 
Olmedo. In 1624 two other autos sacramentales by him were 
represented at Seville : La Sinagoga, represented by Andrés de 
la Vega and El Horno de Constantinopla represented by Tomas 
Fernandez. The latter is the only auto by Claramonte that has 
been preserved. In 1620 he wrote for Juan Bautista Valen- 
ciano the comedia La infeliTi Dorotea (Ms. in the Bib. Nac). It 
was represented in the Coliseo at Seville, the principal part 
being played by D* Manuela Enriquez, wife of Juan Bautista. 
The Ms. shows that the part of Nuiio de Lemos (?) was 
played by Andrés. Perhaps this was Claramonte. He died on 
Sept. 19, 1626, in the calle del Nino, Madrid. 

Clavijo (Antonio), was in the company of Alonso de Gs- 
neros and Melchor de Villalba in 1595, for two years, receiv- 
ing two and a half reals daily for maintenance and nine reals for each 
représentation, « besides a dubloon each year towards washing 
his linen ». 

CoBALEDA (Pedro de) and his wife Luisa de Guevara were 
members of the company of Juan Martinez in 1631. In 1639 
he had a company with Francisco Vêlez de Guevara and Fran- 
cisco Alvarez de Vitoria. 

Coca (Ana de), wife of the autor Manuel de Coca y Reyes. 

Coca y Reyes (Manuel de), famous gracioso. In 1631-32, 
he and his wife, Ana or Juana de Coca, were in the company of 
Roque de Figueroa; he was also in the same company in 1635 
and appeared in Peligrar en los Remedios by Rojas Zorrilla. He 
was in Barcelona in 1636, and in 1640 and 1643 belonged to 
the company of Manuel Vallejo, and in 1645 was with Luis 
Lopez in Seville. In 1654 he was in the company of.Esteban 
Nuiiez in Seville and died at Estremera in 1660. 

Conde (Gavina), actress in the company of Manuel Vallejo 
in 1640. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 377 

CoNDE (Pedro), member of Manuel Vallejo's company in 
1640. 

Contreras (Manuel de), actor in the company ot Hernan 
Sanchez de Vargas in 1634, 

Contreras (Manuela de), *single woman', in the company 
of Bartolomé Romero in 1638. 

Contreras (Pedro de), musico in the company of Roque de 
Figueroa (1628?). See the loas of Quïnones de Benavente, éd. 
Rosell, vol. I, pp. 168 and 381, In 1637 and 1639 he was in 
the company of Pedro de la Rosa, playing fourth parts. 

Contreras (Xines de), qficial in the company of Gaspar de 
Porres in 1600. 

Corbella (Angela de), wife of the auiar Luis Lopez de Sus- 
taete (1634-1641). Their children were : Maria, Josefa Luisa, 
Micaela Francisca and Francisco Manuel Lopez, She was still 
living on Decbr. 21, 1641. 

Corbellas (Maria de), wife of Juan de Ceballos or Zevallos; 
both were members of the company of Andrés de Claramonte 
in 1614 and of Antonio de Prado's company in 1632. Their 
daughter, Maria de Ceballos or Zevallos, was the wife of Diego de 
Guevara. 

CoRDOBA (CiPRiANO de), actor in the company of Luisa 
Lopez in Sevile in 1673. 

Cordoba (Diego de), actor in the company of Gaspar de 
Porres in 1593. 

Cordoba (Gonzalo de), actor in the Corpus festival at Seville 
ini594. 

Cordoba (Isabel de), wife of the autor Antonio Martinez in 
161 9. Their daughter was the famous Maria de Cordoba {Ania- 
rilis). They lived in the calle de los Negros, in a house bought 
from Bartolomé Salcedo. Both seem to hâve died before 1639. 

Cordoba (Jerônimo de), actor in the company of Manuel 
Vallejo in 1623. 

Cordoba (Maria de), Amarilis, one of the most famous of 



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378 HUGO ALBERT RENNERT 

Spanish actresses. See my Life of Lope de Fega, pp. 350 et seq, 
She was the daughter of Antonio Martinez and Isabel de Gjr- 
doba, both of Madrid, and the wife of the actor and autor 
Andrés de la Vega, at least as early as 1620. In 16 17 she appear- 
ed as Dona Ana in Alarcon's Las Paredes oyen, and in 1621 she 
and her husband were in the company of Tomas Fernandez. 
She was in her husband s company in 1624 and took pan in 
the festival given by the Duke of Médina Sidonia to Philip IV, 
in Seville in that year. In the same year they represented Clara- 
montes auto La Sinagoga and Lope de Vega's El Pastor 
Lobo. In November, 1626 Amarilis managed a company which 
gave eight comedias before the King at Aranjuez, for which she 
received 2400 reals, besides an ayuda de cosia of 2600 reals, 
c( for going to Aranjuez ». In 1632, dia de candelas, she received 
800 reals, and costumes for herself, besides transportation, board 
and lodging for herself and maid; « to act, singand dance in 
two comedias at the village of Duganzo ; the comedias to be 
selected from the folio wing » : i) A/b hay Dicha ni Desdicha hasia 
la Mtierie (Mira or Rojas Zorrilla). — 2) Aniar coma se ha de 
Amar (Lope). — 3) El Milagro por los Celos (Lope). — 4) 
Sufrir mas por querer mas (Villayzan). — 5) El Mariscal de Biron 
(Montalvan). — 6) La Puente de Mantible (Calderon). — 7) itf 
Dicha del Forasîero (Lope). — 8) El Examen dt Maridos (Alar- , 
con). In 1639 she acted in four comedias in Valdemoro at Cor- 
pus, receiving board, lodging and travelling expenses for herself 
and maid, and 1000 reals. In Sept. 1640 her husband agreed to 
represent two comedias at the Villa del Escorial, « if my wife, 
Maria de Cordoba, goes ; but if la Carbonera (Mariana de los 
Reyes) should go, then I must give three comedias ». K. Z)., 
p. 325. She was acting at least as late as 1643, ^"^ ^^^ '" 
Madrid in 1678, after having retired from the stage more than 
thirty years before. 

Cordoba (Sebastiana de), sister of Maria, and wife of Luis 
de Toledo (1632). 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 379 

CoRONADO (Diego), famous actor of the second half of the 
XVII century. 

Coron A DO (D* Isabel), wife of the autor Alonso Caballero ; 
she died in Seville in July, 1666, 

Coronel (Agustin), native of « Oropesa in the Kingdom 
of Toledo ». He was in the company of Alonso de Riquelme 
in 1 602, taking charge of the wardrobe and managing the traveling 
of the company, receiving two and a hait reals for maintenance 
and three reals daily during the two years of his contract. In 1606, 
1607 and 1610 he was again in Riquelme's company, and in 
the latter year appeared in Lope's La buena Guarda. In 1617 he 
was in Juan Bautista's company and appeared in Lope's El Des- 
dm vengado. In 161 9 he w^as with Cristôbal Ortiz in Seville and 
in 1620 and 1622 again with Juan Bautista Valenciano, appear- 
ing in the latter year in Lope^s La nueva Vitoria de D. Gon^^alo 
de Cordoba. In 1643 ^^ ^^ called autor de coifiedias, and with his 
wife Maria Coronel and his daughter Barbara Coronel, then elev- 
en years old, was acting in the company of Tomas Diaz in 
Seville, and in the following year he was in the company of Juan 
Acacîo, in the same city. 

Coronel (Ana), actress, wife of Luis de Guevara (1621). 

Coronel (Barbara), daughter of Agustin and Maria Coro- 
nel. She was born in 1632, and married Francisco Jalon. Being 
suspected of some part in her husband's death, she was impris- 
oned in Guadalajara, but was set free through the efforts of 
her uncle, Cosme Ferez (Juan Rana). She is said to hâve worn 
men's clothes through contempt for her sex. Fellicer, II, p. 28. 

Coronel (Jerônima de), wife of Diego Jimenez ; both were 
in the company of Tomas Diaz in Seville in 1643, with Juan 
Acacio in 1644, and with Lorenzo Hurtado in Seville in 1645. 
In 1648 she was a widow% and was in the company of Esteban 
Nunez in Seville and in 1650 was with Luiz Lopez. In 1663 
she is designated as a 'married woman' and was in the com- 
pany of Francisca Lopez, to which her second husband, Fran- 
cisco de la Galle, also belonged. 



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380 HUGO ALBERT RENNERT 

CoRONEL (Juan), actor in the company of Antonio de Prado 
in Seville in 1639, He married Isabel de Gôngora, widow of 
Juan Vizcaino (in 1639?). He was a hidalgo of Jadraque and 
was for a time a member of the companies of Pedro de la Rosa 
and Bartolomé Romero. 

CoRONEL (Maria), wife of Agustin Coronel. She was pro- 
bably the Dona Maria in the cast of Lope de Vega's El Desden 
Vengado (1617), ki which her husband also appeared. She was an 
actress and dancer in the company of Cristôbal de Avendano, at 
Corpus in Seville, in 1625, and received a gratuity of ten ducats, 
por lo bien que bailô con las sonajas en uno de los carros. In 1643 
she was in the company of Tomas Diaz in Seville, and in 1644 
with Juan Acacio. 

CoRREA (Juan), antiguo autor mentioned by Rojas, Viagt 
entretenidOy p. 361. 

CoRREA (Juan), actor in the company of Juan Pérez de 
Tapia in Seville in 1655. 

CoRREA (Ursula), wife of Felipe Anteta; both were in the 
company of Juan Nunez, el Polio, in 1658. 

CoRREA MuNiz (Antonio), one of the lessees of La Monteria 
in Seville in 1639. 

Ces (Andrés de), played second barbas, 1667- 1683. His wife, 
Maria Ayora, was the daughter of Juan de Ayora and Ursula de 
Torres, 

CosME, V. Perez (Cosme). 

Cristôbal, — famous as z galan in 1602. See Rojas, Viage 
entretenido, p. 52. He was in the company of Antonio de 
Prado, and appeared in Tirso's La Terçera de Sancta Juanûy 
written in 16x4. He is mentioned by Figueroa in his Pla^a Uni- 
versai (1615), and appeared in Lope's Quien mas no puede (1616). 

Cruz (Blas de la), prompter and stage manager in the com- 
pany of Juan Roman in 1639. 

Cruz (Francisco de la), was one of the managers of the 
théâtre in Lisbon in 1638, 

Cruz (Inès de la), actress, widow in 1637. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 381 

Cruz (Luisa de la), actress in the company of Antonio de 
Prado in 1632, She frequently figures in the entremeses of 
Benavente, v. Rosell, I, pp. 127, 271, 312. Her husband was 
Juan Antonio Sandoval. She was an excellent singer and musi- 
cian, and appeared in Lope's Fabula de Perseo, She died in 1658. 

Cruz (Maria de la), first wife of Matias de Castro y Salazar 
(after 1650). She never appeared upon the stage. 

Cruzado (Francisco), actor in the company of Nicolas de los 
Ri os in Seville in 1609. 

CUCARELLA (GiNESa), V. CUCARELLA (JUAN ViCENTe). 
CUCARELLA (JOSÉ), V. CuCARELLA (JuAN ViCENTe). 

CuCARELLA (JuAN Vicente), his wife Ginesa, and their son 
José were in Avendano's company in 1632. 

Cuebas, actor in the company of Cebrian in 161 6, when he 
appeared in Lope's Quien mas no puede, He was probably a gra- 
ciosOy and also appeared in the anonymous comedia Paciencia en la 
Fortuna. See Restori, Studi, p. 143. Perhaps he is the same as 
Juan de Cuevas or Juan de la Cueva. Cueva (Juan de la) and 
his wife Ursula de Berrio were in the company of Andrés de 
la Vega in 1638. Juan de Cuevas, who played fifth parts in Pedro 
delà Rosa's company in 1639. 

Cueva (Rodrigo de la), actor in the company of Alonso de 
Villalba in 1614. 

Cuevas (Jusepe de las) was in charge of the dances at Cor- 
pus in Madrid in 1577-79, 1584-87, '89, ^90, *92, *94-*99. 

Cuevas (Pedro Alonso de las), jubeterOy in charge of the 
dances at Corpus in Madrid, 1576-79. 

Cuevas (Salvador de las), actor in Manuel Vallejo's com- 
pany in 1670, 1675 and 1676; in 1677 he was with Agustin 
Manuel de Castilla, and in 1680 he was second gracioso in the 
company of Jerônimo Garcia. 

Culebras (Jerônimo de), actor in the company of Diego 
Lopez de Alcaraz in 1607. He and his wife Marina de Torres 
were members of the company of Alonso de Villalba in 16 14. 

Cusio (An a), wife of Francisco Perez Lobillo in 1631. 



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382 HUGO ALBERT RENNERT 

Cusio (Catalina), sister of the preceding. 

Ghavarria (Andrés de), actor in a joint company called Los 
Conformes in 1623, 

Chaves (Magdalena de), wife of Pedro Maldonado, autor 
de comedias in March, léii, when they lived « in theirown 
house )), in the calle de Cantarranas. 

Damian, actor who appeared in Lope's La Conpetencia en los 
Nobles (1628). Perhaps this was Damian Arias. 

Davila (Pedro), actor in the company of Diego Lopez de 
Alcaraz in 1605. 

Delgado (José), was fourth galan in the company of Jerô- 
nimo Vallejo in i6éo. 

DiAZ (Alonso), member of the company of Bartoloraé 
Romero in 1642. 

DiAz (Diego), actor in the company of Gaspar de Porres in 

1595. 

DiAZ (Francisca), wife of Antonio de Escamilla, and mother 
of Manuela de Escamilla. 

DiAZ (Francisco), actor in the company of Antonio de Rueda 
in Seville in 1644. 

DiAz (Isabel), wife of the autor Garlos de Salazar, and in bis 
company in Seville in 1676. Sanchez-Arjona, p. 484. 

DiAZ (Josepa), meniber of the company of Bartolomé Romero 
in Seville in 1643. 

DiAZ (Juan), « guarda mayor de la ropa de Rios ». Rojas, 
Fiage entretenido, p. 404. 

DiAZ (Jusepe), actor in Lorenzo Hurtado's company in Seville 
at Gorpus, 1642 : he appeared in Bartolomé Romcro's company 
in the same year, playing third parts and singing. 

DiAZ (Luis), gilder, had charge ofsome of theawto represen- 
ted at Seville in 1570-157 5. 

DiAZ (Luiz), actor in the company of Lorenzo Hurtado in 
Seville in 1645. 

DiAZ (ToMAs), el Labrador y autor de comedias, had a company 



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SPANISH ACTORS.AND ACTRESSES 383 

inSeville in 1643 (S.-A., p. 369), when he représentée! thirty 
comedias in the Coliseo, from Sept. 15, among them « six new 
ones, never before acted in Seville during the last thirty years ». 
In 1644 he was in the company of Juan Acacio, and in 1645 
in the company of Luis Lopez. 

DiAz Navarrete (Alonso), actor in the company of Cristô- 
balde Avendano in 1623, ^^^ ^^ ^he same company, with his 
wife, Antonia de Vitoria, in 1632, Both appeared in Lope's 
La Conpetencia en los Nobles (1628). 

DiAZ DE RoBLES (Pedro) and his wife Juliana Candau were 
in the company of Manuel Vallejo in 163 1, and in that of 
Andrés de la Vega in 1638, 

DoLZA (José), took subordinate parts in the company of Ber- 
nardo de la Vega in Seville in 1672. 

Domingo (Vicente), « tocaba con gran primorel clarin ». His 
wife was Luisa Lopez (1637), daughter of the autor Luis Lopez 
de Sustaete. 

Domingo (Vicente) and his wife Luisa Antonia were in the 
company of Francisco Gutierrez, in Seville, in 1668. 

DoMiNGUEZ (Àndrés), actor in the company of Alonso 
Riquelme in 16 10. 

DoMiNGUEZ (Cebrian) and his wife Maria Tardia were acting in 
161 9. 1 think that this actor and Pedro Cebrian are one and the 
same person. 

DoROTEA, actress in the company of Bartolomé Romero in 
1631 (?). She appeared in the cast of Jacinto Cordero's play El 
Favor de la Sentenciay written in 1626. Sanchez-Arjona, p. 272. 

DuARTE (Ambrosio) and his wife Maria de Prado were in 
the company of Sébastian de Prado in 165 1; she played prime- 
ras damas, and both (he as mtisico) were in the same company 
in 1659, 1661 and 1662, when she played segundas. In 1663 
both were in José Carrillo's company, she playing first parts. In 
1664 both were in the company of Bartolomé Romero and 
Juan de la Calle, and in 1665 in the company of Francisco Gar- 
cia {Ptipilo), 



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384 HUGO ALBEJIT RENNERT 

DuARTE (Gabriel), actor in the company of Alonso de Cis- 
neros and Melchor de Villalba in 1595, and in the company of 
Jimenez de Valenzuela in 1602. He agreed to act in the com- 
pany of Juan de Morales Medrano in 1606, and aftenv^ards 
withdrew. He was with Alonso de Heredia in 1614. 

DuARTE (Jerônimo), member of the company of Jacinto 
Riquelme in Se ville in 1652. 

DuARTE (Martin), actor in a joint company in 16 14, and in 
the company of Juan Roman in March 1639 : in the foUowing 
month we find him in the company of Juan Rodriguez de 
Antriago, 

Elguero (Francisco) and his wife Francisca Muiioz took 
part in the Corpus festival at Truxeque and Penalver in 1636, 
and atHita in 1637, 

Elvira (Francisco de) of Alcaraz, and Juan Ibaiîez produced 
the dances and « inventions » at the Corpus festival at Alcaraz 
in 1554. 

Enciso (Francisco de), « cloth-shearer », and his wife Sebas- 
tiana de la Paz, acted, sang and danced at the Corpus festival 
at Galapagar in 16 19, and at Fuente de Saz in the same year. 

Enriquez (Diego), actor in the company of Heman Sanchez 
de Vargas in 1633. 

Enriciuez (Jacinto), member of the company of [Luis Lopez 
in Seville in 1645, and with Esteban Nunez in 1648. 

ENRiauEZ (D* Manuela) of Valencia, wife of Juan Bautistt 
Valenciano; she was in her husband's company in 1617, and 
appeared in Lope de Vega's El Desden vengado, She and her hus- 
band were in the company of Cristôbal Ortiz de Villazan at 
Corpus in Seville in 16 19, when Manuela received agratuity of 
50 ducats for excellent acting. She was again in the company of 
Ortiz in 1620, also receiving a gratuity, and appeared in the 
title-rôle of Claramonte's La infeli:(^ Dorotea. In 1621 and 1622 
she was in her husband's company, appearing in the latter year 
in Lope's Nueva Victoria de D, GortT^alo de Cordoba. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 385 

Enriciuez (Pedro), actor in the company of Juan Roman in 
March, 1639; in the foUowing month he was one of a joint 
Company under Juan Rodriguez de Antriago. 

Enriciuez (Tomas), celebrated gracioso; in the company of 
Antonio de Prado in 1624, and in Romero's company in 1637. 
He was in Seville in 1642, '43 and ^45 in the company of Bart. 
Romero, his name also appearing in the company of Luis Lopez 
in the latter year. His wife was Maria Roman, la Asturianay 
also called Marimorena, 

EscAMiLLA X Antonio de), native of Cordoba. His real name 
was Antonio Vazquez. He married Francisca Diaz in Granada, 
and had two daughters, Manuela and Maria de Escamilla. The 
three names Antonio, Manuela and Maria de Escamilla occur in 
the list of Antonio de Prado's company in 1623 ? {El Averigua- 
dor, p. 8), but it is not possible that they can be the same per- 
sons we are about to mention. Antonio de Escamilla we find as 
a member of Antonio de Prado's company in 1650, and in 1652 
in the company of Sébastian de Prado. In 1659 he -wns gracioso 
in the company of Sébastian de Prado and Juan de la Galle and 
in 1661 had a company at the Gorpus festival in Madrid. In 
1662 he was again with Sébastian de Prado, and represented 
autos in 1663, '64, '65, '70, '71 and 1672. In 1673 he was in 
the company of Félix Pascual; in 1674 with Simon Aguado, 
and in 1675, '76, '77 and ^78 he again had a company and 
represented autos at Madrid. In 1679, *8o and '81 he was in 
Manuel Vallejo's(e/ Mo:(o) company. He was still living in 1689, 
when he was in Lisbon. Paz y Melia, CatâlogOy N** 813. The 
date (1623) in El Averiguador is doubtless a mistake. 

Escamilla (Manuela de), daughter of Antonio de Escamilla 
and wife of Miguel Diest(i659). In 1658 she was in the com- 
pany of Francisco Garcia and in 1659 with Sébastian de Prado, 
playing third parts. In 1661 and 1662 she played third parts in 
her father's company. In 1681 she was in the company of 
Manuel Vallejo. According to Pellicer (Vol. II, p. 86), she was 
born in Monforte de Lemos, Galicia, and died in 1695. 



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386 HUGO ALBERT RENNERT 

EscAMiLLA (Maria de), daughter of Antonio de Escamilla, was 
in the company of Antonio de Prado in 1650 and 165 1. In 1658 
she xzs with Francisco Garcia and in 1659 played fourth parts 
in the company of Sébastian de Prado. In 1663, '64 and '65 she 
was tnusica in the company of her father. 

EscoBEDO (Antonio de) and his wife were acting in Madrid in 
1584; in 1602 he managed a company. 

EscoRiGUELA (JuAN de), a native of Tronchon in Aragon. 
He isprobably the actor who appeared as Liseo in Lope's Sembrar 
en biiena tierra (iéi6). He was in the company of Antonio de 
Prado in 1623, and again in 1631, 1632 and 1639, taking old 
men's parts in the latter year. His wife was Jerônima de Sierra, 
who died shortly after December 25, 1641. 

Escudero (Lorenzo), member of Antonio de Prado's company 
in 1639. He managed a company and represented in LaMonterk 
at Seville, in 1649, and in 1650 was in the company of Luis 
Lopez. 

EsPADA (Ambrosio de), played old men's parts in Luis Hurtado's 
company in Seville in 1642. 

EsPANA (Juan de), was in the company of Bernardode la Vega 
in 1672, and gracioso in the company of Magdalena Lopez in 
Seville in 1677. He was formerly a physician in the General Hos- 
pital of Madrid. 

EsPANA (Pedro de), actor in the company of Diego Lopez de 
Alcaraz in 1607, and in the company of Alonso de Heredia in 
16 14. His name appears in the cast of Lope de Vega's La huena 
Guarda (1616), represented by Riquelme's company. 

EsPiNOLA (Juan Bautista) of Seville; autor de comedias in 
1633. 

EspiNOSA (?), actor in 1631. Niuvos Datos, p. 222. 

Espinosa(Ana Maria de), wife ofthe^M/or Juan Roman (1637). 
Nuevos DatoSy p. 262 ; Sanchez-Arjona, p. 335. 

Espinosa (Damian de), actor in 1638; autar'in the sameyear 
and in 1639. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 387 

EspiNOSA (Gabriel de), autor de comedias in 1638. 

EsPiNOSA (Juan Bautista de), autor de comedias m 1634-1637. 
This is probably a mistake for Espinola. 

EspiNOSA (JuANA de), sccond wife of the autor Tomas Fernan- 
dez de Cabredo (1635). In 1642 Belmonte wrote for her (then 
a widow), the comedia A un tiempo Rey y Vasallo, In 1643 «he 
and LuisLopezmanaged a company. She died before March, 1647 
{Averig. p. 170), leaving three children, Francisca and her two 
younger sisters. 

EspiNOSA (Manuela Maria de) and her husband Manuel Va- 
Ilejo, el Mo:(Py were members of the company of Antonio de 
Castro in 1656, and of Juana de Cisneros' company in Seville, in 
1660. Her fïrst husband was Rafaël Arquer. She died in 1670. 
Rafaël Arquer and Maria de Espinosa are found in the list ot 
Avendano 's company in 1632. Cotarelo, TirsOy p. 202. 

Espinosa (Silvestre de), actor in Madrid in 1384. 

EsTANQUE (Francisco), actor in the company of Carlos de Sala- 
zar in 1676. 

EsTEFANiA, actress in Antonio de Prado's company in Bena- 
vente's El Murmurador. Rosell, I. pp. 143 and 394. 

EsTRADA (Luis de), actor in 1626. He was in Antonio de 
Prado's company in Seville in 1639, and in Lorenzo Hurtado's 
in 1645. His name occursin the castof the anonymous comedia 
Paciencia en la Fortuna. Restori, Studj. p. 143. See also Sanchez- 
Arjona, p. 272. 

EuGENiA. V. OsoRio and Villegas. 

EuGENiA Maria, wife of the actor Gonzalez, called el Granadino 
and el Meon, about 1632-1636. 

ExEA (Juan de) and his wife Salvadorade Ochoa, were in Balt. 
Pinedo's company in 1 6 1 3 . 

Fabiana (Laura), actress, was bom at Granada, the daughter 
of a physician, D. Matias Andrés de Eslava, and D* Salvadora 
Hurtado. She ran away from home and at an early âge married 
the actor Miguel Bermudez, whose second wife she was (1660), 



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388 HUGO ALBERT RENNERT 

in which year they both belonged to the company of Francisca 
Lopez in Seville. Fabiana Laura was afterwards in the following 
companies : Manuel Vallejos in 1672, playing second parts; 
Félix Pascual's in 1673, playing first parts; Simon Aguado's in 
1674, first parts; Manuel Vallejo's in 1675, 1676; Agustin 
Manuel de Castilla's in 1677, 1678; José Garcia de Prado's in 
1679, and in Jerônimo Garcia's in 1680. She died in Madrid, Jan. 
23, 1698. 

Fadriqjlje, actor in the cast of Lope de Vega's El Desdm ven- 
gado (16 17), and in his Nueva Victoria deD, Gon:^alode Cordcha 
(1622). 

Fajardo ( Ana), wife of Francisco de Velasco ; both were in 
Pedro de la Rosa's company in 1636. In 1637 ^^^J P^^^ 230oreals 
for a single costume. 

Fajardo (Inès), wife of Nicolas de Villanueva ; both were in a 
joint company in 16 14. 

Fajardo (Juan), aaor in the company ofTomas Diaz in Seville 
in 1643. 

Falcon (Diego), member of the company of Juan Acacio in 
Seville in 1619. 

Falcon (Jaime), in the company of Juan Acacio in 1619 ;per- 
haps a brother of Diego. 

Falcona (Ana), actress in the company of Pedro Llorente in 
1617, receiving a gratuity of 550 reals at the Corpus festival, for 
excellence in acting and costumes, in the auto El Salteador dtl 
Cielo, In 1619 she was the wife of Juan Acacio, and belonged to 
his company. 

Feliciana Laura; this is probably a mistake for Fabiana 
Laura. v. above. 

Feliciano (Francisco), actor in the company of José Garcia de 
Prado in Seville in 1658. 

Felipa Maria played fourth parts and danced in the company 
of Luis Hurtado in Seville* in 1642. There was a Felipa Maria in 
the company of Félix Pascual in 1673. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 389 

Felipe (Miguel), memberof the company of Carlos de Salazar 
in Seville, in 1676. 

Feliseo (Gabriel Francisco), played barbas in the company 
of Magdalena Lopez in Seville in 1677. 

Félix (Francisco), actor in 1636; his wife was the actress 
Mariana de Talavera. 

Fernandez (Alonso), actor in the company of Nicolas de los 
Rios in 1609. 

Fernandez (Andrés) autor de comedtas in Madrid in 1623. 

Fernandez (Andrés), actor in the company of Carlos de 
Salazar in 1676. 

Fernandez (Francisca), daughter of Tomas Fernandez Ca- 
bredo and Juana de Espinosa. In March, 1647, after the death of 
her mother, she petitioned the king to be paid the sum due her 
mother for eight private performances given to the Queen. She 
had two younger sisters, who were left without support by the 
death of their mother. Averiguador, p. 170. 

Fernandez (Gaspar), actor in the company of Diego Osorio in 
1659, and cobrador in Antonio de Escamilla's company in 1677 and 
1678. * 

Fernandez (Juan), brought out a carro in the autos at Seville 
in 1570 and 1572. 

Fernandez (Juan), actor and musician in 1593. 

Fernandez (Juan) and his wife Catalina de Léon, of Madrid, 
were both in the company ot Juan Martinezin 1631. 

Fernandez (Juan), actor in the company of Antonio de Esca- 
milla in 1670, 1671 and 1675 i i" ^^74 ^e was with Simon 
Aguado, and in 1679 w^ith Manuel Vallejo. 

Fernandez (Luisa), wife of the actor Antonio Leonardo. Per- 
haps she is the Luisa Fernandez who was in the company of 
Antonio de Escamilla in 1670, and played third parts in Manuel 
Vallejo's company in 1672, '73, ^76, '79, *8oand '81. 

Fernandez (Magdalena), wife of Diego de Médina ; both were 
in Antonio de Prado's company in 1632. 



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390 HUGO ALBERT RENNERT 

Fernandez (Manuela), actress in the company of Antonio de 
Escamilla in 1671. 

Fernandez (Micaela), actress in the company of Francisa 
Lopez in 1660; with Manuel Vallejo in 1670, and with Magda- 
lena Lopez in Sevilie in 1677. She is said to hâve been as dever 
in the rôle of dama as in that oigalan in maie attire. 

Fernandez (Miguel), autor decomedias in charge of the autos 
at Sevilie in 1657. ^^ '^^o he was in the company of Francisa 
Lopez. His wife was Jacinta Gallego. 

Fernandez (Sebastiana) played third parts in Manuel Vallejo's 
company in 1672, '73, and *75. In 1676 with Antonio de Esca- 
milla; 1679 with Juan Garcia de Prado; 1680 with Jerônimo 
Garcia. 

Fernandez de Cabredo (Tomas), famous autor de comedias and 
çracioso. In iéo8 and 1609 he had a company and represented at 
the Coliseo in Sevilie; in 16 11 and r6i2 he represented t^o autos 
at Corpus in Madrid, receiving 600 ducats. He was one of the 
auiores authorized by the decree of 1 6 1 5 , and first represented Lope 
de Vega's El Bobo del Colegio (before léiS). His wife Juliana 
Antonia is first mentioned in 1619, (AT. D. p. 180). In 1623 and 
1624 he took part in the Corpus festival at Sevilie. In 1625, 
beginningin June, his company represented ten comedias privately 
before the King. In Oct . 1 6 3 2 he began to represent in La Monieriûy 
Sevilie, and brought out the autos at Corpus in the followingyear. 
In 1634 he again represented four comedias before the King. He 
returned to La Monteria in 1637, and represented an auto in 
1638, also in Sevilie. In 1637 he gave no less than seventeen 
représentations before the King, and also gave an auto in Madrid. 
In 1635 his wife was Juana de Espinosa, by whom he had three 
daughters : Francisca, and t>vo younger, whose names are net 
given. According to Sanchez Arjona (p. 134), the first wife of 
Fernandez was Ana Maria de la Peiia. In the cast of Ricardo de 
Turia'sZ^ belligera Espahola (printed in ibi6), as represented by 
Tomas Fernandez, occur the names : La S* Ana Maria [de la 
Pena ?] and La S* Juana [de Espinosa ?]. Fernandez died before 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 39 1 

Decbr. 1641, the date of the license of Belmonte's play A un 
tiempoReyy Vasallo, which he wrote for Juanade Espinosa, « viuda 
de Tomas Femandez ». 

Fernandez Garrote (Antonio), actor in the company of Bar- 
tolomé Romero in 1640. 

Fernandez de Guardo (Alonso) and his wife Ana Cabello 
were in the company of Antonio de Prado in 1614 and appeared 
in Tirso's La Tercerade Sancta Juana, and both were in the com- 
pany of Sanchez de Vargas in 16 19. 

Ferrer (José), cobrador in the company of Pablo Martin de 
Morales in Seville in 1678. 

Ferrer (Maria Lopez). v. Lofez (Maria). 

Ferrer (Vicente), native of Valencia living in Madrid, and 
his wife Maria Ruiz were members of the company of Juan de 
Tapia, Luis de Castro and Alonso de Paniagua in 1602. Hewasin 
a joint company in 1604. 

FiGUEROA (Ana de), widow, actressinthe company of Sanchez 
de Vargas for one year from Jan. 1635. 

FiGUEROA (Francisca de) and her husband Antonio Herrera de 
Mendoza were members of the company of Cristôbal de Avendano 
in 1632. 

FiGUEROA (Gabriela de), daughter of Roque de Figueroa and 
Mariana de Olivares. She was in her father's company in 163 1 
and in Valencia in 1649, playing second parts, likewise in the 
company of her father. In 1650 she was in Pedro de la Rosa's 
company. She married José Garceran, and played first parts in 
his company in Seville in 1657 and 1658, and in Valencia, in 
1664. She died in Mallorca, before 1668. 

Figueroa (Jerônima de), wife of Juan de Figueroa ; both were 
members of the company of Matias de Castro y Salazar in 
1673. 

Figueroa (Juan de), v. the preceding. 

Figueroa (D* Maria de), wife of Francisco de Rivera ; both 
were in Carlos de Salazar's company in 1675. 

REVUE HISPANIQUE. XVI. 26 



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392 HUGO ALBERT RENNERT 

FiGUEROA (RodUE de) of Cordoba, famous autor de cofmdias 
and friend of Lope de Vega. He and his wife Mariana de Olivares 
were in Domingo Balbins company in 1623, receiving eleven 
reals for maintenance and twenty two reals for each perfor- 
mance. In March, 1628, he representedeightcomedias before the 
King, four in the Pardo, and four in the Salon de Madrid ; and 
in 1629 and 1630, he represented flttto at Corpus in Madrid. 
Nuevos Datos, pp. 216, 218; his company appeared in Sevillein 
1626 and again in 1632 at the Coliseo. In 163 1 he performed in 
the Casa Real de Campo ; in 1634 he gave eight comedias pri- 
vately before the King and ten in the foilowing year. In 1635 he 
represented the comedia Peli^rar en los Remedios, by Ro)as Zorri- 
11a, as the Ms. shows. The latest notice that I hâve found of his 
company is 1649, whenhe was atTarragona (Schack, Ibid,p, 73). 
Figueroa received a careful éducation, and the story is related of 
him that some accident havingbefallen the preacher at a festival in 
the parish of S. Sébastian, Madrid, Figueroa took ofF his sword, 
ascendedthe pulpitand delivered an address in Latin, to thegreat 
surprise of ail hishearers. It was Figueroa who first producedthe 
two famous plays of Tirso de Molina : El Condenado por descon- 
fiado and El Burlador de Sevilla, He had two children, Miguel de 
Figueroa, acaptain of Cavalry, whodied in Milan, and adaugh- 
ter Gabriela, q. v. Hedied in 165 1. In Gallardo, EnsayOy vol. II, 
p. 688, we read that Figueroa first married Ana Ponce, whose 
obsequies were celebrated in 1633. For his company in 1631, v. 
Cotarelo, Tirso, p. 206. Rosell, vol. I, pp. 165, 224. 

Flores (Catalina), actress, and wdfe of the hawker (Jmhonero) 
Lazaro Ramirez. The Cof radia de la Novena had its origin in a 
miracle concerning her. For her story v. Eniremeses, Loas, etc, de 
Quinones de Benavente, éd. D. Cayetano Rosell, Madrid, 1874, 
vol. II, appendix. Her daughter waa Bernarda Ramirez, wife of 
Sébastian de Prado, q. v. 

Flores (Francisc a), actress in the company of Pedro de laRosa 
in 1636. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 393 

Flores (Isabel de), member of the company of Carlos de Sala- 
zar in Seville in 1676. 

Flores (Juan de), called Siete Coletos, actor in the company of 
Francisca Lopez in 1660. His wife was Maria de la O de la Ber- 
ruga. [In 1637 Maria de la O was the wife of Juan de Samaniego, 
q. V. see Nuevos Datos, pp. 230, 266]. 

Flores (Maria de), called Mariflores, wife of Pedro Rodriguez 
in 1590, when both belonged to the company of Jerônimo Velas- 
quez. She was in her husband's company sometime prior to 1610, 
when her husband died. She appeared in the comedia by the 
Count of Lemos La Casa confusa, in Lerma, before Philip III, in 
Oct. 16 18. In 1629 she executed a power of attorney to recover 
money due her by Melchor de Léon since 1606. Léon was appar- 
ently in Brussels with his company in 1629. She was unable to 
sign her name. Sheis mentioned by Suarez de Figueroa in 161 5, 
among the famous actresses of that time. 

Flores (Maria), daughter of Maria de Salinas and actress in 
the company of Bartolomé Romero and Juan de la Calle in 1664, 
playing fifth parts and music. 

FoNSECA (Maria de), daughter of Pedro de Fonseca, actress in 
the company of Matias de Castro in Seville in 1673. She was in 
Manuel Vallejo's company in 1681. 

Fonseca (Nicolas de), actor in the company of Luis Bernardo 
de Bobadilla in 1637. ^^ ^^^^^ ^Y ^he same was in the company 
of Francisca Lopez in 1663. 

Fonseca (Pedro de) was a member of the company of Laura 
de Herrera in 1663, and of Francisco Gutierrez in Seville in 
1668; in 1673 he and his daugheter Maria were in the company 
of Matias de Castro in Seville. 

FoNTANA (Mariana), actress in the company of Andrés de la 
Vega in 1638. 

FoNTELA (Nicolas de), member of the company of Antonio de 
Rueda in 1639. 

pRANCEsauiNA (La), Italiau actress (?) in Madrid in 1 587. Nuevos 
Datos, p. 21. 



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394 HUGO ALBERT RENNERT 

Francisca, wife of the actor Andrés de Labaya; both were in 
Manuel Vallejo's company in 163 1. 

Francisca, actress in the company of Pedro Cebrian in Lope s 
Quien mas no pnede Çidid) and in Heredia's company in the cast 
of Del Monte sale, Perhaps the latter was Francisca Paula, wife 
of Mencos, who was in the same company. 

Francisca, aaress in the company of Fernan Sanchez de Var- 
gas at Corpus, in Seville, in 1621. 

Francisca, — see also under Arteaga, Bazan, Bezon, Flo- 
res, Gevaro, Gôngora, Hinestroza, Lopez, Manso, Ortiz, 
Sanmiguel, Torres, Vallejo. 

Francisca Antonia, wife of Francisco Tome, actress in the 
company of Luis Bernardo de Bobadilla in 1637 : both were in 
Bartolomé Romero's company in 1638. 

Francisca Feliciana, actress in the company of Juan Pérez de 
Tapia in Seville, in 1662. 

Francisca Maria, daughter of Maria Gabriela, was in the com- 
pany of Claramonte in 16 14; a Francisca Maria is recorded as 
the wife of Manuel Vallejo in 16 19 and 1623. 

Francisca Maria, la Nina, played the part ofthe infant Jésus in 
the auto Siquis^ in the company of Juan Bautista Valenciano in 
Seville in 1621. 

Francisca Maria, wife of Manuel Vallejo; both were in the 
company of Diego Vallejo in Seville, in 1619. v. above. In 1622 
she was acting in her husband's company. 

Francisca Paula, wife of Diego de Mencos; both were in 
the company of Bartolomé Romero in 1638 and 1640, and 
with Manuel Vallejo in 1639. V. also Rosell, vol. I, pp. 162, 

358. 

Francisca Teresa, actress in the company of Antonio de Castro 
in Seville in 1656. 

Francisco (Juan), actor in the company of Jerônimo Sanchez 
in 1623. An actor by this name belonged to the company of 
Manuel Vallejo in 1670 and 1679, and to the company of Magda- 
lena Lopez in 1674 ^^^ i^77- 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 395 

Francisco (Manuel) or Manuel Francisco Martinez, cl Brillante, 
played galanes in the company of Antonio de Prado in 1650. 
In 1656 he was with Antonio de Castro at the Coliseo, Seville; 
in 1660 with the company of Juana de Cisneros; in 1663 with 
that of Francisca Lopez and Laura de Herrera; in 1668 with 
Francisco Gutierrez; in 1672 played second gai ams with Antonio 
de Escamilla, and in 1674 was with the company of Magdalena 
Lopez in Seville. 

Francisco Vicente, son of the actress (?) Lucia Bravo. He 
w^as killed in 1638, and his mother accused the actor Diego de 
Léon of being concerned in his death. 

Franco (Lucas) of Murcia, actor in 1619. 

Franco (Luis), actor (?) in 1602. 

Franco (Pedro) brought out the auto Los cinco Sentidos at 
Corpus in Seville in 1560. 

Fresno (Ana del), daughter of Pedro del Fresno ; she was 
in Pedro de la Rosa's company in 1637. 

Fresno (Pedro del) played old men's parts (barba) in Pedro 
de la Rosa's company in 1637 and 1638. 

Frutos (Francisco de), actor at the Corpus festival in Madrid, 
in 1628. 

Frutos (Pedro de), gracioso, after the middle of the xvii cen- 
tury. V. Solis, Poesias, Madrid, 1692, p. 29e. 

Frutos Brabo (José), celebrated gracioso; he and his wife 
Josefa Lobaco were members of the company of Antonio de 
Prado in 1632. See Rosell, I, p. 127. He was still livingin 1644, 
and died in Toledo. 

FuENSALiDA (Jerônimo de), lessee of the corrales of Madrid in 
1604 and 1609. 

Fuente (Sébastian de la), actor in the company of Alonso de 
Heredia in 16 14. 

FuENTE (ToMAS DE la) of Toledo, autor de comedias in 1584; 
v. Rojas, Viaje entretenido, p. 362. 

FuENTES (Domingo), member of the company of Alonso 



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396 HUGO ALBERT RENNERT 

Velazquez m Seville in 1598. The name Fuentes occurs in the 
cast of Lope s La hermosa Ester (1610) when it was first représen- 
tée! by the company of Sanchez de Vargas. 

Fuentes (Francisco de), called Monguia^ from a character in 
Tirso's Sanio y SastrCy played vejeies in Manuel Vallejo's company 
in 1679-1681. He married Jerôninia Quirante, daughter of Pedro 
Quirante. He was still acting in 1695. 

Fuentes (Isabel de), called Lania de Coche. 

Fuentes (Leonor de), sistcr of the preceding, aaress in the 
Entremeses of Benavente. 

Gadea (Micaela de), wife of Alonso de Riquelme (March, 
1602), acted at the Corpus festival in Seville, in 1607. She died 
before March 30, 1608, when Riquelme married Catalina de 
Valcazar. 

Gaitan (Juan) played subordinate parts in the company of 
Magdalena Lopez in Seville, in 1674. 

Galiano (Antonio), actor in the company of Andrés de la 
Vega in March, 1639. 

Galindo (Francisco), autor de comedias in March, 1637, having 
a joint company (compahia de partes). 

Galindo (Mariana), daughter of Maria de Guzman Rueda; 
she was in the company of Juan Acacio at Corpus in Seville in 
1644, when she received a gratuity of 400 reals. In thefoUow- 
ing year she was in the company of Lorenzo Hurtado. 

Galves (Isabel de), actress in the company of Francisco 
Garcia in 1658; and in Antonio de Escamilla's company in 1664. 
In 1665 she is called the wife of Francisco Garcia, and appeared 
in his company. Ferez Pastor, Calderon documentos, p. 308. 

Galvez (Jerônimo de), one of the earliest of Spanish theatrical 
managers. On Novbr. 29, 1579 Galvez and Juan Granado gave 
the first représentation in the new Corral de la Cru^ in Madrid. 
On Dec. 3, 1581 he represented in the corral de la Pacheca and 
several times thereafter in that year and in 1582, and again in 
1584. In 1590 he was acting in the company of Gerônimo 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 397 

Velazquez, who calls Galvez « mi companero y autor ». Ferez 
Pastor, Daios desconocidos, p. 146. See the Bull. Hispanique for 
1906. Suarez de Figueroa mentions Galvez among the famous 
actorsthen (161 5) deceased. 

Gallego, actor in the company of Rodrigo Osorio in Valencia, 
in the early years of the xvii century. Cotarelo, Lope de Rueda, 
p. 30. 

Gallego (Jacinta), actress, wife of Miguel Fernandez (1657). 
She died in Granada. 

Gallego (Juan), actor in the company of Francisco Gutierrez 
in Seville in 1668, and harpist with Antonio de Escamilla 
in 1671 and 1672. In 1676 he was with the company of Carlos 
de Salazar. 

Gallegos (Juan), lessee of the théâtre in Toledo in iéo8. 

Gallo (Inès), wife of Pedro Carrasco, a famous ténor. She is 
said to hâve been the daughter of D. Antonio de Pedraza, who 
was murdered in the Puerta del Sol. She had a company of 
players, and was drowned at Huelba in 1678. 

Gamarra (Bernarda), daughter of Miguel Jimenez and 
Bernarda Teloy. She was a member of the company of Manuel 
Vallejoin 1631. 

Ganassa (Alberto Nazeri de), Italian actor, who first came 
to Seville with his company in 1575, to take part in the Corpus 
festival; he returned in 1578 and 1583. In May and Jùne, 1579 
he represented in the Corral de Ptienie, Madrid, and frequently 
thereafter, in that year and in 1 580-1 584. v. Bull. Hispanique 
(190e). Pellicer, Vol. I, p. 80. 

Ganteo (Felipe), actor who took part in the autos Las Lagri- 
mas de San Pietro and Los vicios Locos del Infierno, at the Village of 
Borox in 1604. 

Garabito (Juan de), cobrador in the company of Juan Bap. 
Espinola in 1633, and seems also to hâve managed a company in 
that year. He is mentioned also in 1637. 

Garay (Teresa), wife of Antonio Marin ; both were in the 



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398 HUGO ALBERT RENNERT 

Company of Jacinto Riquelme in Seville, in 1652. In 1660 she 
played segundas damas in Jerônimo Vallejo's company. 

Garceran (José) of Mallorca, had a corapany in La Monteriay 
Seville in 1657-58. His wife, Gabriela de Figueroa, daughter 
of Roque de Figueroa, played first parts in his company. He 
died in 1678. 

Garces (Marcos), el Capiscol, was in the company of Diego 
Osorio in 1659, ^^^ harpist in Antonio de Escamilla's company 
in 1661 and 1662. In 1671 and 1673 he was harpist and jé'^ttmfo 
barba with Félix Pascual. 

Garcia (Alonso), actor in the company of Andres de Clara- 
monte in 1614. 

Garcia (Ana), widow, in October 1636, of Pedro Garcia 
de Quintanilla, and mother of the actress Justa Rufina. 

Garcia (Blas), actor in the company of Francisco Vêlez de 
Guevara in 1639. 

Garcia (Brigida), wife of the actor Francisco de San Miguel, 
q. V. 

Garcia (Domingo), PesteciUa, harpist in the company of 
Simon Aguado and Juan de la Galle in 1662, and also wiih José 
Carrillo in the same year. In 1665 he was with Félix Pascual, and 
died in Granada in 1689. 

Garcia (Francisco) and his wife Maria Sanchez, of Ciudad 
Rodrigo, were members of the company of Alonso Riquelme in 
1602 and 1603. 

Garcia (Francisco), autor de comedias in 1639. An actor by 
this name appeared in Belmonte's A un Tiempo Rey y Vasallo 
in 1642. Perhaps the same as the foUowing. 

Garcia (Francisco), Pupilo, and his wife Jacinta Eugenia, 
were in the company of Esteban Nunez in 1648. He afterwards 
belongedto the following companies : 1650 played first galants 
with Luis Lopez; 1651 Sébastian de Prado ; 1654 Esteban Nunez 
in Seville, when we are told that his wife was Maria Vallejo, 
daughter of Carlos and Manuela Vallejo (?); 1656 he represented 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 399 

autos at Madrid; 1658, 1659 with Sébastian de Prado; 1665 
represented autos in Madrid, when his wife was Isabel de Galvez; 
1676 first barba in Manuel Vallejo's company; 1676 and 1680 
with José Garcia de Prado. In 1674 a Francisco Garcia and his 
wife Antonia Maria were members of the company of Magdalena 
Lopez in Seville. Whether this was one and the sameperson with 
this variety of wives, I hâve no means of deterniining. Averigûelo 
cl discreto. 

Garcia (Jerônimo), actor, joined the Broterhood of the Novena 
in 1653. H^ was a graciosOy and married Bernarda Manuela, 
called Rabo de Vaca. He was in the company of José Garcia de 
Prado in 1679, autor de comedias in 1680, and in the company 
of Juan Antonio de Carvajal in 1681. 

Garcia (Juan), actor in Seville in 1658, in the company of 
José de Prado. 

Garcia (Lorenzo) played third parts in the company of Antonio 
de Escamilla in 1671. 

Garcia (Manuel), actor in the company of Francisca Lopez 
in Seville, in 1660. There was a Manuel Garcia, called ^^fldf/nV/j, 
who, after Lorenzo de Prado's death (1649?) married his 
wîdow, Manuela Mazana. Perhaps this is the same person. 

Garqa (Melchor), actor in the company of Manuel Vallejo 
in 1674. 

Garcia (Miguel), actor in the company of Magdalena Lopez 
in Seville in 1674. 

Garcia (Roque), member of the company of Juan Martinez 
in 1633. He wasto act, dance, sing, write and prompt for three 
reals per day, besides three reals daily for maintenance. 

Garcia (Rufina), « famosa », played third parts in the com- 
pany of Pedro de Ortegon in Seville in 1635. This was undoubt- 
edly Justa Rufina, the daughter of Ana Garcia and Pedro Garcia 
de Quintanilla, maestro de armas. The above explains why in a 
Loa by Quinones de Benavente, represented by Fernandez in 
1636, she calls herself « Rufina, la de Ortegon ». See Rosell, 



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400 HUGO ALBERT RENNERT 

vol. I, p. 29 8, and also Ibid., pp. 55, 288, 433; on the latter 
page hegins the jàcara that was représentée! by Ortegon'scompany 
in 1635. Rufina was in the company of Tomas .Feraandez, as 
we see from the above in 1636, and also in 1637; in 1650, at 
Corpus, she was in Antonio de Prado's company. She died in 
1668. 

Garcia (Teresa), actress in the company of Juan Rodriguez 
deAntriago in 1637. 

Garcia Flores (Gabriel), lessee of the théâtres of Madrid in 
1640 (?). Nuevos Datos, p. 325. 

Garcia de Guevara (Pedro), played second parts in the com- 
pany of Bartolomé Romero in 1637-38. 

Garcia de Prado, v. Prado. 

Garcia de Salinas (Pedro), noted gracioso in the company 
of Alonso Riquelme in 161 9, and in that of Manuel Vallejo in 
1631-32. His wife Jerônima de Valcazar was in the same com- 
panies, and both appeared in Lope de Vega's El Castigo sin Ven- 
gariT^a in 1632 ; v. also Rosell, vol. I, p. 277. 

Garcia de Toledo (Francisco), actor in a joint company called 
Los Andaluces in 1605-06. 

Garcia de Vergara (Pedro) and his wife Francisca Maria de 
Valdivia were members of the company of Francisco Solano in 
1637 : in the foUowing year he was in the company of Juan de 
Malaguilla. 

Garrote (Antonio) played old men*s parts in the company 
of Bartolomé Romero in Sévi lie in 1642-43. 

GAsauE (Juan or Juan Salvador), actor in the company of 
Miguel Ruiz in Jan. 1614. On March 13, 1614, he engaged to 
act for one year with Balt. Pinedo, and from June 19, 16 14 with 
the company of Claramonte. 

Gevaro (Francisca), wife of Pedro de Castro ; both were in 
Domingo Balbin's company in Seville in 161 3. 

Gevaro (Juan de), actor in Balbin's company in 1613. 

GiL (Isidro), actor in the company of Francisco Solano in 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 4OI 

1637. On Mar. 21, 1639 he and his wife, Jerônima Rodriguez 
agreed to act in the company of Damian de Espinosa. Ten days 
after this he joined the company of Francisco Vêlez de Gue- 
vara. 

GiL DE CoRDOBA (Juan), actof in the company of Cristôbal de 
Avendano in 1623. 

GoBiA (Gaspar de) played first and second galanes in the 
company of Andrés de la Vega in 1638. 

GoDiNEZ (Felipe) played parts olharha in Pedro de Ortegon's 
company in Sevillein 1635. 

GoDOY (Mateo de) of Granada, was in a joint company 
(April 6, 1639). He took part in the Corpus festival at Borox 
in the same year in a company headed by Juan Rodriguez de 
Antriago. In 1643 he was in Bart. Romero's company in Seville, 
and in 1644 with Antonio de Rueda, also in Seville. In 1659 
he was with Diego Osorio; in 1661 he was barba in Antonio de 
Escamilla's company ; 1662 with Sébastian de Prado; 1663, '64, 
*65, *70 and '71 again with Escamilla. His first wife was Damiana 
de Arias ; his second was Isabel Bazan, who died in Seville in 
1658. For the company in whichhe appeared in 1655, v. Solis, 
Pœsiasy Madrid, 1692, p. 173. 

Gomez, actor in « una compaiiia muy humilde » with Rojas 
and Anze, before 1600. See Rojas, ViagCy pp. 9, 11. 

GoMEZ (Bartolomé), actor in the company of José de Prado 
in Seville in 1658. 

GoMEz (Magdalena), widow of Juan Alonso de las Cuevas, 
had charge of dances at Corpus in Madrid in 1592. 

GoMEZ Varela (Diego) and his wife Micaela Lopez were in 
the company of Manuel Vallejo in 1625. 

GÔNGORA (Francisca de), mother of Isabel de Gôngora, q. v. 
Both were in the company of Cristôbal de Avendano in March, 
1632, when they were received into the Cofradiade la Novena. 

Gôngora (Isabel de), well known actress. She and her hus- 
band Juan Vizcaino were in the company of Cristôbal de Aven- 



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402 HUGO ALBERT RENNERT 

daiio in 1632; in Feb. 1636, she is described as the widow of 
Juan Vizcaino and was then în the company of Pedro de la 
Rosa, playing second parts and dancing. In 1637 and 1639 she 
was again in Pedro de la Rosa's company, also taking second 
parts. Previous to this, perhaps, between 1633 and 1636 she had 
been in the company of Antonio de Prado. See Entremeses de Bena- 
vente, éd. Rosell, vol. I, pp. 97, 174, 322. She afterwards married 
Juan Coronel, a hidalgo of Jadraque. In 1650 she was again 
in the company of Pedro de la Rosa, and died, it seems, in 
April, 1669. 

Gonzalez (Bernarda), wâfe of Juan de Angulo in Jan. 1619, 
when both agreed to act for one year in the company of Tomas 
Fernandez. 

Gonzalez (Hernan), early actor (1380) in Madrid. 

Gonzalez (Juan) of Seville, a silversmith and clothes dealer 
(platero y trdtante en ropd), brought oui autos at Seville at Corpus, 
in 1582, ^87, '90 and '91. 

Gonzalez (Juan) and his wife Polonia Maria were in the 
company of Tomas Diaz in Seville in 1643, and in Lorenzo 
Hurtado's company in 1645. In 1648 both w^ere in the company 
of Esteban Nuiïez in Seville, when he is called Juan Gonzalez 
Valcarcel. In 1660 he was in the company of Pedro de la Rosa. 
Perhaps it was he who appeared (about 1635?) in the anon- 
ymouscomedia Pacienciaen laFortuna. v. Restori, Studj., p. 143. 
Whether he was the Juan Gonzalez, called Zapi:^urriy who died 
in Calatayud in June 1667, I do not know. See the foUowing. 

Gonzalez (Juan), actor in the company of Diego Osorio in 
1659 ; segundo galan in the company of Ant. de Escamilla in 
1661, 1663, 1664 and 1665 j in the company of Juan de la Galle 
and Simon Aguado in 1662. 

Gonzalez (Jusepe) and his wife Luisa Benzon agreed to aa 
for two years, from March 5, 1593, in the company of Alonso de 
Cisneros and Melchor de Villalba. 

Gonzalez (Matias), lessee of the profits received by the hos- 
pi tais of Madrid, in iéi8. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 403 

Gonzalez (Pedro) and his wife Micaela Ortiz were in the 
Company of José de Prado in Seville, in 1658. In 1655 a Pedro 
Gonzalez was gracioso in the company of Antonio Lavella, and 
died in 1 684. Perhaps the same. 

Gonzalez (Sébastian) and his wife Catalina Tellez were in 
the Company of Domingo Balbin from Sept, i, 1623, till the 
following Shrovetide. On Oct. 14, 1623, he acted with the 
Madrid company called Los Conformes, in the comedia La Morica 
garriday by Juan de Villegasat Leganés. We hearof him again in 
1632 in the company of Francisco Lopez, and in Oct. 1635, he 
had a company of players, when his wife was Maria Manuela. 
(AT. D. p. 242). A Gonzalez and also a Catalina, were once in 
Prado's company. See Rosell, vol. I, p. 394. 

Gonzalez, called el Granadino and cl Meon, actor in 1632- 
1636 (?) His wife was Eugenia Maria. 

Gonzalez Camacho (Alonso), native of Membrilla (Toledo), 
musician in the company of Roque de Figueroa in 1631-32, and 
in that of Fernan Sanchez de Vargas in 1633. See Rosell, vol. I, 
p. 224, and Cotarelo, TirsOy p. 206. 

Gonzalez Flores (Gabriel), lessee of the théâtres of Madrid 
in 1623. 

Gorriz (Cristôbal), played minor parts in the company of 
Ant. de Escamilla in 1675, '76, '77 and '78. 

Grajales or Graxal (Juan) and his wife Catalina de Peralta 
were in a joint company in March, 1604; ^^oth were in the com- 
pany of Alonso de Villalba in Feb. 1614. On March 28, 1614, 
both agreed to join the company of Andrés de Claramonte for 
one year. Both appeared in Lope de Vega's La Conpelencia en los 
Nobles (1628). Grajales is mentioned by Rojas among the actors 
who were also playwrights. Viage, p. 131. Pellicer, Vol. I, p. 117, 
says that he was the author of the comedia La prospéra Fortuna 
del Caballero del Espiritu Sanio, See Barrera, Catâlogo, p. 179. 

Granada (Miguel), dancer in the company of Tomas Fernan- 
dez. He died in 1636. 



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404 HUGO ALBERT RENNERT 

Granados (Alonso), minstrel in the company of Jerônimo 
Ruiz in 1592. 

Granados (Antonia), known as la divina Aniandra^ was the 
wife of D. Pedro de Castro y Salazar, (q. v.), and the mother 
of Matias de Castro y Salazar. Sanchez-Arjona, p. 430, n.; Schack, 
Nachtràge, p. 31. She had three children, and died in giving 
birth toa daughter Susana. Her children were brought up by her 
brother, the celebrated Antonio Granados. 

Granados (Antonio), one of the most famous of Spanish 
autores de cotnediaSy was born at Madrid in 1570, and was an 
actor in the company of Alonso Velazquez in Seville, in 1598. 
He managed a company in 1602, and was one of the eight 
autores authorized by the decree of 1603, and one of the twelve 
authorized by the decree of 161 5. Granados first represented 
Lope's Los Esclavos libres (before 1604), as we learn frora the 
Peregrino, Lope calls him « Gallardo galan, gentil hombre, y de 
la tierra del Peregrino ». He also first represented Lope's El 
cuerdo Loco (1602), and La gallarda Toledanay and in the auto- 
graph of Lope's El Cordobis valeroso Pedro Carbonero, dated at 
Ocana, Aug. 26, 1603, in thelist of characters we find Granados 
(who managed the company) in the rôle of Pedro Carbonero, 
and Villegas in the part of the king. In 1604 Granados residedin 
Médina del Campo, and in the same year (in July) he was in Valla- 
dolid, and again in 1607. I" ^^^5 he represented autos at Seville, 
and again in 161 5 and 1618. He was in Zaragoza in 1607 and in 
Oct. i6o8; in Jaen in July 1610, and in Malaga in Novbr. 
16 10; in Murcia in May and June 161 1 ; in Granada in Decbr. 
1615; in Lisbon in Sept, and Oct. 1617 and in Sept. 1621. In 
1618 in Seville, he represented Lope's auto Obras son Amores and 
Poyo's Las Fuer:^as de Sanson. He was in Madrid in Decbr. 1620 
and Aug. 1 621. In July 1626 he represented two comedias before 
the King. He was received into the Cofradia de la Novena in 
1632. His will is dated June 8, 1641, shonly after which date 
he probably died. His wife, who survived him, was Catalina 
de Azores y Avila. He left no children or other heirs. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 405 

Granado (Diego) el Fiejo, had charge of the dances at Corpus 
in Madrid in 1577, '79, '84 and '87. 

Grakado (Juan), one of the best known of the older Spanish 
autores. On Nov. 29, 1579 his company and that of Jerônimo 
Galvez gave the first représentation in the new corral de la Cru:(^. 
His Company appeared several times in that year, and in 1580 
and 1581. A Juan Granado, son of Diego Granado had charge 
of the dances at Corpus in Madrid, called Radatnante, Reinaldos^ 
Oliveros and Montesinos m i584,alsothe dances in 1389, *93-*95, 
'98, '99 and 1604. This wasprobably the same person. 

Granados (Luis) of Médina del Campo, and his wife Jerônima 
de Aguilar were in the company of Diego de Santander in 
Dec. 1594. He had a company in 1606-1613. Probably a brother 
of Antonio. 

Granados (Maria de), daughter of Luis de Aranda. On May 
24, 1604, they gave a power of attorney to Gaspar de Porres 
to sell a house they owned in Valladolid. El Maestro Vicente 
Espinel was a witness to this instrument. 

Guardia, actor who appears in the cast of Tirso's La Tercera 
de Sancta Juana, 16 14. 

GuEBARA (Andrés de), actor in the company of Pedro de 
Ortegon in Seville in 1635, taking principal parts. 

GUEVARA, V. CeREZO DE GUEVARA. 

GuEVARA (Antonio de) brother of Luisa and Francisco de 
Guevara; actor under 25 years old in 163 1, in the company of 
Juan Martinez. In 1658 he was in José de Prado's company in 
Seville. 

GuEVARA (Diego de) and his wife Maria Zeballos were in the 
company ot Manuel Vallejo in 163 1 ; in 1632 they were in Anto- 
nio de Prado's company, acting in the entremes Las Duehas. 
Rosell. vol. L p. 322. 

Guevara (Francisca Luisa de), wife of Juan de Campos ; 
both were members of Manuel Vallejo's company in 1631. 

Guevara (Francisco de), brother of Antonio and Luisa, and 



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406 HUGO ALBERT RENNERT 

actor in the company of Juan Martinez in 1 63 1 . This is undoubt- 
edly Francisco Vêlez de Guevara, q. v. 

GuEVARA (IsABEL de), wife of Dicgo Osorio de Velasco, gradoso. 
Both were in Pedro de Ortegon's company in Seville in 1635. 

Guevara (Juan de), member of a joint company of actors in 
1614. 

Guevara (Luisa de), wife of Pedro de Cobaleda, and sister 
of Antonio and Francisco de Guevara. She played third parts and 
first musical parts in the company of Juan Martinez in 1631. 

Guevara (Luis de) played galanes in the company of Tomas 
Fernandez in 1636-1637. His wife was AnaCoronel. 

Guevara (Mariana de), wife of Juan Catalan in Jan. i6oé, 
when both were in the company of Alonso Riquelme. In Feb. 
1609 there is mentioned a Mariana de Guevara, wife of Bartolomé 
de Robles. 

Guevara (Pedro), v. Cerezo de Guevara. 

GuTiERREZ (Francisco) and his wife Maria Lopez were in the 
company of Luis Lopez at Corpus, in Seville, in 1650. He was 
a native of Loratan, near Valladolid. They had tw^o children : 
Luis and Juana Gutierrez.Francisco afterwards married a Valencian 
woman named Timotea. He had a company in Seville in 1661, 
1668 and 1669. In 1672 he wzs segundo barba in the company of 
Ant. de Escamilla, and in 1673 in thatofhis son-in-law Marias 
de Castro. For his company in 1668, v. Sanchez-Arjona, p. 447. 

GuTiERREz (Juana), daughterof Francisco Gutierrez and Maria 
Lopez, and second wife of Matias de Castro y Salazar, whom she 
married in Valencia (before 1662) and by whom she had fourteen 
children. She was in the company of Juan Pérez de Tapia in 
Seville in 1662 and in her father's company in 1668. 

Gutierrez (Simon), actor in Ricardo de Turia's La belligera 
Espahola, (printed in iéi6). v. Restori, Studj,, p. 92. 

Gutierrez (Tomas), brought out carros at the Corpus festival 
in Seville in 1582, * 84 and ' 85. According to Suarez de 
Figueroa's Pla:(a Universal, he was deceased in 161 5. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 4O7 

GuTiERREz DE Olivares (Andrés or Antonio) and his wife 
Ana Romera were acting in 1603. 

GuzMAN (Alejandro), actot ? His wife was Paula de Médina. 

GuzMAN (JuANDE)of Ayamonte, musician and actor, in 1602, 
for two years in the company of Pedro Ximénez de Valenzuela. 

GuzMAN (Pedro de), actor in the company of Nicolas de los 
Rios in 1609, ^^^ ^^ ^he company of Manuel Vallejo in Madrid, 
in 1622. 

GuzMAN RuEDA (Maria de), « legitimate mother » of Mariana 
Galindo. Both were in the company of Juan Acacio in Seville in 
1644. 

Haedo (Juan Bautista de), actor ? His wife, D* Maria Morote 
played first parts at the Corpus festival in the Villa del Escorial 
in 1636. 

Haro (Alfonsa de), wife of Bartolomé de Robles in 1643 ; 
both were in the company of Tomas Diaz in Seville in that 
year. 

Haro (Luis de), actor in the company of Pedro de Plata in 
1587. 

Henriquez, actor, apparently in the company of Nicolas de 
los Rios in 1601. Rojas, Fiaje, P- I3- 

Herbias (Mariana de), wife of Luis Alvarez ; both were meni- 
bers of the company of Alonso Riquelme in 16 10. She took the 
place of Lucia de Salcedo, « and was to act in ail the latter's parts 
in the company ». 

Herbias y Flores (D* Jacinta de), widow in 1639, and a 
member of the company of Antonio de Rueda in 1639 and 1640, 
playing second parts, singing and dancing, v. Sanchez-Arjona, 
pp. 335-337. Probably before this (in 1635-36 ?) she was in the 
company of Alonso de Olmedo. Rosell, vol. I p. 90. In January 
1640, she was the wife of the autor de comedias Luis Lopez de 
Sustaete. 

Heredia (Alonso de), autsr de comedias in 1603 ; his wife in 
1604 was Maria de Rojas. In his company in 16 14 were : Ant. de 

REVUE HISPANIQUE. XVI. 17 



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408 HUGO ALBERT RENNERT 

Navarrete, Pedro de Avila, Manuel Simon, Sebast. de la Fuente, 
Gabriel Duarte, Luis Candau, Pedro de Espana, Antonio Pinero 
and Santiago Valenciano. He had a company in 1619, and \\as 
one of the managers authorized by the decree of 161 5. 
. Heredia (Ana de), actress in the company of Hernan Sanchez 
de Vargas in the autos at Seville iii 1621, when she received a 
gratuity of 100 reals. 

Heredia (Andrès de), actor in the company of Nicolas de los 
Rios in Aug. 1606. He had a company at least as early as léoi, 
when he represented the autos at Corpus in Seville, receiving 700 
ducats. He and his company represented an auto at Zamora in 
1607 so badly that they were expelled from the city. He was 
again in the company of Rios in Seville, in 1609. 

Heredia (Jerônimo de), actor in the company of Domingo 
Balbin in 1622, and in the company of Cristôbal de Avendano for 
one year from April 25, 1623. His wife was Catalina Osorio. 

Heredia (Jerônimo de), son of Tomas and Maria de Heredia 
(S-A.), and famous in the rôle of galan, He was in the company 
of Francisca Lopez in Seville in 1660 ; in José Carrillo's com- 
pany in Valenciain 1663, ^^^ with Simon Aguadoin 1674. ^^ 
wife was Josefa Lopez, sister of the autora Francisca Lopez. He 
die' ^fdropsy in 1676. 

ri i (Juan de), autor de cmnedias in Granada in 1585. For 
his lettCi co the au/or Juan de Limos, see Cotarelo, Lape deRueda, 
p. 54. 

Heredia (Juan Jerônimo de), actor in 1643, w^hen he was 
imprisoned for debt in Madrid. 

Heredia (Maria DE),famous actress, wife of Tomas de Heredia. 
She was in her husband's company in 1627-28, appearing in 
Lope de Vega's Del Monte sale quien el Monte quema, and in the 
company of Antonio de Rueda in 1638 and 1639 (J^.-D. p. 319. 
Rosell, vol. L p. 366). In the latter year she appeared as Dona 
Beatriz in Calderon's La Desdicha de la Vo:^. (Schack, Nachtràge, 
p. 87). Cotarelo {TirsOy p. 208), recounts some of the scandais 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 4O9 

connected with her, and for one of whicb she was imprisoned 
in 1642. Her son was married in Naples in 1657, and she died 
in the same city in 1658. 

Heredia (Tomas de), see the preceding. He was a gracioso in 
the Company of Rueda and Ascanio in 1638. See Rosell, vol. 
I. p. 366, and p. 369, where Maria de Heredia says that they 
had had a company in Lîsbon of which Arias was a member. 

Hernandez (Catalina), V. Hernandez de Verdeseca. a 
much later actress named Catalina Hernandez acted under the 
name of Eufrasia Maria de Reina, q. v. 

Hernandez (Diego), actorin the company of Juan deTapia, 
Luis de Castro and Alonso de Paniagua in 1602, and in Domingo 
Balbin's company in Sevile in 1613. 

Hernandez (Isabel), la FelerUy wîfe of Miguel Jerônimo 
Pinzon or Punzon, and primera dàtna in Roque de Figueroa's 
company in 1631-32. See Rosell, vol. I. pp. 169, 224 ; and 
Cotarelo, TirsOy p. 206. She afterwards retired from the stage and 
entered a convent. In his Para Todos (1632) Montalvan says of 
hîs auto EscanderbeCy « que représenté La Bêlera con grande 
vizarria, espiritu, y acento. » fol. 179. 

Hernandez (Tomas), actor in the company of Esteban Nunez 
in Seville in 1654. 

Hernandez Galindo (Francisco) and his wife Isabel de Torres 
were in Claramonte's company in 16x4. 

Hernandez Pinzon (Cristobal), took part in the Corpus 
festival at Seville in 1559 and 1570. 

Hernandez de Verdeseca (Catalina) wife of the autor Gaspar 
de Porres, is first mentioned in iS9i. She is called « widow of 
Gaspar de Porres, vecinode Toledo », in July, 1623. She was 
still living at the close of March, 1625. Hersons were Dr. Mathias 
de Porres, the friend of Lope de Vega, and Juan de Porres. 

Herrera, mentioned as an antiguo autor by Rojas, Fiaje entre- 
tenidOy (1603), ^"^ ^ ^ musicOy apparently in the company of 
Rios in 1601. Ibid.^ p. 14. Perhaps this was Juan de Herrera, q. v. 



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4rO HUGO ALBERT RENNERT 

Herrera (Jerônima de) and her husband Sébastian Zamudio 
belonged to the company of Manuel Vallejo in 1631. 

Herrera (Juan de), actor in the company of Antonio Grana- 
dos (when ?). An actor Herrera appeared in the cast of Lope*s 
El Sembrar en buena tierrà (1616). See Rosell, vol. II, p. 336. 

Herrera (D* Laura de), lessee of the corral La Monieria in 
Seville, in 1663-69. 

Herrera (Marcos de), musician in the companies of Roque 
de Figueroa in 163 1 and Cristôbal de Avendano in 1632, and 
later with Lorenzo Hurtado. He was a native of Membrilla 
(Toledo). Rosell. I. p. 231. See also Ibid.y p. 168, where he is 
called « musico nuevo en las tablas », and is highiy praised as a 
singer and player on the guitar. 

Herrera (Maria de), wife of Juan de Ostos ; both were in 
the company Los Andaluces, in 1605. 

Herrera (Maria de) and her husband Francisco de Valencia 
played second parts in the company of Juan Bautista Espinola in 

1633, and in that of Fernan Sanchez de Vargas from Mar. 9, 

1634, ^^^ one year. 

Herrera (Melchor de), autor de comedias who represented vko 
autos at Corpus in Toledo in 1580. 

Herrera (Pablo de), actor in the company of Antonio de 
Prado in Seville in 1639. 

Herrero (Alonso de), dan^^ante and autor de comediaSy receiv- 
ed 12000 mrs. for two dan:(as de Fillanos productà in a come- 
dia acted in Madrid in honor of the peace of Cambray in 1559. 

Herrero y Mendoza, v. Mendoza. 

Hidalgo (Maria), her husband, Juan de Urquiza, and their son 
Pedro were in the company of Roque de Figueroa in 1631-32. 

HiNESTROZA (Angela Francisca), actress in the company of 
Manuel Vallejo in 163 1, and in that of Lorenzo Hurtado in 
Seville in 1641, and 1642, playing first parts. She and her sister 
Beatriz had a company in Seville in 1642. 
■ HmESTRozA (Beatriz) played third parts in the company of 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 4II 

Lorenzo Hurtado in 1642. She and Angela were daughters of Ana 
de Torres and ail three were in Manuel Vallejo's company in 1 63 1 . 

HiTA (Inès de), wife of Francisco Pinelo. In 1632-35 (Rosell, 
vol. I. p. 29), she and her husband were in Madrid in the Com- 
pany of Tomas Fernandez and in 1633-34 ^^^ were members 
of the Company of Juan de Morales Medrano. She had two daugh- 
ters. Maria and Juana Margarita. She was unable to write her 
name. 

HiTA (Juana Margarita de), daughter of Francisco Pinelo 
and Inès de Hita, and wife of Antonio Rodriguez (1633); she 
was confined in a couvent in Valladolid/x^r alguna travesurUy and 
was killed by a fall in attempting to escape. See also Pinelo 
(Juana Margarita). Perhaps this is the Margarita in Lorenzo 
Hurtado's company (1632-35 ?). v. Rosell, I, p. 29. See, 
however, under Margarita. 

Hurtado de la Câmara y Mendoza (Lorenzo), actor in 
1621 in the company of Pedro de Valdes. In 1623 lie belonged 
to the company of Cristôbal de Avendano. His wife was Fran- 
cisca Bazan, and both were in the company of Roque de Figue- 
roa in 1629-30 (?). See Rosell, I. p. 169. He had a company at 
least as early as Oct. 163 1, when he gave three représentations 
before the King. On April 26 of this year he entered the Cofra- 
dia de la Novena, In 1631-33 he lived in the Calle de Francos, 
Madrid, and in 1638 in Valladolid. He played first parts in his 
own company in LaMonteria in Seville in 1641 and 1642 (^S-A. 
p. 356), and again at Corpus in 1645 (S-A. p. 375). Lorenzo 
Hurtado was an hidalgo, descendant of Payo Furtado de Men- 
doza, ennobled in 1489. His company produced (in 1641 ?) 
Mescua's comedia El Martir de Madrid^ as the ms. shows. Paz y 
Melia, Cai. N** 2029. 

Ibanez (Juan), native of Alcaraz, produced the dances ana 
« inventions » for the Corpus festival at Alcaraz in 1554. 

Imperia (Maria), wife of Maximiliano Milimino, an actor in 
^582. 



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412 HUGO ALBERT RENNERT 

Infanta (Antonia), celebrated actress, wife of Pedro Asa- 
nio in 1638 : both wereinthe company of Antonio de Raeda 
in 1639-40. Priorto this (1636-37 ?) shewas in the company of 
Alonso de Olmedo. Rosell, vol. I, p. 90. See the story concern- 
ingher in Sanchez-Arjona, p. 333. 

Inza (Juan), actor in the company of Francisca Lopez in 
1663. He w^ 2L gracioso, and belonged for a while to the com- 
pany of Juan de la Calle. In 1665 he was with Félix Pascual, 
and died in Cadiz in 1682. His wife was Josefa Maria. 

KiGO [de Loaysa], q. v. Actor in the cast of Belmonte's A un 
tiempoRey y VasallOy in 1642. 

IsABEL (Dona), actress in the company of Tomas Femandcz 
in Madrid, in 1621-23. A Dona Isabel appeared in the cast of 
Lope's El Poder en el Discreto (1623) in the company of Juan de 
Morales. 

Isabel, la Vêlera^ see Hernandez. 

IsABELiCA, actress in the cast of La Giiarda cuidadosa by Miguel 
Sanchez (161 3) and in Como ha de usarse del bien. v. Restori, Studj 
di HL Rom. Fasc. 13, 1891, p. 129. See also Lope's Los Gu^ma- 
nés de Toral, éd. Restori, p. vu, who thinks that Isabel ica was 
the daughter of Francisco de Sotomayor, q. v. 

Isabel Ana, wife of Bartolomé de Arze ; both were in ihe 
company of Nicolas de los Rios, in Seville in 1609, ^^^ ^^ ^^^ 
company of Cristôbal de Avendano in 1622. This was probably 
the Isabel Ana who lived in the Calle del Infante, Madrid, in 
16 14, and who then belonged to the company of Pedro Valdés. 
See Life y Lope de Fega. p. 171, et passim. 

Isabel Ana, wife of Jusepe Luzon ; both were in the com- 
pany of Jerônimo Sanchez in March, 1624. In March 1623 she 
was in the company of Juan de Morales Medrano ; in Oct. 1638 
sheis designated a widow, and belonged to the company of Juan 
Roman. 

Isabel Antonia, actress, wife of Antonio Pinero. 

IsABEL Maria, « single woman » in the company of Juan 
Rodriguez deAntriago in April, 1639. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 4I3 

IsABEL Maria, actress in the company of Hernan Sanchez de 
Vargas in Seville at Corpus, 1621 when she received a gratuity 
of 500 reals for excellence in acting and for fine costumes. 

Iturrote (Juan de), actor in the company of Bernardo de la 
Vega in 1672. 

Jaqnta, V. Herbias and Vêlez. 

Jacinta Eugenia, actress, wife of Francisco Garcia, Pupilo; 
both were in the company of Esteban Nunez in 1648. 

Jalon (Maria Antonia), wife of Pablo Martin de Morales, 
and a member of his company in Seville in 1678. 

Jaraba (Garcia de), actor in the company of Cisneros and 
Melchor de Villalba in 1695-96. 

Jaraba (Juan de), member of thecompany of Alonso Riquelme 
in 1610. He was lessee of the two théâtres of Madrid in May 
161 3, for one year, for 8850 reals (JV.Z). p. 134), andagain in 
16 14-15. He furnished the painting and the properties of the 
carts at Corpus in 161 9 in Madrid. His wife was Lucia Martinez. 

Jerez (Juan de), member of the joint company of Andrés de 
Claramonte in June, 16 14, 

Jerje (Manuel) and his wife Ana de Torres belonged to 
thecompany of Manuel Vallejo in 1631. 

Jerônima, actress in the company of Sanchez de Vargas at 
Corpus in Seville in 1621, when she received a gratuity of 100 
reals. 

Jerônima, v. Rodriguez and Coronel. 

Jerônimo (Juan), v. Valenciano. 

Jerônimo (Miguel), actor in 1604 ; in the company of 
Riquelme in Seville, in 1607, and in Sept. 1623 with the com- 
pany of Manuel Vallejo. In 1630-31 he and his wife Isabel 
Hemandez, la Vêlera^ were in the company of Roque de Figue- 
roa. v. Rosell, I, pp. 168-9, ^"^ I^- PP- 224, 231; Cotarelo, 
Tirso^ p. 206. He is probably the Jerônimo who took the part 
of Fabricio in Lope de Vega's Sin Secreto no ay Ainor (1626). His 
full name was Miguel Jerônimo Punzon. 



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414 HUGO ALBERT RENNERT 

Jésus (Leonor Maria de), aaress in the company of Tomas 
Fernandez in 1636. Rosell, I, pp. 55, 405. She was the wife of 
Inigo de Loaysa, and both appeared in the company of Pedro de 
laRosain 1638-39 (?). Rosell,!, pp. 235, 380. They both appear- 
ed in Belmonte's play A un tiempo Rey y Vasallo in 1642. 

Jiménez (Diego) and his wife Jerônîma de Coronel were in 
the company of Tomas Diaz in Seville in 1643; in the com- 
pany of Juan Acacio in 1644 and with Lorenzo Hurtado's com- 
pany in Seville in 1645. Diego Jimenez died before 1648. 

Jiménez (Juan) appeared in the cast of Tirso de Molina's La 
Tercera de Sancta Juana (1614) in the company of Antonio de 
Prado. In 1643 he was in Bartolomé Romeros company in 
Seville. 

Jiménez (Jusepe) and his wife Vicenta de Borja were in the 
company of Baltasar Pinedo in March, 1617, and in the com- 
pany of Antonio de Prado in March, 1624. A Jusepe Jiménez 
was a musician and actor in the company of Olmedo in 1633 ; 
perhaps the same. Who the * Jusepe ' was who appeared in 
Juan Bautista's company in Lope de Vega's Nueva Victoria de 
D. GofiTialo de Cordcéa (1622), and in his Del Mante sale (1627), 
I am unable to détermine. 

Jiménez (Maria), actress, wife of Andrés de Abadia ; both were 
members of the company of Manuel Vallejo in Seville in 1633 
and 1640. 

Jiménez (Miguel), his wife Bernarda Teloy, and their daughter 
Bemarda Gamarra were in the company of Manuel Vallejo in 
163 1. In 1632 helived in the calle deFrancos, Madrid. 

Jiménez de Valenzuela (Pedro), autor de comedias in 1601; 
his wife was Maria de Salcedo. He and Gabriel Vaca had a com- 
pany in 1601-1602. In March, 1602, he had hisown company. 
He was a native of Toledo, and there is record of an instrument 
dated in that city on Jan. 10, 1602, in which Jiménez acknowl- 
edges a debt of 400 reals to Lope de Vega, evidently the price 
of acomedia. JV. D. p. 351. The latest notice of Jiménez thati 
hâve found is 1605. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 415 

Jordan (Pedro) belonged to the company of Antonio de 
Prado in Madrid in 1632, and again in Seville in 1639. See 
Rosell, I, p. 97; he had two sons who were also in Prado's 
company in 1632. 

JosEFA Maria, widow in 1639, when she appeared in two 
comédies in Truxeque. 

JosEFA Maria, wife of the actor Juan Inza ; both werc in the 
company of Francisca Lopez in Seville in 1663, and in Félix 
Pascual's company in 1665. 

JuANA (La SeSîora), actress in the cast of Lope de Vega's 
Hertnosa Ester (1610). 

JuANA Bautista, wife of Miguel de Miranda ; both were in 
the company of Juan Rodriguez de Antriago in 1637. 

JuANA Bautista, wife of the actor Felipe Lobato or Lobaco, 
q. V. 

JuANA Bernabela, actress, wife of Juan Rodriguez de Antriago 
and in his company in 1639. 

Juan Bautista, actor in 1604, and member ofthe company 
of Diego Lopez de Alcaraz in April, 1607 ; is this Juan Bautista 
Valenciano ? 

Juan (Miguel), musician in 1639. 

Juan (Pedro), actor in the company of Juana de Cisneros in 
Seville in 1660. 

JuANico, son of the gracioso Bernardo, called el Tuerto Lampa- 
rillay or Bernardo Medrano, q. v. Rosell, I, p. 288, and Res- 
tori's éd. of Lope's Los Gui^manes de Toral, p. x. There is a Jua- 
nico mentioned by Rojas, Viaje entretenidOy p. 52. 

JuAREz (Ana), singer and dancer in the company of Lorenzo 
Hurtado in Seville in 1642. 

JuAREZ (Cristôbal), actor, died in iéi6. His widow was D* 
Maria de Ocampo. 

JuAREz (Dionisia), wife of the actor Juan Marti nez ; both 
were in Cristôbal Ortiz de Villazan's company from Shrovetide 
1619 for onc year. 



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4lé HUGO ALBERT RENNERT 

JuAREZ (Juana), actress, sister of Juan Roman ; both belonged 
to the Company of Heraan Sanchez de Vargas in 1638. Shc 
was then a widow. 

JuLiANA, actress in the company of Bartolomé Romero (1637- 
43 ?), V. Rosell, I, p. 220. 

JuLiANA Antonia, sccond wife (1619) of Tomas Femandez de 
Cabredo, q. v. 

JusEPA Maria, actress in the company of Andrés de la Vega 
in 1635. In March, 1637, she is described as a widow. 

JusEPE, actor in the company of Juan Jerônimo Valencîano 
in 1622, appeared in Lop^'s Nueva Victoria de D. Goni^ab de Cor- 
doba; in 1627 he was in Heredia's company, taking part in 
Lope*s Del Monte sak. In 1639 he played old mens parts in the 
company of Andrés de la Vega, and appeared in Calderon's La 
Desdicha de la Vo^. The actor in the latter play is almost surely 
Jusepe de Carrion, as the company was Antonio de Rueda's. v. 
Rosell, vol. I, p. 372. 

JusTA RuFiNA, see Garcia (Rufina). 

Labadia (Juan de) actor : his wife Luisa de Robles îs descri- 
bed as a widow on June 19, iéi8 {N. D. p. 167). Sanchez- 
Arjona, p. 256, says that Juan de la Abadia and his wife Luisa 
de Robles were acting in the Coliseo at Seville, in 1627. See 
under Olmedo (Alonso de) and under Robles (Luisa de). 

Labaya (Andrés de) and his wife Francisca belonged to the 
company of Manuel Vallejo in 1631. 

Ladron de Guevara (Ana), actress in Jacinto Riquelme's 
company in Seville in 1652. 

Ladron de Guevara (Mariana), La Carbonera ?, was the 
second wife of Jerônimo Girbonera. She died shortly after Oa. 
3, 1643, the date on which her will was executed. Ntuvos Dates 
p. 330. V. Reyes (Mariana de los). 

Lamparilla, cl Ttierto, well known gracioso whose real name 
was Bernardo[Medrano?]. Hewas in the company of Avendano 
(Rosell, I. p. 214), and afterwards with Andrés de la Vega in 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 4I7 

1634, and in the company of Tomas Fernandez in 1636-37. 
Rosell^ 1, pp 288, 330. 

Lara (Inès de), wife of the famous autor de comedias Nicolas 
de los Rios in 1607. 

Lara (Juan de), actor in the company of Juan de Tapia in 
1602. 

Lara (Salvador de), actor, married Maria Candau after the 
death of her first husband, Cristôbal de Avendaiio (1635 ?). 
Thereafter he headed Avendano's company, which represented 
in La Monteriay in Seville, in the same year. S. -A. y p. 294. See 
under Avendano. 

Larrea (Diego de), actor in Madrid in 1584. 

Lastra (Andrés de la), actor indicted in 1606 for a quarrel 
with an alguacil. The name occurs in the cast of Turia's corne- 
dia La Belligera Espanola (printed in r6i6). Restori, Studj,p. 
92. 

Lastra (Diego de) of Toledo, had charge of the dances at 
Corpus in Madrid in 1587. 

Latras (Maria de), actress in the company of Manuel Vallejo 
in 1632 (?) Rosell, vol. I, p. 277. 

Leal (Antonio), dancer, singer and actress in the company 
of Manuel Vallejo in Seville in 1640. 

Leal (Luis), member of the company of Tomas Fernandez de 
Cabredo in 1619. 

Ledesma (Isabel de), wife of Luis de Castro : she acted at 
the Corpus festival of 1602 at the Villa of Borox. On June 18, 
1603 both became members of a joint company. 

Léon (Catalina de), wife of Juan Fernandez ; both were in 
the company of Juan Martinez in March, 1631, for one year. 

Léon (Cristôbal de). — We first read of him as an executor 
of the will of Juan Ruiz de Mendi in November, 1596. In 1610 
he was in the company of Lopez de Alcaraz. He had a company 
in 1615-1622. 

Léon (Diego de), actor in 1638. In 1639. 1640, and 1644, 



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41 8 HUGO ALBERT RENNERT 

he was in the company of Antonio de Rueda, playing thîrd parts 
and dancing. In 1639 he appeared in Gilderon's La Desdicha ii 
JaVœ^, 

Léon (Francisco de), atitor de comedias, « que es el mas anti- 
guo de los que hay en este Reyno y tiene su compania hecha 
de représentantes espaiioles », represented in Naples in March, 
1621. See Croce, / Teatri di Napoli, p. 91. The only Léon, 
antiguo knowledge is Melchor de Léon, q. v. 

Léon (Francisco de), actor in the company of Andrés de la 
Vega forone year from Feb. 25, 1638. A Francisco de Léon had 
a company representing xht autos ^x. Seville in 1674. 

Léon (Juan de), actor and musician. He died in the Calle de 
Caniarranas near the Posada Nueva, in 1645. There was a Juan 
Acevedo de Léon in Antonio de Prado's company in 1632 ;per- 
haps the same. 

Léon (Luis de), lessee of the corrales of Seville in 1617. See 
Lésa (Luis de). 

Léon (D* Maria Antonia de), wife of the celebrated actor 
Alonso deOlmedo, el M(k;Oj q. v. 

Léon (Melchor de), one of the early Spanish autores de come- 
dias, He had a company in 1586, and represented two autos in 
Seville in 1590 and 1597, and in the former year his company 
represented a number of times in Madrid, beginning on Dec. 6. 
Bulletin Hispanique, (1906), p. 370. He belonged to the company 
of Jiménez de Valenzuela and Gabriel Vaca in April, 1601 ; lie 
had a company in 1602, and was one of the eight autores ^\\i\ïO' 
rized by the decree of 1603. In iéo6 he again represented two 
autos at Seville, receiving 700 ducats. In 161 1 he is called Melchor 
de Léon Diez de Vascones, and produced for the first time Tirso's 
Villana de Vallecas in 1620, and visited Brussels wiih his com- 
pany in Sept. 1629. A^ D, P- 218. He first represented Luanda 
perseguida, one of Lope's earliest comedias. 

Léon, musician and actor in the company of Alonso Riquelme 
in Seville. in 1607. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 419 

Leonardo (Antonio), actor in Valencia in the company of 
Antonio de Ordaz in 1664; ^^ ^^7^ î" ^^^ company of Anto- 
nio de Escamilla ; in 1672 with Manuel Vallejo, playing fourth 
parts; in 1673 with Félix Pascual, and in 1681 with Agustin 
Manuel. He was originally a musician and married Lucia Fer- 
nandez. He afterwards married a nièce of Maria de Q)rdoba. 

Leonor Maria, wife of Cristôbal de Montoya, both were of 
Granada and belonged to the company of Juan Acacio in Seville 
in 1619. 

Lésa (Luis de), lessee of the corral de Doha Elvira in Seville 
in 1619. Nuevos Datosy p. 174. Sanchez-Arjona, p. 180, saysthe 
lessee was Luis de Léon. 

Leyzalde (Domingo de), son of Miguel de Leyzalde and 
Maria Lopez. He was in the company of Melchor de Léon in 
1586. 

Leyzalde (Miguel de), v. the preceding. 

Lezcano, actor in the company of Avendafio. His name occurs 
in the cast of Lope's Celos con Celos se curan, the Ms. of which 
bears a censura dated 1625. The name is also in the cast of Lope's 
El Poder en el Discreto (1624). 

LiMOS (Juan de), autor de comedias in Madrid in 1583-84, and 
in Seville in 1585. Cotsivéoy Lope de Pueda y p. 54. His wife (1586) 
was Juana Manzano. 

Linares (Pedro de), actor in the company of Andrés de la 
Vega, March 20, 1638. He is mentioned as an autor in the same 
year, when he represented the autos at Estremera. Prior to this, 
in 1632 (?) he was a member of the company of Antonio de 
de Prado. Rosell, vol. L pp. 29, 97, 322. In Dec. 1638 he 
played old men's parts in the company of Luis Lopez. 

LiNAN (Domingo), autor in charge .of autos in Seville in 1633. 
He was an actor in 1634. 

LoAisA (José), actor in the company of Carlos de Salazar in 
Seville in 1676. 

LoAYSA (Fulgencio de), actor in the company of Jeronimo 



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420 HUGO ALBERT RENNERT 

Sanchez in March, 1623. He played fourth parts in a joint Com- 
pany with Gabriel and Antonio Cintor and Luis Bemardo de 
Bovadilla in Feb. 1638. The name Loaysa (in ail probabilîty 
Inigo) appears in the cast of La Guarda cuidadosa by Miguel 
Sanchez (161 5). See the following. 

Loaysa (Inigo de) and his wife Leonor Maria de Jésus were 
in the company of Tomas Fernandez in 1636-37. Rosell, vol. I. 
pp. 151, 288. In 1638 he represented an auto in Seville, and 
was in the company of Luis Lopez and Juana de Espinosa prior 
to Sept, 30, 1643, when he is mentioned as deceased. N. D,, p. 
330. In 1642 he and his wife appeared in Belmonte's-4 un tiempo 
Rey y Vasallo, S.-A., p. 295. He is said to hâve been stabbed to 
death in Valencia, in the calle de la Mayuda, near the calle de 
la Olivera, while announcing the play for the following day. 
Perhaps there is confusion hère with Inigo de Velasco, q. v. 

Loaysa (José), actor in the company of José Carrillo in 
1663. 

Loaysa (Pedro de) and his wife (name not given) were in 
Domingo Balbin's company in Seville in 1613. 

Loaysa (Petronila de), wife of the actor Luis de Toledo ; 
both were in the company of Antonio de Prado, appearing in 
Tirso's La Tercera de Sancta Juana, and in the company of Juan 
Acacio in Seville at Corpus, in 1619, when she received a gra- 
tuity for acting in the auto La Ninfa del Cielo. 

LoBACO (Ambrosio), actor, died in 1635. He resided in the 
calle de San Agustin, Madrid. His son (also an actor ?) died in 
the previous year. 

LoBACO or LoBATO (Felipe), actor in the company of Feman 
Sanchez de Vargas for one year from Feb. 22, 1633. Later, 
(1636-39 ?), he was in the company of Tomas Fernandez. Rosell, 
vol. I. p. 381. His wife was Juana Bautista. 

LoBACO (Josefa) and her husband, José Frutos, were in the 
company of Antonio de Prado in Seville, in 1632, and in the 
same company in 1639. See also Rosell, vol. I, pp. 127, 174, 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 421 

193, 270, 322, 351. On the death of her husband she entered 
the convent of Santa Clara at Illescas, where she died. 

LoBiLLo. V. Ferez Lobillo. 

LoBiLLO (Francisco) and his wife Ana Maldonado, both of 
Madrid, were in the company of Juan Acacio in Seville, in 
1619. 

Lofez ÇAï>mAs\ autor de comedias in Salamanca in 1650. In 
this and the following year he also represented at Corpus in 
Seville and in La Monteria. In Jan. and Nov. 1653, ^^^ company 
represented privately before the King. In 1657 he played first 
parts in the company of Diego Osorio, and in 1659 he had a 
company in Naples (in the Teatro dei Fiorentini) wich included 
his mother, two sisters and a brother. Croce, I Teatri di Napoliy 
p. 146. He had a company as lateas 1671. 

LoPEZ (Andrés), actor in the company of Claramonte in 
1614. 

LoPEZ (Beatriz), actress and singer in the company of Pedro 
de Ortegon in Seville in 1635. There was a Beatriz Lopez, sister 
of Adrian Lopez, who was upon the stage in 1659 and 1670, v. 
Lopez (Adrian). 

Lopez (Bernardo), actor in the compaiiy of Francisca Lopez 
in Seville, in 1660 aod 1664. I^ ^^7^ ^^ was second gracioso in 
the company of Antonio de Escamilla; in 1672 and 1673 ^^ 
was with Manuel Vallejo ; in 1675 again wîth Escamilla and in 
1676 again with Vallejo. Sanchez-Arjona conjectures that he 
may be the celebrated gracioso Bernardo Lopez del Campo, who 
afterwards retired to Granada and kept a shop. 

Lopez (Cristôbal), lessee of the théâtres of Madrid in 1609, 
1611, i6i2and 1615. 

Lopez (Damiana), actress in the company of her brother 
Adrian Lopez, in Naples, in 1659, and played first parts also in 
the company of her brother, in 167 1. 

Lopez (Francisca), actress, famous in the play La Nina de 
Game:(^ Arias, was the sister of Luisa and José Lopez, and the 



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422 HUGO ALBERT RENNERT 

wife of Gaspar de Segura. She managed a company in Seville in 
1660, '61, '63 and '64. In 1663 she is called : « widow of 
Gaspar de Segura ». In 1677 she was in the company of Agustin 
Manuel de Castilla. 

LoPEz (Francisco). — There seem to hâve been at least t^o 
actors by thisname. In 1629 Francisco Lopez, autor de comedias 
represented in the Coliseozt Seville, and in 1630 in La Monteria. 
His wife was Damiana Pérez, and his name occurs on the books 
of the Cofradia de la Novetuiy in 1632, 1633 and 1635, in whlch 
latter year he was in Valencia {S.-A,, p. 261). This is, in ail prob- 
ability, the Francisco Lopez whose company represented sever- 
al comedias privately before the King in June, 1632, and in 
1633. On May i, of the latter year he produced Lope's Si no vie- 
ran lus Mugeres, v. Averiguador. Vol. i, and in the previous year 
(1632) he and Manuel Vallejo represented the autos in Madrid. 
N. D. p. 225. He died in 1653. S.-A, p. 26i.Therewas a 
Francisco Lopez who, according toPellicer(Vol. 11. p. 59), mar- 
rîed Feliciana de Andrade and died in 1669. We learn from 
Croce, / Teatri di Napoliy p. 125, that Francisco Lopez and his 
wife Feliciana de Andrade, the mother of Josefa Lopez, called 
Pepa la hermosa, were in Naples, in 1639. There was also a Fran- 
cisco Lopez who played fourth parts in the company of Antonio 
deRuedain 1640, his wife, Isabel Lopez, playing third parts 
and the harp inthesame company. S. -A p. 337. Both are said 
to hâve been previously in the companies of Juan Bautista and 
Pedro de la Rosa. Ibid,y p. 261. In 1656 Francisco Lopez was in 
the company of Antonio de Castro. Ibid. p. 410. 

Lopez (Gabriel), actor at a Corpus festival at the villa of Borox 
in 1602. 

Lopez (Hernando), member of the company of Félix Pascual 
in Seville in 1665. 

LoPEZ (Isabel) played third parts in the company of Antonio 
de Rueda in Seville in 1640. Her husband, Francisco Lopez, 
played fourth parts in the same company. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRRSSES 423 

LoPEZ (jAaNTo) played in the company of Luis Bernardo de 
Bovadilla for one year from Feb. 4, 1637. In 1639 he had 
charge of the music (cantar y poner los ionos) at the Corpus festival 
in Valdemoro. 

LoPEZ (Jerônimo), autor decomediasy who diedin 1610, accor- 
ding to Pellicer, but whom Suarez de Figueroa, Pla:(a Universaly 
p. 336. mentions as still living in 161 5. v. Life of Lope de Vega^ 
p. 223. 

LopEZ (José), actor in the company of Matias de Castro in 
Seville in 1673. 

LoPEZ (Josefa), sister of the autora Francisca Lopez, and wife 
of Jerônimo de Heredia. She was the daughter of Francisco 
Lopez and Felîciana de Andrade, and was called Pepa la fjermosa, 
She was in the company of Francisca Lopez in 1660, and she 
and her husband werein the company of José Carrillo in 1663. In 
1668 she belonged to the company of Francisco Gutierrez. 

Lopez (Juan), second gràcioso and harpist in the company of 
José Garceran in Seville in 1657; his wife, Ana de la Paz, playing 
fifth parts in the same company. He afterwards married Maria 
de Médina, daughter of the autor Francisco de Médina, and was 
gràcioso in Medina's company in Seville in 1670, and in that of 
Carlos de Salazar in 1676. At the close of the seventeenth cen- 
tury there was another actor named Juan Lopez, who married 
Maria Bernardez and played second barbas and third galanes. 

Lopez (Juan), actor in the company of Bartolomé Romero in 
1638, and in ail probability the same Juan Lopez who was in 
Figueroa's company (in 1630-31 ?), and who was called « el 
gran Juan Lopez ». Rosell, vol. I, p. 168, and p. 224, in the Loa 
segunda, which seems to hâve been represented by Figueroa in 
1632. In the Lîbros de la Cof radia a Juan Lopez, el Terrero, is 
mentioned, who died in 1658 : perhaps the same. 

Lopez (Luis), v. Lopez de Sustaete. 

Lopez (Luis), second gràcioso in the company of Pablo Mar- 
tin de Mora'esin Seville in 1678. 

RE^UE HISPANIQUE. XVI. 2& 



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424 HUGO ALBERT RENNERT 

LoPEz (Luisa), daughter of Luis Lopez de Sustaete, was well 
known as an actress in Seville in 1637, while in the company 
of her fatber. She married Vicente Domingo and was again in 
her fathers company in 1645 and in the company of Juan Pérez 
de Tapiain Seville in 1662. She was then living in Cadiz and 
came to Seville to take part in the autos, receiving 11 00 reals. 
In 1673, then a widow, she was again upon the stage in the 
company of Matias de Castro, acting in La Monteria, in Seville. 
In 1680 she was in the company of Jerônimo Garcia. Càlderon 
DocumentoSy 1. p. 365. According to Pellicer, 11. p. 145, shedied 
in 1699. 

Lopez (Magdalena), widow of the actor Pedro Camacho, 
was a member of the company of Jerônimo Vallejo in 1660. 
She had a company in Seville in 1674, 1675 and 1677. 

Lopez (Maria), mother of the actor Domingo de Leyzalde 

(1586). 

Lopez (Maria), or Maria Lopez Ferrer, actress, took part in 
four comedias in 161 9 in the villa de Buendia. 

Lopez (Maria), daughter of Luis Lopez de Sustaete and wife 
of Francisco Gutierrez (1643); both were in the company of 
Luis Lopez de Sustaete in that year and in 1650. Her first hus- 
band (1633), was Diego de Santiago, autor de comedias. She died 
in 1651, leaving two children : Luis and Juana Gutierrez, q. 
v. 

Lopez (Martin), actor in the company of Pedro de Ortegon 
in 1635. 

Lopez (Matias), actor ? witness to the marriage of Lopez de 
Alcaraz and Catalina de Carcaba on Dec. 19, 1610. 

Lopez (Micaela), wife of the autor de coniedias Pedro de Orte- 
gon; she played first parts in his company in Seville in 1635. 

Lopez (Micaela), wife of Bartolomé de Robles (1621). In 
February, 1625 a Micaela Lopez is the wife of the actor Diego 
Gomez Varela, and both were in the company of Manuel Va- 
llejo. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 425 

LopEz (Paula), played second parts in the company of Juan 
Antonio Carvajal in 1681. 

LopEZ (RosENDo), actor in the company of Agustin Manuel de 
Castilla in 1677, 1678; with José Garcia de Prado in 1679 and 
Juan Antonio de Carvajal in 1681. 

LoPEZ (Vicenta), wife of Francisco de Sotomayor. She had 
a daughter Isabel (v. Isabelica); ail were members of the com- 
pany of Roque de Figueroa in 1631-32. Cotarelo, Tirso, p. 206. 
Rosell, vol. I. p. 224. Vicenta Lopez played segundas damas. Id. 
p. 232. 

Lopez de Alcaraz (Diego), native of Cuenca and well known 
aulor de comedias. He was an actor in the company of Osorio 
(Rodrigo ?) in July, 1594, but had a company as early as 1596, 
and first produced Lope de Vega's comedia El Soldado Amante. 
About this time he married Magdalena Osorio, daughter of 
Rodrigo de Osorio, and represented the autos at Madrid in 1599. 
On Decbr. 19, 1610, he married Dona Catalina de Carcaba in 
Madrid. In 1605 he represented two autos at Valladolid. He 
was one of the eight autores authorized by the decree of 1603, 
and one of the twelve authorized in 161 5. The latest mention of 
h^mis in March, 1622. 

Lopez Basurto (Diego), actor in the company of Alonso 
Riquelme in i6oé and 1 610, in which latter year he appeared in 
the cast of Lope de Vega's La buena Guarda. 

Lopez del Campo (Bernardo), gracioso in the company of 
Francisco de la Calle in 1660. He died in Granada in 1705. 

Lopez Cautivo (Juan) had charge of the dances at Corpus 
festival in Madrid in 1582. 

Lopez Maldonado (Juan), minstrel in the company of Jerô- 
nimo Ruiz and others in Madrid, in 1592. 

Lopez de Pintarroja (Juan), aaor in the company of Félix 
Pascual in Seville in 1665. 

Lopez de Quirôs(Bartolomé), born in Toledo, autor de come- 
dias m Madrid in 1586, when he began his représentations on 



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426 HUGO ALBERT RENNERT 

January 12 : he brought out the auto La Apocalipsis de S. Juan 
at Seville, in 1586, and had a company in Valencia in 1589. 
He is menlioned by Rojas, Fiajé Entretenido, p. 362, as a well 
known actor. 

LoPEZ DE SusTAETE (Luis), native of Segovia, and autor dt 
coniediasm 1634 in Seville at Corpus, and also in 1637, 1645, 
1646, 1649 and 1650. He represented in Toledo in 1639 and 
1640, and in the latter year his company acted privately before 
the King in the royal Palace and Buen Retiro, and his company 
and that of Damian Arias represented at Corpus in Madrid. In 
1643 ^^ ^^^ a company with Ana de Espinosa, and in Oa. 1648 
had a company in Granada. His wife (before 1634) was Angela 
Corbella, by whom he had the foUowing children : Maria, Luisa 
or Josefa Luisa, Micaela, Francisca and Francisco Manuel Lopez. 
In 1640 his wife was Jacinta de Herbias (Averiguador, i. p. 125). 
In 1645 his wife was Francisca Lopez, who acted in his company 
in that year. 5.-^, p. 374, where a list of his company is given. 

LopEZ DE SusTAYA (Jerônimo) and his wûfe Isabel Rodriguez 
of Madrid, belonged to the company of Antonio Granados for 
two years, from March 5, 1602, when Jerônimo Lopez was 10 
give to Granados the foUowing comedias : San Reymutido, hs 
Cahalleros nuevos, La Fmnsanta de Cordoba and El Trato de la 
Aldea^ « which he has bought from the poets who wrote them j*. 
On may 21 , 1603, he belonged to the company of Juan de Morales 
Medrano. 

Lorenzo (Gaspar), actor ? witness to the marriage of Jusepa 
Vaca and Juan de Morales on Dec. 27, 1602. An actor named 
Lorenzo appeared in Tirso's La Tercera de Sanctajuana (licensed 
in iéi6) and in the cast of La Guarda cuidadosa by Miguel San 
chez (printed in 1615). Both plays were evidently represented 
by the same company. Could this Lorenzo be Lorenzo Hur- 
tado? 

LosA (Juan de) had a company of volatines in La Monieria, 
in Seville, in March, 1632. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 427 

LoYA (Francisco de), actor in the company of Diego Lopez de 
Alcaraz in 1607. 

Loyola, of Toledo, actor mentioned by Rojas, Viaje, p. 362, 
among the best known at that time (1603), and who says that 
he was the author of the comedia Audalla, Ibid,, p. 126. 

LuciA, actress in thecast of Lopes El Sembrar m buena Jierra 
(161 6). Perhaps Lucia de Salcedo, q. v. See also Lucia Sevi- 

LLANO. 

LuDENA (Hernando de), actOF in the company of Cisneros in 
1587. 

Luis, actor in the company of Alonso Riquelme in 16 10. 

LuiSA Ambrosia, widow, actress in the company of Juan 
Roman in 1639. 

LuisA Antonia, wife of Vicente Domingo ; both were in the 
company of Francisco Gutierrez in Seville in 1668. 

LuiSA, la musica, in the company of Antonio de Prado in 
1639. 

Luis (Juan) bought out one of the carros at Corpus in Seyille 
in IS77- 

Lujan, V. LUXAN. 

Luna (Hernando de), autor in charge of the auto Las Cortes 
de Cristo in Seville in 1592. 

LuQUE ? (Miguel), actor in the company of Antonio de Rueda 
in Seville in 1644. 

LuxAN (Micaela de), famous actress and amiga of Lope de 
Vega, who célébrâtes her in his sonnets under the name of 
Lucinda or Camila Luzinda. She was the mother of several of 
his children. Of thèse Mariana and Angelilla, then quite young, 
were living with their mother in Toledo in 1603 ; what became 
of them we do not know. A daughter, Marcela, was born in 
1603, who became a nun and died in 1688, and a son Lope 
Félix, born in 1607, ^'^^ became a soldier and died in 1634. 
Lope's relations with Micaela de Luxan were continued until 
about 16 14; after that we hear nothing of her. She must hâve 



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428 HUGO ALBERT RENNERT 

been a famous actress, for Suarez de Figueroa mentions her in 
his Pla^^a Universal (161 5) among the most celebrated comedianUs 
then living. Despite this faa the name Micaela de Luxan occurs 
nowhere in the theatrical annals that hâve been preserved. See 
Life of Lope de Vega, passim, 

LuzoN (JusEPE de) and his wife Isabel Ana were in the Com- 
pany of Jerônimo Sanchez in March, 1623. 

Llorente (Pedro) and his wife Maria de Morales were in 
the Company of Tomas Femandez for one year from Nov. 12, 
161 1. They received 8 reals for maintenance daily and 20 reals 
for each performance, besides travelling expenses for the couple 
and one servant. Both took part in the Corpus festival at Seville 
in 1617. Llorente lived in the calle del Infante, Madrid, and 
died on January 30, 1621. He was one of the twelve autorts 
authorized by the decree of 1615. 

Madera (Antonio de), aCtor in the company of Luis Ber- 
nardo de Bovadilla for one year from March 4, 1637. 

Madrid (Juan de), actor in the cast of Tirso's La Tercera de 
Sancta Juana, dated 16 14. 

Maire (Francisco) and his wife Jacinta Vêlez took part in 
the Corpus festival at the villa de Algete in 1636, she playing 
first parts. 

Malaguilla (Juan de), actor in a joint company with Feman 
Sanchez de Vargas and others in March, 1634; he had a com- 
pany in 1636-39. There was a Juan de Malaguilla who played 
third and fourth parts in the company of Sebast. de Prado and 
Juan delà Calle in 1659; he was harpist in the company of 
Escamilla in 1664, 1665, 1670, 1675 and 1676; in 1674 with 
Simon Aguado and in 1681 with Manuel Vallejo. 

Malaguilla (Valerio de), harpist in the company ofAgustin 
Manuel in 1677 and 1678 ; with José Antonio de Prado in 1679 
and with Manuel Vallejo in 1681. 

Maldonado (Alonso), member of the company of Andrés de 
la Vega in Fcbruary, 1638. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 429 

Maldonado (Ana), wife of Francisco Lobillo ; both were of 
Madrid, and belonged to the company of Juan Acacio in Seville 
in 1619. 

Maldonado (Gaspar), ministril in Madrid in 1584. 

Maldonado (Juan Lopez), ministril in the house of D. Garcia 
de Mendoza, Viceroy of Peru, at Lima, in 1588, receiving 
200 ducats peryear. He his first mentioned in 1577. 

Maldonado (Juan de), actor in Madrid in 1631; he played 
old men's parts in the companies of Juan Roman and Juan Rodri- 
guezde Antriago in 1639. 

Maldonado (Dona Melchora), widow of the mm«/n7 Alonso 
de Morales (1577-1624). She was the daughter of Juan Lopez 
Maldonado, ministril, and was still living at the death of her 
husband, on February 22, 1624. 

Maldonado (Pedro), autor de comedias in March, léii, when 
he lived in the calle de Cantarranas with his wife Magdalena de 
Chaves. In March, 1621, he and his wife Jerônima Rodriguez 
were in the company of Juan de Morales Medrano. His name 
appears in the cast of La belligera Espahùla (printed in 1616). v. 
Restori, Studj. p. 92. 

Manso (Bartolomé) and his wife Angela de Torrado belonged 
to the company of Andrés de la Vega in Feb. 1636. He died in 
the calle de Cantarranas on July 26, 1652. In the parîida de difun- 
don his wife is called Maria Torrada. 

Manso (Francisca), daughter of the preceding, played third 
parts in the same company in 1636. She ^X^cy ta primeras damas, 
apparently in the same year, in the company of Tomas Fernandez. 
Rosell, I, p. 288. 

Manuel, actor in Lope de Vega's Nueva Victoria de D, GonT^alo 
de Cordoba{i622), Is this perhaps Pedro Manuel ? 

Manuel (Jacinto), actor in the company of Francisco Gutierrez 
in Seville in 1668. 

Manuel (Juan), segundo barba in the company of Manuel 
Vallejo in 1672, and in Simon Aguado's company in 1674. 



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430 HUGO ALBERT RENNERT 

Manuel de Castilla (Agustin). V. Castilla. 

Manuel de Castilla (Pedro). V. Castilla. 

Manzano (Juana), wife of the autor de comedias Juan limos, 
in 1586. Bull, Hispanique (1906), p- 366. 

Manzanos, gracioso représentante mentioned in Gu^man de 
Alfarache. 

Marcos, actor in the caste of Lope de Vegas La Competencia 
en los Nobles (1628) and Del Monte sale (licensed in 1628). He 
and his wife Josefa were in Avendafio's company in 1630-31 (?). 
Rosell, I, pp. 84-230. 

Margarita, la Portuguesa, actress in the Entremeses of Benavente. 
Rosell, vol. II, p. 339. V. HiTA (Juana Margarita de). The 
name Margarita occurs among the players in Lortnzo Hurtado*s 
Company (1632-163 5 ?). Rosell, vol. I, p. 29. On the following 
page she addresses Bernardo, — an actor in the same company, 
with the words : \ Ay, marido de mi vida ! 

Maria Angela, wife of Gregorio de Morales, was in the com- 
pany of Francisco Solano in 1637. 

Maria Francisca, actress in the company of Francisca Lopez 
in Seville in 1663, and with Man. Vallejoin 1679-81. 

Maria Gabriela or Marigraviela, actress in the company of 
Alonso Riquelme in Seville in 1607, and in that of Andrésde 
Claramonte in 16 14. 

Maria Laura, actress in the company of Jerônimo Garces in 
1680. 

Mari AN A, appeared in Lope's La buena Guarda (16 10) in 
Riquelme's company. 

Mariana Jacinta, of Madrid, widow, singer in the company of 
Ortiz de Villazan in Seville in 16 19. 

Mariflores, V. Flores (Maria de). 

Maritardia, V. Tardia (Maria). 

Marin (Antonio), gracioso in the company of Manuel Vallejo 
in Seville in 1640. Prior to this, in Feb. 1632 he belonged to 
the company of Juan Ruiz, and in 1642 w^as in the company of 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 43 1 

Pedro de la Rosa. In 1652 he and his wife Teresa de Garay were 
acting in La MontertUy Sévi lie, in the company of Jacinto 
Riquelme. His daughterwasalso an actress in 1642(5-^4, p. 295). 
He died in 1655. iWrf., p. 341. 

Marin (Juan), escultor, took part in the dances and in the auto 
El Martirio de S. Esteban in Seville in 1 569. 

Marina, v. Munoz (Marina). She was Maria or Marina de 
Aguilar. 

Martel (Bernardo), lessee of the théâtre in Alcala de Henares 
in 1638. 

Martin (Vicente), actor in the company of Alonso Velazquez 
in 1598, at Corpus, in Seville. 

Martin de Morales (Pablo), auior de coniedias in Seville in 
1678-79. His wife was Maria Antonia Jalon. 

Martinazos, auior de comedias, praised by Rojas, Fiaje entrete- 
nidOj p. 91. Solano (Augustin) and Nicolas de los Rios were in 
his company. 

Martinelli (Angela), famous Italian actress, wife of Drusianô 
Martinelli, acting in Madrid in 1587, in her husband's company, 
/ Confidenti, 

Martinez (Alonso), actor in the company of Jerônimo 
Velazquez in 1590; he was in Baltasar Pinedo's compnny in 
Seville at Corpus, in 1603. Cervantes in his comedia La gran 
Sultana, Act. III. {Comedias, éd. 1794, vol. II, p. 98), speaks of 
Martinez as already deceased (probably some time before 161 5), 
and says of him that he was the inventor of the dan:^as canladasy 
which he introduced in place of the entremeses, 

Martinez (Ambrosio), a Portuguese, and famous musician and 
composer, about 1630. His wdfe, Maria de Prado, was the daughter 
of Antonio de Prado. 

Martinez (Ana), sister of Alonso Martinez, and member 
of Pinedo's company in 1603, receiving a gratuity of 400 reals 
in that year. 

Martinez (Angela), actress in the company of Juan Pérez de 
Tapia at Corpus in Seville in 1662. 



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432 HUGO ALBERT RENNERT 

Martinez (Antonio), husband of Isabel de Cordoba, and 
father of the famous Maria de Cordoba y de la Vega. He was 
an autar de comedias in Madrid in 1609. In 1621 he is styled 
alquiladar de hatos, i. e. a hirer ont of costumes. He took pan 
in the Corpus festival at Madrid in 1628, and is again mentioned 
in 1632. 

Martinez (Cebrian), actor, in charge of wardrobe in the 
Company of Bartolomé Ron^iero in Februar}', 1631. In 1639 he 
belonged to the company of Antonio de Prado in Seville. 

Martinez (pRANasco), aaor in the company of Alonso 
Riquelme in Seville at Corpus, 1607. 

Martinez (Francisco), member of the company of Andrés de 
la Vega in 1638 and 1639. 

Martinez (Jerônimo), actor in Madrid in 1584. 

Martinez (Jerônimo), member of the company of Jerônimo 
Sanchez in 1623, and in 1639 in the company of Juan Roman. 

Martinez (Juan) and his wife Dionisia Suarez or Xuarez were 
in the company of Cristôbal Ortiz de Villazan in Feb. 16 19. 
He was an autar de comedias « of those named by His Majesty », 
from 1624-1636. On July 11, 1633 he represemed a comedia 
privateiy before the King and in 1636 represented eight comedias 
before Philip IV. 

Martinez (Juan), segundo gracioso in the company of Magdalena 
Lopez in Seville in 1677. 

Martinez (Lucia), wife of Juan de Jaraba, lesseeof the«?rrtffcr 
of Madrid in 1613-1615. 

Martinez (Luis), autor de comedias in Madrid in 1586. 

Martinez (Luisa), wife of the autor de comedias Juan Granado 
in April, 1605. 

Martinez (Maria), mother of Juan Francisco Ruiz and wife 
of Damian Ruiz. AU were in the company of Manuel Vallejo in 
1631. 

Martinez (Miguel), dancing master in charge of dances at 
Corpus in Madrid, in 1603. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 433 

Martinez (Miguel), actor in the company of Baltasar Pinedo 
in 1613; in 1619 and 1620 he was in the company of Tomas 
Femandez. He and his daughter (name not given) were in the 
company of Jerônimo Sanchez for one year from March 27, 
1623. 

Martinez de Grajales (Pedro), actor in the company of 
Gasparde Portes, May 1 597-1 599. 

Martinez Maldonado (Francisco), actor in the company of 
Alonso Riquelme for one year from Jan. 1606. 

Martinez de Mora (Diego) and his daughter Mariana aaed in 
Brihuegain 1636. 

Mata (Ana Maria de la), wife of Diego Casco y Rojas ; 
both were members of the company of Heman Sanchez de Var- 
gas in January, 1633. 

Mata (Antonio de) and his wife Josefo Nieto, were members 
of the company of Jacinto Riquelme in Seville, in 1652. 

Matias Quan) or Juan Marias Molina (?) was harpist in the 
company of Avendano in 1632. His wife was Ana de Molina, 
in the same company. Cotarelo, Tirso, p. 203 ; Rosell, vol. I, 
p. 86. In 1636-1638 he was in the company of Tomas Feman- 
dez. In 1640 he was segundo barba and musical director in the 
company of Antonio de Rueda in Seville. 

Matos (Juan de) of Seville, actor and bailarin in the company 
of Antonio de Prado, apparently in 1636. See Rosell, vol. I, 
pp. 97,101. I présume that the Loa of Benavente's in which 
Matos appeared belongs to about this date from the Êia that Mala- 
guilla (Ibid.y p. 99), had a company at that time. 

Maynel or Mayuel (Jerônimo), actor in the company of Jerô- 
nimo Velazquez in 1 590. He is mentioned by Suarez de Figueroa 
as being deceased before 161 5. 

Maxara (Miguel), actor in the company of Pedro de Orte- 
gon in Seville in 1635. 

Mazana (Antonia), v. Mazana (Manuela Antonia). 

Mazana (Juan) and his wife Dorotea de Sierra appeared in 



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454 HUGO ALBERT RENNERT 

Lope de Vega's El Bra:{il restituido (1625) in the company of 
Andres de la Vega, v. Modem Lang. Review, Jan. 1906. He was 
in Antonio de Prado's company, with his daughter (called la 
Nina de Mazana, or la Nina de Dorotea), about 1630-32, v. 
Rosell, vol. I, pp. 97, 322, 351. He was again in Prado's com- 
pany in Seville at Corpus in 1639 and in Sept. 1642. He was 
probably divorced from Dorotea de Sierra before May 30, 1642, 
when he was a musico in Prado's company and is described as 
the former husband of Dorotea de Sierra (N. D., p. 329). The 
name Juan Manzano (sic) appears in the cast oïLa Pacitncia en la 
ForUina (about 1640). Restori, SUidj. p. 143. 

Mazana (Jusepa), sister of Manuela Mazana, actress in the 
company of Antonio de Prado in Seville in 1639. 

Mazana (Manuela Antonia), daughter of Juan Mazana and 
Dorotea de Sierra, and wife of Lorenzo de Prado. Both belonged 
to the company of Manuel Vallejo in 1640, and to the company 
of Luis Hurtado in Seville in 1642, she playing second parts at 
the Corpus festival. Lorenzo de Prado died of the pest in ié49(?), 
after which she married Manuel Garcia, cal!ed Asadurilla. Rosell, 
vol. Il, p. 340. According to the Ms. of the Lihros de la Cofradia, 
partly published in Gallardo, Etisayo, vol. II, p. 676, Manuela 
afterwards married Diego de Santa Cruz Caballero. Certain it is 
that Diego de Caballero and his wife Antonia (sic) Mazana were 
in the company of Francisco Gutierrez in Seville in 1668, and 
in ihe company of Matias de Castro in 1673; hère she is called 
Manuela Mazana. Sanchez-Arjona, p. 460. 

Mazo (Alejandro), actor ? His widow, Mariana de Alarcon, 
was in the company of Diego Vallejo in Seville, in 16 19. 

Médina (Catalina de), wife of Francisco de Salas; both were 
in the company of Manuel Vallejo in 1631. 

Médina (Diego de), cobrador in the company of Antonio de 
Prado in 1632, and in the same company in Seville in 1639. 
His wife, Magdalena Fernandez, also acted in Prado's company 
in 1632. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 435 

Medina (Francisca de), wife of José de Mendiola ; both 
belonged to the company of Magdalena Lopez in Seville, in 
1677. 

Medina (Francisco de), actor in the company of Alonso de 
Olmedo on Oct. 29, 163 1, when he was received into the 
Cofradia de la Novena. He was with Juan Acacio in Seville at 
G>rpus, in 1644; with Lorenzo Hurtado in 1645, and with 
Luis Lopez de Sustaete in 1650. In 1652 he was wdth Jacinto 
Riquelme, also in Seville, and in 1670 he had a company in La 
Moftleria, Seville. He had three daughters : Maria, Josefa and 
Paula, and a son Cristôbal. 

Medina (Jacinta de), actress in the company of Luis Lopez de 
Sustaete in Seville ai Corpus, 1645. 

Medina (Jerônimo de), actor in the company of Juan Roman 
in October, 1638. 

Medina (Josefa de), daughter of Francisco de Medina ; she 
died in Seville in i67o(?), « despehada de una tramoya ». Sanchez 
Arjona, p. 452. 

Medina (Maria de), actress in the company of Antonio Gra- 
nados in Seville, at Corpus, in 16 18, when she received a gra- 
tuity of 100 rcals, for excellence in the auto Sanson. She was in 
Domingo Balbin's company in Sept. 1623. 

Medina (Maria de), daughter of Francisco de Medina and wife 
of Juan Lopez in 1676, when both belonged to the company of 
Carlos de Salazar in Seville. 

Medina (Paula de), sister of the preceding ; she married Ale- 
jandroGuzman. 

Medina (Pedro de), took part in the Corpus festival at Seville 
in 1559, '60 and ^69. 

Medrano (Bernardo de), first gracioso in the company of 
Luis Bernardo de Bovadilla in Feb. 1637. In Feb. 1638, he was 
in the company of Alonso de Olmedo and Luis Bernardo de 
Bovadilla. There was a Bernardo, gracioso, in the company of 
Lorenzo Hurtado, about 1632-35 (?). V. Rosell, vol. 1, p. 29. 



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43 6 HUGO ALBERT RENMERT 

Perhaps this was Medrano. He was also in Avendano's company. 
Ibid.y p. 62, V. Lamparilla. 

Medrano (Juan de), son of the preceding, and in the same 
company in 1638. He is probably the « Juanico, hijo de Ber- 
nardo », in Roseli, vol. I, pp. 288, 330. The date of the Loa on 
p. 288, is probably 1636. 

Mejia, actor in the cast of Belmonte's play A un tiempo Rey y 
Vasallo in 1642. 

Melocoton (José), musico in the company of Antonio de Esca- 
millain 1661 and 1663. 

Mencos (Ana Maria de), wife of Diego de Mencos, both 
appeared in Heredia's company in Lope de Vega's Del Monte sait 
(1628), and both were in the company of Cristôbal de Aven- 
dano in 1633. 

Mencos (Diego du), gràcioso famoso y solfista, in the company 
of Cristôbal de Avendano in March, 1632 and Feb. 1633. In 
1635 he belonged to the company of Alonso de Olmedo. In 
Feb. 1638 he and his second wife Francisca Paula joîned the 
company of Bartolomé Romero. In 1639 he went to Lisbon to 
act for 24 days, beginning in Lent, taking the part olvexeU, 
and his wife playing third parts. In Feb. 1640 both are again in 
Romero's company. 

Mendi (Juan Ruiz de), v. Ruiz. 

Mendi (Maria de), sister of Juan Ruiz de Mendi of Madrid, 
and legatee under his will, dated Nov. 24, 1596. 

Mendiola (José), played third parts in the company ofMagda- 
lena Lopez in Seville, in 1677. 

Mendoza (Antonia Herrero de), and his wife Francisa 
de Figueroa were in Avendaiio's company in 1632. 

Mendoza (Bartolomé de), of Jaen, autor decomediasy repres- 
ented two autos in Alcaraz in 1588, receiving 40 ducats. In 
1589 he represented two comedias à la divino in the same 
town. 

Mendoza (Francisco de), actor in the company of Di^o de 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 437 

Santander in Dec. iS94- In June, 1614, he joinedthe company 
of Andres de Claramonte. 

Mendoza (Juan de), actor in the company of Juan de Tapia 
and others, in March, 1602. In 1604 hetook part in the autos at 
the villa de Borox. 

Mendoza (Juana de), daughter of Manuel Jerje and Ana de 
Torres. She was a member of the company of Manuel Vallejo 
in 1631. 

Mendoza (Luis de), actor in Antonio de Prado's company in 
1650; in 1662 with Sébastian de Prado; in 1663 ^^ v/^ gracioso 
in José Carrillo's company, in 1664 second gracioso with Barto- 
lomé Romero, in 1665 with Francisco Garcia, and in 1670 and 
1677 with Escamilla. 

Meneses (Juan de), played first and second parts in the company 
of Juan Roman in 1639. 

Mesa (Baltasar de), « famoso por cl ingenio y par la représenta-' 
cion >:. Claramonte, Letania moral. Rojas, Viage^ p. 131, men- 
tions « Mesa » among the actors who had written farsas^ loasy 
etc. 

Mesa (Gaspar de), member of the company of Diego Lopez 
de Alcaraz in 1607. 

Mexia (Damian), actor in the company of Alonso de Villaba in 
16 14. See Mejia. 

MiLiMiNO (MAXiMiLiANo),actorkilledina brawl, Oct. 19, 1582. 
His wife was Maria Imperia. 

MiLLAN (Isabel), actress in the company of Antonio de Rueda 
in Seville in 1644. 

MiNANO (Juan), actor in Juan Roman's company in Oct. 1638 
and March 1639-1640. The name occurs in the cast of La Guarda 
cuidadosa by Miguel Sanchez. 

MiRABETE (Mariana de), actress, wife of Diego de Avila in 
Feb. 1619. 

Miralles (Juan) belonged to the company of Francisco 
Gutierrez in Seville in 1668 and 1669. 

MiRANDA (Beatriz de), cc single woman » in the company of 



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438 HUGO ALBERT RENNERT 

Bartolomé Romero in Feb. 1638. On March 30 of the same 
year she contractée! to act for one year in the company of Andrés 
de la Vega. 

MiRANDA (Juan de), actor in the company of Pedro Ximénez 
de Valenzuela and Diego Lopez de Alcaraz in 1602. 

MiRANDA (Miguel de) and his wife Juana Bautista were mem- 
bers of the company of Juan ^odriguez de Antriago from Shrove- 
tide, 1637, till Shrovetide 1638; « she to play second parts 
and he to receive one real less per day than his wife ». 

MoLiNA (Ambrosio de), scgundo musico in the company of 
Jerônimo Vallejo in 1660. 

MoLiNA (Ana de), wife of Juan Matias de Molina, was in the 
company ofCrist. de Avendano in 1632. 

MoLiNA (Juan Matias de), harpist. v. Matias (Juan). 

Molina (Luis), actor in the company of Juan Limos in 1583- 

1584. 

MoLiNA (Juan de), actor in the company of Roque de Figue- 
roa in 1631. 

Molina (Miguel de), lessee of La Monkria in Seville from 
163 e for MX years. 

MoNROY (Juan Antonio de), played second parts in the com- 
pany of José Garceran in Seville in 1657 ; his wife, Jerônima 
Muiiiz, played fourth parts in the same company. 

MoNSERRATE (DiEGO de) of Madrid and his wife Mariana Rodri- 
guez acted in the company of Alonso Riquelme for one year 
from March 7, 1602, and in the company called Los Andalucts 
in March, 1605. 

MoNTEMAYOR (JuAN de), his wife Ana Maria de Ulloa and his 
daughter Beatriz de Velasco (Beatricica), were in the company 
of Crisiôbal de Avendaiio in 1632-33. Cotarelo, TirsOy p. 203; 
Rosell, vol. I, pp. 62, 84. His name occurs in the cast of Tirso's 
La Tercera de Sancta Juana (wrixiGn in i6i4andlicensedin iéi6) 
and the names Montemayor and Ana Maria are found in a Ms. 
of La Guarda cuidadosa by Miguel Sanchez ; he also appeared in 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 439 

Lope's Del Monte sale (1628), apparently în the company of 
Heredia. LifeofLopede Vega, p. 324, n. In 1645 he was in the 
company of Luis Lopez in Seville. 

MoNTEMAYOR (SEBASTIAN de) and his wife Ana de Velasco, 
are mentioned as members of a company of actors in Madrid in 
1384. He was znautorde comedias in 1589 and 1601. Perhaps 
there is a mistake in the preceding article, and that Beatriz de 
Velasco was the daughter of Sébastian and not of Juan. 

MoNTESiNOs (Maria de), wife of Diego de Ordonez ; both 
were in a joint company in June, 1603. On June 19, 1614, she 
was the wife of Fernando Pérez, and acted with him in the com- 
pany of Claramonte. 

MoNTiEL (Pedro de), actor in the company of Lope de Rueda 
in 1554. Cortés, Un Pletto de Lope de Rueda. He wrote the auto 
Los Desposorios de Cristo cmi la Naturale^a hutnana, in which he 
also acted at the Corpus festival at Seville in 1574. 

MoNTOYA (Cristôbal de) and his wife Leonor Maria, both of 
Granada, were members of the company of Juan Acacio in Seville 
in 1619. 

MoNTOYA (IsiDRO de), actor in the company of Agustin Manuel 
de Castilla in 1678. 

MoNTOYA (Jerônima de), wife of Andrés Pizarro ; both were 
in a joint company in July, 1614. 

MoNTOYA (Juan de), native of Orgaz, over 25 years old in 
1617 ; actor in the company of Diego Vallejo in Seville in 1619, 
and in the company of Manuel Vallejo in 1622, 1623, and 1631 ; 
in the latter year his wife, la Senora Antpnia, acted in the same 
company. 

MoNZON (Luis de), dancing master, arranged the dances for 
the Corpus festivals in Madrid, in 1603, 1606, 1608-1612, and 
czllcd autor de comedias in 1614. In 16 19 hc and Gabriel de la 
Terre presented five dances at Corpus. In Sept. 1623 he was one 
of the lessees of the théâtres of Madrid, and in 1628, with 
others, again had charge of the dances at Corpus. A * Monzon ' 
is mentioned by Rojas, Viafe, p. 51. 

REVUE HISPANIQUE. XVI. i^ 



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440 HUGO ALBERT RENNERT 

MoRA (Diego de), actor ? Witness to the marriage of Luis 
Quinones and Isabel de Velasco on Sept. 20, 1614. 

Morales (Alonso de), ministril, mentioned as early as 1577, 
when his wife was Dona Melchora Maldonado, daughter of the 
ministril Juan Lopez Maldonado (JV. Z). pp. 10, 33). In 1588 he 
entered the service of D. Garcia de Mendoza, Viceroy of Peru, 
as a musician, and died in Madrid on Feb. 22, 1624, his wife 
surviving him. Ibid. p. 205. 

Morales (Alonso de), brother of Juan de Morales Medrano 
{N. D. p. 217), and a famous actor. He was called el Divine, 
and is mentioned as an actor as early as 1584. He had a Com- 
pany in Madrid in April 1392, together with Jerônimo Ruizand 
Francisco de Vera. In October, 1594 he was a memberof the 
Company of Diego de Santander, and also in 1596, taking part 
in the Corpus festival at Seville. Claramonte, in his Letania 
m(7ra/ (printed in 1612), says of him : ^* Alonso de Morales, 
principe de los représentantes, que mereciô en sus dias llamarse 
el Divino, por el ingenio y por la representacion ", implying 
that Morales w^as then deceased. He is also mentioned by Suirez 
de Figueroa in his Plagia Universal (161 5) among the famous 
actors then dead. Pérez Pastor, however, publishes a document 
dated Oct. 31, 1626, in which Alonso de Morales, vecitio de Sal- 
meron, pledges some landed property in that town as surety 
for Juan de Morales Medrano (iV. Z)., p. 212). Thelatter, moreov- 
er, seems to hâve inherited this very property in Salmeron, 
which was probably the seat of the family. N. D. p. 217. Rojas, 
Fiage, p. 131, mentions Alonso de Morales among the actors 
who had written farsas, loaSy etc., and says (p. 127) that hewas 
the author of the comedia El Conde loco. Pellicer (vol. I, p. 117) 
ascribes the foUowing plays to ** Morales " : El légitime Bastardo, 
El Renegadodel Cielo and La Toma de Sevillapor el Santo Rey Fernando. 
Morales (Bartolomé de), actor in Nov. 1605, and appar- 
ently a relative of Juan de Morales Medrano. 

Morales (Cristôbal de), actor in the company of Jerônimo 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 44 1 

Velazquez in 1583, and in July, 1614, in the company of 
Claramonte. In March, 161 9, he joined the company of Tomas 
Fernandez. 

Morales (Gaspar de), played third parts in the company of 
Pablo Martin de Morales in Seville in 1678. 

Morales (Gerônimo de), played second parts in the company 
of Pedro de Ortegon in Seville in 1635. 

Morales (Gregorio de) and his wife Maria Angela were in 
the company of Francisco Solano in 1637. 

Morales (Ignacïa Petronila de), a single woman », actress 
in the company of Pablo Martin de Morales in Seville, in 1678. 

Morales (Jerônimo), played second galanes in the company of 
Sébastian de Prado in 1659-62; barbas in the company of Juan 
delà Galle and Bartolomé Romero in 1664; he was with Fran- 
cisco Garcia in 1665, with Escamilla in 1670, with Félix Pascual 
in 1673, and with Manuel Vallejo in 1672 and 1677. Seeabove, 
Gerônimo Morales, perhaps the same person. 

Morales (Josefa de) and her husband Francisco de la Galle 
were in the company of Magdalena Lopez in Seville in 1674; 
in 1680 she played segundas damas in the company of Jerônimo 
Garcia, and in 1681 primeras damas in the company of Carvajal. 
Pellicer, vol. II, p. 64, saysthat she first appeared upon the stage 
in 1633 (!) and died in Madrid in 1684. 

Morales (Juan de), actor in the company of Nicolas de los 
Rios in March, 1 590. He died before April 10, i S9S > when Juana 
de Villalba is designated as his widow. He died by violence, and 
on the date just mentioned his widow withdrew an accusation 
that she had made against Jerônimo de Aguilar, for killing her hus- 
band. The widow afterwards (before 1597) married Baltasar 
Pinedo. 

Morales (Juan de), actor in the company of Antonio de 
Castro in Seville in 1656, and played third parts in the company 
of José Garceran in the following year. 

Morales (Maria de) and her husband Pedro Llorente were 



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442 HUGO ALBERT RENNERT 



members of the company of Tomas Fernandez in Nov. 1611 
and Dec. 1614. She was in her husband's company in Seville at 
Corpus, in 1617, and received a gratuity of 220 reals. She out- 
lived her husband, who died on Jan. 30, 1621. She ismentioiied 
by Suarez de Figueroa (161 5) as a famous actress, andappeared in 
Tirso's La Tercera de Sancta Juana (licensed in 16 16), on its first 
représentation. 

Morales (Maria de), daughter of Francisco de Arteaga and 
Maria Ferez : ail were received into the Cofradia de la Novena on 
April 2é, 163 1. In 1633 she and her father were members of 
the company of Juan Bautista Espinola. 

Morales (Mariana de) or Mariana Vaca de Morales, daughter 
of Juan de Morales Medrano and Jusepa Vaca, who were mar- 
ried in 1602. She was acting in her father's company in Seville 
at Corpus, 16 18, and was then about 15 years old. On this occa- 
sion she and her mother received a gratuity of 300 reals for 
excellence in the autoia Serrana de la Fera. She seems to hâve 
belonged to her father's company till 1624, except in 1622, 
when she was in the company of Manuel Vallejo at Corpus. 
Her name occurs in the cast of Lope de Vega's El Poder en el 
Discreto(i62^). She was the second wife of Antonio de Prado, 
and they were living in the calle de las Huertas, Madrid, ai 
the time of Prado's death on April 14, 165 1. She was still 
acting in 1658, when she belonged to the company of her son, 
José Garcia de Prado, in Seville. She also had a son Diego, and 
died in Madrid in 1673. 

Morales (Maximiliano or Maximiliano Eustorquio de), 
actor in the company of Antonio de Prado in 1632 and played 
second parts in the company of Juan Bautista Espinola in Feb. 
1633-1634 ; in Sept. 1637 he was in the company of Bartolomé 
Romero. He was a nephew of Juan de Morales Medrano, and 
was called el del escopeta:(p, He died in the hospital at Murcia in 
1658, V. Gallardo, Ensayo, vol. I, p. 671, and Cotarelo, Tirso, 
p. 2i6,where the name is given as if there were twoactors Max. 
and Eustorquio. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 443 

Morales (Pedro de), actor and autor de comedias^ was a wit- 
ness, in April, 1599, to a contract made by Luis de Vergara. 
On Dec. 27, 1602 he witnessed the marriage contract of Juan 
de Morales Medrano and Jusepa Vaca. Lope de Vega, in his 
Peregrino (1604) ^*^Hs him : '^ cierto, adornado y afectuoso repré- 
sentante ". Hefirst produced Lope's comedialoj Amantes sin Amar 
before 1604, and ismentioned by Rojas, Viage, p. 131, amongthe 
actors who had written farsas, loasy etc. 

Morales (Sébastian de), actor in the company of Gaspar de 
Porres in 1604, and in the company of Diego Lopez de Alcaraz 
in April, 1607. 

Morales (Secundo de) and his wife Leocadia de Torres were 
members of the company of Diego Vallejo in Seville at Corpus 
in 1619. He was ^nauicr de comedias in 1637 and 1638. 

Morales Medrano (Juan de), one of the most famous of 
Spanish theatrical managers, was an actor at least as early as 
1595. He married the no less celebrated actress Jusepa Vaca de 
Mendi on December 27, 1602, and was one of the eight autores 
authorized by the decree of 1603. In 1604 his company repre- 
sented the atitos in Seville, and also appeared in Madrid, produ- 
cing Mescua's comedia La Rueda de la Forhma^ v. Life of Lope de 
Vega, p. 153. In 1606 he represented Lope de Vega's El Caha- 
llero de Olniedo (Jbid, p. 165, n.), and also inaugurated the Casa 
de Comedias at Zamora. Heagain represented the autos in Seville 
in 1 6 10, 161 5, 16 lé and 16 18, receiving each time 700 ducats. 
In 1608 and 16 12 his company represented autos at Madrid. His 
daughter, Mariana de Morales became the wife of Antonio de 
Prado : father, mother and daughter were acting in the company 
of Manuel Vallejo in 1622. AT. D. p. 297. In May and June, 
1623 his company represented six comedias privately before the 
King, and in the same year he produced Lope's El Poder en el 
Discreto. Between this date nnd 1635 his company oftcnperform- 
ed before Philip IV, v. Averiguador, pp. 8 el seq, He was one 
of the few Spanish theatrical managers whom fortune favored, and 



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444 HUGO ALBERT RENNERT 

in 1614 owned housesin the calle del Principe, and in 1629 in 
the calle del Lobo, the calle del Prado, corner of the calle del 
Léon, and others in the calle del Nino. He was a hidalgo^ and 
when sued for debt in 1634, in Madrid, he claimed the privilèges 
of hidalguia by virtue of letters patent granted in Valladolid on 
Sept. I, 1627. N. D.y p. 239. The date of his death is not 
known. For his company in 1624, see Ibid. p. 207. 

MoRENO (Baltasar) and his wife Catalina Moreno were mem- 
bers of Avendano's company in 1632; both names occur in the 
cast of Tirso's Celos con Celos se curan; the Ms. bears a censura 
dated 1625. 

MoRENO (Juan), actor in the company of Antonio Granados 
in December, 161 3. 

MoROTE (D* Maria), wife one Juan Bautista de Haedo; she 
played first parts ai the Corpus festival at the Villa del Escorial in 
1636. 

MosQUERA (Manuel de), actor in the company of Manuel 
Vallejo in 1670; he played third galanes in 1672, and barbas in 
i673i ' 74» * 76» * 79 ^^^ * 81 in thesame company ; in 1677 and 
1678 he was with Escamilla. 

MoYA (Ana de) appeared as Dona Juana in Lope's La Conpe- 
tencia en los Nobles, in 1628. 

MoYA (Melchor de) and his wife Ana Maria were in the com- 
pany of Nicolas de los Rios in 1609. 

Mozo (RoauE) of Zaragoza, actor in the company of Juan 
Acacio in Seville in 1619. 

MuDARRA (Francisco) belonged to the company of Nicolas de 
los Rios in Seville in 1609. He had a company in 1617 and 
1619. 

MuNiLLA (Diego), member of the company of Feman Sanchez 
de Vargas for one year from Mar. 10, 1634. 

MuNiz (Jerônima) played fourth parts ; she was the wife of 
Juan Antonio de Monroy, and both were in the company of José 
Garceran in Seville in 1665. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 445 

MuNiz (Juan Bautista) and his wife Euxénia Osorio were in 
the Company of Baltasar Pinedo in Feb. 1613, and in the Com- 
pany of Tomas Fernandez in April, 1619, when they paid 2400 
reals for a costume. 

MuNOZ (An a), celebrated actress, and wife of Antonio de Ville- 
gas in June, 1593. v. Rojas, Viaje. p. 51. She is mentioned by 
Suârez de Figueroa in his Pla:(a UniversaL Her name occurs in 
the cast of Lope's Quien mas no puede (16 16). v. Luis Fer- 
nandez-Guerra, Z). Juan Ruït;^ de Alarcon, p. i8é. She had a son 
(Rojas, Viage, p. 48), Juan Bautista de Villegas, q. v. 

MuNOz (Antonio), actor in the company of Juan Roman in 
1638, and in Félix Pascual's company in Seville in 1665. 

MuNOZ (Francisca), wife of Francisco Elguero in Feb. 1636, 
when they appeared at the Corpus festival at Truxeque. In July 
1637 they represented comedias in the village of Hita. 

MuNOZ (Francisco), actor in 1589. In June, 1603, he and his 
wife Maria de Aguilar were in a joint company, and in 1607 
both were members of Alonso Riquelme's company in Seville. 

MuNOZ (Jerônimo), prompter in the company of Tomas Diaz 
in Seville in 1643. 

MuNOZ (Juan), actor in the company of Antonio Granados in 
December, 161 3. 

MuNOz (Pedro), member of the company of Cristôbal de 
Avendano in March, 1623. 

MuNOZ (Sebastiana), wife of Francisco Rodriguez ; both were 
in Juan Roman's company in Oct., 1638. 

MuNOz DE LA Plaza (Antonio), actor in the company of 
Alonso de Villalba for one year from Feb. 24, 1614. 

MuRiLLO, famous actor, mentioned by Suarez de Figueroa 
(161 5) as being then deceased. 

Muzio, Italian actor in Spain in 1538. 

NAjERA (Tomas de), actor and musico in the company of 
Tomas Fernandez in 1636-1639. v. Rosell, vol. I, pp. 55, 381. 
He died in Barcelona; see also under Naxera. 



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44 6 HUGO ALBERT RENNERT 

Narbaes, actor in 1623, appearing in Lope'sLfl nueva Victoria 
de D. Gonialo de Cordoba. 

Narbaes (Francisca), aaress in the company of Antonio de 
Rueda in Seville in 1644. 

Navala (Maria), dancer in the company of Juan de Morales 
Medranoat Corpus festival in Seville, in 161 5. 

Navarrete (Alonso Diaz) and his wife Antonia de Victoria 
were in the company of Avendano in 1632. 

Navarrete (Antonio de), actor in the company of Alonso 
de Heredia in March, 1614. A « Nauarete » appeared in Tirso's 
La Tercera de Sancta Juana (licensedin iéi6) ; a « Nabarrete » in 
Lope's La Conpetencia en los Nobles (1628) ; « Nabarete » in the 
cast of Paciencia en la fortuna, of which there is an Osuna Ms. 
dated 161 5, v. Restori, Studj, p. 143, and in Como ha de usarse 
del bien, Ibid., p. 129, and in La Guarda cuidadosa by Miguel 
Sanchez, printed in 161 5. 

Navarrete (Bartolomé de), memberof the company ofCris- 
tôbal Ortiz de Villazan for one year from Feb. 17, 16 19. In the 
list of this company he is called a mtisico, and was from Granada 

Navarrete (Blas de), actor in the company of Juan Pérez de 
Tapia in Seville in 1662 ; he and his wife Feliciana de Ayuso 
were in the company of Francisco Gutierrez at Seville in 1668. 
In 1671 and 1672 he was in the company of Ant. de Escamilla; 
in 1673 with Félix Pascual, and in 1674, ' 75 and ' 76 with 
Manuel Vallejo. He is probably the Fernando Ignacio Blas de 
Navarrete who was in Antonio de Castro's company in 1656. 

Navarrete (Juan Antonio), musico in the company of Manuel 
Vallejo in 1673. His wife Paula, was in the same company. 

Navarrïco of Toledo, actor. Rojas, Viage, p. 362, mentions 
him among the best actors of his day. 

Navarro (Diego), actor in the company of Abagaro Francisco 
Valdes in 1583-84. 

Navarro (José), musician in the company of Pablo de Mora- 
les in Seville in 1678. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 447 

Navarro (Juanico), member of the company of José Ant. 
Garcia in 1679. 

Navarro (Pedro), antiguo autor, mentioned by Rojas, Viaje 
entretenido, p. 361, and also by Cervantes in the Prologue to his 
Coniedias ; Lope de Vega also calls him a famous actor {Coviediasy 
Part XVI, 1622, Prologue). He is doubtless the « UnicoPoeta y 
Represante Navarro », authorpf the Comedia muy exèmplar de la 
Marquesa deSaluT^ia, Uamada Griselddy published in 1603. See the 
reprint by Dr. Bourland, Revue Hispanique, 1905. Rojas, Via^e, p. 
132, says : Nauarro of Toledo « fue el primero que inuentô teatros » . 

Navarro Oliver (Juan), actor, and his second wife Jerônima 
de Olmedo werein ihe company of Avendaiio in 1632. He was 
in the company of Antonio deRueda in 1644 0"*^^ ^^e list of the 
company in 5.-^. p. 371, whereheis calledsimply Juan Navarro), 
and was still living in 1678. He and his wife were with Manuel 
Vallejo in 1674, and he was with Escamillaas barba in 1675-78. 
This was probably the Juan Navarro who hadacompany of Span- 
ish players in London in December, 1635, when he received 
i 10 (( for himself and the rest of the company for a play presented 
before his Majesty, Dec. 23 ». Malone, Historical açcouni of the 
English stage, Basil, 1800, p. 131, n. 

Navas (Juan de), actor in the company of Esteban Nuiiez in 
Seville in 1654. 

Naxera (Andrès de), autor de comedias in 1593. In 1606 he 
had charge of the dances at Corpus in Madrid, and in 1609 of a 
dan:^a de cascabel entitled : The dance of Don Gayferos and rescue 
of Melisendra. In 1611 with Gabriel de laTorre he brought out 
at Corpus the dance El Rey don Alonso, He represented other 
dances in 1615-1618. 

Necti (Josefa), wife of Francisco Alvarez de Victoria ; both 
were in the company of Tomas Fernandez, before 1639. 

Nicolas (Catalina de), wife of the auior de comedias Pedro 
de la Rosa in February, 1636. v. Rosa (Catalina de la). 

NiETO (Josefa), wife of Antonio de Mata ; both were in Ja- 



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44^ HUGO ALBERT RENNERT 

cinto Riquelme's company in Seville in 1652. In 1677 and 1678 
she was in the company of Escamilla, and in 1679-81 in the 
company of Manuel Vallejo. 

NiETO (Juan), member of a joint company in Madrid in March 
1604. 

NiEVA (Juan de), autor in charge of the autos at Seville in 
1628 ; his company represented in La Monteria, Seville, in 1633. 
He was a brother-in-law of Damian Arias. 

.Nobles, of Toledo, well known actor in 1602, mentionedby 
Rojas, Viaje entretenidoy p. 362. 

Noguera (Antonio de), actor in the company of Andrés de 
la Vega for one year from March, 1639. 

NoLASCO (Pedro), actor in the company of José Garcia de 
Prado in 1658. 

NuNEZ (Alonso), musician and dancer in the company of Juan 
Acacio in Seville in 1619. 

NuNEZ (Esteban), el PollOy actor in the company of Lopez de 
Salazar, Mahotruiy in 1633, and in that of Juan Acacio in Seville 
in 1644. His first wife was Josefa Salazar (1644) who was in the 
same company, and both were in the company of Lorenzo Hur- 
tado in Seville in 1645. In 1648 and 1654 he had his own com- 
pany in Seville, Cadiz and other cities, his wife Josefa Salazar 
being a member of his company. His second wife is said to hâve 
been Juliana Candau. 

Nunez (Fancisco), member of the company of Luis Granado 
in IS94, and in Domingo Balbin's company in 161 3. In Feb. 
1619 he was in Pedro Cebrian's company. 

Nunez (Gabriel), autor de comedias in Madrid in 1593 and 
1603, in Madrid. 

Nu^EZ (Juan), dancer, of Madrid, was in the company of 
Cristôbal Ortiz de Villazan in Seville in 1619 (?). In 1626 he 
was in the company of José de Salazar in Seville, and in 1632 
in Antonio de Prado's company. In 1637 hewas with Luis Lopez 
in Seville. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 449 

NuSez de Luna (Diego), musician in the employ of D. Gar- 
cia de Mendoza, Viceroy of.Peru, in Lima, in 1588. 

NuNEz DE Prado (Juan), actor in the company of Cristôbal 
de Léon in 1620, and with Pedro de la Rosa in 1639 in 
Seville. 

O (Maria de la), widow of the autor de comedias Luys de 
Vergara in 1617. Pérez Pastor, Bibliografia Madrikha, vol. II, 

F- 437. 

O (Maria de la), wife of Antonio de Andrade, el GallegOy in 
163 1, when she, her husband and her daughter Luisa de Andrade 
were members of the company of Manuel Vallejo. In Feb. 1633, 
Maria de la O and her husband Juan de Samaniego engaged to 
act for one year in the company of Juan Bautista Espinola,and at 
Corpus of 1637 they tooTc part in the représentation of an auto 
and two comedias in the villa de Zedillo. 

O (Maria de la), actress in the company of José Carrillo in 
1663. Pérez Pastor, Calderon Documentos, p. 296. There was a 
Maria de la O de la Berruga, an actress of a later date, who was 
the wife of Juan de Flores and mother of Alfonso de Flores, 
harpist, of Madrid. 

OcAMPO (D* Maria de), widow of the actor Cristôbal Juarez 
in Dec. 161 6. 

OcANA (Pedro de), of Murcia, musician and actor in the com- 
pany of Alonso deCisneros in Dec. 1589. His wife was Agusti- 
na de Vega, and both were in the company of Gaspar de Porres 
in March, 1593. 

OcHOA (Mariana), V. OcHOA (Salvador). 

OcHOA (Pedro de), actor in the company of Juan de Limos 
in 1583-84, and in the company of Gaspar de Porres in June, 

1593- 

OcHOA (Salvador de) and his wife Mariana were in the 

company of Nicolas de los Rios in Seville, in 1609. In Feb. 1613 

we find Salvador de Ochoa and his wife Gerônima Rodriguez 

in Baltasar Pinedo's company. 



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450 HUGO ALBERT RENNERT 

OcHOA (Salvadora), wife of Juan de Exea ; both were in the 
Company of Baltasar Pinedo in 1613. 

OcHOA DE Arroyo (Domingo), actor in the companyof Anto- 
nio de Prado in Seville in 1639. S, -A., p. 325. He appears under 
the name Arroyo in the Entrenieses of Benavente, also in Prado's 
Company, as vejiie, about 1633-35 (?), v. Rosell, vol. I, pp. 96, 

i74> 351. 

OjEDA (Felipa Maria de), actress in the company of Luis Lopez 
in Seville in 1650. 

Ojeda (Maria Valba), played second parts in the company 
of Pedro de Ortegon in 1635. 

Oliva (Francisco), ministril in the company of Alonso de 
Morales and others in April 1592. 

Olivares (Antonio «j)e), actor in the company of Alonso 
Riquelme for one year from March, 1602. 

Olivares (Lorenzo de), nephew of the preceding, and also in 
Riqiielme's company in 1602. 

Olivares (Mariana de), wife of the celebrated auior de corne- 
dias Roque de Figueroa ; both were in the company of Domingo 
Balbin in Sept. 1623-24. She acted in her husband's companyin 
1631-32. Cotarelo, Tirsi\ p. 206. She had two children : MigutI 
de Figueroa, who died in Milan as a captain of cavalry, and Ca- 
briela de Figueroa (q. v.) who married the actor José Garceran. 

Olmedo y Tofino (Alonso de), famous actor and autœr de 
cofjiedias, was ihe son of the Mayordomo of the Count of Oro- 
pesa, and was born in Talavera de la Reina, whcre he served 
the Count as a page. He is said to hâve fallen in love with an 
actress, Luisa de Robles, a member of travelling company which 
visited his native town. Luisa was then the wife of Juan Laba- 
dia, an actor ; some time thereafter she received the news thather 
husband had been drowned, whereupon she is said to hâve married 
Olmedo. Some three ycars after this, being then in Granada 
with his company, Olmedo was surprised one day by the 
sudden reappearance of Luisa's former spouse. We are told that 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 45 I 



Olmedo accepted the situation witli admirable résignation; that 
he immediately shared his possessions with Luisa and bade her 
farewell. See thestory told with some détail by Sanchez-Arjona, 
p. 223. While this story of Luisa de Robles, initsmain incidents 
may be true, she wascertainly not the siren whofirst lured Olmedo 
upon the stage. In a pétition to the town council of Seville (^Ibid. 
p. 224), dated 1640, Olmedo says that he had served the King 
at the Corpus festivals for forty years, and that he had been 
manager of a company for twenty four years. This would place 
the beginning of his theatrical career in the year léoo, and his 
beginning as an atitor in iéi6. What we know of Luisa de Robles 
is briefly this : in June, 1618 she is described as the widow of 
Juan Labadia (N. /)., p. 167); in Sept. 1623, she is designated 
a single woman over 25 years old, and belonged to Manud 
Vallejo's company (/ûf. p. 20j); in 1624 she was in Antonio de 
Prado's company in Madrid, and in 1627 she and her husband 
Juan de Labadia, were in Manuel Simon's company in Seville. If 
the Enoch Arden épisode ever took place, it must hâve occured 
about iéi8, (or rather before that date, as we shall see); but at 
that time, as we hâve said, Olmedo had been upon the stage for 
many years. His career was a long one. His name occurs in the 
cast of Lope's Los Gu:i^manes de Toraly written before 1604, v. 
Restori's édition, p. viii, where Obrido = Olmedo. In 1610 he 
acted in Riquelme's company and appeared in Lope's La buetia 
Guarda. His company represented ^w/t7.f in Seville in 1622, 1623, 
1630, 1635 and 1636. In 1631 he entered the Cofradia de la 
Novena. In Jan. 1632 he represented before the King the come- 
dia Si elcaballo vos han muerto, and in 1636 represented six come- 
dias before Philip IV. Olmedo married before iéi8 Jerônima de 
Ornero, daughter of the Mayordomo of the Count of Sdstago ; 
she acted in his company, together with her daughter, Maria de 
Olmedo, in 1635, Olmedo playing old men's parts in his own 
company (S.- A., p. 297). He had six children, several of whom 
were members of his company at différent times. In 1637 his 



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45 2 HUGO ALBERT RENNERT 

Company took part in ihe fiesta in the Buen Retira, but in 1640 
we again find him acting in the Company of another. Manuel 
Vallejo. He retired from the stage before 1646. Alonso de 01- 
medo was a hidalgOy and by a spécial decree of Philip IV, dated 
May 20, 1647, ail the privilèges of his rank were preserved to 
him, « altho he had been an auîor de comedias ». He died in 
Madrid in 1651. 

Olmedo (Alonso de), el Mo^Oy son of the preceding, was a 

Bachiller en canones in the University of Salamanca, but aban- 

doned his studies for the stage. In Gallardo, Ensayo, vol. I, p. 

674, we read that he was admitted into the Cojradia in 1631, 

« beingthen in the company of his father ». Thisdoes not neces- 

sarily imply that he was then old enough to appear upon the stage. 

The first notice that we hâve of him as an actor is in 1640, when 

he belonged to the company of Manuel Vallejo. He was famous 

in the rôle ol galan, acting for years in rivalry with Sébastian de 

Prado. In 1659 he was first galan in the company of Diego Oso- 

rio; in 1660 he was with Pedro de la Rosa and appeared in 

Montero's play : Amar sinfavotecer ; in 1661 with Ant. de Esca- 

milla ; 1662 with Simon Aguado and Juan de la Gille ; 1663, 

64, '65, '70, *7i, '72, *75, '76, *77 and '78 with Escamilla; 

1673, '74, *79, *8o and *8i with Manuel Vallejo, and died in 

1682, in Alicante,while a member of Escamilla's company. His 

wife was Maria Antonia de Léon, who, it is said, was kidnaped a 

few days after her marriage by hirelings of the Admirai of Castile, 

and her husband never saw her again. Olmedo was the author 

of a number of bailes and entremeseSy a list of which is given by 

Restori, Pie:^as de Titulos de Comedias^ p. 181, n. 

Olmedo (Gaspar de), actor in Manuel Vallejo's company in 
1681. 

Olmedo (Hipôlito de), actor (in 1650 ?) ; his real name 
was Zorrilla. 

Olmedo (Jerônima de), daughter of Alonso de Olmedo and 
Jerônima de Ornero. She and her husband, Juan Navarro Oliver, 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 453 

werein Avendano's company in 1632. (Cotarelo, TirsOy p. 203). 
In 1638-39, she was in the joint company of her father and Luis 
Bernardo de Bovadilla. In 1640 she was in Vallejo's company; in 
1659 with Diego Osorio ; in 1662 with José Carrillo, and in 1674 
with Manuel Vallejo. She died in Madrid on January 19, 1703. 

Olmedo (Maria de), sister of the preceding, took fifth parts 
and played the harp in her father's company in Seville at Corpus, 
1635. In 1640 she was segunda dama in the company of Manuel 
Vallejo. She is said to hâve married the autor Juan Pérez de Tapia 
(5. A., p. 359); if this be so she must hâve married him after 
Nov. 15, 1640, for at that date Tapia s first wife, Ana Maria Ro- 
driguez, was still living (iV. £>., p. 327). According to Sanchez 
Arjona she was the wife of Juan Pérez in 1553, when both were 
received into the Cof radia de la Novena (p. 359). She died in 
Madrid, in April, 1668, (Jbid,^ p. 340), or in Seville (!) or Granada! 
Ibid, p. 360. 

Olmedo (Maria de), wife of the actor Tome de Olmedo; both 
were in the company of Esteban Nunez in Valencia, in 1654. 
There was a Maria de Olmedo in the company of Nunez in 
Valencia, in 1657; doubtless the same actress. 

Olmedo (Tomé de), v. the preceding. 

Olmedo (Vicente de), actor and dancer, husband of Francisca 
Bezon (1650 ?). In 1659 both were in the company of Diego 
Osorio ; they were still living in 1683. He was a son of Alonso 
de Olmedo. 

Olmos (DoNA Maria de), « single woman », actress in Corpus 
festival at the villa de Zedillo in April, 1637. 

Onez (Angela de), actress (?) in 1596. v. N. D,, p. 45. 

Orbaneja (Jeronimo de), producéd one of the autos in Seville 
in 1559. 

Ordaz (Antonio de), actor in the company of Juana de Cisne- 
ros in Seville in 1660. 

Ordaz (Juan), actor in the company of Antonio de Escamilh 
in 1670. 



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4S4 HUGO ALBERT RENNERT 

Ordonez (Alejandro) and his wife Francisca de Bustamente 
were in the company of Bemardo de la Vega in Seville in 1672. 

Ordonez (Diego) and his wife, Maria de Montesinos, were 
members of a joint company in 1603. Thename Ordonez occurs 
in the cast of Tirso's Celos con Celos se curan (licensed 1625), in 
Avendano's company, together with Maria de Montesinos. 

Ordonez (Felipe) agreed on Feb. 25, 1638 to play « whatever 
may be commanded, but no less than third parts », in the 
company of Alonso de Olmedo and Luis Bemardo de Bovadilla, 
for oneyear. On March 2, 1638 he agreed to play first parts for 
one year in the company of Alonso de la Vega. In 1673 ^ Felipe 
Ordonez was in the company of Matias de Castro in Seville ; in 
1680 he was cobrador with Jerônimo Garcia. 

Ornero (Jerônima de), second (?) wife of Alonso de Olmedo, 
and a member of his company in 1635. She was the daugther of 
the Mayordomo of the Count of Sâsiago. v. Olmedo (Alonso 
de). 

Oro (Ana de), wife of Pedro de Contreras ; both belonged 
to the company of Pedro de la Rosa in March, 1637. She appear- 
ed in his company in the Entremeses of Benavente. v. Rosell, 
vol. I, p. 381. 

Orozco (Jerônimo* de), actor in the company of Manuel 
Vallejo in 1670. 

Orozco (Miguel de), actor in the company of Diego Osorio 
in 1659 ; in 1661 played third parts in Sébastian de Prado's com- 
pany; in 1662 with Simon Aguado, and in 1663, '64, '63 and 
'70 with Ant. de Escamilla. 

Ortega (Diego de) and his wife, Ana Maria de Peralta, (after- 
wards the wife of Juan Bezon), both natives of La Mota del Cuervo, 
were in the company of Diego Vallejo in Seville in 1619, and in 
the company of Manuel Vallejo in Madrid in 1622. 

Ortega (Juan de), el Hijo de la Tierra, was a member of the 
company of Sébastian de Avellaneda, and joined the Cofradia de la 
Nûvena in 1636. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 455 

Ortega (Luisa de), wife of Juan de Santamaria ; both were 
in the company of Fernan Sanchez de Vargas in March, 1634. 

Ortegon (Pedro de), autor de Coniedias in Seville in 1630 and 
163 1, and in 1634 ^^^^ P^^^ ^^ ^^^ Corpus festival. He was again 
in Seville in 1635, (for his company in that year, v. S, A. y p. 299). 
His wife Micaela Lopez played first parts in his company. He died 
at Madrid in the calle de Cantarranas in 1636. 

Ortiz (Alonso), actor in the company of Antonio de Rueda 
in Seville in 1644. 

Ortiz (Ana), widow of the autor Pedro Paez de Sotomayor. 
Her will is dated Sept. 4, 1 396. 

Ortiz (Ana), actress in the company of Antonio de Escamilla 
in 1670. 

Ortiz (Cristôbal), v. Ortiz de Villazan. 

Ortiz (Francisca), wife of Vicente Ortiz ; both were members 
of a joint company in March, 1604. 

Ortiz (Francisco), a minor in May, léoo, when he becamea 
member of the company of Gaspar de Porres for four years. He 
hada company in Feb. 1617, and in 1623 was in the company 
of Antonio de Prado. 

Ortiz (Francisco) and his wife Ursula de Torres were in Bart. 
Romero's company for one year from Feb. 1640. He >vas cobrador. 

Ortiz (Mariana), mentioned by Suârez de Figueroa in his 
Pla^a (Jniversal (i 6 1 5), among the famous actresses then deceased. 

Ortiz (Maria), daughter of Cristôbal Ortiz de Villazan and 
Ana Maria de Ribero. 

Ortiz (Micaela), sister of the preceding and wife of Pedro 
Gonzalez ; both were in the company of José Garcia de Prado in 
Seville at Corpus in 1658. 

Ortiz (Vicente), v. Francisca Ortiz, above. He belonged to 
the company of Alonso Velazquez in Seville in 1598. 

Ortiz de Urbina (Pedro), actor in the company of Manuel 
Vallejo in 1622 and 1623. In 1636 he was cobrador for the lessees 
of the théâtres of Madrid. He bought a house in the calle del 

REyUE HlSPAmQVE. XVI. jo 



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4Sé HUGO ALBERT RENNERT 

Amor de Dios, corner of the calle de Santa Maria, from Bartolo- 
mé Romero, in March, 1637, ^"^ ^'^ connected with the latter's 
Company in 1639. 

Ortiz de Villazan (Cristôbal), famoso représentante^ as Lope 
de Vega calls him. His theatrical career was short ; we hear of 
him in Jan. 1614, when he was a member of the company of 
Pedro de Valdés, and he and his wife, Ana Maria de Ribero, 
(who were in the same company in the previous year), joined in 
an obligation for money owed by them. He had a company 
in the following year, being one of the twelve autores authorized 
by the decree of 161 5. He represented Lope 's El Sembrar en 
htiena tierra (161 6), and El Desconfiado, (in September, 16 17), 
and had a company in Madrid in 16 17 and i6i8, and again in 
1619 and 1623. He took part in the autos at Seville in 1619 and 
1620, (for his company, v. Sanchez Arjona, p. 204). His wife 
acted in his company in 161 9, and her name and her husband's 
also appear in the cast of Lope's La Dama boha, written in 161 3, 
and produced by the company of Pedro de Valdés, in the course 
of the same year. Ortiz had two daughters : Micaela, wife of 
Pedro Gonzalez, and Maria. He died in the calle del Léon, 
Madrid, on July i, 1626. He first represented Tirso's El Arbol 
del mejor Fruto and El mayor Desengano. 

OSORIO, V. OSORIO DE VeLASCO. 

Osorio (Baltasar), « Rey de los Graciosos », was in the com- 
pany of Juan de Morales Medrano in 1615, when he received a 
gratuity of 100 reals at the autos of Corpus, in Seville. Perhaps 
this was the « Osorio » who appeared in Lope's Quien mas no 
puede (161 6), in Cebrian's company. 

OsoRio (Catalina), wife of Jerônimo de Heredia, actor, in 
July, 1623. 

Osorio (Eugenia), wife of Juan Bautista Muniz; both were 
in the company of Baltasar Pinedo in Feb. 161 3, and in the com- 
pany of Tomas Fernandez de Cabredo in April, 1619. 

Osorio (Francisco), autor de coniedias sls early as 1379, when 



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SPANISH ACrORS AND ACTRESSES 457 

he represented (June 8 and 9) in the Corral de ValdiviesOy and 
again in the corrales of Madrid in 1581 and 1582. He again repres- 
ented in March, 1388, Aug. 1590 and March 1592. He and 
his brother Rodrigo had a company in Valencia, in 1588. Heis 
probably the « Osorio, autor antiguo y famoso », who first 
represented Lope de Vega's El Soldado Amante and La Ingratitud 
vengada. 

Osorio (Isabel), v. Osorio de Velasco (Diego), and Velasco 
(IsABEL de). 

Osorio Qacinta), and her husband Jusepe de Carrion belong- 
ed to the company of Antonio Granadosin 1632. 

Osorio (Juan), actor, indicted in 1606 for quarreling withan 
alguacil and breaking his staflf. 

Osorio (Magdalena), well known actress, daughter of the 
autor Rodrigo Osorio and wife of Diego Lopez de Alcaraz, also 
autor de comediaSy in 1 601-1607. Her name is mentioned, in a 
complaint made (prior to 1601) to the Inquisition of Valencia, 
as living in concubinage with the actor [Juan?] Bautista, while 
both were members of her father s company. v. Cotarelo: Lope 
de Rueda, p, 30. Shemust havedied before Dec. 19, 1610, when 
Lopez de Alcaraz married Catalina deCarcaba. N.D,,p. 123. 

Osorio (Micaela), actress in the company of Antonio de 
Escamilla in 166 1. 

Osorio (Pedro), actor in the company of Domingo Balbin in 
1609 ^^^ 161 3, appearing in the comedia of Godinez, La Reina 
Ester in the latter year. 

Osorio (Rodrigo), father of Magdalena, and an autor de 
comedtas from 1 588-1601. He is the theatrical manager to whom 
Cervantes, being in Seville in 1592, promised to furnish six come- 
dias upon such subjects as Osorio might sélect, and for which 
he was to receive 50 ducats, if they turned out to be among the 
best that had been represented in Spain. Rodrigo and his brother 
Francisco Osorio represented the autos zt Toledo in 1592, receiv- 
ing 500 ducats. 



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4S8 HUGO ALBERT RENKERT 

OsoRio DE Velasco (DiEGo), cclebrated graciosOy and his wife, 
Isabel de Guevara, were admitted lo the Cof radia de la Novma 
on April 28, 1634, being then in the company of Juan Baudsta 
Espinola or Espinosa. In 1635 he was segundo gracioso (Bezon 
heing Jirst) in the company of Pedro de Ortegon in Seville, his 
wife Isabel Osorio playing fourth parts in the same company. 
He was gracioso in Olmedo's company in 1636 ?, v. Rosell, vol. I, 
p. 90. In 1638, *39, '40 and '44 hewas in Antonio de Rueda's 
company, and appeared in Calderon's La Desdicha de la Vo^ 
(1639). He afterwards managed a company, and in 1649 and 
1650 represenied Calderon's comedias : El Eneas de Dios and 
Antes que todo es mi Dama. He also represented autos in 1653, 
and 1655 ^^ Madrid, and frequently, till 1661. On the death of 
his first wife Isabel, he married Micaela de Andrade^ v. Pérez 
Pastor, Calderon DocumentoSy I, passim. In 1660 he seems to hâve 
belonged to the company of Pedro de la Rosa, and appeared as 
« Papaguay » in Monitro's Amar sinfavorecer S.-A.y p. 330.0. 
He belonged to the family of the Constables of Gastile (Velasco), 
and became Governor of Salas de los Infantes, where he died 
some time after 1661. He had a daughter Catalina, who died in 
1638. 

OsTiA (Diego de la), of Toledo, had charge of dances in 
Madrid in 1570. 

OsTos QuAN de) and his wife Maria de Herrera were in the 
company Los Andaluces in 1605 -1606. 

OsuNA (Alonso de), galan in the company of Antonio de 
Prado in 1624. (JV. D., p. 206). In 1636 hewas in the company 
of Tomas Fernandez. Rosell, vol. I, pp. 288, 290. Sanchez Arjo- 
na, p. 134, gives the date of représentation of thisLoaas 1621- 
23. This is impossible, for Roque de Figueroa and his wife 
Antonia Manuela figure in the Loa^ and they joined the compa- 
ny of Fernandez in April, 1636 (N. D., p. 251). In 1638-39 he 
was in the company of Bartolomé Romero, Id., p. 275. Sanchez 
Arjona, p. 359, says that Alonso de Osuna figured in the com- 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 459 

pany of Bartolomé Romero in 1631, when he was received into 
the Cofradia de la Novena. This seems to agrée with the Segunda 
Loa of Benavente, éd. Rosell, vol. I, p. 230. Osuna, then in the 
Company of Roque de Figueroa, says thaï in the preceding year 
he was in Romero's company. This would place this Loa in the 
year 1632. In 1642 and 1643 Osuna was again in Romero's 
company (S. -A., p. 338), and in 1645 in the company ofLorenzo 
Hurtado, Id., p. 375. 

Otero (Antonio de), actor in the company of Francisco Solano 
in 1637, ^^^ iri the company of Juan Roman from Oct. 19, 
1638, forone year, ^\^y\r\ogalane5. 

OviEDO (CosME de), took part in the Corpus festivals at Seville 
in 1561, 1579 and 1582. He is said to hâve been the inventor 
of theairical posters. Rojas, Viage enireienidoy éd. 1603, p. 132, 
says : « Cosme de Oviedo, aquel autor deGranadatan conocido, 
que fue el primero que puso carteles. » 

Oviedo (Magdalena de), wife of Cristôbal de San Pedro ; 
both were in the company of Diego Lopez de Alcaraz for 2 years, 
from Jan. 10, 1610 ; both also appeared in Prado's company in 
Tirso'sZii Tercera de Sancta Juaniiy written in i6i4and licensed 
in 1616. 

Paez (Diego), produced the auto La Circuncision del Senor at 
Corpus in Seville in 1564. 

Paez (Juan), actor in January, 1597. 

Paez de Sotomayor (Mariana), daughter of Pedro Paez de 
Sotomayor and Ana Ortiz, and wife of the famous autor de corne- 
dias Alonso de Cisneros. She died in Seville before Jan. 16, 
1590, « leavingmuch property ». Suârez de Figueroa mentions 
her among the celebrated actresses of her day. 

Paez de Sotomayor (Pedro) of Madrid, autor de comedias in 
1587. His wife was Ana Ortiz, v. the preceding, and A/. D., 
pp. 19-23 and p. 45. 

Palencia (Francisco de) took part in the Corpus festival at 
Seville in 1597. 



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460 HUGO ALBERT RENNERT 

Palma (Angela de), « single woman » ; actress for one year, 
from Feb. 1638, in the company of Alonso deOlmedo and Luis 
Bernardo de Bovadilla. 

Paniagua (Alonso de), of Granada, autor de conudias in 1602, 
with Juan de Tapia and Luis de Castro. His wife Paula Salva- 
dora was a member of his company in that year, and both belong- 
ed to the company of Nicolas de los Rios in 1604-1605. 

Pantaleon (Juan de), actor in the company of Francisca 

Lopez in Seville in 1660 and 1663 ; in the company of Francisco 

Gutierrez in 1668, and in that of Bernardo de la Vega in 1672. 

. Pantoja (Agustina de), actress in the company of Lorenzo 

Hurtadoin Seville, in 1645. 

Pascual (Bernardo), son of Félix Pascual and Manuela de 
Bustamente ; he ^Xzytà galants in Manuel Vallejo's company in 
1673 and 1674 (second gala ri) ; with Escamilla in 1676, and 
with Jerônimo Garcia in 1680. 

Pascual (Félix), autor de comediaSy a native of Valencia, 
played the guitar but never acted. He was of a good family, his 
real name was Jaime Lledô. It is said that, being in Naples, he 
fell in love with Maria de Heredia, and followed the stage. His 
wife was Manuela de Bustamente, la Mentirilla. After her deaih 
he married Ana de Andrade, and she having died, he marrieda 
relative in Muchamiel, whither he retired and where he died. 
He was in the company of Sébastian de Prado in 1661 ; and 
tnusico in that of Simon Aguado and Juan de la Gille in 1662, 
and in José Carrillo's company in 1663. He had a company in 
Seville in 1665 and 1677, and in Madrid in 1673. In 1671 he 
and Agustin Manuel had a company. Pascual had a son Bernardo 
and a daughter Sabina by his first wife. For his company in 
1665, V. S.-A,rp, 443. See also Alvarez (Maria). 

Pascual (Onofre) belonged to the company of Juan de 
Morales Medrano in 1624, and to the company of Bartolomé 
Romero in 1631 and 1637. ^^ '^43 he was in the company of 
Tomas Diaz in Seville, and in 1644 was with the company of 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 46 1 

Juan Acacio, also in Seville, and in 1648 with Esteban Nunez. 

Pascual (Sabina), daughter of Félix Pascuai and Manuela de 
Bustamente. She married Manuel de Villalba, and played prime- 
ras damas. 

Patata (La), — her name was Antonia del Pozo, sometimes 
called Antonia Patata ; she was in the company of Tomas Fer- 
nandez and Pedro de la Rosa in 1 637-1 639. v. Rosell, vol. I, 
p. 381. She was in Manuel Vallejo's company in 1659-60 and 
1670, and musica in the same company in 1672. Shehad a sister 
Luciana. Rosell, II, p. 342. Solis, TœsiaSyp, 219. See also under 
Romero (Mariana). 

Paula Salvadora, actress, wife of Alonsode Paniagua in 1602. 
Both were in the company of Nicolas de los Rios in 1604-1605. 
On Feb. 11, 1617, she is mentioned as the wife of the actor 
Juan Bautista de Villegas; her name occursagain in Nov. 1623. 

Pavia (Diego), actor in the company of Jacinto Riquelme in 
Seville in 1652, and in the company of Antonio de Castro, at the 
Co/wo) in Seville, in 1656. 

Pavia (Josefa), actress in the company of Antonio de Castro 
in Seville, in 1656, and in the company of Ijuana de Cisneros 
in 1660. 

Pavia (Miguel), actor de por tnedio in the company of Sebast. 
de Prado and Juan de la Calle in 1659. 

Paz (Ana de la), played fifth parts and was musician in the 
company of José Garceran in Seville in 1657; her husband, 
Juan Lopez, was segundo gracioso and harpist in the same company. 

Paz (Maria de la), played segundas damas and music in Gar- 
ceran's company in 1657. Her husband, Esteban de Almendros, 
was harpist in the same company. Their children were Maria 
de la Paz and Isabel Eugenia Almendros, the latter of whom 
entered a convent in Cordoba. 

Paz (Sancho de), autor de comedias, had a company in Naples 
in 1620, and 1627, v. Croce, / Teatri di Napoli^ P- 9i- 

Paz (Sebastiana de la), actress at the festival of Corpus at 



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462 HUGO ALBERT RENNERT 

Galapagarin 161 9. Her husband was Francisco de Enciso, cloth 
shearer (îundidor), 

Paz ( ?),actor in the company ofFigueroa in i63S-36(?); 

his name occurs in the cast of Peligrar en los Remedios^ by Rojas 
ZorrilIa(ié34). 

Pena (Ana Maria de la), first wife of the autor de comedias 
Tomas Fernandez, died before June 25, 1634. S. -A., p. 134. 

Pena (Catalina de), wife of Antonio de Castro ; both were 
in Jacinto Riquelme's company in Seville, in i6>2. 

Penafiel (LuiSA de), daughter of Damian Arias de Penafiel, 
and Luisade Reinoso, was in Manuel Vallejo's company in 1631. 
On Nov. 4, 1639, she married her cousin, Diego de Penafiel. 

Penalosa (Juan de), actor in the company of Fernan Sanchez 
deVargasfor oneyear from October, 1634. 

Penarroja (Jerônimo de), played fourth parts in the com- 
pany of José Garceran in Seville in 1657. In 1664 %$ '70 and 
*7i he was segundo barba with Ant. de Escamilla ; in 1 672-1676 
with Manuel Vallejo. 

Penas (Sébastian de las), harpist in the company of Antonio 
de Prado, 163 2- 163 6 ? Rosell, vol. I, p. 97. 

Penas (Sebastiana de las), actress in the company of Luis 
Lopez in Seville, in 1650, in the autos of that year. 

Peral (Jusepe del) of Toledo, musician and dancer in the 
company of Diego Vallejo in Seville in 16 19, and in the compa- 
ny of Manuel Vallejo in 1622. In 1624 he acted in the company 
of Juan de Morales Medrano, and in 1632 he and his wife Isabel 
de Vitoria were in the company of Roque de Figueroa. 

Peralta (Ana Maria de), actress, wife of Diego de Ortega; 
both were natives of La Mota del Cuervo, and were in the com- 
pany of Diego Vallejo in 1619, in Seville, and in the company of 
Manuel Vallejo in Madrid in 1622. She afterwards married Juan 
Bezon (q. v.) and w^as called La BeT^ana, q. v. 

Peralta (Catalina de), w^ife of Juan de Grajal or Graxal, 
in March, 1614, when they were acting in a joint company, 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 463 

and previously (Feb. 26) in the same year, were in the Com- 
pany of Alonso de Villalba. In 1628 both appeared in Lope de 
Vega's La Conpeiencia en los Nobles. 

Peralta (Francisco de) produced the auto El Rescate del 
Aima in Seville, in 1576. 

Peregrin (Isabel), member of the company of Cristôbal de 
Avendaiioin 1632. 

Pérez (Cosme), known as Juan Rana, famous gracioso in the 
company of Juan Bautistain 16 17 nnd 1622 ; in the former year 
he appeared as Leonardo in the original cast of Lope's El Desden 
vengado; in the latter as El Capitan Medrano in Lope's La nueva 
Victoria de D. Gon:^alo de Cordoba. He was in the company of 
Antonio de Prado in 1 623-1 624, and with Pedro de la Rosa in 
1636, when he received 10 reals daily for maintenance and 
20 reals for each représentation, besides 50 ducats for the Cor- 
pus festival. Quinones de Benavente wrote an Entremes entitled 
Juan Rana in which Cosme Pérez appeared while in the compa- 
ny of Pedro de la Rosa, to which he belonged for many years. 
He acted for a while in the company of Tomas Fernandez, and 
appeared in the entremes : La Guardainfante. Rosell, vol. I, 
pp. 134, 405, and in 1642 went to Valencia. In 1630 he belonged 
to the company of Antonio de Prado in Madrid. 

He appeared upon the stage as late as 1665. « On January 5, 
1665, hère came, among other diversions of sports we had this 
Christmas, Juan Araiia (^sic\ the famous comedian, who hère 
acted about 2 hours, to the admiration of ail who beheld him, 
considering that he was near upon 80 years of âge. » Memairs of 
Lady Fanshawey éd. 1905, p. 187. 

« He was a man of exemplary life, and owned houses in the 
calle de Cantarranas ». He married Bernarda Ramirez, who was 
alsoin Rosa's company in 1639, playing sixth parts. See under 
Ramirez (Bernarda). His second wife was Maria de Acosta. 
Caramuel calls Cosme Pérez the most famous of ail the comic 
actors on the Spanish stage. 



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464 HUGO ALBERT RENNERT 

Pérez (Cristôbal), second gracioso inthecompany of Félix 
Pascual and Agustin Manuel in 1671. 

Ferez (Damiana), wife of the actor and autor Francisco Lopez 

(1629). 

Ferez (Fernando) of Zaragoza, actor in the company of Mel- 
chor de Léon in Dec. 161 1. His wife, in June, 1614, was Maria 
de Montesinos, and both were in the company of Claramonte 
in that year. In 1619 he was in the company of Juan de Morales 
Medrano. His sister was Sebastiana Vazquez. 

FEREZ (Francisca Faula), widow (1639-40) of Antonio Fonce 
de Léon, played first parts in the company of Juan de Malaguilla 
in that year. 

Ferez (German), el Bueno^ actor in the company of José Mar- 
tînezdelos Rios in 1632. 

Ferez (Isabel), sister of Cosme Ferez, actress in the compa- 
ny ofFedro de laRosain 1636-37. Rosell, I, p. 419. 

Ferez (Juan), played galanes in the company of Fedro de la 
Rosa in 1636, v. Rosell, vol. I, p. 419. On Feb. 28, Juan Ferez 
agreed to act for one year in the company of Luis Bernardo de 
Bovadilla, and on Aug. 21 of the same year he contracted to 
act for one year in the company of Segundo de Morales (JV.D., 
p. 272). By this agreement the wife of Juan Ferez (name net 
given) was to take the money at the door {cobr adora). In 1637- 
1638 he was in the company of Bartolomé Romero, and in 1642 
played second galanes in the same company in Seville. This Juan 
Ferez and Juan Ferez de Tapia seem to be the same person. 

Ferez (Juan Manuel), autor de comedias ; his company repre- 
sented at Corpus in Seville in 1675. 

Ferez (Maria), wife of the actor Francisco de Arteaga in 163 1, 
and then in the company of Manuel Vallejo. 

Ferez (Fedro), actor in the cast of Paciencia en la fortuna; 
Restori, Studj\y p. 142 ; and in Lope de Vega's Los Gu^manes de 
Toraly éd. Restori, p. ix. 

Ferez (Folonia), famous actress, was the first wife of Feman 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 465 

Sanchez de Vargas. She appeared in the title rôle of Lope's La 
hermosa Ester (1610) in her husband's company. Of this play 
Lope says : « Representôla el famoso Sanchez con notable auto- 
ridad y aplauso ». Part. XV. Shedied beforejan. 11, 1619, leav- 
ing two children : Francisca and Hernando de Vargas, both 
still minore in 1626, and some property in the town of Hita. 
Pérez Pastor, Nuevos DatoSy p. 2 12, says that she was the second 
wife of Sanchez de Vargas. 

Pérez de Tapia (Juan), son of Agustin Pérez de Tapia. On 
Nov. 13, 1640, he executed a power of attorney to his wife Ana 
Maria Rodriguez to recover his inheritance in his father's estate. 
N. D.y p. 327. Sanchez Arjona, p. 340, says that he married 
Maria de Olmedo. When ? Before 1653, ^^ ail events, for in 
that year they were received into the Cofradia de la Novenà. Ihid.^ 
p, 359. In 1630 he was in Antonio de Prado's company in 
Madrid. Caïderon DocumenloSy p. 170. Perezde Tapia became an 
autor decomedias and visited Seville, appearing in La Monteria in 
1654-56, and again in 1659, 1661 and 1662. For his company 
in the latter year, v. Ibid.y p. 430 ; v. Pérez (Juan). 

Pérez Lobillo (Francisco) of Granada, died May 4, 1631. 
His wdfe was Ana Cusio, and his children Francisco and Ana 
Maria Pérez Lobillo. 

Pernia (Juan Antonio) played third galanes and was bailarin 
in the company of Roque de Figueroa, 1628-1633, v. Rosell, 
vol. I, pp. 165, 230. He was the member of the company who 
patched up the comedias, as we see from Benavente's Loa : (Sale 
Pernia). — ^ No es Pernia este que sale. 

Que représenta, que baila. 
Que hace versos, que remédia. 
Si sucede una desgracia, 
Doce 6 diez y seis colunas 
De la noche i la manana ? Ibid.^ p. 167-8. 

See also Cotarelo, TirsOy p. 206. 

Pernu (Juan Antonio), gracioso in the company of Pablo 
Martin de Morales in Seville in 1678. 



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466 HUGO ALBERT RENNERT 

Perkia (Pedro de), actorin the company of Domingo Balbin 
in Sept. 1623-24. 

PiCANO (Jacînto) played segundos galants in the company of 
Roque de Figueroa (1629-1633 ?), v. Rosell, vol. I, p. 2^0; 
Cotarelo, TirsOy p. 206. 

Pimentel (Maria), actress in March, 1638, in Madrid. 

PiNEDA (Diego) represented the auto El Triunfo de la Verdai 
in Seville in 1582. 

PiNEDO (Baltasar), famous autor de comedias, who had a com- 
pany at least as early as 1596. In March, 1597, his vàk was 
Juana de Villalba (daughter of Alonso de Villalba and Ana 
Romera), who had been the widow (Jan. 1596) of Juan de 
Morales. In 1602, 1603 and 1609 he represented Jwto in Seville, 
and was one of the eight autores authorized by the decree of 
1603. On May 22, 1604, in Toledo in the Salon del Aranta- 
miento, he represented Lope's El gallardo Catalan^ at a festival 
in honor of the birth of Philip IV (April 8). His company pro- 
duced ^«/(7j in Madrid in 1607 and 1618. In the latter year he 
and his wife, Juana de Villalba lived « in their own house » in 
the calle del Amor de Dios, opposite the hospital of Anton 
Martin. Lope de Vega greatly praises him as an actor, in his 
Peregrino en su Patria, éd. 1604, fol. 198. Pinedo first produced 
I^pe*s comedia La Santa Liga : « Representôla Pinedo, y a 
Selin famosamente ». Part. XV. In 1621 he represented Tirso's 
auto El Colwenero diviiio, and first produced his Como han descr 
los Amigos. 

PîNELO (Francisco) and his wife Inès de Hita were in the 
company of Juan de Morales Medrano for one year from Feb. 
19, 1632, and in Lorenzo Hurtado's company in 1632-35 ?, v. 
Rosell, vol. I, p. 29. 

PiKELO (Juana Margarita), daughter of Francisco PineloanJ 
Inès de Hita, and wife of Antonio Rodriguez ; both were in the 
company of Juan Martinez for one year from Feb. 26, 1635. 
See also Hita (Juana Margarita de). 



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À 



SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 467 

PiNO (Luis del) of Granada, called El Palorno, was in the 
Company of Miguel Bermudez in Seville, in 1654, and in 
Antonio de Castro's company in 1656. 

PiNTo (Luisa), wifc of the autor de œmedias Bernardo de la 
Vega, and in his company in 1672. In 1677 and 1678 she pla)'ed 
segundas damas in the company of Antonio de Escamilla. 

PiNZON or PuNzoN (MiGUEL Jerônimo). — V. Jeronimo 
(Miguel). 

PiNERO (Antonio), actor and musician in a joint company 
with Alonso de Heredia and others in 1614. In 1632-33 ? he 
was in Lorenzo Hurtado's company. Rosell, vol. I, p. 30. In 
1637 and 1638, and again in Seville, in 1642-43, he was in 
Bartolomé Romero's company. His wife was Isabel Antonia. 

PiZARRO (Andrés) and his wife, Jerônima de Montoya, belon- 
ged to a joint company in 1614-1615. 

Plana (Domingo de la), actor in the company of Juan Pérez 
de Tapia in Seville in 1662. 

Plata (Pedro de), autor de comedias in 1587, 1596 and 1598. 

Plaza (Francisco de) produced the auto El Nacimiento de 
Moïses in Seville in 1575. 

Plaza (Francisco Munoz de la), actor in the company of 
Alonso de Villalba in 1614- 15. He appeared in the cast of Lope's 
El Sembrar en biuna tierra^ in 16 16. 

PocA RoPA. — Who the actress was who bore this strange 
désignation, I do not know. See under Romero (Mariana). 

PoLONiA Maria, wife of Juan Gonzalez ; both were in the com- 
pany of Tomas Diaz in Seville, in 1643, and in Lorenzo Hur- 
tados company in 1645. 

P0LOPE (Agustin), musician in the company of Diego Lôpez 
de Alcaraz in 1610, and in Baltasar Pinedo's company in 161 3. 

PoLOPE (Blas), member of the company of Diego Osorio in 
1659 ; in 166 r and 1676 he was second barba in Escamilla's com- 
pany; in 1662 with Sébastian de Prado, and in 1678 with 
Agustin Manuel. . 

PoLOPE (D ami an), actor in the company of An t. de Escamilla 
in 1676, and with José de Prado in 1679. 



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4^8 HUGO ALBERT RENNERT 

PoLOPE (Pablo), member of the company of Simon Aguado 
in 1674 and in Jerônimo Garcia's company in légo. 

PoLLO (Jusepe), actor in the company of Jùan Acacio in 
Seville in 1644. 

Ponce (Francisco), gracioso in the company of Félix Pascual 
and Agustin Manuel in 1671, and in the company of Carlos de 
. Salazar in Seville, in 1676. 

Ponce de Léon (Antonio), — his widow, in March, 1639, 
was the actress Francisca Paula Pérez. 

Ponce de Léon (Juan), musician in the company of Pedro de 
la Rosa in 1636. 

PoRRAS (Jusepe de), actor at the Corpus festival in 1631 at 
Almonacid de Zurita. 

PoRRES (Gaspar de), oue of the best known of the early autores 
de comedias (i 585-1623 ?), and the friend of Lope de Vega. It was 
Porres who obtained the license to print Part IV. of Lope's Come- 
dias, in 161 3. We first hear of hîm as manager .of a company in 
1585, when he represented the autos at Madrid. In 1586-87 Lope 
de Vega was furnishing to Porres « the comedias that he used to 
give to Jerônimo Velazquez ». Life of Lope de Vega y pp. 30 et 
passim. His wife was Catalina Hernandez de Verdeseca, first 
mentioned in 1591. In 1589 he produced autos at Seville and in 
1592 represented two of the autos at Madrid, when he was to 
perform from Lunes de Quasimodo till Corpus. For this festival 
the dress stuffs of his company cost 10,350 reals. In 1593 he 
lived in the calle del Principe, and in 1594 represented four 
autos \r\ Seville, receiving 1200 ducats, his wife also receivinga 
gratuity of iioo reals for the élégance of her costumes. He again 
represented the autos in Seville in 1603 and 1607. Porres was 
one of the eight autores authorized by the decree of 1603. He 
seems to hâve taken his company to Lisbon, prior to May 25, 
1601. In 16 10 he was residing in Toledo. 

He died before July 20, 1623, when his wife is mentioned as 
;< the widow of Gaspar de Porres, formerly a résident of Toledo ». 



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SPAKISH ACTORS AND ACTRESSES 469 

He had two sons, D' Matias de Porres, a graduate of Salamanca 
(1399) and a friend of Lope de Vega, and Juan de Porres, who 
assisted his father in his theatrical companies (1603), v. Pérez 
Pastor, Procesode Lope de Vega, p. 258. Hefîrst represented Lope's 
Jorge ToledanOy and doubtless many others of his comedias. 

Porres (Juan de), son of Gaspar de Porres. In June 1601 he 
was more than 20 andiess than 25 years old, and was employed 
by his father. In 1609 he was algtiacil mayor and alcaide of the 
prison of the town of Atienza. 

Porres (D* Maria de), daughter of Gaspar de Porres ; she 
was married in 1623. 

Porres (D'^ Matias de), eldest son of Gaspar de Porres; he 
studied medicine at Salamanca and in 1623 was a famiiiar of the 
Inquisition, v. Life ofLope de Vega, passim, 

Porres, actor in the cast of Lope de Vega's La hermosa Ester, 
(1610), in the company of Sanchez de Vargas. 

Prado (D* Angela de), actress in the Corpus festival at the 
villa of Hita in 1637. 

Prado (Antonio de), or Antonio Garcia de Prado, famous 
auior de comediaSy born in 1594, ? (5. A, y p. 275), and notable in 
after years for his obesity. In 1614 he belonged to the company 
of Juan Acacio in Toledo, and his name occurs in the cast of 
Tirso's La Tercera de Sancta Juana (licensed in 16 16). Perhaps 
this was the company of Pedro Llorente. In Jan., Feb., March, 
and June of 1623 his company represented ten comedias before 
the King in the palace at Madrid, receiving 200 reals for each 
performance. In 1624 he represented the autos at Corpus in 
Madrid. For his company in this year, v. 2V. D., p. 206. He was 
in Seville with his company in 163 1, when he was imprisoned 
for debt and his efFects were attached. In the following year 
he performed in La Monteria, Seville, from April 12 to June 20, 
and also represented the autos, which he again produced in 1637 
and 1639, and in the former year gave 60 représentations in the 
Coliseo. In 1635 he again represented ten comedias before the 



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470 HUGO ALBERT RENNERT 

King and in 1648, eight comedias. On Oct. 24, 1645 he began 
to represent once more in Madrid, where we find him in 1648, 
1649 and 1650, aiso representing autos. He died in Madrid, in 
the calle de las Huertas, on April 14, 165 1, and his company was 
taken up by his son, Sébastian de Prado. Antonio de Prado was 
twice married, first to Isabel Ana, daughter of a physician of 
Toledo. She was extremely beautiful and of unblemished répu- 
tation, and is said to hâve died by poison. Perhaps her name 
was Isabel Ana Garces, for in 163 1 Dona Luisa Garces is styled 
mother-in-law (suegra) of Antonio de Prado. Averiguadar, vol.I, 
p. 26. Isabel Ana had three children : Sébastian, Lorenzo and 
Maria. After her death he married Mariana Vaca de Morales 
(bom in 1603 ?), daughter of Juan de Morales Medrano and 
Jusepa Vaca, and by her had two children : José and Diego. 
The company of Prado at the close of his career, in 1650, when 
he represented autos at Madrid, was as follows : Antonio Garcia 
de Prado, Juan de la Calle, Cosme Perez, Manuel Francisco 
Martinez ÇBnllante), Gaspar de Valdés, Antonio de Escamilla, 
Luis de Mendoza, Francisco de San Miguel, Juan de Tapia, 
José de Prado; Mariana Vaca, Bernarda Manuela, Rufina Justa 
and Maria de Escamilla. Calderon Documentos, éd. Pérez Pastor, 
p. 170. For Prado's company in 1632, v. Cotarelo, TirsOy p. 216; 
for his company in 1639, Sanchez Arjona, p. 324. 

Prado (José Antonio Garcia de), son of Antonio de Prado 
and Mariana Vaca, married Maria de Anaya (after 1558?). He 
played jÇ'fl/awdî, and had a company in Seville in 1658 and 1659, 
and in Jaen in 1660. In 1674 he was with Simon Aguado ; in 
*75, 'j6 with Escamilla; '77 '78 with Agustin Manuel; *8o 
with Jerônimo Garcia ; '81 with Manuel Vallejo. In 1679 he had 
a company in Madrid, v. Calderon documentos, p. 357. He was 
also a playwright. Schack, Nachtràge, p. 60. For his company 
in 1658, see Sanchez Arjona, p. 415. 

Prado (Lorenzo de), son of Antonio de Prado and Isabel 
Ana [Garces ?], was a member of his father's company in 1624 



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J 



SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 47 1 

andagain in 1632. N. D., p. 206; Cotarelo, Tirso, p. 216. Thèse 
dates show almost convincingly that Antonio de Prado must hâve 
been born at least ten years earlier than the date (1594) given 
by Sanchez Arjona (v. above). His wife was Manuela Mazana, 
daughter of Juan Mazana and Dorotea de Sierra ; both belonged 
to the Company of Manuel Vallejo in 1640, and to the company 
of Lorenzo Hurtado in 1642, heas gracioso and Manuela playing 
second parts. He is said to hâve died of the pest in Seville, 
in 1649. 

Prado (Juana de), farsaniCy wife of Gabriel Angel, in Madrid, 
in 1583. 

Prado (Maria de), daughter of Antonio de Prado and Isabel 
Ana, and wife of the musician and composer Ambrosio Duarte, 
a Portuguese ; both were in the company of Sébastian de Prado 
in Nov. 165 1. Maria phycd pritneras damas in the same company 
in 1659 and i6éi, and segundas in 1662. In 1657 she was with 
Diego Osorio, in 166^ primera with José Carrillo, in 1664 with 
Bart. Romero and Juan de la Gille, and in 1665 with Francisco 
Garcia. 

Prado (Melchor de), actor, indicted for taking part in a brawl 
and for attempting suicide in 1598. He was a friend of Lope de 
Vega. v. Life of Lope de Fega, p. 25, n. 

Prado (Sébastian Garcia de), eldest son of Antonio de 
Prado and Isabel Ana, belonged to his father's company in 
1632, playing galanes jovenes . In 1651, on the death of his father, 
he took the management of the company. At that time his wife 
was Bernarda Ramirez, who was a member of the company, and 
who also acted with him in 1659 and 1662, playing fifth and 
fourth damas respectively. In 1659 Sébastian de Prado had a 
company with Juan de la Galle; in i6éo (he left Madrid on 
April 13), he took a company of players to Paris on the occasion 
of the marriage of Maria Teresa, daughter of Philip IV. to 
Louis XIV. He again had a company in i6éi ; in 1662 he 
managedone jointly with Escamilla; in 1670 and 1672 he was 

REVUH HISPANIQUE. XVI. 31 



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472 HUGO ALBERT RENNERT 

primer galan in Manuel Vallejo's company, and in r673 ^^^^ 
Félix Pascual. He was famous in the rôle oi galan. In 1685, 
after the deitth of his wife, he retired from the stage, entered 
the Convento del Espiritu Santo at Madrid, was ordained priest, 
passed to Rome and died at Leghorn. 

Primo (Francisco), actor in the company of Cristobal de 
Avendano in 1623. 

Probay (Jorxe) or Giorgio Prou ai, an Italian ; actor in 1604 
in a joint company in Borox at Corpus. 

PuELLES (Diego de), farsante in Madrid in 1583. 

QuADRADO (Juan), native ofMurcia, died on Feb. 29, 1636. 
The name Quadrado occurs in the cast of Lope's El piadosoAra- 
gones (1626). 

QuESADA (IsABEL de), actress, wife of Francisco Solano in 
March, 1638 : « no sabiafirmar ». 

QuESADAS (Manuela OR Maria), actrcss in a joint company 
in Madrid in March, 1634. 

QuEVEDO (JusEPE de), uiember of the company of Diego 
Osorio in 1659, and with Sébastian de Prado in 1662 ; in 1665 
he was wûth the company of Félix Pascual in Seville. 

QuiNONES (Luis de), actor in the company of Alonso Riquelme 
in Madrid, in Nov. 1605, and Jan. i6oé, and at Corpus, 1607, 
in Seville. In 1610-11 we find him again in Riquelme's com- 
pany taking part in Lope's La buena Guarda, and in 1 614 in 
the company of Pedro Valdés, when he appeared in Lope's La 
Dama boba. He entered the company of Valdés in Feb. 1614, 
being engaged « to sing alone or accompanied », and besides 
played barbas. On Sept. 20, 1614, he married Isabel de Velasco. 

Quinones (Margarita de), widow in July, 1636 : former 
actress ? She kept an actor's boarding house in Madrid. 

Quinones (Maria de), daughter of the preceding, played 
primeras damas in the company of Tomas Fernandez in 1637. 1° 
1640 and 1643 she was in Manuel Vallejo's company in Seville; 
in 1649 with Antonio de Prado ; in 1659 primera dama with 



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J 



SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 473. 

Diego Osorio ; in 1660 with Pedro de la Rosa, and in th^ 
same year and 1661 with Escamilla ; in 1662 with Sébastian de 
Prado and Escamilla-, and in the company of the latter in 1663, 
1664, 1665/ 1670-1672. Maria de Quinones was celebrated in 
the rôle of dama^ acting until she was past seventy, and died 
more than ninety years old. See also under Romero (Mariana). 

QuiRANTE (Juan), played fifth parts in the company of Mag- 
dalena Lopez in Seville in 1677. 

QuiRANTE (Pedro), actor. His daughter Jeronima Quirante 
married Francisco de Fuentes (1675 ?). 

QuiROL (Jaime), actor in the company of Magdalena Lopez in 
1674. 

QuiRÔs, V. Lopez de Quirôs. 

QuiTERiA, actor in the company of Nicolas de los Rios prior 
to 1602. Rojas, Viage entreUnidoy p. 465. Cortés, Una Carte lite- 
rariûy p. 34, says that his name was Hernandez Quiteria. 

QuiTERiA, actress in the company of Antonio de Prado, (about 
1630 ?), who appeared in Benavente's entremés El Murtnurador. 
Rosell, vol. I, p. 143. 

Ramirez (Bernarda), her husband Bartolomé de Robles, and 
their daughter Maria Ramirez were members of the company 
of Roque de Figueroa in 1631. Cotarelo, Tirso, p. 206. Rosell, 
vol. I, pp. 109, 232. Bernarda was again in Figueroa's company, 
apparently in 1635, when her name occurs in the cast of Rojas 
Zorrilla's Peligrar en los Remedios (written in Dec. 1634), as the 
autograph Ms. shows. In 1639 Bernarda Ramirez played sixth 
parts in the company of Pedro de la Rosa. S.-A.y p. 327. It is 
said that she was also the wife of Cosme Perez. Ibid., p. 330. 

Ramirez (Bernarda), wife of Sébastian de Prado. She was 
acting in his company in 1651, 1659 and 1662, playing fourth 
and fifth parts. Calderon Docutnentos, éd. Pérez Pastor, pp. 189, 
261, 292. She was the daughter of Lazaro Ramirez, peddler, and 
Catalina de Flores, « she of the wonder that gave rise to the Co- 
fradia de la Novena, v. Rosell, vol. IL Appendix. We are told (/Wûf., 



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474 HUGO ALBERT RENNERT 

p. 344) that Beniarda Ramirez, La Napolitafuiy first married Bar^ 
tolomé de Robles and afterwards became the wife of Sébastian 
de Prado. In the Fiestas bacanaleSy a saynète with which the come- 
dia Euridice y Orfeo concluded, Cosme [Pérez], Bernarda and 
Francisca [de Castro] appear. Cosme is alone upon the stage, 
when seven nymphs and Bernarda appear. « Cania Bernardaj 
baylando con Cosme, 

Bernarda : « Senora Ninfa poltrona, 

que haze, que no bayla usted ? 



Représenta Cosme. 
Cosme : Vive Dios, que estân borrachas; 
y que aunque huelo à la pez 
de hombre, mi niuger misma 
me tiene por su muger ». 

Solis, Poesiasy éd. 1692, p. 184. See also, p. 214. 

This seems to show that Bernarda was the wife of Cosme. 
But perhaps this Bernarda was Bernarda Manuela. Averigûclo el 
discreto. 

Ramirez (Cristôbal), actor in the company of Diego Jiménez 
de Valenzuela in 1602. He was an autor de comedias in 16 10 and 
1612. 

Ramirez (Juan), member of the company of Gaspar de Porres 
in 1593 ; he took part in the Corpus festival at Seville in the 
preceding year, producing the auto Lji Redencion del Caulivo. 

Ramirez (Marcos) of Toledo, is mentioned as a well known 
aaor in 1602. Rojas, ViajCy p. 362. 

Ramirez (Maria), daughter of Bernarda Ramirez and Bartolomé 
de Robles, and a member of Figueroa's company in 163 1. In 
Rosell, vol. I, p. 109, she iscalled a sister of Bernarda. 

Ramirez (Miguel), of Toledo, autor de comedias mentioned 
as early as 1579 ; in 1587 he represented one of the autos zx, 
Madrid. In June, 1595, he was in the company of Cisneros, and 
had a company again in 1597 and 1602, and on Feb. 26 of the 



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SPANISH ACrORS AND ACTRESSES 475 

latter year he engaged Agustin de Rojas, author of the Viaje en- 
ireienido, as a member of his company. In Dec. 1614 Ramirez 
resided at Toledo. He was in the company of Nicolas de los Rios 
(before 1603), playing galanesy while Rosales played the King 
aud Rojas recited the loas, Viaje enlretenidoy p. 493. Ramirez was 
one of the interlocutors in the latter work. Miguel Ramirez is 
also mentioned by Figueroa, Pla^a Vnivcrsal, p. 336, among the 
distinguished actors then living (1615). 

Ramon, actor in the cast of Lope de Vega's El Sembrar en bmna 
Tierra (16 16). 

Ramos (Antonio), autor de comedias in 1606, when his wife 
was Eugenia de Villegas. On Feb. 15, 1636, his widow is called 
Jusepa Roman, q. v. He was apparently still living in Dec. 1634, 
N. Z)., p. 238. His name occurs in the cast of Lope's Sembrar en 
buena tierra {1616). 

Rayos (Luisa de), wife of Pantaleon de Borja ; both belonged 
to the company of Antonio de Rueda in 1639. 

Real (Gaspar), wM5ïVo in Escamilla's company in 1661, 1663 
and 1670; in Sébastian de Prado's company in 1662, and with 
Simon Aguado in 1674. 

Real (Pedro), actor in the company of Cristôbal de Salazar 
{Mahotna) in 1630 Q) and in the company of Bartolomé Romero 
in 1634 and again between 1637 ^^^ ^^43y v- Rosell, vol. I, p. 
221. 

Reina (Eufrasia Maria de), whose real name was Catalina 
Hemandez, was the wife of the autar Carlos.de Salazar; after his 
death at Elche in 1648, she married Damian de Castro, son of 
Marias de Castro. Sanchez Arjona, p. 484. It is said that she 
plotted to hâve her first husband (name unknown) killed ; he 
disappeared and she then married Salazar. She was in the com- 
pany of Carlos Vallejo in 1695, afterwards retired to Seville^ ser- 
ved in a hospital and lead an exemplary life. v. Pellicer, H, p. 

47- 

Reinoso (Juan de) topk part in the Corpus festival at Seville 

in 1374. 



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47^ HUGO ALBERT RENNERT 

Reinoso (Luisa de) wîfe of Miguel de Ayuso; both werein 
the Company of Claramonte in 1614, receiving 7 reals daily for 
maintenance and 10 reals for each performance. 

Reinoso (Luisa de), wife of the famous actor Damian Arias 
de Penafîel at least as early as 1620. She, her husband, her son 
Francisco Arias and daughter Luisa de Penafiel were members of 
Manuel Vallejo's company in 163 1. 

Renteria (An a de), wife ot the actor Juan Vivas in 16 19 (N. 
D,, p. 17s); perhaps she is the ' Ana * who appeared in Pedro 
Cebrian s company in Lope de Vega's Quien mas no puede (r6ié). 

Renteria (Felipe de), actor in Madrid in 1384; perhaps this 
is the Renteria mentioned as a famous actor by Suarezde Figue- 
roa, Pla^a Universal, p. 336, as being then (1615) deceased. 

Reyes, V. Coca de los Reyes. 

Reyes (Baltasara de los), La Baltasara yfsLmous actress, wife 
of Miguel Ruiz ; both were in the company of Gaspar de Porres 
in 1604-1605, receiving r 6 reals for each représentation, 6 reals 
daily for maintenance, and expenses of travel. She and her hus- 
band are characters in the comedia La Baltasara, written for her 
by Luis Vêlez de Guevara, Antonio Coello and Francisco de 
Roxas. Pellicer calls her Francisca Baltasara, « a no less celebrated 
actress than holy anchorite ». Sheachieved her greatest triumphs 
in the company of Heredia. At the height of her success she 
withdrew from the stage and entered a hermitage dedicated to 
St. John the Baptist, near Cartagena. Ibid.y vol. II, p. 50. 

Reyes (Gaspar de los), manager of the Compania Espahola 
in May, 1602, jointly with Pedro Rodriguez and Diego de Rojas. 
At the end of June they represented in Barco de Avila two come- 
dias à h divino : El Castigo en la Vanaghria and Los Màriires 
JaponeseSy and two comedias à la humano : El Cande Alarcos and 
El Cerco de Cordoba. He is mentioned by Rojas, Viage^ p. 13. 

Reyes (Juana de los). — Her name occurs in the cast of 
Tirso's Celos con celas se curan (after 1623). 

Rèyes (Maria de los), whose parentage is unknown, was 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 477 

brought up by the actor Juan de los Reyes, and assumed his name. 
She entered the Cofradia de la Novena in 1668, and wasthe wife 
of Juan Bautista Loche. She played fourth parts in Escamilla's 
Company in 1670; fifth parts in the same company in 1671 and 
1672, znd segundas damas with Manuel Vallejo in 1673. She died 
in the Calle de Francos in .1674. 

Reyes (Mariana de los), called la Carbonera } v^'ik of the actor 
Jerônimo Carbonera. In 1637 Jerônimo drbonera and his wife 
Mariana de los Reyes took part in the Corpus festival at Barajas. 
N. Dy p. 261. On Sept. I, 1637, Mariana de los Reyes, wife of 
Jerônimo Carbonera, agreed to act in Romero's company for one 
year, id,y p. 273. Jan. 18, 1638 Mariana de los Reyes, wife of 
Jerônimo Carbonera agreed to act in the company of Segundo de 
Morales for one year, to play first parts, sing and dance. Id.^ p. 
280. Jan. 20, 1639, Maria de los Reyes, wife of Jerônimo Car- 
bonera, agreed to play first parts in the company of Andrés de la 
Vega for one yéar. Ibtd., p. 302. June 21, 1639, Mariana de los 
Reyes was a member of the company of Andrés de la Vega. Ibid,, 
p. 315. Sept. 6, 1640, Andrés de la Vega contracted to represent 
two comedias at the Villa del Escurial; « if his wife be one of the 
company, but if La Carbonera goes, then he is to give three co- 
medias. » Ihid,, p. 325. Mariana de los Reyes must hâve died or 
been divorced sometime before Oct. 3, 1643, for on that date 
Mariana Ladron de Guevara, t^//êof Jerônimo Carbonera, execu- 
ted her last will. Ibid,^ p. 331. In this will she requests that some 
costumes be recovered « which she has, in the possession of 
Andrés de la Vega ». She had therefore been an actress in the 
latter's company. The first notice that we hâve of « Maria, la 
Carbonera » is in 1635, when she played primeras damas in the 
company of Alonso deOlmedo in Seville. Sanchez Arjona, p. 297. 
The question is : which of thèse two actresses was called la 
Carboneray or was not the name simply applied to the wife or 
wives of Jerônimo Carbonera, one after the other ? Averigûelo 
el discreto. 



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478 HUGO ALBERT RENNERT 



Reynoso y Villacorte (Jerônimo), native of Léon, actor in 
the Company of Alonso Riquelme for tw^o years from March 29, 

lé02. 

RiAZA (Sébastian de), actor in the company of Francisca Lopez 
in Sevillein 1660. 

RiBAS, V. Rivas. 

RiBERA (Antonïa de), actfcss in Naples in 1635, and in 1636 
became an Augusiinian nunin S. Giacomo alla Lungara. v. Croce, 
/ Teatri de Napoli, p. 122. 

RiBERA (D0KOTEA de), appeared in Calderon's La Vida es Stie- 
ho, Lope's D. Juan de Austriay and Rojas Zorrilla s Casarse por 
vengarse 2it Corpus, in 1636, in Madrid. 

RiBERA (Fabian de), actor in the company of Jerônimo Velaz- 
quez, 1 584-1 590. He is mentioned by Rojas, Viaje, p. 12. 

RiBERA (Magdalena de), wife of Francisco de Vergara ; both 
were in Damian Espinosa's company in March, 1639. 

Ribero(Ana Maria de) of Valladolid, wife of Cristôbal Ortiz 
de Villazan (Jan. 1614), and acting in the company of Pedro de 
Valdés in that year, when she and her husband appeared in Lope's 
La Dama boba. She was in her husband's company in Seville in 
1619 and 1620, and in the latter year received a gratuit}^ of 20 
ducats. 

RiGOL (Esperanza), member of the company of Esteban Nuiiez 
in Seville in 1654. 

Rio (Antonio del), actor in a joint company in June, 1603, 
with Luis de Castro and others. 

Rio (Ursula del), wife of Juan de Cuevas or Juan de la Cueva; 
both were in the company of Andrés de la Vega in 1638-39, 
and in the company of Pedro de la Rosa in 1639-40, playing 
fifth parts.Thisnameshouldundoubtedly be Ursula de Berrio,q. v. 

Rios (Juan de los), actor in the company of Cristôbal Ortiz de 
Villazan in Seville in 1619. 

Rios (Lorenzo de los), brother of the preceding and member 
of the same company. Both were from Seville, « en la collacion 
de San Pedro ». 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 479 

Rios (Nicolas de los), native of Toledo and a famous autor 
de comedias. In 1 583 he was indicted « por varies excesos ». In 1 386 
he resided in Toledo, and in the following year his company 
represented one of iht autos at Madrid, and again in 1590, 1596 
and IS97- In 1590 Rios and Cisneros represented frequentlyin 
Madrid, and producedthethree autos : Los Desposorios de Isaac.El 
Bellocino dorado and N, Sehora de Loreto, In 1 588 he represented at 
Corpus in Seville, in 1589 at Corpus in Toledo, and in Jan. I589he 
was manager of the company Loj£5/>fl«o/^5. In 1598, 1600 and 1609 
he again represented autos in Seville, and in 1606 and 1607 in 
Madrid, with Pinedo. It appears that in 1601 Rios wascomman- 
ded by the King to leave Madrid with his company and was de- 
prived of his license to perform, because he represented a come- 
dia which offended the French Ambassador. Leaving his 
company in Zaragoza, he returned to Madrid on Sept. 10, i6or, 
to pétition the King to be allowed to return with his company,. 
which was granted. In Nov. 1603 he took his company to Valla- 
dolid, and played four comedias before the King at Tordesillas. 
He was one of the eight autores authorized by the decree of 1603. 
On April 28, 1603, Rios married Magdalena de Robles in Valla- 
dolid. Cortés, Una Cor le literaria, p. 35. In April, 1607, his wife 
was Inès de Lara. He died on March 29, 1610, of apoplexy, in 
the calle de las Huertas, Madrid, his wife surviving him. His 
house adjoined the Church of the Barefoot Trinitarians ofSan 
Ildefonso, and the noise of music, dancing and rehearsals therein 
caused it finally to be incorporated in the Couvent, by Royal 
decree of Aug. 13, 1616. In the course of his career Rios first 
produced a number of Lope's comedias : before 1603, his La 
Bella mal maridada; Lope calls him : « Mar de donayre y natu- 
ral gracia » ; El ingrate arrepentido ; El verdadero Amante ; El 
Caballero de Illescas ; El Remedioen la Desdicha, « RepresentAla Rios, 
unico Représentante », La Francesilla, El sol parado, and El 
Ruysenor de Sevilla, For his company in 1609, v. Sanchez Arjona, 
p. 1:36. He is mentioned by Rojas, Fiage, p. 131, among the 



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480 HUGO ALBERT RENNERT 

« farsantes que han hecho £usas, loas, bayles », etc. Rios and 
Solano at one time belonged to the « honrada compania » of 
Martinazos, in Valencia. Ibid.y p. 91. The company of Rios in 
léoo (?) consisted of Juana Vazquez, Rojas, Quiteria, Torres, 
Bartolico and Maria (ninos), Callenueva, Arze, Ramirez (played 
galants), Rosales, Antonio and Solano. Ibid.y pp. 463-65. 

Rios (José Martinez de los Rios), son of the preceding, and 
actor in his company, according to Gallardo, II, p. 668. This 
seems very doubtful ; the statements in thèse Librosdela Cofradia 
de la Novena must be received with great caution.- José was ad- 
mitted into the Cofradia on Sept. 6, 163 1, and managed a com- 
pany in that year. I can find no confirmation of the latter asser- 
tion. 

RiauELME (Alonso), native of Seville, celebrated autor de conu- 
dias much favored by Lopede Vega. He had a company at least 
as early as 1602 ; his wife was Micaela de Gadea. On July 8, 
1605, he petitioned to be released from the prision at Madrid, (in 
which he was confined for a debt of 900 reals), on giving securi- 
ty for the amount. On Jan. i, 1606, he is styled autor dr conte" 
dias de los notnbradospor S. Af . but his name is not included in the 
decree of 1603. In 1607 he represented the autos at Madrid wîth 
Gaspar de Porres, and again in 161 1, when Lope wrote the four 
autos. For his company in this year, see S. -A., p. 126. On March 
30, 1608, he was again married, this time to Catalina de Val- 
cazar, the widow of Gabriel Vaca. He represented autos at Madrid 
in 16 10, 161 3 and 16 13, and was one of the twel ve tf «/(?ré'j author- 
ized by the decree of this latter year. He first represented a 
number of Lope de Vega's comedias : La buena Guarda (1610) y 
La Madré de la mejor; La Arcadia; El Halcon de Federico ; El Al- 
calde mayor; Los Espaholes en F landes ; La mal Casada ; Querer la 
propia Desdicha; Santiago el Verde and La Historia de Tobias, He 
had a company in 16 19, the latest date that I hâve found. 

RiauELME Qacinto), autor de cotnedias. His wife (1652) was 
Francisca Verdugo. He represented the aiUos in Seville in this 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 481 

year, with Pedro de la Rosa. S.'A,y p. 402. Having broken his 
contract with the management of La Monteria^ Seville, his ward- 
robe was seized, and in the following year he was again impris- 
oned. He represented xme û£ the autos of 1653. 

RiauELME (Maria de), famous actress, daughter of Atenso 
Riquelme, and noted for her virtuous and exemplary life. She 
was the second wife (married after 1623) of the autor de comedias 
Manuel Vallejo, and was a member of his company in 163 1. On 
St. John's eve of this year she appeared in Quevedo's comedia 
Quien mas miente medra mas y and in 1632 acted in Lope de Vega's 
El Castigo sin Vengan^^ay playing the part of Casandra. See my 
article « Ueber Lope de Vega s El Castigo sin Fengania », in the 
Zeitschrifi fur Romanische PhiL Vol. XXV, pp. 411-423. In 1632 
she appeared in the entremés El Casamiento de la Calle Mayor 
con el Prado viejOy v. Rosell, vol. I, p. 277. On the death of her 
husband, (1644), she devoted herself to religion, and died in 
Barcelona in 1656. See also my Life of Lope de Vega y p. 350. 

RisauES (Leonardo de), actor in the company of Cristôbal de 
Avendano in 1622. 

Rivas (Juan de), autor de comedias^ represented for the first 
time in the corral dePuente on Oct. 25, 1 579, and then only once. 
In 1590 he was residing in the calle de la Cruz ; his wife was 
Juana Romero. 

Rivas (Jusepe de), member of the company of Manuel Vallejo 
in 163 1, and in 1640, in Seville. 

Rivas (Manuel de) of Plasencia, actor in the company of 
Diego Vallejo in Seville in 1619. 

Rivas Carrillo (Domingo), member of a joint company in 
June, 1603. 

Rivera, v. also under Ribera. 

Rivera (Francisco de), lessee of the Coliseo at Seville in 
1619. 

Rivera (Juan Francisco de), actor in the company of Carlos 



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482 HUGO ALBERT RENNERT 

de Salazar in Seville in 1673 ; and barba in the company of Pablo 
Martin de Morales in 1678. His wife was D* Maria de Figueroa. 

RoBLEDO (Diego de), actor in a joint company with Francisco 
Lôpez on Mardi 31, 1632. Robledo, his wife Josefa de la Vega, 
and their son Juan were admitted to the Cofradia de la Nm^ena, 
on March 14, 1632, being then members of the company ot 
Cristôbal de Avendano. Cotarelo, Tirso^ p. 202. In 1638 and 
1640 Robledo was in the company of Bartolomé Romero, and 
in 1642 he played second galanes in the company of Luis Hur- 
tado in Seville. See also Rosell, vol. I, p. 200. 

RoBLES (D* An A de), widow in 1639 ; actress in the company 
of Juan Rodriguez de Antriago at the Corpus festival at the villa 
of Borox, in that year. 

RoBLES (Bartolomé de), and his wife Mariana de Guevara 
took part in the Corpus festival in Buendia in 16 19 {N. D,, p. 
170) ; in 162 1 he and his wife Micaela Lopez actcd in the Cor- 
pus festival in Madrid (Ibtd., p. 189). In August, 1623, Bartolo- 
mé de Robles and his wife Mariana de Robles y Varela bought 
a house in tKe calle del Infante from Luis de Monzon, one of the 
lessees of the théâtres of Madrid {Ibid.y p. 199). In 1631 Barto- 
lomé de Robles, his wife Bernarda Ramirez and her daughter (sis- 
ter?) Maria Ramirez were members of the company of Roque de 
Figueroa (Cotarelo, TirsOyp. 206), and in 1643 Bartolomé de Robles 
and his wife Alfonsa de Haro were members of the company of 
Tomas Diaz in Seville. If this be the same Bartholomew, his matri- 
monial record is unequaled in the annals of the Spanish stage. 

Robles (Francisco de), actor in 1609 in Madrid ; in 1622 he 
belonged to the company of Cristôbal de Avendano; in 1623 to 
the company of Pedro de Valdés, and in 1624 he was with Juan 
de Morales Mcdrano. 

Robles (Inès de), « single woman »>, in the company of Bar- 
tolomé Romero, in Feb. 1638. 

Robles (Juan de), actor in the company of Pedro de la Rosa 
in Seville in 1639. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 483 

RoBLES (LuiSA de), wifc of the actor Juan de Labadia. On June 
19, 16 18, she is described as his widow. About this time, or 
perhaps earlier, believing her husband dead, she married Alonso 
de Olmedo, q. v., and appeared in Alarcon's tragedy El Ante- 
cristo. In Sept. 1623, she is described as a « single woman over 
25 years old », and belonged to the company of Manuel Vallejo, 
and in March, 1624, she was in the company of Antonio de Prado. 
In 1627 she and her husband Juan de Labadia were acting in the 
company of Manuel Simon in the Coliseo in Seville. See the story 
concerning her, under Olmedo (Alonso de). 

RoBLES (Magdalena de), first wife of Nicolas de los Rios, 
whom she married in Valladolid, April 28, 1603. 

RoBLES (Teresa de), actrcss in the company of Antonio de 
Escamilla in 1675 and 1676, playing fifth parts ; in 1678 she was 
in Agustin Manuel's company ; in 1679 with José de Prado, and 
in 1681 with Carvajal. 

RoBLES Y Varela (Mariana de), wife of the actor Barto- 
lomé de Robles in August, 1623. 

ROBLES, V. DiAZ DE ROBLES (PeDRO). 

RocA Paula, one of the earliest of Spanish actresses ; she was 
the wife of Agustin Solano in 1584. 

RocHA (Diego de la), actor in the company of Jerônimo 
Velazquez in 1590. He is mentioned by Lope de Vega in the 
prologue to his Comedias, Part XVI (i 621), among the celebrated 
actors who were then rapidly disappearing. 

RoDENAS (Francisco) actor. His wife was Marina Margarita 
Ruiz, actress in 1623. Marina was born in Ecija, the daughter 
ofLope and Juana Ruiz. 

RoDRiGUEZ (Alonso) of Seville, autar de comedias in Madrid 
in 1574, when he performed in the corral de Burguillos. He 
represented at Corpus in Seville in 1573 and 1575, and in 1579 
produced, in the corral de Doha Elvirà, for the first time the 
foUowing plays of Juan de la Cueva : La Muerte del Rey dan 
Sancho y Reto de Zanwra por D, Diego Ordone^ ; El Saco de Roma 



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484 HUGO ALBERT RENNERT 

y Muerte de Borbon y coronacion de nuestro invicto Emperador 
Carlos y, and Ijos siete Infantes de Lara. On August 15, 1579, — 

Alonso Rodriguez, **el Toledano", represented in the corral 
de Puente, Madrid. In May, 1580, Alonso Rodriguez was in 
Toledo, and on Oct. 28, represented in Madrid; Dec. 10, 1581 
Alonso Rodriguez, *'el de Toledo'* represented in the corral de 
Puente-, Dec. 12, 18, 19, 21, 25, 26, 27, 28, 1582, and May 23, 
1583, Alonso Rodriguez represented in Madrid, where we find 
him in Feb. 1584. At the beginning of Feb. 1586, he wasresid- 
ing in Madrid, (though called « vecino de Sevilla »), whither he 
had corne from Toledo. Alonso Rodriguez of Seville, and he of 
Toledo were, it seems, différent persons. 

Rodriguez (Alonso) and his wife Mariana Cabello were in 
Domingo Balbin's company in 1613, in Seville. 

Rodriguez (An a Maria), wife of the actor Juan Pérez de 
Tapia (Nov. 15, 1640). 

Rodriguez (Antolina), wife of the autor de cmnedias Gonzalo 
de Alarcon in 1598. 

Rodriguez (Antonio) of Avila, actor in 16 19. In 1621-22 
his name occurs in the cast of Lopes Amor, Pleitoy Desafio; in 

1623 he was in the company of Cristôbal de Avendano and in 

1624 in Antonio de Prado's company. In Feb. 1633, he and 
his wife Juana Margarita Pinelo were in the company of Juan 
Martinez, he as gracioso and she playing third parts. 

Rodriguez (Bartolomé), gracioso, mentioned by Rojas, Viage, 
p. 14. 

Rodriguez (Diego) played fourth galanes in the company of 
Pablo Martin de Morales in Seville in 1678. 

Rodriguez (Francisca), third wife(JV.-Z)., p. 2i2)of theatttor 
Hernan Sanchez de Vargas (1623-1626). 

Rodriguez (Francisco), his wife Maria Suarez and her daugh- 
ter Antonia Bemarda were members of the company of Manuel 
Vallejo in 1631. Cotarelo, TirsOy p. 220. 

Rodriguez (Francisco) and his wife, Sebastiana Munoz, were 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 485 

in the company of Juan Roman in 1639-1640; he was in the 
Company of Bartolomé Romero in 1640-1642. 

RoDRiGUEZ (Gaspar), actor in the company of Fernan Sanchez 
de Vargas in Oct. 1634; i" 1^3^ he played third parts in the 
company of Pedro de la Rosa, and in Sept. 1637 he belonged to 
the joint company of Juan Rodriguez de Antriago. 

RoDRiGUEz (Isabel), wife of the autor de cmnedias Jerônimo 
Lopez de Sustaya in 1602 ; in 1603 both were acting in the 
company of Juan de Morales Medrano. 

Rodriguez (Isabel), wife of Juan de Villanueva ; both were 
in the company of Pedro de Valdésin 1613-14, and appeared in 
Lope de Vega's La Dama boba. Perhaps she was the IsabeL 
Rodriguez of the preceding article. 

Rodriguez (Jerônima), wife of Salvador de Ochoa; both w^ere 
in the company of Baltasar Pinedo in Feb. 161 3. 

Rodriguez (Jerônima), wife of Pedro Maldonado in March, 
1621, when both were in the company of Juan de Morales 
Medrano. Their names occur in the cast of Lope's Jmory Pleiio 
y Desafioy finished Nov. 23, 162 1. 

Rodriguez (Jerônima), wife of the actor Isidor Gil, and both 
in the company of Damian Espinosa in March, 1639. Perhaps 
the preceding three wives were one and the same Jerônima. 

Rodriguez (Jerônimo), actor in Madrid in 1584. {Bull. Hisp. 
(1906), p. 364. In 1596 Juan de Albricio, also an actor, was 
indicted for killing him. 

Rodriguez (Juan), actor in the company of Esteban Nunez in 
Seville in 1648. In 1660 he played third galants in Jerônimo 
Vallejo's company, and in 1675 ^"^ 1^77 î" Ant. de Escamilla's. 
In 1680 he w^as hpuntador in the company of Jerônimo Garcia. 

Rodriguez (Mariana), wife of Diego Monserrate ; both were 
in Alonso Riquelme's company in March, 1602, and in the com- 
pany Los Andaluces in March, 1605. 

Rodriguez (Pablo), member of the company of Luis Lopez 
in Seville in 1645 and 1650. 



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486 HUGO ALBERT RENNERT 

RoDRiGUEZ (Pedro) and his wife Mariflores were in the Com- 
pany of Jerônimo Velasquez in 1590. He was a member of a 
joint Company with Diego de Rojas and Gaspar de 1oî> Reyes, 
called La Compahia Espanola, in May, 1602. He had a company 
at the time of his death, in 1610. Pellicer, vol. I, p. 40. 

RoDRiGUEZ DE Antriago (Juan), autOT de comedias in 1637, 
*38 and '39. In 1638 he was associa ted with Luis Bemardo de 
Bovadilla. For his company in 16^9, v. A/.-D., p. 312. 

RoDRiGUEZ DE ViLLALOBOS (Marcos), Icssce of the théâtre in 
Toledo in 1639 and 1640. 

RojAS (Agustin de), actor, and author of the Viage entretenido 
(1603), and of a comedîa El Natural desdichddo (published 
by Paz y Melia in the Revista de Archives, 1900). He w^as born 
in Madrid in the calle del Postigo de San Martin, the son of 
Diego de Villadiego and Luisa de Rojas, vizcaina, and was 
baptized on September 2, 1572. Pérez Pastor, Bibliografla Madri- 
lena, vol. II, Madrid, 1906, p. 75. From the âge of 9 to 13 heser- 
ved as a page, and at fourteen he came to Seville, and enlis- 
ted in Castilleja, remaining over two years in the fortifications 
of Blaubete, and taking part in varions actions. For a while 
he was a prisoner in La Rochelle, and afterwards retumed to 
Spain. He again took service in the galleons, and then became 
a scrivener in Granada. He went to Malaga and became an actor, 
performing in Ronda, Granada and Seville. It was in the latter 
city that he first saw the company of Antonio de Villegas, prob- 
ably in 1 599-1600. He afterwards (1601) joined the company 
of Nicolas de los Rios. On July 8, 1603, he sold the right 
to print and sell his Fiaje entretenido for ten years to the book- 
seller Francisco de Robles for fifty ducats. Pérez Pastor, Biblic- 
grajia Madrilefia, II, p. 75. The interlocutors in his Entertaining 
Journey are the author, and three other actors : Rios, Miguel 
Ramirez and Agustin Solano. In Feb. 1602 he joined the com- 
pany of Miguel Ramirez, and the agreement then made is prin- 
ted by Pérez Pastor, Niievos Datas, p. 351. Rojas agrées to 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 487 

act for one year, till Shrovetide, 1603, for 2800 reals. Abandon- 
ing the stage in 1 604 ? he became a notary and scrivener in 
Zamora. That Rojas knew some French and Italian is shown 
in his Viage^ pp. 364 and 419. He also mentions theEnglish as 
writers of plays : 

Los sabios Italianos 

escrîuieroD muchas buenas, (i. e. comedias) 

los Ingleses ingcniosos, 

gente Alemana y Flamenca. 

IbU.y p. 125. 

Rojas (Alfonsa de), wife of Fernando Roman ; both were in 
the Company of Carlos de Salazar in Seville in 1676. 

Rojas (Francisco de), actor in the company of Domingo Bal- 
bin in Sept. 1623. 

Rojas (Maria de), wife of the autor de cotnedias Alonso de 
Heredia in Sept. 1604. 

Rojas (Melchora de), wife of the autor Gabriel de la Torre. 
In 1598 they lived in their own house in the calle de Atocha, 
below the hospital of Anton Martin. Latest date, — July, 1608. 

Rojas (Tomas de), actor in the company of Juan de Morales 
Medrano in 1624. He married the celebrated actress Maria Calde- 
ron ; when, we do not know. He is mentioned as her husband 
in Dec. 1632. 

Rojo (José), actor in the company of Juana de Cisneros in 
Seville in 1660. 

Roman (Fernando) and his wife Alfonsa de Rojas were in the 
company of Carlos de Salazar in Seville in 1676. 

Roman (Juan) had a company before 1636, and in that year 
belonged to the company of Tomas Fernandez. Rosell, vol. I, 
p. 282. He and his wife Ana Maria de Espinosa were also acting 
in the following year. In 1638-39 he was one of the autores de 
comedias appointed by the King. For his company in 1639, v. 
N.'D.\ p. 305. See also Life of Lope de Vega, p. 247. 

Roman (Jusepa), widow of Antonio Ramos (Feb. 1636). In 

REyUE HISPANIQUE. XVI. U 



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"H 



488 HUGO ALBERT RENNERT 

1656, 1637 and 1639 she played third parts in the company of 
Pedro de la Rosa. In 1637-38 ? she was in the company of 
Tomas Fernandez, and appeared in the entremés La Guardain- 
fante, v. Rosell, vol. I, p. 381, also pp. 134, 151, 235, 405, 432. 
Her name occurs in the cast of Belmonte's A un tiempo Rey y 
Vasalh, in 1642. This appears also to be the company of Pedro 
de la Rosa. 

Roman (Maria), la Asturiana, belonged to the company ot 
Juan de Morales Medrano in 1624. In 1636 she was in the com- 
pany ofTonias Fernandez. Rosell, vol. I, p. 288; and in 1639 
she was in the company of Juan Rodriguez Antriago. She was 
the wife of Tomas Enriquez^ and was vulgarly called Marimo- 
rena, 

RoMANO (CuRCio), autor de cotnedias, who represented autos at 
Madrid in 1579. 

RoMERA (Ana). — In her will, dated Sept. 7, 1605, she is 
described as "the widow of Alonso de Villalba, and now the 
wife of Antonio Gutierrez de Olivares, actor'*. She had three 
children then deceased : Mateo, Melchor and Isabel de Villalba, 
and two children living : Antonio de Villalba and Juana de Vi- 
llalba, besides a nièce. Maria de Villalba, daughter of Mateo, 
deceased. A/. D., p. 92. Baltasar Pinedo, famous actor and autor 
de coniediasy was her son-in-law, having married her daughter 
Juana. 

RoMERO (Agustjn) and his wife Ana de Sandoval w-ere in the 
company of Jerônimo Sanchez in 1623. In 1639 he was promp- 
ter and *bill-poster' {hacer carteles) in the company of Francisco 
Vêlez de Guevara, Pedro de Cobaleda and Francisco Alvarez. 

RoMERO (Bartolomè), cclebratcd actor and autor de comedias. 
He was in the company of Cristôbal de Avendano in 1622-23, 
and in Novbr. 1623 he and his wife Antonia Manuela (Antonia 
Manuela Catalan) were in the company of Juan Bautista Valen* 
ciano for one year. In 1628 his company and that of Andrés de 
la Vega represented the autos in Madrid, and in 1630 and 163 1 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 489 

his Company produced the autos in Seville, and in the latter year 
he also represented in La Monteria, when he and his family 
were received into the Cof radia de la Novena, In 1634 his Com- 
pany and those of Luis Lopez and Pedro de Ortegon represented 
autos in Seville, and in 1642 with Lorenzo Hurtado's company, 
and again in 1643, with Manuel Vallejo. (For his company in 
1642 and 1643, V. S,'A,, pp. 358, 366). In 1636 his company 
represented five comedias privately before the King. In this year 
he and his wife appear to hâve acted for a while in the company 
of Tomas Fernandez, v. Rosell, vol. I, p. 288. In 1637 he owned 
a house in the calle de! Amor de Dios, corner of the calle de 
Santa Maria, and another in the calle de Francos, corner of the 
calle del Nino. He had a famous company in this year, as fol- 
lows : Mariana de los Reyes, Pedro Valcazar and Maria de Val- 
cazar, his wife; Gabriel Cintor, Pedro Garcia de Guevara, Tomas 
Enriquez, graciosOy Antonio Pinero, Onofre Pascual, Maximi- 
liano Eustaquio de Morales, Juan Pérez and the famous galan 
Alonso de Osuna. He represented at the Buen Retiro in this year, 
and the autos at Madrid in 1638. In June, 1638, he agreed to 
take his company to Lisbon for three months before Shrovetide. 
In 1640 he represented autos at Madrid, recéiving 930 ducats 
(Calderon DocumentoSy p. 121), and again represented in Madrid 
in 1638 and 1664. He had four children : Luisa, Mariana, 
Damian and Francisca ; the latter is mentioned as being quite 
young in 1637. For his company in 1638 and 1640, v. N, D., 
pp. 280, 331. 

RoMERO (Juana), wife of the autor de comedias Juan de Rivas, 
lived in the calle de la Cruz in July, 1590. 

RoMERO (Luisa), played segundas damas in the company of 
Antonio deEscamilla in 1661 ; in Francisco Garcia's company in 
1665 ; with Manuel Vallejo in 1670, and with Félix Pascual in 
1671. 

RoMERO (Mariana), actress in the company of Manuel Va- 
llejo, playing primeras damas in 1670, '72, '73 and '74. In a 



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490 HUGO ALBERT RENNERT 



Loa for thecomedia Las Atna^^nas, by Solis, represented onFeb- 
ruary 7, 1655, the following players appeared : Maria de Qui- 
nones, Godoy, La Borja, Mariana Romero, Juan Rana (G)sme 
Pérez), Bernarda[Ramirez (?)] and Luisa Romero. Poesiasde Solis, 
Madrid, 1692, p. 173. This is the company of either Dit^o 
Osorio or of Sébastian de Prado. In the Loa to Un Bobo ha^^e ciento^ 
the following appeared : Juan Rana, Bernarda Ramirez, Luisa 
Romero, Mariana Romero, La Patata [Antonia del Pozo], La 
Borja and Poca Ropa. In the Loa for Calderon's Darlo todo y m 
àar nadOy represented « en la fiesta de los anos, del parîo y de la 
mejoria de la Reyna» [1656 (?) 1661 (?)] the following players 
appeared : Mariana Romero, La Borja, Luisa Romero, Maria de 
Quinones, Maria de Prado, Bernarda and others. Ibid,^ p. 188. 
Pellicer, II, p. 114, says that Mariana Romero married Manuel 
Angel, famous as a galan and for the number of his wives. 
Mariana was his sixth. 

RosA (Antonio de la), actor in the company of Juan Acacio 
in 1626-1627. 

RosA (Catalina de la), first wife of the atttor Pedro de la 
Rosa; she i^\zy ta, primeras damas in his company in 1639. 

RoSA (Feliciana de la), daughter of Pedro de la Rosa and his 
second wife Antonia de Santiago. She was the wife of Qrlos 
Vallejo, and played subordinate parts in the company of Manuel 
Vallejo in 1676. 

Rosa (Gregorio de la), musician in the company of Sébas- 
tian de Prado and Juan de la Galle in 1639 and 1661 ; in 1662 
in the company of Simon Aguado; in 1664 in that of Juan de 
la Galle and Bartolomé Romero; in 1665 with Francisco Garcia, 
and in 1680 he was musico principal with Manuel Vallejo. 

Rosa (Pedro de la), well known auîor de cotnedias in 1636, 
when he represented six comedias before the King. His first wife 
(1636) was Gatalina de Nicolas. At Gorpus of this year his com- 
pany represented two comedias at Torrejon de Ardoz. In 1637 
he gave twenty one privatc performances before the King, pro- 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 49 1 

duced the autos in Madrid with Tomas Fernandez, and repre- 
sented fifty times in Valencia. In 1639 he played second 
galanes in his own company; in 1643 he took his company to 
Paris; in 1650 he was again in Valencia, and in 1652 and 1653 
in Seville. In 1656, 1658 and 1660 (the latter year in the com- 
pany of Vallejo at Corpus) he tepresented in Madrid, and in 1674 
again visited Paris with his company. Pedro de la Rosa was a 
native of Granada, and on the death of Catalina de la Rosa he 
married Antonia de Santiago, and had a daughter Feliciana, q. 
V. He died in Madrid on December 19, 1675, having represented 
a saynète in Madrid in April of that year. 

RosALES (Juan Bautista), actor in the company of Nicolas 
de los Rios in 1601-02, v. Rojas, Fiaje entretenido, pp. 467, 493. 
His name appears in the cast of Lope's La hermosa Ester as 
represented by the company of Sanchez in léio. In 161 3 he 
was in the company of Baltasar Pinedo. 

RozAS (Francisco de), actor in the company of Sébastian 
Gonzalez in 1635-1636. 

RuBio (Francisco), member of the company of Magdalena 
Lopez in Seville, in 1674. 

RuBio (Gabriel), a tailor in 1596. In léoi he arranged fes- 
tivals for the autar de comedias Antonio de Villegas. He had 
charge of dances at Corpus in Madrid in iéo6, 1607 and 1608. 

RuBio (Pedro el), actor in the company of Alonso Cisneros 
in 1589. He represented the auto Las Avenidas in Seville, in 

1597- 
Rueda (Antonio de), actor in the company of Heredia in 

1628, appearing in Lope de Vega's Del Monte sale, and in Alonso 

de Olmedo's company in 1631-1632. In 1635 he was acting in 

the company of Salvador de Lara at La Monteria, Seville, and in 

1638 he had a company and with Pedro Ascanio represented at 

Corpus in Madrid. In 1639 he represented Calderon's autos Santa 

Maria Egipciaca and El mejor Huesped de Espaha at Madrid, 

and gave ninety performances in Seville and in 1664 again appear- 



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492 HUGO ALBERT RENNERT 



ed in the latter city. His wife (1627) was Catalina de Acosta; 
he had two daughters : Catalina and Bernarda, and died in 
Madrid in the calle de Léon on Decbr. 29, 1662. For his Com- 
pany in 1639 and 1640, v. N. Z)., p. 304 ; S. A, y p. 337. 

RuEDA (Catalina de), v. Acosta (Catalina de). 

RuEDA (Francisco de), prompter and bill poster in the Com- 
pany of Bartolomé Romero in 1638. 

RuEDA (LopE de), son of Juan de Rueda ; a Sevillian by birth 
and a gold beater by trade, he became a famous actor and play- 
wright, and was one of the founders of the Spanish national 
drama. We first hear of him on June 8, 1554, when he repre- 
sentedan aulo at Benavente ; thence he went to Valladolid, where 
he resided in July of that year. About two years before he had 
married Mariana de Rueda, a wandering singer and dancer, who 
had corne from Aragon and had entered the service of D. Gaston 
de laCerda, Duke of Medinaceli, at Cogolludo, in 1546, remain- 
ing six years. It is probable that Lope de Rueda met her there 
in 1552. On Aug. 15, 1558, he represented acomedia atSegovia, 
and in 1559 produced at Seville the autos El Hijo prodigo and 
Navalcarmelo, receiving 60 ducats. In 1561 he was acting in 
Madrid with his company, when his goods were attached for 
debt. His wife is then described as a Valencian. In this year he 
also represented the autos in Toledo. On July 18, 1564, Maria 
Luisa, daughter of Lope de Rueda and his wife Anxela Rafaela 
was baptized in Seville. This daughter died in infancy. Lope 
de Rueda died in Cordoba, shortly after March 21, 1565, the 
date of his last will, his wife Rafaela Angela surviving him, 
V. Cotarelo, Lope de Riuda^ Madrid, 1901 ; Cortés, Un Pleiio de 
Lope de Rueda, Madrid, 1903. 

RuFiNA or JusTA RuFiNA, V. Garcia (Rufina). 

Ruiz(Ana), wife of Miguel Ruiz in 1590, when both belonged 
to the company of Jerônimo Velazquez. 

Ruiz (Damian), actor in the company of Manuel Vallejo in 
163 1, together with his wife Maria Martinez apd his son Juan 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 493 



1 



^'i 



Francisco Ruiz. In 1639 he was in the company of Pedro de la .1 
Rosa. • .^, 
Ruiz (Jerônimo), menestril in 1592, in Madrid. •' 
Ruiz (Juan), actor in the company of Juan de Morales Medrano ' 
at Corpus in Seville in 1610 ; he had a company in 1632. '■.'j 
Ruiz (Juan Francisco), v. Ruiz (Damian). '\ 
Ruiz (Juana) and her husband Lope Ruiz, players ? Their j 
daughter Marina Margarita Ruiz was the wife of the actor Fran- 
cisco Rôdenas. Both parents were dead in Sept. 1623. .'.| 
Ruiz (Lope), v. the preceding. îi 
Ruiz (Maria or Mariana), wife of Vicente Ferrer of Valen- '>^ 
cia ; both were in the company of Juan de Tapia, Luis de Castro . >• 
and Alonso de Paniagua in Madrid, in March, 1602. J 
Ruiz (Maria Margarita), v. Ruiz (Juana). .% 
Ruiz (Miguel) and his wife Ana Ruiz belonged to the corn- 4 
pany of Jerônimo Velazquez in 1590. This is probably the Ruiz J^ 
who lived in the calle de las Dos Hermanas, Madrid, in 1587-88, 
whose house Lope de Vega visited to play trucos, v. Life of Lope :-j 
de VegUy p. 3 1 . Miguel Ruiz and his second wife, the celebrated | 
Baltasara de los Reyes were members of the company of Gaspar 
de Porres in 1604. Nuevos Datos, p. 84. He seems to hâve been ,^i^ 
in the company of Baltasar Pinedo in 1607, when his wife was '^ 
Ana Martinez, who had been a member of the same company | 
as early as 1603. Pérez Pastor, Bibl, Mad, Part III, p. 325. ';| 
Certain it is that Miguel Ruiz and his wife Ana Martinez were ;v 
in Pinedo's company in 1611. Ihid. In 1613-14 he was in the y 
company of Morales. N, D. p. 136-37, and in 1614 he was in 'i 
Valdés's company. Ibid. See also Rojas, Fia je entretenidoy p. 362. .i^ 
Ruiz (Simon), actor, indicted in 1606 for a quarrel with an | 
alguacil. ^^| 
Ruiz de Ledesma (Juan), actor in the company of Pedro de ^ 
Valdés in 1614, v. Ruiz (Juan), above. ;-, 
Ruiz de Mendi (Alfonsa), actress ? daughter of Juan Ruiz de 'j 
Mendi and Isabel Ruiz, his housekeeper. ^' 



'i 



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494 HUGO ALBERT RENNERT 

Ruiz DE Mendi (Juan) and his wife Mariana Vaca, players in 
1589. He was a native of Santo Domingo de la Calzada, and 
lived ** in his own house" in the calle del Principe in 1592, and 
died on Nov. 25, 1596, leaving two daughters by his wite 
Mariana : Jusepa Vaca, afterwards a famous actress, and Hipôlita, 
besides the daughter Alfonsa, mentioned above. 

Saavedra (Rodrigo de), actor and friend of Lopede Vega. He 
was born in 1559 and is mentioned as an actor as early as 1584. 
In 1 587-1 590 he was in the company of Jerônimo Velazquez. v. 
Life of Lope de Fega, pp. 23, 48. In 1592 he was directorof a 
company and with Gaspar de Porres represented autos in Madrid 
in that year, v. Datos desconocidoSy éd. Pérez Pastor, pp. 151 and 
foll. 

Saavedra y Aguiar (Ana de), wife of the actor Gabriel 
Sedeno in 1632. 

Sagramano (Luis de) brought out the auto El Nino perdido 
in Seville, in 1575. 

Salas (Catalina de) or Catalina de Médina, wife of Fran- 
cisco de Salas and mother of Juan de Salas, v. Médina (Catalina) 

Salas (Domingo de), actor in the company of Esteban Nunez 
in Seville in 1654. 

Salas (Francisco de) and his wife Catalina de Médina were 
in the company of Manuel Vallejo in 1631-32, and appeared in 
Lope's El Castigo sin Vengani^a in 1632. Prior to this, in 1628, 
he was in the cast of Lope's Del Monte sale, apparently in 
Heredia's company. In 1633 he belonged to the company of 
Juan Martinez, and in 1640 he was again with Manuel Vallejo. 

Salas (Juan de), son of Francisco de Salas and Catalina de 
Médina ;he was in Manuel Vallejo*s company in 1631. 

Salas (Jusepe de), actor in the company of Diego de Santan- 
der in 1594. 

Salas (Maria de), actress, first wife of Miguel Bermudez de 
Castro. 

Salazar (Andréa de), daughter of the autor de comedias Carlos 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 495 

de Salazar and his wife Isabel Diaz ; ail were acting in the Com- 
pany of Carlos in Seville in 1676. In 1679 she was in the Com- 
pany of José de Prado. 

Salazar (Carlos de), actor in the company of Luis Lopez in 
Seville in 1650, and in the company of Félix Pascual at La 
MonteriUy Seville, in 1665, where, in 1675-76, having a com- 
pany of his own, he gave forty représentations. He was the son 
of José de Salazar and Juana Bernabela. He married Isabel Diaz 
and had a daughter Andréa de Salazar, q. v. He afterwards mar- 
ried Eufrasia Maria de Reina, and died in Elche, in 1684. 

Salazar (Catalina de), wife of Juan Vinas ; both were in 
Manuel Vallejo's company in Seville, in 1643. 

Salazar (Cristôbal de), called Mahama, was an auior de 
comedias in 1630. 

Salazar (Feliciano), brought out an auio at Corpus in 
Seville in 1576. 

Salazar (José or Jusepe de) of Toledo, actor in the company 
of Cristôbal de Léon in 1622 ; in 1626 he represented one of 
the autos at Seville, Roque de Figueroa having charge of the 
other. He returned to Seville with his company for the autos of 
1628, 1630 and 163 1. He represented Calderon's Peor esta que 
estaba in 1630 (The comedia was finished in May of that year). 
Schmidt, Die Schauspiele Calderon's^ p. 31. His wife was Juana 
Bernabela, and his son Carlos de Salazar, q. v. 

Salazar (Josefa de), wife of Esteban Nunez, auior de comedias ; 
both were in the company of Juan Acacio in Seville in 1644 and 
in Lorenzo Hurtado's company in 1645. In 1642 Jusepa de 
Salazar appeared in the cast of A un tiempo Rey y Vasalïo^ by 
Bermudez. She was a member of her husband's company in 1648 
and in 1654. A. Josefa de Salazar ismentioned in 1676, when she 
and her husband José Antonio were acting in the company of 
Carlos de Salazar in Seville. 

Salazar (Juan), dorador, brought out the auto El Triunfo de 
la Fé\n Seville in 1571. 



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49^ HUGO ALBERT RENNERT 

Salazar (Luis) ? actor in Lope's La Conpetencia en las Nobles 
(1628). Or was this Luis de Valcazar ? 

Salazar (Maria de), widow, actress in the company of Esteban 
Nunez in Seville, in 1648. A Maria de Salazar, perhaps also an 
actress, is mentioned in 1606, v. Nuevos Datos, p. 53. 

Salazar (Pedro de), résident of Madrid, actor in the company 
of Diego Vallejo in Seville, in 1619 : in 1624 he was in the 
company of Juan de Morales Medrano ; in 163 1 in that of Juan 
Vazquez, el Polio y and in 1632 with Antonio de Prado, v. Rosell, 
vol. I, p. 322. In 1639 he belonged to the company of Antonio 
de Rueda, and in 1643 to the company of Tomas Diaz in Seville. 

Salazar (Pedro de), el Granadino; his wife (1654) Maria de 
los Santos, was a celebrated singer ; both were in the company 
of Sébastian de Prado in 1662, and with Antonio de Escamilla 
in 1663. 

Salcedo (Jerônima de) is mentioned by Suirez de Figueroa 
in bis Plagia Universal (16x5) among the famous actresses then 
deceased. 

Salcedo (Lucia de), actress in the company of Alonso 
Riquelme in 1610. She appeared in Lope's El sembrar en buena 
tierra (16 16) in the company of Ortiz, v. Ldfe of Lope de Fega, 
pp. 230, et seq. 

Salcedo (Maria de), actress, wife of the autor de comedias 
Pedro Ximénez de Valenzuela in 1601-02. In the latter year she 
was residing in Toledo. 

Salcedo (Mateo de), one of the earliest of the autores de 
comedias. He produced two autos in Seville in 1572, and again 
in 1380, *8é, '89 and 1600. In May and June, 1579, he repre- 
sented in the corral de la Pacheca in Madrid, and again in Oct., 
Nov. and Decbr. He represented the autos zt Salamanca in 1595. 
He died before 1608. Suarez de Figueroa mentions him as a 
famous actor, in his Pla:(a universal (161 5). 

Salcedo (Nicolas de), son of the preceding, was lessee of the 
Corral de San Pedro in Seville, in 1610. The name "Saçedo" 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 497 

occurs in the cast of Lope's La Conpetencia en los Nobles (1628). 

Saldana (Pedro de), one of the most celebrated autares de 
comedias of his time. In 1576 hîs company and that of Juan 
Bautista représentée! the autos in Seville, and again he produced 
them in 1577, ^78 and ^79. In the latter year he represented for 
the first time in Seville the foUowing plays of Juan de la Cueva : 
La Libertad de Espaha par Bernardo del Carpio, El DegolladOy El 
Tutor and La Constancia de Arcelinay and the tragedy La Muerte 
de Ayax Telamon sobre las Armas de AquileSy in which latter Sal- 
dana played the part of Ajax admirably , according to Cueva. He 
also represented in the Corral de Dana Elvira in Seville in 1580 
and 1381. and at Corpus in 1583, '84 and *85. In 1381 he 
represented the autos in Toledo, and in Dec. of the same year 
his company appeared seven times at the Corral de la Cru:^ and 
the Corral de Puente: in Jan. and Feb. 1382 he performed twenty 
eight times in La Cru:^ and La Pacheca, and in August and 
September fourteen times in La Cru:^, He is mentioned by Suârez 
de Figueroa, Pla:^a universal, among the famous actors then 
(161 3) deceased. There is no record of Saldana's having produ- 
ced any of Lope's plays, from which it is very probable that he 
died not long after 1385. 

Salinas (Antonio de), actor in the company of Gabriel de 
Espinosa in 1638. He was a gracioso and died in 1669. 

Saunas (Pedro Garcia de), v. Garcia. 

Saunas (Francisco), harpist. 

Saunas (Hernando de), actor in the company of Manuel 
Vallejo in 1674. 

Salinas (Maria de), played fourth pans in the company of 
Bartolomé Romero and Juan de la Calle in 1664; in 1663 she 
was in the company of Antonio de Escamilla. 

Saunas (Vicente de), actor in the company of Bernardo de 
la Vega in 1672; in Manuel Vallejo's in 1675; in J^sé Garcia 
de Prado's in 1679, and in Jerônimo Garcia's company in 
1680. 



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498 HUGO ALBERT RENNERT 

. Salomona (Angela), Italian actress in the company of Drusîano 
Martinelli in Madrid, in 1587. 

Salvador (Jaime) is mentioned by Lope de Vega (jComediaSy 
Pt. XVI. Mad. 1622, Prologue), as a famous actor; he was in 
the company of Tomas Fernandez in 1636 ?v. Rosell, Vol. I, 
p. 405. In 1 637-1 639 he was stconà gracioso in the company ol 
Pedro de la Rosa. In 1642 he appeared in the cast of Belmonte's 
A un tiempo Rey y Vasallo, and in Sept. 1643, he was in the com- 
pany of Luis Lopez. His wife was Maria Salvador. 

Salvador (Maria), v. the preceding. 

Samaniego (Juan de) and his wife Maria de la O, were mem- 
bers of the company of Juan Bautista Espinola in Madrid for onc 
year from Feb. 17, 1633. On Feb. 8, 1633 he had agreed to act în 
the company of Fernan Sanchez de Vargas at the Corpus festival 
of that year, and in 1637 he and his wife acted at the Corpus 
festival at Zedillo. 

Sambrano (Alonso), actor in the company of Bemardo de la 
Vega in 1672, v. Zambrano. 

Sampayo (Antonio de), actor in a joint company with Balta- 
sar Pinedo and others in 161 3, to represent the autos in Toledo 
in that year. In 1614 he and Pedro Llorente directed a company 
and appeared in Tirso'sL^ Tercera de Sancta Juana. 

San Juan (Tomas de), barba in the company of José Carrillo 
in 1663 ; he was with Francisco Garcia in 1665, with Manuel 
Vallejo in 1670, and lercero galan in Escamilla's company in 
1672. 

San Martin (Juan de), actor in the company of Pedro de 
Valdésin 1614 and 1621, N. D. p. 189, and in the company of 
Manuel Vallejo in Madrid, in 1622. v. IJfe of Lope de Fega, 
pp. 172 w, 295 n, 

San Mateo (Simon), actor in the company of Manuel Vallejo 
in 1674. 

.. San Miguel (Don a Francisca de), actress in the company ot 
Antonio Granados in 1618, when she received a gratuity of 5011 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 499 

mrs. for her excellent acting in the auto Obras son AmoreSy in 
Seville. Sanchez Arjona, p. 195. In 1624 she was in the 
Company of Antonio de Prado. 

San Miguel (Francisco de), actor in the company of Pedro 
de la Rosa in 1636, 1637 and 1639. In 1650 he was in the com- 
pany of Antonio de Prado. Calderon DocumentoSy I, p. 170. 
His wife was Brigida Garcia, and he had two daughters, Josefa 
and Maria San Miguel. He died in 1669. In 1657 ^ Francisco 
de San Miguel was musico in the company of José Garceran. 

San Miguel (Josefa de), daughter of Francisco de San Miguel 
and Brigida Garcia, and actress in the company of Simon Aguado 
in 1674 ; in 1675 and 1676 she was segunda in the company of 
Manuel Vallejo ; in 1677 and 1678 she played terceras in Agustin 
Manuel's company ; in 1679 segundas wâth José de Prado, and 
in 1680 terceras in the company of Jerônimo Garcia. 

San Miguel (Maria de), v. San Miguel (Francisco de). 

San Miguel (Melchor de), brought out one of the carros 
at the Corpus festival in Seville in 1577. There was a San 
Miguel celebrated as a bexete, mentioned by Rojas, Fiaje entrete- 
nidoy p. 52. 

San Miguel (Pedro de), actor in the company of Domingo 
Balbin in Seville in 16 13. 

San Pedro (Cristôbal de) and his wife Magdalena de Oviedo 
were in the company of Diego Lopez de Alcaraz from Jan. 10, 
16 10, for two years. In 1613 he was in Baltasar Pinedo's com- 
pany, and in 1614 in that of Antonio de Prado. 

San Pedro (Maria de), actress in the company of Roque de 
Figueroa in 1631-32. In 1635 she and her husband Jacinto Va- 
rela appeared in Peligrar en los Refnedios by Rojas Zorrilla. On 
Oct. 30, 1638 she is called widow of Jacinto Varela, andjoined 
the company of Segundo de Morales for one year, v. Cotarelo, 
TirsOy p. 206 ; Rosell, vol. I, pp. 109, 322. 

Sanchez (Alonso) of Jaen, musician and aaor for two years 
from March 14, 1602, in the company of Alonso Riguelme, 



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500 HUGO ALBERT RENNERT 



Sanchez (Andrés), member of the company of Bernardo de 
de la Vega in Seville in 1672. 

Sanchez (Cristôbal), produced the auto La Fisitaiian de la 
Renia Saba în Seville in 15 71. 

Sanchez (Francisco), actor in a joint company in Madrid in 
June, 1603 ; in 1607 he belonged to the company of Diego 
Lopez de Alcaraz. 

Samchez (Francisco), el TeatinOy had been a Jesuit ; he belong- 
ed to the company of Juan Pérez de Tapia in Seville in 1662 ; in 
1664 he played first galanes in the company of Bartolomé Romero 
and Juan de la Calle, and in 1665 was with Francisco Garcia, 
Pupilo. He died in the calle de Cantarranas, Madrid. According 
to Gallardo, II, p. 678, he was assassinated. 

Sanchez (Garcia), singer and actor in entretneses in the 
company of Alonso Cisneros in 1595. In 1607 he was an actor 
in the company of Diego Lopez de Alcaraz. 

Sanchez (Jerônimo), autor de cotnedias, in 1610, when he took 
up the stranded company of Mariflores, widow of Pedro Rodri- 
guez. His wife was the celebrated actress Maria de los Angeles. 
The next notice we hâve of him is in 1623. For his company in 
this year, see Nuevos Datos, p. 194. 

Sanchez (Lucas), actor in the company of Andrés de Clara- 
monte in 1614. 

Sanchez (Marcos), musician in the employ of D. Garcia de 
Mendoza, Viceroyof Peru, in Lima, in 1588. 

Sanchez (Maria) and her husband Francisco Garcia were 
members of the company of Alonso Riquelme from March 1602, 
for one year. Both were résidents of Ciudad Rodrigo. 

Sanchez (Pablo), actor in the company of Esteban Nuiîez in 
Seville in 1654. 

Sanchez (Pedro), musician in the company of Domingo Bal- 
bin in 1609. 

Sanchez Baquero (Pedro), played first old men's parts in 
the company of Pedro delà Rosa in 1636. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 50I 

Sanchez de Echeverria (Felipe), autor de comedias. In Sept. 
1623 he represented three comedias before the King. 

Sanchez de Médina (Francisco), actor in the company of 
Pedro Maldonado in 1611. 

Sanchez Mudarra (Juan), musician in the eraploy of D. 
Garcia de Mendoza, Viceroy of Peru, in Lima, in 1588. 

Sanchez de Vargas (Fernan), famous autor de comedias. He 
was an actor in the company of Diego de Santander in 1597, and 
in the company of Alonso Riquelme in 1608. He had a company 
in 1609, and in 1610, 161 5 and 1618 represented autos in 
Madrid, receiving 600 ducats for two autos. In 1610 he lived in 
the calle de las Huertas, Madrid, and in this year his company 
produced Lope de Vega's La Hermosa Ester y he and his wife, S* 
Polonia [Perez] appearing in the cast. He represented autos at 
Seville in 1612, ahd again visited that city in 1614, 1620, 1621 
and 1622. He wasone ofthe v\yt\\itautores authorized by the decree 
of 1615, and in November of this year represented seven come- 
dias in Lerma, receiving 1400 reals. In a power of attorney 
which he executed on Jan. 11, 161 9, as executor of his deceased 
wife Polonia Perez, she is called his first wife. She seems to hâve 
been from the town of Hita, and left twochildren, Francisca and 
Hernando de Vargas, both still minors in 1626. In Sept. 1623, 
his wife was Francisca Rodriguez. Pérez Pastor, Nuevos DatoSy 
p. 212, says that Polonia Pérez was the second wife of 
Sanchez, and that Francisca Rodriguez was the third. His 
sister-in-law in 1633 was Mariana Juste, widow of Dr. Francisco 
Rodriguez, physician. 

In Sept. 1623 Sanchez represented four comedias before the 
King. OiLa hermosa Ester mentioned above, Lope says : « Repre- 
sentôla el famoso Sanchez con notable autoridad y aplauso ». San- 
chez had a company in 1638 (in 1636-37 he seems to hâve been 
acting in the company of Pedro de la Rosa. Rosell, vol. I, p. 419), 
and in 1640 is called a « merchant in the calle de las Huertas, 
living in his own house ». In May, 1642, he is merely styled a 



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502 HUGO ALBERT RENNERT 

« résident of Madrid ». He died, a widower, on Nov. i8, 1644, 
in prison in Madrid, leaving as executors Mariana Juste, and his 
daughter Francisca Vargas, who were then living in the calle de 
las Huertas, opposite the calle del Amor de Dios, and he was 
buried by the Cofradia de la Novena. Sanchez was especîally 
friendly to Luis Vêlez de Guevara, much to the displeasure of 
Lope de Vega, who refused to write a play for him in Dec. 16 14, 
V. Life of Lope de Vega^ p. 252. There îs a Heman Sanchez men- 
tioned who produced the auto San Leonicio in Seville in 1596. 
Perhaps he is the same person, as is likewise the Sanchez men- 
tioned by Rojas, Fia je, p. 131, among the « faisantes » who 
wrote/ar5£W, loas^ bayles, etc. 

Sandino (Diego), actor in Madrid in 1584. 

Sandoval (Alonso de), actor ? Witness to the marriage of 
Josefa Vaca and Juan de Morales Medrano, Dec. 27, 1602. 

Sandoval (Ana de), wife of Agustin Romero ; both were in 
the Company of Jerôninio Sanchez in March, 1623. 

Sandoval (Jerônlmo de), actor in the company of Antonio 
de Castro in 1656, and wiih José de Prado in Seville in 1658- 

Sandoval (Juan Antonio), husband of the actress Luisa de la 
Cruz, q. V. 

Santa Cruz (Baltasar de), actor in the company of Alonso 
de Olmedo in Aug. 1620; in the company of Cristôbal de 
Avendano in 1622, and in Domingo Balbin's company from 
Sept. 1623 till Shrovetide, 1624. 

Santa Cruz Caballero (Diego de), el Tuerlo, of Valladolid. 
His wife was Manuela Mazana, q. v. He died in 1679. 

Santamaria (Juan de) and his wife Luisa de Ort^a were in 
the company of Sanchez de Vargas in Mar. 1634-33. 

Santander (Andrés de), money taker (cobrador) for Fernan 
Sanchez de Vargas in Valencia, in 161 9. 

Santander (Diego de), auior de comedias in Madrid in Oct. 
1594. In 1591 he represented tw^o autos in Seville, and again in 
1596 and 1599. 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 503 

Santiago (Antonia de) of Granada, was the second wife of 
Pedro de la Rosa ; in 1635 she belonged to the company of 
Alonso de Olmedo, and tscalled (ifamosa, tercera »,'and in 1639 
she played fourth parts in Pedro de la Rosa's company in Seville. 
Whether she was the sister or the wife of Santiago, who played 
segundo barba in the same company in ihose years, I do not 
know. It may be noted that in 1639 Pedro de la Rosa's first wife, 
Catalina de la Rosa and Antonia de Santiago were both mem- 
bers of his company. Antonia's name again appears in the cast 
of Belmonte's A un tiempo Rey y Vasallo {16^2), It is probable that 
at this date she was not yet the wife of Pedro de la Rosa. The 
Sra. Antonia of the cast of Montero's Amar sinjavorecer (lééo), 
is almost certainly the wife of Rosa, who appeared in the same 
cast. She accompanied her husband's players to Paris in this year : 
in 1664 she was sobresaliente in Bartolomé Romero's company. 
She seems to hâve survived her husband, who died in 1675. 

Santiago (Antonia de), wife of Francisco de Castro ; both 
w^ere in the company of Luis Lopez in 1650 in Seville. 

Santiago (Diego de), actor in the company of Diego de San- 
tander in Dec. 1594; in Oct. 1602 he and his wife, Marina de 
Torres, weremembers of the company of Melchor de Léon. In 
1623 he was in the company of Jerônimo Sanchez ; in July, 1626, 
he had a company and represented a comedia before the King. 
In 1613 we find Diego de Santiago, autor de comedias in Seville. 
Sanchez Arjona (p. 155), says that in March, 1633, his wiie 
was Maria Lopez Ferrer, when both were received into the Co- 
fradia de la Novena. See also the Santiago mentioned above, 
under Antonia de Santiago. 

Santiago (Isabel de), actress in the company of Francisca 
Lopez in Seville in lééo. 

Santillana (Bartolomé de), actor in Madrid in 1584. 

Santiuste (Diego de), lessee of the théâtre in Toledo in 
Febr. 1638. 

Santos (Bernabela de los), child acting in the company of 
Juan Acacio in Seville in 1644. 

REVUE HISPANIQUE. XVI. 3j 



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504 HUGO ALBERT RENNERT 

Santos (Maria de los), celebrated singer and wife of Pedro 
de Salazar, el Granadino (1654). ^^^ played quintas damas in the 
Company of Sébastian de Prado and Antonio de Escamilla in 1662, 
fourth parts in the company of Escamilla in 1663 > ^^ the Com- 
pany of Simon Aguado in 1674 ; third parts with Escamilla in 1675 
and 1676 ; fourth parts with Agustin Manuel de Castilla in 1677, 
and sobresaliente in the company of Juan Antonio de Carvajal in 
1681. 

Santoyo (Antonio), member of the company called Los Con- 
formes in 1630. This company was in existence in 1623, v. Attf- 
vos Datos, p. 202. 

Sarmiento (Bernardino), actor in the company of Nicolas 
de los Rios in 1609. 

Sarmiento (Pablo), actor in the company of Nicolas de los 
Rios in 1609, and in Claramonte's company in 1614. 

Saura (Juan de), member of the company of Pedro de la 
Rosa in Seville in 1639. 

ScoBEDO (Antonio de), « autor desœnocido >» ; représentée ihe 
auto El Bellocino dorado in Seville in 1589. 

Sedeno (Gabriel), actor in 1632, in Madrid. His wife was 
Ana de Saavedra y Aguiar. 

Segura (Antonio de), actor in the company of Cristôbal de 
Avendano in 1632. 

Segura (Francisco de) of Seville, represented the auto El 
Ensal:^amiento de la Humanidad in 1575 at Seville. Perhaps this 
is the Segura mentioned by Suârez de Figueroa, Pla:^a universal, 
161 5, as an actor then deceased. 

Segura (Gaspar de), husband of the actress and aulora de 
comedias Francisca Lopez (1660). He died before 1663. 

Segura (Juana de), widow, actress in the company of Jerô- 
nimo Sanchez in 1623. 

Segura (Maria de), auiora de comedias ; she had a company 
in Seville in 1663. 

Sequeiros (Juan de Sierra), musico in the company of Ma- 



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SPANISH ACTORS AND ACTRESSES 505 

nuel Vallejo in 1676 and 1679; he was in Agustin Manuel's 
Company in 1677 and in Carvajal's in 1681. 

Serrano (Gaspar), actor in tbe cast of Lope de Vega's La 
gran Columna fogosUy in 1629. 

Serrano (José), actor in the company of Magdalena Lopez in 
1674. 

Sevillano (Bernardino), actor in Madrid in 161 9. 

Sevillano (Lucia or Luis a), widow, actress in a joint compa- 
ny in 1637, representing in Bruncte on August 15 and 16, and 
in Penalver in March, 1639. 

Sierra (Antonio de), actor in the company of Juan Rodri- 
guez de Antriago in April, 1639. 

Sierra (Dorotea de), wife of Juan Mazana : both appeared 
in the cast of Alarcon's Las Paredes oyen in 16 17, and in Lope 
de Vega's El Brasil restituido in 1625. She was the daughter of 
Jerônima de Sierra by a first marriage. She was in the company 
of Antonio de Prado in 1633 ? or 1637? v. Rosell, Vol. I, 
pp. 174, 193, 322. The entremes Las Duehas (p. 322) seems to 
hâve been represented in 1632. In May, 1642, she is described 
as the former wife of Juan Mazana, who was still living. She 
had two daughters, Jusepa and Manuela. 

Sierra (Jerônima de), mother of Dorotea de Sierra, and 
wife of the actor Juan de Escuriguela or Escorihuela at the date 
of her will, December 26, 1641. 

SiGURA (Juan de), actor in ihe company of Jerônimo Velaz- 
quez from May, 1574 till Shrovetide, 1575, « to act in ail the 
comedias and autos in which it may be necessary ». 

SiLVA (Alonso de), maestro de dansas at the Corpus festival at 
Madrid in 1574. 

Simon (Juan Antonio), second galan in the company of 
Pablo Martin de Morales in Seville in 1678; in 1681 he was. 
in the company of Juan Antonio de Carvajal. 

Simon (Manuel) actor in the company of Alonso de Heredia 
in March, 1614. He was in the company df Pedro de Valdés 



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506 HUGO ALBERT RENNERT 

in 1613-14, and appeared in Lope's La Dâtna boba. He directed 
a Company in 1627 in Seville, and his name occurs in the cast 
of Lope's La Conpetencia en los Nobles. His company fîrst pro- 
duced Cordeiro's comedia El Hijo de las Batallas. Schack, 
NdchtràgCy p. 103. 

SoLANO (Agustin) of Tolcdo and his wife Roca Paula belong- 
ed to the company of Tomas de la Fuente from March 3, 1584 
till Shrovetide of 1585, receiving 9 reals for each performance 
and 4 1/2 reals daily for maintenance. In 1593 ^^^ was in the 
company of Cisneros. Rojas, Viage, p. 515. On May 19, 1595 
he joined the company of Gaspar de